SlideShare uma empresa Scribd logo
Prática Docente
na Sala de Aula do
Ensino Superior
Prof.ª Dr.ª Terezinha Bazé de Lima
e-mail: bazelima@unigran.br
Site: www.baze.hpg.com.br
COMECE COM UM OBJETIVO EM MENTE
Começar com um objetivo em mente significa
começar tendo uma compreensão clara do destino.
Significa saber para onde você está seguindo,
de modo a compreender melhor onde você está
agora para depois dar o passo na direção correta...
Há uma criação mental ou inicial e a criação física. E
isso vale para tudo, para ter noção do que estamos
fazendo.
Começar com um objetivo em mente se baseia no
princípio de que todas as coisas são criadas duas vezes:
Uma no Plano Mental e a outra no Plano Físico.
Podemos viver correndo, ser até muito eficientes,
mas só seremos verdadeiramente eficazes
quando tivermos um objetivo em mente.
Stephen R. Covey, "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes"
Objetivos da Palestra
- Propiciar uma reflexão teórico-prática acerca do
desenvolvimento da qualidade do ensino superior em
especial a sala de aula universitária, contribuindo para o
aumento da consciência, da sabedoria e da intelectualidade
do professor do ensino superior.
- Contribuir para o processo de formação, atuação,
reflexão sobre a profissionalização docente e sua ação
frente ao ato de planejar, acompanhar, avaliar e replanejar
a tarefa docente com o intuito de promover a permanência
e o desenvolvimento dos alunos do ensino superior, em
especial do noturno.
- Provocar mudanças na prática docente da sala
de aula universitária dos professores que atuam
nos diversos cursos da UNIGRAN.
A construção desta palestra está
alicerçada teoricamente nos seguintes
autores: CASTANHO e CASTANHO
(2002); PERRENOUD (2000);
PIMENTA e ANASTASIOU (2002);
MASETO (2002) e CUNHA (1998).
1. Existe, hoje, uma crescente preocupação
com a docência no ensino superior, a qual tem
proporcionado um aumento nos estudos sobre o
tema da formação e do desenvolvimento
profissional dos professores universitários, para
além de um saber meramente teórico-disciplinar.
2. Há a necessidade de ampliar-se a
demanda desses profissionais por uma
formação também no campo dos saberes
pedagógicos e políticos o que
indica um reconhecimento da importância
desses saberes para ensinar bem no
ensino superior.
3. As transformações da sociedade
contemporânea consolidam o entendimento da
educação como fenômeno plurifacetado, ocorrendo
em muitos lugares, institucionalizados ou não.
4. Desta forma, “ a docência,entendida como o
ensinar e o aprender, está presente na prática social
em geral e não apenas na escola e ou universidade
(Libâneo, 1998)
5. Em síntese, fala-se de uma sociedade
genuinamente pedagógica (Beillerot 1985). Em
qualquer âmbito em que o pesquisador/profissional
atue, exercerá uma ação docente. Isso aponta para a
formação do futuro profissional, de qualquer área,
como educador, como comunicador, como
pesquisador reflexivo no papel de formador
de profissionais também reflexivos.
TESE
Se conhecer não reduz a informar, que não basta
se expor aos meios de informações para adquiri-las,
senão que é preciso operar com as informações para
adquiri-la, na direção de que a partir delas – chegar ao
conhecimento -, então parece-nos que a universidade,
através dos professor universitários, tem um grande
trabalho a realizar na sala de aula e fora dela, que é
proceder à mediação entre a sociedade da informação e
os alunos, no sentido de possibilitar que, pelo exercício
da reflexão, adquiram a sabedoria necessária à
permanente construção do humano
(PIMENTA, 2002).
DIMENSÃO DA IDENTIDADE DOS
DOCENTES UNIVERSÁRIOS
  
PARA REFLETIR
   
A docência universitária é uma
profissão para nós ou o trabalho que
exercemos? 
  Qual é o eixo em torno do qual é
construída a identidade profissional?
  
Quando cabe a nós dizer o
que somos, como nos autodefinimos:
como administradores, economistas,
advogados, médicos, engenheiros ou
como professores do ensino superior
ou ainda também professor de
universidade?
 
 
A docência universitária é
extremamente contraditória em
relação a seus parâmetros de
identidade socioprofissional. É
freqüente nós nos deparamos com
professores universitários,
identificando assim: “ sou professor
universitário”, na medida em que isso
é sinal de grande status social.
Todavia, esse reconhecimento é
secundário na hora de avaliar os
elementos a partir dos
quais se constrói e desenvolve-se
essa identidade.
Isto posto, existe muitos
professores universitários que
autodefinem-se mais sob o âmbito
da profissão primeiramente
assumida pela identidade
socioprofissional (status social)
muitas vezes como engenheiros,
advogados e outros, do que como
docentes universitários.
Um dos aspectos mais críticos dos
professores do ensino superior é o lugar
onde depositamos nossa identidade
profissional, geralmente no ensino
superior está presente um grande
número de professores que possuem
uma identidade profissional docente
indefinida. Isto........................................
 
