SlideShare uma empresa Scribd logo
ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
PROF.FÁBIO BRUSSOLO

           DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS – DOAR

1 – Significado

A Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos tem por objetivo apresentar de forma ordenada e
sumariada principalmente as informações relativas as operações de financiamento e investimento da empresa
durante o exercício, e evidenciar as alterações na posição financeira da empresa.

Os financiamentos são representados pelas origens de recursos, e os investimentos pelas aplicações de
recursos, sendo que recursos, neste caso, significa o Capital de Giro Líquido ou Capital Circulante Líquido,
que é representado pela diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante.

A DOAR até então obrigatória pela Lei 6404/76, foi substituída pela Demonstração do Fluxo de Caixa pela
Lei 11.638/07, atendendo assim, a uma tendência mundial das demonstrações financeiras.

2 – Descrição das Origens

As origens de recursos são representadas pelos aumentos do Capital Circulante Líquido (CCL), e as mais
comuns são:

    a)   das próprias operações: quando as receitas (que geram ingresso de capital circulante líquido) são
         maiores que as despesas (que geram aplicações ou reduções do CCL). Assim, ignorando as despesas
         ou receitas que não afetam o capital circulante líquido, temos simplesmente que:
             a. se houver lucro, teremos uma origem de recursos;
             b. se houver prejuízo, teremos uma aplicação de recursos.

    b) dos acionista: pelos aumentos de capital integralizados por este durante o exercício, já que tais
       recursos aumentam as disponibilidades da empresa, e consequentemente, seu CCL;

    c)   de terceiros: por empréstimos obtidos pela empresa, pagáveis a longo prazo, bem como dos recursos
         oriundos da venda a terceiros de bens do Ativo Permanente, ou de transformação do Realizável a
         Longo Prazo.

Os empréstimos feitos e pagáveis a curto prazo não são considerados como origem de recursos, para fins
dessa demonstração, pois não alteram o Capital Circulante Líquido.

3 – Descrição das Aplicações

As aplicações de recursos são representadas pelas diminuições do Capital Circulante Líquido, e as mais
comuns são:

    a)   inversões permanentes derivadas de: aquisições de bens do Ativo Imobilizado, aquisição de novos
         Investimentos permanentes em outras sociedades e aplicação de recursos no Ativo Diferido;

    b) pagamento de empréstimos a longo prazo, pois assim, como a obtenção de um novo financiamento
       representa uma origem, sua liquidação significa uma aplicação. Vale lembrar que o simples fato de
       uma dívida de longo prazo passar a ser de curto prazo, representa uma aplicação de recursos, pois
       diminui o Capital Circulante Líquido;

    c)   remuneração de acionistas: derivada dos dividendos distribuídos.
3 – Importância

A DOAR está relacionada tanto com o Balanço Patrimonial como com a Demonstração do Resultado
Exercício, sendo complementar a ambas, fornecendo as modificações na posição financeira da empresa pelo
fluxo de recursos.

Assim, é muito útil no conhecimento e análise da empresa e de sua evolução no tempo. De fato, ela auxilia em
importantes aspectos, como:

    a) conhecimento da política de inversões permanentes da empresa e fontes de recursos correspondentes;
    b) constatação dos recursos gerados pelas operações próprias, ou seja, o lucro do exercício ajustado
       pelos itens que o integram, mas não afetam o Capital Circulante Líquido;
    c) verificação de como foram aplicados os recursos obtidos com os novos empréstimos de longo prazo;
    d) constatação de se e como a empresa está mantendo, reduzindo ou aumentando seu Capital Circulante
       Líquido;
    e) verificação da compatibilidade entre os dividendos e a posição financeira da empresa.

4 – Forma de Apresentação

Essa demonstração é apresentada com os seguintes grandes títulos:

I – ORIGENS DE RECURSOS

        Onde são discriminadas as origens, por natureza, e apurado o valor total dos recursos obtidos no
        exercício;

II – APLICAÇÕES DE RECURSOS

        Onde são relacionadas as aplicações, também por natureza, e evidenciado o seu valor total;

III – AUMENTO OU REDUÇÃO NO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO

        Representa a diferença entre o total das origens e o total das aplicações;

IV – SALDO INICIAL E FINAL DO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO E VARIAÇÃO

        Onde são evidenciados Ativo e Passivo Circulantes do início e do fim do exercício e respectivo
        aumento ou diminuição, demonstrando a variação no Capital Circulante Líquido.


