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ÂNGELA R. LESSA DE ANDRADE
ENFERMEIRA, OBSTETRA,
SANITARISTA, SEXÓLOGA;
MESTRE EM PROMOÇÃO À SAÚDE
20 – 22
semanas
Referências de HCG na Gravidez
• 1ª semana : 10- 30 mUI/Ml
• 2ª semana : 30- 100 mUI/mL
• 3ª semana : 100- 1000 mUI/mL
• 4ª semana : 1000- 10000 mUI/mL
• 2º e 3º mês : 30000-100000 mUI/mL
• 2º trimestre: 10000- 30000 mUI/mL
• 3º trimestre: 5000- 15000 mUI/mL
• Obs: >30,0mUI/mL sugestivo de gravidez. Outras
con dições clinicas podem apresentar valores
elevados. Uso de Pregnyl pode levar resultado
falso positivo
Patologia obstetricia  2016
Patologia obstetricia  2016
Abortamento:
O abortamento é a expulsão do concepto antes de sua vitabilidade, o que
corresponde a interrupção da gestação antes das 20-22 semanas, e/ou
pesando menos de 500 gramas
• Incidência: A incidência de abortamentos clínicos oscila entre 12 a
15% das gestações.
• Classificação:
-Tipos:
Precoce: Menos de 12 sem.
Tardio: 12-20 sem.
SANGRAMENTO DOR T.V./O.C.I. AFU CD.
AMEAÇA Até Moderado Variável Fechado = I.G. • USG/BCF
• REPOUSO
• PROGESTERONA
INEVITÁVEL/
INCOMPLETO
Moderado c/
coágulos
Rítmica
D.U. +
Aberto > I.G. • INTERNAMENTO
• USG
• ESVAZIAMENTO
UTERINO
RETIDO Ausente ( -- ) Entreaberto < I.G. • USG PARA AVALIAR
RESTOS
INFECTADO • Com Odor
fétido
• Temperatura
Forte Entreaberto
(DOLOROSO)
• INTERNAMENTO
• USG
• ATB/ESVAZIAMENTO
UTERINO
HABITUAL (3 OU +). Primário ou Secundário. • CLAS. SANGUINEA
• VDRL
• CERCLAGEM ANTES DA
13ª SEM
PREVISTO EM
LEI
B.O ou NOTIFICÃO • DILATAÇÃO
• CURETAGEM
• AMIU
MISIPROSTOL
a) 800mcg em dose única a cada 24 horas, nos
casos em que a mulher optar por esperar o
aborto no seu domicílio;
b) 400mcg de 12 em 12 horas;
c) 200mcg de 6 em 6 horas.
Prenhez Ectópica
É conceituada como a gestação que ocorre fora da cavidade uterina
• Incidência: è observada em cerca de 17 para 1000 gestações. 
• Fatores de risco: do nº de DST, doença inflamatória pélvica, perdas
gestacionais recidivantes, anomalias tubárias e uso de reprodução assistida .
• Classificação: É classificada de acordo com a localização, a mais freqüente é
na trompa (98%). Pode ser localizado na trompa, abdome, ovário e cérvix.
Prenhez Ectópica
Prenhez Ectópica
Prenhez Ectópica
• Diagnostico: Os sintomas são clássicos:
• Atraso menstrual,
• Dor abdominal,
• Sangramentos irregulares, anemia, útero menor que o esperado para a
IG, Sinal de abdome agudo; Choque.
• ESCAPULALGIA (sinal de lanffont) ,
• DOR NA MOBILIZAÇÃO CERVICAL( sinal de proust) . bhcg e USG
• A interrupção geralmente acontece entre 6 e 12 semanas.
• Tratamento: tratamento clínico ou até uma laparotomia exploradora
Incompetência istmo-cervical
• CAUSAS:
• Doenças crônicas maternas: lupus eritematoso sistêmico,
hipertensão, hipotireoidismo etc.
