UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO 
Escola de Relações 
Humanas 
Emi l y F rei re 
L a r i s sa S chal cher 
Lucél ia Abrantes 
Rafael a Gaspar 
Ta l i ta Mar t ins 
Wendel Reis 
CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS 
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Abordagem Humanística da Administração: 
Teoria das Relações Humanas 
 Origens: 
- Necessidade de humanizar e democratizar a administração; 
- Desenvolvimento das ciências sociais; 
- Experiência de Hawthorne. 
 Autores Influentes. 
Elton Mayo 
(1880 – 1949) 
Mary Parker Follett 
(1868 – 1933) 
Figura 1. 
Figura 2. Figura 3.
Experiência de Hawthorne 
 1927-1932; 
 Coordenada por Mayo; 
 Condições físicas relações humanas; 
 Dividida em quatro fases.
Primeira Fase 
 Efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários; 
 Dois grupos de operários; 
 Intensidade da luz: variável x constante; 
 Existência de uma nova variável: fator psicológico. 
Figura 4.
Segunda Fase 
 Efeito das mudanças nas condições de trabalho; 
 Grupo experimental de 6 moças; 
 Alterações nos horários, intervalos, salários; 
 Novamente o fator psicológico. 
Figura 5.
Terceira Fase 
 Estudo das Relações Humanas no trabalho; 
 Programa de Entrevistas; 
 Divisão de Pesquisas Industriais; 
 Entrevista não-diretiva; 
 Organização informal dos operários.
Quarta Fase 
 Análise da organização informal; 
 Salário baseado na produção do grupo; 
 Uniformidade de sentimentos e solidariedade grupal; 
 Fim da experiência.
Conclusões da Experiência 
 O nível de produção é resultante da integração social; 
 Comportamento social dos empregados; 
 Recompensas e sansões sociais; 
 Grupos informais; 
 Relações humanas; 
Ênfase nos aspectos emocionais.
Pontos de Vista de Mayo 
 O trabalho é uma atividade tipicamente grupal; 
 O operário não reage como indivíduo isolado; 
 A tarefa básica da Administração é formar uma elite 
(“líderes”) capaz de compreender e comunicar; 
 A civilização industrializada traz como consequência a 
desintegração dos grupos primários.
Homo Socialis 
Ser 
Humano 
Condicionado 
pelo sistema 
social e pela 
biologia 
Necessidade 
de afiliação 
Grupos 
informais 
Comportamento 
complexo
Homo Economicus X Homo Socialis 
Figura 6.
Funções Básicas da Organização Industrial 
Organização 
industrial 
Função econômica: 
Produzir bens e serviços 
Função social: 
Dar satisfações aos seus 
participantes 
Equilíbrio 
externo 
Equilíbrio 
interno
Decorrências 
 Motivação; 
 Liderança; 
 Comunicação; 
 Organização Informal; 
 Dinâmica de Grupo.
A Influência da Motivação Humana 
• A Administração Científica; 
• Recompensa salarial; 
• Recompensas sociais e 
simbólicas. 
Comportamento 
causado por 
necessidades dentro do 
indivíduo, essas 
necessidades precisam 
ser satisfeitas. 
Necessidades humanas básicas
Estágios da Motivação 
 Necessidades Fisiológicas: inatas e instintivas; 
 Necessidades Psicológicas: aprendidas e adquiridas; 
 Necessidades de auto realização: cultura e educação da 
pessoa.
Moral e Clima 
Organizacional 
• Desafios megalomaníacos; 
• Sempre em cima; 
• Falta de clareza; 
• Promoção sem remuneração; 
• Delegar sem dar suporte.
Comunicação 
Proporcionar 
informação e 
compreensão 
necessárias ao esforço 
das pessoas. 
Proporcionar as 
atitudes necessárias 
para a motivação, 
cooperação e 
satisfação no cargo. 
Melhor 
comunicação 
conduz a um 
melhor 
desempenho 
nos cargos. 
Habilidade de 
trabalhar 
Vontade de 
trabalhar 
Trabalho em 
equipe 
*Experiência de Hawthorne – Programa de Entrevistas
Liderança 
 Experiência de Hawthorne; 
 Natureza humana ; 
 Visão de humanistas.
