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MEDICAMENTOS QUE ATUAM
NO SISTEMA ENDÓCRINO
Enf. Esp. Betina G. Rosenberger
MEDICAMENTOS QUE ATUAM
NO SISTEMA ENDÓCRINO
Apostila pg 24
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DIABETES MELLITUS - DM
Fisiologia:
✓ A insulina é secreta pelas células β, que
formam um dos quatro grupos de células
nas ilhotas de Langerhans no pâncreas
DM
✓Quando uma refeição é ingerida a secreção
de insulina aumenta e movimenta a glicose
do sangue para dentro do músculo, fígado
e células adiposas
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DM
✓Nestas células, a insulina apresenta os seguintes
efeitos:
• Transporta e metaboliza a glicose em energia;
• Estimula o armazenamento da glicose no fígado
e no músculo na forma de glicogênio;
DM
• Estimula o armazenamento dos lipídios no
tecido adiposo;
• Acelera o transporte de aminoácidos para
dentro das células.
DM
DM tipo 1:
✓ Ausência da produção de insulina por
causa de destruição auto-imune de
células β pancreáticas
DM
DM tipo 1:
✓É mais frequentemente diagnosticado em
crianças, adolescentes e, em alguns casos,
em adultos jovens, afetando igualmente
homens e mulheres
DM
DM tipo 2:
✓Distúrbio metabólico caracterizado pela
deficiência de insulina e diminuição na ação
desta
✓corresponde a 90 a 95% de todos os casos de
DM
DM
DM tipo 2:
✓Possui etiologia complexa e multifatorial,
envolvendo componentes genético (hereditário)
e ambiental (hábitos dietéticos e inatividade
física)
DM
DM tipo 2:
✓Acomete indivíduos a partir da quarta década de
vida
DM
DIAGNÓSTICO
✓Podem ser realizados os seguintes exames
laboratoriais:
• Níveis de glicose plasmática (FPG) em jejum
• Hb glicosilada (HbA1c)
• Algumas vezes, teste oral de tolerância à glicose
Diretriz 2018
DM - TRATAMENTO
Tratamento:
✓Medidas nutricionais
✓Prática de atividade física
✓Evitar fumo e excesso de álcool
✓Controle de peso
DM - TRATAMENTO
✓Terapia medicamentosa: hipoglicemiantes orais
(DM tipo 2), insulina (DM tipo 1 e 2)
✓Monitoramento dos níveis de glicose plasmática
hemoglobina glicada
✓Monitoramento da glicose capilar: 3 ou mais
vezes ao dia, aos pacientes em uso de insulina
HIPOGLICEMIANTES ORAIS
✓Destacar para a Caderneta:
• Glibenclamida – Daonil, Gliben
• Metformina – Glifage
• Clorpropamida - Diabinese
INSULINAS
✓As insulinas podem ser de origem animal
(bovina ou suína ou mistura de ambas), humana
ou análogos da insulina humana
INSULINAS
✓Seguem abaixo as insulinas disponíveis no
mercado:
• Ação ultra rápida
• Ação rápida
• Ação prolongada
• Ação intermediária
• Insulinas bifásicas
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INSULINAS
Tratamento – Insulina:
✓ As insulinas disponíveis no SUS são as de ação rápida
(regular) e as de ação intermediária (Neutral Protamine
Hagedorn – NPH)
✓ A via de administração usual da insulina é a via
subcutânea, mas a insulina regular também pode ser
aplicada por vias intravenosa em situações que
requerem um efeito clínico imediato
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INSULINA
✓Bomba de infusão de insulina: é um sistema de
infusão contínua e subcutânea de insulina. A
agulha pode ser inserida na região subcutânea
do abdômen, braço ou coxa
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INSULINA
Insulina inalável:
✓em 03 de junho de 2019, a ANVISA aprovou a
comercialização no Brasil da insulina inalável
Afrezza
✓A nova insulina é comercializada em pó, em
cartuchos com três tipos de dosagem
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INSULINA
✓Ela é administrada por meio de um inalador –
nele, é encaixado um cartucho para que o pó
seja aspirado
✓A substância é levada ao pulmão e absorvida
pela corrente sanguínea, para reduzir os níveis
de glicemia
INSULINA
✓A insulina inalável tem um perfil de ação único e
muito mais rápido do que a insulina
administrada de forma subcutânea (começa a
agir em 10 minutos, com pico de ação em 15
minutos)
✓Seu efeito dura de 2 a 3h
INSULINA
COMPLICAÇÕES
1. Reações alérgicas:
✓Locais: hiperemia e edema no local da aplicação,
prurido. Podem surgir 1 ou 2h após a aplicação
✓Sistêmicas (raras): urticária generalizada, edema
