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JULIO GRÉGORIO FILHO
Secretário de Educação do Distrito Federal
CLÓVIS LUCAS DA FONSECA SABINO
Secretário Adjunto de Educação
LUCIANA DA SILVA OLIVEIRA
Subsecretaria de Educação Básica
JUSCELINO NUNES DE CABRAL
Coordenador Regional de Ensino de Taguatinga
BERENICE APARECIDA DE SOUSA CARDOSO
Diretora EC10/Tag
SANDRA REGINA DOS SANTOS ALENCAR
Vice Diretora EC10/Tag
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SUMÁRIO
IDENTIFICAÇÃO_________________________________________________________ 04
APRESENTAÇÃO_________________________________________________________ 07
HISTORICIDADE ________________________________________________________ 11
DIAGNÓSTICO DA REALIDADE _____________________________________________ 21
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS ______________________________________ 40
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS _______________________ 42
CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO ________________________ 54
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA _______________________ 46
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ______________________________________________ 59
PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO E PEDAGÓGICO ___________ 63
GESTÃO PEDAGÓGICA ________________________________________________ 63
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS ___________________________________ 64
GESTÃO PARTICIPATIVA _________________________________________________________ 66
GESTÃO DE PESSOAS ___________________________________________________________ 64
GESTÃO FINANCEIRA ___________________________________________________________ 69
GESTÃO ADMINISTRATIVA _______________________________________________________ 69
PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS __________________________ 71
PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR ___________________________________ 71
PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL _________________ 73
PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO ESPECIALIZADO DE APOIO À APRENDIZAGEM _______________ 81
PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA _______________________________ 85
PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS ______________________ ___________________ 98
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2018 ______________________________________ 107
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS __________________________________ 117
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA _______________________________________________ 117
PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR _______________________ 118
PLANO DE AÇÃO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL __________________________ 119
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO _____________________________________________________ 120
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENÇÃO __________________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR ____________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________
PLANO DE AÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA___________________________________
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO_______________________________________________
121
121
122
122
123
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP _________________________________ 124
PROJETOS ESPECÍFICOS __________________________________________________ 125
APÊNDICE _____________________________________________________________ 168
ANEXOS  (EXTERNO À ESCOLA) ___________________________________________ 193
BIBLIOGRAFIA_________________________________________________________ 210
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS_________ 44
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IDENTIFICAÇÃO
COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGA
ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA
QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA SUL
(61) 3901-6781
CEP: 72020-180
5
“Com este canto te chamo,
porque dependo de ti.
Quero encontrar um diamante,/sei que ele existe e onde está.
Não me acanho de pedir/ ajuda: sei que sozinho
nunca vou poder achar.
Mas desde logo advirto:/ para repartir com todos.
Traz a ternura que escondes
machucada no teu peito.
Eu levo um resto de infância
que meu coração guardou.
Vamos precisar de fachos/ para as veredas da noite,
que oculta e, às vezes, defende o diamante
Vamos juntos.
Traz toda a luz que tiveres,
não te esqueças do arco-íris
que escondeste no porão.
Eu ponho a minha poronga,
de uso na selva, é uma luz
que se aconchega na sombra.
Não vale desanimar,/ nem preferir os atalhos
sedutores que nos perdem,
para chegar mais depressa.
Vamos achar o diamante
para repartir com todos.
Mesmo com quem não quis vir
ajudar, pobre de sonho.
Com quem preferiu ficar
sozinho bordando de ouro
o seu umbigo engelhado.
Mesmo com quem se fez cego
ou se encolheu na vergonha
de aparecer procurando.
Com quem foi indiferente
e zombou das nossas mãos
infatigadas na busca.
Mas também com quem tem medo
do diamante e seu poder,
e até com quem desconfia
que ele exista mesmo.
E existe:
o diamante se constrói
quando o procuramos juntos
6
no meio da nossa vida
e cresce, límpido,cresce,
na intenção de repartir
o que chamamos de amor.”
Thiago de Melo
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Aos que se fizeram infatigáveis na busca.
APRESENTAÇÃO
A EscolaClasse10 de Taguatinga éumaescolapúblicainclusivae ofereceà comunidadenaqual está
inserida EnsinoFundamentalde9 anos, anosiniciaiseEducaçãoIntegral;mantidapelaSecretariadeEstadode
EducaçãodoDistritoFederal,CNPJ00394 676/0001-07.
Atualmente a escolafuncionaem dois turnos: matutinoe vespertino e podeser contatadapelotelefone
(061) 3901-6781 e pelo e-mail ec10equipegestora@gmail.com . Além disso, conta com o blog “Imagine um
lugar...ec10”, que pode ser acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/ e pela
páginanoFacebook:https://www.facebook.com/ec10taguatinga/.
Foram eleitas para a direção, segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012, para o
triênio 2017/2019, as professoras Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar,
concorrendocomochapaúnica.Compõem aindaaEquipeGestora:Susie de Castro Duarte, chefede secretaria
e QuedmaElienaideSouzaSilva, Supervisora Pedagógica.
SeguindoorientaçãodasPortarias561e562/27/12/2017,quetratadadistribuiçãodeCargaHoráriapara
2018, a escolaatua em 2018 com 02 coordenadorespedagógicos(ClaudiaQueirozMirandaeLuzia Cerginade
Queiroz)para o EnsinoRegulare 01coordenadorparaaEducaçãoIntegral(ElieteTelesdeFarias).
A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2017,
entendendoqueomesmoseconstituiem instrumentonorteadordasaçõeseducativasplanejadaspelainstituição,
construídocom aparticipaçãodetodaacomunidadeescolar:professores,auxiliares,pais,alunoseresponsáveis;
desde o primeirocontato,na relação diáriae também pormeio de reuniões, avaliaçõesinstitucionais,conversas
informais,formulários,etc.A fim de construirum documentoquetivesse a realidentidadedaescola,respeitando
a diversidade de pensamento existente, o grupo prolongou a discussão sobre o presente documento no ano
anterior; buscandoembasamentosparasubsidiarapermanênciaouexclusãodepráticas,eventose/ou projetos.
O Projeto PolíticoPedagógicodaEscolaClasse 10 de Taguatingafoielaboradodeforma a contemplar
as prioridadesestabelecidaspelosdiferentessegmentos,servindodediretrizna atuaçãodetodososprofissionais
envolvidos no processo,atendendo aosinteressese expectativasda comunidade.
Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem
necessáriosesemprequeasdecisõestomadasresultaremem mudançassignificativasdosprincípios,finalidades
e objetivos institucionais.
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Este instrumentonorteadorfoi organizadotendocomo focoo oferecimentodeumaeducaçãopúblicade
qualidade evidenciadaprioritariamente nas aprendizagens, mas também na participação comunitária, na gestão
responsáveldosrecursospúblicoseconsequentecriaçãodeum ambientefísicoagradávelàtotalidadedepessoas
queconcretizam essaescola.
O presenteProjeto vem ao encontrodosdesafiosidentificadosaolongodosanosanteriores, se adequa
às exigênciaslegais,encontra-seem consonânciacomamissão,visãoe funçãosocialexpressospelaSecretaria
de EducaçãodoDistritoFederal eculminaem umaproposta quevisaatenderàs necessidadesdemandadaspela
comunidade local em consonância com a concepção de qualidade do ensino, almejada por todos aqueles que
participam dodiaa diada escola.Ressalta-sea importânciadodocumentocomoexpressãodacoletividade,sua
maiorforça,poisarrebanhao compromissodetodosos envolvidos na sua construçãoparaasuaexecução.
O PPP daEC10vem sendoconstruídonosúltimosanossofrendoalteraçõesembasadasnaexperiência,
nasavaliaçõesinternaseexternas,se adequandoaosdocumentosoficiais:ProjetoPolíticoPedagógicoProfessor
Carlos Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização escolar do 2˚ ciclo,
Currículo em Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de História e Cultura
Afro-brasileirae Indígena, e outros. Fez-se necessário,em algunsmomentos,oestudodesses documentos,para
queos grupos se apropriassem dosmesmos.
O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta
garantirlegalmenteaparticipaçãodessesegmento,éessencialainstrumentalizaçãodeleparaqueaparticipação
requeridasejaeficiente.
Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes
sujeitossociais”quecompõemacomunidadeescolar(pais/responsáveis,órgãoscolegiados,alunos,funcionários
da instituição):
 Efetivando os processosdialógicosentreescolaxpais/mães/responsáveis, oportunizando,viabilizando
e incentivando a participaçãoconcreta na construção de uma escola democrática onde atuem como
corresponsáveisnaaprendizagem dodiscente(estudante/filho/tutelado).
 Dandoa conheceràcomunidadeaequipeescolar(gestora,pedagógica,docente);
 Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino,
aprendizagem e avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos
efetivados pelainstituição.
 Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na
construçãodeinstrumentospráticosqueregem ocotidianoescolar;
 Promovendoavançosnapráticapedagógicaena organizaçãodotrabalho,frenteàsmudançassugeridas
pelaSEEDF;
 Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e
implementaçõescurriculareseavaliativas, decorrentesdaampliaçãodosciclos;
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 Socializando as metas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas
no planodegestão;
 Dandovoz à comunidadeescolarnagestãodos recursosdefinidoscomoprioridadesnoProjetoPolítico
Pedagógicodainstituição;
 Exibindoparaapreciaçãoporpartedacomunidadeescolarasprioridadesdefinidasrelacionadasàgestão
financeiradoPDAF - ProgramadeDescentralizaçãoAdministrativaeFinanceira;
 Discutindocom acomunidadeescolarprioridadesidentificadas;
 Aprovando porpartedoConselhoEscolar aAtadePrioridadesdoPDAF –ProgramadeDescentralização
Administrativa e Financeira;
 Votando as prioridadesapresentadas;
 Conhecendoe refletindo os pressupostos teóricos do Currículoem Movimento da Educação Básica do
Distrito Federal;
 Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o
desenvolvimento do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em
MovimentodaEducaçãoBásicadoDistritoFederal,explicitandoosconteúdosdesenvolvidosnoâmbito
escolar.
 Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição
educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos
institucionais,definindometaseconcretizandoações.
 Aprovando pelo Conselho Escolar o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a
Estratégia deMatrícula2018 (p.93,item 4.2, item e.1);
 Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela
instituição educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos
processoseducacionaisedemocráticosimplementadosporessaSecretaria/Instituiçãoeducacional;
 Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação
dasnecessidadesepossibilidadesdosegmentonaparticipaçãodoseventospropostosparaoanoletivo;
 Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das
potencialidadesenecessidadesdainstituição;
 Evidenciandoosprincípiosquesustentam otrabalhopedagógicodainstituição,em conformidadecomos
princípiosdaSecretariadeEducação/DF e das leis maioresqueregem aeducaçãonopaís.
 GarantindoaparticipaçãoderepresentantesdospaisnosConselhosdeClassebimestrais.
As açõesdesenvolvidasforam realizadasatravésdereuniões,informes,palestras,conversaspedagógicas,
coordenaçõescoletivaseconselhosdeclasses.
Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de
Taguatingaem 2017:professorasQuedmaElienaideSouzaSilva, supervisora pedagógica;professorasBerenice
Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, diretoras; professoras Cláudia Queiroz
10
Miranda, Luzia Cergina de Queiroz e Eliete Teles de Farias, coordenadoras pedagógicas; Albenise Alves
Rodrigues de Jesus, carreira assistência, membro eleita do Conselho Escolar; Ivanete Lopes Batista, pedagoga
da Equipe de Apoio à Aprendizagem. A comissão procurou, através de diversas estratégias assegurar a
participaçãodosdiversossegmentosnaconstruçãocoletivadoProjeto PolíticoPedagógico.
O presenteprojetoestádivididoem capítulos,conformeorientaçãorecebidaparaaconstruçãodo mesmo.
Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um resgate dos
aspectosmaisimportantesdaescolaaolongodosanosea relevânciadaunidadedeensinoparaa comunidade.
No capítulo intitulado Diagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e
economicamenteacomunidadeescolar,além derecolherjuntoaocorpodocenteaspercepçõesqueestetem da
instituiçãodeensino.Analisou-seaindaos índicesdaescolafrenteàs avaliaçõesderede.
Em Missão e ObjetivosInstitucionais, a EC10 de Taguatingaexpressasua missão e objetivos frente às
necessidadesdetectadasnodiagnósticodarealidadeescolar.
A EC10 expressaos princípiosqueorientam apráticapedagógicadainstituiçãonocapítulodenominado
PrincípiosNorteadoresdasPráticas Pedagógicas.
As concepçõesacercadecurrículo,avaliação,ensino,aprendizagem eeducaçãointegralencontram-se
descritasnocapítulo ConcepçõesTeóricas.
A OrganizaçãodoTrabalhoPedagógico comaatuaçãodasequipesmultidisciplinarescompõeocapítulo
seguinte.
As Concepções,Práticas e Estratégias de Avaliação abordam aavaliaçãoformativa, o uso do dever de
casa,a recuperaçãocontínua,aatuaçãodoConselhodeClasse,em conformidadecom aDiretrizesdeAvaliação
da SEEDF.
OrganizaçãodaPropostaCurricular vai abordarcomoaconteceotrabalhointerdisciplinar,osprojetos,a
contextualização,arelaçãoteórico-prática.Eainda:comosedáotrabalhocom oseixosnorteadoresdoCurrículo
em Movimento.
O capítuloseguinte,Planode Ação para Implementaçãodo PPP trata da gestão pedagógica,dagestão
dos resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os
planosde açãodasequipes multidisciplinaresefuncionáriosreadaptados.
As Estratégias de AcompanhamentoeAvaliaçãodoPPP estão descritasem capítulopróprio.
Os Projetos Específicos estão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas
utilizadas naconstruçãodoPPP.
HISTORICIDADE
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A comunidaderelataaexistênciadaescoladesdeadécadade60.Noentanto,paraamodalidadeSéries
IniciaisdoEnsinoFundamental,aEscolaClasse10,denaturezapública,foicriadapelaPortaria17de07/07/1980.
Quandocriada,suaconstrução,em estruturademadeira,compunha-sede05(cinco)salasdeaulae02
(dois)banheiros;01 (um)masculinoe01(um)feminino.
Em 1970, passoupor umapequenareforma,mas somenteem 1989 recebeuumareformasignificativa,
ganhandoumaestruturafísicade alvenariaem 02 (dois)blocos,com 08(oito)salas deaula.
Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma,
ganhando mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e
pedagógica, sala de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação,
instalaçõessanitáriaserampasadaptadasparaportadoresdedeficiênciafísica.
Rampas
No períodode 1994a 2004,a EscolaClasse10de Taguatingaatendeuo1º segmentodaEducaçãode
Jovens e Adultos, no turno noturno,incluindoturmasdeDA(DeficientesAuditivos).
A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra
instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse
aumento,em cercade50% da clientela,alterou profundamenteaestrutura da escola:ampliou-seoatendimento
da Educação Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos
Reagrupamentos previstos para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período, a escola buscou formas
viáveis de lidar com a situação encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de
espaços, monitoramento do intervalo por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação
dos projetosde apoioàaprendizagem.
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Nos últimos anos a escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e
pinturas; funcionandocomoumaestruturaacolhedoraparaacomunidadenaqualse encontrainserida,além de
proporcionarbem estaraocorpodiscente,docenteedemaisfuncionários. Noiníciode2012a escolapassou por
uma reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro
inaugurousuaquadracoberta.
Em 2014a escolafoicontempladacom oProjetoEducaçãocom Movimento,que,comoprojeto –piloto,
oferta aulasde EducaçãoFísicaEscolarparaalunosdos anosinicias.
Em 2013 foi inaugurada a cobertura do chamado Espaço 10, destinado ao acolhimento dos alunos
diariamente.Esteespaçotambém éutilizadoem outroseventos institucionais.
Em 2017 a escola passou a ser monitorada por câmaras de segurançaconforme previsto no Plano de
Gestão.
“Espaço 10”
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A recepçãoganhoublindexquevisa, além do reforçoda segurança,a proteçãodosfuncionáriosqueaí
trabalham noquese refere às intempériescomoovento e o frio.
O espaçodo BlocoC, destinadoa recreaçãodasturmasmenoresdo BIA, ganhouum coloridoespecial
no muro, além de traves, estilo “golzinho” para prática de futebol. O alambrado foi pintado com cores primárias.
Taisnecessidadesforam percebidascomoprioridadeapartirdomapeamentoinstitucional realizadopelasequipes
especializadas.
Blindexdecoradosna recepção:conforto e segurança
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Com base no ProgramaNacional deEducaçãoEspecial,garantidopelaConstituiçãoFederalepela Lei
de Diretrizes eBases da Educação,em 1996,aEducaçãoEspecialpassouaseroferecidaaosalunosportadores
de necessidades especiais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 40 alunos especiais
laudadoscom deficiênciasetranstornos,inclusosem classesregulares,assim distribuídos:
Murais do espaço destinado a recreação do BIA
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A EducaçãoIntegralfoioferecidaapartirde2008,atendendohojecercade 120alunosnessamodalidade.
Em 2012a parceriafirmadacomoSESI possibilitouofertaraosalunosapráticadeatividadesesportivas, além de
aulas de Teatro e Informática. Em 2017 a Educação Integral propõe a continuidade das atividades esportivas,
dança, aulas de música e acompanhamento pedagógico de Português e Matemática. Na EC10 a Educação
Integral trabalha objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico, cultural e esportivo
num climaqueenvolva o afeto, o lúdico,a criatividadeeo respeito.Para tanto, a ampliaçãodotempodacriança
na escola está amarrada ao compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer oportunidades diversas de
aprendizagens significativas e fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a formação integral do
educando.Alegandodificuldadesinternas,em 2016oSESI não renovouas parceriasdosanosanteriores.Desse
modo, a Educação Integral tem desenvolvido as atividades físicas no próprio ambiente escolar contandocom a
Ano Necessidade Apresentada
DI DI/
DOWN
TGD/
AUTISTA
DF TDAH TOD DPAC
1˚ ano
2˚ ano 02 01 03
3˚ ano 02 05 03
4˚ ano 03 02 01 02
5˚ ano 03 02 01 01 06 03
DI- DEFICIENTE INTELECTUAL
DI/DOWN – DEFICIENTE INTELECTUAL PORTADOR DE SINDROME DE DOWN
TGD- TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO: AUTISMO
DF- DEFICIENTE FÍSICO
TDAH- TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE
TOD-TRANSTORNO OPOSITOR DESAFIADOR
DPAC- DEFICIÊNCIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL
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gestão dos espaços internos. Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino Regular. Para 2018, em
nova parceriacom oSESC,a EC10conseguiuviabilizaroProjetoPESC, ampliandooatendimentodaEducação
Integralpara 120alunos,incluindocrianças menoresdeoitoanos.
Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas foram fortalecidos com o apoio da comunidade escolar.
DestacamososprojetosCozinhaEducativa,RodadeLeitores/ SarauLiterário,Aulas Passeios; os eventos Festa
Junina,Celebraçãoda Páscoae Auto de Natal; além do Encontro de Pais e da Avaliação Institucional,quecada
vez mais concretiza a participação dos pais/responsáveis nos rumos pedagógicos e administrativos da unidade
escolar.
A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o
período de eleições. As instalações da instituiçãoforam avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação
desse serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalaçõeselétricas,hidráulicase sanitárias;bem comoo
serviço de acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também
referendado.
A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para
campanhasdevacinas.Aomesmotempo,essaproximidadepossibilitaoestabelecimentodeum vínculoemcasos
emergenciais.
Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu,
atendendo o entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola-comunidade, ocupando de
formacriativa as instalaçõesescolarescomatividadeesportiva-cultural.
GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU
A escola atende,ainda,o ProjetoGinásticanasQuadras,nonoturno.
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Alunasdo Projeto GinásticanasQuadras
Semprequesolicitadoasdependênciasdaescolasãoutilizadasporgruposreligiosos,mediantetermode
responsabilidade, nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de
“derrubadadosmurosda escola”,ofertandoum espaçopúblicoalternativoàpopulação,fortalecendoovínculoda
comunidade com a escola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a
instituição e seu patrimônio. Nisso a escola procura encampar a ideia presente no Projeto Político Pedagógico
Professor CarlosMotade se tornar a “escolado lugar”,umaescolaqueorgulhesuacomunidade.
Os dados do IDEB divulgados no ano de 2015 situam a escola com média 5,9. A meta projetada pelo
MEC para o período é de 5,8. A análise dos dados levou à conclusão acerca da necessidade de investir na
formaçãoeintervençãomatemática.
A escola destaca-se pelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a
comunidadeepelofoconadimensãopedagógica.
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Em, 2017 a atual equipe gestora empenhou-se em para identificar as antigas equipes gestoras da
instituição, entendendo que o trabalho que hoje aparece é fruto da coletividade. Por ocasião do aniversário da
escola,as equipesantigase atual envolveram-senas festividades. Equipesgestorasidentificadas:
1980
Diretora:TeresaOndinaMaltese
Vice-diretora:
Secretário:José FerreiradosReis
1981
Diretora:RitaMalta dosSantos
Vice-diretora:
Secretário:MarildesBatistaSilvaCarvalho
1984
Diretora:Maria das DoresCarvalhodos Anjos
Vice-diretora:
Secretário:MarildesBatistaSilvaCarvalho
1985
Diretora:Maria ElizabethAbraão
Vice-diretora:
Secretário:MarildesBatistaSilvaCarvalho
1992
Diretora:Maria ElizabethAbraão
Vice-diretora:
Secretário:Samuel EduardoRamos
1994
Diretor:CecílioFranciscodasNeves
Vice-diretora:
Secretário:LeilaSantosAlves
1995
Diretora:Maria Aparecidade FátimaPereiradaCosta
Vice-diretora:ClaudiaElenade OliveiraQuermes/ MariaRosângelaV.de Souza
Secretário:LeilaSantosAlves/Minervade BarrosLima Sobreira
1996
Diretora:Maria Aparecidade FátimaPereiradaCosta
Vice-diretora: MariaRosângelaV.de Souza/ Tânia AparecidaCunhaAlbernaz
Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
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1998
Diretora:Maria Aparecidade FátimaPereiradaCosta
Vice-diretora: CelíriaChagasRibeiro
Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
1998
Diretora:RenusaC.de Morais
Vice-diretora:RicardoBarrosde Castro
Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
1999
Diretora:VanderlúciaGeraldadaSilva
Vice-diretora:EdiléiaFernandesdaSilva
Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
2001
Diretora:EdiléiaFernandesdaSilva
Vice-diretora:VanderlúciaGeraldadaSilva
Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
2002
Diretora:AngelitadoEspíritoSantoAraújo
Vice-diretora:LucimarSilvaPereira
Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
2003
Diretora:AngelitadoEspíritoSantoAraújo
Vice-diretora:CéliaMendes BarbosaMoraes
Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
2004
Diretora:Maria Francisca SouzaDias
Vice-diretora:MariaLúcéliaPinheiroNogueira
Secretário: DomingosSilvaPorto
2008
Diretora:ReginadoNascimento
Vice-diretora:SandraReginaos SantosAlencar
Secretário:DomingosSilvaPorto
2010
Diretora:ReginadoNascimento
Vice-diretora:SandraReginadosSantosAlencar
Secretário: Susie de CastroDuarte Santos
SupervisorPedagógico:GreicianeNóbregaDias
20
2011
Diretora:Reginado Nascimento
Vice-diretora:SandraReginadosSantosAlencar
Secretário: Susie de CastroDuarte Santos
SupervisorAdministrativo:Daniel PitomboTaveira
SupervisorPedagógico:VladiaPaulaCarvalho
2012
Diretora:ReginadoNascimento
Vice-diretora:SandraReginadosSantosAlencar
Secretário: Susie de CastroDuarte Santos
SupervisorAdministrativo:Daniel PitomboTaveira
SupervisorPedagógico:VladiaPaulaCarvalho
2014
Diretora:VladiaPaulaCarvalho
Vice-diretora:Berenice Aparecidade SousaCardoso
Secretário: Susie de CastroDuarte Santos
SupervisorAdministrativo:SandraReginadosSantosAlencar
SupervisorPedagógico:QuedmaElienaide SouzaSilva
2016/2018
Diretora:Berenice Aparecidade SousaCardoso
Vice-diretora:SandraReginadosSantos Alencar
Secretário: Susie de CastroDuarte Santos
SupervisorAdministrativo:Greiciane NóbregaDias
SupervisorPedagógico:QuedmaElienaide SouzaSilva
Antigas e atual equipes gestoras
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DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR
A EscolaClasse10de Taguatingaestásituadaem umaárearelativamentetranquilanoqueserefereacasos
deviolênciaevandalismos,tantoquenãotemosregistrosdeinvasõesàescola,rouboseoutros.Aescolapercebe-
se cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e demais dependências
da escola.
Quantoàestrutura físicaa escolaapresentaum prédioantigo,tendopassadopordiversasreformasaolongo
dos anos, conformerelatadonocapítuloHistoricidade.Apresenta, assim,umaestrutura agradável compostapor
três blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação, das equipes
especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala multifuncional (que
apoiaa EducaçãoIntegral,os projetosde reforçoescolar,reagrupamento,Interventivo, etc), Direção,Secretaria,
Sala de Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os alunos portadores de
necessidadesespeciais.
22
23
A escola conta com um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada.
Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de
atividades ligadasaodesenvolvimentosóciopsicomotordoseducandos.
Parque Infantil
A escolapossuium pátiosemicoberto,denominado“EspaçoDez”,ondeocorrea acolhidadiáriadosalunos;
possui estacionamento descoberto e murado para os funcionários e uma área não construída, gramada, onde
projeta-se a construção de um espaço coberto para apoio à Horta Escolar e aulas ao ar livre. A escola está
estruturadacom recepção,portõeseletrônicos,interfonese sistemainternode câmaras.A recepçãofoipensada
paraacolheracomunidadecomconforto.
24
No que se refere aos recursosmateriaisa escolaé bem equipadaem todos os setores: jogospedagógicos,
materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o
desenvolvimentodosprojetosdescritos,materiaisdidáticoseoutros.Aescolaorgulha-seem podersuprir,através
da gestão eficiente dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição.
Pensando na segurança do patrimônio público sob guarda e administração da escola, a atual gestão instalou
gradese trancasde segurançanasprincipaisdependênciasdaunidadepedagógica.
Em 2018a EscolaClasse10 de Taguatinga,iniciou oanoletivo com 562alunosmatriculadosnasseguintes
modalidades:
 EnsinoFundamental de9anos,sendo 40 ANEES.
Esse contingentedealunos,matriculadosnosturnosmatutinoevespertino está assim distribuído:
MATUTINO
(301 alunos)
VESPERTINO
(261 alunos)
1° ANO 03 TURMAS 1° ANO 01 TURMAS
2° ANO 02 TURMAS 2° ANO 04 TURMAS
3° ANO 03 TURMAS 3° ANO 02 TURMAS
4° ANO 02 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS
5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS
25
Desde 2010 a escola assumiu o compromisso de zerar a retenção por infrequência. De 2011 a 2017 a
retençãoporinfrequênciacaiude21para 02 em númerosbrutos, númeroqueaindaincomoda seconsiderarmos
todas asaçõespreventivas adotaspor essagestão: reuniõesparaesclarecimentos, comunicadosvia bilheteevia
telefone, encaminhamentoaoConselhoTutelarem casodepersistênciadasfaltasnãojustificadas.
O quantitativo de retenções geral também tem sido alvo de intervenções e os números atuais também
apresentam queda:
26
Mais do que apenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se
configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares buscam
estabeleceroperfildiscente,suascondiçõessócio-culturais-econômicas,seusvalorese necessidades.
Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 507 famílias de alunos matriculados em
nossainstituiçãoeducacional.
Destacamos que disponibilizamos mais questionários do que o número de famílias com alunos
matriculados.Talestratégiadeve-seàtentativadefortaleceraLei3849/06doDF quegaranteosdireitosdogenitor
não-guardião de ter um papel ativo no processo de ensino e aprendizagem do filho, sem necessidade de
autorização judicial ou do pai guardião. A lei dá acesso a ambos os pais à escola, nos termos dessa e às
informaçõessobreacriança.
Foram devolvidos e tabulados 358, os dados foram transformados em gráficos que, após análise nos
contaquem éa comunidadequecompõeaEscolaClasse10deTaguatinga:
 Predominaramosquestionáriosrespondidospelasmães:
 A maiorpartedosqueresponderam osquestionáriossócio-culturais,jáconheciaotrabalhodesenvolvido
na instituição,visto nãoser esse o primeiroanodacriançanaEscolaClasse10deTaguatinga.
 OsalunosdaEC10 sãooriundosem suamaioriadascidadesdeTaguatingaeÁguasClaras(queenvolve
Areal e Arniqueiras), mas a escola atende também crianças de Samambaia, Riacho Fundo e Recanto
dasEmas,Águas LindasdeGoiáseSantoAntônioDescoberto.Um número significativodepaisrecusou-
se a dar essa informação;algunscom receiode“perderemavaga” na escola.
27
 A EC10 atende crianças oriundas de Território de Vulnerabilidade Social. Território de Vulnerabilidade
Social é definido como umaárea onde seus moradores apresentam ao menos uma das características
abaixo:
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Exerto do PPP Professor Carlos Mota
PPP Professor Carlos Mota
29
De acordo com o Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Areal é um território de
vulnerabilidadesocial.Ainformaçãoépertinenteporquelevaàreflexãodepráticasquepossaminfluirnaqualidade
de vidas das crianças oriundas desses territórios, ainda que a EC10 não esteja localizada fisicamente na área
consideradaTEVS.
 Foi constatado que o acesso das crianças à escolase dá, prioritariamente por meio de carro particular
dos pais, seguido de perto pelo Transporte Escolar. Algumas crianças chegam andando (sozinhas ou
acompanhadas)oufazem usode transporte urbanocomoônibusemetrô.Ainformaçãoofereceàescola
embasamentoparapensarsoluçõesdesegurançanoacolhimentoeentregadascriançasaofim doturno.
Envolvendo, inclusive, se necessário outros órgãos para potencialização do estacionamento externo à
escola.Nomomento,ascriançassãoacolhidascomquinzeminutosdeantecedênciadoiníciodosturnos,
dentro do espaço escolar já estando sob a responsabilidade da escola a partir daí. Do momento da
acolhida atéa ida das criançasparaas salas de aula,o acessodos paisà escolaé controladoafim de
evitar situaçõesde embatede pais com alunos,conformeinúmerosregistrosde ocorrências.Iniciadoo
turnoas criançasestãosobaresponsabilidadedoprofessorregentequenãopodedispersar suaatenção
ao atendimento de pais e/ou responsáveis. Esse espaço de escuta de pais-professores é aberto na
coordenação individual do professor. Casos de emergência podem ser resolvidos junto à direção da
escolaquefará os devidos encaminhamentos.
Ainda pensando na segurança da instituição (patrimônios humanos e materiais) ao final do turno as
criançassãoconduzidasaoPátio Externo EspaçoDezonde são entreguesaos responsáveis. A fim de agilizara
entrega correta das crianças, evitando tumultos e possíveis acidentes nos espaços internos e externo
(estacionamento), os estudantes de primeiros e segundos anos sobem com dez minutos de antecedência,
desafogandooportãoeoestacionamentoexterno,ficandosobaresponsabilidadedoprofessoratéofinaldoturno
ou até que seja entregue ao responsável. Findo o horário do professor as crianças estão sob a guarda e
responsabilidade da equipe gestora que elaborou normas de conduta para esse momento considerando a
discrepância entre a logística necessária e existente (a saber: ausência de porteiros ou vigilância, número de
alunos que aguardam os responsáveis após o fim do turno, necessidades apresentadas por crianças laudadas
especiais,desejomanifestopelacomunidadedeadentrara escolanessemomento,prioridade desegurançadas
criançasedopatrimônio,etc).
Quanto à configuração familiar há predominânciada formação tradicional emboraseja evidente que as
transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com
modificaçõesqueobrigaa escola a adotar umapostura ondea convivênciaentrecriançasdediferentes núcleos
familiaressejaacolhedora,fazendocom quetodassintam-seaceitaseintegradas.
Observa-se a participaçãodeoutros atores na vida das crianças quenão somente pais e mães. Avós e
tios constituem onúcleofamiliarpróximoefazem-sepresentes.
30
O númerodefamíliasquenão responderam àquestãofoisignificativoperfazendo19%
31
A formação acadêmicapredominante na comunidade é de Ensino Médio Completo com quase empate
técnicocom CursoSuperiorCompleto.
É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões que variam de funcionários
públicos a autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos setores de vendas,
contabilidade, advogados, trabalhadores domésticos, estudantes-estagiários, desempregados e aposentados,
etc.. 21% dos entrevistadosdeclararam nãotrabalharfora.4% nãoresponderam.
O item referenteafaixaderendafamiliarmostrou umpredomínio entreduasfaixasderendas:R$1500,00
a R$ 3500,00.16% nãoresponderam aessaquestão.
13% declarou receber benefícios governamentais tipo Bolsa Escola, Renda Minha, Bolsa Família. 4%
nãoresponderam esseitem.
Pode-seafirmarque a maioriadosalunosdestainstituiçãopossui acessoàstecnologias,oquecolocaa
escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o estudante se torne autônomo no ambiente
virtual.
Houve uma queda entre os que se declaram seguidores de uma religião em relação aos dados da
pesquisadoao anterior.88% declarou-seseguidordeumareligião.17%nãorespondeu.Católicoseevangélicos
de diversas denominaçõespredominam noquadroreligioso,seguidosporespíritas. 9% da comunidadeoptaram
poromitiressedado.Emboranãotenhaaparecidonapesquisa,sabe-sequeaescolaécompostapor professantes
em menornúmero dasreligiõesMessiânica,Judaica,Mórmonsedematrizafricana.
32
Questionados acerca do momento denominado “acolhida”, que é enriquecidocom uma prece, além de
informesinstitucionais e doHino Nacional, 95%da comunidadeescolardeclarou-sefavorável à manutençãodo
mesmo.5%omitiua resposta. Esclarecemosqueaacolhidaéum momentodiáriodereflexão,formaçãocívicae
estabelecimentododiálogointer-religioso.
Significativo número de famílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento
escolar do filho/aluno. Mesmo assim, faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a
clareza de que a família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções
educativas,imprimirvalores,fornecermodelodeformaçãoparaavidaem sociedade.Além disso,serresponsável
pelo desenvolvimento físico e mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com cuidados que
permitam o crescimento e desenvolvimento desse indivíduo. Compreendemos que a escola não é substituta da
famíliaem seus deveres de prover educação,sustento,dignidadeerespeito.
33
O desempenhodosdiferentespapéispelosrespectivosatores(escolaefamília)deveconcretizarum ser
social saudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga-se
necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico da
EC10.
As respostas apresentadas garantem ainda que significativa parcela dos estudantes têm acesso a
materialdeleituradiversificadodentrodaprópriacasa.
34
91% alegaram saber da existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino.
Desde2011observa-se umaparticipaçãomaisefetiva dosresponsáveis no quese refere à vida escolar
das crianças,em relaçãoaperíodosletivos anteriores.
Essa participação foi perceptível em reuniões escolares avaliativas e/ou pedagógicas, nos processos
eleitorais da instituição; também em culminância de projetos e chamadas para acompanhamento dos rumos
pedagógicosefinanceirosda escola.
Acompanhamento de frequência comprovada dos responsáveis em Reuniões de Pais. Média
35
Considerando aclientelabastantediversificada,incluindoalunoscom necessidadesespeciais,a escola
tem buscadoformas,discutidoeconstruídocaminhosparaprocessarainclusãocomganhossociaiseindividuais,
desenvolvendo uma pedagogia centrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de aprendizagem de
todososseus indivíduos,independentede“suascondiçõesfísicas,intelectuais,sociais,emocionaiselinguísticas”.
A EC 10 aceita,assim,o grandedesafiode coordenara efetiva aprendizagem deindivíduos quetêm o
desenvolvimentocognitivo,motor e/ousocialbastantecomprometidose,num primeiromomento,nãoresponderão
conforme a maioria. Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga obriga-se a
superá-loscom qualidade.Aescolaapresentaíndicede5,9; IDEB divulgadoem 2015.
A Escola Classe 10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não
serão somentedeordem ideológico-filosóficos.Mas,prioritariamente,deformaçãoprofissional docente:maisum
36
processodoqueum fim.Ainterpretaçãodosdados exigeumamudançaconceitualnosvaloresculturaisdaescola
e, sobretudo, da sociedade.
Dessa forma, a coordenação pedagógica tem conduzido à reflexão acerca dos dados. Em relação a
Provinha Brasil - leitura, observou-seque:
 Houve baixo desempenho (37%) em Leitura no item D10 – Inferir informação;
 A escola vem evoluindo em seus dados desde 2012;
 Especificamente em 2017 a escola deixa de ter alunos no nível 2 e apresenta um aumento
significativo de alunos no nível 5;
37
 Avalia-se que o trabalho de Formação Continuada desenvolvido pela Coordenação Pedagógica,
voltado para as necessidades imediatas apontadas pelos dados externos e pelas necessidades
específicas de cada turma teve forte influência nos dados evidenciados.
 Referente a Matemática a evolução é visível. 2017 encerrou com alunos da instituição
apresentando apenas os níveis 4 e 5. Ao comparamos a evolução entre os níveis 3, 4 e 5 temos
mais de 60% de aumento no total e cerca de 50% para o nível 5.
 Houve baixo desempenho (77,8%) no item D3- Resolver problemas por meio da aplicação das
ideias que preparampara a multiplicação e a divisão e D3.2 – Resolverproblemas que envolvam
a ideia da divisão.
Em relação a avaliação ANA, após análise dos gráficos, observou-se que:
38
 A necessidade de desenvolver práticas leitoras para argumentação, dar sentido ao meio social
no qual se está inserido, ensinar intertextualidade com reflexões sobre a prática;
 Potencializar os projetos já existentes a fim de intensificar ações pedagógicas que auxiliem a
desenvolver a inferência;
 Dar continuidade à formação ds professores para acompanhamento das aprendizagens dos
estudantes, clareando os critérios que precisam evoluir no campo da inferência.
 Os avanços no campo da escrita mostram-se promissores.
39
 Foram identificadas crianças no nível 1, que é o nível elementar;
 Houve evolução de 50% no nível 4;
 Necessidadedetrabalhar quadro numérico,sistemamonetário,adição envolvendodoisnúmeros
de até 3 algarismos e apenas um reagrupamento (na ordem das unidade ou das dezenas),
subtração envolvendo dois números naturais em que pelo menos um deles tem 3 algarismos
sem reagrupamento, resolver problemas de adição ou subtração envolvendo números naturais
de 1 ou 2 algarismos com ou sem reagrupamento nos cálculos com o significado de retirar e em
que o estado inicial ou final é desconhecido.
 Desenvolver projetos interventivos para os níveis elementares.
Assim, o Projeto, ora apresentado,propõe continuardesenvolvendo, dentrodos princípiosda educação
integral,um trabalhodequalidade focado naaprendizagem,nosentidodeatenderasnecessidades educacionais
de todas as criançasepromover o fortalecimentodasatitudes de aceitaçãoe respeito a si próprio, à natureza e
às diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas comunitárias mais
sustentáveis, maissaudáveise maishumanas.
Equipe EC10 /2018
40
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS
É missãodaescolapromoveroplenodesenvolvimentodoeducando,atravésdaaprendizagem,formando
um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta de suas
relaçõescom asociedadeecom anatureza.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entendeque os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão,
eleita pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram
referendados pela comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade
escolar,estandoem afinidadecom amissãoexpressanessedocumento.Assim:
 Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar
fortalecido e exercendo suas reais funções de órgão colegiado consultivo, fiscalizador, mobilizador,
deliberativoe representantedacomunidadeescolar.
 Promover uma educação de qualidade, garantindo os direitos de aprendizagens dos estudantes;
educaçãoessa reconhecidapelosórgãosoficiaisecomunidadeadjacente;
 Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola;
oportunizando a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade
adequada;
 Desenvolver um trabalhopedagógicoqueevidencieocompromissocomademocratizaçãodosaber;
 Envolver todosossegmentosnaconstruçãosocialdoconhecimentoenadefiniçãodoprojetopedagógico
da escola priorizando um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a integração
escola/comunidade assegurando mecanismos de participação comunitária que gere transparência nos
processosinstitucionais;
 Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem integrando a
capacidade cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando possibilitando o
desenvolvimento de todas as potencialidades, em especial, a educação do caráter e o despertar da
responsabilidadesocial;
 Zelarpelaobservância,em âmbitoescolar,dasorientaçõescurricularesdaSEEDF paraos anos iniciais
do EnsinoFundamentaloportunizando aoseducandosoacessoao uso das novas tecnologiascomoprática
social einstrumentofacilitadoreenriquecedordaaprendizagem; elevando odesempenhodosestudantesnas
aprendizagens matemáticas; garantindo a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino
Fundamental, considerando o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do
estabelecimento de ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento
integrale harmonioso;
 Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito propiciando
um ambiente adequado à convivência pedagógica; criando momentos de reflexão que favoreçam a
41
identificação e o repúdio a todas as formas de intolerância, indiferença, discriminação, desvalorização e
violêncianomeiosocial,possibilitandoaformaçãodeumaconsciênciacrítica docontextosocial;
 Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da
comunidadeescolar;
E ainda:
 Propiciar um trabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão
contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e
aprendera ser.
 Promovera aquisiçãodashabilidadesrequeridaspelasociedademoderna,ondeacriatividade,autonomia,o
trabalho colaborativo e a capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de
convivência, no exercíciodacidadaniae naorganizaçãodotrabalho;com o afeto, o lúdico,ainvestigação e
a construçãocientíficaestimulando oprazer em aprender.
Oficina de vivência /2018- Sala de Recursos em parceria com a Educação em Movimento
42
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Os fins e princípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar
sua prática educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e da
LDB vigente, bem como todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles:
 A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a
alcançaroexercícioplenodacidadania.
 A Educaçãodevepossibilitaraoserhumanoodesenvolvimentoharmoniosodetodasassuasdimensões,
nas relaçõesindividuais,civisesociais.
 Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e a aceitação do pluralismo de ideias, a
flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica
adotada.
 A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma
identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as
políticasnacionaisdeeducaçãoealegislaçãovigente.
 Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum
devem ser valorizados napráticapedagógicacomonorteadoresquesãoda vida cidadã.
 Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática
constituem fontedeexperiênciasfundamentaisparaavidaem sociedade,análise depadrõesvigentese
a buscadajustiça,igualdade,equidade,liberdade,fraternidadeefelicidadetantoindividualquantogrupal
e/ ou universal.
 O processodeensinar-aprender,baseadonodiálogopedagógico,investigaçãoecriatividade,propiciaa
construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o
prosseguimentodosestudosnosdiferentesníveis.
 A açãopedagógicadeveenfatizar procedimentoscapazesdefavorecera compreensãoeodomíniodos
fundamentoscientíficose tecnológicosem quesebaseiam osprocessosprodutivosdasociedadeatual.
 A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder
positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender,
aprendera fazer, aprendera conviver, aprendera ser e aprenderaempreender.
 A participaçãodafamíliaeda comunidadenadiscussãoedefiniçãodeprioridades,estratégiase ações
doprocessoeducativo,contribuirádeformaessencialparaadefesa dadignidadehumanaedacidadania.
 A educaçãoéaestratégiamaisadequadaparasepromoveramelhoriadaqualidadedevida,o exercício
da cidadaniaeasustentaçãodagovernabilidade.
É necessário que se destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos,
políticoseéticosqueemanam daConstituiçãoFederaledaLDB. Sãoeles: sensibilidade,igualdadeeidentidade.
Devem estarpresentesem todasaspráticasadministrativasepedagógicasdaescola,passandopelaconvivência,
peloempregodosrecursos,pelaorganizaçãodocurrículo,dasaprendizagensedas estratégiasde avaliação.
43
Entende-se que a estética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao
educandoreconhecerevalorizar a diversidadeculturaldopaís. A políticadaigualdade exigeoreconhecimento
dosdireitoshumanoseoexercíciodosdireitosedeveresdacidadania.Paratanto,oacessoaosbenefíciossociais
e culturaisconstruídospelahumanidade(saúde,educação,informação,etc.),além docombateatodasasformas
de preconceitoediscriminação.Aéticadaidentidade visaa construçãodaautonomia,oferecendoaoeducando
a oportunidadedenaconstruçãodesuaidentidade,estaraptoaavaliarsuascapacidadeserecursos, emitirjuízos
de valores e procederescolhasconsonantescomseuprojetodevida.
Os princípiosepistemológicos,orientadoresdocurrículointegrado,quesustentam as práticaseducativasna
EC10emanam doCurrículoem Movimento:
 Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “reflexão crítica, síntese,
análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando
constantementeo“raciocínio,questionamento,problematizaçãoeadúvida.”.
 Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento
com sentidosocialepolítico.
 Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e
estratégiascapazesde completaraformaçãointelectualdoeducando.
Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no
CurrículodaSEEDF, os mesmossão:
 Integralidadehumana;
 Transversalidade;
 Intersetorialização;
 Territorialidade;
 Diálogoescola/comunidade;
 Trabalhoem Rede.
Entendendo que os processos administrativos somente justificam-se se estiverem a serviço dos
processospedagógicos,aescolareforçaoprincípiofundamentalqueregeaspráticasescolares:aeducação
pública de qualidade.Esta qualidade deve estar expressa no ambiente cuidado e limpo, nas relações
interpessoais,naorganizaçãodosespaçosetemposescolares,nagarantiadesegurançadopúblicoalvo,na
gestão de pessoas, recursos e materiais, na fidelidade aos documentos que emanam da Secretaria de
educaçãoenorespeitoe cuidadocom acomunidade.
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que
regem o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as
causas primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as
44
discussões acerca da função social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente
respondidostrazem subjacentesum como.
As açõespedagógicasdesenvolvidaspeloeducadordevem sercoerentescomosprincípiosdeeducação
concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos autoritários. ”
(GENTILLI,2003,p.93); “...não se podeeducarparaa autonomiaatravés de práticasheterônomas,nãose pode
educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democraciaatravés de
práticasautocráticas”(GENTILLI,2003,p.75).
É a resposta a esse “como” que conduz a Gentilli: a prática do professor, mais que o conteúdo
em si, é instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de alinhar
teoria e prática, de superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma lista de
conteúdos a serem desenvolvidos, e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva integral do ser
multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe-se, mas essa busca se concretiza na articulação dos
conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas de interesse comunitário e escolar, com
os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, a saber: Educação para
a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a
Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos pelo Currículo em Movimento da
SEE/DF.
Este Projeto Político Pedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de
identidades, questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e
mecanismos as sustentam, provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são
produzidas. Julga-se procedente a citação textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto
de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou por meio dela e que formam o indivíduo, organizam
seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na constituição do seu ser como pessoa. É tudo
o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma como aprende, como é avaliado,
tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual são importantes e
compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ”
A EscolaClasse10 de Taguatingaassume,assim,um trabalhofiliadoà crençadequea aprendizagem
ocorre na interação com o outro; decorre principalmente do diálogo produtivo e retornos constantes após a
apreciaçãodasproduçõesdosalunos.
Orientada pelo Currículo em Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral e
não somente a de Tempo Intergral, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas
cotidianasedesenvolvimentodosconteúdos,aideiade quetodas as atividadesofertadas noespaçoescolarsão
“entendidascomoeducativase curriculares”.Pensa na ampliaçãodosespaçosedas oportunidadesequilibrando
os aspectoscognitivos,afetivos, sociaisepsicomotores.
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A EscolaClasse10de Taguatingapensaaavaliação naperspectivaformativa, conformeorientadopela
Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a
intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero
recolhimentodosdadosnãocontemplaaeducaçãoquesedesejaencampar.Éclaraanecessidadedediscutiros
dadose índicesapresentadoscom vistasa aprendizagem ea intervenção.
A intervençãosobreosdadoscolhidoséomotivodosprojetoseeventosapresentadosnestedocumento.
Assumir, portanto, que o aprendizage sobreo objetodo conhecimento,organizandoeintegrandonovos
dados e que as intervenções do percurso são tão importantes quanto o produto final, possibilita à instituição
encampar o presente projeto político colocando em práticaas ações descritas, que estão plenamente alinhadas
com asconcepçõesaquiexpressas.
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA
A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias
letivos e 1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes
Curriculares Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto
educativoquese deseja.Semanalmente,acargahoráriaéde 25 horas, sendo5 horasdiárias.
46
Dentro dessa carga horária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas
entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais
atividades extrapolam osmurosdasalade aula, ressignificandooambienteescolareseuentorno.
Destacamos o momento denominadoAcolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva e
se insere no tempo de organização escolar (Currículo em Movimento, Pressupostos Teóricos, p.13). Os alunos
têm a oportunidadedemanifestaraexpressãooralecorporal.O momentotambémépropícioaodesenvolvimento
de valores cívicos e morais na perspectiva de humanização dos sujeitos. Trabalha-se, ainda, com o apoio da
comunidadeescolar,odiálogointer-religioso.
Acolhida
As crianças ingressam no espaço escolar quinze minutos antes do início do turno, por concessão da
gestão da unidade escolar. Observe-se que o ingresso da criança antes disso faz-se impossível, uma vez que
demanda recursos humanos, inexistentes no horário, para responsabilizar-se pela segurança dos estudantes.
Ainda por motivo de segurançaeorganizaçãoas criançassãoconvidadasa sentarem-senoespaçodemarcado
para sua turma e aguardar o momento da entrada. Durante as segundas-feiras são realizadas as Horas Cívicas
com a presençadaBandeirae o cantodo Hino Nacional Brasileiroe/ouHinoa Brasília. Após, são reforçadosos
informes pertinentes - isso porque o canal oficial de comunicação escola-comunidade são os comunicados via
agenda. Nesse momento denominado acolhida, os responsáveis são convidados a permanecerem fora do
ambienteescolaratéqueosestudantessejam conduzidosasuasrespectivassalas.Talprocedimentofoiadotado
a fim de resguardar a segurança dos próprios alunos, que em outros tempos (conforme registros arquivados na
escola)eram abordadosporpessoasmaioresdeidadeesem vínculoalgumcomeles.Aconversacom oprofessor
nesse momentotambém faz-seimpossível, pois, a partir do iníciodoturno a prioridadedoprofessor é com seus
alunos;podendoum minutodedistraçãopotencializarriscosdesnecessários.O contatourgentedosresponsáveis
com aescolapodesersolicitadoaqualquermomentoàdireçãodoestabelecimento.Noentanto,com oprofessor
solicitamosoagendamento paradiálogonoturnocontrárioàregência.O acessodoresponsávelaoespaçoescolar
47
normaliza-se após o encaminhamento das crianças as suas salas, voltando a ser interrompido no momento do
intervalo e nos encerramentosdosturnos.
Outro tempo de organização escolar contemplado na carga horária é o Recreio. Previsto na matriz
curricular das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação
Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada
turnopara intervalo/ recreio.Nessemomento,conformeprojetoanexo,osalunosdesenvolvem atividadeslúdicas,
de maneira autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o recreio,
visto que é consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerado atividade
escolar. A escola conta com jogos e material de recreação para esse momento: mesa de tênis, cordas, bolas,
xadrez, etc. O Projeto NossoRecreioé 10 encontra-sesobacoordenaçãodoSOE.
Projeto Nosso Recreio é 10
A comunidade tem a oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos
específicosdeavaliação,dereuniãodepais,doConselhodeClasse,darealizaçãodoConselhoe/ouAssembleia
Escolar.Além dessesmomentos,outrospodem surgirem funçãodoconteúdodesenvolvidopelaescolajuntoaos
estudantes. O que interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no cotidiano
pedagógico, pois sabemos que essa participação não se dará, num primeiromomento, de forma espontânea. É
precisoquea escolacriemomentoseprovoque a participação.A EC10 acreditana contribuiçãoqueas famílias
podem darao processoeducativoem todosos momentos,desdeoplanejamento,passandopelaexecuçãoatéa
avaliação.A valorização dossaberes comunitárioséoutraforma de trazer as famíliaspara a escola,“dando voz”
48
a esse segmento. A escola deve funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha a oportunidade de
exerceras habilidadesdemocráticasdediscussãoeparticipação.
Momento com a comunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de Avaliação
O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática,
através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda,
bilhetes, blog, e-mail, facebook, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o
esclarecimento da comunidade acerca do trabalhodesenvolvido pela escola (organização curricular, critérios de
avaliação,instrumentosdeavaliação,estratégiasdeprogressãocurricular,objetivosemetasaserem atingidos...),
a possibilidadedeacompanhamentodarotinado aluno,a participaçãodospaisno conselhodeclassee a busca
espontâneadosresponsáveispor esclarecimentos.
A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicas do Bloco Inicial de
Alfabetização e Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma
organizaçãodostempose espaçosescolares.Noquese refere ao espaçofaz-se necessárioorganizaroespaço
físico disponível de acordo com sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias,
agregando ainda as questões: quando e como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física,
funcional, relacional e temporal. A escola conta com o momento denominado “ Organização Curricular” para
articularcurrículoxavaliaçãoxprojetos.
O espaço e tempo no BIA é pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo
atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de
formaa garantira aprendizagem detodos.
O trabalhocom oBlocoInicial deAlfabetizaçãoprevê,ainda,a Alfabetização, LetramentoseLudicidade,
eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do processo de
escrita”e comoletramento“aspráticasefetivas deleitura e escrita”, “o queas pessoasfazem com ashabilidades
de leitura e escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades,
49
valores e práticas sociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o professor
responsávelpeloletramentoespecíficodecadaáreadeconhecimentotrabalhada.
Ouseja,notrabalhocom oBIAénecessáriointegraraspráticasdecodificaçãoedecodificaçãodalíngua
escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão: “alfabetizar
letrando”. Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o bloco) de
formacontextualizada,resgatando“ascantigasderoda,asbrincadeirasinfantis,osubir,odescer,opular,ogritar”,
permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto, a escola conta com a presença de dois profissionais da
áreade EducaçãoFísica,participantesdo ProjetoEducaçãoem Movimento (projetoanexo).Com isso,os alunos
da EC10 são atendidos duas vezes por semana, cada atendimento com duraçãode 50 minutos. O projeto visa
levar o estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que possa exercê-las com
autonomia.Osprofessores de EducaçãoFísicadesenvolvem um trabalho plenamenteintegradoaodo professor
regente, participandodoConselhodeClasseedemaiseventos pedagógicos.
A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o
trabalhopedagógico.Sendoeles:
 Princípio daFormaçãoContinuada;
 PrincípiodoReagrupamento;
 PrincípiodoProjetoInterventivo;
 PrincípiodaAvaliação;
 PrincípiodoEnsinoda Língua;
 PrincípiodoEnsinoda Matemática.
Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento
próprio.Observa-se, no entanto, a concretizaçãodestesaolongodaProposta PedagógicadaInstituição.
O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o 1ºs, 2ºs e os 3ºs anos. O proc esso de
alfabetizaçãoiniciano1ºanoedevelevar oestudantea“lerum pequenotextocomcompreensãoeproduzirtextos
oraiseescritos comencadeamentodeideias,apartirdecontextosignificativo,semexigênciasdascomplexidades
ortográficase compreensíveisporqualquerpessoa.Esseprocessodeveserampliadoeconsolidadoparaque,ao
finaldo BIA, o estudantesejacapaz deler eproduzirtextos oraise escritos deforma proficientenaperspectivado
letramentoe da ludicidade”.(p.38,DiretrizesPedagógicasparaOrganizaçãoEscolardo2˚Ciclo).
O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos 4ºs e 5ºs anos e tem como objetivo principal
levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas
situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e
alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do
2˚Ciclo).
50
O Reagrupamento é uma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização e pelas Diretrizes
pedagógicasdo2ºciclo,quedeveincorporar-seàrotinadainstituição.Visaatendertodososestudantes. Favorece
o planejamento coletivo, oportunizando a adequação do ensino às necessidades e potencialidades educativas
individuaisdosalunos,trabalhandodeformadiversificadaelúdica.
Os reagrupamentos concretizam a ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um
únicoprofessor,integrandootrabalhodainstituiçãoeducacional,superandooslimitesdasaladeaula,possibilitando
ao alunotransitarentre diversos grupos, interagindocom todos.
a. Reagrupamento intraclasse:
Atividade realizada no interior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo
atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo
com osobjetivos e habilidadesaserem trabalhadasdeformadiversificada.
b. Reagrupamento interclasse:
Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas,
proporcionandoointercâmbioentreeles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo
ou não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para
atingirespecificamenteasfragilidadesepotencialidades decadaeducando.
As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no
processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do
projeto,unindo diversos setores da escoladeacordocom aspossibilidadesinstitucionais.
OsreagrupamentosacontecemnaEC10tantononível intraclassequantonointerclasse.Osprofessores
estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do 1º ao 5º ano, com diversos reagrupamentos
acontecendoentreturmas.
O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, bem como as
necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano. Tem como objetivo geral oportunizar aos
alunosdos ciclos,em defasagem idade/série e/oucom necessidadedeaprendizagem,aapropriaçãodaleiturae
da escritae de outras habilidadesnecessáriasàcontinuidadedesuavida acadêmica,intervindoassertivamente
nas dificuldades evidenciadas pelo grupo, visando os aspectos do desenvolvimento humano: afetivo, motor,
cognitivoe social,numaperspectivainclusiva.
Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se
observe a diversidadepresenteem sala deaula, ondeo mododeaprenderdecadacriançamuitasvezes é único
e próprio.Assim, o momentodoreforçoescolaraparececomopropícioaotrabalhocomatividadesdiversificadas,
de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece tanto o aluno com
dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita, naquele
momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação contínua
51
para alunos que evidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os professores
regentessão os responsáveispelo atendimentodepequenosgruposde alunos,no contraturno, semanalmente,
às terças ou quintas feiras, de acordo com a disponibilidadedo professor. O tempo sugeridoé de cerca de uma
hora,emborataldecisãoestejaacritériodoprofessor,querealizaasadaptaçõesnecessárias.Asatividadesserão
planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho repetitivo e rotineiro. Cabe ao
professor regentedefinir a necessidade,o tempode mediação,o períodode duração,as estratégias e o público
da intervenção.
A FormaçãoContinuadaacontece,conformeprevistoem legislaçãoprópria,àsquartas–feiras,durantea
Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10,
com o apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das
próprias coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação
continuadacomoum momentodearticulaçãoentreteoriaxprática.ConformeMadalenaFreire:“Professoralgum
é donodesuaprática,se nãotem areflexãodesuapráticana mão”.O focodasformaçõescontinuadaspara2018
está definidonoPlanode açãodacoordenaçãoPedagógica.
A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e
um psicólogo itinerante.AEEAA desenvolve seu trabalhobaseadoem OrientaçãoPedagógicaprópriaenoPlano
de Ação, anexo. Orientaos professores regentesna melhorformade atuaçãojuntoaos alunosencaminhadose
contacom espaço/tempoprópriosparaplanejamentocom o professor regente. AEEAA tem participaçãoefetiva
no Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior e desde 2017 é responsável pelo Projeto de
Transição.
A Sala de Recursos, conta com um profissional para o atendimento requerido por sua Orientação
PedagógicaespecíficaePlanodeAção,anexo.Além doatendimentojuntoaoalunoANEE,atuajuntoaoprofessor
orientandoseu planejamentoesuas práticas.Participado Conselhode Classe e constitui-seem referênciapara
as estratégias de inclusão. Juntamente com a Coordenação Pedagógicapromove formações para os Monitores
(no momentoem númerode01)e EducadoresSociaisVoluntários – ESV que atuam no atendimentoaosalunos
especiais.
O Serviço de Orientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho
guiadoporOrientaçãoPedagógicaespecíficaePlanodeAção,anexos.Éresponsávelporatuarjuntoàsquestões
disciplinares,tem forte atuaçãonoConselhodeClasse.
A EscolaClasse10 contacom um monitorconcursadoqueatuajuntoaos alunosespeciaisapoiandoas
necessidades especias nas atividades da vida diária, atividades pedagógicas, uso e controle dos materiais
pedagógicos, realizaçãode atividades motoras, ludo-recreativas, artísticas e culturais. O monitor apoia, ainda, o
controlecomportamental doalunosoborientaçãodaequipepedagógica.
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Os EducadoresSociasVoluntáriosdesenvolvem juntoaoalunocom necessidadesespeciais atividades
similaresaodo monitorconcursado,devendoapoiaro alunoespecialnasatividades da vida diária(alimentação,
uso do banheiro, higienização, escovação; no desenvolvimento das atividades da Educação com Movimento e
outras de cunho lúdico ou recreativas desenvolvidas no espaço escolar ou fora dele, auxiliar o estudante na
organização e uso dosmateriaisescolares,apoiaroestudante quandoesteapresentarepisódiode alteraçãono
comportamento,buscandointervenção.
A escola abriga ainda, Educadores Sociais Voluntário atuando na Educação Integral auxiliando os
estudantesnas atividades da vida diária, orientandoosmomentosderefeição,higienizaçãoeescovação.Dando
suporte na organização e uso dos matérias pedagógicos, desenvolvendo as oficinas conforme Plano de Aç ão,
acompanhando os estudantes nas atividades desenvolvidas dentro e fora da unidade escolar, zelando pela
segurança e integridade física dos mesmos. Os educadores Sociais Voluntários recebem capacitação da
CoordenaçãoPedagógicadaEducaçãoIntegralem pareceriacomaCoordenaçãoPedagógicadoensinoregular
e da EquipedeApoio, conformedemanda.
A propostapedagógicadaSEEDF éregidapeloCurrículoem MovimentodaEducaçãoBásicadoDistrito
Federal:currículodeeducaçãointegralque objetivaampliartempos,espaçoseoportunidadesdeaprendizagem.
Ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens
A enturmação na EC10 de Taguatinga rege-sepelos documentos legais, tanto a formação das turmas,
quantoonúmerodealunosatendidosemcadasala,em funçãodoespaçoedasreduçõespleiteadaspelosalunos
portadores de necessidades educacionais especiais. Juntamente com essa enturmação, resguardadas as
prerrogativas legais, ocorre uma enturmação pedagógica, organizada pela Supervisão e Coordenação
Pedagógica, com o apoio do corpo docente, do Serviço de Orientação Educacional, da Sala de Recursos e da
EEAA.
A enturmaçãopedagógicavisaequilibraras turmas para quenão haja turmasfortes e fracas. Busca-se
ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às
necessidadesepotencialidadesobservadaspeloprofessoredemaisequipesaolongodoano.
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CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo
educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e
principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma
permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do
crescimentojáalcançado.
Avaliar é também,buscarsubsídiospara a práticadocentee administrativa, indicandoaimportânciada
manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo,
falhasou disfunçõesquecomprometam osucessoescolar.
A SecretariadeEducaçãoamplia,em suasdiretrizes a noçãodeavaliação,indoalém das avaliaçõesda
aprendizagem,orientandoaarticulaçãodasavaliaçõesem trêsníveis: aprendizagem,institucionalelargaescala.
Adota-se nessa articulaçãoa função da avaliaçãoformativa, onde, além de colher dados, além de se analisar o
produtofinal, têm-sea intençãointerventiva. É com essaconcepçãoqueainstituiçãodeensinotrabalha.
Por ser um processocontínuo,sistemáticoeintrínsecoaoatode educar,aavaliação deve ser planejada
e norteadaporcritériospreviamenteestabelecidos,conhecidos eentendidosportodos,visto que, oresultadofinal
reflete o fracassoou sucessodetodos os envolvidos.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis
acerca dos instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se coparticipante
no desenvolvimento escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e incentivar práticas
efetivas de participação desse segmento na construção da gestão democrática.
Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho
pedagógico, dos procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir a
presença desses atores no conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão democrática
são formas de gerar o protagonismo desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição de ensino se
compromete. Para tanto, são realizadas as reuniões com responsáveis bimestralmente, onde são
comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem dos estudantes, onde se discute esse
resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o estudante alcance a meta
planejada.
Emboraocorrammomentosespecíficosdeaferiçãodaaprendizagemparaplanejamentodeintervenções,
a avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas individuais e/ou
grupaisqueinterferem nosucessoescolar.
Nesse sentido, todo trabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios,
definidos no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a
54
participação de todos os segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da
instituiçãocom finsdeintervenção.
O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível
entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe
acontece bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA,
Sala de Recursos),professoresde EducaçãoFísica,coordenaçãopedagógica.A ausênciadeespaço-tempoeo
zelo paracom os dias letivos previstos nãopermiteque o Conselhode Classeseja realizadocom a participação
deambososturnos,oqueseriaideal.Assim,cadaconselhoérealizadonoturnocontrárioàregênciadoprofessor,
sendo divididos em Conselho do BIA e dos 4°s e 5°s anos. Viabilizar a participação dos pais/responsáveis em
todos os conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados colhidos no conselho são
registradosem ficha própriada SecretariadeEducaçãoeem portfóliodas turmas aos cuidadosdacoordenação
pedagógica. As observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e retomadas posteriormente para
providências. A escola acredita assim encampar a orientação de proceder uma avaliaçãoformativa, sendo essa
entendidacomoaquelarealizadacom finsdeintervenção.
Conselho de Classe Participativo
Todosossegmentose setores da escolasãoavaliados duranteo ConselhodeClasse, no entantoesse
nãoé o únicomomentoem quetalavaliaçãoacontece.
As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas
semanais constituem–se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as
fragilidades identificadas sofrem intervenção imediata. A recepção da escola conta com um instrumento
permanente de avaliação para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são
repassadas aos setores responsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados
através dos diversos instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são
55
tabulados e apresentados à comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento, a
comunidadeéouvidaesuasdúvidas,sugestõese/oucríticassãodebatidascoletivamente.OsdadosdaAvaliação
Institucional têm sido amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem disponíveis em
versão impressaparatoda comunidade.
Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional
Os resultados das avaliações externas tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de
estudo em coordenações coletivas. A coordenação Pedagógica da escola classe 10 de Taguatinga prima pela
ampliaçãodosespaçosdediscussõescoletivassobrea didáticadamatemática,bemcomodosníveisdeleitura
e produção textual temas advindos de nossas reflexões a respeito dos dados avaliativos produzidos pela
escola, bem como daqueles apresentados pelas avaliações em Larga Escala. Toda essa dinâmica solicita do
coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de textos, organização de
oficinas pedagógicas, a implementação de construção dos planejamentos para o trabalho em sala de aula mais
integrados e reflexivos em torno das concepções do ato educativo de aprender e ensinar, que caracterizem a
especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. Observa-se, ainda, a necessidade de
trabalharjunto à comunidadeescolaracompreensãodosdadosdivulgados,a fim de que sejasuperadaa noção
de ranqueamentoentreas unidadesescolares.
