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Modelo do Estudo
• O modelo de pesquisa é o arcabouço
para o planejamento, implementação
e análise de um estudo
• A definição do modelo do estudo é• A definição do modelo do estudo é
um passo essencial para o protocolo
da pesquisa, o qual permite que o
investigador converta a hipótese
conceitual para a hipótese operacional
A pergunta da pesquisa
A pergunta da pesquisaA pergunta da pesquisa
determina a escolha dodetermina a escolha do
modelo do estudomodelo do estudo
A pergunta da pesquisa
define que modelo de
estudo é mais apropriado,
além do método e da
técnica a serem utilizados
Que questões mais interessamQue questões mais interessam
em pesquisa na área da Saúde?em pesquisa na área da Saúde?
Frequência, prevalência, incidência
Definição da Pergunta daDefinição da Pergunta da
PesquisaPesquisa
Frequência, prevalência, incidência
Associação, causalidade e etiologia
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Outros fatores que
determinam a escolha do
modelo de pesquisa
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Prevalência da doençaPrevalência da doença
Conhecimento existente
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MODELOS DEMODELOS DE
ESTUDOSESTUDOS
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analíticos
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Séries de
casos
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correlacionais
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Caso-controle Transversal Coorte
ECR
Revisão sistemática e Meta-análise
correlacionais
CAMBRON JA. Study Design. Lombard: National University of Health Sciences; 2008.
Ensaios clínicos não-
rendomizados
Classificação segundo a
originalidade dos dados
• Primários
- O investigador é o primeiro a coletar os dados:
informações de entrevistas e observações,
examesexames
• Secundários
-Os dados são coletados por outros, para outros
fins: dados de censos, estatísticas vitais, dados
do Datasus
- Ou buscam estabelecer conclusões a partir de
estudos primários: revisões
Aquele em que o pesquisador intervém
pela exclusão, inclusão ou modificação
Classificação quanto à
interferência no estudo
• Estudo Experimental
pela exclusão, inclusão ou modificação
de um determinado fator
Aquele em que o pesquisador não
intervém, mas participa como
observador.
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seres humanos são empregados
apenas no estudo de
tratamentos ou prevenções
EXPERIMENTAL/OBSERVACIONAL
tratamentos ou prevenções
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(causalidade, etiologia), por razões
éticas, só pode ser feito por meio
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grupos, parâmetros, critérios, testes são definidos
antes da coleta dos dados
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dimensionalidade temporal
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registrados anteriormente em documentos, como
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as coortes são as coortes são
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as coortes são
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as coortes são
classificadas no
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Exposição Efeito
CASO-CONTROLE
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Distribuição da doença na
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Relatos de CasoRelatos de Caso
• São uma primeira evidência para novas terapias e
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um); uma série de casos compreende de três a 10 casos
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não é pesquisa, não é planejado
PARENTE, R. M. ; OLIVEIRA, M. P.; CELESTE, R. K. Relatos e Série de Casos na Era da Medicina Baseada em Evidência. Bras.
J. Video-Sur., 3(2): 67-70 2010
• Estudos transversais; coorte;
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• Há grupo-controle e
proposição de hipóteses
Estudos ObservacionaisEstudos Observacionais
AnalíticosAnalíticos
proposição de hipóteses
• Não há intervenção do
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Estudos TransversaisEstudos Transversais
variáveis (ex: fumantes e problemas
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em cada categoria
• Podem ser transversais: estudos de
prevalência das doenças; estudos de
acurácia (testes diagnósticos)
Estudos TransversaisEstudos Transversais
Estudo de prevalência:Estudo de prevalência: ModeloModelo
observacional e transversalobservacional e transversal
Modelos de estudos paraModelos de estudos para
avaliar prevalência eavaliar prevalência e
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observacional e transversalobservacional e transversal
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observacional e longitudinalobservacional e longitudinal
• Estudos transversais têm a
limitação de não mostrar a
relação temporal entre os
atributos avaliados; estes são
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do tempo
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que é exposição e o que é efeito
Estudos correlacionais
