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Luciana Mara Silva

XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação
(ENANCIB 2013)
Informação e interação: Ampliando perspectivas para o
desenvolvimento humano
Florianópolis - SC, de 29 de outubro a 01 de novembro 2013

Bibliotecária da Unisul e mestranda do PGCIN/UFSC, Luciana.Mara@unisul.br

Robson Garcia Formoso
Professor da Faculdade Senai e mestrando do PPGEGC/UFSC, formoso@gmail.com

Vinícius Medina Kern
Professor do PGCIN e do PPGEGC/UFSC, kern@cin.ufsc.br

REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL COMO SISTEMA TÉCNICO-SOCIAL:
COMPOSIÇÃO, AMBIENTE E ESTRUTURA
RI parcial por cada pesquisador; [3] sua consolidação
por consenso; [4] síntese dos modelos parciais pelo
consenso do grupo de pesquisadores. Nesta pesquisa,
Repositórios institucionais (RI): sistemas de
O modelo de RI proposto deve ser abrangente. O
o grupo de pesquisadores é composto pelos 3 autores.
informação técnico-sociais cuja frequente falha é
modelo parcial resultante ainda tem lacunas - há
atribuída a diversos motivos, incluindo a falta de
componente sem ligações com os demais e há itens
recursos e de adesão por atores envolvidos.
do ambiente não ligados a componentes. As lacunas
devem ser preenchidas a partir da análise dos textos
Barreiras e desafios aos RI:  desconhecimento da
complementares do corpus.
comunidade científica (MARQUES; MAIO, [2007?];
WEITZEL, 2006, LEITE, 2009)  divergências sobre
Quanto à relevância de uma descrição sistêmica, o
como é e como deve funcionar o RI como serviço de A Figura 1 motra uma marcação individual de próximo texto a ser analisado para abstrair elementos
informação (GUIMARÃES; SILVA; NORONHA, 2009, componentes, itens do ambiente e ligações a partir do (ARLITSCH; O'BRIEN, 2012) ajuda a entender que
LEITE, 2009)  complexidade das interações entre os texto de Guimarães, Silva e Noronha (2009).
uma decisão adequada desde um ponto de vista
atores envolvidos (GUIMARÃES; SILVA; NORONHA,
disciplinar, como a adoção do consagrado padrão de
2009)  invisibilidade dos RI para motores de busca
metadados Dublin Core, implica no sufocamento dos
(ARLITSCH; O'BRIEN, 2012).
acessos ao repositório e, portanto, é uma decisão
Figura 1: Extrato do texto-fonte marcado com elementos de um
enviesada que não deve prevalecer.
repositório institucional: componentes (vermelho), itens do ambiente
Estudos como o de Guedon (2009) apontam que
(verde) e ligações (azul claro) [Fonte: autores]
viabilização e êxito dos RI ultrapassa questões
tecnológicas. Necessária visão ampla, colaboração A Figura 2 mostra o resultado da consolidação do
de atores sociais envolvidos – por exemplo, via auto- modelo parcial de RI segundo o texto de Guimarães,
arquivamento.
Silva e Noronha (2009), de acordo com o consenso do ARLITSCH, K.; O'BRIEN, P. S. Invisible institutional repositories:

INTRODUÇÃO

DISCUSSÃO

RESULTADOS
PRELIMINARES

REFERÊNCIAS

addressing the low indexing ratios of IRs in Google. Library Hi Tech, v.
30, n. 1, p. 60-81, 2012.

Problema: Como entender repositórios de forma grupo de pesquisadores.
abrangente, não-enviesada?
Objetivo: elaborar uma descrição sistêmica de um
repositório
institucional,
caracterizando
seus
componentes, itens do entorno e ligações
estruturantes.

FUNDAMENTOS E
PROCEDIMENTOS
METODOLÓGICOS
Base teórico-metodológica: sistemismo de Bunge
(1997, 2003).

