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O ESTADO
MODERNO
O Estado Moderno surgiu a partir da
fragmentação do Sistema Feudal e do,
consequente, o fortalecimento do poder
real, entre os séculos XI e XV. Foi na
França, Inglaterra, Espanha e Portugal
que percebemos a formação dos Estados
Modernos, assim, dos países.
A Formação dos Estados Modernos
A formação do Estados Modernos se deu com o aumento
do comércio terrestre e de longa distância, a partir do
século XI, o reis puderam aumentar e melhorar a
arrecadação de impostos, obtendo, assim, mais recursos.
Com isso, puderam formar exércitos mais bem treinados,
pagar funcionários para administrar o reino.
Os Estados Modernos (ou Nacionais)
surgiram do fortalecimento do poder do rei,
apoiado pela burguesia (grandes comerciantes)
e parte da nobreza (senhores feudais).
Os burgueses
apoiaram material
(através de
empréstimos e
doações) e
politicamente os
monarcas porque
estavam interessados
em ampliar suas
atividades
comerciais.
Uma parcela da nobreza apoiou o fortalecimento
dos reis porque tinha empobrecido com a crise
econômica que atingiu a Europa nos séculos XIV e
XV e passou a depender dos favores reais.
Queriam também conservar seus
privilégios, como a isenção de
impostos, o recebimento de impostos e
de altos postos no exército.
INGLATERRA
No século XI, Guilherme, o
Conquistador, invadiu e
conquistou território referente
à Inglaterra e se tornou rei,
com o título de Guilherme I.
Como rei, Guilherme I, exigiu que todos os nobres
prestassem juramento de fidelidade a ele, dividiu
os territórios em condados e nomeou funcionários
reais para administrá-los. Além disso, proibiu os
conflitos entre os nobres.
Outro nome importante desse
período é Henrique II
(Governo de 1154-1189), que
acelerou o processo de
fortalecimento do poder real,
exigindo que todas as
questões do reino fossem
julgadas por tribunais reais e
não pelos nobres.
Ricardo Coração de
Leão (Governou de
1189-1199), seu filho e
sucessor, passou a
maior parte do seu
reinado lutando nas
Cruzadas.
João Sem Terra (Governou de 1199-1216), irmão de Ricardo, que ficou
governando no lugar do irmão até sua morte, após sua morte, envolveu-
se em inúmeros conflitos e acabou perdendo parte dos territórios
da família. Para custear os gastos militares João determinou
sucessivos aumentos de impostos, fato que fez com que a nobreza e
do clero se revoltasse. Diante de tantas manifestações contrárias foi
obrigado a assinar a MAGNA CARTA (1215).
A MAGNA CARTA
Foi um documento assinado em 1215 que limitou o
poder dos monarcas da Inglaterra, especialmente o do
rei João, que o assinou, impedindo assim o exercício
do seu poder absoluto. Segundo os termos da Magna
Carta, João deveria renunciar a certos direitos e
respeitar determinados procedimentos legais, bem
como reconhecer que a vontade do rei estaria sujeita
à lei. Na prática a Magna Carta deu início na
Inglaterra uma Monarquia Parlamentarista.
Página 173
O rei João Sem Terra
assinando a Carta Magna
Henrique III, filho de
João Sem Terra que o
sucedeu, ordenou a
cobrança de novos
impostos, fato que fez
com que a nobreza se
revoltasse (mais uma vez)
contra o rei. Assim,
Henrique III foi obrigado
a negociar com os
nobres rebeldes, assim o
grupo conseguiu
participar do Grande
Conselho, ou seja, da
administração do reino.
Em 1265, o Grande Conselho, passou a ser chamado
de Parlamento. Depois de sua criação o Parlamento
acabou se tornando um local de reunião (sobre
questões financeiras, politicas, judiciais e entre outras)
entre o rei e os membros da nobreza e do clero.
A partir da década de 1330, o Parlamento dividiu-se
gradativamente em duas partes, com os nobres e clero
representando a CÂMARA ALTA e os representantes dos
condados e burgueses representando a CÂMARA
BAIXA. As duas câmaras deliberavam separadamente.