• - Doenças infecciosas: rubéola, hepatites, varicela,
pneumonia, pielonefrite etc.
• LESÕES TRAUMÁTICAS NO COLO.
Patologia obstetricia  2016
Descolamento Prematuro da
Placenta:
É a separação intempestiva e prematura da placenta após 22 semanas de
gestação, podendo ser total ou parcial.
•  Incidência: Ocorre cerca de 0,4 a 3,5% das gestações.
• Etiologia: É obscura pode ser por causas externas (como traumas,
versão do útero), como por causas internas (polidrâminio, cordão
curto, pré-eclampsia).
• Quadro clinico:
Hemorragia dolorosa, interna e externa, hemoâminio, estado geral
comprometido, PA variável (alta ou baixa), hipertonia uterina,
abaulamento uterino, ausculta fetal alterada.
Descolamento Prematuro da
Placenta:
Descolamento Prematuro da
Placenta
• Diagnóstico: É realizado pela anamnese, exame físico e obstétrico.
• Conduta: A hospitalização deve ser realizada imediatamente após o
diagnóstico.
-Propedêutica de urgência em casos graves
-Propedêutica laboratorial (hematimetria, coagulograma, função renal e
hepática)
-A interrupção da gestação é mandatória após estabilização do quadro
clínico.
• Via de parto:
Cesariana- via principal de escolha , em fetos vivos e viáveis.
Normal- é indicado se há comprovação do óbito fetal , e quadro materno
estável
Placenta Prévia
È a implantação da placenta no segmento inferior do útero, parcial ou
total.
• Incidência:0,3 a 1,2% das gestações. Encontra-se com maior
frequência nas multíparas.
• Etiologia: É desconhecida, porém possuem alguns fatores de risco:
-endométrio deficiente,
-processos inflamatórios,
-curetagem, multicesáreas e multiparidade.
Placenta Prévia
• Quadro clínico: Hemorragia indolor no terceiro
trimestre da gestação, anemia e choque.
• Diagnostico: Anamnese, exame físico e obstétrico,
observar hemorragia indolor, realizar USG. Na vigência
de sangramento indolor não realizar TV.
• Tratamento/Conduta: internar a gestante, e esta
conduta devera ser mantida até o momento do parto. A
paciente devera seguir repouso absoluto, monitorização
dos níveis hematimetricos, USG seriadas e avaliação
fetal diária.
Placenta Prévia
• Classificação:
-Placenta Marginal-lateral
próximo ao OCI
-Placenta Parcial- lateral ocluindo
parcialmente o OCI
-Placenta Total- ocluindo
totalmente o OCI.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE
PLACENTA PRÉVIA E O DESCOLAMENTO
PREMATURO DE PLACENTA
Placenta Prévia Descolamento Prematuro de Placenta
Placenta anormalmente inserida Placenta normalmente inserida
Sangramento vaginal O sangramento pode ser oculto
Indolor Doloroso
Abdome depreciável exceto durante as
contrações
Abdome em tábua e doloroso
Possível a palpação dos contornos
fetais
Impossível a palpação dos contornos
fetais
Provas de coagulação dentro dos
limites da anormalidade
A hipofibrinogenopenia é comum
Rotura Uterina
Rotura Uterina
• A ruptura uterina é uma das complicações mais
temíveis, que podem surgir numa gravidez e que pode
determinar na morte do filho e da mãe.
• Embora esta não seja uma ocorrência comum, é grave!
• Principais causas:
• Multiparidade, poligoâmnio, medicamentalização do
parto, compressão uterina, e outros.
