O que medir?




Carlos Pereira da Cruz
Redsigma – Sistemas de Gestão
Reflexões de Carlos Pereira da Cruz sobre como medir
                                     o que está em sintonia com a estratégia
                                     Mais reflexões podem ser encontradas em
                                     http://balancedscorecard.blogspot.com




Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir
http://balancedscorecard.blogspot.com
Desenhámos um mapa da estratégia



 Com a construção de um mapa da estratégia,
 um conjunto de relações de causa-efeito que
 ilustram as hipóteses subjacentes à estratégia
 da empresa. Descrevemos a história sobre
 como:

 Investindo em pessoas motivadas que
 desempenham funções críticas e em parcerias
 e infraestruturas, cria-se o substracto, os
 alicerces sobre o qual assentam processos
 críticos excelentes que vão produzir objectivos
 internos que estão alinhados com a satisfação
 da cadeia da procura e com a conquista de
 clientes-alvo.

 Clientes-alvo satisfeitos geram resultados
 financeiros sustentados que podem novamente
 ser re-investidos alimentando um ciclo
 virtuoso.




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Não será conversa de café?



 Um mapa da estratégia é um bom começo mas
 não é suficiente.

 Um mapa da estratégia permite contar uma
 história, permite reunir as pessoas em torno de
 um objectivo comum, permite mostrar como é
 que cada um contribui com o seu esforço para
 o esforço total.

 Mas mesmo uma boa história pode não resultar,
 mesmo uma boa história, desenvolvida com
 todo o cuidado e empenho, pode não estar
 alinhada com a realidade e levar-nos a bater
 contra a parede.

 Temos de medir!!!

 Temos de associar a cada objectivo estratégico
 incluído no mapa, um ou mais indicadores que
 permitam monitorizar a evolução do
 desempenho.



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Traduzimos as promessas em indicadores



 Cada objectivo do mapa da estratégia é como
 uma promessa.

 Assumimos o compromisso de “Conquistar as
 lojas que interessam”, ou de “Não falhar” com
 os lojistas ou de conseguir “Lojistas satisfeitos”
 com a relação que têm connosco.

 Estamos a trabalhar para que isso aconteça?

 Esse trabalho está a produzir resultados?

 Para responder de forma inequívoca e menos
 subjectiva temos de usar indicadores.

 Os indicadores devem ser de dois tipos:
 indicadores indutores (sobre a quantidade ou o
 tipo de trabalho realizado); e indicadores de
 resultados (sobre a consequência do trabalho e
 dos investimentos realizados)




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Indicadores para a perspectiva interna




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Indicadores para a perspectiva de recursos e infraestruturas




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Indicadores para a perspectiva de clientes e financeiras




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Associar a cada indicador uma meta, um desafio de desempenho



 A coisa fica clara quando adicionamos bitolas
 de desempenho aos indicadores.

 A história associada ao mapa da estratégia
 pode ser interessante, pode ser atraente… mas
 será útil?

 A monitorização dos indicadores e a
 comparação do resultado real com o resultado
 futuro desejado, permite validar até que ponto
 o modelo estratégico seguido está a ser útil ou
 não.




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Sempre que se define um desafio de desempenho devemos fazer uma
pergunta


 Por que precisamos de 1 ano para atingir a
 meta desejada?

 Por que não estamos já lá?

 Estas questões criam a base para a
 transformação alinhada com a estratégia da
 empresa.

 Se precisamos de um ano para chegar ao novo
 nível de desempenho, é por que alguma coisa
 tem de mudar… e abre a porta para o início da
 resposta à questão: “O que temos de fazer na
 próxima segunda-feira para começar a criar o
 futuro?”




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Sumário
         Medir é fundamental para testar a validade das nossas teorias.
         As nossas teorias podem ser nossas, podem ser interessantes mas não passam de teorias, têm de ser
         úteis.