O Papel do Professor no Ensino Superior
Entendendo a universidade como um serviço de
educação que se efetiva pela docência e pela investigação,
suas funções podem ser sintetizadas em: criação,
desenvolvimento, transmissão e crítica da ciência, da
técnica e da cultura; preparação para o exercício de
atividades profissionais que exijam a aplicação de
conhecimentos e métodos científicos e para a criação
artística; apoio científico e técnico ao desenvolvimento
cultural, social e econômico das sociedades.
Entende-se que na universidade o ensino constitui um
processo de busca e de construção científica e de crítica ao
conhecimento produzido, ou seja, seu papel na
construção da sociedade.
Característica do Processo
Aprendizagem na Universidade
a) propiciar o domínio de um conjunto de
conhecimentos, métodos e técnicas científicas, que
assegurem o domínio científico e profissional do
campo específico e que devem ser ensinados
criticamente (isto é, em seus nexos com a produção
social e histórica da sociedade), desenvolvimento e
habilidades de pesquisa;
b) Conduzir a uma progressiva autonomia do
aluno na busca de conhecimentos;
c) Desenvolver capacidade de reflexão;
d) Considerar o processo de ensinar e aprender
como atividade integrada à investigação;
e) Substituir o ensino que se limita à
transmissão de conteúdos, por um ensino que
se constitui em processo de investigação do
conhecimento;
f) Integrar, vertical e horizontalmente, a
atividade de investigação à atividade de
ensinar do professor, o que supõe trabalho
em equipe;
g) Criar e recriar situações de aprendizagem;
h) Valorizar a avaliação diagnóstica e
compreensiva da atividade mais do que a
avaliação como controle;
i) Conhecer o universo de conhecimentos e
cultural dos alunos e desenvolver processos
de ensino e aprendizagem interativos e
participativos, com base nesses
conhecimentos.
Perfil do Professor no Ensino
Superior: uma construção
1. Domínio do método científico para
desenvolvimento da pesquisa como suporte da
aprendizagem do professor e do aluno.
2. Ter uma base teórica e domínio da leitura e
escrita como mecanismo de elaboração própria e
científica.
3. Dominar as normas da ABNT, visando a produção
e a dissiminação do conhecimento científico e
organização da produção científica individual e
coletiva.
4. Atuar no ensino, na pesquisa e na extensão
como profissional reflexivo, crítico e
competente no âmbito de sua disciplina.
5. Possuir conhecimentos didáticos e
pedagógicos para exercer a docência com
eficácia.
6. Saber utilizar as tecnologias da
comunicação e da informação para serem
integradas nos processos pedagógicos com
os alunos e na construção do conhecimento
científico.
7. Possuir conhecimentos além da
especificidade da formação visando
assegurar a formação generalista do
acadêmico.
8. Ter ampla consciência da necessidade de
cuidar da sua própria formação continuada.
9. Participar e incentivar os acadêmicos à
produção científica do conhecimento e sua
divulgação em eventos científicos e
periódicos especializados.
10. Preocupar com a organização do currículo
Lattes de seus acadêmicos tendo como base
a importância da atualização e organização
do próprio currículo Lattes.
Em suma, o perfil do professor
universitário ainda requer: sensibilidade
diante do mundo; fluência e mobilidade do
pensamento; originalidade pessoal; atitude
para transformar as coisas; espírito de
análise e síntese e capacidade de
organização coerente; qualidades que
devem necessariamente ser desenvolvidas
no processo educativo a fim de formar
pessoas criativas.
CONCEITO DE “SALA DE AULA
UNIVERSITÁRIA”
Sala de aula universitária deve ser entendida
como espaço para dúvida, para leitura, elaboração e
interpretação de textos, música, vídeos, filmes, arte,
cultura, ciência.
A sala de aula universitária para realizar suas
tarefas básicas de pesquisa, de ensino e de extensão,
precisa da leitura e da escrita como instrumentos
fundamentais de atuação.
Lugar de tempo e espaço de aprendizagem
dos sujeitos do processo de aprendizagem:
professor e alunos – juntos, realizam uma
série de interações:
- Discutir e debater;
- Consultar e pesquisar;
- Solucionar dúvidas;
- Orientar trabalhos de investigação e pesquisa;
- Oficinas e trabalhos de campo;
- Projetos;
- Elaboração científica dos resultados dos
projetos;
- Interferência no meio social, provocando
mudanças.
Lembretes para aula Universitária:
 Apresentação e discussão do planejamento de
ensino com a turma.
 Definição da Metodologia de Trabalho.
 Definição de obras para leituras obrigatórias (trabalho
sempre que possível, coletivo).
 Discussão dos critérios de avaliação.
Princípios de uma aula:
1. Ter o aluno como referência.
2. Valorizar o cotidiano.
3. Preocupar-se com a linguagem e conceitos.
4. Privilegiar a análise sobre a síntese.
5. Ver a aprendizagem como ação.
6. Selecionar conteúdos emergindo dos objetivos,
das competências, visando a construção de
habilidades.
7. Inserir a dúvida como princípio pedagógico.
8.Valorizar outros materiais de ensino.
9. Trabalhar a partir das representações dos alunos
(ter em mente o diagnóstico da turma).
10. Construir na sala de aula um verdadeiro
laboratório de aprendizagem onde alunos,
professores e outros são parte ativa do processo.
AVALIAÇÃO
- Capacidade de refletir sobre os processos de
aprendizagem.
- Devolutiva aos alunos.
- Motivação dos alunos para desenvolverem seu
processo de aprendizagem.
- Avaliação contínua – desempenho do aluno, do
professor e adequação dos conteúdos.
Rotinas do Trabalho Docente
no Ensino Superior
1. Conhecer o PDI da Instituição:
- Metas
- Missão
- Objetivos
2. Conhecer as Diretrizes Curriculares do seu curso e o
Projeto Político Pedagógico;
3. Dominar as competências de formação profissional
prescritas nas Diretrizes e Projeto Pedagógico do
Curso.
4. Trabalhar o Ensino, a Extensão e a Pesquisa.
5. Possuir linhas de Pesquisa e Extensão definidas.
6. Desenvolver a Iniciação Científica.
7. Possuir um Corpo Teórico definido.
8. Selecionar livros (textos da disciplina) com coerência
teórica.
9. Visitar a Biblioteca para conhecer e sugerir novos títulos.
10. Ser pontual na entrega de notas e outros documentos.
11. Devolver os trabalhos e atividades dos alunos
devidamente avaliados.
12. Organizar pastas dos textos e atividades no
setor do xerox.
13. Trazer atualizado, em pastas, o currículo Lattes e a
produção científica, devidamente comprovada.
14. Participar de reuniões e colegiados e reuniões de
trabalho e estudo.
15. Dispensar total atenção ao desenvolvimento do
aprendizado dos alunos.
16. Ministrar aula de qualidade, cumprindo rigorosamente,
o horário em sala de aula.
17. Outras atividades essenciais:
- Plano de Ensino
- Plano de Aula
- Controle de Freqüência
- Mapa de Controle
- Registro das Atividades
Considerações Finais
1. Diante dos desafios da sociedade contemporânea,
repensar a formação docente e a organização da sala
de aula como espaço de aprendizagem torna-se uma
necessidade premente.
2. Nesse tempo contemporâneo, podem-se identificar
três aspectos que impulsionam o desenvolvimento
profissional do professor universitário. Quais são:
- a transformação da sociedade, seus valores e suas
formas de organização e de trabalho;
- o avanço exponencial da ciência nas últimas
décadas;
- a consolidação progressiva de uma ciência da
educação possibilitando a todos o acesso aos
saberes elaborados no campo da pedagogia.
3. O aperfeiçoamento do professor
universitário exige, pois, uma integração de
saberes complementares. O domínio de uma
disciplina específica não é mais suficiente.
Torna-se indispensável um saber pedagógico,
político e científico para construção de
consciência, sabedoria e inteligência numa
sociedade globalizada, complexa e
contraditória.
4. A conferência Mundial sobre a Educação
Superior (1997) indica novas demandas para
o Ensino Superior:
- a qualidade da educação;
- a pluralidade cultural;
- a capacidade de promover a
inclusão social;
- a importância da educação a distância e as
novas tecnologias para ensinar e aprender
em novos tempos;
- gestão e controle do ensino;
- financiamento do ensino e da pesquisa e da
formação continuada do professor em nível
de mestrado e doutorado;
- o mercado de trabalho e a sociedade;
- os direitos e liberdades dos professores na
gestão do trabalho pedagógico;
- as condições de trabalho e a valorização
docente.
5. Desta forma, à Instituição que se apresenta
preocupada com a formação continuada dos
seus professores requer-se
intencionalidade, envolvimento, trabalho
coletivo, disponibilidade para mudança,
espaço institucional coerente, coragem,
riscos e flexibilidade mental.
Portanto, o avançar no processo da docência
e do desenvolvimento profissional, por meio
da preparação pedagógica, não se dará em
separado de processos de desenvolvimento
pessoal e institucional.
ONDE CRESCE A ESPERANÇA
Fica decretado que,
a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra,
e que as janelas devem permanecer,
o dia inteiro, abertas para o verde
onde cresce a esperança.
Thiago de Mello
Com a tradução de Pablo Neruda

