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Geografia A - 11º SE2 
Morfologia Agrária: 
 dimensão dos campos/parcelas 
o minifúndios (pequena dimensão <5 ha) 
o de média dimensão 
o latifúndios (grande dimensão >20ha) 
 delimitação dos campos/parcelas 
o campos fechados (por sebes vivas ou mortas) 
o campos abertos 
 forma 
o regular 
o irregular 
Sistema de Culturas: 
 ocupação do solo 
o sistema intensivo (o solo está ocupado durante todo o ano) 
o sistema extensivo (parte do ano está em pousio) 
 associação de culturas 
o policultura (várias espécies são plantadas) 
o monocultura (apenas uma espécie é plantada) 
Sistema de Rega: 
 agricultura de sequeiro (pouca água) 
 agricultura de regadio (muita água) 
Indicadores Agrícolas: 
 Rendimento Agrícola = Produção (toneladas) / superfície utilizada (ha) 
 Produtividade Agrícola = Produção (toneladas) / nº de trabalhadores 
Tipos de Povoamento:
 Concentrado 
 Aglomerado 
 Disperso 
 Misto 
Tipos de Agricultura: 
 tradicional ou de subsistência 
o instrumentos arcaicos 
o técnicas antigas 
o rendimento e produtividade baixos 
o produz-se para consumo próprio 
o explorações de pequena dimensão 
o predomina a policultura 
 moderna ou de mercado 
o mecanizada 
o técnicas avançadas /inovadoras 
o rendimento e produtividade elevados 
o produz-se para comercializar 
o há utilização de produtos químicos 
o predomina a monocultura extensiva (há casos de sistemas intensivos 
Fatores Naturais: 
 clima 
o precipitação 
o temperatura 
 tipo de solo 
o fertilidade 
o composição 
 relevo 
o condiciona a escolha das espécies, tendo em conta a forma da superfície e a 
altitude 
Fatores Humanos: 
 estrutura fundiária 
 características da mão de obra 
 políticas agrícolas
Culturas Temporárias: 
culturas cujo ciclo vegetativo não excede um ano e as que são ressemeadas com intervalos 
que não excedem 5 anos. 
Culturas Permanentes: 
culturas que ocupam a terra durante um longo período de tempo e fornecem repetidas 
colheitas, não entrando em rotações culturais. 
Horta Familiar: 
superfície normalmente inferior a 20ares, reservada à cultura de produtos tais como 
hortícolas, frutos e flores, destinados fundamentalmente a consumo próprio e não para 
venda. 
Pastagens Permanentes: 
plantas semeadas ou espontâneas, em geral herbáceas, destinadas a serem comidas pelo 
gado no local em que vegetam, mas que acessoriamente podem ser cortadas em 
determinados períodos do ano. Não estão incluídas numa rotação e ocupam o solo por um 
período superior a 5 anos. 
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terras cultivadas destinadas à produção vegetal, as terras retiradas da produção e as terras 
ocupadas por estufas ou cobertas por estruturas fixas ou móveis. 
Fatores Naturais: 
 Clima: 
o a precipitação aumenta de sul para norte e do interior para o litoral, e é mais 
elevada nas áreas montanhosas, sobretudo no Norte do país e nas vertentes 
viradas a oeste. 
o diferenças regionais e sazonais acentuadas na distribuição da temperatura. 
o o Sul é mais quente e seco do que o Norte do país, e o Noroeste é mais húmido 
que o Nordeste.
o regiões com características climáticas próprias que condicionam a atividade 
agrícola: 
 Norte Atlântico 
 Norte Transmontano 
 Sul 
o há ilha da Madeira, a vertente norte é mais húmida e mais chuvosa do que a 
vertente sul. 
o em Porto Santo, as temperaturas são mais elevadas, as precipitações fracas; a 
humidade relativa é muito elevada, ocorrendo precipitação abundante, 
regularmente distribuída ao longo do ano. 
O regime de precipitação inter e intra-anual e a distribuição da temperatura em Portugal 
caracteriza-se por uma grande irregularidade, afetando a estabilidade do rendimento 
agrícola. 
Características 
Gerais: 
Norte Atlântico Norte Transmontano Sul 
Clima -influência atlântica 
-mais húmido 
-menores amplitudes 
térmicas anuais do 
que no Norte 
Transmontano e no 
Sul. 
