2
JULIO GRÉGORIO FILHO
Secretário de Educação do Distrito Federal
CLÓVIS LUCAS DA FONSECA SABINO
Secretário Adjunto de Educação
LUCIANA DA SILVA OLIVEIRA
Subsecretaria de Educação Básica
JUSCELINO NUNES DE CABRAL
Coordenador Regional de Ensino de Taguatinga
BERENICE APARECIDA DE SOUSA CARDOSO
Diretora EC10/Tag
SANDRA REGINA DOS SANTOS ALENCAR
Vice Diretora EC10/Tag
3
SUMÁRIO
IDENTIFICAÇÃO_________________________________________________________ 04
APRESENTAÇÃO_________________________________________________________ 07
HISTORICIDADE ________________________________________________________ 11
DIAGNÓSTICO DA REALIDADE _____________________________________________ 21
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS ______________________________________ 40
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS _______________________ 42
CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO ________________________ 54
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA _______________________ 46
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ______________________________________________ 59
PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO E PEDAGÓGICO ___________ 63
GESTÃO PEDAGÓGICA ________________________________________________ 63
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS ___________________________________ 64
GESTÃO PARTICIPATIVA _________________________________________________________ 66
GESTÃO DE PESSOAS ___________________________________________________________ 64
GESTÃO FINANCEIRA ___________________________________________________________ 69
GESTÃO ADMINISTRATIVA _______________________________________________________ 69
PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS __________________________ 71
PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR ___________________________________ 71
PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL _________________ 73
PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO ESPECIALIZADO DE APOIO À APRENDIZAGEM _______________ 81
PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA _______________________________ 85
PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS ______________________ ___________________ 98
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2018 ______________________________________ 107
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS __________________________________ 117
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA _______________________________________________ 117
PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR _______________________ 118
PLANO DE AÇÃO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL __________________________ 119
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO _____________________________________________________ 120
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENÇÃO __________________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR ____________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________
PLANO DE AÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA___________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO_______________________________________________
121
121
122
122
123
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP _________________________________ 124
PROJETOS ESPECÍFICOS __________________________________________________ 125
APÊNDICE _____________________________________________________________ 168
ANEXOS  (EXTERNO À ESCOLA) ___________________________________________ 193
BIBLIOGRAFIA_________________________________________________________ 210
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS_________ 44
4
IDENTIFICAÇÃO
COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGA
ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA
QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA SUL
(61) 3901-6781
CEP: 72020-180
5
“Com este canto te chamo,
porque dependo de ti.
Quero encontrar um diamante,/sei que ele existe e onde está.
Não me acanho de pedir/ ajuda: sei que sozinho
nunca vou poder achar.
Mas desde logo advirto:/ para repartir com todos.
Traz a ternura que escondes
machucada no teu peito.
Eu levo um resto de infância
que meu coração guardou.
Vamos precisar de fachos/ para as veredas da noite,
que oculta e, às vezes, defende o diamante
Vamos juntos.
Traz toda a luz que tiveres,
não te esqueças do arco-íris
que escondeste no porão.
Eu ponho a minha poronga,
de uso na selva, é uma luz
que se aconchega na sombra.
Não vale desanimar,/ nem preferir os atalhos
sedutores que nos perdem,
para chegar mais depressa.
Vamos achar o diamante
para repartir com todos.
Mesmo com quem não quis vir
ajudar, pobre de sonho.
Com quem preferiu ficar
sozinho bordando de ouro
o seu umbigo engelhado.
Mesmo com quem se fez cego
ou se encolheu na vergonha
de aparecer procurando.
Com quem foi indiferente
e zombou das nossas mãos
infatigadas na busca.
Mas também com quem tem medo
do diamante e seu poder,
e até com quem desconfia
que ele exista mesmo.
E existe:
o diamante se constrói
quando o procuramos juntos
no meio da nossa vida
e cresce, límpido,cresce,
na intenção de repartir
o que chamamos de amor.”
Thiago de Melo
6
Aos que se fizeram infatigáveis na busca.
7
APRESENTAÇÃO
A Escola Classe 10 de Taguatinga é uma escola pública inclusiva e oferece à comunidade na qual está
inserida Ensino Fundamental de 9 anos, anos iniciais e Educação Integral; mantida pela Secretaria de Estado de
Educação do Distrito Federal, CNPJ 00 394 676/0001-07.
Atualmente a escola funciona em dois turnos: matutino e vespertino e pode ser contatada pelo telefone
(061) 3901-6781 e pelo e-mail ec10equipegestora@gmail.com . Além disso, conta com o blog “Imagine um
lugar...ec10”, que pode ser acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/ e pela
página no Facebook: https://www.facebook.com/ec10taguatinga/.
Foram eleitas para a direção, segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012, para o
triênio 2017/2019, as professoras Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar,
concorrendo como chapa única. Compõem ainda a Equipe Gestora: Susie de Castro Duarte, chefe de secretaria
e Quedma Elienai de Souza Silva, Supervisora Pedagógica.
Seguindo orientação das Portarias 561 e 562/ 27/12/2017, que trata da distribuição de Carga Horária
para 2018, a escola atua em 2018 com 02 coordenadores pedagógicos (Claudia Queiroz Miranda e Luzia
Cergina de Queiroz) para o Ensino Regular e 01 coordenador para a Educação Integral (Eliete Teles de Farias).
A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2017,
entendendo que o mesmo se constitui em instrumento norteador das ações educativas planejadas pela
instituição, construído com a participação de toda a comunidade escolar: professores, auxiliares, pais, alunos e
responsáveis; desde o primeiro contato, na relação diária e também por meio de reuniões, avaliações
institucionais, conversas informais, formulários, etc. A fim de construir um documento que tivesse a real
identidade da escola, respeitando a diversidade de pensamento existente, o grupo prolongou a discussão sobre
o presente documento no ano anterior; buscando embasamentos para subsidiar a permanência ou exclusão de
práticas, eventos e/ou projetos.
O Projeto Político Pedagógico da Escola Classe 10 de Taguatinga foi elaborado de forma a contemplar
as prioridades estabelecidas pelos diferentes segmentos, servindo de diretriz na atuação de todos os
profissionais envolvidos no processo, atendendo aos interesses e expectativas da comunidade.
Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem
necessários e sempre que as decisões tomadas resultarem em mudanças significativas dos princípios,
finalidades e objetivos institucionais.
Este instrumento norteador foi organizado tendo como foco o oferecimento de uma educação pública de
qualidade evidenciada prioritariamente nas aprendizagens, mas também na participação comunitária, na gestão
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responsável dos recursos públicos e consequente criação de um ambiente físico agradável à totalidade de
pessoas que concretizam essa escola.
O presente Projeto vem ao encontro dos desafios identificados ao longo dos anos anteriores, se adequa
às exigências legais, encontra-se em consonância com a missão, visão e função social expressos pela
Secretaria de Educação do Distrito Federal e culmina em uma proposta que visa atender às necessidades
demandadas pela comunidade local em consonância com a concepção de qualidade do ensino, almejada por
todos aqueles que participam do dia a dia da escola. Ressalta-se a importância do documento como expressão
da coletividade, sua maior força, pois arrebanha o compromisso de todos os envolvidos na sua construção para
a sua execução.
O PPP da EC10 vem sendo construído nos últimos anos sofrendo alterações embasadas na
experiência, nas avaliações internas e externas, se adequando aos documentos oficiais: Projeto Político
Pedagógico Professor Carlos Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização
escolar do 2˚ ciclo, Currículo em Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de
História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, e outros. Fez-se necessário, em alguns momentos, o estudo desses
documentos, para que os grupos se apropriassem dos mesmos.
O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta
garantir legalmente a participação desse segmento, é essencial a instrumentalização dele para que a
participação requerida seja eficiente.
Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes
sujeitos sociais” que compõem a comunidade escolar (pais/responsáveis, órgãos colegiados, alunos,
funcionários da instituição):
 Efetivando os processos dialógicos entre escola x pais /mães /responsáveis, oportunizando,
viabilizando e incentivando a participação concreta na construção de uma escola democrática onde
atuem como corresponsáveis na aprendizagem do discente (estudante/filho/tutelado).
 Dando a conhecer à comunidade a equipe escolar (gestora, pedagógica, docente);
 Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino,
aprendizagem e avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos
efetivados pela instituição.
 Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na
construção de instrumentos práticos que regem o cotidiano escolar;
 Promovendo avanços na prática pedagógica e na organização do trabalho, frente às mudanças
sugeridas pela SEEDF;
 Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e
implementações curriculares e avaliativas, decorrentes da ampliação dos ciclos;
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 Socializando as metas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas
no plano de gestão;
 Dando voz à comunidade escolar na gestão dos recursos definidos como prioridades no Projeto Político
Pedagógico da instituição;
 Exibindo para apreciação por parte da comunidade escolar as prioridades definidas relacionadas à
gestão financeira do PDAF - Programa de Descentralização Administrativa e Financeira;
 Discutindo com a comunidade escolar prioridades identificadas;
 Aprovando por parte do Conselho Escolar a Ata de Prioridades do PDAF – Programa de
Descentralização Administrativa e Financeira;
 Votando as prioridades apresentadas;
 Conhecendo e refletindo os pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do
Distrito Federal;
 Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o
desenvolvimento do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em
Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, explicitando os conteúdos desenvolvidos no âmbito
escolar.
 Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição
educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos
institucionais, definindo metas e concretizando ações.
 Aprovando pelo Conselho Escolar o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a
Estratégia de Matrícula 2018 (p.93, item 4.2, item e.1);
 Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela
instituição educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos
processos educacionais e democráticos implementados por essa Secretaria/ Instituição educacional;
 Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação
das necessidades e possibilidades do segmento na participação dos eventos propostos para o ano
letivo;
 Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das
potencialidades e necessidades da instituição;
 Evidenciando os princípios que sustentam o trabalho pedagógico da instituição, em conformidade com
os princípios da Secretaria de Educação / DF e das leis maiores que regem a educação no país.
 Garantindo a participação de representantes dos pais nos Conselhos de Classe bimestrais.
As ações desenvolvidas foram realizadas através de reuniões, informes, palestras, conversas
pedagógicas, coordenações coletivas e conselhos de classes.
Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de
Taguatinga em 2017: professoras Quedma Elienai de Souza Silva, supervisora pedagógica; professoras
10
Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, diretoras; professoras Cláudia
Queiroz Miranda, Luzia Cergina de Queiroz e Eliete Teles de Farias, coordenadoras pedagógicas; Albenise
Alves Rodrigues de Jesus, carreira assistência, membro eleita do Conselho Escolar; Ivanete Lopes Batista,
pedagoga da Equipe de Apoio à Aprendizagem. A comissão procurou, através de diversas estratégias
assegurar a participação dos diversos segmentos na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico.
O presente projeto está dividido em capítulos, conforme orientação recebida para a construção do
mesmo. Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um
resgate dos aspectos mais importantes da escola ao longo dos anos e a relevância da unidade de ensino para a
comunidade.
No capítulo intitulado Diagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e
economicamente a comunidade escolar, além de recolher junto ao corpo docente as percepções que este tem
da instituição de ensino. Analisou-se ainda os índices da escola frente às avaliações de rede.
Em Missão e Objetivos Institucionais, a EC10 de Taguatinga expressa sua missão e objetivos frente às
necessidades detectadas no diagnóstico da realidade escolar.
A EC10 expressa os princípios que orientam a prática pedagógica da instituição no capítulo
denominado Princípios Norteadores das Práticas Pedagógicas.
As concepções acerca de currículo, avaliação, ensino, aprendizagem e educação integral encontram-se
descritas no capítulo Concepções Teóricas.
A Organização do Trabalho Pedagógico com a atuação das equipes multidisciplinares compõe o
capítulo seguinte.
As Concepções, Práticas e Estratégias de Avaliação abordam a avaliação formativa, o uso do dever de
casa, a recuperação contínua, a atuação do Conselho de Classe, em conformidade com a Diretrizes de
Avaliação da SEEDF.
Organização da Proposta Curricular vai abordar como acontece o trabalho interdisciplinar, os projetos, a
contextualização, a relação teórico-prática. E ainda: como se dá o trabalho com os eixos norteadores do
Currículo em Movimento.
O capítulo seguinte, Plano de Ação para Implementação do PPP trata da gestão pedagógica, da gestão
dos resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os
planos de ação das equipes multidisciplinares e funcionários readaptados.
As Estratégias de Acompanhamento e Avaliação do PPP estão descritas em capítulo próprio.
Os Projetos Específicos estão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas
utilizadas na construção do PPP.
11
HISTORICIDADE
A comunidade relata a existência da escola desde a década de 60. No entanto, para a modalidade
Séries Iniciais do Ensino Fundamental, a Escola Classe 10, de natureza pública, foi criada pela Portaria 17 de
07/07/1980.
Quando criada, sua construção, em estrutura de madeira, compunha-se de 05 (cinco) salas de aula e
02 (dois) banheiros; 01 (um) masculino e 01 (um) feminino.
Em 1970, passou por uma pequena reforma, mas somente em 1989 recebeu uma reforma significativa,
ganhando uma estrutura física de alvenaria em 02 (dois) blocos, com 08 (oito) salas de aula.
Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma,
ganhando mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e
pedagógica, sala de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação,
instalações sanitárias e rampas adaptadas para portadores de deficiência física.
Rampas
No período de 1994 a 2004, a Escola Classe 10 de Taguatinga atendeu o 1º segmento da Educação de
Jovens e Adultos, no turno noturno, incluindo turmas de DA (Deficientes Auditivos).
A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra
instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse
aumento, em cerca de 50% da clientela, alterou profundamente a estrutura da escola: ampliou-se o atendimento
da Educação Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos
Reagrupamentos previstos para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período, a escola buscou formas
viáveis de lidar com a situação encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de
12
espaços, monitoramento do intervalo por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação
dos projetos de apoio à aprendizagem.
Nos últimos anos a escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e
pinturas; funcionando como uma estrutura acolhedora para a comunidade na qual se encontra inserida, além de
proporcionar bem estar ao corpo discente, docente e demais funcionários. No início de 2012 a escola passou por
uma reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro
inaugurou sua quadra coberta.
Em 2014 a escola foi contemplada com o Projeto Educação com Movimento, que, como projeto – piloto,
oferta aulas de Educação Física Escolar para alunos dos anos inicias.
Em 2013 foi inaugurada a cobertura do chamado Espaço 10, destinado ao acolhimento dos alunos
diariamente. Este espaço também é utilizado em outros eventos institucionais.
“Espaço 10”
13
Em 2017 a escola passou a ser monitorada por câmaras de segurança conforme previsto no Plano de
Gestão.
A recepção ganhou blindex que visa, além do reforço da segurança, a proteção dos funcionários que aí
trabalham no que se refere às intempéries como o vento e o frio.
O espaço do Bloco C, destinado a recreação das turmas menores do BIA, ganhou um colorido especial
no muro, além de traves, estilo “golzinho” para prática de futebol. O alambrado foi pintado com cores primárias.
Blindex decorados na recepção: conforto e segurança
14
Tais necessidades foram percebidas como prioridade a partir do mapeamento institucional realizado pelas
equipes especializadas.
Com base no Programa Nacional de Educação Especial, garantido pela Constituição Federal e pela Lei
de Diretrizes e Bases da Educação, em 1996, a Educação Especial passou a ser oferecida aos alunos
portadores de necessidades especiais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 40 alunos
especiais laudados com deficiências e transtornos, inclusos em classes regulares, assim distribuídos:
Murais do espaço destinado a recreação do BIA
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A Educação Integral foi oferecida a partir de 2008, atendendo hoje cerca de 120 alunos nessa
modalidade. Em 2012 a parceria firmada com o SESI possibilitou ofertar aos alunos a prática de atividades
esportivas, além de aulas de Teatro e Informática. Em 2017 a Educação Integral propõe a continuidade das
atividades esportivas, dança, aulas de música e acompanhamento pedagógico de Português e Matemática. Na
EC10 a Educação Integral trabalha objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico,
cultural e esportivo num clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade e o respeito. Para tanto, a ampliação
do tempo da criança na escola está amarrada ao compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer
Ano Necessidade Apresentada
DI DI/
DOWN
TGD/
AUTISTA
DF TDAH TOD DPAC
1˚ ano
2˚ ano 02 01 03
3˚ ano 02 05 03
4˚ ano 03 02 01 02
5˚ ano 03 02 01 01 06 03
DI- DEFICIENTE INTELECTUAL
DI/DOWN – DEFICIENTE INTELECTUAL PORTADOR DE SINDROME DE DOWN
TGD- TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO: AUTISMO
DF- DEFICIENTE FÍSICO
TDAH- TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE
TOD-TRANSTORNO OPOSITOR DESAFIADOR
DPAC- DEFICIÊNCIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL
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oportunidades diversas de aprendizagens significativas e fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a
formação integral do educando. Alegando dificuldades internas, em 2016 o SESI não renovou as parcerias dos
anos anteriores. Desse modo, a Educação Integral tem desenvolvido as atividades físicas no próprio ambiente
escolar contando com a gestão dos espaços internos. Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino
Regular. Para 2018, em nova parceria com o SESC, a EC10 conseguiu viabilizar o Projeto PESC, ampliando o
atendimento da Educação Integral para 120 alunos, incluindo crianças menores de oito anos.
Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas foram fortalecidos com o apoio da comunidade escolar.
Destacamos os projetos Cozinha Educativa, Roda de Leitores / Sarau Literário, Aulas Passeios; os eventos
Festa Junina, Celebração da Páscoa e Auto de Natal; além do Encontro de Pais e da Avaliação Institucional, que
cada vez mais concretiza a participação dos pais/responsáveis nos rumos pedagógicos e administrativos da
unidade escolar.
A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o
período de eleições. As instalações da instituição foram avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação
desse serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias; bem como o
serviço de acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também
referendado.
A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para
campanhas de vacinas. Ao mesmo tempo, essa proximidade possibilita o estabelecimento de um vínculo em
casos emergenciais.
Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu,
atendendo o entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola-comunidade, ocupando de
forma criativa as instalações escolares com atividade esportiva-cultural.
GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU
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A escola atende, ainda, o Projeto Ginástica nas Quadras, no noturno.
Alunas do Projeto Ginástica nas Quadras
Sempre que solicitado as dependências da escola são utilizadas por grupos religiosos, mediante termo
de responsabilidade, nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de
“derrubada dos muros da escola”, ofertando um espaço público alternativo à população, fortalecendo o vínculo
da comunidade com a escola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a
instituição e seu patrimônio. Nisso a escola procura encampar a ideia presente no Projeto Político Pedagógico
Professor Carlos Mota de se tornar a “escola do lugar”, uma escola que orgulhe sua comunidade.
Os dados do IDEB divulgados no ano de 2015 situam a escola com média 5,9. A meta projetada pelo
MEC para o período é de 5,8. A análise dos dados levou à conclusão acerca da necessidade de investir na
formação e intervenção matemática.
A escola destaca-se pelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a
comunidade e pelo foco na dimensão pedagógica.
18
Em, 2017 a atual equipe gestora empenhou-se em para identificar as antigas equipes gestoras da
instituição, entendendo que o trabalho que hoje aparece é fruto da coletividade. Por ocasião do aniversário da
escola, as equipes antigas e atual envolveram-se nas festividades. Equipes gestoras identificadas:
1980
Diretora: Teresa Ondina Maltese
Vice-diretora:
Secretário: José Ferreira dos Reis
1981
Diretora: Rita Malta dos Santos
Vice-diretora:
Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho
1984
Diretora: Maria das Dores Carvalho dos Anjos
Vice-diretora:
Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho
1985
Diretora: Maria Elizabeth Abraão
Vice-diretora:
Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho
1992
Diretora: Maria Elizabeth Abraão
Vice-diretora:
Secretário: Samuel Eduardo Ramos
1994
Diretor: Cecílio Francisco das Neves
Vice-diretora:
Secretário: Leila Santos Alves
1995
Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa
Vice-diretora: Claudia Elena de Oliveira Quermes / Maria Rosângela V. de Souza
Secretário: Leila Santos Alves / Minerva de Barros Lima Sobreira
1996
Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa
Vice-diretora: Maria Rosângela V. de Souza / Tânia Aparecida Cunha Albernaz
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
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1998
Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa
Vice-diretora: Celíria Chagas Ribeiro
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
1998
Diretora: Renusa C. de Morais
Vice-diretora: Ricardo Barros de Castro
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
1999
Diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva
Vice-diretora: Ediléia Fernandes da Silva
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2001
Diretora: Ediléia Fernandes da Silva
Vice-diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2002
Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo
Vice-diretora: Lucimar Silva Pereira
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2003
Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo
Vice-diretora: Célia Mendes Barbosa Moraes
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2004
Diretora: Maria Francisca Souza Dias
Vice-diretora: Maria Lúcélia Pinheiro Nogueira
Secretário: Domingos Silva Porto
2008
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina os Santos Alencar
Secretário: Domingos Silva Porto
2010
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Pedagógico: Greiciane Nóbrega Dias
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2011
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira
Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho
2012
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira
Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho
2014
Diretora: Vladia Paula Carvalho
Vice-diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Sandra Regina dos Santos Alencar
Supervisor Pedagógico: Quedma Elienai de Souza Silva
2016/2018
Diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Greiciane Nóbrega Dias
Supervisor Pedagógico: Quedma Elienai de Souza Silva
Antigas e atual equipes gestoras
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DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR
A Escola Classe 10 de Taguatinga está situada em uma área relativamente tranquila no que se refere a
casos de violência e vandalismos, tanto que não temos registros de invasões à escola, roubos e outros. A escola
percebe-se cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e demais
dependências da escola.
Quanto à estrutura física a escola apresenta um prédio antigo, tendo passado por diversas reformas ao
longo dos anos, conforme relatado no capítulo Historicidade. Apresenta, assim, uma estrutura agradável
composta por três blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação,
das equipes especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala
multifuncional (que apoia a Educação Integral, os projetos de reforço escolar, reagrupamento, Interventivo, etc),
Direção, Secretaria, Sala de Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os
alunos portadores de necessidades especiais.
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A escola conta com um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada.
Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de
atividades ligadas ao desenvolvimento sócio psicomotor dos educandos.
Parque Infantil
A escola possui um pátio semicoberto, denominado “Espaço Dez”, onde ocorre a acolhida diária dos
alunos; possui estacionamento descoberto e murado para os funcionários e uma área não construída, gramada,
onde projeta-se a construção de um espaço coberto para apoio à Horta Escolar e aulas ao ar livre. A escola está
estruturada com recepção, portões eletrônicos, interfones e sistema interno de câmaras. A recepção foi pensada
para acolher a comunidade com conforto.
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No que se refere aos recursos materiais a escola é bem equipada em todos os setores: jogos pedagógicos,
materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o
desenvolvimento dos projetos descritos, materiais didáticos e outros. A escola orgulha-se em poder suprir,
através da gestão eficiente dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da
instituição. Pensando na segurança do patrimônio público sob guarda e administração da escola, a atual gestão
instalou grades e trancas de segurança nas principais dependências da unidade pedagógica.
Em 2018 a Escola Classe 10 de Taguatinga, iniciou o ano letivo com 562 alunos matriculados nas seguintes
modalidades:
 Ensino Fundamental de 9 anos, sendo 40 ANEES.
Esse contingente de alunos, matriculados nos turnos matutino e vespertino está assim distribuído:
MATUTINO
(301 alunos)
VESPERTINO
(261 alunos)
1° ANO 03 TURMAS 1° ANO 01 TURMAS
2° ANO 02 TURMAS 2° ANO 04 TURMAS
3° ANO 03 TURMAS 3° ANO 02 TURMAS
4° ANO 02 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS
5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS
25
Desde 2010 a escola assumiu o compromisso de zerar a retenção por infrequência. De 2011 a 2017 a
retenção por infrequência caiu de 21 para 02 em números brutos, número que ainda incomoda se considerarmos
todas as ações preventivas adotas por essa gestão: reuniões para esclarecimentos, comunicados via bilhete e
via telefone, encaminhamento ao Conselho Tutelar em caso de persistência das faltas não justificadas.
O quantitativo de retenções geral também tem sido alvo de intervenções e os números atuais também
apresentam queda:
26
Mais do que apenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se
configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares buscam
estabelecer o perfil discente, suas condições sócio- culturais- econômicas, seus valores e necessidades.
Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 507 famílias de alunos matriculados em
nossa instituição educacional.
Destacamos que disponibilizamos mais questionários do que o número de famílias com alunos
matriculados. Tal estratégia deve-se à tentativa de fortalecer a Lei 3849/06 do DF que garante os direitos do
genitor não-guardião de ter um papel ativo no processo de ensino e aprendizagem do filho, sem necessidade de
autorização judicial ou do pai guardião. A lei dá acesso a ambos os pais à escola, nos termos dessa e às
informações sobre a criança.
Foram devolvidos e tabulados 358, os dados foram transformados em gráficos que, após análise nos
conta quem é a comunidade que compõe a Escola Classe 10 de Taguatinga:
 Predominaram os questionários respondidos pelas mães:
 A maior parte dos que responderam os questionários sócio-culturais, já conhecia o trabalho
desenvolvido na instituição, visto não ser esse o primeiro ano da criança na Escola Classe 10 de
Taguatinga.
 Os alunos da EC10 são oriundos em sua maioria das cidades de Taguatinga e Águas Claras (que
envolve Areal e Arniqueiras), mas a escola atende também crianças de Samambaia, Riacho Fundo e
27
Recanto das Emas, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio Descoberto. Um número significativo de
pais recusou-se a dar essa informação; alguns com receio de “perderem a vaga” na escola.
 A EC10 atende crianças oriundas de Território de Vulnerabilidade Social. Território de Vulnerabilidade
Social é definido como uma área onde seus moradores apresentam ao menos uma das características
abaixo:
28
Exerto do PPP Professor Carlos Mota
PPP Professor Carlos Mota
29
De acordo com o Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Areal é um território de
vulnerabilidade social. A informação é pertinente porque leva à reflexão de práticas que possam influir na
qualidade de vidas das crianças oriundas desses territórios, ainda que a EC10 não esteja localizada fisicamente
na área considerada TEVS.
 Foi constatado que o acesso das crianças à escola se dá, prioritariamente por meio de carro particular
dos pais, seguido de perto pelo Transporte Escolar. Algumas crianças chegam andando (sozinhas ou
acompanhadas) ou fazem uso de transporte urbano como ônibus e metrô. A informação oferece à
escola embasamento para pensar soluções de segurança no acolhimento e entrega das crianças ao fim
do turno. Envolvendo, inclusive, se necessário outros órgãos para potencialização do estacionamento
externo à escola. No momento, as crianças são acolhidas com quinze minutos de antecedência do
início dos turnos, dentro do espaço escolar já estando sob a responsabilidade da escola a partir daí. Do
momento da acolhida até a ida das crianças para as salas de aula, o acesso dos pais à escola é
controlado a fim de evitar situações de embate de pais com alunos, conforme inúmeros registros de
ocorrências. Iniciado o turno as crianças estão sob a responsabilidade do professor regente que não
pode dispersar sua atenção ao atendimento de pais e/ou responsáveis. Esse espaço de escuta de pais-
professores é aberto na coordenação individual do professor. Casos de emergência podem ser
resolvidos junto à direção da escola que fará os devidos encaminhamentos.
Ainda pensando na segurança da instituição (patrimônios humanos e materiais) ao final do turno as
crianças são conduzidas ao Pátio Externo Espaço Dez onde são entregues aos responsáveis. A fim de agilizar a
entrega correta das crianças, evitando tumultos e possíveis acidentes nos espaços internos e externo
(estacionamento), os estudantes de primeiros e segundos anos sobem com dez minutos de antecedência,
desafogando o portão e o estacionamento externo, ficando sob a responsabilidade do professor até o final do
turno ou até que seja entregue ao responsável. Findo o horário do professor as crianças estão sob a guarda e
responsabilidade da equipe gestora que elaborou normas de conduta para esse momento considerando a
discrepância entre a logística necessária e existente (a saber: ausência de porteiros ou vigilância, número de
alunos que aguardam os responsáveis após o fim do turno, necessidades apresentadas por crianças laudadas
especiais, desejo manifesto pela comunidade de adentrar a escola nesse momento, prioridade de segurança das
crianças e do patrimônio, etc).
Quanto à configuração familiar há predominância da formação tradicional embora seja evidente que as
transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com
modificações que obriga a escola a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos
familiares seja acolhedora, fazendo com que todas sintam-se aceitas e integradas.
Observa-se a participação de outros atores na vida das crianças que não somente pais e mães. Avós e
tios constituem o núcleo familiar próximo e fazem-se presentes.
30
O número de famílias que não responderam à questão foi significativo perfazendo 19%
31
A formação acadêmica predominante na comunidade é de Ensino Médio Completo com quase empate
técnico com Curso Superior Completo.
É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões que variam de funcionários
públicos a autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos setores de vendas,
contabilidade, advogados, trabalhadores domésticos, estudantes-estagiários, desempregados e aposentados,
etc.. 21% dos entrevistados declararam não trabalhar fora. 4% não responderam.
O item referente a faixa de renda familiar mostrou um predomínio entre duas faixas de rendas: R$
1500,00 a R$ 3500,00. 16% não responderam a essa questão.
13% declarou receber benefícios governamentais tipo Bolsa Escola, Renda Minha, Bolsa Família. 4%
não responderam esse item.
Pode-se afirmar que a maioria dos alunos desta instituição possui acesso às tecnologias, o que coloca
a escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o estudante se torne autônomo no ambiente
virtual.
Houve uma queda entre os que se declaram seguidores de uma religião em relação aos dados da
pesquisa do ao anterior. 88% declarou-se seguidor de uma religião. 17% não respondeu. Católicos e
evangélicos de diversas denominações predominam no quadro religioso, seguidos por espíritas. 9% da
comunidade optaram por omitir esse dado. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabe-se que a escola é
composta por professantes em menor número das religiões Messiânica, Judaica, Mórmons e de matriz africana.
32
Questionados acerca do momento denominado “acolhida”, que é enriquecido com uma prece, além de
informes institucionais e do Hino Nacional, 95% da comunidade escolar declarou-se favorável à manutenção do
mesmo. 5% omitiu a resposta. Esclarecemos que a acolhida é um momento diário de reflexão, formação cívica e
estabelecimento do diálogo inter-religioso.
Significativo número de famílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento
escolar do filho/aluno. Mesmo assim, faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a
clareza de que a família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções
educativas, imprimir valores, fornecer modelo de formação para a vida em sociedade. Além disso, ser
responsável pelo desenvolvimento físico e mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com
cuidados que permitam o crescimento e desenvolvimento desse indivíduo. Compreendemos que a escola não é
substituta da família em seus deveres de prover educação, sustento, dignidade e respeito.
33
O desempenho dos diferentes papéis pelos respectivos atores (escola e família) deve concretizar um
ser social saudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga-
se necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico
da EC10.
As respostas apresentadas garantem ainda que significativa parcela dos estudantes têm acesso a
material de leitura diversificado dentro da própria casa.
34
91% alegaram saber da existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino.
Desde 2011 observa-se uma participação mais efetiva dos responsáveis no que se refere à vida escolar
das crianças, em relação a períodos letivos anteriores.
Essa participação foi perceptível em reuniões escolares avaliativas e/ou pedagógicas, nos processos
eleitorais da instituição; também em culminância de projetos e chamadas para acompanhamento dos rumos
pedagógicos e financeiros da escola.
Acompanhamento de frequência comprovada dos responsáveis em Reuniões de Pais. Média
35
Considerando a clientela bastante diversificada, incluindo alunos com necessidades especiais, a escola
tem buscado formas, discutido e construído caminhos para processar a inclusão com ganhos sociais e
individuais, desenvolvendo uma pedagogia centrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de
aprendizagem de todos os seus indivíduos, independente de “suas condições físicas, intelectuais, sociais,
emocionais e linguísticas”.
A EC 10 aceita, assim, o grande desafio de coordenar a efetiva aprendizagem de indivíduos que têm o
desenvolvimento cognitivo, motor e/ou social bastante comprometidos e, num primeiro momento, não
responderão conforme a maioria. Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga
obriga-se a superá-los com qualidade. A escola apresenta índice de 5,9 ; IDEB divulgado em 2015.
36
A Escola Classe 10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não
serão somente de ordem ideológico-filosóficos. Mas, prioritariamente, de formação profissional docente: mais um
processo do que um fim. A interpretação dos dados exige uma mudança conceitual nos valores culturais da
escola e, sobretudo, da sociedade.
Dessa forma, a coordenação pedagógica tem conduzido à reflexão acerca dos dados. Em relação a
Provinha Brasil - leitura, observou-se que:
 Houve baixo desempenho (37%) em Leitura no item D10 – Inferir informação;
 A escola vem evoluindo em seus dados desde 2012;
37
 Especificamente em 2017 a escola deixa de ter alunos no nível 2 e apresenta um aumento
significativo de alunos no nível 5;
 Avalia-se que o trabalho de Formação Continuada desenvolvido pela Coordenação
Pedagógica, voltado para as necessidades imediatas apontadas pelos dados externos e pelas
necessidades específicas de cada turma teve forte influência nos dados evidenciados.
 Referente a Matemática a evolução é visível. 2017 encerrou com alunos da instituição
apresentando apenas os níveis 4 e 5. Ao comparamos a evolução entre os níveis 3, 4 e 5
temos mais de 60% de aumento no total e cerca de 50% para o nível 5.
 Houve baixo desempenho (77,8%) no item D3- Resolver problemas por meio da aplicação das
ideias que preparam para a multiplicação e a divisão e D3.2 – Resolver problemas que
envolvam a ideia da divisão.
Em relação a avaliação ANA, após análise dos gráficos, observou-se que:
38
 A necessidade de desenvolver práticas leitoras para argumentação, dar sentido ao meio social
no qual se está inserido, ensinar intertextualidade com reflexões sobre a prática;
 Potencializar os projetos já existentes a fim de intensificar ações pedagógicas que auxiliem a
desenvolver a inferência;
 Dar continuidade à formação ds professores para acompanhamento das aprendizagens dos
estudantes, clareando os critérios que precisam evoluir no campo da inferência.
 Os avanços no campo da escrita mostram-se promissores.
39
 Foram identificadas crianças no nível 1, que é o nível elementar;
 Houve evolução de 50% no nível 4;
 Necessidade de trabalhar quadro numérico, sistema monetário, adição envolvendo dois
números de até 3 algarismos e apenas um reagrupamento (na ordem das unidade ou das
dezenas), subtração envolvendo dois números naturais em que pelo menos um deles tem 3
algarismos sem reagrupamento, resolver problemas de adição ou subtração envolvendo
números naturais de 1 ou 2 algarismos com ou sem reagrupamento nos cálculos com o
significado de retirar e em que o estado inicial ou final é desconhecido.
 Desenvolver projetos interventivos para os níveis elementares.
Assim, o Projeto, ora apresentado, propõe continuar desenvolvendo, dentro dos princípios da educação
integral, um trabalho de qualidade focado na aprendizagem, no sentido de atender as necessidades
educacionais de todas as crianças e promover o fortalecimento das atitudes de aceitação e respeito a si próprio,
à natureza e às diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas comunitárias
mais sustentáveis, mais saudáveis e mais humanas.
Equipe EC10 /2018
40
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS
É missão da escola promover o pleno desenvolvimento do educando, através da aprendizagem,
formando um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta
de suas relações com a sociedade e com a natureza.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão,
eleita pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram
referendados pela comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade
escolar, estando em afinidade com a missão expressa nesse documento. Assim:
 Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar
fortalecido e exercendo suas reais funções de órgão colegiado consultivo, fiscalizador, mobilizador,
deliberativo e representante da comunidade escolar.
 Promover uma educação de qualidade, garantindo os direitos de aprendizagens dos estudantes;
educação essa reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente;
 Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola;
oportunizando a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade
adequada;
 Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber;
 Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto
pedagógico da escola priorizando um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a
integração escola/comunidade assegurando mecanismos de participação comunitária que gere
transparência nos processos institucionais;
 Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem integrando a
capacidade cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando possibilitando o
desenvolvimento de todas as potencialidades, em especial, a educação do caráter e o despertar da
responsabilidade social;
 Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais
do Ensino Fundamental oportunizando aos educandos o acesso ao uso das novas tecnologias como prática
social e instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem; elevando o desempenho dos estudantes
nas aprendizagens matemáticas; garantindo a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino
Fundamental, considerando o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do
estabelecimento de ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento
integral e harmonioso;
 Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito propiciando
um ambiente adequado à convivência pedagógica; criando momentos de reflexão que favoreçam a
41
identificação e o repúdio a todas as formas de intolerância, indiferença, discriminação, desvalorização e
violência no meio social, possibilitando a formação de uma consciência crítica do contexto social;
 Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da
comunidade escolar;
E ainda:
 Propiciar um trabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão
contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e
aprender a ser.
 Promover a aquisição das habilidades requeridas pela sociedade moderna, onde a criatividade, autonomia,
o trabalho colaborativo e a capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de
convivência, no exercício da cidadania e na organização do trabalho; com o afeto, o lúdico, a investigação e
a construção científica estimulando o prazer em aprender.
Oficina de vivência /2018- Sala de Recursos em parceria com a Educação em Movimento
42
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Os fins e princípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar
sua prática educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e
da LDB vigente, bem como todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles:
 A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a
alcançar o exercício pleno da cidadania.
 A Educação deve possibilitar ao ser humano o desenvolvimento harmonioso de todas as suas
dimensões, nas relações individuais, civis e sociais.
 Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e a aceitação do pluralismo de ideias, a
flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica
adotada.
 A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma
identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as
políticas nacionais de educação e a legislação vigente.
 Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum
devem ser valorizados na prática pedagógica como norteadores que são da vida cidadã.
 Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática
constituem fonte de experiências fundamentais para a vida em sociedade, análise de padrões vigentes
e a busca da justiça, igualdade, equidade, liberdade, fraternidade e felicidade tanto individual quanto
grupal e/ ou universal.
 O processo de ensinar-aprender, baseado no diálogo pedagógico, investigação e criatividade, propicia
a construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o
prosseguimento dos estudos nos diferentes níveis.
 A ação pedagógica deve enfatizar procedimentos capazes de favorecer a compreensão e o domínio
dos fundamentos científicos e tecnológicos em que se baseiam os processos produtivos da sociedade
atual.
 A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder
positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender,
aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser e aprender a empreender.
 A participação da família e da comunidade na discussão e definição de prioridades, estratégias e ações
do processo educativo, contribuirá de forma essencial para a defesa da dignidade humana e da
cidadania.
 A educação é a estratégia mais adequada para se promover a melhoria da qualidade de vida, o
exercício da cidadania e a sustentação da governabilidade.
43
É necessário que se destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos,
políticos e éticos que emanam da Constituição Federal e da LDB. São eles: sensibilidade, igualdade e
identidade. Devem estar presentes em todas as práticas administrativas e pedagógicas da escola, passando
pela convivência, pelo emprego dos recursos, pela organização do currículo, das aprendizagens e das
estratégias de avaliação.
Entende-se que a estética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao
educando reconhecer e valorizar a diversidade cultural do país. A política da igualdade exige o reconhecimento
dos direitos humanos e o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Para tanto, o acesso aos benefícios
sociais e culturais construídos pela humanidade (saúde, educação, informação, etc.), além do combate a todas
as formas de preconceito e discriminação. A ética da identidade visa a construção da autonomia, oferecendo
ao educando a oportunidade de na construção de sua identidade, estar apto a avaliar suas capacidades e
recursos, emitir juízos de valores e proceder escolhas consonantes com seu projeto de vida.
Os princípios epistemológicos, orientadores do currículo integrado, que sustentam as práticas educativas na
EC10 emanam do Currículo em Movimento:
 Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “reflexão crítica, síntese,
análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando
constantemente o “raciocínio, questionamento, problematização e a dúvida.”.
 Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento
com sentido social e político.
 Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e
estratégias capazes de completar a formação intelectual do educando.
Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no
Currículo da SEEDF, os mesmos são:
 Integralidade humana;
 Transversalidade;
 Intersetorialização;
 Territorialidade;
 Diálogo escola/comunidade;
 Trabalho em Rede.
Entendendo que os processos administrativos somente justificam-se se estiverem a serviço dos
processos pedagógicos, a escola reforça o princípio fundamental que rege as práticas escolares: a
educação pública de qualidade.Esta qualidade deve estar expressa no ambiente cuidado e limpo, nas
relações interpessoais, na organização dos espaços e tempos escolares, na garantia de segurança do
público alvo, na gestão de pessoas, recursos e materiais, na fidelidade aos documentos que emanam da
Secretaria de educação e no respeito e cuidado com a comunidade.
44
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que
regem o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as
causas primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as
discussões acerca da função social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente
respondidos trazem subjacentes um como.
As ações pedagógicas desenvolvidas pelo educador devem ser coerentes com os princípios de
educação concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos
autoritários. ” (GENTILLI, 2003, p.93); “...não se pode educar para a autonomia através de práticas heterônomas,
não se pode educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democracia
através de práticas autocráticas” (GENTILLI, 2003, p.75).
É a resposta a esse “como” que conduz a Gentilli: a prática do professor, mais que o conteúdo
em si, é instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de
alinhar teoria e prática, de superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma
lista de conteúdos a serem desenvolvidos, e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva
integral do ser multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe-se, mas essa busca se concretiza na
articulação dos conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas de interesse
comunitário e escolar, com os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito
Federal, a saber: Educação para a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos
Humanos, Educação para a Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos
pelo Currículo em Movimento da SEE/DF.
Este Projeto Político Pedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de
identidades, questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e
mecanismos as sustentam, provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são
produzidas. Julga-se procedente a citação textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto
de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou por meio dela e que formam o indivíduo,
organizam seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na constituição do seu ser como
pessoa. É tudo o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma como aprende,
como é avaliado, tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual
são importantes e compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ”
A Escola Classe 10 de Taguatinga assume, assim, um trabalho filiado à crença de que a aprendizagem
ocorre na interação com o outro; decorre principalmente do diálogo produtivo e retornos constantes após a
apreciação das produções dos alunos.
45
Orientada pelo Currículo em Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral e
não somente a de Tempo Intergral, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas
cotidianas e desenvolvimento dos conteúdos, a ideia de que todas as atividades ofertadas no espaço escolar
são “entendidas como educativas e curriculares”. Pensa na ampliação dos espaços e das oportunidades
equilibrando os aspectos cognitivos, afetivos, sociais e psicomotores.
A Escola Classe 10 de Taguatinga pensa a avaliação na perspectiva formativa, conforme orientado pela
Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a
intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero
recolhimento dos dados não contempla a educação que se deseja encampar. É clara a necessidade de discutir
os dados e índices apresentados com vistas a aprendizagem e a intervenção.
A intervenção sobre os dados colhidos é o motivo dos projetos e eventos apresentados neste
documento.
Assumir, portanto, que o aprendiz age sobre o objeto do conhecimento, organizando e integrando novos
dados e que as intervenções do percurso são tão importantes quanto o produto final, possibilita à instituição
encampar o presente projeto político colocando em prática as ações descritas, que estão plenamente alinhadas
com as concepções aqui expressas.
46
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA
A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias
letivos e 1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes
Curriculares Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto
educativo que se deseja. Semanalmente, a carga horária é de 25 horas, sendo 5 horas diárias.
Dentro dessa carga horária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas
entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais
atividades extrapolam os muros da sala de aula, ressignificando o ambiente escolar e seu entorno.
Destacamos o momento denominado Acolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva e
se insere no tempo de organização escolar (Currículo em Movimento, Pressupostos Teóricos, p.13). Os alunos
têm a oportunidade de manifestar a expressão oral e corporal. O momento também é propício ao
desenvolvimento de valores cívicos e morais na perspectiva de humanização dos sujeitos. Trabalha-se, ainda,
com o apoio da comunidade escolar, o diálogo inter-religioso.
Acolhida
As crianças ingressam no espaço escolar quinze minutos antes do início do turno, por concessão da
gestão da unidade escolar. Observe-se que o ingresso da criança antes disso faz-se impossível, uma vez que
demanda recursos humanos, inexistentes no horário, para responsabilizar-se pela segurança dos estudantes.
Ainda por motivo de segurança e organização as crianças são convidadas a sentarem-se no espaço demarcado
para sua turma e aguardar o momento da entrada. Durante as segundas-feiras são realizadas as Horas Cívicas
com a presença da Bandeira e o canto do Hino Nacional Brasileiro e/ou Hino a Brasília. Após, são reforçados os
informes pertinentes - isso porque o canal oficial de comunicação escola-comunidade são os comunicados via
agenda. Nesse momento denominado acolhida, os responsáveis são convidados a permanecerem fora do
47
ambiente escolar até que os estudantes sejam conduzidos a suas respectivas salas. Tal procedimento foi
adotado a fim de resguardar a segurança dos próprios alunos, que em outros tempos (conforme registros
arquivados na escola) eram abordados por pessoas maiores de idade e sem vínculo algum com eles. A
conversa com o professor nesse momento também faz-se impossível, pois, a partir do início do turno a
prioridade do professor é com seus alunos; podendo um minuto de distração potencializar riscos
desnecessários. O contato urgente dos responsáveis com a escola pode ser solicitado a qualquer momento à
direção do estabelecimento. No entanto, com o professor solicitamos o agendamento para diálogo no turno
contrário à regência. O acesso do responsável ao espaço escolar normaliza-se após o encaminhamento das
crianças as suas salas, voltando a ser interrompido no momento do intervalo e nos encerramentos dos turnos.
Outro tempo de organização escolar contemplado na carga horária é o Recreio. Previsto na matriz
curricular das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação
Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada
turno para intervalo/ recreio. Nesse momento, conforme projeto anexo, os alunos desenvolvem atividades
lúdicas, de maneira autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o
recreio, visto que é consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerado
atividade escolar. A escola conta com jogos e material de recreação para esse momento: mesa de tênis, cordas,
bolas, xadrez, etc. O Projeto Nosso Recreio é 10 encontra-se sob a coordenação do SOE.
Projeto Nosso Recreio é 10
48
A comunidade tem a oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos
específicos de avaliação, de reunião de pais, do Conselho de Classe, da realização do Conselho e/ou
Assembleia Escolar. Além desses momentos, outros podem surgir em função do conteúdo desenvolvido pela
escola junto aos estudantes. O que interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no
cotidiano pedagógico, pois sabemos que essa participação não se dará, num primeiro momento, de forma
espontânea. É preciso que a escola crie momentos e provoque a participação. A EC10 acredita na contribuição
que as famílias podem dar ao processo educativo em todos os momentos, desde o planejamento, passando pela
execução até a avaliação. A valorização dos saberes comunitários é outra forma de trazer as famílias para a
escola, “dando voz” a esse segmento. A escola deve funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha
a oportunidade de exercer as habilidades democráticas de discussão e participação.
Momento com a comunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de Avaliação
O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática,
através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda,
bilhetes, blog, e-mail, facebook, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o
esclarecimento da comunidade acerca do trabalho desenvolvido pela escola (organização curricular, critérios de
avaliação, instrumentos de avaliação, estratégias de progressão curricular, objetivos e metas a serem
atingidos...), a possibilidade de acompanhamento da rotina do aluno, a participação dos pais no conselho de
classe e a busca espontânea dos responsáveis por esclarecimentos.
A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicas do Bloco Inicial de
Alfabetização e Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma
organização dos tempos e espaços escolares. No que se refere ao espaço faz-se necessário organizar o espaço
físico disponível de acordo com sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias,
agregando ainda as questões: quando e como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física,
funcional, relacional e temporal. A escola conta com o momento denominado “ Organização Curricular” para
articular currículo x avaliação x projetos.
49
O espaço e tempo no BIA é pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo
atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de
forma a garantir a aprendizagem de todos.
O trabalho com o Bloco Inicial de Alfabetização prevê, ainda, a Alfabetização, Letramentos e
Ludicidade, eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do
processo de escrita” e como letramento “as práticas efetivas de leitura e escrita”, “o que as pessoas fazem com
as habilidades de leitura e escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as
necessidades, valores e práticas sociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o
professor responsável pelo letramento específico de cada área de conhecimento trabalhada.
Ou seja, no trabalho com o BIA é necessário integrar as práticas de codificação e decodificação da
língua escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão:
“alfabetizar letrando”. Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o
bloco) de forma contextualizada, resgatando “as cantigas de roda, as brincadeiras infantis, o subir, o descer, o
pular, o gritar”, permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto, a escola conta com a presença de dois
profissionais da área de Educação Física, participantes do Projeto Educação em Movimento (projeto anexo).
Com isso, os alunos da EC10 são atendidos duas vezes por semana, cada atendimento com duração de 50
minutos. O projeto visa levar o estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que
possa exercê-las com autonomia. Os professores de Educação Física desenvolvem um trabalho plenamente
integrado ao do professor regente, participando do Conselho de Classe e demais eventos pedagógicos.
A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o
trabalho pedagógico. Sendo eles:
 Princípio da Formação Continuada;
 Princípio do Reagrupamento;
 Princípio do Projeto Interventivo;
 Princípio da Avaliação;
 Princípio do Ensino da Língua;
 Princípio do Ensino da Matemática.
Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento
próprio. Observa-se, no entanto, a concretização destes ao longo da Proposta Pedagógica da Instituição.
O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o 1ºs, 2ºs e os 3ºs anos. O processo de
alfabetização inicia no 1º ano e deve levar o estudante a “ler um pequeno texto com compreensão e produzir
textos orais e escritos com encadeamento de ideias, a partir de contexto significativo, sem exigências das
complexidades ortográficas e compreensíveis por qualquer pessoa. Esse processo deve ser ampliado e
consolidado para que, ao final do BIA, o estudante seja capaz de ler e produzir textos orais e escritos de forma
50
proficiente na perspectiva do letramento e da ludicidade”. (p.38, Diretrizes Pedagógicas para Organização
Escolar do 2˚Ciclo).
O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos 4ºs e 5ºs anos e tem como objetivo principal
levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas
situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e
alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do
2˚Ciclo).
O Reagrupamento é uma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização e pelas Diretrizes
pedagógicas do 2º ciclo, que deve incorporar-se à rotina da instituição. Visa atender todos os estudantes.
Favorece o planejamento coletivo, oportunizando a adequação do ensino às necessidades e potencialidades
educativas individuais dos alunos, trabalhando de forma diversificada e lúdica.
Os reagrupamentos concretizam a ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um
único professor, integrando o trabalho da instituição educacional, superando os limites da sala de aula,
possibilitando ao aluno transitar entre diversos grupos, interagindo com todos.
a. Reagrupamento intraclasse:
Atividade realizada no interior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo
atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo
com os objetivos e habilidades a serem trabalhadas de forma diversificada.
b. Reagrupamento interclasse:
Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas,
proporcionando o intercâmbio entre eles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo
ou não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para
atingir especificamente as fragilidades e potencialidades de cada educando.
As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no
processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do
projeto, unindo diversos setores da escola de acordo com as possibilidades institucionais.
Os reagrupamentos acontecem na EC10 tanto no nível intraclasse quanto no interclasse. Os
professores estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do 1º ao 5º ano, com diversos
reagrupamentos acontecendo entre turmas.
O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, bem como as
necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano. Tem como objetivo geral oportunizar aos
alunos dos ciclos, em defasagem idade/série e/ou com necessidade de aprendizagem, a apropriação da leitura e
da escrita e de outras habilidades necessárias à continuidade de sua vida acadêmica, intervindo assertivamente
51
nas dificuldades evidenciadas pelo grupo, visando os aspectos do desenvolvimento humano: afetivo, motor,
cognitivo e social, numa perspectiva inclusiva.
Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se
observe a diversidade presente em sala de aula, onde o modo de aprender de cada criança muitas vezes é
único e próprio. Assim, o momento do reforço escolar aparece como propício ao trabalho com atividades
diversificadas, de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece tanto
o aluno com dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita,
naquele momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação
contínua para alunos que evidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os
professores regentes são os responsáveis pelo atendimento de pequenos grupos de alunos, no contra turno,
semanalmente, às terças ou quintas feiras, de acordo com a disponibilidade do professor. O tempo sugerido é de
cerca de uma hora, embora tal decisão esteja a critério do professor, que realiza as adaptações necessárias. As
atividades serão planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho repetitivo e
rotineiro. Cabe ao professor regente definir a necessidade, o tempo de mediação, o período de duração, as
estratégias e o público da intervenção.
A Formação Continuada acontece, conforme previsto em legislação própria, às quartas–feiras, durante
a Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10,
com o apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das
próprias coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação
continuada como um momento de articulação entre teoria x prática. Conforme Madalena Freire: “Professor
algum é dono de sua prática, se não tem a reflexão de sua prática na mão”. O foco das formações continuadas
para 2018 está definido no Plano de ação da coordenação Pedagógica.
A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e
um psicólogo itinerante. A EEAA desenvolve seu trabalho baseado em Orientação Pedagógica própria e no
Plano de Ação, anexo. Orienta os professores regentes na melhor forma de atuação junto aos alunos
encaminhados e conta com espaço/tempo próprios para planejamento com o professor regente. A EEAA tem
participação efetiva no Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior e desde 2017 é responsável
pelo Projeto de Transição.
A Sala de Recursos, conta com um profissional para o atendimento requerido por sua Orientação
Pedagógica específica e Plano de Ação, anexo. Além do atendimento junto ao aluno ANEE, atua junto ao
professor orientando seu planejamento e suas práticas. Participa do Conselho de Classe e constitui-se em
referência para as estratégias de inclusão. Juntamente com a Coordenação Pedagógica promove formações
para os Monitores (no momento em número de 01) e Educadores Sociais Voluntários – ESV que atuam no
atendimento aos alunos especiais.
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O Serviço de Orientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho
guiado por Orientação Pedagógica específica e Plano de Ação, anexos. É responsável por atuar junto às
questões disciplinares, tem forte atuação no Conselho de Classe.
A Escola Classe 10 conta com um monitor concursado que atua junto aos alunos especiais apoiando as
necessidades especias nas atividades da vida diária, atividades pedagógicas, uso e controle dos materiais
pedagógicos, realização de atividades motoras, ludo-recreativas, artísticas e culturais. O monitor apoia, ainda, o
controle comportamental do aluno sob orientação da equipe pedagógica .
Os Educadores Socias Voluntários desenvolvem junto ao aluno com necessidades especiais atividades
similares ao do monitor concursado, devendo apoiar o aluno especial nas atividades da vida diária (alimentação,
uso do banheiro, higienização, escovação; no desenvolvimento das atividades da Educação com Movimento e
outras de cunho lúdico ou recreativas desenvolvidas no espaço escolar ou fora dele, auxiliar o estudante na
organização e uso dos materiais escolares, apoiar o estudante quando este apresentar episódio de alteração no
comportamento, buscando intervenção.
A escola abriga ainda, Educadores Sociais Voluntário atuando na Educação Integral auxiliando os
estudantes nas atividades da vida diária, orientando os momentos de refeição, higienização e escovação. Dando
suporte na organização e uso dos matérias pedagógicos, desenvolvendo as oficinas conforme Plano de Ação,
acompanhando os estudantes nas atividades desenvolvidas dentro e fora da unidade escolar, zelando pela
segurança e integridade física dos mesmos. Os educadores Sociais Voluntários recebem capacitação da
Coordenação Pedagógica da Educação Integral em pareceria com a Coordenação Pedagógica do ensino regular
e da Equipe de Apoio, conforme demanda.
A proposta pedagógica da SEEDF é regida pelo Currículo em Movimento da Educação Básica do
Distrito Federal: currículo de educação integral que objetiva ampliar tempos, espaços e oportunidades de
aprendizagem.
Ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens
53
A enturmação na EC10 de Taguatinga rege-se pelos documentos legais, tanto a formação das turmas,
quanto o número de alunos atendidos em cada sala, em função do espaço e das reduções pleiteadas pelos
alunos portadores de necessidades educacionais especiais. Juntamente com essa enturmação, resguardadas as
prerrogativas legais, ocorre uma enturmação pedagógica, organizada pela Supervisão e Coordenação
Pedagógica, com o apoio do corpo docente, do Serviço de Orientação Educacional, da Sala de Recursos e da
EEAA.
A enturmação pedagógica visa equilibrar as turmas para que não haja turmas fortes e fracas. Busca-se
ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às
necessidades e potencialidades observadas pelo professor e demais equipes ao longo do ano.
54
CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo
educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e
principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma
permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do
crescimento já alcançado.
Avaliar é também, buscar subsídios para a prática docente e administrativa, indicando a importância da
manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo,
falhas ou disfunções que comprometam o sucesso escolar.
A Secretaria de Educação amplia, em suas diretrizes a noção de avaliação, indo além das avaliações
da aprendizagem, orientando a articulação das avaliações em três níveis: aprendizagem, institucional e larga
escala. Adota-se nessa articulação a função da avaliação formativa, onde, além de colher dados, além de se
analisar o produto final, têm-se a intenção interventiva. É com essa concepção que a instituição de ensino
trabalha.
Por ser um processo contínuo, sistemático e intrínseco ao ato de educar, a avaliação deve ser
planejada e norteada por critérios previamente estabelecidos, conhecidos e entendidos por todos, visto que, o
resultado final reflete o fracasso ou sucesso de todos os envolvidos.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis
acerca dos instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se
coparticipante no desenvolvimento escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e
incentivar práticas efetivas de participação desse segmento na construção da gestão democrática.
Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho
pedagógico, dos procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir
a presença desses atores no conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão
democrática são formas de gerar o protagonismo desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição
de ensino se compromete. Para tanto, são realizadas as reuniões com responsáveis bimestralmente,
onde são comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem dos estudantes, onde se
discute esse resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o estudante
alcance a meta planejada.
Embora ocorram momentos específicos de aferição da aprendizagem para planejamento de
intervenções, a avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas
individuais e/ou grupais que interferem no sucesso escolar.
55
Nesse sentido, todo trabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios,
definidos no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a
participação de todos os segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da
instituição com fins de intervenção.
O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível
entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe
acontece bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA,
Sala de Recursos), professores de Educação Física, coordenação pedagógica. A ausência de espaço-tempo e o
zelo para com os dias letivos previstos não permite que o Conselho de Classe seja realizado com a participação
de ambos os turnos, o que seria ideal. Assim, cada conselho é realizado no turno contrário à regência do
professor, sendo divididos em Conselho do BIA e dos 4°s e 5°s anos. Viabilizar a participação dos
pais/responsáveis em todos os conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados
colhidos no conselho são registrados em ficha própria da Secretaria de Educação e em portfólio das turmas aos
cuidados da coordenação pedagógica. As observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e
retomadas posteriormente para providências. A escola acredita assim encampar a orientação de proceder uma
avaliação formativa, sendo essa entendida como aquela realizada com fins de intervenção.
Conselho de Classe Participativo
Todos os segmentos e setores da escola são avaliados durante o Conselho de Classe, no entanto esse
não é o único momento em que tal avaliação acontece.
As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas
semanais constituem–se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as
fragilidades identificadas sofrem intervenção imediata. A recepção da escola conta com um instrumento
permanente de avaliação para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são
56
repassadas aos setores responsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados
através dos diversos instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são
tabulados e apresentados à comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento, a
comunidade é ouvida e suas dúvidas, sugestões e/ou críticas são debatidas coletivamente. Os dados da
Avaliação Institucional têm sido amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem
disponíveis em versão impressa para toda comunidade.
Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional
Os resultados das avaliações externas tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de
estudo em coordenações coletivas. A coordenação Pedagógica da escola classe 10 de Taguatinga prima pela
ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática da matemática, bem como dos níveis de
leitura e produção textual temas advindos de nossas reflexões a respeito dos dados avaliativos produzidos
pela escola, bem como daqueles apresentados pelas avaliações em Larga Escala. Toda essa dinâmica solicita
do coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de textos, organização
de oficinas pedagógicas, a implementação de construção dos planejamentos para o trabalho em sala de aula
mais integrados e reflexivos em torno das concepções do ato educativo de aprender e ensinar, que
caracterizem a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. Observa-se, ainda, a
necessidade de trabalhar junto à comunidade escolar a compreensão dos dados divulgados, a fim de que seja
superada a noção de ranqueamento entre as unidades escolares.