• Envolvem a investigação as relações ou
associações entre as variáveis, ao invés de
relações diretas de causa e efeito
• São transversais
• São descritivos
• Analisam-se direção e força das relações ou• Analisam-se direção e força das relações ou
associações: análise de correlação
• Verificam-se correlações entre variáveis
• Da mesma forma que os estudos experimentais, as variáveis
também são classificadas como independente (preditiva) e
dependente (resultado)
• Porém as variáveis não são manipuladas, ou seja, não houve
intervenção do pesquisador
Estudo de CoorteEstudo de Coorte
Estudo com seguimento
• Seguimento sequencial,
longitudinal
• Útil para estudar etiologia
evolução, prognóstico,evolução, prognóstico,
incidência e associação entre
fator de risco e doença
• Demorado e caro
• Perdas são frequentes
Estudo de CoorteEstudo de Coorte
Estudo com seguimento
• O investigador parte de indivíduos
com doença (casos) e sem doença
(controles) e busca no passado a
presença ou ausência do suposto fator de
exposição
Estudos casoEstudos caso--controlecontrole
exposição
• Empregado quando a doença tem
baixa prevalência ou demora muito
tempo para se desenvolver (neste
caso, estudos de coorte podem não ser
factíveis)
Estudos casoEstudos caso--controlecontrole
•A classificação de um doente como caso
pressupõe uma precisa definição dos
critérios diagnósticos e o estadiamento da
doença;
•Fonte dos casos: pacientes com a
Estudos casoEstudos caso--controlecontrole
•Fonte dos casos: pacientes com a
doença atendidos em um ou mais serviços
de saúde ou doentes da população
•Fonte dos controles: pacientes dos
mesmos serviços sem a doença ou da
mesma comunidade
casos controles
Estudos casoEstudos caso--controlecontrole
Participantes que
já têm o efeito
de interesse
no momento em que são
incluídos no estudo
Participantes que
não têm o efeito
de interesse
no momento em que
os casos são incluídos
no estudo
Estudos experimentais controlados
• Controles paralelos (concorrentes)
- Randomizado; Não-randomizado
Controles sequenciais: cruzado
Estudos Experimentais:Estudos Experimentais: sãosão
prospectivos e longitudinaisprospectivos e longitudinais
• Controles sequenciais: cruzado
Experimentais sem controle:
chamados de “pré-experimentais”
Experimentais sem randomização:
chamados de “quase-experimentais”
Confusões na determinação de modelosConfusões na determinação de modelos
de pesquisasde pesquisas -- ExemplosExemplos
• Um estudo dos efeitos cardiovasculares de um anestésico
geral novo é considerado longitudinal, inclusive se o período
de observação após a intervenção for de apenas de 15
minutos.
• Um estudo da prevalência do uso de filtros solares para a
prevenção de câncer de pele baseado em perguntas sobre aprevenção de câncer de pele baseado em perguntas sobre a
frequência de uso de filtros em um período pré-
determinado de meses ou anos é transversal
• Se o objetivo da pesquisa fosse a avaliação da mudança na
frequência de uso de filtros solares antes e após campanha
educativa seria um estudo longitudinal
HOCHMAN, F. X.; NAHAS, F.; OLIVEIRA FILHO, R. L. Desenhos de pesquisa. Acta Cirúrgica
Brasileira, 20 (Supl. 2): 2-9, 2005
Os participantes a serem estudados
são divididos em grupos controle e
experimental
O grupos controle não recebe a
influência da variável independente
Estudo ExperimentalEstudo Experimental
influência da variável independente
Os grupo experimental recebe a
variável independente
A relação causa-efeito é determinada
pela comparação estatística entre os
grupos
Estudo Experimental comEstudo Experimental com
terapêutica medicamentosa: ensaioterapêutica medicamentosa: ensaio
clínicoclínico
Ensaios Clínicos
Ensaio clínico
Controlado Não controlado
Randomizado Não randomizado
cego aberto
Monocego Duplo cego
Ensaios clínicos controlados e
randomizados
Padrão-ouro dos modelos de
estudos: a mais convincente
evidência de eficácia ou efetividade
de um medicamentode um medicamento
Ex. Ensaios de reposição hormonal e
mulheres menopáusicas não evidenciaram
efeitos positivos sobre doença coronariana,
contradizendo resultados de estudos
obervacionais anteriores
• Estudos prospectivos utilizados para
comparar determinada intervenção
com outra ou com placebo
• Alocação randomizada (aleatória)
Experimentais com controle:Experimentais com controle:
ensaios clínicos controlados e randomizadosensaios clínicos controlados e randomizados
• Alocação randomizada (aleatória)
Possibilita a mesma probabilidade de
um indivíduo ser incluído em um grupo
ou outro
Torna os grupos mais semelhantes
entre si
Um exemplo hipotético de pesquisa
experimental (ensaio clínico)
Objetivo: determinar se a
sobrevida de pacientes
com aids aumenta com o
uso de ritonaviruso de ritonavir
Grupo controle: pacientes
com aids recebem placebo
Grupos experimentais 1 e
2: pacientes com aids
recebem duas dosagens
diferentes de ritonavir
Variável independente: dosagem de
ritonavir
Variável dependente: tempo de
sobrevida do paciente desde o início
do tratamento
Estudo Experimental:
Definição das variáveis (do exemplo anterior)
do tratamento
Variáveis de controle: sexo, idade,
etnia, tempo de duração e gravidade
da doença, nível econômico.