-influência 
continental 
-elevadas amplitudes 
térmicas anuais 
-baixos valores de 
precipitação (+ no 
vale do Douro) 
-tipicamente 
mediterrânico 
-verões quentes e secos 
-invernos frescos e 
húmidos 
-baixos valores de 
precipitação 
Relevo -sistemas 
montanhosos 
-montanhoso, mas 
menos contrastado 
-relevo menos 
acidentado, onde se 
localizam as bacias do 
Tejo e do Sado e a 
peneplanície alentejana 
Vegetação 
Natural 
-vegetação de folha 
caduca (ex.: carvalho-alvarinho) 
-vegetação 
mediterrânica no vale 
do Douro e principais 
afluentes 
-nas regiões de altitude 
mais elevada, domina o 
castanheiro 
-vegetação 
mediterrânica (ex.: 
oliveira, sobreiro, 
azinheira) 
 Tipo de solo
o a fertilidade de um solo depende da quantidade de matéria orgânica e das 
características físicas e químicas do horizonte superior. 
o a composição química e o grau de acidez do solo têm importância, já que o 
desenvolvimento de determinadas espécies depende da quantidade de 
produtos fertilizantes que o solo contém. 
o regiões de maior fertilidade agrícola: 
 solos vulcânicos e aluviões 
 ilhas atlânticas 
 o fundo dos vales mais extensos 
 planícies do litoral 
o solos formados a partir do xisto são, em geral, pobres 
o solos formados a partir do granito, embora mais férteis, ocorrem em regiões 
montanhosas, onde outros fatores impedem o ciclo vegetativo das plantas. 
 Relevo 
o como a temperatura diminui com a altitude, a prática da agricultura torna-se 
mais difícil em áreas de maior altitude. 
o a orientação do relevo e a exposição das vertentes influenciam a atividade 
agrícola devido à posição dos raios solares: 
 as vertentes expostas viradas a sul (que "apanham" mais sol) 
apresentam características climáticas que beneficiam mais as práticas 
agrícolas até altitudes mais elevadas. 
 as vertentes viradas a norte passam a maior parte do dia à sombra, pelo 
que não é provável o desenvolvimento de certas espécies de plantas. 
o a inclinação das encostas condiciona a formação de solos profundos e férteis: 
os fundos dos vales ou as áreas mais baixas das vertentes são as de maior 
produtividade agrícola, por apresentarem solos com maior espessura e de 
composição muito diversa. 
o no Douro e na ilha da Madeira (regiões com relevo mais irregular), a 
construção de socalcos fez diminuir a erosão provocada pela escorrência das 
águas aos longo das vertentes íngremes e facilitar o trabalho agrícola. 
Fatores Humanos: 
 Estrutura fundiária 
o Predominam os minifúndios (explorações <5ha): 
 Beira Litoral 
 Entre Douro e Minho 
 R. A. Madeira
o a origem da ocupação do território, a maior densidade populacional, o 
individualismo agrário, a fertilidade dos solos, o relevo e a abundância de água 
contribuíram para a fragmentação das propriedades agrícolas nas regiões do 
litoral e centro do país. 
o No Alentejo dominam os latifúndios (explorações >20ha), onde os solos mais 
pobres e o clima mais seco contribuíram para a constituição de explorações 
com dimensões apreciáveis. 
o Grande parte das explorações portuguesas são por conta própria 
(individualismo agrário), em que o proprietário é simultaneamente 
trabalhador no seu campo agrícola. 
o No Alentejo, o número de proprietários é bastante reduzido e, por não viverem 
na região, pelo que optam pelo arrendamento dos seus terrenos. 
o Nos Açores, a emigração de muitos proprietários agrícolas leva a que optem 
igualmente pelo arrendamento das suas explorações. 
o No Noroeste e na Beira Litoral, a reduzida dimensão das propriedades, a 
excessiva fragmentação e a irregularidade dos terrenos tornam a mecanização 
da agricultura um processo difícil. 
o No Alentejo, a excessiva dimensão dos terrenos coloca problemas de gestão 
da superfície agrícola, pois exigem grandes investimentos que os arrendatários 
não estão dispostos a assumir. 
 Características da mão de obra 
o o número de trabalhadores tem vindo a diminuir devido a um decréscimo no 
volume do trabalho agrícola, decorrente: 
 do desaparecimento e redimensionamento das explorações 
 do aumento da mecanização 
 da reorientação de alguns sistemas produtivos pecuários para a 
extensificação 
o a maior parte do volume de trabalho é realizado pela mão de obra agrícola 
familiar. 
o a mão de obra agrícola não familiar é composta pelos trabalhadores 
permanentes e eventuais, bem como pela mão de obra não contratada 
diretamente pelo produtor. 
o o recurso à mão de obra assalariada está muito concentrado nas explorações 
de grande dimensão, sobretudo nas regiões do Alentejo, Ribatejo e Oeste. 
o elevada percentagem de mão de obra envelhecida - média de 63 anos (grande 
parte são mulheres) e baixa qualificação profissional.
o o acentuado envelhecimento dos produtores e da população agrícola em geral 
e os seus níveis de qualificação deficitários, têm constituído um entrave à 
modernização da agricultura portuguesa. 
