SlideShare uma empresa Scribd logo
MONARQUIAS NACIONAIS
1. Sistema político na alta Idade Média
o Poder descentralizado ou fragmentado.
o Reis: poder decorativo.
o Suserania e vassalagem: terras por fidelidade.
o Senhores feudais: localismo político.
o Não haviam Estados (territórios centralizados).
o Terra: sinônimo de poder.
2. Baixa Idade Média
BAIXA IDADE MÉDIA
XI XV
o Renascimento comercial e urbano.
o Surgimento e ascensão da burguesia.
o Enfraquecimento da nobreza.
o Crise e queda do Feudalismo.
o Pré – capitalismo e burguesia.
• Espaço físico onde se vive.
• Território delimitado (mapa).
País
• Habitantes de um mesmo país.
• Características biológicas comuns.
• Cultura: Idioma, religião, crenças.
• Identidade, sentido de pertencer.
Nação
• Poder centralizado.
• Parlamento, Constituição.
• Bandeira, hino, poderes.
Estado
País e/ou Estado:
Nação:
3. Pré – capitalismo
Renascimento Comercial e Urbano
o O comércio ganha cada vez maior importância.
o Burguesia passa a concentrar poder econômico.
o Burgos, moedas, impostos impõem nova ordem.
Poder na Baixa Idade Média
o Nobreza feudal e burgos: poder local.
o Reis: poder regional.
o Igreja: poder suprarregional.
4. Centralização política: Monarquias ou Estados
o Reis e burguesia uniram – se no projeto de
centralização territorial e política.
o Reinos, feudos, condados, ducados deram lugar a
amplos territórios com o nome de Estados.
o Os particularismos feudais foram substituídos por
instituições complexas com: governante, leis, moeda,
impostos, pesos, medidas, bandeira, hino e exército
nacionais.
5. Aliança política e interesses:
Rei: recuperar terras e poder
o Formar exército, comprar armas, cavalos.
o Lutar contra os senhores feudais.
Burguesia: acumular capitais
o Fim dos particularismos feudais.
o Padronizar: moedas, pesos, medidas, impostos.
o Facilitar o comércio e incrementar os negócios.
6. Instrumentos de poder do monarca (rei):
o Exército permanente: mercenários que serviam
o Estado garantindo poder e territórios ao rei.
o Burocracia estatal: funcionários que cuidavam
da justiça, dos impostos e da vida econômica.
o Soberania: poder do Estado representado pelo rei.
o Diplomacia: relações entre Estados para conter
tensões, negociar, manter interesses, evitar guerras.
7. Poder regional (reis)
o Os reis eram senhores feudais com extensos
domínios e grande quantidade de vassalos.
o Ampliar o número de vassalos contribuía para o
aumento regional de poder.
o A Igreja Católica exercia o poder continental.
o O poder dos reis esbarrava no poder da Igreja
Católica que dominava um território maior.
8. Poder suprarregional (Igreja Católica)
o A Igreja possuía 1/3 das terras europeias.
o O Cristianismo católico era a religião dominante.
o Regulava paz, guerra, salvação, vida social, moral.
o Poderes espiritual e temporal uniam – se ou
entravam em conflito de acordo com os interesses.
o A Igreja Católica legitimava o poder dos reis.
9. Formação de Portugal
Guerra de Reconquista:
o Península Ibérica: Cristãos X Mouros.
o Raimundo e Henrique de Borgonha apoiaram o
Rei Afonso VI de Leão contra os Mouros.
o Raimundo casou – se com Urraca e ganhou Galiza
como dote, Henrique casou – se com Teresa e
ganhou o Condado Portucalense.
Revolução de Avis (1383/1385)
o D. Fernando morreu sem deixar herdeiros.
o D. João de Castela, casado com Beatriz,(filha de
D. Fernando) com apoio da viúva Leonor,
pretendia o trono português.
o A Burguesia não desejava que Portugal ficasse
com Castela e articulou a revolução.
o João de Avis, irmão bastardo de D. Fernando,
apoiado pela burguesia, liderou a Revolução de
Avis e tomou o trono português.
10. França
Filipe IV ou Filipe, o Belo (1285 – 1314)
o Principal agente da centralização política francesa.
Atuação dos legistas:
o Legitimaram a independência do poder temporal
frente ao poder espiritual.
o Juristas laicos, conhecedores do Direito Romano,
ofereceram assistência jurídica para fortalecer o
poder do rei e do Estado.
Convocação dos Estados Gerais (1302):
o Reunião de representantes dos Estados (ordens):
Clero, Nobreza e Burguesia.
o Objetivos: poder consultivo para deliberar sobre
problemas relativos ao rei e ao Estado francês.
o Reunido para apoiar Filipe, o Belo, em sua briga
contra o Papa Bonifácio VIII, defendendo autonomia
política do rei frente à autoridade da Igreja.
Cisma do Ocidente (1294 – 1303)
o Filipe IV, o Belo, contra Gregório VIII e Bonifácio VIII.
o Poder temporal contra o poder espiritual.
o O rei cobrava tributos de terras da Igreja na França.
o Cisma (divisão): Filipe chamou o Papa de
anticristo e foi excomungado.
o Filipe pediu perdão, foi perdoado, mas atacou
Roma, enquanto Bonifácio VIII fugia.
Cativeiro de Avignon (1309 – 1377):
o Após a fuga de Bonifácio VIII, Filipe indicou um
Papa francês (Clemente V) e mudou a sede da
Igreja para a França (Avignon).
o Crise na Igreja: dois Papas, duas sedes, dois cleros.
o Crise de poder: poder temporal mais forte que o
poder da Igreja, que deveria cuidar apenas das almas.
o Concílio de Constança: elegeu o Papa Martinho V e
pôs fim ao Cisma do Ocidente.
Crise do século XIV e centralização política:
o A Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453), a Peste Negra
e as Jacqueries atrasaram a unificação política.
o Os Duques de Borgonha, Bretanha, Bourbon e
Berry uniram – se contra o rei Luís XI.
o Luís XI venceu os duques e os outros reis
continuaram no processo de unificação política e
fortalecimento do poder real na França.
11. Inglaterra:
o 1066: Guilherme, o conquistador, duque da
Normandia (França) unificou a Inglaterra.
Henrique II (1154 – 1189):
o Senhor feudal francês passou a governar a
Inglaterra, gerando atritos entre os dois Estados.
o Dominou a Irlanda ampliando os seus domínios.
Ricardo I, coração de Leão (1189 – 1199):
o Participou da Terceira Cruzada (1187 – 1191).
o Retornou da Terceira Cruzada ao saber que João
Sem Terra, seu irmão, queria tomar – lhe o trono.
o No retorno, foi capturado pelo imperador Enrique VI
da Alemanha (Sacro Império Germânico) e mantido
em cativeiro na cidade de Durstein.
o Depois de um longo período de prisão e do
pagamento de um alto resgate, retornou incógnito.
Ricardo, Coração de Leão
João Sem Terra (1199 – 1216):
o Perdeu territórios para Filipe Augusto da França.
o Para recuperar os gastos com as guerras criou e
elevou vários impostos, irritando clero e nobreza.
Magna Carta (1215):
o Documento que limitava os poderes do rei.
o Os poderes do rei limitados pelo Grande Conselho.
o Criou o habeas corpus e o Tribunal do Juri.
Guerra das Duas Rosas (1455 – 1485):