FRANÇA
Na França o primeiro
monarca a conseguir
impor a sua autoridade
foi Filipe Augusto
(Governo de 1180-1223).
Filipe conquistou
feudos imensos
casando-se por
interesses, comprando
terras dos nobres e
usando a força de um
exercito profissional
assalariando para
fortalecer o seu poder.
Luís IX (Governou de 1226-1270) impôs uma moeda única para
todo o reino e permitiu que todo aquele que fosse condenado
pelo tribunal da nobreza pudesse recorrer ao tribunal real.
Filipe IV, o Belo (Governou
de 1285 – 1314) deu
continuidade a politica de sua
família, exigindo que o clero
também passe impostos.
Como o papa se opôs a essa
decisão, Filipe convocou os
Estados Gerais, que, em
1302, aprovaram a decisão.
Assim, pouco a pouco, o rei
foi ganhado poder e impondo
sua autoridade a todo o reino.
ESPANHA
A formação da Espanha também está ligada à Guerra da
Reconquista (luta empreendida pelos cristãos contra os muçulmanos,
para expulsá-los da península Ibéricos) já que os reis cristãos
Fernando do reino de Aragão e a rainha Isabel do reino Castela
uniram suas forças, casando-se, para expulsar os árabes
muçulmanos de seus territórios.
Formação da Espanha
Em 1492, os exércitos de Fernando e Isabel ampliaram seu
território reconquistando Granada (um dos últimos redutos
árabes na Europa). Quando em 1512, conquistam Navarra,
expulsam os muçulmanos da região, os reis completam a formação
do Reino da Espanha.
PORTUGAL
A formação da
monarquia portuguesa
está ligada à Guerra da
Reconquista, quando
o conde Henrique de
Borgonha, recebeu do
rei de Leão e Castela,
o Condado de
Portucalense, que se
tornou independente
do reino de Castela,
em 1139.
Afonso VI de Leão e Castela entrega o Condado
Portucalense a D. Henrique em 109
Afonso Henriques
(filho e sucessor de
Henrique de
Borgonha)
consagrou-se o
primeiro rei de
Portugal, e deu inicio
a Dinastia de
Borgonha. Mas a
dinastia só conseguiu
expulsar totalmente os
muçulmanos de seus
territórios em 1249.
O ABSOLUTISMO
Na Europa Ocidental entre os séculos XVI e
XVIII algumas monarquias adotaram o
Absolutismo, que foi um sistema político e
administrativos onde o rei concentrava grande
parte do poder em suas mãos.
Os monarcas absolutistas decidiam na política,
interferiam no religião, declaravam guerra a outros reinos,
criavam leis e ditavam sentenças judiciais. Mas ao contrário
do que possa parecer, o poder dos reis não era ilimitado, já
que os costumes/tradições e por ministros fortes.
Entre os fatores que contribuíram para o
estabelecimento do absolutismo estão: o
aperfeiçoamento da imprensa, a
Reforma Protestante e entre outras.
Página 178
As bases de sustentação das Monarquias
Absolutistas
Entre as bases de sustentação das Monarquias absolutista estão:
 O apoio de parte da nobreza, que visava conservar seus
privilégios e dos grandes comerciantes, que buscavam na
ajuda do rei uma forma de ampliar seus negócios.
A existência de um exército forte e permanente,
voltado para guerra.
 A imposição de leis favoráveis à consolidação do poder real.
 A adoção de uma etiqueta rigorosa, que elevava os nobres a
considerar os reis como seres sagrados, como exemplo temos
o rei francês Luís XIV. Luís XIV também fez o uso da etiqueta
como instrumento de submissão de sues súditos.
Na França Luís
XIV (1643-1715), o
rei Sol foi o mais
importante símbolo
do absolutismo
monárquico.
Luiz XIV reinou por 54 anos. No poder exigia
de seus súditos obediência total e lealdade e
ocupava-se pessoalmente dos assuntos ligados
ao governo. É dele frase celebre:
O Estado
sou eu!