 Políticas Agrícolas 
o é essencial: 
 reduzir os custos de produção 
 aumentar a dimensão económica 
 diminuir a dependência alimentar do exterior 
 tornar a agricultura mais competitiva e orientada para os mercados 
 melhorar o nível de vida dos agricultores e das suas famílias 
o Emparcelamento 
 medida de ordenamento do espaço agrário 
 junção de parcelas e adoção de medidas de proteção ambiental e de 
desenvolvimento rural 
 vai contribuir para: 
 o aumento da produtividade e do rendimento agrícola 
 possibilitar a mecanização de um maior número de explorações 
 introdução de novas culturas e inovações tecnológicas 
As Regiões Agrárias Portuguesas: 
 Norte Litoral (Entre Douro e Minho; Beira Litoral) 
o agricultura intensiva de regadio - policultura 
o povoamento disperso 
o minifúndios, campos fechados e de forma irregular 
o agricultura tradicional 
o exploração por conta própria 
o solos férteis e água abundante 
o produtos hortícolas, vinha e oliveira 
 Trás os Montes 
o agricultura extensiva de sequeiro - monocultura 
o povoamento concentrado e misto 
o propriedades de média dimensão, campos abertos 
o agricultura tradicional 
o exploração por conta própria
o solos pouco férteis e clima seco 
o Batata, oliveira, castanheiro e amendoeira 
 Beira Interior 
o agricultura extensiva de sequeiro - monocultura 
o povoamento concentrado e misto 
o propriedades de média dimensão, campos abertos 
o agricultura tradicional 
o sistema de afolhamento bienal com pousio 
o solos pouco férteis com precipitação média 
o fruticultura, oliveira, pastagens permanentes 
 Ribatejo e Oeste 
o agricultura intensiva de regadio - monocultura 
o povoamento concentrado e misto 
o propriedades de média dimensão, campos abertos 
o agricultura moderna 
o recurso ao pousio 
o exploração por conta própria 
o solos férteis 
o boas condições de temperatura e precipitação 
o culturas hortícolas e frutícolas 
 Alentejo 
o agricultura extensiva de sequeiro - monocultura 
o povoamento concentrado 
o latifúndios, campos abertos e regulares 
o agricultura moderna 
o solos pouco férteis, clima seco 
o afolhamento com rotação de culturas; recurso ao pousio 
o explorações por conta própria e arrendamento 
o girassol, vinha, oliveira, pastagens permanentes 
 Algarve 
o agricultura intensiva de regadio - policultura 
o povoamento disperso e misto 
o minifúndios e de média dimensão, campos fechados 
o agricultura tradicional e moderna 
o explorações por conta própria 
o produtos hortícolas, citrinos, amendoeira, nogueira, alfarrobeira 
 R. A. Madeira 
o agricultura intensiva de regadio - policultura
o povoamento disperso 
o propriedades de muito pequena dimensão ou microfúndios, campos fechados 
em terraços 
o construção de socalcos ou poios 
o exploração por conta própria 
o agricultura tradicional 
o monocultura de mercado no que diz respeito às bananas e às flores 
o solos medianamente férteis 
o verão quente e seco, invernos suaves e amenos 
o frutos subtropicais e vinha 
 R. A. Açores 
o agricultura intensiva de sequeiro 
o propriedades de média dimensão, campos fechados 
o povoamento disperso 
o agricultura tradicional 
o solos férteis 
o explorações por conta própria ou arrendamento 
o monocultura de mercado nos chás 
o pastagens permanentes 
Gestão e utilização dos solos agrícolas 
 A maior parte da SAU é ocupada por pastagens permanentes, terras aráveis, culturas 
permanentes e hortas familiares. 
 Segundo o Recenseamento Agrícola de 2009, a paisagem agrícola foi alterada para 
sistemas de produção extensivos: 
o diminuíram as terras aráveis 
o aumentaram as pastagens permanentes 
o reduziram o número de efetivos pecuários 
 Terras aráveis, correspondentes ao domínio das culturas anuais ou temporárias, 
verificou-se um aumento das áreas com culturas forrageiras, hortícolas, flores e 
plantas ornamentais ao ar livre e em estufa. 
