A FILOSOFIA
POLÍTICA DE
MAQUIAVEL.

Prof. Douglas Gregorio
Objetivo da aula: apresentar a filosofia
política de Maquiavel.

- Quem foi, onde viveu – o contexto.
-- Sua obra.
-- A revolução na ciência política.

-- Os princípios básicos da filosofia
política de Maquiavel.
Até o
Renascimento, a
Filosofia Política
sempre girou em
torno da idéia da
associação da
vontade de Deus
com a justiça
social, ou seja,
uma política
CRISTÃ.
Mas foi justamente no
Renascimento que surgiu um
filósofo que veio a revolucionar as
abordagens filosóficas da política.
Nicolau Maquiavel.
Florença, Itália.
1469 – 1527.
Fundador da Ciência
Política Moderna, Maquiavel
também foi historiador,
diplomata, dramaturgo,
poeta, músico.
Foi chanceler e secretário
das relações exteriores de
César Borgia, condottiere
(governante absolutista) de
Florença que era filho do
Papa (isso mesmo, filho do
Papa) Alexandre VI.
Principais Obras:
A Primeira Década de
Tito Lívio – tema: história
da antiguidade romana.
A Mandrágora: peça
teatral, comédia.
O Príncipe: sua obraprima, filosofia e ciência
política.
Princípios
básicos do
pensamento
político de
Maquiavel:
(Entenda-se por Príncipe
todo e qualquer político).
1 - Todo governo é
dividido por dois
princípios opostos: o
desejo dos grandes de
oprimir e comandar, e o
desejo do povo de não
ser oprimido nem
comandado – a política
resulta da ação social a
partir das divisões
sociais.
2 - O objetivo real da
política não é o bem comum
e a justiça – a mentira dos
grandes - mas sim a
TOMADA E MANUTENÇÃO
DO PODER.

A lógica da política não é a
lógica da justiça e da ética,
mas sim A LÓGICA DA
FORÇA TRANSFORMADA EM
PODER E LEI.
3 – A virtude de um
Príncipe não é ser “sábio
e justo”.
A virtude de um Príncipe é
saber ser RESPEITADO E
TEMIDO, porém, não
odiado.
Para isso, é lícito mentir,
usar violência, astúcia e
força.
4 – Não interessa se o
governo é uma monarquia,
democracia ou ditadura. Um
governo se legitima se o
poder é superior aos grandes
e se faz a serviço do povo, ou
seja, a liberdade da RES
PUBLICA – interesses
particulares não podem se
sobrepor ao interesse geral.
Máximas famosas
de Maquiavel.
Pois a força é justa
quando necessária.
Quem quiser ser
bonzinho não pode
evitar sua ruína entre
tantos que são maus.
É melhor ser temido
que ser amado. O amor
se rompe quando não é
mais necessário, mas o
medo da punição
nunca falha.

Os fins justificam os meios.
• Produção, editoração e roteiro: prof. Douglas Gregorio.
• Assessoria pedagógica: Laboratório de Linguagens
Digitais – LLD, da ECA-USP.
• Imagens: Corbis e Google.
•www.kafenacoca.blogspot.com

Maquiavel

  • 1.
  • 2.
    Objetivo da aula:apresentar a filosofia política de Maquiavel. - Quem foi, onde viveu – o contexto. -- Sua obra. -- A revolução na ciência política. -- Os princípios básicos da filosofia política de Maquiavel.
  • 3.
    Até o Renascimento, a FilosofiaPolítica sempre girou em torno da idéia da associação da vontade de Deus com a justiça social, ou seja, uma política CRISTÃ.
  • 4.
    Mas foi justamenteno Renascimento que surgiu um filósofo que veio a revolucionar as abordagens filosóficas da política.
  • 5.
  • 6.
    Fundador da Ciência PolíticaModerna, Maquiavel também foi historiador, diplomata, dramaturgo, poeta, músico. Foi chanceler e secretário das relações exteriores de César Borgia, condottiere (governante absolutista) de Florença que era filho do Papa (isso mesmo, filho do Papa) Alexandre VI.
  • 7.
    Principais Obras: A PrimeiraDécada de Tito Lívio – tema: história da antiguidade romana. A Mandrágora: peça teatral, comédia. O Príncipe: sua obraprima, filosofia e ciência política.
  • 8.
  • 9.
    1 - Todogoverno é dividido por dois princípios opostos: o desejo dos grandes de oprimir e comandar, e o desejo do povo de não ser oprimido nem comandado – a política resulta da ação social a partir das divisões sociais.
  • 10.
    2 - Oobjetivo real da política não é o bem comum e a justiça – a mentira dos grandes - mas sim a TOMADA E MANUTENÇÃO DO PODER. A lógica da política não é a lógica da justiça e da ética, mas sim A LÓGICA DA FORÇA TRANSFORMADA EM PODER E LEI.
  • 11.
    3 – Avirtude de um Príncipe não é ser “sábio e justo”. A virtude de um Príncipe é saber ser RESPEITADO E TEMIDO, porém, não odiado. Para isso, é lícito mentir, usar violência, astúcia e força.
  • 12.
    4 – Nãointeressa se o governo é uma monarquia, democracia ou ditadura. Um governo se legitima se o poder é superior aos grandes e se faz a serviço do povo, ou seja, a liberdade da RES PUBLICA – interesses particulares não podem se sobrepor ao interesse geral.
  • 13.
  • 14.
    Pois a forçaé justa quando necessária. Quem quiser ser bonzinho não pode evitar sua ruína entre tantos que são maus.
  • 15.
    É melhor sertemido que ser amado. O amor se rompe quando não é mais necessário, mas o medo da punição nunca falha. Os fins justificam os meios.
  • 17.
    • Produção, editoraçãoe roteiro: prof. Douglas Gregorio. • Assessoria pedagógica: Laboratório de Linguagens Digitais – LLD, da ECA-USP. • Imagens: Corbis e Google. •www.kafenacoca.blogspot.com