SlideShare uma empresa Scribd logo
Revisão por pares:
Como funciona (?) e nossas pesquisas no tema
Palestra apresentada na disciplina “CIN5034 - Editoração Científica, Curso de Biblioteconomia da UFSC, em 07/06/2013
Tema da palestra: Avaliação dos pares – direitos e deveres
Vinícius M. Kern, kern@cin.ufsc.br
Marta Denisczwicz, marta.denisczwicz@gmail.com
Grupo de pesquisa: Informação, Tecnologia e Sociedade
ROTEIRO
• O que é
• Modalidades
• História
• Falhas (e virtudes)
• Nossas pesquisas
Estes slides em
http://www.slideshare.
net/vmkern
Peer Review
O QUE É
• Principal mecanismo de controle de qualidade na maioria das
disciplinas científicas (BORNMANN, 2011)
• Instrumento mais eficaz para fazer a seleção crítica (BORNMANN,
2011)
• O julgamento é realizado pelos pares a partir de critérios de avaliação
determinados internamente pela própria comunidade científica
(DAVYT GARCÍA; VELHO, 2000)
• Define os rumos que a ciência deve seguir (DAVYT GARCÍA; VELHO,
2000)
2
Modalidades de Peer Review
Editorial : usada para selecionar artigos
para publicação
Cega, duplo-cega, aberta...
De fomento: “a revisão por pares para fins de financiamento da
pesquisa originou-se nas agências de fomento, estabelecendo uma relação
da comunidade científica com os organismos do Estado” (DAVYT GARCÍA;
VELHO, 2000)
De docência
De desenvolvimento de software (XP - extreme programming)
...
3
História da peer review
Primeiras revistas (journals) em 1665
Peer review usada desde 1731 na Royal Society of
Edinburgh’s Medical Essays and Observations (NIELSEN, 2009)
… mas não que seja usada por todos desde então…
4
História da peer review
Questão de poder: na prática, a peer review passou a ser a regra para
avaliar artigos e propostas de pesquisa em torno de 1950 (NIELSEN, 2009).
... mas não foi fácil: no fomento à pesquisa, os burocratas não acharam
maravilhoso ceder seu poder de veto e dádiva para comitês de pares.
5
História da peer review
Caso Einstein, o velho rabugento... (NIELSEN, 2009)
Publicou ~300 artigos de 1901 a 1955. Quantos revisados por pares?
R: Aparentemente 1 (Physical Review – submetido em 1936, rejeitado).
A indignação do gênio com o editor:
Dear Sir,
We (Mr. Rosen and I) had sent you our manuscript for publication and had not authorized you
to show it to specialists before it is printed. I see no reason to address the in any case
erroneous comments of your anonymous expert. On the basis of this incident I prefer to
publish the paper elsewhere.
Respectfully,
P.S. Mr. Rosen, who has left for the Soviet Union,
has authorized me to represent him in this matter.
* Depois disso, nunca mais submeteu à Physical Review. O artigo
afinal foi publicado no Journal of the Franklin Institute, com
conclusões dramaticamente alteradas (coincidentemente ou não).
6
Falhas da peer review
Confiabilidade: avaliadores pouco concordam
Validade, generalizabilidade e potenciais vieses
Faltam indicadores quantitativos de gestão
Formação precária de pareceristas
Ineficácia para detectar fraude, plágio, baixa qualidade ou
erro.
7
Falhas da peer review
Questões éticas sérias,
incluindo o conflito de
interesses...
Indústria farmacêutica e as
conclusões “compradas”
Círculos de amigos
(backscratching)
8
Nossas pesquisas em peer review
Projeto Par - desde 1997
• Revisão por pares na aprendizagem. Anônima, dupla-cega. 1000+ alunos.
• Algumas publicações
• Denisczwicz, M. &; Kern, V. M. (2013). Indicadores de gestão na revisão por pares:
confiabilidade da revisão recíproca anônima de propostas de mestrado. Liinc em Revista 9(1),
283-295.
• Kern, V. M., Possamai, O., Selig, P. M., Pacheco, R. C. dos S., Souza, G. de C. de, Rautenberg,
S., & Lemos, R. T. da S. (2009). Growing a peer review culture among graduate students In A.
Tatnall & A. Jones (Eds.), Education and Technology for a Better World (IFIP Advan., Vol. 302,
pp. 388–397). Berlin, Heidelberg: Springer Berlin Heidelberg.
• Kern, V. M., Pacheco, R. C. dos S., Saraiva, L. M. & Pernigotti, J. M. (2007). Peer review in
Computer Science education: Requirements for continuous, large scale application. In F. M.
