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Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016.
A REDUÇÃO AO SISTEMA COMO OPERAÇÃOA REDUÇÃO AO SISTEMA COMO OPERAÇÃO
EPISTÊMICA Metodologia e aplicação à ciência daEPISTÊMICA Metodologia e aplicação à ciência da
informaçãoinformação
Vinícius M. KernVinícius M. Kern1,21,2 αα
, Luciana M. Silva, Luciana M. Silva1,31,3
, Paula Balbis Garcia, Paula Balbis Garcia11 ββ
,,
Letícia S. dos Santos EstácioLetícia S. dos Santos Estácio11
, Wemylinn G. F. Andrade, Wemylinn G. F. Andrade11 γγ
,,
Marta DenisczwiczMarta Denisczwicz11 γγ
, Leonardo L. Günther, Leonardo L. Günther11 γγ
, Robson G. Formoso, Robson G. Formoso22
Universidade Federal de Santa CatarinaUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC)(UFSC)
Grupo de Pesquisa em Informação, Tecnologia e SociedadeGrupo de Pesquisa em Informação, Tecnologia e Sociedade ((@DGP/CNPq@DGP/CNPq))
11
Programa de Pós-Graduação em Ciência da InformaçãoPrograma de Pós-Graduação em Ciência da Informação ((PGCINPGCIN))
22
Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do ConhecimentoPrograma de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento ((PPGEGCPPGEGC))
33
Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Biblioteca UniversitáriaUniversidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Biblioteca Universitária
αα
Bolsista CNPq (PQ-2)Bolsista CNPq (PQ-2)
ββ
Bolsista CAPES (doutorado)Bolsista CAPES (doutorado)
γγ
Bolsista CAPES (mestrado)Bolsista CAPES (mestrado)
XVII Encontro Nacional de Pesquisa em Pós-Graduação em Ciência da Informação (ENANCIB). Salvador, 20-25/11/2016.
Estes slides em http://www.slideshare.net/vmkern
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 2
ReduçãoRedução
““[...] operação epistêmica e, mais precisamente, um tipo de análise pelo qual o objeto[...] operação epistêmica e, mais precisamente, um tipo de análise pelo qual o objeto
reduzido se conjetura ou se demonstra que depende de algum outro, lógica oureduzido se conjetura ou se demonstra que depende de algum outro, lógica ou
ontologicamente anterior ao primeiro.”ontologicamente anterior ao primeiro.” 11
““[...] tipicamente implica que x é[...] tipicamente implica que x é nada mais quenada mais que y ouy ou nada sobre e além denada sobre e além de y.”y.” 22
Ciência analíticaCiência analítica ((hard sciencehard science))
Redução ao átomo ou indivíduo, sem reconhecer a emergênciaRedução ao átomo ou indivíduo, sem reconhecer a emergência
de totalidades. Filosoficamentede totalidades. Filosoficamente individualistaindividualista, “reducionista”., “reducionista”.
Reducionismo: associado ao cartesianismo, base de grandesReducionismo: associado ao cartesianismo, base de grandes
avanços, mas não dá conta de fenômenos sistêmicos taisavanços, mas não dá conta de fenômenos sistêmicos tais
como pobreza, guerra e dívida nacionalcomo pobreza, guerra e dívida nacional33
..
1
BUNGE, M. Diccionario de Filosofía, 3a ed. en español. México, D. F.: Siglo XXI, 2005. 221 p.
2
VAN RIEL, R.; VAN GULICK, R. Scientific reduction. The Stanford Encyclopedia of Philosophy, Spring 2016 Edition. Edward N. Zalta (ed.), 2016.
3
BUNGE, M. Emergence and convergence: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p.
IntroduçãoIntrodução
https://alqimia.org/2014/09/01/a-balanca-transcendente/
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016.
3
AntirreducionismoAntirreducionismo
Contraste às limitações do reducionismo. Vertente mais radical: o ...Contraste às limitações do reducionismo. Vertente mais radical: o ...