generalizado, choque anafilático
INSULINA
2. Lipodistrofia insulínica:
✓É o acúmulo ou perda anormal de gordura no
local de aplicação da insulina
✓Ocorre quando o paciente não realiza os rodízios
de local de aplicação
INSULINA
3. Abcessos:
✓Pode ocorrer nos locais de aplicação da insulina,
devido a falta de antissepsia da pele e técnica
asséptica inadequada no momento do preparo e
administração da insulina
INSULINA
4. Hipoglicemia:
✓Diminuição brusca e acentuada do nível de
glicose no sangue
✓Se não corrigida, pode levar ao desmaio e até ao
coma hipoglicêmico
INSULINA
4. Hipoglicemia:
✓Sinais e sintomas: sudorese, pele fria e pegajosa,
tremores, ansiedade, nervosismo, palpitações e
taquicardia
INSULINA
5. Aumento de peso
✓ Ocorre devido aos efeitos anabolizantes da insulina,
devido ao aumento do apetite, alimentação excessiva
em episódios de hipoglicemia ou por medo de
hipoglicemia e aumento da retenção calórica
relacionado à diminuição da glicosúria (eliminação de
glicose pela urina)
INSULINA
CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO DE INSULINA:
✓Utilizar seringa descartável e apropriada para a
administração de insulina
INSULINA
✓Manter a insulina na geladeira (nas prateleiras
de baixo, próximo da gaveta de verduras). Ou no
frigobar, na prateleira mais baixas
INSULINA
✓Manipular o frasco de insulina delicadamente
(rolar entre as mãos), sem agitá-lo, a fim de
homogeneizar a solução. Agitar o frasco pode
provocar alteração na ação do medicamento
✓Realizar teste de glicemia capilar (HGT) antes da
aplicação da insulina
INSULINA
✓Observar locais possíveis de aplicação
✓Realizar rodízio dos locais de aplicação
✓Atentar para a dose prescrita na prescrição
médica
✓Administrar o medicamento SC conforme
técnica
INSULINA
✓Não massagear o local de aplicação
✓Observar reações do paciente
✓Realizar registro no prontuário do paciente
INSULINA
SITUAÇÃO PROBLEMA
✓Seu paciente tem prescrição médica de 12 UI de
Insulina NPH para às 11h.
✓O resultado do teste de glicemia capilar deste
mesmo horário foi de 200 mg/dl
INSULINA
✓Consta na prescrição médica a administração de
Insulina Regular conforme resultado do HGT:
• 161-240: 2 UI
• 241-320: 4 UI
• 321-400: 6 UI
• >400: 8 UI
COMO
PROCEDER???
INSULINA
ATENÇÃO!!
NÃO ESQUEÇA: ANTES DE ADMINISTRAR A
INSULINA, REALIZAR TESTE DE HGT PARA
VERIFICAR A GLICEMIA DO PACIENTE.
TRATAMENTO DE DOENÇAS
TIREOIDIANAS
HIPOTEREOIDISMO:
• Levotiroxina – Puran T4
HIPERTIREOIDISMO
• Propiltiouracila – Propilracil
• Tiamazol - Tapazol
CORTICOIDES
✓Os corticoides são medicamentos sintetizados a
partir do cortisol, hormônio produzido pelas
glândulas suprarrenais
✓São utilizados como potentes agentes
antiinflamatórios, antialérgicos e no tratamento
de doenças autoimunes
CORTICOIDES
✓Podem ser administrados por VO, EV, inalatória,
transcutânea, oftálmica, entre outras
✓O uso prologado e/ou a administração de altas
doses de corticoides podem levar aos seguintes
efeitos colaterais/reações adversas:
CORTICOIDES
1. Efeitos colaterais na pele:
• Equimose e púrpura: pequenas hemorragias abaixo da
epiderme, normalmente em áreas expostas ao sol
• Estrias arroxeadas na região abdominal
• Acne
• Pele mais fina e frágil
• Alopecia e hirsutismo
CORTICOIDES
• Um sinal típico da toxicidade pelos corticoide é o
desenvolvimento da aparência semelhante à Síndrome
de Chushing: face arredondada (fácies em lua),
acúmulo de gordura na região posterior do pescoço e
das costas e distribuição irregular da gordura corporal,
com predomínio na região abdominal e tronco
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
CORTICOIDES
2. Efeitos colaterais nos olhos:
• Catarata
• Glaucoma
* Quando uso contínuo de corticoide por mais de 1 ano
em com doses maiores que o equivalente a 10mg de
prednisona por dia
CORTICOIDES
3. Efeitos metabólicos:
• tendência ao ganho de peso e acúmulo de gordura na região do
tronco e abdômen (quanto maior a dose, maior será o ganho de
peso)
• alterações do metabolismo da glicose, podendo, inclusive, levar
ao desenvolvimento de Diabetes Mellitus
• elevações no colesterol LDL e triglicerídeos, e redução dos níveis