A avaliação diagnóstica denominada Aula Entrevista (um conjunto de tarefas realizadas individualmente
com o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no
processo de alfabetização e na pós-alfabetização) é utilizada na escola sempre que sua necessidade é
identificada o que não inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos. Não nos cabe
aqui, falar sobre os passos e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma obra específica, até
então denominada Aula Entrevista, Geempa, Esther Pillar Grossi. Também não nos cabe teorizar sobre ela,
porque tem sido, ao longo dos últimos anos, objeto de estudos em teses acadêmicas. A Aula Entrevista sugere
uma intimidade necessária para o estabelecimento de vínculo afetivo dando abertura para o conhecimento que
se pretende construir. No que diz respeito à avaliação diagnóstica dos esquemas de pensamento no processo
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de alfabetização, cabe ressaltar que cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de
critérios científicos rigorosos e cada uma corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e
conceituado pelas crianças.
Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou
aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo
professor são retomados para compor uma avaliação contínua.
O corpo docente da Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao
conteúdo que tem sido desenvolvido na e pela escola. Uma atividade cujos objetivos são: a criação do hábito de
estudo; oportunizar a sistematização do que foi aprendido e percepção de quais estratégias de meta-
aprendizagens são úteis para fortalecer sua autonomia como estudante. A discussão mais aprofundada acerca
do assunto é um desafio, visto que existe um abismo entre as concepções explanadas e as práticas correntes.
Significativa parcela dos pais/responsáveis declarou não ter dificuldade em acompanhar o
desenvolvimento escolar dos filhos e elencaram o dever de casa como uma das estratégias utilizadas para
realizar esse acompanhamento. Aproximar o cotidiano escolar do contexto familiar constitui-se outro ganho. O
dever de casa informa ao professor as dificuldades do aluno para que intervenções possam ser planejadas. O
dever de casa pode ser de três tipos: atividades de sistematização dos conhecimentos, atividades de introdução
de conteúdos (preparatória) e atividades de aprofundamento.
A frequência semanal das tarefas de casa varia de acordo com a idade da criança, aumentando
gradativamente do primeiro para o quinto ano. Está claro que as atividades de casa devem ser retomadas pelo
professor e corrigidas (quando for o caso) em sala de aula, pois assim obtém-se um retorno das habilidades
desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a responsabilidade dos pais nesse momento limita-se a
monitorar a realização desse dever de casa, estabelecendo uma rotina para sua realização com local adequado.
A função do responsável pode estender-se para alguma orientação específica ou enriquecimento da atividade
caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no entanto, não substitui a ação especializada e
planejada de ensino do professor. É responsabilidade do professor fornecer ao aluno todo esclarecimento para
a realização do dever de casa, indicando roteiro, bibliografia para pesquisa e sites na internet, quando
necessário. É responsabilidade do aluno comprometer-se com a realização do dever de casa, mobilizando todo
seu conhecimento e habilidades já adquiridas.
Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos
conteúdos e os objetivos a alcançar. Os professores têm autonomia para decidir seus critérios de avaliação
dentro da legalidade e dos pressupostos teóricos definida pelas Diretrizes de Avaliação Educacional, triênio
2014/2016, vigente até o presente momento. Os responsáveis, bem como os estudantes, devem ser
esclarecidos acerca dos instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação adotados pelo professor. A Escola
Classe 10 zela pela manutenção de múltiplos instrumentos de avaliação, uma vez que a avaliação não deve se
restringir apenas ao aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da aprendizagem, de forma a
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evidenciar o desenvolvimento de diferentes competências, exigidas por cada um deles. Os instrumentos
utilizados pela EC10 estão contemplados nas Diretrizes de Avaliação Educacional / 2014/2016: provas,
portfólios, registros reflexivos, pesquisas, trabalhos em grupos, trabalhos individuais, A auto avaliação é
conduzida na perspectiva formativa. Ou seja, o educando é levado a refletir acerca do desempenho obtido e o
que poderia ter auxiliado em um desempenho superior.
A recuperação ocorre de forma paralela ao longo do processo sempre que o objetivo não for alcançado
ou outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a
detecção de sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades
diversificadas, reforço escolar, projeto interventivo e outros.
O desempenho do aluno é registrado em ficha própria, bimestralmente, conforme orientação da SEEDF
e socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem
trabalhados, com vistas a um melhor rendimento. Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de
classe do professor e no relatório de avaliação (RAV), sendo comunicados aos pais e alunos, mediante
instrumento próprio, em reuniões, ao término de cada período escolar.
As reuniões de pais/responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para
socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os
responsáveis que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou
telefone. Na ocasião, os pais são esclarecidos acerca da necessidade de seu acompanhamento na vida escolar
do filho. Tal estratégia tem apresentado resultados positivos. A escola encontra-se preparada para, em caso de
necessidade, acionar outras instâncias de amparo à criança como Conselho Tutelar e Ministério Público.
Existe na escola outro tipo de espaço para a reunião de pais/responsáveis que surge a partir da
avaliação formativa desenvolvida em nossa instituição. Tratamos aqui que visa promover a articulação entre a
família e a escola. Tem como propósito desenvolver a cultura de paz, criar espaços de diálogo sobre temas
diversos que atingem a nossa vida cotidiana no processo educativo de crianças e jovens. Há uma programação
de que esses encontros com a presença dos familiares, dos professores e dos demais funcionários da escola
ocorram pelo menos uma vez a cada semestre.
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ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Currículo em Movimento adota uma teoria do currículo objetivando “definir intencionalidade formativa,
expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e
orientar a organização das práticas da e na escola”. Dessa forma, a teoria que fundamenta o currículo da
SEEDF é a Teoria Crítica que tem como pressupostos “a desconfiança do que é natural, o questionamento à
hegemonia do conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da
não neutralidade do currículo e do conhecimento, a busca da racionalidade emancipatória x racionalidade
instrumental, a busca do compromisso ético ligando valores universais aos processos de transformação social”.
A Teoria pós-critica do currículo aparece também fundamentando o currículo quando além de ensinar a
tolerância e o respeito, provoca análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas.
O Currículo em Movimento propõe uma maior integração entre os níveis do Ensino Fundamental e uma
proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais
(Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a
Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do
currículo é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as
aprendizagens e fortalecendo a participação cidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização,
transversalidade, diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada.
Nessa perspectiva, todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e
curriculares.
Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares: Participação nos jogos interescolares
Ainda de acordo com o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, os conteúdos
são organizados em torno de temas/ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade,
cidadania e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os
componentes curriculares.
Conforme explicitado ao longo do presente documento, a Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve
os eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto Político Pedagógico, atrelado
aos conteúdos curriculares, partindo das necessidades identificadas na avaliação diagnóstica.
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Para 2018 o grupo analisa o sentido da missão expressa no PPP refletindo as possibilidades dessa
missão atender as expectativas de ensino-aprendizagem. A partir daí procurou-se evidenciar, partindo dos dados
colhidos na Avaliação Institucional, quais as metas de desenvolvimento para cada turma e quais os desafios
comuns a toda escola ( foco na leitura inferencial e na resolução de problemas). Conteúdos curriculares e
projetos são articulados em função das necessidades elencadas após a avaliação (organizadora ).
O trabalho curricular da escola não se encontra estruturado em torno de datas comemorativas. Ao
analisar as intencionalidades pedagógicas que sustentam um trabalho assim organizado, o corpo docente
percebe o forte apelo consumista, bem como as poucas oportunidades de questionar e debater os conceitos
postos e assimilados pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à
proposta apresentada pela Secretaria de Educação que abraça as teorias crítica e pós-crítica como
pressupostos teóricos do currículo.
Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em
seu interior, a EC10 não se furta de abordar temáticas de interesse dos alunos e da comunidade, mesmo
quando de teor comemorativo. Esse trabalho busca afirmar e legitimar o pertencimento cultural da criança e de
sua família. Com o cuidado de não estimular o caráter consumista de certas datas, preservando o aspecto
afetivo e cultural de outras, dosando com o aspecto crítico, ao longo do ano aparecem no trabalho escolar: a
festa junina, a reflexão de páscoa e o auto de nata solidário. Esclarecemos que o trabalho com tais eventos está
justificado nos projetos específicos, anexos. E, no momento, a permanência de tais eventos comemorativos
encontra-se em debate junto ao corpo docente.
Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se
necessário destacar a Educação para a Diversidade como eixo transversal, onde mais do que apenas
“reconhecer as diferenças”, é necessário refletir sobre elas: “as relações e os direitos de todos”. É um eixo que
requer formação continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e
interdisciplinar. Para tanto, considera-se os valores culturais do estudante e de sua família.
O aluno, protagonista do ato de aprender, é estimulado em todos os momentos a questionar, manifestar
ideias, dúvidas e opiniões, enunciar conceitos e descobertas, fazer associações, pesquisar, concluir, entre outras
atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o fortalecimento
da autonomia e da solidariedade.
As equipes docente e técnico-pedagógica têm a sensibilidade de integrar conhecimentos, linguagens e
afetos, considerando as experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de
identidade, valores, experiências e modos de vida próprios, que são considerados e discutidos de forma crítica,
construtiva e solidária.
A organização curricular da EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas,
semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver
habilidades específicas para que o aluno possa produzir conhecimento a partir dessas tecnologias: necessidade
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nascida do eixo Educação em e para os Direitos Humanos. O trabalho do laboratório de informática está descrito
no Plano de Ação integrado a esse documento e seu funcionamento depende de profissional readaptado. O
mesmo processo acontece com o funcionamento da Sala de Leitura que também tem sua necessidade
embasada nos eixos do Currículo em Movimento (Letramento, Ludicidade, Educação em e para os Direitos
Humanos), funciona conforme Plano de Ação e depende de profissional readaptado.
A Educação com Movimento funciona conforme projeto anexo (p 201). Na realidade da Escola Classe
10 de Taguatinga, o projeto tem ótima aceitação por parte da comunidade. Os profissionais envolvidos somam
com um olhar diferenciando enriquecendo as práticas pedagógicas desenvolvidas no cotidiano escolar. A
participação dos profissionais da Educação com Movimento no Conselho de Classe acrescentou significativa
qualidade ao processo.
Destacamos a integração do projeto no cotidiano institucional, especialmente no desenvolvimento das
atividades com o aluno especial.
As atividades são planejadas em conjunto com o professor regente com o apoio da Coordenação
Pedagógica , Sala de Recursos e Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem; sempre que necessário.
Observa-se que o projeto ampliou as oportunidades de nossos alunos desenvolverem as habilidades
corporais e de participarem de atividades culturais.
O Projeto Plenarinha ganhou a adesão de todas as turmas do BIA _ Bloco Inicial de Alfabetização.
Avalia-se que o projeto agrega ganhos pedagógicos e gera estratégias para o alcance dos objetivos definidos na
Organização Curricular. O planejamento é feito com antecedência, as orientações externas chegam até a
coordenação local com tempo hábil para o desenvolvimento, de forma que o projeto é inserido no planejamento
de forma articulada ao currículo desenvolvido, integrando-se perfeitamente ao trabalho pedagógico das turmas,
sem gerar sobressaltos, interrupções ou interferir negativamente na rotina escolar.
As turmas de quintos anos aderiram ao Circuito de Ciências e, embora as orientações externas não
cheguem de forma tão célere quanto a Plenarinha, o tema é discutido na Organização Curricular e nas
coordenações de forma que o projeto não seja um momento estanque no meio do trabalho desenvolvido. Mas ao
contrário, que os estudantes coloquem á disposição do projeto os conhecimentos adquiridos e sejam desafiados
a buscarem mais, de forma articulada ao currículo.
Desde 2015 a instituição vem desenvolvendo um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da
matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das
aprendizagens dos estudantes e dos professores. Sendo assim, houve um investimento na formação profissional
in loco com temas relacionados ao trabalho com a matemática nos anos iniciais. Em 2016 houve uma mudança
no quadro de funcionários (docentes) implicando na retomada das discussões já iniciadas em 2015.
Apesar de os índices das avaliações externas indicarem que a escola tem alcançado os níveis previstos
(meta) é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantando e implementando projetos,
estratégias e análises críticas das aprendizagens dos estudantes, ainda são um desafio. Mesmo porque o
próprio trabalho com todos os blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando ocorrem nem
sempre estão articulados com outras áreas do conhecimento.
62
O Ensino Fundamental de 9 anos da Escola Classe 10 de Taguatinga destina-se à formação de
crianças e pré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto
realização, projetos de vida e exercício consciente da cidadania plena.
A Matriz Curricular para o Ensino Fundamental – anos iniciais, no Distrito Federal, prevê:
Matriz Curricular prevista
Professores reunidos em Organização Curricular
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PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
GESTÃO PEDAGÓGICA
Considerando todo o exposto anteriormente, todos os documentos legais aos quais se filiam a presente
proposta, considerando ainda a Portaria de distribuição de turmas / 2018 (onde se explicita os tempos de
regência e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10 segue as
determinações legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo, respeitando os
tempos de formação continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar). Ou seja, o
planejamento do professor regente ocorre semanalmente, por ano, por turno.
Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, trata-se da
Organização Curricular, quando os professores, acompanhados da coordenação pedagógica, reúnem-se, por
ano, ambos os turnos. Mais do que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de
experiência entre os docentes e na reflexão acerca dos instrumentos de avaliação a serem utilizados. Trata-se
da articulação entre temas x eixos x áreas curriculares x Projeto Político Pedagógico. Os resultados são
registrados em fichas próprias, todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da
coordenação e demais profissionais. A organização curricular por bimestres é disponibilizada aos responsáveis.
As Semanas Pedagógicas, no início do ano letivo e do semestre, também se configuram em
importantes momentos de planejamento: é retomado o PPP da instituição, são definidos os projetos e eventos
institucionais e são levantadas as fragilidades e potencialidades...
Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos, o
planejamento realizado anteriormente pode ser revisto, ajustado...
As reuniões de pais e responsáveis são definidas no início do ano letivo, com base no calendário
escolar e na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto por
meio digital (blog) quanto por comunicado pessoal oral e escrito. São planejadas cinco reuniões com os
responsáveis, sendo a primeira o contato inicial com o professor e sua metodologia de trabalho. As demais
visam, principalmente, a divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente. Participam
de tais reuniões, os responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da equipe diretiva
e/ou pedagógica, desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O Serviço de Orientação
Educacional, bem como o profissional da Sala de Recursos e do EEAA, também divide seu tempo a fim de
participar das reuniões. Também é o momento em que os profissionais ligados à Educação Integral e à
Educação com Movimento estão à disposição dos pais e responsáveis.
Os momentos de coordenação pedagógica, sejam coletivos e/ou individuais constituem-se em
momentos abertos à avaliação da aprendizagem. Assim, sempre que identificadas fragilidades ou experiências
de sucesso, as mesmas são compartilhadas com o grupo. Entende-se que as intervenções devam ser imediatas
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em casos de alunos cuja aprendizagem não corresponda às metas estabelecidas. Potencialidades ou
necessidades identificadas são refletidas no espaço da coordenação pedagógica (entendendo-se por espaço
não só as reuniões coletivas de formação às quartas feiras, mas também todo momento construído para
organizar a escola pedagogicamente , a saber: a organização curricular, os pré-conselhos e conselhos de
classe, a avaliação institucional, o planejamento comunitário). Dessa forma, os projetos específicos abraçados
por essa instituição e descritos em capítulo próprio têm se constituído em estratégias motivadoras e
potencializadoras da aprendizagem. O grupo é sempre levado a refletir acerca de quando executar o projeto,
porque executar e, principalmente, quais os ganhos pedagógicos envolvidos ? O projeto em si e sua forma de
desenvolvimento contribui para que a escola alcance a meta projetada ?
Nessa linha de pensamento é que os projetos advindos das instâncias superiores da Secretaria de
Educação são acolhidos na EC10/Tag. A Educação com Movimento, o Projeto Plenarinha e o Circuito de
Ciências, todos descritos neste documento.
A Educação Integral conta com Plano de Ação próprio, integrado a este PPP. Atende preferencialmente
alunos em situação de vulnerabilidade social e com baixo rendimento escolar, com histórico de retenções e/ou
defasagem idade-série. Além de atividades lúdicas, culturais e esportivas, o projeto desenvolve atividades
voltadas para a aprendizagem de matemática, leitura e escrita..
A EC10 assegura a aprendizagem de seus alunos através do diagnóstico, conhecendo onde cada aluno
se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar, atividades
diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação Formativa e na
possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os professores são orientados a
realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem sempre que julgar
necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no seu planejamento e atuação junto aos
alunos. Os professores regentes têm garantido o suporte do profissional especializado da Sala de Recursos e do
pedagogo da EEAA para planejamento e atuação eficientes.
A Sala de Recursos , a EEAA e a Orientação Educacional trabalham de forma independente, porém
integrada, potencializando o trabalho pedagógico da instituição, conforme Planos de Ação , anexos. A Sala de
Recursos, apesar de desfalcada em um profissional, no momento, garante o atendimento a todos os alunos
especiais, conforme legislação vigente, além de realizar os atendimentos necessários aos responsáveis e
oferecer o suporte necessário ao planejamento do professor regente e a atuação dos monitores e ESV.
O Calendário interno / 2018 da EC10 (anexo) foi aprovado em assembleia escolar realizada no início do
ano letivo e encontra-se devidamente registrado em ata.
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS
Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar a
escola encampa os projetos de apoio à aprendizagem, a formação continuada bem como o planejamento
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coletivo e individual. Além disso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em função do
fazer pedagógico.
A análise dos resultados da Avaliação Institucional e de Larga Escala são importantes aliados na
reflexão acerca das possibilidades de intervenção nos resultados apresentados pela escola. A aprendizagem
dos alunos é refletida diariamente no planejamento, na aplicação das atividades, no desempenho frente às
metas estabelecidas. É refletida ainda durante o Conselho de Classe onde as perguntas “o que o aluno
aprendeu”, “o que não aprendeu”, “o que deve ser feito para que ele aprenda” devem ser respondidas.
O acompanhamento de frequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados
acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A
infrequência reincidente é encaminhada ao Conselho Tutelar, conforme legislação vigente. É meta da escola
zerar a reprovação por infrequência. Nesse quesito já tivemos reduções significativas.
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GESTÃO PARTICIPATIVA
A Escola Classe 10 de Taguatinga, fiel às determinações da SEEDF, apresenta em sua composição os
órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido pela
instituição educacional.
A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente Projeto
Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidade com as leis
vigentes e documentos da Secretaria de Educação do Distrito Federal.
É meta da EC10 fortalecer a participação do Conselho Escolar nas decisões que lhe cabem conforme a
Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que melhor se
compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são amplamente
anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade escolar, que não
somente os conselheiros eleitos, são convidados a participarem das reuniões públicas, pois mesmo sem direito a
voto, têm direito a voz e o Conselho Escolar, através de seus membros, tem mais uma oportunidade de
conhecer os anseios e necessidades daqueles que efetivamente representa. A equipe faz ao Conselho Escolar a
prestação de contas pedagógica, informando dados, estatísticas e outras questões pertinentes.
A Escola conta com um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas,
constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone,
comunicados, agenda, e-mail, murais e faixas.
A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos
documentos, procedimentos e direitos dos alunos e de seus responsáveis. O processo de construção do Projeto
Político Pedagógico tem sido amplamente divulgado por meio dos canais de comunicação da escola. Da mesma
forma, tem-se compartilhado os documentos oficiais da Secretaria de Educação em sua íntegra e em sínteses
no blog, após apresentação e estudo dos mesmos com a comunidade escolar em reuniões específicas.
As reuniões do Conselho Escolar são abertas a participação da comunidade, que embora, sem direito a
voto direto, toma conhecimento e expressa sua opinião acerca dos rumos que a escola tem tomado.
GESTÃO DE PESSOAS
A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o Plano de Gestão (anexo), apresentado à comunidade
escolar por ocasião das eleições para diretores, parte fundamental da Gestão Democrática. O plano foi
elaborado a partir das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas detalhados nesse
documento hoje fazem parte do PPP, pois, entende-se que a comunidade escolar se identifica com concepções
expressas no plano de gestão.
A equipe gestora da EC10 busca encampar uma administração voltada para o fazer pedagógico, de
olho na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As
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intervenções identificadas como necessárias são realizadas da forma mais imediata possível, através do diálogo
e da escuta sensível.
Espaço de formação individual e coletiva, a coordenação pedagógica obedece às diretrizes
estabelecidas legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que dispõem de
uma carga horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formação continuada e atendimento
individualizado ao aluno, quando este atendimento se faz necessário.
Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração por
uma prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância com o
alcance dos objetivos propostos, viabilizando a atuação de todos os atores da comunidade escolar.
A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o
acompanhamento pedagógico junto ao professor, com o zelo pela implementação do Projeto Político
Pedagógico da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o
trabalho em toda rede de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de Avaliação,
as metas estabelecidas para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais documentos
junto aos diversos segmentos escolares.
A EC10 defende a atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos
oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal &
Estratégia Pedagógica do BIA), destrinchados no Plano de Ação da Coordenação Pedagógica (anexo); para que
o coordenador não seja “engolido” pelo cotidiano nem pelas necessidades emergenciais decorrentes da falta de
planejamento dos órgãos maiores aos quais a unidade escolar se encontra vinculada.
O Serviço de Orientação Educacional está estruturado com uma orientadora. O Plano de Ação do
Serviço de Orientação Educacional encontra-se anexo.
A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal, é
subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento à
comunidade escolar em sua área de atuação, coordena o remanejamento escolar, a renovação de matriculas, a
efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais vigentes. Outras ações
específicas são acrescidas às funções da secretaria escolar, contribuindo para a organização e funcionamento
da escola.
O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos
documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar
igualitariamente todos os alunos, sem distinção de qualquer natureza, executar tarefas de registro e
planejamento pedagógico, conforme legislação vigente, cumprir os dias e horas letivos estabelecidos, zelar pela
aprendizagem dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de adequação
curricular e recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os projetos e
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programas implementados pela Secretaria de Educação, cumprir os prazos legais referentes à vida escolar do
aluno (diários, relatórios e outros), participar das ações referentes à integração escola-comunidade.
Além das funções descritas o corpo docente compõe o Conselho de Classe.
O Conselho de Classe é um órgão colegiado de professores, cuja principal função é acompanhar e
avaliar o processo de ensino, educação e aprendizagem. Devem participar do Conselho de Classe, além dos
professores: o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e o
representante dos alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço
Especializado de Apoio à Aprendizagem e da Sala de Recursos, além de outros que se julgar necessários.
Analisar o rendimento dos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos,
deliberar sobre procedimentos disciplinares, casos de aprovação e reprovação, analisar, discutir e refletir sobre a
proposta pedagógica da instituição, são as principais competências do Conselho de Classe.
Soberano para propor mudanças, aplicar recursos e estratégias, o Conselho/comissão contribui de
modo eficaz para o aperfeiçoamento gerencial, administrativo e docente, a eliminação das causas do insucesso
escolar, o amadurecimento e retomada do aluno diante de seu próprio rendimento, sempre que este não for
satisfatório e a busca do aprimoramento.
O Conselho de Classe deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas a
serem colocadas em prática, uma vez diagnosticadas as dificuldades encontradas em cada período escolar.
Nesse sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõe a realização de reuniões ordinárias do Conselho ao
término dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda reunir-se em caráter
extraordinário sempre que algum fato ou necessidade pedagógica justificar sua convocação.
Os monitores e Educadores Sociais Voluntários têm suas funções descritas em documentos próprios .
Basicamente resumidas no cuidado com os estudantes que apoiam seja nas atividades desenvolvidas no
espaço escolar ou fora dele (caracterizadas como atividade pedagógica). Apoiam os estudantes nas atividades
da vida diária , no cuidado pessoal, na locomoção, quando necessário, no alimentação e higienização, no
desenvolvimento de atividades motoras, esportivas, sociais, culturais e pedagógicas, na organização e uso dos
materiais pedagógicos; sempre sob a orientação da equipe pedagógica, do professor regente e/ou do
coordenador da educação Integral (quando se trata de ESV atuando nesse atendimento). Os ESV que atuam na
Educação Integral têm responsabilidades ainda com o desenvolvimento das oficinas descritas no Plano de Ação
e com o deslocamento dos alunos que fazem atividades no Projeto PESC- parceiro da Educação Integral. A
equipe gestora organiza as formações para esses profissionais baseado nas deandas observadas, contando
com o apoio das equipes especializadas (EEAA, Sala de Recursos , OE) e da Coordenação Pedagógica,
articulando formadores externos sempre que necessário.
Os funcionários que prestam serviço na portaria zelam pela entrada e saída da comunidade escolar nas
dependências da escola durante os períodos letivos, recepcionando os alunos. São funcionários readaptados,
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pois os concursados para a função foram aposentados e a SEEDF não providenciou a substituição nem aprovou
o pedido de terceirização.
Os funcionários da vigilância zelam pelas dependências da escola e seus patrimônios no período em
que a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais concursados da
própria SEEDF.
O trabalho dos funcionários da cozinha possibilita o oferecimento de lanche aos alunos do Ensino
regular, diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias, nutricionais e
pedagógicas da Secretaria de Educação. Realizado com a empresa terceirizada CONFERE, supervisionado por
um coordenador de alimentação escolar, profissional readaptado.
Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral
relacionado ao prédio público. Realizado com a empresa terceirizada MANCHESTER.
A escola conta ainda com quatro funcionários da carreira assistência readaptados ou em processo e
nove professores readaptados ou em processo, cujas funções estão definidas em plano de ação próprios,
anexos.
GESTÃO FINANCEIRA
A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação. A
Escola conta com o Conselho Escolar para discussão, aprovação e divulgação dos gastos realizados. Conta
ainda com a assessoria de um escritório de contabilidade. A prestação de contas das diferentes verbas
recebidas pela escola encontra-se à disposição da comunidade escolar para apreciação, conhecimento e
fiscalização.
GESTÃO ADMINISTRATIVA
Os encaminhamentos administrativos e pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão
em harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o
respeito à LDB, a busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às
necessidades regionais e locais. O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com
autonomia e responsabilidade as atividades inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita
e auxilia os demais. O objetivo é a construção coletiva de uma gestão onde o setor administrativo
exista em função do fazer pedagógico de qualidade e a escola em função do aluno, respeitando os
princípios e finalidades da gestão democrática (a grosso modo: participação da comunidade, o respeito
à pluralidade e diversidade, a autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a garantia da
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qualidade social, a democratização das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do
profissional da educação.), todos explicitados em documentos próprios da SEEDF.
A EC10 trabalha com funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha. Os
funcionários de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar estão sujeitos às regras da própria
empresa e da SEEDF. Serviços de desratização, poda de árvores e grama são solicitados à empresa
responsável pela manutenção.
Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com
as necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela
equipe pedagógica a fim de atender as necessidades de todos. É consenso que a escola não deixa a
desejar no que se refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o
trabalho administrativo a serviço do fazer pedagógico.
A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o zelo e manutenção do prédio público
realizando os reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas
Públicas do Distrito Federal.
A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam
patrimônio a fim de garantir a segurança dos mesmos.
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PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÃO COLETIVA
PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Fortalecer a participação do Conselho Escolar nas ações definidas como próprias;
 Aprovar, acompanhar, fiscalizar e divulgar o uso das verbas administradas pela escola;
 Aprovar as Normas de Convivência Escolar;
 Zelar pela realização da Avaliação Institucional garantindo mecanismos de participação da comunidade
escolar;
 Aprovar o calendário escolar interno, zelando pelo cumprimento do mesmo;
 Zelar pela qualidade do atendimento ao aluno incluso;
 Intermediar conflitos de natureza pedagógica ou administrativa, quando necessário;
 Atuar como instância recursal para o Conselho de Classe;
 Divulgar e debater os índices de rendimento, evasão e repetência propondo mecanismos que
assegurem a aprendizagem;
 Fiscalizar a gestão da unidade escolar.
AÇÕES / ESTRATÉGIAS
 Realizar reuniões públicas periódicas com a participação da comunidade escolar;
 Participar dos cursos de formação para conselheiro escolar realizado pela Secretaria de Educação;
 Realizar reuniões periódicas para aprovação dos gastos realizados com as verbas públicas;
 Fiscalizar a contabilidade apresentada pela gestão da unidade escolar;
 Disponibilizar a contabilidade aprovada para consulta e conhecimento da comunidade;
 Realizar reunião específica para conhecimento, debate e aprovação do Regimento Interno Escolar e do
Calendário Escolar Interno;
 Acompanhar a realização das reuniões previstas no Calendário Escolar para Avaliação Institucional;
 Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas
Avaliações Institucionais;
 Fiscalizar e propor ações que fortaleçam o atendimento qualitativo do aluno incluso;
 Promover reuniões sempre que solicitado pela comunidade escolar a fim de atuar como instância
recursal nos casos em que a atuação do Conselho de Classe for considerada insuficiente;
 Fiscalizar a divulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação
implantados pela escola;
 Acolher queixas e sugestões da comunidade escolar acerca da gestão pedagógica e administrativa da
unidade escolar.
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RESPONSÁVEIS
Membros eleitos do Conselho Escolar:
Edson Ribeiro da Cunha - PAI - RESPONSÁVEL
João Lucas Coelho - CARREIRA ASSISTÊNCIA
Albenise Alves Rodrigues de Jesus – CARREIRA ASSISTÊNCIA
Claudia Moraes da Costa Vieira – CARREIRA MAGISTÉRIO
Giselle Nunes Carnaúba – PAI - RESPONSÁVEL
CRONOGRAMA
Reuniões Ordinárias – Mensais;
Reuniões Extraordinárias – Sempre que solicitado pela comunidade escolar observando os prazos exigidos na
Lei da Gestão Democrática;
Participação em Cursos – Observando a oferta da SEEDF;
Fiscalização Financeira – bimestralmente, na apresentação da contabilidade, sempre que necessário;
Acompanhamento da Avaliação Institucional – Nas datas previstas pela SEEDF ao longo do ano;
Permanente nas demais ações previstas.
Conselho Escolar
PLANO DE AÇÃO 2018 : SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
I-Contextualização – breve diagnóstico da realidade escolar:
Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda, atendendo 562
alunos, na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação Básica. Alguns destes são
moradores de outras regiões administrativas.
Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições, necessitando de alguns
reparos. O prédio é constituído de alvenaria, em quatro blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os
bebedouros e escadas/rampas de acesso. Percebe-se a adequação dos espaços destinados ao desenvolvimento das atividades
da Educação Integral.
O prédio tem 13 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos professores com
copa, saleta para equipe disciplinar, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina, pátio coberto, cozinha educativa, sala
de coordenação, salas para Educação Integral em número de 3, depósitos administrativo e pedagógico, banheiros para os alunos,
banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros para os professores e para os auxiliares, uma quadra coberta, pátio com área verde
e um parquinho, pátio de entrada coberto, guarita com banheiro, estacionamento descoberto, recepção.
Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador, aparelhos de som para todas
as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois computadores para o uso administrativo, três
computadores para uso da secretaria, dois computadores para uso da equipe gestora com impressoras; um notebook e
impressoras para uso da coordenação pedagógica, dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois
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computadores, duas impressoras e três notebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três
data show, lousa digital, duas máquinas fotográficas digitais, estabilizadores, extensões, microfones, caixas de som.
A proposta pedagógica, elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o desenvolvimento global das
crianças, é embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo Currículo em Movimento e demais documentos
norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e Ministério da Educação.
Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, esmera-se para ser dinâmica,
eficiente e atenta às necessidades do educando, buscando garantir a igualdade de acesso e condições efetivas de permanência e
desenvolvimento acadêmico.
A Orientação educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola, através da participação na
elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a compreensão da realidade, dos interesses e das
necessidades da comunidade escolar, especialmente dos alunos, visando sua interação e seu desenvolvimento social.
O Serviço de Orientação Educacional realiza o Projeto Nosso Recreio é 10, que envolve toda comunidade escolar, visando
contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia,
iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui com o ambiente em que vive.
O Projeto: Hábito de estudo, que irá ser implementado este ano, visa desenvolver hábitos de estudo entre os estudantes
dos 4° e 5° anos. O Projeto: Conviver melhor, a ser implantado com os alunos dos 1°, 2° e 3° anos, busca refletir sobre a qualidade
da convivência escolar possibilitando atitudes positivas que visem o bem comum. As ações interventivas no que diz respeito à
autoestima e à luta contra o Bulliyng são realizadas ao longo do ano com base nas necessidades das turmas.
II- Objetivo Geral
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Ser mediador nas diversas atividades desenvolvidas no espaço escolar, com os diferentes grupos que o compõe, contribuindo para
seu desenvolvimento integral do educando. Neste ano de 2018, os alunos estão distribuídos da seguinte forma:
Modalidade MATUTINO VESPERTINO
Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe
ENSINOFUNDAMENTALSÉRIESINICIAIS
1º A 28 0 Comum 1º D 28 0 Comum
1º B 28 0
Comum
2º C 15 1 Integração
Inversa
1º C 28 0 Comum 2º D 15 1 Integração
Inversa
2º A 18 2 Classe Comum
Inclusiva
2º E 18 2 Classe Comum
Inclusiva
2º B 30 0 Comum 2º F 15 1 Integração
Inversa
3º A 15 2 Integração
Inversa
3º D 18 2 Integração
Inversa
3º B 15 1 Integração
Inversa
3º E 18 2 Comum
Inclusiva
3º C 18 2 Comum
Inclusiva
4º C 22 1 Comum
inclusiva
4º A 20 2 Integração
Inversa
4º D 22 2 Comum
Inclusiva
4º B 33 0 Comum 4º E 22 2 Comum
Inclusiva
5º A 20 3 Integração
Inversa
5º D 24 2 Comum
Inclusiva
5º B 24 2 Classe Comum
Inclusiva
5º E 24 2 Comum
Inclusiva
5º C 24 2 Comum
Inclusiva
5º F 20 3 Integração
Inversa
TOTAL
TURMAS/ALUNOS
13 Turmas 301 16 13 Turmas 261 21
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GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
SECRETAR IA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
Subsecretaria de Educação Básica
Gerência de Orientação Educacional e Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem
Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga
Orientação Educacional
Plano de Ação 2018
Cronograma
METAS
PDE
Eixo Objetivos Ações / Atividades Responsáveis
Parcerias
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
01-Ações para
implantação e
implementaçã
o do Serviço
de Orientação
Educacional
Organizar e
sistematizar o
trabalho a ser
realizado na
escola
 Organizar e atualizar o arquivo de
registros de atendimentos realizados
junto aos estudantes, professores,
direção, pais e especialistas.
 Apresentar o serviço de Orientação
educacional e suas atribuições ao
corpo docente da escola.
 Proceder registros diários das ações do
SOE.
 Planejar plano de ação do SOE.
 Realização de algumas ações do plano
de ação. (atendimento aos pais, alunos
e professores)
x x x
x
x x x x x x x x x
x x
x x
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02 - Ações no
âmbito
Institucional
Conhecer a
clientela e
identificar a
demanda
escolar a ser
acompanhada
pelo SOE
 Elaborar, executar, acompanhar e
avaliar a Proposta Pedagógica da
escola.
 Participar dos eventos e datas
comemorativas.
 Participar das coordenações coletivas
semanais.
 Elaborar plano de Ação Anual do
SOE.
 Elaborar hipóteses diagnósticas das
situações detectadas e discuti-las com
o corpo escolar.
 Participar do processo de avaliação
das ações realizadas pela escola.
 Participar das análises dos indicadores
de aproveitamento escolar,
infrequência, evasão e retenção.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
03 - Ações
junto ao corpo
docente
Integrar minhas
ações as das
educadoras a
fim de
colaborar no
processo de
aprendizagem e
no
desenvolviment
o do educando.
 Participar do planejamento, da
execução e da avaliação das atividades
pedagógicas coletivas.
 Desenvolver junto com os professores
projetos Pedagógicos
 Participar das coordenações coletivas
semanais.
 Participar do conselho de classe.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x
x x x x x
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 Participar de estudo de caso.
 Realizar encaminhamentos dos alunos
ao atendimento especializado quando
houver necessidade.
 Proceder devolutiva dos atendimentos/
encaminhamentos realizados aos
professores, a direção e aos familiares.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
04 - Ações
junto ao corpo
discente
Contribuir
para o
desenvolvime
nto integral do
estudante,
ampliando
suas
possibilidades
de interagir no
meio social e
escolar.
 Desenvolver e acompanhar o projeto
Nosso Recreio é 10.
 Ações interventivas- Oficinas sobre
Bullying e autoestima, de acordo com
a necessidade.
 Projeto: Hábito de estudos (4 e 5°
anos)
 Hábitos de convivência (1, 2 e 3°
anos)
 Participar na elaboração e execução
do projeto de transição. (para 5° anos)
 Estimular a participação dos
estudantes nas atividades e nos
projetos da escola (Gincanas,
passeios, festas)
 Acompanhar os alunos de forma
individual e coletivamente.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
x x x x x x x x
x x x x x x x x
x x x x x x x x
x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
79
05 - Ações
junto à família
Participar
ativamente do
processo de
integração
família/escola/
comunidade.
 Identificar e trabalhar, junto à família,
as causas que interferem no avanço do
processo de ensino e aprendizagem do
aluno.
 Orientar os pais e/ou responsáveis
para a compreensão da importância do
hábito de estudos.
 Orientações/intervenções quanto aos
encaminhamentos ao SOE – SEAA –
Outros Especialistas.
 Promover momentos reflexivos
(palestras, encontros e oficinas) que
contribuam com a educação dos
estudantes.
 Atender individual e/ou coletivamente
pais e/ou responsáveis.
x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
x x x x
x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
06 - Ações
junto aos
estagiários em
OE
Não há essa
demanda
07 - Ações
junto à rede
social
Integrar ações
da Orientação
Educacional
com outros
profissionais
da instituição.
 Conhecer e articular ações com as
redes sociais existentes na
comunidade
 Identificar e encaminhar, de forma
sistematizada, os alunos que
x x x x x x x x x
x x x x x
80
Observações: Este plano de ação é provisório é como todo planejamento está sujeito a alterações, uma vez que ainda não
tenho conhecimento total da realidade da instituição de Ensino, visto que ingressei como orientadora educacional nesta instituição
este ano.
apresentarem problemas de conduta e
dificuldades específicas de
aprendizagem, quando necessário.
 Estabelecer parceria com profissionais
de outras instituições para o
aprimoramento das ações preventivas.
 Encaminhamentos ao Conselho
Tutelar de alunos em situação de risco
e vulnerabilidade.
x x x x x x x x
x x x x x x x x
81
PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM
PLANO DE AÇÃO – 2018 / EQUIPE: EC 10
Pedagoga – Ivanete Lopes Batista Psicólogo – Jaisson Rodrigo Costacurta
Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
JUSTIFICATIVA:
O Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-se como um serviço técnico pedagógico, de caráter multidisciplinar, prestado por pedagogos e psicólogos,
de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores
Regentes e Família.
A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o desenvolvimento dos alunos que apresentam
dificuldades de aprendizagens e necessidades educacionais especiais. Além disso, é de responsabilidade deste serviço a elaboração do Relatório de Avaliação e Intervenção
Educacional dos alunos.
82
OBJETIVO GERAL:
Promover a melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, por meio de intervenções avaliativas, preventivas e institucionais, especialmente às instituições
educacionais que ofertam a Educação infantil, Ensino Fundamental – Séries/Anos Iniciais e os Centros de Ensino Especial.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 Realizar procedimentos de avaliação/intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos no contexto escolar.
 Contribuir com a formação continuada do corpo docente.
 Sensibilizar as famílias para a efetiva participação no processo educacional dos alunos.
 Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada de decisões, a construção e
implementação de estratégias administrativo-pedagógicas.
PÚBLICO ALVO:
Escola, família e alunos.
83
Níveis Ações Previstas Período de execução
Escola
 Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola.
 Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas;
 Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola;
 Garantir a Estratégia de Matrícula;
 Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional, quando necessário, com o
objetivo de: acolher a demanda do professor, ampliar a problematização dos motivos do
encaminhamento;
 Visitar os espaços escolares, tais como recreio e sala de aula, conhecer os diversos contextos nos
quais o aluno está inserido e, por meio da interação com o professor e com os alunos, procurar
compreender as diversas relações psicológicas e pedagógicas estabelecidas.
No decorrer do ano letivo.
Família
Entrevista com a família para executar as seguintes ações:
o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já desenvolvidas pela
instituição educacional e pela equipe;
o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da queixa escolar;
o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente familiar;
o Refletir acerca das atribuições familiares e as atribuições da instituição
educacional;
o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e pedagógico que
instrumentalizem a família na condução das questões de seu filho;
o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar;
o Realizar a devolutiva da queixa escolar.
No decorrer do ano letivo.
Aluno
 Processo de avaliação e reavaliação;
 Observação lúdica comportamental;
 Atividades individuais e/ou em grupos;
 Estudo de caso/elaboração de relatório.
No decorrer do ano letivo.
84
EEAA Curso de Formação continuada a EAPE Semestralmente/Anualmente.
Fatores Intervenientes:
 Falta dos alunos ao atendimento da EEAA;
 Desistência dos alunos em comparecer ao atendimento;
 Ausência dos pais às convocações feitas pela EEAA;
 A demora na realização dos exames médicos solicitados para a complementação diagnóstica;
 Falta de acompanhamento sistemático da família na vida escolar do aluno;
 Número reduzido de psicólogos na rede;
 Espaço físico;
85
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA COMO ESPAÇO DEMOCRÁTICO E DE FORMAÇÃO DOCENTE NO INTERIOR DA ESCOLA
PLANO DE AÇÃO 2018
COORDENADORAS: Cláudia Queiroz Miranda e Luzia Cergina de Queiroz
OBJETIVO GERAL
 Implementar a avaliação formativa como organizadora do trabalho pedagógico na Escola Classe 10 de Taguatinga e promover formação continuada
em serviço sobre a Educação Matemática para o desenvolvimento de estratégias em sala de aula, bem como sobre o trabalho com os diferentes
níveis de leitura e com a produção textual para o avanço das aprendizagens dos estudantes a partir das Diretrizes da Secretaria de estado de
educação do Distrito Federal.
JUSTIFICATIVA:
O presente documento reitera a proposta apresentada em 2016 e 2017 com algumas pequenas mudanças elaboradas a partir de reflexões
apresentadas na Coletiva Pedagógica do dia 28/03/2018 com os professores da escola e representantes da Coordenação Intermediária da Regional de
Ensino de Taguatinga. As ações da Coordenação Pedagógica da Escola Classe 10 de Taguatinga, tem como base teórica:
 as Diretrizes para o 2º ciclo;
 as Diretrizes de Avaliação Educacional;
 os Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento;
 o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal.
A partir do trabalho coletivo, visamos a organização do trabalho pedagógico com foco nas aprendizagens dos estudantes, bem como nas dos
professores e na da escola como um todo (Representados pela equipe diretiva e todos os funcionários de apoio). Buscamos a integração entre
conteúdos/habilidades propostas pela SEEDF com:
 as necessidades dos estudantes
 as experiências pedagógicas dos professores
 a metodologia Histórico Crítica
 a Avaliação Formativa
 os Eixos Integradores e Transversais
Ressaltamos que continuamos a primar pela ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática da matemática, bem como dos níveis de
leitura e produção textual temas advindos de nossas reflexões a respeito dos dados avaliativos produzidos pela escola, bem como daqueles apresentados
86
pelas avaliações em Larga Escala. Toda essa dinâmica solicita do coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de
textos, organização de oficinas pedagógicas, a implementação de construção dos planejamentos para o trabalho em sala de aula mais integrados e
reflexivos em torno das concepções do ato educativo de aprender e ensinar, que caracterizem a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser
garantido. No entanto, esse Plano de ação é um tentativa de organizar o trabalho pedagógico da Escola Classe 10 no intuito de alcançarmos com êxito as
aprendizagens de nossos estudantes e dos professores e promover articulação e integração entre o trabalho da direção/supervisão
pedagógica/professores, visando orientar e acompanhar as atividades pedagógicas, para as aprendizagens (estudantes, professores, monitores
etc).Seguem algumas ações do trabalho pedagógico a ser desenvolvido pela Coordenação Pedagógica em 2018:
Quadro 1
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
1 – Compartillhar
coletivamente
intencionalidades
pedagógicas para as
aprendizagens de
professores e
estudantes.
 Diversos encontros pedagógicos ao
longo do ano letivo a partir da
compreensão coletiva das metas do
PPP;
 Estudar a metodologia histórico
crítica
 Estudo das metas mínimas de
aprendizagem para cada ano, bem
como reflexão a respeito da
organização pedagógica que
proporcione o avanço de todos os
estudantes.
Professores, Orientador
Educacional, E.E.A.A.
----
 Equipe Diretiva,
 Professores,
 Orientador
Educacional,
 E.E.A.A.
 Coordenação
Intermediária
Relatos orais ou
registros escritos
ao final dos
encontros.
 Quarta-feira na
coletiva.
 Organização
Curricular
87
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
2- Organização do
currículo escolar a partir
do currículo da SEEDF e
dos contextos reais da
Escola Classe 10 de
Taguatinga. (Organização
Curricular)
 Compartilhar os diagnósticos
sobre as aprendizagens dos
estudantes (Internos e de Larga
escala), discutindo parâmetros
para a análise dos dados sobre a
perspectiva da avaliação
formativa e levantamento de
estratégias para a organização
dos dados de modo a subsidiar o
planejamento diário do
professor.
 Encontros para estudo, discussão e
registro sobre a organização
curricular por ano e em cada
bimestre nos dias letivos temáticos.
 Reconhecimento e implementação
dos projetos institucionais (Roda de
Leitores, Sarau Literário, Cozinha
Educativa, Mostra Cultural...) pelos
professores no início do ano letivo e
no decorrer do mesmo.
 Análise dos dados oriundos do
Conselho de Classe.
Professores, Orientador
Educacional, E.E.A.A.
----
Relatos orais ou
registros escritos
ao final dos
encontros
 Quarta-feira na
coletiva;
 Encontro nos
dias Letivos
temáticos
88
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
3 –Implantar,
implementar e
acompanhar os
reagrupamentos e
Projeto Interventivo.
 Oferecer suporte
técnico/pedagógico através
encontros nas coordenações
pedagógicas de terça-feira para
elaboração, organização e
aplicação dos Reagrupamentos e
 Projeto Interventivo.
 Planejamento e Avaliação
Projeto Interventivo
 Professores e
demais
envolvidos no
processo de
ensino
aprendizagem.
Mensalmente as
quartas – feiras
uma hora antes do
encerramento das
coletivas;
Enquanto houver
necessidade de
intervenções aos
alunos não
alfabetizados ou
daqueles em
defasagem em
relação às
expectativas de
aprendizagem para
o ano.
4 - Promover discussão
e estudos sobre temas
relevantes que
atendam as
necessidades dos
1. Estudo sobre instrumentos e
procedimentos avaliativos, na
perspectiva da avaliação
formativa.
2. Concepção e didáticas para a
implantação e implementação de
Equipe gestora,
professores,
coordenadores e Equipe
do Serviço de apoio às
aprendizagens.
Ao final das
coletivas, através
de registro escrito
pelos participantes
e observando o
avanço no
Quartas-feiras
89
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
professores e equipe
para melhorar o
desempenho dos
estudantes e dos
professores.
de Reagrupamentos e Projetos
Interventivo.
3. Estudo sobre a Didática da
matemática nos diferentes Blocos
de aprendizagens apresentados
no Currículo (Números e
operações, grandezas e medidas,
Tratamento da Informação e
Espaço e Forma)
4. Estudos sobre o trabalho
pedagógico a partir de textos ,
bem como estratégias de leitura.
5. Estudos sobre o trabalho
pedagógico com os diferentes
níveis de leitura .
6. Promover espaços e tempos para
a socialização de práticas entre os
professores, assim como
seminários de apresentação de
práticas para estudo e debate
7. Discutir os parâmetros e metas
do PPP.
Alguns encontros:
Convidados externos à
Escola para compartilhar
pesquisas, práticas,
materiais etc.
desempenho dos
estudantes.
90
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
8. Organizações curriculares a partir
das necessidades dos estudantes
e de suas aprendizagens.
9. Temas para estudo: quais
parâmetros para a construção do
relatório dos estudantes? A
perspectiva formativa do dever
de casa...
5 - Discutir e analisar o
desempenho alcançado
pelos envolvidos
durante o processo de
alfabetização, nas
avaliações internas e
externas (Prova Brasil e
Provinha Brasil).
Conselhos de Classe e Pré-conselhos
Organização curriculares
Equipe gestora,
professores,
coordenadores,
orientadores
educacionais.
_____
Ao final de cada
fórum avaliação
escrita.
Semestralmente
6 - Discutir e analisar o
desempenho dos
estudantes a partir dos
dados avaliativos
internos.
Fórum de Análise de Dados Internos,
Conselhos de Classe e Pré-conselhos
Organização Curriculares
Equipe gestora,
professores,
coordenadores,
orientadores
educacionais
 Diagnóstico
inicial
 Final do 1º
semestre
 E final do 2°
semestre
Semestralmente
91
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
7 – Acompanhar e
subsidiar a aplicação e
discussão acerca dos
resultados da Prova
Brasil de Linguagem e de
Matemática, Bem como
da Prova Diagnóstica da
SEEDF.
Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil
para os professores do 1º e 2º ano do
Bloco Inicial de Alfabetização.
Acompanhamento da aplicação da
Provinha Brasil.
Discussão e análise dos resultados
alcançados pela escola.
Todos os professores
---------------
Observando a
normalidade no dia
da aplicação e
discussão dos
resultados.
Cronograma da
SEDF
8- Implantar e
implementar ações para
o desenvolvimento do
projeto PLENARINHA
com o BIA.
 Estudo da proposta
 Planejamento a partir das
necessidades dos estudantes.
Professores do BIA
 Coordenação
Intermediária e
equipe Gestora
De Abril a agosto
Objetivo Ações Público-alvo Avaliação das ações propostas Cronograma
9 - Oportunizar aos professores
dos Anos Iniciais momentos de
formação continuada e trocas de
experiências a partir dos temas
levantados nos Conselhos de
Classe, Organizações curriculares,
coletivas e coordenações com
seus pares.
Estudos elaborados para as coletivas
realizada na quarta-feira;
Professores,
coordenadores do 1º ao
5º ano, profissionais da
sala de recursos,
pedagogo e Orientador
Educacional.
Ao final do encontro de forma
escrita.
Organizado a cada semestre
10- Participar das reuniões
promovidas pela Regional de
Ensino.
Participações em reuniões para estar
ciente das informações e discussões
de temas pertinentes às Diretrizes
Pedagógicas dos Anos Iniciais
trabalho CRAI e outras informações
relevantes.
Coordenadores
Ao final de cada reunião.
Cronograma CRAI
11- Estudar, planejar e discutir
temas/assuntos de acordo com
as demandas dos Professores.
Reuniões semanais para estudos,
planejamentos e informações.
Coordenação/Supervisão
Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no
turno matutino.
12 – Subsidiar professores no
planejamento, execução e
avaliação dos projetos previstos
no PPP.
Planejamentos das ações que
envolvem os projetos, sem perder de
vista a aprendizagem dos
estudantes.
Professores
Antes e durante a ocorrências
dos eventos
Durante todo o período letivo
93
13. Subsidiar professores no
desenvolvimento de práticas na
sala de aula.
Acompanhar , quando solicitado , o
acompanhamento de práticas
desenvolvidas em sala de aula.
Professores e
coordenadores.
Oralmente, ao final da
participação da atividade.
Ao longo do ano letivo.
14 – Registrar dados de
aprendizagens e não
aprendizagens dos estudantes
oriundos dos Conselhos de
Classes para a elaboração dos
Dossiês Finais e
acompanhamento permanente
do avanço das aprendizagens.
Registro dos dados
Professores e
coordenadores.
Antes e durante a ocorrências
dos eventos
Ao longo do ano letivo.
15- Organização dos Dossiês
Finais
 Montagem de dossiês contendo
pré-diagnóstico inicial e parcial
da turma para Organização do
professor no ano posterior
Coordenação e
professores
Ao final da ação e início do
ano letivo posterior
Inicio de Dezembro de 2018
16- Subsidiar professores no
processo de avaliação interna das
aprendizagens para tabulação de
dados sobre as aprendizagens
que fornecerão elementos de
estudo sobre as práticas
docentes nos Fóruns Internos de
análise.
 Elaboração das questões
avaliativas com os professores;
 Organização das Planilhas de dados
para análise do desenvolvimento
da turma e da escola como um
todo.
Professores Ao final de cada ação
No início do ano letivo;
Ao final de cada semestre
17- Acompanhar o Planejamento
Quinzenal
 Planejar quinzenalmente
por ano
Professores Ao final de cada ação
Semanalmente com um grupo
diferente de professores.
94
18 – Subsidiar a prática dos
professores na implementação de
projetos da turma
 Estudo da proposta
 Planejamento a partir das
necessidades dos estudantes
Professores do BIA
 Ao final de cada ação
Todo Ano Letivo
19 Construir ações de pesquisa
sobre as práticas pedagógicas
desenvolvidas na escola por meio
de debates sobre sequências
didáticas, jogos etc aplicados
com as crianças; visitas dos
professores para observação de
aulas dos próprios docentes com
a as crianças e estudods de
estruturas de sequência didáticas
aplicadas. -
 Organizar cronograma
mensal
Todos os professores Ao final de cada ação Todo Ano Letivo
20 – Estudo sobre Avaliação
Formativa - possíveis
Instrumentos e Procedimentos
 Planejamento de
procedimentos e escolha de
Instrumentos adequados.
Todos os professores Ao final de cada ação
Todo Ano Letivo durante os
planejamento quinzenais e
Coletivas
21 – Planejamento com a equipe
Diretiva
 Planejamento das ações
pedagógicas coletivas.
Direção e Cooordenação No dia dos encontro. Quinzenal
95
ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
TEMÁTICAS OBJETIVOS
PRAZOS
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
SEMANA PEDAGÓGICA Discussão sobre a Organização do Trabalho
Pedagógico da EC 10 (PPP); Reconhecimento do perfil
didático dos professores e articulação dos mesmos
com a Organização da SEEDF. Aspectos relevantes na
rotina pedagógica elencado coletivamente.
X
PERÍODO PARA O
DIAGNÓSTICO INICIAL
Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação
diagnóstica; parâmetros para o trabalho de análises
dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação
formativa; .definição de instrumentos avaliativos e os
procedimentos.
X
ORGANIZAÇÃO
CURRICULAR
 Refletir sobre a meta do PPP enquanto prática
concreta;
 Analisar os dados do diagnóstico inicial das turmas
 Espaço e tempo para o Planejamento do trabalho
pedagógico decorrentes da avaliação durante o
Conselho de Classe e a necessidade de organização
X X X X
96
do currículo para garantia das aprendizagens de
todos os estudantes em 2018.
ABERTURA DO RODA DE
LEITORES E SEU
DESENVOLVIMENTO
DURANTE O ANO LETIVO
(PROJETO INSTITUCIONAL)
Espaço e tempo destinado para a Organização do
Trabalho Pedagógico em torno do desenvolvimento
do prazer na leitura de diversos Gêneros textuais X X X X X X X X X
CONSELHOS DE CLASSE Espaço e tempo para a discussão dos dados
decorrentes das avaliações formativas realizadas no
interior da escola para replanejamento do trabalho
pedagógico e garantia das aprendizagens de todos os
estudantes. E levantamento de temáticas de estudos
coletivos e metas de aprendizagem
X X X X
ABERTURA DA COZINHA
EDUCATIVA (PROJETO
INSTITUCIONAL
Conhecer o espaço da cozinha educativa, os utensílios
e os objetivos do projetos X
PLANEJAMENTO DE
REUNIÃO DE PAIS E
ACOMPANHAMENTO DA
MESMA
Subsidiar professor para a organização da reunião de
pais
X X X
DIA LETIVO TEMÁTICO Planejar ações reflexivas a serem desenvolvidas em
toda a escola
X
ATENDIMENTO
PARTICULAR À
À pedido do docente, momento para auxílio na X X X X X X X X X X X
97
PROFESSORES organização do Trabalho pedagógico.
PROJETO INTERVENTIVO Planejamento do Projeto Interventivo X X X X X X X X
AULA PASSEIO Planejamento das aulas ocorridas fora do espaço
escolar
X X X X X X X X
ORGANIZAÇÃO FESTA
JUNINA
Organizar festa junina
X X
ORGANIZAÇÃO E
REALIZAÇÃO DO SARAU
Planejamento das ações pedagógicas que delinearão
o Trabalho Pedagógico da aula desenvolvida em um
Parque ambiental de Brasília
x x x x x x x
AVALIAÇÃO DO TRABALHO
DA COORDENAÇÃO
PEDAGÓGICA
Diagnosticar situações que precisam ser
revistas e valorizar o trabalho implementado
que necessita ser continuado.
Obs: sabemos que ocorre constantemente, mas definiremos
dias específicos para registro geral.
X X X
ATENÇÃO: Formações Continuadas em Serviço no Interior da Escola apresentadas
no quadro 1 (deste Plano de Ação) “Ações desenvolvidas no Trabalho Pedagógico
da Coordenação Pedagógica da EC 10”, assim como planejamento, avaliação do
Trabalho com a equipe diretiva e com os professores e acompanhamento das
práticas serão definidas mensalmente e divulgadas na escola e para a Coordenação
Intermediária
X X X X X X X X X
.
98
PLANO DE AÇÃO 2018 – SALA DE RECURSOS
I-APRESENTAÇÃO:
“O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas, onde quer que isto seja possível, não importam quais
dificuldades ou diferenças elas possam ter. Escolas inclusivas precisam reconhecer e responder às necessidades diversificadas de seus alunos...” UNESCO, 1994
A inclusão oficializada em 1994 com a Declaração de Salamanca, defende uma educação de qualidade para todos os alunos. A inclusão trouxe um novo olhar ao
aluno com deficiência, no qual todos devem estar preparados para acolhê-lo, na sociedade e na escola. As transformações são necessárias, têm-se um novo paradigma em
relação à inclusão, à visão que se têm da deficiência, à infraestrutura, aos recursos materiais e físicos, objetivos, conteúdos e processos de avaliação.
A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência, através do contato direto com o aluno e professora regente, das
adaptações curriculares, do Plano de AEE e por meio da ludicidade com jogos e brincadeiras.
Proponho, na Sala de Recursos, o trabalho lúdico, através de jogos e brincadeiras para promover o desenvolvimento dos alunos com deficiência nos aspectos
afetivo, cognitivo, psicomotor e social.
De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008
§ 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado
de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular.
§ 2o O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser realizado em articulação com
as demais políticas públicas.
Regulamentado pela Portaria 1281 da SEDUC de novembro de 2010. Contemplado no Projeto Político desta instituição de ensino.
99
Objetivo Geral
Objetivos
Específicos
Metas
Descrição das Ações
Acompanhamento
/controle
/avaliação
Cronogram
a
Avaliação das
ações
De acordo com o Decreto N°
6.571 de setembro de 2008
 Art. 2o São objetivos
do atendimento
educacional
especializado:
 I – prover condições
de acesso,
participação e
aprendizagem no
ensino regular aos
alunos referidos no
art. 1º;
 II – garantir a
transversalidade das
ações da educação
especial no ensino
regular;
 III – fomentar o
desenvolvimento de
recursos didáticos e
pedagógicos que
eliminem as barreiras
-
 Trabalhar com
jogos artísticos,
jogos
expressivos,
jogos
sensitivos,
jogos
recreativos e
pedagógicos;
 Promover a
socialização e a
interação de
forma alegre e
lúdica;
 Desenvolver a
autonomia, a
autoestima, o
respeito, a
iniciativa,
tomada de
decisões e o
 Que o
educando com
deficiência
desenvolva o
seu potencial, a
sua autonomia
e suas
habilidades,
como parte
integrante e
ativa em tudo o
que a escola
propor.
 Que os alunos
dessa IE
respeitem as
diferenças,
percebam que
elas também
são importantes
para a inclusão
e acolham as
Atividades a serem
realizadas
:1- Momento pedagógico
com as professoras, na
coordenação , para discutir
sobre vários assuntos
relacionados à inclusão e
para repasse de sugestões a
serem desenvolvidas
semanalmente sobre as
deficiências, diferenças e
direitos humanos;
2-Desenvolver
atividades sobre a inclusão
com todas as turmas da
escola, através da ludicidade,
com histórias, vídeos,
músicas e jogos;
3- Construir parcerias
com os professores regentes,
sistematizar o trabalho e
buscar estratégias para o
atendimento dos alunos com
Observação do
engajamento nas
atividades propostas
por parte de todos os
envolvidos nas
atividades da Sala de
Recursos.