Holismo: “[...] a totalidade determina as partes e o conhecimento dessas é desnecessárioHolismo: “[...] a totalidade determina as partes e o conhecimento dessas é desnecessário
para compreender a totalidade.”para compreender a totalidade.”11
Para Bunge, é macrorredução, “redução ao todo”.Para Bunge, é macrorredução, “redução ao todo”.22
SistemismoSistemismo (Bunge(Bunge22
))
Conjuga: reconhecimento do todoConjuga: reconhecimento do todo
(holismo)(holismo) à análiseà análise (individualismo)(individualismo)..
Refuta: negativa holistaRefuta: negativa holista (não analisar)(não analisar)
e individualistae individualista (não há emergência)(não há emergência)..
Reduz a realidade ao sistema.Reduz a realidade ao sistema.
Objetivo desta apresentaçãoObjetivo desta apresentação
Apresentar método e prática da redução sistemista: Mostrar como se reduz e exemplificar aApresentar método e prática da redução sistemista: Mostrar como se reduz e exemplificar a
explicação de efeitos sistêmicos na ciência da informação – ainda que contraintuitivos.explicação de efeitos sistêmicos na ciência da informação – ainda que contraintuitivos.
1
BUNGE, M. Diccionario de Filosofía, 3a ed. en español. México, D. F.: Siglo XXI, 2005. 221 p.
2
BUNGE, M. Emergence and convergence: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p.
IntroduçãoIntrodução
ComposiçãoapartirdeBunge(2003)2
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 4
Todo sistema concreto pode ser descrito segundo ...Todo sistema concreto pode ser descrito segundo ...
C (composition): coleção de elementos componentes – detectável
E (environment): coleção de itens do ambiente – detectável
S (structure): coleção de ligações – detectável
M (mechanism): coleção de mecanismos – conjeturáveisconjeturáveis (e verificáveis)(e verificáveis)
Simples... mas inviávelSimples... mas inviável
Na prática, pode-se modelar em certo nível da C, E, S e M, por exemplo...
Composição atômica de uma molécula
Relações (ligações) sociais num grupo [não interessam atração gravitacional e eletromagnética...]
Um cientista social pode estudar sistemas sociais variando níveis → família, partido, nação...
ProblemaProblema: Bunge reconhece que é difícil11
, mas não diz como modelar sistemas.
É necessário, então, criar um procedimento.
11
BUNGE, M. A world of systems. Dordrecht: D. Reidel, 1979. 314p. (Treatise on basic philosophy; v.4. Ontology; 2).
Redução sistemista com o modelo CESRedução sistemista com o modelo CES((MM))
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 5
Disciplina de pós-graduaçãoDisciplina de pós-graduação11
Nome:
Sistemas de informação: termo (já, mal) usado, conota software, tecnocentrismo
Sistemas de informação sociotecnológicos: neologismo que não “pegou”
Sistemas de informação 2.0: neologismo não apropriado
Abordagem (ou Pesquisa) sistêmica em informação:
“[...] quando cientistas sociais rigorosos contemporâneos ouvem a
palavra ‘sistema’, ficam propensos a sacar suas armas intelectuais” 2
Pesquisa sistemista em informação
Ementa: Discute os fundamentos do sistemismo de Bunge e o articula como
abordagem teórico-metodológica à Ciência da Informação. Apresenta seus postulados, regras gerais de
pesquisa, as origens dos fatos sociais e o modelo de sistema CESM. Exercita a descrição e a
investigação de sistemas de informação.
Objetivo: Compreender3
o sistemismo de Bunge como abordagem teórico-metodológica à Ciência da
Informação; Descrever e sustentar com base na teoria concepções de sistemas de informação segundo o
modelo de sistema CESM; Formular hipóteses mecanísmicas de funcionamento de sistemas de
informação e sustentá-las teoricamente.
