SUMÁRIO
SUMÁRIO..........................................................................................................................................2
IDENTIFICAÇÃO..............................................................................................................................3
APRESENTAÇÃO.............................................................................................................................6
HISTORICIDADE............................................................................................................................11
DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR.............................................................................15
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS.................................................................................21
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS............................................23
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.......25
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA.............................................27
CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO.............................................34
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR..................................................................................................39
PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.......................75
GESTÃO PEDAGÓGICA............................................................................................................................................................. 75
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS...........................................................................................................................76
GESTÃO PARTICIPATIVA.......................................................................................................................................................... 77
GESTÃO DE PESSOAS.............................................................................................................................................................. 78
GESTÃO FINANCEIRA................................................................................................................................................................ 80
GESTÃO ADMINISTRATIVA....................................................................................................................................................... 80
PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS......................................................83
PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR..........................................................................................................................92
PLANO DE AÇÃO DO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM ...............................................................94
PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS.................................................................................................................................99
PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL.........................................................................................103
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2016..................................................................................................................106
Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo
mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também
positivamente em suas aprendizagens............................................................................................110
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS.......................................................................................................111
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA...................................................................................................................................111
PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR...............................................................................112
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO.............................................................................................................................................. 113
PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR...................................................................................113
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO E COORDENAÇÃO................................................114
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP......................................................................115
PROJETOS ESPECÍFICOS...........................................................................................................116
AULA PASSEIO......................................................................................................................................................................... 116
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA.................................................................................................................................118
PROJETO COZINHA EDUCATIVA............................................................................................................................................ 119
PROJETO RODA DE LEITORES.............................................................................................................................................. 124
FESTA JUNINA.......................................................................................................................................................................... 127
PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA...........................................................................................129
PROJETO XADREZ – O ESPORTE DA MENTE.......................................................................................................................130
PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !.........................................................................................................................................135
PROJETO CIDADÃO DO FUTURO..........................................................................................................................................139
SEMANA DA CRIANÇA............................................................................................................................................................. 141
FEIRA DE ARTE, CIÊNCIAS E CULTURA...............................................................................................................................142
DESENVOLVIMENTO:............................................................................................................................................................... 143
A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou
temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos,
músicas a serem ouvidas ouvidas... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então,
desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de
exteriorizar o que foi aprendido.............................................................................................................................................. 143
PROJETO REMANEJAMENTO NATURAL...............................................................................................................................144
PROJETO HORTA ESCOLAR................................................................................................................................................... 146
........................................................................................................................................................148
........................................................................................................................................................149
APÊNDICE.....................................................................................................................................149
PLANO DE GESTÃO................................................................................................................................................................. 156
ANEXOS........................................................................................................................................161
ASSEMBLÉIA ESCOLAR.......................................................................................................................................................... 161
CONSELHO DE CLASSE.......................................................................................................................................................... 163
CONSELHO ESCOLAR............................................................................................................................................................. 164
EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:.............................................................................................................................................. 167
Educação Física nos Anos Iniciais.........................................................................................................................................167
APRESENTAÇÃO:........................................................................................................................167
Histórico..........................................................................................................................................169
OBJETIVO GERAL.......................................................................................................................171
OBJETIVOS ESPECÍFICOS...................................................................................................................................................... 171
PERFIL DO PROFESSOR.............................................................................................................171
Organização do trabalho pedagógico do professor.........................................................................171
EXECUÇÃO...................................................................................................................................172
METODOLOGIA...........................................................................................................................173
ABORDAGEM PEDAGÓGICA................................................................................................................................................... 174
AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE................................................................................................................................................. 174
AVALIAÇÃO DO PROFESSOR................................................................................................................................................. 174
AVALIAÇÃO DO PROJETO...................................................................................................................................................... 175
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA.................................................................................................................................177
Lei 11.988, de 27 de julho de 2009........................................................................................................................................... 177
SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL.........................................................................................................................179
ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO / SOE.....................................................................................................................................179
BIBLIOGRAFIA............................................................................................................................185
IDENTIFICAÇÃO
COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGA
ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA
QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA NORTE
(61) 3901-6781
CEP: 72020-180
“moço, eu estou nesse
negócio de catar pedras
faz bem uns cinquenta
anos. Muita gente me
dizia para largar disso –
cadê coragem ? Cada um
tem que viver procurando
alguma coisa. Tem quem
procure paz, tem quem
procure briga. Eu procuro
pedras. Mas foi numa
dessas noites da minha
velhice que entendi
porque eu nunca larguei
disso: só a gente que
garimpa pode tirar
estrelas do chão!”
(1894)
Aos que escolheram a educação como ofício e, na Escola Classe 10 de
Taguatinga, descobriram seu papel de garimpeiros.
APRESENTAÇÃO
A Escola Classe 10 de Taguatinga é uma escola inclusiva e oferece à comunidade na qual está inserida
Ensino Fundamental de 9 anos, séries iniciais e Educação Integral.
Atualmente a escola funciona em dois turnos: matutino e vespertino e pode ser contatada pelo telefone (061)
3901-6781 e pelo e-mail ec10tag@gmail.com . Além disso, conta com o blog imagine um lugar...ec10, que pode ser
acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/.
Foram eleitas segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012 para o triênio 2014/2016 as
professoras Vládia Paula Carvalho e Berenice Aparecida de Sousa Cardoso. No dia 18/12/2015, tendo cumprido dois
terços do mandato a professora Vládia, então diretora, formalizou junto ao Conselho Escolar os procedimentos
necessários para afastar-se do cargo, mediante o desejo de aposentar-se em sala de aula. Os trâmites seguiram as
orientações contidas na Lei 4.751/12, artigo 42, que prevê a indicação do vice-diretor pelo Conselho Escolar, quando
houver afastamento do diretor eleito que cumpriu dois terços do mandato. A professora Berenice assumiu como
diretora e a professora Sandra Regina dos Santos Alencar foi indicada como vice-diretora pelo Conselho Escolar.
Ambas completarão o mandato eleito para o triênio 2014/2016, quando então, será convocada nova eleição,
conforme previsto. Compõem ainda a Equipe Gestora: Susie de Castro Duarte, chefe de secretaria e Quedma
Elienai de Souza Silva, Supervisora Pedagógica.
A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2016, entendendo
que o mesmo se constitui em instrumento norteador das ações educativas planejadas pela instituição, construído
com a participação de toda a comunidade escolar: professores, auxiliares, pais, alunos e responsáveis; desde o
primeiro contato, na relação diária e também através de reuniões, avaliações institucionais, conversas informais,
formulários, etc.
O Projeto Político Pedagógico da Escola Classe 10 de Taguatinga foi elaborado de forma a contemplar as
prioridades estabelecidas pelos diferentes segmentos, servindo de diretriz na atuação de todos os profissionais
envolvidos no processo, atendendo aos interesses e expectativas evidenciadas pela clientela.
Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem
necessários e sempre que as decisões tomadas resultarem em mudanças significativas dos princípios, finalidades e
objetivos institucionais.
Este instrumento norteador foi organizado tendo como ponto central a Gestão Democrática: a participação
efetiva de toda a comunidade escolar, seu comprometimento com o processo pedagógico e administrativo da escola
e com a formação continuada de todos os educadores. Além de documento legal, assegura à escola um momento
privilegiado de construção e autonomia.
O presente Projeto vem ao encontro dos desafios identificados ao longo dos anos anteriores, se adequa às
exigências legais e culmina em uma proposta que visa atender às necessidades demandadas pela comunidade local
em consonância com a concepção de qualidade do ensino, almejada por todos aqueles que participam do dia a dia
da escola. Ressalta-se a importância do documento como expressão da coletividade, sua maior força, pois
arrebanha o compromisso de todos os envolvidos na sua construção para a sua execução.
O PPP da EC10 vem sendo construído nos últimos anos sofrendo alterações embasadas na experiência, nas
avaliações internas e externas, se adequando aos documentos oficiais: Projeto Político Pedagógico Professor Carlos
Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização escolar do 2˚ ciclo, Currículo em
Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de História e Cultura Afro-brasileira e
Indígena, e outros. Em muitos momentos fez-se necessário o estudo desses documentos, para que os grupos se
apropriassem dos mesmos.
O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta garantir
legalmente a participação desse segmento, é essencial a instrumentalização dele para que a participação requerida
seja eficiente.
Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes
sujeitos sociais” que compõem a comunidade escolar (pais/responsáveis, órgãos colegiados, alunos, funcionários da
instituição):
• Efetivando os processos dialógicos entre escola x pais /mães /responsáveis, oportunizando, viabilizando e
incentivando a participação concreta na construção de uma escola democrática onde atuem como
corresponsáveis na aprendizagem do discente (estudante/filho/tutelado).
• Dando a conhecer à comunidade a equipe escolar (gestora, pedagógica, docente);
• Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino, aprendizagem e
avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos efetivados pela instituição.
• Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na
construção de instrumentos práticos que regerão o cotidiano escolar;
• Promovendo avanços na prática pedagógica e na organização do trabalho, frente às mudanças sugeridas
pela SEEDF;
• Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e implementações
curriculares e avaliativas, decorrentes da ampliação dos ciclos;
• Socializando as metas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas no
plano de gestão;
• Dando voz à comunidade escolar na gestão dos recursos definidos como prioridades no Projeto Político
Pedagógico da instituição;
• Exibindo para apreciação por parte da comunidade escolar as prioridades definidas relacionadas à gestão
financeira do PDAF _Programa de Descentralização Administrativa e Financeira;
• Discutindo com a comunidade escolar prioridades identificadas;
• Aprovando por parte do Conselho Escolar a Ata de Prioridades do PDAF – Programa de Descentralização
Administrativa e Financeira;
• Votando as prioridades apresentadas.
• Conhecendo e refletindo os pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do
Distrito Federal;
• Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o desenvolvimento
do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação
Básica do Distrito Federal, explicitando os conteúdos desenvolvidas no âmbito escolar.
• Definindo os temas em torno dos quais se articularão os conteúdos referenciais ao longo do ano;
• Definindo os conteúdos a serem trabalhados dentro dos temas definidos articulados aos eixos transversais
(educação para a diversidade, educação para a sustentabilidade, cidadania e educação em e para os direitos
humanos; alfabetização, ludicidade e letramentos).
• Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição
educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos institucionais,
definindo metas e concretizando ações.
• Aprovando pelo Conselho de Classe o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a
Estratégia de Matrícula 2014 (pg75, item 4.4, b);
• Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela instituição
educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos processos
educacionais e democráticos implementados por essa Secretaria/ Instituição educacional;
• Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação das
necessidades e possibilidades do segmento na participação dos eventos propostos para o ano letivo;
• Montando mural com os dados oficias das avaliações em larga escala;
• Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das potencialidades e
necessidades da instituição;
• Evidenciando os princípios que sustentam o trabalho pedagógico da instituição, em conformidade com os
princípios da Secretaria de Educação / DF e das leis maiores que regem a educação no país.
• Garantindo a participação dos pais nos Conselhos de Classe bimestrais.
As ações desenvolvidas foram realizadas através de reuniões, informes, palestras, conversas pedagógicas,
coordenações coletivas, conselhos de classes.
Reunião do Conselho Escolar
Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de Taguatinga em
2014: Vladia Paula Carvalho (diretora); Berenice Aparecida Sousa Cardoso (vice-diretora); Quedma Elienai de Souza
Silva (supervisora pedagógica); Zuleide da Silva Rodrigues (coordenadora pedagógica); Fabiani de F. Shirosaki
(coordenadora pedagógica); Maria Emília Resende (Orientadora Educacional); Andrea Cristina de S. Bersan
(docente). Fizeram parte da comissão de revisão do PPP EC10 / 2016: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso
(diretora); Sandra Regina dos Santos Alencar (vice-diretora), Quedma Elienai de Souza Silva (Supervisora
pedagógica), Claudia Queiroz Miranda (coordenadora pedagógica), Maria Emília Resende (orientadora). A comissão
procurou, através de diversas estratégias assegurar a participação dos diversos segmentos na construção coletiva
do Projeto Político Pedagógico.
O Presente projeto está dividido em capítulos, conforme orientação recebida para a construção do mesmo.
Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um resgate dos
aspectos mais importantes da escola ao longo dos anos e a relevância da unidade de ensino para a comunidade.
No capítulo intitulado Diagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e
economicamente a comunidade escolar, além de recolher junto ao corpo docente a percepção que este tem da
instituição de ensino. Analisou-se ainda os índices da escola frente às avaliações de rede.
Em Missão e Objetivos Institucionais, a EC10 de Taguatinga expressa sua missão e objetivos frente às
necessidades detectadas no diagnóstico da realidade escolar.
A EC10 expressa os princípios que orientam a prática pedagógica da instituição no capítulo denominado
Princípios Norteadores das Práticas Pedagógicas.
As concepções acerca de currículo, avaliação, ensino, aprendizagem e educação integral encontram-se
descritas no capítulo Concepções Teóricas.
A Organização do Trabalho Pedagógico com a atuação das equipes multidisciplinares compõe o capítulo
seguinte.
As Concepções, Práticas e Estratégias de Avaliação aborda a avaliação formativa, o uso do dever de casa, a
recuperação contínua, a atuação do Conselho de Classe, em conformidade com a Diretrizes de Avaliação da
SEEDF.
Organização da Proposta Curricular vai abordar como acontece o trabalho interdisciplinar, os projetos, a
contextualização, a relação teórico-prática. E ainda: como se dá o trabalho com os eixos norteadores do Currículo em
Movimento.
O capítulo seguinte, Plano de Ação para Implementação do PPP trata da gestão pedagógica, da gestão dos
resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os planos de
ação das equipes multidisciplinares e funcionários readaptados.
As Estratégias de Acompanhamento e Avaliação do PPP estão descritas em capítulo próprio.
Os Projetos Específicos estão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas utilizadas
na construção do PPP.
HISTORICIDADE
A comunidade relata a existência da escola desde a década de 60, no entanto, para a modalidade Séries
Iniciais do Ensino Fundamental, a Escola Classe 10, de natureza pública, foi criada pela Portaria 17 de 07/07/1980.
Quando criada, sua construção, em estrutura de madeira, compunha-se de 05 (cinco) salas de aula e 02
(dois) banheiros; 01 (um) masculino e 01 (um) feminino.
Em 1970, passou por uma pequena reforma, mas somente em 1989 recebeu uma reforma significativa,
ganhando uma estrutura física de alvenaria em 02 (dois) blocos, com 08 (oito) salas de aula.
Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma, ganhando
mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e pedagógica, sala
de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação, instalações sanitárias e
rampas adaptadas para portadores de deficiência física.
Rampas
Nos últimos anos a escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e pinturas;
funcionando como uma estrutura acolhedora para a comunidade na qual se encontra inserida, além de proporcionar
bem estar ao corpo discente, docente e demais funcionários. No início de 2012, inclusive, a escola passou por uma
reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro inaugurou
sua quadra coberta.
No período de 1994 a 2004, a Escola Classe 10 de Taguatinga atendeu o 1º segmento da Educação de
Jovens e Adultos, no turno noturno, incluindo turmas de DA (Deficientes Auditivos).
Com base no Programa Nacional de Educação Especial, garantido pela Constituição Federal e pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, em 1996 a Educação Especial, passou a ser oferecida atendendo alunos
portadores de necessidades especiais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 30 alunos
especiais, inclusos em classes regulares.
A Educação Integral foi oferecida a partir de 2008, atendendo hoje cerca de 100 alunos nessa modalidade.
Em 2012 a parceria firmada com o SESI possibilitou ofertar aos alunos a prática de atividades esportivas, além de
aulas de Teatro e Informática. Para 2016 a Educação Integral propõe a continuidade das atividades esportivas,
dança, aulas de informática, horta, música e acompanhamento pedagógico. Na EC10 a Educação Integral trabalha
objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico, cultural e esportivo num clima que envolva
o afeto, o lúdico, a criatividade e o respeito. Para tanto, a ampliação do tempo da criança na escola está amarrada ao
compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer oportunidades diversas de aprendizagens significativas e
fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a formação integral do educando. Alegando dificuldades
internas, em 2016 o Sistema S não renovou as parcerias dos anos anteriores. Desse modo a Educação Integral tem
desenvolvido as atividades físicas no próprio ambiente escolar contando com a gestão dos espaços internos.
Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino Regular.
Em 2014 a escola recebeu o Projeto Educação com Movimento, que oportuniza professores de Educação
Física para alunos dos anos iniciais.
Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas se fortaleceram na instituição com o apoio da comunidade
escolar. Destacamos os projetos Cozinha Educativa, Roda de Leitores/ Sarau Literário; os eventos Festa Junina e
Aulas Passeios; além da Avaliação Institucional, que cada vez mais concretiza a participação dos pais/responsáveis
nos rumos pedagógicos e administrativos da unidade escolar.
A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o período
de eleições. As instalações da instituição foram avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação desse
serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias; bem como o serviço de
acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também referendado.
A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para
campanhas de vacinas. Ao mesmo tempo, essa proximidade possibilita o estabelecimento de um vínculo em casos
emergenciais.
Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu, atendendo
crianças do entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola-comunidade, ocupando de forma
criativa as instalações escolares com atividade esportiva-cultural.
GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU
No momento a escola atende o Projeto Ginástica nas Quadras, no turno noturno.
Sempre que solicitado as dependências da escola são utilizadas por grupos religiosos, mediante termo de
responsabilidade, nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de
“derrubada dos muros da escola”, ofertando um espaço público alternativo à população, fortalecendo o vínculo da
comunidade com a escola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a instituição
e seu patrimônio.
Dados divulgados em 2011, da avaliação de larga escala, situavam a escola em 5,7 em relação ao IDEB.
Apesar de abaixo do idealizado pelo MEC (6,0), a escola encontrava-se já em franco crescimento, 8% acima da meta
prevista para o período.
Novos dados divulgados em 05/09/2014 colocou a escola com a média de 6,2 (IDEB 2013). Tal índice reforça
a certeza de que as estratégias adotadas nos últimos anos têm sido eficientes por indicar crescimento constante. O
reconhecimento oficial e da comunidade adjacente de que a EC10 constrói uma educação de qualidade é meta
expressa neste Projeto Político Pedagógico.
A escola destaca-se pelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a
comunidade e pelo foco na dimensão pedagógica.
DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR
A Escola Classe 10 de Taguatinga está situada em uma área relativamente tranquila no que se refere a casos de
violência e vandalismos, tanto que não temos registros de invasões à escola, roubos e outros. A escola percebe-se
cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e outras dependências da
escola.
Quanto à estrutura física a escola apresenta um prédio antigo, tendo passado por diversas reformas ao longo
dos anos, conforme relatado no capítulo Historicidade. Apresenta, assim, uma estrutura agradável composta por três
blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação, das equipes
especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala multifuncional (que apoia
a Educação Integral, os projetos de reforço escolar, reagrupamento, Interventivo, etc), direção, secretaria, Sala de
Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os alunos portadores de necessidades
especiais.
A escola conta com um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada.
Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de
atividades ligadas ao desenvolvimento sócio psicomotor dos educandos.
A escola possui um pátio semicoberto, denominado “Espaço Dez”, onde ocorre a acolhida diária dos alunos;
possui estacionamento descoberto, murado para os funcionários e uma área não construída, gramada. A escola está
estruturada com recepção, portões eletrônicos, interfones e em fase de implantação de sistema interno de câmaras,
pensados a fim de potencializar a segurança de alunos e funcionários. A recepção foi pensada com o objetivo de
acolher a comunidade com conforto.
No que se refere aos recursos materiais a escola é muito bem equipada em todos os setores: jogos pedagógicos,
materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o desenvolvimento
dos projetos descritos, materiais didáticos e outros. A escola orgulha-se em poder suprir, através da gestão eficiente
dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição. Pensando na segurança do
patrimônio público sob guarda e administração da escola, a atual gestão instalou grades e trancas de segurança nas
principais dependências da unidade pedagógica.
Em 2016 a Escola Classe 10 de Taguatinga, iniciou o ano letivo com 506 alunos matriculados nas seguintes
modalidades:
• Ensino Fundamental de 9 anos, sendo 38 ANEES.
Esse contingente de alunos, matriculados nos turnos matutino e vespertino está assim distribuído:
MATUTINO VESPERTINO
1° ANO 02 TURMAS 1° ANO 00 TURMAS
2° ANO 00 TURMAS 2° ANO 03 TURMAS
3° ANO 04 TURMAS 3° ANO 03 TURMAS
4° ANO 03 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS
5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS
A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra
instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse aumento,
em cerca de 50% da clientela, alterou profundamente a estrutura da escola: ampliou-se o atendimento da Educação
Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos Reagrupamentos previstos
para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período a escola buscou formas viáveis de lidar com a situação
encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de espaços, monitoramento do intervalo
por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação dos projetos de apoio à aprendizagem.
Um fato preocupante diz respeito à reprovação por infrequência. Preocupante por se tratar de uma retenção
improcedente, sem justificativa e que pode ser atacada em sua origem: o compromisso familiar. De 2011 a 2015 a
retenção por infrequência caiu de 21 para 06 em números brutos, número considerado ainda elevado se
considerarmos todas as ações preventivas adotas por essa gestão.
Mais do que apenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se
configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares apresentados
busca estabelecer o perfil discente, suas condições sócio- culturais- econômicas, seus valores e necessidades.
Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 536 famílias de alunos matriculados em nossa
instituição educacional. Os dados estão em fase de tabulação mas foi possível identificar que além de pai e mãe
outras personagens se fazem presentes na vida das crianças, como avós, padrasto, madrasta...
Quanto à configuração familiar predomina a formação tradicional embora seja evidente que as
transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com
modificações que obriga a escola adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos
familiares seja acolhedora, fazendo com que todas sintam-se aceitas e integradas.
Significativo número de famílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento escolar
do filho/aluno; mesmo assim faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a clareza de que a
família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções educativas, imprimir valores,
fornecer modelo de formação para a vida em sociedade. Além disso, ser responsável pelo desenvolvimento físico e
mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com cuidados que permitam o crescimento e
desenvolvimento desse indivíduo. Não sendo a escola substituta da família em seus deveres de prover educação,
sustento, dignidade e respeito.
O desempenho dos diferentes papéis pelos respectivos atores (escola e família) deve concretizar um ser
social saudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga-se
necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico da
EC10.
O item referente a faixa de renda familiar mostrou um equilíbrio entre as três faixas de renda que
investigamos; dados que serão acrescidos a este documento ao final do processo de tabulação.
Preliminarmente podemos afirmar que a maioria dos alunos desta instituição possuem acesso às
tecnologias, o que coloca a escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o aluno se torne
autônomo no ambiente virtual.
Houve um crescimento de 6% em relação à pesquisa realizada em 2014, no que se refere à questão de
professar uma religião. 98% declarou- se seguidor de uma religião. 2% não respondeu. Outra mudança nesse
quesito refere-se às religiões professadas, antes ficavam divididas entre católicos, evangélicos e espíritas. Agora
somam-se a essas as religiões judaica, Adventistas do 7˚ Dia e Mórmons. O quantitativo será divulgado
posteriormente.
Questionados acerca do momento denominado “acolhida”, 100% da comunidade escolar declarou-se
favorável à manutenção do mesmo. Esclarecemos que a acolhida é um momento diário de reflexão, formação cívica
e estabelecimento do diálogo inter-religioso.
Acolhida no Espaço Dez
92% alegaram saber da existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino.
Resumindo os dados colhidos, pode-se afirmar, após analise de mais de 50% das famílias que compõem a
comunidade escolar, que a maioria comunidade é formada por famílias de composição tradicional (pai-mãe-filhos), o
que não exclui outras formações minoritárias. É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões
que variam de funcionários públicos a autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos
setores de vendas, contabilidade, advogados, trabalhadores domésticos, etc.
É uma comunidade com acesso à internet (80%, pelo menos), seguidores de uma religião cristã (92%),
capazes de acompanhar o desenvolvimento escolar do filho (95%).
Desde 2011 observa-se uma participação mais efetiva dos responsáveis no que se refere à vida escolar das
crianças, em relação a períodos letivos anteriores. Essa participação foi perceptível em reuniões escolares
avaliativas e/ou pedagógicas, também em culminância de projetos e outras ocasiões.
Considerando a clientela bastante diversificada, incluindo alunos com necessidades especiais, a escola tem
buscado formas, discutido e construído caminhos para processar a inclusão com ganhos sociais e individuais,
desenvolvendo uma pedagogia centrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de aprendizagem de todos
os seus indivíduos, independente de “suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e linguísticas”. A EC
10 aceita, assim, o grande desafio de coordenar a efetiva aprendizagem de indivíduos que têm o desenvolvimento
cognitivo, motor e/ou social bastante comprometidos e, num primeiro momento, não responderão conforme a maioria.
Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga se obriga a superá-los com
qualidade. A escola apresenta os seguintes índices em relação ao IDEB, 6,2, uma meta que pelas projeções do MEC
seria atingida entre 2018 e 2019
IDEB 2013 / Escola em franco crescimento
A Escola Classe 10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não serão
somente de ordem ideológico-filosófico. Mas, prioritariamente, de formação profissional docente: mais um processo
do que um fim. A interpretação dos dados exige uma mudança conceitual nos valores culturais da escola e,
sobretudo, da sociedade.
Para tanto, o Projeto ora apresentado, propõe, ao longo do ano de 2016, continuar desenvolvendo, dentro
dos princípios da educação integral, um trabalho de qualidade focado na aprendizagem, no sentido de atender as
necessidades educacionais de todas as crianças e promover o fortalecimento das atitudes de aceitação e respeito a
si próprio, à natureza e às diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas
comunitárias mais sustentáveis, mais saudáveis e mais humanas.
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS
É missão da escola promover o pleno desenvolvimento do educando, através da aprendizagem, formando
um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta de suas
relações com a sociedade e com a natureza.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão, eleita
pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram referendados pela
comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade escolar. Assim:
• Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar fortalecido e
exercendo suas reais funções;
• Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente;
• Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola;
• Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada;
• Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber;
• Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da
escola;
• Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem;
• Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do
Ensino Fundamental;
• Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento
facilitador e enriquecedor da aprendizagem;
• Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental;
• Propiciar um ambiente educacional adequado à convivência pedagógica;
• Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito;
• Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da
comunidade escolar;
E ainda:
• Priorizar um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a integração escola/comunidade com
vistas à melhoria no processo ensino-aprendizagem e na qualidade de vida da comunidade escolar;
• Considerar o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do estabelecimento de
ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento integral e harmonioso.
• Desenvolver um processo de aprendizagem que favoreça o diálogo pedagógico, o incentivo à investigação e à
criatividade, o respeito à diversidade e individualidade e o compromisso com a democratização do saber.
• Propiciar um trabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão
contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e aprender
a ser.
• Promover a aquisição das habilidades requeridas pela sociedade moderna, onde a criatividade, autonomia e
capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de convivência, exercício da cidadania e
organização do trabalho.
• Integrar a capacidade cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando de modo a
desenvolver toda a sua potencialidade, promover a educação do caráter, a construção do saber e o despertar da
responsabilidade social;
• Promover um trabalho educativo onde o afeto, o lúdico e a criatividade, a investigação e a construção científica
possam estimular o prazer em aprender.
• Criar momentos de reflexão que favoreça a identificação e o repúdio a todas as formas de discriminação,
desvalorização e violência no meio social.
• Possibilitar aos alunos a formação de uma consciência crítica do contexto social em que vivem.
• Assegurar o processo de avaliação institucional, mediante mecanismos internos, com a transparência de
resultados e prestação de contas à comunidade, a fim de que os ajustes necessários estejam em consonância
com as necessidades de todos.
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Os fins e princípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar sua prática
educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e da LDB vigente, bem como
todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles:
• A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a alcançar o
exercício pleno da cidadania.
• A Educação deve possibilitar ao ser humano o desenvolvimento harmonioso de todas as suas dimensões,
nas relações individuais, civis e sociais.
• Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e aceitação do pluralismo de idéias, a
flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica
adotada.
• A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma
identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as políticas
nacionais de educação e a legislação vigente.
• Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum
devem ser valorizados na prática pedagógica como norteadores que são da vida cidadã.
• Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática constituem
fonte de experiências fundamentais para a vida em sociedade, análise de padrões vigentes e a busca da
justiça, igualdade, equidade, liberdade, fraternidade e felicidade tanto individual quanto grupal e/ ou
universal.
• O processo de ensinar-aprender, baseado no diálogo pedagógico, investigação e criatividade, propicia a
construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o prosseguimento
dos estudos nos diferentes níveis.
• A ação pedagógica deve enfatizar procedimentos capazes de favorecer a compreensão e o domínio dos
fundamentos científicos e tecnológicos em que se baseiam os processos produtivos da sociedade atual.
• A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder
positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender, aprender a
fazer, aprender a conviver, aprender a ser e aprender a empreender.
• A participação da família e da comunidade na discussão e definição de prioridades, estratégias e ações do
processo educativo, contribuirá de forma essencial para a defesa da dignidade humana e da cidadania.
• A educação é a estratégia mais adequada para se promover a melhoria da qualidade de vida; exercício da
cidadania e a sustentação da governabilidade.
É necessário que se destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos, políticos
e éticos que emanam da Constituição Federal e da LDB. São eles: sensibilidade, igualdade e identidade. Devem
estar presentes em todas as práticas administrativas e pedagógicas da escola, passando pela convivência, pelo
emprego dos recursos, pela organização do currículo, das aprendizagens e das estratégias de avaliação.
Entende-se que a estética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao
educando reconhecer e valorizar a diversidade cultural do país. A política da igualdade exige o reconhecimento dos
direitos humanos e o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Para tanto: o acesso aos benefícios sociais e
culturais construídos pela humanidade (saúde, educação, informação, etc.), além do combate a todas as formas de
preconceito e discriminação. A ética da identidade visa a construção da autonomia, oferecendo ao educando a
oportunidade de na construção de sua identidade, estar apto a avaliar suas capacidades e recursos, emitir juízos de
valores e proceder escolhas consonantes com seu projeto de vida.
Os princípios epistemológicos, orientadores do currículo integrado, que sustentam as práticas educativas na
EC10 emanam do Currículo em Movimento:
• Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “ reflexão crítica, síntese,
análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando constantemente
o “raciocínio, questionamento, problematização e a dúvida.”.
• Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento com
sentido social e político.
• Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e
estratégias capazes de completar a formação intelectual do educando.
Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no Currículo
da SEEDF, os mesmos são:
• Integralidade humana;
• Transversalidade;
• Intersetorialização;
• Territorialidade;
• Diálogo escola/comunidade;
• Trabalho em Rede.
Em atividade de reflexão, realizando o levantamento dos princípios orientadores da prática docente,
observamos que os mesmos coincidem e/ou complementam os princípios emanados dos documentos oficiais. A
saber:
• Planejamento
• Reflexão;
• Integridade/ética;
• Contextualização;
• Compartilhamento;
• Flexibilização;
• Embasamento teórico
• Intervenção;
• Letramento;
• Igualdade;
• Desenvolvimento integral do educando;
• Desenvolvimento da autoestima do educando.
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que regem
o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as causas
primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as discussões
acerca da função social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente respondidos trazem
subjacentes um como.
As ações pedagógicas desenvolvidas pelo educador devem ser coerentes com os princípios de educação
concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos autoritários. ”
(GENTILLI, 2003, p.93); “...não se pode educar para a autonomia através de práticas heterônomas, não se pode
educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democracia através de práticas
autocráticas” (GENTILLI, 2003, p.75).
É a resposta a esse como que conduz a Gentilli: a prática do professor mais que o conteúdo em si, é
instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de alinhar teoria e prática, de
superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma lista de conteúdos a serem desenvolvidos,
e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva integral do ser multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe-
se, mas essa busca se concretiza na articulação dos conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas
de interesse comunitário e escolar, com os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito
Federal, a saber: Educação para a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação
para a Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos pelo Currículo em Movimento da
SEE/DF.
Princípios presentes na prática pedagógica da EC10 / Taguatinga
Este Projeto Político Pedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de identidades,
questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e mecanismos as sustentam,
provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. Julga-se procedente a citação
textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou
por meio dela e que formam o indivíduo, organizam seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na
constituição do seu ser como pessoa. É tudo o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma
como aprende, como é avaliado, tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual
são importantes e compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ”
A Escola Classe 10 de Taguatinga assume, assim, um trabalho filiado à crença de que a aprendizagem
ocorre na interação com o outro; onde o erro decorre da lógica (qualitativamente diferente da do adulto) utilizada pela
criança na resposta dada a determinada questão. O erro, nessa concepção, é percebido como elemento natural do
desenvolvimento do indivíduo e não mais é visto como um vilão a ser evitado. Dessa forma, o erro, se devidamente
trabalhado pelo professor, conduz à incorporação de novos elementos à representação anterior.
Orientada pelo Currículo em Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral para
além do tempo ampliado, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas cotidianas e
desenvolvimento dos conteúdos, a ideia de que todas as atividades ofertadas no espaço escolar são “entendidas
como educativas e curriculares”. A Educação Integral na EC10 pensa a ampliação não só do tempo, mas também
dos espaços e das oportunidades equilibrando os aspectos cognitivos, afetivos, sociais e psicomotores.
A Escola Classe 10 de Taguatinga pensa a avaliação na perspectiva formativa, conforme orientado pela
Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a
intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero
recolhimento dos dados não contempla a educação que se deseja encampar. É clara a necessidade de discutir os
dados e índices apresentados com vistas a intervenção.
A intervenção sobre os dados colhidos é o motivo dos projetos e eventos apresentados neste documento.
Assumir, portanto, que o aprendiz age sobre o objeto do conhecimento, organizando e integrando novos
dados e que o erro faz parte desse processo possibilita à instituição encampar o presente projeto político colocando
em prática as ações descritas, que estão plenamente alinhadas com as concepções aqui expressas.
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA
A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias letivos e
1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes Curriculares
Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto educativo que se
deseja. Semanalmente, a carga horária é de 25 horas, sendo 5 horas diárias.
Dentro dessa carga horária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas
entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais
atividades extrapolam os muros da sala de aula, ressignificando o ambiente escolar e seu entorno. Destacamos o
momento denominado Acolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva. Os alunos têm a oportunidade
de manifestar a expressão oral e corporal. O momento também é propício ao desenvolvimento de valores cívicos e
morais. Trabalha-se, ainda, com o apoio da comunidade escolar, o diálogo inter-religioso.
Acolhida
Outro momento contemplado na carga horária é o Recreio, também denominado Intervalo. Previsto na matriz
curricular das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação
Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada turno
para intervalo/ recreio. Nesse momento, conforme projeto anexo, os alunos desenvolvem atividades lúdicas, de
maneira autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o recreio, visto que
é consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerada atividade escolar. A
escola conta com jogos e material de recreação para esse momento: mesas de totó e tênis, cordas, bolas, xadrez,
etc. O Projeto Nosso Recreio é 10 encontra-se sob a coordenação do Serviço de Orientação Educacional.
Projeto Nosso Recreio é 10
A comunidade tem a oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos
específicos de avaliação, de reunião de pais, de realização do Conselho e/ou Assembleia Escolar. Além desses
momentos, outros podem surgir em função do conteúdo desenvolvido pela escola junto aos estudantes. O que
interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no cotidiano pedagógico, pois sabemos que
essa participação não se dará, num primeiro momento, de forma espontânea. É preciso que a escola crie momentos
e provoque a participação. A EC10 acredita na contribuição que as famílias podem dar ao processo educativo em
todos os momentos, desde o planejamento, passando pela execução até a avaliação. A valorização dos saberes
comunitários é outra forma de trazer as famílias para a escola, “dando voz” a esse segmento. A escola deve
funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha a oportunidade de exercer as habilidades democráticas
de discussão e participação.
Momento com a comunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de AvaliaçãO
O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática,
através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda,
bilhetes, blog, e-mail, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o esclarecimento da
comunidade acerca do trabalho desenvolvido pela escola (critérios de avaliação, instrumentos de avaliação,
estratégias de progressão curricular, objetivos e metas a serem atingidos...), a possibilidade de acompanhamento da
rotina do aluno, a participação dos pais no conselho de classe.
A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicsa do Bloco Inicial de Alfabetização e
Diretrizes Pedagógcas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma organização do tempo
e espaço escolar. No que se refere ao espaço faz-se necessário organizar o espaço físico disponível de acordo com
sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias, agregando ainda as questões: quando e
como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física, funcional, relacional e temporal.