 Nas culturas permanentes, houve uma diminuição das áreas ocupadas pelos pomares 
de frutos frescos, citrinos e vinha. Mas aumentou a área de cultivo de frutos 
subtropicais. 
 Distribuição da SAU: 
o Alentejo (53%) 
o Trás os Montes (12%) 
o Ribatejo e Oeste (11%) 
o Beira Interior (9%) 
o Entre Douro e Minho (6%) 
1. Problemas na gestão dos solos 
a. desajustamento de culturas ao tipo de solo que ocupam
b. muitos solos de grande potencial agrícola na periferia das cidades foram 
ocupados, de forma irresponsável, pelo processo de urbanização em curso 
c. utilização de solos para fins distintos aos da respetiva capacidade potencial é 
uma das causas dos baixos rendimentos e da sua degradação progressiva 
d. inadequação dos sistemas de cultura e o recurso a técnicas nem sempre 
ajustadas 
i. o sistema intensivo precisa de solos férteis e com recursos hídricos, 
pois ocupa permanentemente o solo 
ii. o sistema extensivo adapta-se melhor aos solos mais pobres onde a 
água escasseia, recorrendo ao afolhamento, à rotação de culturas e ao 
pousio 
iii. a utilização destes sistemas agrícolas noutras condições e tipos de solos 
pode diminuir o rendimento agrícola e contribuir para a desertificação 
acelerada dos mesmos. 
NOTAS: 
 a utilização incorreta da rotação de culturas, ou o recurso ao pousio absoluto, sem 
ocupação do terreno em descanso com culturas forrageiras ou pastagens artificiais, 
expõe a camada superficial do solo à ação dos agentes erosivos, reduzindo a sua 
fertilidade futura. 
 a monocultura, associada aos sistemas extensivos, utilizando de forma continuada a 
mesma cultura, pode conduzir ao esgotamento seletivo de certos nutrientes dos solos. 
Agricultura Biológica 
 técnicas: 
o rotação de culturas 
o limites ao uso de pesticidas e fertilizantes sintéticos, e outro tipo de produtos 
químicos 
o proibição do uso de organismos geneticamente modificados 
o escolha de espécies adaptadas às condições locais 
o utilização de práticas de produção animal apropriadas a cada espécie 
(aplicação de estrume e tratamento de resíduos não orgânicos e dos efluentes 
das explorações pecuárias) 
o cobertura do solo das terras aráveis no inverno 
o sementeira direta 
o enrelvamento das entrelinhas de culturas permanentes 
 Permite: 
o reduzir a mobilização dos solos nas sementeiras 
o proteger os solos da queda de precipitação e da escorrência da água no 
inverno 
o reduzir a utilização de herbicidas, pesticidas e fertilizantes 
o melhorar as condições agroambientais das explorações 
Culturas Temporárias 
 prados temporários 
 culturas forrageiras
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 Alentejo: culturas industriais (girassol, tabaco, cártamo, colza, plantas aromáticas e 
cana-de-açúcar) 
 Ribatejo e Oeste: culturas hortícolas e florícolas 
 Trás os Montes: batata 
Culturas Permanentes 
 olival e vinha 
 Ribatejo e Oeste: frutos frescos 
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 Trás os Montes: frutos de casca rija (amendoeira, castanheiro, nogueira, alfarrobeira 
e pinheiros mansos) 
 Entro Douro e Minho, e Madeira: frutos subtropicais 
Pastagens Permanentes 
 Alentejo (63%) 
 R. A. Açores (88%), devido à importância do setor leiteiro 
Produção Agrícola Animal 
 o aumento do consumo de carne levou ao investimento na modernização do setor 
pecuário e ao crescimento do efetivo pecuário. 
 as maiores suiniculturas localizam-se na região do Ribatejo e Oeste. 
 Entre Douro e Minho, Açores e Beira Litoral detêm, no seu conjunto, mais de 3/4 do 
efetivo leiteiro nacional 
Produção Florestal 
 as principais espécies florestais são o pinheiro-bravo, o eucalipto, o sobreiro, a 
azinheira, o carvalho, o pinheiro manso e o castanheiro. 
 a produção da silvicultura tem vindo a diminuir. 
 a madeira e a cortiça continuam a ser os produtos com maior importância económica. 
 os incêndios florestais que assolam o nosso país no período estival têm impedido o 
aumento da área florestal e a valorização da floresta. 
Dependência Externa 
 Os principais produtos vegetais produzidos em Portugal são o vinho, o azeite, os 
cereais e os produtos hortícolas frescos. 
