TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS PROFESSOR  EDGAR KLEIN PIRES [email_address]
OBJETIVOS Identificar origens e o contexto da  teoria RH   Do foco científico e estrutural para o foco do ser humano  Mostrar a experiência de  HAWTHORNE Mostrar a influencia psicológica e sociológica massificante da  CIVILIZAÇÃO   INDUSTRIAL  sobre o  SER HUMANO Identificar a concepção do  HOMO SOCIAL
DA FIGURA DO OPERÁRIO E DO GERENTE VAMOS A...
AO SER HUMANO
ORIGENS DA RH 1-NECESSIDADE DE HUMANIZAR E DEMOCRATIZAR A ADMINISTRAÇÃO Conceitos rígidos da Adm.Científica e Clássica Tradição tipicamente americana
IDEAIS DE LIBERDADE E DEMOCRACIA E IGUALDADE THOMAS JEFFERSON  E  ABRAHAM   LINCOLN
ORIGENS DA RH 2- O DESENVOLVIMENTO DAS CIÊNCIAS HUMANAS  - O crescimento e influência da  PSICOLOGIA  e intelectuais e as primeiras aplicações a  ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
ORIGENS DA RH 3-HUMANISMO NA ADMINISTRAÇÃO - Filosofia  pragmática de John Derwey - Psicologia  Dinâmica de Kurt Lewin  - Sociologia  política de Wilfredo Paretto
ELTON MAYO Médico e Sociólogo Australiano 1880-1949 Ainda na Austrália estudou os Aborígenes que levou a ser sensível as múltiplas dimensões da natureza humana Chefiou a Pesquisa de Hawthorne
ORIGENS DA RH Experiência de Hawthorne   Numa fábrica  da Western Elétric situada em Chicago,no bairro de Hawthorne Objetivos : Avaliar correlação entre iluminação do ambiente e a eficiência dos operários De 1927 a 1932,sob coordenação de Elton Mayo Conclusão : Os pesquisadores verificaram que os resultados eram prejudicados por natureza psicológica .O fator psicológico tornou-se então o objeto de estudo da experiência,prolongando-a até 1932
O CONTEXTO DA EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE A  Western Eletric  fabricava equipamentos e componentes telefônicos.Desenvolvia uma política de pessoal que valorizava o bem estar dos operários,com  bons salários e condições satisfatórias  de trabalho. Na fábrica havia um departamento de montagem de relés  constituído de moças, que executavam tarefas simples e repetitivas que dependiam de sua rapidez. A empresa não estava interessada em  aumentar a   produção ,mas em  conhecer melhor seus funcionários
A FABRICA DE HAWTHORNE CHICAGO – ILLINOIS/ USA
LINHA DE MONTAGEM ANTIGA
1º FASE DA EXPERIÊNCIA Foram escolhidos dois grupos de moças  em condições idênticas que faziam o mesmo trabalho Um grupo trabalhava sob intensidade de  luz variável  e outro grupo trabalhava sob  intensidade constante O objetivo  era conhecer o  efeito da iluminação  sobre o rendimento dos operários Os observadores não encontraram correlação direta entre ambas as variáveis,mas verificaram ,desapontados,uma variável difícil de ser isolada ,o  FATOR PSICOLÓGICO.   Comprovou-se o fator psicológico preponderante sobre o fator fisiológico Os pesquisadores consideraram inoportuno a variável  PSICOLÓGICA  e avaliaram apenas como um aspecto negativo este resultado
2º FASE DA EXPERIÊNCIA dois grupos (separados por uma parede de madeira) GRUPO EXPERIMENTAL Equipamento idênticos Sujeito a mudanças nas condições de trabalho Tinham um observador que permanecia na sala e assegurava o espírito de cooperação das moças Foram convidadas e exclarecidas que o objetivo era determinar efeitos sobre mudanças nas condições de trabalho(períodos de descanso,lanches,redução no horário de trabalho etc..) Eram informadas do resultados e insistiam que trabalhassem horário normal GRUPO DE CONTROLE Equipamentos idênticos Trabalho em condições constantes
WESTERN ELETRIC CO.