Avaliação de todos os
avanços e retrocessos
do atendimento na Sala
de Recursos no
Conselho de Classe.
Preenchimento de ficha
de Adequação
curricular,
acompanhada
devidamente de acordo
com as orientações do
professor especializado
do AEE.
Atendimento
aos alunos 1
vez por semana
no contra turno.
Reuniões com
os pais no início
do ano, no final
de cada
bimestree
sempre que se
fizer necessário.
Atendimento
aos professores
durante o ano
letivo, nas
coordenações
coletivas e
sempre que se
fizer necessário.
A avaliação será
feita de maneira
processual, por
meio do
envolvimento nas
atividades
propostas ao longo
de todo o ano
letivo e trabalhos
sugeridos e
indicados, de
acordo com a
orientação do
professor
especializado do
AEE. A avaliação
também
acontecerá
mediante
anotações e
registros diários do
professor e
também será
promovida nos
100
no processo de
ensino e
aprendizagem; e
 IV – assegurar
condições para a
continuidade de
estudos nos demais
níveis de ensino.
Entre outros:
 Apoiar, orientar e
atender o aluno e o
professor diante das
necessidades de
adaptação e
organização do
currículo escolar,
com base na filosofia
da educação
inclusiva;
 Orientar e
conscientizar toda a
comunidade escolar
sobre a importância
da inclusão na escola
como também na
cumprimento às
regras que no
futuro poderão
alicerçar a
personalidade
do educando;
 Desenvolver o
raciocínio,
atenção,
concentração, o
pensamento
criativo e o
senso crítico;
 Realizar
atividades de
pesquisa;
 Desenvolver
habilidades e
potencialidades
através da
ludicidade;
 Propor
atividades que
crianças com
deficiência.
 Que os
profissionais
dessa IE e a
comunidade
escolar
participem do
processo de
inclusão de
forma
colaborativa.
deficiência;
4- Atividades lúdicas,
envolvendo várias
habilidades, esquema
corporal e uso de jogos
5 -Expressão Artística:
desenhos, pinturas,
modelagens e montagens;
6 -Práticas diversificadas
de escrita, envolvendo
ludicidade, uso de vários
materiais para confecção das
letras e numerais;
7 -Trabalho com
Literatura Infantil: leitura e
interpretação oral,
interpretação de imagens,
reconto oral, livros sensoriais
8 -Jogos de mesa,
envolvendo frases, palavras,
descrição de figuras
9 -Softwares
Educacionais;
10 -Atividades de
psicomotricidade.
11 –Prática de descrição
conselhos de
classe quando da
socialização dos
avanços dos
educandos e
considerando as
adequações
curriculares de
cada um.
Plano do AEE para
cada Estudante
conforme suas
particulariedades
101
sociedade;
 Fortalecer a
autonomia dos
alunos para decidir,
opinar, escolher e
tomar iniciativas a
partir de suas
necessidades e
motivações;
 Promover a
motivação, a
interação e o
conhecimento
através de jogos,
brincadeiras e
atividades
pedagógicas
diferenciadas,
proporcionando uma
aprendizagem
significativa e
adaptada a cada
educando com
deficiência.
ampliem as
habilidades de
memorização;
 Favorecer o
aprimoramento
da linguagem, a
construção da
língua escrita,
comunicação e
interpretação;
 Trabalhar o
esquema
corporal;
 Contribuir com
o
conhecimento,
o respeito e os
cuidados que
se deve ter com
o próprio corpo;
 Promover o
desenvolviment
o de valores
básicos para o
exercício da
cidadania
oral e reconto de situações
vividas e significativas ao
educando;
102
voltados para o
respeito a si
mesmo e ao
outro;
 Confeccionar
materiais
pedagógicos
para os alunos
com deficiência,
conforme a
necessidade;
 Operacionalizar
as
competências
curriculares
específicas
necessárias à
educação dos
alunos com
deficiência
física no que se
refere ao
manejo de
materiais
adaptados, à
escrita
103
alternativa
(quando
necessário), às
vivências de
mobilidade, ao
acesso a todos
os espaços da
escola e às
atividades da
vida diária que
envolva a rotina
escolar;
 Introduzir o
aluno na
aprendizagem
da informática
acessível,
identificando
qual o melhor
recurso de
tecnologia
assistia que
atende às suas
necessidades,
considerando a
sua habilidade
104
física e
sensorial atual,
bem como a
cpacitá-lo para
o uso
independente
do computador;
 Enviar informes
para a
comunidade
sobre as
deficiências;
 Mediar ações
de forma
construtiva com
o professor
regente quanto
às atividades
que devem ser
desenvolvidas e
que favoreçam
o processo
escolar do
aluno;
 Elaborar o
Plano de AEE e
105
apoiar a
professora
regente quanto
à elaboração da
Adequação
Curricular
quando
necessário;
 Articular com a
equipe gestora
quanto às
adequações
estruturais
necessárias
para garantir a
acessibilidade
do aluno a
todos os
ambientes da
escola.
material pedagógico;
106
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2017
COORDENADORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL/2017
 Eliete Telles de Farias
APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA:
Observando as atuais políticas e diretrizes nacionais para uma educação de qualidade para todos e ainda
observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito da
construção e formação de novas redes de aprendizagem, detectamos a necessidade da continuidade do
Programa de Educação Integral na Escola Classe 10 de Taguatinga.
É expressivo o número de famílias que procuram a escola em busca de vagas para suas crianças no
“Programa da Educação Integral”, pois reconhecem o oferecimento de estratégias de integração escola e
comunidade ao mesmo tempo em que são promovidas oportunidades de desenvolvimento do educando através
do trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. Infelizmente, a
demanda por inclusão de mais alunos na Educação Integral não é plenamente contemplada, uma vez que o apoio
logístico oferecido pelo GDF deixa a desejar.
Nesse sentido, priorizou-se para o ano letivo de 2018 uma Educação Integral com maior foco no ensino e
aprendizagem por meio de atividades de reforço em português e matemática, sem desvincular as atividades
culturais, artísticas e esportivas; valorizando o diálogo entre os saberes formais e os saberes socialmente
construídos.
Nessa perspectiva buscou-se a elaboração de um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação
saudável e a um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo num
clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade, o respeito e estimule o prazer em aprender.
As atividades serão desenvolvidas nos dois turnos (matutino e vespertino) de terça-feira a quinta-feira
atendendo aos alunos do 2º ao 5º ano (Ensino Fundamental de nove anos) estendendo o turno de nove para
quinze horas. Nesse foco, busca-se encorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente,
capaz de transitar com segurança e responsabilidade em uma sociedade diversa e sustentável.
OBJETIVO GERAL :
 Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais,
artísticas e esportivas ampliando os espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens.
108
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO
Oportunizar ao aluno da Educação Integral tempo hábil para realização
das atividades extra-classe solicitadas pelo professor regente com
supervisão pedagógica.
Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno , dando-lhe
oportunidades de reforçar, aprofundar ou suprir carência dos
Melhorar a autoestima mediante a percepção do próprio crescimento nas
aprendizagens.
PERIODICIDADE De terça a quinta feira, 2h/dia, totalizando 6h/semana
DESENVOLVIMENTO
A realização das atividades indicadas pelos professores regentes serão
trabalhadas secundariamente.Prioritariamente serão trabalhadas
atividades planejadas
ATIVIDADES ESPORTIVAS
Formar o cidadão através do esporte;
Usar o esporte como meio de inclusão social;
Oportunizar aos alunos a vivência de várias modalidades
esportivas;
Trabalhar temas como ética, superação, saúde e autoestima,
repassando por meio dos valores do esporte;
espírito de equipe, ajuda mútua e liderança para ser utilizados
PERIODICIDADE 1 vez / semana
DESENVOLVIMENTO Atividades esportivas diversificadas
DANÇA
Trabalhar a linguagem corporal utilizando diversas atividades.
Desenvolver a criatividade, musicalidade e ritmo.
PERIODICIDADE 1 vez por semana
DESENVOLVIMENTO Aulas de dança 1 vez por semana
MÚSICA Desenvolver a sensibilidade musical, identificando interesses
PERIODICIDADE 1 vez /semana
DESENVOLVIMENTO Aula de música 1 vez por semana
109
PÚBLICO ALVO:
 Alunos de 8 à 14 anos que apresentam distorção de idade-série, dificuldade de aprendizagem,
problemas sociais e econômicos
RECURSOS HUMANOS:
 Coordenador;
 Cozinheiro;
 Monitores;
 Educadores sociais,
ESPAÇOS:
 Sala de aula
 Sala de vídeo
 Laboratório de informática
 Refeitório
 Quadra Coberta
 Pátio da Escola
 Cozinha educativa
 SESC
 Horta da Escola
RECURSOS FINANCEIROS / PARCERIAS:
 Verbas públicas; SESC
RECURSOS MATERIAIS:
Violões e teclado, materiais específicos para prática esportiva, materiais para acompanhamento pedagógico, som,
TV, Vídeo. A Secretaria de Educação fornece ônibus para transportar as crianças ao SESC e 05 Educadores
Sociais Voluntários.
CRONOGRAMA:
Março a dezembro de 2018
METODOLOGIA / DESCRIÇÃO DA AÇÃO:
80 alunos serão atendidos no turno contrário, com cinco horas aulas por dia (terça, quarta e quinta-feira).
45 alunos serão atendidos no Sesc de Taguatinga Sul, no turno contrário(segunda, quarta e sexta-feira).
Os alunos farão as refeições na escola: café da manhã, almoço e lanche da tarde.
110
Os alunos matriculados na Educação Integral serão atendidos na escola em salas destinadas a este fim,
compartilhando o espaço da quadra coberta às quintas feiras com o Ensino Regular. No turno matutino os alunos
lancharão no início das atividades do dia, tomarão banho e almoçarão no final e no turno vespertino almoçarão no
início e lancharão no final das atividades do dia. Os Alunos terão no turno contrário, oficinas de: Acompanhamento
pedagógico, dança, musicalização, esporte/recreação, atividades no laboratório de informática, práticas de Horta.
Serão duas oficinas por dia(cada uma com 1h e 50 minutos de duração), 20 minutos para café da
manhã e lanche da tarde, 20 minutos para o recreio, 30 minutos de almoço e 30 minutos de descanso. As
oficinas serão realizadas pelos educadores sociais voluntários, e acompanhadas pelo coordenador pedagógico.
EIXOS:
Corpo e movimento: atividades de práticas corporais, lúdicas e esportivas.
 Possibilidades: Jogos, brincadeiras, danças e atletismo.
Cultura e Arte: Incentivo a produção artística dos alunos, individual e/ou coletivamente,
resgate da cultura local por meio de práticas investigativas.
 Coral, teatro, artesanato, artes plásticas, musicalização, dança, brinquedos de sucata e excursões.
Acompanhamento pedagógico: Apoio a realização da tarefa de casa, estratégicas
metodológicas para ampliar as oportunidades de aprendizagem dos alunos – função social da língua
portuguesa, comunicação verbal, leitura e escrita, potencialização de aprendizagens matemáticas por meio de
jogos e resolução de situações problema.
Educação ambiental e desenvolvimento sustentável: Estudo do meio-ambiente.
 Possibilidades: horta na escola, atividades culinárias.
Comunicação, ciência e tecnologia
 Possibilidades: Utilização do laboratório de informática, para aulas de conceitos básicos, jogos e
pesquisas. Criação de uma rádio escolar, e feira de ciências.
TABELAS DE ATENDIMENTOS:
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL / TERÇA-FEIRA
MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA
8h às 8h20min CAFÉ DA
MANHÃ
REFEITÓRIO MONITORES
8h20min às ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
111
10h5min DANÇA-GRUPO
B
SALA DE VÍDEO CINTHIA
10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
DANÇA –
GRUPO A
SALA DE VÍDEO CINTHIA
12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO
COBERTO/REFEITÓRIO
MONITORES
12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/ QUARTA-FEIRA
MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA
8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES
8h20min às
10h5min
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
MÚSICA-GRUPO B SALA DE VÍDEO CINTHIA
10h5min às 12h
ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
MÚSICA–GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA
12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO
COBERTO/REFEITÓRIO
MONITORES
12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
112
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/ QUINTA -FEIRA
MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA
8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES
8h20min às 10h5min
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO B
SALA DE VÍDEO CINTHIA
10h5min às 12h
ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO A
SALA DE VÍDEO CINTHIA
12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO
COBERTO/REFEITÓRIO
MONITORES
12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL
TERÇA-FEIRA
VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA
12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 às 13:30
DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA
LEONARDO
13:30 às 15:30
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
DANÇA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO
113
15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES
15:50 às 17:30
ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
DANÇA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL
QUARTA-FEIRA
VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA
DI
JÉSSICA
12:30h -13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA
LEONARDO
13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED
INTEGRAL
JÉSSICA
MÚSICA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO
15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES
15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
MÚSICA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO
114
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL
QUINTA-FEIRA
VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA
12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA
LEONARDO
13:30 às 15:30
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO B
SALA DE VÍDEO LEONARDO
15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES
15:50 às 17:30
ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO A
SALA DE VÍDEO LEONARDO
PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ MATUTINO-
HORÁRIOS ATIVIDADE LOCAL RESPONSÁVEL
7H30MIN AS 11H30MIN ONIBUS /SESC --- CÍNTHYA
11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ MATUTINO
115
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- ANGÉLICA
11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- CLARA
11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 AS 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
13:30 AS 17:30 ONIBUS /SESC --- JÉSSICA
PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ VESPERTINO-
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 AS 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
13:30 AS 17:30 ONIBUS /SESC --- ELIETE
PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 AS 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
116
13:30 AS 17:30 ONIBUS /SESC --- CAMILA
RESULTADOS ESPERADOS:
Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar
consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também
positivamente em suas aprendizagens.
Educação Integral – Projeto PESC
117
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA
01 Professor em Processo de Restrição Temporária
1-AÇÃO
Recepção dos alunos;
OBJETIVO
Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras;
CRONOGRAMA
Início do primeiro semestre, ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma.
2-AÇÃO
Empréstimo de livros;
OBJETIVO
Dar acesso ao usuário da sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos
de diversas esferas de circulação.
CRONOGRAMA
Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca para realizar empréstimos.
3-AÇÃO
Atendimento de turmas
OBJETIVO
Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar.
RESPONSÁVEIS
Requer o apoio dos professores regentes
CRONOGRAMA
Agendamento prévio de acordo com a necessidade do professor regente.
5- AÇÃO
Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição.
OBJETIVO
Garantir o acesso dos alunos ao livro didático.
Atualizar o acervo da Sala de Leitura em programa digital indicado pela equipe gestora
CRONOGRAMA
Ao longo do ano letivo
118
PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR
01 Professor Readaptado
OBJETIVO
 Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao
Serviço de Orientação Educacional e/ou EEAA;
 Identificar situações de risco em relação ao bullying, encampar ações eficazes de
combate.
AÇÕES
 Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos;
 Auxiliar no monitoramento do recreio;
 Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento
interno acerca da inadequação de seu comportamento;
 Encaminhar para o SOE e/ou EEAA os casos identificados como público desse
atendimento.
 Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado;
 Identificar precocemente situações que possam resultar em práticas de bullying;
Realizar ações de prevenção ao bullying como estudos e palestras;
 Acolher queixas de bullying e realizar investigação acerca da queixa, solicitando auxilio
das equipes da escola caso seja necessário;
 Realizar o registro dos casos atendidos no livro de ocorrência guardando fidelidade no
relato dos fatos;
 Tratar com zelo os relatos sigilosos nos casos atendidos.
CRONOGRAMA
Diariamente
119
PLANO DE AÇÃO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
01 Professor Readaptado
OBJETIVO:
Proporcionar ao estudante e comunidade informações acerca de uma alimentação saudável, equilibrada,
em perfeitas condições de conservação, preparo e apresentação
AÇÕES:
 Informar a comunidade escolar acerca da qualidade do alimento recebido,
acerca do seu armazenamento e manuseio adequado, fortalecendo a confiança
da comunidade escolar no lanche consumido na escola pública;
 Organizar o mapa da merenda;
 Prestar esclarecimentos em nível comunitário acerca da alimentação saudável,
sempre que solicitado;
 Disponibilizar o cardápio de alimentação da escola nos canais de comunicação
acessíveis ao corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a
consolidação da gestão democrática através do acesso à informação.
 Incentivar o consumo consciente do lanche escolar;
 Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar
horários e cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do
espaço escolar;
 Agir como referencial no que tange às reflexões pedagógicas em torno da
alimentação saudável.
RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA:
Professor readaptado
Diariamente.
120
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO
04 Funcionários Readaptados, sendo 01 da Carreira Magistério e 3 da Carreira Assistência:
1- OBJETIVO:
Acolher a comunidade escolar com dignidade zelando pela segurança dos alunos da instituição.
AÇÕES:
 Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às
dependências internas da escola, identificando situações de risco.
 Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda;
 Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em
casos autorizados pela equipe gestora, mediante comprovação;
 Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos;
 Auxiliar na entrega das crianças aos responsáveis ao final do turno
RESPONSÁVEIS
Funcionários da carreira assistência e magistério readaptados em número de 04
CRONOGRAMA
Diariamente
2 - OBJETIVO:
Registro de entradas tardias de forma a possibilitar intervenção em casos de atrasos recorrentes de
alunos
AÇÃO
Registro de entradas tardias
CRONOGRAMA:
Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino.
121
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO
01 Professor com Restrição Temporária
1– AÇÃO
Execução do Projeto Meateca
OBJETIVO
 Imprimir matriz de atividades
 Controle e entrega de materiais pedagógicos
 Apoiar o professor no planejamento fomentando o uso dos matérias pedagógicos
disponíveis
CRONOGRAMA:
Diariamente
2 – AÇÃO
Auxiliar a recepção e organização dos alunos admitidos no pré-turno.
OBJETIVO
 Garantir a segurança e tranquilidade dos alunos no período anterior à aula
CRONOGRAMA:
Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino
PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO
01 professor com restrição temporária
1 – AÇÃO
Articular-se junto à Coordenação Pedagógica a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor
(planejamento, auxilio ao professor, produção de documentos, acompanhamentos nos projetos, orientações
específicas aos professores no desenvolvimento do trabalho pedagógico).
OBJETIVO
Potencializar o trabalho da Coordenação Pedagógica
CRONOGRAMA
Diariamente
122
PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR
01 Orientadora Educacional com restrição temporária
1 – AÇÃO
Articular-se junto à Secretaria Escolar a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor (atendimento à
comunidade, viabilização do acesso do docente às RAV´s, etc).
OBJETIVO
Potencializar o trabalho da Secretaria Escolar
CRONOGRAMA
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO
Professor com Restrição Temporária
1– AÇÃO:
 Atendimento à comunidade escolar;
 Articulação das relações intitucionais: organização de palestras, estágios, etc.
OBJETIVO
Potencializar as diversas atividades desenvolvidas na direção escolar.
CRONOGRAMA:
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: Laboratório de Informática
Professor com Restrição Temporária
1– AÇÃO:
 Estimular a parceria do professor do laboratório de informática e professores regentes de sala, no
encaminhamento e desenvolvimento da construção do conhecimento do aluno;
 Oportunizar aos professores e alunos uma forma de aprendizado lúdico, através de jogos educativos que
desenvolvam a fixação de conteúdos desenvolvidos em sala de aula e outras habilidades;
 Adaptar os recursos tecnológicos ao currículo escolar visando a sua utilização como instrumento de
apoio à aprendizagem.
OBJETIVO
Concretizar o uso do laboratório de Informática pelos alunos
CRONOGRAMA:
Diariamente
123
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO
01 profissional da carreira assistência readaptado
1– AÇÃO:
 Entrega e controle de chaves;
 Distribuição e controle de material pedagógico de uso corrente.
OBJETIVO
Facilitar o acesso dos funcionários aos diversos ambientes escolares, resguardando o
patrimônio.
CRONOGRAMA:
Diariamente
124
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP
O acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente
todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e
necessária acontece em momentos privilegiados abaixo descritos.
O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar da
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Nestas datas com a presença de todos os segmentos que
compõem a comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com esclarecimentos à
comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do mesmo. Nestas
oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos pontos considerados
frágeis.
Diante das propostas de avaliação da Secretaria para o próximo triênio, observa-se que outros momentos
são propícios ao acompanhamento e avaliação do PPP. A saber: os Conselhos de Classe, as reuniões ordinárias
e extraordinárias de pais e mestres.
Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é
possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das
quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e acompanhamento
do PPP pelo corpo docente, equipe gestora e pedagógica.
O Conselho Escolar se faz representar nas Avaliações Institucionais porque faz parte de suas atribuições
(expressas na Lei da Gestão Democrática, bem como no Plano de Ação) zelar pela ocorrência da Avaliação,
analisar os dados recolhidos a fim de propor adequações que reflitam positivamente nos índices apresentados
pela escola.
Avaliação Institucional 2017
125
PROJETOS ESPECÍFICOS
AULA PASSEIO
Ao longo do ano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em
função das necessidades curriculares das turmas e das oportunidades surgidas. Zoológicos, museus e
exposições, teatros, cinemas, parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento
curricular dos estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos,
espaços e oportunidades de aprendizagens.
OBJETIVOS:
 Favorecer o diálogo interdisciplinar;
 Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o
desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo, a
solidificação de amizades, a noção identidade e pertencimento ao grupo e ao espaço social;
 Favorecer experiências de autonomia e de elaboração conjunta de regras;
 Desenvolver atitudes de valorização e respeito à propriedade comum e alheia;
 Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de
informações;
 Desenvolver o respeito à diversidade cultural e natural;
 Ampliar e enriquecer outras formas de linguagem, outras formas de pensar e atuar;
 Expandir o acervo cultural dos estudantes.
JUSTIFICATIVA:
A aula-passeio justifica-se como estratégia metodológica que contempla os letramentos, a ludicidade, as
múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de
avaliação. Ao mesmo tempo, explora o prazer intrínseco à ampliação do conhecimento e à convivência.
É uma atividade voltada para a aprendizagem significativa, desenvolvimento dos aspectos afetivo,
cognitivo e social e está estruturado para atingir os objetivos propostos no PPP e no currículo escolar.
“Uma aprendizagem significativa está relacionada à possibilidade dos alunos aprenderem por múltiplos
caminhos e formas de intelig6encia, permitindo aos estudantes usar diversos meios e modos de expressão. ”
(Smole, 2002, p.10). As aulas passeios ocorrerão sempre que forem justificados os ganhos pedagógicos da
mesma.
126
ETAPAS:
 Planejamento;
 Organização e trabalho em sala, construção de regras;
 Execução
 Desdobramentos pedagógicos;
 Avaliação.
Aula Passeio ao Zoológico
Aula Passeio – Lar dos Velhinhos / 2018
127
Insere-se aqui alguns gráficos comparativos de presença dos estudantes em algumas Aulas Passeios ao
longo dos útimos anos:
A escola empenha-se em garantir a frequência de 100% dos estudantes nessas atividades a fim de
manter a proposta de inclusão da rede pública. E embora a frequência de 100% não seja uma realidade
concretizada, por diversos motivos, a escola garante o dia letivo do aluno que não se inseriu na atividade.
128
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
JUSTIFICATIVA:
A Semana de Educação para a Vida apoia-se na lei n°11.988, de 27 de julho de 2009, criada pela Presidência
da República.
OBJETIVOS:
 Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade
impactando positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;
 Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores
de respeito, sustentabilidade e cooperação.
DESENVOLVIMENTO:
 Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e responsáveis,
no horário de aula.
 Com os alunos haverá um foco maior no tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e atendimentos
com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas identificadas no
ambiente escolar.
Além de cumprir determinação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo
em Movimento, conforme diagrama:
129
PROJETO COZINHA EDUCATIVA
PÚBLICO ALVO:
Alunos do 1º ao 5º ano
JUSTIFICATIVA:
Ao aceitar que o ensino da língua deve ser pautado pelos usos da mesma, ao entender que ler é
atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem textos
escritos com a intenção de comunicar algo, textos produzidos com fins definidos para leitores reais.
Trabalhar com os textos a partir de suas esferas de circulação leva, necessariamente a resolver
o problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas – cotidiana,
publicitária, escolar, jornalística. Optar pela esfera cotidiana foi uma escolha visando atingir desde o aluno de seis
anos (muitas vezes ainda não completos) até o aluno em vias de completar a etapa inicial do Ensino Fundamental.
O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero
relativamente simples e compartilha propriedades com outros textos instrucionais. Acrescido a isso consideramos
o forte apelo cultural do gênero e o resultado foi a Cozinha Educativa.
É necessário salientar que embora a Cozinha Educativa gire em torno da Receita Culinária,
outros gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete, publicidade
comercial, embalagem e rótulo.
O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente
contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao Currículo
em Movimento da Educação Básica do DF Escolar.
Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o ensino da língua do ensino da matemática, conforme
princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas
sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso,
aproxima-se do objetivo, presente no PPP, de validar um trabalho educativo onde o afeto, o lúdico, a criatividade e
experimentação estejam estimulando o prazer de aprender. Uma atividade que se insere num trabalho pedagógico
integrado e, portanto, é entendida como “educativa e curricular”.
A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a
abordagem da Educação Financeira nas escolas.
O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme
defendido no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal. Mais do que um projeto, a Cozinha
Educativa tem se mostrado um recurso aplicável aos diversos componentes curriculares desenvolvidos na escola
130
OBJETIVO GERAL:
 Construir a compreensão de que os saberes ensinados na escola estão vivos nos contextos cotidianos;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 Sensibilizar a criança para as práticas matemáticas e de linguagem presentes no seu dia a dia;
 Estimular a leitura, compreensão e produção dos gêneros instrucionais dentro e fora da escola;
 Aproximar as diversas áreas do conhecimento, subsidiando o trabalho interdisciplinar;
 Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes
comunitários, aproximando educadores, educandos e familiares;
 De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização, oralidade,
noção de quantidades e proporções, primeiras impressões de fenômenos químicos e físicos, aprendizado de
higiene e prevenção de acidentes, estímulo da memória, autonomia e cooperação.
 Enfatizar questões relacionadas à alimentação saudável, prevenção à obesidade e afins, de acordo com
o nível da turma.
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OPERACIONALIZAÇÃO:
A operacionalização do projeto se dará a partir das etapas seguintes:
 Seleção da receita a ser confeccionada: escolhida pelo professor e alunos;
 Listagem e pesquisa dos ingredientes;
 Coleta dos ingredientes;
 Exploração didática da receita;
 Montagem da Cozinha Educativa;
 Confecção da receita;
 Degustação da receita e socialização com as famílias;
 Avaliação.
Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de
conteúdos diversos, conforme os objetivos delimitados pelo professor.
É de responsabilidade da Coordenação Pedagógica o preparo de um local adequado para funcionar
como cozinha, contendo todos os utensílios necessários ao funcionamento da cozinha.
Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da
responsabilidade do professor essa organização.A turma, juntamente com seu professor regente participará da
execução da receita em dia previamente escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros
profissionais da escola.
132
Possibilidades de textos a serem explorados durante o projeto
Crianças na feira – possibilidades de explorações matemáticas
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e a
relação estabelecida com o alcance dos objetivos, proporcionando replanejamento e aprimoramento das
atividades realizadas.
133
Observa-se que a atividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensão do
aprendente de que se utiliza os conhecimentos escolares no cotidiano: quando se vai ao supermercado, quando
se mede a massa, quando se triplica uma receita, quando se divide o produto final, quando se lê, escreve ou copia
uma receita, quando se lava os ingredientes, quando se considera o tempo de preparo…
As estratégias de ensino e aprendizagem surgidas a partir do desenvolvimento do projeto valida a necessidade
de trabalhar com atividades que transgridam os exercícios de fixação e reprodução sem aplicabilidade nas
práticas sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de estabelecer um “diálogo”
entre os diferentes componentes curriculares.
Turmas vivenciando o Projeto Cozinha Educativa
Produção de texto a partir do gênero instrucional
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PROJETO RODA DE LEITORES
JUSTIFICATIVA:
Na virada do século, uma das grandes conquistas da educação no Brasil foi a universalização do Ensino
Fundamental. Um rápido passeio por outras eras nos mostra a importância dessa conquista. Sabe-se, entretanto,
que a simples garantia do acesso à educação não basta. E quando nos deparamos com índices como o INAF
(Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional), obrigamo-nos a repensar que mediação de leitura estamos fazendo
na escola. Em sua última edição o INAF apontou que 74% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos
apresentam habilidades de leitura em nível rudimentar ou básico. Ou seja, sua compreensão de leitura está
limitada à títulos, frases e textos curtos, quando muito.
Sobre essa triste realidade, é que ergue-se o Projeto Roda de Leitores – um compromisso assumido pela
escola com o fim de possibilitar a aprendizagem da leitura dos diferentes tipos de textos que circulam socialmente.
Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os
diversos textos lidos.
Público Alvo: 1º ao 5º ano.
Objetivos:
 Reconhecer a finalidade e uso social de diferentes textos e portadores textuais;
 Promover a parceria escola, professor e família;
 Propiciar momentos de leitura em sala de aula, como também em casa;
 Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e individualmente;
 Dramatizar histórias ouvidas e/ou lidas;
 Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de
interpretação;
 Promover momentos de apreciação de diversas produções literárias e/ou artísticas;
 Reconhecer a manifestação artística como meio de apropriação da linguagem.
 Formar leitores desenvolvendo o gosto pela leitura cotidianamente;
 Estimular a alegria da atividade intelectual por meio da leitura;
 Ampliar a visão de mundo;
 Ampliar a compreensão das relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconhece o outro e
suas peculiaridades;
 Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de
posicionar-se acerca do que foi lido.
135
PASTA DE LEITURA
 Cada aluno (a) da turma levará um gênero textual para ler em casa, na data determinada pelo professor;
 O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinada pelo professor;
 Após ler e/ou ouvir o texto, o (a) aluno (a) contará/lerá a história para alguém da família;
 O (a) aluno (a) deverá preencher as fichas encaminhadas de acordo com os comandos apresentados em
cada ficha;
 O produto final será uma coletânea de textos produzidos por cada aluno (a) da turma.
 Os alunos dos 4 e 5 anos participarão de roda de debates onde terá a oportunidade de compartilhar com
o colega suas respostas, expondo seus pontos de vista dentro da coerência do texto lido.
HORA DA LEITURA
Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada
indivíduo escolha o tipo de texto preferido realizando a leitura do mesmo. Essa atividade acontece semanalmente,
às sextas-feiras, matutino 7:45 e vespertino 14:15 com duração de meia hora.
SARAU LITERÁRIO
Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam e
apreciam as construções realizadas ao longo do projeto, nos diferentes gêneros literários. Acontece sempre em
um parque público, escolhido anteriormente, para que seja trabalhada a questão do respeito ambiental.
Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer:
piquenique, brincadeiras, sorteio de obras literárias entre os alunos.
136
Os saraus são pensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos portadores
de necessidades educacionais especiais e seus familiares.
Está definido, preliminarmente, um Sarau Literário para o atual período letivo.
RECURSOS HUMANOS:
Direção, coordenação, apoios (professores readaptados), professores regentes e aluno, responsáveis e/ou
família.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha
consciência dos benefícios que a aquisição das habilidades de leitura pode proporcionar. Conversas, comentários
em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade para o aluno
expressar (oralmente ou por escrito) suas aprendizagens.
137
FESTA JUNINA
JUSTIFICATIVA:
A Festa Junina da Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância
comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento
a oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de
convivência e cooperação; além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado
a músicas populares proporcionam alegria.
Trata-se de um evento pedagógico cultural que possibilita o mergulho de toda comunidade
escolar num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de
consolidar no espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”.
A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos, sem direcionamento religioso,
buscando o resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a
identidade desse homem como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os
estereótipos que humilham e colocam em ridículo essa identidade. Estimula-se, assim, o estar bem
vestido e caracterizado, visto que a realidade nos tem dito que o homem do campo se produz e se
enfeita para “festar”.
Faz-se importante destacar que a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação
de lucros, tendo em vista que os recursos financeiros recebidos pelos sistemas oficiais têm sido muito
bem geridos. Os lucros, por ventura gerados, são revertidos para a premiação das turmas campeãs na
Gincana Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro.
OBJETIVOS:
 Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do
Brasil as Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das
escolas nesse sentido;
 Proporcionar oportunidades de convívio para além das barreiras subjetivas de crenças, sexo,
etnia e outras;
 Exibir a produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua
autoestima;
 Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas
como gincana. Jogos e quadrilha;
 Constituir-se em momento de recreação comunitária.
138
 Constituir-se em temática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento:
explorar pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como
convite, folder, informativos, bilhetes e outros;
 Provocar discussões acerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo.
139
PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA
PÚBLICO ALVO: Professores regentes e alunos do 1º ao 5º ano
APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA:
As novas tecnologias vêm adquirindo relevância ímpar no cenário social. Cotidianamente somos levados
a nos apropriar de habilidades e conceitos que, até pouco tempo, não faziam parte de nossa realidade
.A escola, como agente responsável pela formação do cidadão, não pode se eximir da responsabilidade
de oportunizar ao aluno o conhecimento e o manuseio dos recursos tecnológicos de informação e comunicação
que a escola dispõe.
Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao
professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir
efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos
recursos tecnológicos existentes, o mero “frequentar o laboratório” não constrói, por si só aprendizagens.
Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como
orienta a SEEDF, é que nasceu o presente projeto.
OBJETIVO GERAL
Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social, além de instrumento
facilitador e enriquecedor da aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Complementar os conteúdos desenvolvidos em sala com pesquisa, uso de aplicativos e afins, etc;
 Desenvolver a habilidade de utilizar a internet de forma consciente e responsável;
 Atuar como mais um referente de inclusão digital na comunidade;
 Potencializar os recursos tecnológicos existentes na escola em favor da construção das aprendizagens;
DESCRIÇÃO DAS AÇÕES:
No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos
curriculares, selecionados, a partir do Projeto Político Pedagógico.
O professor e sua classe terá à disposição o laboratório em horário previamente agendado e todos os
seus componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para
140
acompanhar a devida utilização dos equipamentos e da sala. O planejamento e a execução pedagógica
desse momento será realizado pelo professor regente, com auxílio da coordenação pedagógica..
Periodicamente os professores terão oficinas, cuja finalidade é despertar nos professores o interesse em
trabalhar com a informática educativa e motivá-los para o desenvolvimento de projetos com seus alunos.
RECURSOS MATERIAIS:
Computadores; internet; data show, quando necessário.
RESULTADOS ESPERADOS:
Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como
instrumentos de apoio à própria aprendizagem e de inserção no mundo digital.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada ao final de cada encontro com os alunos, sendo observado o interesse, a
participação e o desempenho na execução dos comandos. Com os professores, semanalmente, nas
coletivas, e ao final dos encontros específicos com os docentes. Será avaliada a relevância dos atendimentos
no alcance dos objetivos propostos.
PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !
Laboratório de Informática
141
PROJETO NOSSO RECREIO É DEZ
APRESENTAÇÃO
O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e do
Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se.
A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa um
momento lúdico de grande importância para a socialização dos alunos.
Sendo assim, o Projeto Nosso Recreio é 10 visa contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades
de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de
coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no mundo.
Neste sentido, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações:
- Apresentação do projeto aos professores;
- Apresentação do projeto aos alunos.
- Formação dos alunos monitores (a cada 15 dias).
A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos alunos
monitores e da orientadora educacional.
JUSTIFICATIVA
O recreio por ser um espaço lúdico, pode por meio dos jogos proporcionar a aquisição de regras, a expressão
do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento, além de:
desenvolver atitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de cortesia;
desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse em adorar
posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal; desenvolver o
raciocínio lógico; reconhecer a importância do trabalho em grupo, sem discriminações físicas, sociais, culturais ou
de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de liderança; favorecer a
expressão artística e cultural; estimular a inteligência, curiosidade, a iniciativa e a autoconfiança.
Após três anos de efetivo desenvolvimento do projeto, observa-se a diminuição de brincadeiras agressivas e
comportamentos inadequados durante o intervalo. Além disso, com base em relatos e na necessidade de trabalhar
preventivamente os conflitos surgidos durante este período, as brincadeiras organizadas e a participação ativa dos
alunos contribuíram para que o tempo e espaço do recreio se transformassem em um momento prazeroso e
divertido.
142
O momento do recreio é legalmente embasado nos Pareceres do Conselho Nacional de Educação/
Câmara de Educação Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. E requer a presença de
professores acompanhando para que seja considerado atividade letiva.
Objetivo Geral:
Dinamizar o recreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e
minimização de comportamentos inadequados, contribuindo desta forma para promoção de uma cultura de paz no
ambiente escolar.
Objetivos Específicos:
 Resgatar o recreio como espaço relevante para o desenvolvimento biopsicossocial do educando;
 Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais
solidária e harmoniosa;
 Conscientizar os alunos quanto à importância da preservação do patrimônio escolar assim como sobre a
conservação e a limpeza;
 Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade,
respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros.
 Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no monitoramento das atividades;
 Diminuir a violência proporcionando um ambiente mais agradável a todos.
METODOLOGIA E CRONOGRAMA
 Com os alunos:
Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, inicialmente, podendo ser estendido aos alunos das
turmas de 3º ano, para participarem do projeto “Nosso Recreio é 10”. Após, teremos um primeiro encontro, onde
explanarei aos alunos sobre o projeto, seus objetivos e finalidades. Também combinaremos como será a aplicação e a
organização.
 Com os professores:
Os professores participaram incentivando seus alunos a participarem e colaborarem com a manutenção do
projeto. Para os alunos que não participarão do monitoramento, cabe usufruírem das brincadeiras de forma pacífica
respeitando os colegas que estão organizando o espaço.
 Com a direção:
Junto com direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola e os
brinquedos a serem adquiridos para que as atividades sejam realizadas. Será necessária também, a
aquisição/confecção de coletes, para destacar os alunos monitores.
143
ATIVIDADES SUGERIDAS:
- Jogo de basquete, de futebol, pula cordas, pula elástico, jogos de damas e raciocínio lógico, totó, ping-pong e
música clássica durante o intervalo.
CRONOGRAMA:
ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES
Elaboração do projeto Março SOE
Exposição para alunos e
professores
Março SOE
Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos
Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos
Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos
PÚBLICO ALVO:
Contaremos com a participação ativa dos alunos do 4º e 5º anos na monitoria e com a colaboração e
empenho dos demais para que o momento do intervalo se torne mais tranqüilo.
RECURSOS HUMANOS:
Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos alunos,
dos professores, dos pais e da direção da escola.
RECURSOS MATERIAIS:
-Bolas (basquete, futebol); cordas; elásticos; ping-pong; totó; jogos de damas; jogos de raciocínio lógico; CD’s e
aparelho de som; coletes; caixas para organizar os brinquedos;
- Textos, vídeos, slides, informes aos pais.
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO:
No decorrer do projeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo,
registrando as observações e caso haja algum conflito. Será observado o nível de interesse dos alunos em
participar do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores
144
conscientizando e incentivando os alunos. A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o grupo
para verificarmos se as atividades desenvolvidas durante o recreio estão atingindo os objetivos propostos.
Monitor do projeto orientando colega
Alunos monitores do Projeto recebem certificado
145
PROJETO CIDADÃO DO FUTURO / PROERD
JUSTIFICATIVA:
A Escola Classe 10 é uma entidade que atende alunos do 1º ao 5º ano. O principal objetivo da instituição
é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que educar envolve o
confronto de ideias e a resolução de problemas para que o aluno se sinta capaz de desenvolver suas habilidades.
A nossa grande preocupação é a formação de cidadãos éticos, competentes, solidários, críticos, criativos
e preparados para vencerem os desafios enfrentados no cotidiano. Sabe-se que os desafios que se apresentam
aos alunos da faixa etária que atendemos são diversos, desde o enfrentamento do Bullying até resistência às
drogas.
A resistência às drogas é uma das questões e desafios que os alunos vem enfrentado ao longo da
infância e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos nossos
alunos formando-os para que se sintam fortes e preparados, com conhecimento necessário para saberem
decidir sobre qual rumo tomar.
Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem
com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a
formação cidadã do nosso alunado. Assim, o Projeto Preparando o Cidadão do Futuro, além de prever ações
diretas com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informação dos
pais e responsáveis.
O PROERD vem de encontro a esse nosso objetivo que é o de contribuir para a prevenção do uso
indevido de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal de
formar cidadãos competentes e preparados para viver em sociedade.
O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e
Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos
preventivos relativos às drogas. Essa conformidade com o documento Política de Promoção da Cidadania e
Cultura da Paz aparece também no trato com o tema Bullying, dando existência à orientação de prevenir e
informar.
“A educação é a arma da paz”.-Montessori,2002.
OBJETIVOS:
GERAL:
 Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do
caráter.
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ESPECÍFICOS:
 Desenvolver ações previstas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme
manual encaminhado aos gestores;
 Promover aquisição de competências e habilidades requeridas para solução de problemas
impostos pela sociedade hodierna;
 Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de
convivência;
 Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas;
 Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e
resistir às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor.
PÚBLICO ALVO:
O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto
pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores;
METODOLOGIA/ Plano de Trabalho
 Aplicação de atividades desenvolvidas no âmbito sala de aula;
 Palestras aos pais;
 Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional;
 Curso PROERD – Polícia Militar DF;
 Projeção de filmes, campanhas anti-drogas;
 Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no
currículo.
APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO:
Recursos Materiais:
Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de
vídeo;
Recursos Humanos:
Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de
orientação educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através de observação na mudança de comportamento dos alunos, sondagem
junto às famílias em reuniões e encontros de pais, também através da participação e interesse dos alunos nas
diversas atividades constantes no projeto.
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SEMANA DA CRIANÇA
JUSTIFICATIVA:
A Semana da Criança insere-se no Projeto Político Pedagógico da escola no sentido de concretizar o
direito ao lazer infantil, previsto na Declaração dos Direitos da Criança, onde prevê-se, ainda, o esforço que a
sociedade e autoridades públicas fará a fim de que a criança exercite esse direito.
OBJETIVOS:
Evidenciar os direitos da criança, em especial o direito ao lazer infantil;
Estimular a autoestima;
Propiciar oportunidade de confraternização baseada na urbanidade e respeito.
DESENVOLVIMENTO:
Plenamente financiado pelos lucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de
outubro, sempre próximo ao dia 12. A semana é constituída de atividades lúdicas como passeios, lanches
especiais, culminando com uma recreação com brinquedos infláveis e camas elásticas.
Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da semana
são pensadas para atender as diversas faixas etárias bem como as diferentes necessidades.
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MOSTRA CULTURAL
JUSTIFICATIVA:
A Mostra Cultural da Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades de expressão da
criatividade; onde é possível congregar o pensamento lúdico com práticas interdisciplinares.
A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são
realidades observadas por ocasião da realização da Mostra.
É um evento sem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o
envolvimento do aluno em atividades de cunho artístico com foco no estabelecimento de relações entre as áreas
de conhecimento do currículo e desenvolve a confiança em suas capacidades pessoais.
OBJETIVO:
Socializar com a comunidade escolar saberes, práticas e experiências construídos ao longo do ano.
Ocorre geralmente nos últimos meses do ano com a presença de toda comunidade escolar.
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DESENVOLVIMENTO:
O desafio da Mostra Cultural é transpor os conteúdos mais significativos de cada turma ou ano para uma
linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade presente consiga perceber uma
pequena parcela dos aspectos trabalhados ao longo do ano letivo.
A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma
os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas,
vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam
contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando
uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.
PROJETO DE TRANSIÇÃO
Escola sequencial: CEF 03
BREVE HISTÓRICO
A Escola Classe 10 trabalha com o Projeto Remanejamento Natural há cerca de 8 anos. Em 2012,
ocorreu o primeiro contato entre as coordenações pedagógicas e Serviço de Orientação Educacional de ambas as
escolas onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores de
ambas as instituições. No ano anterior o Projeto Remanejamento Natural não se concretizou. Em 2017 o Projeto
passa a ser denominado Transição Escolar.
JUSTIFICATIVA
O projeto nasceu do desejo de tornar menos impactante o momento de transição do aluno do 5 ° para o
6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus
pontos comuns, irmanados no lema “igualdade na diversidade”.
O Projeto Remanejamento Natural encontra seu ponto de apoio no Projeto Político Pedagógico Professor
Carlos Mota, que, ao discorrer sobre o Ensino Fundamental defende a importância de orientar as ações
pedagógicas a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em transição
dos anos iniciais para os finais, aproximando as instituições de ensino.
Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural sempre encontrou-se sob a
responsabilidade do Serviço de Orientação Educacional com o apoio da Coordenação Pedagógica. Por orientação
da Regional de Ensino, em 2017 a responsabilidade passa às Equipes especializadas.
150
OBJETIVOS
 Promover ações que oportunizem adaptação dos alunos em transição do 5° para o 6° ano
visando garantir avanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais e
no desenvolvimento pessoal;
 Estreitar o vínculo entre a Escola Classe 10 e o Centro de ensino Fundamental 03 de
Taguatinga.
AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS
1. Visita ao CEF 03 para realizar o contato inicial e o ajuste de ações
2. Aplicação da Escala de Habilidades de Estudo e repasse de parecer para cada estudante
3. SEMINÁRIOS DE HÁBITOS DE ESTUDOS: Desenvolvidas pelos professores regentes da EC10, a partir
de pesquisa guiada por webquest e seguida de apresentação de seminários, visando preparar o aluno do
5°ano para a rotina de estudos do 6°ano;
4. REDAÇÃO SOBRE HISTÓRIAS DE VIDA: As professoras regentes dos 5o anos mediariam a produção
textual de um memorial ou redação sobre a trajetória escolar dos estudantes e suas expectativas de
futuro.
5. AJUSTE DE EXPECTATIVAS : Promover um encontro de professores do CEF 03 e da EC10 em um dia
de coordenação coletiva para trabalhar a temática da passagem e fazer ajustes de expectativas de
aprendizagem. Os professores do 5° ano descrevem como os alunos deixarão o segmento e professores
do 6° ano descrevem o que esperam dos estudantes;
6. RODAS DE CONVERSA: promover rodas de conversa entre os alunos do 5˚ e 6˚ anos, bem como
alguns professores do CEF 03, utilizando técnicas de entrevista, supervisionados pela coordenação
pedagógica e docentes, para que os alunos tirem dúvidas e saibam como é a experiência de adaptação a
um CEF;
7. VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a
possibilidade da vivência de uma aula com o professor de área específica, possibilitar a ex-alunos falar
das principais diferenças entre uma EC e um CEF;
8. VISITA AO CEF 03: Visita realizada no mesmo dia da visita. Visa apresentar a instituição de ensino
sequencial aos alunos em ambientando-os e diminuindo a expectativa em relação à transição.
9. ATIVIDADES NA SALA DE RECURSOS COM ENEEs E SEUS RESPONSÁVEIS:
10. RODA DE CONVERSA COM OS RESPONSÁVEIS por ESTUDANTES DO 5º ANO: Realizar roda de
conversa com os responsáveis pelos estudantes, visando abordar a mudança no acompanhamento
escolar e tirar dúvidas sobre a transição para o 6º ano.
11. ENCONTRO DE PAIS COM O TEMA HÁBITOS DE ESTUDO
12. REUNIÃO COM A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL DO CEF 03
APÓS ESTRATÉGIA DE MATRÍCULA: Realizar reunião entre a EEAA da EC10 e a coordenação
151
pedagógica e OE do CEF 03 para repassar casos de ENEEs e outros estudantes que demandem
atendimento especial.
PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS
EEAA EC 10
AEE/ SR EC10
Coordenação pedagógica EC 10
Supervisão pedagógica EC 10
PARCEIRAS
Serviço de Orientação Educacional CEF 03
Coordenação Pedagógica CEF 03
PROJETO HORTA ESCOLAR
PÚBLICO-ALVO:
Alunos da Escola Classe 10 de Taguatinga
JUSTIFICATIVA:
Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel de
desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e
interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consigo mesmo,
com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e
atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos
grupos envolvidos.
Neste contexto, o cultivo de hortas escolares pode ser um valioso instrumento educativo. O contato com a
terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto
com as sementes que brotam como mágica, a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos,
espantar formigas é um exercício de paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a
transformação de pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são
instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos
curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências que resgatam valores.
Os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a sobrevivência, os valores da paciência, da
perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da renovação.
152
OBJETIVO:
O Projeto Horta Escolar foi concebido com a finalidade de intervir na cultura alimentar e nutricional dos
alunos, com base no entendimento de que é possível promover a educação integral de crianças e jovens de
escolas e comunidades do seu entorno, por meio das hortas escolares incorporando a alimentação nutritiva,
saudável e ambientalmente sustentável como eixo gerador da prática pedagógica.
Por meio desse projeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente
natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas
assim como técnicas de proteção da estrutura do solo, levar os alunos a perceberem a horta como um espaço
vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de
alimentação saudável.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
-Levar aos alunos a vivencia e o contato direto com o meio ambiente natural.
-Oportunizar ao aluno a conquista do seu espaço, preservando o meio ambiente onde vivemos.
-Desenvolver de modo integrado, a consciência da responsabilidade para com o meio ambiente, respeitando o
espaço a sua volta.
-Promover a responsabilidade social pela participação em grupo, incentivando o respeito pelo outro e o diálogo.
-Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambiental através de observações, ações
concretas e praticas a serem realizadas no ambiente escolar.
-Levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma
cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável.
_ Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos;
_ Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo;
_ Degustação do alimento semeado, cultivado e colhido;
_ Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis;
_ Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana;
PROCEDIMENTOS:
Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo
será acompanhado pelo monitor da horta e o monitor da Educação Integral. As aulas serão ministradas pelo
monitor da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas,
serão utilizados para enriquecer o lanche e demais refeições dos alunos.
153
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através da observação, relato oral dos alunos, do produto final da horta e o bom
uso da produção.
PROJETO QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO
(Projeto da Equipe Gestora para implementação de Objetivo Administrativo definido no Plano de Gestão)
OBJETIVO: Assegurar a melhora da qualidade de vida no ambiente de trabalho
AÇÕES IMPLEMENTADAS
 Melhoria das condições do ambiente de trabalho em cada setor de acordo com a necessidade e
possibilidades financeiras e administrativas;
 Criação de espaços-tempos para integração entre os servidores;
 Promoção de relacionamentos interpessoais;
 Valorização os trabalhos coletivos e individuais desenvolvidos por cada funcionário.
 Criação de Fundo Social com cotização entre os funcionários a fim de bancar os eventos de
confraternização ocorridos ao longo do ano letivo;
 Desenvolvimento do Projeto Amigo Anjo;
 Desenvolvimento do Intervalo Social
 Desenvolvimento da Festa dos Aposentados
154
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
FUNDO SOCIAL
O Fundo Social foi criado com o objetivo de bancar os custos financeiros dos eventos realizados em
função dos projetos, tendo a equipe gestora ciência da impossibilidade de uso de verbas públicas para tais fins.
O dinheiro arrecadado para o fundo vem das contribuições mensais realizadas pelos próprios funcionários
e da venda de objetos nos Bazares, com produtos doados pelos próprios funcionários.
O Fundo Social financia o café e o chá consumidos diariamente pelos funcionários, as homenagens aos
colegas do grupo que passam por momentos especiais como casamento, luto ou formatura, as confraternizações
comemorativas, o Dia dos Servidores, a Festa das Aposentadas, lanches esporádicos nas coordenações
coletivas.
CONFRATERNIZAÇÕES COMEMORATIVAS
São definidas algumas confraternizações coletivas como Acolhida aos Funcionários, Festa dos
Servidores, Coletivas Culturais, Revelação do “Amigo Anjo”, encerramento dos semestres, Celebração da Páscoa,
homenagem a pais e mães funcionários, etc.
PROJETO AMIGO ANJO
O projeto surgiu da impossibilidade de poucas pessoas terem um olhar cuidadoso sobre toda equipe de
servidores. Assim, todos os funcionários são convidados a cuidar de um servidor ao longo do ano através de
mensagens de orações, bilhetinhos carinhosos, lembrando datas importantes na vida da pessoa protegida de
forma anônima. Ao final do período estipulado, realiza-se uma festa para revelação dos “anjos”.
INTERVALO SOCIAL
O intervalo social acontece às sextas feiras, durante o intervalo das crianças.
Os funcionários reúnem-se para um breve momento de interação e confraternização, com música, lanche
e boa conversa. O lanche é de responsabilidade do próprio grupo que se organiza em escala.
155
FESTA DOS APOSENTADOS
Surgiu da necessidade de homenagear e reconhecer o funcionário que dedicou toda uma vida de
trabalho ao desenvolvimento da educação no Distrito Federal.
Nesse momento busca-se um resgate da hitória desse profissional dentro da Secretaria de Educação,
bem como dentro da instituição. O servidor é homenageado com placas, músicas, vídeos, registros fotográficos,
depoimentos e outros.
156
CHAFÉ DA FAMÍLIA
JUSTIFICATIVA:
Evento que busca homenagear pais e mães fora de uma perspectiva consumista. As crianças cantam
para os pais e a comunidade contribui com gêneros para um café da manhã ou chá da tarde coletivo.
“Promover reuniões que incentivem a participação das famílias tanto nas atividades festivas como
naquelas que se referem aos processos pedagógicos”, é uma das propostas da SEEDF a fim de aprimorar os
mecanismos de comunicação e fortalecer as relações escola-família com o objetivo de gerar o protagonismo
familiar.
Esse evento conta com a participação do outro genitor e/ou dos demais cuidadores da criança não
excluindo famílias com configurações familiares não tradicionais. Crianças cujos genitores são falecidos, que
vivem com um dos pais, com avós ou com dois pais ou duas mães, ou crianças abrigadas podem trazer a pessoa
ou pessoas de referência para a homenagem. A experiência nos tem dito que configurações familiares diversas
não impedem que a criança reconheça publicamente as pessoas que exercem os papéis paterno e materno em
suas vidas.
A escola reconhece a possibilidade de haver nesse momento, explicitação de sofrimento de alguma
criança por conflito ou ausência familiar. Entende, entretanto, que tal sofrimento não é causado pela homenagem
em si; mas é explicitada pelo contexto, oferecendo à escola a chance de sugerir e/ou encaminhar intervenções
adequadas, se necessárias.
O Chafé da Família é um reconhecimento às significativas mudanças que têm ocorrido na sociedade e
que refletem famílias com as mais diversas configurações (organização, práticas, valores, crenças, costumes...),
pois acolhe no ambiente escolar a família reconhecida pelo aluno.A EC10 oportuniza incluir a família como
parceira da escola reconhecendo seu papel de prover sustento, dignidade e respeito aos seus membros
OBJETIVO GERAL:
Oportunizar à criança a vivência de atividades lúdico-pedagógicas ao lado de sua família, fortalecendo os
vínculos familiares, resgatando e fortalecendo a autoestima.
157
CELEBRAÇÃO DE PÁSCOA
A TRANSFORMAÇÃO DO EU NA CONVIVÊNCIA COM O OUTRO
JUSTIFICATIVA:
Ao se questionar por que tratar de uma celebração religiosa no ambiente escolar, já que o estado
brasileiro é laico, encontramos a justificativa de ser impossível ignorar os fenômenos culturais de nosso país. O
tema está presente na sociedade constituindo-se, além de fenômeno religioso, um fenômeno comercial de vendas
de chocolate.
O currículo é contemplado com a “percepção do sagrado nas diversas culturas.” Aliado a isso, pode-se
trabalhar conhecimentos gerais, curiosidades, tolerância (que aparece fortemente ao ouvir / compartilhar a
experiência de cada um com esse fenômeno cultural.).
Segundo nosso currículo, “Se a Constituição Federal instituiu um Estado laico e ao mesmo tempo obrigou
os entes federados a ofertarem o ensino religioso nas escolas públicas, isso ocorreu no sentido de permitir que os
estudantes conheçam a existência de religiões e crenças diferentes das praticadas por seus familiares e, com
isso, aprendam a respeitá-las.”
Em 2017, durante o processo de revisão do PPP, o grupo levantou a discussão acerca do evento,
chamando a atenção para o cuidado que se deve ter com esse momento, já que a proposta da escola é levar à
reflexão de toda escola e não impor como natural a comemoração de uma data cristã. Chegou-se a um consenso
pela manutenção do evento no calendário escolar respeitando-se os seguintes pontos:
 Em sala de aula dar a todas as crianças a oportunidade de manifestar a importância ou não da
Páscoa em sua família e em sua religião (se comemora ou não , como comemora, qual o seu
entendimento da data, etc);
 Promover o respeito à fala do outro, mesmo que diferente da maioria; pois somente assim a criança
vai “conhecer a existência de religiões e crenças diferentes das praticadas por seus familiares e
aprender a respeitá-las” – como propõe o currículo;
 O momento da partilha do pão e do suco de uva foi ampliado para a partilha de um lanche mais
variado, mantendo a ideia de COMPARTILHAR, mas evitando uma aproximação maior com dogmas
religiosos específicos, com os quais nem todos tenham afinidades.
A Celebração da Páscoa na Escola Classe 10 de Taguatinga, não tem intenção doutrinária, entendendo-
se que tal ação cabe à família. O objetivo é o compartilhamento de experiências entre os alunos, num clima de
respeito e tolerância, ampliando o universo de conhecimento de todos.
A reflexão acerca da exploração comercial pode ser abordada, despertando a conscientização acerca do
consumo exacerbado e o papel da publicidade e propaganda nesse consumo; visando a formação do consumidor
consciente e sustentável.
CONTEXTO:
Conforme pesquisa realizada para construção do PPP, 88% da comunidade escolar declarou professar
alguma religião, 8% declarou ateísmo. As religiões declaradas foram: Católica (38%), Evangélica (de diferentes
denominações , 34%) e Espírita (11%). Localizamos no ano anterior, em menor número, crianças de religiões
judaica, budista e umbandista. Temos na escola crianças de nacionalidades diferentes: espanhol, colombiano,
cubano, além de crianças oriundas da Jordânia . É interessante que tais crianças possam compartilhar suas
experiências culturais com a turma. Chamamos a atenção para o fato comprovado em nossa escola de que
158
crianças (e suas famílias) pertencentes a religiões de matriz africana raramente manifestam sua religiosidade. É
importante garantir voz a essas crianças criando um clima de conforto no qual elas sintam-se respeitadas.
PROGRAMAÇÃO:
MATUTINO
9h – Pátio para Contação de História
9h30min- Partilha do lanche
VESPERTINO
14h-Pátio para Contação de História
14h30min- Partilha do lanche
Cada professor, com sua turma, escolhe um ambiente da escola, podendo ser a própria sala, o pátio
coberto, a quadra, o campinho.
Nesse momento, aborda-se o tema em questão, a Páscoa.
Sugerimos que o professor possa inicialmente conduzir uma conversa no sentido de que cada um que se
sentir a vontade possa falar sobre a páscoa em sua família, em sua religião (_ Em sua família, a páscoa é
comemorada ? _Sua religião comemora a Páscoa ? _Qual significado da páscoa na sua religião ?) .
Reforçamos a importância desse momento onde cada criança possa ter voz. Lembramos que enquanto a
páscoa tem um significado muito grande para o católico, algumas denominações evangélicas não comemoram ou
comemoram de forma diferente esse momento. Já identificamos na escola crianças que embora sejam
evangélicas, têm avós judaicos (ou seja, a comemoração aqui se dá pela libertação do Egito e não pela
Ressureição de Cristo). Os Espíritas têm uma interpretação diferente da ressurreição e não há comemoração
específica para essa data, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também
não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.
Pesquisa com o tema Páscoa, realizada anteriormente, pode embasar o professor para lidar com as
questões que surgirem nesse momento de compartilhamento. Após a conversa a turma compartilha o lanche.
O tema e história escolhidos devem ser pensados para acolher de forma adequada todas as visões
religiosas da páscoa presentes na escola. Pois ao encarar a páscoa no seu simbolismo:
A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a libertação da ignorância, das mazelas humanas, para
o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a
transformação.
A Páscoa Cristã, representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor.
Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se executar homens, mas não se consegue matar as grandes ideias
renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
Nesse ponto comum, a diversidade de religiões se encontra.
159
AUTO DE NATAL SOLIDÁRIO / Aula Passeio: Lar dos Velhinhos
O Auto de Natal é o evento que tradicionalmente encerra as atividades letivas da escola. No mesmo dia,
logo após a encenação do Auto, acontece a Reunião final de Pais e Professores. É também o maior momento de
confraternização da comunidade escolar (pais, alunos, professores e demais funcionários) que compartilham um
delicioso caldo oferecido pela instituição.
O Auto de Natal acontece sem pretensões doutrinárias, embora encene o nascimento de Cristo, conforme
relatos bíblicos.
Ao questionar por que realizar uma celebração de fundo religioso no ambiente escolar, já que o estado
brasileiro é laico, encontramos a justificativa de ser impossível ignorar os fenômenos culturais de nosso país; país
esse, de base incontestavelmente cristã.
O tema está presente na sociedade, constituindo-se, além de fenômeno religioso, um fenômeno
comercial.
O currículo é contemplado com "a percepção do sagrado nas diversas culturas", uma oportunidade única
para discussão do significado dessa data na diversidade religiosa de nossa escola.
Aliado a isso, trabalha-se a tolerância que aparece fortemente ao ouvir/compartilhar os significados desse
fenômeno cultural.
Alguns anos atrás a escola desvinculou o evento da figura icônica de Papai Noel e do simbolismo
comercial. Dessa forma, a comunidade é incentivada a desenvolver os sentimentos de solidariedade e caridade,
doando itens de higiene pessoal para entrega em uma instituição de caridade. Essa instituição tem sido há dois
anos o Lar dos Velhinhos, localizada nas imediações da escola, tem sido possível estabelecer vínculos reais com
a mesma em visitações.
A encenação do Auto de Natal é realizado prioritariamente com os alunos especiais e com grupos de
alunos cantando uma canção natalina. Todos os alunos da escola são convidados a participar.
Pesquisa realizada junto à comunidade no segundo semestre 2017, informou que 88% é seguidor de
alguma religião, sendo: 38% de católicos, 34% de evangélicos, 11% de espíritas, 17% não declarou filiação
doutrinária. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabemos, informalmente que na escola temos, em menor
número, seguidores de religiões judaicas, budistas e de matriz africana.
A Escola Classe 10 de Taguatinga reafirma o respeito a diversidade religiosa e se coloca à disposição
para qualquer discussão acerca do evento.
O evento teve tamanha repercussão dentro da comunidade escolar que motivou a revisão do evento Auto
de Natal para o ano 2018. Com a revisão, a visitação passa a ser realizada por todas as turmas da escola ao
longo do ano em datas previamente definidas, juntamente com o estudo e reflexão do Estatuto do Idoso. As
visitas das turmas passa a integrar o calendário escolar, ocorrendo na base de uma visita por mês, como Aula
Passeio , até que se contemple todas as turmas da escola.
160
ENCONTRO DE PAIS
( Projeto da Equipe gestora em parceria com as equipes especializadas, SOE e Conselho Escolar que busca
implementar objetivo pedagógico a ser alcançado )
OBJETIVO:
Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família, dotando
a família de conhecimentos teórico-práticos capazes de subsidiar o acompanhamento escolar do aluno.
JUSTIFICATIVA:
O encontro nasce do desejo de concretizar as propostas presentes nas Diretrizes de Avaliação da
Secretaria de Educação do Distrito Federal: “Ao compreendermos que a gestão democrática não acontece de
forma espontânea, sendo, antes, um processo de construção coletiva, é preciso oportunizar mecanismos
institucionais que não somente viabilizem , mas também incentivem práticas participativas efetivas das
famílias, a partir da escuta sensível desses sujetos, tornando-se co-responsáveis pela aprendizagem dos
filhos/estudantes.”
Além disso, o Encontro de Pais é uma forma de intervenção no aspecto do pertencimento territorial
identificado na Avaliação Institucional: a Escola Classe 10 de Taguatinga, apesar de não estar situada em área
considerado pela SEEDF como Território com alto índice de vulnerabilidade social (TEVS) atende crianças
pertencentes a estes territórios.
METODOLOGIA:
No decorrer do ano letivo são identificados pelas diferentes equipes escolares, temas de relevância para
a comunidade que podem influir na qualidade pedagógica ou familiar do público atendido. São contatados
profissionais capacitados que durante uma hora “batem um papo” com os pais. Demais funcionários da instituição
são convidados. Os horários são definidos em função da demanda e até o momento tem ocorrido após o turno da
tarde. A escola organiza-se quanto à pontualidade e ao final compartilha-se um lanche.
161
ANIVERSÁRIO DA ESCOLA
JUSTIFICATIVA:
Nos últimos anos, principalmente durante os processos de construção e atualização do Projeto Político
Pedagógico, foi constatada a dificuldade em acessar registros ligados à história da escola. Mesmo após pesquisas
realizadas junto à Regional de Ensino e à Administração Regional, a data de inauguração do prédio escolar
permanece uma icógnita.
Assim, a data definida para comemorar o aniversário da instituição é 07/07/1980, data em que o prédio
situado na QSD 18, AE 23, passou a funcionar como Escola Classe 10 de Taguatinga.
Durante o processo de pesquisa, foram localizadas pessoas que relataram que o prédio existe desde a
década de 60. Muitos ex- alunos declararam amor para com a escola e muitos pais de alunos fizeram questão de
relatar que escolheram esta escola para os filhos estudarem porque sua trajetória estudantil na escola Classe 10
de Taguatinga foi marcante. Alguns de nossos atuais e ex-funcionários estudaram aqui.
OBJETIVOS :
 Evidenciar o carinho da comunidade para com a escola;
 Ressaltar a importância da escola no entorno no qual está inserida;
 Criar sentimentos de pertencimento;
 Valorizar a trajetória estudantil e profissional dos alunos e funcionários;
 Reforçar laços da comunidade com a escola, laços esses que auxiliam na preservação do bem
público;
 Celebrar a educação de qualidade desenvolvida na instituição evidenciada através dos
avanços nas aprendizagens.
Pedagogicamente, encontramos no Curriculo em Movimento da SEEDF, conteúdos a serem
desenvolvidos dentro do tema.
FESTA DE ANIVERSÁRIO EC10
POSSIBILIDADES DE TRABALHO DENTRO DO CURRICULO EM MOVIMENTO
BIA
Texto verbal: (escrita), não verbal (imagem)
e multimodal (escrita e imagem),
concretizados em diversos gêneros, em
diferentes suportes.
Leitura e escrita de listas diversas de
acordo com alguns critérios: ordem
alfabética, contexto semântico, etc.
Bilhetes e convites: leitura e produção de
acordo com o contexto de uso.
Gêneros que apresentam INSTRUÇÃO/
INJUNÇÃO em sua organização interna:
receitas, regras de jogos, manuais –
162
LEITURA PRODUÇÃO
ESCRITA E ORAL
leitura, compreensão e produção.
Reportagens: temas significativo) –
leitura, compreensão, identificação e escrita
de manchetes.
Cartazes educativos: produção de acordo
com o assunto trabalhado.
Reportagens: temas significativos.
Relatos de acontecimentos do cotidiano
Manuseio de suportes textuais: folhetos, folder, cartazes, cartão,
panfletos.
Roda de conversa: regras para escuta,
fala e manutenção do tema.
Entrevista
Manuseio, identificação e escolha
de suportes de acordo com o gênero e seu
contexto de circulação: livros, revistas, jornal, gibi, folhetos, folder,
encartes, faixas, placas, cartazes, cartão, panfletos, mural, jornal da
escola, caderno, livro, etc.
CONHECIMENTOS LINGUISTICOS
ARTICULADOS COM TEXTOS
Todos descritos no currículo
LITERATURA Livros infantis: escuta e manuseio
Compreender a especificidade da autoria, a relação intrínseca entre
o autor e a obra.
4˚ / 5˚ anos
LEITURA, PRODUÇÃO ESCRITA E ORAL
Planejar a escrita do texto
considerando o tema central, o
gênero textual e os prováveis
destinatários / interlocutores.
Escrever textos em diferentes gêneros de acordo com a finalidade da
situação comunicativa: convidar (gênero-convite),
informar (gêneros- cartaz, bilhete, notícia, de jogo, etc.).
Escrever atentando para elementos que compõem a estrutura e a
apresentação de cada gênero (o que compõe uma fábula,
um poema, uma notícia, uma regra de jogo, etc.).
Notícias e manchetes: estudo de gênero enfocando os elementos
fundamentais (O quê? Com quem? Quando? Onde? Em que
circunstâncias?
Notícia: escrita de texto de autoria a partir de pesquisa de dados e
organização de
Informações.
Realizar entrevistas com o intuito de esclarecer dúvidas ou ampliar
conhecimento.
Criação de manchetes para notícias.
Compreender o que ouve, argumentando, comparando e concluindo.
Entrevistas: planejamento, realização oral, organização de dados e
escrita.
Produção de diário e relatórios a partir de fatos motivadores;
Suportes e portadores: criação de espaços para publicação (mural,
varal, revistas, jornais, placas, faixas, folhetos, cartazes, etc.)
CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS
ARTICULADOS COM TEXTOS
Todos os descritos no currículo
163
CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS Letra de música: compreensão do contexto da autoria: paródia.
ARTES
BIA
PLÁSTICAS E CÊNICAS
Criação livre de desenhos, pinturas, colagem, esculturas,
modelagem e
Construções.
Arte como manifestação da
cultura e identidade de um povo : matizes brasileiras.
Manifestações folclóricas, populares.
Criação de desenhos, pinturas, esculturas e
construções a partir de temáticas pesquisadas.
Exercitar atitudes de plateia.
EDUCAÇÃO FÍSICA
BIA
Regras de convívio social e escolar.
Desenvolver a cooperação, solidariedade e compartilhamento de ações nas práticas de atividades motoras.
Conceito de cooperação e competição, visando ações cooperativas em práticas de atividades motoras.
EDUCAÇÃO FÍSICA
4˚ / 5˚ anos
Regras de convívio social e escolar.
Desenvolver a cooperação, solidariedade e compartilhamento de ações nas práticas de atividades motoras.
Conceito de cooperação e competição, visando ações cooperativas em práticas de atividades motoras.
Jogos e brincadeiras presentes na cultura brasileira ( pipa).
MATEMÁTICA
Para ensinar Matemática, o professor deve favorecer a problematização, trazer situações que provoquem os estudantes,
que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e
janelas para que a cultura social invada espaços da sala de aula para que a Matemática se torne significativa e pulsante. A
forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar
como se faz, mas de provocar os estudantes a partir da criação de situações desafiadoras a descobrirem como
fazer. Assim surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias
aprendizagens e o desenvolvimento da autonomia. O importante é que a aprendizagem matemática seja fruto de
experiências provocadas pela escola, e que os registros, argumentações e sistematizações sejam antes de tudo de autoria
dos estudantes como sujeitos de suas próprias aprendizagens.
BIA
NÚMEROS E OPERAÇÕES
-Medidas de grandezas
(2 kg, 3 dias, 24
horas, meio metro, R$
5,00, etc...
Registros pictóricos orais ou escritos de experiências
matemáticas vivenciadas a partir de
situações-problema envolvendo adição (ações de juntar,
acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão
(ações de partilha).
164
GRANDEZAS E MEDIDAS
Medidas de tempo: -Reconhecimento de instrumentos de
passagem de tempo: agenda, calendário, relógio, linha do tempo
-Sistematização de tempo (estabelecimento das
principais relações entre as unidades de tempo mais
significativas: hora e minuto; hora e dia;
dia, semana e mês)
-Leitura e horas em relógio analógico e digital.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Registro de forma variada da coleta de informações em
situações de pesquisa, jogos e brincadeiras.
Organização dos registros das informações.
Tabelas simples.
Gráficos de coluna (pictórico).
Construção de tabelas.
Seleção e em tabelas simples e gráficos de barras ou colunas.
4˚/ 5˚ anos
NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leitura e escrita numérica de grandes quantidades;
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Registros de eventos na linha do tempo.
Construção e interpretação de gráficos de colunas, barras e
produção de textos.
Situações problemas envolvendo interpretação de tabelas e
gráficos.
MATEMÁTICA
Para ensinar Matemática, o professor deve favorecer a problematização, trazer situações que provoquem os estudantes,
que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e
janelas para que a cultura social invada espaços da sala de aula para que a Matemática se torne significativa e pulsante.
A forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar
como se faz, mas de provocar os estudantes a partir da criação de situações desafiadoras a descobrirem como fazer.
Assim surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias aprendizagens e
o desenvolvimento da autonomia. O importante é que a aprendizagem matemática seja fruto de experiências provocadas
pela escola, e que os registros, argumentações e sistematizações sejam antes de tudo de autoria dos estudantes como
sujeitos de suas próprias aprendizagens.
BIA
NÚMEROS E OPERAÇÕES
-Medidas de grandezas
(2 kg, 3 dias, 24
horas, meio metro, R$
5,00, etc...
Registros pictóricos orais ou escritos de experiências
matemáticas vivenciadas a partir de
situações-problema envolvendo adição (ações de juntar,
acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão
(ações de partilha).
GRANDEZAS E MEDIDAS
Medidas de tempo: -Reconhecimento de instrumentos de
passagem de tempo: agenda, calendário, relógio, linha do tempo
-Sistematização de tempo (estabelecimento das
principais relações entre as unidades de tempo mais
significativas: hora e minuto; hora e dia;
dia, semana e mês)
-Leitura e horas em relógio analógico e digital.
Registro de forma variada da coleta de informações em
165
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
situações de pesquisa, jogos e brincadeiras.
Organização dos registros das informações.
Tabelas simples.
Gráficos de coluna (pictórico).
Construção de tabelas.
Seleção e em tabelas simples e gráficos de barras ou colunas.
4˚/ 5˚ anos
NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leitura e escrita numérica de grandes quantidades;
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Registros de eventos na linha do tempo.
Construção e interpretação de gráficos de colunas, barras e
produção de textos.
Situações problemas envolvendo interpretação de tabelas e
gráficos.
CIÊNCIAS HUMANAS
Nessa abordagem, o trabalho com a área de Ciências Humanas compreende sociedade, tempo e espaço, trabalho,
diversidades socioculturais e religiosas, (gênero, sexualidade, religiosidade, geracionais e étnico-raciais), democracia,
nação, paisagem, espaço geográfico e território, que permitem desenvolver o pensamento histórico e geográfico, ao longo
dos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Nesse contexto, o ensino da História se relaciona à constituição da noção de identidades individuais, sociais e coletivas
que envolvem o conhecimento histórico local e do cotidiano, do eu e do outro, dentro de um espaço temporal, enquanto o
da Geografia busca explicar e compreender relações entre sociedade e natureza, nas quais os indivíduos estão inseridos,
compondo a paisagem e o espaço geográfico.
Em relação à Geografia, pensar o espaço é ter consciência do local que adquire significado e lhe é familiar,
estabelecendo relações com outros locais.
Dessa forma, é essencial que as atividades propostas partam de situações, de problema significativos e investigativos
(práticas sociais).
HISTÓRIA
Identificar os contextos histórico dos espaços
de convivência como elementos constituintes de sua identidade.
Identificar registros históricos (certidão de nascimento,
calendários, cartas, fotos, álbuns)
observando seus usos sociais.
Grupos de convivência: família, escola, comunidade.
Vida em sociedade :história de comunidades locais, rurais,
quilombolas, indígenas e outros
contextos da região.
Identificar fatos importantes como importantes como
aniversários, comemorações, fatos
que está vivendo.
Evolução do tempo: a semana, os meses,
o ano.
Tempo escolar :bimestre, semestre, rotina escolar
Linha do tempo: fases da vida (infância, juventude, velhice),
datas significativas para a
família (aniversários, comemorações).
Identificar fatos importantes do ponto de vista afetivo e
significante para si e para sua comunidade familiar, local,
regional e nacional.
Ordenação dos dias da semana, mês e ano na perspectiva da
construção do tempo cronológico
Tempo escolar semana, meses, ano, bimestre e semestre no
cotidiano escolar; a simultaneidade do tempo na escola e em
outros lugares.
4˚ / 5˚ anos
HISTÓRIA
Identificar e compreender aspectos da ancestralidade, memória
e reminiscências em
busca da valorização da cultura local e brasileira.
O estudante e o tempo: o tempo no cotidiano; fontes históricas;
tempo histórico e social.
Noção de época e século.
Perceber a importância de documentos históricos e de outros
gêneros textuais como
fonte de informação e pesquisa.
Localizar espaços, acontecimentos, épocas e
períodos da história de sua cidade, realizando comparações
entre passado e presente e
reconhecendo-se agente de transformação.
BIA
GEOGRAFIA
Paisagens da sua escola e locais próximos a sua
Residência.
Espaço da escola: sala de aula, espaços, brincantes, sala de
leitura, demais dependências
Identificar mudanças e permanências ocorridas em diferentes
espaços ao longo do tempo.
CIÊNCIAS DA NATUREZA
Práticas esportivas e atividades físicas
ENSINO RELIGIOSO
Grupos sociais: família, escola e comunidade
Convívio escolar:
Conhecimento a respeito de sua religiosidade e do outro
167
SEMANA DIAGNOSTICA
A avaliação proposta na SEEDF é denominada Avaliação Formativa - avaliação para as aprendizagens e
está explicitada em documento próprio. De modo resumido pode-se dizer que "não são os instrumentos/
procedimentos que definem a função formativa, mas a intenção do avaliador, no caso o docente, e o uso que faz
deles."- Diretrizes de Avaliação Educacional, pg. 12.
Assim, a avaliação praticada na SEEDF deve ser aquela que tem um compromisso com as
aprendizagens dos estudantes, uma avaliação que "promove intervenções enquanto o trabalho pedagógico se
desenvolve". Ou seja, a avaliação deve ir além de simplesmente fazer um balanço das aprendizagens ocorridas.
Deve ter uma finalidade pedagógica.
A avaliação diagnóstica é uma das estratégias potencializadoras da avaliação formativa e leva o
professor a conhecer as potencialidades e fragilidades de cada estudante a fim de elaborar as intervenções de
forma assertiva. Nesse período inicial é essencial conhecer onde se encontra cada aluno em relação as
expectativas de aprendizagens de cada ano e é nesse sentido que se desenvolve em nossa escola o período de
avaliação diagnóstica, onde são propostas atividades pensadas conjuntamente com a Coordenação Pedagógica.
Trata-se de um momento muito rico, pois têm-se um olhar individualizado para cada criança.
Em nossa escola, os resultados da avaliação diagnóstica de cada turma são discutidos em coordenação
pedagógica e são utilizados na Organização Curricular - momento em que os professores articulam o currículo à
realidade de suas turmas, às necessidades dos estudantes.
SEMANA DE ADAPTAÇÃO
Com a implantação do Ensino Fundamental de nove anos a rede pública de ensino do Distrito Federal
passou a acolher nas escolas classes as crianças de seis anos e em vias de completar seis anos.
Significa que temos uma significativa parcela de crianças na primeira infância em vias de encarar um
currículo de alfabetização e uma rotina desconhecida, até então.
Acolhemos nos primeiros anos crianças oriundas ou do lar (minoria) ou da Educação Infantil ( maioria) e
essa adaptação ao ambiente escolar ( no primeiro caso) ou transição, no segundo caso, é uma passagem ao
desconhecido, e pode desencadear sentimentos de “ansiedade, expectativas positivas e negativas, tensões,
estresses, medos, traumas e crises que, caso ocorram, incidem sobre o desenvolvimento biopsicológico da
criança” (Currículo em Movimento / Educação Infantil – pg. 69).
“Essas mudanças (...) podem ter um caráter de passagem ou ruptura, a depender da forma como são
conduzidas. Aos adultos cabe um olhar cuidadosos e uma postura afável sobre os processos vivenciados pelas
crianças, criando estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição."
Dessa forma, cabe à escola pensar os tempos, os espaços , as atividades nos primeiros dias do
calendário escolar. As atividades aqui desenvolvidas objetivam diminuir os sentimentos negativos e de ansiedade
gerados nesse primeiro momento, bem como potencializar a construção de sentimentos positivos em relação à
nova escola. Sentimentos esses que possam pautar o ano letivo que se inicia.
168
APÊNDICE
Normas de Convivência Escolar 2018
O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de
Ensino do Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar.
Em caso de divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da
Secretaria de Educação do Distrito Federal e outros órgãos.
DA ENTRADA
 As aulas acontecem nos horários:
Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h
 A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja:
Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m
Ao entrar na escola, o aluno deve dirigir-se ao Espaço 10 e entrar na fila.
 Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem
embora sozinhos, serão liberados pela portaria.
 Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos,
aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes.
 Solicitamos aos responsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da
aula. Atrasos longos (acima de 15 minutos) são comunicados aos conselheiros
tutelares para que busquem a criança. A escola adota a tolerância de 15 minutos
após o final da aula.
 EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a
mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de
idade. Esses deverão estar portando documento de identificação. Saídas
antecipadas, embora autorizadas em casos excepcionais, serão computadas para
fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75%,
conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
 Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída
antecipada, sempre que for necessário. Esse pedido é para o professor organizar
melhor o tempo do aluno e não isenta da presença de um responsável. Alunos não
serão liberados antecipadamente sem a presença de um responsável maior de idade.
 O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para
Reforço Escolar ou outra atividade curricular em turno contrário.
 O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da
escola.
 Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno até a sala de aula. Caso haja
relevante necessidade, o responsável deverá procurar a direção da escola onde o
caso será analisado.
 Os acompanhantes das crianças portadoras de necessidades especiais (deficientes
intelectuais, Síndrome de Down, deficientes físicos, TGD/Autistas), podem levar e
buscar as crianças até suas salas, em caso de necessidade.
 Qualquer acesso da comunidade ao espaço escolar deve ser solicitado ou via
interfone à recepção da escola ou agendada através de bilhete ou telefone.
 Caso a solicitação seja feita através do interfone da portaria, cabe à recepção da
escola realizar a triagem para permitir o acesso.
 O aluno deve ser entregue aos cuidados da escola no portão, não cabendo acesso
do responsável nesse momento. Exceto nos casos em que o responsável tenha sido
convocado pela instituição.
169
 Logo após a entrada das crianças nas salas de aula, o responsável que sentir
necessidade pode solicitar à recepção o acesso à escola para tratar do assunto de
seu interesse com o setor responsável.
 Para o ano de 2018 a Escola Classe 10 está testando um aplicativo de controle de
entrada e saída. O funcionamento do aplicativo será amplamente divulgado à
comunidade.
DA PONTUALIDADE
 O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma
tolerância de 15 minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o
aluno será admitido na escola mediante advertência escrita, que requer a presença
do responsável. Esgotados os recursos da escola, o caso será encaminhado ao
Conselho Tutelar para providências cabíveis. Os atrasos serão computados para fins
de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75% prevista
na LDB. Os atrasos reincidentes deverão ser justificados e o responsável deve assinar
na recepção a entrada atrasada da criança.
DA FREQUÊNCIA
O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência.
Tal regra vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do
aluno é registrada diariamente e computada para fins de aprovação.
A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante
apresentação de:
 Atestado Médico (em nome da criança);
 Atestado de acompanhamento (em nome da criança) por
motivo de doença do pai, mãe, filho, irmão;
 Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou
direta (oito dias contada a data do óbito);
 Convocação oficial do poder público;
 Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975);
De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os
responsáveis têm um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa.
Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação
aplicados durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar.
Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com
procedimentos definidos no PPP da instituição.
O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao
longo do ano letivo aos estudantes com frequência insuficiente;
Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento
diferenciado a estudantes que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos
religiosos;
Faltas não justificadas de alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA
FAMÍLIA, RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme
exigência legal.Casos relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho
Tutelar para providências cabíveis.
170
A escola entrará em contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas
indicarem um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será
registrado para que a escola esteja resguardada no cumprimento de seus deveres.
Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer
à escola no turno contrário quando o horário for compactado por motivo de força maior.
A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato
de dispensa da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento
comprobatório. No caso, atestado médico. A dispensa da prática da Educação Física não
exime o estudante de cumprir a parte teórica do componente curricular.
DO TRANSPORTE ESCOLAR
A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar. O responsável
deverá fiscalizar o serviço contratado.
DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA
Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e
família devem desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano
saudável. É fundamental que os pais participem ativamente das reuniões e demais
atividades e fiquem atentos aos comunicados da escola. Dentre os papéis da família
destacam-se:
 Manter cadastro atualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones.
 Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados
aos pais por meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o
material do mesmo. Em caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário
contrário.
Das Reuniões de Pais e Mestres
 A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente
divulgadas com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são
obrigados a comunicar aos responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os
pais são obrigados a realizar os acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de
Pais obrigatória para escola e família.
 A Escola Classe 10 de Taguatinga assegura o cumprimento da Lei n˚3849/06 – DF, que
garante ao genitor não guardião o papel ativo no processo ensino aprendizagem de
seus filhos, bem como acesso às informações escolares e dependências da instituição.
 Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme
disponibilidade do professor para uma segunda chamada. O não comparecimento
do responsável será registrado e considerado esgotamento das possibilidades
escolares, com encaminhamento ao Conselho Tutelar e Ministério Público.
 O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de
comparecer às reuniões convocadas pela escola.
 A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei para
apresentação no trabalho do responsável.
 As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer
em até quinze dias após o término dos bimestres.
 Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações
 A avaliação é competência do professor.
171
Do Atendimento aos Pais
 O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência. Entende-se
por horário de regência o período em que o professor se encontra em sala de aula
com seus alunos.
 O atendimento aos pais se fará no período contrário ao da regência.
Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na
escola. Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do
espaço escolar (segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode
encontrar-se em curso oferecido pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o
professor encontra-se em reunião coletiva na escola com a equipe docente,
pedagógica e administrativa. Daí a necessidade de agendamento dos responsável
junto ao professor. Utilize a agenda.
Dos Problemas de Saúde
 A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo sob receita médica. Em
caso de necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e solicitar ele mesmo
fazer a administração do medicamento nos horários adequados.
 A comunidade escolar será comunicada caso haja modificação por ordem superior
no item acima.
 Criança doente não vai à escola, vai ao médico.
 Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão
encaminhadas, mediante a presença do responsável, de volta ao lar.
 Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de
cinco dias para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá
estar em nome do aluno.
DAS AVALIAÇÕES
O aluno tem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa,
abrangente, diagnóstica e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias
para essa avaliação. Para isso, o professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de
intervenção e de recuperação; todos eles coerentes com o projeto político pedagógico da
escola e propostas pedagógicas emanadas da Secretaria de Educação.
Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento
contínuo das atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços
obtidos pelo estudante e favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades
enfrentadas no processo de ensino / aprendizagem, bem como a busca de soluções. ”
(Art.182 –Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal / 2015).
Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os
responsáveis e para os alunos.
As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da
Secretaria de Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar.
DO UNIFORME
 O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou
preta, saia ou bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis
para uso diário. Para a prática de Educação Física o tênis é obrigatório.
 Em acordo com a comunidade escolar, a escola adota bermudas e saias com
comprimento padrão dois dedos acima do joelho para ambos os sexos.
172
 Não é permitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do
estabelecimento de ensino.
 O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares
normalmente e seu responsável será convocado imediatamente para assinar
advertência escrita.
ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO
Os estudos de recuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de
aprendizagem e tem com princípio o respeito à diversidade de características, de
necessidades e de ritmos de aprendizagens de cada estudante.
A recuperação de estudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor,
com apoio da família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que
surgirem dificuldades no processo.
A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino
e de aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento
do estudante.
O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode
utilizar.
O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no
turno contrário e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no
ambiente escolar sem supervisão. O responsável deverá trazer e buscar a criança no horário
indicado pelo professor, caso não tenha autorização para ir e vir desacompanhado.
AVANÇOS DE ESTUDOS
Avanços de estudos (para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são
permitidos pelo Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em
documento próprio. EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental.
TESTE DE CLASSIFICAÇÃO
O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família
ou responsável legal, acompanhado da justificativa, no início do período letivo, devendo o
interessado indicar no requerimento qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se
observar a correlação idade/série, quando for o caso. A equipe gestora indica, então,
professores habilitados para elaborar o teste, que deve acontecer em até cinco dias após a
solicitação.
MATERIAL ESCOLAR
 É dever dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno;
 O aluno deverá portar seu material todos os dias;
 O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos
pessoais;
 O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo
professor ficará em poder da direção e serão entregues ao responsável pelo aluno.
 A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos.
 O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola.
Skates, patins e bicicletas são proibidos nas dependências da escola.
 Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção
ou na recepção da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS.
173
LANCHE ESCOLAR
A escola conta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. É responsabilidade da
família apresentar, preferencialmente ao professor, laudos médicos em casos de intolerância
a algum alimento (lactose, glúten ou outros). Nesse caso, será providenciado lanche
alternativo quando a criança não puder consumir o lanche servido; dentro das possibilidades
oferecidas pela Secretaria de Educação.
DA EDUCAÇÃO INTEGRAL
A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis. O período de inscrição é
amplamente divulgado para toda comunidade.
Descumprimento ao regimento escolar e às normas específicas da Educação Integral poderá
acarretar a perda da vaga.
Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual
alguns alunos podem não ser contemplados.
DA SECRETARIA
A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos.
Funciona no horário de 7h30 às 17h.
Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à
secretaria e sim ao professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas
cópias. A secretaria escolar não fará xerox de relatórios e outros documentos.
É dever do responsável entregar toda documentação solicitada pela secretaria.
Documentação incompleta inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante. Em
caso de pedido de transferência, a secretaria emitirá o documento DEPROV- (DECLARAÇÃO
PROVISÓRIA), com validade de 30 dias.
DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO
É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente.
Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade,
assiduidade, uso do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na
escola.
O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao
patrimônio da instituição educacional.
É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana,
considerando a diversidade, sem quaisquer distinções.
É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas.
É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola.
É vedado ao aluno:
174
I - Portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade física
ou de outrem;
II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade
comercial, político partidária ou religiosa.
III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e
aprendizagem;
IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o
objetivo de desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular.
V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar;
VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola.
A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros
dispositivos eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos
alunos nas salas de aulas das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos
aparelhos são permitidos nos intervalos e recreios .A escola não se responsabiliza por perdas
dos citados aparelhos.
Das Medidas de Intervençao Disciplinar
A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência
pode acarretar as seguintes medidas:
 Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor)
 Advertência Escrita (a ser aplicada pela Direção)
 Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade
escolar, de no máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção);
 Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de
outros (a ser aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e
presença do Conselho Tutelar).
Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não,
dependendo da gravidade de cada caso.
A aplicação das medidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção
pedagógica, com a finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis
legais. É necessário que se observe os princípios de direitos humanos e diversidade na
aplicação das medidas citadas.
As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de
acompanhamentos que promovam a convivência escolar.
Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela
família) e na ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar.
Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade
avaliativa que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente
cumprimento do dia letivo.
A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não
observarem as normas contidas no regimento, que apresentarem infrequência ou
baixo rendimento escolar para juntos adotarem medidas adequadas e promotoras do
desenvolvimento escolar da criança.
Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático
visando o cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá
ser assinado pelos responsáveis;
A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à
criança e está pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos
estudantes.
Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável.
175
Destacamos que casos de agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que
firam a lei, apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de
punição na forma da lei e podem não ficar restritos ao ambiente escolar.
A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a
comunicar ao Conselho Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança .
Reiteramos que a escola não necessita de comprovação do abuso para acionar os
órgãos de proteção à criança.
CAIXA ESCOLAR / RECURSOS PRÓPRIOS
O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da
escola com o objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As
contribuições arrecadadas são aplicadas na conservação do espaço físico, na
complementação do lanche e das atividades da Educação Integral.
PROJETOS ESCOLARES
Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores,
Sarau Literário, Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Mostra Cultural, Auto de
Natal, Encontro de Pais, etc. Todos os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando
devidamente vinculados ao Projeto Político Pedagógico da instituição e ao Currículo da
Secretaria de Educação.Os projetos desenvolvidos pela escola são compreendidos como
“efetivo trabalho escolar”, definido como conjunto de atividades pedagógicas, realizadas
dentro ou fora da unidade escolar, com a presença do professor, sua respectiva turma e
controle de frequência.”.
DO REFORÇO ESCOLAR
A necessidade do reforço escolar é definida pelo professor, bem como os dias, o horário e a
duração. Em hipótese alguma será admitido que o aluno permaneça na escola
desacompanhada de um turno para o outro aguardando o horário do reforço. A escola não
dispõe de estrutura nem funcionários para responsabilizar-se pelos alunos que estão
aguardando o reforço. Os responsáveis deverão levar e buscar a criança nos horários
indicados pelo professor ou autorizar a saída da criança desacompanhada após o reforço.
O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na
recepção da escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no
endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação.
176
PLANO DE GESTÃO
TRIÊNIO 2017-2019
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO: Taguatinga.
UNIDADE ESCOLAR: Escola Classe 10 de Taguatinga.
NÍVEIS – MODALIDADE DE ENSINO: Ensino Fundamental – séries iniciais; Educação Integral.
LOCALIZAÇÃO: QSD 18, Área Especial 23, Taguatinga-DF
IDENTIFICAÇÃO DA CHAPA
Diretor: Berenice Aparecida Sousa Cardoso
Cargo: Professora
Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós graduação em inclusão
Vice-Diretor: Sandra Regina dos Santos Alencar
Cargo: Professora
Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós-graduação em
psicopedagogia e gestão escolar.
APRESENTAÇÃO DA CHAPA
A candidata à direção da escola tem 30 anos de Secretaria de Educação, tendo ocupado o cargo de
coordenadora pedagógica, de vice-diretora e diretora nesta mesma instituição. A mesma foi uma das responsáveis
pela idealização e implementação dos atuais projetos pedagógicos desenvolvidos na unidade escolar, tais como:
Cozinha Educativa, Sarau Literário, Roda de Leitores.
A candidata a vice direção atua há 28 anos na SEEDF, tendo ocupado o cargo de vice diretora e de
coordenadora pedagógica nesta mesma instituição.
O desejo de concorrer ao cargo se justifica pela constante busca da qualidade educacional. Sabemos que
o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido, de modo que nosso foco se volta para a
permanência e sucesso do educando em suas aprendizagens.
O objetivo dessa chapa é gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão democrática,
fortalecendo o Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções. A participação da comunidade
escolar se dará ainda através do Conselho de Classe, da Assembleia Geral Escolar, das reuniões bimestrais, dos
eventos pedagógicos e das avaliações institucionais previstas no calendário escolar.
O presente plano de trabalho se funda no conhecimento que a chapa candidata tem da comunidade
escolar: sua realidade, necessidades e potencialidades.
177
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Manter o percentual de desempenho da
unidade escolar estabelecida pelo MEC,
para o triênio 2017 a 2019 e criar
estratégias que possam elevar esse
desempenho.
 Ofertar apoio à
aprendizagem aos alunos
que necessitem de acordo
com as orientações
previstas nas Diretrizes
Pedagógicas dos Ciclos
(Reagrupamento, Projeto
Interventivo, Reforço
Escolar);
 Identificar e sanar os
fatores responsáveis pelo
desempenho abaixo do
ideal;
 Potencializar a formação
continuada de todos os
envolvidos no processo
educacional, no espaço da
coordenação pedagógica.
Será feita com base na divulgação
oficial dos dados do Ministério da
Educação.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover o avanço das aprendizagens
dos alunos distorção idade-série.
Atender os alunos em distorção
idade-série através do Projeto
Interventivo;
Reduzir a retenção escolar
oferecendo um ensino de
qualidade que permita ao aluno
a progressão continuada.
Atender os estudantes em
defasagem de aprendizagem
através da Educação Integral.
Por meio do acompanhamento do Projeto
Interventivo, dos relatórios individuais ,
nos conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019
178
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Assegurar o atendimento da Educação Integral de acordo as politicas públicas vigentes
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Garantir o atendimento de 100 alunos
matriculados.
Propor parceria com a
comunidade escolar a fim de
suprir as carências deixadas
pelas políticas públicas
vigentes.
Garantir a organização do
trabalho pedagógico.
A avaliação será feita por meio de relato
do coordenador, professor regente
educadores sociais, análise da
frequência, avaliação dos pais e
desempenho dos alunos.
Avaliação dos compromissos assumidos
pela comunidade escolar em parceria com
a escola.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover encontros com foco no
relacionamento familiar
 Promover encontros
entre as famílias, a
escola e terapeutas,
psicólogos,
assistentes sociais e
outros especialistas
abordando temas de
interesse .
Será avaliada a partir da participação dos
envolvidos.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
179
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Adequar o PPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao currículo.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Avaliar a Proposta Política Pedagógica da
instituição de forma permanente.
 Promover o estudo do PPP;
 Reuniões periódicas para
avaliação do PPP.
 Tabular e divulgar as
avaliações institucionais com
todos os segmentos.
Acompanhar a aplicabilidade do
PPP.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: TRIÊNIO 2017-2019, sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de
atualização da proposta
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS
Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino
Fundamental.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Manter a coordenação pedagógica da
instituição como espaço de planejamento
e de formação continuada.
Realizar estudos de interesse
do corpo docente que possam
refletir positivamente no
planejamento do professor;
Estimular a participação do
docente em reuniões, oficinas e
cursos de formação.
Manter a Organização Curricular
Bimestral como um encontro
entre os regentes de ambos os
turnos;
Estabelecimento de metas de
aprendizagens bimestrais;
Através da observação da prática do
professor, dos resultados obtidos com os
alunos.
Por meio do relato e prática do professor
regente
180
Acompanhamento das
estratégias in loco
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS
Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento facilitador e
enriquecedor da aprendizagem.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir a retenção por infrequência.
Acompanhar a frequência por turma;
Reunir preventivamente os pais dos
alunos infrequentes;
Acionar o Conselho Tutelar e sempre
que se fizer necessário para o
acompanhamento da infrequência
recorrente.
Será realizada no
acompanhamento diário do
professor, nas coordenações
coletivas semanais e
bimestralmente nos conselhos de
classe por meio do relato do
professor e acompanhamento do
diário professor.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
181
Implementar o atendimento do
laboratório de informática
Captar recursos humanos;
Implantar o Projeto para o
Laboratório de Informática
definindo na Proposta
Pedagógica da instituição.
Buscar novas máquinas;
Através do funcionamento efetivo do
laboratório;
PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Alfabetizar 100% dos alunos nas turmas
de primeiros anos da instituição
educacional.
Propiciar estudos
referentes a alfabetização
para os docentes;
Fortalecer a parceria com
o CRAI
Estimular a participação
dos docentes nos cursos
de formação oferecidos
pela rede.
Realizada através da aplicação de testes
diagnósticos específicos e dos relatórios de
acompanhamento.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
182
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Elevar o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Desenvolver estratégias didáticas que
possibilitem as aprendizagens
matemáticas dos estudantes
 Formação de
professores em
didática da
matemática;
 Elencar as
necessidades da
escola;
 Acompanhar as
aprendizagens in
loco
Através dos resultados obtidos pelos
estudantes, mensurados em avaliações
institucionais e externas;
Através dos relatos dos professores;
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir a índices mínimos de até
80% a retenção escolar.
Utilizar estratégias previstas
legalmente como Projeto
Interventivo, Reagrupamentos,
Reforço Escolar, Recuperação
Contínua, encaminhamentos a
SEAA de alunos considerados
em risco.
Identificar com antecedência as
crianças em risco.
Viabilizar atendimento na
Educação Integral
Por meio do acompanhamento do Projeto
Interventivo, dos relatórios individuais, nos
conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
183
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir a índices mínimos de até 80% a
retenção escolar.
Utilizar estratégias previstas
legalmente como Projeto
Interventivo, Reagrupamentos,
Reforço Escolar, Recuperação
Contínua, encaminhamentos a
SEAA de alunos considerados
em risco.
Identificar com antecedência as
crianças em risco.
Viabilizar atendimento na
Educação Integral
Por meio do acompanhamento do Projeto
Interventivo, dos relatórios individuais, nos
conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
184
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da escola.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Congregar 100% dos pais eou
responsáveis nas reuniões bimestrais,
assembleias gerais, culminâncias de
projetos e eventos pedagógicos abertos à
comunidade.
Conscientizar a comunidade
escolar acerca da importância
da presença na escola;
Realizar convocação por
múltiplos meios.
Adequar os horários das
reuniões e assembleias às
possibilidades dos pais.
Receber a comunidade com
educação, respeito e dignidade
no dia a dia e nos projetos e
eventos.
Será realizada por meio de
formulário próprio e posterior
tabulação para amostragem dos
resultados.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
185
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Propiciar um ambiente educacional adequado à covivência pedagógica.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover melhorias das condições
físicas, administrativas e da escola.
Adquirir recursos humanos
Implementação de sistema de
segurança escolar
(câmeras)de acordo com as
verbas públicas enviadas.
Ampliar cobertura do acesso
dos blocos a quadra de
esporte, conforme verba
recebida e aprovação da
engenharia da SEEDF.
Garantir o funcionamento da
escola com a manutenção
periódica das dependências e
equipamentos elétricos
eletrônicos .
Solicitar por meio de
memorando junto a Diretoria
Regional de ensino os
recursos humanos que
possam atender as demandas
da escola.
Solicitar a terceirização da
portaria da escola.
Promover a reforma da
recepção e do Espaço de
Recreação do Bloco C
Acompanhamento e supervisão com a
participação da comunidade escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
186
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Eliminar em 100% os conflitos do
ambiente de trabalho.
Exemplificar com ações
cotidianas o comportamento
desejável.
Promover projetos de
socialização (tais como Amigo
Anjo, confraternizações, Festa
das Aposentadas)
Exercer uma escuta sensível ;
Através da observação da melhoria das
relações cotidianas.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO FINANCEIRO
Aperfeiçoar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidade escolar.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Utilizar os recursos de acordo com as
necessidades pedagógicas e
administrativas, conforme legislação
vigente.
Discutir e identificar com a
comunidade escolar as
prioridades em todos os
âmbitos de funcionamento da
instituição.
Deliberar e acompanhar a
utilização dos recursos
financeiros conjuntamente com
o Conselho Escolar e
assembleia geral escolar.
Dar-se à por meio do acompanhamento
da comunidade escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
187
CALENDÁRIO ESCOLAR INTERNO
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191
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193
ANEXOS
ASSEMBLEIA ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das
Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 21. A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta
da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por
acompanhar o desenvolvimento das ações da escola.
Art. 22. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada seis
meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar indicar a
necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação:
I – de integrantes da comunidade escolar, na proporção de dez por cento da
composição de cada segmento;
II – do Conselho Escolar;
III – do diretor da unidade escolar.
§ 1º O edital de convocação da Assembleia Geral Escolar será elaborado e
divulgado amplamente pelo Conselho Escolar, com antecedência mínima de três dias
úteis no caso das reuniões extraordinárias e de quinze dias no caso das ordinárias.
§ 2º As normas gerais de funcionamento da Assembleia Geral Escolar,
inclusive o quórum de abertura dos trabalhos e o de deliberação, serão estabelecidas
pela SEDF.
§ 3º Na ausência de Conselho Escolar constituído, as competências previstas
no § 1º recairão sobre a direção da unidade escolar.
194
Art. 23. Compete à Assembleia Geral Escolar:
I – conhecer do balanço financeiro e do relatório findo e deliberar sobre eles;
II – avaliar semestralmente os resultados alcançados pela unidade escolar;
III – discutir e aprovar, motivadamente, a proposta de exoneração de diretor
ou vice-diretor das unidades escolares, obedecidas as competências e a legislação
vigente;
IV – apreciar o regimento interno da unidade escolar e deliberar sobre ele,
em assembleia especificamente convocada para este fim, conforme legislação
vigente;
V – aprovar ou reprovar a prestação de contas dos recursos repassados à
unidade escolar, previamente ao encaminhamento devido aos órgãos de controle;
VI – resolver, em grau de recurso, as decisões das demais instâncias
deliberativas da unidade escolar;
VII – convocar o presidente do Conselho Escolar e a equipe gestora, quando
se fizer necessário;
VIII – decidir sobre outras questões a ela remetidas.
Parágrafo único. As decisões e os resultados da Assembleia Geral Escolar
serão registrados em ata e os encaminhamentos decorrentes serão efetivados pelo
Conselho Escolar, salvo disposição em contrário.
195
CONSELHO DE CLASSE
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das
Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 35. O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da gestão
democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino
e de aprendizagem, havendo tantos conselhos de classe quantas forem as turmas
existentes na escola.
§ 1º O Conselho de Classe será composto por:
I – todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na
condição de conselheiros natos;
II – representante dos especialistas em educação;
III – representante da carreira Assistência à Educação;
IV – representante dos pais ou responsáveis;
V – representante dos alunos a partir do 6º ano ou primeiro segmento da
educação de jovens e adultos, escolhidos por seus pares, garantida a
representatividade dos alunos de cada uma das turmas;
VI – representantes dos serviços de apoio especializado, em caso de turmas
inclusivas.
§ 2º O Conselho de Classe se reunirá, ordinariamente, uma vez a cada
bimestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por solicitação do diretor da
unidade escolar ou de um terço dos membros desse colegiado.
§ 3º Cada unidade escolar elaborará as normas de funcionamento do
Conselho de Classe em conformidade com as diretrizes da SEDF.
196
CONSELHO ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das
Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 24. Em cada instituição pública de ensino do Distrito Federal, funcionará
um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora,
deliberativa e representativa da comunidade escolar, regulamentado pela SEDF.
Parágrafo único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e,
no máximo, vinte e um conselheiros, conforme a quantidade de estudantes da
unidade escolar, de acordo com o Anexo Único desta Lei.
Art. 25. Compete ao Conselho Escolar, além de outras atribuições a serem
definidas pelo Conselho de Educação do Distrito Federal:
I – elaborar seu regimento interno;
II – analisar, modificar e aprovar o plano administrativo anual elaborado pela
direção da unidade escolar sobre a programação e a aplicação dos recursos
necessários à manutenção e à conservação da escola;
III – garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da
comunidade escolar na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade
escolar;
IV – divulgar, periódica e sistematicamente, informações referentes ao uso
dos recursos financeiros, à qualidade dos serviços prestados e aos resultados
obtidos;
V – atuar como instância recursal das decisões do Conselho de Classe, nos
recursos interpostos por estudantes, pais ou representantes legalmente constituídos
e por profissionais da educação;
VI – estabelecer normas de funcionamento da Assembleia Geral e 196inquen-la
nos termos desta Lei;
VII – estruturar o calendário escolar, no que competir à unidade escolar,
observada a legislação vigente;
197
VIII – fiscalizar a gestão da unidade escolar;
IX – promover, anualmente, a avaliação da unidade escolar nos aspectos
técnicos, administrativos e pedagógicos;
X – analisar e avaliar projetos elaborados ou em execução por quaisquer dos
segmentos que compõem a comunidade escolar;
XI – intermediar conflitos de natureza administrativa ou pedagógica,
esgotadas as possibilidades de solução pela equipe escolar;
XII – propor mecanismos para a efetiva inclusão, no ensino regular, de
alunos com deficiência;
XIII – debater indicadores escolares de rendimento, evasão e repetência e
propor estratégias que assegurem aprendizagem significativa para todos.
§ 1º Em relação aos aspectos pedagógicos, serão observados os princípios e
as disposições constitucionais, os pareceres e as resoluções dos órgãos normativos
federal e distrital e a legislação do Sistema de Ensino do Distrito Federal.
§ 2º Quando se tratar de deliberação que exija responsabilidade civil ou
criminal, os estudantes no exercício da função de conselheiro escolar serão
representados, no caso dos menores de dezesseis anos, ou assistidos, em se
tratando de menores de dezoito anos e maiores de dezesseis anos, por seus pais ou
responsáveis, devendo comparecer às reuniões tanto os representados ou assistidos
como os representantes ou assistentes.
Art. 26. Os membros do Conselho Escolar serão eleitos por todos os
membros da comunidade escolar habilitados conforme o art. 3º, em voto direto,
secreto e facultativo, uninominalmente, observado o disposto nesta Lei.
§ 1º As eleições para representantes dos segmentos da comunidade escolar
para integrar o Conselho Escolar se realizarão ao final do primeiro bimestre letivo,
sendo organizadas e coordenadas pelas comissões central e local referidas no art.
48.
§ 2º Poderão se candidatar à função de conselheiro escolar os membros da
comunidade escolar relacionados no art. 3º, I a VII.
198
Art. 27. O Diretor da unidade escolar integrará o Conselho Escolar como
membro nato.
Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos no Conselho Escolar, o
diretor será substituído pelo vice-diretor ou, não sendo isto possível, por outro
membro da equipe gestora.
Art. 28. O mandato de conselheiro escolar será de três anos, permitida uma
reeleição consecutiva.
Art. 29. O exercício do mandato de conselheiro escolar será considerado
serviço público relevante e não será remunerado.
Art. 30. O Conselho Escolar elegerá, dentre seus membros, presidente, vice presidente
e secretário, os quais cumprirão tarefas específicas definidas no
regimento interno do colegiado, não podendo a escolha para nenhuma dessas
funções recair sobre membros da equipe gestora da unidade escolar.
Parágrafo único. Compete ao presidente do Conselho Escolar dirigir a
Assembleia Geral Escolar.
Art. 31. O Conselho Escolar se reunirá, ordinariamente, uma vez por mês e,
extraordinariamente,
a qualquer tempo, por convocação:
I – do presidente;
II – do diretor da unidade escolar;
III – da maioria de seus membros.
§ 1º Para instalação das reuniões do Conselho Escolar, será exigida a
presença da maioria de seus membros.
§ 2º As reuniões do Conselho Escolar serão convocadas com antecedência
mínima de quarenta e oito horas.
§ 3º As reuniões do Conselho Escolar serão abertas, com direito a voz, mas
não a voto, a todos os que trabalham, estudam ou têm filho matriculado na unidade
escolar, a profissionais que prestam atendimento à escola, a membros da
199
comunidade local, a movimentos populares organizados, a entidades sindicais e ao
grêmio estudantil.
Art. 32. A vacância da função de conselheiro se dará por renúncia,
aposentadoria, falecimento, desligamento da unidade de ensino, alteração na
composição da equipe gestora ou destituição, sendo a função vacante assumida pelo
candidato com votação imediatamente inferior à daquele eleito com menor votação
no respectivo segmento.
§ 1º O não comparecimento injustificado de qualquer conselheiro a três
reuniões ordinárias consecutivas ou a cinco alternadas implicará vacância da função.
§ 2º Ocorrerá destituição de conselheiro por deliberação da Assembleia Geral
Escolar, em decisão motivada, garantindo-se a ampla defesa e o contraditório.
§ 3º As hipóteses previstas nos §§ 1º e 2º não se aplicam aos conselheiros
natos.
Art. 33. Caso a instituição escolar não conte com estudantes que
preencham a condição de elegibilidade, as respectivas vagas no Conselho serão
destinadas ao segmento dos pais e mães de alunos.
Parágrafo único. A comunidade escolar das unidades que atendem
estudantes com deficiência envidará todos os esforços para assegurar-lhes a
participação, e de seus pais ou responsáveis, como candidatos ao Conselho Escolar.
Art. 34. Os profissionais de educação investidos em cargos de conselheiros
escolares, em conformidade com as normas de remanejamento e distribuição de
carga horária e ressalvados os casos de decisão judicial transitada em julgado ou
após processo administrativo disciplinar na forma da legislação vigente, terão
assegurada a sua permanência na unidade escolar pelo período correspondente ao
exercício do mandato e um ano após seu término.
200
EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:
Educação Física nos Anos Iniciais
APRESENTAÇÃO:
O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
proposto pela Coordenação de Ensino Fundamental - COENF e pela Coordenação de Educação Física e
Desporto Escolar– CEFDESC da Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB visa à melhoria da qualidade no
atendimento das necessidades educacionais dos estudantes da rede pública de ensino, por meio da
reestruturação didático-pedagógica inserindo o professor de Educação Física nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, preferencialmente, em escolas que possuam um significativo número de estudantes em defasagem
idade/série, organizados em turmas de correção da distorção idade/série escolar.
A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a disciplina de Educação
Física está integrada à proposta pedagógica da escola, sendo um componente curricular obrigatório da Educação
Básica fazendo parte de toda a vida escolar do estudante. Fato este que demonstra a incontestável importância
das vivências motoras na construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais
do Ensino Fundamental.
Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no cotidiano
escolar, ou mesmo no senso comum sobre a importância do brincar, do jogar, da ludicidade, enfim, da ampliação
e diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência indispensável para a formação integral e o
desenvolvimento sócio-afetivo, psicomotor e cognitivo da criança.
Conforme Rodrigues (2005) o século XX ficou conhecido como o “século do corpo”, quando se promoveu
uma ruptura com o paradigma exclusivamente biológico, imprimindo uma perspectiva cultural e multidisciplinar
sobre o corpo e a corporeidade. Para o autor, na comunicação humana a linguagem corporal precede,
invariavelmente, e transcende às demais formas de comunicação.
Compreendemos, então, que a Educação Física, ministrada por um professor especialista, é fundamental
nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às crianças mediante propostas
pedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o
movimento e suas ações, ou seja, a construção do repertório motor fundamental para a conquista da autonomia
funcional do indivíduo e desenvolvimento das demais dimensões.
Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação Física, os
professores participantes ressaltaram a importância de um trabalho integrado entre o professor de Educação
Física e o professor regente1, contemplando aspectos didáticos gerais e específicos do planejamento à avaliação,
1
Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de
Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
201
considerando as questões cotidianas de sala de aula e possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal –
jogos e brincadeiras, esporte, lutas, ginásticas, danças e expressão corporal –, bem como a organização e
participação em atividades de caráter cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre
outros, de suma importância para o desenvolvimento integral do estudante.
No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais, ainda não
contempla de forma plena, a presença do professor de Educação Física na equipe pedagógica das escolas de
séries iniciais do Ensino Fundamental. O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da Educação
Física quando cita: “Partindo desses pressupostos, em busca da melhoria da qualidade da educação, a SEDF
pretende, a partir de projetos pilotos, incluir a docência de Educação Física na equipe pedagógica dos anos
iniciais”. (p. 59) O Projeto Educação com Movimento será base para a universalização da Educação Física no
Ensino Fundamental da SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas com turmas
de correção de fluxo, já que, entende-se, é lócus privilegiado para avaliar a importância das ações propostas.
A Lei de Diretrizes e Bases - LDB (Lei n.º9.394/96) determina em seu artigo 24:
“A educação básica, no nível fundamental e médio, será organizada de acordo com as
seguintes regras comuns: (...).
V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: (...).
b) “possibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso escolar;”.
Como objetivo de atender o direito supracitado, garantido aos estudantes em defasagem de idade/série, é
imprescindível que ocorram mudanças no que diz respeito à prática pedagógica e na maneira de olhar o estudante
como sujeito capaz de construir seu conhecimento.
Nesse sentido, a instituição educacional e, particularmente, os professores, devem proporcionar uma
metodologia pedagógica diferenciada na qual estarão envolvidos todos os agentes – o professor regente da turma,
o professor de Educação Física, o coordenador local, os gestores, orientadores educacionais e demais integrantes
do corpo docente – contemplando o resgate da autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do
estudante, além dos princípios pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos
saberes.
As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham dois anos ou
mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos completos, ou a completar até
31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de Alfabetização e são compostas por no mínimo 15
(quinze) e no máximo 20 (vinte) estudantes conforme previsto na Estratégia de Matrícula de 2013.
Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu curso escolar
com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do movimento como área de
conhecimento, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal implantará este Projeto Piloto em
202
instituições educacionais que possuam ensino fundamental/anos iniciais, sendo, pelo menos uma em cada
Coordenação Regional de Ensino.
HISTÓRICO
A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta nova.
Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município de Goiânia já
implementaram em suas propostas pedagógicas estaduais e municipais, respectivamente.
Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos 50 e início
dos 60, Anísio Teixeira ao pensar o projeto de educação para a Capital da República, que seria referência
nacional, implementou o projeto da Escola-Parque que oferece o componente curricular Educação Física, entre
outros, para estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, até os dias atuais.
Essa proposta inovadora com foco no desenvolvimento integral das crianças por meio de uma abordagem
aberta e multidisciplinar envolve o ensino das Artes e a Educação Física em um único espaço físico que até hoje é
destaque na rede pública do Distrito Federal atendendo cerca de dez mil estudantes, em cinco escolas de
natureza especial, no Plano Piloto.
Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a 1998 na
chamada: Escola Candanga2. O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF, 1997) implantado em 50
escolas, hoje, com duas escolas remanescentes: A Escola Classe 15 e a Escola Classe 18 de Taguatinga, as
quais se tornaram referência entre as instituições educacionais do Distrito Federal.
Além da sua continuidade3, o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na Escola
Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo histórico de
indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em festivais
esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no ensino
reconhecido por toda a comunidade escolar.
Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e
Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa de
uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto Piloto.
2
A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em
que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998)
3
De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da
última professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período
acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
203
JUSTIFICATIVA
A implantação das aulas de Educação Física ministradas por professor especialista nos anos iniciais visa
democratizar o acesso a essa prática pedagógica, desenvolvida de forma interdisciplinar e entendida como área
de conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos
estudantes.
O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de
corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência tem origem na ação e ação é
movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da
Educação Física não se restringe ao simples exercício de certas habilidades e destrezas. Não visa à repetição de
gestos estereotipados com vistas a mecanizá-los, e reproduzi-los. É preciso possibilitar ao sujeito refletir sobre
suas possibilidades corporais para que possa de maneira autônoma, exercê-las.
Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao
cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento, são
esferas da vida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento implica
planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando em conta a
diversidade humana e o contexto histórico-social.
OBJETIVO GERAL
Implementar, de forma gradativa, o Projeto Piloto Educação com Movimento nas turmas de séries iniciais
do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional de Ensino, nos turnos
matutino e vespertino, que tenha, preferencialmente, classes de correção da distorção idade/série, afim de que, de
forma interdisciplinar, promova a formação integral do estudante ampliando o seu repertório de experiências
corporais mediante a intervenção pedagógica de um professor especializado nesta área, o professor de Educação
Física.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos da cultura corporal presentes na
Educação Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica e a dança mediante a
intervenção pedagógica de um professor especialista nesta área do conhecimento que integrado e inter-
relacionado ao trabalho do professor regente, contemple um melhor atendimento das necessidades
pedagógicas do estudante dos anos iniciais do Ensino Fundamental;
 Fortalecer o vínculo do estudante com a escola visando à melhoria da aprendizagem daqueles que estão
em defasagem idade/série por meio de um atendimento pedagógico diferenciado utilizando instrumentos
específicos da Educação Física, tais como: eventos esportivos, festivais de dança, de lutas e ginástica
que resultem em uma aprendizagem adequada ao prosseguimento dos estudos ou ao avanço para a
204
série/ano indicada (o) pela equipe de professores e da direção da instituição educacional no Conselho de
Classe da turma do estudante.
PERFIL DO PROFESSOR
Para a participação neste projeto, o professor deverá:
- Ser, prioritariamente, professor efetivo da SEDF, aprovado em concurso para atuar em Educação Física;
- interessar-se pela prática docente em anos iniciais do Ensino Fundamental;
- Identificar-se, do ponto de vista pedagógico, com os objetivos, as metas e a metodologia do projeto;
- disponibilizar-se para participar do processo de formação continuada.
Organização do trabalho pedagógico do professor
 PARA REGÊNCIA NO TURNO MATUTINO:
Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Regência Regência Regência Regência Regência
Vespertino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica com os
regentes.
Coordenação
pedagógica no
CEFDESC/GEEFES
Coordenação
Pedagógica
Individual
 PARA REGÊNCIA NO TURNO VESPERTINO:
Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica com os
regentes.
Coordenação
pedagógica no
CEFDESC/GEEFES
Coordenação
Pedagógica
Individual
Vespertino
Regência Regência Regência Regência Regência
205
EXECUÇÃO
 Prioritariamente serão atendidas as turmas de correção da distorção idade/série e, posteriormente, em
sequência, as turmas de 4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.;
 Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar do Projeto
Piloto no ano de 2013, sendo 13 para regência matutina e 13 para regência vespertina. Para a ampliação
do projeto serão abertas as carências necessárias em cada CRE, com exceção de Taguatinga.
 Cada professor atenderá entre 10 e 15 turmas em regime de jornada ampliada;
 Os alunos deverão ter no mínimo, 1h40min horas/relógio semanais, preferencialmente divididas em duas
sessões;
 Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos aspectos
motores, afetivo-sociais e cognitivos. As planilhas para estes relatórios serão elaboradas em conjunto
pela CEFDESC e COENF;
 O professor deverá apresentar, em um Seminário no final do ano, os relatórios onde serão socializados
os dados referentes ao projeto na sua escola. Caso haja interesse o professor poderá utilizar estes dados
para elaboração de trabalhos científicos a serem apresentados nestes Seminários;
 Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar de eventos,
tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina da Escola, Festivais
Esportivos, de Dança, Lutas ou Ginástica e do Seminário.
 A elaboração do Plano de Curso e dos Planos de Aulas terá o apoio da COENF e da CEFDESC;
 No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF e da
CEFDESC;
METODOLOGIA
O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político Pedagógico
Professor Calos Mota e na concepção de Educação Integral apresentados no Currículo em Movimento, proposta
de educação Governo do Distrito Federal/SEDF, a ser consolidada no ano de 2013. Além disso, o trabalho do
professor deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no currículo de Educação Física para os anos
iniciais, em construção. Provisoriamente, orienta-se tomar por base o currículo experimental.
O projeto será desenvolvido de forma participativa, tendo em vista a necessidade do trabalho integrado
de todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a prática para o
redirecionamento das ações.
Neste sentido, o registro, acompanhamento e avaliação, são imprescindíveis. O professor utilizará um
diário de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e das avaliações do estudante
e adotará um formulário específico para acompanhamento mais detalhado do desenvolvimento integral desse
aluno. O processo reflexivo permitirá a proposição de novas práticas e possibilidades de intervenções.
206
ABORDAGEM PEDAGÓGICA
A abordagem pedagógica da Educação Física que será desenvolvida em consonância com os seguintes
princípios.
Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades de
aprendizagens e experiências de diversos elementos da cultura corporal do movimento, acumulados
historicamente, como o jogo, os esportes, as ginásticas e as danças, entre outros.
Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios de boa
convivência humana e sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão crítico e consciente dos
seus direitos e deveres na construção de uma sociedade melhor.
Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o nível de
desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais, cognitivos e psicomotores,
respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos, métodos, e procedimentos devem ser
significativos e interessantes para o estudante de forma a contribuir para fortalecer seu vínculo com a escola, com
a cultura e com o conhecimento de um modo geral. As vivências educacionais devem estar diretamente
relacionadas à fase de desenvolvimento no qual se encontra o estudante.
AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE
O professor avaliará o estudante por meio de um formulário em que serão abordados aspectos motores,
afetivo-sociais e cognitivos que deverá ser preenchido bimestralmente, além do registro das ações pedagógicas
no diário de classe.
O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos relatórios
individuais dos estudantes as observações pertinentes aos aspectos formativos da Educação Física.
AVALIAÇÃO DO PROFESSOR
Serão utilizados dois instrumentos de avaliação:
 Formulário a ser preenchido pelo diretor da instituição;
 Observação das participações dos professores nas coordenações com a COENF e CEFDESC e
nos cursos/oficinas de formação continuada.
AVALIAÇÃO DO PROJETO
O projeto será avaliado pela aplicação de questionário ou entrevista aos gestores da escola e amostras
de estudantes e seus responsáveis e por um relatório apresentado ao final do ano, em um seminário para
socialização das experiências
207
PROERD
POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
COMANDO DE POLICIAMENTO
CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS
PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS
O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base o D.A.R.E.
(Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de
Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos cinqüenta estados
americanos, e em cinqüenta e oito países.
No Brasil ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em Brasília o
programa existe desde 1998.
O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano do Ensino
Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia
especialmente voltada para crianças e adolescentes. O objetivo é transmitir uma mensagem de valorização à vida,
e da importância de manter-se longe das drogas.
O curso é organizado em 13 lições de 207inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são ministradas
semanalmente, durante um trimestre, por um Policial Militar, especialmente treinado.
A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o empenho e a
dedicação dos alunos durante o Curso.
Após três meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, ocasião que prestam o
compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas.
O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial
militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo na
comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família.
O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de
atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas
para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo.
O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades necessárias para
permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso de substância como álcool,
208
cigarro e outras drogas. É uma característica central e particular a “Tomada de Decisões”. Os alunos aprendem a
tomar decisões e mantê-las através de informações, princípios, habilidades e atividades em grupos, todas
projetadas para construir nos alunos capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao
uso de substâncias tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de
alternativas positivas que os livrem de um caminho tão perigoso como é o das drogas. O programa visa o
enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa franca com os pais ao
invés de buscar a solução dos problemas nas drogas.
O PROERD é uma cooperação entre a POLÍCIA MILITAR, A ESCOLA E A FAMÍLIA, pois todos nós temos o papel
de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo: viver sem as drogas.
209
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
Lei 11.988, de 27 de julho de 2009
Art. 1o Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão, em
período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada Semana
de Educação para a Vida.
Art. 2o A atividade escolar aludida no art. 1o desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e
objetivará ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais
como: ecologia e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças
transmissíveis, direito do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc.
Art. 3o A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e
deverá ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral.
Art. 4o As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob a
forma de seminários, palestras, exposições-visita, projeções de slides, filmes ou qualquer outra forma
não convencional.
Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as
matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento
sobre os assuntos a serem abordados.
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
210
BIBLIOGRAFIA
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BRASIL. (2005). Política Nacional sobre Drogas. Brasília: CONAD.
BRASIL. (s.d.). Lei 11.988, de 27 de julho de 2009. Cria a Semana de Educação para a Vida e dá Outras
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SEEDF. (s.d.). Manual de Conservação das Escolas da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
Brasília: GDF.
Silva, T. T. (2003). Documentos de Identidade. Belo Horizonte: Editora Autêntica.
gico. Campinas, SP: Papiros.

PPP EC10 2018 publicado

  • 2.
    2 JULIO GRÉGORIO FILHO Secretáriode Educação do Distrito Federal CLÓVIS LUCAS DA FONSECA SABINO Secretário Adjunto de Educação LUCIANA DA SILVA OLIVEIRA Subsecretaria de Educação Básica JUSCELINO NUNES DE CABRAL Coordenador Regional de Ensino de Taguatinga BERENICE APARECIDA DE SOUSA CARDOSO Diretora EC10/Tag SANDRA REGINA DOS SANTOS ALENCAR Vice Diretora EC10/Tag
  • 3.
    3 SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO_________________________________________________________ 04 APRESENTAÇÃO_________________________________________________________ 07 HISTORICIDADE________________________________________________________ 11 DIAGNÓSTICO DA REALIDADE _____________________________________________ 21 MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS ______________________________________ 40 PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS _______________________ 42 CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO ________________________ 54 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA _______________________ 46 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ______________________________________________ 59 PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO E PEDAGÓGICO ___________ 63 GESTÃO PEDAGÓGICA ________________________________________________ 63 GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS ___________________________________ 64 GESTÃO PARTICIPATIVA _________________________________________________________ 66 GESTÃO DE PESSOAS ___________________________________________________________ 64 GESTÃO FINANCEIRA ___________________________________________________________ 69 GESTÃO ADMINISTRATIVA _______________________________________________________ 69 PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS __________________________ 71 PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR ___________________________________ 71 PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL _________________ 73 PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO ESPECIALIZADO DE APOIO À APRENDIZAGEM _______________ 81 PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA _______________________________ 85 PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS ______________________ ___________________ 98 EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2018 ______________________________________ 107 PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS __________________________________ 117 PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA _______________________________________________ 117 PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR _______________________ 118 PLANO DE AÇÃO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL __________________________ 119 PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO _____________________________________________________ 120 PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENÇÃO __________________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR ____________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________ PLANO DE AÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA___________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO_______________________________________________ 121 121 122 122 123 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP _________________________________ 124 PROJETOS ESPECÍFICOS __________________________________________________ 125 APÊNDICE _____________________________________________________________ 168 ANEXOS (EXTERNO À ESCOLA) ___________________________________________ 193 BIBLIOGRAFIA_________________________________________________________ 210 CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS_________ 44
  • 4.
    4 IDENTIFICAÇÃO COORDENAÇÃO REGIONAL DEENSINO DE TAGUATINGA ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA SUL (61) 3901-6781 CEP: 72020-180
  • 5.
    5 “Com este cantote chamo, porque dependo de ti. Quero encontrar um diamante,/sei que ele existe e onde está. Não me acanho de pedir/ ajuda: sei que sozinho nunca vou poder achar. Mas desde logo advirto:/ para repartir com todos. Traz a ternura que escondes machucada no teu peito. Eu levo um resto de infância que meu coração guardou. Vamos precisar de fachos/ para as veredas da noite, que oculta e, às vezes, defende o diamante Vamos juntos. Traz toda a luz que tiveres, não te esqueças do arco-íris que escondeste no porão. Eu ponho a minha poronga, de uso na selva, é uma luz que se aconchega na sombra. Não vale desanimar,/ nem preferir os atalhos sedutores que nos perdem, para chegar mais depressa. Vamos achar o diamante para repartir com todos. Mesmo com quem não quis vir ajudar, pobre de sonho. Com quem preferiu ficar sozinho bordando de ouro o seu umbigo engelhado. Mesmo com quem se fez cego ou se encolheu na vergonha de aparecer procurando. Com quem foi indiferente e zombou das nossas mãos infatigadas na busca. Mas também com quem tem medo do diamante e seu poder, e até com quem desconfia que ele exista mesmo. E existe: o diamante se constrói quando o procuramos juntos no meio da nossa vida e cresce, límpido,cresce, na intenção de repartir o que chamamos de amor.” Thiago de Melo
  • 6.
    6 Aos que sefizeram infatigáveis na busca.
  • 7.
    7 APRESENTAÇÃO A Escola Classe10 de Taguatinga é uma escola pública inclusiva e oferece à comunidade na qual está inserida Ensino Fundamental de 9 anos, anos iniciais e Educação Integral; mantida pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, CNPJ 00 394 676/0001-07. Atualmente a escola funciona em dois turnos: matutino e vespertino e pode ser contatada pelo telefone (061) 3901-6781 e pelo e-mail ec10equipegestora@gmail.com . Além disso, conta com o blog “Imagine um lugar...ec10”, que pode ser acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/ e pela página no Facebook: https://www.facebook.com/ec10taguatinga/. Foram eleitas para a direção, segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012, para o triênio 2017/2019, as professoras Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, concorrendo como chapa única. Compõem ainda a Equipe Gestora: Susie de Castro Duarte, chefe de secretaria e Quedma Elienai de Souza Silva, Supervisora Pedagógica. Seguindo orientação das Portarias 561 e 562/ 27/12/2017, que trata da distribuição de Carga Horária para 2018, a escola atua em 2018 com 02 coordenadores pedagógicos (Claudia Queiroz Miranda e Luzia Cergina de Queiroz) para o Ensino Regular e 01 coordenador para a Educação Integral (Eliete Teles de Farias). A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2017, entendendo que o mesmo se constitui em instrumento norteador das ações educativas planejadas pela instituição, construído com a participação de toda a comunidade escolar: professores, auxiliares, pais, alunos e responsáveis; desde o primeiro contato, na relação diária e também por meio de reuniões, avaliações institucionais, conversas informais, formulários, etc. A fim de construir um documento que tivesse a real identidade da escola, respeitando a diversidade de pensamento existente, o grupo prolongou a discussão sobre o presente documento no ano anterior; buscando embasamentos para subsidiar a permanência ou exclusão de práticas, eventos e/ou projetos. O Projeto Político Pedagógico da Escola Classe 10 de Taguatinga foi elaborado de forma a contemplar as prioridades estabelecidas pelos diferentes segmentos, servindo de diretriz na atuação de todos os profissionais envolvidos no processo, atendendo aos interesses e expectativas da comunidade. Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem necessários e sempre que as decisões tomadas resultarem em mudanças significativas dos princípios, finalidades e objetivos institucionais. Este instrumento norteador foi organizado tendo como foco o oferecimento de uma educação pública de qualidade evidenciada prioritariamente nas aprendizagens, mas também na participação comunitária, na gestão
  • 8.
    8 responsável dos recursospúblicos e consequente criação de um ambiente físico agradável à totalidade de pessoas que concretizam essa escola. O presente Projeto vem ao encontro dos desafios identificados ao longo dos anos anteriores, se adequa às exigências legais, encontra-se em consonância com a missão, visão e função social expressos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal e culmina em uma proposta que visa atender às necessidades demandadas pela comunidade local em consonância com a concepção de qualidade do ensino, almejada por todos aqueles que participam do dia a dia da escola. Ressalta-se a importância do documento como expressão da coletividade, sua maior força, pois arrebanha o compromisso de todos os envolvidos na sua construção para a sua execução. O PPP da EC10 vem sendo construído nos últimos anos sofrendo alterações embasadas na experiência, nas avaliações internas e externas, se adequando aos documentos oficiais: Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização escolar do 2˚ ciclo, Currículo em Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, e outros. Fez-se necessário, em alguns momentos, o estudo desses documentos, para que os grupos se apropriassem dos mesmos. O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta garantir legalmente a participação desse segmento, é essencial a instrumentalização dele para que a participação requerida seja eficiente. Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes sujeitos sociais” que compõem a comunidade escolar (pais/responsáveis, órgãos colegiados, alunos, funcionários da instituição):  Efetivando os processos dialógicos entre escola x pais /mães /responsáveis, oportunizando, viabilizando e incentivando a participação concreta na construção de uma escola democrática onde atuem como corresponsáveis na aprendizagem do discente (estudante/filho/tutelado).  Dando a conhecer à comunidade a equipe escolar (gestora, pedagógica, docente);  Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino, aprendizagem e avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos efetivados pela instituição.  Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na construção de instrumentos práticos que regem o cotidiano escolar;  Promovendo avanços na prática pedagógica e na organização do trabalho, frente às mudanças sugeridas pela SEEDF;  Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e implementações curriculares e avaliativas, decorrentes da ampliação dos ciclos;
  • 9.
    9  Socializando asmetas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas no plano de gestão;  Dando voz à comunidade escolar na gestão dos recursos definidos como prioridades no Projeto Político Pedagógico da instituição;  Exibindo para apreciação por parte da comunidade escolar as prioridades definidas relacionadas à gestão financeira do PDAF - Programa de Descentralização Administrativa e Financeira;  Discutindo com a comunidade escolar prioridades identificadas;  Aprovando por parte do Conselho Escolar a Ata de Prioridades do PDAF – Programa de Descentralização Administrativa e Financeira;  Votando as prioridades apresentadas;  Conhecendo e refletindo os pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal;  Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o desenvolvimento do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, explicitando os conteúdos desenvolvidos no âmbito escolar.  Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos institucionais, definindo metas e concretizando ações.  Aprovando pelo Conselho Escolar o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a Estratégia de Matrícula 2018 (p.93, item 4.2, item e.1);  Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela instituição educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos processos educacionais e democráticos implementados por essa Secretaria/ Instituição educacional;  Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação das necessidades e possibilidades do segmento na participação dos eventos propostos para o ano letivo;  Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das potencialidades e necessidades da instituição;  Evidenciando os princípios que sustentam o trabalho pedagógico da instituição, em conformidade com os princípios da Secretaria de Educação / DF e das leis maiores que regem a educação no país.  Garantindo a participação de representantes dos pais nos Conselhos de Classe bimestrais. As ações desenvolvidas foram realizadas através de reuniões, informes, palestras, conversas pedagógicas, coordenações coletivas e conselhos de classes. Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de Taguatinga em 2017: professoras Quedma Elienai de Souza Silva, supervisora pedagógica; professoras
  • 10.
    10 Berenice Aparecida deSousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, diretoras; professoras Cláudia Queiroz Miranda, Luzia Cergina de Queiroz e Eliete Teles de Farias, coordenadoras pedagógicas; Albenise Alves Rodrigues de Jesus, carreira assistência, membro eleita do Conselho Escolar; Ivanete Lopes Batista, pedagoga da Equipe de Apoio à Aprendizagem. A comissão procurou, através de diversas estratégias assegurar a participação dos diversos segmentos na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico. O presente projeto está dividido em capítulos, conforme orientação recebida para a construção do mesmo. Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um resgate dos aspectos mais importantes da escola ao longo dos anos e a relevância da unidade de ensino para a comunidade. No capítulo intitulado Diagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e economicamente a comunidade escolar, além de recolher junto ao corpo docente as percepções que este tem da instituição de ensino. Analisou-se ainda os índices da escola frente às avaliações de rede. Em Missão e Objetivos Institucionais, a EC10 de Taguatinga expressa sua missão e objetivos frente às necessidades detectadas no diagnóstico da realidade escolar. A EC10 expressa os princípios que orientam a prática pedagógica da instituição no capítulo denominado Princípios Norteadores das Práticas Pedagógicas. As concepções acerca de currículo, avaliação, ensino, aprendizagem e educação integral encontram-se descritas no capítulo Concepções Teóricas. A Organização do Trabalho Pedagógico com a atuação das equipes multidisciplinares compõe o capítulo seguinte. As Concepções, Práticas e Estratégias de Avaliação abordam a avaliação formativa, o uso do dever de casa, a recuperação contínua, a atuação do Conselho de Classe, em conformidade com a Diretrizes de Avaliação da SEEDF. Organização da Proposta Curricular vai abordar como acontece o trabalho interdisciplinar, os projetos, a contextualização, a relação teórico-prática. E ainda: como se dá o trabalho com os eixos norteadores do Currículo em Movimento. O capítulo seguinte, Plano de Ação para Implementação do PPP trata da gestão pedagógica, da gestão dos resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os planos de ação das equipes multidisciplinares e funcionários readaptados. As Estratégias de Acompanhamento e Avaliação do PPP estão descritas em capítulo próprio. Os Projetos Específicos estão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas utilizadas na construção do PPP.
  • 11.
    11 HISTORICIDADE A comunidade relataa existência da escola desde a década de 60. No entanto, para a modalidade Séries Iniciais do Ensino Fundamental, a Escola Classe 10, de natureza pública, foi criada pela Portaria 17 de 07/07/1980. Quando criada, sua construção, em estrutura de madeira, compunha-se de 05 (cinco) salas de aula e 02 (dois) banheiros; 01 (um) masculino e 01 (um) feminino. Em 1970, passou por uma pequena reforma, mas somente em 1989 recebeu uma reforma significativa, ganhando uma estrutura física de alvenaria em 02 (dois) blocos, com 08 (oito) salas de aula. Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma, ganhando mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e pedagógica, sala de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação, instalações sanitárias e rampas adaptadas para portadores de deficiência física. Rampas No período de 1994 a 2004, a Escola Classe 10 de Taguatinga atendeu o 1º segmento da Educação de Jovens e Adultos, no turno noturno, incluindo turmas de DA (Deficientes Auditivos). A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse aumento, em cerca de 50% da clientela, alterou profundamente a estrutura da escola: ampliou-se o atendimento da Educação Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos Reagrupamentos previstos para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período, a escola buscou formas viáveis de lidar com a situação encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de
  • 12.
    12 espaços, monitoramento dointervalo por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação dos projetos de apoio à aprendizagem. Nos últimos anos a escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e pinturas; funcionando como uma estrutura acolhedora para a comunidade na qual se encontra inserida, além de proporcionar bem estar ao corpo discente, docente e demais funcionários. No início de 2012 a escola passou por uma reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro inaugurou sua quadra coberta. Em 2014 a escola foi contemplada com o Projeto Educação com Movimento, que, como projeto – piloto, oferta aulas de Educação Física Escolar para alunos dos anos inicias. Em 2013 foi inaugurada a cobertura do chamado Espaço 10, destinado ao acolhimento dos alunos diariamente. Este espaço também é utilizado em outros eventos institucionais. “Espaço 10”
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    13 Em 2017 aescola passou a ser monitorada por câmaras de segurança conforme previsto no Plano de Gestão. A recepção ganhou blindex que visa, além do reforço da segurança, a proteção dos funcionários que aí trabalham no que se refere às intempéries como o vento e o frio. O espaço do Bloco C, destinado a recreação das turmas menores do BIA, ganhou um colorido especial no muro, além de traves, estilo “golzinho” para prática de futebol. O alambrado foi pintado com cores primárias. Blindex decorados na recepção: conforto e segurança
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    14 Tais necessidades forampercebidas como prioridade a partir do mapeamento institucional realizado pelas equipes especializadas. Com base no Programa Nacional de Educação Especial, garantido pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, em 1996, a Educação Especial passou a ser oferecida aos alunos portadores de necessidades especiais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 40 alunos especiais laudados com deficiências e transtornos, inclusos em classes regulares, assim distribuídos: Murais do espaço destinado a recreação do BIA
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    15 A Educação Integralfoi oferecida a partir de 2008, atendendo hoje cerca de 120 alunos nessa modalidade. Em 2012 a parceria firmada com o SESI possibilitou ofertar aos alunos a prática de atividades esportivas, além de aulas de Teatro e Informática. Em 2017 a Educação Integral propõe a continuidade das atividades esportivas, dança, aulas de música e acompanhamento pedagógico de Português e Matemática. Na EC10 a Educação Integral trabalha objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico, cultural e esportivo num clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade e o respeito. Para tanto, a ampliação do tempo da criança na escola está amarrada ao compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer Ano Necessidade Apresentada DI DI/ DOWN TGD/ AUTISTA DF TDAH TOD DPAC 1˚ ano 2˚ ano 02 01 03 3˚ ano 02 05 03 4˚ ano 03 02 01 02 5˚ ano 03 02 01 01 06 03 DI- DEFICIENTE INTELECTUAL DI/DOWN – DEFICIENTE INTELECTUAL PORTADOR DE SINDROME DE DOWN TGD- TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO: AUTISMO DF- DEFICIENTE FÍSICO TDAH- TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE TOD-TRANSTORNO OPOSITOR DESAFIADOR DPAC- DEFICIÊNCIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL
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    16 oportunidades diversas deaprendizagens significativas e fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a formação integral do educando. Alegando dificuldades internas, em 2016 o SESI não renovou as parcerias dos anos anteriores. Desse modo, a Educação Integral tem desenvolvido as atividades físicas no próprio ambiente escolar contando com a gestão dos espaços internos. Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino Regular. Para 2018, em nova parceria com o SESC, a EC10 conseguiu viabilizar o Projeto PESC, ampliando o atendimento da Educação Integral para 120 alunos, incluindo crianças menores de oito anos. Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas foram fortalecidos com o apoio da comunidade escolar. Destacamos os projetos Cozinha Educativa, Roda de Leitores / Sarau Literário, Aulas Passeios; os eventos Festa Junina, Celebração da Páscoa e Auto de Natal; além do Encontro de Pais e da Avaliação Institucional, que cada vez mais concretiza a participação dos pais/responsáveis nos rumos pedagógicos e administrativos da unidade escolar. A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o período de eleições. As instalações da instituição foram avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação desse serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias; bem como o serviço de acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também referendado. A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para campanhas de vacinas. Ao mesmo tempo, essa proximidade possibilita o estabelecimento de um vínculo em casos emergenciais. Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu, atendendo o entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola-comunidade, ocupando de forma criativa as instalações escolares com atividade esportiva-cultural. GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU
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    17 A escola atende,ainda, o Projeto Ginástica nas Quadras, no noturno. Alunas do Projeto Ginástica nas Quadras Sempre que solicitado as dependências da escola são utilizadas por grupos religiosos, mediante termo de responsabilidade, nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de “derrubada dos muros da escola”, ofertando um espaço público alternativo à população, fortalecendo o vínculo da comunidade com a escola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a instituição e seu patrimônio. Nisso a escola procura encampar a ideia presente no Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota de se tornar a “escola do lugar”, uma escola que orgulhe sua comunidade. Os dados do IDEB divulgados no ano de 2015 situam a escola com média 5,9. A meta projetada pelo MEC para o período é de 5,8. A análise dos dados levou à conclusão acerca da necessidade de investir na formação e intervenção matemática. A escola destaca-se pelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a comunidade e pelo foco na dimensão pedagógica.
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    18 Em, 2017 aatual equipe gestora empenhou-se em para identificar as antigas equipes gestoras da instituição, entendendo que o trabalho que hoje aparece é fruto da coletividade. Por ocasião do aniversário da escola, as equipes antigas e atual envolveram-se nas festividades. Equipes gestoras identificadas: 1980 Diretora: Teresa Ondina Maltese Vice-diretora: Secretário: José Ferreira dos Reis 1981 Diretora: Rita Malta dos Santos Vice-diretora: Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho 1984 Diretora: Maria das Dores Carvalho dos Anjos Vice-diretora: Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho 1985 Diretora: Maria Elizabeth Abraão Vice-diretora: Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho 1992 Diretora: Maria Elizabeth Abraão Vice-diretora: Secretário: Samuel Eduardo Ramos 1994 Diretor: Cecílio Francisco das Neves Vice-diretora: Secretário: Leila Santos Alves 1995 Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa Vice-diretora: Claudia Elena de Oliveira Quermes / Maria Rosângela V. de Souza Secretário: Leila Santos Alves / Minerva de Barros Lima Sobreira 1996 Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa Vice-diretora: Maria Rosângela V. de Souza / Tânia Aparecida Cunha Albernaz Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
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    19 1998 Diretora: Maria Aparecidade Fátima Pereira da Costa Vice-diretora: Celíria Chagas Ribeiro Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 1998 Diretora: Renusa C. de Morais Vice-diretora: Ricardo Barros de Castro Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 1999 Diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva Vice-diretora: Ediléia Fernandes da Silva Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2001 Diretora: Ediléia Fernandes da Silva Vice-diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2002 Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo Vice-diretora: Lucimar Silva Pereira Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2003 Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo Vice-diretora: Célia Mendes Barbosa Moraes Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2004 Diretora: Maria Francisca Souza Dias Vice-diretora: Maria Lúcélia Pinheiro Nogueira Secretário: Domingos Silva Porto 2008 Diretora: Regina do Nascimento Vice-diretora: Sandra Regina os Santos Alencar Secretário: Domingos Silva Porto 2010 Diretora: Regina do Nascimento Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Pedagógico: Greiciane Nóbrega Dias
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    20 2011 Diretora: Regina doNascimento Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho 2012 Diretora: Regina do Nascimento Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho 2014 Diretora: Vladia Paula Carvalho Vice-diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Sandra Regina dos Santos Alencar Supervisor Pedagógico: Quedma Elienai de Souza Silva 2016/2018 Diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Greiciane Nóbrega Dias Supervisor Pedagógico: Quedma Elienai de Souza Silva Antigas e atual equipes gestoras
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    21 DIAGNÓSTICO DA REALIDADEESCOLAR A Escola Classe 10 de Taguatinga está situada em uma área relativamente tranquila no que se refere a casos de violência e vandalismos, tanto que não temos registros de invasões à escola, roubos e outros. A escola percebe-se cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e demais dependências da escola. Quanto à estrutura física a escola apresenta um prédio antigo, tendo passado por diversas reformas ao longo dos anos, conforme relatado no capítulo Historicidade. Apresenta, assim, uma estrutura agradável composta por três blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação, das equipes especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala multifuncional (que apoia a Educação Integral, os projetos de reforço escolar, reagrupamento, Interventivo, etc), Direção, Secretaria, Sala de Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os alunos portadores de necessidades especiais.
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    23 A escola contacom um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada. Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de atividades ligadas ao desenvolvimento sócio psicomotor dos educandos. Parque Infantil A escola possui um pátio semicoberto, denominado “Espaço Dez”, onde ocorre a acolhida diária dos alunos; possui estacionamento descoberto e murado para os funcionários e uma área não construída, gramada, onde projeta-se a construção de um espaço coberto para apoio à Horta Escolar e aulas ao ar livre. A escola está estruturada com recepção, portões eletrônicos, interfones e sistema interno de câmaras. A recepção foi pensada para acolher a comunidade com conforto.
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    24 No que serefere aos recursos materiais a escola é bem equipada em todos os setores: jogos pedagógicos, materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o desenvolvimento dos projetos descritos, materiais didáticos e outros. A escola orgulha-se em poder suprir, através da gestão eficiente dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição. Pensando na segurança do patrimônio público sob guarda e administração da escola, a atual gestão instalou grades e trancas de segurança nas principais dependências da unidade pedagógica. Em 2018 a Escola Classe 10 de Taguatinga, iniciou o ano letivo com 562 alunos matriculados nas seguintes modalidades:  Ensino Fundamental de 9 anos, sendo 40 ANEES. Esse contingente de alunos, matriculados nos turnos matutino e vespertino está assim distribuído: MATUTINO (301 alunos) VESPERTINO (261 alunos) 1° ANO 03 TURMAS 1° ANO 01 TURMAS 2° ANO 02 TURMAS 2° ANO 04 TURMAS 3° ANO 03 TURMAS 3° ANO 02 TURMAS 4° ANO 02 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS
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    25 Desde 2010 aescola assumiu o compromisso de zerar a retenção por infrequência. De 2011 a 2017 a retenção por infrequência caiu de 21 para 02 em números brutos, número que ainda incomoda se considerarmos todas as ações preventivas adotas por essa gestão: reuniões para esclarecimentos, comunicados via bilhete e via telefone, encaminhamento ao Conselho Tutelar em caso de persistência das faltas não justificadas. O quantitativo de retenções geral também tem sido alvo de intervenções e os números atuais também apresentam queda:
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    26 Mais do queapenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares buscam estabelecer o perfil discente, suas condições sócio- culturais- econômicas, seus valores e necessidades. Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 507 famílias de alunos matriculados em nossa instituição educacional. Destacamos que disponibilizamos mais questionários do que o número de famílias com alunos matriculados. Tal estratégia deve-se à tentativa de fortalecer a Lei 3849/06 do DF que garante os direitos do genitor não-guardião de ter um papel ativo no processo de ensino e aprendizagem do filho, sem necessidade de autorização judicial ou do pai guardião. A lei dá acesso a ambos os pais à escola, nos termos dessa e às informações sobre a criança. Foram devolvidos e tabulados 358, os dados foram transformados em gráficos que, após análise nos conta quem é a comunidade que compõe a Escola Classe 10 de Taguatinga:  Predominaram os questionários respondidos pelas mães:  A maior parte dos que responderam os questionários sócio-culturais, já conhecia o trabalho desenvolvido na instituição, visto não ser esse o primeiro ano da criança na Escola Classe 10 de Taguatinga.  Os alunos da EC10 são oriundos em sua maioria das cidades de Taguatinga e Águas Claras (que envolve Areal e Arniqueiras), mas a escola atende também crianças de Samambaia, Riacho Fundo e
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    27 Recanto das Emas,Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio Descoberto. Um número significativo de pais recusou-se a dar essa informação; alguns com receio de “perderem a vaga” na escola.  A EC10 atende crianças oriundas de Território de Vulnerabilidade Social. Território de Vulnerabilidade Social é definido como uma área onde seus moradores apresentam ao menos uma das características abaixo:
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    28 Exerto do PPPProfessor Carlos Mota PPP Professor Carlos Mota
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    29 De acordo como Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Areal é um território de vulnerabilidade social. A informação é pertinente porque leva à reflexão de práticas que possam influir na qualidade de vidas das crianças oriundas desses territórios, ainda que a EC10 não esteja localizada fisicamente na área considerada TEVS.  Foi constatado que o acesso das crianças à escola se dá, prioritariamente por meio de carro particular dos pais, seguido de perto pelo Transporte Escolar. Algumas crianças chegam andando (sozinhas ou acompanhadas) ou fazem uso de transporte urbano como ônibus e metrô. A informação oferece à escola embasamento para pensar soluções de segurança no acolhimento e entrega das crianças ao fim do turno. Envolvendo, inclusive, se necessário outros órgãos para potencialização do estacionamento externo à escola. No momento, as crianças são acolhidas com quinze minutos de antecedência do início dos turnos, dentro do espaço escolar já estando sob a responsabilidade da escola a partir daí. Do momento da acolhida até a ida das crianças para as salas de aula, o acesso dos pais à escola é controlado a fim de evitar situações de embate de pais com alunos, conforme inúmeros registros de ocorrências. Iniciado o turno as crianças estão sob a responsabilidade do professor regente que não pode dispersar sua atenção ao atendimento de pais e/ou responsáveis. Esse espaço de escuta de pais- professores é aberto na coordenação individual do professor. Casos de emergência podem ser resolvidos junto à direção da escola que fará os devidos encaminhamentos. Ainda pensando na segurança da instituição (patrimônios humanos e materiais) ao final do turno as crianças são conduzidas ao Pátio Externo Espaço Dez onde são entregues aos responsáveis. A fim de agilizar a entrega correta das crianças, evitando tumultos e possíveis acidentes nos espaços internos e externo (estacionamento), os estudantes de primeiros e segundos anos sobem com dez minutos de antecedência, desafogando o portão e o estacionamento externo, ficando sob a responsabilidade do professor até o final do turno ou até que seja entregue ao responsável. Findo o horário do professor as crianças estão sob a guarda e responsabilidade da equipe gestora que elaborou normas de conduta para esse momento considerando a discrepância entre a logística necessária e existente (a saber: ausência de porteiros ou vigilância, número de alunos que aguardam os responsáveis após o fim do turno, necessidades apresentadas por crianças laudadas especiais, desejo manifesto pela comunidade de adentrar a escola nesse momento, prioridade de segurança das crianças e do patrimônio, etc). Quanto à configuração familiar há predominância da formação tradicional embora seja evidente que as transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificações que obriga a escola a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos familiares seja acolhedora, fazendo com que todas sintam-se aceitas e integradas. Observa-se a participação de outros atores na vida das crianças que não somente pais e mães. Avós e tios constituem o núcleo familiar próximo e fazem-se presentes.
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    30 O número defamílias que não responderam à questão foi significativo perfazendo 19%
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    31 A formação acadêmicapredominante na comunidade é de Ensino Médio Completo com quase empate técnico com Curso Superior Completo. É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões que variam de funcionários públicos a autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos setores de vendas, contabilidade, advogados, trabalhadores domésticos, estudantes-estagiários, desempregados e aposentados, etc.. 21% dos entrevistados declararam não trabalhar fora. 4% não responderam. O item referente a faixa de renda familiar mostrou um predomínio entre duas faixas de rendas: R$ 1500,00 a R$ 3500,00. 16% não responderam a essa questão. 13% declarou receber benefícios governamentais tipo Bolsa Escola, Renda Minha, Bolsa Família. 4% não responderam esse item. Pode-se afirmar que a maioria dos alunos desta instituição possui acesso às tecnologias, o que coloca a escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o estudante se torne autônomo no ambiente virtual. Houve uma queda entre os que se declaram seguidores de uma religião em relação aos dados da pesquisa do ao anterior. 88% declarou-se seguidor de uma religião. 17% não respondeu. Católicos e evangélicos de diversas denominações predominam no quadro religioso, seguidos por espíritas. 9% da comunidade optaram por omitir esse dado. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabe-se que a escola é composta por professantes em menor número das religiões Messiânica, Judaica, Mórmons e de matriz africana.
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    32 Questionados acerca domomento denominado “acolhida”, que é enriquecido com uma prece, além de informes institucionais e do Hino Nacional, 95% da comunidade escolar declarou-se favorável à manutenção do mesmo. 5% omitiu a resposta. Esclarecemos que a acolhida é um momento diário de reflexão, formação cívica e estabelecimento do diálogo inter-religioso. Significativo número de famílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento escolar do filho/aluno. Mesmo assim, faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a clareza de que a família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções educativas, imprimir valores, fornecer modelo de formação para a vida em sociedade. Além disso, ser responsável pelo desenvolvimento físico e mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com cuidados que permitam o crescimento e desenvolvimento desse indivíduo. Compreendemos que a escola não é substituta da família em seus deveres de prover educação, sustento, dignidade e respeito.
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    33 O desempenho dosdiferentes papéis pelos respectivos atores (escola e família) deve concretizar um ser social saudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga- se necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico da EC10. As respostas apresentadas garantem ainda que significativa parcela dos estudantes têm acesso a material de leitura diversificado dentro da própria casa.
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    34 91% alegaram saberda existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino. Desde 2011 observa-se uma participação mais efetiva dos responsáveis no que se refere à vida escolar das crianças, em relação a períodos letivos anteriores. Essa participação foi perceptível em reuniões escolares avaliativas e/ou pedagógicas, nos processos eleitorais da instituição; também em culminância de projetos e chamadas para acompanhamento dos rumos pedagógicos e financeiros da escola. Acompanhamento de frequência comprovada dos responsáveis em Reuniões de Pais. Média
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    35 Considerando a clientelabastante diversificada, incluindo alunos com necessidades especiais, a escola tem buscado formas, discutido e construído caminhos para processar a inclusão com ganhos sociais e individuais, desenvolvendo uma pedagogia centrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de aprendizagem de todos os seus indivíduos, independente de “suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e linguísticas”. A EC 10 aceita, assim, o grande desafio de coordenar a efetiva aprendizagem de indivíduos que têm o desenvolvimento cognitivo, motor e/ou social bastante comprometidos e, num primeiro momento, não responderão conforme a maioria. Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga obriga-se a superá-los com qualidade. A escola apresenta índice de 5,9 ; IDEB divulgado em 2015.
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    36 A Escola Classe10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não serão somente de ordem ideológico-filosóficos. Mas, prioritariamente, de formação profissional docente: mais um processo do que um fim. A interpretação dos dados exige uma mudança conceitual nos valores culturais da escola e, sobretudo, da sociedade. Dessa forma, a coordenação pedagógica tem conduzido à reflexão acerca dos dados. Em relação a Provinha Brasil - leitura, observou-se que:  Houve baixo desempenho (37%) em Leitura no item D10 – Inferir informação;  A escola vem evoluindo em seus dados desde 2012;
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    37  Especificamente em2017 a escola deixa de ter alunos no nível 2 e apresenta um aumento significativo de alunos no nível 5;  Avalia-se que o trabalho de Formação Continuada desenvolvido pela Coordenação Pedagógica, voltado para as necessidades imediatas apontadas pelos dados externos e pelas necessidades específicas de cada turma teve forte influência nos dados evidenciados.  Referente a Matemática a evolução é visível. 2017 encerrou com alunos da instituição apresentando apenas os níveis 4 e 5. Ao comparamos a evolução entre os níveis 3, 4 e 5 temos mais de 60% de aumento no total e cerca de 50% para o nível 5.  Houve baixo desempenho (77,8%) no item D3- Resolver problemas por meio da aplicação das ideias que preparam para a multiplicação e a divisão e D3.2 – Resolver problemas que envolvam a ideia da divisão. Em relação a avaliação ANA, após análise dos gráficos, observou-se que:
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    38  A necessidadede desenvolver práticas leitoras para argumentação, dar sentido ao meio social no qual se está inserido, ensinar intertextualidade com reflexões sobre a prática;  Potencializar os projetos já existentes a fim de intensificar ações pedagógicas que auxiliem a desenvolver a inferência;  Dar continuidade à formação ds professores para acompanhamento das aprendizagens dos estudantes, clareando os critérios que precisam evoluir no campo da inferência.  Os avanços no campo da escrita mostram-se promissores.
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    39  Foram identificadascrianças no nível 1, que é o nível elementar;  Houve evolução de 50% no nível 4;  Necessidade de trabalhar quadro numérico, sistema monetário, adição envolvendo dois números de até 3 algarismos e apenas um reagrupamento (na ordem das unidade ou das dezenas), subtração envolvendo dois números naturais em que pelo menos um deles tem 3 algarismos sem reagrupamento, resolver problemas de adição ou subtração envolvendo números naturais de 1 ou 2 algarismos com ou sem reagrupamento nos cálculos com o significado de retirar e em que o estado inicial ou final é desconhecido.  Desenvolver projetos interventivos para os níveis elementares. Assim, o Projeto, ora apresentado, propõe continuar desenvolvendo, dentro dos princípios da educação integral, um trabalho de qualidade focado na aprendizagem, no sentido de atender as necessidades educacionais de todas as crianças e promover o fortalecimento das atitudes de aceitação e respeito a si próprio, à natureza e às diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas comunitárias mais sustentáveis, mais saudáveis e mais humanas. Equipe EC10 /2018
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    40 MISSÃO E OBJETIVOSINSTITUCIONAIS É missão da escola promover o pleno desenvolvimento do educando, através da aprendizagem, formando um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta de suas relações com a sociedade e com a natureza. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão, eleita pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram referendados pela comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade escolar, estando em afinidade com a missão expressa nesse documento. Assim:  Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar fortalecido e exercendo suas reais funções de órgão colegiado consultivo, fiscalizador, mobilizador, deliberativo e representante da comunidade escolar.  Promover uma educação de qualidade, garantindo os direitos de aprendizagens dos estudantes; educação essa reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente;  Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola; oportunizando a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada;  Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber;  Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da escola priorizando um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a integração escola/comunidade assegurando mecanismos de participação comunitária que gere transparência nos processos institucionais;  Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem integrando a capacidade cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando possibilitando o desenvolvimento de todas as potencialidades, em especial, a educação do caráter e o despertar da responsabilidade social;  Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino Fundamental oportunizando aos educandos o acesso ao uso das novas tecnologias como prática social e instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem; elevando o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas; garantindo a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental, considerando o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do estabelecimento de ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento integral e harmonioso;  Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito propiciando um ambiente adequado à convivência pedagógica; criando momentos de reflexão que favoreçam a
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    41 identificação e orepúdio a todas as formas de intolerância, indiferença, discriminação, desvalorização e violência no meio social, possibilitando a formação de uma consciência crítica do contexto social;  Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidade escolar; E ainda:  Propiciar um trabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e aprender a ser.  Promover a aquisição das habilidades requeridas pela sociedade moderna, onde a criatividade, autonomia, o trabalho colaborativo e a capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de convivência, no exercício da cidadania e na organização do trabalho; com o afeto, o lúdico, a investigação e a construção científica estimulando o prazer em aprender. Oficina de vivência /2018- Sala de Recursos em parceria com a Educação em Movimento
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    42 PRINCÍPIOS NORTEADORES DASPRÁTICAS PEDAGÓGICAS Os fins e princípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar sua prática educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e da LDB vigente, bem como todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles:  A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a alcançar o exercício pleno da cidadania.  A Educação deve possibilitar ao ser humano o desenvolvimento harmonioso de todas as suas dimensões, nas relações individuais, civis e sociais.  Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e a aceitação do pluralismo de ideias, a flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica adotada.  A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as políticas nacionais de educação e a legislação vigente.  Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum devem ser valorizados na prática pedagógica como norteadores que são da vida cidadã.  Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática constituem fonte de experiências fundamentais para a vida em sociedade, análise de padrões vigentes e a busca da justiça, igualdade, equidade, liberdade, fraternidade e felicidade tanto individual quanto grupal e/ ou universal.  O processo de ensinar-aprender, baseado no diálogo pedagógico, investigação e criatividade, propicia a construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o prosseguimento dos estudos nos diferentes níveis.  A ação pedagógica deve enfatizar procedimentos capazes de favorecer a compreensão e o domínio dos fundamentos científicos e tecnológicos em que se baseiam os processos produtivos da sociedade atual.  A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser e aprender a empreender.  A participação da família e da comunidade na discussão e definição de prioridades, estratégias e ações do processo educativo, contribuirá de forma essencial para a defesa da dignidade humana e da cidadania.  A educação é a estratégia mais adequada para se promover a melhoria da qualidade de vida, o exercício da cidadania e a sustentação da governabilidade.
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    43 É necessário quese destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos, políticos e éticos que emanam da Constituição Federal e da LDB. São eles: sensibilidade, igualdade e identidade. Devem estar presentes em todas as práticas administrativas e pedagógicas da escola, passando pela convivência, pelo emprego dos recursos, pela organização do currículo, das aprendizagens e das estratégias de avaliação. Entende-se que a estética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao educando reconhecer e valorizar a diversidade cultural do país. A política da igualdade exige o reconhecimento dos direitos humanos e o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Para tanto, o acesso aos benefícios sociais e culturais construídos pela humanidade (saúde, educação, informação, etc.), além do combate a todas as formas de preconceito e discriminação. A ética da identidade visa a construção da autonomia, oferecendo ao educando a oportunidade de na construção de sua identidade, estar apto a avaliar suas capacidades e recursos, emitir juízos de valores e proceder escolhas consonantes com seu projeto de vida. Os princípios epistemológicos, orientadores do currículo integrado, que sustentam as práticas educativas na EC10 emanam do Currículo em Movimento:  Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “reflexão crítica, síntese, análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando constantemente o “raciocínio, questionamento, problematização e a dúvida.”.  Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento com sentido social e político.  Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e estratégias capazes de completar a formação intelectual do educando. Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no Currículo da SEEDF, os mesmos são:  Integralidade humana;  Transversalidade;  Intersetorialização;  Territorialidade;  Diálogo escola/comunidade;  Trabalho em Rede. Entendendo que os processos administrativos somente justificam-se se estiverem a serviço dos processos pedagógicos, a escola reforça o princípio fundamental que rege as práticas escolares: a educação pública de qualidade.Esta qualidade deve estar expressa no ambiente cuidado e limpo, nas relações interpessoais, na organização dos espaços e tempos escolares, na garantia de segurança do público alvo, na gestão de pessoas, recursos e materiais, na fidelidade aos documentos que emanam da Secretaria de educação e no respeito e cuidado com a comunidade.
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    44 CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORASDAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que regem o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as causas primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as discussões acerca da função social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente respondidos trazem subjacentes um como. As ações pedagógicas desenvolvidas pelo educador devem ser coerentes com os princípios de educação concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos autoritários. ” (GENTILLI, 2003, p.93); “...não se pode educar para a autonomia através de práticas heterônomas, não se pode educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democracia através de práticas autocráticas” (GENTILLI, 2003, p.75). É a resposta a esse “como” que conduz a Gentilli: a prática do professor, mais que o conteúdo em si, é instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de alinhar teoria e prática, de superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma lista de conteúdos a serem desenvolvidos, e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva integral do ser multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe-se, mas essa busca se concretiza na articulação dos conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas de interesse comunitário e escolar, com os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, a saber: Educação para a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos pelo Currículo em Movimento da SEE/DF. Este Projeto Político Pedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de identidades, questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e mecanismos as sustentam, provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. Julga-se procedente a citação textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou por meio dela e que formam o indivíduo, organizam seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na constituição do seu ser como pessoa. É tudo o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma como aprende, como é avaliado, tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual são importantes e compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ” A Escola Classe 10 de Taguatinga assume, assim, um trabalho filiado à crença de que a aprendizagem ocorre na interação com o outro; decorre principalmente do diálogo produtivo e retornos constantes após a apreciação das produções dos alunos.
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    45 Orientada pelo Currículoem Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral e não somente a de Tempo Intergral, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas cotidianas e desenvolvimento dos conteúdos, a ideia de que todas as atividades ofertadas no espaço escolar são “entendidas como educativas e curriculares”. Pensa na ampliação dos espaços e das oportunidades equilibrando os aspectos cognitivos, afetivos, sociais e psicomotores. A Escola Classe 10 de Taguatinga pensa a avaliação na perspectiva formativa, conforme orientado pela Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero recolhimento dos dados não contempla a educação que se deseja encampar. É clara a necessidade de discutir os dados e índices apresentados com vistas a aprendizagem e a intervenção. A intervenção sobre os dados colhidos é o motivo dos projetos e eventos apresentados neste documento. Assumir, portanto, que o aprendiz age sobre o objeto do conhecimento, organizando e integrando novos dados e que as intervenções do percurso são tão importantes quanto o produto final, possibilita à instituição encampar o presente projeto político colocando em prática as ações descritas, que estão plenamente alinhadas com as concepções aqui expressas.
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    46 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHOPEDAGÓGICO DA ESCOLA A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias letivos e 1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes Curriculares Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto educativo que se deseja. Semanalmente, a carga horária é de 25 horas, sendo 5 horas diárias. Dentro dessa carga horária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais atividades extrapolam os muros da sala de aula, ressignificando o ambiente escolar e seu entorno. Destacamos o momento denominado Acolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva e se insere no tempo de organização escolar (Currículo em Movimento, Pressupostos Teóricos, p.13). Os alunos têm a oportunidade de manifestar a expressão oral e corporal. O momento também é propício ao desenvolvimento de valores cívicos e morais na perspectiva de humanização dos sujeitos. Trabalha-se, ainda, com o apoio da comunidade escolar, o diálogo inter-religioso. Acolhida As crianças ingressam no espaço escolar quinze minutos antes do início do turno, por concessão da gestão da unidade escolar. Observe-se que o ingresso da criança antes disso faz-se impossível, uma vez que demanda recursos humanos, inexistentes no horário, para responsabilizar-se pela segurança dos estudantes. Ainda por motivo de segurança e organização as crianças são convidadas a sentarem-se no espaço demarcado para sua turma e aguardar o momento da entrada. Durante as segundas-feiras são realizadas as Horas Cívicas com a presença da Bandeira e o canto do Hino Nacional Brasileiro e/ou Hino a Brasília. Após, são reforçados os informes pertinentes - isso porque o canal oficial de comunicação escola-comunidade são os comunicados via agenda. Nesse momento denominado acolhida, os responsáveis são convidados a permanecerem fora do
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    47 ambiente escolar atéque os estudantes sejam conduzidos a suas respectivas salas. Tal procedimento foi adotado a fim de resguardar a segurança dos próprios alunos, que em outros tempos (conforme registros arquivados na escola) eram abordados por pessoas maiores de idade e sem vínculo algum com eles. A conversa com o professor nesse momento também faz-se impossível, pois, a partir do início do turno a prioridade do professor é com seus alunos; podendo um minuto de distração potencializar riscos desnecessários. O contato urgente dos responsáveis com a escola pode ser solicitado a qualquer momento à direção do estabelecimento. No entanto, com o professor solicitamos o agendamento para diálogo no turno contrário à regência. O acesso do responsável ao espaço escolar normaliza-se após o encaminhamento das crianças as suas salas, voltando a ser interrompido no momento do intervalo e nos encerramentos dos turnos. Outro tempo de organização escolar contemplado na carga horária é o Recreio. Previsto na matriz curricular das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada turno para intervalo/ recreio. Nesse momento, conforme projeto anexo, os alunos desenvolvem atividades lúdicas, de maneira autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o recreio, visto que é consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerado atividade escolar. A escola conta com jogos e material de recreação para esse momento: mesa de tênis, cordas, bolas, xadrez, etc. O Projeto Nosso Recreio é 10 encontra-se sob a coordenação do SOE. Projeto Nosso Recreio é 10
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    48 A comunidade tema oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos específicos de avaliação, de reunião de pais, do Conselho de Classe, da realização do Conselho e/ou Assembleia Escolar. Além desses momentos, outros podem surgir em função do conteúdo desenvolvido pela escola junto aos estudantes. O que interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no cotidiano pedagógico, pois sabemos que essa participação não se dará, num primeiro momento, de forma espontânea. É preciso que a escola crie momentos e provoque a participação. A EC10 acredita na contribuição que as famílias podem dar ao processo educativo em todos os momentos, desde o planejamento, passando pela execução até a avaliação. A valorização dos saberes comunitários é outra forma de trazer as famílias para a escola, “dando voz” a esse segmento. A escola deve funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha a oportunidade de exercer as habilidades democráticas de discussão e participação. Momento com a comunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de Avaliação O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática, através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda, bilhetes, blog, e-mail, facebook, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o esclarecimento da comunidade acerca do trabalho desenvolvido pela escola (organização curricular, critérios de avaliação, instrumentos de avaliação, estratégias de progressão curricular, objetivos e metas a serem atingidos...), a possibilidade de acompanhamento da rotina do aluno, a participação dos pais no conselho de classe e a busca espontânea dos responsáveis por esclarecimentos. A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicas do Bloco Inicial de Alfabetização e Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma organização dos tempos e espaços escolares. No que se refere ao espaço faz-se necessário organizar o espaço físico disponível de acordo com sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias, agregando ainda as questões: quando e como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física, funcional, relacional e temporal. A escola conta com o momento denominado “ Organização Curricular” para articular currículo x avaliação x projetos.
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    49 O espaço etempo no BIA é pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de forma a garantir a aprendizagem de todos. O trabalho com o Bloco Inicial de Alfabetização prevê, ainda, a Alfabetização, Letramentos e Ludicidade, eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do processo de escrita” e como letramento “as práticas efetivas de leitura e escrita”, “o que as pessoas fazem com as habilidades de leitura e escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades, valores e práticas sociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o professor responsável pelo letramento específico de cada área de conhecimento trabalhada. Ou seja, no trabalho com o BIA é necessário integrar as práticas de codificação e decodificação da língua escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão: “alfabetizar letrando”. Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o bloco) de forma contextualizada, resgatando “as cantigas de roda, as brincadeiras infantis, o subir, o descer, o pular, o gritar”, permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto, a escola conta com a presença de dois profissionais da área de Educação Física, participantes do Projeto Educação em Movimento (projeto anexo). Com isso, os alunos da EC10 são atendidos duas vezes por semana, cada atendimento com duração de 50 minutos. O projeto visa levar o estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que possa exercê-las com autonomia. Os professores de Educação Física desenvolvem um trabalho plenamente integrado ao do professor regente, participando do Conselho de Classe e demais eventos pedagógicos. A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o trabalho pedagógico. Sendo eles:  Princípio da Formação Continuada;  Princípio do Reagrupamento;  Princípio do Projeto Interventivo;  Princípio da Avaliação;  Princípio do Ensino da Língua;  Princípio do Ensino da Matemática. Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento próprio. Observa-se, no entanto, a concretização destes ao longo da Proposta Pedagógica da Instituição. O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o 1ºs, 2ºs e os 3ºs anos. O processo de alfabetização inicia no 1º ano e deve levar o estudante a “ler um pequeno texto com compreensão e produzir textos orais e escritos com encadeamento de ideias, a partir de contexto significativo, sem exigências das complexidades ortográficas e compreensíveis por qualquer pessoa. Esse processo deve ser ampliado e consolidado para que, ao final do BIA, o estudante seja capaz de ler e produzir textos orais e escritos de forma
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    50 proficiente na perspectivado letramento e da ludicidade”. (p.38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo). O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos 4ºs e 5ºs anos e tem como objetivo principal levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo). O Reagrupamento é uma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização e pelas Diretrizes pedagógicas do 2º ciclo, que deve incorporar-se à rotina da instituição. Visa atender todos os estudantes. Favorece o planejamento coletivo, oportunizando a adequação do ensino às necessidades e potencialidades educativas individuais dos alunos, trabalhando de forma diversificada e lúdica. Os reagrupamentos concretizam a ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um único professor, integrando o trabalho da instituição educacional, superando os limites da sala de aula, possibilitando ao aluno transitar entre diversos grupos, interagindo com todos. a. Reagrupamento intraclasse: Atividade realizada no interior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo com os objetivos e habilidades a serem trabalhadas de forma diversificada. b. Reagrupamento interclasse: Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas, proporcionando o intercâmbio entre eles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo ou não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para atingir especificamente as fragilidades e potencialidades de cada educando. As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do projeto, unindo diversos setores da escola de acordo com as possibilidades institucionais. Os reagrupamentos acontecem na EC10 tanto no nível intraclasse quanto no interclasse. Os professores estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do 1º ao 5º ano, com diversos reagrupamentos acontecendo entre turmas. O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, bem como as necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano. Tem como objetivo geral oportunizar aos alunos dos ciclos, em defasagem idade/série e/ou com necessidade de aprendizagem, a apropriação da leitura e da escrita e de outras habilidades necessárias à continuidade de sua vida acadêmica, intervindo assertivamente
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    51 nas dificuldades evidenciadaspelo grupo, visando os aspectos do desenvolvimento humano: afetivo, motor, cognitivo e social, numa perspectiva inclusiva. Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se observe a diversidade presente em sala de aula, onde o modo de aprender de cada criança muitas vezes é único e próprio. Assim, o momento do reforço escolar aparece como propício ao trabalho com atividades diversificadas, de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece tanto o aluno com dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita, naquele momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação contínua para alunos que evidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os professores regentes são os responsáveis pelo atendimento de pequenos grupos de alunos, no contra turno, semanalmente, às terças ou quintas feiras, de acordo com a disponibilidade do professor. O tempo sugerido é de cerca de uma hora, embora tal decisão esteja a critério do professor, que realiza as adaptações necessárias. As atividades serão planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho repetitivo e rotineiro. Cabe ao professor regente definir a necessidade, o tempo de mediação, o período de duração, as estratégias e o público da intervenção. A Formação Continuada acontece, conforme previsto em legislação própria, às quartas–feiras, durante a Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10, com o apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das próprias coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação continuada como um momento de articulação entre teoria x prática. Conforme Madalena Freire: “Professor algum é dono de sua prática, se não tem a reflexão de sua prática na mão”. O foco das formações continuadas para 2018 está definido no Plano de ação da coordenação Pedagógica. A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e um psicólogo itinerante. A EEAA desenvolve seu trabalho baseado em Orientação Pedagógica própria e no Plano de Ação, anexo. Orienta os professores regentes na melhor forma de atuação junto aos alunos encaminhados e conta com espaço/tempo próprios para planejamento com o professor regente. A EEAA tem participação efetiva no Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior e desde 2017 é responsável pelo Projeto de Transição. A Sala de Recursos, conta com um profissional para o atendimento requerido por sua Orientação Pedagógica específica e Plano de Ação, anexo. Além do atendimento junto ao aluno ANEE, atua junto ao professor orientando seu planejamento e suas práticas. Participa do Conselho de Classe e constitui-se em referência para as estratégias de inclusão. Juntamente com a Coordenação Pedagógica promove formações para os Monitores (no momento em número de 01) e Educadores Sociais Voluntários – ESV que atuam no atendimento aos alunos especiais.
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    52 O Serviço deOrientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho guiado por Orientação Pedagógica específica e Plano de Ação, anexos. É responsável por atuar junto às questões disciplinares, tem forte atuação no Conselho de Classe. A Escola Classe 10 conta com um monitor concursado que atua junto aos alunos especiais apoiando as necessidades especias nas atividades da vida diária, atividades pedagógicas, uso e controle dos materiais pedagógicos, realização de atividades motoras, ludo-recreativas, artísticas e culturais. O monitor apoia, ainda, o controle comportamental do aluno sob orientação da equipe pedagógica . Os Educadores Socias Voluntários desenvolvem junto ao aluno com necessidades especiais atividades similares ao do monitor concursado, devendo apoiar o aluno especial nas atividades da vida diária (alimentação, uso do banheiro, higienização, escovação; no desenvolvimento das atividades da Educação com Movimento e outras de cunho lúdico ou recreativas desenvolvidas no espaço escolar ou fora dele, auxiliar o estudante na organização e uso dos materiais escolares, apoiar o estudante quando este apresentar episódio de alteração no comportamento, buscando intervenção. A escola abriga ainda, Educadores Sociais Voluntário atuando na Educação Integral auxiliando os estudantes nas atividades da vida diária, orientando os momentos de refeição, higienização e escovação. Dando suporte na organização e uso dos matérias pedagógicos, desenvolvendo as oficinas conforme Plano de Ação, acompanhando os estudantes nas atividades desenvolvidas dentro e fora da unidade escolar, zelando pela segurança e integridade física dos mesmos. Os educadores Sociais Voluntários recebem capacitação da Coordenação Pedagógica da Educação Integral em pareceria com a Coordenação Pedagógica do ensino regular e da Equipe de Apoio, conforme demanda. A proposta pedagógica da SEEDF é regida pelo Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal: currículo de educação integral que objetiva ampliar tempos, espaços e oportunidades de aprendizagem. Ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens
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    53 A enturmação naEC10 de Taguatinga rege-se pelos documentos legais, tanto a formação das turmas, quanto o número de alunos atendidos em cada sala, em função do espaço e das reduções pleiteadas pelos alunos portadores de necessidades educacionais especiais. Juntamente com essa enturmação, resguardadas as prerrogativas legais, ocorre uma enturmação pedagógica, organizada pela Supervisão e Coordenação Pedagógica, com o apoio do corpo docente, do Serviço de Orientação Educacional, da Sala de Recursos e da EEAA. A enturmação pedagógica visa equilibrar as turmas para que não haja turmas fortes e fracas. Busca-se ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às necessidades e potencialidades observadas pelo professor e demais equipes ao longo do ano.
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    54 CONCEPÇÕES, PRÁTICAS EESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do crescimento já alcançado. Avaliar é também, buscar subsídios para a prática docente e administrativa, indicando a importância da manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo, falhas ou disfunções que comprometam o sucesso escolar. A Secretaria de Educação amplia, em suas diretrizes a noção de avaliação, indo além das avaliações da aprendizagem, orientando a articulação das avaliações em três níveis: aprendizagem, institucional e larga escala. Adota-se nessa articulação a função da avaliação formativa, onde, além de colher dados, além de se analisar o produto final, têm-se a intenção interventiva. É com essa concepção que a instituição de ensino trabalha. Por ser um processo contínuo, sistemático e intrínseco ao ato de educar, a avaliação deve ser planejada e norteada por critérios previamente estabelecidos, conhecidos e entendidos por todos, visto que, o resultado final reflete o fracasso ou sucesso de todos os envolvidos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis acerca dos instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se coparticipante no desenvolvimento escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e incentivar práticas efetivas de participação desse segmento na construção da gestão democrática. Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho pedagógico, dos procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir a presença desses atores no conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão democrática são formas de gerar o protagonismo desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição de ensino se compromete. Para tanto, são realizadas as reuniões com responsáveis bimestralmente, onde são comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem dos estudantes, onde se discute esse resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o estudante alcance a meta planejada. Embora ocorram momentos específicos de aferição da aprendizagem para planejamento de intervenções, a avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas individuais e/ou grupais que interferem no sucesso escolar.
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    55 Nesse sentido, todotrabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios, definidos no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a participação de todos os segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da instituição com fins de intervenção. O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe acontece bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA, Sala de Recursos), professores de Educação Física, coordenação pedagógica. A ausência de espaço-tempo e o zelo para com os dias letivos previstos não permite que o Conselho de Classe seja realizado com a participação de ambos os turnos, o que seria ideal. Assim, cada conselho é realizado no turno contrário à regência do professor, sendo divididos em Conselho do BIA e dos 4°s e 5°s anos. Viabilizar a participação dos pais/responsáveis em todos os conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados colhidos no conselho são registrados em ficha própria da Secretaria de Educação e em portfólio das turmas aos cuidados da coordenação pedagógica. As observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e retomadas posteriormente para providências. A escola acredita assim encampar a orientação de proceder uma avaliação formativa, sendo essa entendida como aquela realizada com fins de intervenção. Conselho de Classe Participativo Todos os segmentos e setores da escola são avaliados durante o Conselho de Classe, no entanto esse não é o único momento em que tal avaliação acontece. As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas semanais constituem–se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as fragilidades identificadas sofrem intervenção imediata. A recepção da escola conta com um instrumento permanente de avaliação para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são
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    56 repassadas aos setoresresponsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados através dos diversos instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são tabulados e apresentados à comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento, a comunidade é ouvida e suas dúvidas, sugestões e/ou críticas são debatidas coletivamente. Os dados da Avaliação Institucional têm sido amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem disponíveis em versão impressa para toda comunidade. Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional Os resultados das avaliações externas tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de estudo em coordenações coletivas. A coordenação Pedagógica da escola classe 10 de Taguatinga prima pela ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática da matemática, bem como dos níveis de leitura e produção textual temas advindos de nossas reflexões a respeito dos dados avaliativos produzidos pela escola, bem como daqueles apresentados pelas avaliações em Larga Escala. Toda essa dinâmica solicita do coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de textos, organização de oficinas pedagógicas, a implementação de construção dos planejamentos para o trabalho em sala de aula mais integrados e reflexivos em torno das concepções do ato educativo de aprender e ensinar, que caracterizem a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. Observa-se, ainda, a necessidade de trabalhar junto à comunidade escolar a compreensão dos dados divulgados, a fim de que seja superada a noção de ranqueamento entre as unidades escolares. A avaliação diagnóstica denominada Aula Entrevista (um conjunto de tarefas realizadas individualmente com o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no processo de alfabetização e na pós-alfabetização) é utilizada na escola sempre que sua necessidade é identificada o que não inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos. Não nos cabe aqui, falar sobre os passos e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma obra específica, até então denominada Aula Entrevista, Geempa, Esther Pillar Grossi. Também não nos cabe teorizar sobre ela, porque tem sido, ao longo dos últimos anos, objeto de estudos em teses acadêmicas. A Aula Entrevista sugere uma intimidade necessária para o estabelecimento de vínculo afetivo dando abertura para o conhecimento que se pretende construir. No que diz respeito à avaliação diagnóstica dos esquemas de pensamento no processo
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    57 de alfabetização, caberessaltar que cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de critérios científicos rigorosos e cada uma corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e conceituado pelas crianças. Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo professor são retomados para compor uma avaliação contínua. O corpo docente da Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao conteúdo que tem sido desenvolvido na e pela escola. Uma atividade cujos objetivos são: a criação do hábito de estudo; oportunizar a sistematização do que foi aprendido e percepção de quais estratégias de meta- aprendizagens são úteis para fortalecer sua autonomia como estudante. A discussão mais aprofundada acerca do assunto é um desafio, visto que existe um abismo entre as concepções explanadas e as práticas correntes. Significativa parcela dos pais/responsáveis declarou não ter dificuldade em acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos e elencaram o dever de casa como uma das estratégias utilizadas para realizar esse acompanhamento. Aproximar o cotidiano escolar do contexto familiar constitui-se outro ganho. O dever de casa informa ao professor as dificuldades do aluno para que intervenções possam ser planejadas. O dever de casa pode ser de três tipos: atividades de sistematização dos conhecimentos, atividades de introdução de conteúdos (preparatória) e atividades de aprofundamento. A frequência semanal das tarefas de casa varia de acordo com a idade da criança, aumentando gradativamente do primeiro para o quinto ano. Está claro que as atividades de casa devem ser retomadas pelo professor e corrigidas (quando for o caso) em sala de aula, pois assim obtém-se um retorno das habilidades desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a responsabilidade dos pais nesse momento limita-se a monitorar a realização desse dever de casa, estabelecendo uma rotina para sua realização com local adequado. A função do responsável pode estender-se para alguma orientação específica ou enriquecimento da atividade caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no entanto, não substitui a ação especializada e planejada de ensino do professor. É responsabilidade do professor fornecer ao aluno todo esclarecimento para a realização do dever de casa, indicando roteiro, bibliografia para pesquisa e sites na internet, quando necessário. É responsabilidade do aluno comprometer-se com a realização do dever de casa, mobilizando todo seu conhecimento e habilidades já adquiridas. Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos conteúdos e os objetivos a alcançar. Os professores têm autonomia para decidir seus critérios de avaliação dentro da legalidade e dos pressupostos teóricos definida pelas Diretrizes de Avaliação Educacional, triênio 2014/2016, vigente até o presente momento. Os responsáveis, bem como os estudantes, devem ser esclarecidos acerca dos instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação adotados pelo professor. A Escola Classe 10 zela pela manutenção de múltiplos instrumentos de avaliação, uma vez que a avaliação não deve se restringir apenas ao aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da aprendizagem, de forma a
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    58 evidenciar o desenvolvimentode diferentes competências, exigidas por cada um deles. Os instrumentos utilizados pela EC10 estão contemplados nas Diretrizes de Avaliação Educacional / 2014/2016: provas, portfólios, registros reflexivos, pesquisas, trabalhos em grupos, trabalhos individuais, A auto avaliação é conduzida na perspectiva formativa. Ou seja, o educando é levado a refletir acerca do desempenho obtido e o que poderia ter auxiliado em um desempenho superior. A recuperação ocorre de forma paralela ao longo do processo sempre que o objetivo não for alcançado ou outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a detecção de sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades diversificadas, reforço escolar, projeto interventivo e outros. O desempenho do aluno é registrado em ficha própria, bimestralmente, conforme orientação da SEEDF e socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem trabalhados, com vistas a um melhor rendimento. Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de classe do professor e no relatório de avaliação (RAV), sendo comunicados aos pais e alunos, mediante instrumento próprio, em reuniões, ao término de cada período escolar. As reuniões de pais/responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os responsáveis que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou telefone. Na ocasião, os pais são esclarecidos acerca da necessidade de seu acompanhamento na vida escolar do filho. Tal estratégia tem apresentado resultados positivos. A escola encontra-se preparada para, em caso de necessidade, acionar outras instâncias de amparo à criança como Conselho Tutelar e Ministério Público. Existe na escola outro tipo de espaço para a reunião de pais/responsáveis que surge a partir da avaliação formativa desenvolvida em nossa instituição. Tratamos aqui que visa promover a articulação entre a família e a escola. Tem como propósito desenvolver a cultura de paz, criar espaços de diálogo sobre temas diversos que atingem a nossa vida cotidiana no processo educativo de crianças e jovens. Há uma programação de que esses encontros com a presença dos familiares, dos professores e dos demais funcionários da escola ocorram pelo menos uma vez a cada semestre.
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    59 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Currículoem Movimento adota uma teoria do currículo objetivando “definir intencionalidade formativa, expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e orientar a organização das práticas da e na escola”. Dessa forma, a teoria que fundamenta o currículo da SEEDF é a Teoria Crítica que tem como pressupostos “a desconfiança do que é natural, o questionamento à hegemonia do conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da não neutralidade do currículo e do conhecimento, a busca da racionalidade emancipatória x racionalidade instrumental, a busca do compromisso ético ligando valores universais aos processos de transformação social”. A Teoria pós-critica do currículo aparece também fundamentando o currículo quando além de ensinar a tolerância e o respeito, provoca análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. O Currículo em Movimento propõe uma maior integração entre os níveis do Ensino Fundamental e uma proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais (Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do currículo é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as aprendizagens e fortalecendo a participação cidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização, transversalidade, diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada. Nessa perspectiva, todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e curriculares. Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares: Participação nos jogos interescolares Ainda de acordo com o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, os conteúdos são organizados em torno de temas/ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade, cidadania e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os componentes curriculares. Conforme explicitado ao longo do presente documento, a Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve os eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto Político Pedagógico, atrelado aos conteúdos curriculares, partindo das necessidades identificadas na avaliação diagnóstica.
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    60 Para 2018 ogrupo analisa o sentido da missão expressa no PPP refletindo as possibilidades dessa missão atender as expectativas de ensino-aprendizagem. A partir daí procurou-se evidenciar, partindo dos dados colhidos na Avaliação Institucional, quais as metas de desenvolvimento para cada turma e quais os desafios comuns a toda escola ( foco na leitura inferencial e na resolução de problemas). Conteúdos curriculares e projetos são articulados em função das necessidades elencadas após a avaliação (organizadora ). O trabalho curricular da escola não se encontra estruturado em torno de datas comemorativas. Ao analisar as intencionalidades pedagógicas que sustentam um trabalho assim organizado, o corpo docente percebe o forte apelo consumista, bem como as poucas oportunidades de questionar e debater os conceitos postos e assimilados pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à proposta apresentada pela Secretaria de Educação que abraça as teorias crítica e pós-crítica como pressupostos teóricos do currículo. Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em seu interior, a EC10 não se furta de abordar temáticas de interesse dos alunos e da comunidade, mesmo quando de teor comemorativo. Esse trabalho busca afirmar e legitimar o pertencimento cultural da criança e de sua família. Com o cuidado de não estimular o caráter consumista de certas datas, preservando o aspecto afetivo e cultural de outras, dosando com o aspecto crítico, ao longo do ano aparecem no trabalho escolar: a festa junina, a reflexão de páscoa e o auto de nata solidário. Esclarecemos que o trabalho com tais eventos está justificado nos projetos específicos, anexos. E, no momento, a permanência de tais eventos comemorativos encontra-se em debate junto ao corpo docente. Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se necessário destacar a Educação para a Diversidade como eixo transversal, onde mais do que apenas “reconhecer as diferenças”, é necessário refletir sobre elas: “as relações e os direitos de todos”. É um eixo que requer formação continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e interdisciplinar. Para tanto, considera-se os valores culturais do estudante e de sua família. O aluno, protagonista do ato de aprender, é estimulado em todos os momentos a questionar, manifestar ideias, dúvidas e opiniões, enunciar conceitos e descobertas, fazer associações, pesquisar, concluir, entre outras atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o fortalecimento da autonomia e da solidariedade. As equipes docente e técnico-pedagógica têm a sensibilidade de integrar conhecimentos, linguagens e afetos, considerando as experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de identidade, valores, experiências e modos de vida próprios, que são considerados e discutidos de forma crítica, construtiva e solidária. A organização curricular da EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas, semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver habilidades específicas para que o aluno possa produzir conhecimento a partir dessas tecnologias: necessidade
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    61 nascida do eixoEducação em e para os Direitos Humanos. O trabalho do laboratório de informática está descrito no Plano de Ação integrado a esse documento e seu funcionamento depende de profissional readaptado. O mesmo processo acontece com o funcionamento da Sala de Leitura que também tem sua necessidade embasada nos eixos do Currículo em Movimento (Letramento, Ludicidade, Educação em e para os Direitos Humanos), funciona conforme Plano de Ação e depende de profissional readaptado. A Educação com Movimento funciona conforme projeto anexo (p 201). Na realidade da Escola Classe 10 de Taguatinga, o projeto tem ótima aceitação por parte da comunidade. Os profissionais envolvidos somam com um olhar diferenciando enriquecendo as práticas pedagógicas desenvolvidas no cotidiano escolar. A participação dos profissionais da Educação com Movimento no Conselho de Classe acrescentou significativa qualidade ao processo. Destacamos a integração do projeto no cotidiano institucional, especialmente no desenvolvimento das atividades com o aluno especial. As atividades são planejadas em conjunto com o professor regente com o apoio da Coordenação Pedagógica , Sala de Recursos e Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem; sempre que necessário. Observa-se que o projeto ampliou as oportunidades de nossos alunos desenvolverem as habilidades corporais e de participarem de atividades culturais. O Projeto Plenarinha ganhou a adesão de todas as turmas do BIA _ Bloco Inicial de Alfabetização. Avalia-se que o projeto agrega ganhos pedagógicos e gera estratégias para o alcance dos objetivos definidos na Organização Curricular. O planejamento é feito com antecedência, as orientações externas chegam até a coordenação local com tempo hábil para o desenvolvimento, de forma que o projeto é inserido no planejamento de forma articulada ao currículo desenvolvido, integrando-se perfeitamente ao trabalho pedagógico das turmas, sem gerar sobressaltos, interrupções ou interferir negativamente na rotina escolar. As turmas de quintos anos aderiram ao Circuito de Ciências e, embora as orientações externas não cheguem de forma tão célere quanto a Plenarinha, o tema é discutido na Organização Curricular e nas coordenações de forma que o projeto não seja um momento estanque no meio do trabalho desenvolvido. Mas ao contrário, que os estudantes coloquem á disposição do projeto os conhecimentos adquiridos e sejam desafiados a buscarem mais, de forma articulada ao currículo. Desde 2015 a instituição vem desenvolvendo um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das aprendizagens dos estudantes e dos professores. Sendo assim, houve um investimento na formação profissional in loco com temas relacionados ao trabalho com a matemática nos anos iniciais. Em 2016 houve uma mudança no quadro de funcionários (docentes) implicando na retomada das discussões já iniciadas em 2015. Apesar de os índices das avaliações externas indicarem que a escola tem alcançado os níveis previstos (meta) é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantando e implementando projetos, estratégias e análises críticas das aprendizagens dos estudantes, ainda são um desafio. Mesmo porque o próprio trabalho com todos os blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando ocorrem nem sempre estão articulados com outras áreas do conhecimento.
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    62 O Ensino Fundamentalde 9 anos da Escola Classe 10 de Taguatinga destina-se à formação de crianças e pré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização, projetos de vida e exercício consciente da cidadania plena. A Matriz Curricular para o Ensino Fundamental – anos iniciais, no Distrito Federal, prevê: Matriz Curricular prevista Professores reunidos em Organização Curricular
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    63 PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃODO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO PEDAGÓGICA Considerando todo o exposto anteriormente, todos os documentos legais aos quais se filiam a presente proposta, considerando ainda a Portaria de distribuição de turmas / 2018 (onde se explicita os tempos de regência e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10 segue as determinações legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo, respeitando os tempos de formação continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar). Ou seja, o planejamento do professor regente ocorre semanalmente, por ano, por turno. Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, trata-se da Organização Curricular, quando os professores, acompanhados da coordenação pedagógica, reúnem-se, por ano, ambos os turnos. Mais do que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de experiência entre os docentes e na reflexão acerca dos instrumentos de avaliação a serem utilizados. Trata-se da articulação entre temas x eixos x áreas curriculares x Projeto Político Pedagógico. Os resultados são registrados em fichas próprias, todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da coordenação e demais profissionais. A organização curricular por bimestres é disponibilizada aos responsáveis. As Semanas Pedagógicas, no início do ano letivo e do semestre, também se configuram em importantes momentos de planejamento: é retomado o PPP da instituição, são definidos os projetos e eventos institucionais e são levantadas as fragilidades e potencialidades... Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos, o planejamento realizado anteriormente pode ser revisto, ajustado... As reuniões de pais e responsáveis são definidas no início do ano letivo, com base no calendário escolar e na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto por meio digital (blog) quanto por comunicado pessoal oral e escrito. São planejadas cinco reuniões com os responsáveis, sendo a primeira o contato inicial com o professor e sua metodologia de trabalho. As demais visam, principalmente, a divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente. Participam de tais reuniões, os responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da equipe diretiva e/ou pedagógica, desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O Serviço de Orientação Educacional, bem como o profissional da Sala de Recursos e do EEAA, também divide seu tempo a fim de participar das reuniões. Também é o momento em que os profissionais ligados à Educação Integral e à Educação com Movimento estão à disposição dos pais e responsáveis. Os momentos de coordenação pedagógica, sejam coletivos e/ou individuais constituem-se em momentos abertos à avaliação da aprendizagem. Assim, sempre que identificadas fragilidades ou experiências de sucesso, as mesmas são compartilhadas com o grupo. Entende-se que as intervenções devam ser imediatas
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    64 em casos dealunos cuja aprendizagem não corresponda às metas estabelecidas. Potencialidades ou necessidades identificadas são refletidas no espaço da coordenação pedagógica (entendendo-se por espaço não só as reuniões coletivas de formação às quartas feiras, mas também todo momento construído para organizar a escola pedagogicamente , a saber: a organização curricular, os pré-conselhos e conselhos de classe, a avaliação institucional, o planejamento comunitário). Dessa forma, os projetos específicos abraçados por essa instituição e descritos em capítulo próprio têm se constituído em estratégias motivadoras e potencializadoras da aprendizagem. O grupo é sempre levado a refletir acerca de quando executar o projeto, porque executar e, principalmente, quais os ganhos pedagógicos envolvidos ? O projeto em si e sua forma de desenvolvimento contribui para que a escola alcance a meta projetada ? Nessa linha de pensamento é que os projetos advindos das instâncias superiores da Secretaria de Educação são acolhidos na EC10/Tag. A Educação com Movimento, o Projeto Plenarinha e o Circuito de Ciências, todos descritos neste documento. A Educação Integral conta com Plano de Ação próprio, integrado a este PPP. Atende preferencialmente alunos em situação de vulnerabilidade social e com baixo rendimento escolar, com histórico de retenções e/ou defasagem idade-série. Além de atividades lúdicas, culturais e esportivas, o projeto desenvolve atividades voltadas para a aprendizagem de matemática, leitura e escrita.. A EC10 assegura a aprendizagem de seus alunos através do diagnóstico, conhecendo onde cada aluno se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar, atividades diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação Formativa e na possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os professores são orientados a realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem sempre que julgar necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no seu planejamento e atuação junto aos alunos. Os professores regentes têm garantido o suporte do profissional especializado da Sala de Recursos e do pedagogo da EEAA para planejamento e atuação eficientes. A Sala de Recursos , a EEAA e a Orientação Educacional trabalham de forma independente, porém integrada, potencializando o trabalho pedagógico da instituição, conforme Planos de Ação , anexos. A Sala de Recursos, apesar de desfalcada em um profissional, no momento, garante o atendimento a todos os alunos especiais, conforme legislação vigente, além de realizar os atendimentos necessários aos responsáveis e oferecer o suporte necessário ao planejamento do professor regente e a atuação dos monitores e ESV. O Calendário interno / 2018 da EC10 (anexo) foi aprovado em assembleia escolar realizada no início do ano letivo e encontra-se devidamente registrado em ata. GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar a escola encampa os projetos de apoio à aprendizagem, a formação continuada bem como o planejamento
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    65 coletivo e individual.Além disso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em função do fazer pedagógico. A análise dos resultados da Avaliação Institucional e de Larga Escala são importantes aliados na reflexão acerca das possibilidades de intervenção nos resultados apresentados pela escola. A aprendizagem dos alunos é refletida diariamente no planejamento, na aplicação das atividades, no desempenho frente às metas estabelecidas. É refletida ainda durante o Conselho de Classe onde as perguntas “o que o aluno aprendeu”, “o que não aprendeu”, “o que deve ser feito para que ele aprenda” devem ser respondidas. O acompanhamento de frequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A infrequência reincidente é encaminhada ao Conselho Tutelar, conforme legislação vigente. É meta da escola zerar a reprovação por infrequência. Nesse quesito já tivemos reduções significativas.
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    66 GESTÃO PARTICIPATIVA A EscolaClasse 10 de Taguatinga, fiel às determinações da SEEDF, apresenta em sua composição os órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido pela instituição educacional. A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente Projeto Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidade com as leis vigentes e documentos da Secretaria de Educação do Distrito Federal. É meta da EC10 fortalecer a participação do Conselho Escolar nas decisões que lhe cabem conforme a Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que melhor se compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são amplamente anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade escolar, que não somente os conselheiros eleitos, são convidados a participarem das reuniões públicas, pois mesmo sem direito a voto, têm direito a voz e o Conselho Escolar, através de seus membros, tem mais uma oportunidade de conhecer os anseios e necessidades daqueles que efetivamente representa. A equipe faz ao Conselho Escolar a prestação de contas pedagógica, informando dados, estatísticas e outras questões pertinentes. A Escola conta com um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas, constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone, comunicados, agenda, e-mail, murais e faixas. A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos documentos, procedimentos e direitos dos alunos e de seus responsáveis. O processo de construção do Projeto Político Pedagógico tem sido amplamente divulgado por meio dos canais de comunicação da escola. Da mesma forma, tem-se compartilhado os documentos oficiais da Secretaria de Educação em sua íntegra e em sínteses no blog, após apresentação e estudo dos mesmos com a comunidade escolar em reuniões específicas. As reuniões do Conselho Escolar são abertas a participação da comunidade, que embora, sem direito a voto direto, toma conhecimento e expressa sua opinião acerca dos rumos que a escola tem tomado. GESTÃO DE PESSOAS A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o Plano de Gestão (anexo), apresentado à comunidade escolar por ocasião das eleições para diretores, parte fundamental da Gestão Democrática. O plano foi elaborado a partir das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas detalhados nesse documento hoje fazem parte do PPP, pois, entende-se que a comunidade escolar se identifica com concepções expressas no plano de gestão. A equipe gestora da EC10 busca encampar uma administração voltada para o fazer pedagógico, de olho na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As
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    67 intervenções identificadas comonecessárias são realizadas da forma mais imediata possível, através do diálogo e da escuta sensível. Espaço de formação individual e coletiva, a coordenação pedagógica obedece às diretrizes estabelecidas legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que dispõem de uma carga horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formação continuada e atendimento individualizado ao aluno, quando este atendimento se faz necessário. Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração por uma prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância com o alcance dos objetivos propostos, viabilizando a atuação de todos os atores da comunidade escolar. A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o acompanhamento pedagógico junto ao professor, com o zelo pela implementação do Projeto Político Pedagógico da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o trabalho em toda rede de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de Avaliação, as metas estabelecidas para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais documentos junto aos diversos segmentos escolares. A EC10 defende a atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal & Estratégia Pedagógica do BIA), destrinchados no Plano de Ação da Coordenação Pedagógica (anexo); para que o coordenador não seja “engolido” pelo cotidiano nem pelas necessidades emergenciais decorrentes da falta de planejamento dos órgãos maiores aos quais a unidade escolar se encontra vinculada. O Serviço de Orientação Educacional está estruturado com uma orientadora. O Plano de Ação do Serviço de Orientação Educacional encontra-se anexo. A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal, é subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento à comunidade escolar em sua área de atuação, coordena o remanejamento escolar, a renovação de matriculas, a efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais vigentes. Outras ações específicas são acrescidas às funções da secretaria escolar, contribuindo para a organização e funcionamento da escola. O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar igualitariamente todos os alunos, sem distinção de qualquer natureza, executar tarefas de registro e planejamento pedagógico, conforme legislação vigente, cumprir os dias e horas letivos estabelecidos, zelar pela aprendizagem dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de adequação curricular e recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os projetos e
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    68 programas implementados pelaSecretaria de Educação, cumprir os prazos legais referentes à vida escolar do aluno (diários, relatórios e outros), participar das ações referentes à integração escola-comunidade. Além das funções descritas o corpo docente compõe o Conselho de Classe. O Conselho de Classe é um órgão colegiado de professores, cuja principal função é acompanhar e avaliar o processo de ensino, educação e aprendizagem. Devem participar do Conselho de Classe, além dos professores: o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e o representante dos alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem e da Sala de Recursos, além de outros que se julgar necessários. Analisar o rendimento dos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos, deliberar sobre procedimentos disciplinares, casos de aprovação e reprovação, analisar, discutir e refletir sobre a proposta pedagógica da instituição, são as principais competências do Conselho de Classe. Soberano para propor mudanças, aplicar recursos e estratégias, o Conselho/comissão contribui de modo eficaz para o aperfeiçoamento gerencial, administrativo e docente, a eliminação das causas do insucesso escolar, o amadurecimento e retomada do aluno diante de seu próprio rendimento, sempre que este não for satisfatório e a busca do aprimoramento. O Conselho de Classe deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas a serem colocadas em prática, uma vez diagnosticadas as dificuldades encontradas em cada período escolar. Nesse sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõe a realização de reuniões ordinárias do Conselho ao término dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda reunir-se em caráter extraordinário sempre que algum fato ou necessidade pedagógica justificar sua convocação. Os monitores e Educadores Sociais Voluntários têm suas funções descritas em documentos próprios . Basicamente resumidas no cuidado com os estudantes que apoiam seja nas atividades desenvolvidas no espaço escolar ou fora dele (caracterizadas como atividade pedagógica). Apoiam os estudantes nas atividades da vida diária , no cuidado pessoal, na locomoção, quando necessário, no alimentação e higienização, no desenvolvimento de atividades motoras, esportivas, sociais, culturais e pedagógicas, na organização e uso dos materiais pedagógicos; sempre sob a orientação da equipe pedagógica, do professor regente e/ou do coordenador da educação Integral (quando se trata de ESV atuando nesse atendimento). Os ESV que atuam na Educação Integral têm responsabilidades ainda com o desenvolvimento das oficinas descritas no Plano de Ação e com o deslocamento dos alunos que fazem atividades no Projeto PESC- parceiro da Educação Integral. A equipe gestora organiza as formações para esses profissionais baseado nas deandas observadas, contando com o apoio das equipes especializadas (EEAA, Sala de Recursos , OE) e da Coordenação Pedagógica, articulando formadores externos sempre que necessário. Os funcionários que prestam serviço na portaria zelam pela entrada e saída da comunidade escolar nas dependências da escola durante os períodos letivos, recepcionando os alunos. São funcionários readaptados,
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    69 pois os concursadospara a função foram aposentados e a SEEDF não providenciou a substituição nem aprovou o pedido de terceirização. Os funcionários da vigilância zelam pelas dependências da escola e seus patrimônios no período em que a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais concursados da própria SEEDF. O trabalho dos funcionários da cozinha possibilita o oferecimento de lanche aos alunos do Ensino regular, diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias, nutricionais e pedagógicas da Secretaria de Educação. Realizado com a empresa terceirizada CONFERE, supervisionado por um coordenador de alimentação escolar, profissional readaptado. Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral relacionado ao prédio público. Realizado com a empresa terceirizada MANCHESTER. A escola conta ainda com quatro funcionários da carreira assistência readaptados ou em processo e nove professores readaptados ou em processo, cujas funções estão definidas em plano de ação próprios, anexos. GESTÃO FINANCEIRA A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação. A Escola conta com o Conselho Escolar para discussão, aprovação e divulgação dos gastos realizados. Conta ainda com a assessoria de um escritório de contabilidade. A prestação de contas das diferentes verbas recebidas pela escola encontra-se à disposição da comunidade escolar para apreciação, conhecimento e fiscalização. GESTÃO ADMINISTRATIVA Os encaminhamentos administrativos e pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão em harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o respeito à LDB, a busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às necessidades regionais e locais. O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com autonomia e responsabilidade as atividades inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita e auxilia os demais. O objetivo é a construção coletiva de uma gestão onde o setor administrativo exista em função do fazer pedagógico de qualidade e a escola em função do aluno, respeitando os princípios e finalidades da gestão democrática (a grosso modo: participação da comunidade, o respeito à pluralidade e diversidade, a autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a garantia da
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    70 qualidade social, ademocratização das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do profissional da educação.), todos explicitados em documentos próprios da SEEDF. A EC10 trabalha com funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha. Os funcionários de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar estão sujeitos às regras da própria empresa e da SEEDF. Serviços de desratização, poda de árvores e grama são solicitados à empresa responsável pela manutenção. Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com as necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela equipe pedagógica a fim de atender as necessidades de todos. É consenso que a escola não deixa a desejar no que se refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o trabalho administrativo a serviço do fazer pedagógico. A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o zelo e manutenção do prédio público realizando os reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas Públicas do Distrito Federal. A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam patrimônio a fim de garantir a segurança dos mesmos.
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    71 PLANOS DE AÇÃOCOMO CONSTRUÇÃO COLETIVA PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Fortalecer a participação do Conselho Escolar nas ações definidas como próprias;  Aprovar, acompanhar, fiscalizar e divulgar o uso das verbas administradas pela escola;  Aprovar as Normas de Convivência Escolar;  Zelar pela realização da Avaliação Institucional garantindo mecanismos de participação da comunidade escolar;  Aprovar o calendário escolar interno, zelando pelo cumprimento do mesmo;  Zelar pela qualidade do atendimento ao aluno incluso;  Intermediar conflitos de natureza pedagógica ou administrativa, quando necessário;  Atuar como instância recursal para o Conselho de Classe;  Divulgar e debater os índices de rendimento, evasão e repetência propondo mecanismos que assegurem a aprendizagem;  Fiscalizar a gestão da unidade escolar. AÇÕES / ESTRATÉGIAS  Realizar reuniões públicas periódicas com a participação da comunidade escolar;  Participar dos cursos de formação para conselheiro escolar realizado pela Secretaria de Educação;  Realizar reuniões periódicas para aprovação dos gastos realizados com as verbas públicas;  Fiscalizar a contabilidade apresentada pela gestão da unidade escolar;  Disponibilizar a contabilidade aprovada para consulta e conhecimento da comunidade;  Realizar reunião específica para conhecimento, debate e aprovação do Regimento Interno Escolar e do Calendário Escolar Interno;  Acompanhar a realização das reuniões previstas no Calendário Escolar para Avaliação Institucional;  Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas Avaliações Institucionais;  Fiscalizar e propor ações que fortaleçam o atendimento qualitativo do aluno incluso;  Promover reuniões sempre que solicitado pela comunidade escolar a fim de atuar como instância recursal nos casos em que a atuação do Conselho de Classe for considerada insuficiente;  Fiscalizar a divulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação implantados pela escola;  Acolher queixas e sugestões da comunidade escolar acerca da gestão pedagógica e administrativa da unidade escolar.
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    72 RESPONSÁVEIS Membros eleitos doConselho Escolar: Edson Ribeiro da Cunha - PAI - RESPONSÁVEL João Lucas Coelho - CARREIRA ASSISTÊNCIA Albenise Alves Rodrigues de Jesus – CARREIRA ASSISTÊNCIA Claudia Moraes da Costa Vieira – CARREIRA MAGISTÉRIO Giselle Nunes Carnaúba – PAI - RESPONSÁVEL CRONOGRAMA Reuniões Ordinárias – Mensais; Reuniões Extraordinárias – Sempre que solicitado pela comunidade escolar observando os prazos exigidos na Lei da Gestão Democrática; Participação em Cursos – Observando a oferta da SEEDF; Fiscalização Financeira – bimestralmente, na apresentação da contabilidade, sempre que necessário; Acompanhamento da Avaliação Institucional – Nas datas previstas pela SEEDF ao longo do ano; Permanente nas demais ações previstas. Conselho Escolar
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    PLANO DE AÇÃO2018 : SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL I-Contextualização – breve diagnóstico da realidade escolar: Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda, atendendo 562 alunos, na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação Básica. Alguns destes são moradores de outras regiões administrativas. Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições, necessitando de alguns reparos. O prédio é constituído de alvenaria, em quatro blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os bebedouros e escadas/rampas de acesso. Percebe-se a adequação dos espaços destinados ao desenvolvimento das atividades da Educação Integral. O prédio tem 13 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos professores com copa, saleta para equipe disciplinar, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina, pátio coberto, cozinha educativa, sala de coordenação, salas para Educação Integral em número de 3, depósitos administrativo e pedagógico, banheiros para os alunos, banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros para os professores e para os auxiliares, uma quadra coberta, pátio com área verde e um parquinho, pátio de entrada coberto, guarita com banheiro, estacionamento descoberto, recepção. Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador, aparelhos de som para todas as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois computadores para o uso administrativo, três computadores para uso da secretaria, dois computadores para uso da equipe gestora com impressoras; um notebook e impressoras para uso da coordenação pedagógica, dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois
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    74 computadores, duas impressorase três notebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três data show, lousa digital, duas máquinas fotográficas digitais, estabilizadores, extensões, microfones, caixas de som. A proposta pedagógica, elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o desenvolvimento global das crianças, é embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo Currículo em Movimento e demais documentos norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e Ministério da Educação. Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, esmera-se para ser dinâmica, eficiente e atenta às necessidades do educando, buscando garantir a igualdade de acesso e condições efetivas de permanência e desenvolvimento acadêmico. A Orientação educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola, através da participação na elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a compreensão da realidade, dos interesses e das necessidades da comunidade escolar, especialmente dos alunos, visando sua interação e seu desenvolvimento social. O Serviço de Orientação Educacional realiza o Projeto Nosso Recreio é 10, que envolve toda comunidade escolar, visando contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui com o ambiente em que vive. O Projeto: Hábito de estudo, que irá ser implementado este ano, visa desenvolver hábitos de estudo entre os estudantes dos 4° e 5° anos. O Projeto: Conviver melhor, a ser implantado com os alunos dos 1°, 2° e 3° anos, busca refletir sobre a qualidade da convivência escolar possibilitando atitudes positivas que visem o bem comum. As ações interventivas no que diz respeito à autoestima e à luta contra o Bulliyng são realizadas ao longo do ano com base nas necessidades das turmas. II- Objetivo Geral
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    75 Ser mediador nasdiversas atividades desenvolvidas no espaço escolar, com os diferentes grupos que o compõe, contribuindo para seu desenvolvimento integral do educando. Neste ano de 2018, os alunos estão distribuídos da seguinte forma: Modalidade MATUTINO VESPERTINO Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe ENSINOFUNDAMENTALSÉRIESINICIAIS 1º A 28 0 Comum 1º D 28 0 Comum 1º B 28 0 Comum 2º C 15 1 Integração Inversa 1º C 28 0 Comum 2º D 15 1 Integração Inversa 2º A 18 2 Classe Comum Inclusiva 2º E 18 2 Classe Comum Inclusiva 2º B 30 0 Comum 2º F 15 1 Integração Inversa 3º A 15 2 Integração Inversa 3º D 18 2 Integração Inversa 3º B 15 1 Integração Inversa 3º E 18 2 Comum Inclusiva 3º C 18 2 Comum Inclusiva 4º C 22 1 Comum inclusiva 4º A 20 2 Integração Inversa 4º D 22 2 Comum Inclusiva 4º B 33 0 Comum 4º E 22 2 Comum Inclusiva 5º A 20 3 Integração Inversa 5º D 24 2 Comum Inclusiva 5º B 24 2 Classe Comum Inclusiva 5º E 24 2 Comum Inclusiva 5º C 24 2 Comum Inclusiva 5º F 20 3 Integração Inversa TOTAL TURMAS/ALUNOS 13 Turmas 301 16 13 Turmas 261 21
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    76 GOVERNO DO DISTRITOFEDERAL SECRETAR IA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Subsecretaria de Educação Básica Gerência de Orientação Educacional e Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga Orientação Educacional Plano de Ação 2018 Cronograma METAS PDE Eixo Objetivos Ações / Atividades Responsáveis Parcerias Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro 01-Ações para implantação e implementaçã o do Serviço de Orientação Educacional Organizar e sistematizar o trabalho a ser realizado na escola  Organizar e atualizar o arquivo de registros de atendimentos realizados junto aos estudantes, professores, direção, pais e especialistas.  Apresentar o serviço de Orientação educacional e suas atribuições ao corpo docente da escola.  Proceder registros diários das ações do SOE.  Planejar plano de ação do SOE.  Realização de algumas ações do plano de ação. (atendimento aos pais, alunos e professores) x x x x x x x x x x x x x x x x x
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    77 02 - Açõesno âmbito Institucional Conhecer a clientela e identificar a demanda escolar a ser acompanhada pelo SOE  Elaborar, executar, acompanhar e avaliar a Proposta Pedagógica da escola.  Participar dos eventos e datas comemorativas.  Participar das coordenações coletivas semanais.  Elaborar plano de Ação Anual do SOE.  Elaborar hipóteses diagnósticas das situações detectadas e discuti-las com o corpo escolar.  Participar do processo de avaliação das ações realizadas pela escola.  Participar das análises dos indicadores de aproveitamento escolar, infrequência, evasão e retenção. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 03 - Ações junto ao corpo docente Integrar minhas ações as das educadoras a fim de colaborar no processo de aprendizagem e no desenvolviment o do educando.  Participar do planejamento, da execução e da avaliação das atividades pedagógicas coletivas.  Desenvolver junto com os professores projetos Pedagógicos  Participar das coordenações coletivas semanais.  Participar do conselho de classe. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x
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    78  Participar deestudo de caso.  Realizar encaminhamentos dos alunos ao atendimento especializado quando houver necessidade.  Proceder devolutiva dos atendimentos/ encaminhamentos realizados aos professores, a direção e aos familiares. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 04 - Ações junto ao corpo discente Contribuir para o desenvolvime nto integral do estudante, ampliando suas possibilidades de interagir no meio social e escolar.  Desenvolver e acompanhar o projeto Nosso Recreio é 10.  Ações interventivas- Oficinas sobre Bullying e autoestima, de acordo com a necessidade.  Projeto: Hábito de estudos (4 e 5° anos)  Hábitos de convivência (1, 2 e 3° anos)  Participar na elaboração e execução do projeto de transição. (para 5° anos)  Estimular a participação dos estudantes nas atividades e nos projetos da escola (Gincanas, passeios, festas)  Acompanhar os alunos de forma individual e coletivamente. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x
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    79 05 - Ações juntoà família Participar ativamente do processo de integração família/escola/ comunidade.  Identificar e trabalhar, junto à família, as causas que interferem no avanço do processo de ensino e aprendizagem do aluno.  Orientar os pais e/ou responsáveis para a compreensão da importância do hábito de estudos.  Orientações/intervenções quanto aos encaminhamentos ao SOE – SEAA – Outros Especialistas.  Promover momentos reflexivos (palestras, encontros e oficinas) que contribuam com a educação dos estudantes.  Atender individual e/ou coletivamente pais e/ou responsáveis. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 06 - Ações junto aos estagiários em OE Não há essa demanda 07 - Ações junto à rede social Integrar ações da Orientação Educacional com outros profissionais da instituição.  Conhecer e articular ações com as redes sociais existentes na comunidade  Identificar e encaminhar, de forma sistematizada, os alunos que x x x x x x x x x x x x x x
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    80 Observações: Este planode ação é provisório é como todo planejamento está sujeito a alterações, uma vez que ainda não tenho conhecimento total da realidade da instituição de Ensino, visto que ingressei como orientadora educacional nesta instituição este ano. apresentarem problemas de conduta e dificuldades específicas de aprendizagem, quando necessário.  Estabelecer parceria com profissionais de outras instituições para o aprimoramento das ações preventivas.  Encaminhamentos ao Conselho Tutelar de alunos em situação de risco e vulnerabilidade. x x x x x x x x x x x x x x x x
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    81 PLANO DE AÇÃODA EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM PLANO DE AÇÃO – 2018 / EQUIPE: EC 10 Pedagoga – Ivanete Lopes Batista Psicólogo – Jaisson Rodrigo Costacurta Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem JUSTIFICATIVA: O Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-se como um serviço técnico pedagógico, de caráter multidisciplinar, prestado por pedagogos e psicólogos, de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores Regentes e Família. A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o desenvolvimento dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagens e necessidades educacionais especiais. Além disso, é de responsabilidade deste serviço a elaboração do Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional dos alunos.
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    82 OBJETIVO GERAL: Promover amelhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, por meio de intervenções avaliativas, preventivas e institucionais, especialmente às instituições educacionais que ofertam a Educação infantil, Ensino Fundamental – Séries/Anos Iniciais e os Centros de Ensino Especial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Realizar procedimentos de avaliação/intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos no contexto escolar.  Contribuir com a formação continuada do corpo docente.  Sensibilizar as famílias para a efetiva participação no processo educacional dos alunos.  Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada de decisões, a construção e implementação de estratégias administrativo-pedagógicas. PÚBLICO ALVO: Escola, família e alunos.
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    83 Níveis Ações PrevistasPeríodo de execução Escola  Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola.  Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas;  Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola;  Garantir a Estratégia de Matrícula;  Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional, quando necessário, com o objetivo de: acolher a demanda do professor, ampliar a problematização dos motivos do encaminhamento;  Visitar os espaços escolares, tais como recreio e sala de aula, conhecer os diversos contextos nos quais o aluno está inserido e, por meio da interação com o professor e com os alunos, procurar compreender as diversas relações psicológicas e pedagógicas estabelecidas. No decorrer do ano letivo. Família Entrevista com a família para executar as seguintes ações: o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já desenvolvidas pela instituição educacional e pela equipe; o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da queixa escolar; o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente familiar; o Refletir acerca das atribuições familiares e as atribuições da instituição educacional; o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e pedagógico que instrumentalizem a família na condução das questões de seu filho; o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar; o Realizar a devolutiva da queixa escolar. No decorrer do ano letivo. Aluno  Processo de avaliação e reavaliação;  Observação lúdica comportamental;  Atividades individuais e/ou em grupos;  Estudo de caso/elaboração de relatório. No decorrer do ano letivo.
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    84 EEAA Curso deFormação continuada a EAPE Semestralmente/Anualmente. Fatores Intervenientes:  Falta dos alunos ao atendimento da EEAA;  Desistência dos alunos em comparecer ao atendimento;  Ausência dos pais às convocações feitas pela EEAA;  A demora na realização dos exames médicos solicitados para a complementação diagnóstica;  Falta de acompanhamento sistemático da família na vida escolar do aluno;  Número reduzido de psicólogos na rede;  Espaço físico;
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    85 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA COMOESPAÇO DEMOCRÁTICO E DE FORMAÇÃO DOCENTE NO INTERIOR DA ESCOLA PLANO DE AÇÃO 2018 COORDENADORAS: Cláudia Queiroz Miranda e Luzia Cergina de Queiroz OBJETIVO GERAL  Implementar a avaliação formativa como organizadora do trabalho pedagógico na Escola Classe 10 de Taguatinga e promover formação continuada em serviço sobre a Educação Matemática para o desenvolvimento de estratégias em sala de aula, bem como sobre o trabalho com os diferentes níveis de leitura e com a produção textual para o avanço das aprendizagens dos estudantes a partir das Diretrizes da Secretaria de estado de educação do Distrito Federal. JUSTIFICATIVA: O presente documento reitera a proposta apresentada em 2016 e 2017 com algumas pequenas mudanças elaboradas a partir de reflexões apresentadas na Coletiva Pedagógica do dia 28/03/2018 com os professores da escola e representantes da Coordenação Intermediária da Regional de Ensino de Taguatinga. As ações da Coordenação Pedagógica da Escola Classe 10 de Taguatinga, tem como base teórica:  as Diretrizes para o 2º ciclo;  as Diretrizes de Avaliação Educacional;  os Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento;  o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal. A partir do trabalho coletivo, visamos a organização do trabalho pedagógico com foco nas aprendizagens dos estudantes, bem como nas dos professores e na da escola como um todo (Representados pela equipe diretiva e todos os funcionários de apoio). Buscamos a integração entre conteúdos/habilidades propostas pela SEEDF com:  as necessidades dos estudantes  as experiências pedagógicas dos professores  a metodologia Histórico Crítica  a Avaliação Formativa  os Eixos Integradores e Transversais Ressaltamos que continuamos a primar pela ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática da matemática, bem como dos níveis de leitura e produção textual temas advindos de nossas reflexões a respeito dos dados avaliativos produzidos pela escola, bem como daqueles apresentados
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    86 pelas avaliações emLarga Escala. Toda essa dinâmica solicita do coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de textos, organização de oficinas pedagógicas, a implementação de construção dos planejamentos para o trabalho em sala de aula mais integrados e reflexivos em torno das concepções do ato educativo de aprender e ensinar, que caracterizem a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. No entanto, esse Plano de ação é um tentativa de organizar o trabalho pedagógico da Escola Classe 10 no intuito de alcançarmos com êxito as aprendizagens de nossos estudantes e dos professores e promover articulação e integração entre o trabalho da direção/supervisão pedagógica/professores, visando orientar e acompanhar as atividades pedagógicas, para as aprendizagens (estudantes, professores, monitores etc).Seguem algumas ações do trabalho pedagógico a ser desenvolvido pela Coordenação Pedagógica em 2018: Quadro 1 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 1 – Compartillhar coletivamente intencionalidades pedagógicas para as aprendizagens de professores e estudantes.  Diversos encontros pedagógicos ao longo do ano letivo a partir da compreensão coletiva das metas do PPP;  Estudar a metodologia histórico crítica  Estudo das metas mínimas de aprendizagem para cada ano, bem como reflexão a respeito da organização pedagógica que proporcione o avanço de todos os estudantes. Professores, Orientador Educacional, E.E.A.A. ----  Equipe Diretiva,  Professores,  Orientador Educacional,  E.E.A.A.  Coordenação Intermediária Relatos orais ou registros escritos ao final dos encontros.  Quarta-feira na coletiva.  Organização Curricular
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    87 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 2- Organização do currículo escolar a partir do currículo da SEEDF e dos contextos reais da Escola Classe 10 de Taguatinga. (Organização Curricular)  Compartilhar os diagnósticos sobre as aprendizagens dos estudantes (Internos e de Larga escala), discutindo parâmetros para a análise dos dados sobre a perspectiva da avaliação formativa e levantamento de estratégias para a organização dos dados de modo a subsidiar o planejamento diário do professor.  Encontros para estudo, discussão e registro sobre a organização curricular por ano e em cada bimestre nos dias letivos temáticos.  Reconhecimento e implementação dos projetos institucionais (Roda de Leitores, Sarau Literário, Cozinha Educativa, Mostra Cultural...) pelos professores no início do ano letivo e no decorrer do mesmo.  Análise dos dados oriundos do Conselho de Classe. Professores, Orientador Educacional, E.E.A.A. ---- Relatos orais ou registros escritos ao final dos encontros  Quarta-feira na coletiva;  Encontro nos dias Letivos temáticos
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    88 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 3 –Implantar, implementar e acompanhar os reagrupamentos e Projeto Interventivo.  Oferecer suporte técnico/pedagógico através encontros nas coordenações pedagógicas de terça-feira para elaboração, organização e aplicação dos Reagrupamentos e  Projeto Interventivo.  Planejamento e Avaliação Projeto Interventivo  Professores e demais envolvidos no processo de ensino aprendizagem. Mensalmente as quartas – feiras uma hora antes do encerramento das coletivas; Enquanto houver necessidade de intervenções aos alunos não alfabetizados ou daqueles em defasagem em relação às expectativas de aprendizagem para o ano. 4 - Promover discussão e estudos sobre temas relevantes que atendam as necessidades dos 1. Estudo sobre instrumentos e procedimentos avaliativos, na perspectiva da avaliação formativa. 2. Concepção e didáticas para a implantação e implementação de Equipe gestora, professores, coordenadores e Equipe do Serviço de apoio às aprendizagens. Ao final das coletivas, através de registro escrito pelos participantes e observando o avanço no Quartas-feiras
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    89 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma professores e equipe para melhorar o desempenho dos estudantes e dos professores. de Reagrupamentos e Projetos Interventivo. 3. Estudo sobre a Didática da matemática nos diferentes Blocos de aprendizagens apresentados no Currículo (Números e operações, grandezas e medidas, Tratamento da Informação e Espaço e Forma) 4. Estudos sobre o trabalho pedagógico a partir de textos , bem como estratégias de leitura. 5. Estudos sobre o trabalho pedagógico com os diferentes níveis de leitura . 6. Promover espaços e tempos para a socialização de práticas entre os professores, assim como seminários de apresentação de práticas para estudo e debate 7. Discutir os parâmetros e metas do PPP. Alguns encontros: Convidados externos à Escola para compartilhar pesquisas, práticas, materiais etc. desempenho dos estudantes.
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    90 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 8. Organizações curriculares a partir das necessidades dos estudantes e de suas aprendizagens. 9. Temas para estudo: quais parâmetros para a construção do relatório dos estudantes? A perspectiva formativa do dever de casa... 5 - Discutir e analisar o desempenho alcançado pelos envolvidos durante o processo de alfabetização, nas avaliações internas e externas (Prova Brasil e Provinha Brasil). Conselhos de Classe e Pré-conselhos Organização curriculares Equipe gestora, professores, coordenadores, orientadores educacionais. _____ Ao final de cada fórum avaliação escrita. Semestralmente 6 - Discutir e analisar o desempenho dos estudantes a partir dos dados avaliativos internos. Fórum de Análise de Dados Internos, Conselhos de Classe e Pré-conselhos Organização Curriculares Equipe gestora, professores, coordenadores, orientadores educacionais  Diagnóstico inicial  Final do 1º semestre  E final do 2° semestre Semestralmente
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    91 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 7 – Acompanhar e subsidiar a aplicação e discussão acerca dos resultados da Prova Brasil de Linguagem e de Matemática, Bem como da Prova Diagnóstica da SEEDF. Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil para os professores do 1º e 2º ano do Bloco Inicial de Alfabetização. Acompanhamento da aplicação da Provinha Brasil. Discussão e análise dos resultados alcançados pela escola. Todos os professores --------------- Observando a normalidade no dia da aplicação e discussão dos resultados. Cronograma da SEDF 8- Implantar e implementar ações para o desenvolvimento do projeto PLENARINHA com o BIA.  Estudo da proposta  Planejamento a partir das necessidades dos estudantes. Professores do BIA  Coordenação Intermediária e equipe Gestora De Abril a agosto
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    Objetivo Ações Público-alvoAvaliação das ações propostas Cronograma 9 - Oportunizar aos professores dos Anos Iniciais momentos de formação continuada e trocas de experiências a partir dos temas levantados nos Conselhos de Classe, Organizações curriculares, coletivas e coordenações com seus pares. Estudos elaborados para as coletivas realizada na quarta-feira; Professores, coordenadores do 1º ao 5º ano, profissionais da sala de recursos, pedagogo e Orientador Educacional. Ao final do encontro de forma escrita. Organizado a cada semestre 10- Participar das reuniões promovidas pela Regional de Ensino. Participações em reuniões para estar ciente das informações e discussões de temas pertinentes às Diretrizes Pedagógicas dos Anos Iniciais trabalho CRAI e outras informações relevantes. Coordenadores Ao final de cada reunião. Cronograma CRAI 11- Estudar, planejar e discutir temas/assuntos de acordo com as demandas dos Professores. Reuniões semanais para estudos, planejamentos e informações. Coordenação/Supervisão Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no turno matutino. 12 – Subsidiar professores no planejamento, execução e avaliação dos projetos previstos no PPP. Planejamentos das ações que envolvem os projetos, sem perder de vista a aprendizagem dos estudantes. Professores Antes e durante a ocorrências dos eventos Durante todo o período letivo
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    93 13. Subsidiar professoresno desenvolvimento de práticas na sala de aula. Acompanhar , quando solicitado , o acompanhamento de práticas desenvolvidas em sala de aula. Professores e coordenadores. Oralmente, ao final da participação da atividade. Ao longo do ano letivo. 14 – Registrar dados de aprendizagens e não aprendizagens dos estudantes oriundos dos Conselhos de Classes para a elaboração dos Dossiês Finais e acompanhamento permanente do avanço das aprendizagens. Registro dos dados Professores e coordenadores. Antes e durante a ocorrências dos eventos Ao longo do ano letivo. 15- Organização dos Dossiês Finais  Montagem de dossiês contendo pré-diagnóstico inicial e parcial da turma para Organização do professor no ano posterior Coordenação e professores Ao final da ação e início do ano letivo posterior Inicio de Dezembro de 2018 16- Subsidiar professores no processo de avaliação interna das aprendizagens para tabulação de dados sobre as aprendizagens que fornecerão elementos de estudo sobre as práticas docentes nos Fóruns Internos de análise.  Elaboração das questões avaliativas com os professores;  Organização das Planilhas de dados para análise do desenvolvimento da turma e da escola como um todo. Professores Ao final de cada ação No início do ano letivo; Ao final de cada semestre 17- Acompanhar o Planejamento Quinzenal  Planejar quinzenalmente por ano Professores Ao final de cada ação Semanalmente com um grupo diferente de professores.
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    94 18 – Subsidiara prática dos professores na implementação de projetos da turma  Estudo da proposta  Planejamento a partir das necessidades dos estudantes Professores do BIA  Ao final de cada ação Todo Ano Letivo 19 Construir ações de pesquisa sobre as práticas pedagógicas desenvolvidas na escola por meio de debates sobre sequências didáticas, jogos etc aplicados com as crianças; visitas dos professores para observação de aulas dos próprios docentes com a as crianças e estudods de estruturas de sequência didáticas aplicadas. -  Organizar cronograma mensal Todos os professores Ao final de cada ação Todo Ano Letivo 20 – Estudo sobre Avaliação Formativa - possíveis Instrumentos e Procedimentos  Planejamento de procedimentos e escolha de Instrumentos adequados. Todos os professores Ao final de cada ação Todo Ano Letivo durante os planejamento quinzenais e Coletivas 21 – Planejamento com a equipe Diretiva  Planejamento das ações pedagógicas coletivas. Direção e Cooordenação No dia dos encontro. Quinzenal
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    95 ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DACOORDENAÇÃO PEDAGÓGICA TEMÁTICAS OBJETIVOS PRAZOS FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO SEMANA PEDAGÓGICA Discussão sobre a Organização do Trabalho Pedagógico da EC 10 (PPP); Reconhecimento do perfil didático dos professores e articulação dos mesmos com a Organização da SEEDF. Aspectos relevantes na rotina pedagógica elencado coletivamente. X PERÍODO PARA O DIAGNÓSTICO INICIAL Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação diagnóstica; parâmetros para o trabalho de análises dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação formativa; .definição de instrumentos avaliativos e os procedimentos. X ORGANIZAÇÃO CURRICULAR  Refletir sobre a meta do PPP enquanto prática concreta;  Analisar os dados do diagnóstico inicial das turmas  Espaço e tempo para o Planejamento do trabalho pedagógico decorrentes da avaliação durante o Conselho de Classe e a necessidade de organização X X X X
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    96 do currículo paragarantia das aprendizagens de todos os estudantes em 2018. ABERTURA DO RODA DE LEITORES E SEU DESENVOLVIMENTO DURANTE O ANO LETIVO (PROJETO INSTITUCIONAL) Espaço e tempo destinado para a Organização do Trabalho Pedagógico em torno do desenvolvimento do prazer na leitura de diversos Gêneros textuais X X X X X X X X X CONSELHOS DE CLASSE Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes das avaliações formativas realizadas no interior da escola para replanejamento do trabalho pedagógico e garantia das aprendizagens de todos os estudantes. E levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas de aprendizagem X X X X ABERTURA DA COZINHA EDUCATIVA (PROJETO INSTITUCIONAL Conhecer o espaço da cozinha educativa, os utensílios e os objetivos do projetos X PLANEJAMENTO DE REUNIÃO DE PAIS E ACOMPANHAMENTO DA MESMA Subsidiar professor para a organização da reunião de pais X X X DIA LETIVO TEMÁTICO Planejar ações reflexivas a serem desenvolvidas em toda a escola X ATENDIMENTO PARTICULAR À À pedido do docente, momento para auxílio na X X X X X X X X X X X
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    97 PROFESSORES organização doTrabalho pedagógico. PROJETO INTERVENTIVO Planejamento do Projeto Interventivo X X X X X X X X AULA PASSEIO Planejamento das aulas ocorridas fora do espaço escolar X X X X X X X X ORGANIZAÇÃO FESTA JUNINA Organizar festa junina X X ORGANIZAÇÃO E REALIZAÇÃO DO SARAU Planejamento das ações pedagógicas que delinearão o Trabalho Pedagógico da aula desenvolvida em um Parque ambiental de Brasília x x x x x x x AVALIAÇÃO DO TRABALHO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Diagnosticar situações que precisam ser revistas e valorizar o trabalho implementado que necessita ser continuado. Obs: sabemos que ocorre constantemente, mas definiremos dias específicos para registro geral. X X X ATENÇÃO: Formações Continuadas em Serviço no Interior da Escola apresentadas no quadro 1 (deste Plano de Ação) “Ações desenvolvidas no Trabalho Pedagógico da Coordenação Pedagógica da EC 10”, assim como planejamento, avaliação do Trabalho com a equipe diretiva e com os professores e acompanhamento das práticas serão definidas mensalmente e divulgadas na escola e para a Coordenação Intermediária X X X X X X X X X .
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    98 PLANO DE AÇÃO2018 – SALA DE RECURSOS I-APRESENTAÇÃO: “O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas, onde quer que isto seja possível, não importam quais dificuldades ou diferenças elas possam ter. Escolas inclusivas precisam reconhecer e responder às necessidades diversificadas de seus alunos...” UNESCO, 1994 A inclusão oficializada em 1994 com a Declaração de Salamanca, defende uma educação de qualidade para todos os alunos. A inclusão trouxe um novo olhar ao aluno com deficiência, no qual todos devem estar preparados para acolhê-lo, na sociedade e na escola. As transformações são necessárias, têm-se um novo paradigma em relação à inclusão, à visão que se têm da deficiência, à infraestrutura, aos recursos materiais e físicos, objetivos, conteúdos e processos de avaliação. A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência, através do contato direto com o aluno e professora regente, das adaptações curriculares, do Plano de AEE e por meio da ludicidade com jogos e brincadeiras. Proponho, na Sala de Recursos, o trabalho lúdico, através de jogos e brincadeiras para promover o desenvolvimento dos alunos com deficiência nos aspectos afetivo, cognitivo, psicomotor e social. De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008 § 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. § 2o O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas. Regulamentado pela Portaria 1281 da SEDUC de novembro de 2010. Contemplado no Projeto Político desta instituição de ensino.