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Organização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógico
Magda Marques
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências Pedagógicas
Marcelo Assis
 
Organização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógico
Renata Peruce
 
Saberes Docentes final
Saberes Docentes finalSaberes Docentes final
Saberes Docentes final
mefurb
 
Formação docente
Formação docenteFormação docente
Formação docente
Maria Cristina Bortolozo
 
O papel da didática na formação do professor
O papel da didática na formação do professorO papel da didática na formação do professor
O papel da didática na formação do professor
na educação
 
Eja metodologia políticas públicas de eja
Eja   metodologia políticas públicas de ejaEja   metodologia políticas públicas de eja
Eja metodologia políticas públicas de eja
Paulo Sérgio
 
Didática geral aula 1
Didática geral aula 1Didática geral aula 1
Didática geral aula 1
Fernanda Câmara
 
Abordagem Humanista na Educação
Abordagem Humanista na EducaçãoAbordagem Humanista na Educação
Abordagem Humanista na Educação
Carol Messias
 
Conhecendo a didática
Conhecendo a didáticaConhecendo a didática
Slide 1 formação de professores princípios e estratégias formativas
Slide 1   formação de professores princípios e estratégias formativasSlide 1   formação de professores princípios e estratégias formativas
Slide 1 formação de professores princípios e estratégias formativas
Shirley Lauria
 
Interdisciplinaridade
InterdisciplinaridadeInterdisciplinaridade
Interdisciplinaridade
Gerdian Teixeira
 
Relatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativoRelatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativo
Alessandra Alves
 
Planejamento pedagogico
Planejamento pedagogicoPlanejamento pedagogico
Planejamento pedagogico
straraposa
 
Espaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação InfantilEspaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação Infantil
Paulo Fochi
 
Tendência crítico social dos conteúdos
Tendência crítico social dos conteúdosTendência crítico social dos conteúdos
Tendência crítico social dos conteúdos
Colégio Estadual Padre Fernando Gomes de Melo
 
Organização e gestão da escola
Organização e gestão da escolaOrganização e gestão da escola
Organização e gestão da escola
Ulisses Vakirtzis
 
Pedagogia da Autonomia - Paulo Freire
Pedagogia da Autonomia - Paulo FreirePedagogia da Autonomia - Paulo Freire
Pedagogia da Autonomia - Paulo Freire
Bruno Carrasco
 
PPP
PPPPPP
Pedagogia da autonomia
Pedagogia da autonomia Pedagogia da autonomia
Pedagogia da autonomia
Gisele Da Fonseca
 

Mais procurados (20)

Organização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógico
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências Pedagógicas
 
Organização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógico
 
Saberes Docentes final
Saberes Docentes finalSaberes Docentes final
Saberes Docentes final
 
Formação docente
Formação docenteFormação docente
Formação docente
 
O papel da didática na formação do professor
O papel da didática na formação do professorO papel da didática na formação do professor
O papel da didática na formação do professor
 
Eja metodologia políticas públicas de eja
Eja   metodologia políticas públicas de ejaEja   metodologia políticas públicas de eja
Eja metodologia políticas públicas de eja
 