PERÍODOS  2º  FASE PERIODO 01-  Duração de duas semanas,estabeleceu-se a capacidade produtiva condições normais 2400 peças por semana PERÍODO 02  – cinco semanas,o grupo foi isolado.Manteve-se as condições normais PERÍODO 03  – mudou o sistema de pagamento.Prêmio por produção em grupo,os esforços individuais repercurtiam diretamente no salário ,embora o grupo de controle tivesse o mesmo sistema o número de pessoas era em torno de cem e o ganho diluia-se na produção e não refletia no salário individual
2º FASE – PERÍODOS  4 A 6 Período 04-  Intervalos de cinco minutos de descanso de manhã e cinco a tarde . O resultado foi aumento de produção Período 05-  Os intervalos foram aumentados para dez minutos.o resultado foi aumento de produção Período 06  -Com três intervalos de cinco minutos de manhã e três a tarde,a produção não aumentou e as moças se queixaram
2º FASE – PERÍODOS 7 A 9 PERÍODO 7  – Com dois intervalos de dez minutos em cada período, e servindo um lanche leve , a produção novamente aumentou PERÍODO 8  – Mantidas as condições da fase anterior,o grupo experimental passou a trabalhar de até 16:30 min para 17 horas.A produção aumentou  PERÍODO 9  - O grupo experimental passou a trabalhar até as 16 horas,a produção permaneceu estacionária
2º FASE – períodos 10 á 11 Período 10  -O grupo voltou a trabalhar até as 17 horas(como o grupo de controle)a produção aumentou bastante Período 11  – Neste período estabeleceu-se a semana de 5 dias , com sábado livre.A produção diária continuou a subir
12º período decisivo Neste período voltou  as mesmas condições  do  terceiro período  , tirando todos os benefícios  com assentimento das moças.Este último e decisivo período durou doze semanas  A pergunta é : O resultado de produção  AUMENTOU  ou  DIMINUIU   ??
A U M E N T O U !  3.000 PEÇAS  UNIDADES SEMANAIS POR MOÇA,RESULTADO  JAMAIS ALCANÇADO  NA FÁBRICA !!!!!
QUAL  A SUA  CONCLUSÃO   DO RESULTADO ?
CONCLUSÕES DE ELTON MAYO AS MOÇAS GOSTAVAM DE TRABALHAR NAQUELA SALA PORQUE ERA DIVERTIDO.A SUPERVISÃO BRANDA PERMITIA TRABALHAR COM LIBERDADE E MENOR ANSIEDADE A CONVERSA ERA PERMITIDA, O AMBIENTE ERA AMISTOSO O SUPERVISOR FUNCIONAVA COMO ORIENTADOR,NÃO HAVIA TEMOR DELE HOUVE UM DESENVOLVIMENTO SOCIAL DAS MOÇAS,QUE FIZERAM AMIZADE E TORNARAM-SE UMA  EQUIPE  O GRUPO DESENVOLVEU OBJETIVOS COMUNS,COMO O DE AUMENTAR O RÍTMO DE PRODUÇÃO ,EMBORA FOSSE SOLICITADO A TRABALHAR NORMALMENTE
EQUIPE e A M I GA S !
A EQUIPE
A 3º FASE DA EXPERIÊNCIA Observada a diferença entre os grupo de controle e grupo de experiência,os pesquisadores  mudam o objetivo de pesquisa,de condições físicas para   estudo das relações humanas   A empresa verificou que no grupo de controle as moças consideravam  humilhante a fiscalização vigilante dos supervisores,apesar  de sua política de pessoal aberta Concluiu que pouco ou  nada sabia a respeito dos fatores  determinantes das atitudes das operárias em relação a supervisão,equipamentos de trabalho e a própria organização Em l928 iniciou um programa de entrevistas com funcionários,para conhecer suas atitudes e sentimentos,ouvir suas opiniões sobre o trabalho e o tratamento e suas sugestões a respeito do treinamento dos supervisores Entre 1928 e 1930 foram entrevistados  21.126 empregados  ,em l931 adotou a técnica diretiva,em que o funcionário falasse livremente
CONCLUSÕES DA 3º FASE Existencia  da  organização informal  dos operários,para protegerem-se contra o que percebiam como ameaças da  ORGANIZAÇÃO FORMAL(administração )
O QUE É UMA ORGANIZAÇÃO INFORMAL ?