11 http://www.kern.prof.ufsc.br/research_grad-school/grad-courses/grad-course_systemist-research/http://www.kern.prof.ufsc.br/research_grad-school/grad-courses/grad-course_systemist-research/
22
BUNGE, M.BUNGE, M. Emergence and convergenceEmergence and convergence: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p.: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p.
33
Não se trata da acepção fenomenológica de “compreender”.Não se trata da acepção fenomenológica de “compreender”.
Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista
http://www.foodnoodle.social/2016/04/perspectives-on-technological-innovation.html
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 6
Tópicos abordados na disciplinaTópicos abordados na disciplina
O que é ciênciaO que é ciência – a demarcação bungeana (sistema de critérios; falseabilidade é só um deles)– a demarcação bungeana (sistema de critérios; falseabilidade é só um deles)
Fundamentos do sistemismoFundamentos do sistemismo – conceitos, postulados, tipologia de sistemas, CESM– conceitos, postulados, tipologia de sistemas, CESM
Redução e reducionismoRedução e reducionismo – micro- e macrorredução, 3– micro- e macrorredução, 3oo
caminho, níveis e suas relações.caminho, níveis e suas relações.
Multi- e interdisciplinaridade nas ciências sociaisMulti- e interdisciplinaridade nas ciências sociais – as origens dos fatos sociais– as origens dos fatos sociais
Prática: descrição e investigação sistemistaPrática: descrição e investigação sistemista (em sistemas de informação)(em sistemas de informação)
Seleção do sistemaSeleção do sistema – que seja de informação, com elementos sociais (senão, é sistema tecnológico,– que seja de informação, com elementos sociais (senão, é sistema tecnológico,
com funcionamento determinístico, sem dinâmica social)com funcionamento determinístico, sem dinâmica social)
Seleção de fonte(s) para a modelagemSeleção de fonte(s) para a modelagem – para que as decisões de modelagem sejam– para que as decisões de modelagem sejam
rastreáveis, com preferência para textos (a) enciclopédicos/amplos e (b) críticos/específicosrastreáveis, com preferência para textos (a) enciclopédicos/amplos e (b) críticos/específicos
Marcação de texto –Marcação de texto – identificação dos descritores que indicam elementos do sistemaidentificação dos descritores que indicam elementos do sistema
Abstração CES baseada na literaturaAbstração CES baseada na literatura – rastreável porém dificilmente completa– rastreável porém dificilmente completa
Abstração CES por modeladoresAbstração CES por modeladores – preferência: peritos no sistema, para completar o modelo– preferência: peritos no sistema, para completar o modelo
Conjetura – e formulação – de mecanismosConjetura – e formulação – de mecanismos
Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 7
Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista
Marcação de textoMarcação de texto
Após definir o sistema e as fontes textuais para a modelagem, faz-se a marcação de termosApós definir o sistema e as fontes textuais para a modelagem, faz-se a marcação de termos
que parecem descrever elementos do sistema (que parecem descrever elementos do sistema (componentescomponentes,, itens do ambienteitens do ambiente,, ligaçõesligações).).
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 8
Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista
Abstração CES baseada na literaturaAbstração CES baseada na literatura
Modelo textualModelo textual (abaixo)(abaixo), modelo gráfico, modelo gráfico (a seguir)(a seguir)
As marcações em um texto são coletadas e reunidas conforme o elemento do sistema queAs marcações em um texto são coletadas e reunidas conforme o elemento do sistema que
representam, recebendo um rótulo que é um nome potencial do elemento. A análise derepresentam, recebendo um rótulo que é um nome potencial do elemento. A análise de
outras fontes poderá ratificar a escolha desse rótulo, ou alterá-la.outras fontes poderá ratificar a escolha desse rótulo, ou alterá-la.
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016.
Fonte: SILVA, L. M. Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e estrutura.
