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O lugar da leitura como espaço de
convergência entre o real e o digital
(P3 - Leitura, livros e bibliotecas digitais)
Jornadas de Reflexão: as bibliotecas e a Leitura Pública Digital
Auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Braga, 20 de Setembro de 2019
Luis Borges Gouveia, lmbg@ufp.edu.pt
Universidade Fernando Pessoa
Luis Borges Gouveia (lmbg@ufp.edu.pt)
Nota biográfica
• Professor Catedrático na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade
Fernando Pessoa (UFP)
• Coordenador do Programa de Doutoramento em Ciência da Informação,
especialidade Sistemas, Tecnologias e Gestão da Informação
• Possui Agregação em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro,
o Doutoramento em Ciências da Computação pela Universidade de Lancaster
(UK) e o Mestrado em Engenharia Eletrónica e de Computadores pela
Universidade do Porto.
• É autor ou co autor de 14 livros de natureza técnica nas suas áreas de
especialidade e editou outros quatro, sobre Ciência da Informação, Sociedade da
Informação e Cidades Digitais.
• Publicou cerca de 800 trabalhos de natureza científica nas áreas do digital e das
aplicações de computador na atividade humana, distribuídos por revistas
científicas, capítulos de livros, monografias e relatório internos, comunicações em
conferências e palestras.
• Os seus interesses estão concentrados em como o digital pode influenciar a
atividade humana e quais os mecanismos que podem proteger o ser humano (e a
sua sociedade) enquanto centro do uso e exploração do digital
Sinopse
Jornadas de Reflexão: as bibliotecas e a Leitura Pública Digital
Auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Braga, 20 de Setembro de 2019
O lugar da leitura como espaço de convergência entre o real e o digital
O digital e o modo como este se apropriou do espaço de leitura é atualmente aceite por
todos. De facto, lê-se (e escreve-se) cada vez mais, mas em sequências curtas e de forma
não estruturada. Neste contexto, a biblioteca enquanto oferta de espaço de leitura deve
ser reinventada de modo a aprofundar os tempos e os ritmos de leitura que proporcionem
um portal para o encontro do leitor consigo próprio e lhe permita a expansão das
narrativas pelo seu próprio intelecto e pensamento (â imagem de um ouvinte e
observador, daquilo que o rodeia).
Esta proposta de valor para a biblioteca tem potencial para reinventar a biblioteca física e
para estender as funcionalidades da biblioteca digital para além da gestão do catálogo e do
acesso aos textos, com os naturais benefícios de lidar com o excesso de informação e
disrupção das restrições de tempo e espaço (importantes, mas vistos aqui apenas como
parte do real potencial).
A apresentação partilha uma breve contribuição para um relacionamento entre leitura, o
livro a biblioteca (digital ou não) tendo por base um confessado estatuto de amante de
livros e da leitura.
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
Valores para 2019
• O que “acontece” num
minuto, na Internet
• Excesso de Informação
• Escala
• Canal
• Qualidade
• Complexidade
crescente, exige
sofisticação crescente
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
Estratégias para lidar com o excesso de
informação
• Seletividade
• Critério
• Foco
• Rede
• Curadoria
• Exige
• Conhecimento
• Proficiência tecnológica
• Disponibilidade temporal (e
mental)
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
Visão geral…
• Baby Boomers
“O trabalho é importante para construir o caráter e para conquistar coisas na vida evoluindo
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• Geração X
“A minha vida é intensa, mas é exatamente assim que eu quero. Vamos ser intensos”
• Geração Y ou Millennials
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“Ser único faz-me conectar melhor com as pessoas e estar em fusão com o mundo e com o
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https://www.hellerdepaula.com.br/geracoes/
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
Não existe um perfil único
hábitos de leitura seguem naturalmente, diferentes padrões
https://exame.abril.com.br/revista-exame/os-millennials-lamentamos-informar-sao-coisa-do-passado/
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
Sobre hábitos de leitura
• O mito de que os millennials, a conectada geração da era digital, são uma espécie à parte, com características únicas, talvez não
passe disso – um mito.