Didática geral aula 1
Didática geral aula 1Didática geral aula 1
Didática geral aula 1
 
Abordagem Humanista na Educação
Abordagem Humanista na EducaçãoAbordagem Humanista na Educação
Abordagem Humanista na Educação
 
Conhecendo a didática
Conhecendo a didáticaConhecendo a didática
Conhecendo a didática
 
Slide 1 formação de professores princípios e estratégias formativas
Slide 1   formação de professores princípios e estratégias formativasSlide 1   formação de professores princípios e estratégias formativas
Slide 1 formação de professores princípios e estratégias formativas
 
Interdisciplinaridade
InterdisciplinaridadeInterdisciplinaridade
Interdisciplinaridade
 
Relatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativoRelatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativo
 
Planejamento pedagogico
Planejamento pedagogicoPlanejamento pedagogico
Planejamento pedagogico
 
Espaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação InfantilEspaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação Infantil
 
Tendência crítico social dos conteúdos
Tendência crítico social dos conteúdosTendência crítico social dos conteúdos
Tendência crítico social dos conteúdos
 
Organização e gestão da escola
Organização e gestão da escolaOrganização e gestão da escola
Organização e gestão da escola
 
Pedagogia da Autonomia - Paulo Freire
Pedagogia da Autonomia - Paulo FreirePedagogia da Autonomia - Paulo Freire
Pedagogia da Autonomia - Paulo Freire
 
PPP
PPPPPP
PPP
 
Pedagogia da autonomia
Pedagogia da autonomia Pedagogia da autonomia
Pedagogia da autonomia
 

Destaque

Didatica e pratica docente
Didatica e pratica docenteDidatica e pratica docente
Didatica e pratica docente
IFTO - Instituto Federal do Tocantins
 
Prática docente
Prática docentePrática docente
Prática docente
Atami Santos
 
Didática
DidáticaDidática
Didática
gadea
 
A escolha do tema
A escolha do temaA escolha do tema
A escolha do tema
Liliane Barros
 
CPLP Formação docente e cidadania
CPLP Formação docente e cidadaniaCPLP Formação docente e cidadania
CPLP Formação docente e cidadania
cplp
 
Simulações Para Ensino Fisica
Simulações Para Ensino FisicaSimulações Para Ensino Fisica
Simulações Para Ensino Fisica
Ivan Pagnossin
 
Trabajo energia y_potencia
Trabajo energia y_potenciaTrabajo energia y_potencia
Trabajo energia y_potencia
Jose Alfredo Hernandez Martinez
 
Aplicação dos sentidos no ensino em física
Aplicação dos sentidos no ensino em físicaAplicação dos sentidos no ensino em física
Aplicação dos sentidos no ensino em física
Diego Silva Lemelle
 
Apresentação - Didáctica Soluções em Educação e Conhecimento
Apresentação - Didáctica Soluções em Educação e ConhecimentoApresentação - Didáctica Soluções em Educação e Conhecimento
Apresentação - Didáctica Soluções em Educação e Conhecimento
Rede Educação
 
Teoria e prática
Teoria e práticaTeoria e prática
Teoria e prática
Paula Sobrinho
 
éTica X Educacao
éTica X EducacaoéTica X Educacao
éTica X Educacao
Norma Almeida
 
Apostila de Didática II
Apostila de Didática IIApostila de Didática II
Apostila de Didática II
Diego Ventura
 
Plano de aula de física do 2° ano 3° bimestre - cem ary
Plano de aula de física do 2° ano    3° bimestre - cem aryPlano de aula de física do 2° ano    3° bimestre - cem ary
Plano de aula de física do 2° ano 3° bimestre - cem ary
PROFESSOR JOSÉ ANTÔNIO PEREIRA - QUÍMICO
 
Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)
Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)
Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)
Naírys Freitas
 
Plano de curso de fisica
Plano de curso de fisicaPlano de curso de fisica
Plano de curso de fisica
kl3ison
 
Plano anual de física para o ensino médio
Plano anual de física para o ensino médioPlano anual de física para o ensino médio
Plano anual de física para o ensino médio
Eric Novais SIlva
 
Slide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogiaSlide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogia
Camilla Follador
 
Libro de fisica basica
Libro de fisica basicaLibro de fisica basica
Libro de fisica basica
WritePen
 
Investiguemos física 10°
Investiguemos física 10°Investiguemos física 10°
Investiguemos física 10°
mayanega
 
Fisica II (santillana)
Fisica II (santillana)Fisica II (santillana)
Fisica II (santillana)
Miguel Leonardo Sánchez Fajardo
 

Destaque (20)

Didatica e pratica docente
Didatica e pratica docenteDidatica e pratica docente
Didatica e pratica docente
 
Prática docente
Prática docentePrática docente
Prática docente
 
Didática
DidáticaDidática
Didática
 
A escolha do tema
A escolha do temaA escolha do tema
A escolha do tema
 
CPLP Formação docente e cidadania
CPLP Formação docente e cidadaniaCPLP Formação docente e cidadania
CPLP Formação docente e cidadania
 
Simulações Para Ensino Fisica
Simulações Para Ensino FisicaSimulações Para Ensino Fisica
Simulações Para Ensino Fisica
 
Trabajo energia y_potencia
Trabajo energia y_potenciaTrabajo energia y_potencia
Trabajo energia y_potencia
 
Aplicação dos sentidos no ensino em física
Aplicação dos sentidos no ensino em físicaAplicação dos sentidos no ensino em física
Aplicação dos sentidos no ensino em física
 
Apresentação - Didáctica Soluções em Educação e Conhecimento
Apresentação - Didáctica Soluções em Educação e ConhecimentoApresentação - Didáctica Soluções em Educação e Conhecimento
Apresentação - Didáctica Soluções em Educação e Conhecimento
 