Análise estatística: comparação entre
os grupos usando testes estatísticos
• Ensaio clínico em que todos os
pacientes recebem os dois
tratamentos em sequência com
um período de washout
Ensaio clínico cruzadoEnsaio clínico cruzado
(crossover)
um período de washout
• Os pacientes servem como seus
próprios controles
• Necessita de tamanho menor da
amostra
• Unicêntrico
Os integrantes da equipe pesquisadora pertencem a
apenas uma instituição de pesquisa, universitária ou
não
Classificação quanto à procedência
da equipe de investigação
não
•Multicêntrico
Estudo cooperativo entre diversas instituições
Permite a obtenção de casuísticas maiores
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assim como treinamento e integração das equipes.
Revisões da Literatura
Resultados de diferentes
estudos podem ser
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podem não chegar a
conclusões definitivas
Podem ser feitos estudos de
revisão
Revisão Narrativa ou
tradicional: “Atualização”
Um especialista decide quais os
artigos ou informações são mais
relevantesrelevantes
Sujeita a viés de seleção
Grande interferência da
subjetividade do autor
Não é considerada boa evidência
científica
Revisão Sistemática
Utiliza metodologia científica
reprodutível: evidência científica
forte
Combina resultados de diferentes
estudosestudos
Critérios de pesquisa e seleção
definidos
Faz-se avaliação crítica de cada
estudo incluído
• Tipo de investigação científica que
reúne vários estudos originais,
sintetizando os resultados através
de estratégias que limitam vieses e
erros aleatórios
Revisão SistemáticaRevisão Sistemática
erros aleatórios
• Métodos estatísticos (meta-
análise) podem ou não ser
utilizados na análise e na síntese
dos resultados dos estudos incluídos
Revisão sistemática e revisão
narrativa
Característica Narrativa Sistemática
Pergunta Geralmente de escopo
abrangente
Geralmente focada na
pergunta
Fontes e busca Não especificados Fontes abrangentes e
critérios de busca explícitos
Seleção Não especificados Seleção baseada em critériosSeleção Não especificados Seleção baseada em critérios
explícitos
Qualidade Variável Avaliação crítica rigorosa
Síntese Resumo qualitativo Resumo quantitativo
Inferências Baseada em uma amostra da
evidência
Baseada em todas as
evidências disponíveis
Classificação Pode ou não haver
classificação
Todas as evidências são
classificadas
Adaptado de: COOK, D.; MULROW, C.; HAYNES, R. Systematic Reviews: Synthesis of best evidence for
clinical decisions. Annals of Internal Medicine, 126(5), p.376-380, 1997.
