O documento analisa a Conferência de Berlim e suas implicações nas relações internacionais durante a era dos impérios, destacando a competição entre potências imperialistas por territórios africanos. Apresenta a política colonial das principais nações, como Inglaterra, França, Bélgica e Alemanha, evidenciando os interesses econômicos e políticos que motivaram a partilha da África. Conclui que, apesar da promessa de civilização e abolição da escravatura, prevaleceram os interesses das potências, resultando em uma divisão territorial que moldou a história africana.