• Uma pesquisa do Pew Research Center e do The Economist Group sobre hábitos de leitura em dispositivos móveis, como
smartphones e tablets, revela que a utilização desses dispositivos apresenta índices semelhantes em vários grupos etários (entre
30% e 50% das pessoas), com exceção dos acima de 50 anos, que não fizeram a transição do impresso ao digital. Assim, os
quarentões não difeririam muito dos millennials, pelo menos nesse quesito. Há pequenas diferenças: homens gostam de ler
artigos mais longos e mulheres preferem as notícias veiculadas em redes sociais, por exemplo. Mas isso em qualquer faixa
etária.
• Os jovens entre 18 e 29 anos se destacam, porém, na leitura de publicidade: 25% deles clicam sempre nos anúncios, o dobro da
taxa dos mais velhos. A pesquisa revelou ainda outra surpresa: 60% dos millennials preferem uma aparência gráfica tradicional
(isto é, texto com colunas e parágrafos) a novidades tecnológicas, como vídeos, animações ou gráficos complexos.
• Segundo a conclusão do Pew, essa preferência extrapola idade, gênero e outros grupos, pois pessoas abaixo dos 40 anos gostam
da “experiência impressa” no mesmo grau que as acima de 40 anos. Parece que a geração digital gosta de ler do mesmo modo
que seus avós
https://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2013/02/os-habitos-de-leitura.html
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
I - Uma brevíssima reflexão
• O digital trouxe uma nova relação entre espaço e tempo
• Permite 24/7 acesso, a qualquer momento (anytime)
• Permite acesso remoto, de qualquer lugar (anyplace)
• Permite acesso multimédia, em diversos formatos, de modo diverso (anyform
| anyhow)
• Acesso é palavra-chave e pressupõe a intenção do leitor, enquanto
uma vontade / necessidade de o fazer
• Como estimular a vontade de ler?
• Como criar as necessidades de leitura?
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
II - Uma brevíssima reflexão
• Impacto no acesso não é o mesmo que na leitura, mas…
• O uso crescente de dispositivos móveis e a economia de tempo por via das
múltiplas solicitações, combinada com o excesso de informação, transformou
os segmentos de leitura e a disponibilidade para ler
• Mais textos lidos
• Mais curtos
• Mais dificuldade de ler como leitor
entenda-se ler sem o propósito intencional da resposta, de mente aberta e
para efeitos de aprendizagem
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
III - Uma brevíssima reflexão
• O contexto atual, onde a atenção é crítica e disputada como um ativo
económico, pressiona cada um de nós de forma significativa
• Assim, tempo e atenção constituem recursos escassos
• Vive-se por mediação digital (como na insistência em capturar os
momentos pelo digital e não os usufruir)
• Vive-se por propor o nosso conteúdo ou resposta/reação em formato
de interação e não de relacionamento
• As leituras parecem focar mais a reação e não a captura da
mensagem, consistindo como um primeiro momento para projeção
do próprio
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
Assim…
O digital e o modo como este se apropriou do espaço de leitura é
atualmente aceite por todos.
De facto, lê-se (e escreve-se) cada vez mais, mas em sequências curtas
e de forma não estruturada.
Neste contexto, a biblioteca enquanto oferta de espaço de leitura
deve ser reinventada de modo a aprofundar os tempos e os ritmos de
leitura que proporcionem um portal para o encontro do leitor consigo
próprio e lhe permita a expansão das narrativas pelo seu próprio
intelecto e pensamento (à imagem de um ouvinte e observador,
daquilo que o rodeia).