o Disputa dinástica na sucessão do trono entre os
Lancaster (rosa vermelha) e York (rosa branca).
o Em 1455, o rei era Henrique VI (Lancaster).
o A derrota na Guerra dos cem Anos, a administração
fraca e seus problemas mentais abalaram seu poder
e geraram a disputa pelo trono inglês.
o Ricardo de York se uniu a vários nobres ingleses e
exigiu a renúncia do rei Henrique VI.
o Em 1455, Henrique VI venceu Ricardo de York.
o Com a morte de Ricardo de York, seu filho Eduardo
venceu Henrique VI e assumiu como Eduardo IV.
o Como Eduardo IV de York era incompetente, foi
deposto pelos nobres, voltando Henrique VI ao trono.
o Com a morte de Henrique VI, seu irmão Ricardo de
Gloucester assumiu o trono como Ricardo III de York.
o Os Lancaster decidem derrubar Ricardo III e
coroar Henrique Tudor.
Fim da Guerra das Duas Rosas (1485):
o Henrique Tudor, descendente de Lancaster, derrotou
Ricardo III (York), casou – se com Elizabeth de York,
filha de Eduardo IV (York), unindo as duas famílias.
Henrique VII
(1457 – 1509)
Henrique VIII (1509 – 1547):
Ato de Supremacia (1534):
o Henrique VIII tornou – se chefe da Igreja Anglicana e
confiscou o patrimônio da Igreja Católica.
o Desenvolvimento da manufatura têxtil.
o Estimulou a criação de ovelhas, causando os
cercamentos (enclosures), levando ao êxodo rural.
o Conflitos e perseguições religiosas: anglicanos contra
católicos.
Henrique VIII
(1509 – 1547)
Causa mortis:
câncer
Causa mortis:
decapitada
Causa mortis:
Pós parto
Causa mortis:
câncer
Causa mortis:
decapitada
Causa mortis:
Pós parto
Elizabeth I (1558 – 1603)
o Lei dos 39 artigos: restaurou o Ato de Supremacia e
impôs a doutrina anglicana com cerimonial católico.
o Absolutista governou sem ouvir o Parlamento.
o Financiou a expansão marítima e comercial.
o Intensificou os cercamentos e a Lei dos Pobres
obrigava os pobres a trabalhar nas manufaturas.
o Venceu Filipe II da Espanha e sua “invencível”
armada.
Elizabeth I
(1558 – 1603)
Revolução Gloriosa (1688 – 1689):
o O Parlamento ficou na defensiva contra Jaime II.
o Jaime II ameaçava a continuidade do Parlamento.
o Viúvo, Jaime II casou – se com uma católica, tendo
um filho católico que entrava na sucessão do trono.
o O Parlamento convidou Guilherme de Orange,
holandês, para assumir o lugar de Jaime II,
assumindo como Guilherme III.
Guilherme III
(1688 – 1702)
Bill of Rights (Petição dos Direitos) e Parlamentarismo
o Limitava os poderes do rei, dava poder ao Parlamento.
o O rei não poderia revogar leis e o trono poderia ser
dado pelo Parlamento a quem ele o decidisse.
o Reuniões parlamentares e eleições seriam regulares.
o Orçamento anual seria votado pelo Parlamento.
o Inspetores auditariam as contas reais.
o Os católicos foram afastados do poder.
Importante:
o Burgueses, nobres e populares uniram – se em
ações antiabsolutistas.
o Consolidado o Parlamentarismo na Inglaterra.
o Foram lançadas as bases do Iluminismo.
o Em 1694 foi criado o Banco da Inglaterra para
financiar a burguesia e a Revolução Industrial,
além de emprestar dinheiro para o Tesouro Real.
ABSOLUTISMO MONÁRQUICO
SÍMBOLOS DO ESTADO
E DO PODER ABSOLUTO
DOS REIS
LUÍS XIV:
(REI SOL)
REI DA FRANÇA
SÍMBOLO DE
ABSOLUTISMO
DE DIREITO
DIVINO
Entende –se por ABSOLUTISMO
o sistema em que o rei,
ao encarnar o ideal nacional,
assume (por direito e de fato)
os atributos da soberania:
Poder de DECRETAR LEIS,
de FAZER JUSTIÇA,
de ARRECADAR IMPOSTOS,
de MANTER EXÉRCITOS,
de NOMEAR FUNCIONÁRIOS,
de GOVERNAR ABSOLUTAMENTE.
M
A
U
R
I
C
E
C
R
O
U
Z
E
T
1. Conceito:
o Forma típica de governo das Monarquias
Nacionais.
o Todos os poderes concentrados no rei, que
acumulava funções de Executivo, Legislativo,
Judiciário.
o O rei governava absolutamente com poderes de
criar leis e julgar e fiscalizar o seu cumprimento.
2. Características:
A – Política:
o Autocracia.
o Repressão.
o Despotismo.
o Tirania.
o Absolutismo.
B – Economia:
Mercantilismo
o Regras adotadas pelo Estado para intervenção na
economia.
o Monopólios, protecionismos, balança comercial
favorável.
o Objetivo: acúmulo de metais preciosos.
Teoria do direito divino do rei:
o Santo Agostinho separava o espaço de poder em
cidade de Deus e cidade dos homens.
o Na aliança do poder eclesiástico com o poder
político a Igreja defendia que o poder é de Deus.
o O rei passou a ser o representante de Deus na
Terra, governando por direito divino.
o A Monarquia seria a melhor forma de governo.
Luís XIV - Rigaud
“O Estado sou eu.”
Jacques Bossuet: Em seu livro chamado “Política
Segundo As Sagradas Escrituras”, ele justifica a
concentração de poder nas mãos do Rei que seria o
representante das forças divinas na Terra. O Rei é
confundido com o próprio Deus e por isso, todos que
forem contra as suas determinações seriam também
contrários às forças divinas e portanto contra Deus.
Maquiavel – “os fins justificam os meios”
O Príncipe (1513 – 1515)
o Fundador do pensamento político moderno.
o Havia grande distância entre a política ideal e a real.
o O poder político tem a função de regular as lutas e
tensões entre os poderosos e o povo.
o As lutas e tensões sempre existiram inviabilizando o
bem comum.
Objetivo da Política:
o Manutenção do poder do Estado.
o Ao manter o poder o governante deve conter as
forças e tensões, utilizando todas as armas possíveis.
o A ação política não deve combinar com juízo moral.
o A lógica do poder justifica qualquer ato do príncipe.
o O que realmente importa são os resultados.
o “Os fins justificam os meios”.
Jean Bodin: o governo nas mãos de um só
o Em A República construiu o conceito do governo
soberano, perpétuo, divino e absoluto.
o A monarquia seria a forma de governo adequada
à natureza das coisas.
o Para Bodin a família tem apenas um chefe, o céu
apenas um sol, o Universo só um Deus criador.
o A soberania e a coesão social seriam possíveis na
Monarquia.
Thomas Hobbes (1588 – 1679)
Obras: Sobre o Cidadão e Leviatã.
o Vivendo em sociedade o homem não é sociável.
o A competição e a disputa regem as relações.
o A natureza gerou o estado de guerra de todos
contra todos: “homo homini lúpus.”
o A sociedade abriu mão da liberdade em troca de
paz e segurança que o Estado poderia oferecer.
Leviatã:
“O seu corpo é como escudos de bronze fundido. Em seus
dentes está o terror...O seu coração é duro como pedra,
no seu pescoço está a força.” (Jó – 40,41)
o O Estado forte colocaria ordem no caos.
o O Estado comparado ao monstro criado pelo
homem para pôr fim à anarquia e ao caos.
o Hobbes legitimava o poder absoluto, um mal cruel
e necessário.
Monarquias nacionais frança e inglaterra 2021