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    99 Objetivo Geral Objetivos Específicos Metas Descrição dasAções Acompanhamento /controle /avaliação Cronogram a Avaliação das ações De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008  Art. 2o São objetivos do atendimento educacional especializado:  I – prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos no art. 1º;  II – garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular;  III – fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras -  Trabalhar com jogos artísticos, jogos expressivos, jogos sensitivos, jogos recreativos e pedagógicos;  Promover a socialização e a interação de forma alegre e lúdica;  Desenvolver a autonomia, a autoestima, o respeito, a iniciativa, tomada de decisões e o  Que o educando com deficiência desenvolva o seu potencial, a sua autonomia e suas habilidades, como parte integrante e ativa em tudo o que a escola propor.  Que os alunos dessa IE respeitem as diferenças, percebam que elas também são importantes para a inclusão e acolham as Atividades a serem realizadas :1- Momento pedagógico com as professoras, na coordenação , para discutir sobre vários assuntos relacionados à inclusão e para repasse de sugestões a serem desenvolvidas semanalmente sobre as deficiências, diferenças e direitos humanos; 2-Desenvolver atividades sobre a inclusão com todas as turmas da escola, através da ludicidade, com histórias, vídeos, músicas e jogos; 3- Construir parcerias com os professores regentes, sistematizar o trabalho e buscar estratégias para o atendimento dos alunos com Observação do engajamento nas atividades propostas por parte de todos os envolvidos nas atividades da Sala de Recursos. Avaliação de todos os avanços e retrocessos do atendimento na Sala de Recursos no Conselho de Classe. Preenchimento de ficha de Adequação curricular, acompanhada devidamente de acordo com as orientações do professor especializado do AEE. Atendimento aos alunos 1 vez por semana no contra turno. Reuniões com os pais no início do ano, no final de cada bimestree sempre que se fizer necessário. Atendimento aos professores durante o ano letivo, nas coordenações coletivas e sempre que se fizer necessário. A avaliação será feita de maneira processual, por meio do envolvimento nas atividades propostas ao longo de todo o ano letivo e trabalhos sugeridos e indicados, de acordo com a orientação do professor especializado do AEE. A avaliação também acontecerá mediante anotações e registros diários do professor e também será promovida nos
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    100 no processo de ensinoe aprendizagem; e  IV – assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino. Entre outros:  Apoiar, orientar e atender o aluno e o professor diante das necessidades de adaptação e organização do currículo escolar, com base na filosofia da educação inclusiva;  Orientar e conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância da inclusão na escola como também na cumprimento às regras que no futuro poderão alicerçar a personalidade do educando;  Desenvolver o raciocínio, atenção, concentração, o pensamento criativo e o senso crítico;  Realizar atividades de pesquisa;  Desenvolver habilidades e potencialidades através da ludicidade;  Propor atividades que crianças com deficiência.  Que os profissionais dessa IE e a comunidade escolar participem do processo de inclusão de forma colaborativa. deficiência; 4- Atividades lúdicas, envolvendo várias habilidades, esquema corporal e uso de jogos 5 -Expressão Artística: desenhos, pinturas, modelagens e montagens; 6 -Práticas diversificadas de escrita, envolvendo ludicidade, uso de vários materiais para confecção das letras e numerais; 7 -Trabalho com Literatura Infantil: leitura e interpretação oral, interpretação de imagens, reconto oral, livros sensoriais 8 -Jogos de mesa, envolvendo frases, palavras, descrição de figuras 9 -Softwares Educacionais; 10 -Atividades de psicomotricidade. 11 –Prática de descrição conselhos de classe quando da socialização dos avanços dos educandos e considerando as adequações curriculares de cada um. Plano do AEE para cada Estudante conforme suas particulariedades
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    101 sociedade;  Fortalecer a autonomiados alunos para decidir, opinar, escolher e tomar iniciativas a partir de suas necessidades e motivações;  Promover a motivação, a interação e o conhecimento através de jogos, brincadeiras e atividades pedagógicas diferenciadas, proporcionando uma aprendizagem significativa e adaptada a cada educando com deficiência. ampliem as habilidades de memorização;  Favorecer o aprimoramento da linguagem, a construção da língua escrita, comunicação e interpretação;  Trabalhar o esquema corporal;  Contribuir com o conhecimento, o respeito e os cuidados que se deve ter com o próprio corpo;  Promover o desenvolviment o de valores básicos para o exercício da cidadania oral e reconto de situações vividas e significativas ao educando;
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    102 voltados para o respeitoa si mesmo e ao outro;  Confeccionar materiais pedagógicos para os alunos com deficiência, conforme a necessidade;  Operacionalizar as competências curriculares específicas necessárias à educação dos alunos com deficiência física no que se refere ao manejo de materiais adaptados, à escrita
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    103 alternativa (quando necessário), às vivências de mobilidade,ao acesso a todos os espaços da escola e às atividades da vida diária que envolva a rotina escolar;  Introduzir o aluno na aprendizagem da informática acessível, identificando qual o melhor recurso de tecnologia assistia que atende às suas necessidades, considerando a sua habilidade
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    104 física e sensorial atual, bemcomo a cpacitá-lo para o uso independente do computador;  Enviar informes para a comunidade sobre as deficiências;  Mediar ações de forma construtiva com o professor regente quanto às atividades que devem ser desenvolvidas e que favoreçam o processo escolar do aluno;  Elaborar o Plano de AEE e
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    105 apoiar a professora regente quanto àelaboração da Adequação Curricular quando necessário;  Articular com a equipe gestora quanto às adequações estruturais necessárias para garantir a acessibilidade do aluno a todos os ambientes da escola. material pedagógico;
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    EDUCAÇÃO INTEGRAL /PLANO DE AÇÃO 2017 COORDENADORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL/2017  Eliete Telles de Farias APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA: Observando as atuais políticas e diretrizes nacionais para uma educação de qualidade para todos e ainda observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito da construção e formação de novas redes de aprendizagem, detectamos a necessidade da continuidade do Programa de Educação Integral na Escola Classe 10 de Taguatinga. É expressivo o número de famílias que procuram a escola em busca de vagas para suas crianças no “Programa da Educação Integral”, pois reconhecem o oferecimento de estratégias de integração escola e comunidade ao mesmo tempo em que são promovidas oportunidades de desenvolvimento do educando através do trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. Infelizmente, a demanda por inclusão de mais alunos na Educação Integral não é plenamente contemplada, uma vez que o apoio logístico oferecido pelo GDF deixa a desejar. Nesse sentido, priorizou-se para o ano letivo de 2018 uma Educação Integral com maior foco no ensino e aprendizagem por meio de atividades de reforço em português e matemática, sem desvincular as atividades culturais, artísticas e esportivas; valorizando o diálogo entre os saberes formais e os saberes socialmente construídos. Nessa perspectiva buscou-se a elaboração de um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação saudável e a um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo num clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade, o respeito e estimule o prazer em aprender. As atividades serão desenvolvidas nos dois turnos (matutino e vespertino) de terça-feira a quinta-feira atendendo aos alunos do 2º ao 5º ano (Ensino Fundamental de nove anos) estendendo o turno de nove para quinze horas. Nesse foco, busca-se encorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente, capaz de transitar com segurança e responsabilidade em uma sociedade diversa e sustentável. OBJETIVO GERAL :  Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais, artísticas e esportivas ampliando os espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens.
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    108 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO Oportunizarao aluno da Educação Integral tempo hábil para realização das atividades extra-classe solicitadas pelo professor regente com supervisão pedagógica. Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno , dando-lhe oportunidades de reforçar, aprofundar ou suprir carência dos Melhorar a autoestima mediante a percepção do próprio crescimento nas aprendizagens. PERIODICIDADE De terça a quinta feira, 2h/dia, totalizando 6h/semana DESENVOLVIMENTO A realização das atividades indicadas pelos professores regentes serão trabalhadas secundariamente.Prioritariamente serão trabalhadas atividades planejadas ATIVIDADES ESPORTIVAS Formar o cidadão através do esporte; Usar o esporte como meio de inclusão social; Oportunizar aos alunos a vivência de várias modalidades esportivas; Trabalhar temas como ética, superação, saúde e autoestima, repassando por meio dos valores do esporte; espírito de equipe, ajuda mútua e liderança para ser utilizados PERIODICIDADE 1 vez / semana DESENVOLVIMENTO Atividades esportivas diversificadas DANÇA Trabalhar a linguagem corporal utilizando diversas atividades. Desenvolver a criatividade, musicalidade e ritmo. PERIODICIDADE 1 vez por semana DESENVOLVIMENTO Aulas de dança 1 vez por semana MÚSICA Desenvolver a sensibilidade musical, identificando interesses PERIODICIDADE 1 vez /semana DESENVOLVIMENTO Aula de música 1 vez por semana
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    109 PÚBLICO ALVO:  Alunosde 8 à 14 anos que apresentam distorção de idade-série, dificuldade de aprendizagem, problemas sociais e econômicos RECURSOS HUMANOS:  Coordenador;  Cozinheiro;  Monitores;  Educadores sociais, ESPAÇOS:  Sala de aula  Sala de vídeo  Laboratório de informática  Refeitório  Quadra Coberta  Pátio da Escola  Cozinha educativa  SESC  Horta da Escola RECURSOS FINANCEIROS / PARCERIAS:  Verbas públicas; SESC RECURSOS MATERIAIS: Violões e teclado, materiais específicos para prática esportiva, materiais para acompanhamento pedagógico, som, TV, Vídeo. A Secretaria de Educação fornece ônibus para transportar as crianças ao SESC e 05 Educadores Sociais Voluntários. CRONOGRAMA: Março a dezembro de 2018 METODOLOGIA / DESCRIÇÃO DA AÇÃO: 80 alunos serão atendidos no turno contrário, com cinco horas aulas por dia (terça, quarta e quinta-feira). 45 alunos serão atendidos no Sesc de Taguatinga Sul, no turno contrário(segunda, quarta e sexta-feira). Os alunos farão as refeições na escola: café da manhã, almoço e lanche da tarde.
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    110 Os alunos matriculadosna Educação Integral serão atendidos na escola em salas destinadas a este fim, compartilhando o espaço da quadra coberta às quintas feiras com o Ensino Regular. No turno matutino os alunos lancharão no início das atividades do dia, tomarão banho e almoçarão no final e no turno vespertino almoçarão no início e lancharão no final das atividades do dia. Os Alunos terão no turno contrário, oficinas de: Acompanhamento pedagógico, dança, musicalização, esporte/recreação, atividades no laboratório de informática, práticas de Horta. Serão duas oficinas por dia(cada uma com 1h e 50 minutos de duração), 20 minutos para café da manhã e lanche da tarde, 20 minutos para o recreio, 30 minutos de almoço e 30 minutos de descanso. As oficinas serão realizadas pelos educadores sociais voluntários, e acompanhadas pelo coordenador pedagógico. EIXOS: Corpo e movimento: atividades de práticas corporais, lúdicas e esportivas.  Possibilidades: Jogos, brincadeiras, danças e atletismo. Cultura e Arte: Incentivo a produção artística dos alunos, individual e/ou coletivamente, resgate da cultura local por meio de práticas investigativas.  Coral, teatro, artesanato, artes plásticas, musicalização, dança, brinquedos de sucata e excursões. Acompanhamento pedagógico: Apoio a realização da tarefa de casa, estratégicas metodológicas para ampliar as oportunidades de aprendizagem dos alunos – função social da língua portuguesa, comunicação verbal, leitura e escrita, potencialização de aprendizagens matemáticas por meio de jogos e resolução de situações problema. Educação ambiental e desenvolvimento sustentável: Estudo do meio-ambiente.  Possibilidades: horta na escola, atividades culinárias. Comunicação, ciência e tecnologia  Possibilidades: Utilização do laboratório de informática, para aulas de conceitos básicos, jogos e pesquisas. Criação de uma rádio escolar, e feira de ciências. TABELAS DE ATENDIMENTOS: ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL / TERÇA-FEIRA MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA 8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES 8h20min às ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
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    111 10h5min DANÇA-GRUPO B SALA DEVÍDEO CINTHIA 10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA DANÇA – GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA 12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO COBERTO/REFEITÓRIO MONITORES 12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/ QUARTA-FEIRA MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA 8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES 8h20min às 10h5min ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA MÚSICA-GRUPO B SALA DE VÍDEO CINTHIA 10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA MÚSICA–GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA 12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO COBERTO/REFEITÓRIO MONITORES 12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
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    112 ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/QUINTA -FEIRA MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA 8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES 8h20min às 10h5min ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO B SALA DE VÍDEO CINTHIA 10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA 12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO COBERTO/REFEITÓRIO MONITORES 12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL TERÇA-FEIRA VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA 12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA LEONARDO 13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA DANÇA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO
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    113 15:30 às 15:50LANCHE REFEITÓRIO MONITORES 15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA DANÇA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL QUARTA-FEIRA VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA 12:30h -13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA LEONARDO 13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA MÚSICA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO 15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES 15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA MÚSICA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO
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    114 ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL QUINTA-FEIRA VESPERTINO HORÁRIOATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA 12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA LEONARDO 13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO 15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES 15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ MATUTINO- HORÁRIOS ATIVIDADE LOCAL RESPONSÁVEL 7H30MIN AS 11H30MIN ONIBUS /SESC --- CÍNTHYA 11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ MATUTINO
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    115 HORÁRIO ATIVIDADES LOCALRESPONSÁVEL 7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- ANGÉLICA 11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- CLARA 11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 AS 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES 13:30 AS 17:30 ONIBUS /SESC --- JÉSSICA PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ VESPERTINO- HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 AS 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES 13:30 AS 17:30 ONIBUS /SESC --- ELIETE PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 AS 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
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    116 13:30 AS 17:30ONIBUS /SESC --- CAMILA RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas aprendizagens. Educação Integral – Projeto PESC
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    117 PLANO DE AÇÃODE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA 01 Professor em Processo de Restrição Temporária 1-AÇÃO Recepção dos alunos; OBJETIVO Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras; CRONOGRAMA Início do primeiro semestre, ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma. 2-AÇÃO Empréstimo de livros; OBJETIVO Dar acesso ao usuário da sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos de diversas esferas de circulação. CRONOGRAMA Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca para realizar empréstimos. 3-AÇÃO Atendimento de turmas OBJETIVO Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar. RESPONSÁVEIS Requer o apoio dos professores regentes CRONOGRAMA Agendamento prévio de acordo com a necessidade do professor regente. 5- AÇÃO Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição. OBJETIVO Garantir o acesso dos alunos ao livro didático. Atualizar o acervo da Sala de Leitura em programa digital indicado pela equipe gestora CRONOGRAMA Ao longo do ano letivo
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    118 PLANO DE AÇÃO:APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR 01 Professor Readaptado OBJETIVO  Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao Serviço de Orientação Educacional e/ou EEAA;  Identificar situações de risco em relação ao bullying, encampar ações eficazes de combate. AÇÕES  Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos;  Auxiliar no monitoramento do recreio;  Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento interno acerca da inadequação de seu comportamento;  Encaminhar para o SOE e/ou EEAA os casos identificados como público desse atendimento.  Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado;  Identificar precocemente situações que possam resultar em práticas de bullying; Realizar ações de prevenção ao bullying como estudos e palestras;  Acolher queixas de bullying e realizar investigação acerca da queixa, solicitando auxilio das equipes da escola caso seja necessário;  Realizar o registro dos casos atendidos no livro de ocorrência guardando fidelidade no relato dos fatos;  Tratar com zelo os relatos sigilosos nos casos atendidos. CRONOGRAMA Diariamente
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    119 PLANO DE AÇÃO:ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL 01 Professor Readaptado OBJETIVO: Proporcionar ao estudante e comunidade informações acerca de uma alimentação saudável, equilibrada, em perfeitas condições de conservação, preparo e apresentação AÇÕES:  Informar a comunidade escolar acerca da qualidade do alimento recebido, acerca do seu armazenamento e manuseio adequado, fortalecendo a confiança da comunidade escolar no lanche consumido na escola pública;  Organizar o mapa da merenda;  Prestar esclarecimentos em nível comunitário acerca da alimentação saudável, sempre que solicitado;  Disponibilizar o cardápio de alimentação da escola nos canais de comunicação acessíveis ao corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a consolidação da gestão democrática através do acesso à informação.  Incentivar o consumo consciente do lanche escolar;  Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar horários e cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do espaço escolar;  Agir como referencial no que tange às reflexões pedagógicas em torno da alimentação saudável. RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA: Professor readaptado Diariamente.
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    120 PLANO DE AÇÃO:RECEPÇÃO 04 Funcionários Readaptados, sendo 01 da Carreira Magistério e 3 da Carreira Assistência: 1- OBJETIVO: Acolher a comunidade escolar com dignidade zelando pela segurança dos alunos da instituição. AÇÕES:  Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às dependências internas da escola, identificando situações de risco.  Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda;  Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em casos autorizados pela equipe gestora, mediante comprovação;  Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos;  Auxiliar na entrega das crianças aos responsáveis ao final do turno RESPONSÁVEIS Funcionários da carreira assistência e magistério readaptados em número de 04 CRONOGRAMA Diariamente 2 - OBJETIVO: Registro de entradas tardias de forma a possibilitar intervenção em casos de atrasos recorrentes de alunos AÇÃO Registro de entradas tardias CRONOGRAMA: Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino.
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    121 PLANO DE AÇÃO:APOIO À DIREÇÃO 01 Professor com Restrição Temporária 1– AÇÃO Execução do Projeto Meateca OBJETIVO  Imprimir matriz de atividades  Controle e entrega de materiais pedagógicos  Apoiar o professor no planejamento fomentando o uso dos matérias pedagógicos disponíveis CRONOGRAMA: Diariamente 2 – AÇÃO Auxiliar a recepção e organização dos alunos admitidos no pré-turno. OBJETIVO  Garantir a segurança e tranquilidade dos alunos no período anterior à aula CRONOGRAMA: Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO 01 professor com restrição temporária 1 – AÇÃO Articular-se junto à Coordenação Pedagógica a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor (planejamento, auxilio ao professor, produção de documentos, acompanhamentos nos projetos, orientações específicas aos professores no desenvolvimento do trabalho pedagógico). OBJETIVO Potencializar o trabalho da Coordenação Pedagógica CRONOGRAMA Diariamente
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    122 PLANO DE AÇÃO:APOIO À SECRETARIA ESCOLAR 01 Orientadora Educacional com restrição temporária 1 – AÇÃO Articular-se junto à Secretaria Escolar a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor (atendimento à comunidade, viabilização do acesso do docente às RAV´s, etc). OBJETIVO Potencializar o trabalho da Secretaria Escolar CRONOGRAMA Diariamente PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO Professor com Restrição Temporária 1– AÇÃO:  Atendimento à comunidade escolar;  Articulação das relações intitucionais: organização de palestras, estágios, etc. OBJETIVO Potencializar as diversas atividades desenvolvidas na direção escolar. CRONOGRAMA: Diariamente PLANO DE AÇÃO: Laboratório de Informática Professor com Restrição Temporária 1– AÇÃO:  Estimular a parceria do professor do laboratório de informática e professores regentes de sala, no encaminhamento e desenvolvimento da construção do conhecimento do aluno;  Oportunizar aos professores e alunos uma forma de aprendizado lúdico, através de jogos educativos que desenvolvam a fixação de conteúdos desenvolvidos em sala de aula e outras habilidades;  Adaptar os recursos tecnológicos ao currículo escolar visando a sua utilização como instrumento de apoio à aprendizagem. OBJETIVO Concretizar o uso do laboratório de Informática pelos alunos CRONOGRAMA: Diariamente
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    123 PLANO DE AÇÃO:APOIO À DIREÇÃO 01 profissional da carreira assistência readaptado 1– AÇÃO:  Entrega e controle de chaves;  Distribuição e controle de material pedagógico de uso corrente. OBJETIVO Facilitar o acesso dos funcionários aos diversos ambientes escolares, resguardando o patrimônio. CRONOGRAMA: Diariamente
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    124 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃODO PPP O acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e necessária acontece em momentos privilegiados abaixo descritos. O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Nestas datas com a presença de todos os segmentos que compõem a comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com esclarecimentos à comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do mesmo. Nestas oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos pontos considerados frágeis. Diante das propostas de avaliação da Secretaria para o próximo triênio, observa-se que outros momentos são propícios ao acompanhamento e avaliação do PPP. A saber: os Conselhos de Classe, as reuniões ordinárias e extraordinárias de pais e mestres. Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e acompanhamento do PPP pelo corpo docente, equipe gestora e pedagógica. O Conselho Escolar se faz representar nas Avaliações Institucionais porque faz parte de suas atribuições (expressas na Lei da Gestão Democrática, bem como no Plano de Ação) zelar pela ocorrência da Avaliação, analisar os dados recolhidos a fim de propor adequações que reflitam positivamente nos índices apresentados pela escola. Avaliação Institucional 2017
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    125 PROJETOS ESPECÍFICOS AULA PASSEIO Aolongo do ano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em função das necessidades curriculares das turmas e das oportunidades surgidas. Zoológicos, museus e exposições, teatros, cinemas, parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento curricular dos estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. OBJETIVOS:  Favorecer o diálogo interdisciplinar;  Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo, a solidificação de amizades, a noção identidade e pertencimento ao grupo e ao espaço social;  Favorecer experiências de autonomia e de elaboração conjunta de regras;  Desenvolver atitudes de valorização e respeito à propriedade comum e alheia;  Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de informações;  Desenvolver o respeito à diversidade cultural e natural;  Ampliar e enriquecer outras formas de linguagem, outras formas de pensar e atuar;  Expandir o acervo cultural dos estudantes. JUSTIFICATIVA: A aula-passeio justifica-se como estratégia metodológica que contempla os letramentos, a ludicidade, as múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de avaliação. Ao mesmo tempo, explora o prazer intrínseco à ampliação do conhecimento e à convivência. É uma atividade voltada para a aprendizagem significativa, desenvolvimento dos aspectos afetivo, cognitivo e social e está estruturado para atingir os objetivos propostos no PPP e no currículo escolar. “Uma aprendizagem significativa está relacionada à possibilidade dos alunos aprenderem por múltiplos caminhos e formas de intelig6encia, permitindo aos estudantes usar diversos meios e modos de expressão. ” (Smole, 2002, p.10). As aulas passeios ocorrerão sempre que forem justificados os ganhos pedagógicos da mesma.
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    126 ETAPAS:  Planejamento;  Organizaçãoe trabalho em sala, construção de regras;  Execução  Desdobramentos pedagógicos;  Avaliação. Aula Passeio ao Zoológico Aula Passeio – Lar dos Velhinhos / 2018
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    127 Insere-se aqui algunsgráficos comparativos de presença dos estudantes em algumas Aulas Passeios ao longo dos útimos anos: A escola empenha-se em garantir a frequência de 100% dos estudantes nessas atividades a fim de manter a proposta de inclusão da rede pública. E embora a frequência de 100% não seja uma realidade concretizada, por diversos motivos, a escola garante o dia letivo do aluno que não se inseriu na atividade.
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    128 SEMANA DE EDUCAÇÃOPARA A VIDA JUSTIFICATIVA: A Semana de Educação para a Vida apoia-se na lei n°11.988, de 27 de julho de 2009, criada pela Presidência da República. OBJETIVOS:  Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade impactando positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;  Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores de respeito, sustentabilidade e cooperação. DESENVOLVIMENTO:  Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e responsáveis, no horário de aula.  Com os alunos haverá um foco maior no tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e atendimentos com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas identificadas no ambiente escolar. Além de cumprir determinação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo em Movimento, conforme diagrama:
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    129 PROJETO COZINHA EDUCATIVA PÚBLICOALVO: Alunos do 1º ao 5º ano JUSTIFICATIVA: Ao aceitar que o ensino da língua deve ser pautado pelos usos da mesma, ao entender que ler é atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem textos escritos com a intenção de comunicar algo, textos produzidos com fins definidos para leitores reais. Trabalhar com os textos a partir de suas esferas de circulação leva, necessariamente a resolver o problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas – cotidiana, publicitária, escolar, jornalística. Optar pela esfera cotidiana foi uma escolha visando atingir desde o aluno de seis anos (muitas vezes ainda não completos) até o aluno em vias de completar a etapa inicial do Ensino Fundamental. O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero relativamente simples e compartilha propriedades com outros textos instrucionais. Acrescido a isso consideramos o forte apelo cultural do gênero e o resultado foi a Cozinha Educativa. É necessário salientar que embora a Cozinha Educativa gire em torno da Receita Culinária, outros gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete, publicidade comercial, embalagem e rótulo. O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao Currículo em Movimento da Educação Básica do DF Escolar. Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o ensino da língua do ensino da matemática, conforme princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso, aproxima-se do objetivo, presente no PPP, de validar um trabalho educativo onde o afeto, o lúdico, a criatividade e experimentação estejam estimulando o prazer de aprender. Uma atividade que se insere num trabalho pedagógico integrado e, portanto, é entendida como “educativa e curricular”. A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a abordagem da Educação Financeira nas escolas. O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme defendido no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal. Mais do que um projeto, a Cozinha Educativa tem se mostrado um recurso aplicável aos diversos componentes curriculares desenvolvidos na escola
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    130 OBJETIVO GERAL:  Construira compreensão de que os saberes ensinados na escola estão vivos nos contextos cotidianos; OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Sensibilizar a criança para as práticas matemáticas e de linguagem presentes no seu dia a dia;  Estimular a leitura, compreensão e produção dos gêneros instrucionais dentro e fora da escola;  Aproximar as diversas áreas do conhecimento, subsidiando o trabalho interdisciplinar;  Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes comunitários, aproximando educadores, educandos e familiares;  De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização, oralidade, noção de quantidades e proporções, primeiras impressões de fenômenos químicos e físicos, aprendizado de higiene e prevenção de acidentes, estímulo da memória, autonomia e cooperação.  Enfatizar questões relacionadas à alimentação saudável, prevenção à obesidade e afins, de acordo com o nível da turma.
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    131 OPERACIONALIZAÇÃO: A operacionalização doprojeto se dará a partir das etapas seguintes:  Seleção da receita a ser confeccionada: escolhida pelo professor e alunos;  Listagem e pesquisa dos ingredientes;  Coleta dos ingredientes;  Exploração didática da receita;  Montagem da Cozinha Educativa;  Confecção da receita;  Degustação da receita e socialização com as famílias;  Avaliação. Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de conteúdos diversos, conforme os objetivos delimitados pelo professor. É de responsabilidade da Coordenação Pedagógica o preparo de um local adequado para funcionar como cozinha, contendo todos os utensílios necessários ao funcionamento da cozinha. Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da responsabilidade do professor essa organização.A turma, juntamente com seu professor regente participará da execução da receita em dia previamente escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros profissionais da escola.
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    132 Possibilidades de textosa serem explorados durante o projeto Crianças na feira – possibilidades de explorações matemáticas AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e a relação estabelecida com o alcance dos objetivos, proporcionando replanejamento e aprimoramento das atividades realizadas.
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    133 Observa-se que aatividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensão do aprendente de que se utiliza os conhecimentos escolares no cotidiano: quando se vai ao supermercado, quando se mede a massa, quando se triplica uma receita, quando se divide o produto final, quando se lê, escreve ou copia uma receita, quando se lava os ingredientes, quando se considera o tempo de preparo… As estratégias de ensino e aprendizagem surgidas a partir do desenvolvimento do projeto valida a necessidade de trabalhar com atividades que transgridam os exercícios de fixação e reprodução sem aplicabilidade nas práticas sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de estabelecer um “diálogo” entre os diferentes componentes curriculares. Turmas vivenciando o Projeto Cozinha Educativa Produção de texto a partir do gênero instrucional
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    134 PROJETO RODA DELEITORES JUSTIFICATIVA: Na virada do século, uma das grandes conquistas da educação no Brasil foi a universalização do Ensino Fundamental. Um rápido passeio por outras eras nos mostra a importância dessa conquista. Sabe-se, entretanto, que a simples garantia do acesso à educação não basta. E quando nos deparamos com índices como o INAF (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional), obrigamo-nos a repensar que mediação de leitura estamos fazendo na escola. Em sua última edição o INAF apontou que 74% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos apresentam habilidades de leitura em nível rudimentar ou básico. Ou seja, sua compreensão de leitura está limitada à títulos, frases e textos curtos, quando muito. Sobre essa triste realidade, é que ergue-se o Projeto Roda de Leitores – um compromisso assumido pela escola com o fim de possibilitar a aprendizagem da leitura dos diferentes tipos de textos que circulam socialmente. Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os diversos textos lidos. Público Alvo: 1º ao 5º ano. Objetivos:  Reconhecer a finalidade e uso social de diferentes textos e portadores textuais;  Promover a parceria escola, professor e família;  Propiciar momentos de leitura em sala de aula, como também em casa;  Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e individualmente;  Dramatizar histórias ouvidas e/ou lidas;  Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de interpretação;  Promover momentos de apreciação de diversas produções literárias e/ou artísticas;  Reconhecer a manifestação artística como meio de apropriação da linguagem.  Formar leitores desenvolvendo o gosto pela leitura cotidianamente;  Estimular a alegria da atividade intelectual por meio da leitura;  Ampliar a visão de mundo;  Ampliar a compreensão das relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconhece o outro e suas peculiaridades;  Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de posicionar-se acerca do que foi lido.
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    135 PASTA DE LEITURA Cada aluno (a) da turma levará um gênero textual para ler em casa, na data determinada pelo professor;  O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinada pelo professor;  Após ler e/ou ouvir o texto, o (a) aluno (a) contará/lerá a história para alguém da família;  O (a) aluno (a) deverá preencher as fichas encaminhadas de acordo com os comandos apresentados em cada ficha;  O produto final será uma coletânea de textos produzidos por cada aluno (a) da turma.  Os alunos dos 4 e 5 anos participarão de roda de debates onde terá a oportunidade de compartilhar com o colega suas respostas, expondo seus pontos de vista dentro da coerência do texto lido. HORA DA LEITURA Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada indivíduo escolha o tipo de texto preferido realizando a leitura do mesmo. Essa atividade acontece semanalmente, às sextas-feiras, matutino 7:45 e vespertino 14:15 com duração de meia hora. SARAU LITERÁRIO Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam e apreciam as construções realizadas ao longo do projeto, nos diferentes gêneros literários. Acontece sempre em um parque público, escolhido anteriormente, para que seja trabalhada a questão do respeito ambiental. Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer: piquenique, brincadeiras, sorteio de obras literárias entre os alunos.
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    136 Os saraus sãopensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos portadores de necessidades educacionais especiais e seus familiares. Está definido, preliminarmente, um Sarau Literário para o atual período letivo. RECURSOS HUMANOS: Direção, coordenação, apoios (professores readaptados), professores regentes e aluno, responsáveis e/ou família. AVALIAÇÃO: A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha consciência dos benefícios que a aquisição das habilidades de leitura pode proporcionar. Conversas, comentários em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade para o aluno expressar (oralmente ou por escrito) suas aprendizagens.
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    137 FESTA JUNINA JUSTIFICATIVA: A FestaJunina da Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento a oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de convivência e cooperação; além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado a músicas populares proporcionam alegria. Trata-se de um evento pedagógico cultural que possibilita o mergulho de toda comunidade escolar num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de consolidar no espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”. A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos, sem direcionamento religioso, buscando o resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a identidade desse homem como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os estereótipos que humilham e colocam em ridículo essa identidade. Estimula-se, assim, o estar bem vestido e caracterizado, visto que a realidade nos tem dito que o homem do campo se produz e se enfeita para “festar”. Faz-se importante destacar que a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação de lucros, tendo em vista que os recursos financeiros recebidos pelos sistemas oficiais têm sido muito bem geridos. Os lucros, por ventura gerados, são revertidos para a premiação das turmas campeãs na Gincana Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro. OBJETIVOS:  Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do Brasil as Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das escolas nesse sentido;  Proporcionar oportunidades de convívio para além das barreiras subjetivas de crenças, sexo, etnia e outras;  Exibir a produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua autoestima;  Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas como gincana. Jogos e quadrilha;  Constituir-se em momento de recreação comunitária.
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    138  Constituir-se emtemática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento: explorar pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como convite, folder, informativos, bilhetes e outros;  Provocar discussões acerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo.
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    139 PROJETO DO LABORATÓRIOINTEGRADO DE INFORMÁTICA PÚBLICO ALVO: Professores regentes e alunos do 1º ao 5º ano APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias vêm adquirindo relevância ímpar no cenário social. Cotidianamente somos levados a nos apropriar de habilidades e conceitos que, até pouco tempo, não faziam parte de nossa realidade .A escola, como agente responsável pela formação do cidadão, não pode se eximir da responsabilidade de oportunizar ao aluno o conhecimento e o manuseio dos recursos tecnológicos de informação e comunicação que a escola dispõe. Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos recursos tecnológicos existentes, o mero “frequentar o laboratório” não constrói, por si só aprendizagens. Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como orienta a SEEDF, é que nasceu o presente projeto. OBJETIVO GERAL Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social, além de instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Complementar os conteúdos desenvolvidos em sala com pesquisa, uso de aplicativos e afins, etc;  Desenvolver a habilidade de utilizar a internet de forma consciente e responsável;  Atuar como mais um referente de inclusão digital na comunidade;  Potencializar os recursos tecnológicos existentes na escola em favor da construção das aprendizagens; DESCRIÇÃO DAS AÇÕES: No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos curriculares, selecionados, a partir do Projeto Político Pedagógico. O professor e sua classe terá à disposição o laboratório em horário previamente agendado e todos os seus componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para
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    140 acompanhar a devidautilização dos equipamentos e da sala. O planejamento e a execução pedagógica desse momento será realizado pelo professor regente, com auxílio da coordenação pedagógica.. Periodicamente os professores terão oficinas, cuja finalidade é despertar nos professores o interesse em trabalhar com a informática educativa e motivá-los para o desenvolvimento de projetos com seus alunos. RECURSOS MATERIAIS: Computadores; internet; data show, quando necessário. RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como instrumentos de apoio à própria aprendizagem e de inserção no mundo digital. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada ao final de cada encontro com os alunos, sendo observado o interesse, a participação e o desempenho na execução dos comandos. Com os professores, semanalmente, nas coletivas, e ao final dos encontros específicos com os docentes. Será avaliada a relevância dos atendimentos no alcance dos objetivos propostos. PROJETO NOSSO RECREIO É 10 ! Laboratório de Informática
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    141 PROJETO NOSSO RECREIOÉ DEZ APRESENTAÇÃO O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se. A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa um momento lúdico de grande importância para a socialização dos alunos. Sendo assim, o Projeto Nosso Recreio é 10 visa contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no mundo. Neste sentido, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações: - Apresentação do projeto aos professores; - Apresentação do projeto aos alunos. - Formação dos alunos monitores (a cada 15 dias). A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos alunos monitores e da orientadora educacional. JUSTIFICATIVA O recreio por ser um espaço lúdico, pode por meio dos jogos proporcionar a aquisição de regras, a expressão do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento, além de: desenvolver atitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de cortesia; desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse em adorar posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal; desenvolver o raciocínio lógico; reconhecer a importância do trabalho em grupo, sem discriminações físicas, sociais, culturais ou de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de liderança; favorecer a expressão artística e cultural; estimular a inteligência, curiosidade, a iniciativa e a autoconfiança. Após três anos de efetivo desenvolvimento do projeto, observa-se a diminuição de brincadeiras agressivas e comportamentos inadequados durante o intervalo. Além disso, com base em relatos e na necessidade de trabalhar preventivamente os conflitos surgidos durante este período, as brincadeiras organizadas e a participação ativa dos alunos contribuíram para que o tempo e espaço do recreio se transformassem em um momento prazeroso e divertido.
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    142 O momento dorecreio é legalmente embasado nos Pareceres do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. E requer a presença de professores acompanhando para que seja considerado atividade letiva. Objetivo Geral: Dinamizar o recreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e minimização de comportamentos inadequados, contribuindo desta forma para promoção de uma cultura de paz no ambiente escolar. Objetivos Específicos:  Resgatar o recreio como espaço relevante para o desenvolvimento biopsicossocial do educando;  Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais solidária e harmoniosa;  Conscientizar os alunos quanto à importância da preservação do patrimônio escolar assim como sobre a conservação e a limpeza;  Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade, respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros.  Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no monitoramento das atividades;  Diminuir a violência proporcionando um ambiente mais agradável a todos. METODOLOGIA E CRONOGRAMA  Com os alunos: Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, inicialmente, podendo ser estendido aos alunos das turmas de 3º ano, para participarem do projeto “Nosso Recreio é 10”. Após, teremos um primeiro encontro, onde explanarei aos alunos sobre o projeto, seus objetivos e finalidades. Também combinaremos como será a aplicação e a organização.  Com os professores: Os professores participaram incentivando seus alunos a participarem e colaborarem com a manutenção do projeto. Para os alunos que não participarão do monitoramento, cabe usufruírem das brincadeiras de forma pacífica respeitando os colegas que estão organizando o espaço.  Com a direção: Junto com direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola e os brinquedos a serem adquiridos para que as atividades sejam realizadas. Será necessária também, a aquisição/confecção de coletes, para destacar os alunos monitores.
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    143 ATIVIDADES SUGERIDAS: - Jogode basquete, de futebol, pula cordas, pula elástico, jogos de damas e raciocínio lógico, totó, ping-pong e música clássica durante o intervalo. CRONOGRAMA: ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES Elaboração do projeto Março SOE Exposição para alunos e professores Março SOE Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos PÚBLICO ALVO: Contaremos com a participação ativa dos alunos do 4º e 5º anos na monitoria e com a colaboração e empenho dos demais para que o momento do intervalo se torne mais tranqüilo. RECURSOS HUMANOS: Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos alunos, dos professores, dos pais e da direção da escola. RECURSOS MATERIAIS: -Bolas (basquete, futebol); cordas; elásticos; ping-pong; totó; jogos de damas; jogos de raciocínio lógico; CD’s e aparelho de som; coletes; caixas para organizar os brinquedos; - Textos, vídeos, slides, informes aos pais. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO: No decorrer do projeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo, registrando as observações e caso haja algum conflito. Será observado o nível de interesse dos alunos em participar do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores
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    144 conscientizando e incentivandoos alunos. A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o grupo para verificarmos se as atividades desenvolvidas durante o recreio estão atingindo os objetivos propostos. Monitor do projeto orientando colega Alunos monitores do Projeto recebem certificado
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    145 PROJETO CIDADÃO DOFUTURO / PROERD JUSTIFICATIVA: A Escola Classe 10 é uma entidade que atende alunos do 1º ao 5º ano. O principal objetivo da instituição é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que educar envolve o confronto de ideias e a resolução de problemas para que o aluno se sinta capaz de desenvolver suas habilidades. A nossa grande preocupação é a formação de cidadãos éticos, competentes, solidários, críticos, criativos e preparados para vencerem os desafios enfrentados no cotidiano. Sabe-se que os desafios que se apresentam aos alunos da faixa etária que atendemos são diversos, desde o enfrentamento do Bullying até resistência às drogas. A resistência às drogas é uma das questões e desafios que os alunos vem enfrentado ao longo da infância e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos nossos alunos formando-os para que se sintam fortes e preparados, com conhecimento necessário para saberem decidir sobre qual rumo tomar. Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a formação cidadã do nosso alunado. Assim, o Projeto Preparando o Cidadão do Futuro, além de prever ações diretas com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informação dos pais e responsáveis. O PROERD vem de encontro a esse nosso objetivo que é o de contribuir para a prevenção do uso indevido de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal de formar cidadãos competentes e preparados para viver em sociedade. O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos preventivos relativos às drogas. Essa conformidade com o documento Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz aparece também no trato com o tema Bullying, dando existência à orientação de prevenir e informar. “A educação é a arma da paz”.-Montessori,2002. OBJETIVOS: GERAL:  Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do caráter.
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    146 ESPECÍFICOS:  Desenvolver açõesprevistas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme manual encaminhado aos gestores;  Promover aquisição de competências e habilidades requeridas para solução de problemas impostos pela sociedade hodierna;  Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de convivência;  Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas;  Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e resistir às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor. PÚBLICO ALVO: O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores; METODOLOGIA/ Plano de Trabalho  Aplicação de atividades desenvolvidas no âmbito sala de aula;  Palestras aos pais;  Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional;  Curso PROERD – Polícia Militar DF;  Projeção de filmes, campanhas anti-drogas;  Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no currículo. APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO: Recursos Materiais: Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de vídeo; Recursos Humanos: Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de orientação educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita através de observação na mudança de comportamento dos alunos, sondagem junto às famílias em reuniões e encontros de pais, também através da participação e interesse dos alunos nas diversas atividades constantes no projeto.
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    147 SEMANA DA CRIANÇA JUSTIFICATIVA: ASemana da Criança insere-se no Projeto Político Pedagógico da escola no sentido de concretizar o direito ao lazer infantil, previsto na Declaração dos Direitos da Criança, onde prevê-se, ainda, o esforço que a sociedade e autoridades públicas fará a fim de que a criança exercite esse direito. OBJETIVOS: Evidenciar os direitos da criança, em especial o direito ao lazer infantil; Estimular a autoestima; Propiciar oportunidade de confraternização baseada na urbanidade e respeito. DESENVOLVIMENTO: Plenamente financiado pelos lucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de outubro, sempre próximo ao dia 12. A semana é constituída de atividades lúdicas como passeios, lanches especiais, culminando com uma recreação com brinquedos infláveis e camas elásticas. Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da semana são pensadas para atender as diversas faixas etárias bem como as diferentes necessidades.
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    148 MOSTRA CULTURAL JUSTIFICATIVA: A MostraCultural da Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades de expressão da criatividade; onde é possível congregar o pensamento lúdico com práticas interdisciplinares. A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são realidades observadas por ocasião da realização da Mostra. É um evento sem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o envolvimento do aluno em atividades de cunho artístico com foco no estabelecimento de relações entre as áreas de conhecimento do currículo e desenvolve a confiança em suas capacidades pessoais. OBJETIVO: Socializar com a comunidade escolar saberes, práticas e experiências construídos ao longo do ano. Ocorre geralmente nos últimos meses do ano com a presença de toda comunidade escolar.
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    149 DESENVOLVIMENTO: O desafio daMostra Cultural é transpor os conteúdos mais significativos de cada turma ou ano para uma linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade presente consiga perceber uma pequena parcela dos aspectos trabalhados ao longo do ano letivo. A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido. PROJETO DE TRANSIÇÃO Escola sequencial: CEF 03 BREVE HISTÓRICO A Escola Classe 10 trabalha com o Projeto Remanejamento Natural há cerca de 8 anos. Em 2012, ocorreu o primeiro contato entre as coordenações pedagógicas e Serviço de Orientação Educacional de ambas as escolas onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores de ambas as instituições. No ano anterior o Projeto Remanejamento Natural não se concretizou. Em 2017 o Projeto passa a ser denominado Transição Escolar. JUSTIFICATIVA O projeto nasceu do desejo de tornar menos impactante o momento de transição do aluno do 5 ° para o 6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus pontos comuns, irmanados no lema “igualdade na diversidade”. O Projeto Remanejamento Natural encontra seu ponto de apoio no Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, que, ao discorrer sobre o Ensino Fundamental defende a importância de orientar as ações pedagógicas a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em transição dos anos iniciais para os finais, aproximando as instituições de ensino. Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural sempre encontrou-se sob a responsabilidade do Serviço de Orientação Educacional com o apoio da Coordenação Pedagógica. Por orientação da Regional de Ensino, em 2017 a responsabilidade passa às Equipes especializadas.
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    150 OBJETIVOS  Promover açõesque oportunizem adaptação dos alunos em transição do 5° para o 6° ano visando garantir avanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais e no desenvolvimento pessoal;  Estreitar o vínculo entre a Escola Classe 10 e o Centro de ensino Fundamental 03 de Taguatinga. AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS 1. Visita ao CEF 03 para realizar o contato inicial e o ajuste de ações 2. Aplicação da Escala de Habilidades de Estudo e repasse de parecer para cada estudante 3. SEMINÁRIOS DE HÁBITOS DE ESTUDOS: Desenvolvidas pelos professores regentes da EC10, a partir de pesquisa guiada por webquest e seguida de apresentação de seminários, visando preparar o aluno do 5°ano para a rotina de estudos do 6°ano; 4. REDAÇÃO SOBRE HISTÓRIAS DE VIDA: As professoras regentes dos 5o anos mediariam a produção textual de um memorial ou redação sobre a trajetória escolar dos estudantes e suas expectativas de futuro. 5. AJUSTE DE EXPECTATIVAS : Promover um encontro de professores do CEF 03 e da EC10 em um dia de coordenação coletiva para trabalhar a temática da passagem e fazer ajustes de expectativas de aprendizagem. Os professores do 5° ano descrevem como os alunos deixarão o segmento e professores do 6° ano descrevem o que esperam dos estudantes; 6. RODAS DE CONVERSA: promover rodas de conversa entre os alunos do 5˚ e 6˚ anos, bem como alguns professores do CEF 03, utilizando técnicas de entrevista, supervisionados pela coordenação pedagógica e docentes, para que os alunos tirem dúvidas e saibam como é a experiência de adaptação a um CEF; 7. VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a possibilidade da vivência de uma aula com o professor de área específica, possibilitar a ex-alunos falar das principais diferenças entre uma EC e um CEF; 8. VISITA AO CEF 03: Visita realizada no mesmo dia da visita. Visa apresentar a instituição de ensino sequencial aos alunos em ambientando-os e diminuindo a expectativa em relação à transição. 9. ATIVIDADES NA SALA DE RECURSOS COM ENEEs E SEUS RESPONSÁVEIS: 10. RODA DE CONVERSA COM OS RESPONSÁVEIS por ESTUDANTES DO 5º ANO: Realizar roda de conversa com os responsáveis pelos estudantes, visando abordar a mudança no acompanhamento escolar e tirar dúvidas sobre a transição para o 6º ano. 11. ENCONTRO DE PAIS COM O TEMA HÁBITOS DE ESTUDO 12. REUNIÃO COM A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL DO CEF 03 APÓS ESTRATÉGIA DE MATRÍCULA: Realizar reunião entre a EEAA da EC10 e a coordenação
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    151 pedagógica e OEdo CEF 03 para repassar casos de ENEEs e outros estudantes que demandem atendimento especial. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS EEAA EC 10 AEE/ SR EC10 Coordenação pedagógica EC 10 Supervisão pedagógica EC 10 PARCEIRAS Serviço de Orientação Educacional CEF 03 Coordenação Pedagógica CEF 03 PROJETO HORTA ESCOLAR PÚBLICO-ALVO: Alunos da Escola Classe 10 de Taguatinga JUSTIFICATIVA: Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel de desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, o cultivo de hortas escolares pode ser um valioso instrumento educativo. O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica, a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas é um exercício de paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências que resgatam valores. Os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a sobrevivência, os valores da paciência, da perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da renovação.
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    152 OBJETIVO: O Projeto HortaEscolar foi concebido com a finalidade de intervir na cultura alimentar e nutricional dos alunos, com base no entendimento de que é possível promover a educação integral de crianças e jovens de escolas e comunidades do seu entorno, por meio das hortas escolares incorporando a alimentação nutritiva, saudável e ambientalmente sustentável como eixo gerador da prática pedagógica. Por meio desse projeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas assim como técnicas de proteção da estrutura do solo, levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: -Levar aos alunos a vivencia e o contato direto com o meio ambiente natural. -Oportunizar ao aluno a conquista do seu espaço, preservando o meio ambiente onde vivemos. -Desenvolver de modo integrado, a consciência da responsabilidade para com o meio ambiente, respeitando o espaço a sua volta. -Promover a responsabilidade social pela participação em grupo, incentivando o respeito pelo outro e o diálogo. -Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambiental através de observações, ações concretas e praticas a serem realizadas no ambiente escolar. -Levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável. _ Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos; _ Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo; _ Degustação do alimento semeado, cultivado e colhido; _ Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis; _ Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana; PROCEDIMENTOS: Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo será acompanhado pelo monitor da horta e o monitor da Educação Integral. As aulas serão ministradas pelo monitor da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas, serão utilizados para enriquecer o lanche e demais refeições dos alunos.
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    153 AVALIAÇÃO: A avaliação seráfeita através da observação, relato oral dos alunos, do produto final da horta e o bom uso da produção. PROJETO QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO (Projeto da Equipe Gestora para implementação de Objetivo Administrativo definido no Plano de Gestão) OBJETIVO: Assegurar a melhora da qualidade de vida no ambiente de trabalho AÇÕES IMPLEMENTADAS  Melhoria das condições do ambiente de trabalho em cada setor de acordo com a necessidade e possibilidades financeiras e administrativas;  Criação de espaços-tempos para integração entre os servidores;  Promoção de relacionamentos interpessoais;  Valorização os trabalhos coletivos e individuais desenvolvidos por cada funcionário.  Criação de Fundo Social com cotização entre os funcionários a fim de bancar os eventos de confraternização ocorridos ao longo do ano letivo;  Desenvolvimento do Projeto Amigo Anjo;  Desenvolvimento do Intervalo Social  Desenvolvimento da Festa dos Aposentados
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    154 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADESDESENVOLVIDAS FUNDO SOCIAL O Fundo Social foi criado com o objetivo de bancar os custos financeiros dos eventos realizados em função dos projetos, tendo a equipe gestora ciência da impossibilidade de uso de verbas públicas para tais fins. O dinheiro arrecadado para o fundo vem das contribuições mensais realizadas pelos próprios funcionários e da venda de objetos nos Bazares, com produtos doados pelos próprios funcionários. O Fundo Social financia o café e o chá consumidos diariamente pelos funcionários, as homenagens aos colegas do grupo que passam por momentos especiais como casamento, luto ou formatura, as confraternizações comemorativas, o Dia dos Servidores, a Festa das Aposentadas, lanches esporádicos nas coordenações coletivas. CONFRATERNIZAÇÕES COMEMORATIVAS São definidas algumas confraternizações coletivas como Acolhida aos Funcionários, Festa dos Servidores, Coletivas Culturais, Revelação do “Amigo Anjo”, encerramento dos semestres, Celebração da Páscoa, homenagem a pais e mães funcionários, etc. PROJETO AMIGO ANJO O projeto surgiu da impossibilidade de poucas pessoas terem um olhar cuidadoso sobre toda equipe de servidores. Assim, todos os funcionários são convidados a cuidar de um servidor ao longo do ano através de mensagens de orações, bilhetinhos carinhosos, lembrando datas importantes na vida da pessoa protegida de forma anônima. Ao final do período estipulado, realiza-se uma festa para revelação dos “anjos”. INTERVALO SOCIAL O intervalo social acontece às sextas feiras, durante o intervalo das crianças. Os funcionários reúnem-se para um breve momento de interação e confraternização, com música, lanche e boa conversa. O lanche é de responsabilidade do próprio grupo que se organiza em escala.
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    155 FESTA DOS APOSENTADOS Surgiuda necessidade de homenagear e reconhecer o funcionário que dedicou toda uma vida de trabalho ao desenvolvimento da educação no Distrito Federal. Nesse momento busca-se um resgate da hitória desse profissional dentro da Secretaria de Educação, bem como dentro da instituição. O servidor é homenageado com placas, músicas, vídeos, registros fotográficos, depoimentos e outros.
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    156 CHAFÉ DA FAMÍLIA JUSTIFICATIVA: Eventoque busca homenagear pais e mães fora de uma perspectiva consumista. As crianças cantam para os pais e a comunidade contribui com gêneros para um café da manhã ou chá da tarde coletivo. “Promover reuniões que incentivem a participação das famílias tanto nas atividades festivas como naquelas que se referem aos processos pedagógicos”, é uma das propostas da SEEDF a fim de aprimorar os mecanismos de comunicação e fortalecer as relações escola-família com o objetivo de gerar o protagonismo familiar. Esse evento conta com a participação do outro genitor e/ou dos demais cuidadores da criança não excluindo famílias com configurações familiares não tradicionais. Crianças cujos genitores são falecidos, que vivem com um dos pais, com avós ou com dois pais ou duas mães, ou crianças abrigadas podem trazer a pessoa ou pessoas de referência para a homenagem. A experiência nos tem dito que configurações familiares diversas não impedem que a criança reconheça publicamente as pessoas que exercem os papéis paterno e materno em suas vidas. A escola reconhece a possibilidade de haver nesse momento, explicitação de sofrimento de alguma criança por conflito ou ausência familiar. Entende, entretanto, que tal sofrimento não é causado pela homenagem em si; mas é explicitada pelo contexto, oferecendo à escola a chance de sugerir e/ou encaminhar intervenções adequadas, se necessárias. O Chafé da Família é um reconhecimento às significativas mudanças que têm ocorrido na sociedade e que refletem famílias com as mais diversas configurações (organização, práticas, valores, crenças, costumes...), pois acolhe no ambiente escolar a família reconhecida pelo aluno.A EC10 oportuniza incluir a família como parceira da escola reconhecendo seu papel de prover sustento, dignidade e respeito aos seus membros OBJETIVO GERAL: Oportunizar à criança a vivência de atividades lúdico-pedagógicas ao lado de sua família, fortalecendo os vínculos familiares, resgatando e fortalecendo a autoestima.
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    157 CELEBRAÇÃO DE PÁSCOA ATRANSFORMAÇÃO DO EU NA CONVIVÊNCIA COM O OUTRO JUSTIFICATIVA: Ao se questionar por que tratar de uma celebração religiosa no ambiente escolar, já que o estado brasileiro é laico, encontramos a justificativa de ser impossível ignorar os fenômenos culturais de nosso país. O tema está presente na sociedade constituindo-se, além de fenômeno religioso, um fenômeno comercial de vendas de chocolate. O currículo é contemplado com a “percepção do sagrado nas diversas culturas.” Aliado a isso, pode-se trabalhar conhecimentos gerais, curiosidades, tolerância (que aparece fortemente ao ouvir / compartilhar a experiência de cada um com esse fenômeno cultural.). Segundo nosso currículo, “Se a Constituição Federal instituiu um Estado laico e ao mesmo tempo obrigou os entes federados a ofertarem o ensino religioso nas escolas públicas, isso ocorreu no sentido de permitir que os estudantes conheçam a existência de religiões e crenças diferentes das praticadas por seus familiares e, com isso, aprendam a respeitá-las.” Em 2017, durante o processo de revisão do PPP, o grupo levantou a discussão acerca do evento, chamando a atenção para o cuidado que se deve ter com esse momento, já que a proposta da escola é levar à reflexão de toda escola e não impor como natural a comemoração de uma data cristã. Chegou-se a um consenso pela manutenção do evento no calendário escolar respeitando-se os seguintes pontos:  Em sala de aula dar a todas as crianças a oportunidade de manifestar a importância ou não da Páscoa em sua família e em sua religião (se comemora ou não , como comemora, qual o seu entendimento da data, etc);  Promover o respeito à fala do outro, mesmo que diferente da maioria; pois somente assim a criança vai “conhecer a existência de religiões e crenças diferentes das praticadas por seus familiares e aprender a respeitá-las” – como propõe o currículo;  O momento da partilha do pão e do suco de uva foi ampliado para a partilha de um lanche mais variado, mantendo a ideia de COMPARTILHAR, mas evitando uma aproximação maior com dogmas religiosos específicos, com os quais nem todos tenham afinidades. A Celebração da Páscoa na Escola Classe 10 de Taguatinga, não tem intenção doutrinária, entendendo- se que tal ação cabe à família. O objetivo é o compartilhamento de experiências entre os alunos, num clima de respeito e tolerância, ampliando o universo de conhecimento de todos. A reflexão acerca da exploração comercial pode ser abordada, despertando a conscientização acerca do consumo exacerbado e o papel da publicidade e propaganda nesse consumo; visando a formação do consumidor consciente e sustentável. CONTEXTO: Conforme pesquisa realizada para construção do PPP, 88% da comunidade escolar declarou professar alguma religião, 8% declarou ateísmo. As religiões declaradas foram: Católica (38%), Evangélica (de diferentes denominações , 34%) e Espírita (11%). Localizamos no ano anterior, em menor número, crianças de religiões judaica, budista e umbandista. Temos na escola crianças de nacionalidades diferentes: espanhol, colombiano, cubano, além de crianças oriundas da Jordânia . É interessante que tais crianças possam compartilhar suas experiências culturais com a turma. Chamamos a atenção para o fato comprovado em nossa escola de que
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    158 crianças (e suasfamílias) pertencentes a religiões de matriz africana raramente manifestam sua religiosidade. É importante garantir voz a essas crianças criando um clima de conforto no qual elas sintam-se respeitadas. PROGRAMAÇÃO: MATUTINO 9h – Pátio para Contação de História 9h30min- Partilha do lanche VESPERTINO 14h-Pátio para Contação de História 14h30min- Partilha do lanche Cada professor, com sua turma, escolhe um ambiente da escola, podendo ser a própria sala, o pátio coberto, a quadra, o campinho. Nesse momento, aborda-se o tema em questão, a Páscoa. Sugerimos que o professor possa inicialmente conduzir uma conversa no sentido de que cada um que se sentir a vontade possa falar sobre a páscoa em sua família, em sua religião (_ Em sua família, a páscoa é comemorada ? _Sua religião comemora a Páscoa ? _Qual significado da páscoa na sua religião ?) . Reforçamos a importância desse momento onde cada criança possa ter voz. Lembramos que enquanto a páscoa tem um significado muito grande para o católico, algumas denominações evangélicas não comemoram ou comemoram de forma diferente esse momento. Já identificamos na escola crianças que embora sejam evangélicas, têm avós judaicos (ou seja, a comemoração aqui se dá pela libertação do Egito e não pela Ressureição de Cristo). Os Espíritas têm uma interpretação diferente da ressurreição e não há comemoração específica para essa data, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade. Pesquisa com o tema Páscoa, realizada anteriormente, pode embasar o professor para lidar com as questões que surgirem nesse momento de compartilhamento. Após a conversa a turma compartilha o lanche. O tema e história escolhidos devem ser pensados para acolher de forma adequada todas as visões religiosas da páscoa presentes na escola. Pois ao encarar a páscoa no seu simbolismo: A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A Páscoa Cristã, representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se executar homens, mas não se consegue matar as grandes ideias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida. Nesse ponto comum, a diversidade de religiões se encontra.
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    159 AUTO DE NATALSOLIDÁRIO / Aula Passeio: Lar dos Velhinhos O Auto de Natal é o evento que tradicionalmente encerra as atividades letivas da escola. No mesmo dia, logo após a encenação do Auto, acontece a Reunião final de Pais e Professores. É também o maior momento de confraternização da comunidade escolar (pais, alunos, professores e demais funcionários) que compartilham um delicioso caldo oferecido pela instituição. O Auto de Natal acontece sem pretensões doutrinárias, embora encene o nascimento de Cristo, conforme relatos bíblicos. Ao questionar por que realizar uma celebração de fundo religioso no ambiente escolar, já que o estado brasileiro é laico, encontramos a justificativa de ser impossível ignorar os fenômenos culturais de nosso país; país esse, de base incontestavelmente cristã. O tema está presente na sociedade, constituindo-se, além de fenômeno religioso, um fenômeno comercial. O currículo é contemplado com "a percepção do sagrado nas diversas culturas", uma oportunidade única para discussão do significado dessa data na diversidade religiosa de nossa escola. Aliado a isso, trabalha-se a tolerância que aparece fortemente ao ouvir/compartilhar os significados desse fenômeno cultural. Alguns anos atrás a escola desvinculou o evento da figura icônica de Papai Noel e do simbolismo comercial. Dessa forma, a comunidade é incentivada a desenvolver os sentimentos de solidariedade e caridade, doando itens de higiene pessoal para entrega em uma instituição de caridade. Essa instituição tem sido há dois anos o Lar dos Velhinhos, localizada nas imediações da escola, tem sido possível estabelecer vínculos reais com a mesma em visitações. A encenação do Auto de Natal é realizado prioritariamente com os alunos especiais e com grupos de alunos cantando uma canção natalina. Todos os alunos da escola são convidados a participar. Pesquisa realizada junto à comunidade no segundo semestre 2017, informou que 88% é seguidor de alguma religião, sendo: 38% de católicos, 34% de evangélicos, 11% de espíritas, 17% não declarou filiação doutrinária. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabemos, informalmente que na escola temos, em menor número, seguidores de religiões judaicas, budistas e de matriz africana. A Escola Classe 10 de Taguatinga reafirma o respeito a diversidade religiosa e se coloca à disposição para qualquer discussão acerca do evento. O evento teve tamanha repercussão dentro da comunidade escolar que motivou a revisão do evento Auto de Natal para o ano 2018. Com a revisão, a visitação passa a ser realizada por todas as turmas da escola ao longo do ano em datas previamente definidas, juntamente com o estudo e reflexão do Estatuto do Idoso. As visitas das turmas passa a integrar o calendário escolar, ocorrendo na base de uma visita por mês, como Aula Passeio , até que se contemple todas as turmas da escola.
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    160 ENCONTRO DE PAIS (Projeto da Equipe gestora em parceria com as equipes especializadas, SOE e Conselho Escolar que busca implementar objetivo pedagógico a ser alcançado ) OBJETIVO: Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família, dotando a família de conhecimentos teórico-práticos capazes de subsidiar o acompanhamento escolar do aluno. JUSTIFICATIVA: O encontro nasce do desejo de concretizar as propostas presentes nas Diretrizes de Avaliação da Secretaria de Educação do Distrito Federal: “Ao compreendermos que a gestão democrática não acontece de forma espontânea, sendo, antes, um processo de construção coletiva, é preciso oportunizar mecanismos institucionais que não somente viabilizem , mas também incentivem práticas participativas efetivas das famílias, a partir da escuta sensível desses sujetos, tornando-se co-responsáveis pela aprendizagem dos filhos/estudantes.” Além disso, o Encontro de Pais é uma forma de intervenção no aspecto do pertencimento territorial identificado na Avaliação Institucional: a Escola Classe 10 de Taguatinga, apesar de não estar situada em área considerado pela SEEDF como Território com alto índice de vulnerabilidade social (TEVS) atende crianças pertencentes a estes territórios. METODOLOGIA: No decorrer do ano letivo são identificados pelas diferentes equipes escolares, temas de relevância para a comunidade que podem influir na qualidade pedagógica ou familiar do público atendido. São contatados profissionais capacitados que durante uma hora “batem um papo” com os pais. Demais funcionários da instituição são convidados. Os horários são definidos em função da demanda e até o momento tem ocorrido após o turno da tarde. A escola organiza-se quanto à pontualidade e ao final compartilha-se um lanche.
