Ana Paula Costa
Nay Brúnio Borges
Andréa KochhannAndréa Kochhann
A BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processoA BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processoA BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processoA BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processo
humano e necessáriohumano e necessáriohumano e necessáriohumano e necessário
2015201520152015
Slides utilizados para as apresentações do GEFOPI
– Grupo de Estudos em Formação de Professores e
Interdisciplinaridade, tanto em palestras quanto em
mesas redondas ou mini cursos.
O GEFOPI é coordenado pela Prof. Ms. AndréaO GEFOPI é coordenado pela Prof. Ms. Andréa
Kochhann, vinculado ao Câmpus São Luis de
Montes Belos e se efetiva com projetos de pesquisa
e extensão.
O intuito do GEFOPI com estes slides é
discutir o que é conhecimento. Para tal
analisa-se o conceito de conhecimento e
explicita sobre o ser do conhecimento. Em
seguida apresenta-se os tipos de conhecimento
e caracteriza-se o conhecimento científico.e caracteriza-se o conhecimento científico.
Geralmente discutimos essa temática após o
público ter assistido o filme “O óleo de
Lorenzo”.
Dizer que ninguém produz conhecimento
ou que apenas alguns produzem
conhecimento é algo inóspito.
Para entendermos essa controvérsiaPara entendermos essa controvérsia
precisamos conhecer o que é conhecimento
e como ele se procede.
Todos nós produzimos de uma forma ouTodos nós produzimos de uma forma ouTodos nós produzimos de uma forma ouTodos nós produzimos de uma forma ou
outra, conhecimento.outra, conhecimento.outra, conhecimento.outra, conhecimento.
Galliano (1996, p.17) assevera que “conhecer é
estabelecer uma relação entre a pessoa que conhece
e o objeto que passa a ser conhecido [...] transforma
em conceito esse objeto, reconstitui-o em sua
mente.”
“O conhecimento leva o homem a apropriar-se da
realidade e, ao mesmo tempo, a penetrar
nela”(GALLIANO, 1996)nela”(GALLIANO, 1996)
Cortella (2008, p. 39) afirma que o conhecimento
“[...] por se constituir em entendimento, averiguação
e interpretação sobre a realidade, é o que nos guia
como ferramenta central para nela intervir [...]”.
O que se percebe com a conceituação do termo
conhecimento, é que o ser que conhece é o humano.
Assim, é importante conhecer o ser humano. Afinal,
quem é o ser humano, o ser do conhecimento?
Aranha (2006) assevera que o ser humano é o único
animal completamente diferente dos demais animais. A
autora o define como o ser de cultura.autora o define como o ser de cultura.
Assevera que o homem é um animal racional, um
bípede implume (concordando com Platão) e cadáver
adiado e que “Somos, antes de mais nada, construtores
de sentido, porque, fundamentalmente, somos
construtores de nós mesmos, a partir de uma evolução
natural”.
O ser humano é adaptado ao seu ambiente, e como
afirma Cortella (2008), quando o grau de
adaptação é superior ao grau de flexibilidade as
mudanças de um dado animal, inclusive o ser
humano, pode desaparecer.
No que tange a ciência da evolução humana ou a
paleoantropologia, Cortella (2008) expõe que opaleoantropologia, Cortella (2008) expõe que o
homem é da ordem dos primatas, ou seja, teve
como ancestrais em algum momento os símios. Há
registro de fósseis de mais ou menos 22 milhões
de anos.
No decorrer desses milhares de anos que se
passaram, muitas alterações surgiram no sistema
biológico humano o que segundo Cortella (2008)
morosamente foi superando a desvantagem da não
especialização humana.
DificuldadesDificuldadesDificuldadesDificuldades eeee evoluçõesevoluçõesevoluçõesevoluções
Há uma confluência de expressões entre Aranha
(1989) e Cortella (2008), principalmente no que
tange a cultura. O termo cultura é “de origem
romana, originária de colere, que significa
habituar-se, tomar conta, criar e preservar”,
segundo Hannah Arendt (apud ARANHA, 2006, p.
68).