Teorias sobre liderança 
Teorias de Traços 
de Personalidades 
Teorias sobre 
Estilos de Liderança 
Teorias Situacionais 
de Liderança 
Características marcantes de 
personalidades possuídas 
pelo líder 
Maneiras e estilos de se 
comportar adotados pelo 
líder 
Adequação do 
comportamento do líder às 
circunstâncias da situação
Teorias Sobre Estilos de Liderança 
Autocrático Democrático Liberal 
Líder 
Líder 
Subordinados 
Líder 
Subordinados 
Subordinados 
Ênfase no líder 
Ênfase no líder e 
subordinados 
Ênfase nos 
subordinados
Área de autoridade do administrador 
Área de liberdade dos subordinados 
Liderança centralizada 
no chefe 
Liderança descentralizada 
nos subordinados 
Administrador 
toma a 
decisão e 
comunica 
Administrador 
apresenta sua 
decisão, 
tentativa 
sujeita à 
modificação 
Administrador 
permite que 
subordinados 
funcionem 
dentro de 
limites 
definidos por 
superior 
Autocrático Consultivo Participativo
Forças na Situação 
Tipo de empresa e seus valores e tradições 
Problema a ser removido 
Estilo de liderança 
a ser Adotado 
Força nos subordinados 
Seus conhecimentos e experiência 
Desejo de participar nas decisões 
Força no Gerente 
Valores pessoais do gerente 
Suas convicções pessoais 
Confiança nos subordinados
Organização Informal 
 Interações e relacionamentos; 
 Organização formal; 
 Normas sociais; 
 Interesses comuns.
A Dinâmica de Grupo 
 Soma de interesses; 
 Características: 
- Finalidade; Estrutura dinâmica de comunicação; Coesão 
interna. 
 Desempenho da organização: 
Produtividade Contatos sociais
Apreciação Crítica 
 Oposição à Teoria Clássica; 
 Inadequada visualização dos problemas de relações 
industriais; 
 Visão ingênua do operário; 
 Limitação no campo experimental; 
 Parcialidade das conclusões.
Referências 
 Chiavenato, Idalberto, Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna 
administração das organizações/Idalberto Chiavenato- 7.ed.rev. e atual.- Rio de Janeiro: Elsevier, 2003- 
6º reimpressão. 
Figura1:<https://www.google.com.br/search?q=grande+depress%C3%A3o&rlz=1C1AVNC_enBR589BR 
589&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=fDETVMKgD5aqyATys4GYAg&sqi 
=2&ved=0CAYQ_AUoAQ#facrc=_&imgdii=_&imgrc=ysGKFe5mioUlNM%253A%3BCbQuszSa0YjDFM%3B 
http%253A%252F%252Fwww.forex89.com%252Fwp-content% 
252Fuploads%252F1169.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.forex89.com%252Fa-grande-depressao- 
parte-2%252F%3B297%3B400>. Acesso em: 02/09/2014 as 14:56.09 
Figura2:<http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http%3A%2F%2Fwww.historiadaadministracao.co 
m.br%2Fjl%2Fimages%2Fstories%2FImagens%2FElton%252520Mayo%2FElton%252520Mayo%252520 
5.jpg&imgrefurl=http%3A%2F%2Fwww.historiadaadministracao.com.br%2Fjl%2Fimagens%2F186- 
elton-mayo-e-hawthorne& 
h=2101&w=1539&tbnid=xKfTJ9OdM2D2fM%3A&zoom=1&docid=QbSyoPhMK4oh0M&ei= 
kzYWVO7nH8mcyAS9yIFg&tbm=isch&iact=rc&uact=3&dur=15&page=1&start=0&ndsp=15&ved=0CDM 
QMygBMAE>. Acesso em: 02/09/2014 as 14:58.24 
Figura3:<https://www.google.com.br/search?q=elton+mayo&rlz=1C1AVNC_enBR589BR589&es_sm=1 
22&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=kDYWVO24GYewyATSoYHIAg&ved=0CAgQ_AUoAQ#tbm=isch&q 
=mary+parker+follett&facrc=_&imgdii=_&imgrc=g1OlLhatVhZnxM%253A%3BpuhhSmnFQyPsRM%3Bht 
tp%253A%252F%252Fwww.historiadaadministracao.com.br%252Fjl%252Fimages%252Fstories%252FI 
magens%252FMary%252520Parker%252520Follet%2525202.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.hist 
oriadaadministracao.com.br%252Fjl%252Fgurus%252F58-mary-parker-follett%3B268%3B400>. Acesso 
em: 05/09/2014 as 09:34.10
Referências 
Figura4:<https://www.google.com.br/search?q=efeito+da+ilumina%C3%A7%C3%A3o+na+experiencia+ 
de+hawthorne&rlz=1C1AVNC_enBR589BR589&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch& 
sa=X&ei=CTITVLu8MYWjyATE-YKQDw& 
ved=0CAcQ_AUoAg#facrc=_&imgdii=_&imgrc=qnMREbNzANwJzM%253A%3BhepvO3VUK3G1 
9M%3Bhttp%253A%252F%252F2.bp.blogspot.com%252F-WBcnvuZCabM% 
252FTf4weM5eB7I%252FAAAAAAAAAFs%252FRFgGuLuT1T4%252Fs320%252F1.jpg% 
3Bhttp%253A%252F%252Fadmsrcj.blogspot.com%252F2011%252F06%252Fas-4-fases-de-estudo-de-hawthorne. 
