O documento propõe uma reflexão sobre os limites da liberdade de expressão e do humor. Apresenta dois textos que discutem até que ponto piadas e sátiras podem ofender grupos ou indivíduos. Um defende que o humorista só deve ser responsabilizado quando ridiculariza alguém especificamente, e não características genéricas. O outro argumenta que o humor deve provocar transformações, mas sem atacar traços frágeis de forma covarde.