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
Assim…
Uma proposta de valor para a biblioteca é o de tomar o seu potencial
para reinventar a biblioteca física e para estender as funcionalidades da
biblioteca digital para além da gestão do catálogo e do acesso aos
textos, com os naturais benefícios de lidar com o excesso de
informação e disrupção das restrições de tempo e espaço (importantes,
mas vistos aqui apenas como parte do real potencial)
Afinal tal como para educar uma criança pode ser necessária uma
aldeia, também para formar um intelecto, podem ser necessária a
leitura de livros
Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt

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O lugar da leitura como espaço de convergência entre o real e o digital

  • 1. O lugar da leitura como espaço de convergência entre o real e o digital (P3 - Leitura, livros e bibliotecas digitais) Jornadas de Reflexão: as bibliotecas e a Leitura Pública Digital Auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Braga, 20 de Setembro de 2019 Luis Borges Gouveia, lmbg@ufp.edu.pt Universidade Fernando Pessoa
  • 2. Luis Borges Gouveia (lmbg@ufp.edu.pt) Nota biográfica • Professor Catedrático na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa (UFP) • Coordenador do Programa de Doutoramento em Ciência da Informação, especialidade Sistemas, Tecnologias e Gestão da Informação • Possui Agregação em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro, o Doutoramento em Ciências da Computação pela Universidade de Lancaster (UK) e o Mestrado em Engenharia Eletrónica e de Computadores pela Universidade do Porto. • É autor ou co autor de 14 livros de natureza técnica nas suas áreas de especialidade e editou outros quatro, sobre Ciência da Informação, Sociedade da Informação e Cidades Digitais. • Publicou cerca de 800 trabalhos de natureza científica nas áreas do digital e das aplicações de computador na atividade humana, distribuídos por revistas científicas, capítulos de livros, monografias e relatório internos, comunicações em conferências e palestras. • Os seus interesses estão concentrados em como o digital pode influenciar a atividade humana e quais os mecanismos que podem proteger o ser humano (e a sua sociedade) enquanto centro do uso e exploração do digital
  • 3. Sinopse Jornadas de Reflexão: as bibliotecas e a Leitura Pública Digital Auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Braga, 20 de Setembro de 2019 O lugar da leitura como espaço de convergência entre o real e o digital O digital e o modo como este se apropriou do espaço de leitura é atualmente aceite por todos. De facto, lê-se (e escreve-se) cada vez mais, mas em sequências curtas e de forma não estruturada. Neste contexto, a biblioteca enquanto oferta de espaço de leitura deve ser reinventada de modo a aprofundar os tempos e os ritmos de leitura que proporcionem um portal para o encontro do leitor consigo próprio e lhe permita a expansão das narrativas pelo seu próprio intelecto e pensamento (â imagem de um ouvinte e observador, daquilo que o rodeia). Esta proposta de valor para a biblioteca tem potencial para reinventar a biblioteca física e para estender as funcionalidades da biblioteca digital para além da gestão do catálogo e do acesso aos textos, com os naturais benefícios de lidar com o excesso de informação e disrupção das restrições de tempo e espaço (importantes, mas vistos aqui apenas como parte do real potencial). A apresentação partilha uma breve contribuição para um relacionamento entre leitura, o livro a biblioteca (digital ou não) tendo por base um confessado estatuto de amante de livros e da leitura. Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 4. Valores para 2019 • O que “acontece” num minuto, na Internet • Excesso de Informação • Escala • Canal • Qualidade • Complexidade crescente, exige sofisticação crescente Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 5. Estratégias para lidar com o excesso de informação • Seletividade • Critério • Foco • Rede • Curadoria • Exige • Conhecimento • Proficiência tecnológica • Disponibilidade temporal (e mental) Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 6. Visão geral… • Baby Boomers “O trabalho é importante para construir o caráter e para conquistar coisas na vida evoluindo socialmente. Vamos trabalhar duro” • Geração X “A minha vida é intensa, mas é exatamente assim que eu quero. Vamos ser intensos” • Geração Y ou Millennials “Vou interessar-me se você for interessante. Vamos ser interessantes” • Geração Z “Um bom discurso não é suficiente, é preciso por a mão na massa. Vamos sujar as mãos” • Os Alphas “Ser único faz-me conectar melhor com as pessoas e estar em fusão com o mundo e com o universo. Vamos expressar nossa autenticidade” https://www.hellerdepaula.com.br/geracoes/ Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 7. Não existe um perfil único hábitos de leitura seguem naturalmente, diferentes padrões https://exame.abril.com.br/revista-exame/os-millennials-lamentamos-informar-sao-coisa-do-passado/ Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12. Sobre hábitos de leitura • O mito de que os millennials, a conectada geração da era digital, são uma espécie à parte, com características únicas, talvez não passe disso – um mito. • Uma pesquisa do Pew Research Center e do The Economist Group sobre hábitos de leitura em dispositivos móveis, como smartphones e tablets, revela que a utilização desses dispositivos apresenta índices semelhantes em vários grupos etários (entre 30% e 50% das pessoas), com exceção dos acima de 50 anos, que não fizeram a transição do impresso ao digital. Assim, os quarentões não difeririam muito dos millennials, pelo menos nesse quesito. Há pequenas diferenças: homens gostam de ler artigos mais longos e mulheres preferem as notícias veiculadas em redes sociais, por exemplo. Mas isso em qualquer faixa etária. • Os jovens entre 18 e 29 anos se destacam, porém, na leitura de publicidade: 25% deles clicam sempre nos anúncios, o dobro da taxa dos mais velhos. A pesquisa revelou ainda outra surpresa: 60% dos millennials preferem uma aparência gráfica tradicional (isto é, texto com colunas e parágrafos) a novidades tecnológicas, como vídeos, animações ou gráficos complexos. • Segundo a conclusão do Pew, essa preferência extrapola idade, gênero e outros grupos, pois pessoas abaixo dos 40 anos gostam da “experiência impressa” no mesmo grau que as acima de 40 anos. Parece que a geração digital gosta de ler do mesmo modo que seus avós https://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2013/02/os-habitos-de-leitura.html Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 13. I - Uma brevíssima reflexão • O digital trouxe uma nova relação entre espaço e tempo • Permite 24/7 acesso, a qualquer momento (anytime) • Permite acesso remoto, de qualquer lugar (anyplace) • Permite acesso multimédia, em diversos formatos, de modo diverso (anyform | anyhow) • Acesso é palavra-chave e pressupõe a intenção do leitor, enquanto uma vontade / necessidade de o fazer • Como estimular a vontade de ler? • Como criar as necessidades de leitura? Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 14. II - Uma brevíssima reflexão • Impacto no acesso não é o mesmo que na leitura, mas… • O uso crescente de dispositivos móveis e a economia de tempo por via das múltiplas solicitações, combinada com o excesso de informação, transformou os segmentos de leitura e a disponibilidade para ler • Mais textos lidos • Mais curtos • Mais dificuldade de ler como leitor entenda-se ler sem o propósito intencional da resposta, de mente aberta e para efeitos de aprendizagem Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 15. III - Uma brevíssima reflexão • O contexto atual, onde a atenção é crítica e disputada como um ativo económico, pressiona cada um de nós de forma significativa • Assim, tempo e atenção constituem recursos escassos • Vive-se por mediação digital (como na insistência em capturar os momentos pelo digital e não os usufruir) • Vive-se por propor o nosso conteúdo ou resposta/reação em formato de interação e não de relacionamento • As leituras parecem focar mais a reação e não a captura da mensagem, consistindo como um primeiro momento para projeção do próprio Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 16. Assim… O digital e o modo como este se apropriou do espaço de leitura é atualmente aceite por todos. De facto, lê-se (e escreve-se) cada vez mais, mas em sequências curtas e de forma não estruturada. Neste contexto, a biblioteca enquanto oferta de espaço de leitura deve ser reinventada de modo a aprofundar os tempos e os ritmos de leitura que proporcionem um portal para o encontro do leitor consigo próprio e lhe permita a expansão das narrativas pelo seu próprio intelecto e pensamento (à imagem de um ouvinte e observador, daquilo que o rodeia). Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt
  • 17. Assim… Uma proposta de valor para a biblioteca é o de tomar o seu potencial para reinventar a biblioteca física e para estender as funcionalidades da biblioteca digital para além da gestão do catálogo e do acesso aos textos, com os naturais benefícios de lidar com o excesso de informação e disrupção das restrições de tempo e espaço (importantes, mas vistos aqui apenas como parte do real potencial) Afinal tal como para educar uma criança pode ser necessária uma aldeia, também para formar um intelecto, podem ser necessária a leitura de livros Luis Borges Gouveia | lmbg@ufp.edu.pt