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Exames Laboratoriais
Relevância na conduta Fisioterapêutica
José Alexandre Pires de Almeida, 2018
Fisioterapeuta da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (Fcecon)
Legislação
RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia
Art. 4º
VI - realizar consultas, avaliações e reavaliações do paciente colhendo dados, solicitando,
executando e interpretando exames propedêuticos e complementares que permitam
elaborar um diagnóstico cinético-funcional, para eleger e quantificar as intervenções e
condutas fisioterapêuticas apropriadas, objetivando tratar as disfunções no campo da
Fisioterapia, em toda sua extensão e complexidade, estabelecendo prognóstico,
reavaliando condutas e decidindo pela alta fisioterapêutica;
Introdução
• O entendimento sólido dos exames
laboratoriais, além de imprescindível,
é um diferencial na formação do
fisioterapeuta que se preocupa com a
segurança e a eficácia do tratamento
fisioterapêutico.
Exames laboratoriais
O que são e para que servem?
São exames e testes realizados em laboratório de análises clinicas, visando o diagnóstico ou
confirmação de uma patologia ou mesmo para um exame de rotina.
Exames laboratoriais
• Coerências das solicitações;
• Associar a fisiopatologia;
• Correlacionar os diversos tipos de exames;
• A clínica é a observação prioritária, porém algumas alterações laboratoriais, ocorrem
anteriormentes às alterações morfo-funcionais;
• As dúvidas devem ser compartilhadas com a equipe e é comum a realização de novos
exames;
Resumo Prático de Exames
laboratoriais
Resumo Prático de Exames
laboratoriais
Resumo Prático de Exames
laboratoriais
Resumo Prático de Exames
laboratoriais
Bioquímica do sangue
• GLICOSE ( GLICEMIA);
• LIPIDOGRAMA ( COLESTEROL, TRIGLICERÍDEOS, HDL E LDL);
• PROVAS DE FUNÇÃO RENAL ( URÉIA, CREATININA);
• ÁCIDO ÚRICO;
• HEPATOGRAMA ( BILIRRUBINAS, TGO, TGP, FOSFATASE ALCALINA E GAMA GT);
• ENZIMAS : - CARDÍACAS (CK, CK-MB E LDH); - PANCREÁTICAS (AMILASE E LIPASE); -
HEPÁTICAS;
• ELETRÓLITOS (Na, K, Cl, Ca, Mg, P, Fe) ;
• HORMÔNIOS (HIPOFISÁRIOS, TIREOIDEANOS, SUPRA-RENAIS, OVARIANOS);
Avaliação Hematológica
• Hemograma Completo: Exame utilizado para avaliação da fisiologia e do
comportamento das células do sangue. Dividem-se em:
o Eritrograma (série vermelha) – estudo das hemácias, que pode revelar alguns tipos
essenciais de alterações patológicas do sistema eritropoiético.
o Leucograma (série branca) – compreende a contagem global e específica dos leucócitos
avaliando-os qualitativa e quantitativamente.
o Plaquetometria – estudo das plaquetas, que são os menores elementos figurados
encontrados no sangue, revela alterações especialmente no mecanismo de coagulação.
Avaliação Hematológica –
Eritrograma (série vermelha)
o Tem como objetivo avaliar alterações patológicas no sistema eritropoiético, como:
- Eritrocitoses: hiperplasia dos tecidos eritropoiéticos, como resposta a estímulos que
provocam a intensificação da formação de eritrócitos.
- Eritremias: moléstias sistêmicas específicas da eritropoese (> formação das hemácias)
- Anemias: diminuição ou anormalidades na formação dos eritrócitos, da hemoglobina ou
de ambos.
Avaliação Hematológica –
Eritrograma (série vermelha)
o A principal função das hemácias é transportar hemoglobina que, por sua vez, carreia
oxigênio desde os pulmões até os tecidos.
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Valores gerais das poliglobulinas
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Hemoglobinometria
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Plaquetometria (coagulograma)
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tendência de coagulação do sangue. O tempo de protrombina normal é de cerca de 11 a
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paciente oncológico com bases nos exames
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Fonte da imagem: Departamento de Hematologia e Hemoterapia do Hospital Israelita Albert Einsten - São Paulo -
Brasil Fisioterapia da Unidade de Transplante de Medula óssea do Hospital Israelita Albert Einstein - São Paulo - Brasil
Sedimentoscopia
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Proteinúria (proteínas na urina de 24h)
o Uma pequena quantidade proteínas é encontrada na urina normal, até 0,05g/24h. São
principalmente proteínas séricas (importante proteína plasmática que serve para
manter a pressão osmótica), como a albumina. Sua dosagem é útil no diagnóstico e
controle de diversas patologias em que há a perda de proteínas. As principais causas
de proteinúria são: lesão glomerular (filtragem renal), distúrbios de reabsorção tubular
renal (túbulos renais) – DAB de origem metabólica.