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Figura5:<https://www.google.com.br/search?q=efeito+da+ilumina%C3%A7%C3%A3o+na+experiencia+ 
de+hawthorne&rlz=1C1AVNC_enBR589BR589&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch& 
sa=X&ei=CTITVLu8MYWjyATE-YKQDw& 
ved=0CAcQ_AUoAg#facrc=_&imgdii=_&imgrc=lNhrvlnohqIhLM%253A%3BXPJWiQbOlgGbtM% 
3Bhttp%253A%252F%252F1.bp.blogspot.com%252F- 
861j3eKWFJ4%252FUJ1vcUkcOiI%252FAAAAAAAAAA8%252FH4EFwie86po%252Fs1600%252Fexperi.p 
ng%3Bhttp%253A%252F%252Fteoriarelacoeshumanas.blogspot.com%252F2012%252F11%252Fa-experiencia- 
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Figura6:<https://www.google.com.br/search?q=homo+economicus+x+homem+social&rlz=1C1AVNC_e 
nBR589BR589&es_sm=122&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=w5ATVP7gG9a2yASp5oDYBg&ved=0CA 
gQ_AUoAQ&biw=1366&bih=667#facrc=_&imgdii=_&imgrc=0rLoaOYIwoofWM%253A%3BttlWVkx7HW 
- 
wmM%3Bhttp%253A%252F%252F4.bp.blogspot.com%252F_i6_mY_LRXJI%252FTAL12RimHCI%252FAA 
AAAAAAATI%252FZgC141WbWAc%252Fs1600%252F11.png%3Bhttp%253A%252F%252Fadmemfoco10 
.blogspot.com%252F2010_04_01_archive.html%3B1134%3B424>. Acesso em 07/09/2014 as 15:29.07 
MOTTA, F.C.; VASCONCELOS, I. G. Teoria geral da administração. São Paulo: Thomson Learning, 2006.

Escola das relações humanas mayo (2)

  • 1.
    UNIVERSIDADE ESTADUAL DOMARANHÃO Escola de Relações Humanas Emi l y F rei re L a r i s sa S chal cher Lucél ia Abrantes Rafael a Gaspar Ta l i ta Mar t ins Wendel Reis CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
  • 2.
    Abordagem Humanística daAdministração: Teoria das Relações Humanas  Origens: - Necessidade de humanizar e democratizar a administração; - Desenvolvimento das ciências sociais; - Experiência de Hawthorne.  Autores Influentes. Elton Mayo (1880 – 1949) Mary Parker Follett (1868 – 1933) Figura 1. Figura 2. Figura 3.
  • 3.
    Experiência de Hawthorne  1927-1932;  Coordenada por Mayo;  Condições físicas relações humanas;  Dividida em quatro fases.
  • 4.
    Primeira Fase Efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários;  Dois grupos de operários;  Intensidade da luz: variável x constante;  Existência de uma nova variável: fator psicológico. Figura 4.
  • 5.
    Segunda Fase Efeito das mudanças nas condições de trabalho;  Grupo experimental de 6 moças;  Alterações nos horários, intervalos, salários;  Novamente o fator psicológico. Figura 5.
  • 6.
    Terceira Fase Estudo das Relações Humanas no trabalho;  Programa de Entrevistas;  Divisão de Pesquisas Industriais;  Entrevista não-diretiva;  Organização informal dos operários.
  • 7.
    Quarta Fase Análise da organização informal;  Salário baseado na produção do grupo;  Uniformidade de sentimentos e solidariedade grupal;  Fim da experiência.
  • 8.
    Conclusões da Experiência  O nível de produção é resultante da integração social;  Comportamento social dos empregados;  Recompensas e sansões sociais;  Grupos informais;  Relações humanas; Ênfase nos aspectos emocionais.
  • 9.