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Susana Simões
 
11 ha m4 u2 2
11 ha m4 u2 211 ha m4 u2 2
11 ha m4 u2 2
Carla Freitas
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
Formacao monarquias absolutismo mercantilismo.moderna
Formacao monarquias absolutismo mercantilismo.modernaFormacao monarquias absolutismo mercantilismo.moderna
Formacao monarquias absolutismo mercantilismo.moderna
Edvaldo Lopes
 
Absolutismo francês 2019
Absolutismo francês 2019Absolutismo francês 2019
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
BarbaraSilveira9
 
A formacao das monarquias nacionais
A formacao das monarquias nacionais A formacao das monarquias nacionais
A formacao das monarquias nacionais
Marcelo Ferreira Boia
 
Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)
Wilton Moretto
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
Susana Simões
 
Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)
Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)
Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)
Paulo Roberto
 
Antigo Regime
Antigo RegimeAntigo Regime
Antigo Regime
Rodrigo Vaz Rui
 
Slide historia
Slide historiaSlide historia
Slide historia
Celiamariag3
 
Antigo regime ii
Antigo regime iiAntigo regime ii
Antigo regime ii
Teresa Maia
 
A sociedade de antigo regime em Portugal
A sociedade de antigo regime em PortugalA sociedade de antigo regime em Portugal
A sociedade de antigo regime em Portugal
Joana Filipa Rodrigues
 