Teoria e prática
Teoria e práticaTeoria e prática
Teoria e prática
 
éTica X Educacao
éTica X EducacaoéTica X Educacao
éTica X Educacao
 
Apostila de Didática II
Apostila de Didática IIApostila de Didática II
Apostila de Didática II
 
Plano de aula de física do 2° ano 3° bimestre - cem ary
Plano de aula de física do 2° ano    3° bimestre - cem aryPlano de aula de física do 2° ano    3° bimestre - cem ary
Plano de aula de física do 2° ano 3° bimestre - cem ary
 
Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)
Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)
Plano de aula - Física 1º ano (MRU e MRUV)
 
Plano de curso de fisica
Plano de curso de fisicaPlano de curso de fisica
Plano de curso de fisica
 
Plano anual de física para o ensino médio
Plano anual de física para o ensino médioPlano anual de física para o ensino médio
Plano anual de física para o ensino médio
 
Slide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogiaSlide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogia
 
Libro de fisica basica
Libro de fisica basicaLibro de fisica basica
Libro de fisica basica
 
Investiguemos física 10°
Investiguemos física 10°Investiguemos física 10°
Investiguemos física 10°
 
Fisica II (santillana)
Fisica II (santillana)Fisica II (santillana)
Fisica II (santillana)
 

Semelhante a Pratica docente es

Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágio
Leilany Campos
 
Apresentação inicial agosto
Apresentação inicial agostoApresentação inicial agosto
Apresentação inicial agosto
Elvira Aliceda
 
INCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdfINCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdf
crisfismat
 
Apresentação currículo para o curso PAA e PA
Apresentação currículo para o curso PAA e PAApresentação currículo para o curso PAA e PA
Apresentação currículo para o curso PAA e PA
Cesar Eduardo
 
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
Tamiris Cerqueira
 
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
Tamiris Cerqueira
 
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTEPROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
ProfessorPrincipiante
 
Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)
Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)
Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)
Giba Canto
 
EO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdf
EO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdfEO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdf
EO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdf
Natalia384006
 
Apresentação janice raimundo
Apresentação janice raimundoApresentação janice raimundo
Apresentação janice raimundo
janiteacher Simoes
 
Relatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iiiRelatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iii
Leilany Campos
 
Tcc ana cristina versão final
Tcc ana cristina versão finalTcc ana cristina versão final
Tcc ana cristina versão final
Edneusa Souza
 
Planejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completoPlanejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completo
Rafael Vigentin
 
Avaliação da aprendizagem - AVA 2012
Avaliação da aprendizagem - AVA 2012Avaliação da aprendizagem - AVA 2012
Avaliação da aprendizagem - AVA 2012
Marcelo Saraiva
 
Epistemologia da docência
Epistemologia da docênciaEpistemologia da docência
Epistemologia da docência
Andrezza Kênia Carvalho
 
DIDATICA _ objeto estudo _texto.pdf
DIDATICA _ objeto estudo _texto.pdfDIDATICA _ objeto estudo _texto.pdf
DIDATICA _ objeto estudo _texto.pdf
Denise De Ramos
 
Prática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superior
Prática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superiorPrática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superior
Prática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superior
Professor do Futuro Assessoria S/A Cursos online
 
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
Jordano Santos Cerqueira
 
O professor no atual contexto profissional
O professor no atual contexto profissionalO professor no atual contexto profissional
O professor no atual contexto profissional
Gerdian Teixeira
 
ATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultos
ATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultosATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultos
ATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultos
femartin2010
 

Semelhante a Pratica docente es (20)

Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágio
 
Apresentação inicial agosto
Apresentação inicial agostoApresentação inicial agosto
Apresentação inicial agosto
 
INCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdfINCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdf
 
Apresentação currículo para o curso PAA e PA
Apresentação currículo para o curso PAA e PAApresentação currículo para o curso PAA e PA
Apresentação currículo para o curso PAA e PA
 
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
 
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
PESQUISA E EDUCAÇÃO: REFLETINDO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA NO CAMPO...
 
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTEPROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
 
Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)
Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)
Docencia Universitaria (Dr. Marcos Masetto)
 
EO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdf
EO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdfEO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdf
EO - 8 Estudos_1ºBimestre - 6º ANOS.pdf
 
Apresentação janice raimundo
Apresentação janice raimundoApresentação janice raimundo
Apresentação janice raimundo
 
Relatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iiiRelatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iii
 
Tcc ana cristina versão final
Tcc ana cristina versão finalTcc ana cristina versão final
Tcc ana cristina versão final
 
Planejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completoPlanejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completo
 
Avaliação da aprendizagem - AVA 2012
Avaliação da aprendizagem - AVA 2012Avaliação da aprendizagem - AVA 2012
Avaliação da aprendizagem - AVA 2012
 
Epistemologia da docência
Epistemologia da docênciaEpistemologia da docência
Epistemologia da docência
 
DIDATICA _ objeto estudo _texto.pdf
DIDATICA _ objeto estudo _texto.pdfDIDATICA _ objeto estudo _texto.pdf
DIDATICA _ objeto estudo _texto.pdf
 
Prática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superior
Prática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superiorPrática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superior
Prática pedagógica:a relação professor-aluno no ensino superior
 
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
 
O professor no atual contexto profissional
O professor no atual contexto profissionalO professor no atual contexto profissional
O professor no atual contexto profissional
 
ATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultos
ATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultosATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultos
ATPC formativa: Ensino contextualizado na EJA -educacao de jovens e adultos
 

Mais de Liliane Barros

Convite à pesquisa em filosofia e em ciências humanas
Convite à pesquisa em filosofia e em ciências humanasConvite à pesquisa em filosofia e em ciências humanas
Convite à pesquisa em filosofia e em ciências humanas
Liliane Barros
 
Formação de professores não especializados
Formação de professores não especializadosFormação de professores não especializados
Formação de professores não especializados
Liliane Barros
 