Proteinúria (proteínas na urina de 24h)
Proteinúria (proteínas na urina de 24h)
Lute pela qualidade de vida
Obrigado
Serviço de Fisioterapia
da Fcecon
José Alexandre Pires de
Almeida
Crefito 185.188-F
jalexandre.almeida@gmail.com
(92) 99478-8906
Bibliografia
FRANÇA EET, FERRARI F, FERNANDES P, CAVALCANTI R, DUARTE A, MARTINEZ BP et al. Rev Bras Ter Intensiva. 2012;
24(1):6-22
POP: Mobilização Precoce no Paciente Crítico –Unidade de Reabilitação do Hospital de Clínicas da Universidade Federal
do Triângulo Mineiro – Uberaba, 2016. 17p
KAWAGUCHI, V. M; PIRES NETO, R. C; Alterações hemodinâmicas durante alteração de exercícios em pacientes críticos.
Programa de atualização em fisioterapia em terapia intensiva adulto PROFISIO. 2015; 5(3): 87-110
TRUONG AD, FAN E, BROWER RG, NEEDHAM DM. Bench-to-bedside Review: mobilizing patients in the intensive care unit-
-from pathophysiology to clinical trials. Critital Care. 2009;13(4):216. UTI – unidade de terapia intensiva
BUTTIGNOL, M. ; PIRES NETO, R.C. Protocolos de mobilização precoce no paciente crítico. Programa de atualização em
fisioterapia em terapia intensiva adulto PROFISIO. 2014; 4(3): 97-135
PRESTO, Bruno; DAMÁZIO, Luciana. Fisioterapia na UTI. 2ª Edição Elsevier, Rio de Janeiro, 2009.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0007_24_02_2010.html
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2338_03_10_2011.html

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Exames laboratoriais parar Fisioterapeutas

  • 1. Exames Laboratoriais Relevância na conduta Fisioterapêutica José Alexandre Pires de Almeida, 2018 Fisioterapeuta da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (Fcecon)
  • 2. Legislação RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia Art. 4º VI - realizar consultas, avaliações e reavaliações do paciente colhendo dados, solicitando, executando e interpretando exames propedêuticos e complementares que permitam elaborar um diagnóstico cinético-funcional, para eleger e quantificar as intervenções e condutas fisioterapêuticas apropriadas, objetivando tratar as disfunções no campo da Fisioterapia, em toda sua extensão e complexidade, estabelecendo prognóstico, reavaliando condutas e decidindo pela alta fisioterapêutica;
  • 3. Introdução • O entendimento sólido dos exames laboratoriais, além de imprescindível, é um diferencial na formação do fisioterapeuta que se preocupa com a segurança e a eficácia do tratamento fisioterapêutico.
  • 4. Exames laboratoriais O que são e para que servem? São exames e testes realizados em laboratório de análises clinicas, visando o diagnóstico ou confirmação de uma patologia ou mesmo para um exame de rotina.
  • 5. Exames laboratoriais • Coerências das solicitações; • Associar a fisiopatologia; • Correlacionar os diversos tipos de exames; • A clínica é a observação prioritária, porém algumas alterações laboratoriais, ocorrem anteriormentes às alterações morfo-funcionais; • As dúvidas devem ser compartilhadas com a equipe e é comum a realização de novos exames;
  • 6. Resumo Prático de Exames laboratoriais
  • 7. Resumo Prático de Exames laboratoriais
  • 8. Resumo Prático de Exames laboratoriais
  • 9. Resumo Prático de Exames laboratoriais
  • 10. Bioquímica do sangue • GLICOSE ( GLICEMIA); • LIPIDOGRAMA ( COLESTEROL, TRIGLICERÍDEOS, HDL E LDL); • PROVAS DE FUNÇÃO RENAL ( URÉIA, CREATININA); • ÁCIDO ÚRICO; • HEPATOGRAMA ( BILIRRUBINAS, TGO, TGP, FOSFATASE ALCALINA E GAMA GT); • ENZIMAS : - CARDÍACAS (CK, CK-MB E LDH); - PANCREÁTICAS (AMILASE E LIPASE); - HEPÁTICAS; • ELETRÓLITOS (Na, K, Cl, Ca, Mg, P, Fe) ; • HORMÔNIOS (HIPOFISÁRIOS, TIREOIDEANOS, SUPRA-RENAIS, OVARIANOS);
  • 11. Avaliação Hematológica • Hemograma Completo: Exame utilizado para avaliação da fisiologia e do comportamento das células do sangue. Dividem-se em: o Eritrograma (série vermelha) – estudo das hemácias, que pode revelar alguns tipos essenciais de alterações patológicas do sistema eritropoiético. o Leucograma (série branca) – compreende a contagem global e específica dos leucócitos avaliando-os qualitativa e quantitativamente. o Plaquetometria – estudo das plaquetas, que são os menores elementos figurados encontrados no sangue, revela alterações especialmente no mecanismo de coagulação.