A organização informal manifestava-se por meio de : Estipulam padrões produção e nenhum deles pode ultrapassar Punição social para aqueles que excedem Expressões de insatisfações quanto ao sistema de pagamento Liderança informal de alguns operários Satisfação ou Insatisfação quanto ao comportamento dos supervisores a respeito do comportamento dos operários
CONCLUSÕES DE TODA EXPERIÊNCIA O NÍVEL DE PRODUÇÃO É RESULTANTE DA  INTEGRAÇÃO SOCIAL   HÁ UM  COMPORTAMENTO SOCIAL  DO GRUPO HÁ  RECOMPENSAS E SANÇÕES SOCIAIS  NO GRUPO HÁ  GRUPOS INFORMAIS  ,COM SUAS REGRAS DE COMPORTAMENTO,ESCALA DE VALORES SOCIAIS,RECOMPENSAS OU PUNIÇÕES SOCIAIS CRENÇAS E EXPECTATIVAS  RELAÇÕES HUMANAS O  CONTEÚDO E NATUREZA DO CARGO  ,OS OPERÁRIOS TROCAVAM TAREFAS SIMPLES REPETITIVAS  POR QUE REDUZIAM SUA SATISFAÇÃO E EFICIÊNCIA
A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIALIZADA E O HOMEM A TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS MOSTRA O ESMAGAMENTO  DO HOMEM PELO IMPETUOSO DESENVOLVIMENTO DA CIVILIZAÇÃO INDUSTRIALIZADA
O HOMEM E A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL FRANCISCO GOYA Quadro “Saturno devo- Rando seu filho “ A SOCIEDADE INDUSTRIALIZA DA ADQUIRE CARACTERÍSTICAS DIFERENTES DA ANTIGA SOCIE- DADE AGRÁRIA. O COMPORTAMENTO HUMANO MUDOU O AMBIENTE SOCIAL MUDOU OS VALORES MUDARAM O HOMEM É DEVORADO POR UMA NOVA REALIDADE
A TEORIA DE RH  CONCLUE QUE : OS MÉTODOS DE TRABALHO E LÓGICA ORGANIZACIONAL VISAM A EFICIENCIA E NÃO A COOPERAÇÃO  . O TRABALHO É UMA ATIVIDADE TIPICAMENTE GRUPAL O OPERÁRIO NÃO REAGE COMO INDIVÍDUO ISOLADO,MAS COMO MEMBRO DE UM GRUPO SOCIAL A TAREFA BÁSICA DA ADMINISTRAÇÃO É FORMAR UMA ELITE CAPAZ DE COMPREENDER E COMUNICAR,COM GERENTES PERSUASIVOS,DEMOCRÁTICOS E SIMPÁTICOS
DECORRÊNCIA DAS RELAÇÕES HUMANAS MOTIVAÇÃO HUMANA A LIDERANÇA A COMUNICAÇÃO A ORGANIZAÇÃO INFORMAL A DINÂMICA DE GRUPO A CRÍTICA DA TEORIA DE RH
MOTIVAÇÃO HUMANA E A HIERARQUIA DAS NECESSIDADES(ESTUDOS DE PSICOLOGIA DE ABRAHAM MASLOW)
A LIDERANÇA HUMANA LIDERANÇA CARISMÁTICA Políticos,religiosos etc.. LIDERANÇA TRADICIONAL O chefe de família,o rei LIDERANÇA RACIONAL(meritocracia) O gerente,o supervisor
COMUNICAÇÃO A IMPORTANCIA DE TODAS FORMAS DE COMUNICAÇÃO DENTRO DA ORGANIZAÇÃO  A IMPORTANCIA DA COMUNICAÇÃO PESSOAL DOS GERENTES (ADMINISTRADORES )
A ORGANIZAÇÃO INFORMAL origens Interesses comuns   ao  passar grande parte do tempo juntas as pessoas identificam seus interesses comuns A interação pela própria organização formal Flutuação de pessoal  ,a integração de novos elementos visam fortalecimento da organização informal Os períodos de lazer  ,os períodos de descanso embora curtos fortalecem os laços
DINÂMICA DE GRUPO ASSUNTO PREFERIDO DA  TEORIA DA   RH  (ESTUDOS DE KURT LEWIN ) CONCEITO DE EQUILÍBRIO  NOS PROCESSOS GRUPAIS NO CAMPO DE FORÇAS EXISTENTES DENTRO DOS GRUPOS QUE CONDUZEM A PROCESSOS DE AUTO REGULAÇÃO E MANUTENÇÃO DO EQUILÍBRIO O DESAFIO DO GESTOR DE RH
A CRÍTICA DA TEORIA DE RH OPOSIÇÃO CERRADA  A TEORIA CLÁSSICA ÊNFASE NO CONFLITO INDUSTRIAL  DOS INTERESSES DA ORGANIZAÇÃO E OS INTERESSES DOS EMPREGADOS COMO BASICAMENTE INDESEJÁVEL CONCEPÇÃO INGÊNUA  E ROMANTICA DO OPERÁRIO LIMITAÇÃO  DO CAMPO EXPERIMENTAL(A FÁBRICA) PARCIALIDADE DAS CONCLUSÕES,A  TEORIA RH MOSTRA-SE PARCIALISTA CONSIDERANDO SOMENTE A INFORMALIDADE COMO VARIÁVEL ÊNFASE NOS GRUPOS INFORMAIS  ,POIS SUPERVALORIZA A COESÃO GRUPAL COMO ELAVAÇÃO DE PRODUTIVIDADE