5 – Receitas e Despesas que Não Afetam o Capital Circulante Líquido

Para se elaborar a DOAR deve-se partir do Lucro Líquido demonstrado na DRE ajustado pelas Receitas ou
Despesas que não afetam o Capital Circulante Líquido. A Lei 6404/76 menciona essas despesas, a saber:

    a) Depreciação, Amortização e Exaustão

    De fato, tais itens constam como despesas do exercício, diminuindo o resultado, mas não reduzem o
    Capital Circulante Líquido. Assim os valores desses itens registrados no ano devem ser relacionados ao
    lucro líquido para apuração do valor efetivo dos recursos gerados pelas próprias operações.

    b) Lucro ou Prejuízo Registrado pelo Método da Equivalência Patrimonial para Investimentos em
       Coligadas ou Controladas

    Quando é adotado o método de Equivalência Patrimonial na contabilização de investimentos
    permanentes, faz-se anualmente o registro da receita ou despesas proporcional ao lucro ou prejuízos das
investidas no período. Este lucro que afeta o Patrimônio Líquido da investidora, não afeta o Capital
    Circulante Líquido, por isso na apuração das origens e aplicações de recursos, esse valor deve ser
    diminuído do lucro líquido, ser for receita, ou a ele acrescentado, ser for despesa.

    c)   Outros

    Além dos itens apresentados, pode haver outros que afetam o lucro, mas não afetam o Capital Circulante
    Líquido, com por exemplo: Vendas a Longo Prazo, Encargos de Dívidas a Longo Prazo, e devem ter o
    mesmo tratamento dos demais.

6) Alteração e Baixa de Investimentos de Bens e Direitos do Ativo Imobilizado

Esse é um dos itens que tem havido maior diversidade, quanto ao tratamento, da Demonstração das Origens e
Aplicações de Recursos.

No caso da venda de um bem do imobilizado, a alteração no Capital Circulante Líquido é pelo valor da venda.
Como o lucro (ou prejuízo) na transação está computado no lucro líquido do exercício e, por outro lado, há
uma redução no imobilizado por seu valor líquido contábil, basta soma-los para se ter esse valor de venda.

Suponha a seguinte operação:

Valor da venda de um imóvel               R$ 1.000,00

Valor líquido contábil do imóvel          R$    600,00

Lucro na Transação                        R$    400,00

O lucro na transação que afetou o lucro líquido do ano foi de R$ 400,00, mas a origem total foi de R$
1.000,00, e baixa do imobilizado foi de R$ 600,00.

Nessa situação, há duas formas de apresentação como se segue (supondo-se lucro líquido de R$ 5.000,00 após
o cômputo do resultado de R$ 400,00):

FORMA 1

I – ORIGENS DE RECURSOS
Lucro Líquido do Exercício                                                   5.000,00
(+) Valor Contábil da Baixa do Ativo Imobilizado                               600,00
Total Gerado pelas Operações                                                 5.600,00

Total das Origens                                                            5.600,00

FORMA 2

I - ORIGENS DE RECURSOS
Lucro Líquido do Exercício                                                   5.000,00
(-) Lucro na Venda do Imobilizado                                             (400,00)
(=) Total Gerado pelas Operações                                             4.600,00

Outras Origens
 Valor de venda de bens do imobilizado                                       1.000,00
Total das Origens                                                            5.600,00

Na primeira forma, adicionamos ao lucro líquido o valor contábil das baixas para se chegar ao total das
origens das operações.
Na segunda forma, fazemos o inverso, reduzindo do lucro líquido o valor do lucro não operacional da venda
do imobilizado e, ao mesmo tempo, registrando como origem o valor total produzido por essa transação não
operacional.

A primeira forma, apesar de muito utilizada, é desaconselhável. Já a segunda forma tem a vantagem de
mostrar qual foi o valor efetivo originado pelas operações normais da empresa, segregando os recursos de
natureza esporádica e não operacional, e deve ser adotada, particularmente quando envolver valores
significativos dessas transações.

7 – Um modelo

          DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS - DOAR
                            EMPRESA MODELO S/A
                                  ANO 2

I - ORIGENS DE RECURSOS
    DAS OPERAÇÕES
       Lucro Líquido do Exercício                                                               108,00
       (+) Depreciação e Amortização                                                            300,00
       (+) Encargos de Dívidas de Longo Prazo                                                   415,00
       (-) Resultado da Equiv.Patrimonial                                                       (25,00)
       (-) Lucro na Venda de Imobilizado                                                       (293,00)
       (=) Lucro Ajustado                                                                       505,00
    DOS ACIONISTAS
       Integralização de Capital                                                                400,00
    DE TERCEIROS
       Ingresso de Novos Empréstimos                                                            500,00
       Baixa do Ativo Imobilizado (valor de venda)                                              500,00
       Venda de Investimentos                                                                    20,00
       Resgate de Investimentos de Longo Prazo                                                   60,00
TOTAL DA ORIGENS                                                                              1.985,00