de colesterol HDL
CORTICOIDES
4. Efeitos cardiovasculares:
• Aumento da ocorrência de Hipertensão Arterial,
de Infarto Agudo do Miocárdio (raro), de
Insuficiência Cardíaca Congestiva (raro) e de
Acidente Vascular Encefálico (raro)
CORTICOIDES
5. Efeitos musculoesqueléticos:
• Osteoporose
• Aumento de lesões musculares
• Distúrbios de crescimento em crianças
CORTICOIDES
6. Efeitos colaterais no SNC:
• Em um primeiro momento pode causar
sensação de bem-estar e euforia
• A longo prazo está associado a maior incidência
de depressão, insônia e alterações da memória
CORTICOIDES
7. Efeitos imunológicos:
• Imunossupressão: embora seja um dos efeitos
desejáveis no caso de doenças autoimunes,
pode aumentar também a suscetibilidade às
infecções
CORTICOIDES
8. Outros efeitos:
• Retenção de líquidos
• Alterações menstruais
• Gastrite e úlcera péptica
• Pancreatite
• Infertilidade
CORTICOIDES
✓Dentre os corticoides, destacamos:
• Prednisona – Meticorten
• Dexametasona – Decadron
• Metilprednisolona – Solumedrol
• Hidrocortisona - Solucortef
CORTICOIDES
HIDROCORTISONA:
✓Apresentação: frasco-ampola com 100mg ou
500mg
CORTICOIDES
✓Vias de administração: EV e IM
✓Absorção: rápida, com efeito máximo em 1h
CORTICOIDES
✓Cuidados de enfermagem:
• Administrar a medicação conforme a
prescrição médica (horário, dose, via de
administração)
• Orientar o paciente sobre os possíveis efeitos
colaterais
CORTICOIDES
• Orientar o paciente a não receber qualquer
forma de imunização durante o tratamento,
sem o conhecimento do médico
• Realizar controle dos sinais vitais
CORTICOIDES
PULSOTERAPIA:
• Terapia que envolve administração de altas
doses de corticoide (0,5 – 2g) por via
endovenosa, por um período de 3 a 7 dias,
com tempo médio de infusão de 2 a 8h
CORTICOIDES
• Os corticoides mais comumente utilizados
são: dexametasona e metilprednisolona
• Indicações: doenças autoimunes (lúpus
eritematoso sistêmico), rejeição de
transplante de órgãos sólidos, esclerose
múltipla, dentre outros
CORTICOIDES
• Principais reações adversas: rash cutâneo,
bradicardia, hiperglicemia, hipertensão
arterial, arritmias cardíacas, alteração do
humor, distúrbio temporário do sono
CORTICOIDES
• Cuidados de enfermagem antes da pulsoterapia:
- Controle dos sinais vitais e da glicemia capilar
- Controle do peso
- Manter acesso venoso calibroso exclusivo para
pulsoterapia
- Preparar medicação conforme prescrição médica
CORTICOIDES
• Cuidados de enfermagem durante a pulsoterapia:
- Atentar para padrão de comportamento e nível de
consciência
- Controle rigoroso dos sinais vitais e glicemia capilar:
15min (2x), 30min (3x), a cada hora até completar 6
horas do início da infusão
- Controle de diurese
CORTICOIDES
• Cuidados após a infusão:
- Monitorar a ocorrência dos principais efeitos
colaterais
CORTICOIDES
EFEITO REBOTE
✓A diminuição rápida ou a retirada abrupta da
corticoterapia prolongada ou em altas doses
pode causar efeitos adversos ao paciente,
também conhecidos como efeito rebote
CORTICOIDES
✓Leia o artigo abaixo e escreva em seu caderno
um resumo das síndromes associadas à
retirada abruta dos corticoides
https://www.scielo.br/pdf/jped/v84n3/v84n3a0
3.pdf

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8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf

  • 2. MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SISTEMA ENDÓCRINO Enf. Esp. Betina G. Rosenberger
  • 3. MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SISTEMA ENDÓCRINO Apostila pg 24
  • 5. DIABETES MELLITUS - DM Fisiologia: ✓ A insulina é secreta pelas células β, que formam um dos quatro grupos de células nas ilhotas de Langerhans no pâncreas
  • 6. DM ✓Quando uma refeição é ingerida a secreção de insulina aumenta e movimenta a glicose do sangue para dentro do músculo, fígado e células adiposas
  • 8. DM ✓Nestas células, a insulina apresenta os seguintes efeitos: • Transporta e metaboliza a glicose em energia; • Estimula o armazenamento da glicose no fígado e no músculo na forma de glicogênio;
  • 9. DM • Estimula o armazenamento dos lipídios no tecido adiposo; • Acelera o transporte de aminoácidos para dentro das células.