2014. 149 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014. 9
Abstração de modelo parcialAbstração de modelo parcial
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 10
Fonte: SILVA, L. M. Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e estrutura. 2014. 149 f. Dissertação (Mestrado em
Ciência da Informação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014.Fonte: SILVA (2014)
Abstração completaAbstração completa (várias fontes; revisão e refinamento por modeladores)(várias fontes; revisão e refinamento por modeladores)
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 11
Da descrição à investigaçãoDa descrição à investigação (explicativa)(explicativa)
Mecanismo, conjetura de hipótese(s) com diagramas de Boudon-ColemanMecanismo, conjetura de hipótese(s) com diagramas de Boudon-Coleman
Neste exemplo, partimos de resultados de Arlitsch & O'BrienNeste exemplo, partimos de resultados de Arlitsch & O'Brien11
..
Conclusão deles:Conclusão deles: “[...] a falta de visibilidade no Google Scholar [...] limitará a“[...] a falta de visibilidade no Google Scholar [...] limitará a
capacidade dos RI de desempenhar um papel mais significativo nas taxas de citação [...]”capacidade dos RI de desempenhar um papel mais significativo nas taxas de citação [...]”
Nossa formulação de mecanismoNossa formulação de mecanismo22
:: Conclusão: “morte por asfixia”.Conclusão: “morte por asfixia”.
11
ARLITSCH, K.; O'BRIEN, P. S. Invisible institutional repositories: addressing the low indexing ratios of IRs in Google Scholar.ARLITSCH, K.; O'BRIEN, P. S. Invisible institutional repositories: addressing the low indexing ratios of IRs in Google Scholar. Library Hi TechLibrary Hi Tech, v. 30, n., v. 30, n.
1, p. 60-81, 2012.1, p. 60-81, 2012.
22
SILVA, L. M.; VIANNA, W. B.; KERN, V. M. O sistemismo de Bunge como base teórica e metodológica para pesquisa em Ciência da Informação.SILVA, L. M.; VIANNA, W. B.; KERN, V. M. O sistemismo de Bunge como base teórica e metodológica para pesquisa em Ciência da Informação. EmEm
QuestãoQuestão, online first, 2016., online first, 2016.
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 12
(Muito) rápida exposição sobre o sistemismo, buscando evidenciar(Muito) rápida exposição sobre o sistemismo, buscando evidenciar comocomo pesquisarpesquisar
ee ondeonde se pode chegar – à explicação baseada em mecanismo.se pode chegar – à explicação baseada em mecanismo.
Abstração árduaAbstração árdua .. Parece inicialmente simples, mas a modelagem tem-se mostradoParece inicialmente simples, mas a modelagem tem-se mostrado
difícil de fazer. É um trabalho dedifícil de fazer. É um trabalho de ontologiaontologia......
Difícil aceitaçãoDifícil aceitação .. Ao mostrar usar o estudo de Arlitsch & O’Brien paraAo mostrar usar o estudo de Arlitsch & O’Brien para exemplificarexemplificar
uma explicação de efeito sistêmico contraintuitivo, a reação mais comum é negar a validadeuma explicação de efeito sistêmico contraintuitivo, a reação mais comum é negar a validade
desse estudo (e não entendê-lo comodesse estudo (e não entendê-lo como exemploexemplo que adotamos enquanto só temos descrição).que adotamos enquanto só temos descrição).
PromissoraPromissora: vemos perspectiva de abordagem de problemas complexos: vemos perspectiva de abordagem de problemas complexos
Mundo → Descrição → ExplicaçãoMundo → Descrição → Explicação
DiscussãoDiscussão e conclusãoe conclusão
https://retailintrapreneur.files.wordpress.com/2011/09/verkehrtewelt.jpg
Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016.