O espaço e tempo no BIA deve ser pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo
atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de forma a
garantir a aprendizagem de todos.
O trabalho com o Bloco Inicial de Alfabetização prevê, ainda, a Alfabetização, Letramentos e Ludicidade,
eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do processo de escrita”
e como letramento “as práticas efetivas de leitura e escrita”, “o que as pessoas fazem com as habilidades de leitura e
escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades, valores e
práticas sociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o professor responsável pelo
letramento específico de cada área de conhecimento trabalhada.
Ou seja, no trabalho com o BIA é necessário integrar as práticas de codificação e decodificação da língua
escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão: “alfabetizar letrando”.
Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o bloco) de forma
contextualizada, resgatando “as cantigas de roda, as brincadeiras infantis, o subir, o descer, o pular, o gritar”,
permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto a escola conta com a presença de dois profissionais da área
de Educação Física, participantes do Projeto Educação em Movimento (projeto anexo). Com isso, os alunos da EC10
são atendidos duas vezes por semana, cada atendimento com duração de 50 minutos. O projeto visa levar o
estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que possa exercê-las com autonomia.
Os professores de Educação Física desenvolvem um trabalho plenamente integrado ao do professor regente,
participando do Conselho de Classe, dos eventos com apresentações e das oficinas de Reagrupamento.
A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o trabalho
pedagógico. Sendo eles:
• Princípio da Formação Continuada;
• Princípio do Reagrupamento;
• Princípio do Projeto Interventivo;
• Princípio da Avaliação;
• Princípio do Ensino da Língua;
• Princípio do Ensino da Matemática.
Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento
próprio. Observa-se, no entanto, a concretização destes ao longo da Proposta Pedagógica da Instituição.
O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o primeiro, segundo e terceiro anos. O processo de
alfabetização inicia no primeiro ano e deve levar o estudante a “ler um pequeno texto com compreensão e produzir
textos orais e escritos com encadeamento de ideias, a partir de contexto significativo, sem exigências das
complexidades ortográficas e complexidades ortográficas e compreensíveis por qualquer pessoa. Esse processo
deve ser ampliado e consolidado para que, ao final do BIA, o estudante seja capaz de ler e produzir textos orais e
escritos de forma proficiente na perspectiva do letramento e da ludicidade”. (p.38, Diretrizes Pedagógicas para
Organização Escolar do 2˚Ciclo).
O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos quartos e quintos anos e tem como objetivo
principal levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas
situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e
alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo).
O Reagrupamento é uma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização, que deve incorporar-se à
rotina da instituição. Visa atender todos os alunos dos ciclos, incluindo a Classe de Correção de Distorção Idade-
Série. Favorece o planejamento coletivo, oportunizando a adequação do ensino às necessidades e potencialidades
educativas individuais dos alunos, trabalhando de forma diversificada e lúdica.
Os reagrupamentos concretizam a ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um único
professor, integrando o trabalho da instituição educacional, superando os limites da sala de aula, possibilitando ao
aluno transitar entre diversos grupos, interagindo com todos.
a. Reagrupamento intraclasse:
Atividade realizada no interior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo
atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo com
os objetivos e habilidades a serem trabalhadas de forma diversificada.
b. Reagrupamento interclasse:
Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas,
proporcionando o intercâmbio entre eles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo ou
não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para atingir
especificamente as fragilidades e potencialidades de cada educando. Não há grupo fixo de
estudante e também o professor para cada grupo não precisa necessariamente ser fixo.
As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no
processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do projeto,
unindo diversos setores da escola.
Os reagrupamentos acontecem na EC10 tanto no nível intraclasse quanto no interclasse. Os professores
estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do primeiro ao quinto ano, com diversos reagrupamentos
acontecendo entre turmas.
O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, ao mesmo tempo que
vai de encontro às necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano.
Dessa forma, foi elaborado buscando alternativas pedagógicas que superem as atividades rotineiras e
repetitivas, priorizando aquelas que promovam a socialização, o autoconhecimento e a autoestima dos alunos, dando
um novo sentido à atividade de aprender, onde as necessidades de aprendizagem sejam satisfeitas oportunizando
aos alunos a construção do conhecimento.
Tem como objetivo geral oportunizar aos alunos dos ciclos, em defasagem idade/série e/ou com necessidade
de aprendizagem, a apropriação da leitura e da escrita e de outras habilidades necessárias à continuidade de sua
vida acadêmica, intervindo assertivamente nas dificuldades evidenciadas pelo grupo, visando os aspectos do
desenvolvimento humano: afetivo, motor, cognitivo e social, numa perspectiva inclusiva.
Os Projetos Interventivos são diversificados para atender públicos diferentes. Ocorre duas vezes por semana
e requer a participação efetiva do corpo docente, da coordenação e equipe gestora.
Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se observe
a diversidade presente em sala de aula, onde o modo de aprender de cada criança muitas vezes é único e próprio
daquela criança, especificamente. Assim, o momento do reforço escolar aparece como propício ao trabalho com
atividades diversificadas, de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece
tanto o aluno com dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita,
naquele momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação
contínua para alunos que evidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os
professores regentes são os responsáveis pelo atendimento de pequenos grupos de alunos, no contra turno,
semanalmente, às terças ou quintas feiras, de acordo com a disponibilidade do professor. O tempo sugerido é de
cerca de uma hora, embora tal decisão esteja a critério do professor, que realiza as adaptações julgadas
necessárias. As atividades serão planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho
repetitivo e rotineiro.
A Formação Continuada acontece, conforme previsto em legislação própria, às quartas – feiras, durante a
Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10, com o
apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das próprias
coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação continuada
como um momento de articulação entre teoria x prática. Conforme Madalena Freire : “Professor algum é dono de sua
prática , se não tem a reflexão de sua prática na mão”. O foco principal das formações continuadas para 2016 tem
sido a formação em Educação Matemática.
A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e uma
psicóloga itinerante. A EEAA desenvolve seu trabalho baseado em Orientação Pedagógica própria e no Plano de
Ação, anexo. Orienta os professores regentes na melhor forma de atuação junto aos alunos encaminhados e conta
com espaço/tempo próprios para planejamento com o professor regente. A EEAA tem ainda participação efetiva no
Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior.
A Sala de Recursos, conta com dois profissionais para o atendimento requerido por sua Orientação
Pedagógica específica e Plano de ação, anexo. Além do atendimento junto ao aluno ANEE, atua junto ao professor
orientando seu planejamento e práticas. Participa do Conselho de Classe e constitui-se em referência para as
estratégias de inclusão.
O Serviço de Orientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho guiado
por Orientação Pedagógica específica e plano de ação, anexos. É responsável por atuar junto às questões
disciplinares, tem forte atuação no Conselho de Classe, desenvolve o Projeto do Recreio Monitorado do
Remanejamento Natural, Xadrez, anexos; além de temáticas ligadas ao Bullying e à sexualidade.
A escola abriga ainda, Educadores Sociais, em número de seis, atuando na Educação Integral auxiliando o
coordenador no desenvolvimento das atividades previstas.
A proposta pedagógica da SEEDF é regida pelo Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito
Federal: currículo de educação integral que objetiva ampliar tempos, espaços e oportunidades de aprendizagem.
Ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens
A enturmação na EC10 de Taguatinga rege-se pelos documentos legais, tanto a formação das turmas,
quanto o número de alunos atendidos em cada sala, em função do espaço e das reduções pleiteadas pelos alunos
portadores de necessidades educacionais especiais.
Em cima dessa enturmação, resguardadas as prerrogativas legais, ocorre uma enturmação pedagógica,
organizada pela Supervisão e Coordenação Pedagógica, com o apoio do corpo docente, do Serviço de Orientação
Educacional, da Sala de Recursos e do EEAA.
A enturmação pedagógica visa equilibrar as turmas para que não haja turmas fortes e fracas. Busca-se
ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às necessidades e
potencialidades observadas pelo professor e demais equipes ao longo do ano.
CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo
educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e
principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma
permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do
crescimento já alcançado.
Avaliar é também, buscar subsídios para a prática docente e administrativa, indicando a importância da
manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo, falhas
ou disfunções que comprometam o sucesso escolar.
A Secretaria de Educação amplia, em suas diretrizes a noção de avaliação, indo além das avaliações da
aprendizagem, pedindo a articulação das avaliações em três níveis: aprendizagem, institucional e larga escala.
Adota-se nessa articulação a função da avaliação formativa, onde, além de colher dados, além de se analisar o
produto final, têm-se a intenção interventiva. É com essa concepção que a instituição de ensino trabalha.
Por ser um processo contínuo, sistemático e intrínseco ao ato de educar, a avaliação deve ser planejada e
norteada por critérios previamente estabelecidos, conhecidos e entendidos por todos, visto que, o resultado final
reflete sem dúvida o fracasso ou sucesso de todos os envolvidos.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis acerca dos
instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se coparticipante no desenvolvimento
escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e incentivar práticas efetivas de participação desse
segmento na construção da gestão democrática.
Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho pedagógico, dos
procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir a presença desses atores no
conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão democrática são formas de gerar o protagonismo
desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição de ensino se compromete. Para tanto são realizadas as
reuniões com responsáveis bimestralmente onde são comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem
dos estudantes, onde se discute esse resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o
estudante alcance a meta planejada.
Embora ocorram momentos específicos de aferição da aprendizagem para planejamento de intervenções, a
avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas individuais e/ou grupais
que interferem no sucesso escolar.
Nesse sentido todo trabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios, definidos
no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a participação de todos
os segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da instituição com fins de
intervenção.
O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível
entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe acontece
bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA, Sala de
Recursos), professores de Educação Física, coordenação pedagógica. A ausência de espaço-tempo e o zelo para
com os dias letivos previstos não permite que o Conselho de Classe seja realizado com a participação de ambos os
turnos, o que seria ideal. Assim, cada conselho é realizado no turno contrário à regência do professor, sendo
divididos em Conselho do BIA e dos 4°e 5°anos. Os 4°e 5°anos realizam dois conselhos participativos por ano,
intercalados, com a participação de todos os alunos e pais/responsáveis. Viabilizar a participação dos
pais/responsáveis em todos os conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados colhidos
no conselho são registrados em ficha própria da Secretaria de Educação e em portfólio das turmas aos cuidados da
coordenação pedagógica. As observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e retomadas
posteriormente para providências. A escola acredita assim encampar a orientação de proceder uma avaliação
formativa, sendo essa entendida como aquela realizada com fins de intervenção.
Conselho de Classe Participativo
Todos os segmentos e setores da escola são avaliados durante o Conselho de Classe, no entanto esse não
é o único momento em que tal avaliação acontece.
As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas semanais
constituem –se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as fragilidades
identificadas sofrem intervenção imediata. A recepção da escola conta com um instrumento permanente de avaliação
para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são repassadas aos setores
responsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados através dos diversos
instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são tabulados e apresentados
à comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento a comunidade é ouvida e suas
dúvidas, sugestões e/ou críticas são debatidas coletivamente. Os dados da Avaliação Institucional têm sido
amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem disponíveis em versão impressa para toda
comunidade.
Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional
Os resultados das avaliações de larga escala tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de
estudo em coordenações coletivas. Observa-se, no entanto, a necessidade de trabalhar junto à comunidade escolar
a compreensão dos dados divulgados, a fim de que seja superada a noção de ranqueamento entre as unidades
escolares.
A avaliação diagnóstica denominada Aula Entrevista (um conjunto de tarefas realizadas individualmente com
o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no processo
de alfabetização e na pós-alfabetização) é utilizada na escola sempre que sua necessidade é identificada o que não
inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos.
Não nos cabe aqui, falar sobre os passos e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma
obra específica, até então denominada Aula Entrevista, Geempa, Esther Pillar Grossi. Também não nos cabe teorizar
sobre ela, porque tem sido, ao longo dos últimos anos, objeto de estudos em teses acadêmicas.
A Aula Entrevista sugere uma intimidade necessária para o estabelecimento de vínculo afetivo dando
abertura para o conhecimento que se pretende construir.
No que diz respeito à avaliação diagnóstica dos esquemas de pensamento no processo de alfabetização,
cabe ressaltar que cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de critérios científicos
rigorosos e cada uma corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e conceituado pelas crianças.
Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou
aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo
professor são retomados para compor uma avaliação contínua.
O corpo docente da Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao
conteúdo que tem sido desenvolvido na e pela escola. Uma atividade cujo objetivo prioritário é a criação do hábito de
estudo; momento em que o aluno tem a oportunidade de sistematizar o que foi aprendido e perceber quais
estratégias de meta-aprendizagens são úteis para fortalecer sua autonomia como estudante. Significativa parcela
dos pais/responsáveis declarou não ter dificuldade alguma em acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos e
elencaram o dever de casa como uma das estratégias utilizadas para realizar esse acompanhamento. Aproximar o
cotidiano escolar do contexto familiar constitui-se outro ganho para uma escola que objetiva o protagonismo dos
pais/responsáveis na educação dos filhos A frequência semanal das tarefas de casa varia de acordo com a idade da
criança, aumentando gradativamente do primeiro para o quinto ano. Está claro que as atividades de casa devem ser
retomadas pelo professor e corrigidas (quando for o caso) em sala de aula, pois assim obtém-se um retorno das
habilidades desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a responsabilidade dos pais nesse momento
limita-se a monitorar a realização desse dever de casa, estabelecendo uma rotina para sua realização com local
adequado. A função do responsável pode estender-se para alguma orientação específica ou enriquecimento da
atividade caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no entanto, não substitui a ação especializada
e planejada de ensino do professor. É responsabilidade do professor fornecer ao aluno todo esclarecimento para a
realização do dever de casa, indicando roteiro, bibliografia para pesquisa e sites na internet, quando necessário. É
responsabilidade do aluno comprometer-se com a realização do dever de casa, mobilizando todo seu conhecimento
e habilidades já adquiridas.
Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos conteúdos
e os objetivos a alcançar. Os professores têm autonomia para decidir seus critérios de avaliação dentro da legalidade
e dos pressupostos teóricos definida pelas Diretrizes de Avaliação Educacional, triênio 2014/2016. Os responsáveis,
bem como os estudantes, devem ser esclarecidos acerca dos instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação
adotados pelo professor. A Escola Classe 10 zela pela manutenção de múltiplos instrumentos de avaliação, uma vez
que a avaliação não deve se restringir apenas ao aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da
aprendizagem, de forma a evidenciar o desenvolvimento de diferentes competências, exigidas por cada um deles. Os
instrumentos utilizados pela EC10 estão contemplados nas Diretrizes de Avaliação Educacional / 2014/2016: provas,
portfólios, registros reflexivos, pesquisas, trabalhos em grupos, trabalhos individuais, A auto avaliação é conduzida
na perspectiva formativa. Ou seja, o educando é levado a refletir acerca do desempenho obtido e o que poderia ter
auxiliado em um desempenho superior.
A recuperação ocorre de forma paralela ao longo do processo sempre que o objetivo não for alcançado ou
outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a detecção de
sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades diversificadas, reforço
escolar, projeto interventivo, e outros.
O desempenho do aluno é registrado em ficha própria, bimestralmente, conforme orientação da SEEDF e
socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem trabalhados,
com vistas a um melhor rendimento. Os projetos de apoio à aprendizagem, aqui descritos, são exemplos de
recuperação processual adotados pela instituição.
Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de classe do professor e no relatório de avaliação
(RAV), sendo comunicados aos pais e alunos, mediante instrumento próprio, em reuniões, ao término de cada
período escolar.
As reuniões de pais/ responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para
socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os responsáveis
que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou telefone. Na
ocasião os pais são esclarecidos acerca da necessidade de seu acompanhamento na vida escolar do filho. Tal
estratégia tem apresentado resultados positivos. A escola encontra-se preparada para, em caso de necessidade,
acionar outras instâncias de amparo à criança como Conselho Tutelar e Ministério Público.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Currículo em Movimento adota uma teoria do currículo objetivando “definir intencionalidade formativa,
expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e
orientar a organização das práticas da e na escola”. Dessa forma, a teoria que fundamenta o currículo da SEEDF é a
Teoria Crítica que tem como pressupostos “a desconfiança do que é natural, o questionamento à hegemonia do
conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da não neutralidade do
currículo e do conhecimento, a busca da racionalidade emancipatória x racionalidade instrumental, a busca do
compromisso ético ligando valores universais aos processos de transformação social”. A Teoria pós-critica do
currículo aparece também fundamentando o currículo quando além de ensinar a tolerância e o respeito, provoca
análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas.
O Currículo em Movimento propõe uma maior integração entre os níveis do Ensino Fundamental e uma
proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais
(Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a
Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do currículo
é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as aprendizagens e
fortalecendo a participação cidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização, transversalidade,
diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada. Nessa perspectiva,
todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e curriculares.
Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares
Ainda de acordo com o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, os conteúdos são
organizados em torno de temas/ ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade, cidadania
e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os componentes
curriculares.
Conforme explicitado ao longo do presente documento, a Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve os
eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto Político Pedagógico, atrelado aos
conteúdos curriculares, partindo das necessidades diagnosticadas, dos projetos institucionais ou dos projetos de
interesse das crianças
Possibilidade de articulação curricular
Concepção da articulação tema x eixos x conteúdos curriculares
O trabalho curricular da escola não se encontra estruturado em torno de datas comemorativas. Ao analisar
as intencionalidades pedagógicas que sustentam um trabalho assim estruturado, o corpo docente percebe o forte
apelo consumista bem como as poucas oportunidades de questionar e debater os conceitos postos e assimilados
pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à proposta apresentada pela
Secretaria de Educação que abraça as teorias crítica e pós-crítica como pressupostos teóricos do currículo.
Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em seu
interior, a EC10 não se furta de abordar temáticas de interesse dos alunos e da comunidade, mesmo quando de teor
comemorativo. Esse trabalho busca afirmar e legitimar o pertencimento cultural da criança e de sua família. Com o
cuidado de não estimular o caráter consumista de certas datas, preservando o aspecto afetivo e cultural de outras,
dosando com o aspecto crítico, ao longo do ano aparecem no trabalho escolar: os dias dos pais, das mães, a festa
junina, a celebração da páscoa e o auto de natal. Esclarecemos que o trabalho com tais eventos está justificado nos
projetos específicos, anexos.
Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se
necessário destacar a Educação para a Diversidade como eixo transversal, onde mais do que apenas “reconhecer as
diferenças”, é necessário também refletir sobre elas: “as relações e os direitos de todos”. É um eixo que requer
formação continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e interdisciplinar. Para
tanto, considera-se os valores culturais do aprendente e de sua família.
O aluno, protagonista do ato de aprender, deve ser estimulado em todos os momentos a questionar,
manifestar ideias, dúvidas e opiniões, enunciar conceitos e descobertas, fazer associações, pesquisar, concluir, entre
outras atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o
fortalecimento da autonomia e da solidariedade.
As equipes docente e técnico-pedagógica devem ter a sensibilidade de integrar conhecimentos, linguagens e
afetos, considerando as experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de
identidade, valores, experiências e modos de vida próprios, que devem ser considerados e discutidos de forma
crítica, construtiva e solidária.
A organização curricular da EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas,
semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver habilidades
específicas para que o aluno possa produzir conhecimento a partir dessas tecnologias: necessidade nascida do eixo
Educação em e para os Direitos Humanos.
Desde 2015 a instituição vem tentando desenvolver um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da
matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das
aprendizagens dos estudantes e dos professores. Sendo assim, houve um investimento na formação profissional in
loco com temas relacionados ao trabalho com a matemática nos anos iniciais.
No entanto, em 2016 houve uma mudança no quadro de funcionários (docentes) implicando na retomada
das discussões já iniciadas em 2015. Sobre esse aspecto é que são listadas as ações desenvolvidas no presente
ano até o mês de Junho e consequentemente algumas perspectivas para o restante do ano.
Apesar de os índices das avaliações externas indicarem que a escola tem alcançado os níveis previstos
(meta) em mais de 90% é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantando e
implementando projetos, estratégias e análises críticas das aprendizagens dos estudantes, ainda são um desafio.
Mesmo porque o próprio trabalho com todos os Blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando o
correm nem sempre articulados com outras áreas do conhecimento.
Para avançar nas discussões desta área opta-se, didaticamente e como intervenção pedagógica da
coordenação institucional, por partir dos dados avaliativos apontados pelos próprios professores e posteriormente
cruzá-los com os dados das avaliações externas e o currículo da Secretaria de Educação do DF. Isso para que
possa-se pensar em quais ações de formação no interior da escola seriam adequadas ou não.
Situações de aprendizagem e do ensino da linguagem matemática na Escola Classe 10
1. Implementação de diagnóstico inicial que contemplassem as aprendizagens em matemática e não apenas
as aprendizagens em Língua Portuguesa, como era de costume na escola. Sabe-se que o levantamento
ainda é restrito e focou apenas na área de números, operações e resoluções de problemas.
2. Mapeamento dos conhecimentos dos estudantes, por turma, para planejamento das atividades didáticas.
3. Conversas com os professores no momento dos planejamentos das aulas, por ano, sobre tipos de atividades
a serem desenvolvidas em sala a partir das necessidades de cada turma. Nesses encontros, foram
sugeridas atividades diferenciadas para os Blocos da matemática, apresentados no currículo.
4. Acompanhamento de algumas atividades de matemática (jogos, registro, análise de gráficos, desafios
lógicomatemáticos, resolução de problemas matemáticos com socialização de estratégias dos estudantes...)
que foram desenvolvidas em sala de aula.
5. Estudos no dia das coletivas (quarta-feiras), a partir dos levantamentos feitos nos pré-conselhos e nos
conselhos de classe sobre as necessidades de intervenções no campo da matemática. Seguem alguns
temas dos estudos:
 Compreensão de estratégias didáticas para a construção do conhecimento a respeito da estrutura de
números naturais, por meio de atividades e jogos de agrupamentos e trocas.
 Estudo sobre estratégias didáticas básicas para o desenvolvimento do pensamento do matemático
em sala de aula.
 Estudo sobre estratégias didáticas básicas para a construção do número decimal e do número
fracionário.
6. Listagem de metas de aprendizagem, por bimestre, na área e por ano.
7. Existem Projetos específicos e/ou sequências didáticas ocorrendo em diferentes turmas, mas ainda não
são todas.:
• 3º ano matutino:
 “Desafio do Pote” – Envolve estimativa, representações sobre volume e
contagem/quantificação, registro numérico etc.
 Resolução de problemas matemáticos com diferentes ideias, priorizando a socialização e
reflexão sobre as estratégias utilizadas pelos estudantes.
 Mercadinho – envolvendo o Sistema Monetário Brasileiro e reconhecimento das notas e
moedas e, consequentemente, seus valores.
• Todo o 3ºano realizando atividades e jogos envolvendo agrupamentos e desagrupamento simples e
complexo.
• 1º ano :
 Projeto “Contando e colecionando Tampinhas” – Desencadeia várias estratégias para a
quantificação e cardinalidade, além de proporcionarem situações para serem explorados os
conceitos estruturantes ( Classificação, ordenação, inclusão, seriação, correspondência um
a um e um para muitos, zoneamento, sobrecontagem etc).
 Projeto cofrinho – envolvendo a noção de valores e o reconhecimento das moedas e notas
do nosso sistema monetário.
 Registros em tabelas e gráficos de barras de quantidades que se referem a dados
extraídos de situações reais. Análises coletivas dos dados.
• 4º anos – Estudo da estrutura dos números decimais com jogos (Tapetinho e fichas escalonadas).
• 5º anos - Iniciam o estudo dos decimais apoiados nas frações décimos, centésimos e milésimos.
Articulados às unidades de medidas. Há também o uso de jogos com fichas escalonadas.
• Os próximos estudos serão a respeito :
 Da didática na resolução de problemas e o trabalho com os fatos fundamentais
 Medidas: de comprimento, massa, volume e capacidade.
 Geometria: Tanto da orientação quanto dos espaços e das formas.
• Há reagrupamentos voltados para as aprendizagens matemáticas e, bem como várias ações de
reforço escolar.
Potencialidades e fragilidades
• Aumento das quantidades de situações em salas de aula em que ocorrem estudos e reflexões sobre o
trabalho com a matemática.
• Todo o grupo precisa de muitos estudos coletivos para fortalecer suas ideias sobre como realizar as
intervenções de modo que favoreçam a construção de conceitos matemáticos pelos estudantes.
• Possibilitar melhor articulação entre a matemática e as outras áreas do conhecimento para a construção
de projetos e sequências didáticas.
• Construção de um diálogo coletivo entre os professores para ampliarem as possibilidades de apoiarem
as estratégias reais dos estudantes nas resolução de problemas.
O Ensino Fundamental de 9 anos da Escola Classe 10 de Taguatinga destina-se à formação de crianças e
pré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização, projetos
de vida e exercício consciente da cidadania plena.
A Matriz Curricular para o Ensino Fundamental – anos iniciais, no Distrito Federal, prevê:
Matriz Curricular prevista
47
Escola Classe 10 de Taguatinga
Avaliação para as aprendizagens – 1º ano
(diagnóstico-registro-análise-planejamento)
1º bimestre
COMPONENETE
CURRICULAR
CONTEÚDOS AVALIAÇÕES
LínguaPortuguesa
Leitura Produção escrita e oral
*•Textos: verbal (escrita), não verbal (imagem) e multimodal
(escrita e imagem), concretizados em diversos gêneros, em diferentes suportes;
•Nome próprio e de colegas: leitura e escrita, ordem alfabética, uso de letra
maiúscula.
•Leitura e escrita de listas diversas de acordo com alguns critérios: ordem
alfabética, semântica e outros.
Cantigas de roda, parlenda
• Símbolos: identificação e diferenciação (letras,números, figuras, etc).
• Alfabeto: topologia de letras, tipos de letras (maiúsculo e minúsculo), ordem
alfabética, identificação de consoantes e vogais
• Letras iniciais de palavras significativas – percepção do som
• Relação de letras, palavras e imagens
• Análise de palavras signficativas quanto a número de letras, silabas orais,
letras inicial e final
• Classificação de palavras que começam e terminam com a mesma letra
• Exploração de sons iniciais (aliteração) e finais (rimas) das palavras
• Segmentação (divisão) oral da palavra em sílabas
• Identificação do som da sílaba na palavra
• Relação entre grafema (letra) e fonema (som) – na leitura e escrita de palavras
e textos
Literatura
*Livros e obras infantis: escuta e manuseio.
• Avaliação contínua das aprendizagens
conquistadas por meio das atividades
realizadas ao longo do bimestre e do teste da
psicogênese.
• Autoavaliação.
• Desenvolvimento durante a participação nos
jogos e brincadeiras.
• Início da organização do portifólio.
• Zelo e responsabilidade com materiais (Livros
didático/cadernos e outros).
• Desenvolvimento da tarefas de casa.
• Assiduidade/pontualidade.
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Matemática Estrutura lógicas (processos mentais)
• Conservação, correspondência, classificação, sequenciação,
seriação,Ordenação e inclusão.
Números e operações
•Função do número.
Sistema de Numeração decimal (Números de 0 a 20)
•Quantificação de coleções;
•Correspondência biunívoca;
•Sequência oral numérica;
•Zoneamento;
•Relação entre: quantidade/quantidade, quantidade/símbolo;
símbolo/quantidade;
•Formação de grupos (10 unidades=dezena)
•Registro pictórico, orais ou escritos e experiências matemáticas vivenciadas a
partir de situações problemas envolvendo adição e subtração.
•Registro, leitura numérica de quantidades menores que uma centena.
Grandezas e Medidas
• Medida de tempo (antes, durante, depois) dia da , semana, mês e ano através
da utilização diária do calendário (rotina)
• Utilização das partes do corpo como unidade de medida.
Espaço e forma
• Noção de lateralidade, posicionamento e comparações: acima de/ abaixo de, à
direita e/ à esquerda de, em frente de / atrás de, no meio de, diante de , em
torno de (ao redor de), dentro/fora, antes de/ depois de, ao lado de, entre,
horizontal/ vertical, menor que/ maior que, igual a/ superior a.
• Sentidos: para baixo/ para cima, por baixo/por cima, para dentro/para fora,
para trás/para frente, por detrás/ pela frente, através de, para a direita/para a
esquerda, horizontal/vertical
Tratamento da informação
• Organização de tabelas e gráficos referentes: meses de aniversário dos
estudantes, suas preferências (brinquedos e brincadeiras, frutas, cores e
outros)
• Avaliação contínua das aprendizagens
conquistadas por meio das atividades
realizadas ao longo do bimestre.
• Autoavaliação
• Desenvolvimento durante a participação
nos jogos e brincadeiras.
• Assiduidade/pontualidade.
49
CiênciasHumanasHistóriaeGeografia Eu
- nome, sobrenome;
- documentos pessoais: certidão de nascimento, cartão de vacina e outros.
Registro da história pessoal: - gráficos (fotos, imagens, desenhos), auto-
retrato, preferências, desejos.
Minhas características:
- semelhanças e diferenças em relação ao outro.
- Interesses e brincadeiras preferidas (Gráficos/tabelas).
Espaço da casa:
- Minha casa, meu endereço, meu telefone.
- Espaço da sala de aula: a posição de objetos e estudantes (frente, atrás, em
cima, embaixo, dimensões – altura, comprimento e largura).
- Espaço da escola: sala de aula, espaços brincantes, sala de leitura e demais
dependências.
• Avaliação contínua das aprendizagens
conquistadas por meio das atividades
realizadas ao longo do bimestre.
• Autoavaliação
• Desenvolvimento durante a participação nos
jogos e brincadeiras.
• Assiduidade/pontualidade.
CiênciasNaturais
Meu corpo:
- Identificação das partes e noções básicas das funções do corpo
humano.
- Cuidado com o corpo.
- Higiene (crescer com saúde).
- Alimentação saudável (cuido de mim).
50
EducaçãoArtística Música:
- Sons corporais ambientais e silêncio.
- Noções de ritmo, melodia e harmonia.
- Dramatização e sonorização de histórias.
Plástica e Cênica:
--Elementos básicos: ponto, plano, textura, formas, volume, luz e
linha.
--Observar quais linhas são utilizada para escrever as letras do
alfabeto: A (duas linhas na diagonal e um linha na horizontal; E uma
linha na vertical e três na horizontal);
- Auto-retrato
- Criação livre de desenhos, pintura, colagem, esculturas,
modelagem e construção.
- Cores primárias e secundárias
Educaçãoem
Movimento
EnsinoReligioso
Alteridade
Autopercepção e relacionamento com o outro.
Convívio escolar: respeito, justiça, solidariedade no ambiente
escolar.
Avaliação contínua das atividades
realizadas ao longo do bimestre
51
Escola Classe 10 de Taguatinga
Avaliação para as aprendizagens - 2º ano
(diagnóstico-registro-análise-planejamento)
Componente
Curricular
Conteúdos Avaliações
LínguaPortuguesa
• Regras para escuta e fala;
• Opiniões e comentários, recados orais e, contação de histórias.
• Alfabeto (Maiúsculo e minúsculo), ordem alfabética e
identificação de consoantes e vogais.
• Observação direta do desenvolvimento e da
participação dos estudantes nas atividades.
• Atividades aplicadas
• Teste da psicogênese
Matemática
• Funções do número; quantidade de elementos; sequência escrita e
oral numérica; Zoneamento ( separação entre os contados e os a
contar); relação entre quantidade, bem como símbolos e
quantidades.
• Observação direta do desenvolvimento e da
participação dos estudantes nas atividades.
•Atividades aplicadas
CiênciasHumanasHistóriaeGeografia
• Eu: Nome/ Sobrenome
• Sequência do dia-a-dia, acontecimentos importantes.
• Paisagens na escola
• Observação direta do desenvolvimento e da
participação dos estudantes nas atividades.
•Atividades aplicadas
•Desenhos
52
CiênciasNaturais
• Ocorrências dos dias, da noites e do ano.
Educação
Artística
• Autorretrato e releituras
• Criação livre de desenhos
Ensino
Religioso
• Grupos sociais: Família • Desenho
• Desenvolvimento da oralidade
• Observação direta do desenvolvimento
e da participação dos estudantes nas
atividades.
•Atividades aplicadas
Desenhos
53
Escola Classe 10 deTaguatinga
Avaliação para as aprendizagens -3º ano
(diagnóstico-registro-análise-planejamento)
1º bimestre
Componente
Curricular
Conteúdo Avaliações
LínguaPortuguesa
• Alfabeto (Maiúsculo e minúsculo)
• Textos narrativos
• Separação silábica
• Substantivo próprio e comum
• Teste da psicogênese – Diagnóstico inicial.
• Produção textual
• Confecção de cartazes
• Ditado interativo
• Autoavaliação
• Interpretação de texto
Matemática
• Sistema de numeração decimal
• Adição e subtração com agrupamento e desagrupamento
• Situações-problema
• Sequência numérica atécentena
• Avaliação diagnóstica
• Resolução de problemas
CiênciashumanasHistóriaeGeografia
• Localização espacial (dentro/fora; esquerda/direita)
• Espaço no mundo: Sujeito na sala de aula,na escola, no bairro, na cidade, no estado, na região, no Brasil
e no mundo.
• Documentos históricos e pessoais
• Relações sociais
• Jogos
• Brincadeiras
• Desenhos
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CiênciasNaturais
• Ocorrências do di, da noite, do ano e suas estações.
• Orientação espacial por meio de órgãos sensoriais eda ludicidade
• Nascente e poente: Diferentes posições do sol
• Higiene/doenças contagiosas e epidemias
• Saneamento básico
• Jogos
• Brincadeiras
• Desenhos
Educação
Artística
• Autorretrato
• Músicas
• Expressão corporal e por meio de desenhos
Educaçãoem
Movimento
• Esquema corporal
• Orientação espaço /temporal
• Regras de convivência social e escolar
• Jogoscom regras
• Ritmo e expressividade corporal
• Participação nas aulas
Ensino
Religioso
• Valores
• Simbolismo religioso ( Páscoa)
• Participação nas aulas
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CONTEÚDOS DO 1º BIMESTRE DO 4º ANO
ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA
Formas de Avaliação: Atividades de caderno, atividade para casa, pesquisa, avaliação escrita (bimestral), atividades em grupo e individual em sala.
HISTÓRIA E GEOGRAFIA
*O projeto Caixa Histórica é o articulador de
todo o trabalho durante o 1º bimestre.
LÍNGUA PORTUGUESA
PRODUÇÃO ESCRITA E ORAL E
CONHECIMENTOS LITERÁRIOS
CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS
• O estudante e o tempo: o tempo no cotidiano; fontes
históricas; tempo histórico e social.
• Estatuto da criança e do adolescente e declaração
universal dos direitos humanos.
• Saber utilizar procedimentos básicos de observação,
descrição, registro, comparação, análise e síntese na
coleta de tratamento da informação, seja por meio de
fontes escritas ou imagéticas.
• O Brasil no mundo.
• Nomes dos continentes
• O Brasil no continente americano.
• DF na região Centro-Oeste.
• Regiões administrativas do DF e Entorno
• Leitura de mapas (escala, legenda e a Rosa dos
ventos).
• Ideia de fronteira.
• Poema/poesia: Produção a partir de um texto de
em prosa/assunto significativo, por meio da
paródia ou autoria.
• Biografia dos autores e dos estudantes
• Relatos da própria história e experiências
vividas a partir de anotações prévias
• Gêneros que apresentam a narrativa em sua
organização interna
• Revisão textual
• Separação silábica
• Poema, Lendas, documentos de identificação,
biografia, obras de arte, autobiografia e texto
informativo.
• Leitura: textual, contextual, inferencial e
intertextual.
• Consulta ao dicionário
• Verbetes de enciclopédias
•Revisão do alfabeto maiúsculo e minúsculo;
•Substantivo próprio
•Pontuação: Importância e uso contextual.
•Ordem alfabética
•Substantivos
•Adjetivo
•Manuseio e uso de dicionários;
•Vocabulário: ampliação, significação,
sinônimos e antônimos inferir sentido a
partir da leitura e uso do dicionário.
•Letra maiúscula (substantivo próprio)
•Pronomes pessoais (reto e oblíquo)
•Modos de nasalização ( M e N no final de
sílabas; Uso do Til; m antes de P e B.
•Outros estudos ortográficos poderão surgir
durante os contextos das aulas.
56
• Suportes e portadores: criação de espaços para
publicação (mural, varal, caratzes, folhetos...)
• Recursos paralinguísticos (Gestos,
tonalidade da voz e expressão facial) na
interlocução.