Mendes Neto & F. V. Brasileiro. (Eds.), Advances in computer supported learning, p. 45-65.
Hershey, PA (EUA): Idea Group Publishing.
• Kern, V. M., Saraiva, L. M., & Pacheco, R. C. dos S. (2003). Peer review in education:
promoting collaboration, written expression, critical thinking, and professional responsibility.
Education and Information Technologies, 8(1), 37–46.
9
Pesquisa - MEDIDAS LONGITUDINAIS DE
CONFIABILIDADE EM SÉRIES DE CERTAMES REVISÃO
POR PARES
• Críticas ao processo
• Falta de indicadores de qualidade
• Formação precária de pareceristas
A pesquisa...
Seleção de um indicador: coeficiente de correlação
intraclasse ICC(2,1), que considera que os pareceristas
são selecionados a partir de uma população maior, e
cada parecerista avalia cada proposta (SHROUT;
FLEISS, 1979).
10
Processo de revisão por pares: propostas de mestrado (n=12)
Anônima, recíproca (9 a 11 revisões/proposta), com
diretrizes.
7 pontos de avaliação em escala Likert-6
Escala de 1 (discordo totalmente) a 6 (concordo
totalmente)
Itens de avaliação:
Problema e objetivos
Fundamentação
Abordagem metodológica
Resultados esperados e conclusões
Referências
Linguagem e estilo
Formatos
11
12
Para dispor de algum termo de
comparação...
Conduzimos outro processo em artigos (n=11,
2 rev/aluno ou 4/artigo) de duplas em
disciplina de PG de programa interdisciplinar
(mestr./dout.)
Coletamos índices de confiabilidade nos
metaestudos de Weller (2002) e de Bornmann
(2011).
13
Resultados
Esperávamos: ICC de mestrandos em CI < ICC de profissionais no fomento e publicação
Não esperávamos: ICCs CI frequentemente < ICCs de pós-graduandos interdisciplinares
14
Resultados
Mestrado em Ciência da Informação: o ICC (2,1) variou
entre -0,500 e 0,202, com 9 valores positivos e 3
negativos;
Programa de pós-graduação revisões multidisciplinares
de artigos: o ICC (2,1) variou entre -0,254 e 0,540,
com 5 valores positivos, um zero e 4 negativos
Estudos mencionados por Weller (2002, p. 186-187)
apontam valores de ICC no intervalo [-0,15; 0,84].
15
Resultados
Revisores em formação apresentam índices
inferiores aos apontados por Weller (2002) e
por Bornmann (2011);
Predominância de valores superiores de ICC
nos certames profissionais em relação aos
certames estudantis.
16
Discussão / conclusão
Dentre as 12 medidas de ICC encontradas na
revisão de propostas de mestrado em Ciência da
Informação, 9 são positivas, compatíveis com as
medidas encontradas no levantamento de Weller
(2002).
Os índices são inferiores aos apontados por
Weller (2002) e por Bornmann (2011), no
entanto, trata-se de uma medida pontual – para
um certame de revisão por pares.
17
Discussão / conclusão
Os resultados são preliminares. As próximas
etapas da pesquisa incluem a construção de
indicadores de confiabilidade longitudinais,
tanto para os processos acadêmicos discutidos
aqui quanto para outros fóruns, como revistas
científicas.
18
Referências
BORNMANN, L. Scientific peer review. ARIST, v. 45, n. 1, p. 199-245, 2011.
DAVYT GARCÍA, A.; VELHO, L. A Avaliação da Ciência e a Revisão por Pares: passado e presente. Como
será o Futuro?. História, Ciência, Saúde – Manguinhos, v. 7, n. 1, p. 93-116, mar./jun. 2000.
JENNINGS, C. G. Quality and value: The true purpose of peer review. What you can't measure, you
can't manage: the need for quantitative indicators in peer review (Nature Peer Review Debate).
Nature, 2006.
NIELSEN, Michael. Three myths about scientific peer review (blog post). January 8, 2009.
http://michaelnielsen.org/blog/three-myths-about-scientific-peer-review/
What you can't measure, you can't manage: the need for quantitative indicators in peer review
(Nature Peer Review Debate). Nature, 2006.
SMITH, A. J. The task of the referee. Computer, v. 23, n. 4, p. 65–71, 1990
SHROUT, P. E.; FLEISS, J. L. Intraclass correlations: Use in assessing rater reliability. Psychol. Bull., v. 86,
n. 2, p. 420-428, 1979.
WELLER, A. C. Editorial peer review: Its strengths and weaknesses. Second printing (ASIST monograph
series). Medford, New Jersey (EUA): Information Today, Inc. 2002. 342 p.
19