II - APLICAÇÕES DE RECURSOS
       Aquisição de Ativo Imobilizado                                                           950,00
       Adições no Ativo Diferido                                                                100,00
       Integralização de Novos Investimentos                                                     10,00
       Aumento de Depósitos Judiciais                                                            10,00
       Transferência para o PC de Dívdas de Longo Prazo                                         565,00
       Dividendos Propostos                                                                     100,00
TOTAL DAS APLICAÇÕES                                                                          1.735,00

III - AUMENTO NO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO                                                     250,00

IV - VARIAÇÃO NO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO

                    ANO 1                           ANO 2                         VARIAÇÃO
 AC                            560,00                        1.000,00                           440,00
 PC                            360,00                          550,00                           190,00
 CCL                           200,00                          450,00                           250,00
BIBLIOGRAFIA

Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. – Manual de Contabilidade das
sociedades por ações : aplicável às demais sociedades / FIPECAFI; Diretor responsável Sérgio de Iudícibus;
coordenador técnico Eliseu Martins, supervisor de equipe de trabalho Ernesto Rubens Gelbcke – 5 Ed rev. e
atual. – São Paulo : Atlas, 200

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Balanco patrimonial
Balanco patrimonialBalanco patrimonial
Balanco patrimonial
contacontabil
 
Dmpl e dlpa
Dmpl e dlpaDmpl e dlpa
Dmpl e dlpa
simuladocontabil
 
Passo a passo dfc indireto
Passo a passo dfc indiretoPasso a passo dfc indireto
Passo a passo dfc indireto
Glaucia Santos
 
Dfc fluxo caixa
Dfc fluxo caixaDfc fluxo caixa
Dfc fluxo caixa
simuladocontabil
 
Contabilidade topicos avançados 4
Contabilidade topicos avançados 4Contabilidade topicos avançados 4
Contabilidade topicos avançados 4
J M
 
Exercicio dlpa
Exercicio dlpaExercicio dlpa
Exercicio dlpa
David Stanhy
 
Estrutura da demonstra das demonstracoes financeiras respostas exercicios
Estrutura da demonstra das demonstracoes financeiras   respostas exerciciosEstrutura da demonstra das demonstracoes financeiras   respostas exercicios
Estrutura da demonstra das demonstracoes financeiras respostas exercicios
Claudio Parra
 
Aula 06 auxiliar de contabilidade
Aula 06 auxiliar de contabilidadeAula 06 auxiliar de contabilidade
Aula 06 auxiliar de contabilidade
Homero Alves de Lima
 
[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)
[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)
[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)
gpossati
 
Dfc demonstracoes fluxo caixa
Dfc   demonstracoes fluxo caixaDfc   demonstracoes fluxo caixa
Dfc demonstracoes fluxo caixa
admcontabil
 
Demonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostos
Demonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostosDemonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostos
Demonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostos
Melquiades Pereira
 
Demonstrações contábeis
Demonstrações contábeisDemonstrações contábeis
Demonstrações contábeis
fontouramail
 
Demonstrações contábeis e sua análise
Demonstrações contábeis e sua análiseDemonstrações contábeis e sua análise
Demonstrações contábeis e sua análise
smalheiros
 
Cap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_are
Cap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_areCap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_are
Cap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_are
controladoriacontab
 
Demonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativas
Demonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativasDemonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativas
Demonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativas
Concurseiro Antenado
 
Contabilidade geral exerc 8
Contabilidade geral exerc 8Contabilidade geral exerc 8
Contabilidade geral exerc 8
J M
 
Analise demonstracoes financeira_aula02
Analise demonstracoes financeira_aula02Analise demonstracoes financeira_aula02
Analise demonstracoes financeira_aula02
contacontabil
 
Dmpl aula extra
Dmpl aula extraDmpl aula extra
Dmpl aula extra
Claudio Parra
 
07 contabilidade (balanço patrimonial)
07   contabilidade (balanço patrimonial)07   contabilidade (balanço patrimonial)
07 contabilidade (balanço patrimonial)
Elizeu Ferro
 
Dlpa e dmpl
Dlpa e dmplDlpa e dmpl
Dlpa e dmpl
apostilacontabil
 

Mais procurados (20)