No seu reinado atendeu os interesses importantes da
nobreza (através de pensões, cargos bem remunerados, vida
luxuosa e ostentação em seus palácios) e da burguesia
(distribuiu cargos no governo ligados a administração econômica
do reino).
O Palácio de Versalhes é um castelo real localizado na
cidade de Versalhes, região que fica no subúrbio de Paris.
Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até
a família real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de
Versalhes esteve no centro do poder.
Foi Jean B. Colbert (membro de uma importante família burguesia)
que dirigiu a economia francesa na época de Luís XIV. Cobert
favoreceu as exportações francesas, concedendo prêmios em
dinheiro a várias manufaturas francesas, isentando-as de impostos. E,
para diminuir as importações, aumentou os impostos sobre os
produtos estrangeiros, dificultando sua entrada no país.
Colbert estimulou a economia, mas não conseguiu equilibrar as
finanças francesas, principalmente em função dos gastos
exagerados da corte, das guerras externas, da fuga de capitais
(devido a intolerância religiosa).
Elizabeth I foi a maior
representante do
absolutismo inglês.
Elisabeth I
(1558-1603) desenvolveu
o comércio e a indústria,
propiciando um
renascimento das artes e
um relaxamento dos
costumes. Restaurou
oficialmente o
anglicanismo e liberou
definitivamente o
protestantismo na
Inglaterra.
Levou a Inglaterra ao auge econômico e tornou-se o
país a maior potência política, comercial e cultural da
Europa. No seu reinado surgiram muitos poetas e
dramaturgos, como William Shakespeare.
Página 184
Teóricos Absolutistas
O absolutismo tinha que ser
justificado pela fé para que as
pessoas considerassem legítimo,
daí surgiram teorias para
justificar as atitudes reais.
Era necessário uma teoria que justifica que o
poder absoluto dos reis.
O poder
sou eu, o
REI!
A base teórica de apoio ao absolutismo
monárquico foi desenvolvida por importantes
escritores, entre eles citam-se:
Thomas Hobbes
Jacques Bossuet
Nicolau Maquiavel
Thomas Hobbes
Thomas Hobbes (1588 -1679) foi
um filósofo inglês que defendia a
idéia de que a natureza humana
era, desde sempre, má e egoísta.
“HOMEM É O LOBO DO
HOMEM”, dizia ele.
Só um estado forte seria capaz de
limitar a liberdade individual,
impedindo a “GUERRA DE
TODOS CONTRA TODOS”,
como afirmou na sua célebre obra
LEVIATÃ.
Capa da edição original do Leviatã (1651).
Este pensador inglês, autor do
livro "LEVIATÃ ", defendia
a ideia de que para evitar a
destruição da humanidade,
os seres humanos
renunciaram a todo o direto
e a toda a liberdade em favor
de um único senhor, o
Estado. Foram, portanto, os
próprios seres humanos que
entregaram poderes totais par
aos reis, originando as
monarquias nacionais.
Nicolau Maquiavel
Nicolau Maquiavel, foi um historiador, poeta, diplomata e
músico italiano do Renascimento.
É reconhecido como fundador do pensamento e da
ciência política moderna, pelo fato de haver escrito sobre
o Estado e o governo como realmente são e não como
deveriam ser.
.
O “Príncipe” é provavelmente o livro mais
conhecido de Maquiavel e foi completamente escrito em 1513,
apesar de publicado postumamente, em 1532. O livro está
dividido em 26 capítulos.
No livro Maquiavel defende o poder dos
reis. De acordo com suas ideias o
governante poderia fazer qualquer
coisa em seu território para conseguir
a ordem. De acordo com o pensador, o
rei poderia usar até mesmo a violência
para atingir seus objetivos. É deste
teórico a famosa frase : “Os fins
justificam os meios” .
Jacques Bousset
Para Jacques Bousset
(1627-1704) este bispo
francês o rei era o
representante de Deus na
Terra. Portanto, todos
deveriam obedecê-lo sem
contestar suas atitudes. Sua
obra principal é “A Política
tirada da Sagrada
Escritura”.