• Sufixo “oso” (adjetivo) e “eiro” (leite+
leiteiro)
MATEMÁTICA
NÚMEROS E OPERAÇÕES GRANDEZAS E MEDIDAS ESPAÇO E FORMA
• Registro, leitura e escrita numérica de grandes quantidades;
• Decomposição numérica
• Forma polinomial (100+20+3=123)
• Relação de ordem dos números naturais e seu posicionamento na
reta numerada
• Situações problemas envolvendo todo as ideias de adição e
subtração com ênfase no agrupamento e desagrupamento de
unidades.
• Formulação, interpretação e organização dos dados para a
resolução se situações problema envolvendo as quatro
operações (adição, subtração) valorizando a socialização dos
diversos procedimentos de registros.
• Ordens e classes
• Uso da régua para margens e construção de tabelas.
• Uso da fita métrica.
• Planificações de cubos e paralelepípedos
• Composição, decomposição e representação de
figuras tridimensionais:
 Construção de sólidos;
 Embalagens.
• Composição de figuras geométricas planas e partir
de justaposição de outras.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
• Construção e interpretação de gráficos de coluna,
barras e produção de textos;
• Situações-problema envolvendo interpretação de
tabelas e gráficos.
CIÊNCIAS RELIGIÃO
57
MEIO AMBIENTE
• Tempo atmosférico (chuva, sol, calor, frio, umidade,
granizo, neve, neblina e geada).
• Tempo cronológico.
• Diferenciação entre tempo atmosférico e tempo
cronológico.
• Água
SER HUMANO E SAÚDE
• Identificação das partes do corpo
• Noções do sistema do corpo humano.
• Cuidados com o corpo.
ALTERIDADE
• Paz e justiça em diversos grupos sociais.
• Escuta sensível.
SIMBOLISMO RELIGIOSO
• Narrativas sagradas orais e escritas.
ARTES
PLÁSTICAS E CÊNICAS:
• Criação de desenhos, pinturas, construções e esculturas temáticas.
• Apreciação de artistas que utilizaram a cidade e temáticas sociais para elaboração de trabalho plástico.
• Elementos básicos da linguagem visual: relação entre ponto, linha, plano, cor, textura, forma, volume, luz, ritmo,
movimento, equilíbrio.
• Noções de plano, volume e espaço bi e tridimensional.
• Construções tridimensionais.
• Athos Bulcão.
• Desenho urbanístico de Lúcio Costa
• Espaços de informação e de comunicação artística/ cultural: museus ,mostras, exposições, galerias, oficinas,
pontos turísticos, e outros.
MÚSICA
• Sons corporais, ambientais e silêncio ( pausa)
• Estilos / gêneros musicais (música folclórica, popular,
erudita do Brasil, do mundo) e outros.
• Rock de Brasília: história de bandas e artistas que
surgiram na cidade de Brasília.
• Grupos musicais diversos e da cultura popular de
Brasília
Escola Classe 10 de Taguatinga
Avaliação para as aprendizagens - 5º ano
(diagnóstico-registro-análise-planejamento) – 1º bimestre
Componente
Curricular
Conteúdo Avaliações
58
LínguaPortuguesa
• Leitura e interpretação de diversos gêneros textuais: Biografia, autobiografia, receitas,
listas, contos e músicas;
• Oralidade;
• Alfabeto: Letras maiúsculas e minúsculas, fonemas e grafemas; Ordem alfabética;
• Uso do dicionário;
• Encontro vocálico, consonantal e dígrafo;
• Divisão silábica e classificação quanto ao número e tonicidade;
• Substantivo: Próprio, comum, primitivo, derivado e coletivo.
• Pontuação e entonação na leitura.
• *Avaliação será realizada
através de:
 Observações diárias –
Responsabilidade,
dedicação,
compromisso,
frequência e
participação.
 Avaliações escritas;
 Pesquisas;
 Trabalhos individuais e
em grupo.
Matemática
• Sistema de numeração decimal – Unidade de milhão;
• Ordens e classes - Composição, decomposição e escrita por extenso;
• Tabelas e gráficos;
• Situações problema envolvendo as quatro operações.
• Medidas de tempo.
59
*Observação: Estas opções
de avaliação serão
realizadas em todos os
componentes curriculares.
.
CiênciasHumanasHistóriaeGeografia
• História do aluno, da escola e da cidade;
• Fontes históricas;
• Colonização portuguesa.
• O planeta terra e os seus movimentos;
• Continentes e oceanos;
• América;
• Escala, planta, orientação, percurso e mapas.
CiênciasNaturais
• Sistema solar;
• Vivendo em equilíbrio com o planeta.
Educação
Artística
• História da arte;
• Experimentação (cores, texturas e materiais diversos)
• Biografia e obras de Vick Muniz.
60
Ensino
Religioso • Valores;
• Tradições religiosas.
Escola Classe 10 de Taguatinga
Avaliação para as aprendizagens - 1 º ano
(diagnóstico-registro-análise-planejamento)
Período entre 11 de maio a 28 de julho
Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa
Componente
Curricular
Conteúdo Avaliações
61
LínguaPortuguesa • Textos: verbal (escrita), não verbal (imagem) e multimodal
• Elementos que compõem a estrutura e a apresentação dos gêneros: receita, lista, bilhete e convite;
• Rótulos, embalagens, logomarcas e slogans:
• Produção textual por meio de diversos gêneros, preferencialmente em situações reais de uso
• Elementos que compõem a narrativa (presente em diversos gêneros): personagens (quem?),
lugar/espaço (onde?) e ações (o quê?)
• Ilustração (desenhos) de músicas e contos
• Produção textual coletivo por meio de diversos gêneros, preferencialmente em situações reais de uso
• Elementos que compõem a narrativa personagens (quem?), lugar/espaço (onde?) e ações (o quê?)
• Relatos de acontecimentos do cotidiano;
• Reconto de histórias por meio da oralidade e desenho;
• Diversos falares regionais
• Manuseio de suportes textuais: livros, revistas, jornal, gibi, folhetos, fôlder, encartes, cartazes,
cartão, panfletos, etc.
CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS
• Alfabeto: topologia de letras, tipos de letras (maiúsculo e minúsculo), ordem alfabética, identificação
de consoantes ( C – B –M – G – L ) e vogais
• Letras iniciais de palavras significativas – percepção do som
• Relação de letras, palavras e imagens.
• Análise de palavras signficativas quanto a número de letras, silabas orais, letras inicial e final
• Classificação de palavras que começam e terminam com a mesma letra
• Exploração de sons iniciais (aliteração) u finais (rimas) das palavras
• Segmentação (divisão) oral da palavra em sílabas
• Identificação do som da sílaba na palavra
• Relação entre grafema (letra) e fonema (som) – na leitura e escrita de palavras e textos
• Palavras novas a partir de outras, trocando letras e sílabas (PATO/MATO, GADO/DADO)
• Utilização da estrutura silábica CV para ler e escrever palavras e pequenos Textos
• Adjetivação oral
• Avaliação contínua das aprendizagens
conquistada por meio das atividades realizadas ao
longo do bimestre e do teste da psicogênese.
• Autoavaliação
• Desenvolvimento durante a participação nos
jogos e brincadeiras.
• Organização do portifólio.
• Zelo e responsabilidade com materiais (Livros
didáticos, cadernos e outros)
• Desenvolvimento das tarefas de casa.
• Assiduidade/pontualidade
62
CiênciasHumanasHistóriaeGeogafia • Documentos pessoais, certidão de nascimento, cartão de vacina, registros.
• Eu e a família: convivência familiar, valorização e respeito aos membros da família; história de vida
familiar.
• Vida em família: identificação dos membros da família (árvore genealógica), relações de parentesco,
normas e regras familiares.
• Preservação do ambiente e dos recursos naturais
• Localização, utilização reorganização e conservação
• Avaliação contínua das aprendizagens conquistada
por meio das atividades realizadas ao longo do
bimestre;
• Desenvolvimento durante a participação nos jogos e
brincadeiras.
• Autoavaliação
• Assiduidade/pontualidade
CiênciasNaturais
Ambiente
• Ocorrências do dia e da noite (diferenças e semelhanças entre dia e noite)
• Ações do homem no ambiente: ambientes naturais e ambientes construídos
• Água – importância, características e usos sustentável
• Animais e plantas: classificação e características
• Higiene
• Alimentação saudável
Educação
Artística
• Manifestações folclóricas e populares (Festa junina)
• Cores primárias e secundárias
• Dramatização de histórias, elementos teatrais, visuais e sonoros.
• Expressividade corporal em movimentos socioculturais (dança )
Educaçãoem
Movimento
• Dominância Lateral
• Habilidades Locomotoras, manipulativos e combinados
• Circuitos especiais com combinação de habilidades (correr com saltos; andar e chutar; rastejar
com levantar).
Participação nas atividades e observação do
desenvolvimento psicomotor
63
Ensino
Religioso
• Alteridade
• Autopercepção e relacionamento com o outro
• Convívio escolar: respeito, justiça, solidariedade no ambiente escolar.
Avaliação contínua das atividades realizadas ao longo
do bimestre
Matemática
Estruturas lógicas ou processos mentais
-Conservação; Correspondência; Comparação; -Classificação; - Sequenciação; -Seriação;-Ordenação
e Inclusão.
Números e operações
• Funções do número:-
• Sistema de Numeração Decimal – quantificação e sequência. -Agrupamentos e desagrupamentos de
quantidades, unidade para dezena;
• Registros pictóricos, orais ou escritos e experiências matemáticas vivenciadas a partir de situações -
problema
• Adição e subtração (ações de juntar e acrescentar quantidades) e subtração(retirar, comparar e
completar);
• Sistema Monetário Brasileiro (reconhecimento de cédulas e moedas)
Grandezas e medidas
• Medida de Tempo:-Noções de tempo (antes, durante e depois; dia, semana, mês e ano; manhã, tarde
e noite).
Medidas não convencionais (palmos e passos)
• Avaliação contínua das aprendizagens
conquistada por meio das atividades realizadas ao
longo do bimestre;
• Desenvolvimento durante a participação nos
jogos e brincadeiras.
• Autoavaliação
• Assiduidade/pontualidade
64
Escola Classe 10 de Taguatinga
Avaliação para as aprendizagens - 2 º ano
(diagnóstico-registro-análise-planejamento)
Período entre 11 de maio a 28 de julho
Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa
Componente
Curricular
Conteúdo Avaliações
65
LínguaPortuguesa
• Leitura de imagens, gráficos, tabelas, desenhos;
• Produção textual por meio de diversos gêneros, preferencialmente em situações reais de uso;
• Gêneros que apresentam instrução/ injunção em sua organização interna: receitas, regras de jogos, manuais – leitura, compreensão
e produção;
• Convites e histórias em quadrinhos;
• Características físicas do personagem principal e do lugar, sequência de ações (começo, meio e fim) de narrativas;
• Leitura e produção oral e escrita de gêneros que apresentam a narrativa em sua organização interna: conto popular;
• Opiniões e comentários;
• Contação de histórias;
• Manuseio e Identificação de suportes / portadores: livros, gibi, faixas e placas;
• Escolha de suporte / portador mais apropriado para publicação do gênero produzido: mural e livro;
• Roda de conversa: regras para escuta, fala e manunteção do tema;
• Modos de falar: regionalismo;
• Alfabeto: topologia de letras, tipos de letras (maiúsculo e minúsculo), ordem alfabética, identificação de consoantes e vogais;
• Exploração de sons iniciais (aliteração) ou finais (rimas) das palavras;
• Relação entre grafema (letra) e fonema (som) – na leitura e escrita;
• Correspondências regulares diretas entre letras e fonemas em: P/B, T/ D, F/ V;
• Vocabulário - ampliação a partir da compreensão de significados contextualizados;
• Estruturas silábicas;
• Correspondências regulares contextuais entre letra ou grupo de letras e seus sons:
- C/QU (cadela/quilo);
- G/GU (garoto/guerra);
- J (com as vogais a, o u);
• Obras escritas que contenham coletâneas de origem oral e cantigas
• Observação direta do
desenvolvimento e da
participação dos estudantes nas
atividades.
• Atividades propostas.
• Teste da psicogênese.
• Prova escrita.
Avaliação da leitura oral.
CiênciasHumanasHistóriaeGeografia
- Sequência do dia a dia, acontecimentos importantes como aniversários, comemorações, fatos do ano que passou ou que está
vivendo.
• Linha do tempo, fases da vida (infância, juventude, velhice), datas significativas para a família (aniversários, comemorações)
- Evolução do tempo: a semana, os meses e o ano
• Reutilização de materiais: redução do consumo, reciclagem, reaproveitamento
• Paisagens da sua escola e locais próximos a sua residência
• Observação direta do
desenvolvimento e da
participação dos estudantes nas
atividades.
• Atividades propostas.
66
Ensino
Religioso • Valores como solidariedade, cooperação e fraternidade
• Respeito às diferenças culturais e religiosas nos diversos ambientes
• Observação direta do
desenvolvimento e da
participação dos estudantes
nas atividades.
CiênciasNaturais
• Ocorrências do dia, da noite e do ano
• Posições do Sol durante o dia e suas relações com as sombras
• Informações sobre a duração do dia em diferentes épocas do ano
• O movimento do Sol em relação ao horizonte e à projeção das sombras
• Cuidados com o corpo: higiene e alimentação saudável.
Apropriação das funções dos órgãos sensoriais a partir da percepção do ambiente, da orientação espacial e da ludicidade.
- Observação direta do
desenvolvimento e da participação
dos estudantes nas atividades.
-Atividades propostas.
EducaçãoArtística
- Observação das cores presentes na natureza em diferentes épocas do ano, com enfoque no Sol;
-Expressividade corporal em movimentos socioculturais (quadrilha) e outros do contexto.
- Interpretação de personagens de narrativas e textos infantis, histórias em quadrinho, filmes, desenhos animados e programas
infantis de TV.
- Estilos / gênero musical (regionais).
- Técnicas artísticas variadas com instrumentos e materiais diversificados.
- Noções de ritmo, melodia e harmonia.
- Confecção de instrumentos com elementos da natureza.
- Observação direta do
desenvolvimento e da participação
dos estudantes nas atividades.
-Atividades propostas.
Educaçãoem
Movimento
• Dominância Lateral
• Habilidades Locomotoras, manipulativos e combinados
• Circuitos especiais com combinação de habilidades (correr com saltos; andar e chutar; rastejar com levantar).
Participação nas atividades e
observação do desenvolvimento
psicomotor.
Matemática
- Indicador de posição: número ordinal;
- Quantificação de coleções ou eventos; Correspondência biunívoca; - Sequência oral numérica; - Zoneamento (os contados e a
contar);
- Conservação de quantidade: relação entre quantidade/quantidade, quantidade/símbolo, símbolo/quantidade;
- Agrupamentos e desagrupamentos de quantidades;
- Formação de grupos (grupos de 10 – unidade para dezena);
- Valor posicional dos números;
- Nomenclaturas: unidade e dezena;
-Comparações entre números: quem é o maior, quem é o menor, quem está entre par e numérica;
• Fatos fundamentais da adição e subtração em situações significativas que desenvolvam o cálculo mental.
• Adição (ações de juntar e acrescentar quantidades)
• Subtração (ações de retirar e comparar e completar quantidades
• Multiplicação (ações de agrupar parcelas iguais, combinações, proporcionalidade e disposição retangular)
- Observação direta do
desenvolvimento e da participação
dos estudantes nas atividades.
-Atividades propostas.
- Prova escrita.
67
*• Medida de tempo: Noções de tempo (ontem, hoje, amanhã; dia, semana, mês e ano; manhã, tarde e noite) através da utilização
diária do calendário (rotina).
-Tempo escolar: bimestre, semestre, rotina escolar
-Registro, relato e socialização de orientação e deslocamento no espaço
-Representação e localização de objetos e de pessoas;
• Noção de lateralidade, posicionamentos e comparações:-Acima de/abaixo de, em cima
de/em baixo de, à direita de/à esquerda de, em frente de/atrás de, no meio de, diante de, em torno de (ao redor de), dentro/fora, antes
de/depois de, ao lado de, entre, horizontal/vertical,
menor que/maior que, igual a/inferior a/superior a;
• Registro de forma variada da coleta de informações em situações de pesquisa, jogos e brincadeiras
• Organização dos registros das informações:
-Tabelas simples; -Gráficos de coluna; -Construção de tabelas
• Leitura, interpretação e análise de tabelas simples.
• Leitura, interpretação e análise de gráficos de colunas.
• Decodificação de sinalizações, placas e códigos mais significativos do contexto sociocultural.
Escola Classe 10 de Taguatinga
Avaliação para as aprendizagens - 3º anos
2º Bimestre - 11 de maio a 28 de julho
Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa
Componente
Curricular
Conteúdo Avaliações
68
LínguaPortuguesa
Gênero Previsto para o bimestre: Diário, receita, convite, história em quadrinho, conto de
aventura, lendas, cartazes, entrevista, canção e cardápio.
- Leitura e interpretação de texto.
- Alfabeto: maiúsculo e minúsculo, ordem alfabética, identificação de consoantes e vogais;
- Substantivo: masculino/feminino, aumentativo/diminutivo, singular/ plural
- Tipos de frase/Pontuação: dois pontos, travessão, interrogação, exclamação, vírgula e ponto
final.
- Ortografia: R, X/CH, G/J, AÕ, LI/LH Dígrafos, A/AI, E/EI/ O/OU, L/U.
- Leitura e escrita de palavras, frases e texto.
- Produção textual por meio dos gêneros trabalhados no bimestre;
• Participação e execução das atividades propostas em sala e
Para Casa;
• Organização do livro e caderno;
• Ditado de palavras, frases e textos;
• Tarefas de casa
• Atividades revisão do bimestre
• Teste bimestral
• Produção Textual
• Auto avaliação
Matemática
Sistema de numeração decimal:
- Números de 0 a 1.000
- Agrupamento e desagrupamento
- Contagem 2 em 2, 3 em 3, 5 em 5, 10 em 10, 100 em 100.
Comparação entre números: Ordem crescente e decrescente;- Sucessor e antecessor; Números
pares e ímpares; Valor posicional
- Leitura e interpretação de tabela e gráfico
- Medidas de tempo – relógio
- Medidas de comprimento
- Adição com reagrupamento (ação de juntar e acrescentar quantidades)
- Subtração com desagrupamento (ação de retirar, comparar e completar quantidades)
- Sistema monetário
- Dobro e metade
- Multiplicação por um algarismo no multiplicador
- Números ordinais de 1º ao 20º
- Situação problema Interpretação
- Cálculo mental (fatos fundamentais da adição e subtração através de jogos)
• Participação e execução das atividades propostas em sala e
Para casa;
• Organização do livro e caderno;
• Tarefas de casa;
• Atividades revisão do bimestre
• Teste bimestral
• Atividade de cálculo mental (ditado)
• Autoavaliação
69
CiênciasHumanasHistóriaeGeografiaCiênciasNaturais
De onde vêm os alimentos?
• Campo e cidade produzem alimentos;
• A agricultura – A cobertura do solo
• A pecuária e o extrativismo
• A indústria
Representação e orientação
• Espaço no mundo: localização do sujeito na sala de aula, na escola, no bairro, na
cidade, no Estado, na Região, no Brasil, no mundo.
• Nascente e poente: diferentes posições do Sol;
• Ocorrências do dia, da noite, do ano e suas estações;
•A alimentação dos seres humanos; Cuidados com o corpo: Higiene
• Participação e execução das atividades propostas em
sala e Para casa;
• Organização do livro e caderno
• Autoavaliação
EducaçãoArtística
• Desenho de observação (paisagens, objetos, pessoas, etc.)
• Criação livre de desenhos, pinturas, colagem, esculturas, modelagem e construções;
• Expressão corporal e vocal através danças juninas;
• Interpretação de personagens de narrativas e textos infantis, de espetáculos teatrais,
histórias em quadrinho, filmes, propagandas, desenhos, animados e programas infantis
de TV
• Dramatização de histórias
• Pesquisa de elementos encontrados na natureza e produzidas pelo homem
• Arte como manifestação da cultura e identidade de um povo
• Brinquedos cantados e jogos folclóricos
• Autoavaliação
• Participação na organização e execução na festa junina;
EducaçãoComMovimento
Dominância lateral
Habilidade locomotora, manipulativos e combinados.
Circuitos especiais com combinação de habilidades (correr com saltar; andar e chutar,
rastejar com levantar);
70
EnsinoReligioso
Alteridade
Auto percepção e relacionamento com o outro;
Admiração e contemplação da natureza como ação transformação de si mesmo e do
meio em que vive;
• Participação nas atividades propostas
• Autoavaliação
Escola Classe 10 deTaguatinga
Avaliação para as aprendizagens – 4º ano
(diagnóstico-registro-análise-planejamento)
Período entre 11 de maio a 28 de julho
Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa
Componente Curricular Conteúdo Avaliações
71
LínguaPortuguesa
• Gêneros que apresentam a NARRATIVA em sua organização interna: fábulas tradicionais e modernas; contos de suspense; conto
popular; lendas, mitos e crônica – análise de mecanismos de coesão e coerência, reconto oral e produção escrita.
• Análise e percepção de elementos da narrativa, presentes em diferentes gêneros: foco narrativo; características físicas e psicológicas
(teimoso, corajoso, etc.) do personagem principal; identificação de personagens secundários; caracterização de lugar (onde) e o tempo
(quando). Se possível, enredo (desenvolvimento do conflito, clímax e desfecho), discurso direto e indireto.
• Transcrição de diálogos sob a forma de texto narrativo usando pontuação
• Consulta a dicionário: estudo de verbete do dicionário como gênero e formas de uso
• Verbete de enciclopédia: instrumentalizar o uso
• Reportagens e suplemento infantil de grandes jornais: leitura e estudo de reportagem levando em conta o tipo de leitor;
• Notícia: escrita de texto de autoria a partir de pesquisa de dados e organização
• Sinopse (de livros ou filmes): produção após assistir um filme ou ler um livro
• Revisão e reescrita de textos produzidos, considerando um ou mais aspectos: pontuação, paragrafação, ortografia, concordância
nominal e verbal, coerência e coesão, características do gênero produzido, etc.
• Recursos paralinguísticos (gestos,tonalidade de voz e expressão facial), de acordo com e objetivos do ato de interlocução.
• Debates: espontâneo, temático, intencional e planejado (escuta organizada e apresentação de argumentos, opiniões e comentários)
• Declamação e dramatização: expressões orais e corporais
• Acentuação de palavras conhecidas.
• Classificação quanto a tonicidade (oxítona, paroxítona e proparoxítona), com foco em acentuação de palavras conhecidas,
destacando a frequência de
paroxítonas na língua portuguesa
• Concordância nominal em situações contextuais: relações de gênero e número necessárias para aperfeiçoamento do texto. Pronomes
pessoais (reto, oblíquo) – uso do pronome no texto, realçando seus efeitos na coesão.
• Pontuação: importância e uso contextual; pontuação do diálogo
• Redução de ditongos (poço/pouco; pexe/peixe)
Atividades diárias
Prova no bimestre
Pesquisa
Produção de texto
CiênciasHumanasHistóriaeGeografia
• Regiões Administrativas e Entorno
• Distrito Federal na região Centro – Oeste
• Realidade das diferentes comunidades (urbana, do campo, quilombolas, indígenas e outras)
• Ocupação desordenada do solo: condomínios e invasões, causas e consequência
• Necessidades básicas e a condição dos serviços prestados;
• Elementos naturais visíveis na sociedade e as modificações feitas pelo homem:
• Os pioneiros e construtores de Brasília – a influência de homens e mulheres na construção do DF (os candangos
• Contextos do DF.
• Antigas capitais, Missão Cruls, a história de JK, os idealizadores de Brasília (Lúcio Costa e Niemeyer)
Pesquisa
Trabalho em grupo
72
CiênciasNaturais
Identificação das partes do corpo humano
• Noções básicas sobre digestão, circulação, respiração, excreção, locomoção
• Noções dos sistemas do corpo humano:- Sistemas digestório, circulatório e respiratório- Sistema respiratório: trocas gasosas
(oxigênio x gás carbônico)
• Sistema locomotor, urinário, genital e endócrino
Avaliação
EducaçãoArtística
• Criação livre de desenhos, pinturas,
• Técnicas artísticas variadas com instrumentos e materiais diversificados
• Diferentes tipos e tamanhos de suporte para elaboração de trabalhos em arte
• Arte como manifestação da cultura e identidade de um povo.
• Manifestações folclóricas, populares
• Apreciação de obras artísticas em períodos e movimentos distintos
• Cenas corporais
• Expressividade corporal em movimentos socioculturais (frevo maracatu, quadrilha, samba, capoeira) e outros do contexto do estudante.
• Coreografias de danças folclóricas, populares e outros do contexto do estudante (produção, criação etc.).
• Espaços de informação e de comunicação artística / cultural:
 museus, mostras, exposições, galerias, oficinas, ateliês, pontos turísticos e outros.
Educaçãoem
Movimento
• Combinação de habilidades específicas
• Jogos pré-desportivos
• Desenvolvimento de atividades psicomotoras vivenciando a alfabetização e o raciocínio lógico matemático durante as aulas de
Educação Física
• Atividade especial na semana da Inclusão.
Participação nas
atividades e observação
do desenvolvimento
psicomotor.
EnsinoReligioso
• Percepção da diversas formas de manifestação do fenômeno religioso.
• Rituais e práticas religiosas elaboradas por diferentes grupos religiosos.
• Tradição religiosas e culturais da comunidade e do Distrito Fderal
73
Matemática
• Ampliação dos procedimentos operatórios de adição e subtração,dos Números Naturais para contextos
• Situações-problema envolvendo todas as ideias de adição e subtração com ênfase no agrupamento e desagrupamento de unidades.
• Conceitos da multiplicação em situações significativas: como adição de parcelas iguais, favorecendo a sistematização do algoritmo e
combinação associada à tabela de dupla entrada como em superfície (Exemplo: formar retângulo 3 x 4)
• Formulação, interpretação e organização dos dados para a resolução de SITUAÇÕES PROBLEMA envolvendo as 3 operações
(adição, subtração,multiplicação), valorizando a socialização dos diversos procedimentos e registros
• Calculo mental, cálculo aproximado, estimativa, , socialização de estratégias de conferência..
• Atividades lúdicas envolvendo os conceitos e operações matemáticas estudados.
• Sistematização dos algoritmos da multiplicação em situações significativas - explorando material concreto e a diversidade de
procedimentos e registros
• Formulação, interpretação e organização de dados para a resolução de situações-problema, envolvendo as operações (adição,
subtração, multiplicação), valorizando a socialização dos diversos modos de calcular.
 Identificação de semelhanças e diferenças (quanto a número de lados, ângulos e vértices) entre os polígonos: Triângulos.
Trabalhos
Prova
Resolução de problemas
Atividades diárias
74
Conteúdos -2º bimestre
5º ano (Matutino
PROCEDIMENTOS
AVALIATIVOS
Português
 Concordância- flexão quanto gênero, número e grau;
 Adjetivo/ locução adjetiva
 Artigo
 Pontuação ( dois pontos, ponto, vírgula, ponto de exclamação, ponto de interrogação, reticências, travessão);
 Leitura/ interpretação
 Crônica, poema, Texto informativo, peça teatral.
 Ortografia: palavras com consoantes mudas. A1- Atividade
Avaliativa disciplinar
A2- MULTI –
Atividade Avaliativa
Multidisciplinar
A3- Atividade
Avaliativa Formativa
– Portfólio+
Cadernos+ Ficha
Autoavaliativa
Matemática
 Sistema monetário ( educação financeira/consumismo)
 Noções de probabilidade;
 Frações simples;
 Estratégias e métodos;
 Área e perímetro;
 Tabelas e gráficos
 Medidas: comprimento (metro, milímetro, quilômetro) ; massa (quilograma, grama, tonelada); capacidade (litro, mililitro) ; tempo
(calendário);
Atenção: Os conteúdos serão trabalhados dentro de situações-problemas contextualizadas com ênfase no raciocínio lógico)
Geografia  O Brasil : estados, regiões, aspectos culturais, sociais, econômicos.
Capítulo 2 (páginas 44 até 74)
Ciências  Magnetismo e eletricidade (páginas: 50 até 92)
História  O Período colonial: produção açucareira
Capítulo 2: páginas 36 a 71
Artes  Ciclos e festejos- “frevendo”, “A Festa do Sertão”, “festa Junina” (página 336 até 365)- arte cênica: música, dança, teatro
Artes plásticas: confecção de cenários, figurino, instrumentos musicais.
75
PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
GESTÃO PEDAGÓGICA
Considerando todo o exposto anteriormente, todos os documentos legais aos quais se filiam a
presente proposta, considerando ainda a Portaria de distribuição de turmas / 2016 (onde se explicita os
tempos de regência e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10
segue as determinações legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo,
respeitando os tempos de formação continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar).
Ou seja, o planejamento do professor regente ocorre semanalmente, por ano, por turno.
Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, quando
os professores, acompanhados da coordenação pedagógica, reúnem-se, por ano, ambos os turnos. Mais do
que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de experiência entre os docentes e na
reflexão acerca dos instrumentos de avaliação a serem utilizados. Trata-se da articulação entre temas x
eixos x áreas curriculares x Projeto Político Pedagógico. Os resultados são registrados em fichas próprias,
todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da coordenação e demais profissionais.
A organização curricular por bimestres é disponibilizada aos responsáveis.
As Semanas Pedagógicas, no início do ano letivo e do semestre, também se configuram em
importantes momentos de planejamento: é retomado o PPP da instituição, são definidos os eventos,
levantadas as fragilidades e potencialidades...
Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos,
o planejamento realizado anteriormente pode ser revisto, ajustado...
As reuniões de pais e responsáveis são definidas no início do ano letivo, com base no calendário
escolar e na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto
por meio digital (blog) quanto por comunicado pessoal oral e escrito. São planejadas cinco reuniões com os
responsáveis, sendo a primeira o contato inicial com o professor e sua metodologia de trabalho. As demais
visam, principalmente, a divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente.
Participam de tais reuniões, os responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da
equipe diretiva e/ou pedagógica, desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O
Serviço de Orientação Educacional, bem como o profissional da Sala de Recursos e do EEAA, também
divide seu tempo a fim de participar das reuniões. Também é o momento em que os profissionais ligados à
Educação Integral e à Educação com Movimento estão à disposição dos pais e responsáveis.
Os momentos de coordenação pedagógica, seja ela coletiva e/ou individual constituem-se em
momentos abertos à avaliação da aprendizagem. Nesses momentos, sempre que identificadas fragilidades
76
ou experiências de sucesso, as mesmas são compartilhadas com o grupo. Entende-se que as intervenções
devam ser imediatas em casos de alunos cuja aprendizagem não correspondam às metas.
A EC10 assegura a aprendizagem de seus alunos através do diagnóstico, conhecendo onde cada
aluno se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar,
atividades diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação
Formativa e na possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os
professores são orientados a realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a
Aprendizagem sempre que julgar necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no
seu planejamento e atuação junto aos alunos. Os professores regentes de alunos inclusos têm garantido o
suporte do profissional especializado da Sala de Recursos para planejamento e atuação eficiente.
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS
Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar
a escola encampa os projetos de apoio à aprendizagem, a formação continuada bem como o planejamento
coletivo e individual. Além disso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em
função do fazer pedagógico.
A análise dos resultados da Avaliação Institucional e de Larga Escala são importantes aliados na
reflexão acerca das possibilidades de intervenção nos resultados apresentados pela escola. A aprendizagem
dos alunos é refletida diariamente no planejamento, na aplicação das atividades, no desempenho frente às
metas estabelecidas. É refletida ainda na execução do Conselho de Classe onde as perguntas o que o
aluno aprendeu, o que não aprendeu, o que deve ser feito para que ele aprenda devem ser respondidas.
77
O acompanhamento de frequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados
acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A
infrequência reincidente é encaminhada ao Conselho Tutelar, conforme legislação vigente. É meta da escola
zerar a reprovação por infrequência. Nesse quesito já tivemos a redução de dois terços das retenções.
GESTÃO PARTICIPATIVA
A Escola Classe 10 de Taguatinga, fiel às determinações da SEEDF, apresenta em sua composição
os órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido
pela instituição educacional.
A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente
Projeto Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidade
com as leis vigentes e documentos da Secretaria de Educação do Distrito Federal.
É meta da EC10 fortalecer a participação do Conselho Escolar nas decisões que lhe cabem
conforme a Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que
melhor se compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são
amplamente anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade
escolar, que não somente os conselheiros eleitos, são convidados a participarem das reuniões públicas, pois
mesmo sem direito a voto, têm direito a voz e o Conselho Escolar, através de seus membros, tem mais uma
oportunidade de conhecer os anseios e necessidades daqueles que efetivamente representa.
78
A Escola conta com um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas,
constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone,
comunicados, agenda, e-mail, murais e faixas.
A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos
documentos, procedimentos e direitos dos alunos e de seus responsáveis. O processo de construção do
Projeto Político Pedagógico tem sido amplamente divulgado por meio dos canais de comunicação da escola.
Da mesma forma, tem-se compartilhado os documentos oficiais da Secretaria de Educação em sua íntegra e
em sínteses no blog, após apresentação e estudo dos mesmos com a comunidade escolar em reuniões
específicas.
As reuniões do Conselho Escolar são abertas a participação da comunidade, que embora, sem
direito a voto direto, toma conhecimento e expressa sua opinião acerca dos rumos que a escola tem tomado.
GESTÃO DE PESSOAS
A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o Plano de Gestão (anexo), apresentado à
comunidade escolar por ocasião das eleições para diretores, parte fundamental da Gestão Democrática. O
plano foi elaborado em cima das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas
detalhados nesse documento hoje fazem parte do PPP, pois, entende-se que a comunidade escolar
identifica-se com concepções expressas no plano de gestão.
A equipe gestora da EC10 busca encampar uma administração voltada para o fazer pedagógico, de
olho na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As
intervenções identificadas como necessárias são realizadas da forma mais imediata possível, através do
diálogo e da escuta sensível.
Espaço de formação individual e coletiva, a coordenação pedagógica obedece às diretrizes
estabelecidas legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que
dispõem de uma carga horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formação continuada e
atendimento individualizado ao aluno, quando este atendimento se faz necessário.
Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração
por uma prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância
com o alcance dos objetivos propostos, viabilizando a atuação de todos os atores da comunidade escolar.
A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o
acompanhamento pedagógico junto ao professor, com o zelo pela implementação do Projeto Político
Pedagógico da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o
trabalho em toda rede de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de
Avaliação, as metas estabelecidas para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais
documentos junto aos diversos segmentos escolares.
79
A EC10 defende a atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos
oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal &
Estratégia Pedagógica do BIA), destrinchados no Plano de Ação da Coordenação Pedagógica (anexo); para
que o coordenador não seja “engolido” pelo cotidiano nem pelas necessidades emergenciais decorrentes da
falta de planejamento dos órgãos maiores aos quais a unidade escolar se encontra vinculada.
O Serviço de Orientação Educacional está estruturado com uma orientadora, Maria Emília Resende.
O SOE possui Orientação Pedagógica específica que direciona todo trabalho desenvolvido. Na Escola
Classe 10 de Taguatinga, além das especificações gerais da OP/SOE, a orientadora participa dos
Reagrupamentos, do Projeto Interventivo, além de ser responsável pelos projetos Nosso Recreio é 10 ,
Projeto Xadrez, o Esporte da Mente, Projeto Remanejamento Natural, projeto anti bullying e sexualidade,
todos anexos.
O Plano de Ação do Serviço de Orientação Educacional encontra-se anexo, conforme Orientação
Pedagógica para construção do Projeto Político Pedagógico.
A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal,
é subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento
à comunidade escolar em sua área de atuação, coordena o remanejamento escolar, a renovação de
matriculas, a efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais
vigentes. Outras ações específicas são acrescidas às funções da secretaria escolar, contribuindo para a
organização e funcionamento da escola.
O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos
documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar
igualitariamente todos os alunos, sem distinção de qualquer natureza, executar tarefas de registro e
planejamento pedagógico, conforme legislação vigente, cumprir os dias e horas letivos estabelecidos, zelar
pela aprendizagem dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de
adequação curricular e recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os
projetos e programas implementados pela Secretaria de Educação, cumprir os prazos legais referentes à
vida escolar do aluno (diários, relatórios e outros), participar das ações referentes à integração escola-
comunidade.
Além das funções descritas o corpo docente compõe o Conselho de Classe.