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Acidente no Trabalho
Acidente no TrabalhoAcidente no Trabalho
Acidente no Trabalho
Nayane Ferreira
 
Vacinação ocupacional
Vacinação ocupacionalVacinação ocupacional
Vacinação ocupacional
Cosmo Palasio
 
As Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos Reis
As Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos ReisAs Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos Reis
As Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos Reis
Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG)
 
Tipos de estudos epidemiologicos
Tipos de estudos epidemiologicosTipos de estudos epidemiologicos
Tipos de estudos epidemiologicos
Ingrid Travassos
 
Fluxograma atendimento
Fluxograma atendimentoFluxograma atendimento
Fluxograma atendimento
Cínthia Lima
 
Tipos De Estudo
Tipos De EstudoTipos De Estudo
Tipos De Estudo
Eduardo Vilas Boas
 
Seguranca do Paciente - Medicamentos
Seguranca do Paciente - MedicamentosSeguranca do Paciente - Medicamentos
Seguranca do Paciente - Medicamentos
Emmanuel Souza
 
Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...
Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...
Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...
Ana Loureiro
 
Sinalização de segurança
Sinalização de segurançaSinalização de segurança
Sinalização de segurança
Sónia Palma
 
Sipat palestra-iog-01
Sipat palestra-iog-01Sipat palestra-iog-01
Sipat palestra-iog-01
Cleber Nonato Conceição
 
Epidemiologia básica 4
Epidemiologia básica 4Epidemiologia básica 4
Epidemiologia básica 4
Carolina Restini
 
análise de conteúdo de entrevista
análise de conteúdo de entrevistaanálise de conteúdo de entrevista
análise de conteúdo de entrevista
Michelle Silva
 
Análise de Dados
Análise de DadosAnálise de Dados
Análise de Dados
Lucila Pesce
 
AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...
AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...
AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...
Leonardo Savassi
 
Relacionamento profissional de saúde e paciente
Relacionamento profissional de saúde e pacienteRelacionamento profissional de saúde e paciente
Relacionamento profissional de saúde e paciente
viviansantos2012
 
PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.ppt
PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.pptPREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.ppt
PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.ppt
Vilson Stollmeier
 
Aula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorial
Aula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorialAula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorial
Aula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorial
Hugo Sousa
 
Bioética privacidade e segredo profissional
Bioética   privacidade e segredo profissionalBioética   privacidade e segredo profissional
Bioética privacidade e segredo profissional
Nilson Dias Castelano
 
Epidemiologia, Racismo Institucional e Iniquidades na perspectiva da saúde d...
Epidemiologia, Racismo Institucional  e Iniquidades na perspectiva da saúde d...Epidemiologia, Racismo Institucional  e Iniquidades na perspectiva da saúde d...
Epidemiologia, Racismo Institucional e Iniquidades na perspectiva da saúde d...
Regina M F Gomes
 
Modelo de trabalho pronto - ABNT
Modelo de trabalho pronto - ABNTModelo de trabalho pronto - ABNT
Modelo de trabalho pronto - ABNT
Tiago Lacerda
 

Mais procurados (20)

Acidente no Trabalho
Acidente no TrabalhoAcidente no Trabalho
Acidente no Trabalho
 
Vacinação ocupacional
Vacinação ocupacionalVacinação ocupacional
Vacinação ocupacional
 
As Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos Reis
As Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos ReisAs Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos Reis
As Redes de Urgência e Emergência em Minas Gerais _Rasível dos Reis
 
Tipos de estudos epidemiologicos
Tipos de estudos epidemiologicosTipos de estudos epidemiologicos
Tipos de estudos epidemiologicos
 
Fluxograma atendimento
Fluxograma atendimentoFluxograma atendimento
Fluxograma atendimento
 
Tipos De Estudo
Tipos De EstudoTipos De Estudo
Tipos De Estudo
 
Seguranca do Paciente - Medicamentos
Seguranca do Paciente - MedicamentosSeguranca do Paciente - Medicamentos
Seguranca do Paciente - Medicamentos
 
Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...
Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...
Paradigmas, Metodologias, Métodos e Técnicas de Investigação Paradigmas, Meto...
 