Segundo Jacques Bousset:
 O rei é o representante de Deus na Terra e,
como tal, é infalível.
 O direito que o rei tinha
de governar de modo
absoluto era de origem
divina (apoiado na bíblia).
Assim, o maior crime que
um súdito poderia
cometer seria, então, o de
traição ao rei.
REI
Deus mortal que está abaixo
do Deus imortal.
Luís XIV de Bourbon, conhecido como
"Rei-Sol", foi o maior monarca absolutista
da França, e reinou de 1643 a 1715.
O Estado
sou eu!
MERCANTILISMO
Mercantilismo é o nome dado a um conjunto de práticas
econômicas desenvolvido na Europa entre o século XV e o
final do século XVIII, ou seja, no período das
monarquias absolutistas.
O mercantilismo caracterizou-se por uma forte
INTERFERÊNCIA DO ESTADO NA ECONOMIA.
O mercantilismo originou um conjunto de
medidas econômicas que tenderam a
unificar o mercado interno e contribuiu para
formação dos Estados Nacionais, assim o
fortalecimento do poder real juntamente
com o desenvolvimento da burguesia.
Principais Práticas Mercantilistas:
 Acúmulo de metais
preciosos (METALISMO)
Busca de ouro e prata em continentes
conquistados (AMÉRICA, África e Ásia) no
século XV e XVI.
Século XVIII
ESPANHA
 BALANÇA COMERCIAL FAVORÁVEL
 MONOPÓLIO COMERCIAL
Significa a exclusividade comercial sobre a
compra e a venda de um produto.
Mas, na prática, não
era isso que ocorria,
muitas vezes, os
colonos
comerciavam
diretamente com
diferentes países e
continentes.
 DESENVOLVIMENTO DA MARINHA
Proteção das indústrias nacionais,
através do aumento das taxas para
produtos importados e redução
das taxas para o produtos
exportados.
 PROTECIONISMO
Para busca de novos mercados, assim inicia-se o
movimento da Grandes Navegações.
FRANÇA
ATIVIDADES
Página 185 e 186 Nos 1 até 7.
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Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)

  • 1. O ESTADO MODERNO O Estado Moderno surgiu a partir da fragmentação do Sistema Feudal e do, consequente, o fortalecimento do poder real, entre os séculos XI e XV. Foi na França, Inglaterra, Espanha e Portugal que percebemos a formação dos Estados Modernos, assim, dos países.
  • 2. A Formação dos Estados Modernos A formação do Estados Modernos se deu com o aumento do comércio terrestre e de longa distância, a partir do século XI, o reis puderam aumentar e melhorar a arrecadação de impostos, obtendo, assim, mais recursos. Com isso, puderam formar exércitos mais bem treinados, pagar funcionários para administrar o reino.
  • 3. Os Estados Modernos (ou Nacionais) surgiram do fortalecimento do poder do rei, apoiado pela burguesia (grandes comerciantes) e parte da nobreza (senhores feudais).
  • 4. Os burgueses apoiaram material (através de empréstimos e doações) e politicamente os monarcas porque estavam interessados em ampliar suas atividades comerciais.
  • 5. Uma parcela da nobreza apoiou o fortalecimento dos reis porque tinha empobrecido com a crise econômica que atingiu a Europa nos séculos XIV e XV e passou a depender dos favores reais. Queriam também conservar seus privilégios, como a isenção de impostos, o recebimento de impostos e de altos postos no exército.
  • 6. INGLATERRA No século XI, Guilherme, o Conquistador, invadiu e conquistou território referente à Inglaterra e se tornou rei, com o título de Guilherme I.
  • 7. Como rei, Guilherme I, exigiu que todos os nobres prestassem juramento de fidelidade a ele, dividiu os territórios em condados e nomeou funcionários reais para administrá-los. Além disso, proibiu os conflitos entre os nobres.