Rotura Uterina
• Conceito: rotura completa ou incompleta da
parede uterina
• Ocorre sobretudo após 28 semanas de
gestação e durante o trabalho de parto
• Precedido, na maioria das vezes, por quadro
de iminência de rotura uterina
• Complicação obstétrica de extrema
gravidade
SINDROMES HIPERTENSIVAS DA
GRAVIDEZ
Definições
HIPERTENSÃO GESTACIONAL
Patologia obstetricia  2016
Patologia obstetricia  2016
Avaliação das condições Fetais
•Contagem de movimentos fetais diariamente;
• Avaliação do crescimento fetal e do liquido amniótico.
Se os resultados estiverem normais, repetir o teste a
cada três semanas;
• Cardiotocografia basal (CTB), se disponível. Se a CTB
for reativa, repetir semanalmente;
•A reavaliação materna e fetal deve ser imediata se
correrem mudanças abruptas nas condições maternas,
redirecionando a conduta.
Pré-eclâmpsia Grave
PAS > 160 e/ou PAD > 110
• PROTEINÚRIA = Igual ou superior a 2g/ 24 horas ou
2+ ou mais na fita.
• Manifestações visuais e cerebrais
• Sinais e sintomas de iminência de eclampsia
.
CondutaConduta
• Administração de sulfato de magnésio (ver adiante);
• Uso de corticoide (betametasona 12mg, a cada 24 horas, 2 aplicações
IM);
• Administração de anti-hipertensivos de ação rápida (Hidralazina ou
Nifedipina);
• Infusão de solução de Ringer lactato a 100-125ml/h;
• Exames laboratoriais: hemograma completo com plaquetas, creatinina
sérica,
• Acido úrico, AST/TGO, ALT/TGP, desidrogenase lática, proteinúria de
24 horas;
• Dieta suspensa (permitir pequenas ingestoes de liquidos claros e
medicação oral).
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MgSO4 DOSE DE ATAQUEMgSO4 DOSE DE ATAQUE
• 4,0g (8,0ml de sulfato de magnésio a 50% com
12,0ml de agua bidestilada) em infusão
endovenosa lenta (aproximadamente 15 minutos);
ou
• 5,0g (10ml de sulfato de magnésio a 50%)
intramuscular em cada nádega.
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ou
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intramuscular em cada nádega.
MgSO4 DOSE DE MANUTENÇÃOMgSO4 DOSE DE MANUTENÇÃO
• 1,0g/hora (10ml de MgSO4 à 50% com490ml de
SG à 5% a 100ml/hora em bomba de infusão)
• ou 2,0g/hora (20ml de MgSO4 a 50% com 480ml
de SG a 5% a 100ml/hora em bomba de infusão)
• ou 5,0g (10ml de MgSO4 a 50%) intramuscular de
4 em 4 horas.
• 1,0g/hora (10ml de MgSO4 à 50% com490ml de
SG à 5% a 100ml/hora em bomba de infusão)
• ou 2,0g/hora (20ml de MgSO4 a 50% com 480ml
de SG a 5% a 100ml/hora em bomba de infusão)
• ou 5,0g (10ml de MgSO4 a 50%) intramuscular de
4 em 4 horas.
Síndrome HELLPSíndrome HELLP
E o quadro clinico caracterizado por:
• Hemólise (H = “hemolysis”);
• Elevação de enzimas hepáticas (EL = “elevated liver
functions tests”)
• Plaquetopenia (LP = low platelets count “)”.
•Embora acompanhe outras doenças, em Obstetrícia e considerada
como agravamento do quadro de pré-eclâmpsia.
E o quadro clinico caracterizado por:
• Hemólise (H = “hemolysis”);
• Elevação de enzimas hepáticas (EL = “elevated liver
functions tests”)
• Plaquetopenia (LP = low platelets count “)”.
•Embora acompanhe outras doenças, em Obstetrícia e considerada
como agravamento do quadro de pré-eclâmpsia.
Patologia obstetricia  2016
Antecipação do diagnósticoAntecipação do diagnóstico
• Em toda gestante com suspeita de pré-eclâmpsia, os
testes laboratoriais apropriados devem ser solicitados.