Sinalização de segurança
Sinalização de segurançaSinalização de segurança
Sinalização de segurança
 
Sipat palestra-iog-01
Sipat palestra-iog-01Sipat palestra-iog-01
Sipat palestra-iog-01
 
Epidemiologia básica 4
Epidemiologia básica 4Epidemiologia básica 4
Epidemiologia básica 4
 
análise de conteúdo de entrevista
análise de conteúdo de entrevistaanálise de conteúdo de entrevista
análise de conteúdo de entrevista
 
Análise de Dados
Análise de DadosAnálise de Dados
Análise de Dados
 
AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...
AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...
AULA Atenção Domiciliar UFOP 2014 - 02 - Disciplina Medicina de Família e Com...
 
Relacionamento profissional de saúde e paciente
Relacionamento profissional de saúde e pacienteRelacionamento profissional de saúde e paciente
Relacionamento profissional de saúde e paciente
 
PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.ppt
PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.pptPREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.ppt
PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.ppt
 
Aula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorial
Aula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorialAula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorial
Aula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorial
 
Bioética privacidade e segredo profissional
Bioética   privacidade e segredo profissionalBioética   privacidade e segredo profissional
Bioética privacidade e segredo profissional
 
Epidemiologia, Racismo Institucional e Iniquidades na perspectiva da saúde d...
Epidemiologia, Racismo Institucional  e Iniquidades na perspectiva da saúde d...Epidemiologia, Racismo Institucional  e Iniquidades na perspectiva da saúde d...
Epidemiologia, Racismo Institucional e Iniquidades na perspectiva da saúde d...
 
Modelo de trabalho pronto - ABNT
Modelo de trabalho pronto - ABNTModelo de trabalho pronto - ABNT
Modelo de trabalho pronto - ABNT
 

Semelhante a Revisão por pares: Como funciona (?) e nossas pesquisas no tema

Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...
Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...
Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...
Vinícius M. Kern
 
Aula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadores
Aula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadoresAula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadores
Aula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadores
Leticia Strehl
 
É possível prever o Prêmio Nobel?
É possível prever o Prêmio Nobel?É possível prever o Prêmio Nobel?
É possível prever o Prêmio Nobel?
Osame Kinouchi
 
Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa esta é a questão- - hartmu...
Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa  esta é a questão- - hartmu...Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa  esta é a questão- - hartmu...
Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa esta é a questão- - hartmu...
Nei Cesario Espindola
 
Revisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto Par
Revisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto ParRevisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto Par
Revisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto Par
Vinícius M. Kern
 
4. Coleta de dados (1).pptx
4. Coleta de dados (1).pptx4. Coleta de dados (1).pptx
4. Coleta de dados (1).pptx
DayaneFerreiraSantos2
 
Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)
Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)
Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)
Vinícius M. Kern
 
Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016
Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016
Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016
Simone Athayde
 
Atores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorial
Atores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorialAtores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorial
Atores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorial
Vinícius M. Kern
 
Aula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa Qualitativa
Aula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa QualitativaAula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa Qualitativa
Aula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa Qualitativa
Cleide Magáli dos Santos
 
Pólos Teórico e Morfológico das Pesquisas Qualitativas
Pólos Teórico e Morfológico das Pesquisas QualitativasPólos Teórico e Morfológico das Pesquisas Qualitativas
Pólos Teórico e Morfológico das Pesquisas Qualitativas
Eziquiel Menta
 
Dissertação Cientifica
Dissertação CientificaDissertação Cientifica
Pesquisa
PesquisaPesquisa
Pesquisa
Marta Gomes
 
Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...
Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...
Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...
Rafael Machado Alves
 