• É o método estatístico utilizado na
revisão sistemática para integrar os
resultados dos estudos incluídos
• O termo também é utilizado para se
referir a revisões sistemáticas que utilizam a meta-
análise
MetaMeta--análiseanálise
análise
• Permite encontrar significância estatística
para o efeito de determinadas intervenções
que antes não foi alcançada muitas vezes pela
amostra reduzida
• Menos sujeito a vieses de interpretação dos
resultados
Revisão sistemática e metaRevisão sistemática e meta--
análiseanálise
Síntese dos resultados dos estudos primários
EC4EC3EC1 EC2
Metanálise
Revisão sistemática
EC: ensaio clínico
Revisão Integrativa
Revisão planejada que também utiliza métodos
explícitos e sistemáticos para identificar,
selecionar, sintetizar, analisar e avaliar evidências
científicas
Porém, inclui não só estudos primários
(originais), mas também revisões teóricas e
outros estudos qualitativos
Análise de dados inadequada, sobretudo na
combinação de métodos experimentais e não-
experimentais
Aplicação de cada modelo de estudoAplicação de cada modelo de estudo
em função do problema de pesquisaem função do problema de pesquisa
. Descrever as características de uma
população: descritivo
• Terapêutica, avaliação de eficácia:
experimental (ensaio clínico)experimental (ensaio clínico)
•Prevenção: experimental (ensaio clínico)
• Diagnóstico: estudo de acurácia
. Identificação de fatores prognósticos:
estudo de coorte
. Avaliação de fatores de risco : estudo de
casos e controles
1- Revisão
sistemática de
estudos randomizados
com ou sem meta-análise
2- Estudos experimentais
randomizados
HIERARQUIAHIERARQUIA
dos estudosdos estudos
científicoscientíficos
Validade eValidade e
evidênciaevidência
científicacientífica
3- Estudos de Coorte
4- Estudos Caso-Controle
5- Séries de Casos
6- Relatos de Caso
7- Opiniões de especialistas
Cook DJ, Guyatt GH, Laupacis A, Sackett DL, Goldberg RJ. Chest 108(4): 227-230, 1995
Modelos de Pesquisa Científica de Abordagem Quantitativa
Modelos de Pesquisa Científica de Abordagem Quantitativa
Sugestões Bibliográficas
BLOCH, K. V.; COUTINHO, E. S. Fundamentos da
Pesquisa Epidemiológica. In: Medronho, R. A.
Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2009
HOCHMAN, B.; NAHAS, F. X.; OLIVEIRA FILHO, R.
S. et al. Desenhos de pesquisa. Acta Cir. Bras.
20(suppl.2): 2-9, 2005.20(suppl.2): 2-9, 2005.
SOUSA, V. D.; DRIESSNACK, M.; MENDES, I. A. C.
Revisão dos desenhos de pesquisa relevantes para
enfermagem: Parte 1: desenhos de pesquisa
quantitativa. Rev. Latino-Am. Enfermagem 15
(3): 502-507, 2003.
VIEIRA, S, HOSSNE, W. S. Metodologia científica
para área de saúde. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
“Em verdade, o que
proporciona o máximo
prazer não é o
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(Carl Friedrich Gauss)

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  • 1. Modelos de PesquisaModelos de Pesquisa Científica de Abordagem Quantitativa Profa. Rilva Lopes de Sousa-Muñoz rilva@ccm.ufpb.br
  • 2. Modelos de pesquisas - Desenhos - Delineamentos - Tipos
  • 3. Modelo do Estudo • O modelo de pesquisa é o arcabouço para o planejamento, implementação e análise de um estudo • A definição do modelo do estudo é• A definição do modelo do estudo é um passo essencial para o protocolo da pesquisa, o qual permite que o investigador converta a hipótese conceitual para a hipótese operacional
  • 4. A pergunta da pesquisa A pergunta da pesquisaA pergunta da pesquisa determina a escolha dodetermina a escolha do modelo do estudomodelo do estudo A pergunta da pesquisa define que modelo de estudo é mais apropriado, além do método e da técnica a serem utilizados
  • 5. Que questões mais interessamQue questões mais interessam em pesquisa na área da Saúde?em pesquisa na área da Saúde? Frequência, prevalência, incidência Definição da Pergunta daDefinição da Pergunta da PesquisaPesquisa Frequência, prevalência, incidência Associação, causalidade e etiologia Diagnóstico Tratamento Prevenção Prognóstico
  • 6. Outros fatores que determinam a escolha do modelo de pesquisa Objetivos do estudo Prevalência da doençaPrevalência da doença Conhecimento existente Habilidades do pesquisador Tempo disponível Recursos materiais