  • 10. DM DM tipo 1: ✓ Ausência da produção de insulina por causa de destruição auto-imune de células β pancreáticas
  • 11. DM DM tipo 1: ✓É mais frequentemente diagnosticado em crianças, adolescentes e, em alguns casos, em adultos jovens, afetando igualmente homens e mulheres
  • 12. DM DM tipo 2: ✓Distúrbio metabólico caracterizado pela deficiência de insulina e diminuição na ação desta ✓corresponde a 90 a 95% de todos os casos de DM
  • 13. DM DM tipo 2: ✓Possui etiologia complexa e multifatorial, envolvendo componentes genético (hereditário) e ambiental (hábitos dietéticos e inatividade física)
  • 14. DM DM tipo 2: ✓Acomete indivíduos a partir da quarta década de vida
  • 15. DM DIAGNÓSTICO ✓Podem ser realizados os seguintes exames laboratoriais: • Níveis de glicose plasmática (FPG) em jejum • Hb glicosilada (HbA1c) • Algumas vezes, teste oral de tolerância à glicose
  • 17. DM - TRATAMENTO Tratamento: ✓Medidas nutricionais ✓Prática de atividade física ✓Evitar fumo e excesso de álcool ✓Controle de peso
  • 18. DM - TRATAMENTO ✓Terapia medicamentosa: hipoglicemiantes orais (DM tipo 2), insulina (DM tipo 1 e 2) ✓Monitoramento dos níveis de glicose plasmática hemoglobina glicada ✓Monitoramento da glicose capilar: 3 ou mais vezes ao dia, aos pacientes em uso de insulina
  • 19. HIPOGLICEMIANTES ORAIS ✓Destacar para a Caderneta: • Glibenclamida – Daonil, Gliben • Metformina – Glifage • Clorpropamida - Diabinese
  • 20. INSULINAS ✓As insulinas podem ser de origem animal (bovina ou suína ou mistura de ambas), humana ou análogos da insulina humana
  • 21. INSULINAS ✓Seguem abaixo as insulinas disponíveis no mercado: • Ação ultra rápida • Ação rápida • Ação prolongada • Ação intermediária • Insulinas bifásicas
  • 25. INSULINAS Tratamento – Insulina: ✓ As insulinas disponíveis no SUS são as de ação rápida (regular) e as de ação intermediária (Neutral Protamine Hagedorn – NPH) ✓ A via de administração usual da insulina é a via subcutânea, mas a insulina regular também pode ser aplicada por vias intravenosa em situações que requerem um efeito clínico imediato
  • 28. INSULINA ✓Bomba de infusão de insulina: é um sistema de infusão contínua e subcutânea de insulina. A agulha pode ser inserida na região subcutânea do abdômen, braço ou coxa
  • 30. INSULINA Insulina inalável: ✓em 03 de junho de 2019, a ANVISA aprovou a comercialização no Brasil da insulina inalável Afrezza ✓A nova insulina é comercializada em pó, em cartuchos com três tipos de dosagem
  • 32. INSULINA ✓Ela é administrada por meio de um inalador – nele, é encaixado um cartucho para que o pó seja aspirado ✓A substância é levada ao pulmão e absorvida pela corrente sanguínea, para reduzir os níveis de glicemia