 No setor animal, as principais atividades são: a produção de leite e a criação de suínos, 
de aves de capoeira e de bovinos. 
 Portugal apresenta uma grande dependência externa, necessitando de recorrer à 
importação para satisfazer as necessidades nacionais de produtos agrícolas. 
 O vinho é o único produto agrícola que satisfaz a procura nacional, sendo o principal 
vendido para o mercado externo. 
 O azeite, os ovos, os animais vivos, os hortícolas e os frutos secos estão próximos de 
satisfazer a procura interna. 
 Os cereais e as oleaginosas são produtos em que é grande a dependência externa. 
 O regime de sequeiro dominante nas culturas de cereais e a fragmentação da 
propriedade contribuem para os baixos rendimentos obtidos.
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  • 1. Geografia A - 11º SE2 Morfologia Agrária:  dimensão dos campos/parcelas o minifúndios (pequena dimensão <5 ha) o de média dimensão o latifúndios (grande dimensão >20ha)  delimitação dos campos/parcelas o campos fechados (por sebes vivas ou mortas) o campos abertos  forma o regular o irregular Sistema de Culturas:  ocupação do solo o sistema intensivo (o solo está ocupado durante todo o ano) o sistema extensivo (parte do ano está em pousio)  associação de culturas o policultura (várias espécies são plantadas) o monocultura (apenas uma espécie é plantada) Sistema de Rega:  agricultura de sequeiro (pouca água)  agricultura de regadio (muita água) Indicadores Agrícolas:  Rendimento Agrícola = Produção (toneladas) / superfície utilizada (ha)  Produtividade Agrícola = Produção (toneladas) / nº de trabalhadores Tipos de Povoamento:
  • 2.  Concentrado  Aglomerado  Disperso  Misto Tipos de Agricultura:  tradicional ou de subsistência o instrumentos arcaicos o técnicas antigas o rendimento e produtividade baixos o produz-se para consumo próprio o explorações de pequena dimensão o predomina a policultura  moderna ou de mercado o mecanizada o técnicas avançadas /inovadoras o rendimento e produtividade elevados o produz-se para comercializar o há utilização de produtos químicos o predomina a monocultura extensiva (há casos de sistemas intensivos Fatores Naturais:  clima o precipitação o temperatura  tipo de solo o fertilidade o composição  relevo o condiciona a escolha das espécies, tendo em conta a forma da superfície e a altitude Fatores Humanos:  estrutura fundiária  características da mão de obra  políticas agrícolas
  • 3. Culturas Temporárias: culturas cujo ciclo vegetativo não excede um ano e as que são ressemeadas com intervalos que não excedem 5 anos. Culturas Permanentes: culturas que ocupam a terra durante um longo período de tempo e fornecem repetidas colheitas, não entrando em rotações culturais. Horta Familiar: superfície normalmente inferior a 20ares, reservada à cultura de produtos tais como hortícolas, frutos e flores, destinados fundamentalmente a consumo próprio e não para venda. Pastagens Permanentes: plantas semeadas ou espontâneas, em geral herbáceas, destinadas a serem comidas pelo gado no local em que vegetam, mas que acessoriamente podem ser cortadas em determinados períodos do ano. Não estão incluídas numa rotação e ocupam o solo por um período superior a 5 anos. Terras Aráveis: terras cultivadas destinadas à produção vegetal, as terras retiradas da produção e as terras ocupadas por estufas ou cobertas por estruturas fixas ou móveis. Fatores Naturais:  Clima: o a precipitação aumenta de sul para norte e do interior para o litoral, e é mais elevada nas áreas montanhosas, sobretudo no Norte do país e nas vertentes viradas a oeste. o diferenças regionais e sazonais acentuadas na distribuição da temperatura. o o Sul é mais quente e seco do que o Norte do país, e o Noroeste é mais húmido que o Nordeste.