Componentes

documento [artigo científico, artigo, preprint, publicação
acadêmica], pesquisador [comunidade acadêmica
(local/depositante), comunidade científica (idem)], staff
do RI [profissional da informação, profissional de TI]

Itens do
instituição [biblioteca, guia de avaliação pesquisa
entorno ou institucional, instituição de pesquisa, mecanismos de
ambiente
avaliação, micro-macro políticas locais, política de
informação do RI, políticas de infraestrutura da instituição,
universidade], usuários [comunidade acadêmica,
comunidade científica] , periódicos [editoras científicas
comerciais, políticas das editoras comerciais], normas,
leis e cultura [caráter mandatório de depósito, copyright,
movimento de acesso livre, padrão OAI, propriedade
intelectual], órgãos regulamentadores [micro-macro
políticas globais, órgãos governamentais], estrutura
técnológica [hardware, infra estrutura tecnológica,
metadados, software], web [internet]
Ligações
auto-arquivamento [autodepósito] (pesquisador(e elemen- publicação), ligações de avaliação e fomento [revisão
tos ligados) por pares] (pesquisador-agência de fomento), acesso
[acesso aos conteúdos] (usuário-publicação)

Sistema: objeto estruturado, i.e., composto por
partes interligadas, com características sistêmicas
(emergentes) que seus componentes não têm. Tudo é
sistema: “Toda coisa, seja concreta ou abstrata, é um Figura 2: Elementos [e seus sinônimos e correlatos ocorrentes no texto]
do modelo parcial de sistema “repositório institucional” [Fonte: autores]
sistema ou um componente ou potencial componente
de sistema” (BUNGE, 2003, p. 114).
A Figura 3 verte graficamente o quadro da Figura 2.
Sistema concreto pode ser descrito segundo o
modelo CESM: Composition, Environment, Structure,
Mechanism (BUNGE, 2003). C, E, S: levantamento. M:
conjetura e teste de hipótese.
Abordagem metodológica para descrição do sistema
RI: abstração dos elementos C, E, S a partir de
revisão da literatura orientada pelo modelo CESM.
Seleção de fontes: oportunística, buscando abranger
as origens dos fatos sociais segundo Bunge:
ambiental, biopsicológica, econômica, política e
cultural.
Procedimentos: [1] marcação individual do textofonte, por vários pesquisadores, quanto aos
componentes, itens do entorno e ligações
estruturantes de um RI; [2] síntese de um modelo de

Patrocinadores:

BUNGE, M. Emergence and convergence: qualitative novelty and the
unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p.
BUNGE, M. Mechanism and explanation. Philosophy of the Social
Sciences, v. 27, n. 4, p. 410-465, 1997.
GUIMARÃES, M. C. S.; SILVA, C. H.; NORONHA, I. H. RI é a resposta,
mas qual é a pergunta? Primeiras anotações para a implementação de
repositório institucional. In: SAYÃO, L. F. et al. (Org.) Implantação e
gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso
e preservação. Salvador : EDUFBA, 2009. p. 261-281.
LEITE, F. C. L. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da
informação científica brasileira: Repositórios institucionais de acesso
aberto. Brasília: Ibict, 2009.
MARQUES, Amélia Maria Nunes; MAIO, Sílvia Raquel da Silva.
Repositórios institucionais, [2007?]. Disponível em:
http://repositoriosdigitais.web.simplesnet.pt/PDF%27S/Artigo%20%20Re
positorios%20Institucionais.pdf. Acesso em: 1 maio 2010.
WEITZEL, Simone da Rocha. O papel dos repositórios institucionais e
temáticos na estrutura da produção científica. Em Questão, Porto
Alegre, v. 12, n. 1, p. 51-71, jan./jun. 2006.

ABSTRACT
Abstract: Institutional repositories are technical-social information
systems whose failure is often attributed to several reasons, including the
lack of resources and adherence by stakeholders. How to understand
repositories in a comprehensive, unbiased manner? To answer this
question, we describe institutional repositories as systems, characterizing
their components, environmental items, and structuring bonds. Our
approach is the abstraction of those elements from a literature review
guided by Mario Bunge's composition-environment-structure-mechanism
system model. The selection of sources is opportunistic, seeking to cover
the origins of social facts according to Bunge: environmental, biopsychological, economic, political, and cultural. The procedures include
individually marking components, environmental items, and bonds in the
source text, then discussing those markings in group to generate a
consensus marking and its consolidation in a system model. Here we
report on a pilot study of the abstraction technique using a single source
text. The resulting institutional repository model ought to be
comprehensive enough to allow for enlightened repository management
decisions – for instance, to give up the adoption of the renowned Dublin
Core metadata standard because it hampers the retrieval of repository
documents, being therefore detrimental to science communication..
Keywords: Institutional repositories. Open acess. Systemism. CESM
system model. Information systems.