O Conselho de Classe é um órgão colegiado de professores, cuja principal função é acompanhar e
avaliar o processo de ensino, educação e aprendizagem. Devem participar do Conselho de Classe, além
dos professores: o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e
o representante dos alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço
Especializado de Apoio à Aprendizagem e da Sala de Recursos, além de outros que se julgar necessários.
80
Analisar o rendimento dos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos,
deliberar sobre procedimentos disciplinares, casos de aprovação e reprovação, analisar, discutir e refletir
sobre a proposta pedagógica da instituição, são as principais competências do Conselho Escolar.
Soberano para propor mudanças, aplicar recursos e estratégias, o Conselho/comissão contribui de
modo eficaz para o aperfeiçoamento gerencial, administrativo e docente, a eliminação das causas do
insucesso escolar, o amadurecimento e retomada do aluno diante de seu próprio rendimento, sempre que
este não for satisfatório e a busca do aprimoramento.
O Conselho de Classe deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas
a serem colocadas em prática, uma vez diagnosticadas as dificuldades encontradas em cada período
escolar. Nesse sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõe a realização de reuniões ordinárias do
Conselho ao término dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda
reunir-se em caráter extraordinário sempre que algum fato ou necessidade pedagógica justificar sua
convocação.
Os funcionários da portaria zelam pela entrada e saída da comunidade escolar nas dependências da
escola durante os períodos letivos. Recepcionam os alunos.
Os funcionários da vigilância zelam pelas dependências da escola e seus patrimônios no período em
que a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais
concursados da própria SEEDF.
O trabalho dos funcionários da cozinha possibilita o oferecimento de lanche aos alunos do Ensino
regular, diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias,
nutricionais e pedagógicas da Secretaria de Educação. Realizado com a empresa terceirizada CONFERE,
supervisionado pela coordenadora de alimentação escolar, professora readaptada.
Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral
relacionado ao prédio público. Realizado com a empresa terceirizada MANCHESTER.
A escola conta ainda com três funcionários da carreira assistência readaptados e sete professores
readaptados cujas funções estão definidas em plano de ação próprios, anexos.
GESTÃO FINANCEIRA
A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação.
A Escola conta com o Conselho Escolar para discussão, aprovação e divulgação dos gastos realizados.
Conta ainda com a assessoria de um escritório de contabilidade. A prestação de contas das diferentes
verbas recebidas pela escola encontra-se à disposição da comunidade escolar para apreciação,
conhecimento e fiscalização
GESTÃO ADMINISTRATIVA
81
Os encaminhamentos administrativos e pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão em
harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o respeito à
LDB, a busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às necessidades
regionais e locais. O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com autonomia e
responsabilidade as atividades inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita e auxilia os
demais. O objetivo é a construção coletiva de uma gestão onde o setor administrativo exista em função do
fazer pedagógico de qualidade e a escola em função do aluno, respeitando os princípios e finalidades da
gestão democrática ( a grosso modo: participação da comunidade, o respeito à pluralidade e diversidade, a
autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a garantia da qualidade social, a democratização
das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do profissional da educação.), todos explicitados em
documentos próprios da SEEDF.
A EC10 trabalha com funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha; estando os
funcionários de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar embora sujeitos às regras da própria
empresa e da SEEDF. Serviços de desratização e poda de árvores e grama são solicitados à empresa
responsável pela manutenção.
Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com as
necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela equipe
pedagógica a fim de atender as necessidades de todos. É consenso que a escola não deixa a desejar no
que se refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o trabalho
administrativo a serviço do fazer pedagógico.
A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o zelo e manutenção do prédio público realizando os
reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas Públicas do Distrito
Federal.
A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam patrimônio a
fim de garantir a segurança dos mesmos.
82
83
PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS
PLANO DE AÇÃO COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA / 2016
COORDENADORA: Cláudia Queiroz Miranda
OBJETIVO GERAL: Implementar a avaliação formativa como organizadora do trabalho pedagógico na Escola Classe 10 de Taguatinga.
Reiteramos, que desde 2015, há um empenho em promover articulação e integração entre o trabalho da direção/supervisão
pedagógica/professores, visando orientar e acompanhar as atividades pedagógicas, para as aprendizagens de todos ( estudantes,
professores, monitores etc).
JUSTIFICATIVA: Assim como em 2015, as ações da Coordenação Pedagógica da Escola Classe 10 de Taguatinga, tem como base teórica
metodológica, as Diretrizes para o 2º ciclo, os Pressupostos Teóricos do Currículo em movimento e, o próprio Currículo em Movimento da
Educação Básica do Distrito Federal. A partir do trabalho coletivo, visando a organização do trabalho pedagógico com foco nas
aprendizagens dos estudantes, bem como dos professores busca-se a integração dos conteúdos propostos pela SEEDF, das experiências
pedagógicas dos professores, da metodologia histórico critica e dos eixos integradores e transversais numa construção diária de saberes e
fazeres. Agora em 2016, a ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática de matemática constituem-se em uma prática. A
dinâmica desse processo solicita do Coordenador a promoção de hábito de estudos, leituras e discussões coletivas de textos, tanto os que
trazem subsídios aos conteúdos específicos, quanto os que ampliam e aprofundam bases, encaminhamentos e concepções do ato educativo
de ensinar e aprender, que caracteriza a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. No entanto, esse Plano de
ação é um tentativa de organizar o trabalho pedagógico da Escola Classe 10 no intuito de alcançarmos êxito nas aprendizagens de nossos
estudantes e dos professores.
84
85
Objetivo Ações Público
Parcerias
envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações
propostas
Cronograma
1 – Compartillhar
coletivamente
intencionalidades
pedagógicas para ensinar
de forma a ampliar as
aprendizagens de docentes
e discentes.
Diversos encontros nas coletivas pedagógicas
ao longo do ano letivo.
Professores,
Orientador
Educacional,
E.E.A.A.
----
Relatos orais ou
registros escritos ao
final dos encontros.
Quarta-feira na
coletiva.
2- Organização do currículo
escolar a partir do currículo
da SEEDF e dos contextos
reais da Escola Classe 10
de Taguatinga.
• Encontro no dia 16 de março, para
compartilhar os diagnósticos sobre as
aprendizagens dos estudantes, discutindo
parâmetros para a análise dos dados
sobre a perspectiva da avaliação formativa
e levantamento de estratégias para a
organização dos dados de modo a
subsidiar o planejamento diário do
professor.
• Encontros para estudo, discussão e
registro sobre a organização curricular por
ano e em cada bimestre nos dias letivos
temáticos.
• Reconhecimento e implementação dos
projetos institucionais (Roda de Leitores,
Sarau literário, Cozinha Educativa Feira de
Arte e Cultura da escola...) pelos
professores no início do ano letivo e no
decorrer do mesmo.
Professores,
Orientador
Educacional,
E.E.A.A.
----
Relatos orais ou
registros escritos ao
final dos
85encontros
Quarta-feira na
coletiva
86
Objetivo Ações Público
Parcerias
envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações
propostas
Cronograma
3 –Implantar,
implementar e
acompanhar os
reagrupamentos e projeto
interventivo.
Oferecer suporte técnico/pedagógico através
encontros nas coordenações pedagógicas de
terça-feira para elaboração, organização e
aplicação dos Reagrupamentos e
projeto interventivo.
Planejamento do e
Avaliação PI
Professores e demais
envolvidos no
processo de ensino
aprendizagem.
Mensalmente as
quartas – feiras uma
hora antes do
encerramento das
coletivas;
Durante o ano letivo
de 2016 enquanto
houver necessidade
de intervenções aos
alunos não
alfabetizados ou
daqueles em
defasagem em
relação às
expectativas de
aprendizagem para o
ano.
4 - Promover discussão e
estudos sobre temas
relevantes que atendam
as necessidades dos
professores e equipe para
melhorar o desempenho
dos estudantes.
1. Estudo sobre instrumentos e
procedimentos avaliativos, na
perspectiva da avaliação formativa.
2. Concepção e didáticas para a
implantação e implementação de de
Reagrupamentos e Projetos
Interventivo.
3. Estudo sobre a Didática da
matemática nos diferentes Blocos de
aprendizagens apresentados no
Currículo (Números e operações,
grandezas e medidas, Tratamento da
Informação e Espaço e Forma)
4. Estudos sobre o trabalho pedagógico a
partir de textos , bem como estratégias
Equipe gestora,
professores,
coordenadores e
Equipe do Serviço
de apoio às
aprendizagens. Alguns encontros:
Convidados
externos à Escola
para compartilhar
pesquisas,
práticas, materiais
etc.
Ao final das
coletivas, através de
registro escrito pelos
participantes e
observando o
avanço no
desempenho dos
estudantes.
Quartas-feiras
87
Objetivo Ações Público
Parcerias
envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações
propostas
Cronograma
de leitura.
5. Promover espaços e tempos para a
socialização de práticas entre os
professores.
5 - Discutir e analisar o
desempenho alcançado
pelos envolvidos durante
o processo de
alfabetização, nas
avaliações internas e
externas (Prova Brasil e
Provinha Brasil).
Conselhos de Classe e Pré-conselhos
Equipe gestora,
professores,
coordenadores,
orientadores
educacionais.
_____
Ao final de cada
fórum avaliação
escrita.
Semestralmente
6 -Atender as demandas
dos professores no que diz
respeito ao material
didático pedagógico
(pincel, folha, xerox, tinta,
fita crepe, TNT e outros.
Fornecer material aos professores quando
solicitado. Professores
______
Semestralmente na
avaliação
institucional
Todos os dias,
enquanto houver
demanda.
7 - Acompanhar e subsidiar
a aplicação e discussão
acerca dos resultados da
Provinha Brasil de
Linguagem e de
Matemática.
Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil para
os professores do 1º e 2º ano do Bloco Inicial
de Alfabetização.
Acompanhamento da aplicação da Provinha
Brasil.
Discussão e análise dos resultados
alcançados pela escola.
Professores do BIA ---------------
Observando a
normalidade no dia
da aplicação e
discussão dos
resultados.
Cronograma da
SEDF
88
Objetivo Ações Público-alvo
Avaliação das ações
propostas
Cronograma
8 - Oportunizar aos professores
dos Anos Iniciais momentos de
formação continuada e trocas
de experiências a partir dos
temas levantados nos Conselhos
de Classe, coletivas e
coordenações com seus pares.
Estudos elaborados para as coletivas
realizada na quarta-feira;
Professores,
coordenadores do 1º ao
5º ano, profissionais da
sala de recursos,
pedagogo e Orientador
Educacional.
Ao final do encontro de forma
escrita.
Organizado a cada semestre
9- Participar das reuniões
promovidas pelo
CRAI/NUANIM/GREB
Participações em reuniões para estar
ciente das informações e discussões
de temas pertinentes às Diretrizes
Pedagógicas dos Anos Iniciais
trabalho CRAI e outras informações
relevantes.
Coordenadores
Ao final de cada reunião.
Cronograma CRAI
10- Estudar, planejar e discutir
temas/assuntos de acordo com
as demandas dos Professores.
Reuniões semanais para estudos,
planejamentos e informações.
Coordenação/Supervisão
Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no
turno matutino.
11 – Subsidiar professores no
planejamento e execução dos
projetos previstos no PPP: Roda
de leitores, Cozinha Educativa,
Aulas passeios, Festa Junina
Auto de Natal e outros
Planejamentos das ações que
envolvem os projetos, sem perder de
vista a aprendizagem dos
estudantes.
Professores
Antes e durante a ocorrências
dos eventos
Durante todo o período letivo
12. Subsidiar professores no
desenvolvimento de práticas na
sala de aula.
Acompanhar , quando solicitado , o
acompanhamento de práticas
desenvolvidas em sala de aula.
Professores e
coordenadores.
Oralmente, ao final da
participação da atividade.
Ao longo do ano letivo.
89
ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
TEMÁTICAS OBJETIVOS
PRAZOS
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
Organização Inicial do
Trabalho Pedagógico
Discussão sobre a Organização do Trabalho Pedagógico.
Reconhecimento do perfil didático dos professores e
articulação dos mesmos com a Organização da SEEDF.
Aspectos relevantes na rotina pedagógica elencado
coletivamente.
X
Dia Letivo Temático Organização curricular do primeiro mês do ano letivo.
X
Cozinha educativa –
Apresentação do projeto e
vivência com professores
Conhecer o espaço da cozinha educativa, os utensílios e
os objetivos do projetos X
Estudo sobre instrumentos
e procedimentos para a
realização do diagnóstico
inicial da turma.
Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação
diagnóstica, bem como definir parâmetros para o trabalho
de análises dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação
formativa.
X
Elaboração: estrutura da
reunião de pais
participação - estudantes.
Subsidiar professor para a organização da reunião de pais
X
90
Avaliação formativa-
Instrumentos e
procedimentos
Reconhecer a necessidade de aprendizagem de todos
(estudantes e professores) e discussão sobre os critérios
para organização dos instrumentos e procedimentos
avaliativos.
X
A função da Equipe de
Apoio às aprendizagens.
Compreender a função da sala de recurso e a importância
do trabalho realizado pelos profissionais que atuam nessa
área.
X
Visita à Chácara do Sinpro
em Brazlândia.
Reconhecimento do trabalho de orientação da Educação
ambiental realizado na chácara, bem como do espaço.
X
Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes
das avaliações formativas realizadas no interior da escola
para replanejamento do trabalho pedagógico. E
levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas
de aprendizagem.
X
Atendimento particular à
professores
À pedido do docente, momento para auxílio na
organização do Trabalho pedagógico.
X
Organização Curricular Espaço e tempo para o Planejamento do trabalho
pedagógico decorrentes da avaliação durante o conselho
de classe e a necessidade de organização do currículo
para o segundo semestre de 2016.
X
Projeto Interventivo Planejamento do Projeto Interventivo
X
Participação de atividades
em sala de aula
Auxílio a professores na implementação de estratégias
didáticas.
X X X X X X X X X X
Estudo sobre a didática
para a construção do
número
Estudo por Ciclos.
1º Ciclo – a construção do número natural
X
91
2º Ciclo – a construção do número decimal relacionado ao
número fracionário.
Aula Passeio Visita ao Instituto Histórico e Geográfico
X
Organização festa junina Organizar festa junina
X
Estudo sobre o trabalho
pedagógico com os
Problemas matemáticos
Avaliação da festa junina
Organização da semana da
cozinha Educativa
Refletir sobre estratégias de resolução dos problemas
matemáticos em sala de aula.
X
Apoio do SESC para o
trabalho com Ciências
Reconhecimentos dos professores do espaço de apoio do
SESC para o desenvolvimento de pesquisas científicas
com as crianças.
X
Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes
das avaliações formativas realizadas no interior da escola
para replanejamento do trabalho pedagógico. E
levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas
de aprendizagem.
X
Organização do sarau Organizar o trabalho a ser realizado na semana seguinte.
Elencar demandas.
X
Realização do Sarau
Literário
X
92
PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Fortalecer a participação do Conselho Escolar nas ações definidas como próprias;
• Aprovar, acompanhar, fiscalizar e divulgar o uso das verbas administradas pela escola;
• Aprovar as Normas de Convivência Escolar;
• Zelar pela realização da Avaliação Institucional garantindo mecanismos de participação de toda
comunidade escolar;
• Aprovar o calendário escolar interno, zelando pelo cumprimento do mesmo;
• Zelar pela qualidade do atendimento ao aluno incluso;
• Intermediar conflitos de natureza pedagógica ou administrativa, quando necessário;
• Atuar como instância recursal para o Conselho de Classe;
• Divulgar e debater os índices de rendimento, evasão e repetência propondo mecanismos que
assegurem a aprendizagem;
• Fiscalizar a gestão da unidade escolar.
AÇÕES / ESTRATÉGIAS
• Realizar reuniões públicas periódicas com a participação da comunidade escolar;
• Participar dos cursos de formação para conselheiro escolar realizado pela Secretaria de Educação;
• Realizar reuniões periódicas para aprovação dos gastos realizados com as verbas públicas;
• Fiscalizar a contabilidade apresentada pela gestão da unidade escolar;
• Disponibilizar a contabilidade aprovada para consulta e conhecimento da comunidade;
• Realizar reunião específica para conhecimento, debate e aprovação do Regimento Interno Escolar e
do Calendário Escolar Interno;
• Acompanhar a realização das reuniões previstas no Calendário Escolar para Avaliação Institucional;
• Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas
Avaliações Institucionais;
• Fiscalizar e propor ações que fortaleçam o atendimento qualitativo do aluno incluso;
• Promover reuniões sempre que solicitado pela comunidade escolar a fim de atuar como instância
recursal nos casos em que a atuação do Conselho de Classe for considerada insuficiente;
• Fiscalizar a divulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação
implantados pela escola;
93
• Acolher queixas e sugestões da comunidade escolar acerca da gestão pedagógica e administrativa
da unidade escolar.
RESPONSÁVEIS
Membros eleitos do Conselho Escolar
CRONOGRAMA
Reuniões Ordinárias – Mensais;
Reuniões Extraordinárias – Sempre que solicitado pela comunidade escolar observando os prazos exigidos
na Lei da Gestão Democrática;
Participação em Cursos – Observando a oferta da SEEDF;
Fiscalização Financeira – bimestralmente, na apresentação da contabilidade, sempre que necessário;
Acompanhamento da Avaliação Institucional – Nas datas previstas pela SEEDF (21/05/214; 10/09/2014;
19/11/2014); ao longo do ano;
Permanente nas demais ações previstas.
94
PLANO DE AÇÃO DO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM
PLANO DE AÇÃO – 2016 / EQUIPE: EC 10
Pedagoga – Ivanete Lopes Batista Psicóloga - Rosangela R Moreira
Matrícula: 30702-5 Matrícula: 231.798-2
Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
JUSTIFICATIVA:
O Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-se como um serviço técnico pedagógico, de caráter
multidisciplinar, prestado por pedagogos e psicólogos, de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à
Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores Regentes e Família.
A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o
desenvolvimento dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagens e necessidades educacionais especiais. Além disso, é de
responsabilidade deste serviço a elaboração do Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional dos alunos.
95
OBJETIVO GERAL:
Promover a melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, por meio de intervenções avaliativas, preventivas e
institucionais, especialmente às instituições educacionais que ofertam a Educação infantil, Ensino Fundamental – Séries/Anos Iniciais e os
Centros de Ensino Especial.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Realizar procedimentos de avaliação/intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos
no contexto escolar.
• Contribuir com a formação continuada do corpo docente.
• Sensibilizar as famílias para a efetiva participação no processo educacional dos alunos.
• Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada
de decisões, a construção e implementação de estratégias administrativo-pedagógicas.
PÚBLICO ALVO:
Escola, família e alunos.
96
Níveis Ações Previstas Período de execução
Escola
• Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola.
• Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas;
• Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola;
• Garantir a Estratégia de Matrícula;
• Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional,
quando necessário, com o objetivo de: acolher a demanda do professor,
ampliar a problematização dos motivos do encaminhamento;
• Visitar os espaços escolares, tais como recreio e sala de aula, conhecer
os diversos contextos nos quais o aluno está inserido e, por meio da
interação com o professor e com os alunos, procurar compreender as
diversas relações psicológicas e pedagógicas estabelecidas.
No decorrer do ano letivo.
Família
• Entrevista com a família para executar as seguintes ações:
o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já
desenvolvidas pela instituição educacional e pela equipe;
o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da
queixa escolar;
o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente
familiar;
o Refletir acerca das atribuições familiares e as atribuições da
instituição educacional;
o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e
pedagógico que instrumentalizem a família na condução das
questões de seu filho;
o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar;
No decorrer do ano letivo.
97
o Realizar a devolutiva da queixa escolar.
Aluno
• Processo de avaliação e reavaliação;
• Observação lúdica comportamental;
• Atividades individuais e/ou em grupos;
• Estudo de caso/elaboração de relatório.
No decorrer do ano letivo.
EEAA Curso de Formação continuada a EAPE Semestralmente/Anualmente.
Fatores Intervenientes:
• Falta dos alunos ao atendimento da EEAA;
• Desistência dos alunos em comparecer ao atendimento;
• Ausência dos pais às convocações feitas pela EEAA;
• A demora na realização dos exames médicos solicitados para a complementação diagnóstica;
• Falta de acompanhamento sistemático da família na vida escolar do aluno;
• Número reduzido de psicólogos na rede;
• Espaço físico;
• Falta de recursos materiais.
98
Data 15/05/201
99
PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS
APRESENTAÇÃO
“O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas,
onde quer que isto seja possível, não importam quais dificuldades ou diferenças elas possam ter. Escolas
inclusivas precisam reconhecer e responder às necessidades diversificadas de seus alunos...” UNESCO, 1994
A inclusão oficializada em 1994 com a Declaração de Salamanca, defende uma educação de qualidade
para todos os alunos. A inclusão trouxe um novo olhar ao aluno com deficiência, no qual todos devem estar
preparados para acolhê-lo, na sociedade e na escola. As transformações são necessárias, têm-se um novo
paradigma em relação à inclusão, à visão que se têm da deficiência, à infraestrutura, aos recursos materiais e
físicos, objetivos, conteúdos e processos de avaliação.
A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência,
através do contato direto com o aluno e professora regente, das adaptações curriculares, do Plano de AEE e
por meio da ludicidade com jogos e brincadeiras.
Proponho, na Sala de Recursos, o trabalho lúdico, através de jogos e brincadeiras para promover o
desenvolvimento dos alunos com deficiência nos aspectos afetivo, cognitivo, psicomotor e social.
De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008
§ 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de
acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar
à formação dos alunos no ensino regular.
§ 2o
O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver
a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas.
Regulamentado pela Portaria 1281 da SEDUC de novembro de 2010. Contemplado no Projeto Político
desta instituição de ensino.
OBJETIVOS GERAIS
De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008
• Art. 2o
São objetivos do atendimento educacional especializado:
• I – prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos
no art. 1º;
• II – garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular;
• III – fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no
processo de ensino e aprendizagem; e
100
• IV – assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino.
Entre outros:
• Apoiar, orientar e atender o aluno e o professor diante das necessidades de adaptação e organização
do currículo escolar, com base na filosofia da educação inclusiva;
• Orientar e conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância da inclusão na escola como
também na sociedade;
• Fortalecer a autonomia dos alunos para decidir, opinar, escolher e tomar iniciativas a partir de suas
necessidades e motivações;
• Promover a motivação, a interação e o conhecimento através de jogos, brincadeiras e atividades
pedagógicas diferenciadas, proporcionando uma aprendizagem significativa e adaptada a cada
educando com deficiência.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Trabalhar com jogos artísticos, jogos expressivos, jogos sensitivos, jogos recreativos e pedagógicos;
• Promover a socialização e a interação de forma alegre e lúdica;
• Desenvolver a autonomia, a autoestima, o respeito, a iniciativa, tomada de decisões e o cumprimento
às regras que no futuro poderão alicerçar a personalidade do educando;
• Desenvolver o raciocínio, atenção, concentração, o pensamento criativo e o senso crítico;
• Realizar atividades de pesquisa;
• Desenvolver habilidades e potencialidades através da ludicidade;
• Propor atividades que ampliem as habilidades de memorização;
• Favorecer o aprimoramento da linguagem, a construção da língua escrita, comunicação e
interpretação;
• Trabalhar o esquema corporal;
• Contribuir com o conhecimento, o respeito e os cuidados que se deve ter com o próprio corpo;
• Promover o desenvolvimento de valores básicos para o exercício da cidadania voltados para o respeito
a si mesmo e ao outro;
• Confeccionar materiais pedagógicos para os alunos com deficiência, conforme a necessidade;
101
• Operacionalizar as competências curriculares específicas necessárias à educação dos alunos com
deficiência física no que se refere ao manejo de materiais adaptados, à escrita alternativa (quando
necessário), às vivências de mobilidade, ao acesso a todos os espaços da escola e às atividades da
vida diária que envolva a rotina escolar;
• Introduzir o aluno na aprendizagem da informática acessível, identificando qual o melhor recurso de
tecnologia assistia que atende às suas necessidades, considerando a sua habilidade física e sensorial
atual, bem como a capacitá-lo para o uso independente do computador;
• Enviar informes para a comunidade sobre as deficiências;
• Mediar ações de forma construtiva com o professor regente quanto às atividades que devem ser
desenvolvidas e que favoreçam o processo escolar do aluno;
• Elaborar o Plano de AEE e apoiar a professora regente quanto à elaboração da Adequação Curricular
quando necessário;
• Articular com a equipe gestora quanto às adequações estruturais necessárias para garantir a
acessibilidade do aluno a todos os ambientes da escola.
METAS
Que o educando com deficiência desenvolva o seu potencial, a sua autonomia e suas
habilidades, como parte integrante e ativa em tudo o que a escola propor.
Que os alunos dessa IE respeitem as diferenças, percebam que elas também são importantes
para a inclusão e acolham as crianças com deficiência.
Que os profissionais dessa IE e a comunidade escolar participem do processo de inclusão de
forma colaborativa.
DESCRIÇÃO DA AÇÃO
Atividades a serem realizadas:
• Momento pedagógico com as professoras, na coordenação , para discutir sobre vários
assuntos relacionados à inclusão e para repasse de sugestões a serem desenvolvidas
semanalmente sobre as deficiências, diferenças e direitos humanos;
• Desenvolver atividades sobre a inclusão com todas as turmas da escola, através da ludicidade,
com histórias, vídeos, músicas e jogos;
• Construir parcerias com os professores regentes, sistematizar o trabalho e buscar estratégias
para o atendimento dos alunos com deficiência;
102
• Atividades lúdicas, envolvendo várias habilidades, esquema corporal e uso de jogos;
• Expressão Artística: desenhos, pinturas, modelagens e montagens;
• Práticas diversificadas de escrita, envolvendo ludicidade, uso de vários materiais para
confecção das letras e numerais;
• Trabalho com Literatura Infantil: leitura e interpretação oral, interpretação de imagens, reconto
oral, livros sensoriais.
• Jogos de mesa, envolvendo frases, palavras, descrição de figuras;
• Softwares Educacionais;
• Atividades de psicomotricidade.
• Prática de descrição oral e reconto de situações vividas e significativas ao educando;
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Durante o ano letivo de 2016.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
Recursos Humanos:
Professora da Sala de Recursos e comunidade escolar.
Recursos Materiais:
o Livros de Literatura Infantil;
o Vários tipos de jogos;
o Pranchas;
o Espelho;
o Revistas e jornais;
o Bola, corda, bambolê;
o Massinha, tinta guache, balões, tampinhas coloridas;
o Aparelho de som, CDs com músicas infantis;
o Computador, softwares educacionais, vídeos e jogos online.
103
AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada através da observação diária, nas execuções das atividades lúdicas,
na confecção do livro da história do aluno, no dia a dia do educando na Sala de Recursos e no âmbito
escolar. Serão feitos registros do desenvolvimento individual do aluno nos atendimentos.
PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
CONTEXTUALIZAÇÃO – BREVE DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR:
Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda,
atendendo 506 alunos, na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação
Básica. Alguns destes são moradores de outras localidades fora da área em que a mesma se encontra.
Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições,
necessitando de alguns reparos, pintura interna e externa. O prédio é construído de alvenaria, em quatro
blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os bebedouros e escadas/rampas de
acesso. Percebe-se a falta de espaço adequado para o desenvolvimento de projetos, para a Educação Integral.
Neste ano de 2016, os alunos foram distribuídos conforme a tabela:
MATUTINO VESPERTINO
Ensino Fundamental – Anos Iniciais Ensino Fundamental – Anos Iniciais
2 turma de 1º ano – 40 alunos ----------
********************** 3 turmas de 2º ano – 58 alunos
4 turmas de 3º ano – 66 alunos 3 turmas de 3º ano – 54 alunos
3 turmas de 4º ano – 82 alunos 3 turmas de 4º ano – 70 alunos
3 turmas de 5º ano – 62 alunos 3 turmas de 5º ano – 74 alunos
104
Classes Comuns – 03 Classes Comuns – 03
Classes Comuns Inclusivas – 05 Classes Comuns Inclusivas – 06
Classe de Integração Inversa – 04 Classe de Integração Inversa – 03
Total Geral de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais
Necessidades Educacionais Total de Alunos
DI – Deficiência Intelectual 10
DM/Down – Deficiência Mental / Síndrome de Down 03
TOD – Transtorno Opositor Desafiador 01
TDAH – Transt. Déficit de Atenção e Hiperatividade 13
TGD – Transtorno Global do Desenvolvimento 03
DPAC – Distúrbio do Processamento Auditivo Central 06
DA 01
Total Geral 37
A escola conta com 79 colaboradores, assim distribuídos: diretora, vice-diretora, supervisora
pedagógica, orientadora educacional, uma coordenadoras pedagógicas, uma coordenadora da Educação
Integral, 24 professores regentes, secretária, um auxiliar de secretaria, 02 professoras atuantes na sala de
recursos, psicóloga e pedagoga que compõem a EEAA, 3 funcionários readaptados da carreira assistência, 07
da carreira magistério, 01 da carreira magistério em processo de readaptação, 01 monitor do Ensino Especial e
04 ESV’s (Educador Social Voluntário) atuando com alunos especiais e com a Educação Integral; os demais
atuam na portaria e vigilância, possuindo ainda funcionários terceirizados exercendo atividades de serviços
gerais na limpeza e cozinha.
O prédio tem 12 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos
professores, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina, refeitório, cozinha educativa, sala de
coordenação, salas para Educação Integral, sala de vídeo, depósitos administrativo e pedagógico, banheiros
para os alunos, banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros para os professores e para os auxiliares, uma
quadra coberta, pátio com área verde e um parquinho.
Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador,
aparelhos de som para todas as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois
computadores para o uso administrativo, três computadores para uso da secretaria, dois computadores para
uso da equipe gestora com impressoras; um notebook e impressoras para uso da coordenação pedagógica,
dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois computadores, duas impressoras e três
notebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três data show, lousa
digital, duas máquinas fotográficas digitais.
105
A Proposta Pedagógica, elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o
desenvolvimento global das crianças, embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo
Currículo em Movimento e demais documentos norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito
Federal e Ministério da Educação.
Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, precisa ser
dinâmica, eficiente e mais atenta às necessidades do educando, devendo garantir a igualdade de acesso e
condições efetivas de permanência e desenvolvimento acadêmico.
O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta Instituição de Ensino
pela Orientadora Educacional Maria Emília Resende, cita neste documento, o Projeto Recreio da E.C. 10, que
envolverá toda comunidade escolar, visando contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom
relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de
coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no
mundo.
Cita também, Projeto Xadrez – O Esporte da Mente – E.C. 10, visto que entre as atribuições do Serviço
de Orientação Educacional, está o de elaborar projetos que favoreçam a socialização, a disseminação de
valores e a aquisição de atitudes e de hábitos saudáveis. Terá como público alvo os alunos dos 4º e 5º anos.
OBJETIVO GERAL:
A Orientação Educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola,
através da participação na elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a
compreensão da realidade, dos interesses e das necessidades da comunidade escolar, especialmente dos
alunos, visando ampliar suas possibilidades de interagir no meio onde vive, favorecendo o seu
desenvolvimento integral.
106
Alunos em interação com CEF, Projeto Remanejamento Natural, responsabilidade do SOE
Desenvolvimento da temática Sexualidade pelo SOE, Orientadora Maria Emíli
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2016
COORDENADORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL/2014
 Eliete
APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA:
Observando as atuais políticas e diretrizes nacionais para uma educação de qualidade para todos e
ainda observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito
da construção e formação de novas redes de aprendizagem, detectamos a necessidade da continuidade do
Programa de Educação Integral na Escola Classe 10 de Taguatinga.
A Escola Classe 10 de Taguatinga lida com duas realidades distintas e opostas: alunos oriundos de
famílias com baixo poder aquisitivo e alunos advindos de famílias financeiramente abastadas. Ao mesmo
tempo, as transformações sociais nos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificações
que nos obriga a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos familiares seja
acolhedora, fazendo com que todas as crianças sintam-se aceitas e integradas.
É expressivo o número de famílias que nos procuram em busca de vagas para suas crianças no
“Programa da Educação Integral”, pois reconhecem que oferecemos estratégias de integração escola e
comunidade ao mesmo tempo em que promovemos oportunidades de desenvolvimento do educando através
do trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. Infelizmente,
a demanda por inclusão de mais alunos na Educação Integral não é plenamente contemplada, uma vez que o
apoio logístico oferecido pelo GDF deixa a desejar.
107
Nesse sentido, priorizamos para o ano letivo de 2016 uma Educação Integral vinculada ao ensino e
aprendizagem por meio de atividades culturais, artísticas e esportivas; a fim de valorizar o diálogo entre os
saberes formais e os saberes socialmente construídos.
Nessa perspectiva elaboramos um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação saudável e a
um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo num clima que
envolva o afeto, o lúdico, a criatividade, o respeito e estimule o prazer em aprender.
Logo, desenvolveremos nossas atividades nos dois turnos (matutino e vespertino) de segunda-feira a
quinta-feira atendendo aos alunos do 2º ao 5º ano (Ensino Fundamental de nove anos) estendendo o turno de
cinco para nove horas.
Para tanto, estaremos promovendo aulas/oficinas que desenvolvam o fazer artístico, cultura, esportivo
e tecnológico que despertem momentos de prazer através de diversas atividades.
ATIVIDADES OFERECIDAS
MATUTINO
HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA
8h20min-
9h20min
ACP ACP ACP ACP
9h20min-
10h20min
HORTA JOGOS ARTESANATO JOGOS
10h20min-
11h20min
MÚSICA PRODUÇÃO
TEXTUAL
INFORMÁTICA PRODUÇÃO
TEXTUAL
ATIVIDADES OFERECIDAS
VESPERTINO
HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA
ACP ACP ACP ACP
HORTA JOGOS ARTESANATO JOGOS
MÚSICA PRODUÇÃO
TEXTUAL
INFORMÁTICA PRODUÇÃO
TEXTUAL
108
Nesse foco, buscamos encorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente, capaz
de transitar com segurança e responsabilidade em uma sociedade diversa e sustentável.
OBJETIVO GERAL :
 Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais,
artísticas e esportivas ampliando os espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO
Oportunizar ao aluno da Educação Integral tempo
hábil para realização das atividades extra-classe
solicitadas pelo professor regente com supervisão
pedagógica para sanar dúvidas que por ventura
houver.
Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno,
dando-lhe oportunidades de reforçar, aprofundar ou
suprir carência dos conteúdos de maior dificuldade.
Melhorar a autoestima mediante a percepção do
próprio crescimento nas aprendizagens.
PERIODICIDADE De segunda a quinta feira, 1h/dia, totalizando
4h/semana
DESENVOLVIMENTO
Os monitores priorizarão a realização das atividades
indicadas pelos professores regentes;
Secundariamente serão trabalhadas atividades
planejadas anteriormente pela coordenação
relacionadas às habilidades requeridas nos anos
iniciais: leitura, escrita, ortografia, operações
matemáticas.
PROJETO HORTA
Proporcionar um espaço diferenciado de estudo,
descoberta e aprendizagem;
Fornecer aos alunos conhecimentos teóricos e
práticos sobre a horta, servindo também como
estímulo para melhorar ou construir sua horta
familiar.
Desenvolver a responsabilidade para com um
109
ambiente vivo capaz de suprir necessidades
humanas de forma sustentável.
Desenvolver a consciência ecológica no que
concerne ao reaproveitamento dos resíduos
produzidos pela escola;
Discutir ações humanas conscientes de uso do meio
ambiente
PERIODICIDADE Uma vez por semana e/ou sempre que fizer
necessário pela demanda.
DESENVOLVIMENTO
Os alunos se envolverão em todos os processos de
construção da horta, desde o manejo dos canteiros, passando
pelo plantio, limpeza e manutenção, adubação, rega e
colheita. Pesquisas sobre o tema serão desenvolvidas.
ATIVIDADES ESPORTIVAS
Formar o cidadão através do esporte;
Usar o esporte como meio de inclusão social;
Oportunizar aos alunos a vivência de várias
modalidades esportivas;
Trabalhar temas como ética, superação, saúde e
autoestima, repassando por meio dos valores do
esporte;
Mostrar os princípios da prática esportiva, como
espírito de equipe, ajuda mútua e liderança para ser
utilizados na vida
PERIODICIDADE 2 vezes / semana
DESENVOLVIMENTO Atividades de futebol e queimada na quadra
INFORMÁTICA
Inserir o estudante em espaços diferenciados que permitam
novas oportunidades educacionais;
Inserir o aluno no universo tecnológico como instrumento de
apoio na construção de suas aprendizagens;
Desenvolver, em ambiente virtual, habilidades de
pesquisa, seleção e utilização de informação, bem
como respeito às fontes bibliográficas.