  • 4. o regiões com características climáticas próprias que condicionam a atividade agrícola:  Norte Atlântico  Norte Transmontano  Sul o há ilha da Madeira, a vertente norte é mais húmida e mais chuvosa do que a vertente sul. o em Porto Santo, as temperaturas são mais elevadas, as precipitações fracas; a humidade relativa é muito elevada, ocorrendo precipitação abundante, regularmente distribuída ao longo do ano. O regime de precipitação inter e intra-anual e a distribuição da temperatura em Portugal caracteriza-se por uma grande irregularidade, afetando a estabilidade do rendimento agrícola. Características Gerais: Norte Atlântico Norte Transmontano Sul Clima -influência atlântica -mais húmido -menores amplitudes térmicas anuais do que no Norte Transmontano e no Sul. -influência continental -elevadas amplitudes térmicas anuais -baixos valores de precipitação (+ no vale do Douro) -tipicamente mediterrânico -verões quentes e secos -invernos frescos e húmidos -baixos valores de precipitação Relevo -sistemas montanhosos -montanhoso, mas menos contrastado -relevo menos acidentado, onde se localizam as bacias do Tejo e do Sado e a peneplanície alentejana Vegetação Natural -vegetação de folha caduca (ex.: carvalho-alvarinho) -vegetação mediterrânica no vale do Douro e principais afluentes -nas regiões de altitude mais elevada, domina o castanheiro -vegetação mediterrânica (ex.: oliveira, sobreiro, azinheira)  Tipo de solo
  • 5. o a fertilidade de um solo depende da quantidade de matéria orgânica e das características físicas e químicas do horizonte superior. o a composição química e o grau de acidez do solo têm importância, já que o desenvolvimento de determinadas espécies depende da quantidade de produtos fertilizantes que o solo contém. o regiões de maior fertilidade agrícola:  solos vulcânicos e aluviões  ilhas atlânticas  o fundo dos vales mais extensos  planícies do litoral o solos formados a partir do xisto são, em geral, pobres o solos formados a partir do granito, embora mais férteis, ocorrem em regiões montanhosas, onde outros fatores impedem o ciclo vegetativo das plantas.  Relevo o como a temperatura diminui com a altitude, a prática da agricultura torna-se mais difícil em áreas de maior altitude. o a orientação do relevo e a exposição das vertentes influenciam a atividade agrícola devido à posição dos raios solares:  as vertentes expostas viradas a sul (que "apanham" mais sol) apresentam características climáticas que beneficiam mais as práticas agrícolas até altitudes mais elevadas.  as vertentes viradas a norte passam a maior parte do dia à sombra, pelo que não é provável o desenvolvimento de certas espécies de plantas. o a inclinação das encostas condiciona a formação de solos profundos e férteis: os fundos dos vales ou as áreas mais baixas das vertentes são as de maior produtividade agrícola, por apresentarem solos com maior espessura e de composição muito diversa. o no Douro e na ilha da Madeira (regiões com relevo mais irregular), a construção de socalcos fez diminuir a erosão provocada pela escorrência das águas aos longo das vertentes íngremes e facilitar o trabalho agrícola. Fatores Humanos:  Estrutura fundiária o Predominam os minifúndios (explorações <5ha):  Beira Litoral  Entre Douro e Minho  R. A. Madeira
  • 6. o a origem da ocupação do território, a maior densidade populacional, o individualismo agrário, a fertilidade dos solos, o relevo e a abundância de água contribuíram para a fragmentação das propriedades agrícolas nas regiões do litoral e centro do país. o No Alentejo dominam os latifúndios (explorações >20ha), onde os solos mais pobres e o clima mais seco contribuíram para a constituição de explorações com dimensões apreciáveis. o Grande parte das explorações portuguesas são por conta própria (individualismo agrário), em que o proprietário é simultaneamente trabalhador no seu campo agrícola. o No Alentejo, o número de proprietários é bastante reduzido e, por não viverem na região, pelo que optam pelo arrendamento dos seus terrenos. o Nos Açores, a emigração de muitos proprietários agrícolas leva a que optem igualmente pelo arrendamento das suas explorações. o No Noroeste e na Beira Litoral, a reduzida dimensão das propriedades, a excessiva fragmentação e a irregularidade dos terrenos tornam a mecanização da agricultura um processo difícil. o No Alentejo, a excessiva dimensão dos terrenos coloca problemas de gestão da superfície agrícola, pois exigem grandes investimentos que os arrendatários não estão dispostos a assumir.  Características da mão de obra o o número de trabalhadores tem vindo a diminuir devido a um decréscimo no volume do trabalho agrícola, decorrente:  do desaparecimento e redimensionamento das explorações  do aumento da mecanização  da reorientação de alguns sistemas produtivos pecuários para a extensificação o a maior parte do volume de trabalho é realizado pela mão de obra agrícola familiar. o a mão de obra agrícola não familiar é composta pelos trabalhadores permanentes e eventuais, bem como pela mão de obra não contratada diretamente pelo produtor. o o recurso à mão de obra assalariada está muito concentrado nas explorações de grande dimensão, sobretudo nas regiões do Alentejo, Ribatejo e Oeste. o elevada percentagem de mão de obra envelhecida - média de 63 anos (grande parte são mulheres) e baixa qualificação profissional.
  • 7. o o acentuado envelhecimento dos produtores e da população agrícola em geral e os seus níveis de qualificação deficitários, têm constituído um entrave à modernização da agricultura portuguesa.  Políticas Agrícolas o é essencial:  reduzir os custos de produção  aumentar a dimensão económica  diminuir a dependência alimentar do exterior  tornar a agricultura mais competitiva e orientada para os mercados  melhorar o nível de vida dos agricultores e das suas famílias o Emparcelamento  medida de ordenamento do espaço agrário  junção de parcelas e adoção de medidas de proteção ambiental e de desenvolvimento rural  vai contribuir para:  o aumento da produtividade e do rendimento agrícola  possibilitar a mecanização de um maior número de explorações  introdução de novas culturas e inovações tecnológicas As Regiões Agrárias Portuguesas:  Norte Litoral (Entre Douro e Minho; Beira Litoral) o agricultura intensiva de regadio - policultura o povoamento disperso o minifúndios, campos fechados e de forma irregular o agricultura tradicional o exploração por conta própria o solos férteis e água abundante o produtos hortícolas, vinha e oliveira  Trás os Montes o agricultura extensiva de sequeiro - monocultura o povoamento concentrado e misto o propriedades de média dimensão, campos abertos o agricultura tradicional o exploração por conta própria
  • 8. o solos pouco férteis e clima seco o Batata, oliveira, castanheiro e amendoeira  Beira Interior o agricultura extensiva de sequeiro - monocultura o povoamento concentrado e misto o propriedades de média dimensão, campos abertos o agricultura tradicional o sistema de afolhamento bienal com pousio o solos pouco férteis com precipitação média o fruticultura, oliveira, pastagens permanentes  Ribatejo e Oeste o agricultura intensiva de regadio - monocultura o povoamento concentrado e misto o propriedades de média dimensão, campos abertos o agricultura moderna o recurso ao pousio o exploração por conta própria o solos férteis o boas condições de temperatura e precipitação o culturas hortícolas e frutícolas  Alentejo o agricultura extensiva de sequeiro - monocultura o povoamento concentrado o latifúndios, campos abertos e regulares o agricultura moderna o solos pouco férteis, clima seco o afolhamento com rotação de culturas; recurso ao pousio o explorações por conta própria e arrendamento o girassol, vinha, oliveira, pastagens permanentes  Algarve o agricultura intensiva de regadio - policultura o povoamento disperso e misto o minifúndios e de média dimensão, campos fechados o agricultura tradicional e moderna o explorações por conta própria o produtos hortícolas, citrinos, amendoeira, nogueira, alfarrobeira  R. A. Madeira o agricultura intensiva de regadio - policultura
  • 9. o povoamento disperso o propriedades de muito pequena dimensão ou microfúndios, campos fechados em terraços o construção de socalcos ou poios o exploração por conta própria o agricultura tradicional o monocultura de mercado no que diz respeito às bananas e às flores o solos medianamente férteis o verão quente e seco, invernos suaves e amenos o frutos subtropicais e vinha  R. A. Açores o agricultura intensiva de sequeiro o propriedades de média dimensão, campos fechados o povoamento disperso o agricultura tradicional o solos férteis o explorações por conta própria ou arrendamento o monocultura de mercado nos chás o pastagens permanentes Gestão e utilização dos solos agrícolas  A maior parte da SAU é ocupada por pastagens permanentes, terras aráveis, culturas permanentes e hortas familiares.  Segundo o Recenseamento Agrícola de 2009, a paisagem agrícola foi alterada para sistemas de produção extensivos: o diminuíram as terras aráveis o aumentaram as pastagens permanentes o reduziram o número de efetivos pecuários  Terras aráveis, correspondentes ao domínio das culturas anuais ou temporárias, verificou-se um aumento das áreas com culturas forrageiras, hortícolas, flores e plantas ornamentais ao ar livre e em estufa.  Nas culturas permanentes, houve uma diminuição das áreas ocupadas pelos pomares de frutos frescos, citrinos e vinha. Mas aumentou a área de cultivo de frutos subtropicais.  Distribuição da SAU: o Alentejo (53%) o Trás os Montes (12%) o Ribatejo e Oeste (11%) o Beira Interior (9%) o Entre Douro e Minho (6%) 1. Problemas na gestão dos solos a. desajustamento de culturas ao tipo de solo que ocupam