    Pontos de Vistade Mayo  O trabalho é uma atividade tipicamente grupal;  O operário não reage como indivíduo isolado;  A tarefa básica da Administração é formar uma elite (“líderes”) capaz de compreender e comunicar;  A civilização industrializada traz como consequência a desintegração dos grupos primários.
  • 10.
    Homo Socialis Ser Humano Condicionado pelo sistema social e pela biologia Necessidade de afiliação Grupos informais Comportamento complexo
  • 11.
    Homo Economicus XHomo Socialis Figura 6.
  • 12.
    Funções Básicas daOrganização Industrial Organização industrial Função econômica: Produzir bens e serviços Função social: Dar satisfações aos seus participantes Equilíbrio externo Equilíbrio interno
  • 13.
    Decorrências  Motivação;  Liderança;  Comunicação;  Organização Informal;  Dinâmica de Grupo.
  • 14.
    A Influência daMotivação Humana • A Administração Científica; • Recompensa salarial; • Recompensas sociais e simbólicas. Comportamento causado por necessidades dentro do indivíduo, essas necessidades precisam ser satisfeitas. Necessidades humanas básicas
  • 15.
    Estágios da Motivação  Necessidades Fisiológicas: inatas e instintivas;  Necessidades Psicológicas: aprendidas e adquiridas;  Necessidades de auto realização: cultura e educação da pessoa.
  • 16.
    Moral e Clima Organizacional • Desafios megalomaníacos; • Sempre em cima; • Falta de clareza; • Promoção sem remuneração; • Delegar sem dar suporte.
  • 17.
    Comunicação Proporcionar informaçãoe compreensão necessárias ao esforço das pessoas. Proporcionar as atitudes necessárias para a motivação, cooperação e satisfação no cargo. Melhor comunicação conduz a um melhor desempenho nos cargos. Habilidade de trabalhar Vontade de trabalhar Trabalho em equipe *Experiência de Hawthorne – Programa de Entrevistas
  • 18.
    Liderança  Experiênciade Hawthorne;  Natureza humana ;  Visão de humanistas.
  • 19.
    Teorias sobre liderança Teorias de Traços de Personalidades Teorias sobre Estilos de Liderança Teorias Situacionais de Liderança Características marcantes de personalidades possuídas pelo líder Maneiras e estilos de se comportar adotados pelo líder Adequação do comportamento do líder às circunstâncias da situação
  • 20.
    Teorias Sobre Estilosde Liderança Autocrático Democrático Liberal Líder Líder Subordinados Líder Subordinados Subordinados Ênfase no líder Ênfase no líder e subordinados Ênfase nos subordinados
  • 21.
    Área de autoridadedo administrador Área de liberdade dos subordinados Liderança centralizada no chefe Liderança descentralizada nos subordinados Administrador toma a decisão e comunica Administrador apresenta sua decisão, tentativa sujeita à modificação Administrador permite que subordinados funcionem dentro de limites definidos por superior Autocrático Consultivo Participativo
  • 22.
    Forças na Situação Tipo de empresa e seus valores e tradições Problema a ser removido Estilo de liderança a ser Adotado Força nos subordinados Seus conhecimentos e experiência Desejo de participar nas decisões Força no Gerente Valores pessoais do gerente Suas convicções pessoais Confiança nos subordinados
  • 23.
    Organização Informal Interações e relacionamentos;  Organização formal;  Normas sociais;  Interesses comuns.
  • 24.
    A Dinâmica deGrupo  Soma de interesses;  Características: - Finalidade; Estrutura dinâmica de comunicação; Coesão interna.  Desempenho da organização: Produtividade Contatos sociais
  • 25.
    Apreciação Crítica Oposição à Teoria Clássica;  Inadequada visualização dos problemas de relações industriais;  Visão ingênua do operário;  Limitação no campo experimental;  Parcialidade das conclusões.
  • 27.