Para Aranha (1989) a cultura pode ser entendida
como:
[...] a transformação que o homem exerce sobre a
natureza, mediante o trabalho, os instrumentos e
as ideias utilizados nessa transformação, bem
como os produtos resultantes. E, mais ainda, nesse
processo, o homem se auto-produz, se faz a siprocesso, o homem se auto-produz, se faz a si
mesmo um homem.
Cortella (2008, p. 39) também considera que o
meio ambiente, bem como a produção e
intervenção do homem estão ligados à cultura, pois
“Esse meio ambiente humano, por nós produzido e
no qual somos produzidos, é a cultura.”.
No segundo sentido entende-se que há
uma referência ao sentido de interesses
específicos por isso ou aquilo, seja, nas
artes ou nas manifestações intelectuais.
No sentido restrito o que se faz é um
recorte, e desta forma considerar-se-á orecorte, e desta forma considerar-se-á o
seu sentido mais prenotado, seja ele
intelectual, filosófico, cientifico, artístico,
literário ou religioso.
Nessa disputa conceitual, Cortella (2008, p. 37)
assevera que cultura é um “conjunto dos resultados
da ação do humano sobre o mundo por intermédio
do trabalho.”. Alega inclusive que o homem se faz
homem inserido e por conta de uma cultura, pois
“o Homem não nasce humano, se sim, torna-se“o Homem não nasce humano, se sim, torna-se
humano na vida social e histórica no interior da
Cultura.” Assim, o ser do conhecimento, é o ser da
cultura.
O Conhecimento VulgarO Conhecimento VulgarO Conhecimento VulgarO Conhecimento Vulgar:
Caracteriza-se pelas experiências vividas ou
transmitidas por alguém;
Considerado superficial e passivo;Considerado superficial e passivo;
A linguagem do conhecimento vulgar é utilizada
no dia a dia.
Conhecimento FilosóficoConhecimento FilosóficoConhecimento FilosóficoConhecimento Filosófico
Caracteriza pelas reflexões do homem e
por instrumento exclusivo a racionalidade;
Não se restringe nos dados experimentais;Não se restringe nos dados experimentais;
Constitui nos valores de forma crítica e
reflexiva;
Conhecimento TeológicoConhecimento TeológicoConhecimento TeológicoConhecimento Teológico
Caracteriza por basear-se exclusivamente na fé
humana;
O teólogo é essencial para interpretar e explicar
os textos divino;
Trata-se do sobrenatural, da essência e da
existência do ser humano, e da relação Deus com
o homem.
Lakatos e Marconi (2003) expõem que suas
verdades são consideradas inquestionáveis;
CONHECIMENTO CIENTÍFICOCONHECIMENTO CIENTÍFICOCONHECIMENTO CIENTÍFICOCONHECIMENTO CIENTÍFICO
o Caracteriza por ser metódico, sistemático
da realidade, rigoroso, exato e objetivo;
o Galliano (1996) explica os fatos através dao Galliano (1996) explica os fatos através da
observação, investigação e
experimentação;
O que se pode inferir é que
independente do tipo de conhecimento, o ser
humano, é o ser que conhece pela
racionalidade e objetividade da compreensão
da realidade. É conveniente o entendimentoda realidade. É conveniente o entendimento
de que todo conhecimento tem sua verdade
relativa.
O CONHECIMENTO CIENTÍFICO: uma
compreensão imprescindível
Como nosso intuito na Universidade é o
conhecimento científico, cumpre apresentar que a
ciência se embasa na racionalidade e na objetividade,
pois para Galliano (1996, p. 25)“Conhecimento
científico racional é aquele que: 1. É constituído porcientífico racional é aquele que: 1. É constituído por
conceitos, julgamentos e raciocínios, não por
sensações, imagens, modelos de conduta, etc.”. Para o
autor o conhecimento científico objetivo “[...] alcança a
exatidão da realidade, segundo o nível dos meios de
observação, investigação ou experimentação de sua
época.” .
O conhecimento científico apresenta
características básicas e de fácil identificação
segundo Galliano (1996). Para o autor é possível
discutir treze características, tais sejam: o
conhecimento científico atém-se aos fatos,
transcende os fatos, é analítico, requer exatidão e
clareza, é comunicável, é verificável, depende declareza, é comunicável, é verificável, depende de
investigação metódica, é sistemático, busca e aplica
leis, é explicativo, pode fazer predições, é aberto e
útil.