UFSC – Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação
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A redução ao sistema como operação epistêmica: Metodologia e aplicação à ciência da informação

  • 1. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. A REDUÇÃO AO SISTEMA COMO OPERAÇÃOA REDUÇÃO AO SISTEMA COMO OPERAÇÃO EPISTÊMICA Metodologia e aplicação à ciência daEPISTÊMICA Metodologia e aplicação à ciência da informaçãoinformação Vinícius M. KernVinícius M. Kern1,21,2 αα , Luciana M. Silva, Luciana M. Silva1,31,3 , Paula Balbis Garcia, Paula Balbis Garcia11 ββ ,, Letícia S. dos Santos EstácioLetícia S. dos Santos Estácio11 , Wemylinn G. F. Andrade, Wemylinn G. F. Andrade11 γγ ,, Marta DenisczwiczMarta Denisczwicz11 γγ , Leonardo L. Günther, Leonardo L. Günther11 γγ , Robson G. Formoso, Robson G. Formoso22 Universidade Federal de Santa CatarinaUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC)(UFSC) Grupo de Pesquisa em Informação, Tecnologia e SociedadeGrupo de Pesquisa em Informação, Tecnologia e Sociedade ((@DGP/CNPq@DGP/CNPq)) 11 Programa de Pós-Graduação em Ciência da InformaçãoPrograma de Pós-Graduação em Ciência da Informação ((PGCINPGCIN)) 22 Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do ConhecimentoPrograma de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento ((PPGEGCPPGEGC)) 33 Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Biblioteca UniversitáriaUniversidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Biblioteca Universitária αα Bolsista CNPq (PQ-2)Bolsista CNPq (PQ-2) ββ Bolsista CAPES (doutorado)Bolsista CAPES (doutorado) γγ Bolsista CAPES (mestrado)Bolsista CAPES (mestrado) XVII Encontro Nacional de Pesquisa em Pós-Graduação em Ciência da Informação (ENANCIB). Salvador, 20-25/11/2016. Estes slides em http://www.slideshare.net/vmkern
  • 2. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 2 ReduçãoRedução ““[...] operação epistêmica e, mais precisamente, um tipo de análise pelo qual o objeto[...] operação epistêmica e, mais precisamente, um tipo de análise pelo qual o objeto reduzido se conjetura ou se demonstra que depende de algum outro, lógica oureduzido se conjetura ou se demonstra que depende de algum outro, lógica ou ontologicamente anterior ao primeiro.”ontologicamente anterior ao primeiro.” 11 ““[...] tipicamente implica que x é[...] tipicamente implica que x é nada mais quenada mais que y ouy ou nada sobre e além denada sobre e além de y.”y.” 22 Ciência analíticaCiência analítica ((hard sciencehard science)) Redução ao átomo ou indivíduo, sem reconhecer a emergênciaRedução ao átomo ou indivíduo, sem reconhecer a emergência de totalidades. Filosoficamentede totalidades. Filosoficamente individualistaindividualista, “reducionista”., “reducionista”. Reducionismo: associado ao cartesianismo, base de grandesReducionismo: associado ao cartesianismo, base de grandes avanços, mas não dá conta de fenômenos sistêmicos taisavanços, mas não dá conta de fenômenos sistêmicos tais como pobreza, guerra e dívida nacionalcomo pobreza, guerra e dívida nacional33 .. 1 BUNGE, M. Diccionario de Filosofía, 3a ed. en español. México, D. F.: Siglo XXI, 2005. 221 p. 2 VAN RIEL, R.; VAN GULICK, R. Scientific reduction. The Stanford Encyclopedia of Philosophy, Spring 2016 Edition. Edward N. Zalta (ed.), 2016. 3 BUNGE, M. Emergence and convergence: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p. IntroduçãoIntrodução https://alqimia.org/2014/09/01/a-balanca-transcendente/