  • 12. Avaliação Hematológica – Eritrograma (série vermelha) o Tem como objetivo avaliar alterações patológicas no sistema eritropoiético, como: - Eritrocitoses: hiperplasia dos tecidos eritropoiéticos, como resposta a estímulos que provocam a intensificação da formação de eritrócitos. - Eritremias: moléstias sistêmicas específicas da eritropoese (> formação das hemácias) - Anemias: diminuição ou anormalidades na formação dos eritrócitos, da hemoglobina ou de ambos.
  • 13. Avaliação Hematológica – Eritrograma (série vermelha) o A principal função das hemácias é transportar hemoglobina que, por sua vez, carreia oxigênio desde os pulmões até os tecidos.
  • 15. Avaliação Hematológica – Eritrograma (série vermelha) Valores gerais das poliglobulinas
  • 16. Avaliação Hematológica - Hemoglobinometria o Dosagem de hemoglobina no sangue. o A hemoglobina, proteína conjugada, é a substância respons;avel pela coloração vermelha da hemácia, que tem por função trabsportar oxigêncio (O₂). É expressa em gramas por 100ml de sangue (g/dL).
  • 18. Avaliação Hematológica - Hematócrito É o valor percentual de hemácias em 100ml de sangue.
  • 20. Avaliação Hematológica – Leucograma (série branca) o Método de contagem utilizado para contagem de leucócitos presentes em 1 milímetro cúbico (mm³) de sangue, lembrando que os leucócitos são unidades móveis do sistema imunológico do organismo.
  • 28. Avaliação Hematológica – Plaquetometria (coagulograma) o É a contagem do número de plaquetas por milímetro cúbico de sangue.
  • 31. Avaliação Hematológica – Plaquetometria (coagulograma) o Além da contagem de plaquetas, leva-se em conta: - Tempo de coagulação - Tempo de sangramento - Tempo de Atividade de Protrombina (TAP): é um exame usado para determinar a tendência de coagulação do sangue. O tempo de protrombina normal é de cerca de 11 a 14,6 segundos.
  • 32. Fluxo de atendimento fisioterapêutico no paciente oncológico com bases nos exames laboratoriais Fonte da imagem: Departamento de Hematologia e Hemoterapia do Hospital Israelita Albert Einsten - São Paulo - Brasil Fisioterapia da Unidade de Transplante de Medula óssea do Hospital Israelita Albert Einstein - São Paulo - Brasil
  • 33. Sedimentoscopia o Análise laboratorial de sedimentos urinários.
  • 40. Proteinúria (proteínas na urina de 24h) o Uma pequena quantidade proteínas é encontrada na urina normal, até 0,05g/24h. São principalmente proteínas séricas (importante proteína plasmática que serve para manter a pressão osmótica), como a albumina. Sua dosagem é útil no diagnóstico e controle de diversas patologias em que há a perda de proteínas. As principais causas de proteinúria são: lesão glomerular (filtragem renal), distúrbios de reabsorção tubular renal (túbulos renais) – DAB de origem metabólica.
  • 44. Obrigado Serviço de Fisioterapia da Fcecon José Alexandre Pires de Almeida Crefito 185.188-F jalexandre.almeida@gmail.com (92) 99478-8906
  • 45. Bibliografia FRANÇA EET, FERRARI F, FERNANDES P, CAVALCANTI R, DUARTE A, MARTINEZ BP et al. Rev Bras Ter Intensiva. 2012; 24(1):6-22 POP: Mobilização Precoce no Paciente Crítico –Unidade de Reabilitação do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro – Uberaba, 2016. 17p KAWAGUCHI, V. M; PIRES NETO, R. C; Alterações hemodinâmicas durante alteração de exercícios em pacientes críticos. Programa de atualização em fisioterapia em terapia intensiva adulto PROFISIO. 2015; 5(3): 87-110 TRUONG AD, FAN E, BROWER RG, NEEDHAM DM. Bench-to-bedside Review: mobilizing patients in the intensive care unit- -from pathophysiology to clinical trials. Critital Care. 2009;13(4):216. UTI – unidade de terapia intensiva BUTTIGNOL, M. ; PIRES NETO, R.C. Protocolos de mobilização precoce no paciente crítico. Programa de atualização em fisioterapia em terapia intensiva adulto PROFISIO. 2014; 4(3): 97-135 PRESTO, Bruno; DAMÁZIO, Luciana. Fisioterapia na UTI. 2ª Edição Elsevier, Rio de Janeiro, 2009. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0007_24_02_2010.html http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2338_03_10_2011.html