Galliano (1996, p. 27) assevera que
[...] todas as investigações, descobertas, novas
técnicas e hipóteses da atividade científica devem ser
comunicadas, a fim de que se multipliquem ascomunicadas, a fim de que se multipliquem as
possibilidades de sua confirmação ou refutação. Só assim
o resultado de um trabalho pode ser reconhecido como
científico.
Como o intuito dessas linhas era
discutir sobre o ser humano em constante
busca pelo conhecimento, apresentamos as
características básicas que diferencia ocaracterísticas básicas que diferencia o
homem dos demais animais, mostrando que
o trabalho e a cultura lhe possibilitam a
humanização. Grande diferença para os
demais animais.
Dentre as diferenças está a condição de
produção do conhecimento. Nesse ínterim é
preciso despertar nos acadêmicos o gosto
pela produção científica e o despertar para a
construção do conhecimento pelas própriasconstrução do conhecimento pelas próprias
mãos.
Então, o que é conhecer?
ARANHA, Maria Lúcia Arruda. HistóriaHistóriaHistóriaHistória dadadada EducaçãoEducaçãoEducaçãoEducação eeee dadadada
PedagogiaPedagogiaPedagogiaPedagogia.... São Paulo: Moderna, 2006.
CORTELLA, Mário Sérgio. AAAA escolaescolaescolaescola eeee oooo conhecimentoconhecimentoconhecimentoconhecimento.... 12.
ed. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2008.
GALLIANO, Guilherme. OOOO métodométodométodométodo científicocientíficocientíficocientífico:::: teoriateoriateoriateoria eeee práticapráticapráticaprática.
São Paulo: Harbra, 1996.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade.
FundamentosFundamentosFundamentosFundamentos dededede metodologiametodologiametodologiametodologia científicacientíficacientíficacientífica. 7 ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
Contatos:
andreakochhann@yahoo.com.br
Face: GEFOPI AndréaFace: GEFOPI Andréa

O conhecimento

  • 1.
    Ana Paula Costa NayBrúnio Borges Andréa KochhannAndréa Kochhann A BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processoA BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processoA BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processoA BUSCA PELO CONHECIMENTO: um processo humano e necessáriohumano e necessáriohumano e necessáriohumano e necessário 2015201520152015
  • 2.
    Slides utilizados paraas apresentações do GEFOPI – Grupo de Estudos em Formação de Professores e Interdisciplinaridade, tanto em palestras quanto em mesas redondas ou mini cursos. O GEFOPI é coordenado pela Prof. Ms. AndréaO GEFOPI é coordenado pela Prof. Ms. Andréa Kochhann, vinculado ao Câmpus São Luis de Montes Belos e se efetiva com projetos de pesquisa e extensão.
  • 3.
    O intuito doGEFOPI com estes slides é discutir o que é conhecimento. Para tal analisa-se o conceito de conhecimento e explicita sobre o ser do conhecimento. Em seguida apresenta-se os tipos de conhecimento e caracteriza-se o conhecimento científico.e caracteriza-se o conhecimento científico. Geralmente discutimos essa temática após o público ter assistido o filme “O óleo de Lorenzo”.
  • 5.
    Dizer que ninguémproduz conhecimento ou que apenas alguns produzem conhecimento é algo inóspito. Para entendermos essa controvérsiaPara entendermos essa controvérsia precisamos conhecer o que é conhecimento e como ele se procede. Todos nós produzimos de uma forma ouTodos nós produzimos de uma forma ouTodos nós produzimos de uma forma ouTodos nós produzimos de uma forma ou outra, conhecimento.outra, conhecimento.outra, conhecimento.outra, conhecimento.
  • 6.
    Galliano (1996, p.17)assevera que “conhecer é estabelecer uma relação entre a pessoa que conhece e o objeto que passa a ser conhecido [...] transforma em conceito esse objeto, reconstitui-o em sua mente.” “O conhecimento leva o homem a apropriar-se da realidade e, ao mesmo tempo, a penetrar nela”(GALLIANO, 1996)nela”(GALLIANO, 1996) Cortella (2008, p. 39) afirma que o conhecimento “[...] por se constituir em entendimento, averiguação e interpretação sobre a realidade, é o que nos guia como ferramenta central para nela intervir [...]”.
