O documento apresenta diretrizes para a avaliação articular nas escolas, enfatizando a importância do feedback constante e a necessidade de uma avaliação formativa que considere a intenção do avaliador. A participação de pais e responsáveis é essencial para fortalecer o processo de aprendizagem, e o uso de múltiplos instrumentos de avaliação é recomendado para atender às diversas capacidades dos alunos. A autoavaliação e a ética na avaliação são atualmente abordagens prioritárias para promover a autonomia dos estudantes e garantir um processo educacional inclusivo e respeitoso.