A avaliaçãodiagnóstica denominada AulaEntrevista (um conjuntodetarefas realizadasindividualmente
com o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no
processodealfabetizaçãoenapós-alfabetização)éutilizadanaescolasemprequesuanecessidadeéidentificada
o que não inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos. Não nos cabe aqui, falar
sobre os passos e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma obra específica, até então
denominadaAulaEntrevista, Geempa,EstherPillarGrossi.Também nãonoscabeteorizarsobreela,porquetem
sido,aolongodosúltimosanos,objetodeestudosem tesesacadêmicas. AAulaEntrevistasugereumaintimidade
necessária para o estabelecimento de vínculo afetivo dando abertura para o conhecimento que se pretende
construir.Noquedizrespeitoàavaliaçãodiagnósticadosesquemasdepensamentonoprocessodealfabetização,
cabe ressaltar que cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de critérios científicos
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rigorosos e cada uma corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e conceituado pelas
crianças.
Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou
aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo
professor sãoretomadosparacomporumaavaliaçãocontínua.
O corpo docente da Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao
conteúdoquetem sidodesenvolvido na e pela escola.Umaatividadecujosobjetivos são: a criaçãodohábitode
estudo; oportunizar a sistematização do que foi aprendido e percepção de quais estratégias de meta-
aprendizagenssãoúteisparafortalecersuaautonomiacomoestudante. Adiscussãomaisaprofundadaacercado
assuntoé um desafio,visto que existeum abismoentreas concepçõesexplanadaseaspráticascorrentes.
Significativa parcela dos pais/responsáveis declarou não ter dificuldade em acompanhar o
desenvolvimentoescolardosfilhos eelencaramodeverdecasacomoumadasestratégiasutilizadaspararealizar
esse acompanhamento. Aproximar o cotidiano escolar do contexto familiar constitui-se outro ganho. O dever de
casa informa ao professor as dificuldades do aluno para que intervenções possam ser planejadas. O dever de
casa pode ser de três tipos: atividades de sistematização dos conhecimentos, atividades de introdução de
conteúdos(preparatória)eatividadesdeaprofundamento.
A frequência semanal das tarefas de casa varia de acordo com a idade da criança, aumentando
gradativamente do primeiro para o quinto ano. Está claro que as atividades de casa devem ser retomadas pelo
professor e corrigidas (quando for o caso) em sala de aula, pois assim obtém-se um retorno das habilidades
desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a responsabilidade dos pais nesse momento limita-se a
monitorara realizaçãodessedever decasa, estabelecendoumarotinaparasua realizaçãocom localadequado.
A função do responsável pode estender-se para alguma orientação específica ou enriquecimento da atividade
caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no entanto, não substitui a ação especializada e
planejadadeensinodoprofessor.É responsabilidadedoprofessor forneceraoalunotodoesclarecimentoparaa
realizaçãodo dever de casa, indicandoroteiro,bibliografiaparapesquisae sites na internet, quandonecessário.
É responsabilidade do aluno comprometer-se com a realização do dever de casa, mobilizando todo seu
conhecimentoehabilidadesjáadquiridas.
Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos
conteúdoseosobjetivosa alcançar.Osprofessorestêm autonomiaparadecidirseuscritériosdeavaliaçãodentro
da legalidadeedos pressupostosteóricosdefinidapelasDiretrizes de Avaliação Educacional,triênio2014/2016,
vigente até o presentemomento.Osresponsáveis,bem comoosestudantes, devem ser esclarecidosacercados
instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação adotados pelo professor. A Escola Classe 10 zela pela
manutençãode múltiplos instrumentos de avaliação, uma vezque a avaliação não deve se restringir apenas ao
aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da aprendizagem, de forma a evidenciar o
desenvolvimentode diferentescompetências,exigidaspor cadaum deles.Os instrumentosutilizados pelaEC10
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estão contempladosnasDiretrizes de Avaliação Educacional/2014/2016: provas, portfólios, registros reflexivos,
pesquisas,trabalhosem grupos,trabalhosindividuais,Aauto avaliaçãoéconduzidanaperspectivaformativa.Ou
seja,oeducandoélevadoarefletiracercadodesempenhoobtidoeoquepoderiaterauxiliadoem umdesempenho
superior.
A recuperaçãoocorredeformaparalelaaolongo do processosemprequeo objetivo não for alcançado
ou outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a
detecção de sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades
diversificadas,reforçoescolar,projetointerventivo e outros.
O desempenhodoalunoéregistradoem fichaprópria,bimestralmente,conformeorientaçãodaSEEDF
e socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem
trabalhados, com vistas a um melhor rendimento. Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de
classedoprofessorenorelatóriodeavaliação(RAV),sendocomunicadosaospaisealunos,medianteinstrumento
próprio,em reuniões,ao términodecadaperíodoescolar.
As reuniões de pais/responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para
socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os
responsáveis que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou
telefone. Na ocasião,os pais são esclarecidosacercadanecessidadedeseu acompanhamentonavida escolar
do filho. Tal estratégia tem apresentadoresultados positivos. A escola encontra-sepreparada para, em caso de
necessidade,acionaroutrasinstânciasdeamparoàcriançacomoConselhoTutelareMinistérioPúblico.
Existe naescolaoutrotipodeespaçoparaareuniãodepais/responsáveisquesurgeapartirdaavaliação
formativa desenvolvida em nossa instituição. Tratamos aqui que visa promover a articulação entre a família e a
escola. Tem como propósito desenvolver a cultura de paz, criar espaços de diálogo sobre temas diversos que
atingem a nossa vida cotidiananoprocessoeducativode criançasejovens. Há umaprogramaçãodequeesses
encontros com a presença dos familiares, dos professores e dos demais funcionários da escola ocorram pelo
menosumavez a cadasemestre.
58
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Currículoem Movimentoadotaumateoriado currículoobjetivando “definirintencionalidadeformativa,
expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e
orientara organizaçãodaspráticas dae naescola”. Dessaforma,a teoria quefundamentaocurrículoda SEEDF
é a TeoriaCríticaquetem comopressupostos“adesconfiançado que é natural, o questionamentoàhegemonia
do conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da não
neutralidadedocurrículoedoconhecimento,abuscadaracionalidadeemancipatóriaxracionalidadeinstrumental,
a buscado compromissoético ligandovaloresuniversaisaosprocessosdetransformação social”.
A Teoriapós-criticadocurrículoaparecetambém fundamentandoocurrículoquandoalém deensinara
tolerânciaeo respeito,provocaanálisedosprocessosatravés dos quaisas diferençassãoproduzidas.
O Currículoem Movimentopropõeumamaiorintegraçãoentreos níveis do EnsinoFundamental euma
proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais
(Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a
Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do
currículo é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as
aprendizagens e fortalecendo a participaçãocidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização,
transversalidade, diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada.
Nessa perspectiva, todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e
curriculares.
Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares: Participação nos jogos interescolares
Ainda de acordocom oCurrículoem Movimentoda EducaçãoBásicadoDistrito Federal,os conteúdos
são organizados em torno de temas/ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade,
cidadania e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os
componentescurriculares.
Conformeexplicitadoaolongodopresentedocumento,aEscolaClasse10deTaguatingadesenvolveos
eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto PolíticoPedagógico, atrelado aos
conteúdoscurriculares,partindo dasnecessidadesidentificadasnaavaliaçãodiagnóstica.
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Para 2018 o grupo analisa o sentido da missão expressa no PPP refletindo as possibilidades dessa
missãoatenderas expectativasde ensino-aprendizagem.A partirdaí procurou-seevidenciar,partindodosdados
colhidos na Avaliação Institucional, quais as metas de desenvolvimento para cada turma e quais os desafios
comunsatodaescola(foconaleiturainferencialenaresoluçãodeproblemas). Conteúdoscurriculares e projetos
são articuladosem funçãodasnecessidadeselencadasapósaavaliação(organizadora).
O trabalhocurriculardaescolanãoseencontraestruturadoem tornodedatascomemorativas.Aoanalisar
as intencionalidadespedagógicasquesustentam um trabalhoassim organizado,ocorpodocentepercebeoforte
apeloconsumista,bem comoaspoucasoportunidadesdequestionaredebaterosconceitospostoseassimilados
pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à proposta apresentadapela
SecretariadeEducaçãoqueabraçaasteoriascríticaepós-críticacomopressupostosteóricosdocurrículo.
Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em
seu interior,a EC10 nãose furta de abordartemáticasdeinteressedosalunose da comunidade,mesmoquando
deteor comemorativo.Essetrabalhobuscaafirmarelegitimaropertencimentoculturaldacriançaedesuafamília.
Com ocuidadodenãoestimularocaráterconsumistadecertasdatas,preservandooaspectoafetivoe culturalde
outras, dosandocom o aspectocrítico,ao longodo ano aparecem notrabalhoescolar:a festa junina, a reflexão
de páscoaeo auto denata solidário.Esclarecemosqueotrabalhocom taiseventos está justificadonosprojetos
específicos,anexos.E, no momento,apermanênciadetaiseventos comemorativosencontra-seem debatejunto
ao corpodocente.
Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se
necessáriodestacara EducaçãoparaaDiversidade comoeixotransversal,ondemaisdoqueapenas“reconhecer
as diferenças”,énecessário refletirsobreelas:“asrelaçõeseos direitosdetodos”.Éum eixoquerequerformação
continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e interdisciplinar. Para tanto,
considera-seosvaloresculturaisdoestudante e desua família.
O aluno,protagonistado ato de aprender,é estimuladoem todosos momentosaquestionar,manifestar
ideias,dúvidas e opiniões,enunciarconceitosedescobertas,fazer associações,pesquisar,concluir,entreoutras
atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o fortalecimento
da autonomiaedasolidariedade.
As equipes docente e técnico-pedagógica têm a sensibilidadede integrar conhecimentos, linguagens e
afetos, considerandoas experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de
identidade,valores, experiênciasemodosde vida próprios, que são consideradose discutidosdeforma crítica,
construtiva e solidária.
A organização curricular da EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas,
semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver
habilidadesespecíficasparaqueo alunopossa produzir conhecimentoapartir dessastecnologias:necessidade
nascidadoeixo Educaçãoem e paraos DireitosHumanos. O trabalhodolaboratóriodeinformáticaestádescrito
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no Plano de Ação integrado a esse documento e seu funcionamento depende de profissional readaptado. O
mesmoprocessoacontececomofuncionamentodaSaladeLeituraquetambém tem suanecessidadeembasada
nos eixos do Currículo em Movimento (Letramento, Ludicidade, Educação em e para os Direitos Humanos),
funcionaconformePlanodeAçãoe dependedeprofissionalreadaptado.
A Educaçãocom Movimentofuncionaconformeprojetoanexo(p201).NarealidadedaEscolaClasse10
de Taguatinga,o projetotem ótimaaceitaçãoporparteda comunidade.Osprofissionaisenvolvidos somam com
um olhardiferenciandoenriquecendoaspráticaspedagógicasdesenvolvidasnocotidianoescolar.Aparticipação
dos profissionais da Educação com Movimento no Conselho de Classe acrescentou significativa qualidade ao
processo.
Destacamos a integração do projeto no cotidiano institucional, especialmente no desenvolvimento das
atividades com oalunoespecial.
As atividades são planejadas em conjunto com o professor regente com o apoio da Coordenação
Pedagógica,Salade Recursos eEquipeEspecializadadeApoioà Aprendizagem; semprequenecessário.
Observa-se que o projeto ampliou as oportunidades de nossos alunos desenvolverem as habilidades
corporaisede participaremdeatividadesculturais.
O ProjetoPlenarinhaganhouaadesãodetodasasturmasdoBIA_ BlocoInicialdeAlfabetização.Avalia-
se que o projeto agrega ganhos pedagógicos e gera estratégias para o alcance dos objetivos definidos na
Organização Curricular. O planejamento é feito com antecedência, as orientações externas chegam até a
coordenação local com tempo hábil para o desenvolvimento, de forma que o projeto é inserido no planejamento
de forma articulada ao currículo desenvolvido, integrando-se perfeitamente ao trabalho pedagógicodas turmas,
sem gerar sobressaltos,interrupçõesouinterferirnegativamentenarotinaescolar.
As turmas de quintos anos aderiram ao Circuito de Ciências e, embora as orientações externas não
cheguem de forma tão célere quanto a Plenarinha, o tema é discutido na Organização Curricular e nas
coordenaçõesdeformaqueoprojetonão sejaum momentoestanquenomeiodotrabalhodesenvolvido. Masao
contrário,que os estudantescoloquem ádisposiçãodoprojeto os conhecimentosadquiridosesejam desafiados
a buscarem mais,deformaarticuladaaocurrículo.
Desde 2015 a instituição vem desenvolvendo um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da
matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das
aprendizagensdosestudantese dosprofessores. Sendoassim,houve um investimentona formaçãoprofissional
in loco com temas relacionados ao trabalhocom a matemática nos anos iniciais. Em 2016 houve uma mudança
no quadrodefuncionários(docentes)implicandonaretomadadasdiscussõesjáiniciadasem 2015.
Apesar deos índicesdasavaliações externasindicarem queaescolatem alcançadoos níveis previstos
(meta) é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantandoe implementando projetos,
estratégiase análisescríticas dasaprendizagensdosestudantes,aindasãoum desafio.Mesmoporqueo próprio
trabalho com todos os blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando ocorrem nem sempre
estão articuladoscomoutrasáreasdoconhecimento.
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O EnsinoFundamentalde9anosdaEscolaClasse10de Taguatingadestina-seàformaçãodecrianças
e pré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização,
projetosde vida e exercícioconscientedacidadaniaplena.
A MatrizCurricularparaoEnsino Fundamental –anosiniciais,noDistritoFederal,prevê:
Matriz Curricular prevista
Professores reunidos em Organização Curricular
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PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
GESTÃO PEDAGÓGICA
Considerando todoo exposto anteriormente,todosos documentoslegaisaosquaisse filiam a presente
proposta,considerandoaindaaPortariadedistribuiçãodeturmas/2018 (ondeseexplicitaostemposderegência
e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10 segue as determinações
legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo, respeitando os tempos de formação
continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar). Ou seja, o planejamento do professor
regenteocorresemanalmente,porano, porturno.
Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, trata-se da
OrganizaçãoCurricular,quandoosprofessores,acompanhadosdacoordenaçãopedagógica,reúnem-se,porano,
ambos os turnos. Mais do que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de experiência
entre os docentesena reflexãoacercadosinstrumentosdeavaliaçãoaserem utilizados. Trata-sedaarticulação
entre temas x eixos x áreas curricularesx Projeto PolíticoPedagógico. Os resultados são registradosem fichas
próprias, todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da coordenação e demais
profissionais.A organizaçãocurricularporbimestresédisponibilizadaaos responsáveis.
As SemanasPedagógicas,noiníciodoanoletivo e dosemestre, também seconfiguramem importantes
momentosdeplanejamento:éretomadooPPP da instituição,sãodefinidosos projetos e eventos institucionaise
são levantadasas fragilidadesepotencialidades...
Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos, o
planejamentorealizadoanteriormentepodeserrevisto, ajustado...
As reuniõesdepaise responsáveissão definidasnoiníciodoano letivo, com basenocalendárioescolar
e na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto por meio
digital(blog)quanto por comunicadopessoal oraleescrito.São planejadascincoreuniõescom osresponsáveis,
sendoaprimeiraocontatoinicialcomoprofessoresuametodologiadetrabalho.Asdemaisvisam,principalmente,
a divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente. Participam de tais reuniões, os
responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da equipe diretiva e/ou pedagógica,
desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O Serviço de Orientação Educacional, bem
comooprofissionalda Salade Recursose do EEAA, também divideseu tempo a fim de participardas reuniões.
Também éo momentoem queos profissionaisligadosàEducaçãoIntegral eà EducaçãocomMovimento estão
à disposiçãodospaiseresponsáveis.
Osmomentosdecoordenaçãopedagógica,sejamcoletivose/ouindividuaisconstituem-seem momentos
abertos à avaliaçãoda aprendizagem.Assim, semprequeidentificadasfragilidadesouexperiênciasdesucesso,
as mesmassãocompartilhadascom ogrupo.Entende-sequeas intervençõesdevam ser imediatasem casosde
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alunos cuja aprendizagem não corresponda às metas estabelecidas. Potencialidades ou necessidades
identificadassãorefletidasnoespaçodacoordenaçãopedagógica(entendendo-seporespaçonãosóasreuniões
coletivas de formação às quartas feiras, mas também todo momento construído para organizar a escola
pedagogicamente , a saber: a organização curricular, os pré-conselhos e conselhos de classe, a avaliação
institucional,oplanejamentocomunitário).Dessaforma, os projetosespecíficosabraçadosporessa instituiçãoe
descritos em capítulo próprio têm se constituído em estratégias motivadoras e potencializadoras da
aprendizagem. O grupo é sempre levado a refletir acerca de quando executar o projeto, porque executar e,
principalmente, quais os ganhos pedagógicos envolvidos ? O projeto em si e sua forma de desenvolvimento
contribuiparaquea escolaalcanceametaprojetada?
Nessa linha de pensamento é que os projetos advindos das instâncias superiores da Secretaria de
EducaçãosãoacolhidosnaEC10/Tag.AEducaçãocomMovimento,oProjetoPlenarinhaeoCircuitodeCiências,
todos descritosnestedocumento.
A EducaçãoIntegral contacom PlanodeAção próprio,integradoa este PPP. Atende preferencialmente
alunos em situação de vulnerabilidade social e com baixo rendimento escolar, com histórico de retenções e/ou
defasagem idade-série.Além deatividadeslúdicas,culturaiseesportivas,oprojetodesenvolveatividadesvoltadas
paraa aprendizagem dematemática,leituraeescrita..
A EC10 asseguraa aprendizagem deseusalunosatravés do diagnóstico,conhecendoondecadaaluno
se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar, atividades
diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação Formativa e na
possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os professores são orientados a
realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem sempre que julgar
necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no seu planejamento e atuação junto aos
alunos.Os professoresregentes têm garantidoo suporte doprofissionalespecializadodaSaladeRecursose do
pedagogodaEEAA paraplanejamentoeatuaçãoeficientes.
A Sala de Recursos , a EEAA e a Orientação Educacional trabalham de forma independente, porém
integrada, potencializando o trabalho pedagógico da instituição, conforme Planos de Ação , anexos. A Sala de
Recursos, apesar de desfalcada em um profissional, no momento, garante o atendimento a todos os alunos
especiais,conformelegislaçãovigente,além derealizarosatendimentosnecessáriosaosresponsáveiseoferecer
o suporte necessárioaoplanejamentodoprofessorregentee a atuaçãodosmonitoreseESV.
O Calendáriointerno / 2018da EC10 (anexo) foi aprovado em assembleiaescolarrealizada noiníciodo
anoletivo e encontra-sedevidamenteregistradoem ata.
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS
Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar a
escolaencampaosprojetosdeapoioàaprendizagem,aformaçãocontinuadabemcomooplanejamentocoletivo
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e individual. Além disso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em função do fazer
pedagógico.
A análisedosresultadosdaAvaliaçãoInstitucionaledeLargaEscalasãoimportantesaliadosnareflexão
acercadaspossibilidadesdeintervençãonosresultadosapresentadospelaescola.Aaprendizagem dosalunosé
refletidadiariamentenoplanejamento,naaplicaçãodasatividades,nodesempenhofrenteàsmetasestabelecidas.
É refletidaaindaduranteoConselhodeClasseondeasperguntas“oqueoalunoaprendeu”,“oquenãoaprendeu”,
“o quedeve ser feito paraque eleaprenda”devem ser respondidas.
O acompanhamento de frequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados
acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A
infrequênciareincidenteéencaminhadaaoConselhoTutelar,conformelegislaçãovigente. Émetadaescolazerar
a reprovaçãoporinfrequência.Nessequesitojátivemos reduçõessignificativas.
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GESTÃO PARTICIPATIVA
A EscolaClasse10 de Taguatinga,fielàs determinaçõesdaSEEDF, apresenta em sua composiçãoos
órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido pela
instituiçãoeducacional.
A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente Projeto
Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidadecom as leis
vigentes e documentosdaSecretariadeEducaçãodoDistritoFederal.
É metada EC10 fortalecera participaçãodoConselhoEscolarnasdecisõesquelhecabem conformea
Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que melhor se
compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são amplamente
anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade escolar, que não
somenteos conselheiroseleitos,sãoconvidadosaparticiparem dasreuniõespúblicas,poismesmosem direitoa
voto, têm direitoa voz e o ConselhoEscolar,atravésde seus membros,tem maisumaoportunidadedeconhecer
os anseiosenecessidadesdaquelesqueefetivamenterepresenta.Aequipefazao ConselhoEscolaraprestação
de contas pedagógica,informandodados,estatísticaseoutras questõespertinentes.
A Escola conta com um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas,
constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone,
comunicados,agenda,e-mail,muraisefaixas.
A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos
documentos,procedimentose direitosdos alunose de seus responsáveis. O processodeconstruçãodoProjeto
PolíticoPedagógicotem sidoamplamentedivulgadopormeiodoscanaisdecomunicaçãodaescola.Damesma
forma,tem-se compartilhadoosdocumentosoficiaisdaSecretariadeEducaçãoem suaíntegraeem sínteses no
blog,após apresentaçãoeestudodosmesmoscom acomunidadeescolarem reuniõesespecíficas.
As reuniõesdoConselhoEscolarsãoabertas a participaçãodacomunidade,queembora,sem direitoa
voto direto, tomaconhecimentoeexpressasuaopiniãoacercadosrumosqueaescolatem tomado.
GESTÃO DE PESSOAS
A equipediretiva da EC10 compromete-secom oPlanode Gestão(anexo), apresentadoà comunidade
escolarporocasiãodaseleiçõesparadiretores,partefundamentaldaGestãoDemocrática. O planofoielaborado
a partir das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas detalhados nesse documento
hojefazem partedo PPP, pois, entende-sequeacomunidadeescolarseidentificacomconcepçõesexpressasno
planode gestão.
A equipegestoradaEC10 buscaencamparumaadministraçãovoltadaparaofazer pedagógico,deolho
na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As
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intervençõesidentificadascomonecessáriassãorealizadasda forma maisimediatapossível, através do diálogo
e da escutasensível.
Espaçodeformaçãoindividualecoletiva,acoordenaçãopedagógicaobedeceàsdiretrizesestabelecidas
legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que dispõem de uma carga
horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formaçãocontinuada e atendimento individualizado ao
aluno,quandoeste atendimentosefaz necessário.
Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração por
uma prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância com o
alcancedosobjetivospropostos,viabilizandoa atuaçãodetodos os atores dacomunidadeescolar.
A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o
acompanhamento pedagógicojuntoaoprofessor,com ozelo pelaimplementaçãodoProjetoPolíticoPedagógico
da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o trabalho em toda
rede de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de Avaliação, as metas
estabelecidas para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais documentos junto aos
diversos segmentosescolares.
A EC10 defende a atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos
oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal &
Estratégia PedagógicadoBIA), destrinchadosnoPlanode Ação da CoordenaçãoPedagógica(anexo);paraque
o coordenadornãoseja “engolido”pelocotidianonem pelasnecessidadesemergenciaisdecorrentesdafalta de
planejamentodosórgãosmaioresaosquaisa unidadeescolarseencontravinculada.
O ServiçodeOrientaçãoEducacionalestáestruturadocomumaorientadora.O Planode AçãodoServiço
de OrientaçãoEducacionalencontra-seanexo.
A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal, é
subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento à
comunidadeescolarem sua área de atuação, coordenao remanejamentoescolar, a renovaçãode matriculas, a
efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais vigentes. Outras ações
específicassãoacrescidasàsfunçõesdasecretariaescolar,contribuindoparaaorganizaçãoefuncionamentoda
escola.
O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos
documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar
igualitariamentetodososalunos,semdistinçãodequalquernatureza,executartarefasde registroe planejamento
pedagógico,conformelegislaçãovigente,cumpriros dias e horas letivosestabelecidos,zelarpela aprendizagem
dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de adequação curricular e
recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os projetos e programas
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implementadospelaSecretariadeEducação,cumpriros prazos legaisreferentesà vidaescolardo aluno(diários,
relatóriose outros), participardas açõesreferentes à integraçãoescola-comunidade.
Além das funçõesdescritasocorpodocentecompõeoConselhodeClasse.
O ConselhodeClasse éumórgãocolegiadodeprofessores,cujaprincipalfunçãoéacompanhareavaliar
oprocessodeensino,educaçãoeaprendizagem.DevemparticipardoConselhodeClasse,alémdosprofessores:
o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e o representante dos
alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço Especializado de Apoio à
Aprendizagemeda Salade Recursos,além de outrosque se julgarnecessários.
Analisar o rendimento dos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos,
deliberarsobreprocedimentosdisciplinares,casosde aprovaçãoereprovação,analisar,discutir e refletir sobrea
propostapedagógicadainstituição,sãoas principaiscompetênciasdoConselhodeClasse.
Soberanoparapropormudanças,aplicarrecursoseestratégias,oConselho/comissãocontribuidemodo
eficazparaoaperfeiçoamentogerencial,administrativoedocente,aeliminaçãodascausasdoinsucessoescolar,
o amadurecimentoeretomadadoalunodiantede seu própriorendimento,semprequeestenão for satisfatórioe
a buscadoaprimoramento.
O Conselho de Classe deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas a
serem colocadasem prática,umavezdiagnosticadasasdificuldades encontradasemcadaperíodoescolar.Nesse
sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõea realização de reuniões ordinárias do Conselho ao término
dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda reunir-se em caráter
extraordináriosemprequealgum fatoounecessidadepedagógicajustificarsuaconvocação.
Os monitores e Educadores Sociais Voluntários têm suas funções descritas em documentos próprios .
Basicamenteresumidasnocuidadocomosestudantesqueapoiam sejanas atividadesdesenvolvidas noespaço
escolar ou fora dele (caracterizadas comoatividade pedagógica). Apoiam os estudantes nas atividades da vida
diária,nocuidadopessoal,nalocomoção,quandonecessário,noalimentaçãoehigienização,nodesenvolvimento
de atividades motoras, esportivas, sociais, culturais e pedagógicas, na organização e uso dos materiais
pedagógicos; sempre sob a orientação da equipe pedagógica, do professor regente e/ou do coordenador da
educaçãoIntegral(quandosetratadeESVatuandonesseatendimento).OsESVque atuam naEducaçãoIntegral
têm responsabilidades ainda com o desenvolvimento das oficinas descritas no Plano de Ação e com o
deslocamentodosalunosquefazem atividadesnoProjetoPESC-parceirodaEducaçãoIntegral.Aequipegestora
organiza as formações para esses profissionais baseado nas deandas observadas, contando com o apoio das
equipesespecializadas(EEAA, Sala de Recursos, OE) e da CoordenaçãoPedagógica, articulandoformadores
externos semprequenecessário.
Os funcionáriosqueprestam serviçonaportaria zelam pela entradae saída da comunidadeescolarnas
dependênciasdaescoladuranteosperíodosletivos,recepcionandoosalunos.Sãofuncionáriosreadaptados,pois
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os concursados para a função foram aposentados e a SEEDF não providenciou a substituição nem aprovou o
pedidodeterceirização.
Osfuncionáriosdavigilânciazelam pelasdependênciasdaescolaeseuspatrimôniosnoperíodoem que
a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais concursados da
própriaSEEDF.
O trabalhodosfuncionáriosdacozinhapossibilitaooferecimentodelancheaosalunosdoEnsinoregular,
diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias, nutricionais e
pedagógicasdaSecretariade Educação.Realizadocom aempresaterceirizadaCONFERE,supervisionadopor
um coordenadordealimentaçãoescolar,profissional readaptado.
Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral
relacionadoaoprédiopúblico.Realizadocom aempresaterceirizadaMANCHESTER.
A escolacontaaindacomquatrofuncionáriosdacarreiraassistênciareadaptadosouem processoenove
professoresreadaptadosouem processo,cujasfunçõesestãodefinidasem planodeaçãopróprios,anexos.
GESTÃO FINANCEIRA
A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação. A
EscolacontacomoConselhoEscolarparadiscussão,aprovaçãoedivulgaçãodosgastosrealizados.Contaainda
com a assessoriade um escritóriode contabilidade.Aprestaçãode contasdas diferentes verbas recebidaspela
escolaencontra-seàdisposiçãodacomunidadeescolarparaapreciação,conhecimentoefiscalização.
GESTÃO ADMINISTRATIVA
Os encaminhamentos administrativos e pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão
em harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o
respeito à LDB, a busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às
necessidades regionais e locais.O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com
autonomia e responsabilidade as atividades inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita e
auxilia os demais. O objetivo é a construção coletiva de uma gestão onde o setor administrativo exista
em função do fazer pedagógico de qualidade e a escola em função do aluno, respeitando os princípios
e finalidades da gestão democrática (a grosso modo: participação da comunidade, o respeito à
pluralidade e diversidade, a autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a garantia da
qualidade social,a democratização das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do profissional
da educação.), todos explicitados em documentos próprios da SEEDF.
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A EC10 trabalha com funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha. Os
funcionários de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar estão sujeitos às regras da própria
empresa e da SEEDF. Serviços de desratização, poda de árvores e grama são solicitados à empresa
responsável pela manutenção.
Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com
as necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela
equipe pedagógica a fim de atender as necessidades de todos.É consenso que a escola não deixa a
desejar no que se refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o
trabalho administrativo a serviço do fazer pedagógico.
A equipe diretivadaEC10compromete-secomo zeloe manutenção do prédiopúblicorealizando
os reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas Públicas do
Distrito Federal.
A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam
patrimônio a fim de garantir a segurança dos mesmos.
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PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÃO COLETIVA
PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 FortaleceraparticipaçãodoConselhoEscolarnasaçõesdefinidascomopróprias;
 Aprovar, acompanhar,fiscalizare divulgaro uso das verbas administradaspelaescola;
 Aprovar as NormasdeConvivênciaEscolar;
 Zelarpela realizaçãodaAvaliação Institucionalgarantindomecanismosdeparticipaçãodacomunidade
escolar;
 Aprovar o calendárioescolarinterno,zelandopelocumprimentodomesmo;
 Zelarpelaqualidadedoatendimentoaoalunoincluso;
 Intermediarconflitosdenatureza pedagógicaouadministrativa, quandonecessário;
 Atuar comoinstânciarecursalparaoConselhodeClasse;
 Divulgare debaterosíndicesderendimento,evasãoerepetênciapropondomecanismosqueassegurem
a aprendizagem;
 Fiscalizaragestão daunidadeescolar.
AÇÕES / ESTRATÉGIAS
 Realizarreuniõespúblicasperiódicascom aparticipaçãodacomunidadeescolar;
 ParticipardoscursosdeformaçãoparaconselheiroescolarrealizadopelaSecretariadeEducação;
 Realizarreuniõesperiódicasparaaprovaçãodosgastosrealizadoscom asverbas públicas;
 Fiscalizaracontabilidadeapresentadapelagestãodaunidadeescolar;
 Disponibilizaracontabilidadeaprovadaparaconsultaeconhecimentodacomunidade;
 Realizar reuniãoespecíficaparaconhecimento,debatee aprovaçãodo RegimentoInternoEscolar e do
CalendárioEscolarInterno;
 Acompanhararealizaçãodasreuniõesprevistas noCalendárioEscolarparaAvaliaçãoInstitucional;
 Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas
Avaliações Institucionais;
 Fiscalizareproporaçõesquefortaleçam oatendimentoqualitativodoalunoincluso;
 Promoverreuniõessemprequesolicitadopelacomunidadeescolarafim deatuarcomoinstânciarecursal
nos casosem quea atuaçãodoConselhodeClassefor consideradainsuficiente;
 Fiscalizar a divulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação
implantadospelaescola;
 Acolher queixas e sugestões da comunidadeescolar acercada gestão pedagógicae administrativa da
unidadeescolar.
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RESPONSÁVEIS
MembroseleitosdoConselhoEscolar:
Edson RibeirodaCunha - PAI - RESPONSÁVEL
JoãoLucasCoelho - CARREIRA ASSISTÊNCIA
Albenise Alves RodriguesdeJesus – CARREIRA ASSISTÊNCIA
ClaudiaMoraesdaCostaVieira – CARREIRA MAGISTÉRIO
GiselleNunesCarnaúba –PAI - RESPONSÁVEL
CRONOGRAMA
ReuniõesOrdinárias–Mensais;
ReuniõesExtraordinárias–SemprequesolicitadopelacomunidadeescolarobservandoosprazosexigidosnaLei
da GestãoDemocrática;
Participaçãoem Cursos–Observandoaoferta da SEEDF;
FiscalizaçãoFinanceira –bimestralmente,naapresentaçãodacontabilidade,semprequenecessário;
AcompanhamentodaAvaliaçãoInstitucional –Nasdatas previstas pelaSEEDF ao longodoano;
Permanentenasdemaisaçõesprevistas.
Conselho Escolar
PLANO DE AÇÃO 2018 : SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
I-Contextualização – breve diagnóstico da realidade escolar:
Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda, atendendo 562 alunos,
na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação Básica. Alguns destes são moradores de outras
regiões administrativas.
Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições, necessitando de alguns
reparos. O prédio é constituído de alvenaria, em quatro blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os
bebedouros e escadas/rampas de acesso. Percebe-se a adequação dos espaços destinados ao desenvolvimento das atividades da
Educação Integral.
O prédio tem 13 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos professores com copa,
saleta para equipe disciplinar, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina, pátio coberto, cozinha educativa, sala de
coordenação, salas para Educação Integral em número de 3, depósitos administrativo e pedagógico, banheiros para os alunos,
banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros para os professores e para os auxiliares, uma quadra coberta, pátio com área verde
e um parquinho, pátio de entrada coberto, guarita com banheiro, estacionamento descoberto, recepção.
Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador, aparelhos de som para todas
as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois computadores para o uso administrativo, três
computadores para uso da secretaria, dois computadores para uso da equipe gestora com impressoras; um notebook e impressoras
para uso da coordenação pedagógica, dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois computadores, duas
73
impressoras e três notebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três data show, lousa digital,
duas máquinas fotográficas digitais, estabilizadores, extensões, microfones, caixas de som.
A proposta pedagógica, elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o desenvolvimento global das
crianças, é embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo Currículo em Movimento e demais documentos
norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e Ministério da Educação.
Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, esmera-se para ser dinâmica,
eficiente e atenta às necessidades do educando, buscando garantir a igualdade de acesso e condições efetivas de permanência e
desenvolvimento acadêmico.
A Orientação educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola, através da participação na
elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a compreensão da realidade, dos interesses e das
necessidades da comunidade escolar, especialmente dos alunos, visando sua interação e seu desenvolvimento social.
O Serviço de Orientação Educacional realiza o Projeto Nosso Recreio é 10, que envolve toda comunidade escolar, visando
contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia,
iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui com o ambiente em que vive.
O Projeto: Hábito de estudo, que irá ser implementado este ano, visa desenvolver hábitos de estudo entre os estudantes dos
4° e 5° anos. O Projeto: Conviver melhor, a ser implantado com os alunos dos 1°, 2° e 3° anos, busca refletir sobre a qualidade da
convivência escolar possibilitando atitudes positivas que visem o bem comum. As ações interventivas no que diz respeito à
autoestima e à luta contra o Bulliyng são realizadas ao longo do ano com base nas necessidades das turmas.
II- Objetivo Geral
74
Ser mediador nas diversas atividades desenvolvidas no espaço escolar, com os diferentes grupos que o compõe, contribuindo para seu
desenvolvimento integral do educando. Neste ano de 2018, os alunos estão distribuídos da seguinte forma:
Modalidade MATUTINO VESPERTINO
Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe
ENSINOFUNDAMENTALSÉRIESINICIAIS
1º A 28 0 Comum 1º D 28 0 Comum
1º B 28 0
Comum
2º C 15 1 Integração
Inversa
1º C 28 0 Comum 2º D 15 1 Integração
Inversa
2º A 18 2 Classe Comum
Inclusiva
2º E 18 2 Classe Comum
Inclusiva
2º B 30 0 Comum 2º F 15 1 Integração
Inversa
3º A 15 2 Integração
Inversa
3º D 18 2 Integração
Inversa
3º B 15 1 Integração
Inversa
3º E 18 2 Comum
Inclusiva
3º C 18 2 Comum
Inclusiva
4º C 22 1 Comum
inclusiva
4º A 20 2 Integração
Inversa
4º D 22 2 Comum
Inclusiva
4º B 33 0 Comum 4º E 22 2 Comum
Inclusiva
5º A 20 3 Integração
Inversa
5º D 24 2 Comum
Inclusiva
5º B 24 2 Classe Comum
Inclusiva
5º E 24 2 Comum
Inclusiva
5º C 24 2 Comum
Inclusiva
5º F 20 3 Integração
Inversa
TOTAL
TURMAS/ALUNOS
13 Turmas 301 16 13 Turmas 261 21
75
GOVERNO DO DIST RIT O FEDERAL
SECRET ARIA DE EST ADO DE EDUCAÇÃO
Subsecret aria de Educação Básica
Gerência de Orient ação Educacional e Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem
Coordenação Regional de Ensino de T aguat inga
Orientação Educacional
Plano de Ação 2018
Cronograma
METAS
PDE
Eixo Objetivos Ações / Atividades Responsáveis
Parcerias
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
01-Açõespara
implantaçãoe
implementaçã
o do Serviço
de Orientação
Educacional
Organizare
sistematizaro
trabalhoa ser
realizadona
escola
 Organizar e atualizar o arquivo de
registros de atendimentos realizados
junto aos estudantes, professores,
direção, pais e especialistas.
 Apresentar o serviço de Orientação
educacional e suas atribuições ao
corpo docente da escola.
 Proceder registros diários das ações do
SOE.
 Planejar plano de ação do SOE.
 Realização de algumas ações do plano
de ação. (atendimento aos pais, alunos
e professores)
x x x
x
x x x x x x x x x
x x
x x
76
02 - Açõesno
âmbito
Institucional
Conhecera
clientelae
identificara
demanda
escolara ser
acompanhada
peloSOE
 Elaborar, executar, acompanhar e
avaliar a Proposta Pedagógica da
escola.
 Participar dos eventos e datas
comemorativas.
 Participar das coordenações coletivas
semanais.
 Elaborar plano de Ação Anual do
SOE.
 Elaborar hipóteses diagnósticas das
situações detectadas e discuti-las com
o corpo escolar.
 Participar do processo de avaliação
das ações realizadas pela escola.
 Participar das análises dos indicadores
de aproveitamento escolar,
infrequência, evasão e retenção.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
03 - Ações
juntoao corpo
docente
Integrar minhas
ações as das
educadoras a
fim de
colaborar no
processo de
aprendizagem e
no
desenvolviment
o do educando.
 Participar do planejamento, da
execução e da avaliação das atividades
pedagógicas coletivas.
 Desenvolver junto com os professores
projetos Pedagógicos
 Participar das coordenações coletivas
semanais.
 Participar do conselho de classe.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
x x x x
x x x x x
77
 Participar de estudo de caso.
 Realizar encaminhamentos dos alunos
ao atendimento especializado quando
houver necessidade.
 Proceder devolutiva dos atendimentos/
encaminhamentos realizados aos
professores, a direção e aos familiares.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x
04 - Ações
juntoao corpo
discente
Contribuir
para o
desenvolvime
nto integral do
estudante,
ampliando
suas
possibilidades
de interagirno
meiosocial e
escolar.
 Desenvolver e acompanhar o projeto
Nosso Recreio é 10.
 Ações interventivas- Oficinas sobre
Bullying e autoestima, de acordo com
a necessidade.
 Projeto: Hábito de estudos (4 e 5°
anos)
 Hábitos de convivência (1, 2 e 3°
anos)
 Participar na elaboração e execução
do projeto de transição. (para 5° anos)
 Estimular a participação dos
estudantes nas atividades e nos
projetos da escola (Gincanas,
passeios, festas)
 Acompanhar os alunos de forma
individual e coletivamente.
x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
x x x x x x x x
x x x x x x x x
x x x x x x x x
x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
78
05 - Ações
juntoà família
Participar
ativamente do
processode
integração
família/escola/
comunidade.
 Identificar e trabalhar, junto à família,
as causas que interferem no avanço do
processo de ensino e aprendizagem do
aluno.
 Orientar os pais e/ou responsáveis
para a compreensão da importância do
hábito de estudos.
 Orientações/intervenções quanto aos
encaminhamentos ao SOE – SEAA –
Outros Especialistas.
 Promover momentos reflexivos
(palestras, encontros e oficinas) que
contribuam com a educação dos
estudantes.
 Atender individual e/ou coletivamente
pais e/ou responsáveis.
x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
x x x x
x x x x x x x x x
x x x x x x x x x
06 - Ações
juntoaos
estagiáriosem
OE
Não há essa
demanda
07 - Ações
juntoà rede
social
Integrarações
da Orientação
Educacional
com outros
profissionais
da instituição.
 Conhecer e articular ações com as
redes sociais existentes na
comunidade
 Identificar e encaminhar, de forma
sistematizada, os alunos que
x x x x x x x x x
x x x x x
79
Observações: Este plano de ação é provisório é como todo planejamento está sujeito a alterações, uma vez que ainda não
tenho conhecimento total da realidade da instituição de Ensino, visto que ingressei como orientadora educacional nesta instituição
este ano.
apresentarem problemas de conduta e
dificuldades específicas de
aprendizagem, quando necessário.
 Estabelecer parceria com profissionais
de outras instituições para o
aprimoramento das ações preventivas.
 Encaminhamentos ao Conselho
Tutelar de alunos em situação de risco
e vulnerabilidade.
x x x x x x x x
x x x x x x x x
80
PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM
PLANO DE AÇÃO – 2018 / EQUIPE: EC 10
Pedagoga –IvaneteLopesBatista Psicólogo–Jaisson Rodrigo Costacurta
Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
JUSTIFICATIVA:
O Serviço EspecializadodeApoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-secomoum serviçotécnicopedagógico,decarátermultidisciplinar,prestadoporpedagogosepsicólogos,
de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores
Regentese Família.
A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o desenvolvimento dos alunos que apresentam
dificuldadesdeaprendizagensenecessidadeseducacionaisespeciais.Além disso,éderesponsabilidadedesteserviçoaelaboraçãodoRelatóriodeAvaliaçãoeIntervençãoEducacional
dos alunos.
81
OBJETIVO GERAL:
Promover a melhoriadaqualidadedo processodeensino e aprendizagem,pormeiode intervençõesavaliativas, preventivas e institucionais,especialmenteàsinstituições
educacionaisqueofertam aEducaçãoinfantil,EnsinoFundamental –Séries/Anos Iniciaiseos Centrosde EnsinoEspecial.
OBJETIVOSESPECÍFICOS:
 Realizarprocedimentosdeavaliação/intervençãoàsqueixasescolares,visandoconhecereinvestigaros múltiplosfatoresenvolvidos nocontextoescolar.
 Contribuircom aformaçãocontinuadado corpodocente.
 Sensibilizaras famíliasparaa efetiva participaçãonoprocessoeducacional dosalunos.
 Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada de decisões, a construção e
implementaçãodeestratégiasadministrativo-pedagógicas.
PÚBLICO ALVO:
Escola,famíliae alunos.
82
Níveis Ações Previstas Período de execução
Escola
 Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola.
 Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas;
 Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola;
 Garantir a Estratégia de Matrícula;
 Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional, quando necessário, com o
objetivo de: acolher a demanda do professor, ampliar a problematização dos motivos do
encaminhamento;
 Visitar os espaçosescolares,tais comorecreioesala de aula,conhecerosdiversos contextos nos
quais o aluno está inserido e, por meio da interação com o professor e com os alunos, procurar
compreenderasdiversasrelaçõespsicológicasepedagógicasestabelecidas.
No decorrer do ano letivo.
Família
Entrevista com afamíliaparaexecutaras seguintesações:
o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já desenvolvidas pela
instituição educacional e pela equipe;
o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da queixa escolar;
o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente familiar;
o Refletir acercadas atribuições familiares e as atribuições da instituição educacional;
o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e pedagógico que
instrumentalizem a família na condução das questões de seu filho;
o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar;
o Realizar a devolutiva da queixa escolar.
No decorrer do ano letivo.
Aluno
 Processo de avaliação e reavaliação;
 Observaçãolúdicacomportamental;
 Atividades individuaise/ou em grupos;
 Estudo de caso/elaboração de relatório.
No decorrer do ano letivo.
83
EEAA Curso de FormaçãocontinuadaaEAPE Semestralmente/Anualmente.
FatoresIntervenientes:
 Faltados alunosaoatendimentodaEEAA;
 Desistênciadosalunosem compareceraoatendimento;
 Ausênciados paisàs convocaçõesfeitaspelaEEAA;
 A demoranarealizaçãodosexamesmédicossolicitadosparaacomplementaçãodiagnóstica;
 Faltade acompanhamentosistemáticodafamílianavida escolardoaluno;
 Númeroreduzidodepsicólogosnarede;
 Espaçofísico;
84
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA COMO ESPAÇO DEMOCRÁTICO E DE FORMAÇÃO DOCENTE NO INTERIOR DA ESCOLA
PLANO DE AÇÃO 2018
COORDENADORAS: Cláudia Queiroz Miranda e Luzia Cergina de Queiroz
OBJETIVO GERAL
 Implementara avaliaçãoformativacomoorganizadorado trabalhopedagógiconaEscola Classe 10 de Taguatingae promover formação continuada
em serviço sobre a Educação Matemática para o desenvolvimento de estratégias em sala de aula, bem como sobre o trabalho com os diferentes
níveisde leiturae coma produçãotextual paraoavançodasaprendizagensdosestudantes apartirdasDiretrizesdaSecretariade estadode educação
do DistritoFederal.
JUSTIFICATIVA:
O presente documentoreiteraapropostaapresentadaem2016 e 2017 com algumaspequenasmudançaselaboradasapartir de reflexõesapresentadas
naColetivaPedagógicadodia28/03/2018 com osprofessores daescolae representantesdaCoordenaçãoIntermediáriadaRegionalde EnsinodeTaguatinga.
As açõesda CoordenaçãoPedagógicadaEscolaClasse 10 de Taguatinga,temcomo base teórica:
 as Diretrizespara o 2º ciclo;
 as Diretrizesde Avaliação Educacional;
 os PressupostosTeóricosdo Currículo emMovimento;
 o Currículo emMovimentoda Educação Básica do Distrito Federal.
A partir do trabalho coletivo, visamos a organização do trabalho pedagógico com foco nas aprendizagens dos estudantes, bem como nas dos
professores e na da escola como um todo (Representados pela equipe diretiva e todos os funcionários de apoio). Buscamos a integração entre
conteúdos/habilidadespropostaspelaSEEDFcom:
 as necessidadesdosestudantes
 as experiênciaspedagógicas dos professores
 a metodologiaHistóricoCrítica
 a Avaliação Formativa
 os Eixos Integradorese Transversais
Ressaltamos que continuamos a primar pela ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática da matemática, bem como dos níveis de
leiturae produção textual temasadvindos de nossasreflexõesarespeito dosdadosavaliativos produzidospelaescola,bemcomodaquelesapresentados
85
pelas avaliações em Larga Escala. Toda essa dinâmica solicita do coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de
textos,organizaçãode oficinaspedagógicas,aimplementaçãode construçãodosplanejamentosparaotrabalhoemsalade aulamaisintegradose reflexivos
em tornodas concepçõesdoato educativode aprendere ensinar,que caracterizemaespecificidade daescolae doconhecimentoque deve sergarantido.
Noentanto, esse Planode açãoé umtentativade organizarotrabalhopedagógicodaEscolaClasse 10no intuitode alcançarmoscomêxitoasaprendizagens
de nossosestudantese dosprofessores epromoverarticulaçãoe integraçãoentreotrabalhodadireção/supervisãopedagógica/professores,visandoorientar
e acompanharas atividadespedagógicas,paraas aprendizagens(estudantes,professores,monitoresetc).Seguemalgumas açõesdo trabalho pedagógico a
ser desenvolvidopelaCoordenação Pedagógicaem 2018:
Quadro 1
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
1 – Compartillhar
coletivamente
intencionalidades
pedagógicas para as
aprendizagens de
professorese estudantes.
 Diversos encontros pedagógicos ao
longo do ano letivo a partir da
compreensão coletiva das metas do
PPP;
 Estudara metodologiahistóricocrítica
 Estudo das metas mínimas de
aprendizagem para cada ano, bem
como reflexão a respeito da
organização pedagógica que
proporcione o avanço de todos os
estudantes.
Professores, Orientador
Educacional, E.E.A.A.
----
 Equipe Diretiva,
 Professores,
 Orientador
Educacional,
 E.E.A.A.
 Coordenação
Intermediária
Relatos orais ou
registros escritos
ao final dos
encontros.
 Quarta-feira na
coletiva.
 Organização
Curricular
86
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
2- Organizaçãodo
currículo escolara partir
do currículo da SEEDF e
dos contextosreaisda
Escola Classe 10 de
Taguatinga. (Organização
Curricular)
 Compartilhar os diagnósticos
sobre as aprendizagens dos
estudantes (Internos e de Larga
escala), discutindo parâmetros
para a análise dos dados sobre a
perspectiva da avaliação
formativa e levantamento de
estratégias para a organização
dos dados de modo a subsidiar o
planejamentodiáriodoprofessor.
 Encontros para estudo, discussão e
registrosobre aorganizaçãocurricular
por ano e em cada bimestre nos dias
letivostemáticos.
 Reconhecimento e implementação
dos projetos institucionais (Roda de
Leitores, Sarau Literário, Cozinha
Educativa, Mostra Cultural...) pelos
professores no início do ano letivo e
no decorrerdomesmo.
 Análise dos dados oriundos do
Conselhode Classe.
Professores,Orientador
Educacional, E.E.A.A.
----
Relatos orais ou
registros escritos
ao final dos
encontros
 Quarta-feira na
coletiva;
 Encontro nos
dias Letivos
temáticos
87
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
3 –Implantar,
implementar e
acompanhar os
reagrupamentose
ProjetoInterventivo.
 Oferecer suporte
técnico/pedagógico através
encontros nas coordenações
pedagógicas de terça-feira para
elaboração, organização e
aplicaçãodos Reagrupamentose
 ProjetoInterventivo.
 Planejamento e Avaliação
ProjetoInterventivo
 Professores e
demais
envolvidos no
processo de
ensino
aprendizagem.
Mensalmente as
quartas – feiras
uma hora antes do
encerramento das
coletivas;
Enquanto houver
necessidade de
intervenções aos
alunos não
alfabetizados ou
daqueles em
defasagem em
relação às
expectativas de
aprendizagem para
o ano.
4 - Promoverdiscussão
e estudossobre temas
relevantesque
atendamas
necessidadesdos
1. Estudo sobre instrumentos e
procedimentos avaliativos, na
perspectiva da avaliação
formativa.
2. Concepção e didáticas para a
implantação e implementação de
Equipe gestora,
professores,
coordenadorese Equipe
do Serviço de apoio às
aprendizagens.
Ao final das
coletivas, através
de registro escrito
pelosparticipantes
e observando o
avanço no
Quartas-feiras
88
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
professorese equipe
para melhoraro
desempenhodos
estudantes e dos
professores.
de Reagrupamentos e Projetos
Interventivo.
3. Estudo sobre a Didática da
matemáticanosdiferentesBlocos
de aprendizagens apresentados
no Currículo (Números e
operações, grandezas e medidas,
Tratamento da Informação e
Espaço e Forma)
4. Estudos sobre o trabalho
pedagógico a partir de textos ,
bemcomo estratégiasde leitura.
5. Estudos sobre o trabalho
pedagógico com os diferentes
níveisde leitura.
6. Promover espaços e tempos para
a socializaçãode práticasentre os
professores, assim como
seminários de apresentação de
práticaspara estudoe debate
7. Discutir os parâmetros e metas
do PPP.
Alguns encontros:
Convidados externos à
Escola para compartilhar
pesquisas, práticas,
materiais etc.
desempenho dos
estudantes.
89
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
8. Organizações curriculares a partir
das necessidades dos estudantes
e de suasaprendizagens.
9. Temas para estudo: quais
parâmetros para a construção do
relatório dos estudantes? A
perspectivaformativadodeverde
casa...
5 - Discutire analisaro
desempenhoalcançado
pelosenvolvidos
durante o processode
alfabetização,nas
avaliaçõesinternase
externas(ProvaBrasil e
ProvinhaBrasil).
Conselhos de Classe e Pré-conselhos
Organização curriculares
Equipe gestora,
professores,
coordenadores,
orientadores
educacionais.
_____
Ao final de cada
fórum avaliação
escrita.
Semestralmente
6 - Discutire analisaro
desempenhodos
estudantesapartirdos
dadosavaliativos
internos.
Fórum de Análise de Dados Internos,
Conselhos de Classe e Pré-conselhos
Organização Curriculares
Equipe gestora,
professores,
coordenadores,
orientadores
educacionais
 Diagnóstico
inicial
 Final do 1º
semestre
 E final do 2°
semestre
Semestralmente
90
Objetivo Ações Público
Parcerias envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações propostas
Cronograma
7 – Acompanhare
subsidiaraaplicaçãoe
discussãoacercados
resultadosdaProva
Brasil de Linguageme de
Matemática,Bemcomo
da ProvaDiagnósticada
SEEDF.
Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil
para os professores do 1º e 2º ano do
Bloco Inicial de Alfabetização.
Acompanhamento da aplicação da
Provinha Brasil.
Discussão e análise dos resultados
alcançados pela escola.
Todos os professores
---------------
Observando a
normalidade nodia
da aplicação e
discussão dos
resultados.
Cronograma da
SEDF
8- Implantare
implementarações para
o desenvolvimentodo
projetoPLENARINHA
com o BIA.
 Estudoda proposta
 Planejamento a partir das
necessidadesdosestudantes.
Professores do BIA
 Coordenação
Intermediária e
equipe Gestora
De Abril a agosto
Objetivo Ações Público-alvo Avaliação das ações propostas Cronograma
9 - Oportunizar aos professores
dos Anos Iniciais momentos de
formação continuada e trocas de
experiências a partir dos temas
levantados nos Conselhos de
Classe, Organizaçõescurriculares,
coletivas e coordenações com
seus pares.
Estudoselaborados para as coletivas
realizada na quarta-feira;
Professores,
coordenadores do 1º ao
5º ano, profissionais da
sala de recursos,
pedagogo e Orientador
Educacional.
Ao final do encontro de forma
escrita.
Organizado a cada semestre
10- Participardas reuniões
promovidaspelaRegionalde
Ensino.
Participaçõesemreuniõespara estar
ciente das informaçõese discussões
de temas pertinentes às Diretrizes
Pedagógicas dos Anos Iniciais
trabalho CRAI e outras informações
relevantes.
Coordenadores
Ao final de cada reunião.
Cronograma CRAI
11- Estudar,planejare discutir
temas/assuntosde acordocom
as demandasdosProfessores.
Reuniões semanais para estudos,
planejamentos e informações.
Coordenação/Supervisão
Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no
turno matutino.
12 – Subsidiarprofessoresno
planejamento,execuçãoe
avaliaçãodosprojetosprevistos
no PPP.
Planejamentosdasaçõesque
envolvemosprojetos,semperderde
vistaa aprendizagemdos
estudantes.
Professores
Antese durante a ocorrências
dos eventos
Durante todo o período letivo
92
13. Subsidiarprofessoresno
desenvolvimentode práticasna
salade aula.
Acompanhar, quandosolicitado,o
acompanhamentode práticas
desenvolvidasemsalade aula.
Professores e
coordenadores.
Oralmente, ao final da
participação da atividade.
Ao longo do ano letivo.
14 – Registrardados de
aprendizagense não
aprendizagensdosestudantes
oriundosdosConselhosde
Classesparaa elaboraçãodos
DossiêsFinaise
acompanhamentopermanente
do avançodas aprendizagens.
Registrodosdados
Professores e
coordenadores.
Antese durante a ocorrências
dos eventos
Ao longo do ano letivo.
15- OrganizaçãodosDossiês
Finais
 Montagem de dossiês contendo
pré-diagnósticoinicial e parcial da
turma para Organização do
professor noano posterior
Coordenação e
professores
Ao final da ação e início do
ano letivo posterior
Inicio de Dezembro de 2018
16- Subsidiarprofessores no
processode avaliaçãointernadas
aprendizagensparatabulaçãode
dados sobre as aprendizagens
que fornecerãoelementosde
estudo sobre as práticas
docentesnosFórunsInternosde
análise.
 Elaboraçãodasquestõesavaliativas
com os professores;
 Organizaçãodas Planilhasde dados
para análise do desenvolvimento
da turma e da escola como um
todo.
Professores Ao final de cada ação
No início do ano letivo;
Ao final de cada semestre
17- Acompanharo Planejamento
Quinzenal
 Planejar quinzenalmente
por ano
Professores Ao final de cada ação
Semanalmente com um grupo
diferente de professores.
93
18 – Subsidiar aprática dos
professores naimplementaçãode
projetosdaturma
 Estudoda proposta
 Planejamento a partir das
necessidadesdosestudantes
Professores do BIA
 Ao final de cada ação
Todo Ano Letivo
19 Construirações de pesquisa
sobre as práticas pedagógicas
desenvolvidasnaescolapormeio
de debatessobre sequências
didáticas,jogos etcaplicados
com as crianças; visitasdos
professoresparaobservaçãode
aulasdos própriosdocentescom
a as crianças e estudodsde
estruturasde sequênciadidáticas
aplicadas. -
 Organizarcronograma
mensal
Todos os professores Ao final de cada ação Todo Ano Letivo
20 – Estudosobre Avaliação
Formativa- possíveis
Instrumentose Procedimentos
 Planejamento de
procedimentose escolhade
Instrumentosadequados.
Todos os professores Ao final de cada ação
Todo Ano Letivo durante os
planejamento quinzenais e
Coletivas
21 – Planejamentocomaequipe
Diretiva
 Planejamentodasações
pedagógicascoletivas.
Direção e Cooordenação No dia dos encontro. Quinzenal
94
ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
TEMÁTICAS OBJETIVOS
PRAZOS
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
SEMANA PEDAGÓGICA Discussão sobre a Organização do Trabalho
PedagógicodaEC 10 (PPP); Reconhecimentodo perfil
didático dos professores e articulação dos mesmos
com a Organizaçãoda SEEDF. Aspectosrelevantes na
rotina pedagógica elencado coletivamente.
X
PERÍODO PARA O
DIAGNÓSTICO INICIAL
Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação
diagnóstica; parâmetros para o trabalho de análises
dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação
formativa;.definiçãode instrumentosavaliativos e os
procedimentos.
X
ORGANIZAÇÃO
CURRICULAR
Refletirsobre ametadoPPP enquanto prática
concreta;
Analisar osdados dodiagnósticoinicial dasturmas
Espaço e tempoparao Planejamentodotrabalho
pedagógicodecorrentesdaavaliaçãodurante o
Conselhode Classe e anecessidadede organização
X X X X
95
do currículo para garantiadas aprendizagensde
todosos estudantesem2018.
ABERTURA DO RODA DE
LEITORES E SEU
DESENVOLVIMENTO
DURANTE O ANO LETIVO
(PROJETO INSTITUCIONAL)
Espaço e tempo destinado para a Organização do
Trabalho Pedagógico em torno do desenvolvimento
do prazer na leitura de diversos Gêneros textuais X X X X X X X X X
CONSELHOS DE CLASSE Espaço e tempo para a discussão dos dados
decorrentes das avaliações formativas realizadas no
interior da escola para replanejamento do trabalho
pedagógicoe garantia das aprendizagens de todos os
estudantes.Elevantamento de temáticas de estudos
coletivos e metas de aprendizagem
X X X X
ABERTURA DA COZINHA
EDUCATIVA (PROJETO
INSTITUCIONAL
Conheceroespaçoda cozinhaeducativa,osutensílios
e os objetivos do projetos X
PLANEJAMENTO DE
REUNIÃO DE PAIS E
ACOMPANHAMENTO DA
MESMA
Subsidiar professor para a organização da reunião de
pais
X X X
DIA LETIVO TEMÁTICO Planejar ações reflexivas a serem desenvolvidas em
toda a escola
X
96
ATENDIMENTO
PARTICULAR À
PROFESSORES
À pedido do docente, momento para auxílio na
organização do Trabalho pedagógico. X X X X X X X X X X X
PROJETO INTERVENTIVO Planejamento do Projeto Interventivo X X X X X X X X
AULA PASSEIO Planejamento das aulas ocorridas fora do espaço
escolar
X X X X X X X X
ORGANIZAÇÃO FESTA
JUNINA
Organizar festa junina
X X
ORGANIZAÇÃO E
REALIZAÇÃO DO SARAU
Planejamento das ações pedagógicas que delinearão
o Trabalho Pedagógico da aula desenvolvida em um
Parque ambiental de Brasília
x x x x x x x
AVALIAÇÃO DO TRABALHO
DA COORDENAÇÃO
PEDAGÓGICA
Diagnosticar situações que precisam ser
revistas e valorizar o trabalho implementado
que necessita ser continuado.
Obs: sabemosque ocorre constantemente, mas definiremos
diasespecíficospararegistro geral.
X X X
ATENÇÃO: Formações Continuadas em Serviço no Interior da Escola apresentadas
no quadro 1 (deste Plano de Ação) “Ações desenvolvidas no Trabalho Pedagógico
da Coordenação Pedagógica da EC 10”, assim como planejamento, avaliação do
Trabalho com a equipe diretiva e com os professores e acompanhamento das
práticas serãodefinidasmensalmentee divulgadasnaescolae para a Coordenação
Intermediária
X X X X X X X X X
.
97
PLANO DE AÇÃO 2018 – SALA DE RECURSOS
I-APRESENTAÇÃO:
“O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas, onde quer que isto seja possível, não importam quais
dificuldadesoudiferençaselaspossam ter.Escolasinclusivas precisamreconhecereresponderàsnecessidadesdiversificadasdeseusalunos...” UNESCO,1994
A inclusãooficializadaem1994comaDeclaraçãodeSalamanca,defendeumaeducaçãodequalidadeparatodososalunos.Ainclusãotrouxeum novoolharaoaluno
com deficiência,noqualtodos devem estar preparadosparaacolhê-lo,nasociedadeenaescola.As transformaçõessãonecessárias,têm-seum novo paradigmaem relação
à inclusão,àvisão que se têm da deficiência,àinfraestrutura,aos recursosmateriaise físicos,objetivos, conteúdoseprocessosdeavaliação.
A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência, através do contato direto com o aluno e professora regente, das
adaptaçõescurriculares,doPlanodeAEE e por meiodaludicidadecomjogosebrincadeiras.
Proponho,naSala de Recursos,o trabalholúdico,atravésde jogose brincadeirasparapromoverodesenvolvimentodosalunoscom deficiêncianosaspectos afetivo,
cognitivo,psicomotoresocial.
De acordocom oDecretoN°6.571de setembrode2008
§ 1º Considera-seatendimentoeducacional especializadooconjuntodeatividades,recursos deacessibilidadeepedagógicosorganizadosinstitucionalmente,prestado
de forma complementarousuplementarà formaçãodos alunosno ensinoregular.
§ 2o O atendimentoeducacionalespecializadodeveintegrarapropostapedagógicadaescola,envolveraparticipaçãodafamíliae ser realizadoem articulaçãocomas
demaispolíticas públicas.
98
RegulamentadopelaPortaria1281daSEDUCde novembrode2010. ContempladonoProjetoPolíticodestainstituiçãodeensino.
99
Objetivo Geral
Objetivos
Específicos
Metas
Descrição das Ações
Acompanhamento
/controle
/avaliação
Cronogram
a
Avaliação das
ações
De acordo com o Decreto N°
6.571 de setembro de 2008
 Art. 2o São objetivos
do atendimento
educacional
especializado:
 I – prover condições
de acesso,
participação e
aprendizagem no
ensino regular aos
alunos referidos no
art. 1º;
 II – garantir a
transversalidade das
ações da educação
especial no ensino
regular;
 III – fomentar o
desenvolvimento de
recursos didáticos e
pedagógicos que
eliminem as barreiras
-
 Trabalhar com
jogos artísticos,
jogos
expressivos,
jogos
sensitivos,
jogos
recreativos e
pedagógicos;
 Promover a
socialização e a
interação de
forma alegre e
lúdica;
 Desenvolver a
autonomia, a
autoestima, o
respeito, a
iniciativa,
tomada de
 Que o
educando com
deficiência
desenvolva o
seu potencial, a
sua autonomia e
suas
habilidades,
como parte
integrante e
ativa em tudo o
que a escola
propor.
 Que os alunos
dessa IE
respeitem as
diferenças,
percebam que
elas também
são importantes
para a inclusão
e acolham as
Atividades a serem
realizadas
:1- Momento pedagógico
com as professoras, na
coordenação , para discutir
sobre vários assuntos
relacionados à inclusão e
para repasse de sugestões a
serem desenvolvidas
semanalmente sobre as
deficiências, diferenças e
direitos humanos;
2-Desenvolver
atividades sobre a inclusão
com todas as turmas da
escola, através da ludicidade,
com histórias, vídeos,
músicas e jogos;
3- Construir parcerias
com os professores regentes,
sistematizar o trabalho e
buscar estratégias para o
Observação do
engajamento nas
atividades propostas por
parte de todos os
envolvidos nas
atividades da Sala de
Recursos.
Avaliação de todos os
avanços e retrocessos
do atendimento na Sala
de Recursos no
Conselho de Classe.
Preenchimento de ficha
de Adequação
curricular,
acompanhada
devidamente de acordo
com as orientações do
professor especializado
do AEE.
Atendimento
aos alunos 1
vez por semana
no contra turno.
Reuniões com
os pais no início
do ano, no final
de cada
bimestree
sempre que se
fizer necessário.
Atendimento
aos professores
durante o ano
letivo, nas
coordenações
coletivas e
sempre que se
fizer necessário.
A avaliação será
feita de maneira
processual, por
meio do
envolvimento nas
atividades
propostas ao longo
de todo o ano
letivo e trabalhos
sugeridos e
indicados, de
acordo com a
orientação do
professor
especializado do
AEE. A avaliação
também
acontecerá
mediante
anotações e
registros diários do
professor e
também será
100
no processo de
ensino e
aprendizagem; e
 IV – assegurar
condições para a
continuidade de
estudos nos demais
níveis de ensino.
Entre outros:
 Apoiar, orientar e
atender o aluno e o
professor diante das
necessidades de
adaptação e
organização do
currículo escolar, com
base na filosofia da
educação inclusiva;
 Orientar e
conscientizar toda a
comunidade escolar
sobre a importância
da inclusão na escola
como também na
sociedade;
decisões e o
cumprimento às
regras que no
futuro poderão
alicerçar a
personalidade
do educando;
 Desenvolver o
raciocínio,
atenção,
concentração, o
pensamento
criativo e o
senso crítico;
 Realizar
atividades de
pesquisa;
 Desenvolver
habilidades e
potencialidades
através da
ludicidade;
crianças com
deficiência.