  • 10. b. muitos solos de grande potencial agrícola na periferia das cidades foram ocupados, de forma irresponsável, pelo processo de urbanização em curso c. utilização de solos para fins distintos aos da respetiva capacidade potencial é uma das causas dos baixos rendimentos e da sua degradação progressiva d. inadequação dos sistemas de cultura e o recurso a técnicas nem sempre ajustadas i. o sistema intensivo precisa de solos férteis e com recursos hídricos, pois ocupa permanentemente o solo ii. o sistema extensivo adapta-se melhor aos solos mais pobres onde a água escasseia, recorrendo ao afolhamento, à rotação de culturas e ao pousio iii. a utilização destes sistemas agrícolas noutras condições e tipos de solos pode diminuir o rendimento agrícola e contribuir para a desertificação acelerada dos mesmos. NOTAS:  a utilização incorreta da rotação de culturas, ou o recurso ao pousio absoluto, sem ocupação do terreno em descanso com culturas forrageiras ou pastagens artificiais, expõe a camada superficial do solo à ação dos agentes erosivos, reduzindo a sua fertilidade futura.  a monocultura, associada aos sistemas extensivos, utilizando de forma continuada a mesma cultura, pode conduzir ao esgotamento seletivo de certos nutrientes dos solos. Agricultura Biológica  técnicas: o rotação de culturas o limites ao uso de pesticidas e fertilizantes sintéticos, e outro tipo de produtos químicos o proibição do uso de organismos geneticamente modificados o escolha de espécies adaptadas às condições locais o utilização de práticas de produção animal apropriadas a cada espécie (aplicação de estrume e tratamento de resíduos não orgânicos e dos efluentes das explorações pecuárias) o cobertura do solo das terras aráveis no inverno o sementeira direta o enrelvamento das entrelinhas de culturas permanentes  Permite: o reduzir a mobilização dos solos nas sementeiras o proteger os solos da queda de precipitação e da escorrência da água no inverno o reduzir a utilização de herbicidas, pesticidas e fertilizantes o melhorar as condições agroambientais das explorações Culturas Temporárias  prados temporários  culturas forrageiras
  • 11.  cereais para grão  Alentejo: culturas industriais (girassol, tabaco, cártamo, colza, plantas aromáticas e cana-de-açúcar)  Ribatejo e Oeste: culturas hortícolas e florícolas  Trás os Montes: batata Culturas Permanentes  olival e vinha  Ribatejo e Oeste: frutos frescos  Algarve: citrinos  Trás os Montes: frutos de casca rija (amendoeira, castanheiro, nogueira, alfarrobeira e pinheiros mansos)  Entro Douro e Minho, e Madeira: frutos subtropicais Pastagens Permanentes  Alentejo (63%)  R. A. Açores (88%), devido à importância do setor leiteiro Produção Agrícola Animal  o aumento do consumo de carne levou ao investimento na modernização do setor pecuário e ao crescimento do efetivo pecuário.  as maiores suiniculturas localizam-se na região do Ribatejo e Oeste.  Entre Douro e Minho, Açores e Beira Litoral detêm, no seu conjunto, mais de 3/4 do efetivo leiteiro nacional Produção Florestal  as principais espécies florestais são o pinheiro-bravo, o eucalipto, o sobreiro, a azinheira, o carvalho, o pinheiro manso e o castanheiro.  a produção da silvicultura tem vindo a diminuir.  a madeira e a cortiça continuam a ser os produtos com maior importância económica.  os incêndios florestais que assolam o nosso país no período estival têm impedido o aumento da área florestal e a valorização da floresta. Dependência Externa  Os principais produtos vegetais produzidos em Portugal são o vinho, o azeite, os cereais e os produtos hortícolas frescos.  No setor animal, as principais atividades são: a produção de leite e a criação de suínos, de aves de capoeira e de bovinos.  Portugal apresenta uma grande dependência externa, necessitando de recorrer à importação para satisfazer as necessidades nacionais de produtos agrícolas.  O vinho é o único produto agrícola que satisfaz a procura nacional, sendo o principal vendido para o mercado externo.  O azeite, os ovos, os animais vivos, os hortícolas e os frutos secos estão próximos de satisfazer a procura interna.  Os cereais e as oleaginosas são produtos em que é grande a dependência externa.  O regime de sequeiro dominante nas culturas de cereais e a fragmentação da propriedade contribuem para os baixos rendimentos obtidos.
  • 12.  A Espanha e a França são os nossos principais clientes e fornecedores de produtos agrícolas.  O comércio intra-UE domina, mas é de destacar o valor das exportações para os PALOP.