Figura 3: Representação gráfica do modelo parcial de sistema de RI
apresentado na Figura 2 [Fonte: autores]

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Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e estrutura

  • 1. Luciana Mara Silva XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013) Informação e interação: Ampliando perspectivas para o desenvolvimento humano Florianópolis - SC, de 29 de outubro a 01 de novembro 2013 Bibliotecária da Unisul e mestranda do PGCIN/UFSC, Luciana.Mara@unisul.br Robson Garcia Formoso Professor da Faculdade Senai e mestrando do PPGEGC/UFSC, formoso@gmail.com Vinícius Medina Kern Professor do PGCIN e do PPGEGC/UFSC, kern@cin.ufsc.br REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL COMO SISTEMA TÉCNICO-SOCIAL: COMPOSIÇÃO, AMBIENTE E ESTRUTURA RI parcial por cada pesquisador; [3] sua consolidação por consenso; [4] síntese dos modelos parciais pelo consenso do grupo de pesquisadores. Nesta pesquisa, Repositórios institucionais (RI): sistemas de O modelo de RI proposto deve ser abrangente. O o grupo de pesquisadores é composto pelos 3 autores. informação técnico-sociais cuja frequente falha é modelo parcial resultante ainda tem lacunas - há atribuída a diversos motivos, incluindo a falta de componente sem ligações com os demais e há itens recursos e de adesão por atores envolvidos. do ambiente não ligados a componentes. As lacunas devem ser preenchidas a partir da análise dos textos Barreiras e desafios aos RI:  desconhecimento da complementares do corpus. comunidade científica (MARQUES; MAIO, [2007?]; WEITZEL, 2006, LEITE, 2009)  divergências sobre Quanto à relevância de uma descrição sistêmica, o como é e como deve funcionar o RI como serviço de A Figura 1 motra uma marcação individual de próximo texto a ser analisado para abstrair elementos informação (GUIMARÃES; SILVA; NORONHA, 2009, componentes, itens do ambiente e ligações a partir do (ARLITSCH; O'BRIEN, 2012) ajuda a entender que LEITE, 2009)  complexidade das interações entre os texto de Guimarães, Silva e Noronha (2009). uma decisão adequada desde um ponto de vista atores envolvidos (GUIMARÃES; SILVA; NORONHA, disciplinar, como a adoção do consagrado padrão de 2009)  invisibilidade dos RI para motores de busca metadados Dublin Core, implica no sufocamento dos (ARLITSCH; O'BRIEN, 2012). acessos ao repositório e, portanto, é uma decisão Figura 1: Extrato do texto-fonte marcado com elementos de um enviesada que não deve prevalecer. repositório institucional: componentes (vermelho), itens do ambiente Estudos como o de Guedon (2009) apontam que (verde) e ligações (azul claro) [Fonte: autores] viabilização e êxito dos RI ultrapassa questões tecnológicas. Necessária visão ampla, colaboração A Figura 2 mostra o resultado da consolidação do de atores sociais envolvidos – por exemplo, via auto- modelo parcial de RI segundo o texto de Guimarães, arquivamento. Silva e Noronha (2009), de acordo com o consenso do ARLITSCH, K.; O'BRIEN, P. S. Invisible institutional repositories: INTRODUÇÃO DISCUSSÃO RESULTADOS PRELIMINARES REFERÊNCIAS addressing the low indexing ratios of IRs in Google. Library Hi Tech, v. 30, n. 1, p. 60-81, 2012. Problema: Como entender repositórios de forma grupo de pesquisadores. abrangente, não-enviesada? Objetivo: elaborar uma descrição sistêmica de um repositório institucional, caracterizando seus componentes, itens do entorno e ligações estruturantes. FUNDAMENTOS E PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Base teórico-metodológica: sistemismo de Bunge (1997, 2003). Componentes documento [artigo científico, artigo, preprint, publicação acadêmica], pesquisador [comunidade acadêmica (local/depositante), comunidade científica (idem)], staff do RI [profissional da informação, profissional de TI] Itens do instituição [biblioteca, guia de avaliação pesquisa entorno ou institucional, instituição de pesquisa, mecanismos de ambiente avaliação, micro-macro políticas locais, política de informação do RI, políticas de infraestrutura da instituição, universidade], usuários [comunidade acadêmica, comunidade científica] , periódicos [editoras científicas comerciais, políticas das editoras comerciais], normas, leis e cultura [caráter mandatório de depósito, copyright, movimento de acesso livre, padrão