F I M

Teoria Das RelaçõEs Humanas.Ppt Aula Vera

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    TEORIA DAS RELAÇÕESHUMANAS PROFESSOR EDGAR KLEIN PIRES [email_address]
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    OBJETIVOS Identificar origense o contexto da teoria RH Do foco científico e estrutural para o foco do ser humano Mostrar a experiência de HAWTHORNE Mostrar a influencia psicológica e sociológica massificante da CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL sobre o SER HUMANO Identificar a concepção do HOMO SOCIAL
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    DA FIGURA DOOPERÁRIO E DO GERENTE VAMOS A...
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    ORIGENS DA RH1-NECESSIDADE DE HUMANIZAR E DEMOCRATIZAR A ADMINISTRAÇÃO Conceitos rígidos da Adm.Científica e Clássica Tradição tipicamente americana
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    IDEAIS DE LIBERDADEE DEMOCRACIA E IGUALDADE THOMAS JEFFERSON E ABRAHAM LINCOLN
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    ORIGENS DA RH2- O DESENVOLVIMENTO DAS CIÊNCIAS HUMANAS - O crescimento e influência da PSICOLOGIA e intelectuais e as primeiras aplicações a ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
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    ORIGENS DA RH3-HUMANISMO NA ADMINISTRAÇÃO - Filosofia pragmática de John Derwey - Psicologia Dinâmica de Kurt Lewin - Sociologia política de Wilfredo Paretto
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    ELTON MAYO Médicoe Sociólogo Australiano 1880-1949 Ainda na Austrália estudou os Aborígenes que levou a ser sensível as múltiplas dimensões da natureza humana Chefiou a Pesquisa de Hawthorne
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    ORIGENS DA RHExperiência de Hawthorne Numa fábrica da Western Elétric situada em Chicago,no bairro de Hawthorne Objetivos : Avaliar correlação entre iluminação do ambiente e a eficiência dos operários De 1927 a 1932,sob coordenação de Elton Mayo Conclusão : Os pesquisadores verificaram que os resultados eram prejudicados por natureza psicológica .O fator psicológico tornou-se então o objeto de estudo da experiência,prolongando-a até 1932
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    O CONTEXTO DAEXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE A Western Eletric fabricava equipamentos e componentes telefônicos.Desenvolvia uma política de pessoal que valorizava o bem estar dos operários,com bons salários e condições satisfatórias de trabalho. Na fábrica havia um departamento de montagem de relés constituído de moças, que executavam tarefas simples e repetitivas que dependiam de sua rapidez. A empresa não estava interessada em aumentar a produção ,mas em conhecer melhor seus funcionários
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    A FABRICA DEHAWTHORNE CHICAGO – ILLINOIS/ USA
