Fernanda Ledesma
fernanda.ledesma@anpri.pt
Lisboa, 15 de junho de 2016
Edutaitment Buongiorno Portugal
O
O
Competências digitais são transversais aos diversos setores
de atividade e a quase todas as atividades (90% dos
postos de trabalho exigem conhecimentos nesta área).
Agenda Digital para a Europa
IndústriaSaúde ConstruçãoCiênciaComunicação
social
Educação Bancos Transportes
Scaffolding
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O
Mobile learning (Mlearning)é uma das derivações da
educação a distância ou e-Learning.
O conceito mobile learning pode ser traduzido para
português por APRENDIZAGEM MÓVEL ou entendido como
integração das tecnologias móveis em contexto
educativo.
Mobilidade da tecnologia.
O que é o mobile learning
O
O
A ubiquidade das tecnologias móveis, sem fios na vida
pessoal e social, tem vindo a alterar significativamente os
ritmos diários e hábitos de vida.
http://www.buzzfeed.com/daves4/pictures-
that-prove-society-is-doomed
O
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Perante esta realidade, é inevitável que nos questionemos
sobre o impacto que estes equipamentos têm nas escolas
O
O
Estamos perante uma área em desenvolvimento, por
isso, geradora de dicotomias, como por exemplo:
Deveremos proibir ou integrar tecnologias móveis
em contexto educativo?
Serão apenas uma moda ou vieram para ficar?
São geradoras de ruído ou acrescentam algo de
novo ao processo de ensino e aprendizagem?
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O QUE DIZEM OS RELATÓRIOS E ESTUDOS
INTERNACIONAIS
Objetivos de aprendizagem relacionados com as TIC presentes em documentos orientadores,
definidos a nível central, para o ensino básico e secundário 2009/2010 - Fonte: Eurydice
7 países
Todos os
ciclos
Dinamarca
Irlanda
Espanha
Letónia
Polónia
Eslováquia
e Escócia
Não encontrei
dados
atualizados
no Eurydice
sobre a
introdução de
orientações
centrais (ME)
nesta área
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Em Portugal, já existem vários projetos
centrados na introdução dos dispositivos
móveis na sala de aula.
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O grupo TIC da Comissão Europeia divulgou que,
atualmente, os alunos estão, não só a usar computadores,
mas também a aceder a outras tecnologias móveis, tais
como os dispositivos multimédia e os telemóveis com
acesso à Internet
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que se adaptam a todos os dispositivos
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Úteis em
contexto
educativo
Desafio à
criatividade
Relacionadas
com os
conteúdos
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(UE)sugere que as mesmas medidas de segurança,
seguidas para a utilização da Internet, se tornam
importantes para o uso de telemóveis (proteção de
dados pessoais, evitar conteúdos prejudiciais, proteção
do consumidor, vicio ao jogo etc.
a grande maioria (80%) das pessoas que acedem
à Internet , deverão passar a fazê-lo partir de
dispositivos móveis.
Os dispositivos móveis capazes de aceder à
internet superarão os computadores nos próximo
anos
No Japão, mais de 75% dos utilizadores de
Internet já usam o telemóvel como a sua primeira
escolha para o acesso
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http://adrenaline.uol.com.br/2015/05/05/34264/pesquisas-pelo-google-em-dispositivos-moveis-
ultrapassam-pela-primeira-vez-as-feitas-no-pc
Horizon Report (2011)
Refere que … até 2015
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Começa a falar-se de “LITERACIA MÓVEL” no
sentido da necessidade de desenvolvimento de
competências de “etiqueta” móvel, bem como
de gestão da ubiquidade e das potencialidades
dos equipamentos digitais portáteis (Shuler, 2009).