Apontamentos HistóRia 8º Ano
Apontamentos HistóRia 8º AnoApontamentos HistóRia 8º Ano
Apontamentos HistóRia 8º Ano
turma8bjoaofranco
 
A formação dos estados nacionais
A formação dos estados nacionaisA formação dos estados nacionais
A formação dos estados nacionais
hercules_nascimento
 
Formação dos estados nacionais europeus
Formação dos estados nacionais europeusFormação dos estados nacionais europeus
Formação dos estados nacionais europeus
Vagner Roberto
 
Aula 8
Aula 8Aula 8
www.AulasDeHistoriaApoio.com - História - A formação dos estados nacionais
www.AulasDeHistoriaApoio.com  - História -  A formação dos estados nacionaiswww.AulasDeHistoriaApoio.com  - História -  A formação dos estados nacionais
www.AulasDeHistoriaApoio.com - História - A formação dos estados nacionais
AulasDeHistoriaApoio
 

Mais procurados (19)

Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
 
11 ha m4 u2 2
11 ha m4 u2 211 ha m4 u2 2
11 ha m4 u2 2
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
Aula 5
 
Formacao monarquias absolutismo mercantilismo.moderna
Formacao monarquias absolutismo mercantilismo.modernaFormacao monarquias absolutismo mercantilismo.moderna
Formacao monarquias absolutismo mercantilismo.moderna
 
Absolutismo francês 2019
Absolutismo francês 2019Absolutismo francês 2019
Absolutismo francês 2019
 
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
 
A formacao das monarquias nacionais
A formacao das monarquias nacionais A formacao das monarquias nacionais
A formacao das monarquias nacionais
 
Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
 
Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)
Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)
Formação das Monarquias Nacionais Europeias (Parte 1)
 
Antigo Regime
Antigo RegimeAntigo Regime
Antigo Regime
 
Slide historia
Slide historiaSlide historia
Slide historia
 
Antigo regime ii
Antigo regime iiAntigo regime ii
Antigo regime ii
 
A sociedade de antigo regime em Portugal
A sociedade de antigo regime em PortugalA sociedade de antigo regime em Portugal
A sociedade de antigo regime em Portugal
 
Apontamentos HistóRia 8º Ano
Apontamentos HistóRia 8º AnoApontamentos HistóRia 8º Ano
Apontamentos HistóRia 8º Ano
 
A formação dos estados nacionais
A formação dos estados nacionaisA formação dos estados nacionais
A formação dos estados nacionais
 
Formação dos estados nacionais europeus
Formação dos estados nacionais europeusFormação dos estados nacionais europeus
Formação dos estados nacionais europeus
 
Aula 8
Aula 8Aula 8
Aula 8
 
www.AulasDeHistoriaApoio.com - História - A formação dos estados nacionais
www.AulasDeHistoriaApoio.com  - História -  A formação dos estados nacionaiswww.AulasDeHistoriaApoio.com  - História -  A formação dos estados nacionais
www.AulasDeHistoriaApoio.com - História - A formação dos estados nacionais
 

Semelhante a Monarquias nacionais frança e inglaterra 2021

Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Nefer19
 
Slide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdf
Slide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdfSlide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdf
Slide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdf
HyagoCarlos3
 
Absolutismo mercantilismo
Absolutismo   mercantilismoAbsolutismo   mercantilismo
Absolutismo mercantilismo
Kelly Delfino
 
O ab solutismo
O ab solutismoO ab solutismo
O ab solutismo
historiando
 
História - Antigo Regime e Revolução Inglesa
História - Antigo Regime e Revolução InglesaHistória - Antigo Regime e Revolução Inglesa
História - Antigo Regime e Revolução Inglesa
Victoria Souza
 
Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...
Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...
Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...
Marcos Mamute
 
Apresentação o absolutismo ou antigo regi me
Apresentação o absolutismo ou antigo regi meApresentação o absolutismo ou antigo regi me
Apresentação o absolutismo ou antigo regi me
Péricles Penuel
 
Resumo formacao dos estados modernos
Resumo formacao dos estados modernosResumo formacao dos estados modernos
Resumo formacao dos estados modernos
Elisângela Martins Rodrigues
 
Aula 1 1º ano - historia
Aula 1   1º ano - historiaAula 1   1º ano - historia
Aula 1 1º ano - historia
Aluno Mecanica
 
Revolução inglesa
Revolução inglesaRevolução inglesa
Revolução inglesa
Rafael Camargo
 
Da idade média à idade moderna
Da idade média à idade modernaDa idade média à idade moderna
Da idade média à idade moderna
Mari Oliveira
 
Absolutismo (resumo)
Absolutismo (resumo)Absolutismo (resumo)
Absolutismo (resumo)
Guilherme Drumond
 
Apogeu do absolutismo
Apogeu do absolutismoApogeu do absolutismo
Apogeu do absolutismo
Kerol Brombal
 
O Absolutismo
O AbsolutismoO Absolutismo
O Absolutismo
BriefCase
 
O absolutismo
O absolutismoO absolutismo
O absolutismo
Nelia Salles Nantes
 
O absolutismo
O absolutismoO absolutismo
O absolutismo
Nelia Salles Nantes
 
O absolutismo
O absolutismoO absolutismo
O absolutismo
Nelia Salles Nantes
 
02 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_202 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_2
Vítor Santos
 
HCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdf
HCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdfHCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdf
HCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdf
sabinachourico
 
A Formação das Monarquias Nacionais
A Formação das Monarquias NacionaisA Formação das Monarquias Nacionais
A Formação das Monarquias Nacionais
Gilmar Rodrigues
 

Semelhante a Monarquias nacionais frança e inglaterra 2021 (20)

Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
 
Slide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdf
Slide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdfSlide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdf
Slide Historia: Estado Moderno e o Absolutismo.pdf
 
Absolutismo mercantilismo
Absolutismo   mercantilismoAbsolutismo   mercantilismo
Absolutismo mercantilismo
 
O ab solutismo
O ab solutismoO ab solutismo
O ab solutismo
 
História - Antigo Regime e Revolução Inglesa
História - Antigo Regime e Revolução InglesaHistória - Antigo Regime e Revolução Inglesa
História - Antigo Regime e Revolução Inglesa
 
Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...
Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...
Idade Média parte 2 (Formação do Estado Nacional Português, Espanhol, Inglês ...
 