  • 3. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 3 AntirreducionismoAntirreducionismo Contraste às limitações do reducionismo. Vertente mais radical: o ...Contraste às limitações do reducionismo. Vertente mais radical: o ... Holismo: “[...] a totalidade determina as partes e o conhecimento dessas é desnecessárioHolismo: “[...] a totalidade determina as partes e o conhecimento dessas é desnecessário para compreender a totalidade.”para compreender a totalidade.”11 Para Bunge, é macrorredução, “redução ao todo”.Para Bunge, é macrorredução, “redução ao todo”.22 SistemismoSistemismo (Bunge(Bunge22 )) Conjuga: reconhecimento do todoConjuga: reconhecimento do todo (holismo)(holismo) à análiseà análise (individualismo)(individualismo).. Refuta: negativa holistaRefuta: negativa holista (não analisar)(não analisar) e individualistae individualista (não há emergência)(não há emergência).. Reduz a realidade ao sistema.Reduz a realidade ao sistema. Objetivo desta apresentaçãoObjetivo desta apresentação Apresentar método e prática da redução sistemista: Mostrar como se reduz e exemplificar aApresentar método e prática da redução sistemista: Mostrar como se reduz e exemplificar a explicação de efeitos sistêmicos na ciência da informação – ainda que contraintuitivos.explicação de efeitos sistêmicos na ciência da informação – ainda que contraintuitivos. 1 BUNGE, M. Diccionario de Filosofía, 3a ed. en español. México, D. F.: Siglo XXI, 2005. 221 p. 2 BUNGE, M. Emergence and convergence: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p. IntroduçãoIntrodução ComposiçãoapartirdeBunge(2003)2
  • 4. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 4 Todo sistema concreto pode ser descrito segundo ...Todo sistema concreto pode ser descrito segundo ... C (composition): coleção de elementos componentes – detectável E (environment): coleção de itens do ambiente – detectável S (structure): coleção de ligações – detectável M (mechanism): coleção de mecanismos – conjeturáveisconjeturáveis (e verificáveis)(e verificáveis) Simples... mas inviávelSimples... mas inviável Na prática, pode-se modelar em certo nível da C, E, S e M, por exemplo... Composição atômica de uma molécula Relações (ligações) sociais num grupo [não interessam atração gravitacional e eletromagnética...] Um cientista social pode estudar sistemas sociais variando níveis → família, partido, nação... ProblemaProblema: Bunge reconhece que é difícil11 , mas não diz como modelar sistemas. É necessário, então, criar um procedimento. 11 BUNGE, M. A world of systems. Dordrecht: D. Reidel, 1979. 314p. (Treatise on basic philosophy; v.4. Ontology; 2). Redução sistemista com o modelo CESRedução sistemista com o modelo CES((MM))
  • 5. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 5 Disciplina de pós-graduaçãoDisciplina de pós-graduação11 Nome: Sistemas de informação: termo (já, mal) usado, conota software, tecnocentrismo Sistemas de informação sociotecnológicos: neologismo que não “pegou” Sistemas de informação 2.0: neologismo não apropriado Abordagem (ou Pesquisa) sistêmica em informação: “[...] quando cientistas sociais rigorosos contemporâneos ouvem a palavra ‘sistema’, ficam propensos a sacar suas armas intelectuais” 2 Pesquisa sistemista em informação Ementa: Discute os fundamentos do sistemismo de Bunge e o articula como abordagem teórico-metodológica à Ciência da Informação. Apresenta seus postulados, regras gerais de pesquisa, as origens dos fatos sociais e o modelo de sistema CESM. Exercita a descrição e a investigação de sistemas de informação. Objetivo: Compreender3 o sistemismo de Bunge como abordagem teórico-metodológica à Ciência da Informação; Descrever e sustentar com base na teoria concepções de sistemas de informação segundo o modelo de sistema CESM; Formular hipóteses mecanísmicas de funcionamento de sistemas de informação e sustentá-las teoricamente. 11 http://www.kern.prof.ufsc.br/research_grad-school/grad-courses/grad-course_systemist-research/http://www.kern.prof.ufsc.br/research_grad-school/grad-courses/grad-course_systemist-research/ 22 BUNGE, M.BUNGE, M. Emergence and convergenceEmergence and convergence: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p.: qualitative novelty and the unity of knowledge. Toronto: University of Toronto, 2003. 330 p. 33 Não se trata da acepção fenomenológica de “compreender”.Não se trata da acepção fenomenológica de “compreender”. Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista http://www.foodnoodle.social/2016/04/perspectives-on-technological-innovation.html