 Que os
profissionais
dessa IE e a
comunidade
escolar
participem do
processo de
inclusão de
forma
colaborativa.
atendimento dos alunos com
deficiência;
4- Atividades lúdicas,
envolvendo várias
habilidades, esquema
corporal e uso de jogos
5 -Expressão Artística:
desenhos, pinturas,
modelagens e montagens;
6 -Práticas diversificadas
de escrita, envolvendo
ludicidade, uso de vários
materiais para confecção das
letras e numerais;
7 -Trabalho com
Literatura Infantil: leitura e
interpretação oral,
interpretação de imagens,
reconto oral, livros sensoriais
8 -Jogos de mesa,
envolvendo frases, palavras,
descrição de figuras
9 -Softwares
Educacionais;
10 -Atividades de
psicomotricidade.
promovida nos
conselhos de
classe quando da
socialização dos
avanços dos
educandos e
considerando as
adequações
curriculares de
cada um.
Plano do AEE para
cada Estudante
conforme suas
particulariedades
101
 Fortalecer a
autonomia dos
alunos para decidir,
opinar, escolher e
tomar iniciativas a
partir de suas
necessidades e
motivações;
 Promover a
motivação, a
interação e o
conhecimento
através de jogos,
brincadeiras e
atividades
pedagógicas
diferenciadas,
proporcionando uma
aprendizagem
significativa e
adaptada a cada
educando com
deficiência.
 Propor
atividades que
ampliem as
habilidades de
memorização;
 Favorecer o
aprimoramento
da linguagem, a
construção da
língua escrita,
comunicação e
interpretação;
 Trabalhar o
esquema
corporal;
 Contribuir com o
conhecimento,
o respeito e os
cuidados que se
deve ter com o
próprio corpo;
 Promover o
desenvolviment
o de valores
básicos para o
exercício da
11 –Prática de descrição
oral e reconto de situações
vividas e significativas ao
educando;
102
cidadania
voltados para o
respeito a si
mesmo e ao
outro;
 Confeccionar
materiais
pedagógicos
para os alunos
com deficiência,
conforme a
necessidade;
 Operacionalizar
as
competências
curriculares
específicas
necessárias à
educação dos
alunos com
deficiência
física no que se
refere ao
manejo de
materiais
adaptados, à
103
escrita
alternativa
(quando
necessário), às
vivências de
mobilidade, ao
acesso a todos
os espaços da
escola e às
atividades da
vida diária que
envolva a rotina
escolar;
 Introduzir o
aluno na
aprendizagem
da informática
acessível,
identificando
qual o melhor
recurso de
tecnologia
assistia que
atende às suas
necessidades,
considerando a
104
sua habilidade
física e
sensorial atual,
bem como a
cpacitá-lo para o
uso
independente
do computador;
 Enviar informes
para a
comunidade
sobre as
deficiências;
 Mediar ações de
forma
construtiva com
o professor
regente quanto
às atividades
que devem ser
desenvolvidas e
que favoreçam
o processo
escolar do
aluno;
105
 Elaborar o
Plano de AEE e
apoiar a
professora
regente quanto
à elaboração da
Adequação
Curricular
quando
necessário;
 Articular com a
equipe gestora
quanto às
adequações
estruturais
necessárias
para garantir a
acessibilidade
do aluno a todos
os ambientes da
escola.
material pedagógico;
106
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2017
COORDENADORADAEDUCAÇÃOINTEGRAL/2017
 ElieteTellesdeFarias
APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA:
Observandoas atuais políticase diretrizes nacionaisparaumaeducaçãodequalidadeparatodose ainda
observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito da
construçãoeformaçãodenovasredesde aprendizagem,detectamosanecessidadedacontinuidadedoPrograma
de EducaçãoIntegralnaEscolaClasse10deTaguatinga.
É expressivo o número de famílias que procuram a escola em busca de vagas para suas crianças no
“Programa da Educação Integral”, pois reconhecem o oferecimento de estratégias de integração escola e
comunidadeaomesmotempoem quesãopromovidasoportunidadesdedesenvolvimentodoeducandoatravésdo
trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. Infelizmente, a
demandaporinclusãodemaisalunosna EducaçãoIntegralnãoé plenamentecontemplada,umavez que o apoio
logísticooferecidopeloGDF deixaadesejar.
Nesse sentido, priorizou-se para o ano letivo de 2018 uma Educação Integral com maior foco no ensino e
aprendizagem por meio de atividades de reforço em português e matemática, sem desvincular as atividades
culturais, artísticas e esportivas; valorizando o diálogo entre os saberes formais e os saberes socialmente
construídos.
Nessa perspectiva buscou-se a elaboração de um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação
saudável e a um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo num
climaqueenvolva o afeto, o lúdico,acriatividade,o respeitoe estimuleo prazer em aprender.
As atividades serão desenvolvidas nos dois turnos (matutino e vespertino) de terça-feira a quinta-feira
atendendoaosalunosdo2ºao 5º ano(EnsinoFundamentaldenoveanos)estendendooturnodenove paraquinze
horas. Nesse foco, busca-se encorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente, capazde
transitar com segurançaeresponsabilidadeem umasociedadediversaesustentável.
OBJETIVO GERAL :
 Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais,
artísticas e esportivas ampliandoosespaços,temposeoportunidadesdeaprendizagens.
108
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO
Oportunizar ao aluno da Educação Integral tempo hábil para realização
das atividades extra-classe solicitadas pelo professor regente com
supervisão pedagógica.
Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno , dando-lhe
oportunidades de reforçar, aprofundar ou suprir carência dos
Melhoraraautoestima medianteapercepçãodoprópriocrescimento nas
aprendizagens.
PERIODICIDADE De terça a quinta feira, 2h/dia, totalizando 6h/semana
DESENVOLVIMENTO
A realização das atividades indicadas pelos professores regentes serão
trabalhadas secundariamente.Prioritariamente serão trabalhadas
atividades planejadas
ATIVIDADES ESPORTIVAS
Formar o cidadão através do esporte;
Usar o esporte como meio de inclusão social;
Oportunizar aos alunos a vivência de várias modalidades
esportivas;
Trabalhar temas como ética, superação, saúde e autoestima,
repassando por meio dos valores do esporte;
espírito de equipe,ajudamútuaeliderançaparaserutilizados
PERIODICIDADE 1 vez / semana
DESENVOLVIMENTO Atividades esportivas diversificadas
DANÇA
Trabalhar a linguagem corporal utilizando diversas atividades.
Desenvolver a criatividade, musicalidade e ritmo.
PERIODICIDADE 1 vez por semana
DESENVOLVIMENTO Aulas de dança 1 vezpor semana
MÚSICA Desenvolver a sensibilidade musical, identificando interesses
PERIODICIDADE 1 vez /semana
DESENVOLVIMENTO Aula de música 1 vezpor semana
109
PÚBLICO ALVO:
 Alunos de 8 à 14 anos que apresentam distorção de idade-série, dificuldade de aprendizagem,
problemas sociais e econômicos
RECURSOS HUMANOS:
 Coordenador;
 Cozinheiro;
 Monitores;
 Educadores sociais,
ESPAÇOS:
 Salade aula
 Salade vídeo
 Laboratóriodeinformática
 Refeitório
 QuadraCoberta
 Pátio da Escola
 Cozinhaeducativa
 SESC
 Horta daEscola
RECURSOSFINANCEIROS/PARCERIAS:
 Verbas públicas;SESC
RECURSOSMATERIAIS:
Violões e teclado,materiaisespecíficosparapráticaesportiva, materiaisparaacompanhamentopedagógico,som,
TV,Vídeo. A SecretariadeEducaçãoforneceônibusparatransportarascriançasaoSESCe05EducadoresSociais
Voluntários.
CRONOGRAMA:
Março a dezembro de 2018
METODOLOGIA/DESCRIÇÃO DAAÇÃO:
80 alunosserãoatendidosnoturno contrário,com cincohorasaulaspordia(terça,quarta e quinta-feira).
45 alunosserão atendidosnoSesc de Taguatinga Sul,noturno contrário(segunda,quartaesexta-feira).
Os alunosfarãoas refeiçõesnaescola:cafédamanhã,almoçoelanchedatarde.
110
Os alunos matriculados na Educação Integral serão atendidos na escola em salas destinadas a este fim,
compartilhandoo espaço da quadra coberta às quintas feiras com o Ensino Regular. No turno matutino os alunos
lancharãonoiníciodasatividades do dia, tomarãobanhoe almoçarãonofinale no turno vespertino almoçarãono
inícioe lancharãonofinaldasatividades do dia. Os Alunos terão no turno contrário,oficinasde:Acompanhamento
pedagógico,dança,musicalização,esporte/recreação,atividadesnolaboratóriodeinformática,práticasdeHorta.
Serãoduasoficinaspordia(cadaumacom 1he50minutosdeduração),20minutosparacaféda manhã
e lanchedatarde, 20 minutos parao recreio,30 minutosde almoçoe30minutosde descanso. As oficinasserão
realizadaspeloseducadoressociaisvoluntários,e acompanhadaspelocoordenadorpedagógico.
EIXOS:
Corpo emovimento: atividadesdepráticascorporais,lúdicaseesportivas.
 Possibilidades:Jogos,brincadeiras,dançaseatletismo.
CulturaeArte:Incentivoaproduçãoartísticadosalunos,individuale/oucoletivamente,resgate
da culturalocal pormeiodepráticasinvestigativas.
 Coral,teatro, artesanato,artes plásticas,musicalização,dança,brinquedosdesucataeexcursões.
Acompanhamento pedagógico: Apoio a realização da tarefa de casa, estratégicas
metodológicas para ampliar as oportunidades de aprendizagem dos alunos – função social da língua
portuguesa,comunicaçãoverbal,leiturae escrita,potencializaçãodeaprendizagensmatemáticaspormeiode
jogose resoluçãodesituaçõesproblema.
Educação ambiental edesenvolvimentosustentável: Estudodomeio-ambiente.
 Possibilidades:hortanaescola,atividadesculinárias.
Comunicação,ciênciaetecnologia
 Possibilidades: Utilização do laboratório de informática, para aulas de conceitos básicos, jogos e
pesquisas.Criaçãodeumarádioescolar,efeira deciências.
TABELASDEATENDIMENTOS:
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL / TERÇA-FEIRA
MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA
8h às 8h20min CAFÉ DA
MANHÃ
REFEITÓRIO MONITORES
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
111
8h20min às
10h5min
DANÇA-GRUPO
B
SALA DE VÍDEO CINTHIA
10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
DANÇA –
GRUPO A
SALA DE VÍDEO CINTHIA
12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO
COBERTO/REFEITÓRIO
MONITORES
12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/ QUARTA-FEIRA
MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA
8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES
8h20min às
10h5min
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
MÚSICA-GRUPO B SALA DE VÍDEO CINTHIA
10h5min às 12h
ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
MÚSICA–GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA
12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO
COBERTO/REFEITÓRIO
MONITORES
12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
112
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/ QUINTA -FEIRA
MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA
8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES
8h20min às 10h5min
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO B
SALA DE VÍDEO CINTHIA
10h5min às 12h
ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO A
SALA DE VÍDEO CINTHIA
12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO
COBERTO/REFEITÓRIO
MONITORES
12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL
TERÇA-FEIRA
VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA
12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 às 13:30
DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA
LEONARDO
13:30 às 15:30
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
DANÇA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO
113
15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES
15:50 às 17:30
ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
DANÇA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL
QUARTA-FEIRA
VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA
DI
JÉSSICA
12:30h -13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA
LEONARDO
13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED
INTEGRAL
JÉSSICA
MÚSICA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO
15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES
15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
MÚSICA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO
114
ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL
QUINTA-FEIRA
VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA
12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA
LEONARDO
13:30 às 15:30
ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO B
SALA DE VÍDEO LEONARDO
15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES
15:50 às 17:30
ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA
FUTSAL RECREAÇÃO
GRUPO A
SALA DE VÍDEO LEONARDO
PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ MATUTINO-
HORÁRIOS ATIVIDADE LOCAL RESPONSÁVEL
7H30MIN AS 11H30MIN ONIBUS /SESC --- CÍNTHYA
11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ MATUTINO
115
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- ANGÉLICA
11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ MATUTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- CLARA
11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 AS13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
13:30 AS 17:30 ONIBUS/SESC --- JÉSSICA
PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ VESPERTINO-
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 AS13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
13:30 AS 17:30 ONIBUS/SESC --- ELIETE
PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ VESPERTINO
HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL
12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES
13:00 AS13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
116
13:30 AS 17:30 ONIBUS/SESC --- CAMILA
RESULTADOSESPERADOS:
Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar
consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também
positivamente em suas aprendizagens.
Educação Integral – Projeto PESC
117
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA
01 Professor em Processo de Restrição Temporária
1-AÇÃO
Recepçãodosalunos;
OBJETIVO
Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras;
CRONOGRAMA
Início do primeiro semestre, ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma.
2-AÇÃO
Empréstimodelivros;
OBJETIVO
Dar acessoaousuárioda sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos
de diversas esferas de circulação.
CRONOGRAMA
Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca para realizar empréstimos.
3-AÇÃO
Atendimentode turmas
OBJETIVO
Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar.
RESPONSÁVEIS
Requer o apoio dos professores regentes
CRONOGRAMA
Agendamento prévio de acordo com a necessidade do professor regente.
5- AÇÃO
Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição.
OBJETIVO
Garantir o acesso dos alunos ao livro didático.
Atualizar o acervo da Sala de Leitura em programa digital indicado pela equipe gestora
CRONOGRAMA
Ao longo do ano letivo
118
PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR
01 Professor Readaptado
OBJETIVO
 Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao
Serviço de Orientação Educacional e/ou EEAA;
 Identificar situações de risco em relação ao bullying, encampar ações eficazes de
combate.
AÇÕES
 Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos;
 Auxiliar no monitoramento do recreio;
 Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento
interno acerca da inadequação de seu comportamento;
 Encaminhar para o SOE e/ou EEAA os casos identificados como público desse
atendimento.
 Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado;
 Identificar precocemente situações que possam resultar em práticas de bullying;
Realizaraçõesde prevençãoaobullyingcomo estudosepalestras;
 Acolher queixas de bullying e realizar investigação acerca da queixa, solicitando auxilio
das equipes da escola caso seja necessário;
 Realizar o registro dos casos atendidos no livro de ocorrência guardando fidelidade no
relato dos fatos;
 Tratar com zelo os relatos sigilosos nos casos atendidos.
CRONOGRAMA
Diariamente
119
PLANO DE AÇÃO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
01 Professor Readaptado
OBJETIVO:
Proporcionaraoestudante e comunidadeinformaçõesacerca deumaalimentaçãosaudável,equilibrada,
em perfeitas condiçõesdeconservação,preparoeapresentação
AÇÕES:
 Informar a comunidade escolar acerca da qualidade do alimento recebido,acerca
do seu armazenamento e manuseio adequado, fortalecendo a confiança da
comunidade escolar no lanche consumido na escola pública;
 Organizar o mapa da merenda;
 Prestar esclarecimentos em nível comunitário acerca da alimentação saudável,
sempre que solicitado;
 Disponibilizar o cardápio de alimentação da escola nos canais de comunicação
acessíveis ao corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a
consolidação da gestão democrática através do acesso à informação.
 Incentivar o consumo consciente do lanche escolar;
 Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar
horários e cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do
espaço escolar;
 Agir como referencial no que tange às reflexões pedagógicas em torno da
alimentação saudável.
RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA:
Professor readaptado
Diariamente.
120
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO
04 Funcionários Readaptados, sendo 01 da Carreira Magistério e 3 da Carreira Assistência:
1- OBJETIVO:
Acolhera comunidadeescolarcomdignidadezelandopelasegurançadosalunosdainstituição.
AÇÕES:
 Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às
dependências internas da escola, identificando situações de risco.
 Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda;
 Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em casos
autorizados pela equipe gestora, mediante comprovação;
 Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos;
 Auxiliar na entrega das crianças aos responsáveis ao final do turno
RESPONSÁVEIS
Funcionáriosdacarreiraassistênciaemagistérioreadaptadosem númerode04
CRONOGRAMA
Diariamente
2 - OBJETIVO:
Registrodeentradastardiasdeformaapossibilitar intervençãoem casosdeatrasosrecorrentesdealunos
AÇÃO
Registrode entradastardias
CRONOGRAMA:
Diariamentenaentradadosturnos matutinoevespertino.
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO
121
01 Professor com Restrição Temporária
1– AÇÃO
ExecuçãodoProjetoMeateca
OBJETIVO
 Imprimir matriz de atividades
 Controle e entrega de materiais pedagógicos
 Apoiar o professor no planejamento fomentando o uso dos matérias pedagógicos
disponíveis
CRONOGRAMA:
Diariamente
2 – AÇÃO
Auxiliar a recepçãoeorganizaçãodosalunosadmitidosnopré-turno.
OBJETIVO
 Garantir a segurança e tranquilidade dos alunos no período anterior à aula
CRONOGRAMA:
Diariamentenaentradadosturnos matutinoevespertino
PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO
01 professor com restrição temporária
1 – AÇÃO
Articular-sejuntoàCoordenaçãoPedagógicaafim dedesenvolveras atividadespertinentesaosetor(planejamento,
auxilio ao professor, produção de documentos, acompanhamentos nos projetos, orientações específicas aos
professoresno desenvolvimentodotrabalhopedagógico).
OBJETIVO
Potencializarotrabalhoda Coordenação Pedagógica
CRONOGRAMA
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR
01 Orientadora Educacional com restrição temporária
122
1 – AÇÃO
Articular-se junto à Secretaria Escolar a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor (atendimento à
comunidade,viabilizaçãodoacessododocenteàsRAV´s, etc).
OBJETIVO
Potencializarotrabalhoda SecretariaEscolar
CRONOGRAMA
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO
Professor com Restrição Temporária
1– AÇÃO:
 Atendimento à comunidade escolar;
 Articulação das relações intitucionais: organização de palestras, estágios, etc.
OBJETIVO
Potencializar as diversas atividades desenvolvidas na direção escolar.
CRONOGRAMA:
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: Laboratório de Informática
Professor com Restrição Temporária
1– AÇÃO:
 Estimular a parceria do professor do laboratório de informática e professores regentes de sala, no
encaminhamentoedesenvolvimentodaconstruçãodoconhecimentodoaluno;
 Oportunizar aosprofessores e alunosumaformade aprendizadolúdico,atravésde jogoseducativosque
desenvolvam a fixaçãodeconteúdosdesenvolvidosem salade aulae outras habilidades;
 Adaptar osrecursostecnológicosaocurrículoescolarvisandoa sua utilizaçãocomoinstrumentodeapoio
à aprendizagem.
OBJETIVO
Concretizar o uso do laboratório de Informática pelos alunos
CRONOGRAMA:
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO
01 profissional da carreira assistência readaptado
123
1– AÇÃO:
 Entrega e controle de chaves;
 Distribuição e controle de material pedagógico de uso corrente.
OBJETIVO
Facilitar o acesso dos funcionários aos diversos ambientes escolares,resguardando o
patrimônio.
CRONOGRAMA:
Diariamente
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP
124
O acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente
todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e
necessáriaaconteceem momentosprivilegiadosabaixodescritos.
O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar da
Secretaria de Estado de Educaçãodo Distrito Federal. Nestas datas com a presençade todos os segmentos que
compõem a comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com esclarecimentos à
comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do mesmo. Nestas
oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos pontos considerados
frágeis.
Diantedas propostas deavaliaçãoda Secretariaparao próximotriênio,observa-se queoutros momentos
são propíciosaoacompanhamentoeavaliaçãodoPPP.A saber:os ConselhosdeClasse,as reuniõesordináriase
extraordináriasdepaise mestres.
Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é
possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das
quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e acompanhamento
do PPP pelocorpodocente,equipegestoraepedagógica.
O ConselhoEscolarse faz representar nas Avaliações Institucionaisporquefaz parte de suas atribuições
(expressasnaLeidaGestãoDemocrática,bem comonoPlanodeAção)zelarpelaocorrênciadaAvaliação,analisar
os dadosrecolhidosafim de proporadequaçõesquereflitam positivamentenosíndicesapresentadospelaescola.
Avaliação Institucional 2017
PROJETOS ESPECÍFICOS
AULA PASSEIO
125
Ao longo do ano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em
funçãodasnecessidadescurricularesdasturmasedasoportunidadessurgidas.Zoológicos,museuse exposições,
teatros, cinemas, parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento curricular dos
estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos, espaços e
oportunidadesdeaprendizagens.
OBJETIVOS:
 Favorecero diálogointerdisciplinar;
 Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o
desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo, a
solidificaçãodeamizades,anoçãoidentidadeepertencimentoaogrupoeao espaçosocial;
 Favorecerexperiênciasdeautonomiaedeelaboraçãoconjuntaderegras;
 Desenvolver atitudes devalorização e respeitoà propriedadecomumealheia;
 Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de
informações;
 Desenvolver o respeitoà diversidadeculturale natural;
 Ampliare enriqueceroutrasformasdelinguagem,outrasformasdepensare atuar;
 Expandiro acervoculturaldosestudantes.
JUSTIFICATIVA:
A aula-passeio justifica-secomo estratégia metodológicaque contempla os letramentos, a ludicidade, as
múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de
avaliação.Ao mesmotempo,exploraoprazer intrínsecoàampliaçãodoconhecimentoeà convivência.
É umaatividadevoltadaparaaaprendizagemsignificativa,desenvolvimentodosaspectosafetivo,cognitivo
e socialeestá estruturado paraatingiros objetivos propostosno PPP e no currículoescolar.
“Uma aprendizagem significativa está relacionadaà possibilidadedos alunos aprenderem por múltiplos
caminhoseformasdeintelig6encia,permitindoaosestudantesusardiversosmeiosemodosdeexpressão.”(Smole,
2002,p.10). As aulaspasseiosocorrerãosemprequeforem justificadososganhospedagógicosdamesma.
ETAPAS:
 Planejamento;
 Organizaçãoetrabalhoem sala,construçãoderegras;
 Execução
126
 Desdobramentospedagógicos;
 Avaliação.
Aula Passeio ao Zoológico
Aula Passeio – Lar dos Velhinhos / 2018
Insere-se aquialgunsgráficoscomparativosdepresençadosestudantesem algumasAulasPasseiosao
longodos útimosanos:
127
A escolaempenha-seem garantirafrequênciade100%dosestudantesnessasatividadesafim de manter
a proposta de inclusãodaredepública.E emboraafrequênciade100% nãoseja umarealidadeconcretizada,por
diversos motivos, a escolagaranteo dialetivo doalunoquenão se inseriunaatividade.
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
128
JUSTIFICATIVA:
A SemanadeEducaçãoparaaVidaapoia-sena lein°11.988,de27 de julhode2009,criadapelaPresidênciada
República.
OBJETIVOS:
 Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade
impactando positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;
 Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores
de respeito, sustentabilidade e cooperação.
DESENVOLVIMENTO:
 Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e responsáveis,
no horáriodeaula.
 Com os alunoshaverá um foco maiorno tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e atendimentos
com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas identificadas no
ambienteescolar.
Além de cumprir determinação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo em
Movimento, conforme diagrama:
PROJETO COZINHA EDUCATIVA
PÚBLICO ALVO:
129
Alunos do 1º ao 5º ano
JUSTIFICATIVA:
Ao aceitarqueo ensinoda língua deve ser pautado pelosusos da mesma,aoentender que ler é
atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem textos
escritoscom aintençãodecomunicaralgo,textosproduzidoscom fins definidosparaleitoresreais.
Trabalharcom ostextosa partirde suasesferas de circulaçãoleva,necessariamentearesolvero
problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas – cotidiana,
publicitária,escolar,jornalística.Optarpela esfera cotidianafoiuma escolhavisandoatingir desdeo alunode seis
anos(muitasvezes ainda nãocompletos)atéo alunoem vias de completaraetapainicialdoEnsinoFundamental.
O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero
relativamentesimplesecompartilhapropriedadescomoutrostextosinstrucionais.Acrescidoaissoconsideramoso
forte apeloculturaldogêneroe o resultadofoi a CozinhaEducativa.
É necessáriosalientarqueemboraaCozinhaEducativagireem tornodaReceitaCulinária,outros
gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete, publicidade
comercial,embalagemerótulo.
O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente
contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao Currículo
em MovimentodaEducaçãoBásicadoDF Escolar.
Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o ensino da língua do ensino da matemática, conforme
princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas
sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso,
aproxima-sedoobjetivo, presenteno PPP, de validar um trabalhoeducativoondeo afeto, o lúdico,acriatividade e
experimentaçãoestejam estimulandooprazer deaprender.Umaatividade quese insere num trabalhopedagógico
integradoe, portanto, é entendidacomo “educativaecurricular”.
A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a
abordagem daEducaçãoFinanceiranasescolas.
O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme
defendidonoCurrículoem MovimentodaEducaçãoBásicadoDistritoFederal. Maisdo queum projeto,a Cozinha
Educativatem se mostradoum recursoaplicávelaosdiversos componentescurricularesdesenvolvidosnaescola
130
OBJETIVO GERAL:
 Construira compreensãodequeos saberesensinadosnaescolaestãovivos nos contextoscotidianos;
OBJETIVOSESPECÍFICOS:
 Sensibilizara criançaparaaspráticasmatemáticasedelinguagem presentesnoseudiaa dia;
 Estimulara leitura,compreensãoeproduçãodosgênerosinstrucionaisdentroefora da escola;
 Aproximaras diversas áreas do conhecimento,subsidiandootrabalhointerdisciplinar;
 Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes
comunitários,aproximandoeducadores,educandosefamiliares;
 De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização, oralidade,
noçãodequantidadeseproporções,primeirasimpressõesdefenômenosquímicosefísicos,aprendizadodehigiene
e prevençãodeacidentes,estímulodamemória,autonomiaecooperação.
 Enfatizar questõesrelacionadasàalimentaçãosaudável,prevençãoàobesidadeeafins,deacordocom o
nível daturma.
131
OPERACIONALIZAÇÃO:
A operacionalizaçãodoprojetosedará a partir dasetapas seguintes:
 Seleçãodareceitaaser confeccionada:escolhidapeloprofessorealunos;
 Listagem epesquisadosingredientes;
 Coletados ingredientes;
 Exploraçãodidáticadareceita;
 Montagem daCozinhaEducativa;
 Confecçãodareceita;
 Degustaçãodareceitaesocializaçãocom asfamílias;
 Avaliação.
Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de
conteúdosdiversos,conformeosobjetivos delimitadospeloprofessor.
É de responsabilidadedaCoordenaçãoPedagógicaopreparodeum localadequadoparafuncionarcomo
cozinha,contendotodosos utensíliosnecessáriosaofuncionamentodacozinha.
Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da
responsabilidade do professor essa organização.A turma, juntamente com seu professor regente participará da
execução da receita em dia previamente escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros
profissionaisdaescola.
132
Possibilidades de textos a serem explorados durante o projeto
Crianças na feira – possibilidades de explorações matemáticas
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e a
relaçãoestabelecidacomoalcancedosobjetivos,proporcionandoreplanejamentoe aprimoramentodasatividades
realizadas.
133
Observa-se que a atividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensãodo
aprendentedequese utiliza os conhecimentosescolaresnocotidiano:quandosevaiao supermercado,quandose
medeamassa,quandosetriplicauma receita,quandosedivideoprodutofinal,quandoselê,escreveoucopiauma
receita,quandoselava os ingredientes,quandoseconsideraotempodepreparo…
As estratégiasde ensinoe aprendizagem surgidasapartir do desenvolvimentodoprojeto valida a necessidade
de trabalharcom atividadesquetransgridam osexercíciosdefixaçãoereproduçãosem aplicabilidadenaspráticas
sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de estabelecer um “diálogo” entre os
diferentescomponentescurriculares.
Turmas vivenciando o Projeto Cozinha Educativa
Produção detexto a partir do gênero instrucional
134
PROJETO RODA DE LEITORES
JUSTIFICATIVA:
Na virada do século, uma das grandes conquistas da educação no Brasil foi a universalização do Ensino
Fundamental. Um rápidopasseio por outras eras nos mostraa importânciadessaconquista.Sabe-se,entretanto,
que a simples garantia do acesso à educação não basta. E quando nos deparamos com índices como o INAF
(IndicadorNacionaldeAlfabetismoFuncional),obrigamo-nosarepensarquemediaçãodeleituraestamosfazendo
naescola. Em suaúltimaediçãooINAF apontouque74%dosbrasileiroscomidadeentre15e64anosapresentam
habilidades de leitura em nível rudimentar ou básico. Ou seja, sua compreensãode leitura está limitada à títulos,
frases e textos curtos,quandomuito.
Sobre essa triste realidade,é que ergue-seo Projeto Rodade Leitores – um compromissoassumidopela
escolacom ofim depossibilitara aprendizagem daleituradosdiferentestipos detextos quecirculam socialmente.
Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os
diversos textos lidos.
Público Alvo: 1º ao 5º ano.
Objetivos:
 Reconhecerafinalidadeeusosocialdediferentestextos e portadorestextuais;
 Promovera parceriaescola,professorefamília;
 Propiciarmomentosdeleituraem saladeaula, comotambémem casa;
 Ampliaro vocabulário,asexperiênciasdeleituracom ogrupoe individualmente;
 Dramatizarhistóriasouvidas e/ou lidas;
 Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de
interpretação;
 Promovermomentosdeapreciaçãodediversasproduçõesliteráriase/ouartísticas;
 Reconheceramanifestaçãoartísticacomomeiodeapropriaçãodalinguagem.
 Formarleitoresdesenvolvendoo gostopelaleitura cotidianamente;
 Estimulara alegriadaatividadeintelectualpormeiodaleitura;
 Ampliara visão demundo;
 Ampliar a compreensãodas relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconheceo outro e
suas peculiaridades;
 Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de
posicionar-seacercadoquefoi lido.
135
PASTA DE LEITURA
 Cadaaluno (a) da turmalevará um gênerotextual paraler em casa,na datadeterminadapeloprofessor;
 O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinadapeloprofessor;
 Após lere/ou ouvir o texto, o (a) aluno(a)contará/leráahistóriapara alguém dafamília;
 O (a) aluno(a) deverá preencherasfichasencaminhadasdeacordocom oscomandosapresentadosem
cadaficha;
 O produtofinalserá umacoletâneadetextos produzidosporcadaaluno(a) daturma.
 Os alunosdos 4 e 5 anosparticiparãoderoda de debates onde terá a oportunidadedecompartilharcom
o colegasuasrespostas,expondoseus pontosde vista dentro dacoerênciadotextolido.
HORA DA LEITURA
Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada
indivíduo escolhaotipo de texto preferidorealizandoa leiturado mesmo.Essa atividade acontecesemanalmente,
às sextas-feiras, matutino7:45e vespertino 14:15 com duraçãodemeiahora.
SARAU LITERÁRIO
Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam e
apreciam asconstruçõesrealizadasaolongodoprojeto,nosdiferentesgênerosliterários.Acontecesempreem um
parquepúblico,escolhidoanteriormente,paraquesejatrabalhadaaquestãodo respeitoambiental.
Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer:
piquenique,brincadeiras,sorteiodeobrasliteráriasentre os alunos.
136
Os saraus são pensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos portadores
de necessidadeseducacionaisespeciaiseseus familiares.
Está definido,preliminarmente,um SarauLiterárioparao atualperíodo letivo.
RECURSOSHUMANOS:
Direção,coordenação,apoios(professoresreadaptados),professoresregentes ealuno,responsáveise/oufamília.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha
consciênciadosbenefíciosquea aquisiçãodashabilidadesdeleiturapode proporcionar.Conversas, comentários
em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade para o aluno
expressar(oralmenteoupor escrito)suasaprendizagens.
137
FESTA JUNINA
JUSTIFICATIVA:
A Festa Junina da Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância
comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento
a oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de
convivência e cooperação;além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado
a músicas populares proporcionam alegria.
Trata-se de um evento pedagógicoculturalque possibilitao mergulho de todacomunidadeescolar
num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de consolidar
no espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”.
A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos,semdirecionamento religioso,buscando
o resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a identidade desse
homem como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os estereótipos que humilham
e colocam em ridículo essa identidade.Estimula-se, assim, o estar bem vestido e caracterizado, visto que
a realidade nos tem dito que o homem do campo se produz e se enfeita para “festar”.
Faz-se importante destacar que a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação
de lucros,tendo emvista que os recursos financeiros recebidos pelossistemas oficiais têmsido muito bem
geridos.Os lucros,porventura gerados,são revertidos paraa premiação das turmas campeãs na Gincana
Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro.
OBJETIVOS:
 Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do Brasil
as Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das escolasnesse
sentido;
 Proporcionaroportunidadesde convívio paraalémdas barreiras subjetivas de crenças,sexo,etnia
e outras;
 Exibira produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua autoestima;
 Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas
como gincana. Jogos e quadrilha;
 Constituir-se em momento de recreação comunitária.
 Constituir-se em temática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento:
explorar pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como
convite, folder, informativos, bilhetes e outros;
138
 Provocar discussões acerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo.
PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA
139
PÚBLICO ALVO:Professoresregentese alunosdo 1º ao 5º ano
APRESENTAÇÃO /JUSTIFICATIVA:
As novas tecnologiasvêm adquirindorelevânciaímparnocenáriosocial.Cotidianamentesomoslevadosa
nos apropriardehabilidadeseconceitosque,atépoucotempo,nãofaziam parte denossa realidade
.A escola,comoagenteresponsávelpelaformaçãodocidadão,nãopodeseeximirdaresponsabilidadede
oportunizar aoalunoo conhecimentoeo manuseiodosrecursostecnológicosdeinformaçãoecomunicaçãoquea
escoladispõe.
Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao
professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir
efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos
recursostecnológicosexistentes,o mero “frequentaro laboratório”nãoconstrói,porsi só aprendizagens.
Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como
orientaa SEEDF, é quenasceuo presenteprojeto.
OBJETIVO GERAL
Oportunizaraoseducandosoacessoaousodainformáticacomopráticasocial,além deinstrumentofacilitador
e enriquecedordaaprendizagem.
OBJETIVOSESPECÍFICOS
 Complementarosconteúdosdesenvolvidosem salacom pesquisa,usodeaplicativoseafins, etc;
 Desenvolver a habilidadedeutilizara internet de formaconscienteeresponsável;
 Atuar comomaisum referentedeinclusãodigitalnacomunidade;
 Potencializarosrecursostecnológicosexistentesnaescolaem favor da construçãodasaprendizagens;
DESCRIÇÃO DASAÇÕES:
No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos
curriculares,selecionados,apartir doProjeto PolíticoPedagógico.
O professor esua classeteráàdisposiçãoolaboratórioem horáriopreviamenteagendadoetodososseus
componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para
acompanharadevidautilizaçãodosequipamentosedasala. O planejamentoeaexecuçãopedagógicadesse
momentoserárealizadopeloprofessorregente, com auxíliodacoordenaçãopedagógica..
140
Periodicamente os professores terão oficinas, cujafinalidade é despertar nos professores o interesse em
trabalharcom ainformáticaeducativaemotivá-lospara o desenvolvimentodeprojetoscom seusalunos.
RECURSOSMATERIAIS:
Computadores;internet;datashow, quandonecessário.
RESULTADOSESPERADOS:
Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como
instrumentosdeapoioà própriaaprendizagem edeinserçãonomundodigital.
AVALIAÇÃO:
A avaliaçãoserárealizadaaofinaldecadaencontrocomosalunos,sendoobservadoointeresse,aparticipação
e odesempenhonaexecuçãodoscomandos.Com osprofessores,semanalmente,nascoletivas,eaofinaldos
encontrosespecíficoscomosdocentes.Seráavaliadaarelevânciadosatendimentosnoalcancedosobjetivos
propostos.
PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !
PROJETO NOSSO RECREIO É DEZ
APRESENTAÇÃO
Laboratório de Informática
141
O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e do
Adolescente,Artigo 16, incisoIV: brincar,praticaresporteedivertir-se.
A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa um
momentolúdicodegrandeimportânciaparaasocializaçãodosalunos.
Sendoassim,o ProjetoNossoRecreioé10visa contribuirparaqueosalunosdesenvolvam ashabilidadesde
bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de
coletividade,percebendoquecadaserhumanocontribui dentrodoambienteem quevive, para a paz nomundo.
Neste sentido,o SOE se organizoupara desenvolver as seguintesações:
- Apresentaçãodo projetoaos professores;
- Apresentaçãodo projetoaos alunos.
- Formaçãodosalunosmonitores(acada15dias).
A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos alunos
monitoreseda orientadoraeducacional.
JUSTIFICATIVA
O recreioporserum espaçolúdico,podepormeiodosjogosproporcionaraaquisiçãoderegras,a expressão
do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento, além de:
desenvolver atitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de cortesia;
desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse em adorar
posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal; desenvolver o
raciocíniológico;reconheceraimportânciadotrabalhoem grupo, sem discriminações físicas, sociais,culturaisou
de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de liderança; favorecer a
expressãoartísticae cultural; estimularainteligência,curiosidade,ainiciativaea autoconfiança.
Após três anos de efetivo desenvolvimentodo projeto, observa-se a diminuiçãode brincadeirasagressivase
comportamentosinadequadosduranteointervalo. Além disso,com baseem relatose nanecessidadedetrabalhar
preventivamenteos conflitossurgidosduranteeste período,as brincadeirasorganizadasea participaçãoativados
alunos contribuíram para que o tempo e espaço do recreio se transformassem em um momento prazeroso e
divertido.
O momentodorecreioélegalmenteembasadonosPareceresdoConselho NacionaldeEducação/Câmara
de EducaçãoBásica,PareceresCEB05/97, 02/2003 e parecerCFE 792/73. E requera presençade professores
acompanhandoparaquesejaconsideradoatividadeletiva.
142
Objetivo Geral:
Dinamizar o recreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e
minimizaçãodecomportamentosinadequados,contribuindodestaformapara promoçãodeumaculturadepaz no
ambienteescolar.
ObjetivosEspecíficos:
 Resgataro recreiocomoespaço relevanteparao desenvolvimentobiopsicossocialdoeducando;
 Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais
solidáriaeharmoniosa;
 Conscientizar os alunos quanto à importância da preservaçãodo patrimônio escolar assim como sobre a
conservaçãoea limpeza;
 Estimularodesenvolvimentode valores comoresponsabilidade,cooperação,iniciativa,amizade,respeito,
cuidadoconsigomesmoecom ooutros.
 Incentivar a participaçãodosalunosdasturmasde4º, 5º Anos e CDIS no monitoramentodasatividades;
 Diminuiraviolênciaproporcionandoum ambientemaisagradávelatodos.
METODOLOGIAECRONOGRAMA
 Com os alunos:
Seráfeito o convite aos alunosdasturmasde4ª,5ª ano, inicialmente,podendoserestendido aosalunosdasturmas
de 3º ano, paraparticiparem doprojeto“Nosso Recreioé 10”. Após, teremosum primeiro encontro,ondeexplanarei aos
alunossobreo projeto, seus objetivose finalidades.Tambémcombinaremoscomoseráaaplicação ea organização.
 Com osprofessores:
Os professoresparticiparam incentivandoseusalunosaparticiparem ecolaboraremcomamanutençãodo
projeto.Para os alunosque nãoparticiparãodomonitoramento,cabeusufruírem dasbrincadeirasdeformapacífica
respeitandooscolegasqueestãoorganizandoo espaço.
 Com adireção:
Junto com direção,estabeleceremososespaçosfísicosqueserãoutilizadosnaescolaeosbrinquedos
aserem adquiridosparaqueasatividadessejamrealizadas.Seránecessáriatambém,aaquisição/confecção
de coletes,paradestacaros alunosmonitores.
ATIVIDADESSUGERIDAS:
- Jogo de basquete,defutebol, pulacordas,pulaelástico,jogosde damaseraciocíniológico,totó, ping-ponge
músicaclássicaduranteointervalo.
143
CRONOGRAMA:
ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES
Elaboração do projeto Março SOE
Exposição para alunos e
professores
Março SOE
Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos
Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos
Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos
PÚBLICO ALVO:
Contaremoscom aparticipaçãoativadosalunosdo 4º e 5º anosna monitoriaecom acolaboraçãoe
empenhodosdemaisparaqueomomentodointervalose torne maistranqüilo.
RECURSOSHUMANOS:
Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos alunos,
dos professores,dos paise dadireçãodaescola.
RECURSOSMATERIAIS:
-Bolas (basquete,futebol); cordas;elásticos; ping-pong;totó; jogos de damas; jogosde raciocíniológico;CD’se
aparelhodesom;coletes; caixasparaorganizaros brinquedos;
- Textos,vídeos, slides, informesaospais.
ACOMPANHAMENTOEAVALIAÇÃO:
No decorrer do projeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo,
registrandoasobservaçõesecasohajaalgumconflito.Seráobservadooníveldeinteressedosalunosem participar
do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores conscientizando e
incentivandoosalunos. A cadatrêsmesespoderemosfazer umaavaliaçãocomtodoogrupopara verificarmosse
as atividades desenvolvidasduranteo recreioestãoatingindoos objetivospropostos.
144
Monitor do projeto orientando colega
PROJETO CIDADÃO DO FUTURO / PROERDAlunos monitores do Projeto recebem certificado
145
JUSTIFICATIVA:
A EscolaClasse10 é umaentidadeque atendealunosdo 1º ao 5º ano. O principalobjetivoda instituição
é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que educar envolve o
confrontodeideiase a resoluçãodeproblemasparaqueoalunose sintacapazde desenvolver suas habilidades.
A nossa grandepreocupaçãoéa formaçãodecidadãoséticos,competentes,solidários,críticos,criativos
e preparadosparavenceremosdesafiosenfrentadosnocotidiano.Sabe-sequeosdesafiosqueseapresentamaos
alunosda faixaetária queatendemossãodiversos, desdeo enfrentamentodoBullying até resistência àsdrogas.
A resistênciaàs drogaséumadasquestõesedesafiosqueosalunosvem enfrentadoaolongodainfância
e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos nossos alunos
formando-os paraquese sintam fortes e preparados,com conhecimentonecessário parasaberem decidirsobre
qualrumotomar.
Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem
com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a
formaçãocidadãdonossoalunado.Assim,oProjetoPreparandooCidadãodoFuturo,alémdepreveraçõesdiretas
com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informaçãodos pais e
responsáveis.
O PROERDvem deencontroaessenossoobjetivoqueéo decontribuirparaaprevençãodousoindevido
de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal de formar
cidadãoscompetentesepreparadosparaviver em sociedade.
O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e
Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos
preventivos relativosàs drogas.Essa conformidadecomodocumentoPolíticadePromoçãodaCidadaniaeCultura
da Paz aparecetambémnotrato com otemaBullying, dandoexistênciaàorientaçãodeprevenireinformar.
“A educaçãoéaarmadapaz”.-Montessori,2002.
OBJETIVOS:
GERAL:
 Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do
caráter.
ESPECÍFICOS:
 Desenvolver ações previstas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme
manual encaminhado aos gestores;
146
 Promover aquisição de competências e habilidades requeridas para solução de problemas
impostos pela sociedade hodierna;
 Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de
convivência;
 Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas;
 Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e
resistir às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor.
PÚBLICO ALVO:
O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto
pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores;
METODOLOGIA/ Plano de Trabalho
 Aplicação de atividades desenvolvidas no âmbito sala de aula;
 Palestras aos pais;
 Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional;
 Curso PROERD – Polícia Militar DF;
 Projeção de filmes, campanhas anti-drogas;
 Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no
currículo.
APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO:
Recursos Materiais:
Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de
vídeo;
Recursos Humanos:
Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de
orientação educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral.
AVALIAÇÃO:
A avaliaçãoseráfeita através de observaçãonamudançadecomportamentodosalunos,sondagem junto
às famílias em reuniõese encontrosde pais, também através da participaçãoeinteressedos alunos nas diversas
atividades constantesnoprojeto.
SEMANA DA CRIANÇA
JUSTIFICATIVA:
147
A SemanadaCriançainsere-senoProjetoPolíticoPedagógicodaescolanosentidodeconcretizarodireito
ao lazer infantil,previsto naDeclaraçãodosDireitosda Criança,ondeprevê-se,ainda,o esforçoquea sociedadee
autoridadespúblicasfaráa fim de quea criançaexerciteessedireito.
OBJETIVOS:
Evidenciaros direitosdacriança,em especialodireitoaolazer infantil;
Estimulara autoestima;
Propiciaroportunidadedeconfraternizaçãobaseadanaurbanidadeerespeito.
DESENVOLVIMENTO:
Plenamente financiado pelos lucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de
outubro,semprepróximoaodia12.Asemanaéconstituídadeatividades lúdicascomopasseios,lanchesespeciais,
culminandocomumarecreaçãocom brinquedosinfláveisecamaselásticas.
Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da semana
são pensadasparaatenderas diversas faixas etáriasbem comoasdiferentesnecessidades.
MOSTRA CULTURAL
JUSTIFICATIVA:
148
A Mostra Cultural da Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades de expressão da
criatividade;ondeé possível congregaropensamentolúdicocompráticasinterdisciplinares.
A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são
realidadesobservadasporocasiãodarealizaçãodaMostra.
É um evento sem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o
envolvimentodoalunoem atividadesde cunhoartísticocom foconoestabelecimentoderelaçõesentreasáreasde
conhecimentodocurrículoedesenvolve a confiançaem suascapacidadespessoais.
OBJETIVO:
Socializarcom acomunidadeescolarsaberes,práticaseexperiênciasconstruídosaolongodoano.
Ocorregeralmentenosúltimosmesesdoanocom apresençadetodacomunidadeescolar.
DESENVOLVIMENTO:
O desafio da MostraCulturalé transpor os conteúdosmais significativosde cadaturmaou ano para uma
linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade presente consiga perceber uma
pequenaparceladosaspectostrabalhadosaolongodoanoletivo.
149
A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma
os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas,
vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam
contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando
uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.
PROJETO DE TRANSIÇÃO
Escolasequencial:CEF 03
BREVE HISTÓRICO
A Escola Classe10trabalhacom oProjetoRemanejamentoNaturalhácercade8anos.Em 2012,ocorreu
o primeirocontatoentreas coordenaçõespedagógicaseServiçode OrientaçãoEducacional deambasasescolas
onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores de ambas as
instituições.Noano anterioro ProjetoRemanejamentoNaturalnãoseconcretizou.Em 2017o Projeto passa a ser
denominadoTransiçãoEscolar.
JUSTIFICATIVA
O projeto nasceudodesejo de tornar menosimpactanteomomentodetransiçãodo aluno do 5 ° para o
6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus
pontoscomuns,irmanadosnolema“igualdadenadiversidade”.
O Projeto RemanejamentoNaturalencontraseupontode apoiono ProjetoPolítico PedagógicoProfessor
CarlosMota,que,aodiscorrersobreoEnsinoFundamentaldefendeaimportânciadeorientarasaçõespedagógicas
a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em transição dos anos
iniciaisparaosfinais, aproximandoasinstituiçõesdeensino.
Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural sempre encontrou-se sob a
responsabilidadedoServiçode OrientaçãoEducacionalcom oapoio daCoordenaçãoPedagógica.Pororientação
da RegionaldeEnsino,em 2017a responsabilidadepassaàsEquipesespecializadas.
OBJETIVOS
150
 Promoveraçõesqueoportunizem adaptaçãodosalunosemtransiçãodo5°parao6°anovisando
garantir avanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais e no
desenvolvimentopessoal;
 Estreitar o vínculoentrea EscolaClasse10e o Centro deensinoFundamental03deTaguatinga.
AÇÕESA SEREM DESENVOLVIDAS
1. Visita ao CEF 03 pararealizar o contatoinicialeoajuste deações
2. AplicaçãodaEscaladeHabilidadesdeEstudoe repassede parecerparacadaestudante
3. SEMINÁRIOSDEHÁBITOSDE ESTUDOS:Desenvolvidas pelosprofessoresregentes da EC10, a partir
de pesquisaguiadaporwebqueste seguidadeapresentaçãodeseminários,visandoprepararo alunodo
5°anoparaa rotina de estudosdo 6°ano;
4. REDAÇÃO SOBRE HISTÓRIAS DE VIDA: As professoras regentes dos 5o anos mediariam a produção
textualde um memorialouredaçãosobreatrajetóriaescolardosestudantesesuasexpectativasdefuturo.
5. AJUSTE DE EXPECTATIVAS: Promover um encontrodeprofessoresdo CEF 03 e da EC10em um dia
de coordenação coletiva para trabalhar a temática da passagem e fazer ajustes de expectativas de
aprendizagem.Osprofessores do 5° ano descrevem comoosalunosdeixarãoo segmentoe professores
do 6° anodescrevem oque esperam dosestudantes;
6. RODASDE CONVERSA: promoverrodasde conversaentre os alunosdo 5˚ e 6˚ anos,bem comoalguns
professores do CEF 03, utilizandotécnicasdeentrevista, supervisionadospelacoordenaçãopedagógica
e docentes,paraqueos alunostirem dúvidas e saibam comoéaexperiênciadeadaptaçãoaum CEF;
7. VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a
possibilidadedavivênciadeumaaulacomoprofessordeáreaespecífica,possibilitaraex-alunosfalardas
principaisdiferençasentreumaECe um CEF;
8. VISITA AO CEF 03: Visita realizada no mesmo dia da visita. Visa apresentar a instituição de ensino
sequencialaosalunosem ambientando-osediminuindoaexpectativaem relaçãoàtransição.
9. ATIVIDADESNASALADE RECURSOSCOM ENEEsE SEUS RESPONSÁVEIS:
10. RODA DE CONVERSA COM OS RESPONSÁVEIS por ESTUDANTES DO 5º ANO: Realizar roda de
conversacom osresponsáveispelosestudantes,visandoabordaramudançanoacompanhamentoescolar
e tirar dúvidas sobrea transiçãoparao 6º ano.
11. ENCONTRO DEPAISCOM O TEMAHÁBITOSDEESTUDO
12. REUNIÃO COMACOORDENAÇÃO PEDAGÓGICAEORIENTAÇÃOEDUCACIONAL DOCEF 03APÓS
ESTRATÉGIADEMATRÍCULA: Realizarreuniãoentrea EEAA da EC10 e a coordenaçãopedagógicae
OE doCEF 03 pararepassarcasosde ENEEs e outros estudantesquedemandem atendimentoespecial.
PROFISSIONAISENVOLVIDOS
EEAA EC 10
AEE/ SR EC10
151
CoordenaçãopedagógicaEC10
Supervisão pedagógicaEC10
PARCEIRAS
Serviçode OrientaçãoEducacionalCEF 03
CoordenaçãoPedagógicaCEF 03
PROJETO HORTA ESCOLAR
PÚBLICO-ALVO:
Alunos da Escola Classe 10 de Taguatinga
JUSTIFICATIVA:
Um númerocrescentedeeducadorestem refletidoemuitasvezes buscadocumpriroimportantepapelde
desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e
internoda salaouda escola,cuidadodasrelaçõeshumanasquetraduzem respeitoecarinhoconsigomesmo,com
o outroe com omundo.Areflexãosobreo ambientequenoscercaeorepensarderesponsabilidadeseatitudesde
cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos
envolvidos.
Neste contexto,o cultivo dehortas escolarespodeserum valioso instrumentoeducativo.O contatocom a
terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto
com assementesquebrotamcomomágica,apráticadiáriadocuidado –regar,transplantar,tirarmatinhos,espantar
formigas é um exercício de paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de
pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são instrumentos que,
dependendodoencaminhamentodadopeloeducador,podem abordardiferentesconteúdoscurricularesdeforma
significativae contextualizadaepromovervivências queresgatam valores.
Os valores da emocionalidadecom aTerra:a vida, a morte, a sobrevivência, os valores da paciência,da
perseverança,dacriatividade,da adaptação,datransformação,darenovação.
OBJETIVO:
O Projeto HortaEscolarfoi concebidocomafinalidadedeintervirna culturaalimentarenutricionaldos
alunos,com basenoentendimentodequeé possível promover a educaçãointegraldecriançasejovens de
escolasecomunidadesdoseuentorno,por meiodashortas escolaresincorporandoaalimentaçãonutritiva,
saudável e ambientalmentesustentávelcomoeixogeradordapráticapedagógica.
152
Por meio desse projeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente
natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas
assim comotécnicasdeproteçãodaestruturadosolo, levar os alunosaperceberem ahortacomoum espaçovivo,
onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de
alimentaçãosaudável.
OBJETIVOSESPECÍFICOS:
-Levar aos alunosa vivencia e o contatodiretocom omeioambientenatural.
-Oportunizarao alunoa conquistadoseuespaço,preservandoo meioambienteondevivemos.
-Desenvolver de modointegrado,aconsciênciadaresponsabilidadeparacomomeioambiente,respeitandoo
espaçoasua volta.
-Promover a responsabilidadesocialpelaparticipaçãoem grupo,incentivandoorespeitopelooutroe o diálogo.
-Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambientalatravésde observações,ações
concretasepraticasaserem realizadasno ambienteescolar.
-Levar os alunosaperceberem ahortacomoum espaçovivo, ondetodos os organismosjuntosformam uma
cadeia,proporcionandoumaproduçãosustentávele fonte de alimentaçãosaudável.
_ Dar oportunidadeaosalunosdeaprenderacultivar plantasutilizadascomoalimentos;
_ Conscientizardaimportânciadeestarsaboreandoum alimentosaudávelenutritivo;
_ Degustaçãodoalimentosemeado,cultivadoecolhido;
_ Criar, na escola,umaáreaverde produtivapela qual,todos se sintam responsáveis;
_ Contextualizaros conteúdosaosproblemasdavida urbana;
PROCEDIMENTOS:
Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo
seráacompanhadopelomonitordahortaeomonitordaEducaçãoIntegral.Asaulasserãoministradaspelomonitor
da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas, serão
utilizados paraenriquecerolancheedemaisrefeiçõesdosalunos.
AVALIAÇÃO:
A avaliaçãoseráfeita através da observação,relatooral dosalunos, doprodutofinal da horta e o bom
uso daprodução.
153
PROJETO QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO
(Projeto da Equipe Gestora para implementação de Objetivo Administrativo definido no Plano de Gestão)
OBJETIVO:Assegurar a melhoradaqualidadedevidano ambientedetrabalho
AÇÕESIMPLEMENTADAS
 Melhoria das condições do ambiente de trabalho em cada setor de acordo com a necessidade e
possibilidadesfinanceiraseadministrativas;
 Criaçãodeespaços-temposparaintegraçãoentreosservidores;
 Promoçãoderelacionamentosinterpessoais;
 Valorizaçãoos trabalhoscoletivose individuaisdesenvolvidospor cadafuncionário.
 Criação de Fundo Social com cotização entre os funcionários a fim de bancar os eventos de
confraternizaçãoocorridosaolongodoanoletivo;
 DesenvolvimentodoProjeto AmigoAnjo;
 DesenvolvimentodoIntervalo Social
 DesenvolvimentodaFesta dos Aposentados
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
FUNDO SOCIAL
154
O FundoSocialfoicriadocomoobjetivodebancaroscustosfinanceirosdoseventosrealizadosem função
dos projetos,tendo a equipegestoraciênciadaimpossibilidadedeusodeverbas públicasparataisfins.
O dinheiroarrecadadoparaofundovem das contribuiçõesmensaisrealizadaspelosprópriosfuncionários
e da venda de objetosnos Bazares, com produtosdoadospelosprópriosfuncionários.
O Fundo Social financia o café e o chá consumidos diariamente pelos funcionários, as homenagens aos
colegas do grupo que passam por momentos especiais como casamento, luto ou formatura, as confraternizações
comemorativas,oDia dosServidores, a Festadas Aposentadas, lanchesesporádicosnascoordenaçõescoletivas.
CONFRATERNIZAÇÕES COMEMORATIVAS
SãodefinidasalgumasconfraternizaçõescoletivascomoAcolhidaaosFuncionários,FestadosServidores,
Coletivas Culturais,Revelaçãodo“AmigoAnjo”,encerramentodossemestres,CelebraçãodaPáscoa,homenagem
a paise mãesfuncionários,etc.
PROJETO AMIGO ANJO
O projeto surgiu da impossibilidade de poucas pessoas terem um olhar cuidadoso sobre toda equipe de
servidores. Assim, todos os funcionários são convidados a cuidar de um servidor ao longo do ano através de
mensagensdeorações,bilhetinhoscarinhosos,lembrandodatasimportantesnavidadapessoaprotegidadeforma
anônima.Ao finaldo períodoestipulado,realiza-seumafesta para revelaçãodos“anjos”.
INTERVALO SOCIAL
O intervalo socialaconteceàssextasfeiras, duranteo intervalo das crianças.
Os funcionáriosreúnem-separaum breve momentodeinteraçãoeconfraternização,com música,lanche
e boaconversa. O lancheéderesponsabilidadedoprópriogrupoque seorganizaem escala.
155
FESTA DOS APOSENTADOS
Surgiuda necessidadedehomenagearereconheceroservidor quededicoutodaumavidade trabalhoao
desenvolvimentodaeducaçãonoDistritoFederal.
Nesse momento busca-se um resgate da história desse profissional dentro da Secretaria de Educação,
bem como dentro da instituição. O servidor é homenageado com placas, músicas, vídeos, registros fotográficos,
depoimentoseoutros.Fazjusà homenagemoservidorqueaté o mêsde outubrodoanovigente completeotempo
necessário para requerer sua aposentadoria, ainda que opte por continuar trabalhando. Aação é financeiramente
assumidapeloFundoSocial.
156
CHAFÉ DA FAMÍLIA
JUSTIFICATIVA:
Evento quebuscahomenagearpaisemães foradeumaperspectivaconsumista.As criançascantampara
os paise a comunidadecontribuicomgênerosparaum cafédamanhãouchádatarde coletivo.
“Promoverreuniõesqueincentivemaparticipaçãodasfamíliastantonasatividadesfestivascomonaquelas
que se referem aos processos pedagógicos”, é uma das propostas da SEEDF a fim de aprimorar os mecanismos
de comunicaçãoefortalecerasrelaçõesescola-famíliacomoobjetivode geraro protagonismofamiliar.
Esse evento conta com a participação do outro genitor e/ou dos demais cuidadores da criança não
excluindofamíliascom configuraçõesfamiliaresnãotradicionais.Criançascujosgenitoressãofalecidos,quevivem
com um dos pais, com avós ou com dois pais ou duas mães, ou crianças abrigadas podem trazer a pessoa ou
pessoas de referência para a homenagem. A experiêncianos tem dito que configurações familiares diversas não
impedem que a criança reconheça publicamente as pessoas que exercem os papéis paterno e materno em suas
vidas.
A escolareconhece apossibilidadedehavernessemomento,explicitaçãodesofrimentodealgumacriança
por conflito ou ausência familiar. Entende, entretanto, que tal sofrimento não é causado pela homenagem em si;
maséexplicitadapelocontexto,oferecendoàescolaachancedesugerire/ouencaminharintervençõesadequadas,
se necessárias.
O Chafé da Famíliaéum reconhecimento àssignificativasmudançasquetêm ocorridonasociedadeeque
refletem famílias com as mais diversas configurações (organização, práticas, valores, crenças, costumes...), pois
acolhenoambienteescolara famíliareconhecidapeloaluno.AEC10 oportuniza incluira famíliacomoparceirada
escolareconhecendoseupapel deproversustento, dignidadeerespeitoaosseus membros
OBJETIVO GERAL:
Oportunizar à criançaavivênciade atividadeslúdico-pedagógicasaoladodesua família,fortalecendoos
vínculosfamiliares,resgatandoefortalecendoaautoestima.
157
CELEBRAÇÃO DE PÁSCOA
A TRANSFORMAÇÃO DO EU NA CONVIVÊNCIA COM O OUTRO
JUSTIFICATIVA:
Ao sequestionarporquetratar de umacelebraçãoreligiosanoambienteescolar,jáqueoestadobrasileiro
é laico, encontramos a justificativa de ser impossível ignorar os fenômenos culturais de nosso país. O tema está
presente na sociedade constituindo-se, além de fenômeno religioso, um fenômeno comercial de vendas de
chocolate.
O currículo é contemplado com a “percepção do sagrado nas diversas culturas.” Aliado a isso, pode-se
trabalhar conhecimentos gerais, curiosidades, tolerância (que aparece fortemente ao ouvir / compartilhar a
experiênciadecadaum comessefenômenocultural.).
Segundonossocurrículo,“Sea ConstituiçãoFederalinstituiuum Estadolaicoeao mesmotempoobrigou
os entes federados a ofertarem o ensinoreligiosonas escolaspúblicas,issoocorreuno sentidode permitirque os
estudantesconheçamaexistênciadereligiõesecrençasdiferentesdaspraticadasporseusfamiliarese,com isso,
aprendam arespeitá-las.”
Em 2017, durante o processo de revisão do PPP, o grupo levantou a discussão acerca do evento,
chamando a atenção para o cuidado que se deve ter com esse momento, já que a proposta da escola é levar à
reflexão detoda escolaenão imporcomonaturalacomemoraçãodeumadatacristã. Chegou-sea um consenso
pelamanutençãodoeventono calendárioescolarrespeitando-seosseguintespontos:
 Em saladeauladar atodas ascriançasaoportunidadedemanifestaraimportânciaounãodaPáscoa
em suafamíliaeem sua religião(secomemoraounão,comocomemora,qualoseuentendimentoda
data, etc);
 Promover o respeito à fala do outro, mesmo que diferente da maioria; pois somente assim a criança
vai “conhecer a existência de religiões e crenças diferentes das praticadas por seus familiares e
aprendera respeitá-las”–comopropõeocurrículo;
 O momentodapartilhadopãoedosucodeuvafoiampliadoparaapartilhadeum lanchemaisvariado,
mantendoaideiadeCOMPARTILHAR,masevitandoumaaproximaçãomaiorcom dogmasreligiosos
específicos,com osquaisnem todostenham afinidades.
A Celebraçãoda Páscoa na Escola Classe 10 de Taguatinga, não tem intenção doutrinária, entendendo-
se que tal ação cabe à família. O objetivo é o compartilhamento de experiências entre os alunos, num clima de
respeitoe tolerância,ampliandoouniversode conhecimentodetodos.
A reflexão acerca da exploração comercial pode ser abordada, despertando a conscientização acerca do
consumoexacerbadoeo papelda publicidadeepropagandanesseconsumo;visando a formaçãodoconsumidor
conscienteesustentável.
CONTEXTO:
Conforme pesquisa realizada para construção do PPP, 88% da comunidade escolar declarou professar
alguma religião, 8% declarou ateísmo. As religiões declaradas foram: Católica (38%), Evangélica (de diferentes
denominações , 34%) e Espírita (11%). Localizamos no ano anterior, em menor número, crianças de religiões
judaica, budista e umbandista. Temos na escola crianças de nacionalidades diferentes: espanhol, colombiano,
cubano, além de crianças oriundas da Jordânia . É interessante que tais crianças possam compartilhar suas
experiênciasculturaiscomaturma.Chamamosaatençãoparaofatocomprovadoem nossaescoladequecrianças
158
(e suas famílias)pertencentesa religiõesdematriz africanararamentemanifestamsuareligiosidade.É importante
garantirvoz a essas criançascriandoum climadeconfortonoqualelassintam-serespeitadas.
PROGRAMAÇÃO:
MATUTINO
9h – Pátio paraContaçãodeHistória
9h30min-Partilhadolanche
VESPERTINO
14h-PátioparaContaçãodeHistória
14h30min-Partilhadolanche
Cada professor, com sua turma, escolhe um ambiente da escola, podendo ser a própria sala, o pátio
coberto,a quadra,o campinho.
Nessemomento,aborda-seotemaem questão, a Páscoa.
Sugerimosqueo professor possa inicialmenteconduzirumaconversano sentidode que cadaum que se
sentir a vontade possa falar sobre a páscoa em sua família, em sua religião (_ Em sua família, a páscoa é
comemorada?_SuareligiãocomemoraaPáscoa?_Qualsignificadodapáscoanasuareligião?).
Reforçamosaimportânciadessemomentoondecadacriançapossater voz. Lembramosqueenquantoa
páscoatem um significadomuitograndeparao católico,algumasdenominaçõesevangélicasnãocomemoramou
comemoramdeformadiferenteessemomento.Jáidentificamosnaescolacrianças queemborasejamevangélicas,
têm avós judaicos(ouseja, a comemoraçãoaqui sedápelalibertaçãodoEgito e nãopela RessureiçãodeCristo).
Os Espíritas têm uma interpretação diferente da ressurreição e não há comemoração específica para essa data,
masrespeitaasmanifestaçõesdereligiosidadedasdiversasigrejascristãs,etambém nãoproíbequeseus adeptos
manifestem suareligiosidade.
Pesquisa com o tema Páscoa, realizada anteriormente, pode embasar o professor para lidar com as
questõesque surgirem nessemomentodecompartilhamento. Após a conversaa turmacompartilhaolanche.
O tema e história escolhidos devem ser pensados para acolher de forma adequada todas as visões
religiosasdapáscoapresentesnaescola.Poisao encararapáscoanoseu simbolismo:
A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a libertação da ignorância, das mazelas humanas, para
o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a
transformação.
A PáscoaCristã,representaa vitóriada vidasobrea morte, dosacrifício pela verdadee pelo amor. Jesus
deNazarédemonstrouquepode-seexecutarhomens,mas nãose conseguemataras grandesideiasrenovadoras,
os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
Nesseponto comum,adiversidadede religiõesseencontra.
159
AUTO DE NATAL SOLIDÁRIO / Aula Passeio: Lar dos Velhinhos
O Auto de Natal é o evento que tradicionalmente encerraas atividades letivas da escola. No mesmo dia,
logo após a encenação do Auto, acontece a Reunião final de Pais e Professores. É também o maior momento de
confraternização da comunidade escolar (pais, alunos, professores e demais funcionários) que compartilham um
deliciosocaldooferecidopelainstituição.
O Auto de Natalacontecesem pretensõesdoutrinárias,emboraenceneonascimentodeCristo,conforme
relatosbíblicos.
Ao questionar por que realizar uma celebração de fundo religioso no ambiente escolar, já que o estado
brasileiroé laico,encontramosa justificativade ser impossívelignorar os fenômenosculturaisdenosso país; país
esse, de baseincontestavelmentecristã.
O temaestá presentenasociedade,constituindo-se,além defenômenoreligioso,um fenômenocomercial.
O currículo é contemplado com "a percepção do sagradonas diversas culturas",uma oportunidade única
paradiscussãodosignificadodessadatanadiversidadereligiosadenossaescola.
Aliado a isso, trabalha-sea tolerância queaparecefortementeaoouvir/compartilharossignificadosdesse
fenômenocultural.
Algunsanosatrás aescoladesvinculouoeventodafiguraicônicadePapaiNoeledosimbolismocomercial.