Apresentação o absolutismo ou antigo regi me
Apresentação o absolutismo ou antigo regi meApresentação o absolutismo ou antigo regi me
Apresentação o absolutismo ou antigo regi me
 
Resumo formacao dos estados modernos
Resumo formacao dos estados modernosResumo formacao dos estados modernos
Resumo formacao dos estados modernos
 
Aula 1 1º ano - historia
Aula 1   1º ano - historiaAula 1   1º ano - historia
Aula 1 1º ano - historia
 
Revolução inglesa
Revolução inglesaRevolução inglesa
Revolução inglesa
 
Da idade média à idade moderna
Da idade média à idade modernaDa idade média à idade moderna
Da idade média à idade moderna
 
Absolutismo (resumo)
Absolutismo (resumo)Absolutismo (resumo)
Absolutismo (resumo)
 
Apogeu do absolutismo
Apogeu do absolutismoApogeu do absolutismo
Apogeu do absolutismo
 
O Absolutismo
O AbsolutismoO Absolutismo
O Absolutismo
 
O absolutismo
O absolutismoO absolutismo
O absolutismo
 
O absolutismo
O absolutismoO absolutismo
O absolutismo
 
O absolutismo
O absolutismoO absolutismo
O absolutismo
 
02 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_202 historia a_revisoes_modulo_2
02 historia a_revisoes_modulo_2
 
HCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdf
HCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdfHCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdf
HCA- Módulo 6- A Cultura do Palco.pdf
 
A Formação das Monarquias Nacionais
A Formação das Monarquias NacionaisA Formação das Monarquias Nacionais
A Formação das Monarquias Nacionais
 

Mais de Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia

Iluminismo 2021
Iluminismo 2021Iluminismo 2021
GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...
GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...
GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021
Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021
Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Expansão marítima e comercial 2021
Expansão marítima e comercial 2021Expansão marítima e comercial 2021
Expansão marítima e comercial 2021
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021
Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021
Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Brasil: República Oligárquica (estruturas e questões sociais e políticas)
Brasil: República Oligárquica   (estruturas e questões sociais e políticas)Brasil: República Oligárquica   (estruturas e questões sociais e políticas)
Brasil: República Oligárquica (estruturas e questões sociais e políticas)
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Cidadania e direitos humanos 2021
Cidadania e direitos humanos 2021Cidadania e direitos humanos 2021
Cidadania e direitos humanos 2021
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Totalitarismo fascismo e nazismo 2021
Totalitarismo fascismo e nazismo 2021Totalitarismo fascismo e nazismo 2021
Totalitarismo fascismo e nazismo 2021
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Brasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistas
Brasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistasBrasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistas
Brasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistas
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Revolução Russa de 1917
Revolução Russa de 1917Revolução Russa de 1917
Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)
Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)
Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Islamismo 2021
Islamismo 2021Islamismo 2021
1ª Guerra Mundial (1914-1918)
1ª Guerra Mundial (1914-1918)1ª Guerra Mundial (1914-1918)
1ª Guerra Mundial (1914-1918)
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Brasil Mineração (século XVIII)
Brasil  Mineração (século XVIII)Brasil  Mineração (século XVIII)
Brasil Mineração (século XVIII)
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Neocolonialismo ou Imperialismo
Neocolonialismo ou ImperialismoNeocolonialismo ou Imperialismo
Neocolonialismo ou Imperialismo
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.
Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.
Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Estrutura social: conceitos básicos.
Estrutura social: conceitos básicos.Estrutura social: conceitos básicos.
Estrutura social: conceitos básicos.
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Ideologias do século XIX
Ideologias do século XIXIdeologias do século XIX
Brasil pré-colonial e colonial.
Brasil pré-colonial e colonial.Brasil pré-colonial e colonial.
Brasil pré-colonial e colonial.
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021
Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021
Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 

Mais de Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia (20)

Iluminismo 2021
Iluminismo 2021Iluminismo 2021
Iluminismo 2021
 
GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...
GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...
GUERRA FRIA I, BASES, BIPOLARIDADE, MURO DE BERLIM, CORRIDAS ESPACIAL E ARMAM...
 
Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021
Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021
Brasil era vargas (1930 - 1945) 2021
 
Expansão marítima e comercial 2021
Expansão marítima e comercial 2021Expansão marítima e comercial 2021
Expansão marítima e comercial 2021
 
Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021
Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021
Brasil república velha (crise e queda do império república da espada) 2021
 
Brasil: República Oligárquica (estruturas e questões sociais e políticas)
Brasil: República Oligárquica   (estruturas e questões sociais e políticas)Brasil: República Oligárquica   (estruturas e questões sociais e políticas)
Brasil: República Oligárquica (estruturas e questões sociais e políticas)
 
Cidadania e direitos humanos 2021
Cidadania e direitos humanos 2021Cidadania e direitos humanos 2021
Cidadania e direitos humanos 2021
 
Totalitarismo fascismo e nazismo 2021
Totalitarismo fascismo e nazismo 2021Totalitarismo fascismo e nazismo 2021
Totalitarismo fascismo e nazismo 2021
 
Brasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistas
Brasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistasBrasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistas
Brasil: crise do sistema colonial e movimentos emancipacipacionistas
 
Revolução Russa de 1917
Revolução Russa de 1917Revolução Russa de 1917
Revolução Russa de 1917
 
Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)
Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)
Crise de1929: Entreguerras (1918-1939)
 
Islamismo 2021
Islamismo 2021Islamismo 2021
Islamismo 2021
 
1ª Guerra Mundial (1914-1918)
1ª Guerra Mundial (1914-1918)1ª Guerra Mundial (1914-1918)
1ª Guerra Mundial (1914-1918)
 
Brasil Mineração (século XVIII)
Brasil  Mineração (século XVIII)Brasil  Mineração (século XVIII)
Brasil Mineração (século XVIII)
 
Neocolonialismo ou Imperialismo
Neocolonialismo ou ImperialismoNeocolonialismo ou Imperialismo
Neocolonialismo ou Imperialismo
 
Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.
Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.
Civilizações do extremo Oriente: Índia, China, Japão.
 
Estrutura social: conceitos básicos.
Estrutura social: conceitos básicos.Estrutura social: conceitos básicos.
Estrutura social: conceitos básicos.
 
Ideologias do século XIX
Ideologias do século XIXIdeologias do século XIX
Ideologias do século XIX
 
Brasil pré-colonial e colonial.
Brasil pré-colonial e colonial.Brasil pré-colonial e colonial.
Brasil pré-colonial e colonial.
 
Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021
Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021
Brasil pré colonial: Povos indígenas 2021
 

Último

PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AntonioVieira539017
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
Suzy De Abreu Santana
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 

Último (20)

PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 

Monarquias nacionais frança e inglaterra 2021

  • 2.
  • 3.
  • 4. 1. Sistema político na alta Idade Média o Poder descentralizado ou fragmentado. o Reis: poder decorativo. o Suserania e vassalagem: terras por fidelidade. o Senhores feudais: localismo político. o Não haviam Estados (territórios centralizados). o Terra: sinônimo de poder.
  • 5. 2. Baixa Idade Média BAIXA IDADE MÉDIA XI XV o Renascimento comercial e urbano. o Surgimento e ascensão da burguesia. o Enfraquecimento da nobreza. o Crise e queda do Feudalismo. o Pré – capitalismo e burguesia.
  • 6. • Espaço físico onde se vive. • Território delimitado (mapa). País • Habitantes de um mesmo país. • Características biológicas comuns. • Cultura: Idioma, religião, crenças. • Identidade, sentido de pertencer. Nação • Poder centralizado. • Parlamento, Constituição. • Bandeira, hino, poderes. Estado
  • 9.
  • 10.
  • 11. 3. Pré – capitalismo Renascimento Comercial e Urbano o O comércio ganha cada vez maior importância. o Burguesia passa a concentrar poder econômico. o Burgos, moedas, impostos impõem nova ordem. Poder na Baixa Idade Média o Nobreza feudal e burgos: poder local. o Reis: poder regional. o Igreja: poder suprarregional.
  • 12. 4. Centralização política: Monarquias ou Estados o Reis e burguesia uniram – se no projeto de centralização territorial e política. o Reinos, feudos, condados, ducados deram lugar a amplos territórios com o nome de Estados. o Os particularismos feudais foram substituídos por instituições complexas com: governante, leis, moeda, impostos, pesos, medidas, bandeira, hino e exército nacionais.
  • 13. 5. Aliança política e interesses: Rei: recuperar terras e poder o Formar exército, comprar armas, cavalos. o Lutar contra os senhores feudais. Burguesia: acumular capitais o Fim dos particularismos feudais. o Padronizar: moedas, pesos, medidas, impostos. o Facilitar o comércio e incrementar os negócios.
  • 14. 6. Instrumentos de poder do monarca (rei): o Exército permanente: mercenários que serviam o Estado garantindo poder e territórios ao rei. o Burocracia estatal: funcionários que cuidavam da justiça, dos impostos e da vida econômica. o Soberania: poder do Estado representado pelo rei. o Diplomacia: relações entre Estados para conter tensões, negociar, manter interesses, evitar guerras.
  • 15. 7. Poder regional (reis) o Os reis eram senhores feudais com extensos domínios e grande quantidade de vassalos. o Ampliar o número de vassalos contribuía para o aumento regional de poder. o A Igreja Católica exercia o poder continental. o O poder dos reis esbarrava no poder da Igreja Católica que dominava um território maior.
  • 16. 8. Poder suprarregional (Igreja Católica) o A Igreja possuía 1/3 das terras europeias. o O Cristianismo católico era a religião dominante. o Regulava paz, guerra, salvação, vida social, moral. o Poderes espiritual e temporal uniam – se ou entravam em conflito de acordo com os interesses. o A Igreja Católica legitimava o poder dos reis.
  • 17. 9. Formação de Portugal Guerra de Reconquista: o Península Ibérica: Cristãos X Mouros. o Raimundo e Henrique de Borgonha apoiaram o Rei Afonso VI de Leão contra os Mouros. o Raimundo casou – se com Urraca e ganhou Galiza como dote, Henrique casou – se com Teresa e ganhou o Condado Portucalense.
  • 18.
  • 19. Revolução de Avis (1383/1385) o D. Fernando morreu sem deixar herdeiros. o D. João de Castela, casado com Beatriz,(filha de D. Fernando) com apoio da viúva Leonor, pretendia o trono português. o A Burguesia não desejava que Portugal ficasse com Castela e articulou a revolução. o João de Avis, irmão bastardo de D. Fernando, apoiado pela burguesia, liderou a Revolução de Avis e tomou o trono português.
  • 20.
  • 21.
  • 23. Filipe IV ou Filipe, o Belo (1285 – 1314) o Principal agente da centralização política francesa. Atuação dos legistas: o Legitimaram a independência do poder temporal frente ao poder espiritual. o Juristas laicos, conhecedores do Direito Romano, ofereceram assistência jurídica para fortalecer o poder do rei e do Estado.
  • 24.
  • 25. Convocação dos Estados Gerais (1302): o Reunião de representantes dos Estados (ordens): Clero, Nobreza e Burguesia. o Objetivos: poder consultivo para deliberar sobre problemas relativos ao rei e ao Estado francês. o Reunido para apoiar Filipe, o Belo, em sua briga contra o Papa Bonifácio VIII, defendendo autonomia política do rei frente à autoridade da Igreja.
  • 26. Cisma do Ocidente (1294 – 1303) o Filipe IV, o Belo, contra Gregório VIII e Bonifácio VIII. o Poder temporal contra o poder espiritual. o O rei cobrava tributos de terras da Igreja na França. o Cisma (divisão): Filipe chamou o Papa de anticristo e foi excomungado. o Filipe pediu perdão, foi perdoado, mas atacou Roma, enquanto Bonifácio VIII fugia.
  • 27. Cativeiro de Avignon (1309 – 1377): o Após a fuga de Bonifácio VIII, Filipe indicou um Papa francês (Clemente V) e mudou a sede da Igreja para a França (Avignon). o Crise na Igreja: dois Papas, duas sedes, dois cleros. o Crise de poder: poder temporal mais forte que o poder da Igreja, que deveria cuidar apenas das almas. o Concílio de Constança: elegeu o Papa Martinho V e pôs fim ao Cisma do Ocidente.
  • 28.
  • 29.
  • 30. Crise do século XIV e centralização política: o A Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453), a Peste Negra e as Jacqueries atrasaram a unificação política. o Os Duques de Borgonha, Bretanha, Bourbon e Berry uniram – se contra o rei Luís XI. o Luís XI venceu os duques e os outros reis continuaram no processo de unificação política e fortalecimento do poder real na França.
  • 31. 11. Inglaterra: o 1066: Guilherme, o conquistador, duque da Normandia (França) unificou a Inglaterra. Henrique II (1154 – 1189): o Senhor feudal francês passou a governar a Inglaterra, gerando atritos entre os dois Estados. o Dominou a Irlanda ampliando os seus domínios.
  • 32. Ricardo I, coração de Leão (1189 – 1199): o Participou da Terceira Cruzada (1187 – 1191). o Retornou da Terceira Cruzada ao saber que João Sem Terra, seu irmão, queria tomar – lhe o trono. o No retorno, foi capturado pelo imperador Enrique VI da Alemanha (Sacro Império Germânico) e mantido em cativeiro na cidade de Durstein. o Depois de um longo período de prisão e do pagamento de um alto resgate, retornou incógnito.