Balanco patrimonial
Balanco patrimonialBalanco patrimonial
Balanco patrimonial
 
Dmpl e dlpa
Dmpl e dlpaDmpl e dlpa
Dmpl e dlpa
 
Passo a passo dfc indireto
Passo a passo dfc indiretoPasso a passo dfc indireto
Passo a passo dfc indireto
 
Dfc fluxo caixa
Dfc fluxo caixaDfc fluxo caixa
Dfc fluxo caixa
 
Contabilidade topicos avançados 4
Contabilidade topicos avançados 4Contabilidade topicos avançados 4
Contabilidade topicos avançados 4
 
Exercicio dlpa
Exercicio dlpaExercicio dlpa
Exercicio dlpa
 
Estrutura da demonstra das demonstracoes financeiras respostas exercicios
Estrutura da demonstra das demonstracoes financeiras   respostas exerciciosEstrutura da demonstra das demonstracoes financeiras   respostas exercicios
Estrutura da demonstra das demonstracoes financeiras respostas exercicios
 
Aula 06 auxiliar de contabilidade
Aula 06 auxiliar de contabilidadeAula 06 auxiliar de contabilidade
Aula 06 auxiliar de contabilidade
 
[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)
[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)
[Infográfico] Teste de recuperabilidade (CPC 01)
 
Dfc demonstracoes fluxo caixa
Dfc   demonstracoes fluxo caixaDfc   demonstracoes fluxo caixa
Dfc demonstracoes fluxo caixa
 
Demonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostos
Demonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostosDemonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostos
Demonstrações financeiras, fluxo de caixa e impostos
 
Demonstrações contábeis
Demonstrações contábeisDemonstrações contábeis
Demonstrações contábeis
 
Demonstrações contábeis e sua análise
Demonstrações contábeis e sua análiseDemonstrações contábeis e sua análise
Demonstrações contábeis e sua análise
 
Cap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_are
Cap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_areCap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_are
Cap 04 controladoria slides cf cap_tulo_4_-_are
 
Demonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativas
Demonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativasDemonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativas
Demonstrações contábeis dlpa, dmpl, dva e notas explicativas
 
Contabilidade geral exerc 8
Contabilidade geral exerc 8Contabilidade geral exerc 8
Contabilidade geral exerc 8
 
Analise demonstracoes financeira_aula02
Analise demonstracoes financeira_aula02Analise demonstracoes financeira_aula02
Analise demonstracoes financeira_aula02
 
Dmpl aula extra
Dmpl aula extraDmpl aula extra
Dmpl aula extra
 
07 contabilidade (balanço patrimonial)
07   contabilidade (balanço patrimonial)07   contabilidade (balanço patrimonial)
07 contabilidade (balanço patrimonial)
 
Dlpa e dmpl
Dlpa e dmplDlpa e dmpl
Dlpa e dmpl
 

Semelhante a Doar 0000

Aspectos Tecnicos Da D O A R 1
Aspectos Tecnicos Da  D O A R 1Aspectos Tecnicos Da  D O A R 1
Aspectos Tecnicos Da D O A R 1
guest3061e9
 
Gestão fiscal e orçamentária
Gestão fiscal e orçamentáriaGestão fiscal e orçamentária
Gestão fiscal e orçamentária
Denis Carlos Sodré
 
Contabilidade geral
Contabilidade geralContabilidade geral
Contabilidade geral
zeramento contabil
 
Eng. economica análise de custo, volume, lucro e formação de preço
Eng. economica   análise de custo, volume, lucro e formação de preçoEng. economica   análise de custo, volume, lucro e formação de preço
Eng. economica análise de custo, volume, lucro e formação de preço
Paulo Ricardo Matos
 
Contabilidade para executivos por Sami Kuperchmit
Contabilidade para executivos por Sami KuperchmitContabilidade para executivos por Sami Kuperchmit
Contabilidade para executivos por Sami Kuperchmit
Sami Kuperchmit
 
Contab 8
Contab 8Contab 8
Contab 8
Carla Letícia
 
Aula 05 balanço patrimonial - grupo de contas
Aula 05   balanço patrimonial - grupo de contasAula 05   balanço patrimonial - grupo de contas
Aula 05 balanço patrimonial - grupo de contas
Raul Alberto
 
Demonstracoes contabeis
Demonstracoes contabeisDemonstracoes contabeis
Demonstracoes contabeis
apostilacontabil
 
Contabilidade Avançada
Contabilidade AvançadaContabilidade Avançada
Contabilidade Avançada
Canal Dos Concursos
 
Aula 19 contabilidade
Aula 19 contabilidadeAula 19 contabilidade
Aula 19 contabilidade
contacontabil
 