C1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricocultural
C1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricoculturalC1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricocultural
C1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricocultural
Liliane Barros
 
C1 1.3-o ludico n apratica docente
C1 1.3-o ludico n apratica docenteC1 1.3-o ludico n apratica docente
C1 1.3-o ludico n apratica docente
Liliane Barros
 
C1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processo
C1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processoC1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processo
C1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processo
Liliane Barros
 
Cienciaeexperiencia
CienciaeexperienciaCienciaeexperiencia
Cienciaeexperiencia
Liliane Barros
 
Polos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestores
Polos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestoresPolos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestores
Polos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestores
Liliane Barros
 
Ofício circular nº 25 doc para pós-graduação
Ofício circular nº 25   doc para pós-graduaçãoOfício circular nº 25   doc para pós-graduação
Ofício circular nº 25 doc para pós-graduação
Liliane Barros
 
Cabeçalho anped
Cabeçalho anpedCabeçalho anped
Cabeçalho anped
Liliane Barros
 
Quadro das concepcoess_pedagogicas
Quadro das concepcoess_pedagogicasQuadro das concepcoess_pedagogicas
Quadro das concepcoess_pedagogicas
Liliane Barros
 
Docencia na universidade maria isabel cunha
Docencia na universidade maria isabel cunhaDocencia na universidade maria isabel cunha
Docencia na universidade maria isabel cunha
Liliane Barros
 
Perspectivas atuais da educação
Perspectivas atuais da educaçãoPerspectivas atuais da educação
Perspectivas atuais da educação
Liliane Barros
 

Mais de Liliane Barros (12)

Convite à pesquisa em filosofia e em ciências humanas
Convite à pesquisa em filosofia e em ciências humanasConvite à pesquisa em filosofia e em ciências humanas
Convite à pesquisa em filosofia e em ciências humanas
 
Formação de professores não especializados
Formação de professores não especializadosFormação de professores não especializados
Formação de professores não especializados
 
C1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricocultural
C1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricoculturalC1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricocultural
C1 1.1-a historidade-doludiconaabordagemhistoricocultural
 
C1 1.3-o ludico n apratica docente
C1 1.3-o ludico n apratica docenteC1 1.3-o ludico n apratica docente
C1 1.3-o ludico n apratica docente
 
C1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processo
C1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processoC1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processo
C1 1.3-jogos e brincadeiras como ferramentas no processo
 
Cienciaeexperiencia
CienciaeexperienciaCienciaeexperiencia
Cienciaeexperiencia
 
Polos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestores
Polos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestoresPolos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestores
Polos de aplicação da avaliação do curso de formação de gestores
 
Ofício circular nº 25 doc para pós-graduação
Ofício circular nº 25   doc para pós-graduaçãoOfício circular nº 25   doc para pós-graduação
Ofício circular nº 25 doc para pós-graduação
 
Cabeçalho anped
Cabeçalho anpedCabeçalho anped
Cabeçalho anped
 
Quadro das concepcoess_pedagogicas
Quadro das concepcoess_pedagogicasQuadro das concepcoess_pedagogicas
Quadro das concepcoess_pedagogicas
 
Docencia na universidade maria isabel cunha
Docencia na universidade maria isabel cunhaDocencia na universidade maria isabel cunha
Docencia na universidade maria isabel cunha
 
Perspectivas atuais da educação
Perspectivas atuais da educaçãoPerspectivas atuais da educação
Perspectivas atuais da educação
 

Último

A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
Falcão Brasil
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
CamilaSouza544051
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 

