Saúde Coletiva
Saúde Pública
A Saúde Pública toma como objeto de
trabalho os problemas de saúde, definidos
em termos de mortes, doenças, agravos e
riscos em suas ocorrências no nível da
coletividade. Nesse sentido, o conceito de
saúde que lhe é próprio é o da ausência
de doenças.
Aspectos históricos da promoção da saúde
Em 1977, a Organização Mundial da Saúde propôs a seguinte meta: “Saúde
para Todos no ano 2000”.
 Estabeleceram um debate sobre o conceito de saúde-doença e a
estruturação dos serviços de saúde.
 Detalhamento e a operacionalização do conceito de equidade,
reconhecendo-se como fundamental a superação das desigualdades
sociais para a melhoria das condições de saúde das populações.
Enfermagem e saúde Coletiva
Atenção Primária à Saúde
 Atendimento inicial da UBS
 Atuação da medicina da família
 Foco na prevenção de doenças
 Quadro de baixa complexidade
Caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e
coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de
agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e manutenção.
Atenção secundária
A atenção secundária é composta pelos serviços especializados
encontrados em hospitais e ambulatórios.
 Atendimento nas UPA’s
 Atuação de médicos especializados
 Geralmente a doença já foi identificada
 Complexidade intermediária
 SAMU
 Centro de especialidades
Atenção Terciária
Fornece atendimento de alta complexidade, sendo formado por hospitais de
grande porte. Também envolve procedimentos que demandam tecnologia
de ponta e custos maiores, como os oncológicos, transplantes e partos de
alto risco.
 Atendimento em hospitais de grande porte
 Cirurgias, transplantes e diálise
 Alta complexidade
Universalização: a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e
cabe ao Estado assegurar este direito.
Equidade: Visa diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas
possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm
necessidades distintas.
Integralidade: este princípio considera as pessoas como um todo, atendendo
a todas as suas necessidades.
Princípios do SUS
Vigilância epidemiológica
Constitui em um modelo assistencial capaz de reverter a lógica
de atender somente as doenças, pois visa a articulação entre as
ações preventivas e curativas, de caráter individual e de
alcance coletivo, e ao reconhecimento das dimensões biológica,
ambiental e social dos problemas de saúde.
Vigilância epidemiológica
 Coleta de dados
 Processamento dos dados
 Análise dos dados
 Recomendação de medidas de controle e prevenção
 Promoção das ações de controle e prevenção
 Avaliação da eficácia das medidas
 Divulgação das informações
Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN)
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) tem como
objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo
Sistema de Vigilância Epidemiológica das três esferas de governo, por
intermédio de uma rede informatizada, para apoiar o processo de
investigação e dar subsídios à análise das informações de vigilância
epidemiológica das doenças de notificação compulsória.
 Sistema de Informações de Mortalidade (SIM)
 Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)
 Sistema de Informações Hospitalares (SIH)
 Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA)
 Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN)
 Sistema de Informações sobre Ações Básicas (SIAB)
Vigilância epidemiológica

saúde coletiva para tecnico em enfermagem

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    Saúde Pública A SaúdePública toma como objeto de trabalho os problemas de saúde, definidos em termos de mortes, doenças, agravos e riscos em suas ocorrências no nível da coletividade. Nesse sentido, o conceito de saúde que lhe é próprio é o da ausência de doenças.
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    Aspectos históricos dapromoção da saúde Em 1977, a Organização Mundial da Saúde propôs a seguinte meta: “Saúde para Todos no ano 2000”.  Estabeleceram um debate sobre o conceito de saúde-doença e a estruturação dos serviços de saúde.  Detalhamento e a operacionalização do conceito de equidade, reconhecendo-se como fundamental a superação das desigualdades sociais para a melhoria das condições de saúde das populações.
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    Atenção Primária àSaúde  Atendimento inicial da UBS  Atuação da medicina da família  Foco na prevenção de doenças  Quadro de baixa complexidade Caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e manutenção.
  • 7.
    Atenção secundária A atençãosecundária é composta pelos serviços especializados encontrados em hospitais e ambulatórios.  Atendimento nas UPA’s  Atuação de médicos especializados  Geralmente a doença já foi identificada  Complexidade intermediária  SAMU  Centro de especialidades
  • 8.
    Atenção Terciária Fornece atendimentode alta complexidade, sendo formado por hospitais de grande porte. Também envolve procedimentos que demandam tecnologia de ponta e custos maiores, como os oncológicos, transplantes e partos de alto risco.  Atendimento em hospitais de grande porte  Cirurgias, transplantes e diálise  Alta complexidade
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    Universalização: a saúdeé um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito. Equidade: Visa diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Integralidade: este princípio considera as pessoas como um todo, atendendo a todas as suas necessidades. Princípios do SUS
  • 12.
    Vigilância epidemiológica Constitui emum modelo assistencial capaz de reverter a lógica de atender somente as doenças, pois visa a articulação entre as ações preventivas e curativas, de caráter individual e de alcance coletivo, e ao reconhecimento das dimensões biológica, ambiental e social dos problemas de saúde.
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    Vigilância epidemiológica  Coletade dados  Processamento dos dados  Análise dos dados  Recomendação de medidas de controle e prevenção  Promoção das ações de controle e prevenção  Avaliação da eficácia das medidas  Divulgação das informações
  • 14.
    Sistema Nacional deAgravos de Notificação (SINAN) O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) tem como objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica das três esferas de governo, por intermédio de uma rede informatizada, para apoiar o processo de investigação e dar subsídios à análise das informações de vigilância epidemiológica das doenças de notificação compulsória.
  • 15.
     Sistema deInformações de Mortalidade (SIM)  Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)  Sistema de Informações Hospitalares (SIH)  Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA)  Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN)  Sistema de Informações sobre Ações Básicas (SIAB) Vigilância epidemiológica