• Nas fases iniciais, apenas alterações moderadas na
contagem de plaquetas e nos níveis de transaminases
e desidrogenasse láctica podem estar presentes.
• As seguintes alterações indicam uma chance de mais
de 75% de morbidade materna grave:
• DHL >1.400UI/L, TGO >150UI/L, TGP >100UI/L e acido
úrico >7,8 mg/dL.
• A presença de náuseas, vômitos e/ou dor epigástrica e
um fator de risco significativo de morbidade materna.
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um fator de risco significativo de morbidade materna.
Cuidados com o uso do sulfato de
magnésio
Cuidados com o uso do sulfato de
magnésio
• A administração da dose de manutenção devera
ser suspensa caso a FR <16 incursões por minuto,
os reflexos patelares estejam completamente
abolidos ou a diurese < 100ml durante as 4 horas
precedentes.
• A administração da dose de manutenção devera
ser suspensa caso a FR <16 incursões por minuto,
os reflexos patelares estejam completamente
abolidos ou a diurese < 100ml durante as 4 horas
precedentes.
• Deve-se utilizar agulha longa e técnica em zigue-
zague para a administração intramuscular.
• O gluconato de cálcio a 10% atua como antidoto.
Aplicação imediata no caso de eventual parada
respiratória.
• Na recorrência de convulsões, utiliza-se mais 2g IV
e aumenta-se a velocidade de infusão do
MgSO4.
• Deve-se utilizar agulha longa e técnica em zigue-
zague para a administração intramuscular.
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respiratória.
• Na recorrência de convulsões, utiliza-se mais 2g IV
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MgSO4.
• Na persistência delas, com crises subentrantes,
pode-se optar pela fenil-hidantoina, segundo o
esquema:
• Dose de ataque: 250mg + SG 5% 250ml IV em
gotejamento ate completar a dose total de
750mg.
• Dose de manutenção: 100mg 8/8h IV e, a seguir,
100mg 8/8 h VO, ate a alta.
• Na persistência delas, com crises subentrantes,
pode-se optar pela fenil-hidantoina, segundo o
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• Dose de ataque: 250mg + SG 5% 250ml IV em
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• Dose de manutenção: 100mg 8/8h IV e, a seguir,
100mg 8/8 h VO, ate a alta.
Patologia obstetricia  2016
• Diagnostico:
• A época ideal para se iniciar o rastreamento de
diabetes na gestação nas pacientes pré-
dispostas é o início da gestação, já nas pacientes
“normais” o ideal seria entre 24-28 semanas de
gestação .
• Definida como a intolerância aos carboidratos,
diagnosticada pela primeira vez durante a
Diabetes Gestacional
Diabetes Gestacional
• Incidência: O binômio gestação/diabetes incide em aproximadamente 5%
das gestações.
• Fisiopatologia:
Secreção de hormônios hiperglicemiantes pela placenta.
Pacientes com reservas pancreáticas , ou com resistência à insulina, funciona
como “estress” levando a um estado latente de intolerância aos
carboidratos.
Diabetes Gestacional
• Complicações : Maternas
-Pré-eclampsia, eclampsia;
-Aumento de ITU;
-Tocotraumatismos;
-Polidrâminio;
-Mortalidade materna aumentada .