Pratica docente es

  • 1. Prática Docente na Sala de Aula do Ensino Superior Prof.ª Dr.ª Terezinha Bazé de Lima e-mail: bazelima@unigran.br Site: www.baze.hpg.com.br
  • 2. COMECE COM UM OBJETIVO EM MENTE Começar com um objetivo em mente significa começar tendo uma compreensão clara do destino. Significa saber para onde você está seguindo, de modo a compreender melhor onde você está agora para depois dar o passo na direção correta... Há uma criação mental ou inicial e a criação física. E isso vale para tudo, para ter noção do que estamos fazendo. Começar com um objetivo em mente se baseia no princípio de que todas as coisas são criadas duas vezes: Uma no Plano Mental e a outra no Plano Físico. Podemos viver correndo, ser até muito eficientes, mas só seremos verdadeiramente eficazes quando tivermos um objetivo em mente. Stephen R. Covey, "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes"
  • 3. Objetivos da Palestra - Propiciar uma reflexão teórico-prática acerca do desenvolvimento da qualidade do ensino superior em especial a sala de aula universitária, contribuindo para o aumento da consciência, da sabedoria e da intelectualidade do professor do ensino superior. - Contribuir para o processo de formação, atuação, reflexão sobre a profissionalização docente e sua ação frente ao ato de planejar, acompanhar, avaliar e replanejar a tarefa docente com o intuito de promover a permanência e o desenvolvimento dos alunos do ensino superior, em especial do noturno. - Provocar mudanças na prática docente da sala de aula universitária dos professores que atuam nos diversos cursos da UNIGRAN.
  • 4. A construção desta palestra está alicerçada teoricamente nos seguintes autores: CASTANHO e CASTANHO (2002); PERRENOUD (2000); PIMENTA e ANASTASIOU (2002); MASETO (2002) e CUNHA (1998).
  • 5. 1. Existe, hoje, uma crescente preocupação com a docência no ensino superior, a qual tem proporcionado um aumento nos estudos sobre o tema da formação e do desenvolvimento profissional dos professores universitários, para além de um saber meramente teórico-disciplinar. 2. Há a necessidade de ampliar-se a demanda desses profissionais por uma formação também no campo dos saberes pedagógicos e políticos o que indica um reconhecimento da importância desses saberes para ensinar bem no ensino superior.
  • 6. 3. As transformações da sociedade contemporânea consolidam o entendimento da educação como fenômeno plurifacetado, ocorrendo em muitos lugares, institucionalizados ou não. 4. Desta forma, “ a docência,entendida como o ensinar e o aprender, está presente na prática social em geral e não apenas na escola e ou universidade (Libâneo, 1998) 5. Em síntese, fala-se de uma sociedade genuinamente pedagógica (Beillerot 1985). Em qualquer âmbito em que o pesquisador/profissional atue, exercerá uma ação docente. Isso aponta para a formação do futuro profissional, de qualquer área, como educador, como comunicador, como pesquisador reflexivo no papel de formador de profissionais também reflexivos.
  • 7. TESE Se conhecer não reduz a informar, que não basta se expor aos meios de informações para adquiri-las, senão que é preciso operar com as informações para adquiri-la, na direção de que a partir delas – chegar ao conhecimento -, então parece-nos que a universidade, através dos professor universitários, tem um grande trabalho a realizar na sala de aula e fora dela, que é proceder à mediação entre a sociedade da informação e os alunos, no sentido de possibilitar que, pelo exercício da reflexão, adquiram a sabedoria necessária à permanente construção do humano (PIMENTA, 2002).
  • 8. DIMENSÃO DA IDENTIDADE DOS DOCENTES UNIVERSÁRIOS    PARA REFLETIR     A docência universitária é uma profissão para nós ou o trabalho que exercemos?    Qual é o eixo em torno do qual é construída a identidade profissional?   
  • 9. Quando cabe a nós dizer o que somos, como nos autodefinimos: como administradores, economistas, advogados, médicos, engenheiros ou como professores do ensino superior ou ainda também professor de universidade?    
  • 10. A docência universitária é extremamente contraditória em relação a seus parâmetros de identidade socioprofissional. É freqüente nós nos deparamos com professores universitários, identificando assim: “ sou professor universitário”, na medida em que isso é sinal de grande status social. Todavia, esse reconhecimento é secundário na hora de avaliar os elementos a partir dos quais se constrói e desenvolve-se essa identidade.
  • 11. Isto posto, existe muitos professores universitários que autodefinem-se mais sob o âmbito da profissão primeiramente assumida pela identidade socioprofissional (status social) muitas vezes como engenheiros, advogados e outros, do que como docentes universitários.
  • 12. Um dos aspectos mais críticos dos professores do ensino superior é o lugar onde depositamos nossa identidade profissional, geralmente no ensino superior está presente um grande número de professores que possuem uma identidade profissional docente indefinida. Isto........................................  
  • 13. O Papel do Professor no Ensino Superior Entendendo a universidade como um serviço de educação que se efetiva pela docência e pela investigação, suas funções podem ser sintetizadas em: criação, desenvolvimento, transmissão e crítica da ciência, da técnica e da cultura; preparação para o exercício de atividades profissionais que exijam a aplicação de conhecimentos e métodos científicos e para a criação artística; apoio científico e técnico ao desenvolvimento cultural, social e econômico das sociedades. Entende-se que na universidade o ensino constitui um processo de busca e de construção científica e de crítica ao conhecimento produzido, ou seja, seu papel na construção da sociedade.
  • 14. Característica do Processo Aprendizagem na Universidade a) propiciar o domínio de um conjunto de conhecimentos, métodos e técnicas científicas, que assegurem o domínio científico e profissional do campo específico e que devem ser ensinados criticamente (isto é, em seus nexos com a produção social e histórica da sociedade), desenvolvimento e habilidades de pesquisa;
  • 15. b) Conduzir a uma progressiva autonomia do aluno na busca de conhecimentos; c) Desenvolver capacidade de reflexão; d) Considerar o processo de ensinar e aprender como atividade integrada à investigação; e) Substituir o ensino que se limita à transmissão de conteúdos, por um ensino que se constitui em processo de investigação do conhecimento;
  • 16. f) Integrar, vertical e horizontalmente, a atividade de investigação à atividade de ensinar do professor, o que supõe trabalho em equipe; g) Criar e recriar situações de aprendizagem; h) Valorizar a avaliação diagnóstica e compreensiva da atividade mais do que a avaliação como controle; i) Conhecer o universo de conhecimentos e cultural dos alunos e desenvolver processos de ensino e aprendizagem interativos e participativos, com base nesses conhecimentos.