  • 7.
    O que sepercebe com a conceituação do termo conhecimento, é que o ser que conhece é o humano. Assim, é importante conhecer o ser humano. Afinal, quem é o ser humano, o ser do conhecimento? Aranha (2006) assevera que o ser humano é o único animal completamente diferente dos demais animais. A autora o define como o ser de cultura.autora o define como o ser de cultura. Assevera que o homem é um animal racional, um bípede implume (concordando com Platão) e cadáver adiado e que “Somos, antes de mais nada, construtores de sentido, porque, fundamentalmente, somos construtores de nós mesmos, a partir de uma evolução natural”.
  • 9.
    O ser humanoé adaptado ao seu ambiente, e como afirma Cortella (2008), quando o grau de adaptação é superior ao grau de flexibilidade as mudanças de um dado animal, inclusive o ser humano, pode desaparecer. No que tange a ciência da evolução humana ou a paleoantropologia, Cortella (2008) expõe que opaleoantropologia, Cortella (2008) expõe que o homem é da ordem dos primatas, ou seja, teve como ancestrais em algum momento os símios. Há registro de fósseis de mais ou menos 22 milhões de anos.
  • 12.
    No decorrer dessesmilhares de anos que se passaram, muitas alterações surgiram no sistema biológico humano o que segundo Cortella (2008) morosamente foi superando a desvantagem da não especialização humana. DificuldadesDificuldadesDificuldadesDificuldades eeee evoluçõesevoluçõesevoluçõesevoluções Há uma confluência de expressões entre Aranha (1989) e Cortella (2008), principalmente no que tange a cultura. O termo cultura é “de origem romana, originária de colere, que significa habituar-se, tomar conta, criar e preservar”, segundo Hannah Arendt (apud ARANHA, 2006, p. 68).
  • 13.
    Para Aranha (1989)a cultura pode ser entendida como: [...] a transformação que o homem exerce sobre a natureza, mediante o trabalho, os instrumentos e as ideias utilizados nessa transformação, bem como os produtos resultantes. E, mais ainda, nesse processo, o homem se auto-produz, se faz a siprocesso, o homem se auto-produz, se faz a si mesmo um homem. Cortella (2008, p. 39) também considera que o meio ambiente, bem como a produção e intervenção do homem estão ligados à cultura, pois “Esse meio ambiente humano, por nós produzido e no qual somos produzidos, é a cultura.”.
  • 15.
    No segundo sentidoentende-se que há uma referência ao sentido de interesses específicos por isso ou aquilo, seja, nas artes ou nas manifestações intelectuais. No sentido restrito o que se faz é um recorte, e desta forma considerar-se-á orecorte, e desta forma considerar-se-á o seu sentido mais prenotado, seja ele intelectual, filosófico, cientifico, artístico, literário ou religioso.
  • 17.
    Nessa disputa conceitual,Cortella (2008, p. 37) assevera que cultura é um “conjunto dos resultados da ação do humano sobre o mundo por intermédio do trabalho.”. Alega inclusive que o homem se faz homem inserido e por conta de uma cultura, pois “o Homem não nasce humano, se sim, torna-se“o Homem não nasce humano, se sim, torna-se humano na vida social e histórica no interior da Cultura.” Assim, o ser do conhecimento, é o ser da cultura.
  • 19.
    O Conhecimento VulgarOConhecimento VulgarO Conhecimento VulgarO Conhecimento Vulgar: Caracteriza-se pelas experiências vividas ou transmitidas por alguém; Considerado superficial e passivo;Considerado superficial e passivo; A linguagem do conhecimento vulgar é utilizada no dia a dia.
  • 20.
    Conhecimento FilosóficoConhecimento FilosóficoConhecimentoFilosóficoConhecimento Filosófico Caracteriza pelas reflexões do homem e por instrumento exclusivo a racionalidade; Não se restringe nos dados experimentais;Não se restringe nos dados experimentais; Constitui nos valores de forma crítica e reflexiva;
  • 21.