Dessaforma, a comunidadeéincentivadaadesenvolver os sentimentosdesolidariedadeecaridade,doandoitens
de higienepessoalpara entregaem umainstituiçãode caridade.Essa instituiçãotem sido há dois anoso Lar dos
Velhinhos, localizada nas imediações da escola, tem sido possível estabelecer vínculos reais com a mesma em
visitações.
A encenaçãodoAutodeNatalérealizadoprioritariamentecom osalunosespeciaisecomgruposdealunos
cantandoumacançãonatalina.Todososalunosdaescolasãoconvidadosaparticipar.
Pesquisa realizada junto à comunidade no segundo semestre 2017, informou que 88% é seguidor de
alguma religião, sendo: 38% de católicos, 34% de evangélicos, 11% de espíritas, 17% não declarou filiação
doutrinária. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabemos, informalmente que na escola temos, em menor
número,seguidoresdereligiõesjudaicas,budistasedematrizafricana.
A EscolaClasse10deTaguatingareafirmaorespeitoadiversidadereligiosaesecolocaàdisposiçãopara
qualquerdiscussãoacercadoevento.
O evento teve tamanharepercussãodentrodacomunidadeescolarquemotivou a revisão do evento Auto
de Natalparao ano 2018.Com a revisão, a visitação passaa ser realizadapor todas as turmasdaescolaaolongo
do ano em datas previamente definidas, juntamente com o estudo e reflexão do Estatuto do Idoso. As visitas das
turmas passa a integrar o calendário escolar, ocorrendo na base de uma visita por mês, como Aula Passeio , até
quese contempletodasasturmasda escola.
160
ENCONTRO DE PAIS
( Projeto da Equipe gestora em parceria com as equipes especializadas, SOE e Conselho Escolar que busca
implementar objetivo pedagógico a ser alcançado )
OBJETIVO:
Promovera educaçãointegraldoeducando,atravésdotrabalhoconjuntoentreescolaefamília,dotandoa
famíliade conhecimentosteórico-práticoscapazesdesubsidiaroacompanhamentoescolardoaluno.
JUSTIFICATIVA:
O encontro nasce do desejo de concretizar as propostas presentes nas Diretrizes de Avaliação da
SecretariadeEducaçãodoDistritoFederal:“Aocompreendermosqueagestãodemocráticanãoacontecedeforma
espontânea, sendo, antes, um processo de construção coletiva, é preciso oportunizar mecanismos institucionais
que não somente viabilizem , mas também incentivem práticas participativas efetivasdas famílias, a partir da
escutasensível dessessujeitos,tornando-seco-responsáveispelaaprendizagemdosfilhos/estudantes.”
Além disso, o Encontro de Pais é uma forma de intervenção no aspecto do pertencimento territorial
identificado na Avaliação Institucional: a Escola Classe 10 de Taguatinga, apesar de não estar situada em área
considerado pela SEEDF como Território com alto índice de vulnerabilidade social (TEVS) atende crianças
pertencentesaestes territórios.
METODOLOGIA:
No decorrerdoanoletivo são identificadospelasdiferentesequipesescolares,temasderelevânciaparaa
comunidadequepodeminfluirnaqualidadepedagógicaoufamiliardopúblicoatendido.Sãocontatadosprofissionais
capacitados que durante uma hora “batem um papo” com os pais. Demais funcionários da instituição são
convidados.Oshoráriossãodefinidosem funçãodademandaeatéo momentotem ocorridoapósoturnodatarde.
A escolaorganiza-sequantoà pontualidadeeaofinalcompartilha-seum lanche.
161
ANIVERSÁRIO DA ESCOLA
JUSTIFICATIVA:
Nos últimos anos, principalmente durante os processos de construção e atualização do Projeto Político
Pedagógico,foiconstatadaadificuldadeem acessarregistrosligadosàhistóriada escola.Mesmoapóspesquisas
realizadas junto à Regional de Ensino e à Administração Regional, a data de inauguração do prédio escolar
permaneceumaicógnita.
Assim, a data definida para comemorar o aniversário da instituição é 07/07/1980, data em que o prédio
situadona QSD18, AE 23, passoua funcionarcomoEscolaClasse10deTaguatinga.
Durante o processo de pesquisa, foram localizadas pessoas que relataram que o prédio existe desde a
décadade 60. Muitosex- alunosdeclararam amorparacom aescolae muitospais de alunosfizeram questão de
relatarqueescolheram estaescolaparaosfilhosestudarem porquesuatrajetóriaestudantilnaescolaClasse10de
Taguatingafoimarcante.Algunsdenossos atuaise ex-funcionáriosestudaramaqui.
OBJETIVOS:
 Evidenciaro carinhodacomunidadeparacom aescola;
 Ressaltara importânciadaescolanoentornonoqualestáinserida;
 Criarsentimentosdepertencimento;
 Valorizar a trajetóriaestudantile profissionaldosalunose funcionários;
 Reforçarlaçosda comunidadecom aescola,laçosessesqueauxiliam napreservaçãodobem
público;
 Celebraraeducaçãodequalidadedesenvolvidanainstituiçãoevidenciadaatravésdos avanços
nas aprendizagens.
162
Pedagogicamente,encontramosnoCurriculoem MovimentodaSEEDF,conteúdosaserem desenvolvidos
dentrodo tema.
FESTA DE ANIVERSÁRIO EC10
POSSIBILIDADES DE TRABALHO DENTRO DO CURRICULO EM MOVIMENTO
BIA
LEITURA PRODUÇÃO
ESCRITA E ORAL
Textoverbal: (escrita),nãoverbal (imagem)
e multimodal (escritaeimagem),
concretizadosem diversosgêneros,em
diferentessuportes.
Leiturae escrita de listasdiversas de
acordocom algunscritérios:ordem
alfabética,contextosemântico,etc.
Bilhetese convites: leiturae produçãode
acordocom ocontextodeuso.
Gênerosqueapresentam INSTRUÇÃO/
INJUNÇÃO em sua organizaçãointerna:
receitas,regrasde jogos,manuais –
leitura,compreensãoeprodução.
Reportagens:temassignificativo) –
leitura,compreensão,identificaçãoeescrita
de manchetes.
Cartazes educativos: produçãode acordo
com oassunto trabalhado.
Reportagens:temassignificativos.
Relatosde acontecimentosdocotidiano
Manuseiodesuportestextuais: folhetos, folder, cartazes, cartão,
panfletos.
Rodade conversa:regras paraescuta,
fala e manutençãodotema.
Entrevista
Manuseio,identificaçãoeescolha
de suportesde acordocom ogêneroeseu
contextode circulação:livros,revistas, jornal,gibi, folhetos, folder,
encartes,faixas, placas,cartazes, cartão,panfletos,mural,jornalda
escola,caderno,livro,etc.
CONHECIMENTOS LINGUISTICOS
ARTICULADOS COM TEXTOS
Todosdescritosnocurrículo
LITERATURA Livros infantis: escutae manuseio
Compreenderaespecificidadedaautoria,arelaçãointrínsecaentre
o autor e a obra.
4˚ / 5˚ anos
LEITURA, PRODUÇÃO ESCRITA E ORAL
Planejara escritadotexto
considerandootemacentral,o
gênerotextual e os prováveis
destinatários/ interlocutores.
Escrever textos em diferentes gênerosdeacordocom afinalidadeda
situaçãocomunicativa:convidar (gênero-convite),
informar(gêneros-cartaz, bilhete,notícia,de jogo, etc.).
Escrever atentandoparaelementosquecompõem aestruturae a
apresentaçãodecadagênero(oquecompõeumafábula,
um poema,umanotícia,umaregradejogo, etc.).
163
Notíciase manchetes:estudodegêneroenfocandooselementos
fundamentais(O quê?Com quem?Quando?Onde?Em que
circunstâncias?
Notícia:escritade texto de autoriaa partir de pesquisadedadose
organizaçãode
Informações.
Realizarentrevistas com ointuito deesclarecerdúvidasouampliar
conhecimento.
Criaçãodemanchetesparanotícias.
Compreenderoqueouve, argumentando,comparandoeconcluindo.
Entrevistas: planejamento,realizaçãooral,organizaçãodedadose
escrita.
Produçãode diárioerelatóriosa partir de fatos motivadores;
Suportes e portadores:criaçãodeespaçosparapublicação(mural,
varal, revistas, jornais,placas,faixas, folhetos, cartazes, etc.)
CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS
ARTICULADOS COM TEXTOS
Todososdescritosnocurrículo
CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS Letra de música:compreensãodocontextodaautoria:paródia.
ARTES
BIA
PLÁSTICAS E CÊNICAS
Criaçãolivrede desenhos,pinturas,colagem,esculturas,
modelageme
Construções.
Arte comomanifestaçãoda
culturae identidadedeum povo : matizes brasileiras.
Manifestaçõesfolclóricas,populares.
Criaçãodedesenhos,pinturas,esculturase
construçõesapartirde temáticaspesquisadas.
Exercitaratitudesde plateia.
EDUCAÇÃO FÍSICA
BIA
Regrasde convívio sociale escolar.
Desenvolver a cooperação,solidariedadeecompartilhamentodeaçõesnaspráticasdeatividadesmotoras.
Conceitodecooperaçãoecompetição,visandoaçõescooperativasem práticasdeatividadesmotoras.
EDUCAÇÃO FÍSICA
4˚ / 5˚ anos
Regrasde convívio sociale escolar.
Desenvolver a cooperação,solidariedadeecompartilhamentodeaçõesnaspráticasdeatividadesmotoras.
Conceitodecooperaçãoecompetição,visandoaçõescooperativasem práticasde atividadesmotoras.
Jogose brincadeiraspresentesnaculturabrasileira(pipa).
MATEMÁTICA
Para ensinar Matemática, o professor deve favorecer a problematização, trazer situações que provoquem os estudantes,
que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e
164
janelasparaquea culturasocialinvadaespaçosda sala de aula para que a Matemática se torne significativa e pulsante. A
forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar
como se faz, mas de provocar os estudantes a partir da criação de situações desafiadoras a descobrirem como
fazer. Assim surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias
aprendizagens e o desenvolvimento da autonomia. O importante é que a aprendizagem matemática seja fruto de
experiênciasprovocadaspelaescola,equeos registros,argumentações e sistematizações sejam antes de tudo de autoria
dos estudantes como sujeitos de suas próprias aprendizagens.
BIA
NÚMEROS E OPERAÇÕES
-Medidas de grandezas
(2 kg, 3 dias, 24
horas, meio metro, R$
5,00, etc...
Registros pictóricos orais ou escritos de experiências
matemáticas vivenciadas a partir de
situações-problema envolvendo adição (ações de juntar,
acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão
(ações de partilha).
GRANDEZAS E MEDIDAS
Medidasdetempo:-Reconhecimentodeinstrumentosde
passagem detempo:agenda,calendário,relógio,linhadotempo
-Sistematização de tempo (estabelecimento das
principais relações entre as unidades de tempo mais
significativas: hora e minuto; hora e dia;
dia, semana e mês)
-Leitura e horas em relógio analógico e digital.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Registrode formavariada da coletadeinformaçõesem
situaçõesdepesquisa,jogose brincadeiras.
Organização dos registros das informações.
Tabelas simples.
Gráficos de coluna (pictórico).
Construção de tabelas.
Seleçãoeem tabelassimplesegráficosdebarras ou colunas.
4˚/ 5˚ anos
NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leiturae escritanuméricadegrandesquantidades;
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Registrosde eventos na linhado tempo.
Construçãoeinterpretaçãodegráficosdecolunas,barrase
produçãodetextos.
Situaçõesproblemasenvolvendointerpretaçãode tabelase
gráficos.
MATEMÁTICA
Para ensinarMatemática,oprofessor deve favorecer a problematização,trazer situaçõesqueprovoquem os estudantes,
que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e
janelasparaquea culturasocialinvadaespaçosdasaladeaulaparaquea Matemáticasetornesignificativaepulsante.A
forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar
comosefaz, masdeprovocarosestudantesapartir dacriaçãodesituaçõesdesafiadorasadescobriremcomofazer.Assim
surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias aprendizagens e o
desenvolvimentodaautonomia.O importanteéqueaaprendizagemmatemáticasejafrutodeexperiênciasprovocadaspela
escola,eque os registros,argumentaçõesesistematizaçõessejam antesdetudodeautoriados estudantescomosujeitos
de suasprópriasaprendizagens.
BIA
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NÚMEROS E OPERAÇÕES
-Medidas de grandezas
(2 kg, 3 dias, 24
horas, meio metro, R$
5,00, etc...
Registros pictóricos orais ou escritos de experiências
matemáticas vivenciadas a partir de
situações-problema envolvendo adição (ações de juntar,
acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão
(ações de partilha).
GRANDEZAS E MEDIDAS
Medidasdetempo:-Reconhecimentodeinstrumentosde
passagem detempo:agenda,calendário,relógio,linhadotempo
-Sistematização de tempo (estabelecimento das
principais relações entre as unidades de tempo mais
significativas: hora e minuto; hora e dia;
dia, semana e mês)
-Leitura e horas em relógio analógico e digital.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Registrode formavariada da coletadeinformaçõesem
situaçõesdepesquisa,jogose brincadeiras.
Organização dos registros das informações.
Tabelas simples.
Gráficos de coluna (pictórico).
Construção de tabelas.
Seleçãoeem tabelassimplesegráficosdebarras ou colunas.
4˚/ 5˚ anos
NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leiturae escritanuméricadegrandesquantidades;
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Registrosde eventos na linhado tempo.
Construçãoeinterpretaçãodegráficosdecolunas,barrase
produçãodetextos.
Situaçõesproblemasenvolvendointerpretaçãodetabelase
gráficos.
CIÊNCIAS HUMANAS
Nessa abordagem, o trabalho com a área de Ciências Humanas compreende sociedade, tempo e espaço, trabalho,
diversidades socioculturais e religiosas, (gênero, sexualidade, religiosidade, geracionais e étnico-raciais), democracia,
nação,paisagem,espaçogeográficoeterritório, quepermitem desenvolvero pensamentohistóricoegeográfico,aolongo
dos anosiniciaisdoEnsinoFundamental.
Nessecontexto,oensinodaHistóriaserelacionaàconstituiçãodanoçãodeidentidadesindividuais,sociaisecoletivasque
envolvem o conhecimento histórico local e do cotidiano, do eu e do outro, dentro de um espaço temporal, enquanto o da
Geografia busca explicar e compreender relações entre sociedade e natureza, nas quais os indivíduos estão inseridos,
compondoapaisagemeoespaçogeográfico.
Em relaçãoàGeografia,pensaro espaçoéter consciênciadolocalqueadquiresignificadoelheé familiar,estabelecendo
relaçõescom outroslocais.
Dessa forma, é essencial que as atividades propostas partam de situações, de problema significativos e investigativos
(práticassociais).
Identificar os contextos histórico dos espaços
de convivênciacomoelementosconstituintes de sua identidade.
Identificar registros históricos (certidão de nascimento,
calendários, cartas, fotos, álbuns)
observando seus usos sociais.
Grupos de convivência: família, escola, comunidade.
166
HISTÓRIA Vida em sociedade :história de comunidades locais, rurais,
quilombolas, indígenas e outros
contextos da região.
Identificar fatos importantes como importantes como
aniversários, comemorações, fatos
que está vivendo.
Evoluçãodo tempo:a semana,osmeses,
o ano.
Tempo escolar :bimestre, semestre, rotina escolar
Linhado tempo:fases da vida (infância,juventude,velhice),
datas significativasparaa
família (aniversários, comemorações).
Identificarfatos importantesdoponto de vista afetivo e
significanteparasie parasua comunidadefamiliar,local,
regionalenacional.
Ordenaçãodosdiasdasemana,mêseano na perspectivada
construçãodotempocronológico
Tempoescolarsemana,meses,ano,bimestreesemestreno
cotidianoescolar;asimultaneidade dotemponaescolaeem
outros lugares.
4˚ / 5˚ anos
HISTÓRIA
Identificare compreenderaspectosdaancestralidade,memória
e reminiscênciasem
buscadavalorizaçãoda culturalocalebrasileira.
O estudantee o tempo:o tempono cotidiano;fontes históricas;
tempohistóricoesocial.
Noçãodeépocaeséculo.
Perceberaimportânciade documentoshistóricosedeoutros
gênerostextuais como
fonte de informaçãoepesquisa.
Localizarespaços,acontecimentos,épocase
períodosda históriade sua cidade,realizandocomparações
entre passadoe presentee
reconhecendo-seagentedetransformação.
BIA
GEOGRAFIA
Paisagensdasua escolaelocaispróximosasua
Residência.
Espaçodaescola:salade aula,espaços,brincantes,salade
leitura,demaisdependências
Identificarmudançasepermanênciasocorridasem diferentes
espaçosaolongodotempo.
CIÊNCIAS DA NATUREZA
Práticas esportivas e atividades físicas
ENSINO RELIGIOSO
Grupos sociais: família, escola e comunidade
Convívio escolar:
Conhecimento a respeito de sua religiosidade e do outro
SEMANA DIAGNÓSTICA
168
A avaliaçãopropostanaSEEDF é denominadaAvaliaçãoFormativa - avaliaçãoparaas aprendizagens e
está explicitada em documento próprio. De modo resumido pode-se dizer que "não são os instrumentos/
procedimentos que definem a função formativa, mas a intenção do avaliador, no caso o docente, e o uso que faz
deles."- Diretrizes de AvaliaçãoEducacional,pg.12.
Assim, a avaliaçãopraticadanaSEEDF deve ser aquelaque tem um compromissocomasaprendizagens
dos estudantes, uma avaliação que "promove intervenções enquanto o trabalho pedagógico se desenvolve". Ou
seja, a avaliação deve ir além de simplesmente fazer um balanço das aprendizagens ocorridas. Deve ter uma
finalidadepedagógica.
A avaliaçãodiagnósticaéumadasestratégiaspotencializadorasdaavaliaçãoformativaeleva o professor
aconheceraspotencialidadesefragilidadesdecadaestudanteafim deelaborarasintervençõesdeformaassertiva.
Nesse período inicial é essencial conhecer onde se encontra cada aluno em relação as expectativas de
aprendizagens de cada ano e é nesse sentido que se desenvolve em nossa escola o período de avaliação
diagnóstica,ondesãopropostasatividadespensadasconjuntamentecomaCoordenaçãoPedagógica.Trata-sede
um momentomuitorico,poistêm-seum olharindividualizadoparacadacriança.
Em nossa escola, os resultados da avaliação diagnóstica de cadaturma são discutidos em coordenação
pedagógicae são utilizados na Organização Curricular - momento em que os professores articulam o currículo à
realidadedesuasturmas, às necessidadesdosestudantes.
SEMANA DE ADAPTAÇÃO
Com a implantação do Ensino Fundamental de nove anos a rede pública de ensino do Distrito Federal
passoua acolhernasescolasclassesascriançasdeseisanos e em vias de completarseisanos.
Significa que temos uma significativa parcela de crianças na primeira infância em vias de encarar um
currículodealfabetizaçãoeumarotinadesconhecida,atéentão.
Acolhemos nos primeiros anos crianças oriundas ou do lar (minoria) ou da Educação Infantil ( maioria) e
essa adaptação ao ambiente escolar ( no primeiro caso) ou transição, no segundo caso, é uma passagem ao
desconhecido, e pode desencadear sentimentos de “ansiedade, expectativas positivas e negativas, tensões,
estresses, medos,traumasecrisesque,casoocorram,incidemsobreodesenvolvimentobiopsicológicodacriança”
(Currículoem Movimento/EducaçãoInfantil –pg. 69).
“Essas mudanças (...) podem ter um caráter de passagem ou ruptura, a depender da forma como são
conduzidas. Aos adultos cabe um olhar cuidadosos e uma postura afável sobre os processos vivenciados pelas
crianças,criandoestratégiasadequadasaosdiferentesmomentosdetransição."
Dessaforma,cabeàescolapensarostempos,osespaços,as atividadesnos primeirosdiasdocalendário
escolar. As atividades aqui desenvolvidas objetivam diminuir os sentimentos negativos e de ansiedade gerados
nesseprimeiromomento,bem comopotencializaraconstruçãodesentimentospositivosem relaçãoànovaescola.
Sentimentosessesquepossam pautaro ano letivo que se inicia.
169
APÊNDICE
Normas de Convivência Escolar 2018
O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de
Ensino do Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar.
Em caso de divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da
Secretaria de Educação do Distrito Federal e outros órgãos.
DA ENTRADA
 As aulas acontecem nos horários:
Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h
 A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja:
Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m
Ao entrar na escola, o aluno deve dirigir-se ao Espaço 10 e entrar na fila.
 Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem embora
sozinhos, serão liberados pela portaria.
 Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos,
aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes.
170
 Solicitamos aos responsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da aula. Atrasos
longos (acima de 15 minutos) são comunicados aos conselheiros tutelares para que busquem a
criança. A escola adota a tolerância de 15 minutos após o final da aula.
 EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a
mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de idade. Esses
deverão estar portando documento de identificação. Saídas antecipadas, embora autorizadas em
casos excepcionais, serão computadas para fins de retenção do aluno por não cumprimento da
carga horária mínima de 75%, conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
 Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída antecipada,
sempre que for necessário. Esse pedido é para o professor organizar melhor o tempo do aluno e
não isenta da presença de um responsável. Alunos não serão liberados antecipadamente sem
a presença de um responsável maior de idade.
 O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para Reforço Escolar
ou outra atividade curricular em turno contrário.
 O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da escola.
 Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno até a sala de aula. Caso haja relevante
necessidade, o responsável deverá procurar a direção da escola onde o caso será analisado.
 Os acompanhantes das crianças portadoras de necessidades especiais (deficientes intelectuais,
Síndrome de Down, deficientes físicos, TGD/Autistas), podem levar e buscar as crianças até suas
salas, em caso de necessidade.
 Qualquer acesso da comunidade ao espaço escolar deve ser solicitado ou via interfone à recepção
da escola ou agendada através de bilhete ou telefone.
 Caso a solicitação seja feita através do interfone da portaria, cabe à recepção da escola realizar a
triagem para permitir o acesso.
 O aluno deve ser entregue aos cuidados da escola no portão, não cabendo acesso do responsável
nesse momento. Exceto nos casos em que o responsável tenha sido convocado pela instituição.
 Logo após a entrada das crianças nas salas de aula, o responsável que sentir necessidade pode
solicitar à recepção o acesso à escola para tratar do assunto de seu interesse com o setor
responsável.
 Para o ano de 2018 a Escola Classe 10 está testando um aplicativo de controle de entrada e saída.
O funcionamento do aplicativo será amplamente divulgado à comunidade.
DA PONTUALIDADE
 O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma tolerância de 15
minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o aluno será admitido na escola
mediante advertência escrita, que requer a presença do responsável. Esgotados os recursos da
escola, o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar para providências cabíveis. Os atrasos serão
computados para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de
75% prevista na LDB. Os atrasos reincidentes deverão ser justificados e o responsável deve assinar
na recepção a entrada atrasada da criança.
DA FREQUÊNCIA
O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência. Tal regra
vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do aluno é registrada
diariamente e computada para fins de aprovação.
A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante apresentação de:
 Atestado Médico (em nome da criança);
171
 Atestado de acompanhamento (em nome da criança) por motivo
de doença do pai, mãe, filho, irmão;
 Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou direta (oito
dias contada a data do óbito);
 Convocação oficial do poder público;
 Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975);
De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os responsáveis têm
um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa.
Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação aplicados
durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar.
Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com procedimentos
definidos no PPP da instituição.
O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao longo do ano
letivo aos estudantes com frequência insuficiente;
Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento diferenciado a estudantes
que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos religiosos;
Faltas não justificadas de alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA FAMÍLIA,
RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme exigência legal.Casos
relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho Tutelar para providências cabíveis.
A escola entrará em contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas indicarem
um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será registrado para que a escola
esteja resguardada no cumprimento de seus deveres.
Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer à escola
no turno contrário quando o horário for compactado por motivo de força maior.
A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato de dispensa
da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento comprobatório. No caso, atestado
médico. A dispensa da prática da Educação Física não exime o estudante de cumprir a parte teórica do
componente curricular.
DO TRANSPORTE ESCOLAR
A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar. O responsável deverá
fiscalizar o serviço contratado.
DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA
Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e família devem
desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano saudável. É fundamental que
os pais participem ativamente das reuniões e demais atividades e fiquem atentos aos comunicados da
escola. Dentre os papéis da família destacam-se:
172
 Manter cadastro atualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones.
 Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados aos pais por
meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o material do mesmo. Em
caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário contrário.
Das Reuniões de Pais e Mestres
 A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente divulgadas
com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são obrigados a comunicar aos
responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os pais são obrigados a realizar os
acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de Pais obrigatória para escola e família.
 A Escola Classe 10 de Taguatinga assegura o cumprimento da Lei n˚3849/06 – DF, que garante
ao genitor não guardião o papel ativo no processo ensino aprendizagem de seus filhos, bem
como acesso às informações escolares e dependências da instituição.
 Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme disponibilidade do
professor para uma segunda chamada. O não comparecimento do responsável será registrado e
considerado esgotamento das possibilidades escolares, com encaminhamento ao Conselho
Tutelar e Ministério Público.
 O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de comparecer às
reuniões convocadas pela escola.
 A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei para apresentação no trabalho
do responsável.
 As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer em até quinze
dias após o término dos bimestres.
 Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações
 A avaliação é competência do professor.
Do Atendimento aos Pais
 O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência. Entende-se por horário
de regência o período em que o professor se encontra em sala de aula com seus alunos.
 O atendimento aos pais se fará no período contrário ao da regência.
Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na escola.
Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do espaço escolar
(segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode encontrar-se em curso oferecido
pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o professor encontra-se em reunião coletiva na
escola com a equipe docente, pedagógica e administrativa. Daí a necessidade de agendamento
dos responsável junto ao professor. Utilize a agenda.
Dos Problemas de Saúde
 A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo sob receita médica. Em caso de
necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e solicitar ele mesmo fazer a administração
do medicamento nos horários adequados.
 A comunidade escolar será comunicada caso haja modificação por ordem superior no item acima.
 Criança doente não vai à escola, vai ao médico.
 Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão encaminhadas,
mediante a presença do responsável, de volta ao lar.
 Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de cinco dias
para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá estar em nome do
aluno.
173
DAS AVALIAÇÕES
O aluno tem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa, abrangente, diagnóstica
e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias para essa avaliação. Para isso, o
professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de intervenção e de recuperação; todos eles
coerentes com o projeto político pedagógico da escola e propostas pedagógicas emanadas da Secretaria
de Educação.
Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento contínuo das
atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços obtidos pelo estudante e
favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades enfrentadas no processo de ensino /
aprendizagem, bem como a busca de soluções. ” (Art.182 –Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino
do Distrito Federal / 2015).
Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os responsáveis e para
os alunos.
As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da Secretaria de
Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar.
DO UNIFORME
 O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou preta, saia ou
bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis para uso diário. Para a prática
de Educação Física o tênis é obrigatório.
 Em acordo com a comunidade escolar, a escola adota bermudas e saias com comprimento padrão
dois dedos acima do joelho para ambos os sexos.
 Não é permitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do estabelecimento de ensino.
 O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares normalmente e seu
responsável será convocado imediatamente para assinar advertência escrita.
ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO
Os estudos de recuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem e tem
com princípio o respeito à diversidade de características, de necessidades e de ritmos de aprendizagens
de cada estudante.
A recuperação de estudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor, com apoio da
família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que surgirem dificuldades no
processo.
A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino e de
aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento do estudante.
O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode utilizar.
O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no turno contrário
e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no ambiente escolar sem supervisão. O
responsável deverá trazer e buscar a criança no horário indicado pelo professor, caso não tenha
autorização para ir e vir desacompanhado.
AVANÇOS DE ESTUDOS
174
Avanços de estudos (para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são permitidos pelo
Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em documento próprio.
EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental.
TESTE DE CLASSIFICAÇÃO
O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família ou
responsávellegal, acompanhado da justificativa, no início do período letivo, devendo o interessado indicar
no requerimento qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se observar a correlação idade/série,
quando for o caso. A equipe gestora indica, então, professores habilitados para elaborar o teste, que deve
acontecer em até cinco dias após a solicitação.
MATERIAL ESCOLAR
 É dever dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno;
 O aluno deverá portar seu material todos os dias;
 O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos pessoais;
 O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo professor ficará em
poder da direção e serão entregues ao responsável pelo aluno.
 A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos.
 O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola. Skates, patins
e bicicletas são proibidos nas dependências da escola.
 Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção ou na recepção
da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS.
LANCHE ESCOLAR
A escola conta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. É responsabilidade da família
apresentar, preferencialmente ao professor, laudos médicos em casos de intolerância a algum
alimento (lactose, glúten ou outros). Nesse caso, será providenciado lanche alternativo quando a
criança não puder consumir o lanche servido; dentro das possibilidades oferecidas pela Secretaria de
Educação.
DA EDUCAÇÃO INTEGRAL
A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis. O período de inscrição é amplamente
divulgado para toda comunidade.
Descumprimento ao regimento escolar e às normas específicas da Educação Integral poderá acarretar a
perda da vaga.
Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual alguns alunos
podem não ser contemplados.
DA SECRETARIA
A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos.
175
Funciona no horário de 7h30 às 17h.
Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à secretaria e sim ao
professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas cópias. A secretaria escolar não
fará xerox de relatórios e outros documentos.
É dever do responsávelentregar toda documentação solicitada pela secretaria. Documentação incompleta
inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante. Em caso de pedido de transferência, a
secretaria emitirá o documento DEPROV- (DECLARAÇÃO PROVISÓRIA), com validade de 30 dias.
DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO
É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente.
Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade, assiduidade, uso
do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na escola.
O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao patrimônio da
instituição educacional.
É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana, considerando a
diversidade, sem quaisquer distinções.
É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas.
É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola.
É vedado ao aluno:
I - Portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade física
ou de outrem;
II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade comercial, político
partidária ou religiosa.
III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e aprendizagem;
IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o objetivo de
desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular.
V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar;
VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola.
A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros dispositivos
eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos alunos nas salas de aulas
das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos aparelhos são permitidos nos intervalos e
recreios .A escola não se responsabiliza por perdas dos citados aparelhos.
Das Medidas de Intervençao Disciplinar
A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência pode acarretar
as seguintes medidas:
 Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor)
176
 Advertência Escrita (a ser aplicada pela Direção)
 Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade escolar, de no
máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção);
 Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de outros (a ser
aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e presença do Conselho Tutelar).
Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não, dependendo da
gravidade de cada caso.
A aplicação das medidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção pedagógica, com a
finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis legais. É necessário que se observe
os princípios de direitos humanos e diversidade na aplicação das medidas citadas.
As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de acompanhamentos
que promovam a convivência escolar.
Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela família) e na
ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar.
Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade avaliativa
que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente cumprimento do dia letivo.
A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não observaremas normas
contidas no regimento, que apresentarem infrequência ou baixo rendimento escolar para juntos
adotarem medidas adequadas e promotoras do desenvolvimento escolar da criança.
Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático visando o
cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá ser assinado pelos
responsáveis;
A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à criança e está
pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos estudantes.
Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável.
Destacamos que casos de agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que firam a lei,
apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de punição na forma da lei e
podem não ficar restritos ao ambiente escolar.
A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a comunicar ao Conselho
Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança . Reiteramos que a escola não necessita de
comprovação do abuso para acionar os órgãos de proteção à criança.
CAIXA ESCOLAR / RECURSOS PRÓPRIOS
O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da escola com o
objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As contribuições arrecadadas são
aplicadas na conservação do espaço físico, na complementação do lanche e das atividades da Educação
Integral.
PROJETOS ESCOLARES
Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores, Sarau Literário,
Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Mostra Cultural, Auto de Natal, Encontro de Pais, etc.
Todos os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando devidamente vinculados ao Projeto Político
Pedagógico da instituição e ao Currículo da Secretaria de Educação.Os projetos desenvolvidos pela escola
são compreendidos como “efetivo trabalho escolar”, definido como conjunto de atividades pedagógicas,
realizadas dentro ou fora da unidade escolar, com a presença do professor, sua respectiva turma e controle
de frequência.”.
DO REFORÇO ESCOLAR
177
A necessidade do reforço escolar é definida pelo professor, bem como os dias, o horário e a duração. Em
hipótese alguma será admitido que o aluno permaneça na escola desacompanhada de um turno para o
outro aguardando o horário do reforço. A escola não dispõe de estrutura nem funcionários para
responsabilizar-se pelos alunos que estão aguardando o reforço. Os responsáveis deverão levar e
buscar a criança nos horários indicados pelo professor ou autorizar a saída da criança
desacompanhada após o reforço.
O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na recepção da
escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no endereço
http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação.
PLANO DE GESTÃO
TRIÊNIO 2017-2019
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
COORDENAÇÃO REGIONALDE ENSINO:Taguatinga.
UNIDADE ESCOLAR: EscolaClasse10de Taguatinga.
NÍVEIS – MODALIDADE DE ENSINO: EnsinoFundamental –sériesiniciais;EducaçãoIntegral.
LOCALIZAÇÃO: QSD18, Área Especial23,Taguatinga-DF
IDENTIFICAÇÃO DA CHAPA
Diretor: BereniceAparecidaSousaCardoso
Cargo:Professora
Área deFormação:Licenciaturaem Pedagogiacom habilitaçãoem sériesiniciais;pósgraduaçãoem inclusão
Vice-Diretor:SandraReginados SantosAlencar
Cargo: Professora
178
Área deFormação:Licenciaturaem Pedagogiacom habilitaçãoem sériesiniciais; pós-graduaçãoem
psicopedagogiaegestãoescolar.
APRESENTAÇÃO DA CHAPA
A candidata à direção da escola tem 30 anos de Secretaria de Educação, tendo ocupado o cargo de
coordenadorapedagógica,device-diretoraediretoranesta mesmainstituição.Amesmafoiumadas responsáveis
pela idealização e implementação dos atuais projetos pedagógicos desenvolvidos na unidade escolar, tais como:
CozinhaEducativa, SarauLiterário, RodadeLeitores.
A candidata a vice direção atua há 28 anos na SEEDF, tendo ocupado o cargo de vice diretora e de
coordenadorapedagógica nestamesmainstituição.
O desejodeconcorreraocargosejustificapelaconstantebuscadaqualidadeeducacional.Sabemosque
o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido, de modo que nosso foco se volta para a
permanência esucesso doeducandoem suasaprendizagens.
O objetivo dessa chapa é gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão democrática,
fortalecendo o Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções. A participação da comunidade
escolarse dará aindaatravés do ConselhodeClasse, da AssembleiaGeralEscolar,das reuniõesbimestrais,dos
eventos pedagógicosedasavaliaçõesinstitucionaisprevistasno calendárioescolar.
O presenteplanodetrabalhosefundanoconhecimentoqueachapacandidatatem dacomunidadeescolar:
sua realidade,necessidadesepotencialidades.
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Manter o percentual de desempenho da
unidade escolar estabelecida pelo MEC,
para o triênio 2017 a 2019 e criar
estratégias que possam elevar esse
desempenho.
 Ofertar apoio à
aprendizagem aos alunos
que necessitem de acordo
com as orientações
previstas nas Diretrizes
Pedagógicas dos Ciclos
(Reagrupamento, Projeto
Interventivo, Reforço
Escolar);
 Identificar e sanar os
fatores responsáveis pelo
desempenho abaixo do
ideal;
Será feita com base na divulgação
oficial dos dados do Ministério da
Educação.
179
 Potencializar a formação
continuada de todos os
envolvidos no processo
educacional, no espaço da
coordenação pedagógica.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Atender os alunos em distorção
idade-série através do Projeto
Interventivo;
Reduzir a retenção escolar
oferecendo um ensino de
180
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Assegurar o atendimento da Educação Integral de acordo as politicas públicas vigentes
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Propor parceria com a
comunidade escolar a fim de
suprir as carências deixadas
A avaliaçãoseráfeita por meioderelato
do coordenador,professorregente
educadoressociais, análiseda
Promover o avanço das aprendizagens
dos alunos distorção idade-série.
qualidade que permita ao aluno
a progressão continuada.
Atender os estudantes em
defasagem de aprendizagem
através da Educação Integral.
Por meiodoacompanhamento do Projeto
Interventivo, dos relatórios individuais ,
nos conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover encontros com foco no
relacionamento familiar
 Promover encontros
entre as famílias, a
escola e terapeutas,
psicólogos,
assistentes sociais e
outros especialistas
abordando temas de
interesse .
Será avaliada a partir da participação dos
envolvidos.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
181
Garantir o atendimento de 100 alunos
matriculados.
pelas políticas públicas
vigentes.
Garantir a organização do
trabalho pedagógico.
frequência,avaliaçãodospaise
desempenhodosalunos.
Avaliação dos compromissos assumidos
pelacomunidadeescolarem parceriacom
a escola.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Adequar o PPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao currículo.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Avaliar a Proposta PolíticaPedagógica da
instituição de forma permanente.
 Promovero estudodo PPP;
 Reuniões periódicas para
avaliação do PPP.
 Tabular e divulgar as
avaliações institucionais com
todos os segmentos.
Acompanhar a aplicabilidade do
PPP.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: TRIÊNIO 2017-2019, sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de
atualização da proposta
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS
Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino
Fundamental.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Manter a coordenação pedagógica da
instituiçãocomoespaço de planejamento
e de formação continuada.
Realizar estudos de interesse
do corpo docente que possam
refletir positivamente no
planejamento do professor;
Através da observação da prática do
professor, dos resultados obtidos com os
alunos.
Por meio do relato e prática do professor
regente
182
Estimular a participação do
docenteem reuniões, oficinas e
cursos de formação.
Mantera OrganizaçãoCurricular
Bimestral como um encontro
entre os regentes de ambos os
turnos;
Estabelecimento de metas de
aprendizagens bimestrais;
Acompanhamento das
estratégias in loco
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir a retenção por infrequência.
Acompanhar a frequência por turma;
Reunir preventivamente os pais dos
alunos infrequentes;
Acionar o Conselho Tutelar e sempre
que se fizer necessário para o
acompanhamento da infrequência
recorrente.
Será realizada no
acompanhamento diário do
professor, nas coordenações
coletivas semanais e
bimestralmente nos conselhos de
classe por meio do relato do
professor e acompanhamento do
diário professor.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
183
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS
Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento facilitador e
enriquecedor da aprendizagem.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Implementar o atendimento do
laboratório de informática
Captar recursos humanos;
Implantar o Projeto para o
Laboratório de Informática
definindo na Proposta
Pedagógica da instituição.
Buscar novas máquinas;
Através do funcionamento efetivo do
laboratório;
PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Alfabetizar 100% dos alunos nas turmas
de primeiros anos da instituição
educacional.
Propiciar estudos
referentes a alfabetização
para os docentes;
Fortalecer a parceria com
o CRAI
Estimular a participação
dos docentes nos cursos
de formação oferecidos
pela rede.
Realizada através da aplicação de testes
diagnósticos específicos e dos relatórios de
acompanhamento.
184
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Elevar o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Desenvolver estratégias didáticas que
possibilitem as aprendizagens
matemáticas dos estudantes
 Formação de
professores em
didática da
matemática;
 Elencar as
necessidades da
escola;
 Acompanhar as
aprendizagens in
loco
Através dos resultados obtidos pelos
estudantes, mensurados em avaliações
institucionais e externas;
Através dos relatos dos professores;
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
185
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir a índices mínimos de até 80% a
retenção escolar.
Utilizar estratégias previstas
legalmente como Projeto
Interventivo, Reagrupamentos,
Reforço Escolar, Recuperação
Contínua, encaminhamentos a
SEAA de alunos considerados
em risco.
Identificarcom antecedência as
crianças em risco.
Viabilizar atendimento na
Educação Integral
Por meiodoacompanhamento do Projeto
Interventivo, dos relatóriosindividuais, nos
conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
Reduzir a índices mínimos de até
80% a retenção escolar.
Utilizar estratégias previstas
legalmente como Projeto
Interventivo, Reagrupamentos,
Reforço Escolar, Recuperação
Contínua, encaminhamentos a
SEAA de alunos considerados
em risco.
Identificarcom antecedênciaas
crianças em risco.
Viabilizar atendimento na
Educação Integral
Por meio do acompanhamento do Projeto
Interventivo, dos relatórios individuais, nos
conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
186
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Envolver todos os segmentosnaconstruçãosocialdoconhecimentoena definiçãodoprojeto pedagógico da escola.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Congregar 100% dos pais eou
responsáveis nas reuniões bimestrais,
assembleias gerais, culminâncias de
projetos e eventos pedagógicos abertos à
comunidade.
Conscientizar a comunidade
escolar acerca da importância
da presença na escola;
Realizar convocação por
múltiplos meios.
Adequar os horários das
reuniões e assembleias às
possibilidades dos pais.
Receber a comunidade com
educação, respeito e dignidade
no dia a dia e nos projetos e
eventos.
Será realizada por meio de
formulário próprio e posterior
tabulação para amostragem dos
resultados.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
187
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Propiciar um ambiente educacional adequado à covivência pedagógica.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
188
Promover melhorias das condições
físicas, administrativas e da escola.
Adquirir recursos humanos
Implementação de sistema de
segurança escolar
(câmeras)de acordo com as
verbas públicas enviadas.
Ampliar cobertura do acesso
dos blocos a quadra de
esporte, conforme verba
recebida e aprovação da
engenharia da SEEDF.
Garantir o funcionamento da
escola com a manutenção
periódica das dependências e
equipamentos elétricos
eletrônicos .
Solicitar por meio de
memorando junto a Diretoria
Regional de ensino os
recursos humanos que
possam atender as demandas
da escola.
Solicitar a terceirização da
portaria da escola.
Promover a reforma da
recepção e do Espaço de
Recreação do Bloco C
Acompanhamento e supervisão com a
participação da comunidade escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
189
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Eliminar em 100% os conflitos do
ambiente de trabalho.
Exemplificar com ações
cotidianas o comportamento
desejável.
Promover projetos de
socialização (tais como Amigo
Anjo, confraternizações, Festa
das Aposentadas)
Exercer uma escuta sensível ;
Através da observação da melhoria das
relações cotidianas.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
OBJETIVO FINANCEIRO
Aperfeiçoara utilizaçãodosrecursosfinanceiros,deformatransparente,com aparticipaçãoefetivada comunidadeescolar.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Utilizar os recursos de acordo com as
necessidades pedagógicas e
administrativas, conforme legislação
vigente.
Discutir e identificar com a
comunidade escolar as
prioridades em todos os
âmbitos de funcionamento da
instituição.
Deliberar e acompanhar a
utilização dos recursos
financeiros conjuntamente com
o Conselho Escolar e
assembleia geral escolar.
Dar-se à por meio do acompanhamento
da comunidade escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
190
CALENDÁRIO ESCOLAR INTERNO
191
192
193
194
195
196
197
ANEXOS
ASSEMBLEIA ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das
Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 21. A AssembleiaGeralEscolar,instânciamáximade participaçãodireta
da comunidadeescolar,abrangetodosossegmentos escolarese é responsávelpor
acompanharodesenvolvimentodasaçõesda escola.
Art. 22. A AssembleiaGeralEscolarsereuniráordinariamenteacadaseis
meses, ou extraordinariamente,semprequea comunidadeescolarindicara
necessidadedeamplaconsultasobretemas relevantes,medianteconvocação:
I – deintegrantesda comunidadeescolar,naproporçãodedez por cento da
composiçãodecada segmento;
II – do ConselhoEscolar;
III – do diretor daunidadeescolar.
§ 1º O editalde convocaçãodaAssembleiaGeralEscolarserá elaboradoe
divulgadoamplamentepeloConselhoEscolar,comantecedênciamínimadetrês dias
úteis nocaso das reuniõesextraordináriasedequinzediasno caso das ordinárias.
§ 2º As normasgeraisde funcionamentodaAssembleiaGeralEscolar,
inclusiveo quórumdeabertura dostrabalhose o de deliberação,serãoestabelecidas
pelaSEDF.
§ 3º Na ausênciadeConselhoEscolarconstituído, as competênciasprevistas
no § 1º recairãosobrea direçãoda unidadeescolar.
198
Art. 23. Competeà AssembleiaGeralEscolar:
I – conhecerdobalançofinanceiroedo relatóriofindoe deliberarsobreeles;
II – avaliarsemestralmenteos resultadosalcançadospelaunidadeescolar;
III – discutir e aprovar,motivadamente,a proposta deexoneraçãodediretor
ou vice-diretordasunidadesescolares,obedecidasascompetênciasea legislação
vigente;
IV – apreciaro regimentointernodaunidadeescolare deliberarsobreele,
em assembleiaespecificamenteconvocadaparaestefim, conforme legislação
vigente;
V – aprovar oureprovara prestação decontas dos recursosrepassadosà
unidadeescolar,previamenteaoencaminhamentodevidoaosórgãosdecontrole;
VI – resolver,em grau derecurso, as decisõesdas demaisinstâncias
deliberativasdaunidadeescolar;
VII – convocaro presidentedo ConselhoEscolarea equipegestora, quando
se fizer necessário;
VIII – decidirsobre outrasquestões a elaremetidas.
Parágrafoúnico. As decisõese os resultadosda AssembleiaGeralEscolar
serãoregistradosem ata e os encaminhamentosdecorrentesserãoefetivadospelo
ConselhoEscolar,salvodisposiçãoem contrário.
199
CONSELHO DE CLASSE
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das
Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 35. O ConselhodeClasseé órgãocolegiadointegrantedagestão
democráticae se destinaa acompanhareavaliaro processode educação,de ensino
e de aprendizagem,havendotantosconselhosdeclassequantasforem as turmas
existentes naescola.
§ 1º O ConselhodeClasseserá compostopor:
I – todos os docentesdecada turma e representantedaequipegestora, na
condiçãodeconselheirosnatos;
II – representantedosespecialistasem educação;
III – representanteda carreiraAssistênciaà Educação;
IV – representantedospais ouresponsáveis;
V – representantedos alunosa partirdo 6º anoou primeirosegmentoda
educaçãodejovense adultos, escolhidosporseus pares,garantidaa
representatividadedosalunosdecadauma das turmas;
VI – representantesdosserviços deapoioespecializado,emcaso deturmas
inclusivas.
§ 2º O ConselhodeClassese reunirá,ordinariamente,umavez a cada
bimestree, extraordinariamente,aqualquertempo,por solicitaçãododiretorda
unidadeescolaroude um terço dos membrosdesse colegiado.
§ 3º Cada unidadeescolarelaboraráasnormasdefuncionamentodo
ConselhodeClasseem conformidadecomas diretrizes daSEDF.
200
CONSELHO ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das
Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 24. Em cadainstituiçãopúblicadeensinodo DistritoFederal,funcionará
um ConselhoEscolar,órgãode naturezaconsultiva,fiscalizadora,mobilizadora,
deliberativaerepresentativadacomunidadeescolar,regulamentadopelaSEDF.
Parágrafoúnico. O ConselhoEscolarserá compostopor, no mínimo, cinco e,
no máximo, vintee um conselheiros,conformea quantidadedeestudantesda
unidadeescolar,deacordo com o AnexoÚnicodesta Lei.
Art. 25. Competeao ConselhoEscolar,alémde outras atribuiçõesa serem
definidaspeloConselhodeEducaçãodoDistrito Federal:
I – elaborarseuregimentointerno;
II – analisar,modificare aprovaro planoadministrativoanualelaboradopela
direçãoda unidadeescolarsobreaprogramaçãoe a aplicaçãodosrecursos
necessáriosà manutençãoeà conservaçãoda escola;
III – garantir mecanismosdeparticipaçãoefetivae democráticada
comunidadeescolarnaelaboraçãodoprojetopolítico-pedagógicodaunidade
escolar;
IV – divulgar,periódicaesistematicamente,informaçõesreferentes aouso
dos recursosfinanceiros,à qualidadedosserviçosprestadose aos resultados
obtidos;
V – atuar como instânciarecursaldas decisõesdoConselhodeClasse, nos
recursosinterpostos porestudantes, paisou representanteslegalmenteconstituídos
e por profissionaisdaeducação;
VI – estabelecernormasde funcionamentodaAssembleiaGerale 200inquen-la
nos termos desta Lei;
VII – estruturar o calendárioescolar,noquecompetir à unidadeescolar,
observadaa legislaçãovigente;
201
VIII – fiscalizar a gestãoda unidadeescolar;
IX – promover,anualmente,a avaliaçãodaunidadeescolarnosaspectos
técnicos, administrativosepedagógicos;
X – analisare avaliarprojetoselaboradosouem execuçãoporquaisquerdos
segmentosque compõema comunidadeescolar;
XI – intermediarconflitosde naturezaadministrativaoupedagógica,
esgotadasas possibilidadesdesoluçãopelaequipeescolar;
XII – propormecanismospara a efetivainclusão,no ensinoregular,de
alunoscom deficiência;
XIII – debater indicadoresescolaresderendimento,evasãoerepetênciae
proporestratégiasque asseguremaprendizagemsignificativaparatodos.
§ 1º Em relaçãoaosaspectos pedagógicos,serãoobservadososprincípiose
as disposiçõesconstitucionais,osparecerese as resoluçõesdosórgãosnormativos
federale distrital e a legislaçãodoSistemade Ensinodo Distrito Federal.
§ 2º Quandose tratar de deliberaçãoqueexijaresponsabilidadecivilou
criminal,os estudantesno exercício dafunção de conselheiroescolarserão
representados,nocaso dos menoresde dezesseisanos,ou assistidos, em se
tratando demenoresde dezoitoanos e maioresde dezesseisanos,por seus paisou
responsáveis,devendocompareceràsreuniõestanto os representadosouassistidos
como os representantesouassistentes.
Art. 26. Os membrosdo ConselhoEscolarserãoeleitospor todos os
membrosda comunidadeescolarhabilitadosconformeoart. 3º, em voto direto,
secreto e facultativo, uninominalmente,observadoodispostonesta Lei.
§ 1º As eleiçõespararepresentantesdossegmentosda comunidadeescolar
paraintegrar o ConselhoEscolarserealizarãoaofinal doprimeirobimestre letivo,
sendoorganizadasecoordenadaspelascomissõescentrale localreferidasno art.
48.
§ 2º Poderãose candidatarà funçãode conselheiroescolarosmembros da
comunidadeescolarrelacionadosnoart. 3º, I a VII.
202
Art. 27. O Diretorda unidadeescolarintegraráoConselhoEscolarcomo
membronato.
Parágrafoúnico. Nasausênciase impedimentosnoConselhoEscolar,o
diretorserá substituído pelovice-diretorou, nãosendoisto possível, por outro
membroda equipegestora.
Art. 28. O mandatode conselheiroescolarserádetrês anos,permitidauma
reeleiçãoconsecutiva.
Art. 29. O exercíciodo mandatode conselheiroescolarseráconsiderado
serviçopúblicorelevantee nãoserá remunerado.
Art. 30. O ConselhoEscolarelegerá,dentreseus membros,presidente,vice presidente
e secretário, os quaiscumprirãotarefas específicasdefinidasno
regimentointernodo colegiado,nãopodendoaescolhaparanenhumadessas
funçõesrecair sobremembros da equipegestoradaunidadeescolar.
Parágrafoúnico. Competeao presidentedoConselhoEscolardirigira
AssembleiaGeralEscolar.
Art. 31. O ConselhoEscolarse reunirá,ordinariamente,umavezpor mês e,
extraordinariamente,
a qualquertempo,por convocação:
I – dopresidente;
II – do diretorda unidadeescolar;
III – da maioriade seusmembros.
§ 1º Para instalaçãodas reuniõesdoConselhoEscolar,seráexigidaa
presençada maioriadeseus membros.
§ 2º As reuniõesdoConselhoEscolarserãoconvocadascom antecedência
mínima de quarentaeoito horas.
§ 3º As reuniõesdoConselhoEscolarserãoabertas, com direitoa voz, mas
nãoa voto, a todos os quetrabalham,estudam ou têm filhomatriculadona unidade
escolar,a profissionaisqueprestamatendimentoà escola,a membros da
203
comunidadelocal,amovimentos popularesorganizados,aentidadessindicaiseao
grêmioestudantil.
Art. 32. A vacânciadafunção deconselheirosedará porrenúncia,
aposentadoria,falecimento,desligamentodaunidadedeensino,alteraçãona
composiçãodaequipegestoraou destituição,sendoa função vacanteassumidapelo
candidatocom votaçãoimediatamenteinferiorà daqueleeleitocommenorvotação
no respectivosegmento.
§ 1º O não comparecimentoinjustificadodequalquerconselheiroatrês
reuniõesordináriasconsecutivasouacinco alternadasimplicarávacânciadafunção.
§ 2º Ocorrerádestituiçãode conselheiropordeliberaçãodaAssembleiaGeral
Escolar, em decisãomotivada,garantindo-seaampladefesa e o contraditório.
§ 3º As hipótesesprevistasnos §§ 1º e 2º nãose aplicamaos conselheiros
natos.
Art. 33. Caso a instituiçãoescolarnãoconte com estudantesque
preenchama condiçãodeelegibilidade,asrespectivasvagasno Conselhoserão
destinadasaosegmentodos pais e mãesde alunos.
Parágrafoúnico. A comunidadeescolardasunidadesqueatendem
estudantescom deficiênciaenvidarátodosos esforços paraassegurar-lhesa
participação,e deseus pais ouresponsáveis,como candidatosao ConselhoEscolar.
Art. 34. Os profissionaisdeeducaçãoinvestidosemcargos deconselheiros
escolares,em conformidadecom as normasde remanejamentoedistribuiçãode
cargahoráriae ressalvadosos casos dedecisãojudicialtransitadaem julgadoou
apósprocesso administrativodisciplinarnaformada legislaçãovigente,terão
asseguradaasua permanêncianaunidadeescolarpeloperíodocorrespondenteao
exercício domandatoe um anoapósseu término.
204
EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:
Educação Física nos Anos Iniciais
APRESENTAÇÃO:
O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
propostopelaCoordenaçãodeEnsinoFundamental -COENF epelaCoordenaçãodeEducaçãoFísicaeDesporto
Escolar–CEFDESCdaSubsecretariadeEducaçãoBásica –SUBEB visa à melhoriadaqualidadenoatendimento
das necessidades educacionais dos estudantes da rede pública de ensino, por meio da reestruturação didático-
pedagógicainserindooprofessordeEducaçãoFísicanosanosiniciaisdoEnsinoFundamental,preferencialmente,
em escolasquepossuamumsignificativonúmerodeestudantesem defasagemidade/série,organizadosem turmas
de correçãodadistorçãoidade/sérieescolar.
A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a disciplina de Educação
Físicaestá integradaà proposta pedagógicadaescola,sendoum componentecurricularobrigatóriodaEducação
Básicafazendoparte detodaa vida escolardoestudante.Fatoeste quedemonstraaincontestávelimportânciadas
vivências motoras na construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais do
EnsinoFundamental.
Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no cotidiano
escolar,oumesmonosensocomum sobrea importânciadobrincar,dojogar,da ludicidade,enfim,daampliaçãoe
diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência indispensável para a formação integral e o
desenvolvimentosócio-afetivo,psicomotorecognitivodacriança.
Conforme Rodrigues(2005)o séculoXX ficouconhecidocomoo“séculodocorpo”, quandose promoveu
umarupturacom oparadigmaexclusivamentebiológico,imprimindoumaperspectivaculturalemultidisciplinarsobre
o corpoea corporeidade.Paraoautor, na comunicaçãohumanaalinguagemcorporal precede,invariavelmente,e
transcendeàsdemaisformasdecomunicação.
Compreendemos,então,que a EducaçãoFísica,ministradaporum professor especialista,éfundamental
nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às crianças mediante propostas
pedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o
movimento e suas ações, ou seja, a construção do repertório motor fundamental para a conquista da autonomia
funcionaldoindivíduoe desenvolvimentodasdemaisdimensões.
Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação Física, os
professoresparticipantesressaltaram aimportânciadeum trabalhointegradoentreoprofessorde EducaçãoFísica
e o professor regente1, contemplando aspectos didáticos gerais e específicos do planejamento à avaliação,
1 Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de
Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
205
considerandoasquestõescotidianasdesaladeaulaepossibilitandoodesenvolvimentodaculturacorporal –jogos
e brincadeiras, esporte, lutas, ginásticas, danças e expressão corporal –, bem como a organização e participação
em atividades de caráter cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre outros, de suma
importânciaparaodesenvolvimentointegraldoestudante.
No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais, ainda não
contempladeformaplena,apresençadoprofessordeEducaçãoFísicanaequipepedagógicadasescolasdeséries
iniciais do Ensino Fundamental. O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da EducaçãoFísica
quandocita:“Partindodessespressupostos,em buscadamelhoriadaqualidadedaeducação,aSEDF pretende,a
partir de projetos pilotos,incluira docênciadeEducaçãoFísicanaequipepedagógicadosanosiniciais”.(p. 59) O
ProjetoEducaçãocomMovimentoserábaseparaauniversalizaçãodaEducaçãoFísicanoEnsinoFundamentalda
SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas com turmas de correção de fluxo, já
que, entende-se,é lócusprivilegiadoparaavaliara importânciadasaçõespropostas.
A Lei de Diretrizes e Bases- LDB (Lein.º9.394/96) determinaem seuartigo24:
“A educaçãobásica, nonível fundamentale médio, seráorganizadadeacordocom as
seguintesregrascomuns: (...).
V - a verificaçãodorendimentoescolarobservaráos seguintescritérios: (...).
b) “possibilidadedeaceleraçãodeestudosparaestudantescom atraso escolar;”.
Comoobjetivode atendero direito supracitado,garantidoaosestudantesem defasagem deidade/série,é
imprescindívelqueocorram mudançasnoquedizrespeito à práticapedagógicaenamaneiradeolharo estudante
comosujeitocapazdeconstruirseuconhecimento.
Nesse sentido, a instituição educacional e, particularmente, os professores, devem proporcionar uma
metodologiapedagógicadiferenciadanaqualestarãoenvolvidos todos os agentes – o professorregente daturma,
o professor de EducaçãoFísica,ocoordenadorlocal,osgestores, orientadoreseducacionaisedemaisintegrantes
do corpo docente – contemplando o resgate da autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do
estudante, além dos princípios pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos
saberes.
As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham dois anos ou
mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos completos, ou a completar até
31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de Alfabetização e são compostas por no mínimo 15
(quinze) e no máximo20(vinte) estudantesconformeprevistona Estratégiade Matrículade2013.
Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu curso escolar
com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do movimento como área de
conhecimento,aSecretariadeEstadodeEducaçãodoDistritoFederalimplantaráesteProjetoPilotoem instituições
206
educacionais que possuam ensino fundamental/anos iniciais, sendo, pelo menos uma em cada Coordenação
RegionaldeEnsino.
HISTÓRICO
A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta nova.
Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município de Goiânia já
implementaramem suaspropostaspedagógicasestaduaisemunicipais,respectivamente.
Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos 50 e início
dos 60,Anísio Teixeira aopensaroprojetodeeducaçãoparaaCapitaldaRepública,queseriareferêncianacional,
implementouoprojetoda Escola-ParquequeofereceocomponentecurricularEducaçãoFísica,entreoutros, para
estudantesdos anosiniciaisdoEnsinoFundamental, atéos diasatuais.
Essa propostainovadoracom foconodesenvolvimentointegraldas criançaspormeiodeumaabordagem
aberta e multidisciplinarenvolveo ensinodas Artes e a EducaçãoFísicaem um únicoespaçofísicoqueaté hojeé
destaquenarede públicadoDistritoFederalatendendocercadedezmilestudantes,em cincoescolasdenatureza
especial,noPlanoPiloto.
Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a 1998 na
chamada: Escola Candanga2. O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF, 1997) implantadoem 50
escolas,hoje,com duasescolasremanescentes:A EscolaClasse15ea EscolaClasse18deTaguatinga,asquais
se tornaram referênciaentreasinstituiçõeseducacionaisdoDistritoFederal.
Além da sua continuidade3, o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na Escola
Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo histórico de
indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em festivais
esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no ensino
reconhecido por toda a comunidade escolar.
Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e
Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa de
uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto Piloto.
2 A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em
que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998)
3 De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da
última professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período
acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
207
JUSTIFICATIVA
A implantaçãodasaulasde EducaçãoFísicaministradasporprofessorespecialistanosanos iniciaisvisa
democratizaroacessoaessa práticapedagógica,desenvolvidadeformainterdisciplinareentendidacomoáreade
conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos
estudantes.
O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de
corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência tem origem na ação e ação é
movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da
EducaçãoFísicanãose restringeao simplesexercíciodecertas habilidadesedestrezas. Não visa à repetiçãode
gestosestereotipadoscom vistasa mecanizá-los,ereproduzi-los.É precisopossibilitaraosujeitorefletirsobresuas
possibilidadescorporaisparaquepossade maneiraautônoma,exercê-las.
Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao
cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento, são
esferas da vida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento implica
planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando em conta a
diversidade humana e o contexto histórico-social.
OBJETIVO GERAL
Implementar,deforma gradativa, o ProjetoPiloto Educaçãocom Movimento nas turmasde séries iniciais
do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional de Ensino, nos turnos
matutinoe vespertino, que tenha, preferencialmente,classesdecorreçãodadistorçãoidade/série,afim deque, de
forma interdisciplinar, promova a formação integral do estudante ampliando o seu repertório de experiências
corporaismedianteaintervençãopedagógicadeum professorespecializadonestaárea, o professor de Educação
Física.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Aperfeiçoaro processodeensino-aprendizagemdosconteúdosdaculturacorporalpresentesnaEducação
Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica e a dança mediante a intervenção
pedagógicadeum professorespecialistanestaáreadoconhecimentoqueintegradoeinter-relacionadoao
trabalho do professor regente, contemple um melhor atendimento das necessidades pedagógicas do
estudantedos anosiniciaisdoEnsinoFundamental;
 Fortalecerovínculo do estudante com aescolavisando à melhoriada aprendizagem daquelesqueestão
em defasagem idade/sériepor meio de um atendimento pedagógico diferenciado utilizando instrumentos
específicosdaEducaçãoFísica,taiscomo:eventosesportivos, festivais dedança,delutase ginásticaque
resultem em uma aprendizagemadequadaaoprosseguimentodosestudosouaoavançopara asérie/ano
208
indicada(o)pelaequipedeprofessorese da direçãodainstituiçãoeducacional noConselhodeClasseda
turmado estudante.
PERFIL DO PROFESSOR
Para a participaçãonesteprojeto,oprofessor deverá:
- Ser, prioritariamente,professorefetivo da SEDF, aprovadoem concursoparaatuarem EducaçãoFísica;
- interessar-sepelapráticadocenteem anosiniciaisdoEnsinoFundamental;
- Identificar-se,do pontode vista pedagógico,com osobjetivos,as metase a metodologiadoprojeto;
- disponibilizar-separaparticipardoprocessodeformaçãocontinuada.
Organização do trabalho pedagógico do professor
 PARA REGÊNCIANO TURNO MATUTINO:
Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Regência Regência Regência Regência Regência
Vespertino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica com os
regentes.
Coordenação
pedagógicano
CEFDESC/GEEFES
Coordenação
Pedagógica
Individual
 PARA REGÊNCIANO TURNO VESPERTINO:
Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica com os
regentes.
Coordenação
pedagógicano
CEFDESC/GEEFES
Coordenação
Pedagógica
Individual
Vespertino
Regência Regência Regência Regência Regência
209
EXECUÇÃO
 Prioritariamente serão atendidas as turmas de correção da distorção idade/série e, posteriormente, em
sequência,asturmasde4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.;
 Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar do Projeto
Piloto no anode 2013, sendo13 para regênciamatutinae13 para regênciavespertina.Para a ampliação
do projetoserãoabertas as carênciasnecessáriasem cadaCRE,com exceçãodeTaguatinga.
 Cadaprofessor atenderáentre10 e 15 turmasem regimedejornadaampliada;
 Os alunosdeverão ter no mínimo,1h40minhoras/relógiosemanais,preferencialmentedivididasem duas
sessões;
 Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos aspectos
motores,afetivo-sociaisecognitivos.As planilhaspara estesrelatóriosserãoelaboradasem conjuntopela
CEFDESCe COENF;
 O professordeverá apresentar,em um Seminárionofinaldoano, os relatóriosondeserãosocializadosos
dadosreferentesaoprojetonasuaescola.Casohajainteresseoprofessorpoderáutilizarestesdadospara
elaboraçãodetrabalhoscientíficosaserem apresentadosnestesSeminários;
 Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar de eventos,
tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina da Escola, Festivais
Esportivos, de Dança,Lutasou GinásticaedoSeminário.
 A elaboraçãodoPlanodeCursoe dos Planosde Aulas terá o apoioda COENF e daCEFDESC;
 No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF e da
CEFDESC;
METODOLOGIA
O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político Pedagógico
Professor CalosMotaenaconcepçãodeEducaçãoIntegralapresentadosnoCurrículoem Movimento,propostade
educaçãoGovernodoDistritoFederal/SEDF,aserconsolidadanoanode2013.Além disso,otrabalhodoprofessor
deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no currículo de Educação Física para os anos iniciais, em
construção.Provisoriamente,orienta-setomarporbaseo currículoexperimental.
O projetoserádesenvolvido de formaparticipativa,tendoem vista a necessidadedotrabalhointegradode
todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a prática para o
redirecionamentodasações.
Nestesentido,oregistro,acompanhamentoeavaliação,sãoimprescindíveis.O professorutilizaráum diário
de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e das avaliações do estudante e
adotaráum formulárioespecíficoparaacompanhamentomaisdetalhadododesenvolvimentointegraldessealuno.
O processoreflexivopermitiráaproposiçãodenovas práticasepossibilidadesdeintervenções.
210
ABORDAGEM PEDAGÓGICA
A abordagem pedagógica da Educação Físicaque será desenvolvida em consonânciacom os seguintes
princípios.
Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades de
aprendizagenseexperiênciasdediversoselementosdaculturacorporaldomovimento,acumuladoshistoricamente,
comoojogo,os esportes, as ginásticaseas danças,entreoutros.
Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios de boa
convivência humanae sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão crítico e consciente dos
seus direitose deveres na construçãodeumasociedademelhor.
Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o nível de
desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais, cognitivos e psicomotores,
respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos, métodos, e procedimentos devem ser
significativose interessantespara o estudante de formaa contribuirparafortalecerseuvínculo com a escola,com
aculturaecom oconhecimentodeummodogeral.Asvivênciaseducacionaisdevem estardiretamenterelacionadas
à fase de desenvolvimentonoqualse encontrao estudante.
AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE
O professor avaliará o estudante por meio de um formulárioem que serão abordados aspectos motores,
afetivo-sociaise cognitivosquedeverá ser preenchidobimestralmente,além doregistrodasaçõespedagógicasno
diáriode classe.