    Referências  Chiavenato,Idalberto, Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações/Idalberto Chiavenato- 7.ed.rev. e atual.- Rio de Janeiro: Elsevier, 2003- 6º reimpressão. Figura1:<https://www.google.com.br/search?q=grande+depress%C3%A3o&rlz=1C1AVNC_enBR589BR 589&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=fDETVMKgD5aqyATys4GYAg&sqi =2&ved=0CAYQ_AUoAQ#facrc=_&imgdii=_&imgrc=ysGKFe5mioUlNM%253A%3BCbQuszSa0YjDFM%3B http%253A%252F%252Fwww.forex89.com%252Fwp-content% 252Fuploads%252F1169.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.forex89.com%252Fa-grande-depressao- parte-2%252F%3B297%3B400>. Acesso em: 02/09/2014 as 14:56.09 Figura2:<http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http%3A%2F%2Fwww.historiadaadministracao.co m.br%2Fjl%2Fimages%2Fstories%2FImagens%2FElton%252520Mayo%2FElton%252520Mayo%252520 5.jpg&imgrefurl=http%3A%2F%2Fwww.historiadaadministracao.com.br%2Fjl%2Fimagens%2F186- elton-mayo-e-hawthorne& h=2101&w=1539&tbnid=xKfTJ9OdM2D2fM%3A&zoom=1&docid=QbSyoPhMK4oh0M&ei= kzYWVO7nH8mcyAS9yIFg&tbm=isch&iact=rc&uact=3&dur=15&page=1&start=0&ndsp=15&ved=0CDM QMygBMAE>. Acesso em: 02/09/2014 as 14:58.24 Figura3:<https://www.google.com.br/search?q=elton+mayo&rlz=1C1AVNC_enBR589BR589&es_sm=1 22&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=kDYWVO24GYewyATSoYHIAg&ved=0CAgQ_AUoAQ#tbm=isch&q =mary+parker+follett&facrc=_&imgdii=_&imgrc=g1OlLhatVhZnxM%253A%3BpuhhSmnFQyPsRM%3Bht tp%253A%252F%252Fwww.historiadaadministracao.com.br%252Fjl%252Fimages%252Fstories%252FI magens%252FMary%252520Parker%252520Follet%2525202.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.hist oriadaadministracao.com.br%252Fjl%252Fgurus%252F58-mary-parker-follett%3B268%3B400>. Acesso em: 05/09/2014 as 09:34.10
  • 28.
    Referências Figura4:<https://www.google.com.br/search?q=efeito+da+ilumina%C3%A7%C3%A3o+na+experiencia+ de+hawthorne&rlz=1C1AVNC_enBR589BR589&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch& sa=X&ei=CTITVLu8MYWjyATE-YKQDw& ved=0CAcQ_AUoAg#facrc=_&imgdii=_&imgrc=qnMREbNzANwJzM%253A%3BhepvO3VUK3G1 9M%3Bhttp%253A%252F%252F2.bp.blogspot.com%252F-WBcnvuZCabM% 252FTf4weM5eB7I%252FAAAAAAAAAFs%252FRFgGuLuT1T4%252Fs320%252F1.jpg% 3Bhttp%253A%252F%252Fadmsrcj.blogspot.com%252F2011%252F06%252Fas-4-fases-de-estudo-de-hawthorne. html%3B320%3B219>. Acesso em: 05/09/2014 as 10:05.47 Figura5:<https://www.google.com.br/search?q=efeito+da+ilumina%C3%A7%C3%A3o+na+experiencia+ de+hawthorne&rlz=1C1AVNC_enBR589BR589&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch& sa=X&ei=CTITVLu8MYWjyATE-YKQDw& ved=0CAcQ_AUoAg#facrc=_&imgdii=_&imgrc=lNhrvlnohqIhLM%253A%3BXPJWiQbOlgGbtM% 3Bhttp%253A%252F%252F1.bp.blogspot.com%252F- 861j3eKWFJ4%252FUJ1vcUkcOiI%252FAAAAAAAAAA8%252FH4EFwie86po%252Fs1600%252Fexperi.p ng%3Bhttp%253A%252F%252Fteoriarelacoeshumanas.blogspot.com%252F2012%252F11%252Fa-experiencia- de-hawthorne.html%3B800%3B639>. Acesso em 05/09/2014 as 12:27.09 Figura6:<https://www.google.com.br/search?q=homo+economicus+x+homem+social&rlz=1C1AVNC_e nBR589BR589&es_sm=122&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=w5ATVP7gG9a2yASp5oDYBg&ved=0CA gQ_AUoAQ&biw=1366&bih=667#facrc=_&imgdii=_&imgrc=0rLoaOYIwoofWM%253A%3BttlWVkx7HW - wmM%3Bhttp%253A%252F%252F4.bp.blogspot.com%252F_i6_mY_LRXJI%252FTAL12RimHCI%252FAA AAAAAAATI%252FZgC141WbWAc%252Fs1600%252F11.png%3Bhttp%253A%252F%252Fadmemfoco10 .blogspot.com%252F2010_04_01_archive.html%3B1134%3B424>. Acesso em 07/09/2014 as 15:29.07 MOTTA, F.C.; VASCONCELOS, I. G. Teoria geral da administração. São Paulo: Thomson Learning, 2006.