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As limitações de
armazenamento
Recursos a aplicações na
nuvem
Fonte: http://www.schrockguide.net/bloomin-apps.html
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http://letrasnaosaotretas.blogspot.pt/p/podcasts.html
• Tertúlia de Poesia
• Turmas de 8º ano
• podcats
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http://www.youtube.com/watch?v=f9DU9n14XjQ#at
=90
http://nospassosdemagalhaes.pbworks.com/w/page/63491079/FrontPage
• 1 livro
• 2 turmas de 10º ano
• 1 wiki colaborativa
• Prezi e Google Earth
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A maior parte das tecnologias torna-se obsoleta
antes de estar plenamente integrada.
Admitimos a possibilidade de substituição do caderno,
por exemplo, pelo tablet
As baterias já oferecem autonomia suficiente para
dispensar a necessidade de uma tomada em cada
secretária
A portabilidade permite acompanhar o aluno em
praticamente todos os lugares
A interface é suficientemente prática e amigável,
sem o estorvo de ratos e teclados
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• Programação
 Programar como instrumento para aprender a ser
sistemático na resolução de problemas.
 Interface gráfico, Apps…
• As Redes
 Aplicações distribuídas, a cloud…
 Internet da coisas
 Diminuir o tamanho vs aumentar a mobilidade
 Estarão dentro das "coisas" recolhendo dados,
tomando decisões e comunicando.
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Fernanda Ledesma
Professora de Informática
Presidente da Direção da ANPRI
Diretora do Centro de Formação
Membro do Conselho Científico do IAVE
Formadora Acreditada em Didática de Informática
Coautora de manuais escolares da ASA Edições
http://www.anpri.pt/ info@anpri.pt 912496336
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Drotner, K. (2008). Leisure Is Hard Work: Digital Practices and Future
Competencies. In David Buckingham (Ed.), Youth, Identity, and Digital
Media (pp. 167–184). Cambridge, MA: The MIT Press.
Eurydice (2011). Números chave sobre a aprendizagem e a inovação através
das TIC nas escolas da Europa. Agência de Execução relativa à Educação,
ao Audiovisual e à Cultura. http://www.gepe.min-
edu.pt/np4/?newsId=643&fileName=Numeros_Chave_TIC.pdf, acedido
em 3 de Março de 2013.
Horizon Report (2011). Time-to-Adoption Horizon: One Year or
Less. http://wp.nmc.org/horizon2011/sections/mobiles/ acedido em 20
de março de 2013
Shuler, C. (2009). Pockets of Potential: Using Mobile Technologies to
Promote Children’s Learning. New York: The Joan Ganz Cooney Center at
Sesame Workshop.

Mobile Learning & Educational Apps

  • 1.
    Fernanda Ledesma fernanda.ledesma@anpri.pt Lisboa, 15de junho de 2016 Edutaitment Buongiorno Portugal
  • 2.
    O O Competências digitais sãotransversais aos diversos setores de atividade e a quase todas as atividades (90% dos postos de trabalho exigem conhecimentos nesta área). Agenda Digital para a Europa IndústriaSaúde ConstruçãoCiênciaComunicação social Educação Bancos Transportes Scaffolding
  • 3.
    O O Mobile learning (Mlearning)éuma das derivações da educação a distância ou e-Learning. O conceito mobile learning pode ser traduzido para português por APRENDIZAGEM MÓVEL ou entendido como integração das tecnologias móveis em contexto educativo. Mobilidade da tecnologia. O que é o mobile learning
  • 4.
    O O A ubiquidade dastecnologias móveis, sem fios na vida pessoal e social, tem vindo a alterar significativamente os ritmos diários e hábitos de vida. http://www.buzzfeed.com/daves4/pictures- that-prove-society-is-doomed
  • 5.
    O O Perante esta realidade,é inevitável que nos questionemos sobre o impacto que estes equipamentos têm nas escolas
  • 6.
    O O Estamos perante umaárea em desenvolvimento, por isso, geradora de dicotomias, como por exemplo: Deveremos proibir ou integrar tecnologias móveis em contexto educativo? Serão apenas uma moda ou vieram para ficar? São geradoras de ruído ou acrescentam algo de novo ao processo de ensino e aprendizagem?
  • 7.