  • 8. Outro nome importante desse período é Henrique II (Governo de 1154-1189), que acelerou o processo de fortalecimento do poder real, exigindo que todas as questões do reino fossem julgadas por tribunais reais e não pelos nobres.
  • 9. Ricardo Coração de Leão (Governou de 1189-1199), seu filho e sucessor, passou a maior parte do seu reinado lutando nas Cruzadas.
  • 10. João Sem Terra (Governou de 1199-1216), irmão de Ricardo, que ficou governando no lugar do irmão até sua morte, após sua morte, envolveu- se em inúmeros conflitos e acabou perdendo parte dos territórios da família. Para custear os gastos militares João determinou sucessivos aumentos de impostos, fato que fez com que a nobreza e do clero se revoltasse. Diante de tantas manifestações contrárias foi obrigado a assinar a MAGNA CARTA (1215).
  • 11. A MAGNA CARTA Foi um documento assinado em 1215 que limitou o poder dos monarcas da Inglaterra, especialmente o do rei João, que o assinou, impedindo assim o exercício do seu poder absoluto. Segundo os termos da Magna Carta, João deveria renunciar a certos direitos e respeitar determinados procedimentos legais, bem como reconhecer que a vontade do rei estaria sujeita à lei. Na prática a Magna Carta deu início na Inglaterra uma Monarquia Parlamentarista. Página 173
  • 12. O rei João Sem Terra assinando a Carta Magna
  • 13. Henrique III, filho de João Sem Terra que o sucedeu, ordenou a cobrança de novos impostos, fato que fez com que a nobreza se revoltasse (mais uma vez) contra o rei. Assim, Henrique III foi obrigado a negociar com os nobres rebeldes, assim o grupo conseguiu participar do Grande Conselho, ou seja, da administração do reino.
  • 14. Em 1265, o Grande Conselho, passou a ser chamado de Parlamento. Depois de sua criação o Parlamento acabou se tornando um local de reunião (sobre questões financeiras, politicas, judiciais e entre outras) entre o rei e os membros da nobreza e do clero.
  • 15. A partir da década de 1330, o Parlamento dividiu-se gradativamente em duas partes, com os nobres e clero representando a CÂMARA ALTA e os representantes dos condados e burgueses representando a CÂMARA BAIXA. As duas câmaras deliberavam separadamente.
  • 16. FRANÇA Na França o primeiro monarca a conseguir impor a sua autoridade foi Filipe Augusto (Governo de 1180-1223). Filipe conquistou feudos imensos casando-se por interesses, comprando terras dos nobres e usando a força de um exercito profissional assalariando para fortalecer o seu poder.
  • 17. Luís IX (Governou de 1226-1270) impôs uma moeda única para todo o reino e permitiu que todo aquele que fosse condenado pelo tribunal da nobreza pudesse recorrer ao tribunal real.
  • 18. Filipe IV, o Belo (Governou de 1285 – 1314) deu continuidade a politica de sua família, exigindo que o clero também passe impostos. Como o papa se opôs a essa decisão, Filipe convocou os Estados Gerais, que, em 1302, aprovaram a decisão. Assim, pouco a pouco, o rei foi ganhado poder e impondo sua autoridade a todo o reino.
  • 19. ESPANHA A formação da Espanha também está ligada à Guerra da Reconquista (luta empreendida pelos cristãos contra os muçulmanos, para expulsá-los da península Ibéricos) já que os reis cristãos Fernando do reino de Aragão e a rainha Isabel do reino Castela uniram suas forças, casando-se, para expulsar os árabes muçulmanos de seus territórios.
  • 21. Em 1492, os exércitos de Fernando e Isabel ampliaram seu território reconquistando Granada (um dos últimos redutos árabes na Europa). Quando em 1512, conquistam Navarra, expulsam os muçulmanos da região, os reis completam a formação do Reino da Espanha.
  • 22. PORTUGAL A formação da monarquia portuguesa está ligada à Guerra da Reconquista, quando o conde Henrique de Borgonha, recebeu do rei de Leão e Castela, o Condado de Portucalense, que se tornou independente do reino de Castela, em 1139.