Teoria das demonstrações contabeis
Teoria das demonstrações contabeisTeoria das demonstrações contabeis
Teoria das demonstrações contabeis
flacelorio
 
Contabilidade para não contadores
Contabilidade para não contadoresContabilidade para não contadores
Contabilidade para não contadores
B&R Consultoria Empresarial
 
Aula 4-analise-vertical-e-horizontal
Aula 4-analise-vertical-e-horizontalAula 4-analise-vertical-e-horizontal
Aula 4-analise-vertical-e-horizontal
Reginaldo Santana
 
Aula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptx
Aula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptxAula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptx
Aula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptx
FbioPrado12
 
Dre modelo
Dre modeloDre modelo
Dre modelo
apostilacontabil
 
ATIVO NÃO CIRCULANTE.pptx
ATIVO NÃO CIRCULANTE.pptxATIVO NÃO CIRCULANTE.pptx
ATIVO NÃO CIRCULANTE.pptx
ssuser09e999
 
Dem do valor adcionado
Dem do valor adcionadoDem do valor adcionado
Dem do valor adcionado
Debora Gomes
 
Apostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geral
Apostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geralApostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geral
Apostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geral
zeramento contabil
 
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedraExercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
cathedracontabil
 
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedraExercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
contacontabil
 

Semelhante a Doar 0000 (20)

Aspectos Tecnicos Da D O A R 1
Aspectos Tecnicos Da  D O A R 1Aspectos Tecnicos Da  D O A R 1
Aspectos Tecnicos Da D O A R 1
 
Gestão fiscal e orçamentária
Gestão fiscal e orçamentáriaGestão fiscal e orçamentária
Gestão fiscal e orçamentária
 
Contabilidade geral
Contabilidade geralContabilidade geral
Contabilidade geral
 
Eng. economica análise de custo, volume, lucro e formação de preço
Eng. economica   análise de custo, volume, lucro e formação de preçoEng. economica   análise de custo, volume, lucro e formação de preço
Eng. economica análise de custo, volume, lucro e formação de preço
 
Contabilidade para executivos por Sami Kuperchmit
Contabilidade para executivos por Sami KuperchmitContabilidade para executivos por Sami Kuperchmit
Contabilidade para executivos por Sami Kuperchmit
 
Contab 8
Contab 8Contab 8
Contab 8
 
Aula 05 balanço patrimonial - grupo de contas
Aula 05   balanço patrimonial - grupo de contasAula 05   balanço patrimonial - grupo de contas
Aula 05 balanço patrimonial - grupo de contas
 
Demonstracoes contabeis
Demonstracoes contabeisDemonstracoes contabeis
Demonstracoes contabeis
 
Contabilidade Avançada
Contabilidade AvançadaContabilidade Avançada
Contabilidade Avançada
 
Aula 19 contabilidade
Aula 19 contabilidadeAula 19 contabilidade
Aula 19 contabilidade
 
Teoria das demonstrações contabeis
Teoria das demonstrações contabeisTeoria das demonstrações contabeis
Teoria das demonstrações contabeis
 
Contabilidade para não contadores
Contabilidade para não contadoresContabilidade para não contadores
Contabilidade para não contadores
 
Aula 4-analise-vertical-e-horizontal
Aula 4-analise-vertical-e-horizontalAula 4-analise-vertical-e-horizontal
Aula 4-analise-vertical-e-horizontal
 
Aula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptx
Aula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptxAula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptx
Aula 08 - Gestão Societária - Estácio.pptx
 
Dre modelo
Dre modeloDre modelo
Dre modelo
 
ATIVO NÃO CIRCULANTE.pptx
ATIVO NÃO CIRCULANTE.pptxATIVO NÃO CIRCULANTE.pptx
ATIVO NÃO CIRCULANTE.pptx
 
Dem do valor adcionado
Dem do valor adcionadoDem do valor adcionado
Dem do valor adcionado
 
Apostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geral
Apostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geralApostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geral
Apostila 04 variacoes do patrimonio liquido-c.geral
 
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedraExercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
 
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedraExercicios resolvidos contabilidade geral   aula 01 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 01 cathedra
 

Mais de albumina

Princípios contábeis
Princípios contábeisPrincípios contábeis
Princípios contábeis
albumina
 
Ajustes demonstrações contábeis
Ajustes demonstrações contábeisAjustes demonstrações contábeis
Ajustes demonstrações contábeis
albumina
 
Conceitos de contas contábeis
Conceitos de contas contábeisConceitos de contas contábeis
Conceitos de contas contábeis
albumina
 
D f c 0001
D f c 0001D f c 0001
D f c 0001
albumina
 
D f c 0000
D f c 0000D f c 0000
D f c 0000
albumina
 
Origens aplicações – demonstrações financeiras
Origens aplicações – demonstrações financeirasOrigens aplicações – demonstrações financeiras
Origens aplicações – demonstrações financeiras
albumina
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Auditoria
albumina
 
Fluxo de caixa 0001
Fluxo de caixa 0001Fluxo de caixa 0001
Fluxo de caixa 0001
albumina
 
Analise de balancos resumo
Analise de balancos resumoAnalise de balancos resumo
Analise de balancos resumo
albumina
 
Fluxo de caixa 0000
Fluxo de caixa 0000Fluxo de caixa 0000
Fluxo de caixa 0000
albumina
 
Teoria concursos
Teoria concursosTeoria concursos
Teoria concursos
albumina
 
Apostila contabilidade tributaria 0000
Apostila contabilidade tributaria 0000Apostila contabilidade tributaria 0000
Apostila contabilidade tributaria 0000
albumina
 
Teoria
TeoriaTeoria
Teoria
albumina
 
Custos
CustosCustos
Custos
albumina
 
Aula 001 finanças
Aula 001 finançasAula 001 finanças
Aula 001 finanças
albumina
 
Exel
ExelExel
Exel
albumina
 
Contabilidade lançamentos
Contabilidade lançamentosContabilidade lançamentos
Contabilidade lançamentos
albumina
 
Contabilidade
ContabilidadeContabilidade
Contabilidade
albumina
 
Estudarei contabilidade ate passar
Estudarei contabilidade ate passarEstudarei contabilidade ate passar
Estudarei contabilidade ate passar
albumina
 
Comercio exterior
Comercio exteriorComercio exterior
Comercio exterior
albumina
 

Mais de albumina (20)

Princípios contábeis
Princípios contábeisPrincípios contábeis
Princípios contábeis
 
Ajustes demonstrações contábeis
Ajustes demonstrações contábeisAjustes demonstrações contábeis
Ajustes demonstrações contábeis
 
Conceitos de contas contábeis
Conceitos de contas contábeisConceitos de contas contábeis
Conceitos de contas contábeis
 
D f c 0001
D f c 0001D f c 0001
D f c 0001
 
D f c 0000
D f c 0000D f c 0000
D f c 0000
 
Origens aplicações – demonstrações financeiras
Origens aplicações – demonstrações financeirasOrigens aplicações – demonstrações financeiras
Origens aplicações – demonstrações financeiras
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Auditoria
 
Fluxo de caixa 0001
Fluxo de caixa 0001Fluxo de caixa 0001
Fluxo de caixa 0001
 
Analise de balancos resumo
Analise de balancos resumoAnalise de balancos resumo
Analise de balancos resumo
 
Fluxo de caixa 0000
Fluxo de caixa 0000Fluxo de caixa 0000
Fluxo de caixa 0000
 
Teoria concursos
Teoria concursosTeoria concursos
Teoria concursos
 
Apostila contabilidade tributaria 0000
Apostila contabilidade tributaria 0000Apostila contabilidade tributaria 0000
Apostila contabilidade tributaria 0000
 
Teoria
TeoriaTeoria
Teoria
 
Custos
CustosCustos
Custos
 
Aula 001 finanças
Aula 001 finançasAula 001 finanças
Aula 001 finanças
 
Exel
ExelExel
Exel
 
Contabilidade lançamentos
Contabilidade lançamentosContabilidade lançamentos
Contabilidade lançamentos
 
Contabilidade
ContabilidadeContabilidade
Contabilidade
 
Estudarei contabilidade ate passar
Estudarei contabilidade ate passarEstudarei contabilidade ate passar
Estudarei contabilidade ate passar
 
Comercio exterior
Comercio exteriorComercio exterior
Comercio exterior
 

Último

ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
geiseortiz1
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
vitorreissouzasilva
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 