    O O O QUE DIZEMOS RELATÓRIOS E ESTUDOS INTERNACIONAIS Objetivos de aprendizagem relacionados com as TIC presentes em documentos orientadores, definidos a nível central, para o ensino básico e secundário 2009/2010 - Fonte: Eurydice 7 países Todos os ciclos Dinamarca Irlanda Espanha Letónia Polónia Eslováquia e Escócia
  • 8.
    Não encontrei dados atualizados no Eurydice sobrea introdução de orientações centrais (ME) nesta área O O Em Portugal, já existem vários projetos centrados na introdução dos dispositivos móveis na sala de aula.
  • 9.
    O O O grupo TICda Comissão Europeia divulgou que, atualmente, os alunos estão, não só a usar computadores, mas também a aceder a outras tecnologias móveis, tais como os dispositivos multimédia e os telemóveis com acesso à Internet
  • 10.
  • 11.
    O O que se adaptama todos os dispositivos
  • 12.
  • 13.
    O O (UE)sugere que asmesmas medidas de segurança, seguidas para a utilização da Internet, se tornam importantes para o uso de telemóveis (proteção de dados pessoais, evitar conteúdos prejudiciais, proteção do consumidor, vicio ao jogo etc. a grande maioria (80%) das pessoas que acedem à Internet , deverão passar a fazê-lo partir de dispositivos móveis. Os dispositivos móveis capazes de aceder à internet superarão os computadores nos próximo anos No Japão, mais de 75% dos utilizadores de Internet já usam o telemóvel como a sua primeira escolha para o acesso
  • 14.
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  • 16.
  • 17.
    O O Começa a falar-sede “LITERACIA MÓVEL” no sentido da necessidade de desenvolvimento de competências de “etiqueta” móvel, bem como de gestão da ubiquidade e das potencialidades dos equipamentos digitais portáteis (Shuler, 2009).
  • 18.
  • 19.
    O O As limitações de armazenamento Recursosa aplicações na nuvem Fonte: http://www.schrockguide.net/bloomin-apps.html
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    O O A maior partedas tecnologias torna-se obsoleta antes de estar plenamente integrada. Admitimos a possibilidade de substituição do caderno, por exemplo, pelo tablet As baterias já oferecem autonomia suficiente para dispensar a necessidade de uma tomada em cada secretária A portabilidade permite acompanhar o aluno em praticamente todos os lugares A interface é suficientemente prática e amigável, sem o estorvo de ratos e teclados
  • 26.
    O O • Programação  Programarcomo instrumento para aprender a ser sistemático na resolução de problemas.  Interface gráfico, Apps… • As Redes  Aplicações distribuídas, a cloud…  Internet da coisas  Diminuir o tamanho vs aumentar a mobilidade  Estarão dentro das "coisas" recolhendo dados, tomando decisões e comunicando.
  • 27.
  • 28.
    O O Fernanda Ledesma Professora deInformática Presidente da Direção da ANPRI Diretora do Centro de Formação Membro do Conselho Científico do IAVE Formadora Acreditada em Didática de Informática Coautora de manuais escolares da ASA Edições http://www.anpri.pt/ info@anpri.pt 912496336
  • 29.
    O O Drotner, K. (2008).Leisure Is Hard Work: Digital Practices and Future Competencies. In David Buckingham (Ed.), Youth, Identity, and Digital Media (pp. 167–184). Cambridge, MA: The MIT Press. Eurydice (2011). Números chave sobre a aprendizagem e a inovação através das TIC nas escolas da Europa. Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura. http://www.gepe.min- edu.pt/np4/?newsId=643&fileName=Numeros_Chave_TIC.pdf, acedido em 3 de Março de 2013. Horizon Report (2011). Time-to-Adoption Horizon: One Year or Less. http://wp.nmc.org/horizon2011/sections/mobiles/ acedido em 20 de março de 2013 Shuler, C. (2009). Pockets of Potential: Using Mobile Technologies to Promote Children’s Learning. New York: The Joan Ganz Cooney Center at Sesame Workshop.