O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos relatórios
individuaisdosestudantes as observaçõespertinentesaosaspectosformativosda EducaçãoFísica.
AVALIAÇÃO DO PROFESSOR
Serãoutilizados doisinstrumentosdeavaliação:
 Formulárioaserpreenchidopelodiretordainstituição;
 Observaçãodas participaçõesdosprofessoresnas coordenaçõescom aCOENF eCEFDESC e
nos cursos/oficinasdeformaçãocontinuada.
AVALIAÇÃO DO PROJETO
O projetoseráavaliadopelaaplicaçãodequestionárioouentrevistaaosgestores daescolaeamostrasde
estudantese seus responsáveisepor um relatórioapresentadoaofinaldoano, em um seminárioparasocialização
das experiências
211
PROERD
POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
COMANDO DE POLICIAMENTO
CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS
PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS
O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base o D.A.R.E.
(Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de
Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos cinqüenta estados
americanos,eem cinqüentaeoito países.
No Brasil elechegouem1992atravésda PolíciaMilitardoEstadodoRiodeJaneiro,em Brasíliaoprograma
existe desde1998.
O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano do Ensino
Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia
especialmentevoltadaparacriançaseadolescentes.O objetivo é transmitirumamensagem devalorizaçãoàvida,
e da importânciademanter-selongedasdrogas.
O curso é organizado em 13 lições de 211inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são ministradas
semanalmente,duranteum trimestre,porum PolicialMilitar, especialmentetreinado.
A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o empenho e a
dedicaçãodosalunosduranteoCurso.
Após trêsmesesdecursoascriançasrecebemocertificadoPROERD,ocasiãoqueprestamocompromisso
de manterem-seafastadoselongedasdrogas.
O Programaépedagogicamenteestruturadoem lições,ministradasobrigatoriamenteporum policialmilitar
fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo na
comunidadeescolarem queatua,fortalecendootrinômio: PolíciaMilitar,EscolaeFamília.
O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de
atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas
paraestimularos estudantesa resolverem os principaisproblemasnafaseem que se encontram vivendo.
O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades necessárias para
permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso de substância como álcool,
212
cigarroe outras drogas. É umacaracterísticacentraleparticulara“TomadadeDecisões”. Os alunosaprendem a
tomardecisõesemantê-lasatravésdeinformações,princípios,habilidadeseatividadesemgrupos,todasprojetadas
para construir nos alunos capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao uso de
substâncias tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de
alternativas positivas queos livrem de um caminhotãoperigosocomoéodas drogas. O programa visa o
enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa franca com os pais ao
invés de buscara soluçãodosproblemasnasdrogas.
O PROERDé umacooperaçãoentre a POLÍCIAMILITAR, AESCOLAE A FAMÍLIA, pois todosnós temoso papel
de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo: viver sem as drogas.
213
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
Lei 11.988, de 27 de julho de 2009
Art. 1o Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão, em
período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada Semana de
Educação para a Vida.
Art. 2o A atividade escolar aludida no art. 1o desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e objetivará
ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais como: ecologia
e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças transmissíveis, direito
do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc.
Art. 3o A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e deverá
ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral.
Art. 4o As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob a
forma de seminários, palestras, exposições-visita,projeções de slides, filmes ou qualquer outra forma não
convencional.
Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as
matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento sobre
os assuntos a serem abordados.
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
214
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Câmara dos Deputados.
BRASIL. (2005). Política Nacional sobre Drogas. Brasília: CONAD.
BRASIL. (s.d.). Lei 11.988, de 27 de julho de 2009. Cria a Semana de Educação para a Vida e dá Outras
Providências. Brasília, DF: Presidência da República.
BRASIL. (s.d.). Lei 9394, de 23 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação.
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Silva, T. T. (2003). Documentos de Identidade. Belo Horizonte: Editora Autêntica.
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PPP publicado 2018

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    2 JULIO GRÉGORIO FILHO Secretáriode Educação do Distrito Federal CLÓVIS LUCAS DA FONSECA SABINO Secretário Adjunto de Educação LUCIANA DA SILVA OLIVEIRA Subsecretaria de Educação Básica JUSCELINO NUNES DE CABRAL Coordenador Regional de Ensino de Taguatinga BERENICE APARECIDA DE SOUSA CARDOSO Diretora EC10/Tag SANDRA REGINA DOS SANTOS ALENCAR Vice Diretora EC10/Tag
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    3 SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO_________________________________________________________ 04 APRESENTAÇÃO_________________________________________________________ 07 HISTORICIDADE________________________________________________________ 11 DIAGNÓSTICO DA REALIDADE _____________________________________________ 21 MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS ______________________________________ 40 PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS _______________________ 42 CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO ________________________ 54 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA _______________________ 46 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ______________________________________________ 59 PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO E PEDAGÓGICO ___________ 63 GESTÃO PEDAGÓGICA ________________________________________________ 63 GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS ___________________________________ 64 GESTÃO PARTICIPATIVA _________________________________________________________ 66 GESTÃO DE PESSOAS ___________________________________________________________ 64 GESTÃO FINANCEIRA ___________________________________________________________ 69 GESTÃO ADMINISTRATIVA _______________________________________________________ 69 PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS __________________________ 71 PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR ___________________________________ 71 PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL _________________ 73 PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO ESPECIALIZADO DE APOIO À APRENDIZAGEM _______________ 81 PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA _______________________________ 85 PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS ______________________ ___________________ 98 EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2018 ______________________________________ 107 PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS __________________________________ 117 PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA _______________________________________________ 117 PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR _______________________ 118 PLANO DE AÇÃO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL __________________________ 119 PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO _____________________________________________________ 120 PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENÇÃO __________________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR ____________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO _______________________________________________ PLANO DE AÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA___________________________________ PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO_______________________________________________ 121 121 122 122 123 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP _________________________________ 124 PROJETOS ESPECÍFICOS __________________________________________________ 125 APÊNDICE _____________________________________________________________ 168 ANEXOS (EXTERNO À ESCOLA) ___________________________________________ 193 BIBLIOGRAFIA_________________________________________________________ 210 CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS_________ 44
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    4 IDENTIFICAÇÃO COORDENAÇÃO REGIONAL DEENSINO DE TAGUATINGA ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA SUL (61) 3901-6781 CEP: 72020-180
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    5 “Com este cantote chamo, porque dependo de ti. Quero encontrar um diamante,/sei que ele existe e onde está. Não me acanho de pedir/ ajuda: sei que sozinho nunca vou poder achar. Mas desde logo advirto:/ para repartir com todos. Traz a ternura que escondes machucada no teu peito. Eu levo um resto de infância que meu coração guardou. Vamos precisar de fachos/ para as veredas da noite, que oculta e, às vezes, defende o diamante Vamos juntos. Traz toda a luz que tiveres, não te esqueças do arco-íris que escondeste no porão. Eu ponho a minha poronga, de uso na selva, é uma luz que se aconchega na sombra. Não vale desanimar,/ nem preferir os atalhos sedutores que nos perdem, para chegar mais depressa. Vamos achar o diamante para repartir com todos. Mesmo com quem não quis vir ajudar, pobre de sonho. Com quem preferiu ficar sozinho bordando de ouro o seu umbigo engelhado. Mesmo com quem se fez cego ou se encolheu na vergonha de aparecer procurando. Com quem foi indiferente e zombou das nossas mãos infatigadas na busca. Mas também com quem tem medo do diamante e seu poder, e até com quem desconfia que ele exista mesmo. E existe: o diamante se constrói quando o procuramos juntos
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    6 no meio danossa vida e cresce, límpido,cresce, na intenção de repartir o que chamamos de amor.” Thiago de Melo
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    7 Aos que sefizeram infatigáveis na busca. APRESENTAÇÃO A EscolaClasse10 de Taguatinga éumaescolapúblicainclusivae ofereceà comunidadenaqual está inserida EnsinoFundamentalde9 anos, anosiniciaiseEducaçãoIntegral;mantidapelaSecretariadeEstadode EducaçãodoDistritoFederal,CNPJ00394 676/0001-07. Atualmente a escolafuncionaem dois turnos: matutinoe vespertino e podeser contatadapelotelefone (061) 3901-6781 e pelo e-mail ec10equipegestora@gmail.com . Além disso, conta com o blog “Imagine um lugar...ec10”, que pode ser acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/ e pela páginanoFacebook:https://www.facebook.com/ec10taguatinga/. Foram eleitas para a direção, segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012, para o triênio 2017/2019, as professoras Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, concorrendocomochapaúnica.Compõem aindaaEquipeGestora:Susie de Castro Duarte, chefede secretaria e QuedmaElienaideSouzaSilva, Supervisora Pedagógica. SeguindoorientaçãodasPortarias561e562/27/12/2017,quetratadadistribuiçãodeCargaHoráriapara 2018, a escolaatua em 2018 com 02 coordenadorespedagógicos(ClaudiaQueirozMirandaeLuzia Cerginade Queiroz)para o EnsinoRegulare 01coordenadorparaaEducaçãoIntegral(ElieteTelesdeFarias). A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2017, entendendoqueomesmoseconstituiem instrumentonorteadordasaçõeseducativasplanejadaspelainstituição, construídocom aparticipaçãodetodaacomunidadeescolar:professores,auxiliares,pais,alunoseresponsáveis; desde o primeirocontato,na relação diáriae também pormeio de reuniões, avaliaçõesinstitucionais,conversas informais,formulários,etc.A fim de construirum documentoquetivesse a realidentidadedaescola,respeitando a diversidade de pensamento existente, o grupo prolongou a discussão sobre o presente documento no ano anterior; buscandoembasamentosparasubsidiarapermanênciaouexclusãodepráticas,eventose/ou projetos. O Projeto PolíticoPedagógicodaEscolaClasse 10 de Taguatingafoielaboradodeforma a contemplar as prioridadesestabelecidaspelosdiferentessegmentos,servindodediretrizna atuaçãodetodososprofissionais envolvidos no processo,atendendo aosinteressese expectativasda comunidade. Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem necessáriosesemprequeasdecisõestomadasresultaremem mudançassignificativasdosprincípios,finalidades e objetivos institucionais.
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    8 Este instrumentonorteadorfoi organizadotendocomofocoo oferecimentodeumaeducaçãopúblicade qualidade evidenciadaprioritariamente nas aprendizagens, mas também na participação comunitária, na gestão responsáveldosrecursospúblicoseconsequentecriaçãodeum ambientefísicoagradávelàtotalidadedepessoas queconcretizam essaescola. O presenteProjeto vem ao encontrodosdesafiosidentificadosaolongodosanosanteriores, se adequa às exigênciaslegais,encontra-seem consonânciacomamissão,visãoe funçãosocialexpressospelaSecretaria de EducaçãodoDistritoFederal eculminaem umaproposta quevisaatenderàs necessidadesdemandadaspela comunidade local em consonância com a concepção de qualidade do ensino, almejada por todos aqueles que participam dodiaa diada escola.Ressalta-sea importânciadodocumentocomoexpressãodacoletividade,sua maiorforça,poisarrebanhao compromissodetodosos envolvidos na sua construçãoparaasuaexecução. O PPP daEC10vem sendoconstruídonosúltimosanossofrendoalteraçõesembasadasnaexperiência, nasavaliaçõesinternaseexternas,se adequandoaosdocumentosoficiais:ProjetoPolíticoPedagógicoProfessor Carlos Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização escolar do 2˚ ciclo, Currículo em Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de História e Cultura Afro-brasileirae Indígena, e outros. Fez-se necessário,em algunsmomentos,oestudodesses documentos,para queos grupos se apropriassem dosmesmos. O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta garantirlegalmenteaparticipaçãodessesegmento,éessencialainstrumentalizaçãodeleparaqueaparticipação requeridasejaeficiente. Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes sujeitossociais”quecompõemacomunidadeescolar(pais/responsáveis,órgãoscolegiados,alunos,funcionários da instituição):  Efetivando os processosdialógicosentreescolaxpais/mães/responsáveis, oportunizando,viabilizando e incentivando a participaçãoconcreta na construção de uma escola democrática onde atuem como corresponsáveisnaaprendizagem dodiscente(estudante/filho/tutelado).  Dandoa conheceràcomunidadeaequipeescolar(gestora,pedagógica,docente);  Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino, aprendizagem e avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos efetivados pelainstituição.  Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na construçãodeinstrumentospráticosqueregem ocotidianoescolar;  Promovendoavançosnapráticapedagógicaena organizaçãodotrabalho,frenteàsmudançassugeridas pelaSEEDF;  Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e implementaçõescurriculareseavaliativas, decorrentesdaampliaçãodosciclos;
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    9  Socializando asmetas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas no planodegestão;  Dandovoz à comunidadeescolarnagestãodos recursosdefinidoscomoprioridadesnoProjetoPolítico Pedagógicodainstituição;  Exibindoparaapreciaçãoporpartedacomunidadeescolarasprioridadesdefinidasrelacionadasàgestão financeiradoPDAF - ProgramadeDescentralizaçãoAdministrativaeFinanceira;  Discutindocom acomunidadeescolarprioridadesidentificadas;  Aprovando porpartedoConselhoEscolar aAtadePrioridadesdoPDAF –ProgramadeDescentralização Administrativa e Financeira;  Votando as prioridadesapresentadas;  Conhecendoe refletindo os pressupostos teóricos do Currículoem Movimento da Educação Básica do Distrito Federal;  Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o desenvolvimento do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em MovimentodaEducaçãoBásicadoDistritoFederal,explicitandoosconteúdosdesenvolvidosnoâmbito escolar.  Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos institucionais,definindometaseconcretizandoações.  Aprovando pelo Conselho Escolar o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a Estratégia deMatrícula2018 (p.93,item 4.2, item e.1);  Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela instituição educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos processoseducacionaisedemocráticosimplementadosporessaSecretaria/Instituiçãoeducacional;  Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação dasnecessidadesepossibilidadesdosegmentonaparticipaçãodoseventospropostosparaoanoletivo;  Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das potencialidadesenecessidadesdainstituição;  Evidenciandoosprincípiosquesustentam otrabalhopedagógicodainstituição,em conformidadecomos princípiosdaSecretariadeEducação/DF e das leis maioresqueregem aeducaçãonopaís.  GarantindoaparticipaçãoderepresentantesdospaisnosConselhosdeClassebimestrais. As açõesdesenvolvidasforam realizadasatravésdereuniões,informes,palestras,conversaspedagógicas, coordenaçõescoletivaseconselhosdeclasses. Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de Taguatingaem 2017:professorasQuedmaElienaideSouzaSilva, supervisora pedagógica;professorasBerenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, diretoras; professoras Cláudia Queiroz
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    10 Miranda, Luzia Cerginade Queiroz e Eliete Teles de Farias, coordenadoras pedagógicas; Albenise Alves Rodrigues de Jesus, carreira assistência, membro eleita do Conselho Escolar; Ivanete Lopes Batista, pedagoga da Equipe de Apoio à Aprendizagem. A comissão procurou, através de diversas estratégias assegurar a participaçãodosdiversossegmentosnaconstruçãocoletivadoProjeto PolíticoPedagógico. O presenteprojetoestádivididoem capítulos,conformeorientaçãorecebidaparaaconstruçãodo mesmo. Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um resgate dos aspectosmaisimportantesdaescolaaolongodosanosea relevânciadaunidadedeensinoparaa comunidade. No capítulo intitulado Diagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e economicamenteacomunidadeescolar,além derecolherjuntoaocorpodocenteaspercepçõesqueestetem da instituiçãodeensino.Analisou-seaindaos índicesdaescolafrenteàs avaliaçõesderede. Em Missão e ObjetivosInstitucionais, a EC10 de Taguatingaexpressasua missão e objetivos frente às necessidadesdetectadasnodiagnósticodarealidadeescolar. A EC10 expressaos princípiosqueorientam apráticapedagógicadainstituiçãonocapítulodenominado PrincípiosNorteadoresdasPráticas Pedagógicas. As concepçõesacercadecurrículo,avaliação,ensino,aprendizagem eeducaçãointegralencontram-se descritasnocapítulo ConcepçõesTeóricas. A OrganizaçãodoTrabalhoPedagógico comaatuaçãodasequipesmultidisciplinarescompõeocapítulo seguinte. As Concepções,Práticas e Estratégias de Avaliação abordam aavaliaçãoformativa, o uso do dever de casa,a recuperaçãocontínua,aatuaçãodoConselhodeClasse,em conformidadecom aDiretrizesdeAvaliação da SEEDF. OrganizaçãodaPropostaCurricular vai abordarcomoaconteceotrabalhointerdisciplinar,osprojetos,a contextualização,arelaçãoteórico-prática.Eainda:comosedáotrabalhocom oseixosnorteadoresdoCurrículo em Movimento. O capítuloseguinte,Planode Ação para Implementaçãodo PPP trata da gestão pedagógica,dagestão dos resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os planosde açãodasequipes multidisciplinaresefuncionáriosreadaptados. As Estratégias de AcompanhamentoeAvaliaçãodoPPP estão descritasem capítulopróprio. Os Projetos Específicos estão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas utilizadas naconstruçãodoPPP. HISTORICIDADE
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    11 A comunidaderelataaexistênciadaescoladesdeadécadade60.Noentanto,paraamodalidadeSéries IniciaisdoEnsinoFundamental,aEscolaClasse10,denaturezapública,foicriadapelaPortaria17de07/07/1980. Quandocriada,suaconstrução,em estruturademadeira,compunha-sede05(cinco)salasdeaulae02 (dois)banheiros;01(um)masculinoe01(um)feminino. Em 1970, passoupor umapequenareforma,mas somenteem 1989 recebeuumareformasignificativa, ganhandoumaestruturafísicade alvenariaem 02 (dois)blocos,com 08(oito)salas deaula. Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma, ganhando mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e pedagógica, sala de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação, instalaçõessanitáriaserampasadaptadasparaportadoresdedeficiênciafísica. Rampas No períodode 1994a 2004,a EscolaClasse10de Taguatingaatendeuo1º segmentodaEducaçãode Jovens e Adultos, no turno noturno,incluindoturmasdeDA(DeficientesAuditivos). A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse aumento,em cercade50% da clientela,alterou profundamenteaestrutura da escola:ampliou-seoatendimento da Educação Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos Reagrupamentos previstos para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período, a escola buscou formas viáveis de lidar com a situação encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de espaços, monitoramento do intervalo por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação dos projetosde apoioàaprendizagem.
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    12 Nos últimos anosa escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e pinturas; funcionandocomoumaestruturaacolhedoraparaacomunidadenaqualse encontrainserida,além de proporcionarbem estaraocorpodiscente,docenteedemaisfuncionários. Noiníciode2012a escolapassou por uma reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro inaugurousuaquadracoberta. Em 2014a escolafoicontempladacom oProjetoEducaçãocom Movimento,que,comoprojeto –piloto, oferta aulasde EducaçãoFísicaEscolarparaalunosdos anosinicias. Em 2013 foi inaugurada a cobertura do chamado Espaço 10, destinado ao acolhimento dos alunos diariamente.Esteespaçotambém éutilizadoem outroseventos institucionais. Em 2017 a escola passou a ser monitorada por câmaras de segurançaconforme previsto no Plano de Gestão. “Espaço 10”
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    13 A recepçãoganhoublindexquevisa, alémdo reforçoda segurança,a proteçãodosfuncionáriosqueaí trabalham noquese refere às intempériescomoovento e o frio. O espaçodo BlocoC, destinadoa recreaçãodasturmasmenoresdo BIA, ganhouum coloridoespecial no muro, além de traves, estilo “golzinho” para prática de futebol. O alambrado foi pintado com cores primárias. Taisnecessidadesforam percebidascomoprioridadeapartirdomapeamentoinstitucional realizadopelasequipes especializadas. Blindexdecoradosna recepção:conforto e segurança
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    14 Com base noProgramaNacional deEducaçãoEspecial,garantidopelaConstituiçãoFederalepela Lei de Diretrizes eBases da Educação,em 1996,aEducaçãoEspecialpassouaseroferecidaaosalunosportadores de necessidades especiais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 40 alunos especiais laudadoscom deficiênciasetranstornos,inclusosem classesregulares,assim distribuídos: Murais do espaço destinado a recreação do BIA
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    15 A EducaçãoIntegralfoioferecidaapartirde2008,atendendohojecercade 120alunosnessamodalidade. Em2012a parceriafirmadacomoSESI possibilitouofertaraosalunosapráticadeatividadesesportivas, além de aulas de Teatro e Informática. Em 2017 a Educação Integral propõe a continuidade das atividades esportivas, dança, aulas de música e acompanhamento pedagógico de Português e Matemática. Na EC10 a Educação Integral trabalha objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico, cultural e esportivo num climaqueenvolva o afeto, o lúdico,a criatividadeeo respeito.Para tanto, a ampliaçãodotempodacriança na escola está amarrada ao compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer oportunidades diversas de aprendizagens significativas e fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a formação integral do educando.Alegandodificuldadesinternas,em 2016oSESI não renovouas parceriasdosanosanteriores.Desse modo, a Educação Integral tem desenvolvido as atividades físicas no próprio ambiente escolar contandocom a Ano Necessidade Apresentada DI DI/ DOWN TGD/ AUTISTA DF TDAH TOD DPAC 1˚ ano 2˚ ano 02 01 03 3˚ ano 02 05 03 4˚ ano 03 02 01 02 5˚ ano 03 02 01 01 06 03 DI- DEFICIENTE INTELECTUAL DI/DOWN – DEFICIENTE INTELECTUAL PORTADOR DE SINDROME DE DOWN TGD- TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO: AUTISMO DF- DEFICIENTE FÍSICO TDAH- TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE TOD-TRANSTORNO OPOSITOR DESAFIADOR DPAC- DEFICIÊNCIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL
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    16 gestão dos espaçosinternos. Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino Regular. Para 2018, em nova parceriacom oSESC,a EC10conseguiuviabilizaroProjetoPESC, ampliandooatendimentodaEducação Integralpara 120alunos,incluindocrianças menoresdeoitoanos. Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas foram fortalecidos com o apoio da comunidade escolar. DestacamososprojetosCozinhaEducativa,RodadeLeitores/ SarauLiterário,Aulas Passeios; os eventos Festa Junina,Celebraçãoda Páscoae Auto de Natal; além do Encontro de Pais e da Avaliação Institucional,quecada vez mais concretiza a participação dos pais/responsáveis nos rumos pedagógicos e administrativos da unidade escolar. A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o período de eleições. As instalações da instituiçãoforam avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação desse serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalaçõeselétricas,hidráulicase sanitárias;bem comoo serviço de acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também referendado. A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para campanhasdevacinas.Aomesmotempo,essaproximidadepossibilitaoestabelecimentodeum vínculoemcasos emergenciais. Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu, atendendo o entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola-comunidade, ocupando de formacriativa as instalaçõesescolarescomatividadeesportiva-cultural. GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU A escola atende,ainda,o ProjetoGinásticanasQuadras,nonoturno.
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    17 Alunasdo Projeto GinásticanasQuadras Semprequesolicitadoasdependênciasdaescolasãoutilizadasporgruposreligiosos,mediantetermode responsabilidade,nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de “derrubadadosmurosda escola”,ofertandoum espaçopúblicoalternativoàpopulação,fortalecendoovínculoda comunidade com a escola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a instituição e seu patrimônio. Nisso a escola procura encampar a ideia presente no Projeto Político Pedagógico Professor CarlosMotade se tornar a “escolado lugar”,umaescolaqueorgulhesuacomunidade. Os dados do IDEB divulgados no ano de 2015 situam a escola com média 5,9. A meta projetada pelo MEC para o período é de 5,8. A análise dos dados levou à conclusão acerca da necessidade de investir na formaçãoeintervençãomatemática. A escola destaca-se pelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a comunidadeepelofoconadimensãopedagógica.
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    18 Em, 2017 aatual equipe gestora empenhou-se em para identificar as antigas equipes gestoras da instituição, entendendo que o trabalho que hoje aparece é fruto da coletividade. Por ocasião do aniversário da escola,as equipesantigase atual envolveram-senas festividades. Equipesgestorasidentificadas: 1980 Diretora:TeresaOndinaMaltese Vice-diretora: Secretário:José FerreiradosReis 1981 Diretora:RitaMalta dosSantos Vice-diretora: Secretário:MarildesBatistaSilvaCarvalho 1984 Diretora:Maria das DoresCarvalhodos Anjos Vice-diretora: Secretário:MarildesBatistaSilvaCarvalho 1985 Diretora:Maria ElizabethAbraão Vice-diretora: Secretário:MarildesBatistaSilvaCarvalho 1992 Diretora:Maria ElizabethAbraão Vice-diretora: Secretário:Samuel EduardoRamos 1994 Diretor:CecílioFranciscodasNeves Vice-diretora: Secretário:LeilaSantosAlves 1995 Diretora:Maria Aparecidade FátimaPereiradaCosta Vice-diretora:ClaudiaElenade OliveiraQuermes/ MariaRosângelaV.de Souza Secretário:LeilaSantosAlves/Minervade BarrosLima Sobreira 1996 Diretora:Maria Aparecidade FátimaPereiradaCosta Vice-diretora: MariaRosângelaV.de Souza/ Tânia AparecidaCunhaAlbernaz Secretário: Minervade Barros LimaSobrei
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    19 1998 Diretora:Maria Aparecidade FátimaPereiradaCosta Vice-diretora:CelíriaChagasRibeiro Secretário: Minervade Barros LimaSobrei 1998 Diretora:RenusaC.de Morais Vice-diretora:RicardoBarrosde Castro Secretário: Minervade Barros LimaSobrei 1999 Diretora:VanderlúciaGeraldadaSilva Vice-diretora:EdiléiaFernandesdaSilva Secretário: Minervade Barros LimaSobrei 2001 Diretora:EdiléiaFernandesdaSilva Vice-diretora:VanderlúciaGeraldadaSilva Secretário: Minervade Barros LimaSobrei 2002 Diretora:AngelitadoEspíritoSantoAraújo Vice-diretora:LucimarSilvaPereira Secretário: Minervade Barros LimaSobrei 2003 Diretora:AngelitadoEspíritoSantoAraújo Vice-diretora:CéliaMendes BarbosaMoraes Secretário: Minervade Barros LimaSobrei 2004 Diretora:Maria Francisca SouzaDias Vice-diretora:MariaLúcéliaPinheiroNogueira Secretário: DomingosSilvaPorto 2008 Diretora:ReginadoNascimento Vice-diretora:SandraReginaos SantosAlencar Secretário:DomingosSilvaPorto 2010 Diretora:ReginadoNascimento Vice-diretora:SandraReginadosSantosAlencar Secretário: Susie de CastroDuarte Santos SupervisorPedagógico:GreicianeNóbregaDias
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    20 2011 Diretora:Reginado Nascimento Vice-diretora:SandraReginadosSantosAlencar Secretário: Susiede CastroDuarte Santos SupervisorAdministrativo:Daniel PitomboTaveira SupervisorPedagógico:VladiaPaulaCarvalho 2012 Diretora:ReginadoNascimento Vice-diretora:SandraReginadosSantosAlencar Secretário: Susie de CastroDuarte Santos SupervisorAdministrativo:Daniel PitomboTaveira SupervisorPedagógico:VladiaPaulaCarvalho 2014 Diretora:VladiaPaulaCarvalho Vice-diretora:Berenice Aparecidade SousaCardoso Secretário: Susie de CastroDuarte Santos SupervisorAdministrativo:SandraReginadosSantosAlencar SupervisorPedagógico:QuedmaElienaide SouzaSilva 2016/2018 Diretora:Berenice Aparecidade SousaCardoso Vice-diretora:SandraReginadosSantos Alencar Secretário: Susie de CastroDuarte Santos SupervisorAdministrativo:Greiciane NóbregaDias SupervisorPedagógico:QuedmaElienaide SouzaSilva Antigas e atual equipes gestoras
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    21 DIAGNÓSTICO DA REALIDADEESCOLAR A EscolaClasse10de Taguatingaestásituadaem umaárearelativamentetranquilanoqueserefereacasos deviolênciaevandalismos,tantoquenãotemosregistrosdeinvasõesàescola,rouboseoutros.Aescolapercebe- se cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e demais dependências da escola. Quantoàestrutura físicaa escolaapresentaum prédioantigo,tendopassadopordiversasreformasaolongo dos anos, conformerelatadonocapítuloHistoricidade.Apresenta, assim,umaestrutura agradável compostapor três blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação, das equipes especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala multifuncional (que apoiaa EducaçãoIntegral,os projetosde reforçoescolar,reagrupamento,Interventivo, etc), Direção,Secretaria, Sala de Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os alunos portadores de necessidadesespeciais.
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  • 23.
    23 A escola contacom um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada. Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de atividades ligadasaodesenvolvimentosóciopsicomotordoseducandos. Parque Infantil A escolapossuium pátiosemicoberto,denominado“EspaçoDez”,ondeocorrea acolhidadiáriadosalunos; possui estacionamento descoberto e murado para os funcionários e uma área não construída, gramada, onde projeta-se a construção de um espaço coberto para apoio à Horta Escolar e aulas ao ar livre. A escola está estruturadacom recepção,portõeseletrônicos,interfonese sistemainternode câmaras.A recepçãofoipensada paraacolheracomunidadecomconforto.
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    24 No que serefere aos recursosmateriaisa escolaé bem equipadaem todos os setores: jogospedagógicos, materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o desenvolvimentodosprojetosdescritos,materiaisdidáticoseoutros.Aescolaorgulha-seem podersuprir,através da gestão eficiente dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição. Pensando na segurança do patrimônio público sob guarda e administração da escola, a atual gestão instalou gradese trancasde segurançanasprincipaisdependênciasdaunidadepedagógica. Em 2018a EscolaClasse10 de Taguatinga,iniciou oanoletivo com 562alunosmatriculadosnasseguintes modalidades:  EnsinoFundamental de9anos,sendo 40 ANEES. Esse contingentedealunos,matriculadosnosturnosmatutinoevespertino está assim distribuído: MATUTINO (301 alunos) VESPERTINO (261 alunos) 1° ANO 03 TURMAS 1° ANO 01 TURMAS 2° ANO 02 TURMAS 2° ANO 04 TURMAS 3° ANO 03 TURMAS 3° ANO 02 TURMAS 4° ANO 02 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS
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    25 Desde 2010 aescola assumiu o compromisso de zerar a retenção por infrequência. De 2011 a 2017 a retençãoporinfrequênciacaiude21para 02 em númerosbrutos, númeroqueaindaincomoda seconsiderarmos todas asaçõespreventivas adotaspor essagestão: reuniõesparaesclarecimentos, comunicadosvia bilheteevia telefone, encaminhamentoaoConselhoTutelarem casodepersistênciadasfaltasnãojustificadas. O quantitativo de retenções geral também tem sido alvo de intervenções e os números atuais também apresentam queda:
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    26 Mais do queapenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares buscam estabeleceroperfildiscente,suascondiçõessócio-culturais-econômicas,seusvalorese necessidades. Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 507 famílias de alunos matriculados em nossainstituiçãoeducacional. Destacamos que disponibilizamos mais questionários do que o número de famílias com alunos matriculados.Talestratégiadeve-seàtentativadefortaleceraLei3849/06doDF quegaranteosdireitosdogenitor não-guardião de ter um papel ativo no processo de ensino e aprendizagem do filho, sem necessidade de autorização judicial ou do pai guardião. A lei dá acesso a ambos os pais à escola, nos termos dessa e às informaçõessobreacriança. Foram devolvidos e tabulados 358, os dados foram transformados em gráficos que, após análise nos contaquem éa comunidadequecompõeaEscolaClasse10deTaguatinga:  Predominaramosquestionáriosrespondidospelasmães:  A maiorpartedosqueresponderam osquestionáriossócio-culturais,jáconheciaotrabalhodesenvolvido na instituição,visto nãoser esse o primeiroanodacriançanaEscolaClasse10deTaguatinga.  OsalunosdaEC10 sãooriundosem suamaioriadascidadesdeTaguatingaeÁguasClaras(queenvolve Areal e Arniqueiras), mas a escola atende também crianças de Samambaia, Riacho Fundo e Recanto dasEmas,Águas LindasdeGoiáseSantoAntônioDescoberto.Um número significativodepaisrecusou- se a dar essa informação;algunscom receiode“perderemavaga” na escola.
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    27  A EC10atende crianças oriundas de Território de Vulnerabilidade Social. Território de Vulnerabilidade Social é definido como umaárea onde seus moradores apresentam ao menos uma das características abaixo:
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    28 Exerto do PPPProfessor Carlos Mota PPP Professor Carlos Mota
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    29 De acordo como Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Areal é um território de vulnerabilidadesocial.Ainformaçãoépertinenteporquelevaàreflexãodepráticasquepossaminfluirnaqualidade de vidas das crianças oriundas desses territórios, ainda que a EC10 não esteja localizada fisicamente na área consideradaTEVS.  Foi constatado que o acesso das crianças à escolase dá, prioritariamente por meio de carro particular dos pais, seguido de perto pelo Transporte Escolar. Algumas crianças chegam andando (sozinhas ou acompanhadas)oufazem usode transporte urbanocomoônibusemetrô.Ainformaçãoofereceàescola embasamentoparapensarsoluçõesdesegurançanoacolhimentoeentregadascriançasaofim doturno. Envolvendo, inclusive, se necessário outros órgãos para potencialização do estacionamento externo à escola.Nomomento,ascriançassãoacolhidascomquinzeminutosdeantecedênciadoiníciodosturnos, dentro do espaço escolar já estando sob a responsabilidade da escola a partir daí. Do momento da acolhida atéa ida das criançasparaas salas de aula,o acessodos paisà escolaé controladoafim de evitar situaçõesde embatede pais com alunos,conformeinúmerosregistrosde ocorrências.Iniciadoo turnoas criançasestãosobaresponsabilidadedoprofessorregentequenãopodedispersar suaatenção ao atendimento de pais e/ou responsáveis. Esse espaço de escuta de pais-professores é aberto na coordenação individual do professor. Casos de emergência podem ser resolvidos junto à direção da escolaquefará os devidos encaminhamentos. Ainda pensando na segurança da instituição (patrimônios humanos e materiais) ao final do turno as criançassãoconduzidasaoPátio Externo EspaçoDezonde são entreguesaos responsáveis. A fim de agilizara entrega correta das crianças, evitando tumultos e possíveis acidentes nos espaços internos e externo (estacionamento), os estudantes de primeiros e segundos anos sobem com dez minutos de antecedência, desafogandooportãoeoestacionamentoexterno,ficandosobaresponsabilidadedoprofessoratéofinaldoturno ou até que seja entregue ao responsável. Findo o horário do professor as crianças estão sob a guarda e responsabilidade da equipe gestora que elaborou normas de conduta para esse momento considerando a discrepância entre a logística necessária e existente (a saber: ausência de porteiros ou vigilância, número de alunos que aguardam os responsáveis após o fim do turno, necessidades apresentadas por crianças laudadas especiais,desejomanifestopelacomunidadedeadentrara escolanessemomento,prioridade desegurançadas criançasedopatrimônio,etc). Quanto à configuração familiar há predominânciada formação tradicional emboraseja evidente que as transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificaçõesqueobrigaa escola a adotar umapostura ondea convivênciaentrecriançasdediferentes núcleos familiaressejaacolhedora,fazendocom quetodassintam-seaceitaseintegradas. Observa-se a participaçãodeoutros atores na vida das crianças quenão somente pais e mães. Avós e tios constituem onúcleofamiliarpróximoefazem-sepresentes.
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    30 O númerodefamíliasquenão responderamàquestãofoisignificativoperfazendo19%
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    31 A formação acadêmicapredominantena comunidade é de Ensino Médio Completo com quase empate técnicocom CursoSuperiorCompleto. É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões que variam de funcionários públicos a autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos setores de vendas, contabilidade, advogados, trabalhadores domésticos, estudantes-estagiários, desempregados e aposentados, etc.. 21% dos entrevistadosdeclararam nãotrabalharfora.4% nãoresponderam. O item referenteafaixaderendafamiliarmostrou umpredomínio entreduasfaixasderendas:R$1500,00 a R$ 3500,00.16% nãoresponderam aessaquestão. 13% declarou receber benefícios governamentais tipo Bolsa Escola, Renda Minha, Bolsa Família. 4% nãoresponderam esseitem. Pode-seafirmarque a maioriadosalunosdestainstituiçãopossui acessoàstecnologias,oquecolocaa escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o estudante se torne autônomo no ambiente virtual. Houve uma queda entre os que se declaram seguidores de uma religião em relação aos dados da pesquisadoao anterior.88% declarou-seseguidordeumareligião.17%nãorespondeu.Católicoseevangélicos de diversas denominaçõespredominam noquadroreligioso,seguidosporespíritas. 9% da comunidadeoptaram poromitiressedado.Emboranãotenhaaparecidonapesquisa,sabe-sequeaescolaécompostapor professantes em menornúmero dasreligiõesMessiânica,Judaica,Mórmonsedematrizafricana.
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    32 Questionados acerca domomento denominado “acolhida”, que é enriquecidocom uma prece, além de informesinstitucionais e doHino Nacional, 95%da comunidadeescolardeclarou-sefavorável à manutençãodo mesmo.5%omitiua resposta. Esclarecemosqueaacolhidaéum momentodiáriodereflexão,formaçãocívicae estabelecimentododiálogointer-religioso. Significativo número de famílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento escolar do filho/aluno. Mesmo assim, faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a clareza de que a família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções educativas,imprimirvalores,fornecermodelodeformaçãoparaavidaem sociedade.Além disso,serresponsável pelo desenvolvimento físico e mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com cuidados que permitam o crescimento e desenvolvimento desse indivíduo. Compreendemos que a escola não é substituta da famíliaem seus deveres de prover educação,sustento,dignidadeerespeito.
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    33 O desempenhodosdiferentespapéispelosrespectivosatores(escolaefamília)deveconcretizarum ser socialsaudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga-se necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico da EC10. As respostas apresentadas garantem ainda que significativa parcela dos estudantes têm acesso a materialdeleituradiversificadodentrodaprópriacasa.
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    34 91% alegaram saberda existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino. Desde2011observa-se umaparticipaçãomaisefetiva dosresponsáveis no quese refere à vida escolar das crianças,em relaçãoaperíodosletivos anteriores. Essa participação foi perceptível em reuniões escolares avaliativas e/ou pedagógicas, nos processos eleitorais da instituição; também em culminância de projetos e chamadas para acompanhamento dos rumos pedagógicosefinanceirosda escola. Acompanhamento de frequência comprovada dos responsáveis em Reuniões de Pais. Média
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    35 Considerando aclientelabastantediversificada,incluindoalunoscom necessidadesespeciais,aescola tem buscadoformas,discutidoeconstruídocaminhosparaprocessarainclusãocomganhossociaiseindividuais, desenvolvendo uma pedagogia centrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de aprendizagem de todososseus indivíduos,independentede“suascondiçõesfísicas,intelectuais,sociais,emocionaiselinguísticas”. A EC 10 aceita,assim,o grandedesafiode coordenara efetiva aprendizagem deindivíduos quetêm o desenvolvimentocognitivo,motor e/ousocialbastantecomprometidose,num primeiromomento,nãoresponderão conforme a maioria. Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga obriga-se a superá-loscom qualidade.Aescolaapresentaíndicede5,9; IDEB divulgadoem 2015. A Escola Classe 10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não serão somentedeordem ideológico-filosóficos.Mas,prioritariamente,deformaçãoprofissional docente:maisum
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    36 processodoqueum fim.Ainterpretaçãodosdados exigeumamudançaconceitualnosvaloresculturaisdaescola e,sobretudo, da sociedade. Dessa forma, a coordenação pedagógica tem conduzido à reflexão acerca dos dados. Em relação a Provinha Brasil - leitura, observou-seque:  Houve baixo desempenho (37%) em Leitura no item D10 – Inferir informação;  A escola vem evoluindo em seus dados desde 2012;  Especificamente em 2017 a escola deixa de ter alunos no nível 2 e apresenta um aumento significativo de alunos no nível 5;
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    37  Avalia-se queo trabalho de Formação Continuada desenvolvido pela Coordenação Pedagógica, voltado para as necessidades imediatas apontadas pelos dados externos e pelas necessidades específicas de cada turma teve forte influência nos dados evidenciados.  Referente a Matemática a evolução é visível. 2017 encerrou com alunos da instituição apresentando apenas os níveis 4 e 5. Ao comparamos a evolução entre os níveis 3, 4 e 5 temos mais de 60% de aumento no total e cerca de 50% para o nível 5.  Houve baixo desempenho (77,8%) no item D3- Resolver problemas por meio da aplicação das ideias que preparampara a multiplicação e a divisão e D3.2 – Resolverproblemas que envolvam a ideia da divisão. Em relação a avaliação ANA, após análise dos gráficos, observou-se que:
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    38  A necessidadede desenvolver práticas leitoras para argumentação, dar sentido ao meio social no qual se está inserido, ensinar intertextualidade com reflexões sobre a prática;  Potencializar os projetos já existentes a fim de intensificar ações pedagógicas que auxiliem a desenvolver a inferência;  Dar continuidade à formação ds professores para acompanhamento das aprendizagens dos estudantes, clareando os critérios que precisam evoluir no campo da inferência.  Os avanços no campo da escrita mostram-se promissores.
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    39  Foram identificadascrianças no nível 1, que é o nível elementar;  Houve evolução de 50% no nível 4;  Necessidadedetrabalhar quadro numérico,sistemamonetário,adição envolvendodoisnúmeros de até 3 algarismos e apenas um reagrupamento (na ordem das unidade ou das dezenas), subtração envolvendo dois números naturais em que pelo menos um deles tem 3 algarismos sem reagrupamento, resolver problemas de adição ou subtração envolvendo números naturais de 1 ou 2 algarismos com ou sem reagrupamento nos cálculos com o significado de retirar e em que o estado inicial ou final é desconhecido.  Desenvolver projetos interventivos para os níveis elementares. Assim, o Projeto, ora apresentado,propõe continuardesenvolvendo, dentrodos princípiosda educação integral,um trabalhodequalidade focado naaprendizagem,nosentidodeatenderasnecessidades educacionais de todas as criançasepromover o fortalecimentodasatitudes de aceitaçãoe respeito a si próprio, à natureza e às diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas comunitárias mais sustentáveis, maissaudáveise maishumanas. Equipe EC10 /2018
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    40 MISSÃO E OBJETIVOSINSTITUCIONAIS É missãodaescolapromoveroplenodesenvolvimentodoeducando,atravésdaaprendizagem,formando um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta de suas relaçõescom asociedadeecom anatureza. A Escola Classe 10 de Taguatinga entendeque os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão, eleita pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram referendados pela comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade escolar,estandoem afinidadecom amissãoexpressanessedocumento.Assim:  Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar fortalecido e exercendo suas reais funções de órgão colegiado consultivo, fiscalizador, mobilizador, deliberativoe representantedacomunidadeescolar.  Promover uma educação de qualidade, garantindo os direitos de aprendizagens dos estudantes; educaçãoessa reconhecidapelosórgãosoficiaisecomunidadeadjacente;  Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola; oportunizando a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada;  Desenvolver um trabalhopedagógicoqueevidencieocompromissocomademocratizaçãodosaber;  Envolver todosossegmentosnaconstruçãosocialdoconhecimentoenadefiniçãodoprojetopedagógico da escola priorizando um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a integração escola/comunidade assegurando mecanismos de participação comunitária que gere transparência nos processosinstitucionais;  Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem integrando a capacidade cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando possibilitando o desenvolvimento de todas as potencialidades, em especial, a educação do caráter e o despertar da responsabilidadesocial;  Zelarpelaobservância,em âmbitoescolar,dasorientaçõescurricularesdaSEEDF paraos anos iniciais do EnsinoFundamentaloportunizando aoseducandosoacessoao uso das novas tecnologiascomoprática social einstrumentofacilitadoreenriquecedordaaprendizagem; elevando odesempenhodosestudantesnas aprendizagens matemáticas; garantindo a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental, considerando o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do estabelecimento de ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento integrale harmonioso;  Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito propiciando um ambiente adequado à convivência pedagógica; criando momentos de reflexão que favoreçam a
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    41 identificação e orepúdio a todas as formas de intolerância, indiferença, discriminação, desvalorização e violêncianomeiosocial,possibilitandoaformaçãodeumaconsciênciacrítica docontextosocial;  Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidadeescolar; E ainda:  Propiciar um trabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e aprendera ser.  Promovera aquisiçãodashabilidadesrequeridaspelasociedademoderna,ondeacriatividade,autonomia,o trabalho colaborativo e a capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de convivência, no exercíciodacidadaniae naorganizaçãodotrabalho;com o afeto, o lúdico,ainvestigação e a construçãocientíficaestimulando oprazer em aprender. Oficina de vivência /2018- Sala de Recursos em parceria com a Educação em Movimento
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    42 PRINCÍPIOS NORTEADORES DASPRÁTICAS PEDAGÓGICAS Os fins e princípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar sua prática educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e da LDB vigente, bem como todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles:  A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a alcançaroexercícioplenodacidadania.  A Educaçãodevepossibilitaraoserhumanoodesenvolvimentoharmoniosodetodasassuasdimensões, nas relaçõesindividuais,civisesociais.  Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e a aceitação do pluralismo de ideias, a flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica adotada.  A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as políticasnacionaisdeeducaçãoealegislaçãovigente.  Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum devem ser valorizados napráticapedagógicacomonorteadoresquesãoda vida cidadã.  Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática constituem fontedeexperiênciasfundamentaisparaavidaem sociedade,análise depadrõesvigentese a buscadajustiça,igualdade,equidade,liberdade,fraternidadeefelicidadetantoindividualquantogrupal e/ ou universal.  O processodeensinar-aprender,baseadonodiálogopedagógico,investigaçãoecriatividade,propiciaa construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o prosseguimentodosestudosnosdiferentesníveis.  A açãopedagógicadeveenfatizar procedimentoscapazesdefavorecera compreensãoeodomíniodos fundamentoscientíficose tecnológicosem quesebaseiam osprocessosprodutivosdasociedadeatual.  A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender, aprendera fazer, aprendera conviver, aprendera ser e aprenderaempreender.  A participaçãodafamíliaeda comunidadenadiscussãoedefiniçãodeprioridades,estratégiase ações doprocessoeducativo,contribuirádeformaessencialparaadefesa dadignidadehumanaedacidadania.  A educaçãoéaestratégiamaisadequadaparasepromoveramelhoriadaqualidadedevida,o exercício da cidadaniaeasustentaçãodagovernabilidade. É necessário que se destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos, políticoseéticosqueemanam daConstituiçãoFederaledaLDB. Sãoeles: sensibilidade,igualdadeeidentidade. Devem estarpresentesem todasaspráticasadministrativasepedagógicasdaescola,passandopelaconvivência, peloempregodosrecursos,pelaorganizaçãodocurrículo,dasaprendizagensedas estratégiasde avaliação.
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    43 Entende-se que aestética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao educandoreconhecerevalorizar a diversidadeculturaldopaís. A políticadaigualdade exigeoreconhecimento dosdireitoshumanoseoexercíciodosdireitosedeveresdacidadania.Paratanto,oacessoaosbenefíciossociais e culturaisconstruídospelahumanidade(saúde,educação,informação,etc.),além docombateatodasasformas de preconceitoediscriminação.Aéticadaidentidade visaa construçãodaautonomia,oferecendoaoeducando a oportunidadedenaconstruçãodesuaidentidade,estaraptoaavaliarsuascapacidadeserecursos, emitirjuízos de valores e procederescolhasconsonantescomseuprojetodevida. Os princípiosepistemológicos,orientadoresdocurrículointegrado,quesustentam as práticaseducativasna EC10emanam doCurrículoem Movimento:  Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “reflexão crítica, síntese, análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando constantementeo“raciocínio,questionamento,problematizaçãoeadúvida.”.  Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento com sentidosocialepolítico.  Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e estratégiascapazesde completaraformaçãointelectualdoeducando. Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no CurrículodaSEEDF, os mesmossão:  Integralidadehumana;  Transversalidade;  Intersetorialização;  Territorialidade;  Diálogoescola/comunidade;  Trabalhoem Rede. Entendendo que os processos administrativos somente justificam-se se estiverem a serviço dos processospedagógicos,aescolareforçaoprincípiofundamentalqueregeaspráticasescolares:aeducação pública de qualidade.Esta qualidade deve estar expressa no ambiente cuidado e limpo, nas relações interpessoais,naorganizaçãodosespaçosetemposescolares,nagarantiadesegurançadopúblicoalvo,na gestão de pessoas, recursos e materiais, na fidelidade aos documentos que emanam da Secretaria de educaçãoenorespeitoe cuidadocom acomunidade. CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que regem o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as causas primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as
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    44 discussões acerca dafunção social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente respondidostrazem subjacentesum como. As açõespedagógicasdesenvolvidaspeloeducadordevem sercoerentescomosprincípiosdeeducação concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos autoritários. ” (GENTILLI,2003,p.93); “...não se podeeducarparaa autonomiaatravés de práticasheterônomas,nãose pode educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democraciaatravés de práticasautocráticas”(GENTILLI,2003,p.75). É a resposta a esse “como” que conduz a Gentilli: a prática do professor, mais que o conteúdo em si, é instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de alinhar teoria e prática, de superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma lista de conteúdos a serem desenvolvidos, e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva integral do ser multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe-se, mas essa busca se concretiza na articulação dos conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas de interesse comunitário e escolar, com os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, a saber: Educação para a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos pelo Currículo em Movimento da SEE/DF. Este Projeto Político Pedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de identidades, questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e mecanismos as sustentam, provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. Julga-se procedente a citação textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou por meio dela e que formam o indivíduo, organizam seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na constituição do seu ser como pessoa. É tudo o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma como aprende, como é avaliado, tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual são importantes e compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ” A EscolaClasse10 de Taguatingaassume,assim,um trabalhofiliadoà crençadequea aprendizagem ocorre na interação com o outro; decorre principalmente do diálogo produtivo e retornos constantes após a apreciaçãodasproduçõesdosalunos. Orientada pelo Currículo em Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral e não somente a de Tempo Intergral, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas cotidianasedesenvolvimentodosconteúdos,aideiade quetodas as atividadesofertadas noespaçoescolarsão “entendidascomoeducativase curriculares”.Pensa na ampliaçãodosespaçosedas oportunidadesequilibrando os aspectoscognitivos,afetivos, sociaisepsicomotores.
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    45 A EscolaClasse10de Taguatingapensaaavaliaçãonaperspectivaformativa, conformeorientadopela Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero recolhimentodosdadosnãocontemplaaeducaçãoquesedesejaencampar.Éclaraanecessidadedediscutiros dadose índicesapresentadoscom vistasa aprendizagem ea intervenção. A intervençãosobreosdadoscolhidoséomotivodosprojetoseeventosapresentadosnestedocumento. Assumir, portanto, que o aprendizage sobreo objetodo conhecimento,organizandoeintegrandonovos dados e que as intervenções do percurso são tão importantes quanto o produto final, possibilita à instituição encampar o presente projeto político colocando em práticaas ações descritas, que estão plenamente alinhadas com asconcepçõesaquiexpressas. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias letivos e 1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes Curriculares Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto educativoquese deseja.Semanalmente,acargahoráriaéde 25 horas, sendo5 horasdiárias.
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    46 Dentro dessa cargahorária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais atividades extrapolam osmurosdasalade aula, ressignificandooambienteescolareseuentorno. Destacamos o momento denominadoAcolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva e se insere no tempo de organização escolar (Currículo em Movimento, Pressupostos Teóricos, p.13). Os alunos têm a oportunidadedemanifestaraexpressãooralecorporal.O momentotambémépropícioaodesenvolvimento de valores cívicos e morais na perspectiva de humanização dos sujeitos. Trabalha-se, ainda, com o apoio da comunidadeescolar,odiálogointer-religioso. Acolhida As crianças ingressam no espaço escolar quinze minutos antes do início do turno, por concessão da gestão da unidade escolar. Observe-se que o ingresso da criança antes disso faz-se impossível, uma vez que demanda recursos humanos, inexistentes no horário, para responsabilizar-se pela segurança dos estudantes. Ainda por motivo de segurançaeorganizaçãoas criançassãoconvidadasa sentarem-senoespaçodemarcado para sua turma e aguardar o momento da entrada. Durante as segundas-feiras são realizadas as Horas Cívicas com a presençadaBandeirae o cantodo Hino Nacional Brasileiroe/ouHinoa Brasília. Após, são reforçadosos informes pertinentes - isso porque o canal oficial de comunicação escola-comunidade são os comunicados via agenda. Nesse momento denominado acolhida, os responsáveis são convidados a permanecerem fora do ambienteescolaratéqueosestudantessejam conduzidosasuasrespectivassalas.Talprocedimentofoiadotado a fim de resguardar a segurança dos próprios alunos, que em outros tempos (conforme registros arquivados na escola)eram abordadosporpessoasmaioresdeidadeesem vínculoalgumcomeles.Aconversacom oprofessor nesse momentotambém faz-seimpossível, pois, a partir do iníciodoturno a prioridadedoprofessor é com seus alunos;podendoum minutodedistraçãopotencializarriscosdesnecessários.O contatourgentedosresponsáveis com aescolapodesersolicitadoaqualquermomentoàdireçãodoestabelecimento.Noentanto,com oprofessor solicitamosoagendamento paradiálogonoturnocontrárioàregência.O acessodoresponsávelaoespaçoescolar
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    47 normaliza-se após oencaminhamento das crianças as suas salas, voltando a ser interrompido no momento do intervalo e nos encerramentosdosturnos. Outro tempo de organização escolar contemplado na carga horária é o Recreio. Previsto na matriz curricular das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada turnopara intervalo/ recreio.Nessemomento,conformeprojetoanexo,osalunosdesenvolvem atividadeslúdicas, de maneira autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o recreio, visto que é consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerado atividade escolar. A escola conta com jogos e material de recreação para esse momento: mesa de tênis, cordas, bolas, xadrez, etc. O Projeto NossoRecreioé 10 encontra-sesobacoordenaçãodoSOE. Projeto Nosso Recreio é 10 A comunidade tem a oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos específicosdeavaliação,dereuniãodepais,doConselhodeClasse,darealizaçãodoConselhoe/ouAssembleia Escolar.Além dessesmomentos,outrospodem surgirem funçãodoconteúdodesenvolvidopelaescolajuntoaos estudantes. O que interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no cotidiano pedagógico, pois sabemos que essa participação não se dará, num primeiromomento, de forma espontânea. É precisoquea escolacriemomentoseprovoque a participação.A EC10 acreditana contribuiçãoqueas famílias podem darao processoeducativoem todosos momentos,desdeoplanejamento,passandopelaexecuçãoatéa avaliação.A valorização dossaberes comunitárioséoutraforma de trazer as famíliaspara a escola,“dando voz”
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    48 a esse segmento.A escola deve funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha a oportunidade de exerceras habilidadesdemocráticasdediscussãoeparticipação. Momento com a comunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de Avaliação O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática, através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda, bilhetes, blog, e-mail, facebook, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o esclarecimento da comunidade acerca do trabalhodesenvolvido pela escola (organização curricular, critérios de avaliação,instrumentosdeavaliação,estratégiasdeprogressãocurricular,objetivosemetasaserem atingidos...), a possibilidadedeacompanhamentodarotinado aluno,a participaçãodospaisno conselhodeclassee a busca espontâneadosresponsáveispor esclarecimentos. A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicas do Bloco Inicial de Alfabetização e Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma organizaçãodostempose espaçosescolares.Noquese refere ao espaçofaz-se necessárioorganizaroespaço físico disponível de acordo com sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias, agregando ainda as questões: quando e como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física, funcional, relacional e temporal. A escola conta com o momento denominado “ Organização Curricular” para articularcurrículoxavaliaçãoxprojetos. O espaço e tempo no BIA é pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de formaa garantira aprendizagem detodos. O trabalhocom oBlocoInicial deAlfabetizaçãoprevê,ainda,a Alfabetização, LetramentoseLudicidade, eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do processo de escrita”e comoletramento“aspráticasefetivas deleitura e escrita”, “o queas pessoasfazem com ashabilidades de leitura e escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades,
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    49 valores e práticassociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o professor responsávelpeloletramentoespecíficodecadaáreadeconhecimentotrabalhada. Ouseja,notrabalhocom oBIAénecessáriointegraraspráticasdecodificaçãoedecodificaçãodalíngua escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão: “alfabetizar letrando”. Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o bloco) de formacontextualizada,resgatando“ascantigasderoda,asbrincadeirasinfantis,osubir,odescer,opular,ogritar”, permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto, a escola conta com a presença de dois profissionais da áreade EducaçãoFísica,participantesdo ProjetoEducaçãoem Movimento (projetoanexo).Com isso,os alunos da EC10 são atendidos duas vezes por semana, cada atendimento com duraçãode 50 minutos. O projeto visa levar o estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que possa exercê-las com autonomia.Osprofessores de EducaçãoFísicadesenvolvem um trabalho plenamenteintegradoaodo professor regente, participandodoConselhodeClasseedemaiseventos pedagógicos. A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o trabalhopedagógico.Sendoeles:  Princípio daFormaçãoContinuada;  PrincípiodoReagrupamento;  PrincípiodoProjetoInterventivo;  PrincípiodaAvaliação;  PrincípiodoEnsinoda Língua;  PrincípiodoEnsinoda Matemática. Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento próprio.Observa-se, no entanto, a concretizaçãodestesaolongodaProposta PedagógicadaInstituição. O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o 1ºs, 2ºs e os 3ºs anos. O proc esso de alfabetizaçãoiniciano1ºanoedevelevar oestudantea“lerum pequenotextocomcompreensãoeproduzirtextos oraiseescritos comencadeamentodeideias,apartirdecontextosignificativo,semexigênciasdascomplexidades ortográficase compreensíveisporqualquerpessoa.Esseprocessodeveserampliadoeconsolidadoparaque,ao finaldo BIA, o estudantesejacapaz deler eproduzirtextos oraise escritos deforma proficientenaperspectivado letramentoe da ludicidade”.(p.38,DiretrizesPedagógicasparaOrganizaçãoEscolardo2˚Ciclo). O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos 4ºs e 5ºs anos e tem como objetivo principal levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo).
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    50 O Reagrupamento éuma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização e pelas Diretrizes pedagógicasdo2ºciclo,quedeveincorporar-seàrotinadainstituição.Visaatendertodososestudantes. Favorece o planejamento coletivo, oportunizando a adequação do ensino às necessidades e potencialidades educativas individuaisdosalunos,trabalhandodeformadiversificadaelúdica. Os reagrupamentos concretizam a ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um únicoprofessor,integrandootrabalhodainstituiçãoeducacional,superandooslimitesdasaladeaula,possibilitando ao alunotransitarentre diversos grupos, interagindocom todos. a. Reagrupamento intraclasse: Atividade realizada no interior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo com osobjetivos e habilidadesaserem trabalhadasdeformadiversificada. b. Reagrupamento interclasse: Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas, proporcionandoointercâmbioentreeles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo ou não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para atingirespecificamenteasfragilidadesepotencialidades decadaeducando. As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do projeto,unindo diversos setores da escoladeacordocom aspossibilidadesinstitucionais. OsreagrupamentosacontecemnaEC10tantononível intraclassequantonointerclasse.Osprofessores estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do 1º ao 5º ano, com diversos reagrupamentos acontecendoentreturmas. O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, bem como as necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano. Tem como objetivo geral oportunizar aos alunosdos ciclos,em defasagem idade/série e/oucom necessidadedeaprendizagem,aapropriaçãodaleiturae da escritae de outras habilidadesnecessáriasàcontinuidadedesuavida acadêmica,intervindoassertivamente nas dificuldades evidenciadas pelo grupo, visando os aspectos do desenvolvimento humano: afetivo, motor, cognitivoe social,numaperspectivainclusiva. Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se observe a diversidadepresenteem sala deaula, ondeo mododeaprenderdecadacriançamuitasvezes é único e próprio.Assim, o momentodoreforçoescolaraparececomopropícioaotrabalhocomatividadesdiversificadas, de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece tanto o aluno com dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita, naquele momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação contínua
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    51 para alunos queevidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os professores regentessão os responsáveispelo atendimentodepequenosgruposde alunos,no contraturno, semanalmente, às terças ou quintas feiras, de acordo com a disponibilidadedo professor. O tempo sugeridoé de cerca de uma hora,emborataldecisãoestejaacritériodoprofessor,querealizaasadaptaçõesnecessárias.Asatividadesserão planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho repetitivo e rotineiro. Cabe ao professor regentedefinir a necessidade,o tempode mediação,o períodode duração,as estratégias e o público da intervenção. A FormaçãoContinuadaacontece,conformeprevistoem legislaçãoprópria,àsquartas–feiras,durantea Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10, com o apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das próprias coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação continuadacomoum momentodearticulaçãoentreteoriaxprática.ConformeMadalenaFreire:“Professoralgum é donodesuaprática,se nãotem areflexãodesuapráticana mão”.O focodasformaçõescontinuadaspara2018 está definidonoPlanode açãodacoordenaçãoPedagógica. A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e um psicólogo itinerante.AEEAA desenvolve seu trabalhobaseadoem OrientaçãoPedagógicaprópriaenoPlano de Ação, anexo. Orientaos professores regentesna melhorformade atuaçãojuntoaos alunosencaminhadose contacom espaço/tempoprópriosparaplanejamentocom o professor regente. AEEAA tem participaçãoefetiva no Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior e desde 2017 é responsável pelo Projeto de Transição. A Sala de Recursos, conta com um profissional para o atendimento requerido por sua Orientação PedagógicaespecíficaePlanodeAção,anexo.Além doatendimentojuntoaoalunoANEE,atuajuntoaoprofessor orientandoseu planejamentoesuas práticas.Participado Conselhode Classe e constitui-seem referênciapara as estratégias de inclusão. Juntamente com a Coordenação Pedagógicapromove formações para os Monitores (no momentoem númerode01)e EducadoresSociaisVoluntários – ESV que atuam no atendimentoaosalunos especiais. O Serviço de Orientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho guiadoporOrientaçãoPedagógicaespecíficaePlanodeAção,anexos.Éresponsávelporatuarjuntoàsquestões disciplinares,tem forte atuaçãonoConselhodeClasse. A EscolaClasse10 contacom um monitorconcursadoqueatuajuntoaos alunosespeciaisapoiandoas necessidades especias nas atividades da vida diária, atividades pedagógicas, uso e controle dos materiais pedagógicos, realizaçãode atividades motoras, ludo-recreativas, artísticas e culturais. O monitor apoia, ainda, o controlecomportamental doalunosoborientaçãodaequipepedagógica.
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    52 Os EducadoresSociasVoluntáriosdesenvolvem juntoaoalunocomnecessidadesespeciais atividades similaresaodo monitorconcursado,devendoapoiaro alunoespecialnasatividades da vida diária(alimentação, uso do banheiro, higienização, escovação; no desenvolvimento das atividades da Educação com Movimento e outras de cunho lúdico ou recreativas desenvolvidas no espaço escolar ou fora dele, auxiliar o estudante na organização e uso dosmateriaisescolares,apoiaroestudante quandoesteapresentarepisódiode alteraçãono comportamento,buscandointervenção. A escola abriga ainda, Educadores Sociais Voluntário atuando na Educação Integral auxiliando os estudantesnas atividades da vida diária, orientandoosmomentosderefeição,higienizaçãoeescovação.Dando suporte na organização e uso dos matérias pedagógicos, desenvolvendo as oficinas conforme Plano de Aç ão, acompanhando os estudantes nas atividades desenvolvidas dentro e fora da unidade escolar, zelando pela segurança e integridade física dos mesmos. Os educadores Sociais Voluntários recebem capacitação da CoordenaçãoPedagógicadaEducaçãoIntegralem pareceriacomaCoordenaçãoPedagógicadoensinoregular e da EquipedeApoio, conformedemanda. A propostapedagógicadaSEEDF éregidapeloCurrículoem MovimentodaEducaçãoBásicadoDistrito Federal:currículodeeducaçãointegralque objetivaampliartempos,espaçoseoportunidadesdeaprendizagem. Ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens A enturmação na EC10 de Taguatinga rege-sepelos documentos legais, tanto a formação das turmas, quantoonúmerodealunosatendidosemcadasala,em funçãodoespaçoedasreduçõespleiteadaspelosalunos portadores de necessidades educacionais especiais. Juntamente com essa enturmação, resguardadas as prerrogativas legais, ocorre uma enturmação pedagógica, organizada pela Supervisão e Coordenação Pedagógica, com o apoio do corpo docente, do Serviço de Orientação Educacional, da Sala de Recursos e da EEAA. A enturmaçãopedagógicavisaequilibraras turmas para quenão haja turmasfortes e fracas. Busca-se ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às necessidadesepotencialidadesobservadaspeloprofessoredemaisequipesaolongodoano.