  • 6. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 6 Tópicos abordados na disciplinaTópicos abordados na disciplina O que é ciênciaO que é ciência – a demarcação bungeana (sistema de critérios; falseabilidade é só um deles)– a demarcação bungeana (sistema de critérios; falseabilidade é só um deles) Fundamentos do sistemismoFundamentos do sistemismo – conceitos, postulados, tipologia de sistemas, CESM– conceitos, postulados, tipologia de sistemas, CESM Redução e reducionismoRedução e reducionismo – micro- e macrorredução, 3– micro- e macrorredução, 3oo caminho, níveis e suas relações.caminho, níveis e suas relações. Multi- e interdisciplinaridade nas ciências sociaisMulti- e interdisciplinaridade nas ciências sociais – as origens dos fatos sociais– as origens dos fatos sociais Prática: descrição e investigação sistemistaPrática: descrição e investigação sistemista (em sistemas de informação)(em sistemas de informação) Seleção do sistemaSeleção do sistema – que seja de informação, com elementos sociais (senão, é sistema tecnológico,– que seja de informação, com elementos sociais (senão, é sistema tecnológico, com funcionamento determinístico, sem dinâmica social)com funcionamento determinístico, sem dinâmica social) Seleção de fonte(s) para a modelagemSeleção de fonte(s) para a modelagem – para que as decisões de modelagem sejam– para que as decisões de modelagem sejam rastreáveis, com preferência para textos (a) enciclopédicos/amplos e (b) críticos/específicosrastreáveis, com preferência para textos (a) enciclopédicos/amplos e (b) críticos/específicos Marcação de texto –Marcação de texto – identificação dos descritores que indicam elementos do sistemaidentificação dos descritores que indicam elementos do sistema Abstração CES baseada na literaturaAbstração CES baseada na literatura – rastreável porém dificilmente completa– rastreável porém dificilmente completa Abstração CES por modeladoresAbstração CES por modeladores – preferência: peritos no sistema, para completar o modelo– preferência: peritos no sistema, para completar o modelo Conjetura – e formulação – de mecanismosConjetura – e formulação – de mecanismos Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista
  • 7. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 7 Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista Marcação de textoMarcação de texto Após definir o sistema e as fontes textuais para a modelagem, faz-se a marcação de termosApós definir o sistema e as fontes textuais para a modelagem, faz-se a marcação de termos que parecem descrever elementos do sistema (que parecem descrever elementos do sistema (componentescomponentes,, itens do ambienteitens do ambiente,, ligaçõesligações).).
  • 8. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 8 Método e prática da redução sistemistaMétodo e prática da redução sistemista Abstração CES baseada na literaturaAbstração CES baseada na literatura Modelo textualModelo textual (abaixo)(abaixo), modelo gráfico, modelo gráfico (a seguir)(a seguir) As marcações em um texto são coletadas e reunidas conforme o elemento do sistema queAs marcações em um texto são coletadas e reunidas conforme o elemento do sistema que representam, recebendo um rótulo que é um nome potencial do elemento. A análise derepresentam, recebendo um rótulo que é um nome potencial do elemento. A análise de outras fontes poderá ratificar a escolha desse rótulo, ou alterá-la.outras fontes poderá ratificar a escolha desse rótulo, ou alterá-la.