Artigos Científicos: Análise e Elaboração
Artigos Científicos: Análise e ElaboraçãoArtigos Científicos: Análise e Elaboração
Artigos Científicos: Análise e Elaboração
Carlos Fernando Jung
 
Aula 1 - A natureza da pesquisa qualitativa
Aula  1 - A natureza da pesquisa qualitativaAula  1 - A natureza da pesquisa qualitativa
Aula 1 - A natureza da pesquisa qualitativa
Cleide Magáli dos Santos
 
indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...
indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...
indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...
Leticia Strehl
 
Medidas de visibilidade das publicações científicas
Medidas de visibilidade das publicações científicasMedidas de visibilidade das publicações científicas
Medidas de visibilidade das publicações científicas
Leticia Strehl
 
Dialogos - Estudos de Revisão
Dialogos - Estudos de RevisãoDialogos - Estudos de Revisão
Dialogos - Estudos de Revisão
Carlos Alberto Monteiro
 
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativosIntrodução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Leticia Strehl
 

Semelhante a Revisão por pares: Como funciona (?) e nossas pesquisas no tema (20)

Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...
Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...
Confiabilidade da revisão por pares recíproca anônima de propostas de mestrad...
 
Aula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadores
Aula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadoresAula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadores
Aula 6 - O estudo e a avaliacao da producao cientifica: criterios e indicadores
 
É possível prever o Prêmio Nobel?
É possível prever o Prêmio Nobel?É possível prever o Prêmio Nobel?
É possível prever o Prêmio Nobel?
 
Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa esta é a questão- - hartmu...
Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa  esta é a questão- - hartmu...Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa  esta é a questão- - hartmu...
Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa esta é a questão- - hartmu...
 
Revisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto Par
Revisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto ParRevisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto Par
Revisão por pares na aprendizagem: 17 anos de prática e pesquisa no Projeto Par
 
4. Coleta de dados (1).pptx
4. Coleta de dados (1).pptx4. Coleta de dados (1).pptx
4. Coleta de dados (1).pptx
 
Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)
Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)
Ciência e métodos para a interdisciplinaridade (5o Workshop EGC/UFSC)
 
Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016
Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016
Aplicando pesquisa interdisciplinar_unir_2016
 
Atores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorial
Atores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorialAtores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorial
Atores, fatores, relações e mecanismos da revisão por pares editorial
 
Aula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa Qualitativa
Aula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa QualitativaAula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa Qualitativa
Aula 2 - Validez e Confiabilidade da Pesquisa Qualitativa
 
Pólos Teórico e Morfológico das Pesquisas Qualitativas
Pólos Teórico e Morfológico das Pesquisas QualitativasPólos Teórico e Morfológico das Pesquisas Qualitativas
Pólos Teórico e Morfológico das Pesquisas Qualitativas
 
Dissertação Cientifica
Dissertação CientificaDissertação Cientifica
Dissertação Cientifica
 
Pesquisa
PesquisaPesquisa
Pesquisa
 
Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...
Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...
Analise de redes sociais: How forensic scientists learn to investigate cases ...
 
Artigos Científicos: Análise e Elaboração
Artigos Científicos: Análise e ElaboraçãoArtigos Científicos: Análise e Elaboração
Artigos Científicos: Análise e Elaboração
 
Aula 1 - A natureza da pesquisa qualitativa
Aula  1 - A natureza da pesquisa qualitativaAula  1 - A natureza da pesquisa qualitativa
Aula 1 - A natureza da pesquisa qualitativa
 
indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...
indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...
indicadores de impacto e produtividade das publicações para a avaliação da at...
 
Medidas de visibilidade das publicações científicas
Medidas de visibilidade das publicações científicasMedidas de visibilidade das publicações científicas
Medidas de visibilidade das publicações científicas
 
Dialogos - Estudos de Revisão
Dialogos - Estudos de RevisãoDialogos - Estudos de Revisão
Dialogos - Estudos de Revisão
 
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativosIntrodução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
Introdução aos métodos de pesquisa. 2, Métodos quaNTItativos
 

Mais de Vinícius M. Kern

Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...
Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...
Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...
Vinícius M. Kern
 
Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...
Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...
Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...
Vinícius M. Kern
 
A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...
A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...
A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...
Vinícius M. Kern
 
The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...
The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...
The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...
Vinícius M. Kern
 
Sistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_Bunge
Sistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_BungeSistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_Bunge
Sistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_Bunge
Vinícius M. Kern
 
Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia
Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia
Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia
Vinícius M. Kern
 
Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...
Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...
Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...
Vinícius M. Kern
 
El sistema de revisión por pares
El sistema de revisión por paresEl sistema de revisión por pares
El sistema de revisión por pares
Vinícius M. Kern
 
Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...
Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...
Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...
Vinícius M. Kern
 
Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012
Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012
Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012
Vinícius M. Kern
 
Painel Científico EGC/UFSC 2012: Abertura
Painel Científico EGC/UFSC 2012: AberturaPainel Científico EGC/UFSC 2012: Abertura
Painel Científico EGC/UFSC 2012: Abertura
Vinícius M. Kern
 
O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...
O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...
O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...
Vinícius M. Kern
 
Currículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovação
Currículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovaçãoCurrículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovação
Currículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovação
Vinícius M. Kern
 
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicosPlataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Vinícius M. Kern
 
Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)
Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)
Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)
Vinícius M. Kern
 
Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...
Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...
Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...
Vinícius M. Kern
 
Convergência Tecnológica
Convergência TecnológicaConvergência Tecnológica
Convergência Tecnológica
Vinícius M. Kern
 
Introdução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimento
Introdução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimentoIntrodução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimento
Introdução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimento
Vinícius M. Kern
 
O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...
O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...
O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...
Vinícius M. Kern
 

Mais de Vinícius M. Kern (19)

Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...
Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...
Curadoria de informação na Wikipédia: Lições para a comunicação científica (I...
 
Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...
Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...
Kern & Uriona (2018). Hipercrescimento e colapso: Conjeturando cenários da so...
 
A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...
A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...
A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciên...
 
The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...
The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...
The editorial peer review system: Towards a comprehensive description with th...
 
Sistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_Bunge
Sistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_BungeSistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_Bunge
Sistemas-de-informacao-2o-Reducao-Ao-Sistema_Bunge
 
Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia
Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia
Visión Sistémica de la Evaluación Por Pares en Ciencia
 
Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...
Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...
Cosmovisión, estrategia y métodos de investigación: opciones teórico-metodoló...
 
El sistema de revisión por pares
El sistema de revisión por paresEl sistema de revisión por pares
El sistema de revisión por pares
 
Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...
Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...
Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e...
 
Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012
Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012
Reunião do grupo de pesquisa Informação Científica - UFSC - 26/04/2012
 
Painel Científico EGC/UFSC 2012: Abertura
Painel Científico EGC/UFSC 2012: AberturaPainel Científico EGC/UFSC 2012: Abertura
Painel Científico EGC/UFSC 2012: Abertura
 
O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...
O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...
O sistemismo de Bunge: fundamentos, abordagem metodológica e aplicação a sist...
 
Currículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovação
Currículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovaçãoCurrículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovação
Currículo Lattes como credencial do pesquisador no sistema nacional de inovação
 
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicosPlataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
 
Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)
Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)
Growing a Peer Review Culture among Graduate Students (WCCE 2009)
 
Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...
Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...
Emergo: Academic Performance Assessment and Planning with a Data Mart (WCCE 2...
 
Convergência Tecnológica
Convergência TecnológicaConvergência Tecnológica
Convergência Tecnológica
 
Introdução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimento
Introdução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimentoIntrodução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimento
Introdução ao sistemismo bungeano aplicado à engenharia do conhecimento
 
O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...
O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...
O que Martinho da Vila entende de BD? (sobre abstrações de abstrações e model...
 

Último

Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
ClaudiaMainoth
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
karinenobre2033
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 

Último (20)

Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 

Revisão por pares: Como funciona (?) e nossas pesquisas no tema

  • 1. Revisão por pares: Como funciona (?) e nossas pesquisas no tema Palestra apresentada na disciplina “CIN5034 - Editoração Científica, Curso de Biblioteconomia da UFSC, em 07/06/2013 Tema da palestra: Avaliação dos pares – direitos e deveres Vinícius M. Kern, kern@cin.ufsc.br Marta Denisczwicz, marta.denisczwicz@gmail.com Grupo de pesquisa: Informação, Tecnologia e Sociedade ROTEIRO • O que é • Modalidades • História • Falhas (e virtudes) • Nossas pesquisas Estes slides em http://www.slideshare. net/vmkern
  • 2. Peer Review O QUE É • Principal mecanismo de controle de qualidade na maioria das disciplinas científicas (BORNMANN, 2011) • Instrumento mais eficaz para fazer a seleção crítica (BORNMANN, 2011) • O julgamento é realizado pelos pares a partir de critérios de avaliação determinados internamente pela própria comunidade científica (DAVYT GARCÍA; VELHO, 2000) • Define os rumos que a ciência deve seguir (DAVYT GARCÍA; VELHO, 2000) 2
  • 3. Modalidades de Peer Review Editorial : usada para selecionar artigos para publicação Cega, duplo-cega, aberta... De fomento: “a revisão por pares para fins de financiamento da pesquisa originou-se nas agências de fomento, estabelecendo uma relação da comunidade científica com os organismos do Estado” (DAVYT GARCÍA; VELHO, 2000) De docência De desenvolvimento de software (XP - extreme programming) ... 3
  • 4. História da peer review Primeiras revistas (journals) em 1665 Peer review usada desde 1731 na Royal Society of Edinburgh’s Medical Essays and Observations (NIELSEN, 2009) … mas não que seja usada por todos desde então… 4
  • 5. História da peer review Questão de poder: na prática, a peer review passou a ser a regra para avaliar artigos e propostas de pesquisa em torno de 1950 (NIELSEN, 2009). ... mas não foi fácil: no fomento à pesquisa, os burocratas não acharam maravilhoso ceder seu poder de veto e dádiva para comitês de pares. 5
  • 6. História da peer review Caso Einstein, o velho rabugento... (NIELSEN, 2009) Publicou ~300 artigos de 1901 a 1955. Quantos revisados por pares? R: Aparentemente 1 (Physical Review – submetido em 1936, rejeitado). A indignação do gênio com o editor: Dear Sir, We (Mr. Rosen and I) had sent you our manuscript for publication and had not authorized you to show it to specialists before it is printed. I see no reason to address the in any case erroneous comments of your anonymous expert. On the basis of this incident I prefer to publish the paper elsewhere. Respectfully, P.S. Mr. Rosen, who has left for the Soviet Union, has authorized me to represent him in this matter. * Depois disso, nunca mais submeteu à Physical Review. O artigo afinal foi publicado no Journal of the Franklin Institute, com conclusões dramaticamente alteradas (coincidentemente ou não). 6
  • 7. Falhas da peer review Confiabilidade: avaliadores pouco concordam Validade, generalizabilidade e potenciais vieses Faltam indicadores quantitativos de gestão Formação precária de pareceristas Ineficácia para detectar fraude, plágio, baixa qualidade ou erro. 7
  • 8. Falhas da peer review Questões éticas sérias, incluindo o conflito de interesses... Indústria farmacêutica e as conclusões “compradas” Círculos de amigos (backscratching) 8
  • 9. Nossas pesquisas em peer review Projeto Par - desde 1997 • Revisão por pares na aprendizagem. Anônima, dupla-cega. 1000+ alunos. • Algumas publicações • Denisczwicz, M. &; Kern, V. M. (2013). Indicadores de gestão na revisão por pares: confiabilidade da revisão recíproca anônima de propostas de mestrado. Liinc em Revista 9(1), 283-295. • Kern, V. M., Possamai, O., Selig, P. M., Pacheco, R. C. dos S., Souza, G. de C. de, Rautenberg, S., & Lemos, R. T. da S. (2009). Growing a peer review culture among graduate students In A. Tatnall & A. Jones (Eds.), Education and Technology for a Better World (IFIP Advan., Vol. 302, pp. 388–397). Berlin, Heidelberg: Springer Berlin Heidelberg. • Kern, V. M., Pacheco, R. C. dos S., Saraiva, L. M. & Pernigotti, J. M. (2007). Peer review in Computer Science education: Requirements for continuous, large scale application. In F. M. Mendes Neto & F. V. Brasileiro. (Eds.), Advances in computer supported learning, p. 45-65. Hershey, PA (EUA): Idea Group Publishing. • Kern, V. M., Saraiva, L. M., & Pacheco, R. C. dos S. (2003). Peer review in education: promoting collaboration, written expression, critical thinking, and professional responsibility. Education and Information Technologies, 8(1), 37–46. 9