• Fetais
-Aumento de óbitos intrauterino
-Aumento de anomalias congênitas
-Partos prematuros
-Morbimortalidade neonatal(hipoglicemia,hipocalcemia, policitemia)
• Conduta obstétrica: *GAR
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Patologia obstetricia  2016

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Patologia obstetricia 2016

  • 1. ÂNGELA R. LESSA DE ANDRADE ENFERMEIRA, OBSTETRA, SANITARISTA, SEXÓLOGA; MESTRE EM PROMOÇÃO À SAÚDE
  • 3. Referências de HCG na Gravidez • 1ª semana : 10- 30 mUI/Ml • 2ª semana : 30- 100 mUI/mL • 3ª semana : 100- 1000 mUI/mL • 4ª semana : 1000- 10000 mUI/mL • 2º e 3º mês : 30000-100000 mUI/mL • 2º trimestre: 10000- 30000 mUI/mL • 3º trimestre: 5000- 15000 mUI/mL • Obs: >30,0mUI/mL sugestivo de gravidez. Outras con dições clinicas podem apresentar valores elevados. Uso de Pregnyl pode levar resultado falso positivo
  • 6. Abortamento: O abortamento é a expulsão do concepto antes de sua vitabilidade, o que corresponde a interrupção da gestação antes das 20-22 semanas, e/ou pesando menos de 500 gramas • Incidência: A incidência de abortamentos clínicos oscila entre 12 a 15% das gestações. • Classificação: -Tipos: Precoce: Menos de 12 sem. Tardio: 12-20 sem.
  • 7. SANGRAMENTO DOR T.V./O.C.I. AFU CD. AMEAÇA Até Moderado Variável Fechado = I.G. • USG/BCF • REPOUSO • PROGESTERONA INEVITÁVEL/ INCOMPLETO Moderado c/ coágulos Rítmica D.U. + Aberto > I.G. • INTERNAMENTO • USG • ESVAZIAMENTO UTERINO RETIDO Ausente ( -- ) Entreaberto < I.G. • USG PARA AVALIAR RESTOS INFECTADO • Com Odor fétido • Temperatura Forte Entreaberto (DOLOROSO) • INTERNAMENTO • USG • ATB/ESVAZIAMENTO UTERINO HABITUAL (3 OU +). Primário ou Secundário. • CLAS. SANGUINEA • VDRL • CERCLAGEM ANTES DA 13ª SEM PREVISTO EM LEI B.O ou NOTIFICÃO • DILATAÇÃO • CURETAGEM • AMIU
  • 8. MISIPROSTOL a) 800mcg em dose única a cada 24 horas, nos casos em que a mulher optar por esperar o aborto no seu domicílio; b) 400mcg de 12 em 12 horas; c) 200mcg de 6 em 6 horas.
  • 9. Prenhez Ectópica É conceituada como a gestação que ocorre fora da cavidade uterina • Incidência: è observada em cerca de 17 para 1000 gestações.  • Fatores de risco: do nº de DST, doença inflamatória pélvica, perdas gestacionais recidivantes, anomalias tubárias e uso de reprodução assistida . • Classificação: É classificada de acordo com a localização, a mais freqüente é na trompa (98%). Pode ser localizado na trompa, abdome, ovário e cérvix.
  • 12. Prenhez Ectópica • Diagnostico: Os sintomas são clássicos: • Atraso menstrual, • Dor abdominal, • Sangramentos irregulares, anemia, útero menor que o esperado para a IG, Sinal de abdome agudo; Choque. • ESCAPULALGIA (sinal de lanffont) , • DOR NA MOBILIZAÇÃO CERVICAL( sinal de proust) . bhcg e USG • A interrupção geralmente acontece entre 6 e 12 semanas. • Tratamento: tratamento clínico ou até uma laparotomia exploradora
  • 13. Incompetência istmo-cervical • CAUSAS: • Doenças crônicas maternas: lupus eritematoso sistêmico, hipertensão, hipotireoidismo etc. • - Doenças infecciosas: rubéola, hepatites, varicela, pneumonia, pielonefrite etc. • LESÕES TRAUMÁTICAS NO COLO.
  • 15. Descolamento Prematuro da Placenta: É a separação intempestiva e prematura da placenta após 22 semanas de gestação, podendo ser total ou parcial. •  Incidência: Ocorre cerca de 0,4 a 3,5% das gestações. • Etiologia: É obscura pode ser por causas externas (como traumas, versão do útero), como por causas internas (polidrâminio, cordão curto, pré-eclampsia). • Quadro clinico: Hemorragia dolorosa, interna e externa, hemoâminio, estado geral comprometido, PA variável (alta ou baixa), hipertonia uterina, abaulamento uterino, ausculta fetal alterada.