  • 9. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. Fonte: SILVA, L. M. Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e estrutura. 2014. 149 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014. 9 Abstração de modelo parcialAbstração de modelo parcial
  • 10. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 10 Fonte: SILVA, L. M. Repositório institucional como sistema técnico-social: composição, ambiente e estrutura. 2014. 149 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014.Fonte: SILVA (2014) Abstração completaAbstração completa (várias fontes; revisão e refinamento por modeladores)(várias fontes; revisão e refinamento por modeladores)
  • 11. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 11 Da descrição à investigaçãoDa descrição à investigação (explicativa)(explicativa) Mecanismo, conjetura de hipótese(s) com diagramas de Boudon-ColemanMecanismo, conjetura de hipótese(s) com diagramas de Boudon-Coleman Neste exemplo, partimos de resultados de Arlitsch & O'BrienNeste exemplo, partimos de resultados de Arlitsch & O'Brien11 .. Conclusão deles:Conclusão deles: “[...] a falta de visibilidade no Google Scholar [...] limitará a“[...] a falta de visibilidade no Google Scholar [...] limitará a capacidade dos RI de desempenhar um papel mais significativo nas taxas de citação [...]”capacidade dos RI de desempenhar um papel mais significativo nas taxas de citação [...]” Nossa formulação de mecanismoNossa formulação de mecanismo22 :: Conclusão: “morte por asfixia”.Conclusão: “morte por asfixia”. 11 ARLITSCH, K.; O'BRIEN, P. S. Invisible institutional repositories: addressing the low indexing ratios of IRs in Google Scholar.ARLITSCH, K.; O'BRIEN, P. S. Invisible institutional repositories: addressing the low indexing ratios of IRs in Google Scholar. Library Hi TechLibrary Hi Tech, v. 30, n., v. 30, n. 1, p. 60-81, 2012.1, p. 60-81, 2012. 22 SILVA, L. M.; VIANNA, W. B.; KERN, V. M. O sistemismo de Bunge como base teórica e metodológica para pesquisa em Ciência da Informação.SILVA, L. M.; VIANNA, W. B.; KERN, V. M. O sistemismo de Bunge como base teórica e metodológica para pesquisa em Ciência da Informação. EmEm QuestãoQuestão, online first, 2016., online first, 2016.
  • 12. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. 12 (Muito) rápida exposição sobre o sistemismo, buscando evidenciar(Muito) rápida exposição sobre o sistemismo, buscando evidenciar comocomo pesquisarpesquisar ee ondeonde se pode chegar – à explicação baseada em mecanismo.se pode chegar – à explicação baseada em mecanismo. Abstração árduaAbstração árdua .. Parece inicialmente simples, mas a modelagem tem-se mostradoParece inicialmente simples, mas a modelagem tem-se mostrado difícil de fazer. É um trabalho dedifícil de fazer. É um trabalho de ontologiaontologia...... Difícil aceitaçãoDifícil aceitação .. Ao mostrar usar o estudo de Arlitsch & O’Brien paraAo mostrar usar o estudo de Arlitsch & O’Brien para exemplificarexemplificar uma explicação de efeito sistêmico contraintuitivo, a reação mais comum é negar a validadeuma explicação de efeito sistêmico contraintuitivo, a reação mais comum é negar a validade desse estudo (e não entendê-lo comodesse estudo (e não entendê-lo como exemploexemplo que adotamos enquanto só temos descrição).que adotamos enquanto só temos descrição). PromissoraPromissora: vemos perspectiva de abordagem de problemas complexos: vemos perspectiva de abordagem de problemas complexos Mundo → Descrição → ExplicaçãoMundo → Descrição → Explicação DiscussãoDiscussão e conclusãoe conclusão https://retailintrapreneur.files.wordpress.com/2011/09/verkehrtewelt.jpg
  • 13. Kern V, Silva L, Balbis P, Estácio L, Andrade W, Denisczwicz M, Günther L, Formoso R, A redução ao sistema como operação epistêmica, ENANCIB 2016. UFSC – Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação Obrigado! Slides em http://www.slideshare.net/vmkern