  • 7. Observacional MODELOS DEMODELOS DE ESTUDOSESTUDOS Estudos descritivos Estudos analíticos Experimental Séries de casos Estudos correlacionais Ensaios clínicos não- Caso-controle Transversal Coorte ECR Revisão sistemática e Meta-análise correlacionais CAMBRON JA. Study Design. Lombard: National University of Health Sciences; 2008. Ensaios clínicos não- rendomizados
  • 8. Classificação segundo a originalidade dos dados • Primários - O investigador é o primeiro a coletar os dados: informações de entrevistas e observações, examesexames • Secundários -Os dados são coletados por outros, para outros fins: dados de censos, estatísticas vitais, dados do Datasus - Ou buscam estabelecer conclusões a partir de estudos primários: revisões
  • 9. Aquele em que o pesquisador intervém pela exclusão, inclusão ou modificação Classificação quanto à interferência no estudo • Estudo Experimental pela exclusão, inclusão ou modificação de um determinado fator Aquele em que o pesquisador não intervém, mas participa como observador. • Estudo Observacional
  • 10. • Estudos experimentais em seres humanos são empregados apenas no estudo de tratamentos ou prevenções EXPERIMENTAL/OBSERVACIONAL tratamentos ou prevenções • O estudo de causas de doenças (causalidade, etiologia), por razões éticas, só pode ser feito por meio de estudos não experimentais
  • 11. • Estudos prospectivos - As condições experimentais, tamanho da amostra, grupos, parâmetros, critérios, testes são definidos antes da coleta dos dados Classificação segundo a dimensionalidade temporal - Os pacientes são adicionados no estudo, quando é iniciada a coleta de registro dos dados • Estudos retrospectivos Os dados sobre os pacientes já existem, foram registrados anteriormente em documentos, como ocorre na coleta de informações por revisão de prontuários
  • 12. Classificação Prospectivo-Retrospectivo Período de tempo durante o qual os dados foram registrados em relação ao tempo no qual o estudo começou Retrospectivo Investigação Prospectivo Prospectivo: O investigador planeja e controla os métodos de avaliação Retrospectivo: Os dados já foram colhidos Causa Efeito Efeito Causa
  • 13. - Descrevem a caracterização de aspectos semiológicos e epidemiológicos de um grupo de doentes; não há grupo controle; ex: Classificação quanto ao perfil de avaliação epidemiológica • Estudos Descritivos de doentes; não há grupo controle; ex: descrição do perfil clínico-epidemiológico de pacientes - Realizados para verificar uma hipótese de pesquisa; há um grupo de controle • Estudos Analíticos
  • 14. Classificação segundo a estratégia de observação Transversal A avaliação é realizada em um Longitudinal A avaliação é realizada pelorealizada em um único momento “Foto” realizada pelo menos em dois momentos diferentes “Filme”
  • 15. • Não controlado Dados relativos à observação clínica, assim como laboratorial, de grupos de indivíduos portadores de uma doença, sem utilizar um grupo controle ou Classificação quanto ao controle comparativo uma doença, sem utilizar um grupo controle ou placebo • Controlado Envolvem “grupo de casos” e “grupo controle” • Comparativo Comparam-se grupos diferentes, não sendo um controle do outro
  • 16. • Coorte Após distribuir os indivíduos como expostos e não expostos a um fator, o pesquisador segue-os durante um determinado período de tempo Relação temporal entre exposição-efeito / doença para verificar a incidência de uma situação clínica entre os expostos e não expostos • Caso-Controle Após o pesquisador distribuir as pessoas como portadoras de uma situação clínica e não portadoras, verifica, retrospectivamente, se houve exposição prévia a um fator entre os casos e controles
  • 17. Estudos de Coorte as coortes são as coortes são Prospectivos OU Retrospectivos as coortes são classificadas no tempo presente e seguidas no tempo futuro as coortes são classificadas no tempo passado e seguidas até o tempo presente
  • 19. Estudos Observacionais Exposição Efeito Tempo COORTE (ou de incidência ou longitudinais) CASO-CONTROLE Exposição Efeito CASO-CONTROLE (sempre retrospectivos) TRANSVERSAIS Tempo Tempo
  • 20. Para descrever as características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis Distribuição da doença na Estudos DescritivosEstudos Descritivos Distribuição da doença na população (amostra) de acordo com suas características: sexo, etnia, idade, estado civil, classe econômica Estudos descritivos são geralmente transversais