  • 17. Descolamento Prematuro da Placenta • Diagnóstico: É realizado pela anamnese, exame físico e obstétrico. • Conduta: A hospitalização deve ser realizada imediatamente após o diagnóstico. -Propedêutica de urgência em casos graves -Propedêutica laboratorial (hematimetria, coagulograma, função renal e hepática) -A interrupção da gestação é mandatória após estabilização do quadro clínico. • Via de parto: Cesariana- via principal de escolha , em fetos vivos e viáveis. Normal- é indicado se há comprovação do óbito fetal , e quadro materno estável
  • 18. Placenta Prévia È a implantação da placenta no segmento inferior do útero, parcial ou total. • Incidência:0,3 a 1,2% das gestações. Encontra-se com maior frequência nas multíparas. • Etiologia: É desconhecida, porém possuem alguns fatores de risco: -endométrio deficiente, -processos inflamatórios, -curetagem, multicesáreas e multiparidade.
  • 19. Placenta Prévia • Quadro clínico: Hemorragia indolor no terceiro trimestre da gestação, anemia e choque. • Diagnostico: Anamnese, exame físico e obstétrico, observar hemorragia indolor, realizar USG. Na vigência de sangramento indolor não realizar TV. • Tratamento/Conduta: internar a gestante, e esta conduta devera ser mantida até o momento do parto. A paciente devera seguir repouso absoluto, monitorização dos níveis hematimetricos, USG seriadas e avaliação fetal diária.
  • 20. Placenta Prévia • Classificação: -Placenta Marginal-lateral próximo ao OCI -Placenta Parcial- lateral ocluindo parcialmente o OCI -Placenta Total- ocluindo totalmente o OCI.
  • 21. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE PLACENTA PRÉVIA E O DESCOLAMENTO PREMATURO DE PLACENTA Placenta Prévia Descolamento Prematuro de Placenta Placenta anormalmente inserida Placenta normalmente inserida Sangramento vaginal O sangramento pode ser oculto Indolor Doloroso Abdome depreciável exceto durante as contrações Abdome em tábua e doloroso Possível a palpação dos contornos fetais Impossível a palpação dos contornos fetais Provas de coagulação dentro dos limites da anormalidade A hipofibrinogenopenia é comum
  • 23. Rotura Uterina • A ruptura uterina é uma das complicações mais temíveis, que podem surgir numa gravidez e que pode determinar na morte do filho e da mãe. • Embora esta não seja uma ocorrência comum, é grave! • Principais causas: • Multiparidade, poligoâmnio, medicamentalização do parto, compressão uterina, e outros.
  • 24. Rotura Uterina • Conceito: rotura completa ou incompleta da parede uterina • Ocorre sobretudo após 28 semanas de gestação e durante o trabalho de parto • Precedido, na maioria das vezes, por quadro de iminência de rotura uterina • Complicação obstétrica de extrema gravidade
  • 29. Avaliação das condições Fetais •Contagem de movimentos fetais diariamente; • Avaliação do crescimento fetal e do liquido amniótico. Se os resultados estiverem normais, repetir o teste a cada três semanas; • Cardiotocografia basal (CTB), se disponível. Se a CTB for reativa, repetir semanalmente; •A reavaliação materna e fetal deve ser imediata se correrem mudanças abruptas nas condições maternas, redirecionando a conduta.
  • 30. Pré-eclâmpsia Grave PAS > 160 e/ou PAD > 110 • PROTEINÚRIA = Igual ou superior a 2g/ 24 horas ou 2+ ou mais na fita. • Manifestações visuais e cerebrais • Sinais e sintomas de iminência de eclampsia .