PERIODICIDADE
1vez/semana, às quartas feiras, sempre em com
atividades previamente programadas e em
consonância com o contexto trabalhado na Educação
Integral.
DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento de pesquisas, jogos, produção de
textos, etc. no laboratório de informática.
ARTESANATO Desenvolver a coordenação motora, criatividade e
habilidade de trabalho em grupo
PERIODICIDADE 1 vez / semana
DESENVOLVIMENTO
Atividades de origami, tangram, recorte, colagem,
pintura, pintura em tecido. Muitas vezes apoiando
aprendizagens matemáticas e de produção de textos.
110
DANÇA
Trabalhar a linguagem corporal utilizando diversas
atividades corporais.
Desenvolver a criatividade, musicalidade e ritmo.
PERIODICIDADE 2 vezes por semana
DESENVOLVIMENTO Aulas de dança duas vezes por semana com
professor especializado.
RECURSOS HUMANOS:
 Número de alunos atendidos: 100 alunos;
RECURSOS HUMANOS:
• Coordenador;
• Cozinheiro;
• Monitores;
• Educadores sociais,
• Pedagogo, professor de dança.
ESPAÇOS:
 Escola Classe 10 de Taguatinga
RECURSOS FINANCEIROS / PARCERIAS:
 Verbas públicas;
RECURSOS MATERIAIS:
Ônibus Escolar, Laboratório de Informática, violões e teclado, materiais específicos para horta, materiais para
acompanhamento pedagógico.
METODOLOGIA / DESCRIÇÃO DA AÇÃO:
Os alunos matriculados na Educação Integral serão atendidos na escola, pelo menos até que seja
viabilizada uma parceria para realização de atividades em outros espaços.
No turno matutino os alunos lancharão no início das atividades do dia, tomarão banho e almoçarão no
final e no turno vespertino almoçarão no início e lancharão no final das atividades do dia.
RESULTADOS ESPERADOS:
Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo
mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas
aprendizagens.
111
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA
1-AÇÃO
Recepção dos alunos;
OBJETIVO
Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras;
RESPONSÁVEIS
Professor readaptado
CRONOGRAMA
Início do primeiro semestre;
Ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma.
2-AÇÃO
Empréstimo de livros;
OBJETIVO
Dar acesso ao usuário da sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos
de diversas esferas de circulação.
RESPONSÁVEIS
Professor readaptado
CRONOGRAMA
Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca com seus alunos que poderão
fazer o empréstimo mediante a carteirinha Ficha do Leitor.
3-AÇÃO
Atendimento de turmas
OBJETIVO
Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar.
RESPONSÁVEIS
Professor readaptado com o apoio dos professores regentes.
112
CRONOGRAMA
Agendamento prévio de acordo com a necessidade do professor regente.
4- AÇÃO
Projeto Histórias do Tempo do vovô
OBJETIVO
Ouvir histórias, de preferência, “causos populares”, contados pelo Vovô Nino (um fantoche de vovô que
senta no colo de quem o manipula).
RESPONSÁVEIS
Professor readaptado com o apoio dos professores regentes.
CRONOGRAMA
Quinzenalmente no pátio da escola, as sessões são divididas em dois grupos: BIA e 4˚/5˚ anos.
5- AÇÃO
Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição.
OBJETIVO
Manter o acervo didático das turmas organizado, garantindo o acesso dos alunos ao livro didático.
CRONOGRAMA
Ao longo do ano letivo
PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR
1- OBJETIVO
Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao Serviço de
Orientação Educacional
AÇÕES
Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos;
Auxiliar no monitoramento do recreio;
Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento interno acerca da
inadequação de seu comportamento;
Encaminhar para o SOE os casos identificados como público desse atendimento.
Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado.
RESPONSÁVEIS
Professores readaptados
CRONOGRAMA
Diariamente
113
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO
1- OBJETIVO
Acolher a comunidade escolar com dignidade zelando pela segurança dos alunos da instituição.
AÇÕES
Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às dependências internas
da escola, identificando situações de risco.
Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda;
Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em casos autorizados
pela equipe gestora, mediante comprovação;
Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos;
Realizar a entrega das carteirinhas aos responsáveis mediante comprovante de recebimento
RESPONSÁVEIS
Funcionários da carreira assistência readaptados em número de 02.
CRONOGRAMA
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
OBJETIVO:
Proporcionar ao estudante da unidade escolar uma alimentação saudável, equilibrada, em perfeitas
condições de conservação, preparo e apresentação
AÇÕES
Realizar o recebimento do lanche, verificando a conformidade da documentação, a pesagem,
validade e qualidade dos gêneros recebidos;
Conduzir o armazenamento adequado dos gêneros recebidos em conformidade com as
orientações da SEEDF;
Orientar e fiscalizar o preparo do alimento servido na Educação Regular e na Educação
Integral;
Comunicar à equipe gestora as necessidades identificadas relativas a aquisições e
manutenções a serem realizadas na cozinha e/ou depósito de alimentos;
Organizar o mapa da merenda;
Prestar esclarecimentos em nível regional sempre que solicitado;
Realizar adequação do cardápio quando necessário em função da falta de determinado
gênero;
114
Disponibilizar o cardápio de alimentação da escola nos canais de comunicação acessíveis ao
corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a consolidação da gestão democrática
através do acesso à informação.
Incentivar o consumo consciente do lanche escolar;
Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar horários e
cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do espaço escolar;
Zelar pelas condições de higiene da cozinha e dependências permitindo ou restringindo o
acesso de pessoas ao local, sempre com paramentação adequada.
RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA
Professor readaptado
Diariamente.
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO E COORDENAÇÃO
1 – AÇÃO
Recepção aos alunos na entrada diária
2- OBJETIVO
Organizar os alunos no pátio da escola de forma a prevenir acidentes e/ou agressões.
3- RESPONSÁVEL:
Professor readaptado
4- CRONOGRAMA:
Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino.
1 – AÇÃO
Apoio à coordenação
5- OBJETIVO
Apoiar a coordenação pedagógica na execução de seu plano de ação nas atividades que forem
designadas, sempre em conformidade com as restrições laborativas expressas em documento próprio
6- RESPONSÁVEL:
Professor readaptado
7- CRONOGRAMA:
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: APOIO À EDUCAÇÃO INTEGRAL
1 – AÇÃO
Auxiliar a coordenação pedagógica da Educação Integral no planejamento e execução das atividades a serem
desenvolvidas em conformidade com as restrições laborativas expressas em laudo próprio.
Orientar os educadores sociais voluntários quanto ao desenvolvimento pedagógico das atividades que lhes são
pertinentes
8- OBJETIVO
Garantir a qualidade pedagógica do trabalho desenvolvido na Educação Integral
9- RESPONSÁVEL:
Professor readaptado
10- CRONOGRAMA:
Diariamente
115
PLANO DE AÇÃO: APOIO AO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
1 – AÇÃO
Auxiliar o professor regente a lidar com o maquinário do laboratório de informática;
Implementar a comunicação via email com a comunidade escolar
11- OBJETIVO
Garantir o funcionamento mínimo do laboratório de informática
12- RESPONSÁVEL:
Professor readaptado
13- CRONOGRAMA:
Diariamente
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP
O acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente
todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e
necessária acontece em momentos privilegiados abaixo descritos.
O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar
da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Nestas datas com a presença de todos os
segmentos que compõem a comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com
esclarecimentos à comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do
mesmo. Nestas oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos
pontos considerados frágeis.
Diante das propostas de avaliação da Secretaria para o próximo triênio, observa-se que outros
momentos são propícios ao acompanhamento e avaliação do PPP. A saber: os Conselhos de Classe, as
reuniões ordinárias e extraordinárias de pais e mestres.
Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é
possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das
quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e
acompanhamento do PPP pelo corpo docente, equipe gestora e pedagógica.
O Conselho Escolar se faz representar nas Avaliações Institucionais porque faz parte de suas
atribuições (expressas na Lei da Gestão Democrática, bem como no Plano de Ação) zelar pela ocorrência da
Avaliação, analisar os dados recolhidos a fim de propor adequações que reflitam positivamente nos índices
apresentados pela escola.
116
PROJETOS ESPECÍFICOS
AULA PASSEIO
Ao longo do ano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em
função das necessidades curriculares das turmas e das oportunidades surgidas. Zoológicos, museus e
exposições, teatros, cinemas, parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento
curricular dos estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos,
espaços e oportunidades de aprendizagens.
OBJETIVOS:
 Favorecer o diálogo interdisciplinar;
 Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o
desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo,
a solidificação de amizades, a noção identidade e pertencimento ao grupo e ao espaço social;
 Favorecer experiências de autonomia e de elaboração conjunta de regras;
 Desenvolver atitudes de valorização e respeito à propriedade comum e alheia;
 Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de
informações;
 Desenvolver o respeito à diversidade cultural e natural;
 Ampliar e enriquecer outras formas de linguagem, outras formas de pensar e atuar;
 Expandir o acervo cultural dos estudantes.
117
JUSTIFICATIVA:
A aula-passeio justifica-se como estratégia metodológica que contempla os letramentos, a ludicidade,
as múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de
avaliação. Ao mesmo tempo, explora o prazer intrínseco à ampliação do conhecimento e à convivência.
É uma atividade voltada para a aprendizagem significativa, desenvolvimento dos aspectos afetivo,
cognitivo e social e está estruturado para atingir os objetivos propostos no PPP e no currículo escolar.
“Uma aprendizagem significativa está relacionada à possibilidade dos alunos aprenderem por múltiplos
caminhos e formas de intelig6encia, permitindo aos estudantes usar diversos meios e modos de expressão. ”
(Smole, 2002, p.10). As aulas passeios ocorrerão sempre que forem justificados os ganhos pedagógicos da
mesma.
ETAPAS:
 Planejamento;
 Organização e trabalho em sala, construção de regras;
 Execução
 Desdobramentos pedagógicos;
 Avaliação.
Aula Passeio ao Zoológico
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Aula Passeio Circuito de Ciências
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
JUSTIFICATIVA:
A semana de educação para a vida apoia-se na lei n°11.988, de 27 de julho de 2009, criada pela Presidência
da República.
OBJETIVOS:
 Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade impactando
positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;
 Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores de
respeito, sustentabilidade e cooperação.
DESENVOLVIMENTO:
 Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e
responsáveis, no horário de aula.
 Com os alunos haverá um foco maior no tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e
atendimentos com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas
identificadas no ambiente escolar.
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Além de cumprir determinação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo em
Movimento, conforme diagrama:
PROJETO COZINHA EDUCATIVA
PÚBLICO ALVO:
Alunos do 1º ao 5º ano
JUSTIFICATIVA:
Ao aceitar que o ensino da língua deve ser pautado pelos usos da mesma, ao entender que ler
é atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem
textos escritos com a intenção de comunicar algo, textos produzidos com fins definidos para leitores reais.
Trabalhar com os textos a partir de suas esferas de circulação leva, necessariamente a
resolver o problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas –
cotidiana, publicitária, escolar, jornalística. Optar pela esfera cotidiana foi uma escolha visando atingir desde o
aluno de seis anos (muitas vezes ainda não completos) até o aluno em vias de completar a etapa inicial do
Ensino Fundamental.
O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero
relativamente simples e compartilha propriedades com outros textos instrucionais. Acrescido a isso
consideramos o forte apelo cultural do gênero e o resultado foi a Cozinha Educativa.
120
É necessário salientar que embora a Cozinha Educativa gire em torno da Receita Culinária,
outros gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete,
publicidade comercial, embalagem e rótulo.
O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente
contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao
Currículo em Movimento da Educação Básica do DF Escolar. Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o
ensino da língua do ensino da matemática, conforme princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de
leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento
como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso, aproxima-se do objetivo, presente no PPP, de validar um
trabalho educativo onde o afeto, o lúdico, a criatividade e experimentação estejam estimulando o prazer de
aprender. Uma atividade que se insere num trabalho pedagógico integrado e, portanto, é entendida como
“educativa e curricular”.
A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a
abordagem da Educação Financeira nas escolas.
O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme
defendido no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal.
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OBJETIVO GERAL:
 Construir a compreensão de que os saberes ensinados na escola estão vivos nos contextos cotidianos;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 Sensibilizar a criança para as práticas matemáticas e de linguagem presentes no seu dia a dia;
 Estimular a leitura, compreensão e produção dos gêneros instrucionais dentro e fora da escola;
 Aproximar as diversas áreas do conhecimento, subsidiando o trabalho interdisciplinar;
 Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes
comunitários, aproximando educadores, educandos e familiares;
 De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização,
oralidade, noção de quantidades e proporções, primeiras impressões de fenômenos químicos e físicos,
aprendizado de higiene e prevenção de acidentes, estímulo da memória, autonomia e cooperação.
 Enfatizar questões relacionadas à alimentação saudável, prevenção à obesidade e afins, de acordo
com o nível da turma.
OPERACIONALIZAÇÃO:
A operacionalização do projeto se dará a partir das etapas seguintes:
 Seleção da receita a ser confeccionada: escolhida pelo professor e alunos;
 Listagem e pesquisa dos ingredientes;
 Coleta dos ingredientes;
 Exploração didática da receita;
 Montagem da Cozinha Educativa;
 Confecção da receita;
 Degustação da receita e socialização com as famílias;
 Avaliação.
Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de
conteúdos diversos, conforme os objetivos delimitados pelo professor.
É de responsabilidade da Coordenação Pedagógica o preparo de um local adequado para funcionar
como cozinha, contendo todos os utensílios necessários ao funcionamento da cozinha.
Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da
responsabilidade do professor essa organização.
122
A turma, juntamente com seu professor regente participará da execução da receita em dia previamente
escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros profissionais da escola.
Para 2016, a comunidade escolar definiu a Cozinha Educativa para acontecer uma vez a cada
bimestre.
Possibilidades de textos a serem explorados durante o projeto
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Crianças na feira – possibilidades de explorações matemáticas
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e
a relação estabelecida com o alcance dos objetivos, proporcionando replanejamento e aprimoramento das
atividades realizadas.
Observa-se que a atividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensão do
aprendente de que se utiliza os conhecimentos escolares no cotidiano: quando se vai ao supermercado,
quando se mede a massa, quando se triplica uma receita, quando se divide o produto final, quando se lê,
escreve ou copia uma receita, quando se lava os ingredientes, quando se considera o tempo de preparo…
As estratégias de ensino e aprendizagem surgidas a partir do desenvolvimento do projeto valida a
necessidade de trabalhar com atividades que transgridam os exercícios de fixação e reprodução sem
aplicabilidade nas práticas sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de
estabelecer um “diálogo” entre os diferentes componentes curriculares.
124
Turmas vivenciando o Projeto Cozinha Educativa
PROJETO RODA DE LEITORES
JUSTIFICATIVA:
Na virada do século, uma das grandes
conquistas da educação no Brasil foi a universalização do Ensino Fundamental. Um rápido passeio por outras
eras nos mostra a importância dessa conquista. Sabe-se, entretanto, que a simples garantia do acesso à
125
educação não basta. E quando nos deparamos com índices como o INAF (Indicador Nacional de Alfabetismo
Funcional), obrigamo-nos a repensar que mediação de leitura estamos fazendo na escola. Em sua última
edição o INAF apontou que 74% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos apresentam habilidades de
leitura em nível rudimentar ou básico. Ou seja, sua compreensão de leitura está limitada à títulos, frases e
textos curtos, quando muito.
Sobre essa triste realidade, é que ergue-se o Projeto Roda de Leitores – um compromisso assumido
pela escola com o fim de possibilitar a aprendizagem da leitura dos diferentes tipos de textos que circulam
socialmente.
Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os
diversos textos lidos.
Público Alvo: 1º ao 5º ano.
Objetivos:
• Reconhecer a finalidade e uso social de diferentes textos e portadores textuais;
• Promover a parceria escola, professor e família;
• Propiciar momentos de leitura em sala de aula, como também em casa;
• Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e individualmente;
• Dramatizar histórias ouvidas e/ou lidas;
• Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de
interpretação;
• Promover momentos de apreciação de diversas produções literárias e/ou artísticas;
• Reconhecer a manifestação artística como meio de apropriação da linguagem.
• Formar leitores desenvolvendo o gosto pela leitura cotidianamente;
• Estimular a alegria da atividade intelectual por meio da leitura;
• Ampliar a visão de mundo;
• Ampliar a compreensão das relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconhece o outro
e suas peculiaridades;
• Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de
posicionar-se acerca do que foi lido.
PASTA DE LEITURA
 Cada aluno (a) da turma levará um gênero textual para ler em casa, na data determinada pelo
professor;
 O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinada pelo professor;
126
 Após ler e/ou ouvir o texto, o (a) aluno (a) contará/lerá a história para alguém da família;
 O (a) aluno (a) deverá preencher as fichas encaminhadas de acordo com os comandos apresentados
em cada ficha;
 O produto final será uma coletânea de textos produzidos por cada aluno (a) da turma.
 Os alunos dos 4 e 5 anos participarão de roda de debates onde terá a oportunidade de compartilhar
com o colega suas respostas, expondo seus pontos de vista dentro da coerência do texto lido.
HORA DA LEITURA
Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada
indivíduo escolha o tipo de texto preferido realizando a leitura do mesmo. Essa atividade acontece
semanalmente, às sextas-feiras, matutino 7:45 e vespertino 14:15 com duração de meia hora.
SARAU LITERÁRIO
Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam
e apreciam as construções realizadas ao longo do projeto, nos diferentes gêneros literários. Acontece sempre
em um parque público, escolhido anteriormente, para que seja trabalhada a questão do respeito ambiental.
Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer:
piquenique, brincadeiras, sorteio de obras literárias entre os alunos.
Os saraus são pensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos
portadores de necessidades educacionais especiais e seus familiares.
Estão definidos, preliminarmente, dois Saraus Literários, uma a cada semestre.
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RECURSOS HUMANOS:
Direção, coordenação, apoios (professores readaptados), professores regentes e aluno, responsáveis e/ou
família.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha
consciência dos benefícios que a aquisição das habilidades de leitura pode proporcionar. Conversas,
comentários em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade
para o aluno expressar (oralmente ou por escrito) suas aprendizagens.
FESTA JUNINA
JUSTIFICATIVA:
A Festa Junina da Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância
comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento a
oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de convivência e
cooperação; além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado a músicas populares
proporcionam alegria.
Trata-se de um evento pedagógico cultural que possibilita o mergulho de toda comunidade escolar
num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de consolidar no
espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”.
A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos, sem direcionamento religioso, buscando o
resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a identidade desse homem
como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os estereótipos que humilham e colocam
em ridículo essa identidade. Estimula-se, assim, o estar bem vestido e caracterizado, visto que a realidade nos
tem dito que o homem do campo se produz e se enfeita para “festar”.
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Faz-se importante destacar que a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação de
lucros, tendo em vista que os recursos financeiros recebidos pelos sistemas oficiais têm sido muito bem
geridos. Os lucros, por ventura gerados, são revertidos para a premiação das turmas campeãs na Gincana
Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro.
OBJETIVOS:
• Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do Brasil as
Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das escolas nesse
sentido;
• Proporcionar oportunidades de convívio para além das barreiras subjetivas de crenças, sexo, etnia e
outras;
• Exibir a produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua autoestima;
• Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas como
gincana. Jogos e quadrilha;
• Constituir-se em momento de recreação comunitária.
• Constituir-se em temática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento: explorar
pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como convite, folder,
informativos, bilhetes e outros;
• Provocar discussões acerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo.
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PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA
PÚBLICO ALVO: Professores regentes e alunos do 1º ao 5º ano
APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA:
As novas tecnologias vêm adquirindo relevância ímpar no cenário social. Cotidianamente somos
levados a nos apropriar de habilidades e conceitos que, até pouco tempo, não faziam parte de nossa realidade
.A escola, como agente responsável pela formação do cidadão, não pode se eximir da
responsabilidade de oportunizar ao aluno o conhecimento e o manuseio dos recursos tecnológicos de
informação e comunicação que a escola dispõe.
Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao
professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir
efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos
recursos tecnológicos existentes, o mero “frequentar o laboratório” não constrói, por si só aprendizagens.
Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como
orienta a SEEDF, é que nasceu o presente projeto.
OBJETIVO GERAL
Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social, além de instrumento
facilitador e enriquecedor da aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Complementar os conteúdos desenvolvidos em sala com pesquisa, uso de aplicativos e afins, etc;
• Desenvolver a habilidade de utilizar a internet de forma consciente e responsável;
• Atuar como mais um referente de inclusão digital na comunidade;
• Potencializar os recursos tecnológicos existentes na escola em favor da construção das
aprendizagens;
DESCRIÇÃO DAS AÇÕES:
No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos
curriculares, selecionados, a partir do Projeto Político Pedagógico.
O professor e sua classe terá à disposição o laboratório em horário previamente agendado e todos os
seus componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para
acompanhar a devida utilização dos equipamentos e da sala. O planejamento e a execução pedagógica
desse momento será realizado pelo professor regente, com auxílio da coordenação pedagógica..
130
Periodicamente os professores terão oficinas, cuja finalidade é despertar nos professores o interesse
em trabalhar com a informática educativa e motivá-los para o desenvolvimento de projetos com seus
alunos.
RECURSOS MATERIAIS:
Computadores; internet; data show, quando necessário.
RESULTADOS ESPERADOS:
Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como
instrumentos de apoio à própria aprendizagem e de inserção no mundo digital.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada ao final de cada encontro com os alunos, sendo observado o interesse, a
participação e o desempenho na execução dos comandos. Com os professores, semanalmente, nas
coletivas, e ao final dos encontros específicos com os docentes. Será avaliada a relevância dos
atendimentos no alcance dos objetivos propostos.
PROJETO XADREZ – O ESPORTE DA MENTE
APRESENTAÇÃO
O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta instituição de ensino pela
Orientadora Educacional Maria Emília Resende, apresenta neste documento, o Projeto Xadrez – O Esporte da
Mente - E.C. 10, visto que, entre as atribuições do Serviço de Orientação Educacional, está o de elaborar
projetos que favoreçam a socialização, a disseminação de valores e a aquisição de atitudes e de hábitos
saudáveis. Terá como público alvo os alunos dos 4º e 5º Anos da Escola Classe 10 de Taguatinga.
Laboratório de Informática
131
O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e
do Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se.
O jogar - um comportamento que atravessa séculos -, leva a criança a descobrir que ganhar e perder faz
parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar várias situações e os adversários.
Pessoas de todas as idades jogam e consequentemente, aprendem e o melhor, se divertem. Alguns jogam
simplesmente para passar o tempo. Os jogos têm sua origem de acordo com a cultura de um povo. Alguns
tradicionais, como o Jogo da Glória, surgiram como forma de simbolizar a vida e a morte. Outros
demonstravam em sua origem a importância das estratégias de guerra, como o xadrez, e as crenças de um
povo, como o mancala.
Levando em conta essas características de comportamento e cultura, quando se transforma em espaço de
jogo, a escola possibilita a construção de saberes. O desafio de uma partida proporciona a elaboração e a
exploração de questões relacionadas à sociabilidade (que se dá por intermédio de regras) e ao
desenvolvimento de estratégias. Detalhes que chamam a atenção para a possibilidade de trabalhar com
tabuleiros sem a obrigatoriedade de vincular a atividade às áreas do conhecimento.
O Projeto Xadrez da E C 10, visa contribuir para o desenvolvimento de habilidades como: concentração,
memória, paciência, tomada de decisões, raciocínio lógico, autoconfiança, responsabilidade e respeito ao
adversário.
Assim, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações:
- Elaboração do projeto juntamente com um professor “amigo da escola”;
- Apresentação do projeto à direção e aos professores;
- Apresentação do projeto aos alunos.
- Realização das oficinas contando com a colaboração do professor “amigo da escola”.
JUSTIFICATIVA
O xadrez, que surgiu no Sudoeste da Europa na segunda metade do Século XV, é muito mais que
um jogo. Como bem definiu o escritor Johann Wolfgang Goethe, há mais de dois séculos: "O xadrez é um
excelente exercício mental". Tal frase é comprovada por estudos como o da Universidade de Hong Kong, que
provou por meio da pesquisa do Dr. Yee Wang Fung que os estudantes que jogam xadrez têm uma melhoria de
15% em provas de matemática após o início da prática. Na Venezuela, o projeto Learning toThink Project
concluiu que até mesmo o QI de uma criança pode ser aumentado por meio do treino do xadrez. Além disso, a
pesquisa de William Levy, do Departamento de Educação de Nova Jersey, nos EUA, mostra que o jogo
interfere também em questões pessoais, como a autoestima e confiança.
O jogo é uma excelente prática complementar, pois interage com diversas disciplinas escolares como a
matemática, a história e até idiomas. "Ele é jogado há centenas de anos da mesma forma em vários países
132
diferentes, o que permite um conhecimento da história por meio da evolução do jogo. Além disso, sua difusão
pelo mundo permite a interação com jogadores de outros países que falam a linguagem do xadrez em seu
idioma, o que facilita o aprendizado de cada língua", diz Horacio Prol, presidente da Federação Paulista de
Xadrez.
É importante lembrar que o jogo vai além das questões acadêmicas. Estudá-lo estimula também a
imaginação, o planejamento e trabalha valores como responsabilidade, autoconfiança, respeito ao adversário e
paciência. "No xadrez, a atenção e a habilidade espacial também são exigidas durante uma partida", completa
Antonio Carlos, do Colégio Albert Sabin.
Qualquer pessoa pode aprender a jogar, apesar de complexo o jogo oferece benefícios em todas as faixas
etárias, a partir dos quatro anos de idade.
OBJETIVOS
Objetivo Geral:
Proporcionar melhora no desempenho escolar dos alunos, através de uma atividade esportiva, uma vez
que a sua prática representa significativas vantagens em termos pessoais, sociais e acadêmicos.
Objetivos Específicos:
• Auxiliar no desenvolvimento do raciocínio lógico da criança através do jogo;
• Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de aprendizado através de uma
atividade esportiva;
• Proporcionar a vivência de situações de planejamento e tomada de decisão;
• Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade,
respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros.
• Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no projeto para serem futuros
multiplicadores.
• Ensinar a confecção do seu próprio jogo utilizando materiais recicláveis.
METODOLOGIA E CRONOGRAMA
 Com os alunos:
Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, para participarem do projeto. Iniciando
com o preparo dos materiais necessários. Assim que todos já estiverem com o material preparado
iniciaremos com as oficinas de confecção do tabuleiro e das peças. Estas oficinas serão dadas por um
colaborador, amigo da escola juntamente com a orientadora educacional. A seguir as oficinas serão
sobre introdução das regras do jogo, movimento das peças. Assim que os alunos já estiverem
dominando as regras básicas do jogo, haverá um dia para simulação jogo (formação de duplas para
133
começarem a jogar), posteriormente os alunos deverão treinar, uma vez por semana, para futuramente
participar de um circuito de xadrez com alunos da EC 52, onde o projeto também está sendo aplicado. O
Laboratório de Informática, poderá ser utilizado pelos alunos para praticarem o jogo de xadrez interativo,
disponível no site da Secretaria de Educação.
 Com os professores:
Os professores devem participar incentivando seus alunos. Aqueles professores que desejarem
podem participar das oficinas. Quando os alunos já tiverem adquirido as noções básicas do jogo, o próprio
professor poderá levá-los para o Laboratório de Informática, para que os mesmos exercitem utilizando o jogo
de xadrez interativo, no site da Secretaria de Educação do DF.
 Com a direção:
Juntamente com a direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola
para o desenvolvimento e manutenção do projeto. Bem como colaborará com o fornecimento de algum
material complementar.
CRONOGRAMA:
ETAPA PERÍODO RESPONSÁVEIS/ COLABORADORES
Elaboração do
projeto
Março SOE
Exposição para
alunos e
professores
Março SOE
Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos/
Professor amigo da escola
Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos
Professor amigo da escola
Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos
PÚBLICO ALVO:
Este projeto terá como público alvo, os alunos das turmas de 4º e 5º anos.
RECUROSOS HUMANOS:
Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos
alunos, dos professores, dos pais, da direção da escola e do professor colaborador amigo da escola.
RECURSOS MATERIAIS:
Para a realização das atividades serão utilizados os seguintes recursos:
• 1 folha de papelão;
• 16 tampinhas brancas de garrafas pet de refrigerante ou de água mineral;
134
• 16 tampinhas de outra cor;
• 01 metro de papel contact transparente;
• cópias das páginas que contém os desenhos das peças e do tabuleiro;
• espaço físico com mesas e cadeiras para o desenvolvimento das atividades.
• Cola e tesoura.
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
No decorrer do projeto, as oficinas com a observação do nível de interesse e aprendizado das regras do
jogo pelos alunos.
Poderemos fazer um campeonato entre a Escola Classe 33, onde o projeto também está sendo
desenvolvido.
A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o grupo para verificarmos se as atividades
desenvolvidas estão atingindo os objetivos propostos.
135
PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !
APRESENTAÇÃO
O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta Instituição de Ensino pela
Orientadora Educacional Maria Emília Resende, apresenta neste documento, o Projeto “Nosso Recreio” é 10,
que envolverá toda comunidade escolar.
O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e
do Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se.
A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa
um momento lúdico de grande importância para a socialização dos alunos.
Sendo assim, o Projeto Nosso Recreio é 10 visa contribuir para que os alunos desenvolvam as
habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração,
respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive,
para a paz no mundo.
Neste sentido, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações:
- Apresentação do projeto à direção e aos professores;
- Apresentação do projeto aos alunos.
- Formação dos alunos monitores (a cada 15 dias).
A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos
alunos monitores e da orientadora educacional.
JUSTIFICATIVA
O recreio por ser um espaço lúdico, pode por meio dos jogos proporcionar a aquisição de regras, a
expressão do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento,
além de: desenvolver atitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de
cortesia; desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse
em adorar posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal;
desenvolver o raciocínio lógico; reconhecer a importância do trabalho em grupo, sem discriminações físicas,
sociais, culturais ou de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de
liderança; favorecer a expressão artística e cultural; estimular a inteligência, curiosidade, a iniciativa e a
autoconfiança.
136
Após alguns dias de observação deste espaço escolar, percebi que as crianças brincam livremente pelo
pátio, surgindo algumas brincadeiras agressivas e comportamentos inadequados durante o intervalo. Além
disso, com base em relatos e na necessidade de trabalhar preventivamente os conflitos que possam surgir
durante este período acredito que as brincadeiras organizadas e a participação ativa dos alunos contribuirão
para que o tempo e espaço do recreio se transformem em um momento prazeroso e divertido.
OBJETIVOS
Objetivo Geral:
Dinamizar o recreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e
minimização de comportamentos inadequados, contribuindo desta forma para promoção de uma cultura de paz
no ambiente escolar.
Objetivos Específicos:
• Resgatar o recreio como espaço relevante para o desenvolvimento biopsicossocial do educando;
• Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais
solidária e harmoniosa;
• Conscientizar os alunos quanto à importância da preservação do patrimônio escolar assim como sobre
a conservação e a limpeza;
• Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade,
respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros.
• Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no monitoramento das
atividades;
• Diminuir a violência proporcionando um ambiente mais agradável a todos.
METODOLOGIA E CRONOGRAMA
 Com os alunos:
Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, inicialmente, podendo ser estendido aos alunos das
turmas de 3º ano, para participarem do projeto “Nosso Recreio é 10”. Após, teremos um primeiro encontro, onde
explanarei aos alunos sobre o projeto, seus objetivos e finalidades. Também combinaremos como será a aplicação e
a organização.
 Com os professores:
Os professores participaram incentivando seus alunos a participarem e colaborarem com a manutenção
do projeto. Para os alunos que não participarão do monitoramento, cabe usufruírem das brincadeiras de forma
pacífica respeitando os colegas que estão organizando o espaço.
137
 Com a direção:
Junto com direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola e os
brinquedos a serem adquiridos para que as atividades sejam realizadas. Será necessária também, a
aquisição/confecção de coletes, para destacar os alunos monitores.
ATIVIDADES SUGERIDAS:
- Jogo de basquete, de futebol, pula cordas, pula elástico, jogos de damas e raciocínio lógico, totó, ping-pong e
música clássica durante o intervalo.
CRONOGRAMA:
ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES
Elaboração do projeto Março SOE
Exposição para alunos e
professores
Março SOE
Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos
Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos
Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos
PÚBLICO ALVO:
Contaremos com a participação ativa dos alunos do 4º e 5º anos na monitoria e com a colaboração e
empenho dos demais para que o momento do intervalo se torne mais tranqüilo.
RECURSOS HUMANOS:
Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos
alunos, dos professores, dos pais e da direção da escola.
RECURSOS MATERIAIS:
Para a realização das atividades serão utilizados os seguintes recursos:
- bolas (basquete, futebol);
- cordas;
- elásticos;
- ping-pong;
- totó;
- jogos de damas;
- jogos de raciocínio lógico;
- CD’s e aparelho de som;
- coletes;
- caixas para organizar os brinquedos;
- Textos, vídeos, slides, informes aos pais.
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO:
138
No decorrer do projeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo,
registrando as observações e caso haja algum conflito. Será observado o nível de interesse dos alunos em
participar do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores
conscientizando e incentivando os alunos.
A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o grupo para verificarmos se as atividades
desenvolvidas durante o recreio estão atingindo os objetivos propostos.
Monitor do projeto orientando colega
139
Monitores e alunos explorando recursos do recreio
PROJETO CIDADÃO DO FUTURO
JUSTIFICATIVA:
A Escola Classe 10 é uma entidade que atende alunos do 1º ao 5º ano. O principal objetivo da
instituição é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que
educar envolve o confronto de ideias e a resolução de problemas para que o aluno se sinta capaz de
desenvolver suas habilidades.
A nossa grande preocupação é a formação de cidadãos éticos, competentes, solidários, críticos,
criativos e preparados para vencerem os desafios enfrentados no cotidiano. Sabe-se que os desafios que se
apresentam aos alunos da faixa etária que atendemos são diversos, desde o enfrentamento do Bullying até
resistência às drogas.
A resistência às drogas é uma das questões e desafios que os alunos vem enfrentado ao longo da
infância e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos
nossos alunos formando-os para que se sintam fortes e preparados, com conhecimento necessário para
saberem decidir sobre qual rumo tomar.
Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem
com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a
140
formação cidadã do nosso alunado. Assim, o Projeto Preparando o Cidadão do Futuro, além de prever ações
diretas com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informação
dos pais e responsáveis.
O PROERD vem de encontro a esse nosso objetivo que é o de contribuir para a prevenção do uso
indevido de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal
de formar cidadãos competentes e preparados para viver em sociedade.
O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e
Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos
preventivos relativos às drogas. Essa conformidade com o documento Política de Promoção da Cidadania e
Cultura da Paz aparece também no trato com o tema Bullying, dando existência à orientação de prevenir e
informar.
“A educação é a arma da paz”.-Montessori,2002.
OBJETIVOS:
GERAL:
• Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do caráter.
ESPECÍFICOS:
• Desenvolver ações previstas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme manual
encaminhado aos gestores;
• Promover aquisição de competências e habilidades requeridas para solução de problemas
impostos pela sociedade hodierna;
• Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de
convivência;
• Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas;
• Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e resistir
às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor.
PÚBLICO ALVO:
O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto
pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores;
METODOLOGIA/ Plano de Trabalho
141
• Aplicação de atividades desenvolvidas no âmbito sala de aula;
• Palestras aos pais;
• Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional;
• Curso PROERD – Polícia Militar DF;
• Projeção de filmes, campanhas anti-drogas;
• Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no currículo.
APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO:
Recursos Materiais:
Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de vídeo;
Recursos Humanos:
Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de orientação
educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através de observação na mudança de comportamento dos alunos, sondagem
junto às famílias em reuniões e encontros de pais, também através da participação e interesse dos alunos nas
diversas atividades constantes no projeto.
SEMANA DA CRIANÇA
JUSTIFICATIVA:
A Semana da Criança insere-se no Projeto Político Pedagógico da escola no sentido de concretizar o
direito ao lazer infantil, previsto na Declaração dos Direitos da Criança, onde prevê-se, ainda, o esforço que a
sociedade e autoridades públicas fará a fim de que a criança exercite esse direito.
OBJETIVOS:
Evidenciar os direitos da criança, em especial o direito ao lazer infantil;
Estimular a autoestima;
142
Propiciar oportunidade de confraternização baseada na urbanidade e respeito.
DESENVOLVIMENTO:
Plenamente financiado pelos lucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de
outubro, sempre próximo ao dia 12. A semana é constituída de atividades lúdicas como passeios, lanches
especiais, culminando com uma recreação com brinquedos infláveis e camas elásticas.
Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da
semana são pensadas para atender as diversas faixas etárias bem como as diferentes necessidades.
FEIRA DE ARTE, CIÊNCIAS E CULTURA
JUSTIFICATIVA:
A Feira de Arte, Ciência e Cultura da Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades
de expressão da criatividade; onde é possível congregar o pensamento lúdico com práticas interdisciplinares.
A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são
realidades observadas por ocasião da realização da Feira.
143
É um evento sem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o
envolvimento do aluno em atividades de cunho artístico com foco no estabelecimento de relações entre as
áreas de conhecimento do currículo e desenvolve a confiança em suas capacidades pessoais.
OBJETIVO:
Socializar com a comunidade escolar saberes, práticas e experiências construídos ao longo do ano.
Ocorre geralmente nos últimos meses do ano com a presença de toda comunidade escolar.
DESENVOLVIMENTO:
O desafio da Feira de Artes, Ciências e Cultura é transpor os conteúdos mais significativos de cada
turma ou ano para uma linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade
presente consiga perceber uma pequena parcela dos aspectos trabalhados ao longo do ano letivo.
A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os
conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a
serem assistidos, músicas a serem ouvidas ouvidas... de modo que diversas linguagens sejam contempladas.
O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem
diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.
144
PROJETO REMANEJAMENTO NATURAL
BREVE HISTÓRICO
A Escola Classe 10 trabalha com o Projeto Remanejamento Natural há cerca de 8 anos. Em 2012,
ocorreu o primeiro contato entre as coordenações pedagógicas e Serviço de Orientação Educacional de ambas
as escolas onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores
de ambas as instituições. No ano anterior o Projeto Remanejamento Natural não se concretizou.
JUSTIFICATIVA
O projeto nasceu do desejo de tornar menos impactante o momento de transição do aluno do 5 ° para
o 6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus
pontos comuns, irmanados no lema “igualdade na diversidade”.
O Projeto Remanejamento Natural encontra seu ponto de apoio no Projeto Político Pedagógico
Professor Carlos Mota, que, ao discorrer sobre o Ensino Fundamental defende a importância de orientar as
ações pedagógicas a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em
transição dos anos iniciais para os finais, aproximando as instituições de ensino.
Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural encontra-se sob a
responsabilidade do Serviço de Orientação Educacional com o apoio da Coordenação Pedagógica.
OBJETIVOS
 Promover ações que oportunizem adaptação dos alunos em transição do 5° para o 6° ano
visando garantir avanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais
e no desenvolvimento pessoal;
145
 Estreitar o vínculo entre a Escola Classe 10 e o Centro de ensino Fundamental 03 de
Taguatinga.
AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS
 OFICINA DE HÁBITOS DE ESTUDOS: Desenvolvida pelo Serviço de Orientação Educacional da
EC10, visa preparar o aluno do 5°ano para a rotina de estudos do 6°ano;
 AJUSTE DE EXPECTATIVAS : Promover um encontro de professores para trabalhar a temática da
passagem e fazer ajustes de expectativas de aprendizagem. Os professores do 5° ano descrevem
como os alunos deixarão o segmento e professores do 6° ano descrevem o que esperam dos
estudantes;
 RODAS DE CONVERSA: promover rodas de conversa entre os alunos do 5˚ e 6˚ anos junto com a
coordenação pedagógica mediando o bate-papo para que os alunos tirem dúvidas e saibam como foi a
experiência de adaptação a um CEF;
 VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a
possibilidade da vivência de uma aula com o professor de área específica , possibilitar a ex-alunos falar
das principais diferenças entre uma EC e um CEF;
 VISITA AO CEF 03: Visa apresentar a instituição de ensino sequencial aos alunos em ambientando-os
e diminuindo a expectativa em relação à transição.
CRONOGRAMA DAS AÇÕES
AÇÃO LOCAL RESPONSÁVEL
OFICINA DE HÁBITOS DE
ESTUDOS
EC 10 SOE /EC10
PRIMEIRO CONTATO ENTRE
CORRDENAÇÕES EC10/CEF
03
CEF 03
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
EC10
AJUSTE DE EXPECTATIVAS CEF 03
COORDENAÇÃO
PEDAGÓGICA, SOE E
PROFESSORES DE AMBAS AS
INSTITUIÇÕES
RODAS DE CONVERSA: EC 10 SOE
VIVÊNCIA: CEF 03
COORDENAÇÃO
PEDAGÓGICA/ SOE
VISITA AO CEF 03: CEF 03
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
/ SOE
146
PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS
Serviço de Orientação Educacional EC10
Coordenação pedagógica EC 10
PARCEIRAS
Serviço de Orientação Educacional CEF 03
Coordenação Pedagógica CEF 03
RESULTADOS E AVALIAÇÃO
O projeto será avaliado ao longo do processo através de conversa entre os professores e alunos
envolvidos, será avaliado também através de produção de texto feita após cada visita dos alunos.
PROJETO HORTA ESCOLAR
PÚBLICO-ALVO:
Alunos da Educação Integral.
JUSTIFICATIVA:
Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel de
desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo
e interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consigo
mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de
responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados,
significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, o cultivo de hortas escolares pode ser um
valioso instrumento educativo. O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras
formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica, a prática
diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas é um exercício de paciência e
perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em verduras e
legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado
pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e
promover vivências que resgatam valores. Os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a
sobrevivência, os valores da paciência, da perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da
renovação.
OBJETIVO:
147
O Projeto Horta Escolar foi concebido com a finalidade de intervir na cultura alimentar e nutricional dos
alunos, com base no entendimento de que é possível promover a educação integral de crianças e jovens de
escolas e comunidades do seu entorno, por meio das hortas escolares incorporando a alimentação nutritiva,
saudável e ambientalmente sustentável como eixo gerador da prática pedagógica.
Por meio desse projeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente
natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas
assim como técnicas de proteção da estrutura do solo, levar os alunos a perceberem a horta como um espaço
vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte
de alimentação saudável.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
-Levar aos alunos a vivencia e o contato direto com o meio ambiente natural.
-Oportunizar ao aluno a conquista do seu espaço, preservando o meio ambiente onde vivemos.
-Desenvolver de modo integrado, a consciência da responsabilidade para com o meio ambiente, respeitando o
espaço a sua volta.
-Promover a responsabilidade social pela participação em grupo, incentivando o respeito pelo outro e o diálogo.
-Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambiental através de observações, ações
concretas e praticas a serem realizadas no ambiente escolar.
-Levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma
cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável.
_ Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos;
_ Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo;
_ Degustação do alimento semeado, cultivado e colhido;
_ Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis;
_ Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana;
PROCEDIMENTOS:
Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo será
acompanhado pelo monitor da horta e o monitor da Educação Integral. As aulas serão ministradas pelo monitor
da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas, serão
utilizados para enriquecer o lanche e demais refeições dos alunos.
As aulas serão distribuídas de acordo com o cronograma abaixo.
AVALIAÇÃO:
148
A avaliação será feita através da observação, relato oral dos alunos, do produto final da horta e o bom uso da
produção.
149
APÊNDICE
Escola Classe 10 de Taguatinga
Normas de Convivência Escolar
O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do
Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar. Em caso de
divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da Secretaria de Educação do
Distrito Federal e outros órgãos.
DA ENTRADA
• As aulas acontecem nos horários:
Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h
• A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja:
Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m
• Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem embora
sozinhos, serão liberados pela portaria.
• Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos,
aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes.
150
• Solicitamos aos responsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da aula.
Atrasos longos são comunicados aos conselheiros tutelares para que busquem a criança.
• EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a
mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de idade.
Esses deverão estar portando documento de identificação. Saídas antecipadas, embora
autorizadas em casos excepcionais, serão computadas para fins de retenção do aluno por
não cumprimento da carga horária mínima de 75%, conforme prevê a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação.
• Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída
antecipada, sempre que for possível. Esse pedido é para o professor organizar melhor o
tempo do aluno e não isenta da presença de um responsável. Alunos não serão liberados
antecipadamente sem a presença de um responsável maior de idade.
• O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para Reforço
Escolar ou outra atividade curricular em turno contrário.
• O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da escola.
• Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno até a sala de aula. Caso haja
relevante necessidade, o responsável deverá procurar a direção da escola onde o caso
será analisado.
DA PONTUALIDADE
• O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma tolerância
de 15 minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o aluno será admitido
na escola mediante advertência escrita, que requer a presença do responsável. Esgotados
os recursos da escola, o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar para providências
cabíveis. Os atrasos serão computados para fins de retenção do aluno por não
cumprimento da carga horária mínima de 75% prevista na LDB.
DA FREQUÊNCIA
O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência. Tal
regra vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do aluno é
registrada diariamente e computada para fins de aprovação.
A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante apresentação de:
 Atestado Médico (em nome da criança);
 Atestado de acompanhamento ( em nome da criança) por
motivo de doença do pai, mãe, filho, irmão;
 Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou direta
( oito dias contada a data do óbito);
 Convocação oficial do poder público;
 Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975);
De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os responsáveis
têm um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa.
Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação
aplicados durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar.
Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com
procedimentos definidos no PPP da instituição.
O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao longo
do ano letivo aos estudantes com frequência insuficiente;
Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento diferenciado a
estudantes que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos religiosos;
151
Faltas não justificadas de alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA FAMÍLIA,
RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme exigência legal.
Casos relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho Tutelar para providências
cabíveis.
A escola entrará em contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas
indicarem um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será registrado
para que a escola esteja resguardada no cumprimento de seus deveres.
Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer à
escola no turno contrário
quando o horário for compactado por motivo de força maior.
A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato de
dispensa da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento comprobatório. No
caso, atestado médico. A dispensa da prática da Educação Física não exime o estudante de
cumprir a parte teórica do componente curricular.
DO TRANSPORTE ESCOLAR
A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar. O responsável
deverá fiscalizar o serviço contratado.
Alunos que se locomovem através de transporte escolar serão liberados 10 minutos antes do
término da aula, mediante a presença do responsável pelo transporte escolar. Este deverá buscar a
criança em sala de aula respeitando a autoridade do professor sobre o aluno. O professor avaliará
no momento se libera ou não a criança, considerando possíveis prejuízos pedagógicos.
DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA
Escola e família precisam caminhar juntos.
Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e família
devem desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano saudável. É
fundamental que os pais participem ativamente das reuniões e eventos e fiquem atentos aos
comunicados da escola. Dentre os papéis da família destacam-se:
• Manter cadastro atualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones.
• Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados aos
pais por meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o material
do mesmo. Em caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário contrário.
Das Reuniões de Pais e Mestres
• A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente
divulgadas com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são obrigados a
comunicar aos responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os pais são obrigados a
realizar os acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de Pais obrigatória para
escola e família.
• Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme
disponibilidade do professor para uma segunda chamada. O não comparecimento do
responsável será registrado e considerado esgotamento das possibilidades escolares, com
encaminhamento ao Conselho Tutelar e/ou Ministério Público.
• O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de comparecer
às reuniões convocadas pela escola.
• A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei, para apresentação no
trabalho do responsável.
• As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer em até
quinze dias após o término dos bimestres.
• Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações
• A avaliação é competência do professor.
152
Do Atendimento aos Pais
• O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência. Entende-se por
horário de regência o período em que o professor encontra-se em sala de aula com seus
alunos.
• O atendimento aos pais se fará no período contrário ao da regência.
Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na escola.
Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do espaço
escolar (segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode encontrar-se em curso
oferecido pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o professor encontra-se em reunião
coletiva na escola com a equipe docente, pedagógica e administrativa. Daí a necessidade
de agendamento dos responsável junto ao professor. Utilize a agenda.
Dos Problemas de Saúde
• A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo com apresentação de
receita médica. Em caso de necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e
solicitar ele mesmo fazer a administração do medicamento nos horários adequados.
• Criança doente não vai à escola, vai ao médico.
• Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão encaminhadas,
mediante a presença do responsável, de volta ao lar.
• Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de cinco
dias para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá estar em
nome do aluno.
DAS AVALIAÇÕES
O aluno tem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa, abrangente,
diagnóstica e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias para essa
avaliação. Para isso, o professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de intervenção e
de recuperação; todos eles coerentes com o projeto político pedagógico da escola e propostas
pedagógicas emanadas da Secretaria de Educação.
Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento
contínuo das atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços obtidos
pelo estudante e favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades enfrentadas
no processo de ensino / aprendizagem, bem como a busa de soluções.” (Art.182 –Regimento
Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal / 2015).
Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os responsáveis
e para os alunos.
As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da Secretaria de
Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar.
DO UNIFORME
• O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou preta,
saia ou bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis para uso diário.
Para a prática de Educação Física o tênis é obrigatório.
• Não serão permitidos shorts ou saias curtas.
• Não é permitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do estabelecimento de
ensino.
• O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares normalmente e
seu responsável será convocado imediatamente para assinar advertência escrita.
ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO
153
Os estudos de recuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem
e tem com princípio o respeito à diversidade de características, de necessidades e de ritmos de
aprendizagens de cada estudante.
A recuperação de estudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor, com
apoio da família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que surgirem
dificuldades no processo.
A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino e de
aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento do
estudante.
O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode utilizar.
O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no turno
contrário e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no ambiente escolar
sem supervisão. O responsável deverá trazer e buscar a criança no horário indicado pelo professor,
caso não tenha autorização para ir e vir desacompanhado.
AVANÇOS DE ESTUDOS
Avanços de estudos (para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são permitidos
pelo Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em documento
próprio. EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental.
TESTE DE CLASSIFICAÇÃO
O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família ou
responsável legal, acompanhado da justificativa, no inicio do período letivo, devendo o
interessado indicar no requerimento em qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se
observar a correlação idade/série, quando for o caso. A equipe gestora indica, então, professores
habilitados para elaborar o teste, que deve acontecer em até cinco dias após a solicitação.
MATERIAL ESCOLAR
• É responsabilidade dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno;
• O aluno deverá portar seu material todos os dias;
• O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos
pessoais;
• O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo professor
ficará em poder da direção e serão entregues ao responsável e somente ao responsável.
• A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos.
• O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola. Skates,
patins e bicicletas são proibidos nas dependências da escola.
• Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção ou na
recepção da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS.
LANCHE ESCOLAR
A escola conta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. É responsabilidade da família
comunicar à escola, preferencialmente ao professor, casos de intolerância a algum alimento
(lactose, glúten ou outros). O responsável deverá apresentar laudo médico atestando a
intolerância. Nesse caso, será providenciado lanche alternativo quando a criança não puder
consumir o lanche servido.
DA EDUCAÇÃO INTEGRAL
A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis. Os alunos já integrantes do ano
anterior têm vaga garantida mediante o desejo de continuidade. As demais vagas são
disponibilizadas por ordem de inscrição. O período de inscrição é amplamente divulgado para
toda comunidade.
154
Descumprimento ao regimento escolar e às normas específicas da Educação Integral poderá
acarretar a perda da vaga.
Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual alguns
alunos podem não ser contemplados.
DA SECRETARIA
A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos.
Funciona no horário de 7h30 às 17h.
Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à secretaria e
sim ao professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas cópias.
A secretaria escolar não fará xerox de relatórios e outros documentos.
É dever do responsável entregar toda documentação solicitada pela secretaria. Documentação
incompleta inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante.
Em caso de pedido de transferência, a secretaria emitirá o documento DEPROV
( DECLARAÇÃO PROVISÓRIA), com validade de 30 dias.
DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO
É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente.
Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade,
assiduidade, uso do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na
escola.
O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao patrimônio da
instituição educacional.
É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana,
considerando a diversidade, sem quaisquer distinções.
É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas.
É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola.
É vedado ao aluno:
I - Portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade
física ou de outrem;
II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade comercial,
político partidária ou religiosa.
III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e
aprendizagem;
IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o objetivo
de desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular.
V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar;
VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola.
A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros dispositivos
eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos alunos nas salas de
aulas das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos aparelhos são permitidos nos
intervalos e recreios .A escola não se responsabiliza por perdas dos citados aparelhos.
Das Medidas
A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência pode
acarretar as seguintes medidas:
• Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor)
• Advertência Escrita (a ser aplicada pela Direção)
• Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade escolar,
de no máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção);
• Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de outros (a
ser aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e presença do
Conselho Tutelar).
Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não, dependendo
da gravidade de cada caso.
155
A aplicação das medidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção pedagógica,
com a finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis legais. É necessário que
se observe os princípios de direitos humanos e diversidade na aplicação das medidas
citadas.
As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de
acompanhamentos que promovam a convivência escolar.
Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela família) e
na ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar.
Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade
avaliativa que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente cumprimento
do dia letivo.
A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não observarem as
normas contidas no regimento, que apresentarem inassiduidade ou baixo rendimento
escolar para juntos adotarem medidas adequadas e promotoras do desenvolvimento
escolar da criança.
Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático visando
o cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá ser assinado
pelos responsáveis;
A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à criança
e está pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos estudantes.
Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável.
Destacamos que casos de agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que firam a
lei, apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de punição na
forma da lei e podem não ficar restritos ao ambiente escolar.
A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a comunicar ao
Conselho Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança . Reiteramos que a escola não
necessita de comprovação do abuso para acionar os órgãos de proteção à criança.
CAIXA ESCOLAR
O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da escola
com o objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As contribuições
arrecadadas são aplicadas na conservação do espaço físico, na complementação do lanche e
das atividades da Educação Integral.
PROJETOS ESCOLARES
Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores, Sarau
Literário, Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Feira de Artes, Ciências e Cultura, Auto de
Natal, etc. Todos os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando devidamente vinculados
ao Projeto Político Pedagógico da instituição e ao Currículo da Secretaria de Educação.
Os projetos desenvolvidos pela escola são compreendidos como “efetivo trabalho escolar”,
definido como conjunto de atividades pedagógicas, realizadas dentro ou fora da unidade escolar,
com a presença do professor, sua respectiva turma e controle de frequência.”.
O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na
recepção da escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no
endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação no
endereço:
http://sumtec.se.df.gov.br/sistemas/ppp/wp-content/uploads/2014/10/EC-10.pdf
A direção da escola coloca-se à disposição da comunidade para ouvir e prestar
informações acerca do funcionamento cotidiano escolar.
O presente documento encontra-se em conformidade com o ECA, com o REGIMENTO ESCOLAR DAS REDE PÚBLICA
DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL /2015, com o documento da SEEDF – MANUAL AOS GESTORES, com a lei
4131/DF, de 02 de maio de 2008.
156
PLANO DE GESTÃO
Apresentado à comunidade escolar por ocasião do processo de eleição Gestão Democrática.
Ao saber que o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido; o foco se volta para a
permanência e sucesso do educando em nossa escola.
OBJETIVO – Gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão democrática, fortalecendo o
Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções.
A participação da comunidade escolar se dará ainda através do Conselho de Classe, da Assembleia
Geral Escolar, das reuniões bimestrais, dos eventos pedagógicos e das avaliações institucionais previstas no
calendário escolar.
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Elevar em um ponto percentual o
desempenho da unidade escolar,
referendado pela média do
IDEB, passando de 5,7 a 6,7.
• Ofertar apoio à aprendizagem
aos alunos que necessitem de
acordo com as orientações
previstas nas Diretrizes
Pedagógicas dos Ciclos
(Reagrupamento, Projeto
Interventivo, Reforço Escolar);
• Identificar e sanar os fatores
responsáveis pelo desempenho
abaixo do ideal;
• Potencializar a formação
continuada de todos os
envolvidos no processo
educacional, no espaço da
coordenação pedagógica.
Será feita com base na
divulgação oficial dos dados do
IDEB pelo Ministério da
Educação.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
TRIÊNIO 2014-2016
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Zerar a reprovação por
infrequência.
Acompanhar a frequência por turma;
Reunir preventivamente os pais dos
alunos infrequentes;
Acionar o Conselho Tutelar sempre
que se fizer necessário para o
acompanhamento da infrequência
recorrente.
Será realizada no
acompanhamento diário do
professor, nas coordenações
coletivas semanais e
bimestralmente nos Conselhos
de Classe por meio do relato do
professor e acompanhamento do
Diário de Classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
157
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir em 50% a distorção
idade-série.
Atender com especial cuidado os
alunos em distorção idade-série
através do Projeto Interventivo;
Reduzir a retenção escolar
oferecendo um ensino de
qualidade que permita ao aluno a
progressão continuada.
Por meio do acompanhamento do
Projeto Interventivo, dos relatórios
individuais, nos conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
2014-2016
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir em 80% a retenção
escolar.
Utilizar estratégias previstas
legalmente como Projeto
Interventivo, Reagrupamentos,
Reforço Escolar, Recuperação
Contínua, encaminhamentos a
SEAA de alunos considerados
em risco.
Por meio do acompanhamento do
Projeto Interventivo, dos relatórios
individuais, nos conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da
escola.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Congregar 100% dos pais eou
responsáveis nas reuniões
bimestrais, culminâncias de
projetos e eventos pedagógicos
abertos à comunidade.
Conscientizar a comunidade
escolar acerca da importância da
presença na escola;
Realizar convocação por
múltiplos meios.
Será realizada através de formulário
próprio e posterior tabulação para
amostragem dos resultados.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
158
Garantir a permanência de 100%
dos alunos matriculados.
Viabilizar o transporte dos alunos
para atividades complementares
sem ônus para as famílias;
Garantir condições de maior
conforto nos momentos de
descanso dos alunos matriculados
na Educação Integral.
A avaliação será feita por meio de
relato do coordenador da Educação
Integral e por meio da análise da
frequência.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Adequar o PPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao novo currículo.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Avaliar a Proposta Política
Pedagógica da instituição.
• Promover o estudo do PPP;
• Reuniões periódicas para
avaliação do PPP.
Acompanhar a aplicabilidade do
PPP.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
TRIÊNIO 2014-2016
Sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de atualização da proposta.
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do
Ensino Fundamental.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Consolidar a coordenação
pedagógica da instituição como
espaço de planejamento e de
formação continuada.
Realizar estudos de interesse do
corpo docente que possam
refletir positivamente no
planejamento do professor;
Estimular a participação do
docente em reuniões, oficinas e
cursos de formação.
Através da observação da prática do
professor, dos resultados obtidos com
os alunos.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento facilitador
e enriquecedor da aprendizagem.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Implementar o atendimento do Captar recursos humanos;
159
laboratório de informática Implantar o Projeto para o
Laboratório de Informática
definindo na Proposta
Pedagógica da instituição.
Através do funcionamento efetivo do
laboratório;
PERÍODO DE EXECUÇÃO
2014-2016
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Alfabetizar 100% dos alunos nas
turmas de primeiros anos da
instituição educacional.
Propiciar estudos referentes a
alfabetização para os docentes;
Fortalecer a parceria com o
CRA;
Estimular a participação dos
docentes nos cursos de formação
oferecidos pela rede.
Realizada através da realização de
testes diagnósticos específicos e dos
relatórios de acompanhamento.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Propiciar um ambiente educacional adequado à convivência pedagógica.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover melhorias das
condições físicas e
administrativas da escola.
Aquisição de cadeiras;
Instalação de janelas no pátio
coberto da escola;
Instalação de tela para projeção;
Implementação de sistema de
segurança escolar.
Acompanhamento e supervisão com a
participação da comunidade escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Eliminar em 100% os conflitos
do ambiente de trabalho.
Exemplificar com ações
cotidianas o comportamento
desejável.
Através da observação da melhoria das
relações cotidianas.
160
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014-2016
OBJETIVO FINANCEIRO
Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da
comunidade escolar.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Utilizar os recursos de acordo
com as necessidades
pedagógicas e administrativas,
conforme legislação vigente.
Discutir e identificar com a
comunidade escolar as
prioridades em todos os
âmbitos de funcionamento da
instituição.
Deliberar e acompanhar a
utilização dos recursos
financeiros conjuntamente com
o Conselho Escolar.
Se dará através do acompanhamento da
comunidade escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2014 – 2016
161
ANEXOS
ASSEMBLÉIA ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da
Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 21. A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta
da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por
acompanhar o desenvolvimento das ações da escola.
Art. 22. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada seis
meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar indicar a
necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação:
I – de integrantes da comunidade escolar, na proporção de dez por cento da
composição de cada segmento;
II – do Conselho Escolar;
III – do diretor da unidade escolar.
§ 1º O edital de convocação da Assembleia Geral Escolar será elaborado e
divulgado amplamente pelo Conselho Escolar, com antecedência mínima de três dias
úteis no caso das reuniões extraordinárias e de quinze dias no caso das ordinárias.
§ 2º As normas gerais de funcionamento da Assembleia Geral Escolar,
inclusive o quórum de abertura dos trabalhos e o de deliberação, serão estabelecidas
pela SEDF.
§ 3º Na ausência de Conselho Escolar constituído, as competências previstas
no § 1º recairão sobre a direção da unidade escolar.
Art. 23. Compete à Assembleia Geral Escolar:
I – conhecer do balanço financeiro e do relatório findo e deliberar sobre eles;
II – avaliar semestralmente os resultados alcançados pela unidade escolar;
III – discutir e aprovar, motivadamente, a proposta de exoneração de diretor
ou vice-diretor das unidades escolares, obedecidas as competências e a legislação
vigente;
IV – apreciar o regimento interno da unidade escolar e deliberar sobre ele,
162
em assembleia especificamente convocada para este fim, conforme legislação
vigente;
V – aprovar ou reprovar a prestação de contas dos recursos repassados à
unidade escolar, previamente ao encaminhamento devido aos órgãos de controle;
VI – resolver, em grau de recurso, as decisões das demais instâncias
deliberativas da unidade escolar;
VII – convocar o presidente do Conselho Escolar e a equipe gestora, quando
se fizer necessário;
VIII – decidir sobre outras questões a ela remetidas.
Parágrafo único. As decisões e os resultados da Assembleia Geral Escolar
serão registrados em ata e os encaminhamentos decorrentes serão efetivados pelo
Conselho Escolar, salvo disposição em contrário.
163
CONSELHO DE CLASSE
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da
Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 35. O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da gestão
democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino
e de aprendizagem, havendo tantos conselhos de classe quantas forem as turmas
existentes na escola.
§ 1º O Conselho de Classe será composto por:
I – todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na
condição de conselheiros natos;
II – representante dos especialistas em educação;
III – representante da carreira Assistência à Educação;
IV – representante dos pais ou responsáveis;
V – representante dos alunos a partir do 6º ano ou primeiro segmento da
educação de jovens e adultos, escolhidos por seus pares, garantida a
representatividade dos alunos de cada uma das turmas;
VI – representantes dos serviços de apoio especializado, em caso de turmas
inclusivas.
§ 2º O Conselho de Classe se reunirá, ordinariamente, uma vez a cada
bimestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por solicitação do diretor da
unidade escolar ou de um terço dos membros desse colegiado.
§ 3º Cada unidade escolar elaborará as normas de funcionamento do
Conselho de Classe em conformidade com as diretrizes da SEDF.
164
CONSELHO ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da
Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 24. Em cada instituição pública de ensino do Distrito Federal, funcionará
um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora,
deliberativa e representativa da comunidade escolar, regulamentado pela SEDF.
Parágrafo único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e,
no máximo, vinte e um conselheiros, conforme a quantidade de estudantes da
unidade escolar, de acordo com o Anexo Único desta Lei.
Art. 25. Compete ao Conselho Escolar, além de outras atribuições a serem
definidas pelo Conselho de Educação do Distrito Federal:
I – elaborar seu regimento interno;
II – analisar, modificar e aprovar o plano administrativo anual elaborado pela
direção da unidade escolar sobre a programação e a aplicação dos recursos
necessários à manutenção e à conservação da escola;
III – garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da
comunidade escolar na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade
escolar;
IV – divulgar, periódica e sistematicamente, informações referentes ao uso
dos recursos financeiros, à qualidade dos serviços prestados e aos resultados
obtidos;
V – atuar como instância recursal das decisões do Conselho de Classe, nos
recursos interpostos por estudantes, pais ou representantes legalmente constituídos
e por profissionais da educação;
VI – estabelecer normas de funcionamento da Assembleia Geral e 164inquen-la
nos termos desta Lei;
VII – estruturar o calendário escolar, no que competir à unidade escolar,
observada a legislação vigente;
VIII – fiscalizar a gestão da unidade escolar;
IX – promover, anualmente, a avaliação da unidade escolar nos aspectos
técnicos, administrativos e pedagógicos;
X – analisar e avaliar projetos elaborados ou em execução por quaisquer dos
segmentos que compõem a comunidade escolar;
XI – intermediar conflitos de natureza administrativa ou pedagógica,
esgotadas as possibilidades de solução pela equipe escolar;
XII – propor mecanismos para a efetiva inclusão, no ensino regular, de
alunos com deficiência;
XIII – debater indicadores escolares de rendimento, evasão e repetência e
propor estratégias que assegurem aprendizagem significativa para todos.
§ 1º Em relação aos aspectos pedagógicos, serão observados os princípios e
as disposições constitucionais, os pareceres e as resoluções dos órgãos normativos
federal e distrital e a legislação do Sistema de Ensino do Distrito Federal.
165
§ 2º Quando se tratar de deliberação que exija responsabilidade civil ou
criminal, os estudantes no exercício da função de conselheiro escolar serão
representados, no caso dos menores de dezesseis anos, ou assistidos, em se
tratando de menores de dezoito anos e maiores de dezesseis anos, por seus pais ou
responsáveis, devendo comparecer às reuniões tanto os representados ou assistidos
como os representantes ou assistentes.
Art. 26. Os membros do Conselho Escolar serão eleitos por todos os
membros da comunidade escolar habilitados conforme o art. 3º, em voto direto,
secreto e facultativo, uninominalmente, observado o disposto nesta Lei.
§ 1º As eleições para representantes dos segmentos da comunidade escolar
para integrar o Conselho Escolar se realizarão ao final do primeiro bimestre letivo,
sendo organizadas e coordenadas pelas comissões central e local referidas no art.
48.
§ 2º Poderão se candidatar à função de conselheiro escolar os membros da
comunidade escolar relacionados no art. 3º, I a VII.
Art. 27. O Diretor da unidade escolar integrará o Conselho Escolar como
membro nato.
Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos no Conselho Escolar, o
diretor será substituído pelo vice-diretor ou, não sendo isto possível, por outro
membro da equipe gestora.
Art. 28. O mandato de conselheiro escolar será de três anos, permitida uma
reeleição consecutiva.
Art. 29. O exercício do mandato de conselheiro escolar será considerado
serviço público relevante e não será remunerado.
Art. 30. O Conselho Escolar elegerá, dentre seus membros, presidente, vice presidente
e secretário, os quais cumprirão tarefas específicas definidas no
regimento interno do colegiado, não podendo a escolha para nenhuma dessas
funções recair sobre membros da equipe gestora da unidade escolar.
Parágrafo único. Compete ao presidente do Conselho Escolar dirigir a
Assembleia Geral Escolar.
Art. 31. O Conselho Escolar se reunirá, ordinariamente, uma vez por mês e,
extraordinariamente,
a qualquer tempo, por convocação:
I – do presidente;
II – do diretor da unidade escolar;
III – da maioria de seus membros.
§ 1º Para instalação das reuniões do Conselho Escolar, será exigida a
presença da maioria de seus membros.
§ 2º As reuniões do Conselho Escolar serão convocadas com antecedência
mínima de quarenta e oito horas.
§ 3º As reuniões do Conselho Escolar serão abertas, com direito a voz, mas
não a voto, a todos os que trabalham, estudam ou têm filho matriculado na unidade
escolar, a profissionais que prestam atendimento à escola, a membros da
comunidade local, a movimentos populares organizados, a entidades sindicais e ao
166
grêmio estudantil.
Art. 32. A vacância da função de conselheiro se dará por renúncia,
aposentadoria, falecimento, desligamento da unidade de ensino, alteração na
composição da equipe gestora ou destituição, sendo a função vacante assumida pelo
candidato com votação imediatamente inferior à daquele eleito com menor votação
no respectivo segmento.
§ 1º O não comparecimento injustificado de qualquer conselheiro a três
reuniões ordinárias consecutivas ou a cinco alternadas implicará vacância da função.
§ 2º Ocorrerá destituição de conselheiro por deliberação da Assembleia Geral
Escolar, em decisão motivada, garantindo-se a ampla defesa e o contraditório.
§ 3º As hipóteses previstas nos §§ 1º e 2º não se aplicam aos conselheiros
natos.
Art. 33. Caso a instituição escolar não conte com estudantes que
preencham a condição de elegibilidade, as respectivas vagas no Conselho serão
destinadas ao segmento dos pais e mães de alunos.
Parágrafo único. A comunidade escolar das unidades que atendem
estudantes com deficiência envidará todos os esforços para assegurar-lhes a
participação, e de seus pais ou responsáveis, como candidatos ao Conselho Escolar.
Art. 34. Os profissionais de educação investidos em cargos de conselheiros
escolares, em conformidade com as normas de remanejamento e distribuição de
carga horária e ressalvados os casos de decisão judicial transitada em julgado ou
após processo administrativo disciplinar na forma da legislação vigente, terão
assegurada a sua permanência na unidade escolar pelo período correspondente ao
exercício do mandato e um ano após seu término.
167
EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:
Educação Física nos Anos Iniciais
APRESENTAÇÃO:
O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental proposto pela Coordenação de Ensino Fundamental - COENF e pela Coordenação de
Educação Física e Desporto Escolar– CEFDESC da Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB
visa à melhoria da qualidade no atendimento das necessidades educacionais dos estudantes da rede
pública de ensino, por meio da reestruturação didático-pedagógica inserindo o professor de
Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental, preferencialmente, em escolas que
possuam um significativo número de estudantes em defasagem idade/série, organizados em turmas
de correção da distorção idade/série escolar.
A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a
disciplina de Educação Física está integrada à proposta pedagógica da escola, sendo um
componente curricular obrigatório da Educação Básica fazendo parte de toda a vida escolar do
estudante. Fato este que demonstra a incontestável importância das vivências motoras na
construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais do Ensino
Fundamental.
Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no
cotidiano escolar, ou mesmo no senso comum sobre a importância do brincar, do jogar, da
ludicidade, enfim, da ampliação e diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência
indispensável para a formação integral e o desenvolvimento sócio-afetivo, psicomotor e cognitivo da
criança.
Conforme Rodrigues (2005) o século XX ficou conhecido como o “século do corpo”, quando
se promoveu uma ruptura com o paradigma exclusivamente biológico, imprimindo uma perspectiva
cultural e multidisciplinar sobre o corpo e a corporeidade. Para o autor, na comunicação humana a
linguagem corporal precede, invariavelmente, e transcende às demais formas de comunicação.
Compreendemos, então, que a Educação Física, ministrada por um professor especialista, é
fundamental nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às
crianças mediante propostas pedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos
movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações, ou seja, a construção
168
do repertório motor fundamental para a conquista da autonomia funcional do indivíduo e
desenvolvimento das demais dimensões.
Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação
Física, os professores participantes ressaltaram a importância de um trabalho integrado entre o
professor de Educação Física e o professor regente1
, contemplando aspectos didáticos gerais e
específicos do planejamento à avaliação, considerando as questões cotidianas de sala de aula e
possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal – jogos e brincadeiras, esporte, lutas, ginásticas,
danças e expressão corporal –, bem como a organização e participação em atividades de caráter
cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre outros, de suma importância
para o desenvolvimento integral do estudante.
No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais,
ainda não contempla de forma plena, a presença do professor de Educação Física na equipe
pedagógica das escolas de séries iniciais do Ensino Fundamental.
O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da Educação Física quando
cita: “Partindo desses pressupostos, em busca da melhoria da qualidade da educação, a SEDF
pretende, a partir de projetos pilotos, incluir a docência de Educação Física na equipe pedagógica
dos anos iniciais”. (p. 59)
O Projeto Educação com Movimento será base para a universalização da Educação Física no
Ensino Fundamental da SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas
com turmas de correção de fluxo, já que, entende-se, é lócus privilegiado para avaliar a importância
das ações propostas.
A Lei de Diretrizes e Bases - LDB (Lei n.º9.394/96) determina em seu artigo 24:
“A educação básica, no nível fundamental e médio, será organizada de
acordo com as seguintes regras comuns: (...).
V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
(...).
b) “possibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso
escolar;”.
Como objetivo de atender o direito supracitado, garantido aos estudantes em defasagem de
idade/série, é imprescindível que ocorram mudanças no que diz respeito à prática pedagógica e na
maneira de olhar o estudante como sujeito capaz de construir seu conhecimento.
1
Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de
Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
169
Nesse sentido, a instituição educacional e, particularmente, os professores, devem
proporcionar uma metodologia pedagógica diferenciada na qual estarão envolvidos todos os agentes
– o professor regente da turma, o professor de Educação Física, o coordenador local, os gestores,
orientadores educacionais e demais integrantes do corpo docente – contemplando o resgate da
autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do estudante, além dos princípios
pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos saberes.
As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham
dois anos ou mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos
completos, ou a completar até 31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de
Alfabetização e são compostas por no mínimo 15 (quinze) e no máximo 20 (vinte) estudantes
conforme previsto na Estratégia de Matrícula de 2013.
Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu
curso escolar com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do
movimento como área de conhecimento, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal
implantará este Projeto Piloto em instituições educacionais que possuam ensino fundamental/anos
iniciais, sendo, pelo menos uma em cada Coordenação Regional de Ensino.
Histórico
A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta
nova. Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município
de Goiânia já implementaram em suas propostas pedagógicas estaduais e municipais,
respectivamente.
Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos
50 e início dos 60, Anísio Teixeira ao pensar o projeto de educação para a Capital da República, que
seria referência nacional, implementou o projeto da Escola-Parque que oferece o componente
curricular Educação Física, entre outros, para estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental,
até os dias atuais.
Essa proposta inovadora com foco no desenvolvimento integral das crianças por meio de
uma abordagem aberta e multidisciplinar envolve o ensino das Artes e a Educação Física em um
único espaço físico que até hoje é destaque na rede pública do Distrito Federal atendendo cerca de
dez mil estudantes, em cinco escolas de natureza especial, no Plano Piloto.
Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a
1998 na chamada: Escola Candanga2
. O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF,
2
A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em
que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998)
170
1997) implantado em 50 escolas, hoje, com duas escolas remanescentes: A Escola Classe 15 e a
Escola Classe 18 de Taguatinga, as quais se tornaram referência entre as instituições educacionais
do Distrito Federal.
Além da sua continuidade3
, o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na
Escola Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo
histórico de indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em
festivais esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no
ensino reconhecido por toda a comunidade escolar.
Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e
Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa
de uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto
Piloto.
JUSTIFICATIVA
A implantação das aulas de Educação Física ministradas por professor especialista nos anos
iniciais visa democratizar o acesso a essa prática pedagógica, desenvolvida de forma interdisciplinar
e entendida como área de conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões
afetivas, cognitivas e socioculturais dos estudantes.
O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas
concepções de corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência
tem origem na ação e ação é movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é
inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da Educação Física não se restringe ao simples
exercício de certas habilidades e destrezas. Não visa à repetição de gestos estereotipados com
vistas a mecanizá-los, e reproduzi-los. É preciso possibilitar ao sujeito refletir sobre suas
possibilidades corporais para que possa de maneira autônoma, exercê-las.
Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao
cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento,
são esferas da vida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento
implica planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando
em conta a diversidade humana e o contexto histórico-social.
3
De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da última
professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período
acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
171
OBJETIVO GERAL
Implementar, de forma gradativa, o Projeto Piloto Educação com Movimento nas turmas de
séries iniciais do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional
de Ensino, nos turnos matutino e vespertino, que tenha, preferencialmente, classes de correção da
distorção idade/série, afim de que, de forma interdisciplinar, promova a formação integral do
estudante ampliando o seu repertório de experiências corporais mediante a intervenção pedagógica
de um professor especializado nesta área, o professor de Educação Física.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos da cultura corporal
presentes na Educação Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica
e a dança mediante a intervenção pedagógica de um professor especialista nesta área do
conhecimento que integrado e inter-relacionado ao trabalho do professor regente, contemple
um melhor atendimento das necessidades pedagógicas do estudante dos anos iniciais do
Ensino Fundamental;
• Fortalecer o vínculo do estudante com a escola visando à melhoria da aprendizagem
daqueles que estão em defasagem idade/série por meio de um atendimento pedagógico
diferenciado utilizando instrumentos específicos da Educação Física, tais como: eventos
esportivos, festivais de dança, de lutas e ginástica que resultem em uma aprendizagem
adequada ao prosseguimento dos estudos ou ao avanço para a série/ano indicada (o) pela
equipe de professores e da direção da instituição educacional no Conselho de Classe da
turma do estudante.
PERFIL DO PROFESSOR
Para a participação neste projeto, o professor deverá:
- Ser, prioritariamente, professor efetivo da SEDF, aprovado em concurso para atuar em Educação
Física;
- interessar-se pela prática docente em anos iniciais do Ensino Fundamental;
- Identificar-se, do ponto de vista pedagógico, com os objetivos, as metas e a metodologia do projeto;
- disponibilizar-se para participar do processo de formação continuada.
Organização do trabalho pedagógico do professor
• PARA REGÊNCIA NO TURNO MATUTINO:
172
Turno
Segunda-
feira
Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Regência Regência Regência Regência Regência
Vespertino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica
com os
regentes.
Coordenação
pedagógica
no
CEFDESC/G
EEFES
Coordenaç
ão
Pedagógica
Individual
• PARA REGÊNCIA NO TURNO VESPERTINO:
Turno
Segunda-
feira
Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica com os
regentes.
Coordenação
pedagógica no
CEFDESC/GEEFES
Coordenação
Pedagógica
Individual
Vespertino
Regência Regência Regência Regência Regência
EXECUÇÃO
• Prioritariamente serão atendidas as turmas de correção da distorção idade/série e,
posteriormente, em sequência, as turmas de 4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.;
• Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar
do Projeto Piloto no ano de 2013, sendo 13 para regência matutina e 13 para regência
vespertina. Para a ampliação do projeto serão abertas as carências necessárias em cada
CRE, com exceção de Taguatinga.
• Cada professor atenderá entre 10 e 15 turmas em regime de jornada ampliada;
173
• Os alunos deverão ter no mínimo, 1h40min horas/relógio semanais, preferencialmente
divididas em duas sessões;
• Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos
aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos. As planilhas para estes relatórios serão
elaboradas em conjunto pela CEFDESC e COENF;
• O professor deverá apresentar, em um Seminário no final do ano, os relatórios onde serão
socializados os dados referentes ao projeto na sua escola. Caso haja interesse o professor
poderá utilizar estes dados para elaboração de trabalhos científicos a serem apresentados
nestes Seminários;
• Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar
de eventos, tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina
da Escola, Festivais Esportivos, de Dança, Lutas ou Ginástica e do Seminário.
• A elaboração do Plano de Curso e dos Planos de Aulas terá o apoio da COENF e da
CEFDESC;
• No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF
e da CEFDESC;
METODOLOGIA
O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político
Pedagógico Professor Calos Mota e na concepção de Educação Integral apresentados no Currículo
em Movimento, proposta de educação Governo do Distrito Federal/SEDF, a ser consolidada no ano
de 2013. Além disso, o trabalho do professor deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no
currículo de Educação Física para os anos iniciais, em construção. Provisoriamente, orienta-se tomar
por base o currículo experimental.
O projeto será desenvolvido de forma participativa, tendo em vista a necessidade do trabalho
integrado de todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a
prática para o redirecionamento das ações.
Neste sentido, o registro, acompanhamento e avaliação, são imprescindíveis. O professor
utilizará um diário de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e
das avaliações do estudante e adotará um formulário específico para acompanhamento mais
detalhado do desenvolvimento integral desse aluno. O processo reflexivo permitirá a proposição de
novas práticas e possibilidades de intervenções.
174
ABORDAGEM PEDAGÓGICA
A abordagem pedagógica da Educação Física que será desenvolvida em consonância com
os seguintes princípios.
Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades
de aprendizagens e experiências de diversos elementos da cultura corporal do movimento,
acumulados historicamente, como o jogo, os esportes, as ginásticas e as danças, entre outros.
Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios
de boa convivência humana e sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão
crítico e consciente dos seus direitos e deveres na construção de uma sociedade melhor.
Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o
nível de desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais,
cognitivos e psicomotores, respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos,
métodos, e procedimentos devem ser significativos e interessantes para o estudante de forma a
contribuir para fortalecer seu vínculo com a escola, com a cultura e com o conhecimento de um modo
geral. As vivências educacionais devem estar diretamente relacionadas à fase de desenvolvimento
no qual se encontra o estudante.
AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE
O professor avaliará o estudante por meio de um formulário em que serão abordados
aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos que deverá ser preenchido bimestralmente, além do
registro das ações pedagógicas no diário de classe.
O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos
relatórios individuais dos estudantes as observações pertinentes aos aspectos formativos da
Educação Física.
AVALIAÇÃO DO PROFESSOR
Serão utilizados dois instrumentos de avaliação:
• Formulário a ser preenchido pelo diretor da instituição;
• Observação das participações dos professores nas coordenações com a COENF e
CEFDESC e nos cursos/oficinas de formação continuada.
175
AVALIAÇÃO DO PROJETO
O projeto será avaliado pela aplicação de questionário ou entrevista aos gestores da escola e
amostras de estudantes e seus responsáveis e por um relatório apresentado ao final do ano, em um
seminário para socialização das experiências
PROERD
POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
COMANDO DE POLICIAMENTO
CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS
PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS
O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base
o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto
com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa
está presente nos cinqüenta estados americanos, e em cinqüenta e oito países.
No Brasil ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em
Brasília o programa existe desde 1998.
O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano
do Ensino Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico,
através de metodologia especialmente voltada para crianças e adolescentes. O objetivo é transmitir
uma mensagem de valorização à vida, e da importância de manter-se longe das drogas.
O curso é organizado em 13 lições de 175inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são
ministradas semanalmente, durante um trimestre, por um Policial Militar, especialmente treinado.
A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o
empenho e a dedicação dos alunos durante o Curso.
Após três meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, ocasião que prestam o
compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas.
O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um
policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social,
176
propicia um forte elo na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar,
Escola e Família.
O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma
variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo;
atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas
na fase em que se encontram vivendo.
O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades
necessárias para permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso
de substância como álcool, cigarro e outras drogas. É uma característica central e particular a
“Tomada de Decisões”. Os alunos aprendem a tomar decisões e mantê-las através de informações,
princípios, habilidades e atividades em grupos, todas projetadas para construir nos alunos
capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao uso de substâncias
tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de
alternativas positivas que os livrem de um caminho tão perigoso como é o das drogas. O programa
visa o enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa
franca com os pais ao invés de buscar a solução dos problemas nas drogas.
O PROERD é uma cooperação entre a POLÍCIA MILITAR, A ESCOLA E A FAMÍLIA, pois todos nós
temos o papel de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo:
viver sem as drogas.
177
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
Lei 11.988, de 27 de julho de 2009
Art. 1o
Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão,
em período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada
Semana de Educação para a Vida.
Art. 2o
A atividade escolar aludida no art. 1o
desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e
objetivará ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais
como: ecologia e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças
transmissíveis, direito do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc.
Art. 3o
A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e
deverá ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral.
Art. 4o
As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob
a forma de seminários, palestras, exposições-visita, projeções de slides, filmes ou qualquer outra
forma não convencional.
Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as
matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento
sobre os assuntos a serem abordados.
Art. 5o
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
178
179
SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO / SOE
180
181
182
183
184
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Projeto Político Pedagógico EC10 2016

Projeto Político Pedagógico EC10 2016

  • 2.
    SUMÁRIO SUMÁRIO..........................................................................................................................................2 IDENTIFICAÇÃO..............................................................................................................................3 APRESENTAÇÃO.............................................................................................................................6 HISTORICIDADE............................................................................................................................11 DIAGNÓSTICO DA REALIDADEESCOLAR.............................................................................15 MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS.................................................................................21 PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS............................................23 CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.......25 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA.............................................27 CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO.............................................34 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR..................................................................................................39 PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.......................75 GESTÃO PEDAGÓGICA............................................................................................................................................................. 75 GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS...........................................................................................................................76 GESTÃO PARTICIPATIVA.......................................................................................................................................................... 77 GESTÃO DE PESSOAS.............................................................................................................................................................. 78 GESTÃO FINANCEIRA................................................................................................................................................................ 80 GESTÃO ADMINISTRATIVA....................................................................................................................................................... 80 PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS......................................................83 PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR..........................................................................................................................92 PLANO DE AÇÃO DO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM ...............................................................94 PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS.................................................................................................................................99 PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL.........................................................................................103 EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2016..................................................................................................................106 Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas aprendizagens............................................................................................110 PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS.......................................................................................................111 PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA...................................................................................................................................111 PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR...............................................................................112 PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO.............................................................................................................................................. 113 PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR...................................................................................113 PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO E COORDENAÇÃO................................................114 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP......................................................................115 PROJETOS ESPECÍFICOS...........................................................................................................116 AULA PASSEIO......................................................................................................................................................................... 116 SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA.................................................................................................................................118 PROJETO COZINHA EDUCATIVA............................................................................................................................................ 119 PROJETO RODA DE LEITORES.............................................................................................................................................. 124 FESTA JUNINA.......................................................................................................................................................................... 127 PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA...........................................................................................129 PROJETO XADREZ – O ESPORTE DA MENTE.......................................................................................................................130 PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !.........................................................................................................................................135 PROJETO CIDADÃO DO FUTURO..........................................................................................................................................139 SEMANA DA CRIANÇA............................................................................................................................................................. 141 FEIRA DE ARTE, CIÊNCIAS E CULTURA...............................................................................................................................142 DESENVOLVIMENTO:............................................................................................................................................................... 143 A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ouvidas... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.............................................................................................................................................. 143 PROJETO REMANEJAMENTO NATURAL...............................................................................................................................144 PROJETO HORTA ESCOLAR................................................................................................................................................... 146 ........................................................................................................................................................148 ........................................................................................................................................................149 APÊNDICE.....................................................................................................................................149
  • 3.
    PLANO DE GESTÃO.................................................................................................................................................................156 ANEXOS........................................................................................................................................161 ASSEMBLÉIA ESCOLAR.......................................................................................................................................................... 161 CONSELHO DE CLASSE.......................................................................................................................................................... 163 CONSELHO ESCOLAR............................................................................................................................................................. 164 EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:.............................................................................................................................................. 167 Educação Física nos Anos Iniciais.........................................................................................................................................167 APRESENTAÇÃO:........................................................................................................................167 Histórico..........................................................................................................................................169 OBJETIVO GERAL.......................................................................................................................171 OBJETIVOS ESPECÍFICOS...................................................................................................................................................... 171 PERFIL DO PROFESSOR.............................................................................................................171 Organização do trabalho pedagógico do professor.........................................................................171 EXECUÇÃO...................................................................................................................................172 METODOLOGIA...........................................................................................................................173 ABORDAGEM PEDAGÓGICA................................................................................................................................................... 174 AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE................................................................................................................................................. 174 AVALIAÇÃO DO PROFESSOR................................................................................................................................................. 174 AVALIAÇÃO DO PROJETO...................................................................................................................................................... 175 SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA.................................................................................................................................177 Lei 11.988, de 27 de julho de 2009........................................................................................................................................... 177 SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL.........................................................................................................................179 ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO / SOE.....................................................................................................................................179 BIBLIOGRAFIA............................................................................................................................185 IDENTIFICAÇÃO COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGA ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA NORTE (61) 3901-6781 CEP: 72020-180
  • 5.
    “moço, eu estounesse negócio de catar pedras faz bem uns cinquenta anos. Muita gente me dizia para largar disso – cadê coragem ? Cada um tem que viver procurando alguma coisa. Tem quem procure paz, tem quem procure briga. Eu procuro pedras. Mas foi numa dessas noites da minha velhice que entendi porque eu nunca larguei disso: só a gente que garimpa pode tirar estrelas do chão!” (1894) Aos que escolheram a educação como ofício e, na Escola Classe 10 de Taguatinga, descobriram seu papel de garimpeiros.
  • 6.
    APRESENTAÇÃO A Escola Classe10 de Taguatinga é uma escola inclusiva e oferece à comunidade na qual está inserida Ensino Fundamental de 9 anos, séries iniciais e Educação Integral. Atualmente a escola funciona em dois turnos: matutino e vespertino e pode ser contatada pelo telefone (061) 3901-6781 e pelo e-mail ec10tag@gmail.com . Além disso, conta com o blog imagine um lugar...ec10, que pode ser acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/. Foram eleitas segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012 para o triênio 2014/2016 as professoras Vládia Paula Carvalho e Berenice Aparecida de Sousa Cardoso. No dia 18/12/2015, tendo cumprido dois terços do mandato a professora Vládia, então diretora, formalizou junto ao Conselho Escolar os procedimentos necessários para afastar-se do cargo, mediante o desejo de aposentar-se em sala de aula. Os trâmites seguiram as orientações contidas na Lei 4.751/12, artigo 42, que prevê a indicação do vice-diretor pelo Conselho Escolar, quando houver afastamento do diretor eleito que cumpriu dois terços do mandato. A professora Berenice assumiu como diretora e a professora Sandra Regina dos Santos Alencar foi indicada como vice-diretora pelo Conselho Escolar. Ambas completarão o mandato eleito para o triênio 2014/2016, quando então, será convocada nova eleição, conforme previsto. Compõem ainda a Equipe Gestora: Susie de Castro Duarte, chefe de secretaria e Quedma Elienai de Souza Silva, Supervisora Pedagógica. A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2016, entendendo que o mesmo se constitui em instrumento norteador das ações educativas planejadas pela instituição, construído com a participação de toda a comunidade escolar: professores, auxiliares, pais, alunos e responsáveis; desde o primeiro contato, na relação diária e também através de reuniões, avaliações institucionais, conversas informais, formulários, etc. O Projeto Político Pedagógico da Escola Classe 10 de Taguatinga foi elaborado de forma a contemplar as prioridades estabelecidas pelos diferentes segmentos, servindo de diretriz na atuação de todos os profissionais envolvidos no processo, atendendo aos interesses e expectativas evidenciadas pela clientela. Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem necessários e sempre que as decisões tomadas resultarem em mudanças significativas dos princípios, finalidades e objetivos institucionais. Este instrumento norteador foi organizado tendo como ponto central a Gestão Democrática: a participação efetiva de toda a comunidade escolar, seu comprometimento com o processo pedagógico e administrativo da escola e com a formação continuada de todos os educadores. Além de documento legal, assegura à escola um momento privilegiado de construção e autonomia. O presente Projeto vem ao encontro dos desafios identificados ao longo dos anos anteriores, se adequa às exigências legais e culmina em uma proposta que visa atender às necessidades demandadas pela comunidade local
  • 7.
    em consonância coma concepção de qualidade do ensino, almejada por todos aqueles que participam do dia a dia da escola. Ressalta-se a importância do documento como expressão da coletividade, sua maior força, pois arrebanha o compromisso de todos os envolvidos na sua construção para a sua execução. O PPP da EC10 vem sendo construído nos últimos anos sofrendo alterações embasadas na experiência, nas avaliações internas e externas, se adequando aos documentos oficiais: Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização escolar do 2˚ ciclo, Currículo em Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, e outros. Em muitos momentos fez-se necessário o estudo desses documentos, para que os grupos se apropriassem dos mesmos. O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta garantir legalmente a participação desse segmento, é essencial a instrumentalização dele para que a participação requerida seja eficiente. Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes sujeitos sociais” que compõem a comunidade escolar (pais/responsáveis, órgãos colegiados, alunos, funcionários da instituição): • Efetivando os processos dialógicos entre escola x pais /mães /responsáveis, oportunizando, viabilizando e incentivando a participação concreta na construção de uma escola democrática onde atuem como corresponsáveis na aprendizagem do discente (estudante/filho/tutelado). • Dando a conhecer à comunidade a equipe escolar (gestora, pedagógica, docente); • Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino, aprendizagem e avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos efetivados pela instituição. • Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na construção de instrumentos práticos que regerão o cotidiano escolar; • Promovendo avanços na prática pedagógica e na organização do trabalho, frente às mudanças sugeridas pela SEEDF; • Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e implementações curriculares e avaliativas, decorrentes da ampliação dos ciclos; • Socializando as metas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas no plano de gestão; • Dando voz à comunidade escolar na gestão dos recursos definidos como prioridades no Projeto Político Pedagógico da instituição;
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    • Exibindo paraapreciação por parte da comunidade escolar as prioridades definidas relacionadas à gestão financeira do PDAF _Programa de Descentralização Administrativa e Financeira; • Discutindo com a comunidade escolar prioridades identificadas; • Aprovando por parte do Conselho Escolar a Ata de Prioridades do PDAF – Programa de Descentralização Administrativa e Financeira; • Votando as prioridades apresentadas. • Conhecendo e refletindo os pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal; • Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o desenvolvimento do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, explicitando os conteúdos desenvolvidas no âmbito escolar. • Definindo os temas em torno dos quais se articularão os conteúdos referenciais ao longo do ano; • Definindo os conteúdos a serem trabalhados dentro dos temas definidos articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade, educação para a sustentabilidade, cidadania e educação em e para os direitos humanos; alfabetização, ludicidade e letramentos). • Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos institucionais, definindo metas e concretizando ações. • Aprovando pelo Conselho de Classe o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a Estratégia de Matrícula 2014 (pg75, item 4.4, b); • Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela instituição educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos processos educacionais e democráticos implementados por essa Secretaria/ Instituição educacional; • Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação das necessidades e possibilidades do segmento na participação dos eventos propostos para o ano letivo; • Montando mural com os dados oficias das avaliações em larga escala; • Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das potencialidades e necessidades da instituição;
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    • Evidenciando osprincípios que sustentam o trabalho pedagógico da instituição, em conformidade com os princípios da Secretaria de Educação / DF e das leis maiores que regem a educação no país. • Garantindo a participação dos pais nos Conselhos de Classe bimestrais. As ações desenvolvidas foram realizadas através de reuniões, informes, palestras, conversas pedagógicas, coordenações coletivas, conselhos de classes. Reunião do Conselho Escolar Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de Taguatinga em 2014: Vladia Paula Carvalho (diretora); Berenice Aparecida Sousa Cardoso (vice-diretora); Quedma Elienai de Souza Silva (supervisora pedagógica); Zuleide da Silva Rodrigues (coordenadora pedagógica); Fabiani de F. Shirosaki (coordenadora pedagógica); Maria Emília Resende (Orientadora Educacional); Andrea Cristina de S. Bersan (docente). Fizeram parte da comissão de revisão do PPP EC10 / 2016: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso (diretora); Sandra Regina dos Santos Alencar (vice-diretora), Quedma Elienai de Souza Silva (Supervisora pedagógica), Claudia Queiroz Miranda (coordenadora pedagógica), Maria Emília Resende (orientadora). A comissão procurou, através de diversas estratégias assegurar a participação dos diversos segmentos na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico. O Presente projeto está dividido em capítulos, conforme orientação recebida para a construção do mesmo. Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um resgate dos aspectos mais importantes da escola ao longo dos anos e a relevância da unidade de ensino para a comunidade.
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    No capítulo intituladoDiagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e economicamente a comunidade escolar, além de recolher junto ao corpo docente a percepção que este tem da instituição de ensino. Analisou-se ainda os índices da escola frente às avaliações de rede. Em Missão e Objetivos Institucionais, a EC10 de Taguatinga expressa sua missão e objetivos frente às necessidades detectadas no diagnóstico da realidade escolar. A EC10 expressa os princípios que orientam a prática pedagógica da instituição no capítulo denominado Princípios Norteadores das Práticas Pedagógicas. As concepções acerca de currículo, avaliação, ensino, aprendizagem e educação integral encontram-se descritas no capítulo Concepções Teóricas. A Organização do Trabalho Pedagógico com a atuação das equipes multidisciplinares compõe o capítulo seguinte. As Concepções, Práticas e Estratégias de Avaliação aborda a avaliação formativa, o uso do dever de casa, a recuperação contínua, a atuação do Conselho de Classe, em conformidade com a Diretrizes de Avaliação da SEEDF. Organização da Proposta Curricular vai abordar como acontece o trabalho interdisciplinar, os projetos, a contextualização, a relação teórico-prática. E ainda: como se dá o trabalho com os eixos norteadores do Currículo em Movimento. O capítulo seguinte, Plano de Ação para Implementação do PPP trata da gestão pedagógica, da gestão dos resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os planos de ação das equipes multidisciplinares e funcionários readaptados. As Estratégias de Acompanhamento e Avaliação do PPP estão descritas em capítulo próprio. Os Projetos Específicos estão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas utilizadas na construção do PPP.
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    HISTORICIDADE A comunidade relataa existência da escola desde a década de 60, no entanto, para a modalidade Séries Iniciais do Ensino Fundamental, a Escola Classe 10, de natureza pública, foi criada pela Portaria 17 de 07/07/1980. Quando criada, sua construção, em estrutura de madeira, compunha-se de 05 (cinco) salas de aula e 02 (dois) banheiros; 01 (um) masculino e 01 (um) feminino. Em 1970, passou por uma pequena reforma, mas somente em 1989 recebeu uma reforma significativa, ganhando uma estrutura física de alvenaria em 02 (dois) blocos, com 08 (oito) salas de aula. Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma, ganhando mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e pedagógica, sala de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação, instalações sanitárias e rampas adaptadas para portadores de deficiência física.
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    Rampas Nos últimos anosa escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e pinturas; funcionando como uma estrutura acolhedora para a comunidade na qual se encontra inserida, além de proporcionar bem estar ao corpo discente, docente e demais funcionários. No início de 2012, inclusive, a escola passou por uma reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro inaugurou sua quadra coberta. No período de 1994 a 2004, a Escola Classe 10 de Taguatinga atendeu o 1º segmento da Educação de Jovens e Adultos, no turno noturno, incluindo turmas de DA (Deficientes Auditivos). Com base no Programa Nacional de Educação Especial, garantido pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, em 1996 a Educação Especial, passou a ser oferecida atendendo alunos portadores de necessidades especiais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 30 alunos especiais, inclusos em classes regulares. A Educação Integral foi oferecida a partir de 2008, atendendo hoje cerca de 100 alunos nessa modalidade. Em 2012 a parceria firmada com o SESI possibilitou ofertar aos alunos a prática de atividades esportivas, além de aulas de Teatro e Informática. Para 2016 a Educação Integral propõe a continuidade das atividades esportivas, dança, aulas de informática, horta, música e acompanhamento pedagógico. Na EC10 a Educação Integral trabalha objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico, cultural e esportivo num clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade e o respeito. Para tanto, a ampliação do tempo da criança na escola está amarrada ao compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer oportunidades diversas de aprendizagens significativas e fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a formação integral do educando. Alegando dificuldades internas, em 2016 o Sistema S não renovou as parcerias dos anos anteriores. Desse modo a Educação Integral tem
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    desenvolvido as atividadesfísicas no próprio ambiente escolar contando com a gestão dos espaços internos. Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino Regular. Em 2014 a escola recebeu o Projeto Educação com Movimento, que oportuniza professores de Educação Física para alunos dos anos iniciais. Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas se fortaleceram na instituição com o apoio da comunidade escolar. Destacamos os projetos Cozinha Educativa, Roda de Leitores/ Sarau Literário; os eventos Festa Junina e Aulas Passeios; além da Avaliação Institucional, que cada vez mais concretiza a participação dos pais/responsáveis nos rumos pedagógicos e administrativos da unidade escolar. A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o período de eleições. As instalações da instituição foram avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação desse serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias; bem como o serviço de acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também referendado. A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para campanhas de vacinas. Ao mesmo tempo, essa proximidade possibilita o estabelecimento de um vínculo em casos emergenciais. Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu, atendendo crianças do entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola-comunidade, ocupando de forma criativa as instalações escolares com atividade esportiva-cultural. GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU No momento a escola atende o Projeto Ginástica nas Quadras, no turno noturno. Sempre que solicitado as dependências da escola são utilizadas por grupos religiosos, mediante termo de responsabilidade, nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de “derrubada dos muros da escola”, ofertando um espaço público alternativo à população, fortalecendo o vínculo da
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    comunidade com aescola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a instituição e seu patrimônio. Dados divulgados em 2011, da avaliação de larga escala, situavam a escola em 5,7 em relação ao IDEB. Apesar de abaixo do idealizado pelo MEC (6,0), a escola encontrava-se já em franco crescimento, 8% acima da meta prevista para o período. Novos dados divulgados em 05/09/2014 colocou a escola com a média de 6,2 (IDEB 2013). Tal índice reforça a certeza de que as estratégias adotadas nos últimos anos têm sido eficientes por indicar crescimento constante. O reconhecimento oficial e da comunidade adjacente de que a EC10 constrói uma educação de qualidade é meta expressa neste Projeto Político Pedagógico. A escola destaca-se pelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a comunidade e pelo foco na dimensão pedagógica.
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    DIAGNÓSTICO DA REALIDADEESCOLAR A Escola Classe 10 de Taguatinga está situada em uma área relativamente tranquila no que se refere a casos de violência e vandalismos, tanto que não temos registros de invasões à escola, roubos e outros. A escola percebe-se cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e outras dependências da escola. Quanto à estrutura física a escola apresenta um prédio antigo, tendo passado por diversas reformas ao longo dos anos, conforme relatado no capítulo Historicidade. Apresenta, assim, uma estrutura agradável composta por três blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação, das equipes especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala multifuncional (que apoia a Educação Integral, os projetos de reforço escolar, reagrupamento, Interventivo, etc), direção, secretaria, Sala de Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os alunos portadores de necessidades especiais.
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    A escola contacom um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada. Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de atividades ligadas ao desenvolvimento sócio psicomotor dos educandos. A escola possui um pátio semicoberto, denominado “Espaço Dez”, onde ocorre a acolhida diária dos alunos; possui estacionamento descoberto, murado para os funcionários e uma área não construída, gramada. A escola está estruturada com recepção, portões eletrônicos, interfones e em fase de implantação de sistema interno de câmaras, pensados a fim de potencializar a segurança de alunos e funcionários. A recepção foi pensada com o objetivo de acolher a comunidade com conforto.
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    No que serefere aos recursos materiais a escola é muito bem equipada em todos os setores: jogos pedagógicos, materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o desenvolvimento dos projetos descritos, materiais didáticos e outros. A escola orgulha-se em poder suprir, através da gestão eficiente dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição. Pensando na segurança do patrimônio público sob guarda e administração da escola, a atual gestão instalou grades e trancas de segurança nas principais dependências da unidade pedagógica. Em 2016 a Escola Classe 10 de Taguatinga, iniciou o ano letivo com 506 alunos matriculados nas seguintes modalidades: • Ensino Fundamental de 9 anos, sendo 38 ANEES. Esse contingente de alunos, matriculados nos turnos matutino e vespertino está assim distribuído: MATUTINO VESPERTINO 1° ANO 02 TURMAS 1° ANO 00 TURMAS 2° ANO 00 TURMAS 2° ANO 03 TURMAS 3° ANO 04 TURMAS 3° ANO 03 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse aumento, em cerca de 50% da clientela, alterou profundamente a estrutura da escola: ampliou-se o atendimento da Educação Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos Reagrupamentos previstos para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período a escola buscou formas viáveis de lidar com a situação encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de espaços, monitoramento do intervalo por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação dos projetos de apoio à aprendizagem.
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    Um fato preocupantediz respeito à reprovação por infrequência. Preocupante por se tratar de uma retenção improcedente, sem justificativa e que pode ser atacada em sua origem: o compromisso familiar. De 2011 a 2015 a retenção por infrequência caiu de 21 para 06 em números brutos, número considerado ainda elevado se considerarmos todas as ações preventivas adotas por essa gestão. Mais do que apenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares apresentados busca estabelecer o perfil discente, suas condições sócio- culturais- econômicas, seus valores e necessidades. Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 536 famílias de alunos matriculados em nossa instituição educacional. Os dados estão em fase de tabulação mas foi possível identificar que além de pai e mãe outras personagens se fazem presentes na vida das crianças, como avós, padrasto, madrasta... Quanto à configuração familiar predomina a formação tradicional embora seja evidente que as transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificações que obriga a escola adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos familiares seja acolhedora, fazendo com que todas sintam-se aceitas e integradas. Significativo número de famílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento escolar do filho/aluno; mesmo assim faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a clareza de que a família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções educativas, imprimir valores, fornecer modelo de formação para a vida em sociedade. Além disso, ser responsável pelo desenvolvimento físico e mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com cuidados que permitam o crescimento e desenvolvimento desse indivíduo. Não sendo a escola substituta da família em seus deveres de prover educação, sustento, dignidade e respeito. O desempenho dos diferentes papéis pelos respectivos atores (escola e família) deve concretizar um ser social saudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga-se necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico da EC10. O item referente a faixa de renda familiar mostrou um equilíbrio entre as três faixas de renda que investigamos; dados que serão acrescidos a este documento ao final do processo de tabulação. Preliminarmente podemos afirmar que a maioria dos alunos desta instituição possuem acesso às tecnologias, o que coloca a escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o aluno se torne autônomo no ambiente virtual. Houve um crescimento de 6% em relação à pesquisa realizada em 2014, no que se refere à questão de professar uma religião. 98% declarou- se seguidor de uma religião. 2% não respondeu. Outra mudança nesse quesito refere-se às religiões professadas, antes ficavam divididas entre católicos, evangélicos e espíritas. Agora somam-se a essas as religiões judaica, Adventistas do 7˚ Dia e Mórmons. O quantitativo será divulgado posteriormente.
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    Questionados acerca domomento denominado “acolhida”, 100% da comunidade escolar declarou-se favorável à manutenção do mesmo. Esclarecemos que a acolhida é um momento diário de reflexão, formação cívica e estabelecimento do diálogo inter-religioso. Acolhida no Espaço Dez 92% alegaram saber da existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino. Resumindo os dados colhidos, pode-se afirmar, após analise de mais de 50% das famílias que compõem a comunidade escolar, que a maioria comunidade é formada por famílias de composição tradicional (pai-mãe-filhos), o que não exclui outras formações minoritárias. É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões que variam de funcionários públicos a autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos setores de vendas, contabilidade, advogados, trabalhadores domésticos, etc. É uma comunidade com acesso à internet (80%, pelo menos), seguidores de uma religião cristã (92%), capazes de acompanhar o desenvolvimento escolar do filho (95%). Desde 2011 observa-se uma participação mais efetiva dos responsáveis no que se refere à vida escolar das crianças, em relação a períodos letivos anteriores. Essa participação foi perceptível em reuniões escolares avaliativas e/ou pedagógicas, também em culminância de projetos e outras ocasiões. Considerando a clientela bastante diversificada, incluindo alunos com necessidades especiais, a escola tem buscado formas, discutido e construído caminhos para processar a inclusão com ganhos sociais e individuais, desenvolvendo uma pedagogia centrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de aprendizagem de todos os seus indivíduos, independente de “suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e linguísticas”. A EC 10 aceita, assim, o grande desafio de coordenar a efetiva aprendizagem de indivíduos que têm o desenvolvimento cognitivo, motor e/ou social bastante comprometidos e, num primeiro momento, não responderão conforme a maioria. Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga se obriga a superá-los com qualidade. A escola apresenta os seguintes índices em relação ao IDEB, 6,2, uma meta que pelas projeções do MEC seria atingida entre 2018 e 2019
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    IDEB 2013 /Escola em franco crescimento A Escola Classe 10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não serão somente de ordem ideológico-filosófico. Mas, prioritariamente, de formação profissional docente: mais um processo do que um fim. A interpretação dos dados exige uma mudança conceitual nos valores culturais da escola e, sobretudo, da sociedade. Para tanto, o Projeto ora apresentado, propõe, ao longo do ano de 2016, continuar desenvolvendo, dentro dos princípios da educação integral, um trabalho de qualidade focado na aprendizagem, no sentido de atender as necessidades educacionais de todas as crianças e promover o fortalecimento das atitudes de aceitação e respeito a si próprio, à natureza e às diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas comunitárias mais sustentáveis, mais saudáveis e mais humanas.
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    MISSÃO E OBJETIVOSINSTITUCIONAIS É missão da escola promover o pleno desenvolvimento do educando, através da aprendizagem, formando um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta de suas relações com a sociedade e com a natureza. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão, eleita pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram referendados pela comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade escolar. Assim: • Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar fortalecido e exercendo suas reais funções; • Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente; • Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola; • Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada; • Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber; • Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da escola; • Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem; • Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino Fundamental; • Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem; • Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental; • Propiciar um ambiente educacional adequado à convivência pedagógica; • Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito; • Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidade escolar; E ainda: • Priorizar um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a integração escola/comunidade com vistas à melhoria no processo ensino-aprendizagem e na qualidade de vida da comunidade escolar; • Considerar o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do estabelecimento de ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento integral e harmonioso. • Desenvolver um processo de aprendizagem que favoreça o diálogo pedagógico, o incentivo à investigação e à criatividade, o respeito à diversidade e individualidade e o compromisso com a democratização do saber.