  • 21. •Vantagens - Facilidade de execução - Baixo custo - Rapidez nos resultados Estudos ObservacionaisEstudos Observacionais DescritivosDescritivos - Rapidez nos resultados •Desvantagens: Impossibilidade de estabelecer relação de causalidade entre fator de estudo e o desfecho clínico; mais fraco como evidência científica
  • 22. • São descritivos • Evidência científica fraca • Casos raros: justificar a singularidade ou raridade • Ainda têm espaço em revistas científicas • São uma primeira evidência para novas terapias e Relatos de CasoRelatos de Caso • São uma primeira evidência para novas terapias e detecção de efeitos adversos raros de medicamentos • Engloba não mais que três casos (geralmente apenas um); uma série de casos compreende de três a 10 casos • Relatos de casos não possuem método: relato de caso não é pesquisa, não é planejado PARENTE, R. M. ; OLIVEIRA, M. P.; CELESTE, R. K. Relatos e Série de Casos na Era da Medicina Baseada em Evidência. Bras. J. Video-Sur., 3(2): 67-70 2010
  • 23. • Estudos transversais; coorte; caso-controle • Há grupo-controle e proposição de hipóteses Estudos ObservacionaisEstudos Observacionais AnalíticosAnalíticos proposição de hipóteses • Não há intervenção do pesquisador • Os participantes já pertencem aos grupos antes do início da pesquisa
  • 24. • Determinação simultânea do fator de interesse e do desfecho em investigação numa população bem definida • Para avaliar se existe relação entre as variáveis (ex: fumantes e problemas Estudos TransversaisEstudos Transversais variáveis (ex: fumantes e problemas respiratórios) - o pesquisador estuda uma amostra da população e contabiliza o número de elementos em cada categoria • Podem ser transversais: estudos de prevalência das doenças; estudos de acurácia (testes diagnósticos)
  • 26. Estudo de prevalência:Estudo de prevalência: ModeloModelo observacional e transversalobservacional e transversal Modelos de estudos paraModelos de estudos para avaliar prevalência eavaliar prevalência e incidênciaincidência observacional e transversalobservacional e transversal Estudo de incidência:Estudo de incidência: ModeloModelo observacional e longitudinalobservacional e longitudinal
  • 27. • Estudos transversais têm a limitação de não mostrar a relação temporal entre os atributos avaliados; estes são medidos em um mesmo pontomedidos em um mesmo ponto do tempo • Não é possível determinar o que é exposição e o que é efeito
  • 28. Estudos correlacionais • Envolvem a investigação as relações ou associações entre as variáveis, ao invés de relações diretas de causa e efeito • São transversais • São descritivos • Analisam-se direção e força das relações ou• Analisam-se direção e força das relações ou associações: análise de correlação • Verificam-se correlações entre variáveis • Da mesma forma que os estudos experimentais, as variáveis também são classificadas como independente (preditiva) e dependente (resultado) • Porém as variáveis não são manipuladas, ou seja, não houve intervenção do pesquisador
  • 29. Estudo de CoorteEstudo de Coorte Estudo com seguimento • Seguimento sequencial, longitudinal • Útil para estudar etiologia evolução, prognóstico,evolução, prognóstico, incidência e associação entre fator de risco e doença • Demorado e caro • Perdas são frequentes
  • 30. Estudo de CoorteEstudo de Coorte Estudo com seguimento
  • 31. • O investigador parte de indivíduos com doença (casos) e sem doença (controles) e busca no passado a presença ou ausência do suposto fator de exposição Estudos casoEstudos caso--controlecontrole exposição • Empregado quando a doença tem baixa prevalência ou demora muito tempo para se desenvolver (neste caso, estudos de coorte podem não ser factíveis)
  • 33. •A classificação de um doente como caso pressupõe uma precisa definição dos critérios diagnósticos e o estadiamento da doença; •Fonte dos casos: pacientes com a Estudos casoEstudos caso--controlecontrole •Fonte dos casos: pacientes com a doença atendidos em um ou mais serviços de saúde ou doentes da população •Fonte dos controles: pacientes dos mesmos serviços sem a doença ou da mesma comunidade