  • 31. CondutaConduta • Administração de sulfato de magnésio (ver adiante); • Uso de corticoide (betametasona 12mg, a cada 24 horas, 2 aplicações IM); • Administração de anti-hipertensivos de ação rápida (Hidralazina ou Nifedipina); • Infusão de solução de Ringer lactato a 100-125ml/h; • Exames laboratoriais: hemograma completo com plaquetas, creatinina sérica, • Acido úrico, AST/TGO, ALT/TGP, desidrogenase lática, proteinúria de 24 horas; • Dieta suspensa (permitir pequenas ingestoes de liquidos claros e medicação oral). • Administração de sulfato de magnésio (ver adiante); • Uso de corticoide (betametasona 12mg, a cada 24 horas, 2 aplicações IM); • Administração de anti-hipertensivos de ação rápida (Hidralazina ou Nifedipina); • Infusão de solução de Ringer lactato a 100-125ml/h; • Exames laboratoriais: hemograma completo com plaquetas, creatinina sérica, • Acido úrico, AST/TGO, ALT/TGP, desidrogenase lática, proteinúria de 24 horas; • Dieta suspensa (permitir pequenas ingestoes de liquidos claros e medicação oral).
  • 32. MgSO4 DOSE DE ATAQUEMgSO4 DOSE DE ATAQUE • 4,0g (8,0ml de sulfato de magnésio a 50% com 12,0ml de agua bidestilada) em infusão endovenosa lenta (aproximadamente 15 minutos); ou • 5,0g (10ml de sulfato de magnésio a 50%) intramuscular em cada nádega. • 4,0g (8,0ml de sulfato de magnésio a 50% com 12,0ml de agua bidestilada) em infusão endovenosa lenta (aproximadamente 15 minutos); ou • 5,0g (10ml de sulfato de magnésio a 50%) intramuscular em cada nádega.
  • 33. MgSO4 DOSE DE MANUTENÇÃOMgSO4 DOSE DE MANUTENÇÃO • 1,0g/hora (10ml de MgSO4 à 50% com490ml de SG à 5% a 100ml/hora em bomba de infusão) • ou 2,0g/hora (20ml de MgSO4 a 50% com 480ml de SG a 5% a 100ml/hora em bomba de infusão) • ou 5,0g (10ml de MgSO4 a 50%) intramuscular de 4 em 4 horas. • 1,0g/hora (10ml de MgSO4 à 50% com490ml de SG à 5% a 100ml/hora em bomba de infusão) • ou 2,0g/hora (20ml de MgSO4 a 50% com 480ml de SG a 5% a 100ml/hora em bomba de infusão) • ou 5,0g (10ml de MgSO4 a 50%) intramuscular de 4 em 4 horas.
  • 34. Síndrome HELLPSíndrome HELLP E o quadro clinico caracterizado por: • Hemólise (H = “hemolysis”); • Elevação de enzimas hepáticas (EL = “elevated liver functions tests”) • Plaquetopenia (LP = low platelets count “)”. •Embora acompanhe outras doenças, em Obstetrícia e considerada como agravamento do quadro de pré-eclâmpsia. E o quadro clinico caracterizado por: • Hemólise (H = “hemolysis”); • Elevação de enzimas hepáticas (EL = “elevated liver functions tests”) • Plaquetopenia (LP = low platelets count “)”. •Embora acompanhe outras doenças, em Obstetrícia e considerada como agravamento do quadro de pré-eclâmpsia.