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    53 CONCEPÇÕES, PRÁTICAS EESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do crescimentojáalcançado. Avaliar é também,buscarsubsídiospara a práticadocentee administrativa, indicandoaimportânciada manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo, falhasou disfunçõesquecomprometam osucessoescolar. A SecretariadeEducaçãoamplia,em suasdiretrizes a noçãodeavaliação,indoalém das avaliaçõesda aprendizagem,orientandoaarticulaçãodasavaliaçõesem trêsníveis: aprendizagem,institucionalelargaescala. Adota-se nessa articulaçãoa função da avaliaçãoformativa, onde, além de colher dados, além de se analisar o produtofinal, têm-sea intençãointerventiva. É com essaconcepçãoqueainstituiçãodeensinotrabalha. Por ser um processocontínuo,sistemáticoeintrínsecoaoatode educar,aavaliação deve ser planejada e norteadaporcritériospreviamenteestabelecidos,conhecidos eentendidosportodos,visto que, oresultadofinal reflete o fracassoou sucessodetodos os envolvidos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis acerca dos instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se coparticipante no desenvolvimento escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e incentivar práticas efetivas de participação desse segmento na construção da gestão democrática. Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho pedagógico, dos procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir a presença desses atores no conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão democrática são formas de gerar o protagonismo desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição de ensino se compromete. Para tanto, são realizadas as reuniões com responsáveis bimestralmente, onde são comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem dos estudantes, onde se discute esse resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o estudante alcance a meta planejada. Emboraocorrammomentosespecíficosdeaferiçãodaaprendizagemparaplanejamentodeintervenções, a avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas individuais e/ou grupaisqueinterferem nosucessoescolar. Nesse sentido, todo trabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios, definidos no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a
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    54 participação de todosos segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da instituiçãocom finsdeintervenção. O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe acontece bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA, Sala de Recursos),professoresde EducaçãoFísica,coordenaçãopedagógica.A ausênciadeespaço-tempoeo zelo paracom os dias letivos previstos nãopermiteque o Conselhode Classeseja realizadocom a participação deambososturnos,oqueseriaideal.Assim,cadaconselhoérealizadonoturnocontrárioàregênciadoprofessor, sendo divididos em Conselho do BIA e dos 4°s e 5°s anos. Viabilizar a participação dos pais/responsáveis em todos os conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados colhidos no conselho são registradosem ficha própriada SecretariadeEducaçãoeem portfóliodas turmas aos cuidadosdacoordenação pedagógica. As observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e retomadas posteriormente para providências. A escola acredita assim encampar a orientação de proceder uma avaliaçãoformativa, sendo essa entendidacomoaquelarealizadacom finsdeintervenção. Conselho de Classe Participativo Todosossegmentose setores da escolasãoavaliados duranteo ConselhodeClasse, no entantoesse nãoé o únicomomentoem quetalavaliaçãoacontece. As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas semanais constituem–se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as fragilidades identificadas sofrem intervenção imediata. A recepção da escola conta com um instrumento permanente de avaliação para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são repassadas aos setores responsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados através dos diversos instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são
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    55 tabulados e apresentadosà comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento, a comunidadeéouvidaesuasdúvidas,sugestõese/oucríticassãodebatidascoletivamente.OsdadosdaAvaliação Institucional têm sido amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem disponíveis em versão impressaparatoda comunidade. Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional Os resultados das avaliações externas tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de estudo em coordenações coletivas. A coordenação Pedagógica da escola classe 10 de Taguatinga prima pela ampliaçãodosespaçosdediscussõescoletivassobrea didáticadamatemática,bemcomodosníveisdeleitura e produção textual temas advindos de nossas reflexões a respeito dos dados avaliativos produzidos pela escola, bem como daqueles apresentados pelas avaliações em Larga Escala. Toda essa dinâmica solicita do coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de textos, organização de oficinas pedagógicas, a implementação de construção dos planejamentos para o trabalho em sala de aula mais integrados e reflexivos em torno das concepções do ato educativo de aprender e ensinar, que caracterizem a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. Observa-se, ainda, a necessidade de trabalharjunto à comunidadeescolaracompreensãodosdadosdivulgados,a fim de que sejasuperadaa noção de ranqueamentoentreas unidadesescolares. A avaliaçãodiagnóstica denominada AulaEntrevista (um conjuntodetarefas realizadasindividualmente com o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no processodealfabetizaçãoenapós-alfabetização)éutilizadanaescolasemprequesuanecessidadeéidentificada o que não inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos. Não nos cabe aqui, falar sobre os passos e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma obra específica, até então denominadaAulaEntrevista, Geempa,EstherPillarGrossi.Também nãonoscabeteorizarsobreela,porquetem sido,aolongodosúltimosanos,objetodeestudosem tesesacadêmicas. AAulaEntrevistasugereumaintimidade necessária para o estabelecimento de vínculo afetivo dando abertura para o conhecimento que se pretende construir.Noquedizrespeitoàavaliaçãodiagnósticadosesquemasdepensamentonoprocessodealfabetização, cabe ressaltar que cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de critérios científicos
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    56 rigorosos e cadauma corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e conceituado pelas crianças. Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo professor sãoretomadosparacomporumaavaliaçãocontínua. O corpo docente da Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao conteúdoquetem sidodesenvolvido na e pela escola.Umaatividadecujosobjetivos são: a criaçãodohábitode estudo; oportunizar a sistematização do que foi aprendido e percepção de quais estratégias de meta- aprendizagenssãoúteisparafortalecersuaautonomiacomoestudante. Adiscussãomaisaprofundadaacercado assuntoé um desafio,visto que existeum abismoentreas concepçõesexplanadaseaspráticascorrentes. Significativa parcela dos pais/responsáveis declarou não ter dificuldade em acompanhar o desenvolvimentoescolardosfilhos eelencaramodeverdecasacomoumadasestratégiasutilizadaspararealizar esse acompanhamento. Aproximar o cotidiano escolar do contexto familiar constitui-se outro ganho. O dever de casa informa ao professor as dificuldades do aluno para que intervenções possam ser planejadas. O dever de casa pode ser de três tipos: atividades de sistematização dos conhecimentos, atividades de introdução de conteúdos(preparatória)eatividadesdeaprofundamento. A frequência semanal das tarefas de casa varia de acordo com a idade da criança, aumentando gradativamente do primeiro para o quinto ano. Está claro que as atividades de casa devem ser retomadas pelo professor e corrigidas (quando for o caso) em sala de aula, pois assim obtém-se um retorno das habilidades desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a responsabilidade dos pais nesse momento limita-se a monitorara realizaçãodessedever decasa, estabelecendoumarotinaparasua realizaçãocom localadequado. A função do responsável pode estender-se para alguma orientação específica ou enriquecimento da atividade caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no entanto, não substitui a ação especializada e planejadadeensinodoprofessor.É responsabilidadedoprofessor forneceraoalunotodoesclarecimentoparaa realizaçãodo dever de casa, indicandoroteiro,bibliografiaparapesquisae sites na internet, quandonecessário. É responsabilidade do aluno comprometer-se com a realização do dever de casa, mobilizando todo seu conhecimentoehabilidadesjáadquiridas. Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos conteúdoseosobjetivosa alcançar.Osprofessorestêm autonomiaparadecidirseuscritériosdeavaliaçãodentro da legalidadeedos pressupostosteóricosdefinidapelasDiretrizes de Avaliação Educacional,triênio2014/2016, vigente até o presentemomento.Osresponsáveis,bem comoosestudantes, devem ser esclarecidosacercados instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação adotados pelo professor. A Escola Classe 10 zela pela manutençãode múltiplos instrumentos de avaliação, uma vezque a avaliação não deve se restringir apenas ao aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da aprendizagem, de forma a evidenciar o desenvolvimentode diferentescompetências,exigidaspor cadaum deles.Os instrumentosutilizados pelaEC10
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    57 estão contempladosnasDiretrizes deAvaliação Educacional/2014/2016: provas, portfólios, registros reflexivos, pesquisas,trabalhosem grupos,trabalhosindividuais,Aauto avaliaçãoéconduzidanaperspectivaformativa.Ou seja,oeducandoélevadoarefletiracercadodesempenhoobtidoeoquepoderiaterauxiliadoem umdesempenho superior. A recuperaçãoocorredeformaparalelaaolongo do processosemprequeo objetivo não for alcançado ou outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a detecção de sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades diversificadas,reforçoescolar,projetointerventivo e outros. O desempenhodoalunoéregistradoem fichaprópria,bimestralmente,conformeorientaçãodaSEEDF e socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem trabalhados, com vistas a um melhor rendimento. Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de classedoprofessorenorelatóriodeavaliação(RAV),sendocomunicadosaospaisealunos,medianteinstrumento próprio,em reuniões,ao términodecadaperíodoescolar. As reuniões de pais/responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os responsáveis que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou telefone. Na ocasião,os pais são esclarecidosacercadanecessidadedeseu acompanhamentonavida escolar do filho. Tal estratégia tem apresentadoresultados positivos. A escola encontra-sepreparada para, em caso de necessidade,acionaroutrasinstânciasdeamparoàcriançacomoConselhoTutelareMinistérioPúblico. Existe naescolaoutrotipodeespaçoparaareuniãodepais/responsáveisquesurgeapartirdaavaliação formativa desenvolvida em nossa instituição. Tratamos aqui que visa promover a articulação entre a família e a escola. Tem como propósito desenvolver a cultura de paz, criar espaços de diálogo sobre temas diversos que atingem a nossa vida cotidiananoprocessoeducativode criançasejovens. Há umaprogramaçãodequeesses encontros com a presença dos familiares, dos professores e dos demais funcionários da escola ocorram pelo menosumavez a cadasemestre.
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    58 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O CurrículoemMovimentoadotaumateoriado currículoobjetivando “definirintencionalidadeformativa, expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e orientara organizaçãodaspráticas dae naescola”. Dessaforma,a teoria quefundamentaocurrículoda SEEDF é a TeoriaCríticaquetem comopressupostos“adesconfiançado que é natural, o questionamentoàhegemonia do conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da não neutralidadedocurrículoedoconhecimento,abuscadaracionalidadeemancipatóriaxracionalidadeinstrumental, a buscado compromissoético ligandovaloresuniversaisaosprocessosdetransformação social”. A Teoriapós-criticadocurrículoaparecetambém fundamentandoocurrículoquandoalém deensinara tolerânciaeo respeito,provocaanálisedosprocessosatravés dos quaisas diferençassãoproduzidas. O Currículoem Movimentopropõeumamaiorintegraçãoentreos níveis do EnsinoFundamental euma proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais (Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do currículo é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as aprendizagens e fortalecendo a participaçãocidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização, transversalidade, diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada. Nessa perspectiva, todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e curriculares. Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares: Participação nos jogos interescolares Ainda de acordocom oCurrículoem Movimentoda EducaçãoBásicadoDistrito Federal,os conteúdos são organizados em torno de temas/ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade, cidadania e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os componentescurriculares. Conformeexplicitadoaolongodopresentedocumento,aEscolaClasse10deTaguatingadesenvolveos eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto PolíticoPedagógico, atrelado aos conteúdoscurriculares,partindo dasnecessidadesidentificadasnaavaliaçãodiagnóstica.
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    59 Para 2018 ogrupo analisa o sentido da missão expressa no PPP refletindo as possibilidades dessa missãoatenderas expectativasde ensino-aprendizagem.A partirdaí procurou-seevidenciar,partindodosdados colhidos na Avaliação Institucional, quais as metas de desenvolvimento para cada turma e quais os desafios comunsatodaescola(foconaleiturainferencialenaresoluçãodeproblemas). Conteúdoscurriculares e projetos são articuladosem funçãodasnecessidadeselencadasapósaavaliação(organizadora). O trabalhocurriculardaescolanãoseencontraestruturadoem tornodedatascomemorativas.Aoanalisar as intencionalidadespedagógicasquesustentam um trabalhoassim organizado,ocorpodocentepercebeoforte apeloconsumista,bem comoaspoucasoportunidadesdequestionaredebaterosconceitospostoseassimilados pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à proposta apresentadapela SecretariadeEducaçãoqueabraçaasteoriascríticaepós-críticacomopressupostosteóricosdocurrículo. Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em seu interior,a EC10 nãose furta de abordartemáticasdeinteressedosalunose da comunidade,mesmoquando deteor comemorativo.Essetrabalhobuscaafirmarelegitimaropertencimentoculturaldacriançaedesuafamília. Com ocuidadodenãoestimularocaráterconsumistadecertasdatas,preservandooaspectoafetivoe culturalde outras, dosandocom o aspectocrítico,ao longodo ano aparecem notrabalhoescolar:a festa junina, a reflexão de páscoaeo auto denata solidário.Esclarecemosqueotrabalhocom taiseventos está justificadonosprojetos específicos,anexos.E, no momento,apermanênciadetaiseventos comemorativosencontra-seem debatejunto ao corpodocente. Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se necessáriodestacara EducaçãoparaaDiversidade comoeixotransversal,ondemaisdoqueapenas“reconhecer as diferenças”,énecessário refletirsobreelas:“asrelaçõeseos direitosdetodos”.Éum eixoquerequerformação continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e interdisciplinar. Para tanto, considera-seosvaloresculturaisdoestudante e desua família. O aluno,protagonistado ato de aprender,é estimuladoem todosos momentosaquestionar,manifestar ideias,dúvidas e opiniões,enunciarconceitosedescobertas,fazer associações,pesquisar,concluir,entreoutras atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o fortalecimento da autonomiaedasolidariedade. As equipes docente e técnico-pedagógica têm a sensibilidadede integrar conhecimentos, linguagens e afetos, considerandoas experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de identidade,valores, experiênciasemodosde vida próprios, que são consideradose discutidosdeforma crítica, construtiva e solidária. A organização curricular da EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas, semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver habilidadesespecíficasparaqueo alunopossa produzir conhecimentoapartir dessastecnologias:necessidade nascidadoeixo Educaçãoem e paraos DireitosHumanos. O trabalhodolaboratóriodeinformáticaestádescrito
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    60 no Plano deAção integrado a esse documento e seu funcionamento depende de profissional readaptado. O mesmoprocessoacontececomofuncionamentodaSaladeLeituraquetambém tem suanecessidadeembasada nos eixos do Currículo em Movimento (Letramento, Ludicidade, Educação em e para os Direitos Humanos), funcionaconformePlanodeAçãoe dependedeprofissionalreadaptado. A Educaçãocom Movimentofuncionaconformeprojetoanexo(p201).NarealidadedaEscolaClasse10 de Taguatinga,o projetotem ótimaaceitaçãoporparteda comunidade.Osprofissionaisenvolvidos somam com um olhardiferenciandoenriquecendoaspráticaspedagógicasdesenvolvidasnocotidianoescolar.Aparticipação dos profissionais da Educação com Movimento no Conselho de Classe acrescentou significativa qualidade ao processo. Destacamos a integração do projeto no cotidiano institucional, especialmente no desenvolvimento das atividades com oalunoespecial. As atividades são planejadas em conjunto com o professor regente com o apoio da Coordenação Pedagógica,Salade Recursos eEquipeEspecializadadeApoioà Aprendizagem; semprequenecessário. Observa-se que o projeto ampliou as oportunidades de nossos alunos desenvolverem as habilidades corporaisede participaremdeatividadesculturais. O ProjetoPlenarinhaganhouaadesãodetodasasturmasdoBIA_ BlocoInicialdeAlfabetização.Avalia- se que o projeto agrega ganhos pedagógicos e gera estratégias para o alcance dos objetivos definidos na Organização Curricular. O planejamento é feito com antecedência, as orientações externas chegam até a coordenação local com tempo hábil para o desenvolvimento, de forma que o projeto é inserido no planejamento de forma articulada ao currículo desenvolvido, integrando-se perfeitamente ao trabalho pedagógicodas turmas, sem gerar sobressaltos,interrupçõesouinterferirnegativamentenarotinaescolar. As turmas de quintos anos aderiram ao Circuito de Ciências e, embora as orientações externas não cheguem de forma tão célere quanto a Plenarinha, o tema é discutido na Organização Curricular e nas coordenaçõesdeformaqueoprojetonão sejaum momentoestanquenomeiodotrabalhodesenvolvido. Masao contrário,que os estudantescoloquem ádisposiçãodoprojeto os conhecimentosadquiridosesejam desafiados a buscarem mais,deformaarticuladaaocurrículo. Desde 2015 a instituição vem desenvolvendo um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das aprendizagensdosestudantese dosprofessores. Sendoassim,houve um investimentona formaçãoprofissional in loco com temas relacionados ao trabalhocom a matemática nos anos iniciais. Em 2016 houve uma mudança no quadrodefuncionários(docentes)implicandonaretomadadasdiscussõesjáiniciadasem 2015. Apesar deos índicesdasavaliações externasindicarem queaescolatem alcançadoos níveis previstos (meta) é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantandoe implementando projetos, estratégiase análisescríticas dasaprendizagensdosestudantes,aindasãoum desafio.Mesmoporqueo próprio trabalho com todos os blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando ocorrem nem sempre estão articuladoscomoutrasáreasdoconhecimento.
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    61 O EnsinoFundamentalde9anosdaEscolaClasse10de Taguatingadestina-seàformaçãodecrianças epré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização, projetosde vida e exercícioconscientedacidadaniaplena. A MatrizCurricularparaoEnsino Fundamental –anosiniciais,noDistritoFederal,prevê: Matriz Curricular prevista Professores reunidos em Organização Curricular
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    62 PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃODO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO PEDAGÓGICA Considerando todoo exposto anteriormente,todosos documentoslegaisaosquaisse filiam a presente proposta,considerandoaindaaPortariadedistribuiçãodeturmas/2018 (ondeseexplicitaostemposderegência e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10 segue as determinações legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo, respeitando os tempos de formação continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar). Ou seja, o planejamento do professor regenteocorresemanalmente,porano, porturno. Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, trata-se da OrganizaçãoCurricular,quandoosprofessores,acompanhadosdacoordenaçãopedagógica,reúnem-se,porano, ambos os turnos. Mais do que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de experiência entre os docentesena reflexãoacercadosinstrumentosdeavaliaçãoaserem utilizados. Trata-sedaarticulação entre temas x eixos x áreas curricularesx Projeto PolíticoPedagógico. Os resultados são registradosem fichas próprias, todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da coordenação e demais profissionais.A organizaçãocurricularporbimestresédisponibilizadaaos responsáveis. As SemanasPedagógicas,noiníciodoanoletivo e dosemestre, também seconfiguramem importantes momentosdeplanejamento:éretomadooPPP da instituição,sãodefinidosos projetos e eventos institucionaise são levantadasas fragilidadesepotencialidades... Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos, o planejamentorealizadoanteriormentepodeserrevisto, ajustado... As reuniõesdepaise responsáveissão definidasnoiníciodoano letivo, com basenocalendárioescolar e na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto por meio digital(blog)quanto por comunicadopessoal oraleescrito.São planejadascincoreuniõescom osresponsáveis, sendoaprimeiraocontatoinicialcomoprofessoresuametodologiadetrabalho.Asdemaisvisam,principalmente, a divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente. Participam de tais reuniões, os responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da equipe diretiva e/ou pedagógica, desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O Serviço de Orientação Educacional, bem comooprofissionalda Salade Recursose do EEAA, também divideseu tempo a fim de participardas reuniões. Também éo momentoem queos profissionaisligadosàEducaçãoIntegral eà EducaçãocomMovimento estão à disposiçãodospaiseresponsáveis. Osmomentosdecoordenaçãopedagógica,sejamcoletivose/ouindividuaisconstituem-seem momentos abertos à avaliaçãoda aprendizagem.Assim, semprequeidentificadasfragilidadesouexperiênciasdesucesso, as mesmassãocompartilhadascom ogrupo.Entende-sequeas intervençõesdevam ser imediatasem casosde
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    63 alunos cuja aprendizagemnão corresponda às metas estabelecidas. Potencialidades ou necessidades identificadassãorefletidasnoespaçodacoordenaçãopedagógica(entendendo-seporespaçonãosóasreuniões coletivas de formação às quartas feiras, mas também todo momento construído para organizar a escola pedagogicamente , a saber: a organização curricular, os pré-conselhos e conselhos de classe, a avaliação institucional,oplanejamentocomunitário).Dessaforma, os projetosespecíficosabraçadosporessa instituiçãoe descritos em capítulo próprio têm se constituído em estratégias motivadoras e potencializadoras da aprendizagem. O grupo é sempre levado a refletir acerca de quando executar o projeto, porque executar e, principalmente, quais os ganhos pedagógicos envolvidos ? O projeto em si e sua forma de desenvolvimento contribuiparaquea escolaalcanceametaprojetada? Nessa linha de pensamento é que os projetos advindos das instâncias superiores da Secretaria de EducaçãosãoacolhidosnaEC10/Tag.AEducaçãocomMovimento,oProjetoPlenarinhaeoCircuitodeCiências, todos descritosnestedocumento. A EducaçãoIntegral contacom PlanodeAção próprio,integradoa este PPP. Atende preferencialmente alunos em situação de vulnerabilidade social e com baixo rendimento escolar, com histórico de retenções e/ou defasagem idade-série.Além deatividadeslúdicas,culturaiseesportivas,oprojetodesenvolveatividadesvoltadas paraa aprendizagem dematemática,leituraeescrita.. A EC10 asseguraa aprendizagem deseusalunosatravés do diagnóstico,conhecendoondecadaaluno se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar, atividades diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação Formativa e na possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os professores são orientados a realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem sempre que julgar necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no seu planejamento e atuação junto aos alunos.Os professoresregentes têm garantidoo suporte doprofissionalespecializadodaSaladeRecursose do pedagogodaEEAA paraplanejamentoeatuaçãoeficientes. A Sala de Recursos , a EEAA e a Orientação Educacional trabalham de forma independente, porém integrada, potencializando o trabalho pedagógico da instituição, conforme Planos de Ação , anexos. A Sala de Recursos, apesar de desfalcada em um profissional, no momento, garante o atendimento a todos os alunos especiais,conformelegislaçãovigente,além derealizarosatendimentosnecessáriosaosresponsáveiseoferecer o suporte necessárioaoplanejamentodoprofessorregentee a atuaçãodosmonitoreseESV. O Calendáriointerno / 2018da EC10 (anexo) foi aprovado em assembleiaescolarrealizada noiníciodo anoletivo e encontra-sedevidamenteregistradoem ata. GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar a escolaencampaosprojetosdeapoioàaprendizagem,aformaçãocontinuadabemcomooplanejamentocoletivo
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    64 e individual. Alémdisso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em função do fazer pedagógico. A análisedosresultadosdaAvaliaçãoInstitucionaledeLargaEscalasãoimportantesaliadosnareflexão acercadaspossibilidadesdeintervençãonosresultadosapresentadospelaescola.Aaprendizagem dosalunosé refletidadiariamentenoplanejamento,naaplicaçãodasatividades,nodesempenhofrenteàsmetasestabelecidas. É refletidaaindaduranteoConselhodeClasseondeasperguntas“oqueoalunoaprendeu”,“oquenãoaprendeu”, “o quedeve ser feito paraque eleaprenda”devem ser respondidas. O acompanhamento de frequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A infrequênciareincidenteéencaminhadaaoConselhoTutelar,conformelegislaçãovigente. Émetadaescolazerar a reprovaçãoporinfrequência.Nessequesitojátivemos reduçõessignificativas.
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    65 GESTÃO PARTICIPATIVA A EscolaClasse10de Taguatinga,fielàs determinaçõesdaSEEDF, apresenta em sua composiçãoos órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido pela instituiçãoeducacional. A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente Projeto Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidadecom as leis vigentes e documentosdaSecretariadeEducaçãodoDistritoFederal. É metada EC10 fortalecera participaçãodoConselhoEscolarnasdecisõesquelhecabem conformea Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que melhor se compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são amplamente anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade escolar, que não somenteos conselheiroseleitos,sãoconvidadosaparticiparem dasreuniõespúblicas,poismesmosem direitoa voto, têm direitoa voz e o ConselhoEscolar,atravésde seus membros,tem maisumaoportunidadedeconhecer os anseiosenecessidadesdaquelesqueefetivamenterepresenta.Aequipefazao ConselhoEscolaraprestação de contas pedagógica,informandodados,estatísticaseoutras questõespertinentes. A Escola conta com um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas, constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone, comunicados,agenda,e-mail,muraisefaixas. A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos documentos,procedimentose direitosdos alunose de seus responsáveis. O processodeconstruçãodoProjeto PolíticoPedagógicotem sidoamplamentedivulgadopormeiodoscanaisdecomunicaçãodaescola.Damesma forma,tem-se compartilhadoosdocumentosoficiaisdaSecretariadeEducaçãoem suaíntegraeem sínteses no blog,após apresentaçãoeestudodosmesmoscom acomunidadeescolarem reuniõesespecíficas. As reuniõesdoConselhoEscolarsãoabertas a participaçãodacomunidade,queembora,sem direitoa voto direto, tomaconhecimentoeexpressasuaopiniãoacercadosrumosqueaescolatem tomado. GESTÃO DE PESSOAS A equipediretiva da EC10 compromete-secom oPlanode Gestão(anexo), apresentadoà comunidade escolarporocasiãodaseleiçõesparadiretores,partefundamentaldaGestãoDemocrática. O planofoielaborado a partir das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas detalhados nesse documento hojefazem partedo PPP, pois, entende-sequeacomunidadeescolarseidentificacomconcepçõesexpressasno planode gestão. A equipegestoradaEC10 buscaencamparumaadministraçãovoltadaparaofazer pedagógico,deolho na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As
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    66 intervençõesidentificadascomonecessáriassãorealizadasda forma maisimediatapossível,através do diálogo e da escutasensível. Espaçodeformaçãoindividualecoletiva,acoordenaçãopedagógicaobedeceàsdiretrizesestabelecidas legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que dispõem de uma carga horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formaçãocontinuada e atendimento individualizado ao aluno,quandoeste atendimentosefaz necessário. Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração por uma prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância com o alcancedosobjetivospropostos,viabilizandoa atuaçãodetodos os atores dacomunidadeescolar. A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o acompanhamento pedagógicojuntoaoprofessor,com ozelo pelaimplementaçãodoProjetoPolíticoPedagógico da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o trabalho em toda rede de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de Avaliação, as metas estabelecidas para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais documentos junto aos diversos segmentosescolares. A EC10 defende a atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal & Estratégia PedagógicadoBIA), destrinchadosnoPlanode Ação da CoordenaçãoPedagógica(anexo);paraque o coordenadornãoseja “engolido”pelocotidianonem pelasnecessidadesemergenciaisdecorrentesdafalta de planejamentodosórgãosmaioresaosquaisa unidadeescolarseencontravinculada. O ServiçodeOrientaçãoEducacionalestáestruturadocomumaorientadora.O Planode AçãodoServiço de OrientaçãoEducacionalencontra-seanexo. A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal, é subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento à comunidadeescolarem sua área de atuação, coordenao remanejamentoescolar, a renovaçãode matriculas, a efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais vigentes. Outras ações específicassãoacrescidasàsfunçõesdasecretariaescolar,contribuindoparaaorganizaçãoefuncionamentoda escola. O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar igualitariamentetodososalunos,semdistinçãodequalquernatureza,executartarefasde registroe planejamento pedagógico,conformelegislaçãovigente,cumpriros dias e horas letivosestabelecidos,zelarpela aprendizagem dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de adequação curricular e recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os projetos e programas
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    67 implementadospelaSecretariadeEducação,cumpriros prazos legaisreferentesàvidaescolardo aluno(diários, relatóriose outros), participardas açõesreferentes à integraçãoescola-comunidade. Além das funçõesdescritasocorpodocentecompõeoConselhodeClasse. O ConselhodeClasse éumórgãocolegiadodeprofessores,cujaprincipalfunçãoéacompanhareavaliar oprocessodeensino,educaçãoeaprendizagem.DevemparticipardoConselhodeClasse,alémdosprofessores: o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e o representante dos alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagemeda Salade Recursos,além de outrosque se julgarnecessários. Analisar o rendimento dos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos, deliberarsobreprocedimentosdisciplinares,casosde aprovaçãoereprovação,analisar,discutir e refletir sobrea propostapedagógicadainstituição,sãoas principaiscompetênciasdoConselhodeClasse. Soberanoparapropormudanças,aplicarrecursoseestratégias,oConselho/comissãocontribuidemodo eficazparaoaperfeiçoamentogerencial,administrativoedocente,aeliminaçãodascausasdoinsucessoescolar, o amadurecimentoeretomadadoalunodiantede seu própriorendimento,semprequeestenão for satisfatórioe a buscadoaprimoramento. O Conselho de Classe deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas a serem colocadasem prática,umavezdiagnosticadasasdificuldades encontradasemcadaperíodoescolar.Nesse sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõea realização de reuniões ordinárias do Conselho ao término dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda reunir-se em caráter extraordináriosemprequealgum fatoounecessidadepedagógicajustificarsuaconvocação. Os monitores e Educadores Sociais Voluntários têm suas funções descritas em documentos próprios . Basicamenteresumidasnocuidadocomosestudantesqueapoiam sejanas atividadesdesenvolvidas noespaço escolar ou fora dele (caracterizadas comoatividade pedagógica). Apoiam os estudantes nas atividades da vida diária,nocuidadopessoal,nalocomoção,quandonecessário,noalimentaçãoehigienização,nodesenvolvimento de atividades motoras, esportivas, sociais, culturais e pedagógicas, na organização e uso dos materiais pedagógicos; sempre sob a orientação da equipe pedagógica, do professor regente e/ou do coordenador da educaçãoIntegral(quandosetratadeESVatuandonesseatendimento).OsESVque atuam naEducaçãoIntegral têm responsabilidades ainda com o desenvolvimento das oficinas descritas no Plano de Ação e com o deslocamentodosalunosquefazem atividadesnoProjetoPESC-parceirodaEducaçãoIntegral.Aequipegestora organiza as formações para esses profissionais baseado nas deandas observadas, contando com o apoio das equipesespecializadas(EEAA, Sala de Recursos, OE) e da CoordenaçãoPedagógica, articulandoformadores externos semprequenecessário. Os funcionáriosqueprestam serviçonaportaria zelam pela entradae saída da comunidadeescolarnas dependênciasdaescoladuranteosperíodosletivos,recepcionandoosalunos.Sãofuncionáriosreadaptados,pois
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    68 os concursados paraa função foram aposentados e a SEEDF não providenciou a substituição nem aprovou o pedidodeterceirização. Osfuncionáriosdavigilânciazelam pelasdependênciasdaescolaeseuspatrimôniosnoperíodoem que a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais concursados da própriaSEEDF. O trabalhodosfuncionáriosdacozinhapossibilitaooferecimentodelancheaosalunosdoEnsinoregular, diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias, nutricionais e pedagógicasdaSecretariade Educação.Realizadocom aempresaterceirizadaCONFERE,supervisionadopor um coordenadordealimentaçãoescolar,profissional readaptado. Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral relacionadoaoprédiopúblico.Realizadocom aempresaterceirizadaMANCHESTER. A escolacontaaindacomquatrofuncionáriosdacarreiraassistênciareadaptadosouem processoenove professoresreadaptadosouem processo,cujasfunçõesestãodefinidasem planodeaçãopróprios,anexos. GESTÃO FINANCEIRA A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação. A EscolacontacomoConselhoEscolarparadiscussão,aprovaçãoedivulgaçãodosgastosrealizados.Contaainda com a assessoriade um escritóriode contabilidade.Aprestaçãode contasdas diferentes verbas recebidaspela escolaencontra-seàdisposiçãodacomunidadeescolarparaapreciação,conhecimentoefiscalização. GESTÃO ADMINISTRATIVA Os encaminhamentos administrativos e pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão em harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o respeito à LDB, a busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às necessidades regionais e locais.O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com autonomia e responsabilidade as atividades inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita e auxilia os demais. O objetivo é a construção coletiva de uma gestão onde o setor administrativo exista em função do fazer pedagógico de qualidade e a escola em função do aluno, respeitando os princípios e finalidades da gestão democrática (a grosso modo: participação da comunidade, o respeito à pluralidade e diversidade, a autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a garantia da qualidade social,a democratização das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do profissional da educação.), todos explicitados em documentos próprios da SEEDF.
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    69 A EC10 trabalhacom funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha. Os funcionários de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar estão sujeitos às regras da própria empresa e da SEEDF. Serviços de desratização, poda de árvores e grama são solicitados à empresa responsável pela manutenção. Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com as necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela equipe pedagógica a fim de atender as necessidades de todos.É consenso que a escola não deixa a desejar no que se refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o trabalho administrativo a serviço do fazer pedagógico. A equipe diretivadaEC10compromete-secomo zeloe manutenção do prédiopúblicorealizando os reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas Públicas do Distrito Federal. A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam patrimônio a fim de garantir a segurança dos mesmos.
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    70 PLANOS DE AÇÃOCOMO CONSTRUÇÃO COLETIVA PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR OBJETIVOS ESPECÍFICOS  FortaleceraparticipaçãodoConselhoEscolarnasaçõesdefinidascomopróprias;  Aprovar, acompanhar,fiscalizare divulgaro uso das verbas administradaspelaescola;  Aprovar as NormasdeConvivênciaEscolar;  Zelarpela realizaçãodaAvaliação Institucionalgarantindomecanismosdeparticipaçãodacomunidade escolar;  Aprovar o calendárioescolarinterno,zelandopelocumprimentodomesmo;  Zelarpelaqualidadedoatendimentoaoalunoincluso;  Intermediarconflitosdenatureza pedagógicaouadministrativa, quandonecessário;  Atuar comoinstânciarecursalparaoConselhodeClasse;  Divulgare debaterosíndicesderendimento,evasãoerepetênciapropondomecanismosqueassegurem a aprendizagem;  Fiscalizaragestão daunidadeescolar. AÇÕES / ESTRATÉGIAS  Realizarreuniõespúblicasperiódicascom aparticipaçãodacomunidadeescolar;  ParticipardoscursosdeformaçãoparaconselheiroescolarrealizadopelaSecretariadeEducação;  Realizarreuniõesperiódicasparaaprovaçãodosgastosrealizadoscom asverbas públicas;  Fiscalizaracontabilidadeapresentadapelagestãodaunidadeescolar;  Disponibilizaracontabilidadeaprovadaparaconsultaeconhecimentodacomunidade;  Realizar reuniãoespecíficaparaconhecimento,debatee aprovaçãodo RegimentoInternoEscolar e do CalendárioEscolarInterno;  Acompanhararealizaçãodasreuniõesprevistas noCalendárioEscolarparaAvaliaçãoInstitucional;  Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas Avaliações Institucionais;  Fiscalizareproporaçõesquefortaleçam oatendimentoqualitativodoalunoincluso;  Promoverreuniõessemprequesolicitadopelacomunidadeescolarafim deatuarcomoinstânciarecursal nos casosem quea atuaçãodoConselhodeClassefor consideradainsuficiente;  Fiscalizar a divulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação implantadospelaescola;  Acolher queixas e sugestões da comunidadeescolar acercada gestão pedagógicae administrativa da unidadeescolar.
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    71 RESPONSÁVEIS MembroseleitosdoConselhoEscolar: Edson RibeirodaCunha -PAI - RESPONSÁVEL JoãoLucasCoelho - CARREIRA ASSISTÊNCIA Albenise Alves RodriguesdeJesus – CARREIRA ASSISTÊNCIA ClaudiaMoraesdaCostaVieira – CARREIRA MAGISTÉRIO GiselleNunesCarnaúba –PAI - RESPONSÁVEL CRONOGRAMA ReuniõesOrdinárias–Mensais; ReuniõesExtraordinárias–SemprequesolicitadopelacomunidadeescolarobservandoosprazosexigidosnaLei da GestãoDemocrática; Participaçãoem Cursos–Observandoaoferta da SEEDF; FiscalizaçãoFinanceira –bimestralmente,naapresentaçãodacontabilidade,semprequenecessário; AcompanhamentodaAvaliaçãoInstitucional –Nasdatas previstas pelaSEEDF ao longodoano; Permanentenasdemaisaçõesprevistas. Conselho Escolar
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    PLANO DE AÇÃO2018 : SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL I-Contextualização – breve diagnóstico da realidade escolar: Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda, atendendo 562 alunos, na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação Básica. Alguns destes são moradores de outras regiões administrativas. Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições, necessitando de alguns reparos. O prédio é constituído de alvenaria, em quatro blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os bebedouros e escadas/rampas de acesso. Percebe-se a adequação dos espaços destinados ao desenvolvimento das atividades da Educação Integral. O prédio tem 13 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos professores com copa, saleta para equipe disciplinar, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina, pátio coberto, cozinha educativa, sala de coordenação, salas para Educação Integral em número de 3, depósitos administrativo e pedagógico, banheiros para os alunos, banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros para os professores e para os auxiliares, uma quadra coberta, pátio com área verde e um parquinho, pátio de entrada coberto, guarita com banheiro, estacionamento descoberto, recepção. Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador, aparelhos de som para todas as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois computadores para o uso administrativo, três computadores para uso da secretaria, dois computadores para uso da equipe gestora com impressoras; um notebook e impressoras para uso da coordenação pedagógica, dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois computadores, duas
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    73 impressoras e trêsnotebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três data show, lousa digital, duas máquinas fotográficas digitais, estabilizadores, extensões, microfones, caixas de som. A proposta pedagógica, elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o desenvolvimento global das crianças, é embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo Currículo em Movimento e demais documentos norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e Ministério da Educação. Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, esmera-se para ser dinâmica, eficiente e atenta às necessidades do educando, buscando garantir a igualdade de acesso e condições efetivas de permanência e desenvolvimento acadêmico. A Orientação educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola, através da participação na elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a compreensão da realidade, dos interesses e das necessidades da comunidade escolar, especialmente dos alunos, visando sua interação e seu desenvolvimento social. O Serviço de Orientação Educacional realiza o Projeto Nosso Recreio é 10, que envolve toda comunidade escolar, visando contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui com o ambiente em que vive. O Projeto: Hábito de estudo, que irá ser implementado este ano, visa desenvolver hábitos de estudo entre os estudantes dos 4° e 5° anos. O Projeto: Conviver melhor, a ser implantado com os alunos dos 1°, 2° e 3° anos, busca refletir sobre a qualidade da convivência escolar possibilitando atitudes positivas que visem o bem comum. As ações interventivas no que diz respeito à autoestima e à luta contra o Bulliyng são realizadas ao longo do ano com base nas necessidades das turmas. II- Objetivo Geral
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    74 Ser mediador nasdiversas atividades desenvolvidas no espaço escolar, com os diferentes grupos que o compõe, contribuindo para seu desenvolvimento integral do educando. Neste ano de 2018, os alunos estão distribuídos da seguinte forma: Modalidade MATUTINO VESPERTINO Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe Série/turma Alunos Ativos ANEE Classe ENSINOFUNDAMENTALSÉRIESINICIAIS 1º A 28 0 Comum 1º D 28 0 Comum 1º B 28 0 Comum 2º C 15 1 Integração Inversa 1º C 28 0 Comum 2º D 15 1 Integração Inversa 2º A 18 2 Classe Comum Inclusiva 2º E 18 2 Classe Comum Inclusiva 2º B 30 0 Comum 2º F 15 1 Integração Inversa 3º A 15 2 Integração Inversa 3º D 18 2 Integração Inversa 3º B 15 1 Integração Inversa 3º E 18 2 Comum Inclusiva 3º C 18 2 Comum Inclusiva 4º C 22 1 Comum inclusiva 4º A 20 2 Integração Inversa 4º D 22 2 Comum Inclusiva 4º B 33 0 Comum 4º E 22 2 Comum Inclusiva 5º A 20 3 Integração Inversa 5º D 24 2 Comum Inclusiva 5º B 24 2 Classe Comum Inclusiva 5º E 24 2 Comum Inclusiva 5º C 24 2 Comum Inclusiva 5º F 20 3 Integração Inversa TOTAL TURMAS/ALUNOS 13 Turmas 301 16 13 Turmas 261 21
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    75 GOVERNO DO DISTRIT O FEDERAL SECRET ARIA DE EST ADO DE EDUCAÇÃO Subsecret aria de Educação Básica Gerência de Orient ação Educacional e Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem Coordenação Regional de Ensino de T aguat inga Orientação Educacional Plano de Ação 2018 Cronograma METAS PDE Eixo Objetivos Ações / Atividades Responsáveis Parcerias Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro 01-Açõespara implantaçãoe implementaçã o do Serviço de Orientação Educacional Organizare sistematizaro trabalhoa ser realizadona escola  Organizar e atualizar o arquivo de registros de atendimentos realizados junto aos estudantes, professores, direção, pais e especialistas.  Apresentar o serviço de Orientação educacional e suas atribuições ao corpo docente da escola.  Proceder registros diários das ações do SOE.  Planejar plano de ação do SOE.  Realização de algumas ações do plano de ação. (atendimento aos pais, alunos e professores) x x x x x x x x x x x x x x x x x
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    76 02 - Açõesno âmbito Institucional Conhecera clientelae identificara demanda escolaraser acompanhada peloSOE  Elaborar, executar, acompanhar e avaliar a Proposta Pedagógica da escola.  Participar dos eventos e datas comemorativas.  Participar das coordenações coletivas semanais.  Elaborar plano de Ação Anual do SOE.  Elaborar hipóteses diagnósticas das situações detectadas e discuti-las com o corpo escolar.  Participar do processo de avaliação das ações realizadas pela escola.  Participar das análises dos indicadores de aproveitamento escolar, infrequência, evasão e retenção. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 03 - Ações juntoao corpo docente Integrar minhas ações as das educadoras a fim de colaborar no processo de aprendizagem e no desenvolviment o do educando.  Participar do planejamento, da execução e da avaliação das atividades pedagógicas coletivas.  Desenvolver junto com os professores projetos Pedagógicos  Participar das coordenações coletivas semanais.  Participar do conselho de classe. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x
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    77  Participar deestudo de caso.  Realizar encaminhamentos dos alunos ao atendimento especializado quando houver necessidade.  Proceder devolutiva dos atendimentos/ encaminhamentos realizados aos professores, a direção e aos familiares. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 04 - Ações juntoao corpo discente Contribuir para o desenvolvime nto integral do estudante, ampliando suas possibilidades de interagirno meiosocial e escolar.  Desenvolver e acompanhar o projeto Nosso Recreio é 10.  Ações interventivas- Oficinas sobre Bullying e autoestima, de acordo com a necessidade.  Projeto: Hábito de estudos (4 e 5° anos)  Hábitos de convivência (1, 2 e 3° anos)  Participar na elaboração e execução do projeto de transição. (para 5° anos)  Estimular a participação dos estudantes nas atividades e nos projetos da escola (Gincanas, passeios, festas)  Acompanhar os alunos de forma individual e coletivamente. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x
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    78 05 - Ações juntoàfamília Participar ativamente do processode integração família/escola/ comunidade.  Identificar e trabalhar, junto à família, as causas que interferem no avanço do processo de ensino e aprendizagem do aluno.  Orientar os pais e/ou responsáveis para a compreensão da importância do hábito de estudos.  Orientações/intervenções quanto aos encaminhamentos ao SOE – SEAA – Outros Especialistas.  Promover momentos reflexivos (palestras, encontros e oficinas) que contribuam com a educação dos estudantes.  Atender individual e/ou coletivamente pais e/ou responsáveis. x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 06 - Ações juntoaos estagiáriosem OE Não há essa demanda 07 - Ações juntoà rede social Integrarações da Orientação Educacional com outros profissionais da instituição.  Conhecer e articular ações com as redes sociais existentes na comunidade  Identificar e encaminhar, de forma sistematizada, os alunos que x x x x x x x x x x x x x x
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    79 Observações: Este planode ação é provisório é como todo planejamento está sujeito a alterações, uma vez que ainda não tenho conhecimento total da realidade da instituição de Ensino, visto que ingressei como orientadora educacional nesta instituição este ano. apresentarem problemas de conduta e dificuldades específicas de aprendizagem, quando necessário.  Estabelecer parceria com profissionais de outras instituições para o aprimoramento das ações preventivas.  Encaminhamentos ao Conselho Tutelar de alunos em situação de risco e vulnerabilidade. x x x x x x x x x x x x x x x x
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    80 PLANO DE AÇÃODA EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM PLANO DE AÇÃO – 2018 / EQUIPE: EC 10 Pedagoga –IvaneteLopesBatista Psicólogo–Jaisson Rodrigo Costacurta Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem JUSTIFICATIVA: O Serviço EspecializadodeApoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-secomoum serviçotécnicopedagógico,decarátermultidisciplinar,prestadoporpedagogosepsicólogos, de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores Regentese Família. A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o desenvolvimento dos alunos que apresentam dificuldadesdeaprendizagensenecessidadeseducacionaisespeciais.Além disso,éderesponsabilidadedesteserviçoaelaboraçãodoRelatóriodeAvaliaçãoeIntervençãoEducacional dos alunos.
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    81 OBJETIVO GERAL: Promover amelhoriadaqualidadedo processodeensino e aprendizagem,pormeiode intervençõesavaliativas, preventivas e institucionais,especialmenteàsinstituições educacionaisqueofertam aEducaçãoinfantil,EnsinoFundamental –Séries/Anos Iniciaiseos Centrosde EnsinoEspecial. OBJETIVOSESPECÍFICOS:  Realizarprocedimentosdeavaliação/intervençãoàsqueixasescolares,visandoconhecereinvestigaros múltiplosfatoresenvolvidos nocontextoescolar.  Contribuircom aformaçãocontinuadado corpodocente.  Sensibilizaras famíliasparaa efetiva participaçãonoprocessoeducacional dosalunos.  Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada de decisões, a construção e implementaçãodeestratégiasadministrativo-pedagógicas. PÚBLICO ALVO: Escola,famíliae alunos.
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    82 Níveis Ações PrevistasPeríodo de execução Escola  Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola.  Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas;  Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola;  Garantir a Estratégia de Matrícula;  Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional, quando necessário, com o objetivo de: acolher a demanda do professor, ampliar a problematização dos motivos do encaminhamento;  Visitar os espaçosescolares,tais comorecreioesala de aula,conhecerosdiversos contextos nos quais o aluno está inserido e, por meio da interação com o professor e com os alunos, procurar compreenderasdiversasrelaçõespsicológicasepedagógicasestabelecidas. No decorrer do ano letivo. Família Entrevista com afamíliaparaexecutaras seguintesações: o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já desenvolvidas pela instituição educacional e pela equipe; o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da queixa escolar; o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente familiar; o Refletir acercadas atribuições familiares e as atribuições da instituição educacional; o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e pedagógico que instrumentalizem a família na condução das questões de seu filho; o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar; o Realizar a devolutiva da queixa escolar. No decorrer do ano letivo. Aluno  Processo de avaliação e reavaliação;  Observaçãolúdicacomportamental;  Atividades individuaise/ou em grupos;  Estudo de caso/elaboração de relatório. No decorrer do ano letivo.
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    83 EEAA Curso deFormaçãocontinuadaaEAPE Semestralmente/Anualmente. FatoresIntervenientes:  Faltados alunosaoatendimentodaEEAA;  Desistênciadosalunosem compareceraoatendimento;  Ausênciados paisàs convocaçõesfeitaspelaEEAA;  A demoranarealizaçãodosexamesmédicossolicitadosparaacomplementaçãodiagnóstica;  Faltade acompanhamentosistemáticodafamílianavida escolardoaluno;  Númeroreduzidodepsicólogosnarede;  Espaçofísico;
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    84 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA COMOESPAÇO DEMOCRÁTICO E DE FORMAÇÃO DOCENTE NO INTERIOR DA ESCOLA PLANO DE AÇÃO 2018 COORDENADORAS: Cláudia Queiroz Miranda e Luzia Cergina de Queiroz OBJETIVO GERAL  Implementara avaliaçãoformativacomoorganizadorado trabalhopedagógiconaEscola Classe 10 de Taguatingae promover formação continuada em serviço sobre a Educação Matemática para o desenvolvimento de estratégias em sala de aula, bem como sobre o trabalho com os diferentes níveisde leiturae coma produçãotextual paraoavançodasaprendizagensdosestudantes apartirdasDiretrizesdaSecretariade estadode educação do DistritoFederal. JUSTIFICATIVA: O presente documentoreiteraapropostaapresentadaem2016 e 2017 com algumaspequenasmudançaselaboradasapartir de reflexõesapresentadas naColetivaPedagógicadodia28/03/2018 com osprofessores daescolae representantesdaCoordenaçãoIntermediáriadaRegionalde EnsinodeTaguatinga. As açõesda CoordenaçãoPedagógicadaEscolaClasse 10 de Taguatinga,temcomo base teórica:  as Diretrizespara o 2º ciclo;  as Diretrizesde Avaliação Educacional;  os PressupostosTeóricosdo Currículo emMovimento;  o Currículo emMovimentoda Educação Básica do Distrito Federal. A partir do trabalho coletivo, visamos a organização do trabalho pedagógico com foco nas aprendizagens dos estudantes, bem como nas dos professores e na da escola como um todo (Representados pela equipe diretiva e todos os funcionários de apoio). Buscamos a integração entre conteúdos/habilidadespropostaspelaSEEDFcom:  as necessidadesdosestudantes  as experiênciaspedagógicas dos professores  a metodologiaHistóricoCrítica  a Avaliação Formativa  os Eixos Integradorese Transversais Ressaltamos que continuamos a primar pela ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática da matemática, bem como dos níveis de leiturae produção textual temasadvindos de nossasreflexõesarespeito dosdadosavaliativos produzidospelaescola,bemcomodaquelesapresentados
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    85 pelas avaliações emLarga Escala. Toda essa dinâmica solicita do coordenador a promoção de hábito de estudos, de leituras e de discussões coletivas de textos,organizaçãode oficinaspedagógicas,aimplementaçãode construçãodosplanejamentosparaotrabalhoemsalade aulamaisintegradose reflexivos em tornodas concepçõesdoato educativode aprendere ensinar,que caracterizemaespecificidade daescolae doconhecimentoque deve sergarantido. Noentanto, esse Planode açãoé umtentativade organizarotrabalhopedagógicodaEscolaClasse 10no intuitode alcançarmoscomêxitoasaprendizagens de nossosestudantese dosprofessores epromoverarticulaçãoe integraçãoentreotrabalhodadireção/supervisãopedagógica/professores,visandoorientar e acompanharas atividadespedagógicas,paraas aprendizagens(estudantes,professores,monitoresetc).Seguemalgumas açõesdo trabalho pedagógico a ser desenvolvidopelaCoordenação Pedagógicaem 2018: Quadro 1 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 1 – Compartillhar coletivamente intencionalidades pedagógicas para as aprendizagens de professorese estudantes.  Diversos encontros pedagógicos ao longo do ano letivo a partir da compreensão coletiva das metas do PPP;  Estudara metodologiahistóricocrítica  Estudo das metas mínimas de aprendizagem para cada ano, bem como reflexão a respeito da organização pedagógica que proporcione o avanço de todos os estudantes. Professores, Orientador Educacional, E.E.A.A. ----  Equipe Diretiva,  Professores,  Orientador Educacional,  E.E.A.A.  Coordenação Intermediária Relatos orais ou registros escritos ao final dos encontros.  Quarta-feira na coletiva.  Organização Curricular
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    86 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 2- Organizaçãodo currículo escolara partir do currículo da SEEDF e dos contextosreaisda Escola Classe 10 de Taguatinga. (Organização Curricular)  Compartilhar os diagnósticos sobre as aprendizagens dos estudantes (Internos e de Larga escala), discutindo parâmetros para a análise dos dados sobre a perspectiva da avaliação formativa e levantamento de estratégias para a organização dos dados de modo a subsidiar o planejamentodiáriodoprofessor.  Encontros para estudo, discussão e registrosobre aorganizaçãocurricular por ano e em cada bimestre nos dias letivostemáticos.  Reconhecimento e implementação dos projetos institucionais (Roda de Leitores, Sarau Literário, Cozinha Educativa, Mostra Cultural...) pelos professores no início do ano letivo e no decorrerdomesmo.  Análise dos dados oriundos do Conselhode Classe. Professores,Orientador Educacional, E.E.A.A. ---- Relatos orais ou registros escritos ao final dos encontros  Quarta-feira na coletiva;  Encontro nos dias Letivos temáticos
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    87 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 3 –Implantar, implementar e acompanhar os reagrupamentose ProjetoInterventivo.  Oferecer suporte técnico/pedagógico através encontros nas coordenações pedagógicas de terça-feira para elaboração, organização e aplicaçãodos Reagrupamentose  ProjetoInterventivo.  Planejamento e Avaliação ProjetoInterventivo  Professores e demais envolvidos no processo de ensino aprendizagem. Mensalmente as quartas – feiras uma hora antes do encerramento das coletivas; Enquanto houver necessidade de intervenções aos alunos não alfabetizados ou daqueles em defasagem em relação às expectativas de aprendizagem para o ano. 4 - Promoverdiscussão e estudossobre temas relevantesque atendamas necessidadesdos 1. Estudo sobre instrumentos e procedimentos avaliativos, na perspectiva da avaliação formativa. 2. Concepção e didáticas para a implantação e implementação de Equipe gestora, professores, coordenadorese Equipe do Serviço de apoio às aprendizagens. Ao final das coletivas, através de registro escrito pelosparticipantes e observando o avanço no Quartas-feiras
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    88 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma professorese equipe para melhoraro desempenhodos estudantes e dos professores. de Reagrupamentos e Projetos Interventivo. 3. Estudo sobre a Didática da matemáticanosdiferentesBlocos de aprendizagens apresentados no Currículo (Números e operações, grandezas e medidas, Tratamento da Informação e Espaço e Forma) 4. Estudos sobre o trabalho pedagógico a partir de textos , bemcomo estratégiasde leitura. 5. Estudos sobre o trabalho pedagógico com os diferentes níveisde leitura. 6. Promover espaços e tempos para a socializaçãode práticasentre os professores, assim como seminários de apresentação de práticaspara estudoe debate 7. Discutir os parâmetros e metas do PPP. Alguns encontros: Convidados externos à Escola para compartilhar pesquisas, práticas, materiais etc. desempenho dos estudantes.
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    89 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 8. Organizações curriculares a partir das necessidades dos estudantes e de suasaprendizagens. 9. Temas para estudo: quais parâmetros para a construção do relatório dos estudantes? A perspectivaformativadodeverde casa... 5 - Discutire analisaro desempenhoalcançado pelosenvolvidos durante o processode alfabetização,nas avaliaçõesinternase externas(ProvaBrasil e ProvinhaBrasil). Conselhos de Classe e Pré-conselhos Organização curriculares Equipe gestora, professores, coordenadores, orientadores educacionais. _____ Ao final de cada fórum avaliação escrita. Semestralmente 6 - Discutire analisaro desempenhodos estudantesapartirdos dadosavaliativos internos. Fórum de Análise de Dados Internos, Conselhos de Classe e Pré-conselhos Organização Curriculares Equipe gestora, professores, coordenadores, orientadores educacionais  Diagnóstico inicial  Final do 1º semestre  E final do 2° semestre Semestralmente
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    90 Objetivo Ações Público Parceriasenvolvidas nas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 7 – Acompanhare subsidiaraaplicaçãoe discussãoacercados resultadosdaProva Brasil de Linguageme de Matemática,Bemcomo da ProvaDiagnósticada SEEDF. Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil para os professores do 1º e 2º ano do Bloco Inicial de Alfabetização. Acompanhamento da aplicação da Provinha Brasil. Discussão e análise dos resultados alcançados pela escola. Todos os professores --------------- Observando a normalidade nodia da aplicação e discussão dos resultados. Cronograma da SEDF 8- Implantare implementarações para o desenvolvimentodo projetoPLENARINHA com o BIA.  Estudoda proposta  Planejamento a partir das necessidadesdosestudantes. Professores do BIA  Coordenação Intermediária e equipe Gestora De Abril a agosto
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    Objetivo Ações Público-alvoAvaliação das ações propostas Cronograma 9 - Oportunizar aos professores dos Anos Iniciais momentos de formação continuada e trocas de experiências a partir dos temas levantados nos Conselhos de Classe, Organizaçõescurriculares, coletivas e coordenações com seus pares. Estudoselaborados para as coletivas realizada na quarta-feira; Professores, coordenadores do 1º ao 5º ano, profissionais da sala de recursos, pedagogo e Orientador Educacional. Ao final do encontro de forma escrita. Organizado a cada semestre 10- Participardas reuniões promovidaspelaRegionalde Ensino. Participaçõesemreuniõespara estar ciente das informaçõese discussões de temas pertinentes às Diretrizes Pedagógicas dos Anos Iniciais trabalho CRAI e outras informações relevantes. Coordenadores Ao final de cada reunião. Cronograma CRAI 11- Estudar,planejare discutir temas/assuntosde acordocom as demandasdosProfessores. Reuniões semanais para estudos, planejamentos e informações. Coordenação/Supervisão Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no turno matutino. 12 – Subsidiarprofessoresno planejamento,execuçãoe avaliaçãodosprojetosprevistos no PPP. Planejamentosdasaçõesque envolvemosprojetos,semperderde vistaa aprendizagemdos estudantes. Professores Antese durante a ocorrências dos eventos Durante todo o período letivo
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    92 13. Subsidiarprofessoresno desenvolvimentode práticasna saladeaula. Acompanhar, quandosolicitado,o acompanhamentode práticas desenvolvidasemsalade aula. Professores e coordenadores. Oralmente, ao final da participação da atividade. Ao longo do ano letivo. 14 – Registrardados de aprendizagense não aprendizagensdosestudantes oriundosdosConselhosde Classesparaa elaboraçãodos DossiêsFinaise acompanhamentopermanente do avançodas aprendizagens. Registrodosdados Professores e coordenadores. Antese durante a ocorrências dos eventos Ao longo do ano letivo. 15- OrganizaçãodosDossiês Finais  Montagem de dossiês contendo pré-diagnósticoinicial e parcial da turma para Organização do professor noano posterior Coordenação e professores Ao final da ação e início do ano letivo posterior Inicio de Dezembro de 2018 16- Subsidiarprofessores no processode avaliaçãointernadas aprendizagensparatabulaçãode dados sobre as aprendizagens que fornecerãoelementosde estudo sobre as práticas docentesnosFórunsInternosde análise.  Elaboraçãodasquestõesavaliativas com os professores;  Organizaçãodas Planilhasde dados para análise do desenvolvimento da turma e da escola como um todo. Professores Ao final de cada ação No início do ano letivo; Ao final de cada semestre 17- Acompanharo Planejamento Quinzenal  Planejar quinzenalmente por ano Professores Ao final de cada ação Semanalmente com um grupo diferente de professores.
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    93 18 – Subsidiaraprática dos professores naimplementaçãode projetosdaturma  Estudoda proposta  Planejamento a partir das necessidadesdosestudantes Professores do BIA  Ao final de cada ação Todo Ano Letivo 19 Construirações de pesquisa sobre as práticas pedagógicas desenvolvidasnaescolapormeio de debatessobre sequências didáticas,jogos etcaplicados com as crianças; visitasdos professoresparaobservaçãode aulasdos própriosdocentescom a as crianças e estudodsde estruturasde sequênciadidáticas aplicadas. -  Organizarcronograma mensal Todos os professores Ao final de cada ação Todo Ano Letivo 20 – Estudosobre Avaliação Formativa- possíveis Instrumentose Procedimentos  Planejamento de procedimentose escolhade Instrumentosadequados. Todos os professores Ao final de cada ação Todo Ano Letivo durante os planejamento quinzenais e Coletivas 21 – Planejamentocomaequipe Diretiva  Planejamentodasações pedagógicascoletivas. Direção e Cooordenação No dia dos encontro. Quinzenal
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    94 ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DACOORDENAÇÃO PEDAGÓGICA TEMÁTICAS OBJETIVOS PRAZOS FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO SEMANA PEDAGÓGICA Discussão sobre a Organização do Trabalho PedagógicodaEC 10 (PPP); Reconhecimentodo perfil didático dos professores e articulação dos mesmos com a Organizaçãoda SEEDF. Aspectosrelevantes na rotina pedagógica elencado coletivamente. X PERÍODO PARA O DIAGNÓSTICO INICIAL Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação diagnóstica; parâmetros para o trabalho de análises dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação formativa;.definiçãode instrumentosavaliativos e os procedimentos. X ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Refletirsobre ametadoPPP enquanto prática concreta; Analisar osdados dodiagnósticoinicial dasturmas Espaço e tempoparao Planejamentodotrabalho pedagógicodecorrentesdaavaliaçãodurante o Conselhode Classe e anecessidadede organização X X X X
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    95 do currículo paragarantiadas aprendizagensde todosos estudantesem2018. ABERTURA DO RODA DE LEITORES E SEU DESENVOLVIMENTO DURANTE O ANO LETIVO (PROJETO INSTITUCIONAL) Espaço e tempo destinado para a Organização do Trabalho Pedagógico em torno do desenvolvimento do prazer na leitura de diversos Gêneros textuais X X X X X X X X X CONSELHOS DE CLASSE Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes das avaliações formativas realizadas no interior da escola para replanejamento do trabalho pedagógicoe garantia das aprendizagens de todos os estudantes.Elevantamento de temáticas de estudos coletivos e metas de aprendizagem X X X X ABERTURA DA COZINHA EDUCATIVA (PROJETO INSTITUCIONAL Conheceroespaçoda cozinhaeducativa,osutensílios e os objetivos do projetos X PLANEJAMENTO DE REUNIÃO DE PAIS E ACOMPANHAMENTO DA MESMA Subsidiar professor para a organização da reunião de pais X X X DIA LETIVO TEMÁTICO Planejar ações reflexivas a serem desenvolvidas em toda a escola X
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    96 ATENDIMENTO PARTICULAR À PROFESSORES À pedidodo docente, momento para auxílio na organização do Trabalho pedagógico. X X X X X X X X X X X PROJETO INTERVENTIVO Planejamento do Projeto Interventivo X X X X X X X X AULA PASSEIO Planejamento das aulas ocorridas fora do espaço escolar X X X X X X X X ORGANIZAÇÃO FESTA JUNINA Organizar festa junina X X ORGANIZAÇÃO E REALIZAÇÃO DO SARAU Planejamento das ações pedagógicas que delinearão o Trabalho Pedagógico da aula desenvolvida em um Parque ambiental de Brasília x x x x x x x AVALIAÇÃO DO TRABALHO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Diagnosticar situações que precisam ser revistas e valorizar o trabalho implementado que necessita ser continuado. Obs: sabemosque ocorre constantemente, mas definiremos diasespecíficospararegistro geral. X X X ATENÇÃO: Formações Continuadas em Serviço no Interior da Escola apresentadas no quadro 1 (deste Plano de Ação) “Ações desenvolvidas no Trabalho Pedagógico da Coordenação Pedagógica da EC 10”, assim como planejamento, avaliação do Trabalho com a equipe diretiva e com os professores e acompanhamento das práticas serãodefinidasmensalmentee divulgadasnaescolae para a Coordenação Intermediária X X X X X X X X X .
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    97 PLANO DE AÇÃO2018 – SALA DE RECURSOS I-APRESENTAÇÃO: “O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas, onde quer que isto seja possível, não importam quais dificuldadesoudiferençaselaspossam ter.Escolasinclusivas precisamreconhecereresponderàsnecessidadesdiversificadasdeseusalunos...” UNESCO,1994 A inclusãooficializadaem1994comaDeclaraçãodeSalamanca,defendeumaeducaçãodequalidadeparatodososalunos.Ainclusãotrouxeum novoolharaoaluno com deficiência,noqualtodos devem estar preparadosparaacolhê-lo,nasociedadeenaescola.As transformaçõessãonecessárias,têm-seum novo paradigmaem relação à inclusão,àvisão que se têm da deficiência,àinfraestrutura,aos recursosmateriaise físicos,objetivos, conteúdoseprocessosdeavaliação. A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência, através do contato direto com o aluno e professora regente, das adaptaçõescurriculares,doPlanodeAEE e por meiodaludicidadecomjogosebrincadeiras. Proponho,naSala de Recursos,o trabalholúdico,atravésde jogose brincadeirasparapromoverodesenvolvimentodosalunoscom deficiêncianosaspectos afetivo, cognitivo,psicomotoresocial. De acordocom oDecretoN°6.571de setembrode2008 § 1º Considera-seatendimentoeducacional especializadooconjuntodeatividades,recursos deacessibilidadeepedagógicosorganizadosinstitucionalmente,prestado de forma complementarousuplementarà formaçãodos alunosno ensinoregular. § 2o O atendimentoeducacionalespecializadodeveintegrarapropostapedagógicadaescola,envolveraparticipaçãodafamíliae ser realizadoem articulaçãocomas demaispolíticas públicas.
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    99 Objetivo Geral Objetivos Específicos Metas Descrição dasAções Acompanhamento /controle /avaliação Cronogram a Avaliação das ações De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008  Art. 2o São objetivos do atendimento educacional especializado:  I – prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos no art. 1º;  II – garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular;  III – fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras -  Trabalhar com jogos artísticos, jogos expressivos, jogos sensitivos, jogos recreativos e pedagógicos;  Promover a socialização e a interação de forma alegre e lúdica;  Desenvolver a autonomia, a autoestima, o respeito, a iniciativa, tomada de  Que o educando com deficiência desenvolva o seu potencial, a sua autonomia e suas habilidades, como parte integrante e ativa em tudo o que a escola propor.  Que os alunos dessa IE respeitem as diferenças, percebam que elas também são importantes para a inclusão e acolham as Atividades a serem realizadas :1- Momento pedagógico com as professoras, na coordenação , para discutir sobre vários assuntos relacionados à inclusão e para repasse de sugestões a serem desenvolvidas semanalmente sobre as deficiências, diferenças e direitos humanos; 2-Desenvolver atividades sobre a inclusão com todas as turmas da escola, através da ludicidade, com histórias, vídeos, músicas e jogos; 3- Construir parcerias com os professores regentes, sistematizar o trabalho e buscar estratégias para o Observação do engajamento nas atividades propostas por parte de todos os envolvidos nas atividades da Sala de Recursos. Avaliação de todos os avanços e retrocessos do atendimento na Sala de Recursos no Conselho de Classe. Preenchimento de ficha de Adequação curricular, acompanhada devidamente de acordo com as orientações do professor especializado do AEE. Atendimento aos alunos 1 vez por semana no contra turno. Reuniões com os pais no início do ano, no final de cada bimestree sempre que se fizer necessário. Atendimento aos professores durante o ano letivo, nas coordenações coletivas e sempre que se fizer necessário. A avaliação será feita de maneira processual, por meio do envolvimento nas atividades propostas ao longo de todo o ano letivo e trabalhos sugeridos e indicados, de acordo com a orientação do professor especializado do AEE. A avaliação também acontecerá mediante anotações e registros diários do professor e também será
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    100 no processo de ensinoe aprendizagem; e  IV – assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino. Entre outros:  Apoiar, orientar e atender o aluno e o professor diante das necessidades de adaptação e organização do currículo escolar, com base na filosofia da educação inclusiva;  Orientar e conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância da inclusão na escola como também na sociedade; decisões e o cumprimento às regras que no futuro poderão alicerçar a personalidade do educando;  Desenvolver o raciocínio, atenção, concentração, o pensamento criativo e o senso crítico;  Realizar atividades de pesquisa;  Desenvolver habilidades e potencialidades através da ludicidade; crianças com deficiência.  Que os profissionais dessa IE e a comunidade escolar participem do processo de inclusão de forma colaborativa. atendimento dos alunos com deficiência; 4- Atividades lúdicas, envolvendo várias habilidades, esquema corporal e uso de jogos 5 -Expressão Artística: desenhos, pinturas, modelagens e montagens; 6 -Práticas diversificadas de escrita, envolvendo ludicidade, uso de vários materiais para confecção das letras e numerais; 7 -Trabalho com Literatura Infantil: leitura e interpretação oral, interpretação de imagens, reconto oral, livros sensoriais 8 -Jogos de mesa, envolvendo frases, palavras, descrição de figuras 9 -Softwares Educacionais; 10 -Atividades de psicomotricidade. promovida nos conselhos de classe quando da socialização dos avanços dos educandos e considerando as adequações curriculares de cada um. Plano do AEE para cada Estudante conforme suas particulariedades
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    101  Fortalecer a autonomiados alunos para decidir, opinar, escolher e tomar iniciativas a partir de suas necessidades e motivações;  Promover a motivação, a interação e o conhecimento através de jogos, brincadeiras e atividades pedagógicas diferenciadas, proporcionando uma aprendizagem significativa e adaptada a cada educando com deficiência.  Propor atividades que ampliem as habilidades de memorização;  Favorecer o aprimoramento da linguagem, a construção da língua escrita, comunicação e interpretação;  Trabalhar o esquema corporal;  Contribuir com o conhecimento, o respeito e os cuidados que se deve ter com o próprio corpo;  Promover o desenvolviment o de valores básicos para o exercício da 11 –Prática de descrição oral e reconto de situações vividas e significativas ao educando;
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    102 cidadania voltados para o respeitoa si mesmo e ao outro;  Confeccionar materiais pedagógicos para os alunos com deficiência, conforme a necessidade;  Operacionalizar as competências curriculares específicas necessárias à educação dos alunos com deficiência física no que se refere ao manejo de materiais adaptados, à
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    103 escrita alternativa (quando necessário), às vivências de mobilidade,ao acesso a todos os espaços da escola e às atividades da vida diária que envolva a rotina escolar;  Introduzir o aluno na aprendizagem da informática acessível, identificando qual o melhor recurso de tecnologia assistia que atende às suas necessidades, considerando a
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    104 sua habilidade física e sensorialatual, bem como a cpacitá-lo para o uso independente do computador;  Enviar informes para a comunidade sobre as deficiências;  Mediar ações de forma construtiva com o professor regente quanto às atividades que devem ser desenvolvidas e que favoreçam o processo escolar do aluno;
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    105  Elaborar o Planode AEE e apoiar a professora regente quanto à elaboração da Adequação Curricular quando necessário;  Articular com a equipe gestora quanto às adequações estruturais necessárias para garantir a acessibilidade do aluno a todos os ambientes da escola. material pedagógico;
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    EDUCAÇÃO INTEGRAL /PLANO DE AÇÃO 2017 COORDENADORADAEDUCAÇÃOINTEGRAL/2017  ElieteTellesdeFarias APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA: Observandoas atuais políticase diretrizes nacionaisparaumaeducaçãodequalidadeparatodose ainda observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito da construçãoeformaçãodenovasredesde aprendizagem,detectamosanecessidadedacontinuidadedoPrograma de EducaçãoIntegralnaEscolaClasse10deTaguatinga. É expressivo o número de famílias que procuram a escola em busca de vagas para suas crianças no “Programa da Educação Integral”, pois reconhecem o oferecimento de estratégias de integração escola e comunidadeaomesmotempoem quesãopromovidasoportunidadesdedesenvolvimentodoeducandoatravésdo trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. Infelizmente, a demandaporinclusãodemaisalunosna EducaçãoIntegralnãoé plenamentecontemplada,umavez que o apoio logísticooferecidopeloGDF deixaadesejar. Nesse sentido, priorizou-se para o ano letivo de 2018 uma Educação Integral com maior foco no ensino e aprendizagem por meio de atividades de reforço em português e matemática, sem desvincular as atividades culturais, artísticas e esportivas; valorizando o diálogo entre os saberes formais e os saberes socialmente construídos. Nessa perspectiva buscou-se a elaboração de um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação saudável e a um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo num climaqueenvolva o afeto, o lúdico,acriatividade,o respeitoe estimuleo prazer em aprender. As atividades serão desenvolvidas nos dois turnos (matutino e vespertino) de terça-feira a quinta-feira atendendoaosalunosdo2ºao 5º ano(EnsinoFundamentaldenoveanos)estendendooturnodenove paraquinze horas. Nesse foco, busca-se encorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente, capazde transitar com segurançaeresponsabilidadeem umasociedadediversaesustentável. OBJETIVO GERAL :  Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais, artísticas e esportivas ampliandoosespaços,temposeoportunidadesdeaprendizagens.