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    1º FASE DAEXPERIÊNCIA Foram escolhidos dois grupos de moças em condições idênticas que faziam o mesmo trabalho Um grupo trabalhava sob intensidade de luz variável e outro grupo trabalhava sob intensidade constante O objetivo era conhecer o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários Os observadores não encontraram correlação direta entre ambas as variáveis,mas verificaram ,desapontados,uma variável difícil de ser isolada ,o FATOR PSICOLÓGICO. Comprovou-se o fator psicológico preponderante sobre o fator fisiológico Os pesquisadores consideraram inoportuno a variável PSICOLÓGICA e avaliaram apenas como um aspecto negativo este resultado
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    2º FASE DAEXPERIÊNCIA dois grupos (separados por uma parede de madeira) GRUPO EXPERIMENTAL Equipamento idênticos Sujeito a mudanças nas condições de trabalho Tinham um observador que permanecia na sala e assegurava o espírito de cooperação das moças Foram convidadas e exclarecidas que o objetivo era determinar efeitos sobre mudanças nas condições de trabalho(períodos de descanso,lanches,redução no horário de trabalho etc..) Eram informadas do resultados e insistiam que trabalhassem horário normal GRUPO DE CONTROLE Equipamentos idênticos Trabalho em condições constantes
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    PERÍODOS 2º FASE PERIODO 01- Duração de duas semanas,estabeleceu-se a capacidade produtiva condições normais 2400 peças por semana PERÍODO 02 – cinco semanas,o grupo foi isolado.Manteve-se as condições normais PERÍODO 03 – mudou o sistema de pagamento.Prêmio por produção em grupo,os esforços individuais repercurtiam diretamente no salário ,embora o grupo de controle tivesse o mesmo sistema o número de pessoas era em torno de cem e o ganho diluia-se na produção e não refletia no salário individual
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    2º FASE –PERÍODOS 4 A 6 Período 04- Intervalos de cinco minutos de descanso de manhã e cinco a tarde . O resultado foi aumento de produção Período 05- Os intervalos foram aumentados para dez minutos.o resultado foi aumento de produção Período 06 -Com três intervalos de cinco minutos de manhã e três a tarde,a produção não aumentou e as moças se queixaram
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    2º FASE –PERÍODOS 7 A 9 PERÍODO 7 – Com dois intervalos de dez minutos em cada período, e servindo um lanche leve , a produção novamente aumentou PERÍODO 8 – Mantidas as condições da fase anterior,o grupo experimental passou a trabalhar de até 16:30 min para 17 horas.A produção aumentou PERÍODO 9 - O grupo experimental passou a trabalhar até as 16 horas,a produção permaneceu estacionária
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    2º FASE –períodos 10 á 11 Período 10 -O grupo voltou a trabalhar até as 17 horas(como o grupo de controle)a produção aumentou bastante Período 11 – Neste período estabeleceu-se a semana de 5 dias , com sábado livre.A produção diária continuou a subir
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    12º período decisivoNeste período voltou as mesmas condições do terceiro período , tirando todos os benefícios com assentimento das moças.Este último e decisivo período durou doze semanas A pergunta é : O resultado de produção AUMENTOU ou DIMINUIU ??