              Desenhámos um mapa da estratégia
              Não será conversa de café?
              Traduzimos as promessas em indicadores
              Indicadores para a perspectiva interna
              Indicadores para a perspectiva de recursos e infraestruturas
              Indicadores para a perspectiva de clientes e financeiras
              Associar a cada indicador uma meta, um desafio de desempenho
              Sempre que se define um desafio de desempenho devemos fazer uma
              pergunta




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Livro:

       Nos tempos que correm, as organizações, sujeitas a um ritmo
       competitivo sem precedentes, têm de desenvolver estratégias
       ganhadoras, sintonizadas e alinhadas para atrair e satisfazer
       clientes-alvo concretos. Não podem pensar que têm capacidade
       para satisfazer todos os tipos de clientes, alguns com exigências
       contraditórias entre si. Há que decidir e fazer opções, há que ser
       capaz de alinhar, sintonizar e mobilizar a organização numa
       estratégia ganhadora.

       Assim, esta obra começa por demonstrar a necessidade de uma
       organização ter uma estratégia, ilustra os perigos de não fazer
       opções e procurar satisfazer todos os tipos de clientes, depois,
       desdobra em etapas, sucessivamente mais concretas, uma               Balanced Scorecard – Concentrar uma
                                                                            organização no que é essencial (3ª edição)
       cadeia de relações lógicas e racionais: uma estratégia, um mapa
       da estratégia, indicadores e metas, iniciativas estratégicas,        Autor: Carlos Pereira da Cruz
       modelação de organizações recorrendo à abordagem por
                                                                            Editora: Vida Económica
       processos, monitorização e decisão.

       Tudo sintonizado e alinhado graças ao Balanced Scorecard.
       Uma obra que aspira a exemplificar como se pode fazer dum
       sistema de gestão uma máquina de combate, uma máquina de
       guerra, capaz de maximizar o seu potencial competitivo.




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Acerca de Carlos Pereira da Cruz

       Consultor com mais de 20 anos de imersão no meio empresarial,
       habituado a trabalhar com equipas de gestão na transformação
       das empresas em sistemas sintonizados e alinhados na satisfação
       de clientes-alvo.

       Experiência em várias sectores de actividade, por exemplo:
       calçado; têxtil; materiais de construção; metalomecânica;
       farmacêutico; injecção de peças plásticas, software-house.