  • 17. Perfil do Professor no Ensino Superior: uma construção 1. Domínio do método científico para desenvolvimento da pesquisa como suporte da aprendizagem do professor e do aluno. 2. Ter uma base teórica e domínio da leitura e escrita como mecanismo de elaboração própria e científica. 3. Dominar as normas da ABNT, visando a produção e a dissiminação do conhecimento científico e organização da produção científica individual e coletiva. 4. Atuar no ensino, na pesquisa e na extensão como profissional reflexivo, crítico e competente no âmbito de sua disciplina.
  • 18. 5. Possuir conhecimentos didáticos e pedagógicos para exercer a docência com eficácia. 6. Saber utilizar as tecnologias da comunicação e da informação para serem integradas nos processos pedagógicos com os alunos e na construção do conhecimento científico. 7. Possuir conhecimentos além da especificidade da formação visando assegurar a formação generalista do acadêmico.
  • 19. 8. Ter ampla consciência da necessidade de cuidar da sua própria formação continuada. 9. Participar e incentivar os acadêmicos à produção científica do conhecimento e sua divulgação em eventos científicos e periódicos especializados. 10. Preocupar com a organização do currículo Lattes de seus acadêmicos tendo como base a importância da atualização e organização do próprio currículo Lattes.
  • 20. Em suma, o perfil do professor universitário ainda requer: sensibilidade diante do mundo; fluência e mobilidade do pensamento; originalidade pessoal; atitude para transformar as coisas; espírito de análise e síntese e capacidade de organização coerente; qualidades que devem necessariamente ser desenvolvidas no processo educativo a fim de formar pessoas criativas.
  • 21. CONCEITO DE “SALA DE AULA UNIVERSITÁRIA” Sala de aula universitária deve ser entendida como espaço para dúvida, para leitura, elaboração e interpretação de textos, música, vídeos, filmes, arte, cultura, ciência. A sala de aula universitária para realizar suas tarefas básicas de pesquisa, de ensino e de extensão, precisa da leitura e da escrita como instrumentos fundamentais de atuação. Lugar de tempo e espaço de aprendizagem dos sujeitos do processo de aprendizagem: professor e alunos – juntos, realizam uma série de interações:
  • 22. - Discutir e debater; - Consultar e pesquisar; - Solucionar dúvidas; - Orientar trabalhos de investigação e pesquisa; - Oficinas e trabalhos de campo; - Projetos; - Elaboração científica dos resultados dos projetos; - Interferência no meio social, provocando mudanças.
  • 23. Lembretes para aula Universitária:  Apresentação e discussão do planejamento de ensino com a turma.  Definição da Metodologia de Trabalho.  Definição de obras para leituras obrigatórias (trabalho sempre que possível, coletivo).  Discussão dos critérios de avaliação.
  • 24. Princípios de uma aula: 1. Ter o aluno como referência. 2. Valorizar o cotidiano. 3. Preocupar-se com a linguagem e conceitos. 4. Privilegiar a análise sobre a síntese. 5. Ver a aprendizagem como ação. 6. Selecionar conteúdos emergindo dos objetivos, das competências, visando a construção de habilidades.
  • 25. 7. Inserir a dúvida como princípio pedagógico. 8.Valorizar outros materiais de ensino. 9. Trabalhar a partir das representações dos alunos (ter em mente o diagnóstico da turma). 10. Construir na sala de aula um verdadeiro laboratório de aprendizagem onde alunos, professores e outros são parte ativa do processo.
  • 26. AVALIAÇÃO - Capacidade de refletir sobre os processos de aprendizagem. - Devolutiva aos alunos. - Motivação dos alunos para desenvolverem seu processo de aprendizagem. - Avaliação contínua – desempenho do aluno, do professor e adequação dos conteúdos.
  • 27. Rotinas do Trabalho Docente no Ensino Superior 1. Conhecer o PDI da Instituição: - Metas - Missão - Objetivos 2. Conhecer as Diretrizes Curriculares do seu curso e o Projeto Político Pedagógico; 3. Dominar as competências de formação profissional prescritas nas Diretrizes e Projeto Pedagógico do Curso.
  • 28. 4. Trabalhar o Ensino, a Extensão e a Pesquisa. 5. Possuir linhas de Pesquisa e Extensão definidas. 6. Desenvolver a Iniciação Científica. 7. Possuir um Corpo Teórico definido. 8. Selecionar livros (textos da disciplina) com coerência teórica. 9. Visitar a Biblioteca para conhecer e sugerir novos títulos. 10. Ser pontual na entrega de notas e outros documentos. 11. Devolver os trabalhos e atividades dos alunos devidamente avaliados. 12. Organizar pastas dos textos e atividades no setor do xerox.
  • 29. 13. Trazer atualizado, em pastas, o currículo Lattes e a produção científica, devidamente comprovada. 14. Participar de reuniões e colegiados e reuniões de trabalho e estudo. 15. Dispensar total atenção ao desenvolvimento do aprendizado dos alunos. 16. Ministrar aula de qualidade, cumprindo rigorosamente, o horário em sala de aula. 17. Outras atividades essenciais: - Plano de Ensino - Plano de Aula - Controle de Freqüência - Mapa de Controle - Registro das Atividades
  • 30. Considerações Finais 1. Diante dos desafios da sociedade contemporânea, repensar a formação docente e a organização da sala de aula como espaço de aprendizagem torna-se uma necessidade premente. 2. Nesse tempo contemporâneo, podem-se identificar três aspectos que impulsionam o desenvolvimento profissional do professor universitário. Quais são: - a transformação da sociedade, seus valores e suas formas de organização e de trabalho; - o avanço exponencial da ciência nas últimas décadas; - a consolidação progressiva de uma ciência da educação possibilitando a todos o acesso aos saberes elaborados no campo da pedagogia.
  • 31. 3. O aperfeiçoamento do professor universitário exige, pois, uma integração de saberes complementares. O domínio de uma disciplina específica não é mais suficiente. Torna-se indispensável um saber pedagógico, político e científico para construção de consciência, sabedoria e inteligência numa sociedade globalizada, complexa e contraditória. 4. A conferência Mundial sobre a Educação Superior (1997) indica novas demandas para o Ensino Superior: - a qualidade da educação; - a pluralidade cultural; - a capacidade de promover a inclusão social;
  • 32. - a importância da educação a distância e as novas tecnologias para ensinar e aprender em novos tempos; - gestão e controle do ensino; - financiamento do ensino e da pesquisa e da formação continuada do professor em nível de mestrado e doutorado; - o mercado de trabalho e a sociedade; - os direitos e liberdades dos professores na gestão do trabalho pedagógico; - as condições de trabalho e a valorização docente.
  • 33. 5. Desta forma, à Instituição que se apresenta preocupada com a formação continuada dos seus professores requer-se intencionalidade, envolvimento, trabalho coletivo, disponibilidade para mudança, espaço institucional coerente, coragem, riscos e flexibilidade mental. Portanto, o avançar no processo da docência e do desenvolvimento profissional, por meio da preparação pedagógica, não se dará em separado de processos de desenvolvimento pessoal e institucional.
  • 34. ONDE CRESCE A ESPERANÇA Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra, e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a esperança. Thiago de Mello Com a tradução de Pablo Neruda