1) O documento discute o trabalho coletivo em saúde e as dificuldades em construir e gerir equipes de trabalho, considerando a teoria da ergologia e do processo de trabalho.
2) Aborda o trabalho como uma atividade humana complexa que envolve normas prescritas e subjetividade dos trabalhadores.
3) Conclui que a gestão de equipes de saúde deve levar em conta essa complexidade do trabalho para implementar um novo modelo assistencial centrado na integralidade.