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Parte 4

  • 1.
    O que medir? CarlosPereira da Cruz Redsigma – Sistemas de Gestão
  • 2.
    Reflexões de CarlosPereira da Cruz sobre como medir o que está em sintonia com a estratégia Mais reflexões podem ser encontradas em http://balancedscorecard.blogspot.com Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 3.
    Desenhámos um mapada estratégia Com a construção de um mapa da estratégia, um conjunto de relações de causa-efeito que ilustram as hipóteses subjacentes à estratégia da empresa. Descrevemos a história sobre como: Investindo em pessoas motivadas que desempenham funções críticas e em parcerias e infraestruturas, cria-se o substracto, os alicerces sobre o qual assentam processos críticos excelentes que vão produzir objectivos internos que estão alinhados com a satisfação da cadeia da procura e com a conquista de clientes-alvo. Clientes-alvo satisfeitos geram resultados financeiros sustentados que podem novamente ser re-investidos alimentando um ciclo virtuoso. Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 3 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 4.
    Não será conversade café? Um mapa da estratégia é um bom começo mas não é suficiente. Um mapa da estratégia permite contar uma história, permite reunir as pessoas em torno de um objectivo comum, permite mostrar como é que cada um contribui com o seu esforço para o esforço total. Mas mesmo uma boa história pode não resultar, mesmo uma boa história, desenvolvida com todo o cuidado e empenho, pode não estar alinhada com a realidade e levar-nos a bater contra a parede. Temos de medir!!! Temos de associar a cada objectivo estratégico incluído no mapa, um ou mais indicadores que permitam monitorizar a evolução do desempenho. Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 4 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 5.
    Traduzimos as promessasem indicadores Cada objectivo do mapa da estratégia é como uma promessa. Assumimos o compromisso de “Conquistar as lojas que interessam”, ou de “Não falhar” com os lojistas ou de conseguir “Lojistas satisfeitos” com a relação que têm connosco. Estamos a trabalhar para que isso aconteça? Esse trabalho está a produzir resultados? Para responder de forma inequívoca e menos subjectiva temos de usar indicadores. Os indicadores devem ser de dois tipos: indicadores indutores (sobre a quantidade ou o tipo de trabalho realizado); e indicadores de resultados (sobre a consequência do trabalho e dos investimentos realizados) Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 5 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 6.
    Indicadores para aperspectiva interna Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 6 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 7.
    Indicadores para aperspectiva de recursos e infraestruturas Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 7 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 8.
    Indicadores para aperspectiva de clientes e financeiras Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 8 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 9.
    Associar a cadaindicador uma meta, um desafio de desempenho A coisa fica clara quando adicionamos bitolas de desempenho aos indicadores. A história associada ao mapa da estratégia pode ser interessante, pode ser atraente… mas será útil? A monitorização dos indicadores e a comparação do resultado real com o resultado futuro desejado, permite validar até que ponto o modelo estratégico seguido está a ser útil ou não. Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 9 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 10.
    Sempre que sedefine um desafio de desempenho devemos fazer uma pergunta Por que precisamos de 1 ano para atingir a meta desejada? Por que não estamos já lá? Estas questões criam a base para a transformação alinhada com a estratégia da empresa. Se precisamos de um ano para chegar ao novo nível de desempenho, é por que alguma coisa tem de mudar… e abre a porta para o início da resposta à questão: “O que temos de fazer na próxima segunda-feira para começar a criar o futuro?” Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 10 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 11.
    Sumário Medir é fundamental para testar a validade das nossas teorias. As nossas teorias podem ser nossas, podem ser interessantes mas não passam de teorias, têm de ser úteis. Desenhámos um mapa da estratégia Não será conversa de café? Traduzimos as promessas em indicadores Indicadores para a perspectiva interna Indicadores para a perspectiva de recursos e infraestruturas Indicadores para a perspectiva de clientes e financeiras Associar a cada indicador uma meta, um desafio de desempenho Sempre que se define um desafio de desempenho devemos fazer uma pergunta Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 11 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 12.
    Livro: Nos tempos que correm, as organizações, sujeitas a um ritmo competitivo sem precedentes, têm de desenvolver estratégias ganhadoras, sintonizadas e alinhadas para atrair e satisfazer clientes-alvo concretos. Não podem pensar que têm capacidade para satisfazer todos os tipos de clientes, alguns com exigências contraditórias entre si. Há que decidir e fazer opções, há que ser capaz de alinhar, sintonizar e mobilizar a organização numa estratégia ganhadora. Assim, esta obra começa por demonstrar a necessidade de uma organização ter uma estratégia, ilustra os perigos de não fazer opções e procurar satisfazer todos os tipos de clientes, depois, desdobra em etapas, sucessivamente mais concretas, uma Balanced Scorecard – Concentrar uma organização no que é essencial (3ª edição) cadeia de relações lógicas e racionais: uma estratégia, um mapa da estratégia, indicadores e metas, iniciativas estratégicas, Autor: Carlos Pereira da Cruz modelação de organizações recorrendo à abordagem por Editora: Vida Económica processos, monitorização e decisão. Tudo sintonizado e alinhado graças ao Balanced Scorecard. Uma obra que aspira a exemplificar como se pode fazer dum sistema de gestão uma máquina de combate, uma máquina de guerra, capaz de maximizar o seu potencial competitivo. Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 12 http://balancedscorecard.blogspot.com
  • 13.
    Acerca de CarlosPereira da Cruz Consultor com mais de 20 anos de imersão no meio empresarial, habituado a trabalhar com equipas de gestão na transformação das empresas em sistemas sintonizados e alinhados na satisfação de clientes-alvo. Experiência em várias sectores de actividade, por exemplo: calçado; têxtil; materiais de construção; metalomecânica; farmacêutico; injecção de peças plásticas, software-house. Redsigma – Sistemas de Gestão O que medir 13 http://balancedscorecard.blogspot.com