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    A U ME N T O U ! 3.000 PEÇAS UNIDADES SEMANAIS POR MOÇA,RESULTADO JAMAIS ALCANÇADO NA FÁBRICA !!!!!
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    QUAL ASUA CONCLUSÃO DO RESULTADO ?
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    CONCLUSÕES DE ELTONMAYO AS MOÇAS GOSTAVAM DE TRABALHAR NAQUELA SALA PORQUE ERA DIVERTIDO.A SUPERVISÃO BRANDA PERMITIA TRABALHAR COM LIBERDADE E MENOR ANSIEDADE A CONVERSA ERA PERMITIDA, O AMBIENTE ERA AMISTOSO O SUPERVISOR FUNCIONAVA COMO ORIENTADOR,NÃO HAVIA TEMOR DELE HOUVE UM DESENVOLVIMENTO SOCIAL DAS MOÇAS,QUE FIZERAM AMIZADE E TORNARAM-SE UMA EQUIPE O GRUPO DESENVOLVEU OBJETIVOS COMUNS,COMO O DE AUMENTAR O RÍTMO DE PRODUÇÃO ,EMBORA FOSSE SOLICITADO A TRABALHAR NORMALMENTE
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    EQUIPE e AM I GA S !
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    A 3º FASEDA EXPERIÊNCIA Observada a diferença entre os grupo de controle e grupo de experiência,os pesquisadores mudam o objetivo de pesquisa,de condições físicas para estudo das relações humanas A empresa verificou que no grupo de controle as moças consideravam humilhante a fiscalização vigilante dos supervisores,apesar de sua política de pessoal aberta Concluiu que pouco ou nada sabia a respeito dos fatores determinantes das atitudes das operárias em relação a supervisão,equipamentos de trabalho e a própria organização Em l928 iniciou um programa de entrevistas com funcionários,para conhecer suas atitudes e sentimentos,ouvir suas opiniões sobre o trabalho e o tratamento e suas sugestões a respeito do treinamento dos supervisores Entre 1928 e 1930 foram entrevistados 21.126 empregados ,em l931 adotou a técnica diretiva,em que o funcionário falasse livremente
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    CONCLUSÕES DA 3ºFASE Existencia da organização informal dos operários,para protegerem-se contra o que percebiam como ameaças da ORGANIZAÇÃO FORMAL(administração )
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    O QUE ÉUMA ORGANIZAÇÃO INFORMAL ?
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    A organização informalmanifestava-se por meio de : Estipulam padrões produção e nenhum deles pode ultrapassar Punição social para aqueles que excedem Expressões de insatisfações quanto ao sistema de pagamento Liderança informal de alguns operários Satisfação ou Insatisfação quanto ao comportamento dos supervisores a respeito do comportamento dos operários
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    CONCLUSÕES DE TODAEXPERIÊNCIA O NÍVEL DE PRODUÇÃO É RESULTANTE DA INTEGRAÇÃO SOCIAL HÁ UM COMPORTAMENTO SOCIAL DO GRUPO HÁ RECOMPENSAS E SANÇÕES SOCIAIS NO GRUPO HÁ GRUPOS INFORMAIS ,COM SUAS REGRAS DE COMPORTAMENTO,ESCALA DE VALORES SOCIAIS,RECOMPENSAS OU PUNIÇÕES SOCIAIS CRENÇAS E EXPECTATIVAS RELAÇÕES HUMANAS O CONTEÚDO E NATUREZA DO CARGO ,OS OPERÁRIOS TROCAVAM TAREFAS SIMPLES REPETITIVAS POR QUE REDUZIAM SUA SATISFAÇÃO E EFICIÊNCIA
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    A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIALIZADAE O HOMEM A TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS MOSTRA O ESMAGAMENTO DO HOMEM PELO IMPETUOSO DESENVOLVIMENTO DA CIVILIZAÇÃO INDUSTRIALIZADA
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    O HOMEM EA CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL FRANCISCO GOYA Quadro “Saturno devo- Rando seu filho “ A SOCIEDADE INDUSTRIALIZA DA ADQUIRE CARACTERÍSTICAS DIFERENTES DA ANTIGA SOCIE- DADE AGRÁRIA. O COMPORTAMENTO HUMANO MUDOU O AMBIENTE SOCIAL MUDOU OS VALORES MUDARAM O HOMEM É DEVORADO POR UMA NOVA REALIDADE
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    A TEORIA DERH CONCLUE QUE : OS MÉTODOS DE TRABALHO E LÓGICA ORGANIZACIONAL VISAM A EFICIENCIA E NÃO A COOPERAÇÃO . O TRABALHO É UMA ATIVIDADE TIPICAMENTE GRUPAL O OPERÁRIO NÃO REAGE COMO INDIVÍDUO ISOLADO,MAS COMO MEMBRO DE UM GRUPO SOCIAL A TAREFA BÁSICA DA ADMINISTRAÇÃO É FORMAR UMA ELITE CAPAZ DE COMPREENDER E COMUNICAR,COM GERENTES PERSUASIVOS,DEMOCRÁTICOS E SIMPÁTICOS
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    DECORRÊNCIA DAS RELAÇÕESHUMANAS MOTIVAÇÃO HUMANA A LIDERANÇA A COMUNICAÇÃO A ORGANIZAÇÃO INFORMAL A DINÂMICA DE GRUPO A CRÍTICA DA TEORIA DE RH
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    A LIDERANÇA HUMANALIDERANÇA CARISMÁTICA Políticos,religiosos etc.. LIDERANÇA TRADICIONAL O chefe de família,o rei LIDERANÇA RACIONAL(meritocracia) O gerente,o supervisor
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    COMUNICAÇÃO A IMPORTANCIADE TODAS FORMAS DE COMUNICAÇÃO DENTRO DA ORGANIZAÇÃO A IMPORTANCIA DA COMUNICAÇÃO PESSOAL DOS GERENTES (ADMINISTRADORES )
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    A ORGANIZAÇÃO INFORMALorigens Interesses comuns ao passar grande parte do tempo juntas as pessoas identificam seus interesses comuns A interação pela própria organização formal Flutuação de pessoal ,a integração de novos elementos visam fortalecimento da organização informal Os períodos de lazer ,os períodos de descanso embora curtos fortalecem os laços
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    DINÂMICA DE GRUPOASSUNTO PREFERIDO DA TEORIA DA RH (ESTUDOS DE KURT LEWIN ) CONCEITO DE EQUILÍBRIO NOS PROCESSOS GRUPAIS NO CAMPO DE FORÇAS EXISTENTES DENTRO DOS GRUPOS QUE CONDUZEM A PROCESSOS DE AUTO REGULAÇÃO E MANUTENÇÃO DO EQUILÍBRIO O DESAFIO DO GESTOR DE RH
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    A CRÍTICA DATEORIA DE RH OPOSIÇÃO CERRADA A TEORIA CLÁSSICA ÊNFASE NO CONFLITO INDUSTRIAL DOS INTERESSES DA ORGANIZAÇÃO E OS INTERESSES DOS EMPREGADOS COMO BASICAMENTE INDESEJÁVEL CONCEPÇÃO INGÊNUA E ROMANTICA DO OPERÁRIO LIMITAÇÃO DO CAMPO EXPERIMENTAL(A FÁBRICA) PARCIALIDADE DAS CONCLUSÕES,A TEORIA RH MOSTRA-SE PARCIALISTA CONSIDERANDO SOMENTE A INFORMALIDADE COMO VARIÁVEL ÊNFASE NOS GRUPOS INFORMAIS ,POIS SUPERVALORIZA A COESÃO GRUPAL COMO ELAVAÇÃO DE PRODUTIVIDADE
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