  • 34. João Sem Terra (1199 – 1216): o Perdeu territórios para Filipe Augusto da França. o Para recuperar os gastos com as guerras criou e elevou vários impostos, irritando clero e nobreza. Magna Carta (1215): o Documento que limitava os poderes do rei. o Os poderes do rei limitados pelo Grande Conselho. o Criou o habeas corpus e o Tribunal do Juri.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. Guerra das Duas Rosas (1455 – 1485): o Disputa dinástica na sucessão do trono entre os Lancaster (rosa vermelha) e York (rosa branca). o Em 1455, o rei era Henrique VI (Lancaster). o A derrota na Guerra dos cem Anos, a administração fraca e seus problemas mentais abalaram seu poder e geraram a disputa pelo trono inglês. o Ricardo de York se uniu a vários nobres ingleses e exigiu a renúncia do rei Henrique VI.
  • 39. o Em 1455, Henrique VI venceu Ricardo de York. o Com a morte de Ricardo de York, seu filho Eduardo venceu Henrique VI e assumiu como Eduardo IV. o Como Eduardo IV de York era incompetente, foi deposto pelos nobres, voltando Henrique VI ao trono. o Com a morte de Henrique VI, seu irmão Ricardo de Gloucester assumiu o trono como Ricardo III de York. o Os Lancaster decidem derrubar Ricardo III e coroar Henrique Tudor.
  • 40. Fim da Guerra das Duas Rosas (1485): o Henrique Tudor, descendente de Lancaster, derrotou Ricardo III (York), casou – se com Elizabeth de York, filha de Eduardo IV (York), unindo as duas famílias.
  • 42.
  • 43. Henrique VIII (1509 – 1547): Ato de Supremacia (1534): o Henrique VIII tornou – se chefe da Igreja Anglicana e confiscou o patrimônio da Igreja Católica. o Desenvolvimento da manufatura têxtil. o Estimulou a criação de ovelhas, causando os cercamentos (enclosures), levando ao êxodo rural. o Conflitos e perseguições religiosas: anglicanos contra católicos.
  • 45. Causa mortis: câncer Causa mortis: decapitada Causa mortis: Pós parto Causa mortis: câncer Causa mortis: decapitada Causa mortis: Pós parto
  • 46. Elizabeth I (1558 – 1603) o Lei dos 39 artigos: restaurou o Ato de Supremacia e impôs a doutrina anglicana com cerimonial católico. o Absolutista governou sem ouvir o Parlamento. o Financiou a expansão marítima e comercial. o Intensificou os cercamentos e a Lei dos Pobres obrigava os pobres a trabalhar nas manufaturas. o Venceu Filipe II da Espanha e sua “invencível” armada.
  • 48. Revolução Gloriosa (1688 – 1689): o O Parlamento ficou na defensiva contra Jaime II. o Jaime II ameaçava a continuidade do Parlamento. o Viúvo, Jaime II casou – se com uma católica, tendo um filho católico que entrava na sucessão do trono. o O Parlamento convidou Guilherme de Orange, holandês, para assumir o lugar de Jaime II, assumindo como Guilherme III.
  • 50. Bill of Rights (Petição dos Direitos) e Parlamentarismo o Limitava os poderes do rei, dava poder ao Parlamento. o O rei não poderia revogar leis e o trono poderia ser dado pelo Parlamento a quem ele o decidisse. o Reuniões parlamentares e eleições seriam regulares. o Orçamento anual seria votado pelo Parlamento. o Inspetores auditariam as contas reais. o Os católicos foram afastados do poder.
  • 51.
  • 52. Importante: o Burgueses, nobres e populares uniram – se em ações antiabsolutistas. o Consolidado o Parlamentarismo na Inglaterra. o Foram lançadas as bases do Iluminismo. o Em 1694 foi criado o Banco da Inglaterra para financiar a burguesia e a Revolução Industrial, além de emprestar dinheiro para o Tesouro Real.
  • 54. SÍMBOLOS DO ESTADO E DO PODER ABSOLUTO DOS REIS
  • 55. LUÍS XIV: (REI SOL) REI DA FRANÇA SÍMBOLO DE ABSOLUTISMO DE DIREITO DIVINO
  • 56. Entende –se por ABSOLUTISMO o sistema em que o rei, ao encarnar o ideal nacional, assume (por direito e de fato) os atributos da soberania: Poder de DECRETAR LEIS, de FAZER JUSTIÇA, de ARRECADAR IMPOSTOS, de MANTER EXÉRCITOS, de NOMEAR FUNCIONÁRIOS, de GOVERNAR ABSOLUTAMENTE. M A U R I C E C R O U Z E T
  • 57. 1. Conceito: o Forma típica de governo das Monarquias Nacionais. o Todos os poderes concentrados no rei, que acumulava funções de Executivo, Legislativo, Judiciário. o O rei governava absolutamente com poderes de criar leis e julgar e fiscalizar o seu cumprimento.
  • 58. 2. Características: A – Política: o Autocracia. o Repressão. o Despotismo. o Tirania. o Absolutismo.
  • 59. B – Economia: Mercantilismo o Regras adotadas pelo Estado para intervenção na economia. o Monopólios, protecionismos, balança comercial favorável. o Objetivo: acúmulo de metais preciosos.
  • 60. Teoria do direito divino do rei: o Santo Agostinho separava o espaço de poder em cidade de Deus e cidade dos homens. o Na aliança do poder eclesiástico com o poder político a Igreja defendia que o poder é de Deus. o O rei passou a ser o representante de Deus na Terra, governando por direito divino. o A Monarquia seria a melhor forma de governo.
  • 61. Luís XIV - Rigaud “O Estado sou eu.”
  • 62. Jacques Bossuet: Em seu livro chamado “Política Segundo As Sagradas Escrituras”, ele justifica a concentração de poder nas mãos do Rei que seria o representante das forças divinas na Terra. O Rei é confundido com o próprio Deus e por isso, todos que forem contra as suas determinações seriam também contrários às forças divinas e portanto contra Deus.
  • 63. Maquiavel – “os fins justificam os meios” O Príncipe (1513 – 1515) o Fundador do pensamento político moderno. o Havia grande distância entre a política ideal e a real. o O poder político tem a função de regular as lutas e tensões entre os poderosos e o povo. o As lutas e tensões sempre existiram inviabilizando o bem comum.
  • 64.
  • 65. Objetivo da Política: o Manutenção do poder do Estado. o Ao manter o poder o governante deve conter as forças e tensões, utilizando todas as armas possíveis. o A ação política não deve combinar com juízo moral. o A lógica do poder justifica qualquer ato do príncipe. o O que realmente importa são os resultados. o “Os fins justificam os meios”.
  • 66. Jean Bodin: o governo nas mãos de um só o Em A República construiu o conceito do governo soberano, perpétuo, divino e absoluto. o A monarquia seria a forma de governo adequada à natureza das coisas. o Para Bodin a família tem apenas um chefe, o céu apenas um sol, o Universo só um Deus criador. o A soberania e a coesão social seriam possíveis na Monarquia.
  • 67.
  • 68. Thomas Hobbes (1588 – 1679) Obras: Sobre o Cidadão e Leviatã. o Vivendo em sociedade o homem não é sociável. o A competição e a disputa regem as relações. o A natureza gerou o estado de guerra de todos contra todos: “homo homini lúpus.” o A sociedade abriu mão da liberdade em troca de paz e segurança que o Estado poderia oferecer.
  • 69.
  • 70. Leviatã: “O seu corpo é como escudos de bronze fundido. Em seus dentes está o terror...O seu coração é duro como pedra, no seu pescoço está a força.” (Jó – 40,41) o O Estado forte colocaria ordem no caos. o O Estado comparado ao monstro criado pelo homem para pôr fim à anarquia e ao caos. o Hobbes legitimava o poder absoluto, um mal cruel e necessário.