OAI, propriedade intelectual], órgãos regulamentadores [micro-macro políticas globais, órgãos governamentais], estrutura técnológica [hardware, infra estrutura tecnológica, metadados, software], web [internet] Ligações auto-arquivamento [autodepósito] (pesquisador(e elemen- publicação), ligações de avaliação e fomento [revisão tos ligados) por pares] (pesquisador-agência de fomento), acesso [acesso aos conteúdos] (usuário-publicação) Sistema: objeto estruturado, i.e., composto por partes interligadas, com características sistêmicas (emergentes) que seus componentes não têm. Tudo é sistema: “Toda coisa, seja concreta ou abstrata, é um Figura 2: Elementos [e seus sinônimos e correlatos ocorrentes no texto] do modelo parcial de sistema “repositório institucional” [Fonte: autores] sistema ou um componente ou potencial componente de sistema” (BUNGE, 2003, p. 114). A Figura 3 verte graficamente o quadro da Figura 2. Sistema concreto pode ser descrito segundo o modelo CESM: Composition, Environment, Structure, Mechanism (BUNGE, 2003). C, E, S: levantamento. M: conjetura e teste de hipótese. Abordagem metodológica para descrição do sistema RI: abstração dos elementos C, E, S a partir de revisão da literatura orientada pelo modelo CESM. Seleção de fontes: oportunística, buscando abranger as origens dos fatos sociais segundo Bunge: ambiental, biopsicológica, econômica, política e cultural. Procedimentos: [1] marcação individual do textofonte, por vários pesquisadores, quanto aos componentes, itens do entorno e ligações estruturantes de um RI; [2] síntese de um modelo de Patrocinadores: BUNGE, M. Emergence and convergence: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p. BUNGE, M. Mechanism and explanation. Philosophy of the Social Sciences, v. 27, n. 4, p. 410-465, 1997. GUIMARÃES, M. C. S.; SILVA, C. H.; NORONHA, I. H. RI é a resposta, mas qual é a pergunta? Primeiras anotações para a implementação de repositório institucional. In: SAYÃO, L. F. et al. (Org.) Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso e preservação. Salvador : EDUFBA, 2009. p. 261-281. LEITE, F. C. L. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira: Repositórios institucionais de acesso aberto. Brasília: Ibict, 2009. MARQUES, Amélia Maria Nunes; MAIO, Sílvia Raquel da Silva. Repositórios institucionais, [2007?]. Disponível em: http://repositoriosdigitais.web.simplesnet.pt/PDF%27S/Artigo%20%20Re positorios%20Institucionais.pdf. Acesso em: 1 maio 2010. WEITZEL, Simone da Rocha. O papel dos repositórios institucionais e temáticos na estrutura da produção científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 12, n. 1, p. 51-71, jan./jun. 2006. ABSTRACT Abstract: Institutional repositories are technical-social information systems whose failure is often attributed to several reasons, including the lack of resources and adherence by stakeholders. How to understand repositories in a comprehensive, unbiased manner? To answer this question, we describe institutional repositories as systems, characterizing their components, environmental items, and structuring bonds. Our approach is the abstraction of those elements from a literature review guided by Mario Bunge's composition-environment-structure-mechanism system model. The selection of sources is opportunistic, seeking to cover the origins of social facts according to Bunge: environmental, biopsychological, economic, political, and cultural. The procedures include individually marking components, environmental items, and bonds in the source text, then discussing those markings in group to generate a consensus marking and its consolidation in a system model. Here we report on a pilot study of the abstraction technique using a single source text. The resulting institutional repository model ought to be comprehensive enough to allow for enlightened repository management decisions – for instance, to give up the adoption of the renowned Dublin Core metadata standard because it hampers the retrieval of repository documents, being therefore detrimental to science communication.. Keywords: Institutional repositories. Open acess. Systemism. CESM system model. Information systems. Figura 3: Representação gráfica do modelo parcial de sistema de RI apresentado na Figura 2 [Fonte: autores] Apoio: