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Ideias Com Mérito
DR
Centro
Concelho
Mortágua
Escola proponente
Escola Básica de Mortágua
Código
1808049 (Escola Sede do Agrupamento)
Agrupamento
Agrupamento de Escolas de Mortágua
Secção A
Coordenador
Ludovina Maria ferreira
Equipa: Paulo Manuel Monteiro Gomes
Entidade: Biblioteca da EB1 de Mortágua
Cargo/função:
Membro da equipa
Ações pelas quais é responsável no projeto
- Elaboração e conceção do projecto;
- elaboração de tutoriais;
- dinamização de sessões de formação para:
.professores, sobre a utilização dos equipamentos digitais em contexto de ensino-aprendizagem;
. alunos, sobre a utilização livre do tablet e do Kobo na biblioteca escolar (BE) e acesso a aplicações
educativas e eBooks;
. pais e encarregados de educação, para conhecimento dos novos ambientes digitais disponibilizados aos
seus educandos, suas potencialidades e utilização;
- dinamização de atividades
Elisabete de Jesus Rosa
Entidade: Biblioteca da EB1 de Mortágua
Cargo/função:
Membro da equipa
Ações pelas quais é responsável no projeto
- Elaboração e conceção do projecto;
- elaboração de tutoriais sobre “Como criar e alimentar um blogue”, “Como carregar um vídeo no
youtube”, “Como rentabilizar o portal Biblon: rede social de leitores juniores”, “Como utilizar o
Calaméo”, …
2
-dinamização de actividades;
- formação de utilizadores.
Professora do 3º ano, turma A: Alcina Saraiva.
Professora do 4º ano, turma B: Hilsa Gomes.
Cargo/ função
Professores das turmas referidas.
Ações pelas quais são responsáveis
- Sensibilização dos alunos para a importância da leitura na sua formação, apontando para o preconizado no
Programa de Português do Ensino básico (PPEB, 2009);
- planificação, com os restantes elementos da equipa, das atividades a realizar com os alunos, considerando
a seleção das aplicações e dos recursos a utilizar;
- análise e avaliação dos trabalhos efetuados e das aprendizagens concretizadas.
Parcerias:
Biblioteca Municipal
Teresa Branquinho
Bibliotecária
Ações pelas quais é responsável
Dinamização/dramatização de histórias, na Biblioteca da Escola Básica de Mortágua e na Biblioteca
Municipal.
Parceria interna:
Curso de Multimédia (3 alunos)
- Cobertura fotográfica e fílmica de actividades;
- tratamento de imagem e elaboração de pequenos filmes.
PNL
(Por via da participação de alunos em concursos promovidos pela instituição. Por exemplo, “Faça Lá
um Poema”, Podcast “Conta-nos uma História”,…
Secção B
1. Título do projeto
Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… Dá Vontade de Experimentar
2. Diagnóstico
Temos uma nova Biblioteca que congrega todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (1º CEB),
aberta desde o ano letivo 2011-2012. Um espaço muito acolhedor e com uma coleção bastante
interessante. Um excelente recurso para criar um ambiente de leitura rico e diversificado.
Salientamos ainda a forte afluência de crianças (40 a 60) do 1º Ciclo, sobretudo, entre as 12.45h e as
3
14.30h e ao final da tarde, a quem a biblioteca proporciona momentos recreativos e de
aprendizagem autónoma. Ora, foi neste contexto que, um dia, uma aluna do 1º ano pediu à
assistente operacional que lhe lesse uma história. Incapaz de responder ao seu pedido [porque
procurava, com outro elemento da equipa da Biblioteca Escolar (BE), responder às diversas
solicitações das restantes, a assistente operacional pediu a uma outra aluna, do 4º ano, que
satisfizesse o desejo da 1ª e assim aconteceu. Enquanto a aluna lia à sua colega, várias crianças
foram-se aproximando e posicionando natural e livremente para “participarem” no momento…
Nascia, assim, o envolvimento afetivo da criança com o livro, pressuposto nuclear para a
consolidação de hábitos de leitura.
Estava lançada a semente! Face ao êxito obtido, muitas outras crianças quiseram, logo ali, repetir a
ação. Então, porque era impossível responder a todos os pedidos e porque não se queria “travar”
aquela espontaneidade, a equipa decidiu implementar a atividade que viria a dar o nome ao projeto
que apresentamos - “Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar dá Vontade de Experimentar”. De uma
iniciativa espontânea e de uma resposta às necessidades dos utilizadores, gera-se o ensejo de criar
um forte programa de promoção da leitura em que sejam mobilizados saberes adquiridos e saiam
reforçadas as capacidades dos alunos, por via da leitura em diferentes suportes e do recurso, de
quando em vez, ao diálogo dinâmico entre diferentes linguagens (dramatizações, artes plásticas,
música,…), contribuindo para o aprofundar da sensibilidade estética da criança leitora e para o
desenvolvimento de outras capacidades, em diálogo ativo e contínuo entre a cultura literária
tradicional e a nova cultura digital. Findas as diferentes atividades, a criança comenta e posta o seu
comentário no blogue” Eu li… eu comento… “. Assumindo-se como agente ativo do processo, o aluno
mobiliza capacidades e constrói conhecimento!
3. Descrição do projeto
Do sucesso da atividade e da necessidade de convocar para a leitura crianças dela distanciadas,
interessadas pelos jogos on-line, a equipa concebeu este projeto cujas ações facilitarão a
aproximação de suportes distintos de leitura e a formação de leitores competentes e preparados
para os desafios da sociedade actual, no respeito pelo preconizado pela Rede de Bibliotecas Escolares
(RBE), pelo PPEB, 2009 e pela Comissão Europeia face ao uso seguro da Internet.
Partimos também de ações desenvolvidas no ano letivo anterior, numa “viagem” do papel ao digital,
procurando saber se os ambientes virtuais de leitura favorecem, igualmente, as competências
leitoras e digitais. O sucesso de “Bibliodigital” - ação destinada a familiarizar a criança leitora com a
leitura em suporte digital – foi preponderante. Estimulou o acesso à informação/ comunicação pela
via digital [através da criação de um e-mail (com a autorização dos pais) e envio – nas interrupções
letivas - de histórias/ sugestões de leitura. Paralelamente, adquirimos um KOBO a fim de suscitar a
curiosidade dos menos leitores e estimular a leitura em ambientes digitais. Percebemos, então, ser
necessário formar crianças, professores e pais para optimizar novos suportes e conceber um projeto
estruturado, contemplando as transliteracias: literacia da leitura, da informação e
digital/tecnológica. Contudo, o crescente desenvolvimento das atividades, realizadas e a realizar,
4
pedia mais equipamentos (eBooks, tablets, eReaders) para responder eficazmente às numerosas
solicitações.
Projeto centrado no aluno, “formando” e “formador”, visa consolidar e promover práticas de leitura
em dinâmico diálogo entre diferentes suportes. Sob orientação da equipa o aluno inscreve-se para
ler, seleciona a história e prepara-a. Depois, diariamente, às 13:30h, a leitura acontece! É a atividade
de motivação que servirá de ponte para o trabalho a desenvolver nas aulas (item programático
LEITURA). Note-se o referido nos PPEB, março 2009, p.38, por exemplo, quanto à articulação sala de
aula/ BE, os PPEB são explícitos: “Treino, na biblioteca […]”.
Enquanto atividade “nascida” das crianças, é mais fácil conseguir a adesão destas a novas ações,
concebidas articuladamente pela equipa, a realizar na BE e em contexto de sala de aula. Refira-se,
como exemplo, a supervisão pedagógica dos professores, na aula, da leitura e das histórias criadas
pelos alunos e, posteriormente, passadas para suporte digital e divulgadas nas plataformas/serviços
on-line disponibilizados pelo Agrupamento.
Também os pais são envolvidos! Alguns não permitiram a criação de e-mail, mas deram o seu e
acedem com a criança à história e com ela a preparam.
4. Objetivos
4.1 Conceber atividades que contribuam para a apetência pela leitura recreativa em suportes
diferenciados, ajudando ao desenvolvimento das capacidades estético-cognitivas das crianças e
facilitando as aprendizagens.
4.2 Criar contextos de aprendizagem e materiais diversos para promoção das transliteracias,
envolvendo alunos, professores e encarregados de educação.
4.3 Consolidar o trabalho articulado com os professores e a formação no contexto literacia
digital/tecnológica.
5. Ações
5.1 Ações desenvolvidas
No ano letivo 2011-2012
5.1.1. Biliodigital
No âmbito da participação e elaboração de projetos de promoção e formação de leitores, a Biblioteca
Escolar da Escola Básica do Agrupamento de Escolas de Mortágua iniciou o Bibliodigital pretendendo
elevar os níveis de literacia dos nossos alunos. Com efeito, sendo notório o gosto das crianças pelas novas
tecnologias, a biblioteca pretendeu ir ao encontro dos seus interesses. Assim, desenvolveu:
5
- a criação de uma conta de e-mail para os alunos, com a colaboração de pais e encarregados de educação,
no intuito de promover a literacia digital dos utilizadores, enviando histórias digitais quinzenalmente, em
vários formatos (durante o ano letivo);
5.1.2 - formação aos utilizadores/alunos sobre como utilizar um conta de e-mail com segurança; como
abrir um documento word; um pdf; um ficheiro ppt e uma pasta zipada (durante o 1.º período);
5.1.3 - formação aos professores/encarregados de educação/alunos sobre Google Docs e como elaborar
uma história partilhada pelos diversos utilizadores (esta formação continuará a ser desenvolvida nos ano
letivos 2012-2013; 2013-2014 e 2014-2015);
5.1.4 - divulgação e exploração de sites de promoção da leitura: Biblioteca Digital do Plano Nacional de
Leitura; História do Dia; Instituto Camões e Cata Livros (março de 2012).
No Ano letivo 2012-2013
5.1.5 - Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… dá Vontade de Experimentar, às 13. 30h, diariamente, na
BE;
5.1.6 - conceção de reprodução, em tecido, do livro O meu amor, de Beatrice Alemagna, (atividade
desenvolvida a partir da sua leitura, no Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… dá Vontade de
Experimentar. “Arte” desenvolvida em diferentes linguagens/suportes, em que o ponto de partida é o livro
e o ponto de chegada o ecrã (fevereiro e março de 2013);
5.1.7 – “Aula do Tonecas” – dramatização desenvolvida com uma turma do 4.º ano, no âmbito da
comemoração do Mês Internacional da Bibliotecas Escolares (apresentada 12 de outubro, no momento da
visita da Drª Teresa Calçada às BE’s do concelho de Mortágua);
5.1.8 - criação, no Calaméo, do eBook História da Maria Castanha (história foi uma oferecido à BE, na
semana da feira do livro em suporte papel, pelos alunos do 2.ºB. Após a projeção da história no quadro
interativo na sala de aula, os alunos ilustraram e adaptaram a história, posteriormente a BE transformou a
oferta dos alunos numa história digital utilizando a ferramenta Calaméo, criando a curiosidade e a
vontade de aprenderem a utilizar esta ferramenta (dezembro 2012 a fevereiro de 2013);
5.1.9 – divulgação das atividades no Blogue e no Facebook das Bibliotecas Escolares (ao longo do ano).
5.2 Ações a desenvolver
Nos anos letivos 2012-2013, 2013-2014 e 2014/2015
5.2.1 - Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… dá Vontade de Experimentar (projeto continuado);
5.2.2 - dinamização de “workshops”, para professores, sobre a utilização do KOBO e do Tablet na sala de
aula, abordando os contextos da sua utilização pedagógica, as diferentes aplicações educativas que cada
um possibilita e questões práticas de utilização da tecnologia na sala de aula. Os alunos e/ou professores
poderão requisitar estes equipamentos para fazerem uma apresentação em sala de aula (junho de 2013,
dando continuidade em 2014-2015);
5.2.3 – formação, aos encarregados de educação, sobre a importância das plataformas/serviços e das redes
sociais on-line no contexto da aprendizagem (2013-2014, 2014-2015);
6
5.2.4 - dinamização de workshops, para alunos, sobre a utilização do KOBO e do Tablet na BE e na sala
de aula (maio de 2013 dando continuidade em 2014 - 2015);
5.2.5 – formação, para os alunos, dos 3.ºA e 4.ºB (turmas piloto) e respetivos professores para criação de
um eBook no Calaméo (maio e junho de 2013, dando continuidade nos anos seguintes);
5.2.6 - leituras animadas, durante a Semana da Leitura, em que o ponto de partida será sempre o livro e o
de chegada, o ecrã (2013- 2014 e 2014- 2015);
5.2.7 - dramatização de uma aula “SOBE – Saúde oral ao jeito do Tonecas!”, (novembro de 2013, na
Biblioteca Municipal;
5.2.8 - apresentação a turmas de diferentes ciclos de ensino (2º, 3º e sec.) de “livros” criados no Calaméo
e explicação dos procedimentos subjacentes, sendo os alunos envolvidos os formadores desta ação (2013-
2014, 2014- 2015);
5.2.9 - reprodução de um livro em tecido… Diálogo com/entre diferentes linguagens em que o ponto de
partida e é o livro e o ponto de chegada o ecrã. (fevereiro e março de 2013)
5.2.10 - formação para a utilização do portal Biblon (rede social de leitores juniores), Biblioteca Digital
do PNL e Cata Livros, em articulação com as docentes Hilsa Gomes Alcina Saraiva e os alunos dos 3º A
e 4.ºB,em contexto curricular. Sendo o Biblon uma rede social, é necessário dar formação aos alunos
sobre como comentar nnum blogue, numa rede social, sobre como carregar um vídeo no youtube, como
criar um vídeo no Movie Maker, alertando para a segurança a ter em contextos on-line. (maio e junho de
2013 dando continuidade, com outras turmas em 2014 e 2015);
5.2.11 - incentivar o preenchimento do formulário “Eu li... eu comento…”, no blogue, disponível no
Biblosmania, após a leitura de um livro no Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… Dá Vontade de
Experimentar.
Destinatários
- Turma A, 3º ano de escolaridade e turma B do 4º ano (turmas piloto)*
- Todos os alunos do 1º CEB, que voluntariamente aderem ao projeto.
* Estes alunos serão acompanhados aquando da sua transição para o 2º CEB, sendo que na
Escola Básica do 1º Ciclo, à medida que as referidas turmas transitarem de ano, outras lhes
sucederão.
Calendário
As ações identificadas, conforme breve informação fornecida, decorrerão entre os anos letivos 2012-
2013, 2013-2014 e 2014-2015. Dependendo da avaliação do projeto, poder-se-á alargar o seu âmbito de
aplicação, bem como o respetivo cronograma.
6. Metodologia de trabalho
Considerando que o envolvimento afetivo da criança com o livro é essencial na aquisição e
consolidação dos hábitos de leitura, as ações/atividades a desenvolver terão em conta este
pressuposto e, igualmente, o da importância de que, neste contexto, o trabalho colaborativo se
7
reveste. Assim, aquelas incidirão sobre os alunos, em estreita articulação com os professores das
turmas envolvidas, convocando, sempre que pertinente – como já tem vindo a acontecer - a
colaboração dos encarregados de educação, quer para a sua participação direta na concretização de
atividades, quer para ações de formação inerentes ao projeto.
Importa ainda dizer que o trabalho de grupo é uma das modalidades a privilegiar, já que em muito
contribui para a superação de dificuldades individuais e para o desenvolvimento da criatividade e do
espírito crítico da criança, respondendo, deste modo, a um dos objectivos constantes do PPEB
(LEITURA) que aponta para a mobilização de capacidades e para a construção de conhecimento.
A avaliação, feita em contínuo, pretende reformular estratégias e procedimentos, de modo a
potenciar recursos, ações e aprendizagens. Assim, a equipa do projeto reunir-se-á, trimestralmente, e
sempre que considere necessário, para proceder à planificação das atividades de cada período letivo
e respetiva monitorização/avaliação. No entanto, no final da implementação do projeto será feita
uma avaliação que contemple não só os “agentes” diretamente envolvidos, mas outros elementos da
comunidade educativa – próximos do processo, para que contribuam com a sua “visão”….. Neste
sentido faremos uso dos instrumentos/fontes de evidências disponibilizados no modelo de auto-
avaliação das bibliotecas escolares (RBE), sobretudo, os que estão relacionados com o domínio B.
Leitura e Literacia, ainda que adaptados à idade e nível de ensino dos alunos (1º CEB). Salientemos
ainda que no início do próximo ano letivo, a fim de conhecer o nível de conhecimento no âmbito da
literacia da leitura e tecnológicas/ digital, será passado um inquérito, elaborado para o efeito, aos
alunos. Esta avaliação prévia permitirá aferir algumas das ações de acordo com os resultados. Ao
longo do projeto, e em diferentes momentos, proceder-se-á à observação direta em contexto de
trabalho, fazendo uso das grelhas de avaliação do domínio B, adaptadas à realidade.
7. Materiais/instrumentos a criar
• Criar um webnode para a divulgação da dinâmica deste projeto, com apontadores para os canais e
outras ferramentas Web 2.0 utilizadas pelas BE’s;
• elaborar tutoriais para as ações a desenvolver;
• conceber guiões formativos no âmbito das competências digitais, adaptadas a este nível de ensino;
• criar biografias/portfólios de autores utilizando a ferramenta dipity;
• criação e divulgação de histórias em podcasts;
• edição de um livro, em formato digital, com os guiões/tutoriais e outros materiais elaborados para
a elaboração/implementação do projeto.
8
9. Parcerias
Das parcerias a estabelecer apenas salientamos:
- A Associação de Pais e Encarregados de Educação – no âmbito das estratégias usadas pelas
Bibliotecas do agrupamento no seu envolvimento a nível dos objetivos, estratégias e atividades
relacionadas com a leitura recreativa.
- A Biblioteca Municipal – no âmbito do trabalho em rede, do reforço de fundos documentais e no apoio
à seleção de recursos e ao empréstimo interbibliotecário.
- Das parcerias internas salientamos a que se estabelece com o curso de multimédia, em que três
alunos fazem a cobertura fotográfica e fílmica de algumas atividades, o tratamento de imagem e a
elaboração de pequenos filmes.
10. Observações
Importa dizer que, para além dos professores do 1º CEB que integram a equipa do projeto, os
restantes, dos 3º e 4º anos de escolaridade, participam como colaboradores.
É também importante referir que os alunos das turmas piloto, que transitarão, respetivamente, em
2013-2014 e 2014-2015 para a Escola Básica 2, 3, do Agrupamento, serão acompanhados pela
Coordenadora do projeto que monitorizará a sua atividade leitora, em contexto da BE e de sala de
aula (biblioteca de turma,…), a fim de aferir e avaliar o impacto do projeto na consolidação dos
hábitos de leitura.
Alguns dos tutoriais apresentados, bem como dados recolhidos, farão parte da investigação: “Em que
medida as ferramentas da web 2.0 são um meio de motivar os alunos do 1.º ciclo para a leitura?”
realizada pela Mestranda Elisabete Rosa, no âmbito do Mestrado em Promoção da Leitura e
Bibliotecas Escolares, a decorrer na Universidade de Aveiro, no presente ano letivo.
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Projeto - Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar dá Vontade de Experimentar!

  • 1. 1 Ideias Com Mérito DR Centro Concelho Mortágua Escola proponente Escola Básica de Mortágua Código 1808049 (Escola Sede do Agrupamento) Agrupamento Agrupamento de Escolas de Mortágua Secção A Coordenador Ludovina Maria ferreira Equipa: Paulo Manuel Monteiro Gomes Entidade: Biblioteca da EB1 de Mortágua Cargo/função: Membro da equipa Ações pelas quais é responsável no projeto - Elaboração e conceção do projecto; - elaboração de tutoriais; - dinamização de sessões de formação para: .professores, sobre a utilização dos equipamentos digitais em contexto de ensino-aprendizagem; . alunos, sobre a utilização livre do tablet e do Kobo na biblioteca escolar (BE) e acesso a aplicações educativas e eBooks; . pais e encarregados de educação, para conhecimento dos novos ambientes digitais disponibilizados aos seus educandos, suas potencialidades e utilização; - dinamização de atividades Elisabete de Jesus Rosa Entidade: Biblioteca da EB1 de Mortágua Cargo/função: Membro da equipa Ações pelas quais é responsável no projeto - Elaboração e conceção do projecto; - elaboração de tutoriais sobre “Como criar e alimentar um blogue”, “Como carregar um vídeo no youtube”, “Como rentabilizar o portal Biblon: rede social de leitores juniores”, “Como utilizar o Calaméo”, …
  • 2. 2 -dinamização de actividades; - formação de utilizadores. Professora do 3º ano, turma A: Alcina Saraiva. Professora do 4º ano, turma B: Hilsa Gomes. Cargo/ função Professores das turmas referidas. Ações pelas quais são responsáveis - Sensibilização dos alunos para a importância da leitura na sua formação, apontando para o preconizado no Programa de Português do Ensino básico (PPEB, 2009); - planificação, com os restantes elementos da equipa, das atividades a realizar com os alunos, considerando a seleção das aplicações e dos recursos a utilizar; - análise e avaliação dos trabalhos efetuados e das aprendizagens concretizadas. Parcerias: Biblioteca Municipal Teresa Branquinho Bibliotecária Ações pelas quais é responsável Dinamização/dramatização de histórias, na Biblioteca da Escola Básica de Mortágua e na Biblioteca Municipal. Parceria interna: Curso de Multimédia (3 alunos) - Cobertura fotográfica e fílmica de actividades; - tratamento de imagem e elaboração de pequenos filmes. PNL (Por via da participação de alunos em concursos promovidos pela instituição. Por exemplo, “Faça Lá um Poema”, Podcast “Conta-nos uma História”,… Secção B 1. Título do projeto Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… Dá Vontade de Experimentar 2. Diagnóstico Temos uma nova Biblioteca que congrega todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (1º CEB), aberta desde o ano letivo 2011-2012. Um espaço muito acolhedor e com uma coleção bastante interessante. Um excelente recurso para criar um ambiente de leitura rico e diversificado. Salientamos ainda a forte afluência de crianças (40 a 60) do 1º Ciclo, sobretudo, entre as 12.45h e as
  • 3. 3 14.30h e ao final da tarde, a quem a biblioteca proporciona momentos recreativos e de aprendizagem autónoma. Ora, foi neste contexto que, um dia, uma aluna do 1º ano pediu à assistente operacional que lhe lesse uma história. Incapaz de responder ao seu pedido [porque procurava, com outro elemento da equipa da Biblioteca Escolar (BE), responder às diversas solicitações das restantes, a assistente operacional pediu a uma outra aluna, do 4º ano, que satisfizesse o desejo da 1ª e assim aconteceu. Enquanto a aluna lia à sua colega, várias crianças foram-se aproximando e posicionando natural e livremente para “participarem” no momento… Nascia, assim, o envolvimento afetivo da criança com o livro, pressuposto nuclear para a consolidação de hábitos de leitura. Estava lançada a semente! Face ao êxito obtido, muitas outras crianças quiseram, logo ali, repetir a ação. Então, porque era impossível responder a todos os pedidos e porque não se queria “travar” aquela espontaneidade, a equipa decidiu implementar a atividade que viria a dar o nome ao projeto que apresentamos - “Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar dá Vontade de Experimentar”. De uma iniciativa espontânea e de uma resposta às necessidades dos utilizadores, gera-se o ensejo de criar um forte programa de promoção da leitura em que sejam mobilizados saberes adquiridos e saiam reforçadas as capacidades dos alunos, por via da leitura em diferentes suportes e do recurso, de quando em vez, ao diálogo dinâmico entre diferentes linguagens (dramatizações, artes plásticas, música,…), contribuindo para o aprofundar da sensibilidade estética da criança leitora e para o desenvolvimento de outras capacidades, em diálogo ativo e contínuo entre a cultura literária tradicional e a nova cultura digital. Findas as diferentes atividades, a criança comenta e posta o seu comentário no blogue” Eu li… eu comento… “. Assumindo-se como agente ativo do processo, o aluno mobiliza capacidades e constrói conhecimento! 3. Descrição do projeto Do sucesso da atividade e da necessidade de convocar para a leitura crianças dela distanciadas, interessadas pelos jogos on-line, a equipa concebeu este projeto cujas ações facilitarão a aproximação de suportes distintos de leitura e a formação de leitores competentes e preparados para os desafios da sociedade actual, no respeito pelo preconizado pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), pelo PPEB, 2009 e pela Comissão Europeia face ao uso seguro da Internet. Partimos também de ações desenvolvidas no ano letivo anterior, numa “viagem” do papel ao digital, procurando saber se os ambientes virtuais de leitura favorecem, igualmente, as competências leitoras e digitais. O sucesso de “Bibliodigital” - ação destinada a familiarizar a criança leitora com a leitura em suporte digital – foi preponderante. Estimulou o acesso à informação/ comunicação pela via digital [através da criação de um e-mail (com a autorização dos pais) e envio – nas interrupções letivas - de histórias/ sugestões de leitura. Paralelamente, adquirimos um KOBO a fim de suscitar a curiosidade dos menos leitores e estimular a leitura em ambientes digitais. Percebemos, então, ser necessário formar crianças, professores e pais para optimizar novos suportes e conceber um projeto estruturado, contemplando as transliteracias: literacia da leitura, da informação e digital/tecnológica. Contudo, o crescente desenvolvimento das atividades, realizadas e a realizar,
  • 4. 4 pedia mais equipamentos (eBooks, tablets, eReaders) para responder eficazmente às numerosas solicitações. Projeto centrado no aluno, “formando” e “formador”, visa consolidar e promover práticas de leitura em dinâmico diálogo entre diferentes suportes. Sob orientação da equipa o aluno inscreve-se para ler, seleciona a história e prepara-a. Depois, diariamente, às 13:30h, a leitura acontece! É a atividade de motivação que servirá de ponte para o trabalho a desenvolver nas aulas (item programático LEITURA). Note-se o referido nos PPEB, março 2009, p.38, por exemplo, quanto à articulação sala de aula/ BE, os PPEB são explícitos: “Treino, na biblioteca […]”. Enquanto atividade “nascida” das crianças, é mais fácil conseguir a adesão destas a novas ações, concebidas articuladamente pela equipa, a realizar na BE e em contexto de sala de aula. Refira-se, como exemplo, a supervisão pedagógica dos professores, na aula, da leitura e das histórias criadas pelos alunos e, posteriormente, passadas para suporte digital e divulgadas nas plataformas/serviços on-line disponibilizados pelo Agrupamento. Também os pais são envolvidos! Alguns não permitiram a criação de e-mail, mas deram o seu e acedem com a criança à história e com ela a preparam. 4. Objetivos 4.1 Conceber atividades que contribuam para a apetência pela leitura recreativa em suportes diferenciados, ajudando ao desenvolvimento das capacidades estético-cognitivas das crianças e facilitando as aprendizagens. 4.2 Criar contextos de aprendizagem e materiais diversos para promoção das transliteracias, envolvendo alunos, professores e encarregados de educação. 4.3 Consolidar o trabalho articulado com os professores e a formação no contexto literacia digital/tecnológica. 5. Ações 5.1 Ações desenvolvidas No ano letivo 2011-2012 5.1.1. Biliodigital No âmbito da participação e elaboração de projetos de promoção e formação de leitores, a Biblioteca Escolar da Escola Básica do Agrupamento de Escolas de Mortágua iniciou o Bibliodigital pretendendo elevar os níveis de literacia dos nossos alunos. Com efeito, sendo notório o gosto das crianças pelas novas tecnologias, a biblioteca pretendeu ir ao encontro dos seus interesses. Assim, desenvolveu:
  • 5. 5 - a criação de uma conta de e-mail para os alunos, com a colaboração de pais e encarregados de educação, no intuito de promover a literacia digital dos utilizadores, enviando histórias digitais quinzenalmente, em vários formatos (durante o ano letivo); 5.1.2 - formação aos utilizadores/alunos sobre como utilizar um conta de e-mail com segurança; como abrir um documento word; um pdf; um ficheiro ppt e uma pasta zipada (durante o 1.º período); 5.1.3 - formação aos professores/encarregados de educação/alunos sobre Google Docs e como elaborar uma história partilhada pelos diversos utilizadores (esta formação continuará a ser desenvolvida nos ano letivos 2012-2013; 2013-2014 e 2014-2015); 5.1.4 - divulgação e exploração de sites de promoção da leitura: Biblioteca Digital do Plano Nacional de Leitura; História do Dia; Instituto Camões e Cata Livros (março de 2012). No Ano letivo 2012-2013 5.1.5 - Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… dá Vontade de Experimentar, às 13. 30h, diariamente, na BE; 5.1.6 - conceção de reprodução, em tecido, do livro O meu amor, de Beatrice Alemagna, (atividade desenvolvida a partir da sua leitura, no Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… dá Vontade de Experimentar. “Arte” desenvolvida em diferentes linguagens/suportes, em que o ponto de partida é o livro e o ponto de chegada o ecrã (fevereiro e março de 2013); 5.1.7 – “Aula do Tonecas” – dramatização desenvolvida com uma turma do 4.º ano, no âmbito da comemoração do Mês Internacional da Bibliotecas Escolares (apresentada 12 de outubro, no momento da visita da Drª Teresa Calçada às BE’s do concelho de Mortágua); 5.1.8 - criação, no Calaméo, do eBook História da Maria Castanha (história foi uma oferecido à BE, na semana da feira do livro em suporte papel, pelos alunos do 2.ºB. Após a projeção da história no quadro interativo na sala de aula, os alunos ilustraram e adaptaram a história, posteriormente a BE transformou a oferta dos alunos numa história digital utilizando a ferramenta Calaméo, criando a curiosidade e a vontade de aprenderem a utilizar esta ferramenta (dezembro 2012 a fevereiro de 2013); 5.1.9 – divulgação das atividades no Blogue e no Facebook das Bibliotecas Escolares (ao longo do ano). 5.2 Ações a desenvolver Nos anos letivos 2012-2013, 2013-2014 e 2014/2015 5.2.1 - Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… dá Vontade de Experimentar (projeto continuado); 5.2.2 - dinamização de “workshops”, para professores, sobre a utilização do KOBO e do Tablet na sala de aula, abordando os contextos da sua utilização pedagógica, as diferentes aplicações educativas que cada um possibilita e questões práticas de utilização da tecnologia na sala de aula. Os alunos e/ou professores poderão requisitar estes equipamentos para fazerem uma apresentação em sala de aula (junho de 2013, dando continuidade em 2014-2015); 5.2.3 – formação, aos encarregados de educação, sobre a importância das plataformas/serviços e das redes sociais on-line no contexto da aprendizagem (2013-2014, 2014-2015);
  • 6. 6 5.2.4 - dinamização de workshops, para alunos, sobre a utilização do KOBO e do Tablet na BE e na sala de aula (maio de 2013 dando continuidade em 2014 - 2015); 5.2.5 – formação, para os alunos, dos 3.ºA e 4.ºB (turmas piloto) e respetivos professores para criação de um eBook no Calaméo (maio e junho de 2013, dando continuidade nos anos seguintes); 5.2.6 - leituras animadas, durante a Semana da Leitura, em que o ponto de partida será sempre o livro e o de chegada, o ecrã (2013- 2014 e 2014- 2015); 5.2.7 - dramatização de uma aula “SOBE – Saúde oral ao jeito do Tonecas!”, (novembro de 2013, na Biblioteca Municipal; 5.2.8 - apresentação a turmas de diferentes ciclos de ensino (2º, 3º e sec.) de “livros” criados no Calaméo e explicação dos procedimentos subjacentes, sendo os alunos envolvidos os formadores desta ação (2013- 2014, 2014- 2015); 5.2.9 - reprodução de um livro em tecido… Diálogo com/entre diferentes linguagens em que o ponto de partida e é o livro e o ponto de chegada o ecrã. (fevereiro e março de 2013) 5.2.10 - formação para a utilização do portal Biblon (rede social de leitores juniores), Biblioteca Digital do PNL e Cata Livros, em articulação com as docentes Hilsa Gomes Alcina Saraiva e os alunos dos 3º A e 4.ºB,em contexto curricular. Sendo o Biblon uma rede social, é necessário dar formação aos alunos sobre como comentar nnum blogue, numa rede social, sobre como carregar um vídeo no youtube, como criar um vídeo no Movie Maker, alertando para a segurança a ter em contextos on-line. (maio e junho de 2013 dando continuidade, com outras turmas em 2014 e 2015); 5.2.11 - incentivar o preenchimento do formulário “Eu li... eu comento…”, no blogue, disponível no Biblosmania, após a leitura de um livro no Contar e Narr@r na Biblioteca Escolar… Dá Vontade de Experimentar. Destinatários - Turma A, 3º ano de escolaridade e turma B do 4º ano (turmas piloto)* - Todos os alunos do 1º CEB, que voluntariamente aderem ao projeto. * Estes alunos serão acompanhados aquando da sua transição para o 2º CEB, sendo que na Escola Básica do 1º Ciclo, à medida que as referidas turmas transitarem de ano, outras lhes sucederão. Calendário As ações identificadas, conforme breve informação fornecida, decorrerão entre os anos letivos 2012- 2013, 2013-2014 e 2014-2015. Dependendo da avaliação do projeto, poder-se-á alargar o seu âmbito de aplicação, bem como o respetivo cronograma. 6. Metodologia de trabalho Considerando que o envolvimento afetivo da criança com o livro é essencial na aquisição e consolidação dos hábitos de leitura, as ações/atividades a desenvolver terão em conta este pressuposto e, igualmente, o da importância de que, neste contexto, o trabalho colaborativo se