Doar 0000

  • 1. ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PROF.FÁBIO BRUSSOLO DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS – DOAR 1 – Significado A Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos tem por objetivo apresentar de forma ordenada e sumariada principalmente as informações relativas as operações de financiamento e investimento da empresa durante o exercício, e evidenciar as alterações na posição financeira da empresa. Os financiamentos são representados pelas origens de recursos, e os investimentos pelas aplicações de recursos, sendo que recursos, neste caso, significa o Capital de Giro Líquido ou Capital Circulante Líquido, que é representado pela diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante. A DOAR até então obrigatória pela Lei 6404/76, foi substituída pela Demonstração do Fluxo de Caixa pela Lei 11.638/07, atendendo assim, a uma tendência mundial das demonstrações financeiras. 2 – Descrição das Origens As origens de recursos são representadas pelos aumentos do Capital Circulante Líquido (CCL), e as mais comuns são: a) das próprias operações: quando as receitas (que geram ingresso de capital circulante líquido) são maiores que as despesas (que geram aplicações ou reduções do CCL). Assim, ignorando as despesas ou receitas que não afetam o capital circulante líquido, temos simplesmente que: a. se houver lucro, teremos uma origem de recursos; b. se houver prejuízo, teremos uma aplicação de recursos. b) dos acionista: pelos aumentos de capital integralizados por este durante o exercício, já que tais recursos aumentam as disponibilidades da empresa, e consequentemente, seu CCL; c) de terceiros: por empréstimos obtidos pela empresa, pagáveis a longo prazo, bem como dos recursos oriundos da venda a terceiros de bens do Ativo Permanente, ou de transformação do Realizável a Longo Prazo. Os empréstimos feitos e pagáveis a curto prazo não são considerados como origem de recursos, para fins dessa demonstração, pois não alteram o Capital Circulante Líquido. 3 – Descrição das Aplicações As aplicações de recursos são representadas pelas diminuições do Capital Circulante Líquido, e as mais comuns são: a) inversões permanentes derivadas de: aquisições de bens do Ativo Imobilizado, aquisição de novos Investimentos permanentes em outras sociedades e aplicação de recursos no Ativo Diferido; b) pagamento de empréstimos a longo prazo, pois assim, como a obtenção de um novo financiamento representa uma origem, sua liquidação significa uma aplicação. Vale lembrar que o simples fato de uma dívida de longo prazo passar a ser de curto prazo, representa uma aplicação de recursos, pois diminui o Capital Circulante Líquido; c) remuneração de acionistas: derivada dos dividendos distribuídos.
  • 2. 3 – Importância A DOAR está relacionada tanto com o Balanço Patrimonial como com a Demonstração do Resultado Exercício, sendo complementar a ambas, fornecendo as modificações na posição financeira da empresa pelo fluxo de recursos. Assim, é muito útil no conhecimento e análise da empresa e de sua evolução no tempo. De fato, ela auxilia em importantes aspectos, como: a) conhecimento da política de inversões permanentes da empresa e fontes de recursos correspondentes; b) constatação dos recursos gerados pelas operações próprias, ou seja, o lucro do exercício ajustado pelos itens que o integram, mas não afetam o Capital Circulante Líquido; c) verificação de como foram aplicados os recursos obtidos com os novos empréstimos de longo prazo; d) constatação de se e como a empresa está mantendo, reduzindo ou aumentando seu Capital Circulante Líquido; e) verificação da compatibilidade entre os dividendos e a posição financeira da empresa. 4 – Forma de Apresentação Essa demonstração é apresentada com os seguintes grandes títulos: I – ORIGENS DE RECURSOS Onde são discriminadas as origens, por natureza, e apurado o valor total dos recursos obtidos no exercício; II – APLICAÇÕES DE RECURSOS Onde são relacionadas as aplicações, também por natureza, e evidenciado o seu valor total; III – AUMENTO OU REDUÇÃO NO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO Representa a diferença entre o total das origens e o total das aplicações; IV – SALDO INICIAL E FINAL DO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO E VARIAÇÃO Onde são evidenciados Ativo e Passivo Circulantes do início e do fim do exercício e respectivo aumento ou diminuição, demonstrando a variação no Capital Circulante Líquido. 5 – Receitas e Despesas que Não Afetam o Capital Circulante Líquido Para se elaborar a DOAR deve-se partir do Lucro Líquido demonstrado na DRE ajustado pelas Receitas ou Despesas que não afetam o Capital Circulante Líquido. A Lei 6404/76 menciona essas despesas, a saber: a) Depreciação, Amortização e Exaustão De fato, tais itens constam como despesas do exercício, diminuindo o resultado, mas não reduzem o Capital Circulante Líquido. Assim os valores desses itens registrados no ano devem ser relacionados ao lucro líquido para apuração do valor efetivo dos recursos gerados pelas próprias operações. b) Lucro ou Prejuízo Registrado pelo Método da Equivalência Patrimonial para Investimentos em Coligadas ou Controladas Quando é adotado o método de Equivalência Patrimonial na contabilização de investimentos permanentes, faz-se anualmente o registro da receita ou despesas proporcional ao lucro ou prejuízos das