  • 33. INSULINA ✓A insulina inalável tem um perfil de ação único e muito mais rápido do que a insulina administrada de forma subcutânea (começa a agir em 10 minutos, com pico de ação em 15 minutos) ✓Seu efeito dura de 2 a 3h
  • 34. INSULINA COMPLICAÇÕES 1. Reações alérgicas: ✓Locais: hiperemia e edema no local da aplicação, prurido. Podem surgir 1 ou 2h após a aplicação ✓Sistêmicas (raras): urticária generalizada, edema generalizado, choque anafilático
  • 35. INSULINA 2. Lipodistrofia insulínica: ✓É o acúmulo ou perda anormal de gordura no local de aplicação da insulina ✓Ocorre quando o paciente não realiza os rodízios de local de aplicação
  • 36. INSULINA 3. Abcessos: ✓Pode ocorrer nos locais de aplicação da insulina, devido a falta de antissepsia da pele e técnica asséptica inadequada no momento do preparo e administração da insulina
  • 37. INSULINA 4. Hipoglicemia: ✓Diminuição brusca e acentuada do nível de glicose no sangue ✓Se não corrigida, pode levar ao desmaio e até ao coma hipoglicêmico
  • 38. INSULINA 4. Hipoglicemia: ✓Sinais e sintomas: sudorese, pele fria e pegajosa, tremores, ansiedade, nervosismo, palpitações e taquicardia
  • 39. INSULINA 5. Aumento de peso ✓ Ocorre devido aos efeitos anabolizantes da insulina, devido ao aumento do apetite, alimentação excessiva em episódios de hipoglicemia ou por medo de hipoglicemia e aumento da retenção calórica relacionado à diminuição da glicosúria (eliminação de glicose pela urina)
  • 40. INSULINA CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO DE INSULINA: ✓Utilizar seringa descartável e apropriada para a administração de insulina
  • 41. INSULINA ✓Manter a insulina na geladeira (nas prateleiras de baixo, próximo da gaveta de verduras). Ou no frigobar, na prateleira mais baixas
  • 42. INSULINA ✓Manipular o frasco de insulina delicadamente (rolar entre as mãos), sem agitá-lo, a fim de homogeneizar a solução. Agitar o frasco pode provocar alteração na ação do medicamento ✓Realizar teste de glicemia capilar (HGT) antes da aplicação da insulina
  • 43. INSULINA ✓Observar locais possíveis de aplicação ✓Realizar rodízio dos locais de aplicação ✓Atentar para a dose prescrita na prescrição médica ✓Administrar o medicamento SC conforme técnica
  • 44. INSULINA ✓Não massagear o local de aplicação ✓Observar reações do paciente ✓Realizar registro no prontuário do paciente
  • 45. INSULINA SITUAÇÃO PROBLEMA ✓Seu paciente tem prescrição médica de 12 UI de Insulina NPH para às 11h. ✓O resultado do teste de glicemia capilar deste mesmo horário foi de 200 mg/dl
  • 46. INSULINA ✓Consta na prescrição médica a administração de Insulina Regular conforme resultado do HGT: • 161-240: 2 UI • 241-320: 4 UI • 321-400: 6 UI • >400: 8 UI
  • 48. INSULINA ATENÇÃO!! NÃO ESQUEÇA: ANTES DE ADMINISTRAR A INSULINA, REALIZAR TESTE DE HGT PARA VERIFICAR A GLICEMIA DO PACIENTE.