  • 7. 7 reveste. Assim, aquelas incidirão sobre os alunos, em estreita articulação com os professores das turmas envolvidas, convocando, sempre que pertinente – como já tem vindo a acontecer - a colaboração dos encarregados de educação, quer para a sua participação direta na concretização de atividades, quer para ações de formação inerentes ao projeto. Importa ainda dizer que o trabalho de grupo é uma das modalidades a privilegiar, já que em muito contribui para a superação de dificuldades individuais e para o desenvolvimento da criatividade e do espírito crítico da criança, respondendo, deste modo, a um dos objectivos constantes do PPEB (LEITURA) que aponta para a mobilização de capacidades e para a construção de conhecimento. A avaliação, feita em contínuo, pretende reformular estratégias e procedimentos, de modo a potenciar recursos, ações e aprendizagens. Assim, a equipa do projeto reunir-se-á, trimestralmente, e sempre que considere necessário, para proceder à planificação das atividades de cada período letivo e respetiva monitorização/avaliação. No entanto, no final da implementação do projeto será feita uma avaliação que contemple não só os “agentes” diretamente envolvidos, mas outros elementos da comunidade educativa – próximos do processo, para que contribuam com a sua “visão”….. Neste sentido faremos uso dos instrumentos/fontes de evidências disponibilizados no modelo de auto- avaliação das bibliotecas escolares (RBE), sobretudo, os que estão relacionados com o domínio B. Leitura e Literacia, ainda que adaptados à idade e nível de ensino dos alunos (1º CEB). Salientemos ainda que no início do próximo ano letivo, a fim de conhecer o nível de conhecimento no âmbito da literacia da leitura e tecnológicas/ digital, será passado um inquérito, elaborado para o efeito, aos alunos. Esta avaliação prévia permitirá aferir algumas das ações de acordo com os resultados. Ao longo do projeto, e em diferentes momentos, proceder-se-á à observação direta em contexto de trabalho, fazendo uso das grelhas de avaliação do domínio B, adaptadas à realidade. 7. Materiais/instrumentos a criar • Criar um webnode para a divulgação da dinâmica deste projeto, com apontadores para os canais e outras ferramentas Web 2.0 utilizadas pelas BE’s; • elaborar tutoriais para as ações a desenvolver; • conceber guiões formativos no âmbito das competências digitais, adaptadas a este nível de ensino; • criar biografias/portfólios de autores utilizando a ferramenta dipity; • criação e divulgação de histórias em podcasts; • edição de um livro, em formato digital, com os guiões/tutoriais e outros materiais elaborados para a elaboração/implementação do projeto.
  • 8. 8 9. Parcerias Das parcerias a estabelecer apenas salientamos: - A Associação de Pais e Encarregados de Educação – no âmbito das estratégias usadas pelas Bibliotecas do agrupamento no seu envolvimento a nível dos objetivos, estratégias e atividades relacionadas com a leitura recreativa. - A Biblioteca Municipal – no âmbito do trabalho em rede, do reforço de fundos documentais e no apoio à seleção de recursos e ao empréstimo interbibliotecário. - Das parcerias internas salientamos a que se estabelece com o curso de multimédia, em que três alunos fazem a cobertura fotográfica e fílmica de algumas atividades, o tratamento de imagem e a elaboração de pequenos filmes. 10. Observações Importa dizer que, para além dos professores do 1º CEB que integram a equipa do projeto, os restantes, dos 3º e 4º anos de escolaridade, participam como colaboradores. É também importante referir que os alunos das turmas piloto, que transitarão, respetivamente, em 2013-2014 e 2014-2015 para a Escola Básica 2, 3, do Agrupamento, serão acompanhados pela Coordenadora do projeto que monitorizará a sua atividade leitora, em contexto da BE e de sala de aula (biblioteca de turma,…), a fim de aferir e avaliar o impacto do projeto na consolidação dos hábitos de leitura. Alguns dos tutoriais apresentados, bem como dados recolhidos, farão parte da investigação: “Em que medida as ferramentas da web 2.0 são um meio de motivar os alunos do 1.º ciclo para a leitura?” realizada pela Mestranda Elisabete Rosa, no âmbito do Mestrado em Promoção da Leitura e Bibliotecas Escolares, a decorrer na Universidade de Aveiro, no presente ano letivo. ………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….....