  • 34. casos controles Estudos casoEstudos caso--controlecontrole Participantes que já têm o efeito de interesse no momento em que são incluídos no estudo Participantes que não têm o efeito de interesse no momento em que os casos são incluídos no estudo
  • 35. Estudos experimentais controlados • Controles paralelos (concorrentes) - Randomizado; Não-randomizado Controles sequenciais: cruzado Estudos Experimentais:Estudos Experimentais: sãosão prospectivos e longitudinaisprospectivos e longitudinais • Controles sequenciais: cruzado Experimentais sem controle: chamados de “pré-experimentais” Experimentais sem randomização: chamados de “quase-experimentais”
  • 36. Confusões na determinação de modelosConfusões na determinação de modelos de pesquisasde pesquisas -- ExemplosExemplos • Um estudo dos efeitos cardiovasculares de um anestésico geral novo é considerado longitudinal, inclusive se o período de observação após a intervenção for de apenas de 15 minutos. • Um estudo da prevalência do uso de filtros solares para a prevenção de câncer de pele baseado em perguntas sobre aprevenção de câncer de pele baseado em perguntas sobre a frequência de uso de filtros em um período pré- determinado de meses ou anos é transversal • Se o objetivo da pesquisa fosse a avaliação da mudança na frequência de uso de filtros solares antes e após campanha educativa seria um estudo longitudinal HOCHMAN, F. X.; NAHAS, F.; OLIVEIRA FILHO, R. L. Desenhos de pesquisa. Acta Cirúrgica Brasileira, 20 (Supl. 2): 2-9, 2005
  • 37. Os participantes a serem estudados são divididos em grupos controle e experimental O grupos controle não recebe a influência da variável independente Estudo ExperimentalEstudo Experimental influência da variável independente Os grupo experimental recebe a variável independente A relação causa-efeito é determinada pela comparação estatística entre os grupos
  • 38. Estudo Experimental comEstudo Experimental com terapêutica medicamentosa: ensaioterapêutica medicamentosa: ensaio clínicoclínico
  • 39. Ensaios Clínicos Ensaio clínico Controlado Não controlado Randomizado Não randomizado cego aberto Monocego Duplo cego
  • 40. Ensaios clínicos controlados e randomizados Padrão-ouro dos modelos de estudos: a mais convincente evidência de eficácia ou efetividade de um medicamentode um medicamento Ex. Ensaios de reposição hormonal e mulheres menopáusicas não evidenciaram efeitos positivos sobre doença coronariana, contradizendo resultados de estudos obervacionais anteriores
  • 41. • Estudos prospectivos utilizados para comparar determinada intervenção com outra ou com placebo • Alocação randomizada (aleatória) Experimentais com controle:Experimentais com controle: ensaios clínicos controlados e randomizadosensaios clínicos controlados e randomizados • Alocação randomizada (aleatória) Possibilita a mesma probabilidade de um indivíduo ser incluído em um grupo ou outro Torna os grupos mais semelhantes entre si
  • 42. Um exemplo hipotético de pesquisa experimental (ensaio clínico) Objetivo: determinar se a sobrevida de pacientes com aids aumenta com o uso de ritonaviruso de ritonavir Grupo controle: pacientes com aids recebem placebo Grupos experimentais 1 e 2: pacientes com aids recebem duas dosagens diferentes de ritonavir
  • 43. Variável independente: dosagem de ritonavir Variável dependente: tempo de sobrevida do paciente desde o início do tratamento Estudo Experimental: Definição das variáveis (do exemplo anterior) do tratamento Variáveis de controle: sexo, idade, etnia, tempo de duração e gravidade da doença, nível econômico. Análise estatística: comparação entre os grupos usando testes estatísticos
  • 44. • Ensaio clínico em que todos os pacientes recebem os dois tratamentos em sequência com um período de washout Ensaio clínico cruzadoEnsaio clínico cruzado (crossover) um período de washout • Os pacientes servem como seus próprios controles • Necessita de tamanho menor da amostra
  • 45. • Unicêntrico Os integrantes da equipe pesquisadora pertencem a apenas uma instituição de pesquisa, universitária ou não Classificação quanto à procedência da equipe de investigação não •Multicêntrico Estudo cooperativo entre diversas instituições Permite a obtenção de casuísticas maiores (megatrials) Elaboração mais complexa quanto a protocolos, assim como treinamento e integração das equipes.