  • 23. Afonso VI de Leão e Castela entrega o Condado Portucalense a D. Henrique em 109
  • 24. Afonso Henriques (filho e sucessor de Henrique de Borgonha) consagrou-se o primeiro rei de Portugal, e deu inicio a Dinastia de Borgonha. Mas a dinastia só conseguiu expulsar totalmente os muçulmanos de seus territórios em 1249.
  • 25. O ABSOLUTISMO Na Europa Ocidental entre os séculos XVI e XVIII algumas monarquias adotaram o Absolutismo, que foi um sistema político e administrativos onde o rei concentrava grande parte do poder em suas mãos.
  • 26. Os monarcas absolutistas decidiam na política, interferiam no religião, declaravam guerra a outros reinos, criavam leis e ditavam sentenças judiciais. Mas ao contrário do que possa parecer, o poder dos reis não era ilimitado, já que os costumes/tradições e por ministros fortes.
  • 27. Entre os fatores que contribuíram para o estabelecimento do absolutismo estão: o aperfeiçoamento da imprensa, a Reforma Protestante e entre outras. Página 178
  • 28. As bases de sustentação das Monarquias Absolutistas Entre as bases de sustentação das Monarquias absolutista estão:  O apoio de parte da nobreza, que visava conservar seus privilégios e dos grandes comerciantes, que buscavam na ajuda do rei uma forma de ampliar seus negócios.
  • 29. A existência de um exército forte e permanente, voltado para guerra.
  • 30.  A imposição de leis favoráveis à consolidação do poder real.  A adoção de uma etiqueta rigorosa, que elevava os nobres a considerar os reis como seres sagrados, como exemplo temos o rei francês Luís XIV. Luís XIV também fez o uso da etiqueta como instrumento de submissão de sues súditos.
  • 31. Na França Luís XIV (1643-1715), o rei Sol foi o mais importante símbolo do absolutismo monárquico.
  • 32. Luiz XIV reinou por 54 anos. No poder exigia de seus súditos obediência total e lealdade e ocupava-se pessoalmente dos assuntos ligados ao governo. É dele frase celebre: O Estado sou eu!
  • 33. No seu reinado atendeu os interesses importantes da nobreza (através de pensões, cargos bem remunerados, vida luxuosa e ostentação em seus palácios) e da burguesia (distribuiu cargos no governo ligados a administração econômica do reino).
  • 34. O Palácio de Versalhes é um castelo real localizado na cidade de Versalhes, região que fica no subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes esteve no centro do poder.
  • 35. Foi Jean B. Colbert (membro de uma importante família burguesia) que dirigiu a economia francesa na época de Luís XIV. Cobert favoreceu as exportações francesas, concedendo prêmios em dinheiro a várias manufaturas francesas, isentando-as de impostos. E, para diminuir as importações, aumentou os impostos sobre os produtos estrangeiros, dificultando sua entrada no país.
  • 36. Colbert estimulou a economia, mas não conseguiu equilibrar as finanças francesas, principalmente em função dos gastos exagerados da corte, das guerras externas, da fuga de capitais (devido a intolerância religiosa).
  • 37. Elizabeth I foi a maior representante do absolutismo inglês.
  • 38. Elisabeth I (1558-1603) desenvolveu o comércio e a indústria, propiciando um renascimento das artes e um relaxamento dos costumes. Restaurou oficialmente o anglicanismo e liberou definitivamente o protestantismo na Inglaterra.
  • 39. Levou a Inglaterra ao auge econômico e tornou-se o país a maior potência política, comercial e cultural da Europa. No seu reinado surgiram muitos poetas e dramaturgos, como William Shakespeare. Página 184
  • 40. Teóricos Absolutistas O absolutismo tinha que ser justificado pela fé para que as pessoas considerassem legítimo, daí surgiram teorias para justificar as atitudes reais.
  • 41. Era necessário uma teoria que justifica que o poder absoluto dos reis. O poder sou eu, o REI!