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    161 ANIVERSÁRIO DA ESCOLA JUSTIFICATIVA: Nosúltimos anos, principalmente durante os processos de construção e atualização do Projeto Político Pedagógico, foi constatada a dificuldade em acessar registros ligados à história da escola. Mesmo após pesquisas realizadas junto à Regional de Ensino e à Administração Regional, a data de inauguração do prédio escolar permanece uma icógnita. Assim, a data definida para comemorar o aniversário da instituição é 07/07/1980, data em que o prédio situado na QSD 18, AE 23, passou a funcionar como Escola Classe 10 de Taguatinga. Durante o processo de pesquisa, foram localizadas pessoas que relataram que o prédio existe desde a década de 60. Muitos ex- alunos declararam amor para com a escola e muitos pais de alunos fizeram questão de relatar que escolheram esta escola para os filhos estudarem porque sua trajetória estudantil na escola Classe 10 de Taguatinga foi marcante. Alguns de nossos atuais e ex-funcionários estudaram aqui. OBJETIVOS :  Evidenciar o carinho da comunidade para com a escola;  Ressaltar a importância da escola no entorno no qual está inserida;  Criar sentimentos de pertencimento;  Valorizar a trajetória estudantil e profissional dos alunos e funcionários;  Reforçar laços da comunidade com a escola, laços esses que auxiliam na preservação do bem público;  Celebrar a educação de qualidade desenvolvida na instituição evidenciada através dos avanços nas aprendizagens. Pedagogicamente, encontramos no Curriculo em Movimento da SEEDF, conteúdos a serem desenvolvidos dentro do tema. FESTA DE ANIVERSÁRIO EC10 POSSIBILIDADES DE TRABALHO DENTRO DO CURRICULO EM MOVIMENTO BIA Texto verbal: (escrita), não verbal (imagem) e multimodal (escrita e imagem), concretizados em diversos gêneros, em diferentes suportes. Leitura e escrita de listas diversas de acordo com alguns critérios: ordem alfabética, contexto semântico, etc. Bilhetes e convites: leitura e produção de acordo com o contexto de uso. Gêneros que apresentam INSTRUÇÃO/ INJUNÇÃO em sua organização interna: receitas, regras de jogos, manuais –
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    162 LEITURA PRODUÇÃO ESCRITA EORAL leitura, compreensão e produção. Reportagens: temas significativo) – leitura, compreensão, identificação e escrita de manchetes. Cartazes educativos: produção de acordo com o assunto trabalhado. Reportagens: temas significativos. Relatos de acontecimentos do cotidiano Manuseio de suportes textuais: folhetos, folder, cartazes, cartão, panfletos. Roda de conversa: regras para escuta, fala e manutenção do tema. Entrevista Manuseio, identificação e escolha de suportes de acordo com o gênero e seu contexto de circulação: livros, revistas, jornal, gibi, folhetos, folder, encartes, faixas, placas, cartazes, cartão, panfletos, mural, jornal da escola, caderno, livro, etc. CONHECIMENTOS LINGUISTICOS ARTICULADOS COM TEXTOS Todos descritos no currículo LITERATURA Livros infantis: escuta e manuseio Compreender a especificidade da autoria, a relação intrínseca entre o autor e a obra. 4˚ / 5˚ anos LEITURA, PRODUÇÃO ESCRITA E ORAL Planejar a escrita do texto considerando o tema central, o gênero textual e os prováveis destinatários / interlocutores. Escrever textos em diferentes gêneros de acordo com a finalidade da situação comunicativa: convidar (gênero-convite), informar (gêneros- cartaz, bilhete, notícia, de jogo, etc.). Escrever atentando para elementos que compõem a estrutura e a apresentação de cada gênero (o que compõe uma fábula, um poema, uma notícia, uma regra de jogo, etc.). Notícias e manchetes: estudo de gênero enfocando os elementos fundamentais (O quê? Com quem? Quando? Onde? Em que circunstâncias? Notícia: escrita de texto de autoria a partir de pesquisa de dados e organização de Informações. Realizar entrevistas com o intuito de esclarecer dúvidas ou ampliar conhecimento. Criação de manchetes para notícias. Compreender o que ouve, argumentando, comparando e concluindo. Entrevistas: planejamento, realização oral, organização de dados e escrita. Produção de diário e relatórios a partir de fatos motivadores; Suportes e portadores: criação de espaços para publicação (mural, varal, revistas, jornais, placas, faixas, folhetos, cartazes, etc.) CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS ARTICULADOS COM TEXTOS Todos os descritos no currículo
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    163 CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS Letrade música: compreensão do contexto da autoria: paródia. ARTES BIA PLÁSTICAS E CÊNICAS Criação livre de desenhos, pinturas, colagem, esculturas, modelagem e Construções. Arte como manifestação da cultura e identidade de um povo : matizes brasileiras. Manifestações folclóricas, populares. Criação de desenhos, pinturas, esculturas e construções a partir de temáticas pesquisadas. Exercitar atitudes de plateia. EDUCAÇÃO FÍSICA BIA Regras de convívio social e escolar. Desenvolver a cooperação, solidariedade e compartilhamento de ações nas práticas de atividades motoras. Conceito de cooperação e competição, visando ações cooperativas em práticas de atividades motoras. EDUCAÇÃO FÍSICA 4˚ / 5˚ anos Regras de convívio social e escolar. Desenvolver a cooperação, solidariedade e compartilhamento de ações nas práticas de atividades motoras. Conceito de cooperação e competição, visando ações cooperativas em práticas de atividades motoras. Jogos e brincadeiras presentes na cultura brasileira ( pipa). MATEMÁTICA Para ensinar Matemática, o professor deve favorecer a problematização, trazer situações que provoquem os estudantes, que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e janelas para que a cultura social invada espaços da sala de aula para que a Matemática se torne significativa e pulsante. A forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar como se faz, mas de provocar os estudantes a partir da criação de situações desafiadoras a descobrirem como fazer. Assim surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias aprendizagens e o desenvolvimento da autonomia. O importante é que a aprendizagem matemática seja fruto de experiências provocadas pela escola, e que os registros, argumentações e sistematizações sejam antes de tudo de autoria dos estudantes como sujeitos de suas próprias aprendizagens. BIA NÚMEROS E OPERAÇÕES -Medidas de grandezas (2 kg, 3 dias, 24 horas, meio metro, R$ 5,00, etc... Registros pictóricos orais ou escritos de experiências matemáticas vivenciadas a partir de situações-problema envolvendo adição (ações de juntar, acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão (ações de partilha).
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    164 GRANDEZAS E MEDIDAS Medidasde tempo: -Reconhecimento de instrumentos de passagem de tempo: agenda, calendário, relógio, linha do tempo -Sistematização de tempo (estabelecimento das principais relações entre as unidades de tempo mais significativas: hora e minuto; hora e dia; dia, semana e mês) -Leitura e horas em relógio analógico e digital. TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Registro de forma variada da coleta de informações em situações de pesquisa, jogos e brincadeiras. Organização dos registros das informações. Tabelas simples. Gráficos de coluna (pictórico). Construção de tabelas. Seleção e em tabelas simples e gráficos de barras ou colunas. 4˚/ 5˚ anos NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leitura e escrita numérica de grandes quantidades; TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Registros de eventos na linha do tempo. Construção e interpretação de gráficos de colunas, barras e produção de textos. Situações problemas envolvendo interpretação de tabelas e gráficos. MATEMÁTICA Para ensinar Matemática, o professor deve favorecer a problematização, trazer situações que provoquem os estudantes, que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e janelas para que a cultura social invada espaços da sala de aula para que a Matemática se torne significativa e pulsante. A forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar como se faz, mas de provocar os estudantes a partir da criação de situações desafiadoras a descobrirem como fazer. Assim surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias aprendizagens e o desenvolvimento da autonomia. O importante é que a aprendizagem matemática seja fruto de experiências provocadas pela escola, e que os registros, argumentações e sistematizações sejam antes de tudo de autoria dos estudantes como sujeitos de suas próprias aprendizagens. BIA NÚMEROS E OPERAÇÕES -Medidas de grandezas (2 kg, 3 dias, 24 horas, meio metro, R$ 5,00, etc... Registros pictóricos orais ou escritos de experiências matemáticas vivenciadas a partir de situações-problema envolvendo adição (ações de juntar, acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão (ações de partilha). GRANDEZAS E MEDIDAS Medidas de tempo: -Reconhecimento de instrumentos de passagem de tempo: agenda, calendário, relógio, linha do tempo -Sistematização de tempo (estabelecimento das principais relações entre as unidades de tempo mais significativas: hora e minuto; hora e dia; dia, semana e mês) -Leitura e horas em relógio analógico e digital. Registro de forma variada da coleta de informações em
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    165 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO situaçõesde pesquisa, jogos e brincadeiras. Organização dos registros das informações. Tabelas simples. Gráficos de coluna (pictórico). Construção de tabelas. Seleção e em tabelas simples e gráficos de barras ou colunas. 4˚/ 5˚ anos NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leitura e escrita numérica de grandes quantidades; TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Registros de eventos na linha do tempo. Construção e interpretação de gráficos de colunas, barras e produção de textos. Situações problemas envolvendo interpretação de tabelas e gráficos. CIÊNCIAS HUMANAS Nessa abordagem, o trabalho com a área de Ciências Humanas compreende sociedade, tempo e espaço, trabalho, diversidades socioculturais e religiosas, (gênero, sexualidade, religiosidade, geracionais e étnico-raciais), democracia, nação, paisagem, espaço geográfico e território, que permitem desenvolver o pensamento histórico e geográfico, ao longo dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Nesse contexto, o ensino da História se relaciona à constituição da noção de identidades individuais, sociais e coletivas que envolvem o conhecimento histórico local e do cotidiano, do eu e do outro, dentro de um espaço temporal, enquanto o da Geografia busca explicar e compreender relações entre sociedade e natureza, nas quais os indivíduos estão inseridos, compondo a paisagem e o espaço geográfico. Em relação à Geografia, pensar o espaço é ter consciência do local que adquire significado e lhe é familiar, estabelecendo relações com outros locais. Dessa forma, é essencial que as atividades propostas partam de situações, de problema significativos e investigativos (práticas sociais). HISTÓRIA Identificar os contextos histórico dos espaços de convivência como elementos constituintes de sua identidade. Identificar registros históricos (certidão de nascimento, calendários, cartas, fotos, álbuns) observando seus usos sociais. Grupos de convivência: família, escola, comunidade. Vida em sociedade :história de comunidades locais, rurais, quilombolas, indígenas e outros contextos da região. Identificar fatos importantes como importantes como aniversários, comemorações, fatos que está vivendo. Evolução do tempo: a semana, os meses, o ano. Tempo escolar :bimestre, semestre, rotina escolar Linha do tempo: fases da vida (infância, juventude, velhice), datas significativas para a família (aniversários, comemorações). Identificar fatos importantes do ponto de vista afetivo e significante para si e para sua comunidade familiar, local, regional e nacional. Ordenação dos dias da semana, mês e ano na perspectiva da construção do tempo cronológico
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    Tempo escolar semana,meses, ano, bimestre e semestre no cotidiano escolar; a simultaneidade do tempo na escola e em outros lugares. 4˚ / 5˚ anos HISTÓRIA Identificar e compreender aspectos da ancestralidade, memória e reminiscências em busca da valorização da cultura local e brasileira. O estudante e o tempo: o tempo no cotidiano; fontes históricas; tempo histórico e social. Noção de época e século. Perceber a importância de documentos históricos e de outros gêneros textuais como fonte de informação e pesquisa. Localizar espaços, acontecimentos, épocas e períodos da história de sua cidade, realizando comparações entre passado e presente e reconhecendo-se agente de transformação. BIA GEOGRAFIA Paisagens da sua escola e locais próximos a sua Residência. Espaço da escola: sala de aula, espaços, brincantes, sala de leitura, demais dependências Identificar mudanças e permanências ocorridas em diferentes espaços ao longo do tempo. CIÊNCIAS DA NATUREZA Práticas esportivas e atividades físicas ENSINO RELIGIOSO Grupos sociais: família, escola e comunidade Convívio escolar: Conhecimento a respeito de sua religiosidade e do outro
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    167 SEMANA DIAGNOSTICA A avaliaçãoproposta na SEEDF é denominada Avaliação Formativa - avaliação para as aprendizagens e está explicitada em documento próprio. De modo resumido pode-se dizer que "não são os instrumentos/ procedimentos que definem a função formativa, mas a intenção do avaliador, no caso o docente, e o uso que faz deles."- Diretrizes de Avaliação Educacional, pg. 12. Assim, a avaliação praticada na SEEDF deve ser aquela que tem um compromisso com as aprendizagens dos estudantes, uma avaliação que "promove intervenções enquanto o trabalho pedagógico se desenvolve". Ou seja, a avaliação deve ir além de simplesmente fazer um balanço das aprendizagens ocorridas. Deve ter uma finalidade pedagógica. A avaliação diagnóstica é uma das estratégias potencializadoras da avaliação formativa e leva o professor a conhecer as potencialidades e fragilidades de cada estudante a fim de elaborar as intervenções de forma assertiva. Nesse período inicial é essencial conhecer onde se encontra cada aluno em relação as expectativas de aprendizagens de cada ano e é nesse sentido que se desenvolve em nossa escola o período de avaliação diagnóstica, onde são propostas atividades pensadas conjuntamente com a Coordenação Pedagógica. Trata-se de um momento muito rico, pois têm-se um olhar individualizado para cada criança. Em nossa escola, os resultados da avaliação diagnóstica de cada turma são discutidos em coordenação pedagógica e são utilizados na Organização Curricular - momento em que os professores articulam o currículo à realidade de suas turmas, às necessidades dos estudantes. SEMANA DE ADAPTAÇÃO Com a implantação do Ensino Fundamental de nove anos a rede pública de ensino do Distrito Federal passou a acolher nas escolas classes as crianças de seis anos e em vias de completar seis anos. Significa que temos uma significativa parcela de crianças na primeira infância em vias de encarar um currículo de alfabetização e uma rotina desconhecida, até então. Acolhemos nos primeiros anos crianças oriundas ou do lar (minoria) ou da Educação Infantil ( maioria) e essa adaptação ao ambiente escolar ( no primeiro caso) ou transição, no segundo caso, é uma passagem ao desconhecido, e pode desencadear sentimentos de “ansiedade, expectativas positivas e negativas, tensões, estresses, medos, traumas e crises que, caso ocorram, incidem sobre o desenvolvimento biopsicológico da criança” (Currículo em Movimento / Educação Infantil – pg. 69). “Essas mudanças (...) podem ter um caráter de passagem ou ruptura, a depender da forma como são conduzidas. Aos adultos cabe um olhar cuidadosos e uma postura afável sobre os processos vivenciados pelas crianças, criando estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição." Dessa forma, cabe à escola pensar os tempos, os espaços , as atividades nos primeiros dias do calendário escolar. As atividades aqui desenvolvidas objetivam diminuir os sentimentos negativos e de ansiedade gerados nesse primeiro momento, bem como potencializar a construção de sentimentos positivos em relação à nova escola. Sentimentos esses que possam pautar o ano letivo que se inicia.
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    168 APÊNDICE Normas de ConvivênciaEscolar 2018 O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar. Em caso de divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da Secretaria de Educação do Distrito Federal e outros órgãos. DA ENTRADA  As aulas acontecem nos horários: Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h  A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja: Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m Ao entrar na escola, o aluno deve dirigir-se ao Espaço 10 e entrar na fila.  Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem embora sozinhos, serão liberados pela portaria.  Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos, aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes.  Solicitamos aos responsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da aula. Atrasos longos (acima de 15 minutos) são comunicados aos conselheiros tutelares para que busquem a criança. A escola adota a tolerância de 15 minutos após o final da aula.  EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de idade. Esses deverão estar portando documento de identificação. Saídas antecipadas, embora autorizadas em casos excepcionais, serão computadas para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75%, conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.  Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída antecipada, sempre que for necessário. Esse pedido é para o professor organizar melhor o tempo do aluno e não isenta da presença de um responsável. Alunos não serão liberados antecipadamente sem a presença de um responsável maior de idade.  O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para Reforço Escolar ou outra atividade curricular em turno contrário.  O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da escola.  Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno até a sala de aula. Caso haja relevante necessidade, o responsável deverá procurar a direção da escola onde o caso será analisado.  Os acompanhantes das crianças portadoras de necessidades especiais (deficientes intelectuais, Síndrome de Down, deficientes físicos, TGD/Autistas), podem levar e buscar as crianças até suas salas, em caso de necessidade.  Qualquer acesso da comunidade ao espaço escolar deve ser solicitado ou via interfone à recepção da escola ou agendada através de bilhete ou telefone.  Caso a solicitação seja feita através do interfone da portaria, cabe à recepção da escola realizar a triagem para permitir o acesso.  O aluno deve ser entregue aos cuidados da escola no portão, não cabendo acesso do responsável nesse momento. Exceto nos casos em que o responsável tenha sido convocado pela instituição.
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    169  Logo apósa entrada das crianças nas salas de aula, o responsável que sentir necessidade pode solicitar à recepção o acesso à escola para tratar do assunto de seu interesse com o setor responsável.  Para o ano de 2018 a Escola Classe 10 está testando um aplicativo de controle de entrada e saída. O funcionamento do aplicativo será amplamente divulgado à comunidade. DA PONTUALIDADE  O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma tolerância de 15 minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o aluno será admitido na escola mediante advertência escrita, que requer a presença do responsável. Esgotados os recursos da escola, o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar para providências cabíveis. Os atrasos serão computados para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75% prevista na LDB. Os atrasos reincidentes deverão ser justificados e o responsável deve assinar na recepção a entrada atrasada da criança. DA FREQUÊNCIA O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência. Tal regra vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do aluno é registrada diariamente e computada para fins de aprovação. A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante apresentação de:  Atestado Médico (em nome da criança);  Atestado de acompanhamento (em nome da criança) por motivo de doença do pai, mãe, filho, irmão;  Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou direta (oito dias contada a data do óbito);  Convocação oficial do poder público;  Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975); De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os responsáveis têm um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa. Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação aplicados durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar. Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com procedimentos definidos no PPP da instituição. O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao longo do ano letivo aos estudantes com frequência insuficiente; Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento diferenciado a estudantes que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos religiosos; Faltas não justificadas de alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA FAMÍLIA, RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme exigência legal.Casos relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho Tutelar para providências cabíveis.
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    170 A escola entraráem contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas indicarem um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será registrado para que a escola esteja resguardada no cumprimento de seus deveres. Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer à escola no turno contrário quando o horário for compactado por motivo de força maior. A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato de dispensa da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento comprobatório. No caso, atestado médico. A dispensa da prática da Educação Física não exime o estudante de cumprir a parte teórica do componente curricular. DO TRANSPORTE ESCOLAR A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar. O responsável deverá fiscalizar o serviço contratado. DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e família devem desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano saudável. É fundamental que os pais participem ativamente das reuniões e demais atividades e fiquem atentos aos comunicados da escola. Dentre os papéis da família destacam-se:  Manter cadastro atualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones.  Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados aos pais por meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o material do mesmo. Em caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário contrário. Das Reuniões de Pais e Mestres  A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente divulgadas com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são obrigados a comunicar aos responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os pais são obrigados a realizar os acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de Pais obrigatória para escola e família.  A Escola Classe 10 de Taguatinga assegura o cumprimento da Lei n˚3849/06 – DF, que garante ao genitor não guardião o papel ativo no processo ensino aprendizagem de seus filhos, bem como acesso às informações escolares e dependências da instituição.  Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme disponibilidade do professor para uma segunda chamada. O não comparecimento do responsável será registrado e considerado esgotamento das possibilidades escolares, com encaminhamento ao Conselho Tutelar e Ministério Público.  O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de comparecer às reuniões convocadas pela escola.  A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei para apresentação no trabalho do responsável.  As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer em até quinze dias após o término dos bimestres.  Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações  A avaliação é competência do professor.
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    171 Do Atendimento aosPais  O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência. Entende-se por horário de regência o período em que o professor se encontra em sala de aula com seus alunos.  O atendimento aos pais se fará no período contrário ao da regência. Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na escola. Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do espaço escolar (segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode encontrar-se em curso oferecido pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o professor encontra-se em reunião coletiva na escola com a equipe docente, pedagógica e administrativa. Daí a necessidade de agendamento dos responsável junto ao professor. Utilize a agenda. Dos Problemas de Saúde  A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo sob receita médica. Em caso de necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e solicitar ele mesmo fazer a administração do medicamento nos horários adequados.  A comunidade escolar será comunicada caso haja modificação por ordem superior no item acima.  Criança doente não vai à escola, vai ao médico.  Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão encaminhadas, mediante a presença do responsável, de volta ao lar.  Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de cinco dias para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá estar em nome do aluno. DAS AVALIAÇÕES O aluno tem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa, abrangente, diagnóstica e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias para essa avaliação. Para isso, o professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de intervenção e de recuperação; todos eles coerentes com o projeto político pedagógico da escola e propostas pedagógicas emanadas da Secretaria de Educação. Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento contínuo das atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços obtidos pelo estudante e favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades enfrentadas no processo de ensino / aprendizagem, bem como a busca de soluções. ” (Art.182 –Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal / 2015). Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os responsáveis e para os alunos. As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da Secretaria de Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar. DO UNIFORME  O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou preta, saia ou bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis para uso diário. Para a prática de Educação Física o tênis é obrigatório.  Em acordo com a comunidade escolar, a escola adota bermudas e saias com comprimento padrão dois dedos acima do joelho para ambos os sexos.
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    172  Não épermitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do estabelecimento de ensino.  O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares normalmente e seu responsável será convocado imediatamente para assinar advertência escrita. ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Os estudos de recuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem e tem com princípio o respeito à diversidade de características, de necessidades e de ritmos de aprendizagens de cada estudante. A recuperação de estudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor, com apoio da família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que surgirem dificuldades no processo. A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino e de aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento do estudante. O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode utilizar. O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no turno contrário e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no ambiente escolar sem supervisão. O responsável deverá trazer e buscar a criança no horário indicado pelo professor, caso não tenha autorização para ir e vir desacompanhado. AVANÇOS DE ESTUDOS Avanços de estudos (para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são permitidos pelo Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em documento próprio. EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental. TESTE DE CLASSIFICAÇÃO O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família ou responsável legal, acompanhado da justificativa, no início do período letivo, devendo o interessado indicar no requerimento qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se observar a correlação idade/série, quando for o caso. A equipe gestora indica, então, professores habilitados para elaborar o teste, que deve acontecer em até cinco dias após a solicitação. MATERIAL ESCOLAR  É dever dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno;  O aluno deverá portar seu material todos os dias;  O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos pessoais;  O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo professor ficará em poder da direção e serão entregues ao responsável pelo aluno.  A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos.  O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola. Skates, patins e bicicletas são proibidos nas dependências da escola.  Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção ou na recepção da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS.
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    173 LANCHE ESCOLAR A escolaconta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. É responsabilidade da família apresentar, preferencialmente ao professor, laudos médicos em casos de intolerância a algum alimento (lactose, glúten ou outros). Nesse caso, será providenciado lanche alternativo quando a criança não puder consumir o lanche servido; dentro das possibilidades oferecidas pela Secretaria de Educação. DA EDUCAÇÃO INTEGRAL A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis. O período de inscrição é amplamente divulgado para toda comunidade. Descumprimento ao regimento escolar e às normas específicas da Educação Integral poderá acarretar a perda da vaga. Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual alguns alunos podem não ser contemplados. DA SECRETARIA A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos. Funciona no horário de 7h30 às 17h. Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à secretaria e sim ao professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas cópias. A secretaria escolar não fará xerox de relatórios e outros documentos. É dever do responsável entregar toda documentação solicitada pela secretaria. Documentação incompleta inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante. Em caso de pedido de transferência, a secretaria emitirá o documento DEPROV- (DECLARAÇÃO PROVISÓRIA), com validade de 30 dias. DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente. Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade, assiduidade, uso do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na escola. O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao patrimônio da instituição educacional. É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana, considerando a diversidade, sem quaisquer distinções. É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas. É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola. É vedado ao aluno:
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    174 I - Portarobjeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade física ou de outrem; II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade comercial, político partidária ou religiosa. III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e aprendizagem; IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o objetivo de desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular. V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar; VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola. A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos alunos nas salas de aulas das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos aparelhos são permitidos nos intervalos e recreios .A escola não se responsabiliza por perdas dos citados aparelhos. Das Medidas de Intervençao Disciplinar A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência pode acarretar as seguintes medidas:  Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor)  Advertência Escrita (a ser aplicada pela Direção)  Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade escolar, de no máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção);  Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de outros (a ser aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e presença do Conselho Tutelar). Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não, dependendo da gravidade de cada caso. A aplicação das medidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção pedagógica, com a finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis legais. É necessário que se observe os princípios de direitos humanos e diversidade na aplicação das medidas citadas. As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de acompanhamentos que promovam a convivência escolar. Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela família) e na ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar. Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade avaliativa que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente cumprimento do dia letivo. A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não observarem as normas contidas no regimento, que apresentarem infrequência ou baixo rendimento escolar para juntos adotarem medidas adequadas e promotoras do desenvolvimento escolar da criança. Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático visando o cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá ser assinado pelos responsáveis; A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à criança e está pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos estudantes. Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável.
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    175 Destacamos que casosde agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que firam a lei, apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de punição na forma da lei e podem não ficar restritos ao ambiente escolar. A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a comunicar ao Conselho Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança . Reiteramos que a escola não necessita de comprovação do abuso para acionar os órgãos de proteção à criança. CAIXA ESCOLAR / RECURSOS PRÓPRIOS O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da escola com o objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As contribuições arrecadadas são aplicadas na conservação do espaço físico, na complementação do lanche e das atividades da Educação Integral. PROJETOS ESCOLARES Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores, Sarau Literário, Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Mostra Cultural, Auto de Natal, Encontro de Pais, etc. Todos os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando devidamente vinculados ao Projeto Político Pedagógico da instituição e ao Currículo da Secretaria de Educação.Os projetos desenvolvidos pela escola são compreendidos como “efetivo trabalho escolar”, definido como conjunto de atividades pedagógicas, realizadas dentro ou fora da unidade escolar, com a presença do professor, sua respectiva turma e controle de frequência.”. DO REFORÇO ESCOLAR A necessidade do reforço escolar é definida pelo professor, bem como os dias, o horário e a duração. Em hipótese alguma será admitido que o aluno permaneça na escola desacompanhada de um turno para o outro aguardando o horário do reforço. A escola não dispõe de estrutura nem funcionários para responsabilizar-se pelos alunos que estão aguardando o reforço. Os responsáveis deverão levar e buscar a criança nos horários indicados pelo professor ou autorizar a saída da criança desacompanhada após o reforço. O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na recepção da escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação.
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    176 PLANO DE GESTÃO TRIÊNIO2017-2019 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO: Taguatinga. UNIDADE ESCOLAR: Escola Classe 10 de Taguatinga. NÍVEIS – MODALIDADE DE ENSINO: Ensino Fundamental – séries iniciais; Educação Integral. LOCALIZAÇÃO: QSD 18, Área Especial 23, Taguatinga-DF IDENTIFICAÇÃO DA CHAPA Diretor: Berenice Aparecida Sousa Cardoso Cargo: Professora Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós graduação em inclusão Vice-Diretor: Sandra Regina dos Santos Alencar Cargo: Professora Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós-graduação em psicopedagogia e gestão escolar. APRESENTAÇÃO DA CHAPA A candidata à direção da escola tem 30 anos de Secretaria de Educação, tendo ocupado o cargo de coordenadora pedagógica, de vice-diretora e diretora nesta mesma instituição. A mesma foi uma das responsáveis pela idealização e implementação dos atuais projetos pedagógicos desenvolvidos na unidade escolar, tais como: Cozinha Educativa, Sarau Literário, Roda de Leitores. A candidata a vice direção atua há 28 anos na SEEDF, tendo ocupado o cargo de vice diretora e de coordenadora pedagógica nesta mesma instituição. O desejo de concorrer ao cargo se justifica pela constante busca da qualidade educacional. Sabemos que o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido, de modo que nosso foco se volta para a permanência e sucesso do educando em suas aprendizagens. O objetivo dessa chapa é gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão democrática, fortalecendo o Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções. A participação da comunidade escolar se dará ainda através do Conselho de Classe, da Assembleia Geral Escolar, das reuniões bimestrais, dos eventos pedagógicos e das avaliações institucionais previstas no calendário escolar. O presente plano de trabalho se funda no conhecimento que a chapa candidata tem da comunidade escolar: sua realidade, necessidades e potencialidades.
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    177 OBJETIVO PEDAGÓGICO Promover umaeducação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Manter o percentual de desempenho da unidade escolar estabelecida pelo MEC, para o triênio 2017 a 2019 e criar estratégias que possam elevar esse desempenho.  Ofertar apoio à aprendizagem aos alunos que necessitem de acordo com as orientações previstas nas Diretrizes Pedagógicas dos Ciclos (Reagrupamento, Projeto Interventivo, Reforço Escolar);  Identificar e sanar os fatores responsáveis pelo desempenho abaixo do ideal;  Potencializar a formação continuada de todos os envolvidos no processo educacional, no espaço da coordenação pedagógica. Será feita com base na divulgação oficial dos dados do Ministério da Educação. PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover o avanço das aprendizagens dos alunos distorção idade-série. Atender os alunos em distorção idade-série através do Projeto Interventivo; Reduzir a retenção escolar oferecendo um ensino de qualidade que permita ao aluno a progressão continuada. Atender os estudantes em defasagem de aprendizagem através da Educação Integral. Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais , nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019
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    178 OBJETIVO PEDAGÓGICO Assegurar oatendimento da Educação Integral de acordo as politicas públicas vigentes META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Garantir o atendimento de 100 alunos matriculados. Propor parceria com a comunidade escolar a fim de suprir as carências deixadas pelas políticas públicas vigentes. Garantir a organização do trabalho pedagógico. A avaliação será feita por meio de relato do coordenador, professor regente educadores sociais, análise da frequência, avaliação dos pais e desempenho dos alunos. Avaliação dos compromissos assumidos pela comunidade escolar em parceria com a escola. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover encontros com foco no relacionamento familiar  Promover encontros entre as famílias, a escola e terapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros especialistas abordando temas de interesse . Será avaliada a partir da participação dos envolvidos. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    179 OBJETIVO PEDAGÓGICO Adequar oPPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao currículo. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Avaliar a Proposta Política Pedagógica da instituição de forma permanente.  Promover o estudo do PPP;  Reuniões periódicas para avaliação do PPP.  Tabular e divulgar as avaliações institucionais com todos os segmentos. Acompanhar a aplicabilidade do PPP. PERÍODO DE EXECUÇÃO: TRIÊNIO 2017-2019, sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de atualização da proposta OBJETIVOS PEDAGÓGICOS Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino Fundamental. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Manter a coordenação pedagógica da instituição como espaço de planejamento e de formação continuada. Realizar estudos de interesse do corpo docente que possam refletir positivamente no planejamento do professor; Estimular a participação do docente em reuniões, oficinas e cursos de formação. Manter a Organização Curricular Bimestral como um encontro entre os regentes de ambos os turnos; Estabelecimento de metas de aprendizagens bimestrais; Através da observação da prática do professor, dos resultados obtidos com os alunos. Por meio do relato e prática do professor regente
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    180 Acompanhamento das estratégias inloco PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVOS PEDAGÓGICOS Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO OBJETIVO PEDAGÓGICO Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir a retenção por infrequência. Acompanhar a frequência por turma; Reunir preventivamente os pais dos alunos infrequentes; Acionar o Conselho Tutelar e sempre que se fizer necessário para o acompanhamento da infrequência recorrente. Será realizada no acompanhamento diário do professor, nas coordenações coletivas semanais e bimestralmente nos conselhos de classe por meio do relato do professor e acompanhamento do diário professor. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    181 Implementar o atendimentodo laboratório de informática Captar recursos humanos; Implantar o Projeto para o Laboratório de Informática definindo na Proposta Pedagógica da instituição. Buscar novas máquinas; Através do funcionamento efetivo do laboratório; PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Alfabetizar 100% dos alunos nas turmas de primeiros anos da instituição educacional. Propiciar estudos referentes a alfabetização para os docentes; Fortalecer a parceria com o CRAI Estimular a participação dos docentes nos cursos de formação oferecidos pela rede. Realizada através da aplicação de testes diagnósticos específicos e dos relatórios de acompanhamento. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    182 OBJETIVO PEDAGÓGICO Elevar odesempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Desenvolver estratégias didáticas que possibilitem as aprendizagens matemáticas dos estudantes  Formação de professores em didática da matemática;  Elencar as necessidades da escola;  Acompanhar as aprendizagens in loco Através dos resultados obtidos pelos estudantes, mensurados em avaliações institucionais e externas; Através dos relatos dos professores; PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir a índices mínimos de até 80% a retenção escolar. Utilizar estratégias previstas legalmente como Projeto Interventivo, Reagrupamentos, Reforço Escolar, Recuperação Contínua, encaminhamentos a SEAA de alunos considerados em risco. Identificar com antecedência as crianças em risco. Viabilizar atendimento na Educação Integral Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais, nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    183 OBJETIVO PEDAGÓGICO Desenvolver umtrabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir a índices mínimos de até 80% a retenção escolar. Utilizar estratégias previstas legalmente como Projeto Interventivo, Reagrupamentos, Reforço Escolar, Recuperação Contínua, encaminhamentos a SEAA de alunos considerados em risco. Identificar com antecedência as crianças em risco. Viabilizar atendimento na Educação Integral Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais, nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    184 OBJETIVO PEDAGÓGICO Envolver todosos segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da escola. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Congregar 100% dos pais eou responsáveis nas reuniões bimestrais, assembleias gerais, culminâncias de projetos e eventos pedagógicos abertos à comunidade. Conscientizar a comunidade escolar acerca da importância da presença na escola; Realizar convocação por múltiplos meios. Adequar os horários das reuniões e assembleias às possibilidades dos pais. Receber a comunidade com educação, respeito e dignidade no dia a dia e nos projetos e eventos. Será realizada por meio de formulário próprio e posterior tabulação para amostragem dos resultados. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    185 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Propiciar umambiente educacional adequado à covivência pedagógica. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover melhorias das condições físicas, administrativas e da escola. Adquirir recursos humanos Implementação de sistema de segurança escolar (câmeras)de acordo com as verbas públicas enviadas. Ampliar cobertura do acesso dos blocos a quadra de esporte, conforme verba recebida e aprovação da engenharia da SEEDF. Garantir o funcionamento da escola com a manutenção periódica das dependências e equipamentos elétricos eletrônicos . Solicitar por meio de memorando junto a Diretoria Regional de ensino os recursos humanos que possam atender as demandas da escola. Solicitar a terceirização da portaria da escola. Promover a reforma da recepção e do Espaço de Recreação do Bloco C Acompanhamento e supervisão com a participação da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
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    186 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Promover umambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Eliminar em 100% os conflitos do ambiente de trabalho. Exemplificar com ações cotidianas o comportamento desejável. Promover projetos de socialização (tais como Amigo Anjo, confraternizações, Festa das Aposentadas) Exercer uma escuta sensível ; Através da observação da melhoria das relações cotidianas. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVO FINANCEIRO Aperfeiçoar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidade escolar. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Utilizar os recursos de acordo com as necessidades pedagógicas e administrativas, conforme legislação vigente. Discutir e identificar com a comunidade escolar as prioridades em todos os âmbitos de funcionamento da instituição. Deliberar e acompanhar a utilização dos recursos financeiros conjuntamente com o Conselho Escolar e assembleia geral escolar. Dar-se à por meio do acompanhamento da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    193 ANEXOS ASSEMBLEIA ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 21. A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por acompanhar o desenvolvimento das ações da escola. Art. 22. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada seis meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar indicar a necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação: I – de integrantes da comunidade escolar, na proporção de dez por cento da composição de cada segmento; II – do Conselho Escolar; III – do diretor da unidade escolar. § 1º O edital de convocação da Assembleia Geral Escolar será elaborado e divulgado amplamente pelo Conselho Escolar, com antecedência mínima de três dias úteis no caso das reuniões extraordinárias e de quinze dias no caso das ordinárias. § 2º As normas gerais de funcionamento da Assembleia Geral Escolar, inclusive o quórum de abertura dos trabalhos e o de deliberação, serão estabelecidas pela SEDF. § 3º Na ausência de Conselho Escolar constituído, as competências previstas no § 1º recairão sobre a direção da unidade escolar.
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    194 Art. 23. Competeà Assembleia Geral Escolar: I – conhecer do balanço financeiro e do relatório findo e deliberar sobre eles; II – avaliar semestralmente os resultados alcançados pela unidade escolar; III – discutir e aprovar, motivadamente, a proposta de exoneração de diretor ou vice-diretor das unidades escolares, obedecidas as competências e a legislação vigente; IV – apreciar o regimento interno da unidade escolar e deliberar sobre ele, em assembleia especificamente convocada para este fim, conforme legislação vigente; V – aprovar ou reprovar a prestação de contas dos recursos repassados à unidade escolar, previamente ao encaminhamento devido aos órgãos de controle; VI – resolver, em grau de recurso, as decisões das demais instâncias deliberativas da unidade escolar; VII – convocar o presidente do Conselho Escolar e a equipe gestora, quando se fizer necessário; VIII – decidir sobre outras questões a ela remetidas. Parágrafo único. As decisões e os resultados da Assembleia Geral Escolar serão registrados em ata e os encaminhamentos decorrentes serão efetivados pelo Conselho Escolar, salvo disposição em contrário.
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    195 CONSELHO DE CLASSE Emconsonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 35. O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da gestão democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino e de aprendizagem, havendo tantos conselhos de classe quantas forem as turmas existentes na escola. § 1º O Conselho de Classe será composto por: I – todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na condição de conselheiros natos; II – representante dos especialistas em educação; III – representante da carreira Assistência à Educação; IV – representante dos pais ou responsáveis; V – representante dos alunos a partir do 6º ano ou primeiro segmento da educação de jovens e adultos, escolhidos por seus pares, garantida a representatividade dos alunos de cada uma das turmas; VI – representantes dos serviços de apoio especializado, em caso de turmas inclusivas. § 2º O Conselho de Classe se reunirá, ordinariamente, uma vez a cada bimestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por solicitação do diretor da unidade escolar ou de um terço dos membros desse colegiado. § 3º Cada unidade escolar elaborará as normas de funcionamento do Conselho de Classe em conformidade com as diretrizes da SEDF.
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    196 CONSELHO ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 24. Em cada instituição pública de ensino do Distrito Federal, funcionará um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora, deliberativa e representativa da comunidade escolar, regulamentado pela SEDF. Parágrafo único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e, no máximo, vinte e um conselheiros, conforme a quantidade de estudantes da unidade escolar, de acordo com o Anexo Único desta Lei. Art. 25. Compete ao Conselho Escolar, além de outras atribuições a serem definidas pelo Conselho de Educação do Distrito Federal: I – elaborar seu regimento interno; II – analisar, modificar e aprovar o plano administrativo anual elaborado pela direção da unidade escolar sobre a programação e a aplicação dos recursos necessários à manutenção e à conservação da escola; III – garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da comunidade escolar na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade escolar; IV – divulgar, periódica e sistematicamente, informações referentes ao uso dos recursos financeiros, à qualidade dos serviços prestados e aos resultados obtidos; V – atuar como instância recursal das decisões do Conselho de Classe, nos recursos interpostos por estudantes, pais ou representantes legalmente constituídos e por profissionais da educação; VI – estabelecer normas de funcionamento da Assembleia Geral e 196inquen-la nos termos desta Lei; VII – estruturar o calendário escolar, no que competir à unidade escolar, observada a legislação vigente;
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    197 VIII – fiscalizara gestão da unidade escolar; IX – promover, anualmente, a avaliação da unidade escolar nos aspectos técnicos, administrativos e pedagógicos; X – analisar e avaliar projetos elaborados ou em execução por quaisquer dos segmentos que compõem a comunidade escolar; XI – intermediar conflitos de natureza administrativa ou pedagógica, esgotadas as possibilidades de solução pela equipe escolar; XII – propor mecanismos para a efetiva inclusão, no ensino regular, de alunos com deficiência; XIII – debater indicadores escolares de rendimento, evasão e repetência e propor estratégias que assegurem aprendizagem significativa para todos. § 1º Em relação aos aspectos pedagógicos, serão observados os princípios e as disposições constitucionais, os pareceres e as resoluções dos órgãos normativos federal e distrital e a legislação do Sistema de Ensino do Distrito Federal. § 2º Quando se tratar de deliberação que exija responsabilidade civil ou criminal, os estudantes no exercício da função de conselheiro escolar serão representados, no caso dos menores de dezesseis anos, ou assistidos, em se tratando de menores de dezoito anos e maiores de dezesseis anos, por seus pais ou responsáveis, devendo comparecer às reuniões tanto os representados ou assistidos como os representantes ou assistentes. Art. 26. Os membros do Conselho Escolar serão eleitos por todos os membros da comunidade escolar habilitados conforme o art. 3º, em voto direto, secreto e facultativo, uninominalmente, observado o disposto nesta Lei. § 1º As eleições para representantes dos segmentos da comunidade escolar para integrar o Conselho Escolar se realizarão ao final do primeiro bimestre letivo, sendo organizadas e coordenadas pelas comissões central e local referidas no art. 48. § 2º Poderão se candidatar à função de conselheiro escolar os membros da comunidade escolar relacionados no art. 3º, I a VII.
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    198 Art. 27. ODiretor da unidade escolar integrará o Conselho Escolar como membro nato. Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos no Conselho Escolar, o diretor será substituído pelo vice-diretor ou, não sendo isto possível, por outro membro da equipe gestora. Art. 28. O mandato de conselheiro escolar será de três anos, permitida uma reeleição consecutiva. Art. 29. O exercício do mandato de conselheiro escolar será considerado serviço público relevante e não será remunerado. Art. 30. O Conselho Escolar elegerá, dentre seus membros, presidente, vice presidente e secretário, os quais cumprirão tarefas específicas definidas no regimento interno do colegiado, não podendo a escolha para nenhuma dessas funções recair sobre membros da equipe gestora da unidade escolar. Parágrafo único. Compete ao presidente do Conselho Escolar dirigir a Assembleia Geral Escolar. Art. 31. O Conselho Escolar se reunirá, ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por convocação: I – do presidente; II – do diretor da unidade escolar; III – da maioria de seus membros. § 1º Para instalação das reuniões do Conselho Escolar, será exigida a presença da maioria de seus membros. § 2º As reuniões do Conselho Escolar serão convocadas com antecedência mínima de quarenta e oito horas. § 3º As reuniões do Conselho Escolar serão abertas, com direito a voz, mas não a voto, a todos os que trabalham, estudam ou têm filho matriculado na unidade escolar, a profissionais que prestam atendimento à escola, a membros da
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    199 comunidade local, amovimentos populares organizados, a entidades sindicais e ao grêmio estudantil. Art. 32. A vacância da função de conselheiro se dará por renúncia, aposentadoria, falecimento, desligamento da unidade de ensino, alteração na composição da equipe gestora ou destituição, sendo a função vacante assumida pelo candidato com votação imediatamente inferior à daquele eleito com menor votação no respectivo segmento. § 1º O não comparecimento injustificado de qualquer conselheiro a três reuniões ordinárias consecutivas ou a cinco alternadas implicará vacância da função. § 2º Ocorrerá destituição de conselheiro por deliberação da Assembleia Geral Escolar, em decisão motivada, garantindo-se a ampla defesa e o contraditório. § 3º As hipóteses previstas nos §§ 1º e 2º não se aplicam aos conselheiros natos. Art. 33. Caso a instituição escolar não conte com estudantes que preencham a condição de elegibilidade, as respectivas vagas no Conselho serão destinadas ao segmento dos pais e mães de alunos. Parágrafo único. A comunidade escolar das unidades que atendem estudantes com deficiência envidará todos os esforços para assegurar-lhes a participação, e de seus pais ou responsáveis, como candidatos ao Conselho Escolar. Art. 34. Os profissionais de educação investidos em cargos de conselheiros escolares, em conformidade com as normas de remanejamento e distribuição de carga horária e ressalvados os casos de decisão judicial transitada em julgado ou após processo administrativo disciplinar na forma da legislação vigente, terão assegurada a sua permanência na unidade escolar pelo período correspondente ao exercício do mandato e um ano após seu término.
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    200 EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO: EducaçãoFísica nos Anos Iniciais APRESENTAÇÃO: O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental proposto pela Coordenação de Ensino Fundamental - COENF e pela Coordenação de Educação Física e Desporto Escolar– CEFDESC da Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB visa à melhoria da qualidade no atendimento das necessidades educacionais dos estudantes da rede pública de ensino, por meio da reestruturação didático-pedagógica inserindo o professor de Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental, preferencialmente, em escolas que possuam um significativo número de estudantes em defasagem idade/série, organizados em turmas de correção da distorção idade/série escolar. A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a disciplina de Educação Física está integrada à proposta pedagógica da escola, sendo um componente curricular obrigatório da Educação Básica fazendo parte de toda a vida escolar do estudante. Fato este que demonstra a incontestável importância das vivências motoras na construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais do Ensino Fundamental. Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no cotidiano escolar, ou mesmo no senso comum sobre a importância do brincar, do jogar, da ludicidade, enfim, da ampliação e diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência indispensável para a formação integral e o desenvolvimento sócio-afetivo, psicomotor e cognitivo da criança. Conforme Rodrigues (2005) o século XX ficou conhecido como o “século do corpo”, quando se promoveu uma ruptura com o paradigma exclusivamente biológico, imprimindo uma perspectiva cultural e multidisciplinar sobre o corpo e a corporeidade. Para o autor, na comunicação humana a linguagem corporal precede, invariavelmente, e transcende às demais formas de comunicação. Compreendemos, então, que a Educação Física, ministrada por um professor especialista, é fundamental nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às crianças mediante propostas pedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações, ou seja, a construção do repertório motor fundamental para a conquista da autonomia funcional do indivíduo e desenvolvimento das demais dimensões. Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação Física, os professores participantes ressaltaram a importância de um trabalho integrado entre o professor de Educação Física e o professor regente1, contemplando aspectos didáticos gerais e específicos do planejamento à avaliação, 1 Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
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    201 considerando as questõescotidianas de sala de aula e possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal – jogos e brincadeiras, esporte, lutas, ginásticas, danças e expressão corporal –, bem como a organização e participação em atividades de caráter cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre outros, de suma importância para o desenvolvimento integral do estudante. No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais, ainda não contempla de forma plena, a presença do professor de Educação Física na equipe pedagógica das escolas de séries iniciais do Ensino Fundamental. O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da Educação Física quando cita: “Partindo desses pressupostos, em busca da melhoria da qualidade da educação, a SEDF pretende, a partir de projetos pilotos, incluir a docência de Educação Física na equipe pedagógica dos anos iniciais”. (p. 59) O Projeto Educação com Movimento será base para a universalização da Educação Física no Ensino Fundamental da SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas com turmas de correção de fluxo, já que, entende-se, é lócus privilegiado para avaliar a importância das ações propostas. A Lei de Diretrizes e Bases - LDB (Lei n.º9.394/96) determina em seu artigo 24: “A educação básica, no nível fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: (...). V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: (...). b) “possibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso escolar;”. Como objetivo de atender o direito supracitado, garantido aos estudantes em defasagem de idade/série, é imprescindível que ocorram mudanças no que diz respeito à prática pedagógica e na maneira de olhar o estudante como sujeito capaz de construir seu conhecimento. Nesse sentido, a instituição educacional e, particularmente, os professores, devem proporcionar uma metodologia pedagógica diferenciada na qual estarão envolvidos todos os agentes – o professor regente da turma, o professor de Educação Física, o coordenador local, os gestores, orientadores educacionais e demais integrantes do corpo docente – contemplando o resgate da autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do estudante, além dos princípios pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos saberes. As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham dois anos ou mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos completos, ou a completar até 31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de Alfabetização e são compostas por no mínimo 15 (quinze) e no máximo 20 (vinte) estudantes conforme previsto na Estratégia de Matrícula de 2013. Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu curso escolar com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do movimento como área de conhecimento, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal implantará este Projeto Piloto em
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    202 instituições educacionais quepossuam ensino fundamental/anos iniciais, sendo, pelo menos uma em cada Coordenação Regional de Ensino. HISTÓRICO A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta nova. Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município de Goiânia já implementaram em suas propostas pedagógicas estaduais e municipais, respectivamente. Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos 50 e início dos 60, Anísio Teixeira ao pensar o projeto de educação para a Capital da República, que seria referência nacional, implementou o projeto da Escola-Parque que oferece o componente curricular Educação Física, entre outros, para estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, até os dias atuais. Essa proposta inovadora com foco no desenvolvimento integral das crianças por meio de uma abordagem aberta e multidisciplinar envolve o ensino das Artes e a Educação Física em um único espaço físico que até hoje é destaque na rede pública do Distrito Federal atendendo cerca de dez mil estudantes, em cinco escolas de natureza especial, no Plano Piloto. Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a 1998 na chamada: Escola Candanga2. O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF, 1997) implantado em 50 escolas, hoje, com duas escolas remanescentes: A Escola Classe 15 e a Escola Classe 18 de Taguatinga, as quais se tornaram referência entre as instituições educacionais do Distrito Federal. Além da sua continuidade3, o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na Escola Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo histórico de indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em festivais esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no ensino reconhecido por toda a comunidade escolar. Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa de uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto Piloto. 2 A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998) 3 De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da última professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
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    203 JUSTIFICATIVA A implantação dasaulas de Educação Física ministradas por professor especialista nos anos iniciais visa democratizar o acesso a essa prática pedagógica, desenvolvida de forma interdisciplinar e entendida como área de conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos estudantes. O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência tem origem na ação e ação é movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da Educação Física não se restringe ao simples exercício de certas habilidades e destrezas. Não visa à repetição de gestos estereotipados com vistas a mecanizá-los, e reproduzi-los. É preciso possibilitar ao sujeito refletir sobre suas possibilidades corporais para que possa de maneira autônoma, exercê-las. Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento, são esferas da vida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento implica planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando em conta a diversidade humana e o contexto histórico-social. OBJETIVO GERAL Implementar, de forma gradativa, o Projeto Piloto Educação com Movimento nas turmas de séries iniciais do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional de Ensino, nos turnos matutino e vespertino, que tenha, preferencialmente, classes de correção da distorção idade/série, afim de que, de forma interdisciplinar, promova a formação integral do estudante ampliando o seu repertório de experiências corporais mediante a intervenção pedagógica de um professor especializado nesta área, o professor de Educação Física. OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos da cultura corporal presentes na Educação Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica e a dança mediante a intervenção pedagógica de um professor especialista nesta área do conhecimento que integrado e inter- relacionado ao trabalho do professor regente, contemple um melhor atendimento das necessidades pedagógicas do estudante dos anos iniciais do Ensino Fundamental;  Fortalecer o vínculo do estudante com a escola visando à melhoria da aprendizagem daqueles que estão em defasagem idade/série por meio de um atendimento pedagógico diferenciado utilizando instrumentos específicos da Educação Física, tais como: eventos esportivos, festivais de dança, de lutas e ginástica que resultem em uma aprendizagem adequada ao prosseguimento dos estudos ou ao avanço para a
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    204 série/ano indicada (o)pela equipe de professores e da direção da instituição educacional no Conselho de Classe da turma do estudante. PERFIL DO PROFESSOR Para a participação neste projeto, o professor deverá: - Ser, prioritariamente, professor efetivo da SEDF, aprovado em concurso para atuar em Educação Física; - interessar-se pela prática docente em anos iniciais do Ensino Fundamental; - Identificar-se, do ponto de vista pedagógico, com os objetivos, as metas e a metodologia do projeto; - disponibilizar-se para participar do processo de formação continuada. Organização do trabalho pedagógico do professor  PARA REGÊNCIA NO TURNO MATUTINO: Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Matutino Regência Regência Regência Regência Regência Vespertino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógica no CEFDESC/GEEFES Coordenação Pedagógica Individual  PARA REGÊNCIA NO TURNO VESPERTINO: Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Matutino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógica no CEFDESC/GEEFES Coordenação Pedagógica Individual Vespertino Regência Regência Regência Regência Regência
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    205 EXECUÇÃO  Prioritariamente serãoatendidas as turmas de correção da distorção idade/série e, posteriormente, em sequência, as turmas de 4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.;  Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar do Projeto Piloto no ano de 2013, sendo 13 para regência matutina e 13 para regência vespertina. Para a ampliação do projeto serão abertas as carências necessárias em cada CRE, com exceção de Taguatinga.  Cada professor atenderá entre 10 e 15 turmas em regime de jornada ampliada;  Os alunos deverão ter no mínimo, 1h40min horas/relógio semanais, preferencialmente divididas em duas sessões;  Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos. As planilhas para estes relatórios serão elaboradas em conjunto pela CEFDESC e COENF;  O professor deverá apresentar, em um Seminário no final do ano, os relatórios onde serão socializados os dados referentes ao projeto na sua escola. Caso haja interesse o professor poderá utilizar estes dados para elaboração de trabalhos científicos a serem apresentados nestes Seminários;  Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar de eventos, tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina da Escola, Festivais Esportivos, de Dança, Lutas ou Ginástica e do Seminário.  A elaboração do Plano de Curso e dos Planos de Aulas terá o apoio da COENF e da CEFDESC;  No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF e da CEFDESC; METODOLOGIA O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político Pedagógico Professor Calos Mota e na concepção de Educação Integral apresentados no Currículo em Movimento, proposta de educação Governo do Distrito Federal/SEDF, a ser consolidada no ano de 2013. Além disso, o trabalho do professor deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no currículo de Educação Física para os anos iniciais, em construção. Provisoriamente, orienta-se tomar por base o currículo experimental. O projeto será desenvolvido de forma participativa, tendo em vista a necessidade do trabalho integrado de todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a prática para o redirecionamento das ações. Neste sentido, o registro, acompanhamento e avaliação, são imprescindíveis. O professor utilizará um diário de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e das avaliações do estudante e adotará um formulário específico para acompanhamento mais detalhado do desenvolvimento integral desse aluno. O processo reflexivo permitirá a proposição de novas práticas e possibilidades de intervenções.
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    206 ABORDAGEM PEDAGÓGICA A abordagempedagógica da Educação Física que será desenvolvida em consonância com os seguintes princípios. Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades de aprendizagens e experiências de diversos elementos da cultura corporal do movimento, acumulados historicamente, como o jogo, os esportes, as ginásticas e as danças, entre outros. Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios de boa convivência humana e sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão crítico e consciente dos seus direitos e deveres na construção de uma sociedade melhor. Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o nível de desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais, cognitivos e psicomotores, respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos, métodos, e procedimentos devem ser significativos e interessantes para o estudante de forma a contribuir para fortalecer seu vínculo com a escola, com a cultura e com o conhecimento de um modo geral. As vivências educacionais devem estar diretamente relacionadas à fase de desenvolvimento no qual se encontra o estudante. AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE O professor avaliará o estudante por meio de um formulário em que serão abordados aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos que deverá ser preenchido bimestralmente, além do registro das ações pedagógicas no diário de classe. O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos relatórios individuais dos estudantes as observações pertinentes aos aspectos formativos da Educação Física. AVALIAÇÃO DO PROFESSOR Serão utilizados dois instrumentos de avaliação:  Formulário a ser preenchido pelo diretor da instituição;  Observação das participações dos professores nas coordenações com a COENF e CEFDESC e nos cursos/oficinas de formação continuada. AVALIAÇÃO DO PROJETO O projeto será avaliado pela aplicação de questionário ou entrevista aos gestores da escola e amostras de estudantes e seus responsáveis e por um relatório apresentado ao final do ano, em um seminário para socialização das experiências
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    207 PROERD POLÍCIA MILITAR DODISTRITO FEDERAL COMANDO DE POLICIAMENTO CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos cinqüenta estados americanos, e em cinqüenta e oito países. No Brasil ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em Brasília o programa existe desde 1998. O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano do Ensino Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia especialmente voltada para crianças e adolescentes. O objetivo é transmitir uma mensagem de valorização à vida, e da importância de manter-se longe das drogas. O curso é organizado em 13 lições de 207inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são ministradas semanalmente, durante um trimestre, por um Policial Militar, especialmente treinado. A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o empenho e a dedicação dos alunos durante o Curso. Após três meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, ocasião que prestam o compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas. O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família. O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo. O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades necessárias para permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso de substância como álcool,
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    208 cigarro e outrasdrogas. É uma característica central e particular a “Tomada de Decisões”. Os alunos aprendem a tomar decisões e mantê-las através de informações, princípios, habilidades e atividades em grupos, todas projetadas para construir nos alunos capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao uso de substâncias tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de alternativas positivas que os livrem de um caminho tão perigoso como é o das drogas. O programa visa o enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa franca com os pais ao invés de buscar a solução dos problemas nas drogas. O PROERD é uma cooperação entre a POLÍCIA MILITAR, A ESCOLA E A FAMÍLIA, pois todos nós temos o papel de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo: viver sem as drogas.
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    209 SEMANA DE EDUCAÇÃOPARA A VIDA Lei 11.988, de 27 de julho de 2009 Art. 1o Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão, em período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada Semana de Educação para a Vida. Art. 2o A atividade escolar aludida no art. 1o desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e objetivará ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais como: ecologia e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças transmissíveis, direito do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc. Art. 3o A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e deverá ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral. Art. 4o As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob a forma de seminários, palestras, exposições-visita, projeções de slides, filmes ou qualquer outra forma não convencional. Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento sobre os assuntos a serem abordados. Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
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    210 BIBLIOGRAFIA BRASIL. (1988). Constituiçãoda República Federativa do Brasil. Brasília: Câmara dos Deputados. BRASIL. (2005). Política Nacional sobre Drogas. Brasília: CONAD. BRASIL. (s.d.). Lei 11.988, de 27 de julho de 2009. Cria a Semana de Educação para a Vida e dá Outras Providências. Brasília, DF: Presidência da República. BRASIL. (s.d.). Lei 9394, de 23 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação. Brasília, DF. FANTE, C. (2005). Fenômeno Bullyng. Brasília: Verus. FEDF. (1997). Projeto Educação com Movimento. Brasília: GDF. GENTILLI, P., & ALENCAR, C. (2003). Educar na Esperança em Tempos de Desencanto. Petrópolis: Editora Vozes. GIL, A. (1999). Métodos e Técnicas em Pesquisa Social. São Paulo: Atlas. Hernandez, F. (1998). A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas. MEC. (2014). Manual Operacional da Educação Integral. Brasília, DF: MEC. NASPOLINI, A. T. (1996). Didática de Poruguês-tijolo por Tijolo. Leitura e Produção de Texto. São Paulo: FTD. PERRENEUD, P. (1999). Avaliação. Da Excelência à Regulação das Aprendizagens. Porto Alegre: Artes Médicas. RODRIGUES, D. (2005). Inclusão e Educação. São Paulo: Summus. SASSAKI, R. (1997). Inclusão/ Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA. SCHELB, G. Z. (2005). ECA Comentado. Brasília. SEEDF. (2008). Manual aos Gestores - Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2009). Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília: GDF. SEEDF. (2011). Projeto Educação com Movimento, Educação Física nos Anos Iniciais. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Diretrizes Pedagógicas do BIA. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Orientações Pedagógicas, História e Cultura AfroBrasileira e Indígena. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2013). Currículo em Movimento da Educação Básica. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (23 de dezembro de 2013). Estratégia de Matrícula 2014. Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2014). Diretrizes de Avaliação Educacional. Brasília: DF. SEEDF. (2014). Orientação Pedagógica, Projeto Político Pedagógico e Coordenação Pedagógica. Brasília: GDF. SEEDF. (s.d.). Lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012. Dispõe sobre o sistema de ensino e a gestão democrática do sistema de ensino público do DF. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (s.d.). Manual de Conservação das Escolas da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília: GDF. Silva, T. T. (2003). Documentos de Identidade. Belo Horizonte: Editora Autêntica. gico. Campinas, SP: Papiros.