  • 46. Revisões da Literatura Resultados de diferentes estudos podem ser contraditórios Os estudos individuaisOs estudos individuais podem não chegar a conclusões definitivas Podem ser feitos estudos de revisão
  • 47. Revisão Narrativa ou tradicional: “Atualização” Um especialista decide quais os artigos ou informações são mais relevantesrelevantes Sujeita a viés de seleção Grande interferência da subjetividade do autor Não é considerada boa evidência científica
  • 48. Revisão Sistemática Utiliza metodologia científica reprodutível: evidência científica forte Combina resultados de diferentes estudosestudos Critérios de pesquisa e seleção definidos Faz-se avaliação crítica de cada estudo incluído
  • 49. • Tipo de investigação científica que reúne vários estudos originais, sintetizando os resultados através de estratégias que limitam vieses e erros aleatórios Revisão SistemáticaRevisão Sistemática erros aleatórios • Métodos estatísticos (meta- análise) podem ou não ser utilizados na análise e na síntese dos resultados dos estudos incluídos
  • 50. Revisão sistemática e revisão narrativa Característica Narrativa Sistemática Pergunta Geralmente de escopo abrangente Geralmente focada na pergunta Fontes e busca Não especificados Fontes abrangentes e critérios de busca explícitos Seleção Não especificados Seleção baseada em critériosSeleção Não especificados Seleção baseada em critérios explícitos Qualidade Variável Avaliação crítica rigorosa Síntese Resumo qualitativo Resumo quantitativo Inferências Baseada em uma amostra da evidência Baseada em todas as evidências disponíveis Classificação Pode ou não haver classificação Todas as evidências são classificadas Adaptado de: COOK, D.; MULROW, C.; HAYNES, R. Systematic Reviews: Synthesis of best evidence for clinical decisions. Annals of Internal Medicine, 126(5), p.376-380, 1997.
  • 51. • É o método estatístico utilizado na revisão sistemática para integrar os resultados dos estudos incluídos • O termo também é utilizado para se referir a revisões sistemáticas que utilizam a meta- análise MetaMeta--análiseanálise análise • Permite encontrar significância estatística para o efeito de determinadas intervenções que antes não foi alcançada muitas vezes pela amostra reduzida • Menos sujeito a vieses de interpretação dos resultados
  • 52. Revisão sistemática e metaRevisão sistemática e meta-- análiseanálise Síntese dos resultados dos estudos primários EC4EC3EC1 EC2 Metanálise Revisão sistemática EC: ensaio clínico
  • 53. Revisão Integrativa Revisão planejada que também utiliza métodos explícitos e sistemáticos para identificar, selecionar, sintetizar, analisar e avaliar evidências científicas Porém, inclui não só estudos primários (originais), mas também revisões teóricas e outros estudos qualitativos Análise de dados inadequada, sobretudo na combinação de métodos experimentais e não- experimentais
  • 54. Aplicação de cada modelo de estudoAplicação de cada modelo de estudo em função do problema de pesquisaem função do problema de pesquisa . Descrever as características de uma população: descritivo • Terapêutica, avaliação de eficácia: experimental (ensaio clínico)experimental (ensaio clínico) •Prevenção: experimental (ensaio clínico) • Diagnóstico: estudo de acurácia . Identificação de fatores prognósticos: estudo de coorte . Avaliação de fatores de risco : estudo de casos e controles
  • 55. 1- Revisão sistemática de estudos randomizados com ou sem meta-análise 2- Estudos experimentais randomizados HIERARQUIAHIERARQUIA dos estudosdos estudos científicoscientíficos Validade eValidade e evidênciaevidência científicacientífica 3- Estudos de Coorte 4- Estudos Caso-Controle 5- Séries de Casos 6- Relatos de Caso 7- Opiniões de especialistas Cook DJ, Guyatt GH, Laupacis A, Sackett DL, Goldberg RJ. Chest 108(4): 227-230, 1995
  • 58. Sugestões Bibliográficas BLOCH, K. V.; COUTINHO, E. S. Fundamentos da Pesquisa Epidemiológica. In: Medronho, R. A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2009 HOCHMAN, B.; NAHAS, F. X.; OLIVEIRA FILHO, R. S. et al. Desenhos de pesquisa. Acta Cir. Bras. 20(suppl.2): 2-9, 2005.20(suppl.2): 2-9, 2005. SOUSA, V. D.; DRIESSNACK, M.; MENDES, I. A. C. Revisão dos desenhos de pesquisa relevantes para enfermagem: Parte 1: desenhos de pesquisa quantitativa. Rev. Latino-Am. Enfermagem 15 (3): 502-507, 2003. VIEIRA, S, HOSSNE, W. S. Metodologia científica para área de saúde. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
  • 59. “Em verdade, o que proporciona o máximo prazer não é o conhecimento em si, e sim a aprendizagem”. (Carl Friedrich Gauss)