  • 42. A base teórica de apoio ao absolutismo monárquico foi desenvolvida por importantes escritores, entre eles citam-se: Thomas Hobbes Jacques Bossuet Nicolau Maquiavel
  • 43. Thomas Hobbes Thomas Hobbes (1588 -1679) foi um filósofo inglês que defendia a idéia de que a natureza humana era, desde sempre, má e egoísta. “HOMEM É O LOBO DO HOMEM”, dizia ele. Só um estado forte seria capaz de limitar a liberdade individual, impedindo a “GUERRA DE TODOS CONTRA TODOS”, como afirmou na sua célebre obra LEVIATÃ.
  • 44. Capa da edição original do Leviatã (1651). Este pensador inglês, autor do livro "LEVIATÃ ", defendia a ideia de que para evitar a destruição da humanidade, os seres humanos renunciaram a todo o direto e a toda a liberdade em favor de um único senhor, o Estado. Foram, portanto, os próprios seres humanos que entregaram poderes totais par aos reis, originando as monarquias nacionais.
  • 45. Nicolau Maquiavel Nicolau Maquiavel, foi um historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de haver escrito sobre o Estado e o governo como realmente são e não como deveriam ser. .
  • 46. O “Príncipe” é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel e foi completamente escrito em 1513, apesar de publicado postumamente, em 1532. O livro está dividido em 26 capítulos. No livro Maquiavel defende o poder dos reis. De acordo com suas ideias o governante poderia fazer qualquer coisa em seu território para conseguir a ordem. De acordo com o pensador, o rei poderia usar até mesmo a violência para atingir seus objetivos. É deste teórico a famosa frase : “Os fins justificam os meios” .
  • 47. Jacques Bousset Para Jacques Bousset (1627-1704) este bispo francês o rei era o representante de Deus na Terra. Portanto, todos deveriam obedecê-lo sem contestar suas atitudes. Sua obra principal é “A Política tirada da Sagrada Escritura”.
  • 48. Segundo Jacques Bousset:  O rei é o representante de Deus na Terra e, como tal, é infalível.  O direito que o rei tinha de governar de modo absoluto era de origem divina (apoiado na bíblia). Assim, o maior crime que um súdito poderia cometer seria, então, o de traição ao rei.
  • 49. REI Deus mortal que está abaixo do Deus imortal. Luís XIV de Bourbon, conhecido como "Rei-Sol", foi o maior monarca absolutista da França, e reinou de 1643 a 1715. O Estado sou eu!
  • 50. MERCANTILISMO Mercantilismo é o nome dado a um conjunto de práticas econômicas desenvolvido na Europa entre o século XV e o final do século XVIII, ou seja, no período das monarquias absolutistas.
  • 51. O mercantilismo caracterizou-se por uma forte INTERFERÊNCIA DO ESTADO NA ECONOMIA.
  • 52. O mercantilismo originou um conjunto de medidas econômicas que tenderam a unificar o mercado interno e contribuiu para formação dos Estados Nacionais, assim o fortalecimento do poder real juntamente com o desenvolvimento da burguesia.
  • 53. Principais Práticas Mercantilistas:  Acúmulo de metais preciosos (METALISMO) Busca de ouro e prata em continentes conquistados (AMÉRICA, África e Ásia) no século XV e XVI. Século XVIII ESPANHA
  • 55.  MONOPÓLIO COMERCIAL Significa a exclusividade comercial sobre a compra e a venda de um produto. Mas, na prática, não era isso que ocorria, muitas vezes, os colonos comerciavam diretamente com diferentes países e continentes.
  • 56.  DESENVOLVIMENTO DA MARINHA Proteção das indústrias nacionais, através do aumento das taxas para produtos importados e redução das taxas para o produtos exportados.  PROTECIONISMO Para busca de novos mercados, assim inicia-se o movimento da Grandes Navegações. FRANÇA
  • 57. ATIVIDADES Página 185 e 186 Nos 1 até 7. Página 187 - Leitura de Imagem Página 188 - Vozes do Presente Página 189 e 190 - Cruzando Fontes