    Conhecimento TeológicoConhecimento TeológicoConhecimentoTeológicoConhecimento Teológico Caracteriza por basear-se exclusivamente na fé humana; O teólogo é essencial para interpretar e explicar os textos divino; Trata-se do sobrenatural, da essência e da existência do ser humano, e da relação Deus com o homem. Lakatos e Marconi (2003) expõem que suas verdades são consideradas inquestionáveis;
  • 22.
    CONHECIMENTO CIENTÍFICOCONHECIMENTO CIENTÍFICOCONHECIMENTOCIENTÍFICOCONHECIMENTO CIENTÍFICO o Caracteriza por ser metódico, sistemático da realidade, rigoroso, exato e objetivo; o Galliano (1996) explica os fatos através dao Galliano (1996) explica os fatos através da observação, investigação e experimentação;
  • 23.
    O que sepode inferir é que independente do tipo de conhecimento, o ser humano, é o ser que conhece pela racionalidade e objetividade da compreensão da realidade. É conveniente o entendimentoda realidade. É conveniente o entendimento de que todo conhecimento tem sua verdade relativa.
  • 24.
    O CONHECIMENTO CIENTÍFICO:uma compreensão imprescindível Como nosso intuito na Universidade é o conhecimento científico, cumpre apresentar que a ciência se embasa na racionalidade e na objetividade, pois para Galliano (1996, p. 25)“Conhecimento científico racional é aquele que: 1. É constituído porcientífico racional é aquele que: 1. É constituído por conceitos, julgamentos e raciocínios, não por sensações, imagens, modelos de conduta, etc.”. Para o autor o conhecimento científico objetivo “[...] alcança a exatidão da realidade, segundo o nível dos meios de observação, investigação ou experimentação de sua época.” .
  • 25.
    O conhecimento científicoapresenta características básicas e de fácil identificação segundo Galliano (1996). Para o autor é possível discutir treze características, tais sejam: o conhecimento científico atém-se aos fatos, transcende os fatos, é analítico, requer exatidão e clareza, é comunicável, é verificável, depende declareza, é comunicável, é verificável, depende de investigação metódica, é sistemático, busca e aplica leis, é explicativo, pode fazer predições, é aberto e útil.
  • 26.
    Galliano (1996, p.27) assevera que [...] todas as investigações, descobertas, novas técnicas e hipóteses da atividade científica devem ser comunicadas, a fim de que se multipliquem ascomunicadas, a fim de que se multipliquem as possibilidades de sua confirmação ou refutação. Só assim o resultado de um trabalho pode ser reconhecido como científico.
  • 27.
    Como o intuitodessas linhas era discutir sobre o ser humano em constante busca pelo conhecimento, apresentamos as características básicas que diferencia ocaracterísticas básicas que diferencia o homem dos demais animais, mostrando que o trabalho e a cultura lhe possibilitam a humanização. Grande diferença para os demais animais.
  • 28.
    Dentre as diferençasestá a condição de produção do conhecimento. Nesse ínterim é preciso despertar nos acadêmicos o gosto pela produção científica e o despertar para a construção do conhecimento pelas própriasconstrução do conhecimento pelas próprias mãos. Então, o que é conhecer?
  • 29.
    ARANHA, Maria LúciaArruda. HistóriaHistóriaHistóriaHistória dadadada EducaçãoEducaçãoEducaçãoEducação eeee dadadada PedagogiaPedagogiaPedagogiaPedagogia.... São Paulo: Moderna, 2006. CORTELLA, Mário Sérgio. AAAA escolaescolaescolaescola eeee oooo conhecimentoconhecimentoconhecimentoconhecimento.... 12. ed. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2008. GALLIANO, Guilherme. OOOO métodométodométodométodo científicocientíficocientíficocientífico:::: teoriateoriateoriateoria eeee práticapráticapráticaprática. São Paulo: Harbra, 1996. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. FundamentosFundamentosFundamentosFundamentos dededede metodologiametodologiametodologiametodologia científicacientíficacientíficacientífica. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
  • 30.