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    108 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO Oportunizarao aluno da Educação Integral tempo hábil para realização das atividades extra-classe solicitadas pelo professor regente com supervisão pedagógica. Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno , dando-lhe oportunidades de reforçar, aprofundar ou suprir carência dos Melhoraraautoestima medianteapercepçãodoprópriocrescimento nas aprendizagens. PERIODICIDADE De terça a quinta feira, 2h/dia, totalizando 6h/semana DESENVOLVIMENTO A realização das atividades indicadas pelos professores regentes serão trabalhadas secundariamente.Prioritariamente serão trabalhadas atividades planejadas ATIVIDADES ESPORTIVAS Formar o cidadão através do esporte; Usar o esporte como meio de inclusão social; Oportunizar aos alunos a vivência de várias modalidades esportivas; Trabalhar temas como ética, superação, saúde e autoestima, repassando por meio dos valores do esporte; espírito de equipe,ajudamútuaeliderançaparaserutilizados PERIODICIDADE 1 vez / semana DESENVOLVIMENTO Atividades esportivas diversificadas DANÇA Trabalhar a linguagem corporal utilizando diversas atividades. Desenvolver a criatividade, musicalidade e ritmo. PERIODICIDADE 1 vez por semana DESENVOLVIMENTO Aulas de dança 1 vezpor semana MÚSICA Desenvolver a sensibilidade musical, identificando interesses PERIODICIDADE 1 vez /semana DESENVOLVIMENTO Aula de música 1 vezpor semana
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    109 PÚBLICO ALVO:  Alunosde 8 à 14 anos que apresentam distorção de idade-série, dificuldade de aprendizagem, problemas sociais e econômicos RECURSOS HUMANOS:  Coordenador;  Cozinheiro;  Monitores;  Educadores sociais, ESPAÇOS:  Salade aula  Salade vídeo  Laboratóriodeinformática  Refeitório  QuadraCoberta  Pátio da Escola  Cozinhaeducativa  SESC  Horta daEscola RECURSOSFINANCEIROS/PARCERIAS:  Verbas públicas;SESC RECURSOSMATERIAIS: Violões e teclado,materiaisespecíficosparapráticaesportiva, materiaisparaacompanhamentopedagógico,som, TV,Vídeo. A SecretariadeEducaçãoforneceônibusparatransportarascriançasaoSESCe05EducadoresSociais Voluntários. CRONOGRAMA: Março a dezembro de 2018 METODOLOGIA/DESCRIÇÃO DAAÇÃO: 80 alunosserãoatendidosnoturno contrário,com cincohorasaulaspordia(terça,quarta e quinta-feira). 45 alunosserão atendidosnoSesc de Taguatinga Sul,noturno contrário(segunda,quartaesexta-feira). Os alunosfarãoas refeiçõesnaescola:cafédamanhã,almoçoelanchedatarde.
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    110 Os alunos matriculadosna Educação Integral serão atendidos na escola em salas destinadas a este fim, compartilhandoo espaço da quadra coberta às quintas feiras com o Ensino Regular. No turno matutino os alunos lancharãonoiníciodasatividades do dia, tomarãobanhoe almoçarãonofinale no turno vespertino almoçarãono inícioe lancharãonofinaldasatividades do dia. Os Alunos terão no turno contrário,oficinasde:Acompanhamento pedagógico,dança,musicalização,esporte/recreação,atividadesnolaboratóriodeinformática,práticasdeHorta. Serãoduasoficinaspordia(cadaumacom 1he50minutosdeduração),20minutosparacaféda manhã e lanchedatarde, 20 minutos parao recreio,30 minutosde almoçoe30minutosde descanso. As oficinasserão realizadaspeloseducadoressociaisvoluntários,e acompanhadaspelocoordenadorpedagógico. EIXOS: Corpo emovimento: atividadesdepráticascorporais,lúdicaseesportivas.  Possibilidades:Jogos,brincadeiras,dançaseatletismo. CulturaeArte:Incentivoaproduçãoartísticadosalunos,individuale/oucoletivamente,resgate da culturalocal pormeiodepráticasinvestigativas.  Coral,teatro, artesanato,artes plásticas,musicalização,dança,brinquedosdesucataeexcursões. Acompanhamento pedagógico: Apoio a realização da tarefa de casa, estratégicas metodológicas para ampliar as oportunidades de aprendizagem dos alunos – função social da língua portuguesa,comunicaçãoverbal,leiturae escrita,potencializaçãodeaprendizagensmatemáticaspormeiode jogose resoluçãodesituaçõesproblema. Educação ambiental edesenvolvimentosustentável: Estudodomeio-ambiente.  Possibilidades:hortanaescola,atividadesculinárias. Comunicação,ciênciaetecnologia  Possibilidades: Utilização do laboratório de informática, para aulas de conceitos básicos, jogos e pesquisas.Criaçãodeumarádioescolar,efeira deciências. TABELASDEATENDIMENTOS: ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL / TERÇA-FEIRA MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA 8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA
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    111 8h20min às 10h5min DANÇA-GRUPO B SALA DEVÍDEO CINTHIA 10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA DANÇA – GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA 12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO COBERTO/REFEITÓRIO MONITORES 12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/ QUARTA-FEIRA MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA 8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES 8h20min às 10h5min ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA MÚSICA-GRUPO B SALA DE VÍDEO CINTHIA 10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA MÚSICA–GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA 12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO COBERTO/REFEITÓRIO MONITORES 12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA
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    112 ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL/QUINTA -FEIRA MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7:30h ACOLHIMENTO ESPAÇO 10 CLARA 8h às 8h20min CAFÉ DA MANHÃ REFEITÓRIO MONITORES 8h20min às 10h5min ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO B SALA DE VÍDEO CINTHIA 10h5min às 12h ACP-GRUPO B SALA ED INTEGRAL ANGÉLICA/CLARA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO A SALA DE VÍDEO CINTHIA 12h às 12:30 ALMOÇO PÁTIO COBERTO/REFEITÓRIO MONITORES 12:30 às 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO ANGÉLICA ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL TERÇA-FEIRA VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA 12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA LEONARDO 13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA DANÇA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO
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    113 15:30 às 15:50LANCHE REFEITÓRIO MONITORES 15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA DANÇA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL QUARTA-FEIRA VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA 12:30h -13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA LEONARDO 13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA MÚSICA –GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO 15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES 15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA MÚSICA –GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO
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    114 ATIVIDADES EDUCAÇÃO INTEGRAL QUINTA-FEIRA VESPERTINO HORÁRIOATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30h ACOLHIMENTO FRENTE DA SALA DI JÉSSICA 12:30h às 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 às 13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO JÉSSICA LEONARDO 13:30 às 15:30 ACP-GRUPO A SALA ED INTEGRAL JÉSSICA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO B SALA DE VÍDEO LEONARDO 15:30 às 15:50 LANCHE REFEITÓRIO MONITORES 15:50 às 17:30 ACP- GRUPO B SALA ED INTEGRAL JÉSSICA FUTSAL RECREAÇÃO GRUPO A SALA DE VÍDEO LEONARDO PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ MATUTINO- HORÁRIOS ATIVIDADE LOCAL RESPONSÁVEL 7H30MIN AS 11H30MIN ONIBUS /SESC --- CÍNTHYA 11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ MATUTINO
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    115 HORÁRIO ATIVIDADES LOCALRESPONSÁVEL 7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- ANGÉLICA 11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ MATUTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 7H50MIN AS 11H50MIN ONIBUS /SESC --- CLARA 11H50MIN AS 12:30 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 12:30 AS 13:00 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES PROJETO PESC/SESC/ SEGUNDA-FEIRA/ VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 AS13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES 13:30 AS 17:30 ONIBUS/SESC --- JÉSSICA PROJETO PESC/SESC/ QUARTA-FEIRA/ VESPERTINO- HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 AS13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES 13:30 AS 17:30 ONIBUS/SESC --- ELIETE PROJETO PESC/SESC / SEXTA-FEIRA/ VESPERTINO HORÁRIO ATIVIDADES LOCAL RESPONSÁVEL 12:30 AS 13:00 ALMOÇO REFEITÓRIO MONITORES 13:00 AS13:30 DESCANSO SALA DE VÍDEO MONITORES
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    116 13:30 AS 17:30ONIBUS/SESC --- CAMILA RESULTADOSESPERADOS: Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas aprendizagens. Educação Integral – Projeto PESC
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    117 PLANO DE AÇÃODE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA 01 Professor em Processo de Restrição Temporária 1-AÇÃO Recepçãodosalunos; OBJETIVO Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras; CRONOGRAMA Início do primeiro semestre, ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma. 2-AÇÃO Empréstimodelivros; OBJETIVO Dar acessoaousuárioda sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos de diversas esferas de circulação. CRONOGRAMA Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca para realizar empréstimos. 3-AÇÃO Atendimentode turmas OBJETIVO Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar. RESPONSÁVEIS Requer o apoio dos professores regentes CRONOGRAMA Agendamento prévio de acordo com a necessidade do professor regente. 5- AÇÃO Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição. OBJETIVO Garantir o acesso dos alunos ao livro didático. Atualizar o acervo da Sala de Leitura em programa digital indicado pela equipe gestora CRONOGRAMA Ao longo do ano letivo
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    118 PLANO DE AÇÃO:APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR 01 Professor Readaptado OBJETIVO  Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao Serviço de Orientação Educacional e/ou EEAA;  Identificar situações de risco em relação ao bullying, encampar ações eficazes de combate. AÇÕES  Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos;  Auxiliar no monitoramento do recreio;  Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento interno acerca da inadequação de seu comportamento;  Encaminhar para o SOE e/ou EEAA os casos identificados como público desse atendimento.  Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado;  Identificar precocemente situações que possam resultar em práticas de bullying; Realizaraçõesde prevençãoaobullyingcomo estudosepalestras;  Acolher queixas de bullying e realizar investigação acerca da queixa, solicitando auxilio das equipes da escola caso seja necessário;  Realizar o registro dos casos atendidos no livro de ocorrência guardando fidelidade no relato dos fatos;  Tratar com zelo os relatos sigilosos nos casos atendidos. CRONOGRAMA Diariamente
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    119 PLANO DE AÇÃO:ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL 01 Professor Readaptado OBJETIVO: Proporcionaraoestudante e comunidadeinformaçõesacerca deumaalimentaçãosaudável,equilibrada, em perfeitas condiçõesdeconservação,preparoeapresentação AÇÕES:  Informar a comunidade escolar acerca da qualidade do alimento recebido,acerca do seu armazenamento e manuseio adequado, fortalecendo a confiança da comunidade escolar no lanche consumido na escola pública;  Organizar o mapa da merenda;  Prestar esclarecimentos em nível comunitário acerca da alimentação saudável, sempre que solicitado;  Disponibilizar o cardápio de alimentação da escola nos canais de comunicação acessíveis ao corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a consolidação da gestão democrática através do acesso à informação.  Incentivar o consumo consciente do lanche escolar;  Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar horários e cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do espaço escolar;  Agir como referencial no que tange às reflexões pedagógicas em torno da alimentação saudável. RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA: Professor readaptado Diariamente.
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    120 PLANO DE AÇÃO:RECEPÇÃO 04 Funcionários Readaptados, sendo 01 da Carreira Magistério e 3 da Carreira Assistência: 1- OBJETIVO: Acolhera comunidadeescolarcomdignidadezelandopelasegurançadosalunosdainstituição. AÇÕES:  Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às dependências internas da escola, identificando situações de risco.  Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda;  Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em casos autorizados pela equipe gestora, mediante comprovação;  Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos;  Auxiliar na entrega das crianças aos responsáveis ao final do turno RESPONSÁVEIS Funcionáriosdacarreiraassistênciaemagistérioreadaptadosem númerode04 CRONOGRAMA Diariamente 2 - OBJETIVO: Registrodeentradastardiasdeformaapossibilitar intervençãoem casosdeatrasosrecorrentesdealunos AÇÃO Registrode entradastardias CRONOGRAMA: Diariamentenaentradadosturnos matutinoevespertino. PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO
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    121 01 Professor comRestrição Temporária 1– AÇÃO ExecuçãodoProjetoMeateca OBJETIVO  Imprimir matriz de atividades  Controle e entrega de materiais pedagógicos  Apoiar o professor no planejamento fomentando o uso dos matérias pedagógicos disponíveis CRONOGRAMA: Diariamente 2 – AÇÃO Auxiliar a recepçãoeorganizaçãodosalunosadmitidosnopré-turno. OBJETIVO  Garantir a segurança e tranquilidade dos alunos no período anterior à aula CRONOGRAMA: Diariamentenaentradadosturnos matutinoevespertino PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO 01 professor com restrição temporária 1 – AÇÃO Articular-sejuntoàCoordenaçãoPedagógicaafim dedesenvolveras atividadespertinentesaosetor(planejamento, auxilio ao professor, produção de documentos, acompanhamentos nos projetos, orientações específicas aos professoresno desenvolvimentodotrabalhopedagógico). OBJETIVO Potencializarotrabalhoda Coordenação Pedagógica CRONOGRAMA Diariamente PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR 01 Orientadora Educacional com restrição temporária
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    122 1 – AÇÃO Articular-sejunto à Secretaria Escolar a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor (atendimento à comunidade,viabilizaçãodoacessododocenteàsRAV´s, etc). OBJETIVO Potencializarotrabalhoda SecretariaEscolar CRONOGRAMA Diariamente PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO Professor com Restrição Temporária 1– AÇÃO:  Atendimento à comunidade escolar;  Articulação das relações intitucionais: organização de palestras, estágios, etc. OBJETIVO Potencializar as diversas atividades desenvolvidas na direção escolar. CRONOGRAMA: Diariamente PLANO DE AÇÃO: Laboratório de Informática Professor com Restrição Temporária 1– AÇÃO:  Estimular a parceria do professor do laboratório de informática e professores regentes de sala, no encaminhamentoedesenvolvimentodaconstruçãodoconhecimentodoaluno;  Oportunizar aosprofessores e alunosumaformade aprendizadolúdico,atravésde jogoseducativosque desenvolvam a fixaçãodeconteúdosdesenvolvidosem salade aulae outras habilidades;  Adaptar osrecursostecnológicosaocurrículoescolarvisandoa sua utilizaçãocomoinstrumentodeapoio à aprendizagem. OBJETIVO Concretizar o uso do laboratório de Informática pelos alunos CRONOGRAMA: Diariamente PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO 01 profissional da carreira assistência readaptado
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    123 1– AÇÃO:  Entregae controle de chaves;  Distribuição e controle de material pedagógico de uso corrente. OBJETIVO Facilitar o acesso dos funcionários aos diversos ambientes escolares,resguardando o patrimônio. CRONOGRAMA: Diariamente ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP
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    124 O acompanhamento eavaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e necessáriaaconteceem momentosprivilegiadosabaixodescritos. O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar da Secretaria de Estado de Educaçãodo Distrito Federal. Nestas datas com a presençade todos os segmentos que compõem a comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com esclarecimentos à comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do mesmo. Nestas oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos pontos considerados frágeis. Diantedas propostas deavaliaçãoda Secretariaparao próximotriênio,observa-se queoutros momentos são propíciosaoacompanhamentoeavaliaçãodoPPP.A saber:os ConselhosdeClasse,as reuniõesordináriase extraordináriasdepaise mestres. Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e acompanhamento do PPP pelocorpodocente,equipegestoraepedagógica. O ConselhoEscolarse faz representar nas Avaliações Institucionaisporquefaz parte de suas atribuições (expressasnaLeidaGestãoDemocrática,bem comonoPlanodeAção)zelarpelaocorrênciadaAvaliação,analisar os dadosrecolhidosafim de proporadequaçõesquereflitam positivamentenosíndicesapresentadospelaescola. Avaliação Institucional 2017 PROJETOS ESPECÍFICOS AULA PASSEIO
  • 125.
    125 Ao longo doano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em funçãodasnecessidadescurricularesdasturmasedasoportunidadessurgidas.Zoológicos,museuse exposições, teatros, cinemas, parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento curricular dos estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos, espaços e oportunidadesdeaprendizagens. OBJETIVOS:  Favorecero diálogointerdisciplinar;  Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo, a solidificaçãodeamizades,anoçãoidentidadeepertencimentoaogrupoeao espaçosocial;  Favorecerexperiênciasdeautonomiaedeelaboraçãoconjuntaderegras;  Desenvolver atitudes devalorização e respeitoà propriedadecomumealheia;  Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de informações;  Desenvolver o respeitoà diversidadeculturale natural;  Ampliare enriqueceroutrasformasdelinguagem,outrasformasdepensare atuar;  Expandiro acervoculturaldosestudantes. JUSTIFICATIVA: A aula-passeio justifica-secomo estratégia metodológicaque contempla os letramentos, a ludicidade, as múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de avaliação.Ao mesmotempo,exploraoprazer intrínsecoàampliaçãodoconhecimentoeà convivência. É umaatividadevoltadaparaaaprendizagemsignificativa,desenvolvimentodosaspectosafetivo,cognitivo e socialeestá estruturado paraatingiros objetivos propostosno PPP e no currículoescolar. “Uma aprendizagem significativa está relacionadaà possibilidadedos alunos aprenderem por múltiplos caminhoseformasdeintelig6encia,permitindoaosestudantesusardiversosmeiosemodosdeexpressão.”(Smole, 2002,p.10). As aulaspasseiosocorrerãosemprequeforem justificadososganhospedagógicosdamesma. ETAPAS:  Planejamento;  Organizaçãoetrabalhoem sala,construçãoderegras;  Execução
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    126  Desdobramentospedagógicos;  Avaliação. AulaPasseio ao Zoológico Aula Passeio – Lar dos Velhinhos / 2018 Insere-se aquialgunsgráficoscomparativosdepresençadosestudantesem algumasAulasPasseiosao longodos útimosanos:
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    127 A escolaempenha-seem garantirafrequênciade100%dosestudantesnessasatividadesafimde manter a proposta de inclusãodaredepública.E emboraafrequênciade100% nãoseja umarealidadeconcretizada,por diversos motivos, a escolagaranteo dialetivo doalunoquenão se inseriunaatividade. SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
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    128 JUSTIFICATIVA: A SemanadeEducaçãoparaaVidaapoia-sena lein°11.988,de27de julhode2009,criadapelaPresidênciada República. OBJETIVOS:  Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade impactando positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;  Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores de respeito, sustentabilidade e cooperação. DESENVOLVIMENTO:  Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e responsáveis, no horáriodeaula.  Com os alunoshaverá um foco maiorno tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e atendimentos com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas identificadas no ambienteescolar. Além de cumprir determinação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo em Movimento, conforme diagrama: PROJETO COZINHA EDUCATIVA PÚBLICO ALVO:
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    129 Alunos do 1ºao 5º ano JUSTIFICATIVA: Ao aceitarqueo ensinoda língua deve ser pautado pelosusos da mesma,aoentender que ler é atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem textos escritoscom aintençãodecomunicaralgo,textosproduzidoscom fins definidosparaleitoresreais. Trabalharcom ostextosa partirde suasesferas de circulaçãoleva,necessariamentearesolvero problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas – cotidiana, publicitária,escolar,jornalística.Optarpela esfera cotidianafoiuma escolhavisandoatingir desdeo alunode seis anos(muitasvezes ainda nãocompletos)atéo alunoem vias de completaraetapainicialdoEnsinoFundamental. O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero relativamentesimplesecompartilhapropriedadescomoutrostextosinstrucionais.Acrescidoaissoconsideramoso forte apeloculturaldogêneroe o resultadofoi a CozinhaEducativa. É necessáriosalientarqueemboraaCozinhaEducativagireem tornodaReceitaCulinária,outros gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete, publicidade comercial,embalagemerótulo. O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao Currículo em MovimentodaEducaçãoBásicadoDF Escolar. Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o ensino da língua do ensino da matemática, conforme princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso, aproxima-sedoobjetivo, presenteno PPP, de validar um trabalhoeducativoondeo afeto, o lúdico,acriatividade e experimentaçãoestejam estimulandooprazer deaprender.Umaatividade quese insere num trabalhopedagógico integradoe, portanto, é entendidacomo “educativaecurricular”. A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a abordagem daEducaçãoFinanceiranasescolas. O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme defendidonoCurrículoem MovimentodaEducaçãoBásicadoDistritoFederal. Maisdo queum projeto,a Cozinha Educativatem se mostradoum recursoaplicávelaosdiversos componentescurricularesdesenvolvidosnaescola
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    130 OBJETIVO GERAL:  Construiracompreensãodequeos saberesensinadosnaescolaestãovivos nos contextoscotidianos; OBJETIVOSESPECÍFICOS:  Sensibilizara criançaparaaspráticasmatemáticasedelinguagem presentesnoseudiaa dia;  Estimulara leitura,compreensãoeproduçãodosgênerosinstrucionaisdentroefora da escola;  Aproximaras diversas áreas do conhecimento,subsidiandootrabalhointerdisciplinar;  Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes comunitários,aproximandoeducadores,educandosefamiliares;  De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização, oralidade, noçãodequantidadeseproporções,primeirasimpressõesdefenômenosquímicosefísicos,aprendizadodehigiene e prevençãodeacidentes,estímulodamemória,autonomiaecooperação.  Enfatizar questõesrelacionadasàalimentaçãosaudável,prevençãoàobesidadeeafins,deacordocom o nível daturma.
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    131 OPERACIONALIZAÇÃO: A operacionalizaçãodoprojetosedará apartir dasetapas seguintes:  Seleçãodareceitaaser confeccionada:escolhidapeloprofessorealunos;  Listagem epesquisadosingredientes;  Coletados ingredientes;  Exploraçãodidáticadareceita;  Montagem daCozinhaEducativa;  Confecçãodareceita;  Degustaçãodareceitaesocializaçãocom asfamílias;  Avaliação. Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de conteúdosdiversos,conformeosobjetivos delimitadospeloprofessor. É de responsabilidadedaCoordenaçãoPedagógicaopreparodeum localadequadoparafuncionarcomo cozinha,contendotodosos utensíliosnecessáriosaofuncionamentodacozinha. Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da responsabilidade do professor essa organização.A turma, juntamente com seu professor regente participará da execução da receita em dia previamente escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros profissionaisdaescola.
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    132 Possibilidades de textosa serem explorados durante o projeto Crianças na feira – possibilidades de explorações matemáticas AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e a relaçãoestabelecidacomoalcancedosobjetivos,proporcionandoreplanejamentoe aprimoramentodasatividades realizadas.
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    133 Observa-se que aatividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensãodo aprendentedequese utiliza os conhecimentosescolaresnocotidiano:quandosevaiao supermercado,quandose medeamassa,quandosetriplicauma receita,quandosedivideoprodutofinal,quandoselê,escreveoucopiauma receita,quandoselava os ingredientes,quandoseconsideraotempodepreparo… As estratégiasde ensinoe aprendizagem surgidasapartir do desenvolvimentodoprojeto valida a necessidade de trabalharcom atividadesquetransgridam osexercíciosdefixaçãoereproduçãosem aplicabilidadenaspráticas sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de estabelecer um “diálogo” entre os diferentescomponentescurriculares. Turmas vivenciando o Projeto Cozinha Educativa Produção detexto a partir do gênero instrucional
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    134 PROJETO RODA DELEITORES JUSTIFICATIVA: Na virada do século, uma das grandes conquistas da educação no Brasil foi a universalização do Ensino Fundamental. Um rápidopasseio por outras eras nos mostraa importânciadessaconquista.Sabe-se,entretanto, que a simples garantia do acesso à educação não basta. E quando nos deparamos com índices como o INAF (IndicadorNacionaldeAlfabetismoFuncional),obrigamo-nosarepensarquemediaçãodeleituraestamosfazendo naescola. Em suaúltimaediçãooINAF apontouque74%dosbrasileiroscomidadeentre15e64anosapresentam habilidades de leitura em nível rudimentar ou básico. Ou seja, sua compreensãode leitura está limitada à títulos, frases e textos curtos,quandomuito. Sobre essa triste realidade,é que ergue-seo Projeto Rodade Leitores – um compromissoassumidopela escolacom ofim depossibilitara aprendizagem daleituradosdiferentestipos detextos quecirculam socialmente. Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os diversos textos lidos. Público Alvo: 1º ao 5º ano. Objetivos:  Reconhecerafinalidadeeusosocialdediferentestextos e portadorestextuais;  Promovera parceriaescola,professorefamília;  Propiciarmomentosdeleituraem saladeaula, comotambémem casa;  Ampliaro vocabulário,asexperiênciasdeleituracom ogrupoe individualmente;  Dramatizarhistóriasouvidas e/ou lidas;  Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de interpretação;  Promovermomentosdeapreciaçãodediversasproduçõesliteráriase/ouartísticas;  Reconheceramanifestaçãoartísticacomomeiodeapropriaçãodalinguagem.  Formarleitoresdesenvolvendoo gostopelaleitura cotidianamente;  Estimulara alegriadaatividadeintelectualpormeiodaleitura;  Ampliara visão demundo;  Ampliar a compreensãodas relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconheceo outro e suas peculiaridades;  Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de posicionar-seacercadoquefoi lido.
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    135 PASTA DE LEITURA Cadaaluno (a) da turmalevará um gênerotextual paraler em casa,na datadeterminadapeloprofessor;  O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinadapeloprofessor;  Após lere/ou ouvir o texto, o (a) aluno(a)contará/leráahistóriapara alguém dafamília;  O (a) aluno(a) deverá preencherasfichasencaminhadasdeacordocom oscomandosapresentadosem cadaficha;  O produtofinalserá umacoletâneadetextos produzidosporcadaaluno(a) daturma.  Os alunosdos 4 e 5 anosparticiparãoderoda de debates onde terá a oportunidadedecompartilharcom o colegasuasrespostas,expondoseus pontosde vista dentro dacoerênciadotextolido. HORA DA LEITURA Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada indivíduo escolhaotipo de texto preferidorealizandoa leiturado mesmo.Essa atividade acontecesemanalmente, às sextas-feiras, matutino7:45e vespertino 14:15 com duraçãodemeiahora. SARAU LITERÁRIO Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam e apreciam asconstruçõesrealizadasaolongodoprojeto,nosdiferentesgênerosliterários.Acontecesempreem um parquepúblico,escolhidoanteriormente,paraquesejatrabalhadaaquestãodo respeitoambiental. Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer: piquenique,brincadeiras,sorteiodeobrasliteráriasentre os alunos.
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    136 Os saraus sãopensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos portadores de necessidadeseducacionaisespeciaiseseus familiares. Está definido,preliminarmente,um SarauLiterárioparao atualperíodo letivo. RECURSOSHUMANOS: Direção,coordenação,apoios(professoresreadaptados),professoresregentes ealuno,responsáveise/oufamília. AVALIAÇÃO: A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha consciênciadosbenefíciosquea aquisiçãodashabilidadesdeleiturapode proporcionar.Conversas, comentários em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade para o aluno expressar(oralmenteoupor escrito)suasaprendizagens.
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    137 FESTA JUNINA JUSTIFICATIVA: A FestaJunina da Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento a oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de convivência e cooperação;além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado a músicas populares proporcionam alegria. Trata-se de um evento pedagógicoculturalque possibilitao mergulho de todacomunidadeescolar num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de consolidar no espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”. A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos,semdirecionamento religioso,buscando o resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a identidade desse homem como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os estereótipos que humilham e colocam em ridículo essa identidade.Estimula-se, assim, o estar bem vestido e caracterizado, visto que a realidade nos tem dito que o homem do campo se produz e se enfeita para “festar”. Faz-se importante destacar que a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação de lucros,tendo emvista que os recursos financeiros recebidos pelossistemas oficiais têmsido muito bem geridos.Os lucros,porventura gerados,são revertidos paraa premiação das turmas campeãs na Gincana Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro. OBJETIVOS:  Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do Brasil as Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das escolasnesse sentido;  Proporcionaroportunidadesde convívio paraalémdas barreiras subjetivas de crenças,sexo,etnia e outras;  Exibira produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua autoestima;  Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas como gincana. Jogos e quadrilha;  Constituir-se em momento de recreação comunitária.  Constituir-se em temática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento: explorar pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como convite, folder, informativos, bilhetes e outros;
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    138  Provocar discussõesacerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo. PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA
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    139 PÚBLICO ALVO:Professoresregentese alunosdo1º ao 5º ano APRESENTAÇÃO /JUSTIFICATIVA: As novas tecnologiasvêm adquirindorelevânciaímparnocenáriosocial.Cotidianamentesomoslevadosa nos apropriardehabilidadeseconceitosque,atépoucotempo,nãofaziam parte denossa realidade .A escola,comoagenteresponsávelpelaformaçãodocidadão,nãopodeseeximirdaresponsabilidadede oportunizar aoalunoo conhecimentoeo manuseiodosrecursostecnológicosdeinformaçãoecomunicaçãoquea escoladispõe. Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos recursostecnológicosexistentes,o mero “frequentaro laboratório”nãoconstrói,porsi só aprendizagens. Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como orientaa SEEDF, é quenasceuo presenteprojeto. OBJETIVO GERAL Oportunizaraoseducandosoacessoaousodainformáticacomopráticasocial,além deinstrumentofacilitador e enriquecedordaaprendizagem. OBJETIVOSESPECÍFICOS  Complementarosconteúdosdesenvolvidosem salacom pesquisa,usodeaplicativoseafins, etc;  Desenvolver a habilidadedeutilizara internet de formaconscienteeresponsável;  Atuar comomaisum referentedeinclusãodigitalnacomunidade;  Potencializarosrecursostecnológicosexistentesnaescolaem favor da construçãodasaprendizagens; DESCRIÇÃO DASAÇÕES: No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos curriculares,selecionados,apartir doProjeto PolíticoPedagógico. O professor esua classeteráàdisposiçãoolaboratórioem horáriopreviamenteagendadoetodososseus componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para acompanharadevidautilizaçãodosequipamentosedasala. O planejamentoeaexecuçãopedagógicadesse momentoserárealizadopeloprofessorregente, com auxíliodacoordenaçãopedagógica..
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    140 Periodicamente os professoresterão oficinas, cujafinalidade é despertar nos professores o interesse em trabalharcom ainformáticaeducativaemotivá-lospara o desenvolvimentodeprojetoscom seusalunos. RECURSOSMATERIAIS: Computadores;internet;datashow, quandonecessário. RESULTADOSESPERADOS: Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como instrumentosdeapoioà própriaaprendizagem edeinserçãonomundodigital. AVALIAÇÃO: A avaliaçãoserárealizadaaofinaldecadaencontrocomosalunos,sendoobservadoointeresse,aparticipação e odesempenhonaexecuçãodoscomandos.Com osprofessores,semanalmente,nascoletivas,eaofinaldos encontrosespecíficoscomosdocentes.Seráavaliadaarelevânciadosatendimentosnoalcancedosobjetivos propostos. PROJETO NOSSO RECREIO É 10 ! PROJETO NOSSO RECREIO É DEZ APRESENTAÇÃO Laboratório de Informática
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    141 O direito dacriança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente,Artigo 16, incisoIV: brincar,praticaresporteedivertir-se. A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa um momentolúdicodegrandeimportânciaparaasocializaçãodosalunos. Sendoassim,o ProjetoNossoRecreioé10visa contribuirparaqueosalunosdesenvolvam ashabilidadesde bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade,percebendoquecadaserhumanocontribui dentrodoambienteem quevive, para a paz nomundo. Neste sentido,o SOE se organizoupara desenvolver as seguintesações: - Apresentaçãodo projetoaos professores; - Apresentaçãodo projetoaos alunos. - Formaçãodosalunosmonitores(acada15dias). A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos alunos monitoreseda orientadoraeducacional. JUSTIFICATIVA O recreioporserum espaçolúdico,podepormeiodosjogosproporcionaraaquisiçãoderegras,a expressão do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento, além de: desenvolver atitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de cortesia; desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse em adorar posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal; desenvolver o raciocíniológico;reconheceraimportânciadotrabalhoem grupo, sem discriminações físicas, sociais,culturaisou de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de liderança; favorecer a expressãoartísticae cultural; estimularainteligência,curiosidade,ainiciativaea autoconfiança. Após três anos de efetivo desenvolvimentodo projeto, observa-se a diminuiçãode brincadeirasagressivase comportamentosinadequadosduranteointervalo. Além disso,com baseem relatose nanecessidadedetrabalhar preventivamenteos conflitossurgidosduranteeste período,as brincadeirasorganizadasea participaçãoativados alunos contribuíram para que o tempo e espaço do recreio se transformassem em um momento prazeroso e divertido. O momentodorecreioélegalmenteembasadonosPareceresdoConselho NacionaldeEducação/Câmara de EducaçãoBásica,PareceresCEB05/97, 02/2003 e parecerCFE 792/73. E requera presençade professores acompanhandoparaquesejaconsideradoatividadeletiva.
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    142 Objetivo Geral: Dinamizar orecreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e minimizaçãodecomportamentosinadequados,contribuindodestaformapara promoçãodeumaculturadepaz no ambienteescolar. ObjetivosEspecíficos:  Resgataro recreiocomoespaço relevanteparao desenvolvimentobiopsicossocialdoeducando;  Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais solidáriaeharmoniosa;  Conscientizar os alunos quanto à importância da preservaçãodo patrimônio escolar assim como sobre a conservaçãoea limpeza;  Estimularodesenvolvimentode valores comoresponsabilidade,cooperação,iniciativa,amizade,respeito, cuidadoconsigomesmoecom ooutros.  Incentivar a participaçãodosalunosdasturmasde4º, 5º Anos e CDIS no monitoramentodasatividades;  Diminuiraviolênciaproporcionandoum ambientemaisagradávelatodos. METODOLOGIAECRONOGRAMA  Com os alunos: Seráfeito o convite aos alunosdasturmasde4ª,5ª ano, inicialmente,podendoserestendido aosalunosdasturmas de 3º ano, paraparticiparem doprojeto“Nosso Recreioé 10”. Após, teremosum primeiro encontro,ondeexplanarei aos alunossobreo projeto, seus objetivose finalidades.Tambémcombinaremoscomoseráaaplicação ea organização.  Com osprofessores: Os professoresparticiparam incentivandoseusalunosaparticiparem ecolaboraremcomamanutençãodo projeto.Para os alunosque nãoparticiparãodomonitoramento,cabeusufruírem dasbrincadeirasdeformapacífica respeitandooscolegasqueestãoorganizandoo espaço.  Com adireção: Junto com direção,estabeleceremososespaçosfísicosqueserãoutilizadosnaescolaeosbrinquedos aserem adquiridosparaqueasatividadessejamrealizadas.Seránecessáriatambém,aaquisição/confecção de coletes,paradestacaros alunosmonitores. ATIVIDADESSUGERIDAS: - Jogo de basquete,defutebol, pulacordas,pulaelástico,jogosde damaseraciocíniológico,totó, ping-ponge músicaclássicaduranteointervalo.
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    143 CRONOGRAMA: ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES Elaboraçãodo projeto Março SOE Exposição para alunos e professores Março SOE Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos PÚBLICO ALVO: Contaremoscom aparticipaçãoativadosalunosdo 4º e 5º anosna monitoriaecom acolaboraçãoe empenhodosdemaisparaqueomomentodointervalose torne maistranqüilo. RECURSOSHUMANOS: Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos alunos, dos professores,dos paise dadireçãodaescola. RECURSOSMATERIAIS: -Bolas (basquete,futebol); cordas;elásticos; ping-pong;totó; jogos de damas; jogosde raciocíniológico;CD’se aparelhodesom;coletes; caixasparaorganizaros brinquedos; - Textos,vídeos, slides, informesaospais. ACOMPANHAMENTOEAVALIAÇÃO: No decorrer do projeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo, registrandoasobservaçõesecasohajaalgumconflito.Seráobservadooníveldeinteressedosalunosem participar do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores conscientizando e incentivandoosalunos. A cadatrêsmesespoderemosfazer umaavaliaçãocomtodoogrupopara verificarmosse as atividades desenvolvidasduranteo recreioestãoatingindoos objetivospropostos.
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    144 Monitor do projetoorientando colega PROJETO CIDADÃO DO FUTURO / PROERDAlunos monitores do Projeto recebem certificado
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    145 JUSTIFICATIVA: A EscolaClasse10 éumaentidadeque atendealunosdo 1º ao 5º ano. O principalobjetivoda instituição é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que educar envolve o confrontodeideiase a resoluçãodeproblemasparaqueoalunose sintacapazde desenvolver suas habilidades. A nossa grandepreocupaçãoéa formaçãodecidadãoséticos,competentes,solidários,críticos,criativos e preparadosparavenceremosdesafiosenfrentadosnocotidiano.Sabe-sequeosdesafiosqueseapresentamaos alunosda faixaetária queatendemossãodiversos, desdeo enfrentamentodoBullying até resistência àsdrogas. A resistênciaàs drogaséumadasquestõesedesafiosqueosalunosvem enfrentadoaolongodainfância e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos nossos alunos formando-os paraquese sintam fortes e preparados,com conhecimentonecessário parasaberem decidirsobre qualrumotomar. Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a formaçãocidadãdonossoalunado.Assim,oProjetoPreparandooCidadãodoFuturo,alémdepreveraçõesdiretas com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informaçãodos pais e responsáveis. O PROERDvem deencontroaessenossoobjetivoqueéo decontribuirparaaprevençãodousoindevido de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal de formar cidadãoscompetentesepreparadosparaviver em sociedade. O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos preventivos relativosàs drogas.Essa conformidadecomodocumentoPolíticadePromoçãodaCidadaniaeCultura da Paz aparecetambémnotrato com otemaBullying, dandoexistênciaàorientaçãodeprevenireinformar. “A educaçãoéaarmadapaz”.-Montessori,2002. OBJETIVOS: GERAL:  Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do caráter. ESPECÍFICOS:  Desenvolver ações previstas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme manual encaminhado aos gestores;
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    146  Promover aquisiçãode competências e habilidades requeridas para solução de problemas impostos pela sociedade hodierna;  Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de convivência;  Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas;  Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e resistir às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor. PÚBLICO ALVO: O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores; METODOLOGIA/ Plano de Trabalho  Aplicação de atividades desenvolvidas no âmbito sala de aula;  Palestras aos pais;  Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional;  Curso PROERD – Polícia Militar DF;  Projeção de filmes, campanhas anti-drogas;  Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no currículo. APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO: Recursos Materiais: Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de vídeo; Recursos Humanos: Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de orientação educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral. AVALIAÇÃO: A avaliaçãoseráfeita através de observaçãonamudançadecomportamentodosalunos,sondagem junto às famílias em reuniõese encontrosde pais, também através da participaçãoeinteressedos alunos nas diversas atividades constantesnoprojeto. SEMANA DA CRIANÇA JUSTIFICATIVA:
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    147 A SemanadaCriançainsere-senoProjetoPolíticoPedagógicodaescolanosentidodeconcretizarodireito ao lazerinfantil,previsto naDeclaraçãodosDireitosda Criança,ondeprevê-se,ainda,o esforçoquea sociedadee autoridadespúblicasfaráa fim de quea criançaexerciteessedireito. OBJETIVOS: Evidenciaros direitosdacriança,em especialodireitoaolazer infantil; Estimulara autoestima; Propiciaroportunidadedeconfraternizaçãobaseadanaurbanidadeerespeito. DESENVOLVIMENTO: Plenamente financiado pelos lucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de outubro,semprepróximoaodia12.Asemanaéconstituídadeatividades lúdicascomopasseios,lanchesespeciais, culminandocomumarecreaçãocom brinquedosinfláveisecamaselásticas. Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da semana são pensadasparaatenderas diversas faixas etáriasbem comoasdiferentesnecessidades. MOSTRA CULTURAL JUSTIFICATIVA:
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    148 A Mostra Culturalda Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades de expressão da criatividade;ondeé possível congregaropensamentolúdicocompráticasinterdisciplinares. A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são realidadesobservadasporocasiãodarealizaçãodaMostra. É um evento sem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o envolvimentodoalunoem atividadesde cunhoartísticocom foconoestabelecimentoderelaçõesentreasáreasde conhecimentodocurrículoedesenvolve a confiançaem suascapacidadespessoais. OBJETIVO: Socializarcom acomunidadeescolarsaberes,práticaseexperiênciasconstruídosaolongodoano. Ocorregeralmentenosúltimosmesesdoanocom apresençadetodacomunidadeescolar. DESENVOLVIMENTO: O desafio da MostraCulturalé transpor os conteúdosmais significativosde cadaturmaou ano para uma linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade presente consiga perceber uma pequenaparceladosaspectostrabalhadosaolongodoanoletivo.
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    149 A organização doevento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido. PROJETO DE TRANSIÇÃO Escolasequencial:CEF 03 BREVE HISTÓRICO A Escola Classe10trabalhacom oProjetoRemanejamentoNaturalhácercade8anos.Em 2012,ocorreu o primeirocontatoentreas coordenaçõespedagógicaseServiçode OrientaçãoEducacional deambasasescolas onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores de ambas as instituições.Noano anterioro ProjetoRemanejamentoNaturalnãoseconcretizou.Em 2017o Projeto passa a ser denominadoTransiçãoEscolar. JUSTIFICATIVA O projeto nasceudodesejo de tornar menosimpactanteomomentodetransiçãodo aluno do 5 ° para o 6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus pontoscomuns,irmanadosnolema“igualdadenadiversidade”. O Projeto RemanejamentoNaturalencontraseupontode apoiono ProjetoPolítico PedagógicoProfessor CarlosMota,que,aodiscorrersobreoEnsinoFundamentaldefendeaimportânciadeorientarasaçõespedagógicas a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em transição dos anos iniciaisparaosfinais, aproximandoasinstituiçõesdeensino. Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural sempre encontrou-se sob a responsabilidadedoServiçode OrientaçãoEducacionalcom oapoio daCoordenaçãoPedagógica.Pororientação da RegionaldeEnsino,em 2017a responsabilidadepassaàsEquipesespecializadas. OBJETIVOS
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    150  Promoveraçõesqueoportunizem adaptaçãodosalunosemtransiçãodo5°parao6°anovisando garantiravanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais e no desenvolvimentopessoal;  Estreitar o vínculoentrea EscolaClasse10e o Centro deensinoFundamental03deTaguatinga. AÇÕESA SEREM DESENVOLVIDAS 1. Visita ao CEF 03 pararealizar o contatoinicialeoajuste deações 2. AplicaçãodaEscaladeHabilidadesdeEstudoe repassede parecerparacadaestudante 3. SEMINÁRIOSDEHÁBITOSDE ESTUDOS:Desenvolvidas pelosprofessoresregentes da EC10, a partir de pesquisaguiadaporwebqueste seguidadeapresentaçãodeseminários,visandoprepararo alunodo 5°anoparaa rotina de estudosdo 6°ano; 4. REDAÇÃO SOBRE HISTÓRIAS DE VIDA: As professoras regentes dos 5o anos mediariam a produção textualde um memorialouredaçãosobreatrajetóriaescolardosestudantesesuasexpectativasdefuturo. 5. AJUSTE DE EXPECTATIVAS: Promover um encontrodeprofessoresdo CEF 03 e da EC10em um dia de coordenação coletiva para trabalhar a temática da passagem e fazer ajustes de expectativas de aprendizagem.Osprofessores do 5° ano descrevem comoosalunosdeixarãoo segmentoe professores do 6° anodescrevem oque esperam dosestudantes; 6. RODASDE CONVERSA: promoverrodasde conversaentre os alunosdo 5˚ e 6˚ anos,bem comoalguns professores do CEF 03, utilizandotécnicasdeentrevista, supervisionadospelacoordenaçãopedagógica e docentes,paraqueos alunostirem dúvidas e saibam comoéaexperiênciadeadaptaçãoaum CEF; 7. VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a possibilidadedavivênciadeumaaulacomoprofessordeáreaespecífica,possibilitaraex-alunosfalardas principaisdiferençasentreumaECe um CEF; 8. VISITA AO CEF 03: Visita realizada no mesmo dia da visita. Visa apresentar a instituição de ensino sequencialaosalunosem ambientando-osediminuindoaexpectativaem relaçãoàtransição. 9. ATIVIDADESNASALADE RECURSOSCOM ENEEsE SEUS RESPONSÁVEIS: 10. RODA DE CONVERSA COM OS RESPONSÁVEIS por ESTUDANTES DO 5º ANO: Realizar roda de conversacom osresponsáveispelosestudantes,visandoabordaramudançanoacompanhamentoescolar e tirar dúvidas sobrea transiçãoparao 6º ano. 11. ENCONTRO DEPAISCOM O TEMAHÁBITOSDEESTUDO 12. REUNIÃO COMACOORDENAÇÃO PEDAGÓGICAEORIENTAÇÃOEDUCACIONAL DOCEF 03APÓS ESTRATÉGIADEMATRÍCULA: Realizarreuniãoentrea EEAA da EC10 e a coordenaçãopedagógicae OE doCEF 03 pararepassarcasosde ENEEs e outros estudantesquedemandem atendimentoespecial. PROFISSIONAISENVOLVIDOS EEAA EC 10 AEE/ SR EC10
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    151 CoordenaçãopedagógicaEC10 Supervisão pedagógicaEC10 PARCEIRAS Serviçode OrientaçãoEducacionalCEF03 CoordenaçãoPedagógicaCEF 03 PROJETO HORTA ESCOLAR PÚBLICO-ALVO: Alunos da Escola Classe 10 de Taguatinga JUSTIFICATIVA: Um númerocrescentedeeducadorestem refletidoemuitasvezes buscadocumpriroimportantepapelde desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e internoda salaouda escola,cuidadodasrelaçõeshumanasquetraduzem respeitoecarinhoconsigomesmo,com o outroe com omundo.Areflexãosobreo ambientequenoscercaeorepensarderesponsabilidadeseatitudesde cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto,o cultivo dehortas escolarespodeserum valioso instrumentoeducativo.O contatocom a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com assementesquebrotamcomomágica,apráticadiáriadocuidado –regar,transplantar,tirarmatinhos,espantar formigas é um exercício de paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são instrumentos que, dependendodoencaminhamentodadopeloeducador,podem abordardiferentesconteúdoscurricularesdeforma significativae contextualizadaepromovervivências queresgatam valores. Os valores da emocionalidadecom aTerra:a vida, a morte, a sobrevivência, os valores da paciência,da perseverança,dacriatividade,da adaptação,datransformação,darenovação. OBJETIVO: O Projeto HortaEscolarfoi concebidocomafinalidadedeintervirna culturaalimentarenutricionaldos alunos,com basenoentendimentodequeé possível promover a educaçãointegraldecriançasejovens de escolasecomunidadesdoseuentorno,por meiodashortas escolaresincorporandoaalimentaçãonutritiva, saudável e ambientalmentesustentávelcomoeixogeradordapráticapedagógica.
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    152 Por meio desseprojeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas assim comotécnicasdeproteçãodaestruturadosolo, levar os alunosaperceberem ahortacomoum espaçovivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentaçãosaudável. OBJETIVOSESPECÍFICOS: -Levar aos alunosa vivencia e o contatodiretocom omeioambientenatural. -Oportunizarao alunoa conquistadoseuespaço,preservandoo meioambienteondevivemos. -Desenvolver de modointegrado,aconsciênciadaresponsabilidadeparacomomeioambiente,respeitandoo espaçoasua volta. -Promover a responsabilidadesocialpelaparticipaçãoem grupo,incentivandoorespeitopelooutroe o diálogo. -Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambientalatravésde observações,ações concretasepraticasaserem realizadasno ambienteescolar. -Levar os alunosaperceberem ahortacomoum espaçovivo, ondetodos os organismosjuntosformam uma cadeia,proporcionandoumaproduçãosustentávele fonte de alimentaçãosaudável. _ Dar oportunidadeaosalunosdeaprenderacultivar plantasutilizadascomoalimentos; _ Conscientizardaimportânciadeestarsaboreandoum alimentosaudávelenutritivo; _ Degustaçãodoalimentosemeado,cultivadoecolhido; _ Criar, na escola,umaáreaverde produtivapela qual,todos se sintam responsáveis; _ Contextualizaros conteúdosaosproblemasdavida urbana; PROCEDIMENTOS: Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo seráacompanhadopelomonitordahortaeomonitordaEducaçãoIntegral.Asaulasserãoministradaspelomonitor da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas, serão utilizados paraenriquecerolancheedemaisrefeiçõesdosalunos. AVALIAÇÃO: A avaliaçãoseráfeita através da observação,relatooral dosalunos, doprodutofinal da horta e o bom uso daprodução.
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    153 PROJETO QUALIDADE DEVIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO (Projeto da Equipe Gestora para implementação de Objetivo Administrativo definido no Plano de Gestão) OBJETIVO:Assegurar a melhoradaqualidadedevidano ambientedetrabalho AÇÕESIMPLEMENTADAS  Melhoria das condições do ambiente de trabalho em cada setor de acordo com a necessidade e possibilidadesfinanceiraseadministrativas;  Criaçãodeespaços-temposparaintegraçãoentreosservidores;  Promoçãoderelacionamentosinterpessoais;  Valorizaçãoos trabalhoscoletivose individuaisdesenvolvidospor cadafuncionário.  Criação de Fundo Social com cotização entre os funcionários a fim de bancar os eventos de confraternizaçãoocorridosaolongodoanoletivo;  DesenvolvimentodoProjeto AmigoAnjo;  DesenvolvimentodoIntervalo Social  DesenvolvimentodaFesta dos Aposentados DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS FUNDO SOCIAL
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    154 O FundoSocialfoicriadocomoobjetivodebancaroscustosfinanceirosdoseventosrealizadosem função dosprojetos,tendo a equipegestoraciênciadaimpossibilidadedeusodeverbas públicasparataisfins. O dinheiroarrecadadoparaofundovem das contribuiçõesmensaisrealizadaspelosprópriosfuncionários e da venda de objetosnos Bazares, com produtosdoadospelosprópriosfuncionários. O Fundo Social financia o café e o chá consumidos diariamente pelos funcionários, as homenagens aos colegas do grupo que passam por momentos especiais como casamento, luto ou formatura, as confraternizações comemorativas,oDia dosServidores, a Festadas Aposentadas, lanchesesporádicosnascoordenaçõescoletivas. CONFRATERNIZAÇÕES COMEMORATIVAS SãodefinidasalgumasconfraternizaçõescoletivascomoAcolhidaaosFuncionários,FestadosServidores, Coletivas Culturais,Revelaçãodo“AmigoAnjo”,encerramentodossemestres,CelebraçãodaPáscoa,homenagem a paise mãesfuncionários,etc. PROJETO AMIGO ANJO O projeto surgiu da impossibilidade de poucas pessoas terem um olhar cuidadoso sobre toda equipe de servidores. Assim, todos os funcionários são convidados a cuidar de um servidor ao longo do ano através de mensagensdeorações,bilhetinhoscarinhosos,lembrandodatasimportantesnavidadapessoaprotegidadeforma anônima.Ao finaldo períodoestipulado,realiza-seumafesta para revelaçãodos“anjos”. INTERVALO SOCIAL O intervalo socialaconteceàssextasfeiras, duranteo intervalo das crianças. Os funcionáriosreúnem-separaum breve momentodeinteraçãoeconfraternização,com música,lanche e boaconversa. O lancheéderesponsabilidadedoprópriogrupoque seorganizaem escala.
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    155 FESTA DOS APOSENTADOS Surgiudanecessidadedehomenagearereconheceroservidor quededicoutodaumavidade trabalhoao desenvolvimentodaeducaçãonoDistritoFederal. Nesse momento busca-se um resgate da história desse profissional dentro da Secretaria de Educação, bem como dentro da instituição. O servidor é homenageado com placas, músicas, vídeos, registros fotográficos, depoimentoseoutros.Fazjusà homenagemoservidorqueaté o mêsde outubrodoanovigente completeotempo necessário para requerer sua aposentadoria, ainda que opte por continuar trabalhando. Aação é financeiramente assumidapeloFundoSocial.
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    156 CHAFÉ DA FAMÍLIA JUSTIFICATIVA: Eventoquebuscahomenagearpaisemães foradeumaperspectivaconsumista.As criançascantampara os paise a comunidadecontribuicomgênerosparaum cafédamanhãouchádatarde coletivo. “Promoverreuniõesqueincentivemaparticipaçãodasfamíliastantonasatividadesfestivascomonaquelas que se referem aos processos pedagógicos”, é uma das propostas da SEEDF a fim de aprimorar os mecanismos de comunicaçãoefortalecerasrelaçõesescola-famíliacomoobjetivode geraro protagonismofamiliar. Esse evento conta com a participação do outro genitor e/ou dos demais cuidadores da criança não excluindofamíliascom configuraçõesfamiliaresnãotradicionais.Criançascujosgenitoressãofalecidos,quevivem com um dos pais, com avós ou com dois pais ou duas mães, ou crianças abrigadas podem trazer a pessoa ou pessoas de referência para a homenagem. A experiêncianos tem dito que configurações familiares diversas não impedem que a criança reconheça publicamente as pessoas que exercem os papéis paterno e materno em suas vidas. A escolareconhece apossibilidadedehavernessemomento,explicitaçãodesofrimentodealgumacriança por conflito ou ausência familiar. Entende, entretanto, que tal sofrimento não é causado pela homenagem em si; maséexplicitadapelocontexto,oferecendoàescolaachancedesugerire/ouencaminharintervençõesadequadas, se necessárias. O Chafé da Famíliaéum reconhecimento àssignificativasmudançasquetêm ocorridonasociedadeeque refletem famílias com as mais diversas configurações (organização, práticas, valores, crenças, costumes...), pois acolhenoambienteescolara famíliareconhecidapeloaluno.AEC10 oportuniza incluira famíliacomoparceirada escolareconhecendoseupapel deproversustento, dignidadeerespeitoaosseus membros OBJETIVO GERAL: Oportunizar à criançaavivênciade atividadeslúdico-pedagógicasaoladodesua família,fortalecendoos vínculosfamiliares,resgatandoefortalecendoaautoestima.
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    157 CELEBRAÇÃO DE PÁSCOA ATRANSFORMAÇÃO DO EU NA CONVIVÊNCIA COM O OUTRO JUSTIFICATIVA: Ao sequestionarporquetratar de umacelebraçãoreligiosanoambienteescolar,jáqueoestadobrasileiro é laico, encontramos a justificativa de ser impossível ignorar os fenômenos culturais de nosso país. O tema está presente na sociedade constituindo-se, além de fenômeno religioso, um fenômeno comercial de vendas de chocolate. O currículo é contemplado com a “percepção do sagrado nas diversas culturas.” Aliado a isso, pode-se trabalhar conhecimentos gerais, curiosidades, tolerância (que aparece fortemente ao ouvir / compartilhar a experiênciadecadaum comessefenômenocultural.). Segundonossocurrículo,“Sea ConstituiçãoFederalinstituiuum Estadolaicoeao mesmotempoobrigou os entes federados a ofertarem o ensinoreligiosonas escolaspúblicas,issoocorreuno sentidode permitirque os estudantesconheçamaexistênciadereligiõesecrençasdiferentesdaspraticadasporseusfamiliarese,com isso, aprendam arespeitá-las.” Em 2017, durante o processo de revisão do PPP, o grupo levantou a discussão acerca do evento, chamando a atenção para o cuidado que se deve ter com esse momento, já que a proposta da escola é levar à reflexão detoda escolaenão imporcomonaturalacomemoraçãodeumadatacristã. Chegou-sea um consenso pelamanutençãodoeventono calendárioescolarrespeitando-seosseguintespontos:  Em saladeauladar atodas ascriançasaoportunidadedemanifestaraimportânciaounãodaPáscoa em suafamíliaeem sua religião(secomemoraounão,comocomemora,qualoseuentendimentoda data, etc);  Promover o respeito à fala do outro, mesmo que diferente da maioria; pois somente assim a criança vai “conhecer a existência de religiões e crenças diferentes das praticadas por seus familiares e aprendera respeitá-las”–comopropõeocurrículo;  O momentodapartilhadopãoedosucodeuvafoiampliadoparaapartilhadeum lanchemaisvariado, mantendoaideiadeCOMPARTILHAR,masevitandoumaaproximaçãomaiorcom dogmasreligiosos específicos,com osquaisnem todostenham afinidades. A Celebraçãoda Páscoa na Escola Classe 10 de Taguatinga, não tem intenção doutrinária, entendendo- se que tal ação cabe à família. O objetivo é o compartilhamento de experiências entre os alunos, num clima de respeitoe tolerância,ampliandoouniversode conhecimentodetodos. A reflexão acerca da exploração comercial pode ser abordada, despertando a conscientização acerca do consumoexacerbadoeo papelda publicidadeepropagandanesseconsumo;visando a formaçãodoconsumidor conscienteesustentável. CONTEXTO: Conforme pesquisa realizada para construção do PPP, 88% da comunidade escolar declarou professar alguma religião, 8% declarou ateísmo. As religiões declaradas foram: Católica (38%), Evangélica (de diferentes denominações , 34%) e Espírita (11%). Localizamos no ano anterior, em menor número, crianças de religiões judaica, budista e umbandista. Temos na escola crianças de nacionalidades diferentes: espanhol, colombiano, cubano, além de crianças oriundas da Jordânia . É interessante que tais crianças possam compartilhar suas experiênciasculturaiscomaturma.Chamamosaatençãoparaofatocomprovadoem nossaescoladequecrianças
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    158 (e suas famílias)pertencentesareligiõesdematriz africanararamentemanifestamsuareligiosidade.É importante garantirvoz a essas criançascriandoum climadeconfortonoqualelassintam-serespeitadas. PROGRAMAÇÃO: MATUTINO 9h – Pátio paraContaçãodeHistória 9h30min-Partilhadolanche VESPERTINO 14h-PátioparaContaçãodeHistória 14h30min-Partilhadolanche Cada professor, com sua turma, escolhe um ambiente da escola, podendo ser a própria sala, o pátio coberto,a quadra,o campinho. Nessemomento,aborda-seotemaem questão, a Páscoa. Sugerimosqueo professor possa inicialmenteconduzirumaconversano sentidode que cadaum que se sentir a vontade possa falar sobre a páscoa em sua família, em sua religião (_ Em sua família, a páscoa é comemorada?_SuareligiãocomemoraaPáscoa?_Qualsignificadodapáscoanasuareligião?). Reforçamosaimportânciadessemomentoondecadacriançapossater voz. Lembramosqueenquantoa páscoatem um significadomuitograndeparao católico,algumasdenominaçõesevangélicasnãocomemoramou comemoramdeformadiferenteessemomento.Jáidentificamosnaescolacrianças queemborasejamevangélicas, têm avós judaicos(ouseja, a comemoraçãoaqui sedápelalibertaçãodoEgito e nãopela RessureiçãodeCristo). Os Espíritas têm uma interpretação diferente da ressurreição e não há comemoração específica para essa data, masrespeitaasmanifestaçõesdereligiosidadedasdiversasigrejascristãs,etambém nãoproíbequeseus adeptos manifestem suareligiosidade. Pesquisa com o tema Páscoa, realizada anteriormente, pode embasar o professor para lidar com as questõesque surgirem nessemomentodecompartilhamento. Após a conversaa turmacompartilhaolanche. O tema e história escolhidos devem ser pensados para acolher de forma adequada todas as visões religiosasdapáscoapresentesnaescola.Poisao encararapáscoanoseu simbolismo: A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A PáscoaCristã,representaa vitóriada vidasobrea morte, dosacrifício pela verdadee pelo amor. Jesus deNazarédemonstrouquepode-seexecutarhomens,mas nãose conseguemataras grandesideiasrenovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida. Nesseponto comum,adiversidadede religiõesseencontra.
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    159 AUTO DE NATALSOLIDÁRIO / Aula Passeio: Lar dos Velhinhos O Auto de Natal é o evento que tradicionalmente encerraas atividades letivas da escola. No mesmo dia, logo após a encenação do Auto, acontece a Reunião final de Pais e Professores. É também o maior momento de confraternização da comunidade escolar (pais, alunos, professores e demais funcionários) que compartilham um deliciosocaldooferecidopelainstituição. O Auto de Natalacontecesem pretensõesdoutrinárias,emboraenceneonascimentodeCristo,conforme relatosbíblicos. Ao questionar por que realizar uma celebração de fundo religioso no ambiente escolar, já que o estado brasileiroé laico,encontramosa justificativade ser impossívelignorar os fenômenosculturaisdenosso país; país esse, de baseincontestavelmentecristã. O temaestá presentenasociedade,constituindo-se,além defenômenoreligioso,um fenômenocomercial. O currículo é contemplado com "a percepção do sagradonas diversas culturas",uma oportunidade única paradiscussãodosignificadodessadatanadiversidadereligiosadenossaescola. Aliado a isso, trabalha-sea tolerância queaparecefortementeaoouvir/compartilharossignificadosdesse fenômenocultural. Algunsanosatrás aescoladesvinculouoeventodafiguraicônicadePapaiNoeledosimbolismocomercial. Dessaforma, a comunidadeéincentivadaadesenvolver os sentimentosdesolidariedadeecaridade,doandoitens de higienepessoalpara entregaem umainstituiçãode caridade.Essa instituiçãotem sido há dois anoso Lar dos Velhinhos, localizada nas imediações da escola, tem sido possível estabelecer vínculos reais com a mesma em visitações. A encenaçãodoAutodeNatalérealizadoprioritariamentecom osalunosespeciaisecomgruposdealunos cantandoumacançãonatalina.Todososalunosdaescolasãoconvidadosaparticipar. Pesquisa realizada junto à comunidade no segundo semestre 2017, informou que 88% é seguidor de alguma religião, sendo: 38% de católicos, 34% de evangélicos, 11% de espíritas, 17% não declarou filiação doutrinária. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabemos, informalmente que na escola temos, em menor número,seguidoresdereligiõesjudaicas,budistasedematrizafricana. A EscolaClasse10deTaguatingareafirmaorespeitoadiversidadereligiosaesecolocaàdisposiçãopara qualquerdiscussãoacercadoevento. O evento teve tamanharepercussãodentrodacomunidadeescolarquemotivou a revisão do evento Auto de Natalparao ano 2018.Com a revisão, a visitação passaa ser realizadapor todas as turmasdaescolaaolongo do ano em datas previamente definidas, juntamente com o estudo e reflexão do Estatuto do Idoso. As visitas das turmas passa a integrar o calendário escolar, ocorrendo na base de uma visita por mês, como Aula Passeio , até quese contempletodasasturmasda escola.
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    160 ENCONTRO DE PAIS (Projeto da Equipe gestora em parceria com as equipes especializadas, SOE e Conselho Escolar que busca implementar objetivo pedagógico a ser alcançado ) OBJETIVO: Promovera educaçãointegraldoeducando,atravésdotrabalhoconjuntoentreescolaefamília,dotandoa famíliade conhecimentosteórico-práticoscapazesdesubsidiaroacompanhamentoescolardoaluno. JUSTIFICATIVA: O encontro nasce do desejo de concretizar as propostas presentes nas Diretrizes de Avaliação da SecretariadeEducaçãodoDistritoFederal:“Aocompreendermosqueagestãodemocráticanãoacontecedeforma espontânea, sendo, antes, um processo de construção coletiva, é preciso oportunizar mecanismos institucionais que não somente viabilizem , mas também incentivem práticas participativas efetivasdas famílias, a partir da escutasensível dessessujeitos,tornando-seco-responsáveispelaaprendizagemdosfilhos/estudantes.” Além disso, o Encontro de Pais é uma forma de intervenção no aspecto do pertencimento territorial identificado na Avaliação Institucional: a Escola Classe 10 de Taguatinga, apesar de não estar situada em área considerado pela SEEDF como Território com alto índice de vulnerabilidade social (TEVS) atende crianças pertencentesaestes territórios. METODOLOGIA: No decorrerdoanoletivo são identificadospelasdiferentesequipesescolares,temasderelevânciaparaa comunidadequepodeminfluirnaqualidadepedagógicaoufamiliardopúblicoatendido.Sãocontatadosprofissionais capacitados que durante uma hora “batem um papo” com os pais. Demais funcionários da instituição são convidados.Oshoráriossãodefinidosem funçãodademandaeatéo momentotem ocorridoapósoturnodatarde. A escolaorganiza-sequantoà pontualidadeeaofinalcompartilha-seum lanche.
