 O que significa dizer que alguém formulou um juízo
sobre determinado assunto.
 Significa geralmente que alguém formou ou deu uma
opinião.
 Esta opinião é comunicada oralmente ou por escrito
através de uma frase declarativa, que exprime o juízo
formulado.
 Se a frase pôde expressar a opinião ou juízo de alguém
é porque há um significado associado a frase.
Fatos e valores
 Em geral distinguimos dois tipos de juízo:
1. Juízo de fato
2. Juízo de valor.
 Um exemplo do primeiro seria: o sol é uma estrela;
 Um exemplo do segundo seria: o aborto – em certas
circunstancias – é moralmente permissível.
Mas o que são valores?
valores
 Os valores intervêm e influenciam em nossas decisões
nos mais variados campos;
 Os valores morais orientam nossas ações quando está
em causa o bem e o mal, o certo e o errado. A amizade,
o respeito pelos outros, a honestidade e a generosidade
são exemplos de valores éticos (morais).
Juízo de fato
 São descritivos;
 Informam sobre o que se passa na realidade – dizem de
que forma as coisas são.
“A atmosfera terrestre contem oxigênio”
 O juízos de fato tem valor de verdade: são verdadeiros
ou falsos.
 São objetivos;
 A realidade que descrevem, quer nos agrade quer não,
é como é.
 Não depende do que possamos pensar ou sentir
Juízo de valor
“A pena de morte é injusta”
 Este juízo exprime uma atitude desfavorável em
relação a pena de morte;
 Alguém que acredite nele sinceramente não está
apenas a dizer-nos como as coisas se passam na
realidade.
 Não está apenas a descrevê-las;
 Está a dizer-nos como as coisas deveriam ser;
 Está a avaliá-las.
 Dizer que a pena de morte é injusta significa fazer uma
avaliação negativa desta prática;
 Não nos limitamos, portanto, a descrever um fato;
 Estamos a propor a adoção de uma norma de
comportamento
 As normas servem para indicar a maneira como devemos
agir;
 É devido a esta norma que os juízos de valor são
normativos.
 Juízos de fato são descritivos;
 Juízos de valor são normativos.
 Os juízos de fato tratam daquilo que as coisas são;
 Os juízos de valor tratam daquilo que as coisas devem ser.
Filosofia moral de Kant
 Ele estudou detalhadamente duas formas de
manifestação da razão:
 a razão teórica
 a razão prática
 A razão teórica pura permite ao sujeito elaborar o
conhecimento do mundo e da natureza.
 A razão prática pura abre o caminho para o
conhecimento da sociedade
Porque razão pura?
 Kant acredita que existam faculdades que são:
1. “a priori” – por exemplo a razão;
2. “a posteriori” - por exemplo: os conhecimento
adquiridos pela experiência.
 A razão teórica pura corresponde ao “imperativo
categórico”;
 É um instrumento do julgamento moral da razão
prática pura.
No domínio da razão pratica somos livres!
 Por isso a moralidade trata do uso prático e livre da
razão.
Todos os princípios da razão prática são leis universais
que definem nossos deveres, por isso aplicam-se a
todos os indivíduos em qualquer circunstância.
 Existe uma lei moral em nós que é objetiva, e que não
é conhecida pela experiência , mas pela razão.
 Essa lei nos obriga a agir ou nos abster de agir,
simplesmente em razão da ação ser permitida ou
proibida por ela.
A ética de Kant
Age de modo que a máxima da tua vontade possa sempre
valer de lei universal.
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Juizo Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Juizo Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Juizo Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Juizo Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Juizo Moral

Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Juizo Moral

  • 2.
     O quesignifica dizer que alguém formulou um juízo sobre determinado assunto.  Significa geralmente que alguém formou ou deu uma opinião.  Esta opinião é comunicada oralmente ou por escrito através de uma frase declarativa, que exprime o juízo formulado.  Se a frase pôde expressar a opinião ou juízo de alguém é porque há um significado associado a frase.
  • 3.
    Fatos e valores Em geral distinguimos dois tipos de juízo: 1. Juízo de fato 2. Juízo de valor.  Um exemplo do primeiro seria: o sol é uma estrela;  Um exemplo do segundo seria: o aborto – em certas circunstancias – é moralmente permissível.
  • 4.
    Mas o quesão valores?
  • 5.
    valores  Os valoresintervêm e influenciam em nossas decisões nos mais variados campos;  Os valores morais orientam nossas ações quando está em causa o bem e o mal, o certo e o errado. A amizade, o respeito pelos outros, a honestidade e a generosidade são exemplos de valores éticos (morais).
  • 6.
    Juízo de fato São descritivos;  Informam sobre o que se passa na realidade – dizem de que forma as coisas são. “A atmosfera terrestre contem oxigênio”
  • 7.
     O juízosde fato tem valor de verdade: são verdadeiros ou falsos.  São objetivos;  A realidade que descrevem, quer nos agrade quer não, é como é.  Não depende do que possamos pensar ou sentir
  • 8.
    Juízo de valor “Apena de morte é injusta”
  • 9.
     Este juízoexprime uma atitude desfavorável em relação a pena de morte;  Alguém que acredite nele sinceramente não está apenas a dizer-nos como as coisas se passam na realidade.  Não está apenas a descrevê-las;  Está a dizer-nos como as coisas deveriam ser;  Está a avaliá-las.
  • 10.
     Dizer quea pena de morte é injusta significa fazer uma avaliação negativa desta prática;  Não nos limitamos, portanto, a descrever um fato;  Estamos a propor a adoção de uma norma de comportamento
  • 11.
     As normasservem para indicar a maneira como devemos agir;  É devido a esta norma que os juízos de valor são normativos.  Juízos de fato são descritivos;  Juízos de valor são normativos.  Os juízos de fato tratam daquilo que as coisas são;  Os juízos de valor tratam daquilo que as coisas devem ser.
  • 12.
    Filosofia moral deKant  Ele estudou detalhadamente duas formas de manifestação da razão:  a razão teórica  a razão prática
  • 13.
     A razãoteórica pura permite ao sujeito elaborar o conhecimento do mundo e da natureza.  A razão prática pura abre o caminho para o conhecimento da sociedade
  • 14.
    Porque razão pura? Kant acredita que existam faculdades que são: 1. “a priori” – por exemplo a razão; 2. “a posteriori” - por exemplo: os conhecimento adquiridos pela experiência.
  • 15.
     A razãoteórica pura corresponde ao “imperativo categórico”;  É um instrumento do julgamento moral da razão prática pura. No domínio da razão pratica somos livres!  Por isso a moralidade trata do uso prático e livre da razão.
  • 16.
    Todos os princípiosda razão prática são leis universais que definem nossos deveres, por isso aplicam-se a todos os indivíduos em qualquer circunstância.
  • 17.
     Existe umalei moral em nós que é objetiva, e que não é conhecida pela experiência , mas pela razão.  Essa lei nos obriga a agir ou nos abster de agir, simplesmente em razão da ação ser permitida ou proibida por ela.
  • 18.
    A ética deKant Age de modo que a máxima da tua vontade possa sempre valer de lei universal.