  • 36. Antecipação do diagnósticoAntecipação do diagnóstico • Em toda gestante com suspeita de pré-eclâmpsia, os testes laboratoriais apropriados devem ser solicitados. • Nas fases iniciais, apenas alterações moderadas na contagem de plaquetas e nos níveis de transaminases e desidrogenasse láctica podem estar presentes. • As seguintes alterações indicam uma chance de mais de 75% de morbidade materna grave: • DHL >1.400UI/L, TGO >150UI/L, TGP >100UI/L e acido úrico >7,8 mg/dL. • A presença de náuseas, vômitos e/ou dor epigástrica e um fator de risco significativo de morbidade materna. • Em toda gestante com suspeita de pré-eclâmpsia, os testes laboratoriais apropriados devem ser solicitados. • Nas fases iniciais, apenas alterações moderadas na contagem de plaquetas e nos níveis de transaminases e desidrogenasse láctica podem estar presentes. • As seguintes alterações indicam uma chance de mais de 75% de morbidade materna grave: • DHL >1.400UI/L, TGO >150UI/L, TGP >100UI/L e acido úrico >7,8 mg/dL. • A presença de náuseas, vômitos e/ou dor epigástrica e um fator de risco significativo de morbidade materna.
  • 37. Cuidados com o uso do sulfato de magnésio Cuidados com o uso do sulfato de magnésio • A administração da dose de manutenção devera ser suspensa caso a FR <16 incursões por minuto, os reflexos patelares estejam completamente abolidos ou a diurese < 100ml durante as 4 horas precedentes. • A administração da dose de manutenção devera ser suspensa caso a FR <16 incursões por minuto, os reflexos patelares estejam completamente abolidos ou a diurese < 100ml durante as 4 horas precedentes.
  • 38. • Deve-se utilizar agulha longa e técnica em zigue- zague para a administração intramuscular. • O gluconato de cálcio a 10% atua como antidoto. Aplicação imediata no caso de eventual parada respiratória. • Na recorrência de convulsões, utiliza-se mais 2g IV e aumenta-se a velocidade de infusão do MgSO4. • Deve-se utilizar agulha longa e técnica em zigue- zague para a administração intramuscular. • O gluconato de cálcio a 10% atua como antidoto. Aplicação imediata no caso de eventual parada respiratória. • Na recorrência de convulsões, utiliza-se mais 2g IV e aumenta-se a velocidade de infusão do MgSO4.
  • 39. • Na persistência delas, com crises subentrantes, pode-se optar pela fenil-hidantoina, segundo o esquema: • Dose de ataque: 250mg + SG 5% 250ml IV em gotejamento ate completar a dose total de 750mg. • Dose de manutenção: 100mg 8/8h IV e, a seguir, 100mg 8/8 h VO, ate a alta. • Na persistência delas, com crises subentrantes, pode-se optar pela fenil-hidantoina, segundo o esquema: • Dose de ataque: 250mg + SG 5% 250ml IV em gotejamento ate completar a dose total de 750mg. • Dose de manutenção: 100mg 8/8h IV e, a seguir, 100mg 8/8 h VO, ate a alta.
  • 41. • Diagnostico: • A época ideal para se iniciar o rastreamento de diabetes na gestação nas pacientes pré- dispostas é o início da gestação, já nas pacientes “normais” o ideal seria entre 24-28 semanas de gestação . • Definida como a intolerância aos carboidratos, diagnosticada pela primeira vez durante a Diabetes Gestacional
  • 42. Diabetes Gestacional • Incidência: O binômio gestação/diabetes incide em aproximadamente 5% das gestações. • Fisiopatologia: Secreção de hormônios hiperglicemiantes pela placenta. Pacientes com reservas pancreáticas , ou com resistência à insulina, funciona como “estress” levando a um estado latente de intolerância aos carboidratos.
  • 43. Diabetes Gestacional • Complicações : Maternas -Pré-eclampsia, eclampsia; -Aumento de ITU; -Tocotraumatismos; -Polidrâminio; -Mortalidade materna aumentada . • Fetais -Aumento de óbitos intrauterino -Aumento de anomalias congênitas -Partos prematuros -Morbimortalidade neonatal(hipoglicemia,hipocalcemia, policitemia)
  • 44. • Conduta obstétrica: *GAR • INSULINOTERAPIA