  • 10. Pesquisa - MEDIDAS LONGITUDINAIS DE CONFIABILIDADE EM SÉRIES DE CERTAMES REVISÃO POR PARES • Críticas ao processo • Falta de indicadores de qualidade • Formação precária de pareceristas A pesquisa... Seleção de um indicador: coeficiente de correlação intraclasse ICC(2,1), que considera que os pareceristas são selecionados a partir de uma população maior, e cada parecerista avalia cada proposta (SHROUT; FLEISS, 1979). 10
  • 11. Processo de revisão por pares: propostas de mestrado (n=12) Anônima, recíproca (9 a 11 revisões/proposta), com diretrizes. 7 pontos de avaliação em escala Likert-6 Escala de 1 (discordo totalmente) a 6 (concordo totalmente) Itens de avaliação: Problema e objetivos Fundamentação Abordagem metodológica Resultados esperados e conclusões Referências Linguagem e estilo Formatos 11
  • 12. 12
  • 13. Para dispor de algum termo de comparação... Conduzimos outro processo em artigos (n=11, 2 rev/aluno ou 4/artigo) de duplas em disciplina de PG de programa interdisciplinar (mestr./dout.) Coletamos índices de confiabilidade nos metaestudos de Weller (2002) e de Bornmann (2011). 13
  • 14. Resultados Esperávamos: ICC de mestrandos em CI < ICC de profissionais no fomento e publicação Não esperávamos: ICCs CI frequentemente < ICCs de pós-graduandos interdisciplinares 14
  • 15. Resultados Mestrado em Ciência da Informação: o ICC (2,1) variou entre -0,500 e 0,202, com 9 valores positivos e 3 negativos; Programa de pós-graduação revisões multidisciplinares de artigos: o ICC (2,1) variou entre -0,254 e 0,540, com 5 valores positivos, um zero e 4 negativos Estudos mencionados por Weller (2002, p. 186-187) apontam valores de ICC no intervalo [-0,15; 0,84]. 15
  • 16. Resultados Revisores em formação apresentam índices inferiores aos apontados por Weller (2002) e por Bornmann (2011); Predominância de valores superiores de ICC nos certames profissionais em relação aos certames estudantis. 16
  • 17. Discussão / conclusão Dentre as 12 medidas de ICC encontradas na revisão de propostas de mestrado em Ciência da Informação, 9 são positivas, compatíveis com as medidas encontradas no levantamento de Weller (2002). Os índices são inferiores aos apontados por Weller (2002) e por Bornmann (2011), no entanto, trata-se de uma medida pontual – para um certame de revisão por pares. 17
  • 18. Discussão / conclusão Os resultados são preliminares. As próximas etapas da pesquisa incluem a construção de indicadores de confiabilidade longitudinais, tanto para os processos acadêmicos discutidos aqui quanto para outros fóruns, como revistas científicas. 18
  • 19. Referências BORNMANN, L. Scientific peer review. ARIST, v. 45, n. 1, p. 199-245, 2011. DAVYT GARCÍA, A.; VELHO, L. A Avaliação da Ciência e a Revisão por Pares: passado e presente. Como será o Futuro?. História, Ciência, Saúde – Manguinhos, v. 7, n. 1, p. 93-116, mar./jun. 2000. JENNINGS, C. G. Quality and value: The true purpose of peer review. What you can't measure, you can't manage: the need for quantitative indicators in peer review (Nature Peer Review Debate). Nature, 2006. NIELSEN, Michael. Three myths about scientific peer review (blog post). January 8, 2009. http://michaelnielsen.org/blog/three-myths-about-scientific-peer-review/ What you can't measure, you can't manage: the need for quantitative indicators in peer review (Nature Peer Review Debate). Nature, 2006. SMITH, A. J. The task of the referee. Computer, v. 23, n. 4, p. 65–71, 1990 SHROUT, P. E.; FLEISS, J. L. Intraclass correlations: Use in assessing rater reliability. Psychol. Bull., v. 86, n. 2, p. 420-428, 1979. WELLER, A. C. Editorial peer review: Its strengths and weaknesses. Second printing (ASIST monograph series). Medford, New Jersey (EUA): Information Today, Inc. 2002. 342 p. 19