  • 3. investidas no período. Este lucro que afeta o Patrimônio Líquido da investidora, não afeta o Capital Circulante Líquido, por isso na apuração das origens e aplicações de recursos, esse valor deve ser diminuído do lucro líquido, ser for receita, ou a ele acrescentado, ser for despesa. c) Outros Além dos itens apresentados, pode haver outros que afetam o lucro, mas não afetam o Capital Circulante Líquido, com por exemplo: Vendas a Longo Prazo, Encargos de Dívidas a Longo Prazo, e devem ter o mesmo tratamento dos demais. 6) Alteração e Baixa de Investimentos de Bens e Direitos do Ativo Imobilizado Esse é um dos itens que tem havido maior diversidade, quanto ao tratamento, da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos. No caso da venda de um bem do imobilizado, a alteração no Capital Circulante Líquido é pelo valor da venda. Como o lucro (ou prejuízo) na transação está computado no lucro líquido do exercício e, por outro lado, há uma redução no imobilizado por seu valor líquido contábil, basta soma-los para se ter esse valor de venda. Suponha a seguinte operação: Valor da venda de um imóvel R$ 1.000,00 Valor líquido contábil do imóvel R$ 600,00 Lucro na Transação R$ 400,00 O lucro na transação que afetou o lucro líquido do ano foi de R$ 400,00, mas a origem total foi de R$ 1.000,00, e baixa do imobilizado foi de R$ 600,00. Nessa situação, há duas formas de apresentação como se segue (supondo-se lucro líquido de R$ 5.000,00 após o cômputo do resultado de R$ 400,00): FORMA 1 I – ORIGENS DE RECURSOS Lucro Líquido do Exercício 5.000,00 (+) Valor Contábil da Baixa do Ativo Imobilizado 600,00 Total Gerado pelas Operações 5.600,00 Total das Origens 5.600,00 FORMA 2 I - ORIGENS DE RECURSOS Lucro Líquido do Exercício 5.000,00 (-) Lucro na Venda do Imobilizado (400,00) (=) Total Gerado pelas Operações 4.600,00 Outras Origens Valor de venda de bens do imobilizado 1.000,00 Total das Origens 5.600,00 Na primeira forma, adicionamos ao lucro líquido o valor contábil das baixas para se chegar ao total das origens das operações.
  • 4. Na segunda forma, fazemos o inverso, reduzindo do lucro líquido o valor do lucro não operacional da venda do imobilizado e, ao mesmo tempo, registrando como origem o valor total produzido por essa transação não operacional. A primeira forma, apesar de muito utilizada, é desaconselhável. Já a segunda forma tem a vantagem de mostrar qual foi o valor efetivo originado pelas operações normais da empresa, segregando os recursos de natureza esporádica e não operacional, e deve ser adotada, particularmente quando envolver valores significativos dessas transações. 7 – Um modelo DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS - DOAR EMPRESA MODELO S/A ANO 2 I - ORIGENS DE RECURSOS DAS OPERAÇÕES Lucro Líquido do Exercício 108,00 (+) Depreciação e Amortização 300,00 (+) Encargos de Dívidas de Longo Prazo 415,00 (-) Resultado da Equiv.Patrimonial (25,00) (-) Lucro na Venda de Imobilizado (293,00) (=) Lucro Ajustado 505,00 DOS ACIONISTAS Integralização de Capital 400,00 DE TERCEIROS Ingresso de Novos Empréstimos 500,00 Baixa do Ativo Imobilizado (valor de venda) 500,00 Venda de Investimentos 20,00 Resgate de Investimentos de Longo Prazo 60,00 TOTAL DA ORIGENS 1.985,00 II - APLICAÇÕES DE RECURSOS Aquisição de Ativo Imobilizado 950,00 Adições no Ativo Diferido 100,00 Integralização de Novos Investimentos 10,00 Aumento de Depósitos Judiciais 10,00 Transferência para o PC de Dívdas de Longo Prazo 565,00 Dividendos Propostos 100,00 TOTAL DAS APLICAÇÕES 1.735,00 III - AUMENTO NO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO 250,00 IV - VARIAÇÃO NO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO ANO 1 ANO 2 VARIAÇÃO AC 560,00 1.000,00 440,00 PC 360,00 550,00 190,00 CCL 200,00 450,00 250,00
  • 5. BIBLIOGRAFIA Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. – Manual de Contabilidade das sociedades por ações : aplicável às demais sociedades / FIPECAFI; Diretor responsável Sérgio de Iudícibus; coordenador técnico Eliseu Martins, supervisor de equipe de trabalho Ernesto Rubens Gelbcke – 5 Ed rev. e atual. – São Paulo : Atlas, 200