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    161 ANIVERSÁRIO DA ESCOLA JUSTIFICATIVA: Nosúltimos anos, principalmente durante os processos de construção e atualização do Projeto Político Pedagógico,foiconstatadaadificuldadeem acessarregistrosligadosàhistóriada escola.Mesmoapóspesquisas realizadas junto à Regional de Ensino e à Administração Regional, a data de inauguração do prédio escolar permaneceumaicógnita. Assim, a data definida para comemorar o aniversário da instituição é 07/07/1980, data em que o prédio situadona QSD18, AE 23, passoua funcionarcomoEscolaClasse10deTaguatinga. Durante o processo de pesquisa, foram localizadas pessoas que relataram que o prédio existe desde a décadade 60. Muitosex- alunosdeclararam amorparacom aescolae muitospais de alunosfizeram questão de relatarqueescolheram estaescolaparaosfilhosestudarem porquesuatrajetóriaestudantilnaescolaClasse10de Taguatingafoimarcante.Algunsdenossos atuaise ex-funcionáriosestudaramaqui. OBJETIVOS:  Evidenciaro carinhodacomunidadeparacom aescola;  Ressaltara importânciadaescolanoentornonoqualestáinserida;  Criarsentimentosdepertencimento;  Valorizar a trajetóriaestudantile profissionaldosalunose funcionários;  Reforçarlaçosda comunidadecom aescola,laçosessesqueauxiliam napreservaçãodobem público;  Celebraraeducaçãodequalidadedesenvolvidanainstituiçãoevidenciadaatravésdos avanços nas aprendizagens.
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    162 Pedagogicamente,encontramosnoCurriculoem MovimentodaSEEDF,conteúdosaserem desenvolvidos dentrodotema. FESTA DE ANIVERSÁRIO EC10 POSSIBILIDADES DE TRABALHO DENTRO DO CURRICULO EM MOVIMENTO BIA LEITURA PRODUÇÃO ESCRITA E ORAL Textoverbal: (escrita),nãoverbal (imagem) e multimodal (escritaeimagem), concretizadosem diversosgêneros,em diferentessuportes. Leiturae escrita de listasdiversas de acordocom algunscritérios:ordem alfabética,contextosemântico,etc. Bilhetese convites: leiturae produçãode acordocom ocontextodeuso. Gênerosqueapresentam INSTRUÇÃO/ INJUNÇÃO em sua organizaçãointerna: receitas,regrasde jogos,manuais – leitura,compreensãoeprodução. Reportagens:temassignificativo) – leitura,compreensão,identificaçãoeescrita de manchetes. Cartazes educativos: produçãode acordo com oassunto trabalhado. Reportagens:temassignificativos. Relatosde acontecimentosdocotidiano Manuseiodesuportestextuais: folhetos, folder, cartazes, cartão, panfletos. Rodade conversa:regras paraescuta, fala e manutençãodotema. Entrevista Manuseio,identificaçãoeescolha de suportesde acordocom ogêneroeseu contextode circulação:livros,revistas, jornal,gibi, folhetos, folder, encartes,faixas, placas,cartazes, cartão,panfletos,mural,jornalda escola,caderno,livro,etc. CONHECIMENTOS LINGUISTICOS ARTICULADOS COM TEXTOS Todosdescritosnocurrículo LITERATURA Livros infantis: escutae manuseio Compreenderaespecificidadedaautoria,arelaçãointrínsecaentre o autor e a obra. 4˚ / 5˚ anos LEITURA, PRODUÇÃO ESCRITA E ORAL Planejara escritadotexto considerandootemacentral,o gênerotextual e os prováveis destinatários/ interlocutores. Escrever textos em diferentes gênerosdeacordocom afinalidadeda situaçãocomunicativa:convidar (gênero-convite), informar(gêneros-cartaz, bilhete,notícia,de jogo, etc.). Escrever atentandoparaelementosquecompõem aestruturae a apresentaçãodecadagênero(oquecompõeumafábula, um poema,umanotícia,umaregradejogo, etc.).
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    163 Notíciase manchetes:estudodegêneroenfocandooselementos fundamentais(O quê?Comquem?Quando?Onde?Em que circunstâncias? Notícia:escritade texto de autoriaa partir de pesquisadedadose organizaçãode Informações. Realizarentrevistas com ointuito deesclarecerdúvidasouampliar conhecimento. Criaçãodemanchetesparanotícias. Compreenderoqueouve, argumentando,comparandoeconcluindo. Entrevistas: planejamento,realizaçãooral,organizaçãodedadose escrita. Produçãode diárioerelatóriosa partir de fatos motivadores; Suportes e portadores:criaçãodeespaçosparapublicação(mural, varal, revistas, jornais,placas,faixas, folhetos, cartazes, etc.) CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS ARTICULADOS COM TEXTOS Todososdescritosnocurrículo CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS Letra de música:compreensãodocontextodaautoria:paródia. ARTES BIA PLÁSTICAS E CÊNICAS Criaçãolivrede desenhos,pinturas,colagem,esculturas, modelageme Construções. Arte comomanifestaçãoda culturae identidadedeum povo : matizes brasileiras. Manifestaçõesfolclóricas,populares. Criaçãodedesenhos,pinturas,esculturase construçõesapartirde temáticaspesquisadas. Exercitaratitudesde plateia. EDUCAÇÃO FÍSICA BIA Regrasde convívio sociale escolar. Desenvolver a cooperação,solidariedadeecompartilhamentodeaçõesnaspráticasdeatividadesmotoras. Conceitodecooperaçãoecompetição,visandoaçõescooperativasem práticasdeatividadesmotoras. EDUCAÇÃO FÍSICA 4˚ / 5˚ anos Regrasde convívio sociale escolar. Desenvolver a cooperação,solidariedadeecompartilhamentodeaçõesnaspráticasdeatividadesmotoras. Conceitodecooperaçãoecompetição,visandoaçõescooperativasem práticasde atividadesmotoras. Jogose brincadeiraspresentesnaculturabrasileira(pipa). MATEMÁTICA Para ensinar Matemática, o professor deve favorecer a problematização, trazer situações que provoquem os estudantes, que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e
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    164 janelasparaquea culturasocialinvadaespaçosda salade aula para que a Matemática se torne significativa e pulsante. A forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar como se faz, mas de provocar os estudantes a partir da criação de situações desafiadoras a descobrirem como fazer. Assim surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias aprendizagens e o desenvolvimento da autonomia. O importante é que a aprendizagem matemática seja fruto de experiênciasprovocadaspelaescola,equeos registros,argumentações e sistematizações sejam antes de tudo de autoria dos estudantes como sujeitos de suas próprias aprendizagens. BIA NÚMEROS E OPERAÇÕES -Medidas de grandezas (2 kg, 3 dias, 24 horas, meio metro, R$ 5,00, etc... Registros pictóricos orais ou escritos de experiências matemáticas vivenciadas a partir de situações-problema envolvendo adição (ações de juntar, acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão (ações de partilha). GRANDEZAS E MEDIDAS Medidasdetempo:-Reconhecimentodeinstrumentosde passagem detempo:agenda,calendário,relógio,linhadotempo -Sistematização de tempo (estabelecimento das principais relações entre as unidades de tempo mais significativas: hora e minuto; hora e dia; dia, semana e mês) -Leitura e horas em relógio analógico e digital. TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Registrode formavariada da coletadeinformaçõesem situaçõesdepesquisa,jogose brincadeiras. Organização dos registros das informações. Tabelas simples. Gráficos de coluna (pictórico). Construção de tabelas. Seleçãoeem tabelassimplesegráficosdebarras ou colunas. 4˚/ 5˚ anos NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leiturae escritanuméricadegrandesquantidades; TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Registrosde eventos na linhado tempo. Construçãoeinterpretaçãodegráficosdecolunas,barrase produçãodetextos. Situaçõesproblemasenvolvendointerpretaçãode tabelase gráficos. MATEMÁTICA Para ensinarMatemática,oprofessor deve favorecer a problematização,trazer situaçõesqueprovoquem os estudantes, que os façam pensar, buscar soluções próprias e que estas sejam socializadas com todos. É necessário abrir portas e janelasparaquea culturasocialinvadaespaçosdasaladeaulaparaquea Matemáticasetornesignificativaepulsante.A forma de resolver do professor, ou seja, da escola, é mais uma possibilidade entre outras. Seu papel não é o de mostrar comosefaz, masdeprovocarosestudantesapartir dacriaçãodesituaçõesdesafiadorasadescobriremcomofazer.Assim surgirão diferentes maneiras que, quando bem aproveitadas em sala de aula, promoverão várias aprendizagens e o desenvolvimentodaautonomia.O importanteéqueaaprendizagemmatemáticasejafrutodeexperiênciasprovocadaspela escola,eque os registros,argumentaçõesesistematizaçõessejam antesdetudodeautoriados estudantescomosujeitos de suasprópriasaprendizagens. BIA
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    165 NÚMEROS E OPERAÇÕES -Medidasde grandezas (2 kg, 3 dias, 24 horas, meio metro, R$ 5,00, etc... Registros pictóricos orais ou escritos de experiências matemáticas vivenciadas a partir de situações-problema envolvendo adição (ações de juntar, acrescentar), subtração (ações de retirar, comparar) e divisão (ações de partilha). GRANDEZAS E MEDIDAS Medidasdetempo:-Reconhecimentodeinstrumentosde passagem detempo:agenda,calendário,relógio,linhadotempo -Sistematização de tempo (estabelecimento das principais relações entre as unidades de tempo mais significativas: hora e minuto; hora e dia; dia, semana e mês) -Leitura e horas em relógio analógico e digital. TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Registrode formavariada da coletadeinformaçõesem situaçõesdepesquisa,jogose brincadeiras. Organização dos registros das informações. Tabelas simples. Gráficos de coluna (pictórico). Construção de tabelas. Seleçãoeem tabelassimplesegráficosdebarras ou colunas. 4˚/ 5˚ anos NÚMEROS E OPERAÇÕES - Registro, leiturae escritanuméricadegrandesquantidades; TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Registrosde eventos na linhado tempo. Construçãoeinterpretaçãodegráficosdecolunas,barrase produçãodetextos. Situaçõesproblemasenvolvendointerpretaçãodetabelase gráficos. CIÊNCIAS HUMANAS Nessa abordagem, o trabalho com a área de Ciências Humanas compreende sociedade, tempo e espaço, trabalho, diversidades socioculturais e religiosas, (gênero, sexualidade, religiosidade, geracionais e étnico-raciais), democracia, nação,paisagem,espaçogeográficoeterritório, quepermitem desenvolvero pensamentohistóricoegeográfico,aolongo dos anosiniciaisdoEnsinoFundamental. Nessecontexto,oensinodaHistóriaserelacionaàconstituiçãodanoçãodeidentidadesindividuais,sociaisecoletivasque envolvem o conhecimento histórico local e do cotidiano, do eu e do outro, dentro de um espaço temporal, enquanto o da Geografia busca explicar e compreender relações entre sociedade e natureza, nas quais os indivíduos estão inseridos, compondoapaisagemeoespaçogeográfico. Em relaçãoàGeografia,pensaro espaçoéter consciênciadolocalqueadquiresignificadoelheé familiar,estabelecendo relaçõescom outroslocais. Dessa forma, é essencial que as atividades propostas partam de situações, de problema significativos e investigativos (práticassociais). Identificar os contextos histórico dos espaços de convivênciacomoelementosconstituintes de sua identidade. Identificar registros históricos (certidão de nascimento, calendários, cartas, fotos, álbuns) observando seus usos sociais. Grupos de convivência: família, escola, comunidade.
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    166 HISTÓRIA Vida emsociedade :história de comunidades locais, rurais, quilombolas, indígenas e outros contextos da região. Identificar fatos importantes como importantes como aniversários, comemorações, fatos que está vivendo. Evoluçãodo tempo:a semana,osmeses, o ano. Tempo escolar :bimestre, semestre, rotina escolar Linhado tempo:fases da vida (infância,juventude,velhice), datas significativasparaa família (aniversários, comemorações). Identificarfatos importantesdoponto de vista afetivo e significanteparasie parasua comunidadefamiliar,local, regionalenacional. Ordenaçãodosdiasdasemana,mêseano na perspectivada construçãodotempocronológico
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    Tempoescolarsemana,meses,ano,bimestreesemestreno cotidianoescolar;asimultaneidade dotemponaescolaeem outros lugares. 4˚/ 5˚ anos HISTÓRIA Identificare compreenderaspectosdaancestralidade,memória e reminiscênciasem buscadavalorizaçãoda culturalocalebrasileira. O estudantee o tempo:o tempono cotidiano;fontes históricas; tempohistóricoesocial. Noçãodeépocaeséculo. Perceberaimportânciade documentoshistóricosedeoutros gênerostextuais como fonte de informaçãoepesquisa. Localizarespaços,acontecimentos,épocase períodosda históriade sua cidade,realizandocomparações entre passadoe presentee reconhecendo-seagentedetransformação. BIA GEOGRAFIA Paisagensdasua escolaelocaispróximosasua Residência. Espaçodaescola:salade aula,espaços,brincantes,salade leitura,demaisdependências Identificarmudançasepermanênciasocorridasem diferentes espaçosaolongodotempo. CIÊNCIAS DA NATUREZA Práticas esportivas e atividades físicas ENSINO RELIGIOSO Grupos sociais: família, escola e comunidade Convívio escolar: Conhecimento a respeito de sua religiosidade e do outro SEMANA DIAGNÓSTICA
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    168 A avaliaçãopropostanaSEEDF édenominadaAvaliaçãoFormativa - avaliaçãoparaas aprendizagens e está explicitada em documento próprio. De modo resumido pode-se dizer que "não são os instrumentos/ procedimentos que definem a função formativa, mas a intenção do avaliador, no caso o docente, e o uso que faz deles."- Diretrizes de AvaliaçãoEducacional,pg.12. Assim, a avaliaçãopraticadanaSEEDF deve ser aquelaque tem um compromissocomasaprendizagens dos estudantes, uma avaliação que "promove intervenções enquanto o trabalho pedagógico se desenvolve". Ou seja, a avaliação deve ir além de simplesmente fazer um balanço das aprendizagens ocorridas. Deve ter uma finalidadepedagógica. A avaliaçãodiagnósticaéumadasestratégiaspotencializadorasdaavaliaçãoformativaeleva o professor aconheceraspotencialidadesefragilidadesdecadaestudanteafim deelaborarasintervençõesdeformaassertiva. Nesse período inicial é essencial conhecer onde se encontra cada aluno em relação as expectativas de aprendizagens de cada ano e é nesse sentido que se desenvolve em nossa escola o período de avaliação diagnóstica,ondesãopropostasatividadespensadasconjuntamentecomaCoordenaçãoPedagógica.Trata-sede um momentomuitorico,poistêm-seum olharindividualizadoparacadacriança. Em nossa escola, os resultados da avaliação diagnóstica de cadaturma são discutidos em coordenação pedagógicae são utilizados na Organização Curricular - momento em que os professores articulam o currículo à realidadedesuasturmas, às necessidadesdosestudantes. SEMANA DE ADAPTAÇÃO Com a implantação do Ensino Fundamental de nove anos a rede pública de ensino do Distrito Federal passoua acolhernasescolasclassesascriançasdeseisanos e em vias de completarseisanos. Significa que temos uma significativa parcela de crianças na primeira infância em vias de encarar um currículodealfabetizaçãoeumarotinadesconhecida,atéentão. Acolhemos nos primeiros anos crianças oriundas ou do lar (minoria) ou da Educação Infantil ( maioria) e essa adaptação ao ambiente escolar ( no primeiro caso) ou transição, no segundo caso, é uma passagem ao desconhecido, e pode desencadear sentimentos de “ansiedade, expectativas positivas e negativas, tensões, estresses, medos,traumasecrisesque,casoocorram,incidemsobreodesenvolvimentobiopsicológicodacriança” (Currículoem Movimento/EducaçãoInfantil –pg. 69). “Essas mudanças (...) podem ter um caráter de passagem ou ruptura, a depender da forma como são conduzidas. Aos adultos cabe um olhar cuidadosos e uma postura afável sobre os processos vivenciados pelas crianças,criandoestratégiasadequadasaosdiferentesmomentosdetransição." Dessaforma,cabeàescolapensarostempos,osespaços,as atividadesnos primeirosdiasdocalendário escolar. As atividades aqui desenvolvidas objetivam diminuir os sentimentos negativos e de ansiedade gerados nesseprimeiromomento,bem comopotencializaraconstruçãodesentimentospositivosem relaçãoànovaescola. Sentimentosessesquepossam pautaro ano letivo que se inicia.
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    169 APÊNDICE Normas de ConvivênciaEscolar 2018 O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar. Em caso de divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da Secretaria de Educação do Distrito Federal e outros órgãos. DA ENTRADA  As aulas acontecem nos horários: Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h  A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja: Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m Ao entrar na escola, o aluno deve dirigir-se ao Espaço 10 e entrar na fila.  Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem embora sozinhos, serão liberados pela portaria.  Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos, aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes.
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    170  Solicitamos aosresponsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da aula. Atrasos longos (acima de 15 minutos) são comunicados aos conselheiros tutelares para que busquem a criança. A escola adota a tolerância de 15 minutos após o final da aula.  EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de idade. Esses deverão estar portando documento de identificação. Saídas antecipadas, embora autorizadas em casos excepcionais, serão computadas para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75%, conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.  Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída antecipada, sempre que for necessário. Esse pedido é para o professor organizar melhor o tempo do aluno e não isenta da presença de um responsável. Alunos não serão liberados antecipadamente sem a presença de um responsável maior de idade.  O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para Reforço Escolar ou outra atividade curricular em turno contrário.  O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da escola.  Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno até a sala de aula. Caso haja relevante necessidade, o responsável deverá procurar a direção da escola onde o caso será analisado.  Os acompanhantes das crianças portadoras de necessidades especiais (deficientes intelectuais, Síndrome de Down, deficientes físicos, TGD/Autistas), podem levar e buscar as crianças até suas salas, em caso de necessidade.  Qualquer acesso da comunidade ao espaço escolar deve ser solicitado ou via interfone à recepção da escola ou agendada através de bilhete ou telefone.  Caso a solicitação seja feita através do interfone da portaria, cabe à recepção da escola realizar a triagem para permitir o acesso.  O aluno deve ser entregue aos cuidados da escola no portão, não cabendo acesso do responsável nesse momento. Exceto nos casos em que o responsável tenha sido convocado pela instituição.  Logo após a entrada das crianças nas salas de aula, o responsável que sentir necessidade pode solicitar à recepção o acesso à escola para tratar do assunto de seu interesse com o setor responsável.  Para o ano de 2018 a Escola Classe 10 está testando um aplicativo de controle de entrada e saída. O funcionamento do aplicativo será amplamente divulgado à comunidade. DA PONTUALIDADE  O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma tolerância de 15 minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o aluno será admitido na escola mediante advertência escrita, que requer a presença do responsável. Esgotados os recursos da escola, o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar para providências cabíveis. Os atrasos serão computados para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75% prevista na LDB. Os atrasos reincidentes deverão ser justificados e o responsável deve assinar na recepção a entrada atrasada da criança. DA FREQUÊNCIA O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência. Tal regra vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do aluno é registrada diariamente e computada para fins de aprovação. A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante apresentação de:  Atestado Médico (em nome da criança);
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    171  Atestado deacompanhamento (em nome da criança) por motivo de doença do pai, mãe, filho, irmão;  Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou direta (oito dias contada a data do óbito);  Convocação oficial do poder público;  Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975); De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os responsáveis têm um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa. Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação aplicados durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar. Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com procedimentos definidos no PPP da instituição. O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao longo do ano letivo aos estudantes com frequência insuficiente; Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento diferenciado a estudantes que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos religiosos; Faltas não justificadas de alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA FAMÍLIA, RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme exigência legal.Casos relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho Tutelar para providências cabíveis. A escola entrará em contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas indicarem um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será registrado para que a escola esteja resguardada no cumprimento de seus deveres. Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer à escola no turno contrário quando o horário for compactado por motivo de força maior. A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato de dispensa da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento comprobatório. No caso, atestado médico. A dispensa da prática da Educação Física não exime o estudante de cumprir a parte teórica do componente curricular. DO TRANSPORTE ESCOLAR A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar. O responsável deverá fiscalizar o serviço contratado. DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e família devem desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano saudável. É fundamental que os pais participem ativamente das reuniões e demais atividades e fiquem atentos aos comunicados da escola. Dentre os papéis da família destacam-se:
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    172  Manter cadastroatualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones.  Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados aos pais por meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o material do mesmo. Em caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário contrário. Das Reuniões de Pais e Mestres  A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente divulgadas com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são obrigados a comunicar aos responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os pais são obrigados a realizar os acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de Pais obrigatória para escola e família.  A Escola Classe 10 de Taguatinga assegura o cumprimento da Lei n˚3849/06 – DF, que garante ao genitor não guardião o papel ativo no processo ensino aprendizagem de seus filhos, bem como acesso às informações escolares e dependências da instituição.  Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme disponibilidade do professor para uma segunda chamada. O não comparecimento do responsável será registrado e considerado esgotamento das possibilidades escolares, com encaminhamento ao Conselho Tutelar e Ministério Público.  O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de comparecer às reuniões convocadas pela escola.  A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei para apresentação no trabalho do responsável.  As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer em até quinze dias após o término dos bimestres.  Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações  A avaliação é competência do professor. Do Atendimento aos Pais  O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência. Entende-se por horário de regência o período em que o professor se encontra em sala de aula com seus alunos.  O atendimento aos pais se fará no período contrário ao da regência. Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na escola. Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do espaço escolar (segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode encontrar-se em curso oferecido pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o professor encontra-se em reunião coletiva na escola com a equipe docente, pedagógica e administrativa. Daí a necessidade de agendamento dos responsável junto ao professor. Utilize a agenda. Dos Problemas de Saúde  A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo sob receita médica. Em caso de necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e solicitar ele mesmo fazer a administração do medicamento nos horários adequados.  A comunidade escolar será comunicada caso haja modificação por ordem superior no item acima.  Criança doente não vai à escola, vai ao médico.  Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão encaminhadas, mediante a presença do responsável, de volta ao lar.  Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de cinco dias para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá estar em nome do aluno.
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    173 DAS AVALIAÇÕES O alunotem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa, abrangente, diagnóstica e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias para essa avaliação. Para isso, o professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de intervenção e de recuperação; todos eles coerentes com o projeto político pedagógico da escola e propostas pedagógicas emanadas da Secretaria de Educação. Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento contínuo das atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços obtidos pelo estudante e favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades enfrentadas no processo de ensino / aprendizagem, bem como a busca de soluções. ” (Art.182 –Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal / 2015). Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os responsáveis e para os alunos. As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da Secretaria de Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar. DO UNIFORME  O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou preta, saia ou bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis para uso diário. Para a prática de Educação Física o tênis é obrigatório.  Em acordo com a comunidade escolar, a escola adota bermudas e saias com comprimento padrão dois dedos acima do joelho para ambos os sexos.  Não é permitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do estabelecimento de ensino.  O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares normalmente e seu responsável será convocado imediatamente para assinar advertência escrita. ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Os estudos de recuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem e tem com princípio o respeito à diversidade de características, de necessidades e de ritmos de aprendizagens de cada estudante. A recuperação de estudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor, com apoio da família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que surgirem dificuldades no processo. A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino e de aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento do estudante. O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode utilizar. O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no turno contrário e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no ambiente escolar sem supervisão. O responsável deverá trazer e buscar a criança no horário indicado pelo professor, caso não tenha autorização para ir e vir desacompanhado. AVANÇOS DE ESTUDOS
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    174 Avanços de estudos(para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são permitidos pelo Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em documento próprio. EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental. TESTE DE CLASSIFICAÇÃO O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família ou responsávellegal, acompanhado da justificativa, no início do período letivo, devendo o interessado indicar no requerimento qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se observar a correlação idade/série, quando for o caso. A equipe gestora indica, então, professores habilitados para elaborar o teste, que deve acontecer em até cinco dias após a solicitação. MATERIAL ESCOLAR  É dever dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno;  O aluno deverá portar seu material todos os dias;  O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos pessoais;  O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo professor ficará em poder da direção e serão entregues ao responsável pelo aluno.  A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos.  O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola. Skates, patins e bicicletas são proibidos nas dependências da escola.  Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção ou na recepção da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS. LANCHE ESCOLAR A escola conta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. É responsabilidade da família apresentar, preferencialmente ao professor, laudos médicos em casos de intolerância a algum alimento (lactose, glúten ou outros). Nesse caso, será providenciado lanche alternativo quando a criança não puder consumir o lanche servido; dentro das possibilidades oferecidas pela Secretaria de Educação. DA EDUCAÇÃO INTEGRAL A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis. O período de inscrição é amplamente divulgado para toda comunidade. Descumprimento ao regimento escolar e às normas específicas da Educação Integral poderá acarretar a perda da vaga. Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual alguns alunos podem não ser contemplados. DA SECRETARIA A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos.
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    175 Funciona no horáriode 7h30 às 17h. Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à secretaria e sim ao professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas cópias. A secretaria escolar não fará xerox de relatórios e outros documentos. É dever do responsávelentregar toda documentação solicitada pela secretaria. Documentação incompleta inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante. Em caso de pedido de transferência, a secretaria emitirá o documento DEPROV- (DECLARAÇÃO PROVISÓRIA), com validade de 30 dias. DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente. Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade, assiduidade, uso do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na escola. O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao patrimônio da instituição educacional. É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana, considerando a diversidade, sem quaisquer distinções. É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas. É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola. É vedado ao aluno: I - Portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade física ou de outrem; II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade comercial, político partidária ou religiosa. III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e aprendizagem; IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o objetivo de desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular. V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar; VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola. A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos alunos nas salas de aulas das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos aparelhos são permitidos nos intervalos e recreios .A escola não se responsabiliza por perdas dos citados aparelhos. Das Medidas de Intervençao Disciplinar A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência pode acarretar as seguintes medidas:  Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor)
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    176  Advertência Escrita(a ser aplicada pela Direção)  Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade escolar, de no máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção);  Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de outros (a ser aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e presença do Conselho Tutelar). Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não, dependendo da gravidade de cada caso. A aplicação das medidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção pedagógica, com a finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis legais. É necessário que se observe os princípios de direitos humanos e diversidade na aplicação das medidas citadas. As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de acompanhamentos que promovam a convivência escolar. Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela família) e na ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar. Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade avaliativa que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente cumprimento do dia letivo. A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não observaremas normas contidas no regimento, que apresentarem infrequência ou baixo rendimento escolar para juntos adotarem medidas adequadas e promotoras do desenvolvimento escolar da criança. Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático visando o cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá ser assinado pelos responsáveis; A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à criança e está pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos estudantes. Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável. Destacamos que casos de agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que firam a lei, apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de punição na forma da lei e podem não ficar restritos ao ambiente escolar. A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a comunicar ao Conselho Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança . Reiteramos que a escola não necessita de comprovação do abuso para acionar os órgãos de proteção à criança. CAIXA ESCOLAR / RECURSOS PRÓPRIOS O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da escola com o objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As contribuições arrecadadas são aplicadas na conservação do espaço físico, na complementação do lanche e das atividades da Educação Integral. PROJETOS ESCOLARES Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores, Sarau Literário, Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Mostra Cultural, Auto de Natal, Encontro de Pais, etc. Todos os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando devidamente vinculados ao Projeto Político Pedagógico da instituição e ao Currículo da Secretaria de Educação.Os projetos desenvolvidos pela escola são compreendidos como “efetivo trabalho escolar”, definido como conjunto de atividades pedagógicas, realizadas dentro ou fora da unidade escolar, com a presença do professor, sua respectiva turma e controle de frequência.”. DO REFORÇO ESCOLAR
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    177 A necessidade doreforço escolar é definida pelo professor, bem como os dias, o horário e a duração. Em hipótese alguma será admitido que o aluno permaneça na escola desacompanhada de um turno para o outro aguardando o horário do reforço. A escola não dispõe de estrutura nem funcionários para responsabilizar-se pelos alunos que estão aguardando o reforço. Os responsáveis deverão levar e buscar a criança nos horários indicados pelo professor ou autorizar a saída da criança desacompanhada após o reforço. O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na recepção da escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação. PLANO DE GESTÃO TRIÊNIO 2017-2019 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR COORDENAÇÃO REGIONALDE ENSINO:Taguatinga. UNIDADE ESCOLAR: EscolaClasse10de Taguatinga. NÍVEIS – MODALIDADE DE ENSINO: EnsinoFundamental –sériesiniciais;EducaçãoIntegral. LOCALIZAÇÃO: QSD18, Área Especial23,Taguatinga-DF IDENTIFICAÇÃO DA CHAPA Diretor: BereniceAparecidaSousaCardoso Cargo:Professora Área deFormação:Licenciaturaem Pedagogiacom habilitaçãoem sériesiniciais;pósgraduaçãoem inclusão Vice-Diretor:SandraReginados SantosAlencar Cargo: Professora
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    178 Área deFormação:Licenciaturaem Pedagogiacomhabilitaçãoem sériesiniciais; pós-graduaçãoem psicopedagogiaegestãoescolar. APRESENTAÇÃO DA CHAPA A candidata à direção da escola tem 30 anos de Secretaria de Educação, tendo ocupado o cargo de coordenadorapedagógica,device-diretoraediretoranesta mesmainstituição.Amesmafoiumadas responsáveis pela idealização e implementação dos atuais projetos pedagógicos desenvolvidos na unidade escolar, tais como: CozinhaEducativa, SarauLiterário, RodadeLeitores. A candidata a vice direção atua há 28 anos na SEEDF, tendo ocupado o cargo de vice diretora e de coordenadorapedagógica nestamesmainstituição. O desejodeconcorreraocargosejustificapelaconstantebuscadaqualidadeeducacional.Sabemosque o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido, de modo que nosso foco se volta para a permanência esucesso doeducandoem suasaprendizagens. O objetivo dessa chapa é gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão democrática, fortalecendo o Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções. A participação da comunidade escolarse dará aindaatravés do ConselhodeClasse, da AssembleiaGeralEscolar,das reuniõesbimestrais,dos eventos pedagógicosedasavaliaçõesinstitucionaisprevistasno calendárioescolar. O presenteplanodetrabalhosefundanoconhecimentoqueachapacandidatatem dacomunidadeescolar: sua realidade,necessidadesepotencialidades. OBJETIVO PEDAGÓGICO Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Manter o percentual de desempenho da unidade escolar estabelecida pelo MEC, para o triênio 2017 a 2019 e criar estratégias que possam elevar esse desempenho.  Ofertar apoio à aprendizagem aos alunos que necessitem de acordo com as orientações previstas nas Diretrizes Pedagógicas dos Ciclos (Reagrupamento, Projeto Interventivo, Reforço Escolar);  Identificar e sanar os fatores responsáveis pelo desempenho abaixo do ideal; Será feita com base na divulgação oficial dos dados do Ministério da Educação.
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    179  Potencializar aformação continuada de todos os envolvidos no processo educacional, no espaço da coordenação pedagógica. PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Atender os alunos em distorção idade-série através do Projeto Interventivo; Reduzir a retenção escolar oferecendo um ensino de
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    180 OBJETIVO PEDAGÓGICO Assegurar oatendimento da Educação Integral de acordo as politicas públicas vigentes META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Propor parceria com a comunidade escolar a fim de suprir as carências deixadas A avaliaçãoseráfeita por meioderelato do coordenador,professorregente educadoressociais, análiseda Promover o avanço das aprendizagens dos alunos distorção idade-série. qualidade que permita ao aluno a progressão continuada. Atender os estudantes em defasagem de aprendizagem através da Educação Integral. Por meiodoacompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais , nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover encontros com foco no relacionamento familiar  Promover encontros entre as famílias, a escola e terapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros especialistas abordando temas de interesse . Será avaliada a partir da participação dos envolvidos. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    181 Garantir o atendimentode 100 alunos matriculados. pelas políticas públicas vigentes. Garantir a organização do trabalho pedagógico. frequência,avaliaçãodospaise desempenhodosalunos. Avaliação dos compromissos assumidos pelacomunidadeescolarem parceriacom a escola. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Adequar o PPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao currículo. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Avaliar a Proposta PolíticaPedagógica da instituição de forma permanente.  Promovero estudodo PPP;  Reuniões periódicas para avaliação do PPP.  Tabular e divulgar as avaliações institucionais com todos os segmentos. Acompanhar a aplicabilidade do PPP. PERÍODO DE EXECUÇÃO: TRIÊNIO 2017-2019, sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de atualização da proposta OBJETIVOS PEDAGÓGICOS Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino Fundamental. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Manter a coordenação pedagógica da instituiçãocomoespaço de planejamento e de formação continuada. Realizar estudos de interesse do corpo docente que possam refletir positivamente no planejamento do professor; Através da observação da prática do professor, dos resultados obtidos com os alunos. Por meio do relato e prática do professor regente
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    182 Estimular a participaçãodo docenteem reuniões, oficinas e cursos de formação. Mantera OrganizaçãoCurricular Bimestral como um encontro entre os regentes de ambos os turnos; Estabelecimento de metas de aprendizagens bimestrais; Acompanhamento das estratégias in loco PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir a retenção por infrequência. Acompanhar a frequência por turma; Reunir preventivamente os pais dos alunos infrequentes; Acionar o Conselho Tutelar e sempre que se fizer necessário para o acompanhamento da infrequência recorrente. Será realizada no acompanhamento diário do professor, nas coordenações coletivas semanais e bimestralmente nos conselhos de classe por meio do relato do professor e acompanhamento do diário professor. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    183 OBJETIVOS PEDAGÓGICOS Oportunizar aoseducandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Implementar o atendimento do laboratório de informática Captar recursos humanos; Implantar o Projeto para o Laboratório de Informática definindo na Proposta Pedagógica da instituição. Buscar novas máquinas; Através do funcionamento efetivo do laboratório; PERÍODO DE EXECUÇÃO: 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Alfabetizar 100% dos alunos nas turmas de primeiros anos da instituição educacional. Propiciar estudos referentes a alfabetização para os docentes; Fortalecer a parceria com o CRAI Estimular a participação dos docentes nos cursos de formação oferecidos pela rede. Realizada através da aplicação de testes diagnósticos específicos e dos relatórios de acompanhamento.
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    184 PERÍODO DE EXECUÇÃO:Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Elevar o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Desenvolver estratégias didáticas que possibilitem as aprendizagens matemáticas dos estudantes  Formação de professores em didática da matemática;  Elencar as necessidades da escola;  Acompanhar as aprendizagens in loco Através dos resultados obtidos pelos estudantes, mensurados em avaliações institucionais e externas; Através dos relatos dos professores; PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
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    185 OBJETIVO PEDAGÓGICO Desenvolver umtrabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir a índices mínimos de até 80% a retenção escolar. Utilizar estratégias previstas legalmente como Projeto Interventivo, Reagrupamentos, Reforço Escolar, Recuperação Contínua, encaminhamentos a SEAA de alunos considerados em risco. Identificarcom antecedência as crianças em risco. Viabilizar atendimento na Educação Integral Por meiodoacompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatóriosindividuais, nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 Reduzir a índices mínimos de até 80% a retenção escolar. Utilizar estratégias previstas legalmente como Projeto Interventivo, Reagrupamentos, Reforço Escolar, Recuperação Contínua, encaminhamentos a SEAA de alunos considerados em risco. Identificarcom antecedênciaas crianças em risco. Viabilizar atendimento na Educação Integral Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais, nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    186 OBJETIVO PEDAGÓGICO Envolver todosos segmentosnaconstruçãosocialdoconhecimentoena definiçãodoprojeto pedagógico da escola. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Congregar 100% dos pais eou responsáveis nas reuniões bimestrais, assembleias gerais, culminâncias de projetos e eventos pedagógicos abertos à comunidade. Conscientizar a comunidade escolar acerca da importância da presença na escola; Realizar convocação por múltiplos meios. Adequar os horários das reuniões e assembleias às possibilidades dos pais. Receber a comunidade com educação, respeito e dignidade no dia a dia e nos projetos e eventos. Será realizada por meio de formulário próprio e posterior tabulação para amostragem dos resultados. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    187 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Propiciar umambiente educacional adequado à covivência pedagógica. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
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    188 Promover melhorias dascondições físicas, administrativas e da escola. Adquirir recursos humanos Implementação de sistema de segurança escolar (câmeras)de acordo com as verbas públicas enviadas. Ampliar cobertura do acesso dos blocos a quadra de esporte, conforme verba recebida e aprovação da engenharia da SEEDF. Garantir o funcionamento da escola com a manutenção periódica das dependências e equipamentos elétricos eletrônicos . Solicitar por meio de memorando junto a Diretoria Regional de ensino os recursos humanos que possam atender as demandas da escola. Solicitar a terceirização da portaria da escola. Promover a reforma da recepção e do Espaço de Recreação do Bloco C Acompanhamento e supervisão com a participação da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
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    189 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Promover umambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Eliminar em 100% os conflitos do ambiente de trabalho. Exemplificar com ações cotidianas o comportamento desejável. Promover projetos de socialização (tais como Amigo Anjo, confraternizações, Festa das Aposentadas) Exercer uma escuta sensível ; Através da observação da melhoria das relações cotidianas. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019 OBJETIVO FINANCEIRO Aperfeiçoara utilizaçãodosrecursosfinanceiros,deformatransparente,com aparticipaçãoefetivada comunidadeescolar. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Utilizar os recursos de acordo com as necessidades pedagógicas e administrativas, conforme legislação vigente. Discutir e identificar com a comunidade escolar as prioridades em todos os âmbitos de funcionamento da instituição. Deliberar e acompanhar a utilização dos recursos financeiros conjuntamente com o Conselho Escolar e assembleia geral escolar. Dar-se à por meio do acompanhamento da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Triênio 2017-2019
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    197 ANEXOS ASSEMBLEIA ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 21. A AssembleiaGeralEscolar,instânciamáximade participaçãodireta da comunidadeescolar,abrangetodosossegmentos escolarese é responsávelpor acompanharodesenvolvimentodasaçõesda escola. Art. 22. A AssembleiaGeralEscolarsereuniráordinariamenteacadaseis meses, ou extraordinariamente,semprequea comunidadeescolarindicara necessidadedeamplaconsultasobretemas relevantes,medianteconvocação: I – deintegrantesda comunidadeescolar,naproporçãodedez por cento da composiçãodecada segmento; II – do ConselhoEscolar; III – do diretor daunidadeescolar. § 1º O editalde convocaçãodaAssembleiaGeralEscolarserá elaboradoe divulgadoamplamentepeloConselhoEscolar,comantecedênciamínimadetrês dias úteis nocaso das reuniõesextraordináriasedequinzediasno caso das ordinárias. § 2º As normasgeraisde funcionamentodaAssembleiaGeralEscolar, inclusiveo quórumdeabertura dostrabalhose o de deliberação,serãoestabelecidas pelaSEDF. § 3º Na ausênciadeConselhoEscolarconstituído, as competênciasprevistas no § 1º recairãosobrea direçãoda unidadeescolar.
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    198 Art. 23. CompeteàAssembleiaGeralEscolar: I – conhecerdobalançofinanceiroedo relatóriofindoe deliberarsobreeles; II – avaliarsemestralmenteos resultadosalcançadospelaunidadeescolar; III – discutir e aprovar,motivadamente,a proposta deexoneraçãodediretor ou vice-diretordasunidadesescolares,obedecidasascompetênciasea legislação vigente; IV – apreciaro regimentointernodaunidadeescolare deliberarsobreele, em assembleiaespecificamenteconvocadaparaestefim, conforme legislação vigente; V – aprovar oureprovara prestação decontas dos recursosrepassadosà unidadeescolar,previamenteaoencaminhamentodevidoaosórgãosdecontrole; VI – resolver,em grau derecurso, as decisõesdas demaisinstâncias deliberativasdaunidadeescolar; VII – convocaro presidentedo ConselhoEscolarea equipegestora, quando se fizer necessário; VIII – decidirsobre outrasquestões a elaremetidas. Parágrafoúnico. As decisõese os resultadosda AssembleiaGeralEscolar serãoregistradosem ata e os encaminhamentosdecorrentesserãoefetivadospelo ConselhoEscolar,salvodisposiçãoem contrário.
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    199 CONSELHO DE CLASSE Emconsonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 35. O ConselhodeClasseé órgãocolegiadointegrantedagestão democráticae se destinaa acompanhareavaliaro processode educação,de ensino e de aprendizagem,havendotantosconselhosdeclassequantasforem as turmas existentes naescola. § 1º O ConselhodeClasseserá compostopor: I – todos os docentesdecada turma e representantedaequipegestora, na condiçãodeconselheirosnatos; II – representantedosespecialistasem educação; III – representanteda carreiraAssistênciaà Educação; IV – representantedospais ouresponsáveis; V – representantedos alunosa partirdo 6º anoou primeirosegmentoda educaçãodejovense adultos, escolhidosporseus pares,garantidaa representatividadedosalunosdecadauma das turmas; VI – representantesdosserviços deapoioespecializado,emcaso deturmas inclusivas. § 2º O ConselhodeClassese reunirá,ordinariamente,umavez a cada bimestree, extraordinariamente,aqualquertempo,por solicitaçãododiretorda unidadeescolaroude um terço dos membrosdesse colegiado. § 3º Cada unidadeescolarelaboraráasnormasdefuncionamentodo ConselhodeClasseem conformidadecomas diretrizes daSEDF.
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    200 CONSELHO ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 24. Em cadainstituiçãopúblicadeensinodo DistritoFederal,funcionará um ConselhoEscolar,órgãode naturezaconsultiva,fiscalizadora,mobilizadora, deliberativaerepresentativadacomunidadeescolar,regulamentadopelaSEDF. Parágrafoúnico. O ConselhoEscolarserá compostopor, no mínimo, cinco e, no máximo, vintee um conselheiros,conformea quantidadedeestudantesda unidadeescolar,deacordo com o AnexoÚnicodesta Lei. Art. 25. Competeao ConselhoEscolar,alémde outras atribuiçõesa serem definidaspeloConselhodeEducaçãodoDistrito Federal: I – elaborarseuregimentointerno; II – analisar,modificare aprovaro planoadministrativoanualelaboradopela direçãoda unidadeescolarsobreaprogramaçãoe a aplicaçãodosrecursos necessáriosà manutençãoeà conservaçãoda escola; III – garantir mecanismosdeparticipaçãoefetivae democráticada comunidadeescolarnaelaboraçãodoprojetopolítico-pedagógicodaunidade escolar; IV – divulgar,periódicaesistematicamente,informaçõesreferentes aouso dos recursosfinanceiros,à qualidadedosserviçosprestadose aos resultados obtidos; V – atuar como instânciarecursaldas decisõesdoConselhodeClasse, nos recursosinterpostos porestudantes, paisou representanteslegalmenteconstituídos e por profissionaisdaeducação; VI – estabelecernormasde funcionamentodaAssembleiaGerale 200inquen-la nos termos desta Lei; VII – estruturar o calendárioescolar,noquecompetir à unidadeescolar, observadaa legislaçãovigente;
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    201 VIII – fiscalizara gestãoda unidadeescolar; IX – promover,anualmente,a avaliaçãodaunidadeescolarnosaspectos técnicos, administrativosepedagógicos; X – analisare avaliarprojetoselaboradosouem execuçãoporquaisquerdos segmentosque compõema comunidadeescolar; XI – intermediarconflitosde naturezaadministrativaoupedagógica, esgotadasas possibilidadesdesoluçãopelaequipeescolar; XII – propormecanismospara a efetivainclusão,no ensinoregular,de alunoscom deficiência; XIII – debater indicadoresescolaresderendimento,evasãoerepetênciae proporestratégiasque asseguremaprendizagemsignificativaparatodos. § 1º Em relaçãoaosaspectos pedagógicos,serãoobservadososprincípiose as disposiçõesconstitucionais,osparecerese as resoluçõesdosórgãosnormativos federale distrital e a legislaçãodoSistemade Ensinodo Distrito Federal. § 2º Quandose tratar de deliberaçãoqueexijaresponsabilidadecivilou criminal,os estudantesno exercício dafunção de conselheiroescolarserão representados,nocaso dos menoresde dezesseisanos,ou assistidos, em se tratando demenoresde dezoitoanos e maioresde dezesseisanos,por seus paisou responsáveis,devendocompareceràsreuniõestanto os representadosouassistidos como os representantesouassistentes. Art. 26. Os membrosdo ConselhoEscolarserãoeleitospor todos os membrosda comunidadeescolarhabilitadosconformeoart. 3º, em voto direto, secreto e facultativo, uninominalmente,observadoodispostonesta Lei. § 1º As eleiçõespararepresentantesdossegmentosda comunidadeescolar paraintegrar o ConselhoEscolarserealizarãoaofinal doprimeirobimestre letivo, sendoorganizadasecoordenadaspelascomissõescentrale localreferidasno art. 48. § 2º Poderãose candidatarà funçãode conselheiroescolarosmembros da comunidadeescolarrelacionadosnoart. 3º, I a VII.
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    202 Art. 27. ODiretorda unidadeescolarintegraráoConselhoEscolarcomo membronato. Parágrafoúnico. Nasausênciase impedimentosnoConselhoEscolar,o diretorserá substituído pelovice-diretorou, nãosendoisto possível, por outro membroda equipegestora. Art. 28. O mandatode conselheiroescolarserádetrês anos,permitidauma reeleiçãoconsecutiva. Art. 29. O exercíciodo mandatode conselheiroescolarseráconsiderado serviçopúblicorelevantee nãoserá remunerado. Art. 30. O ConselhoEscolarelegerá,dentreseus membros,presidente,vice presidente e secretário, os quaiscumprirãotarefas específicasdefinidasno regimentointernodo colegiado,nãopodendoaescolhaparanenhumadessas funçõesrecair sobremembros da equipegestoradaunidadeescolar. Parágrafoúnico. Competeao presidentedoConselhoEscolardirigira AssembleiaGeralEscolar. Art. 31. O ConselhoEscolarse reunirá,ordinariamente,umavezpor mês e, extraordinariamente, a qualquertempo,por convocação: I – dopresidente; II – do diretorda unidadeescolar; III – da maioriade seusmembros. § 1º Para instalaçãodas reuniõesdoConselhoEscolar,seráexigidaa presençada maioriadeseus membros. § 2º As reuniõesdoConselhoEscolarserãoconvocadascom antecedência mínima de quarentaeoito horas. § 3º As reuniõesdoConselhoEscolarserãoabertas, com direitoa voz, mas nãoa voto, a todos os quetrabalham,estudam ou têm filhomatriculadona unidade escolar,a profissionaisqueprestamatendimentoà escola,a membros da
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    203 comunidadelocal,amovimentos popularesorganizados,aentidadessindicaiseao grêmioestudantil. Art. 32.A vacânciadafunção deconselheirosedará porrenúncia, aposentadoria,falecimento,desligamentodaunidadedeensino,alteraçãona composiçãodaequipegestoraou destituição,sendoa função vacanteassumidapelo candidatocom votaçãoimediatamenteinferiorà daqueleeleitocommenorvotação no respectivosegmento. § 1º O não comparecimentoinjustificadodequalquerconselheiroatrês reuniõesordináriasconsecutivasouacinco alternadasimplicarávacânciadafunção. § 2º Ocorrerádestituiçãode conselheiropordeliberaçãodaAssembleiaGeral Escolar, em decisãomotivada,garantindo-seaampladefesa e o contraditório. § 3º As hipótesesprevistasnos §§ 1º e 2º nãose aplicamaos conselheiros natos. Art. 33. Caso a instituiçãoescolarnãoconte com estudantesque preenchama condiçãodeelegibilidade,asrespectivasvagasno Conselhoserão destinadasaosegmentodos pais e mãesde alunos. Parágrafoúnico. A comunidadeescolardasunidadesqueatendem estudantescom deficiênciaenvidarátodosos esforços paraassegurar-lhesa participação,e deseus pais ouresponsáveis,como candidatosao ConselhoEscolar. Art. 34. Os profissionaisdeeducaçãoinvestidosemcargos deconselheiros escolares,em conformidadecom as normasde remanejamentoedistribuiçãode cargahoráriae ressalvadosos casos dedecisãojudicialtransitadaem julgadoou apósprocesso administrativodisciplinarnaformada legislaçãovigente,terão asseguradaasua permanêncianaunidadeescolarpeloperíodocorrespondenteao exercício domandatoe um anoapósseu término.
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    204 EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO: EducaçãoFísica nos Anos Iniciais APRESENTAÇÃO: O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental propostopelaCoordenaçãodeEnsinoFundamental -COENF epelaCoordenaçãodeEducaçãoFísicaeDesporto Escolar–CEFDESCdaSubsecretariadeEducaçãoBásica –SUBEB visa à melhoriadaqualidadenoatendimento das necessidades educacionais dos estudantes da rede pública de ensino, por meio da reestruturação didático- pedagógicainserindooprofessordeEducaçãoFísicanosanosiniciaisdoEnsinoFundamental,preferencialmente, em escolasquepossuamumsignificativonúmerodeestudantesem defasagemidade/série,organizadosem turmas de correçãodadistorçãoidade/sérieescolar. A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a disciplina de Educação Físicaestá integradaà proposta pedagógicadaescola,sendoum componentecurricularobrigatóriodaEducação Básicafazendoparte detodaa vida escolardoestudante.Fatoeste quedemonstraaincontestávelimportânciadas vivências motoras na construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais do EnsinoFundamental. Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no cotidiano escolar,oumesmonosensocomum sobrea importânciadobrincar,dojogar,da ludicidade,enfim,daampliaçãoe diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência indispensável para a formação integral e o desenvolvimentosócio-afetivo,psicomotorecognitivodacriança. Conforme Rodrigues(2005)o séculoXX ficouconhecidocomoo“séculodocorpo”, quandose promoveu umarupturacom oparadigmaexclusivamentebiológico,imprimindoumaperspectivaculturalemultidisciplinarsobre o corpoea corporeidade.Paraoautor, na comunicaçãohumanaalinguagemcorporal precede,invariavelmente,e transcendeàsdemaisformasdecomunicação. Compreendemos,então,que a EducaçãoFísica,ministradaporum professor especialista,éfundamental nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às crianças mediante propostas pedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações, ou seja, a construção do repertório motor fundamental para a conquista da autonomia funcionaldoindivíduoe desenvolvimentodasdemaisdimensões. Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação Física, os professoresparticipantesressaltaram aimportânciadeum trabalhointegradoentreoprofessorde EducaçãoFísica e o professor regente1, contemplando aspectos didáticos gerais e específicos do planejamento à avaliação, 1 Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
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    205 considerandoasquestõescotidianasdesaladeaulaepossibilitandoodesenvolvimentodaculturacorporal –jogos e brincadeiras,esporte, lutas, ginásticas, danças e expressão corporal –, bem como a organização e participação em atividades de caráter cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre outros, de suma importânciaparaodesenvolvimentointegraldoestudante. No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais, ainda não contempladeformaplena,apresençadoprofessordeEducaçãoFísicanaequipepedagógicadasescolasdeséries iniciais do Ensino Fundamental. O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da EducaçãoFísica quandocita:“Partindodessespressupostos,em buscadamelhoriadaqualidadedaeducação,aSEDF pretende,a partir de projetos pilotos,incluira docênciadeEducaçãoFísicanaequipepedagógicadosanosiniciais”.(p. 59) O ProjetoEducaçãocomMovimentoserábaseparaauniversalizaçãodaEducaçãoFísicanoEnsinoFundamentalda SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas com turmas de correção de fluxo, já que, entende-se,é lócusprivilegiadoparaavaliara importânciadasaçõespropostas. A Lei de Diretrizes e Bases- LDB (Lein.º9.394/96) determinaem seuartigo24: “A educaçãobásica, nonível fundamentale médio, seráorganizadadeacordocom as seguintesregrascomuns: (...). V - a verificaçãodorendimentoescolarobservaráos seguintescritérios: (...). b) “possibilidadedeaceleraçãodeestudosparaestudantescom atraso escolar;”. Comoobjetivode atendero direito supracitado,garantidoaosestudantesem defasagem deidade/série,é imprescindívelqueocorram mudançasnoquedizrespeito à práticapedagógicaenamaneiradeolharo estudante comosujeitocapazdeconstruirseuconhecimento. Nesse sentido, a instituição educacional e, particularmente, os professores, devem proporcionar uma metodologiapedagógicadiferenciadanaqualestarãoenvolvidos todos os agentes – o professorregente daturma, o professor de EducaçãoFísica,ocoordenadorlocal,osgestores, orientadoreseducacionaisedemaisintegrantes do corpo docente – contemplando o resgate da autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do estudante, além dos princípios pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos saberes. As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham dois anos ou mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos completos, ou a completar até 31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de Alfabetização e são compostas por no mínimo 15 (quinze) e no máximo20(vinte) estudantesconformeprevistona Estratégiade Matrículade2013. Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu curso escolar com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do movimento como área de conhecimento,aSecretariadeEstadodeEducaçãodoDistritoFederalimplantaráesteProjetoPilotoem instituições
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    206 educacionais que possuamensino fundamental/anos iniciais, sendo, pelo menos uma em cada Coordenação RegionaldeEnsino. HISTÓRICO A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta nova. Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município de Goiânia já implementaramem suaspropostaspedagógicasestaduaisemunicipais,respectivamente. Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos 50 e início dos 60,Anísio Teixeira aopensaroprojetodeeducaçãoparaaCapitaldaRepública,queseriareferêncianacional, implementouoprojetoda Escola-ParquequeofereceocomponentecurricularEducaçãoFísica,entreoutros, para estudantesdos anosiniciaisdoEnsinoFundamental, atéos diasatuais. Essa propostainovadoracom foconodesenvolvimentointegraldas criançaspormeiodeumaabordagem aberta e multidisciplinarenvolveo ensinodas Artes e a EducaçãoFísicaem um únicoespaçofísicoqueaté hojeé destaquenarede públicadoDistritoFederalatendendocercadedezmilestudantes,em cincoescolasdenatureza especial,noPlanoPiloto. Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a 1998 na chamada: Escola Candanga2. O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF, 1997) implantadoem 50 escolas,hoje,com duasescolasremanescentes:A EscolaClasse15ea EscolaClasse18deTaguatinga,asquais se tornaram referênciaentreasinstituiçõeseducacionaisdoDistritoFederal. Além da sua continuidade3, o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na Escola Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo histórico de indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em festivais esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no ensino reconhecido por toda a comunidade escolar. Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa de uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto Piloto. 2 A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998) 3 De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da última professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
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    207 JUSTIFICATIVA A implantaçãodasaulasde EducaçãoFísicaministradasporprofessorespecialistanosanosiniciaisvisa democratizaroacessoaessa práticapedagógica,desenvolvidadeformainterdisciplinareentendidacomoáreade conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos estudantes. O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência tem origem na ação e ação é movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da EducaçãoFísicanãose restringeao simplesexercíciodecertas habilidadesedestrezas. Não visa à repetiçãode gestosestereotipadoscom vistasa mecanizá-los,ereproduzi-los.É precisopossibilitaraosujeitorefletirsobresuas possibilidadescorporaisparaquepossade maneiraautônoma,exercê-las. Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento, são esferas da vida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento implica planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando em conta a diversidade humana e o contexto histórico-social. OBJETIVO GERAL Implementar,deforma gradativa, o ProjetoPiloto Educaçãocom Movimento nas turmasde séries iniciais do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional de Ensino, nos turnos matutinoe vespertino, que tenha, preferencialmente,classesdecorreçãodadistorçãoidade/série,afim deque, de forma interdisciplinar, promova a formação integral do estudante ampliando o seu repertório de experiências corporaismedianteaintervençãopedagógicadeum professorespecializadonestaárea, o professor de Educação Física. OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Aperfeiçoaro processodeensino-aprendizagemdosconteúdosdaculturacorporalpresentesnaEducação Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica e a dança mediante a intervenção pedagógicadeum professorespecialistanestaáreadoconhecimentoqueintegradoeinter-relacionadoao trabalho do professor regente, contemple um melhor atendimento das necessidades pedagógicas do estudantedos anosiniciaisdoEnsinoFundamental;  Fortalecerovínculo do estudante com aescolavisando à melhoriada aprendizagem daquelesqueestão em defasagem idade/sériepor meio de um atendimento pedagógico diferenciado utilizando instrumentos específicosdaEducaçãoFísica,taiscomo:eventosesportivos, festivais dedança,delutase ginásticaque resultem em uma aprendizagemadequadaaoprosseguimentodosestudosouaoavançopara asérie/ano
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    208 indicada(o)pelaequipedeprofessorese da direçãodainstituiçãoeducacionalnoConselhodeClasseda turmado estudante. PERFIL DO PROFESSOR Para a participaçãonesteprojeto,oprofessor deverá: - Ser, prioritariamente,professorefetivo da SEDF, aprovadoem concursoparaatuarem EducaçãoFísica; - interessar-sepelapráticadocenteem anosiniciaisdoEnsinoFundamental; - Identificar-se,do pontode vista pedagógico,com osobjetivos,as metase a metodologiadoprojeto; - disponibilizar-separaparticipardoprocessodeformaçãocontinuada. Organização do trabalho pedagógico do professor  PARA REGÊNCIANO TURNO MATUTINO: Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Matutino Regência Regência Regência Regência Regência Vespertino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógicano CEFDESC/GEEFES Coordenação Pedagógica Individual  PARA REGÊNCIANO TURNO VESPERTINO: Turno Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Matutino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógicano CEFDESC/GEEFES Coordenação Pedagógica Individual Vespertino Regência Regência Regência Regência Regência
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    209 EXECUÇÃO  Prioritariamente serãoatendidas as turmas de correção da distorção idade/série e, posteriormente, em sequência,asturmasde4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.;  Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar do Projeto Piloto no anode 2013, sendo13 para regênciamatutinae13 para regênciavespertina.Para a ampliação do projetoserãoabertas as carênciasnecessáriasem cadaCRE,com exceçãodeTaguatinga.  Cadaprofessor atenderáentre10 e 15 turmasem regimedejornadaampliada;  Os alunosdeverão ter no mínimo,1h40minhoras/relógiosemanais,preferencialmentedivididasem duas sessões;  Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos aspectos motores,afetivo-sociaisecognitivos.As planilhaspara estesrelatóriosserãoelaboradasem conjuntopela CEFDESCe COENF;  O professordeverá apresentar,em um Seminárionofinaldoano, os relatóriosondeserãosocializadosos dadosreferentesaoprojetonasuaescola.Casohajainteresseoprofessorpoderáutilizarestesdadospara elaboraçãodetrabalhoscientíficosaserem apresentadosnestesSeminários;  Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar de eventos, tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina da Escola, Festivais Esportivos, de Dança,Lutasou GinásticaedoSeminário.  A elaboraçãodoPlanodeCursoe dos Planosde Aulas terá o apoioda COENF e daCEFDESC;  No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF e da CEFDESC; METODOLOGIA O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político Pedagógico Professor CalosMotaenaconcepçãodeEducaçãoIntegralapresentadosnoCurrículoem Movimento,propostade educaçãoGovernodoDistritoFederal/SEDF,aserconsolidadanoanode2013.Além disso,otrabalhodoprofessor deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no currículo de Educação Física para os anos iniciais, em construção.Provisoriamente,orienta-setomarporbaseo currículoexperimental. O projetoserádesenvolvido de formaparticipativa,tendoem vista a necessidadedotrabalhointegradode todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a prática para o redirecionamentodasações. Nestesentido,oregistro,acompanhamentoeavaliação,sãoimprescindíveis.O professorutilizaráum diário de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e das avaliações do estudante e adotaráum formulárioespecíficoparaacompanhamentomaisdetalhadododesenvolvimentointegraldessealuno. O processoreflexivopermitiráaproposiçãodenovas práticasepossibilidadesdeintervenções.
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    210 ABORDAGEM PEDAGÓGICA A abordagempedagógica da Educação Físicaque será desenvolvida em consonânciacom os seguintes princípios. Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades de aprendizagenseexperiênciasdediversoselementosdaculturacorporaldomovimento,acumuladoshistoricamente, comoojogo,os esportes, as ginásticaseas danças,entreoutros. Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios de boa convivência humanae sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão crítico e consciente dos seus direitose deveres na construçãodeumasociedademelhor. Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o nível de desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais, cognitivos e psicomotores, respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos, métodos, e procedimentos devem ser significativose interessantespara o estudante de formaa contribuirparafortalecerseuvínculo com a escola,com aculturaecom oconhecimentodeummodogeral.Asvivênciaseducacionaisdevem estardiretamenterelacionadas à fase de desenvolvimentonoqualse encontrao estudante. AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE O professor avaliará o estudante por meio de um formulárioem que serão abordados aspectos motores, afetivo-sociaise cognitivosquedeverá ser preenchidobimestralmente,além doregistrodasaçõespedagógicasno diáriode classe. O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos relatórios individuaisdosestudantes as observaçõespertinentesaosaspectosformativosda EducaçãoFísica. AVALIAÇÃO DO PROFESSOR Serãoutilizados doisinstrumentosdeavaliação:  Formulárioaserpreenchidopelodiretordainstituição;  Observaçãodas participaçõesdosprofessoresnas coordenaçõescom aCOENF eCEFDESC e nos cursos/oficinasdeformaçãocontinuada. AVALIAÇÃO DO PROJETO O projetoseráavaliadopelaaplicaçãodequestionárioouentrevistaaosgestores daescolaeamostrasde estudantese seus responsáveisepor um relatórioapresentadoaofinaldoano, em um seminárioparasocialização das experiências
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    211 PROERD POLÍCIA MILITAR DODISTRITO FEDERAL COMANDO DE POLICIAMENTO CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos cinqüenta estados americanos,eem cinqüentaeoito países. No Brasil elechegouem1992atravésda PolíciaMilitardoEstadodoRiodeJaneiro,em Brasíliaoprograma existe desde1998. O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano do Ensino Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia especialmentevoltadaparacriançaseadolescentes.O objetivo é transmitirumamensagem devalorizaçãoàvida, e da importânciademanter-selongedasdrogas. O curso é organizado em 13 lições de 211inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são ministradas semanalmente,duranteum trimestre,porum PolicialMilitar, especialmentetreinado. A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o empenho e a dedicaçãodosalunosduranteoCurso. Após trêsmesesdecursoascriançasrecebemocertificadoPROERD,ocasiãoqueprestamocompromisso de manterem-seafastadoselongedasdrogas. O Programaépedagogicamenteestruturadoem lições,ministradasobrigatoriamenteporum policialmilitar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo na comunidadeescolarem queatua,fortalecendootrinômio: PolíciaMilitar,EscolaeFamília. O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas paraestimularos estudantesa resolverem os principaisproblemasnafaseem que se encontram vivendo. O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades necessárias para permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso de substância como álcool,
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    212 cigarroe outras drogas.É umacaracterísticacentraleparticulara“TomadadeDecisões”. Os alunosaprendem a tomardecisõesemantê-lasatravésdeinformações,princípios,habilidadeseatividadesemgrupos,todasprojetadas para construir nos alunos capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao uso de substâncias tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de alternativas positivas queos livrem de um caminhotãoperigosocomoéodas drogas. O programa visa o enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa franca com os pais ao invés de buscara soluçãodosproblemasnasdrogas. O PROERDé umacooperaçãoentre a POLÍCIAMILITAR, AESCOLAE A FAMÍLIA, pois todosnós temoso papel de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo: viver sem as drogas.
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    213 SEMANA DE EDUCAÇÃOPARA A VIDA Lei 11.988, de 27 de julho de 2009 Art. 1o Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão, em período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada Semana de Educação para a Vida. Art. 2o A atividade escolar aludida no art. 1o desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e objetivará ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais como: ecologia e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças transmissíveis, direito do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc. Art. 3o A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e deverá ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral. Art. 4o As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob a forma de seminários, palestras, exposições-visita,projeções de slides, filmes ou qualquer outra forma não convencional. Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento sobre os assuntos a serem abordados. Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
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    214 BIBLIOGRAFIA BRASIL. (1988). Constituiçãoda República Federativa do Brasil. Brasília: Câmara dos Deputados. BRASIL. (2005). Política Nacional sobre Drogas. Brasília: CONAD. BRASIL. (s.d.). Lei 11.988, de 27 de julho de 2009. Cria a Semana de Educação para a Vida e dá Outras Providências. Brasília, DF: Presidência da República. BRASIL. (s.d.). Lei 9394, de 23 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação. Brasília, DF. FANTE, C. (2005). Fenômeno Bullyng. Brasília: Verus. FEDF. (1997). Projeto Educação com Movimento. Brasília: GDF. GENTILLI, P., & ALENCAR, C. (2003). Educar na Esperança em Tempos de Desencanto. Petrópolis: Editora Vozes. GIL, A. (1999). Métodos e Técnicas em Pesquisa Social. São Paulo: Atlas. Hernandez, F. (1998). A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas. MEC. (2014). Manual Operacional da Educação Integral. Brasília, DF: MEC. NASPOLINI, A. T. (1996). Didática de Poruguês-tijolo por Tijolo. Leitura e Produção de Texto. São Paulo: FTD. PERRENEUD, P. (1999). Avaliação. Da Excelência à Regulação das Aprendizagens. Porto Alegre: Artes Médicas. RODRIGUES, D. (2005). Inclusão e Educação. São Paulo: Summus. SASSAKI, R. (1997). Inclusão/ Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA. SCHELB, G. Z. (2005). ECA Comentado. Brasília. SEEDF. (2008). Manual aos Gestores - Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2009). Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília: GDF. SEEDF. (2011). Projeto Educação com Movimento, Educação Física nos Anos Iniciais. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Diretrizes Pedagógicas do BIA. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Orientações Pedagógicas, História e Cultura AfroBrasileira e Indígena. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2013). Currículo em Movimento da Educação Básica. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (23 de dezembro de 2013). Estratégia de Matrícula 2014. Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2014). Diretrizes de Avaliação Educacional. Brasília: DF. SEEDF. (2014). Orientação Pedagógica, Projeto Político Pedagógico e Coordenação Pedagógica. Brasília: GDF. SEEDF. (s.d.). Lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012. Dispõe sobre o sistema de ensino e a gestão democrática do sistema de ensino público do DF. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (s.d.). Manual de Conservação das Escolas da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília: GDF. Silva, T. T. (2003). Documentos de Identidade. Belo Horizonte: Editora Autêntica. gico. Campinas,SP:Papiros.