  • 49. TRATAMENTO DE DOENÇAS TIREOIDIANAS HIPOTEREOIDISMO: • Levotiroxina – Puran T4 HIPERTIREOIDISMO • Propiltiouracila – Propilracil • Tiamazol - Tapazol
  • 50. CORTICOIDES ✓Os corticoides são medicamentos sintetizados a partir do cortisol, hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais ✓São utilizados como potentes agentes antiinflamatórios, antialérgicos e no tratamento de doenças autoimunes
  • 51. CORTICOIDES ✓Podem ser administrados por VO, EV, inalatória, transcutânea, oftálmica, entre outras ✓O uso prologado e/ou a administração de altas doses de corticoides podem levar aos seguintes efeitos colaterais/reações adversas:
  • 52. CORTICOIDES 1. Efeitos colaterais na pele: • Equimose e púrpura: pequenas hemorragias abaixo da epiderme, normalmente em áreas expostas ao sol • Estrias arroxeadas na região abdominal • Acne • Pele mais fina e frágil • Alopecia e hirsutismo
  • 53. CORTICOIDES • Um sinal típico da toxicidade pelos corticoide é o desenvolvimento da aparência semelhante à Síndrome de Chushing: face arredondada (fácies em lua), acúmulo de gordura na região posterior do pescoço e das costas e distribuição irregular da gordura corporal, com predomínio na região abdominal e tronco
  • 56. CORTICOIDES 2. Efeitos colaterais nos olhos: • Catarata • Glaucoma * Quando uso contínuo de corticoide por mais de 1 ano em com doses maiores que o equivalente a 10mg de prednisona por dia
  • 57. CORTICOIDES 3. Efeitos metabólicos: • tendência ao ganho de peso e acúmulo de gordura na região do tronco e abdômen (quanto maior a dose, maior será o ganho de peso) • alterações do metabolismo da glicose, podendo, inclusive, levar ao desenvolvimento de Diabetes Mellitus • elevações no colesterol LDL e triglicerídeos, e redução dos níveis de colesterol HDL
  • 58. CORTICOIDES 4. Efeitos cardiovasculares: • Aumento da ocorrência de Hipertensão Arterial, de Infarto Agudo do Miocárdio (raro), de Insuficiência Cardíaca Congestiva (raro) e de Acidente Vascular Encefálico (raro)
  • 59. CORTICOIDES 5. Efeitos musculoesqueléticos: • Osteoporose • Aumento de lesões musculares • Distúrbios de crescimento em crianças
  • 60. CORTICOIDES 6. Efeitos colaterais no SNC: • Em um primeiro momento pode causar sensação de bem-estar e euforia • A longo prazo está associado a maior incidência de depressão, insônia e alterações da memória
  • 61. CORTICOIDES 7. Efeitos imunológicos: • Imunossupressão: embora seja um dos efeitos desejáveis no caso de doenças autoimunes, pode aumentar também a suscetibilidade às infecções
  • 62. CORTICOIDES 8. Outros efeitos: • Retenção de líquidos • Alterações menstruais • Gastrite e úlcera péptica • Pancreatite • Infertilidade
  • 63. CORTICOIDES ✓Dentre os corticoides, destacamos: • Prednisona – Meticorten • Dexametasona – Decadron • Metilprednisolona – Solumedrol • Hidrocortisona - Solucortef
  • 65. CORTICOIDES ✓Vias de administração: EV e IM ✓Absorção: rápida, com efeito máximo em 1h
  • 66. CORTICOIDES ✓Cuidados de enfermagem: • Administrar a medicação conforme a prescrição médica (horário, dose, via de administração) • Orientar o paciente sobre os possíveis efeitos colaterais
  • 67. CORTICOIDES • Orientar o paciente a não receber qualquer forma de imunização durante o tratamento, sem o conhecimento do médico • Realizar controle dos sinais vitais
  • 68. CORTICOIDES PULSOTERAPIA: • Terapia que envolve administração de altas doses de corticoide (0,5 – 2g) por via endovenosa, por um período de 3 a 7 dias, com tempo médio de infusão de 2 a 8h
  • 69. CORTICOIDES • Os corticoides mais comumente utilizados são: dexametasona e metilprednisolona • Indicações: doenças autoimunes (lúpus eritematoso sistêmico), rejeição de transplante de órgãos sólidos, esclerose múltipla, dentre outros
  • 70. CORTICOIDES • Principais reações adversas: rash cutâneo, bradicardia, hiperglicemia, hipertensão arterial, arritmias cardíacas, alteração do humor, distúrbio temporário do sono
  • 71. CORTICOIDES • Cuidados de enfermagem antes da pulsoterapia: - Controle dos sinais vitais e da glicemia capilar - Controle do peso - Manter acesso venoso calibroso exclusivo para pulsoterapia - Preparar medicação conforme prescrição médica
  • 72. CORTICOIDES • Cuidados de enfermagem durante a pulsoterapia: - Atentar para padrão de comportamento e nível de consciência - Controle rigoroso dos sinais vitais e glicemia capilar: 15min (2x), 30min (3x), a cada hora até completar 6 horas do início da infusão - Controle de diurese
  • 73. CORTICOIDES • Cuidados após a infusão: - Monitorar a ocorrência dos principais efeitos colaterais
  • 74. CORTICOIDES EFEITO REBOTE ✓A diminuição rápida ou a retirada abrupta da corticoterapia prolongada ou em altas doses pode causar efeitos adversos ao paciente, também conhecidos como efeito rebote
  • 75. CORTICOIDES ✓Leia o artigo abaixo e escreva em seu caderno um resumo das síndromes associadas à retirada abruta dos corticoides https://www.scielo.br/pdf/jped/v84n3/v84n3a0 3.pdf