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    • Propiciar umtrabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e aprender a ser. • Promover a aquisição das habilidades requeridas pela sociedade moderna, onde a criatividade, autonomia e capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de convivência, exercício da cidadania e organização do trabalho. • Integrar a capacidade cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando de modo a desenvolver toda a sua potencialidade, promover a educação do caráter, a construção do saber e o despertar da responsabilidade social; • Promover um trabalho educativo onde o afeto, o lúdico e a criatividade, a investigação e a construção científica possam estimular o prazer em aprender. • Criar momentos de reflexão que favoreça a identificação e o repúdio a todas as formas de discriminação, desvalorização e violência no meio social. • Possibilitar aos alunos a formação de uma consciência crítica do contexto social em que vivem. • Assegurar o processo de avaliação institucional, mediante mecanismos internos, com a transparência de resultados e prestação de contas à comunidade, a fim de que os ajustes necessários estejam em consonância com as necessidades de todos.
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    PRINCÍPIOS NORTEADORES DASPRÁTICAS PEDAGÓGICAS Os fins e princípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar sua prática educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e da LDB vigente, bem como todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles: • A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a alcançar o exercício pleno da cidadania. • A Educação deve possibilitar ao ser humano o desenvolvimento harmonioso de todas as suas dimensões, nas relações individuais, civis e sociais. • Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e aceitação do pluralismo de idéias, a flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica adotada. • A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as políticas nacionais de educação e a legislação vigente. • Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum devem ser valorizados na prática pedagógica como norteadores que são da vida cidadã. • Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática constituem fonte de experiências fundamentais para a vida em sociedade, análise de padrões vigentes e a busca da justiça, igualdade, equidade, liberdade, fraternidade e felicidade tanto individual quanto grupal e/ ou universal. • O processo de ensinar-aprender, baseado no diálogo pedagógico, investigação e criatividade, propicia a construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o prosseguimento dos estudos nos diferentes níveis. • A ação pedagógica deve enfatizar procedimentos capazes de favorecer a compreensão e o domínio dos fundamentos científicos e tecnológicos em que se baseiam os processos produtivos da sociedade atual. • A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser e aprender a empreender. • A participação da família e da comunidade na discussão e definição de prioridades, estratégias e ações do processo educativo, contribuirá de forma essencial para a defesa da dignidade humana e da cidadania. • A educação é a estratégia mais adequada para se promover a melhoria da qualidade de vida; exercício da cidadania e a sustentação da governabilidade. É necessário que se destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos, políticos e éticos que emanam da Constituição Federal e da LDB. São eles: sensibilidade, igualdade e identidade. Devem
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    estar presentes emtodas as práticas administrativas e pedagógicas da escola, passando pela convivência, pelo emprego dos recursos, pela organização do currículo, das aprendizagens e das estratégias de avaliação. Entende-se que a estética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao educando reconhecer e valorizar a diversidade cultural do país. A política da igualdade exige o reconhecimento dos direitos humanos e o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Para tanto: o acesso aos benefícios sociais e culturais construídos pela humanidade (saúde, educação, informação, etc.), além do combate a todas as formas de preconceito e discriminação. A ética da identidade visa a construção da autonomia, oferecendo ao educando a oportunidade de na construção de sua identidade, estar apto a avaliar suas capacidades e recursos, emitir juízos de valores e proceder escolhas consonantes com seu projeto de vida. Os princípios epistemológicos, orientadores do currículo integrado, que sustentam as práticas educativas na EC10 emanam do Currículo em Movimento: • Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “ reflexão crítica, síntese, análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando constantemente o “raciocínio, questionamento, problematização e a dúvida.”. • Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento com sentido social e político. • Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e estratégias capazes de completar a formação intelectual do educando. Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no Currículo da SEEDF, os mesmos são: • Integralidade humana; • Transversalidade; • Intersetorialização; • Territorialidade; • Diálogo escola/comunidade; • Trabalho em Rede. Em atividade de reflexão, realizando o levantamento dos princípios orientadores da prática docente, observamos que os mesmos coincidem e/ou complementam os princípios emanados dos documentos oficiais. A saber: • Planejamento • Reflexão; • Integridade/ética; • Contextualização; • Compartilhamento;
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    • Flexibilização; • Embasamentoteórico • Intervenção; • Letramento; • Igualdade; • Desenvolvimento integral do educando; • Desenvolvimento da autoestima do educando. CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que regem o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as causas primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as discussões acerca da função social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente respondidos trazem subjacentes um como. As ações pedagógicas desenvolvidas pelo educador devem ser coerentes com os princípios de educação concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos autoritários. ” (GENTILLI, 2003, p.93); “...não se pode educar para a autonomia através de práticas heterônomas, não se pode educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democracia através de práticas autocráticas” (GENTILLI, 2003, p.75). É a resposta a esse como que conduz a Gentilli: a prática do professor mais que o conteúdo em si, é instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de alinhar teoria e prática, de superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma lista de conteúdos a serem desenvolvidos, e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva integral do ser multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe- se, mas essa busca se concretiza na articulação dos conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas de interesse comunitário e escolar, com os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, a saber: Educação para a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos pelo Currículo em Movimento da SEE/DF. Princípios presentes na prática pedagógica da EC10 / Taguatinga
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    Este Projeto PolíticoPedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de identidades, questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e mecanismos as sustentam, provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. Julga-se procedente a citação textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou por meio dela e que formam o indivíduo, organizam seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na constituição do seu ser como pessoa. É tudo o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma como aprende, como é avaliado, tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual são importantes e compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ” A Escola Classe 10 de Taguatinga assume, assim, um trabalho filiado à crença de que a aprendizagem ocorre na interação com o outro; onde o erro decorre da lógica (qualitativamente diferente da do adulto) utilizada pela criança na resposta dada a determinada questão. O erro, nessa concepção, é percebido como elemento natural do desenvolvimento do indivíduo e não mais é visto como um vilão a ser evitado. Dessa forma, o erro, se devidamente trabalhado pelo professor, conduz à incorporação de novos elementos à representação anterior. Orientada pelo Currículo em Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral para além do tempo ampliado, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas cotidianas e desenvolvimento dos conteúdos, a ideia de que todas as atividades ofertadas no espaço escolar são “entendidas como educativas e curriculares”. A Educação Integral na EC10 pensa a ampliação não só do tempo, mas também dos espaços e das oportunidades equilibrando os aspectos cognitivos, afetivos, sociais e psicomotores. A Escola Classe 10 de Taguatinga pensa a avaliação na perspectiva formativa, conforme orientado pela Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero recolhimento dos dados não contempla a educação que se deseja encampar. É clara a necessidade de discutir os dados e índices apresentados com vistas a intervenção. A intervenção sobre os dados colhidos é o motivo dos projetos e eventos apresentados neste documento. Assumir, portanto, que o aprendiz age sobre o objeto do conhecimento, organizando e integrando novos dados e que o erro faz parte desse processo possibilita à instituição encampar o presente projeto político colocando em prática as ações descritas, que estão plenamente alinhadas com as concepções aqui expressas.
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    ORGANIZAÇÃO DO TRABALHOPEDAGÓGICO DA ESCOLA A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias letivos e 1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes Curriculares Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto educativo que se deseja. Semanalmente, a carga horária é de 25 horas, sendo 5 horas diárias. Dentro dessa carga horária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais atividades extrapolam os muros da sala de aula, ressignificando o ambiente escolar e seu entorno. Destacamos o momento denominado Acolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva. Os alunos têm a oportunidade de manifestar a expressão oral e corporal. O momento também é propício ao desenvolvimento de valores cívicos e morais. Trabalha-se, ainda, com o apoio da comunidade escolar, o diálogo inter-religioso. Acolhida Outro momento contemplado na carga horária é o Recreio, também denominado Intervalo. Previsto na matriz curricular das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada turno para intervalo/ recreio. Nesse momento, conforme projeto anexo, os alunos desenvolvem atividades lúdicas, de maneira autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o recreio, visto que é consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerada atividade escolar. A
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    escola conta comjogos e material de recreação para esse momento: mesas de totó e tênis, cordas, bolas, xadrez, etc. O Projeto Nosso Recreio é 10 encontra-se sob a coordenação do Serviço de Orientação Educacional. Projeto Nosso Recreio é 10 A comunidade tem a oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos específicos de avaliação, de reunião de pais, de realização do Conselho e/ou Assembleia Escolar. Além desses momentos, outros podem surgir em função do conteúdo desenvolvido pela escola junto aos estudantes. O que interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no cotidiano pedagógico, pois sabemos que essa participação não se dará, num primeiro momento, de forma espontânea. É preciso que a escola crie momentos e provoque a participação. A EC10 acredita na contribuição que as famílias podem dar ao processo educativo em todos os momentos, desde o planejamento, passando pela execução até a avaliação. A valorização dos saberes comunitários é outra forma de trazer as famílias para a escola, “dando voz” a esse segmento. A escola deve funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha a oportunidade de exercer as habilidades democráticas de discussão e participação.
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    Momento com acomunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de AvaliaçãO O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática, através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda, bilhetes, blog, e-mail, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o esclarecimento da comunidade acerca do trabalho desenvolvido pela escola (critérios de avaliação, instrumentos de avaliação, estratégias de progressão curricular, objetivos e metas a serem atingidos...), a possibilidade de acompanhamento da rotina do aluno, a participação dos pais no conselho de classe. A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicsa do Bloco Inicial de Alfabetização e Diretrizes Pedagógcas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma organização do tempo e espaço escolar. No que se refere ao espaço faz-se necessário organizar o espaço físico disponível de acordo com sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias, agregando ainda as questões: quando e como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física, funcional, relacional e temporal. O espaço e tempo no BIA deve ser pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de forma a garantir a aprendizagem de todos. O trabalho com o Bloco Inicial de Alfabetização prevê, ainda, a Alfabetização, Letramentos e Ludicidade, eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do processo de escrita” e como letramento “as práticas efetivas de leitura e escrita”, “o que as pessoas fazem com as habilidades de leitura e escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades, valores e práticas sociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o professor responsável pelo letramento específico de cada área de conhecimento trabalhada. Ou seja, no trabalho com o BIA é necessário integrar as práticas de codificação e decodificação da língua escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão: “alfabetizar letrando”. Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o bloco) de forma contextualizada, resgatando “as cantigas de roda, as brincadeiras infantis, o subir, o descer, o pular, o gritar”, permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto a escola conta com a presença de dois profissionais da área de Educação Física, participantes do Projeto Educação em Movimento (projeto anexo). Com isso, os alunos da EC10
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    são atendidos duasvezes por semana, cada atendimento com duração de 50 minutos. O projeto visa levar o estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que possa exercê-las com autonomia. Os professores de Educação Física desenvolvem um trabalho plenamente integrado ao do professor regente, participando do Conselho de Classe, dos eventos com apresentações e das oficinas de Reagrupamento. A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o trabalho pedagógico. Sendo eles: • Princípio da Formação Continuada; • Princípio do Reagrupamento; • Princípio do Projeto Interventivo; • Princípio da Avaliação; • Princípio do Ensino da Língua; • Princípio do Ensino da Matemática. Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento próprio. Observa-se, no entanto, a concretização destes ao longo da Proposta Pedagógica da Instituição. O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o primeiro, segundo e terceiro anos. O processo de alfabetização inicia no primeiro ano e deve levar o estudante a “ler um pequeno texto com compreensão e produzir textos orais e escritos com encadeamento de ideias, a partir de contexto significativo, sem exigências das complexidades ortográficas e complexidades ortográficas e compreensíveis por qualquer pessoa. Esse processo deve ser ampliado e consolidado para que, ao final do BIA, o estudante seja capaz de ler e produzir textos orais e escritos de forma proficiente na perspectiva do letramento e da ludicidade”. (p.38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo). O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos quartos e quintos anos e tem como objetivo principal levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo). O Reagrupamento é uma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização, que deve incorporar-se à rotina da instituição. Visa atender todos os alunos dos ciclos, incluindo a Classe de Correção de Distorção Idade- Série. Favorece o planejamento coletivo, oportunizando a adequação do ensino às necessidades e potencialidades educativas individuais dos alunos, trabalhando de forma diversificada e lúdica. Os reagrupamentos concretizam a ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um único professor, integrando o trabalho da instituição educacional, superando os limites da sala de aula, possibilitando ao aluno transitar entre diversos grupos, interagindo com todos. a. Reagrupamento intraclasse:
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    Atividade realizada nointerior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo com os objetivos e habilidades a serem trabalhadas de forma diversificada. b. Reagrupamento interclasse: Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas, proporcionando o intercâmbio entre eles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo ou não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para atingir especificamente as fragilidades e potencialidades de cada educando. Não há grupo fixo de estudante e também o professor para cada grupo não precisa necessariamente ser fixo. As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do projeto, unindo diversos setores da escola. Os reagrupamentos acontecem na EC10 tanto no nível intraclasse quanto no interclasse. Os professores estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do primeiro ao quinto ano, com diversos reagrupamentos acontecendo entre turmas. O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, ao mesmo tempo que vai de encontro às necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano. Dessa forma, foi elaborado buscando alternativas pedagógicas que superem as atividades rotineiras e repetitivas, priorizando aquelas que promovam a socialização, o autoconhecimento e a autoestima dos alunos, dando um novo sentido à atividade de aprender, onde as necessidades de aprendizagem sejam satisfeitas oportunizando aos alunos a construção do conhecimento. Tem como objetivo geral oportunizar aos alunos dos ciclos, em defasagem idade/série e/ou com necessidade de aprendizagem, a apropriação da leitura e da escrita e de outras habilidades necessárias à continuidade de sua vida acadêmica, intervindo assertivamente nas dificuldades evidenciadas pelo grupo, visando os aspectos do desenvolvimento humano: afetivo, motor, cognitivo e social, numa perspectiva inclusiva. Os Projetos Interventivos são diversificados para atender públicos diferentes. Ocorre duas vezes por semana e requer a participação efetiva do corpo docente, da coordenação e equipe gestora. Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se observe a diversidade presente em sala de aula, onde o modo de aprender de cada criança muitas vezes é único e próprio daquela criança, especificamente. Assim, o momento do reforço escolar aparece como propício ao trabalho com atividades diversificadas, de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece tanto o aluno com dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita, naquele momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação contínua para alunos que evidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os professores regentes são os responsáveis pelo atendimento de pequenos grupos de alunos, no contra turno, semanalmente, às terças ou quintas feiras, de acordo com a disponibilidade do professor. O tempo sugerido é de
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    cerca de umahora, embora tal decisão esteja a critério do professor, que realiza as adaptações julgadas necessárias. As atividades serão planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho repetitivo e rotineiro. A Formação Continuada acontece, conforme previsto em legislação própria, às quartas – feiras, durante a Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10, com o apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das próprias coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação continuada como um momento de articulação entre teoria x prática. Conforme Madalena Freire : “Professor algum é dono de sua prática , se não tem a reflexão de sua prática na mão”. O foco principal das formações continuadas para 2016 tem sido a formação em Educação Matemática. A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e uma psicóloga itinerante. A EEAA desenvolve seu trabalho baseado em Orientação Pedagógica própria e no Plano de Ação, anexo. Orienta os professores regentes na melhor forma de atuação junto aos alunos encaminhados e conta com espaço/tempo próprios para planejamento com o professor regente. A EEAA tem ainda participação efetiva no Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior. A Sala de Recursos, conta com dois profissionais para o atendimento requerido por sua Orientação Pedagógica específica e Plano de ação, anexo. Além do atendimento junto ao aluno ANEE, atua junto ao professor orientando seu planejamento e práticas. Participa do Conselho de Classe e constitui-se em referência para as estratégias de inclusão. O Serviço de Orientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho guiado por Orientação Pedagógica específica e plano de ação, anexos. É responsável por atuar junto às questões disciplinares, tem forte atuação no Conselho de Classe, desenvolve o Projeto do Recreio Monitorado do Remanejamento Natural, Xadrez, anexos; além de temáticas ligadas ao Bullying e à sexualidade. A escola abriga ainda, Educadores Sociais, em número de seis, atuando na Educação Integral auxiliando o coordenador no desenvolvimento das atividades previstas. A proposta pedagógica da SEEDF é regida pelo Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal: currículo de educação integral que objetiva ampliar tempos, espaços e oportunidades de aprendizagem.
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    Ampliação dos tempos,espaços e oportunidades de aprendizagens A enturmação na EC10 de Taguatinga rege-se pelos documentos legais, tanto a formação das turmas, quanto o número de alunos atendidos em cada sala, em função do espaço e das reduções pleiteadas pelos alunos portadores de necessidades educacionais especiais. Em cima dessa enturmação, resguardadas as prerrogativas legais, ocorre uma enturmação pedagógica, organizada pela Supervisão e Coordenação Pedagógica, com o apoio do corpo docente, do Serviço de Orientação Educacional, da Sala de Recursos e do EEAA. A enturmação pedagógica visa equilibrar as turmas para que não haja turmas fortes e fracas. Busca-se ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às necessidades e potencialidades observadas pelo professor e demais equipes ao longo do ano.
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    CONCEPÇÕES, PRÁTICAS EESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do crescimento já alcançado. Avaliar é também, buscar subsídios para a prática docente e administrativa, indicando a importância da manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo, falhas ou disfunções que comprometam o sucesso escolar. A Secretaria de Educação amplia, em suas diretrizes a noção de avaliação, indo além das avaliações da aprendizagem, pedindo a articulação das avaliações em três níveis: aprendizagem, institucional e larga escala. Adota-se nessa articulação a função da avaliação formativa, onde, além de colher dados, além de se analisar o produto final, têm-se a intenção interventiva. É com essa concepção que a instituição de ensino trabalha. Por ser um processo contínuo, sistemático e intrínseco ao ato de educar, a avaliação deve ser planejada e norteada por critérios previamente estabelecidos, conhecidos e entendidos por todos, visto que, o resultado final reflete sem dúvida o fracasso ou sucesso de todos os envolvidos.
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    A Escola Classe10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis acerca dos instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se coparticipante no desenvolvimento escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e incentivar práticas efetivas de participação desse segmento na construção da gestão democrática. Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho pedagógico, dos procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir a presença desses atores no conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão democrática são formas de gerar o protagonismo desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição de ensino se compromete. Para tanto são realizadas as reuniões com responsáveis bimestralmente onde são comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem dos estudantes, onde se discute esse resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o estudante alcance a meta planejada. Embora ocorram momentos específicos de aferição da aprendizagem para planejamento de intervenções, a avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas individuais e/ou grupais que interferem no sucesso escolar. Nesse sentido todo trabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios, definidos no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a participação de todos os segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da instituição com fins de intervenção. O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe acontece bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA, Sala de Recursos), professores de Educação Física, coordenação pedagógica. A ausência de espaço-tempo e o zelo para com os dias letivos previstos não permite que o Conselho de Classe seja realizado com a participação de ambos os turnos, o que seria ideal. Assim, cada conselho é realizado no turno contrário à regência do professor, sendo divididos em Conselho do BIA e dos 4°e 5°anos. Os 4°e 5°anos realizam dois conselhos participativos por ano, intercalados, com a participação de todos os alunos e pais/responsáveis. Viabilizar a participação dos pais/responsáveis em todos os conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados colhidos no conselho são registrados em ficha própria da Secretaria de Educação e em portfólio das turmas aos cuidados da coordenação pedagógica. As observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e retomadas posteriormente para providências. A escola acredita assim encampar a orientação de proceder uma avaliação formativa, sendo essa entendida como aquela realizada com fins de intervenção.
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    Conselho de ClasseParticipativo Todos os segmentos e setores da escola são avaliados durante o Conselho de Classe, no entanto esse não é o único momento em que tal avaliação acontece. As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas semanais constituem –se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as fragilidades identificadas sofrem intervenção imediata. A recepção da escola conta com um instrumento permanente de avaliação para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são repassadas aos setores responsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados através dos diversos instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são tabulados e apresentados à comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento a comunidade é ouvida e suas dúvidas, sugestões e/ou críticas são debatidas coletivamente. Os dados da Avaliação Institucional têm sido amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem disponíveis em versão impressa para toda comunidade. Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional
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    Os resultados dasavaliações de larga escala tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de estudo em coordenações coletivas. Observa-se, no entanto, a necessidade de trabalhar junto à comunidade escolar a compreensão dos dados divulgados, a fim de que seja superada a noção de ranqueamento entre as unidades escolares. A avaliação diagnóstica denominada Aula Entrevista (um conjunto de tarefas realizadas individualmente com o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no processo de alfabetização e na pós-alfabetização) é utilizada na escola sempre que sua necessidade é identificada o que não inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos. Não nos cabe aqui, falar sobre os passos e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma obra específica, até então denominada Aula Entrevista, Geempa, Esther Pillar Grossi. Também não nos cabe teorizar sobre ela, porque tem sido, ao longo dos últimos anos, objeto de estudos em teses acadêmicas. A Aula Entrevista sugere uma intimidade necessária para o estabelecimento de vínculo afetivo dando abertura para o conhecimento que se pretende construir. No que diz respeito à avaliação diagnóstica dos esquemas de pensamento no processo de alfabetização, cabe ressaltar que cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de critérios científicos rigorosos e cada uma corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e conceituado pelas crianças. Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo professor são retomados para compor uma avaliação contínua. O corpo docente da Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao conteúdo que tem sido desenvolvido na e pela escola. Uma atividade cujo objetivo prioritário é a criação do hábito de estudo; momento em que o aluno tem a oportunidade de sistematizar o que foi aprendido e perceber quais estratégias de meta-aprendizagens são úteis para fortalecer sua autonomia como estudante. Significativa parcela dos pais/responsáveis declarou não ter dificuldade alguma em acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos e elencaram o dever de casa como uma das estratégias utilizadas para realizar esse acompanhamento. Aproximar o cotidiano escolar do contexto familiar constitui-se outro ganho para uma escola que objetiva o protagonismo dos pais/responsáveis na educação dos filhos A frequência semanal das tarefas de casa varia de acordo com a idade da criança, aumentando gradativamente do primeiro para o quinto ano. Está claro que as atividades de casa devem ser retomadas pelo professor e corrigidas (quando for o caso) em sala de aula, pois assim obtém-se um retorno das habilidades desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a responsabilidade dos pais nesse momento limita-se a monitorar a realização desse dever de casa, estabelecendo uma rotina para sua realização com local adequado. A função do responsável pode estender-se para alguma orientação específica ou enriquecimento da atividade caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no entanto, não substitui a ação especializada e planejada de ensino do professor. É responsabilidade do professor fornecer ao aluno todo esclarecimento para a realização do dever de casa, indicando roteiro, bibliografia para pesquisa e sites na internet, quando necessário. É
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    responsabilidade do alunocomprometer-se com a realização do dever de casa, mobilizando todo seu conhecimento e habilidades já adquiridas. Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos conteúdos e os objetivos a alcançar. Os professores têm autonomia para decidir seus critérios de avaliação dentro da legalidade e dos pressupostos teóricos definida pelas Diretrizes de Avaliação Educacional, triênio 2014/2016. Os responsáveis, bem como os estudantes, devem ser esclarecidos acerca dos instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação adotados pelo professor. A Escola Classe 10 zela pela manutenção de múltiplos instrumentos de avaliação, uma vez que a avaliação não deve se restringir apenas ao aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da aprendizagem, de forma a evidenciar o desenvolvimento de diferentes competências, exigidas por cada um deles. Os instrumentos utilizados pela EC10 estão contemplados nas Diretrizes de Avaliação Educacional / 2014/2016: provas, portfólios, registros reflexivos, pesquisas, trabalhos em grupos, trabalhos individuais, A auto avaliação é conduzida na perspectiva formativa. Ou seja, o educando é levado a refletir acerca do desempenho obtido e o que poderia ter auxiliado em um desempenho superior. A recuperação ocorre de forma paralela ao longo do processo sempre que o objetivo não for alcançado ou outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a detecção de sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades diversificadas, reforço escolar, projeto interventivo, e outros. O desempenho do aluno é registrado em ficha própria, bimestralmente, conforme orientação da SEEDF e socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem trabalhados, com vistas a um melhor rendimento. Os projetos de apoio à aprendizagem, aqui descritos, são exemplos de recuperação processual adotados pela instituição. Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de classe do professor e no relatório de avaliação (RAV), sendo comunicados aos pais e alunos, mediante instrumento próprio, em reuniões, ao término de cada período escolar. As reuniões de pais/ responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os responsáveis que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou telefone. Na ocasião os pais são esclarecidos acerca da necessidade de seu acompanhamento na vida escolar do filho. Tal estratégia tem apresentado resultados positivos. A escola encontra-se preparada para, em caso de necessidade, acionar outras instâncias de amparo à criança como Conselho Tutelar e Ministério Público.
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    ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Currículoem Movimento adota uma teoria do currículo objetivando “definir intencionalidade formativa, expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e orientar a organização das práticas da e na escola”. Dessa forma, a teoria que fundamenta o currículo da SEEDF é a Teoria Crítica que tem como pressupostos “a desconfiança do que é natural, o questionamento à hegemonia do conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da não neutralidade do currículo e do conhecimento, a busca da racionalidade emancipatória x racionalidade instrumental, a busca do compromisso ético ligando valores universais aos processos de transformação social”. A Teoria pós-critica do currículo aparece também fundamentando o currículo quando além de ensinar a tolerância e o respeito, provoca análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas.
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    O Currículo emMovimento propõe uma maior integração entre os níveis do Ensino Fundamental e uma proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais (Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do currículo é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as aprendizagens e fortalecendo a participação cidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização, transversalidade, diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada. Nessa perspectiva, todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e curriculares. Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares Ainda de acordo com o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, os conteúdos são organizados em torno de temas/ ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade, cidadania e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os componentes curriculares. Conforme explicitado ao longo do presente documento, a Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve os eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto Político Pedagógico, atrelado aos conteúdos curriculares, partindo das necessidades diagnosticadas, dos projetos institucionais ou dos projetos de interesse das crianças
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    Possibilidade de articulaçãocurricular Concepção da articulação tema x eixos x conteúdos curriculares
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    O trabalho curricularda escola não se encontra estruturado em torno de datas comemorativas. Ao analisar as intencionalidades pedagógicas que sustentam um trabalho assim estruturado, o corpo docente percebe o forte apelo consumista bem como as poucas oportunidades de questionar e debater os conceitos postos e assimilados pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à proposta apresentada pela Secretaria de Educação que abraça as teorias crítica e pós-crítica como pressupostos teóricos do currículo. Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em seu interior, a EC10 não se furta de abordar temáticas de interesse dos alunos e da comunidade, mesmo quando de teor comemorativo. Esse trabalho busca afirmar e legitimar o pertencimento cultural da criança e de sua família. Com o cuidado de não estimular o caráter consumista de certas datas, preservando o aspecto afetivo e cultural de outras, dosando com o aspecto crítico, ao longo do ano aparecem no trabalho escolar: os dias dos pais, das mães, a festa junina, a celebração da páscoa e o auto de natal. Esclarecemos que o trabalho com tais eventos está justificado nos projetos específicos, anexos. Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se necessário destacar a Educação para a Diversidade como eixo transversal, onde mais do que apenas “reconhecer as diferenças”, é necessário também refletir sobre elas: “as relações e os direitos de todos”. É um eixo que requer formação continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e interdisciplinar. Para tanto, considera-se os valores culturais do aprendente e de sua família. O aluno, protagonista do ato de aprender, deve ser estimulado em todos os momentos a questionar, manifestar ideias, dúvidas e opiniões, enunciar conceitos e descobertas, fazer associações, pesquisar, concluir, entre outras atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o fortalecimento da autonomia e da solidariedade. As equipes docente e técnico-pedagógica devem ter a sensibilidade de integrar conhecimentos, linguagens e afetos, considerando as experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de
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    identidade, valores, experiênciase modos de vida próprios, que devem ser considerados e discutidos de forma crítica, construtiva e solidária. A organização curricular da EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas, semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver habilidades específicas para que o aluno possa produzir conhecimento a partir dessas tecnologias: necessidade nascida do eixo Educação em e para os Direitos Humanos. Desde 2015 a instituição vem tentando desenvolver um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das aprendizagens dos estudantes e dos professores. Sendo assim, houve um investimento na formação profissional in loco com temas relacionados ao trabalho com a matemática nos anos iniciais. No entanto, em 2016 houve uma mudança no quadro de funcionários (docentes) implicando na retomada das discussões já iniciadas em 2015. Sobre esse aspecto é que são listadas as ações desenvolvidas no presente ano até o mês de Junho e consequentemente algumas perspectivas para o restante do ano. Apesar de os índices das avaliações externas indicarem que a escola tem alcançado os níveis previstos (meta) em mais de 90% é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantando e implementando projetos, estratégias e análises críticas das aprendizagens dos estudantes, ainda são um desafio. Mesmo porque o próprio trabalho com todos os Blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando o correm nem sempre articulados com outras áreas do conhecimento. Para avançar nas discussões desta área opta-se, didaticamente e como intervenção pedagógica da coordenação institucional, por partir dos dados avaliativos apontados pelos próprios professores e posteriormente cruzá-los com os dados das avaliações externas e o currículo da Secretaria de Educação do DF. Isso para que possa-se pensar em quais ações de formação no interior da escola seriam adequadas ou não. Situações de aprendizagem e do ensino da linguagem matemática na Escola Classe 10 1. Implementação de diagnóstico inicial que contemplassem as aprendizagens em matemática e não apenas as aprendizagens em Língua Portuguesa, como era de costume na escola. Sabe-se que o levantamento ainda é restrito e focou apenas na área de números, operações e resoluções de problemas. 2. Mapeamento dos conhecimentos dos estudantes, por turma, para planejamento das atividades didáticas. 3. Conversas com os professores no momento dos planejamentos das aulas, por ano, sobre tipos de atividades a serem desenvolvidas em sala a partir das necessidades de cada turma. Nesses encontros, foram sugeridas atividades diferenciadas para os Blocos da matemática, apresentados no currículo. 4. Acompanhamento de algumas atividades de matemática (jogos, registro, análise de gráficos, desafios lógicomatemáticos, resolução de problemas matemáticos com socialização de estratégias dos estudantes...) que foram desenvolvidas em sala de aula. 5. Estudos no dia das coletivas (quarta-feiras), a partir dos levantamentos feitos nos pré-conselhos e nos conselhos de classe sobre as necessidades de intervenções no campo da matemática. Seguem alguns temas dos estudos:
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     Compreensão deestratégias didáticas para a construção do conhecimento a respeito da estrutura de números naturais, por meio de atividades e jogos de agrupamentos e trocas.  Estudo sobre estratégias didáticas básicas para o desenvolvimento do pensamento do matemático em sala de aula.  Estudo sobre estratégias didáticas básicas para a construção do número decimal e do número fracionário. 6. Listagem de metas de aprendizagem, por bimestre, na área e por ano. 7. Existem Projetos específicos e/ou sequências didáticas ocorrendo em diferentes turmas, mas ainda não são todas.: • 3º ano matutino:  “Desafio do Pote” – Envolve estimativa, representações sobre volume e contagem/quantificação, registro numérico etc.  Resolução de problemas matemáticos com diferentes ideias, priorizando a socialização e reflexão sobre as estratégias utilizadas pelos estudantes.  Mercadinho – envolvendo o Sistema Monetário Brasileiro e reconhecimento das notas e moedas e, consequentemente, seus valores. • Todo o 3ºano realizando atividades e jogos envolvendo agrupamentos e desagrupamento simples e complexo. • 1º ano :  Projeto “Contando e colecionando Tampinhas” – Desencadeia várias estratégias para a quantificação e cardinalidade, além de proporcionarem situações para serem explorados os conceitos estruturantes ( Classificação, ordenação, inclusão, seriação, correspondência um a um e um para muitos, zoneamento, sobrecontagem etc).  Projeto cofrinho – envolvendo a noção de valores e o reconhecimento das moedas e notas do nosso sistema monetário.  Registros em tabelas e gráficos de barras de quantidades que se referem a dados extraídos de situações reais. Análises coletivas dos dados. • 4º anos – Estudo da estrutura dos números decimais com jogos (Tapetinho e fichas escalonadas). • 5º anos - Iniciam o estudo dos decimais apoiados nas frações décimos, centésimos e milésimos. Articulados às unidades de medidas. Há também o uso de jogos com fichas escalonadas. • Os próximos estudos serão a respeito :  Da didática na resolução de problemas e o trabalho com os fatos fundamentais  Medidas: de comprimento, massa, volume e capacidade.  Geometria: Tanto da orientação quanto dos espaços e das formas.
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    • Há reagrupamentosvoltados para as aprendizagens matemáticas e, bem como várias ações de reforço escolar. Potencialidades e fragilidades • Aumento das quantidades de situações em salas de aula em que ocorrem estudos e reflexões sobre o trabalho com a matemática. • Todo o grupo precisa de muitos estudos coletivos para fortalecer suas ideias sobre como realizar as intervenções de modo que favoreçam a construção de conceitos matemáticos pelos estudantes. • Possibilitar melhor articulação entre a matemática e as outras áreas do conhecimento para a construção de projetos e sequências didáticas. • Construção de um diálogo coletivo entre os professores para ampliarem as possibilidades de apoiarem as estratégias reais dos estudantes nas resolução de problemas. O Ensino Fundamental de 9 anos da Escola Classe 10 de Taguatinga destina-se à formação de crianças e pré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização, projetos de vida e exercício consciente da cidadania plena. A Matriz Curricular para o Ensino Fundamental – anos iniciais, no Distrito Federal, prevê: Matriz Curricular prevista
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    47 Escola Classe 10de Taguatinga Avaliação para as aprendizagens – 1º ano (diagnóstico-registro-análise-planejamento) 1º bimestre COMPONENETE CURRICULAR CONTEÚDOS AVALIAÇÕES LínguaPortuguesa Leitura Produção escrita e oral *•Textos: verbal (escrita), não verbal (imagem) e multimodal (escrita e imagem), concretizados em diversos gêneros, em diferentes suportes; •Nome próprio e de colegas: leitura e escrita, ordem alfabética, uso de letra maiúscula. •Leitura e escrita de listas diversas de acordo com alguns critérios: ordem alfabética, semântica e outros. Cantigas de roda, parlenda • Símbolos: identificação e diferenciação (letras,números, figuras, etc). • Alfabeto: topologia de letras, tipos de letras (maiúsculo e minúsculo), ordem alfabética, identificação de consoantes e vogais • Letras iniciais de palavras significativas – percepção do som • Relação de letras, palavras e imagens • Análise de palavras signficativas quanto a número de letras, silabas orais, letras inicial e final • Classificação de palavras que começam e terminam com a mesma letra • Exploração de sons iniciais (aliteração) e finais (rimas) das palavras • Segmentação (divisão) oral da palavra em sílabas • Identificação do som da sílaba na palavra • Relação entre grafema (letra) e fonema (som) – na leitura e escrita de palavras e textos Literatura *Livros e obras infantis: escuta e manuseio. • Avaliação contínua das aprendizagens conquistadas por meio das atividades realizadas ao longo do bimestre e do teste da psicogênese. • Autoavaliação. • Desenvolvimento durante a participação nos jogos e brincadeiras. • Início da organização do portifólio. • Zelo e responsabilidade com materiais (Livros didático/cadernos e outros). • Desenvolvimento da tarefas de casa. • Assiduidade/pontualidade.
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    48 Matemática Estrutura lógicas(processos mentais) • Conservação, correspondência, classificação, sequenciação, seriação,Ordenação e inclusão. Números e operações •Função do número. Sistema de Numeração decimal (Números de 0 a 20) •Quantificação de coleções; •Correspondência biunívoca; •Sequência oral numérica; •Zoneamento; •Relação entre: quantidade/quantidade, quantidade/símbolo; símbolo/quantidade; •Formação de grupos (10 unidades=dezena) •Registro pictórico, orais ou escritos e experiências matemáticas vivenciadas a partir de situações problemas envolvendo adição e subtração. •Registro, leitura numérica de quantidades menores que uma centena. Grandezas e Medidas • Medida de tempo (antes, durante, depois) dia da , semana, mês e ano através da utilização diária do calendário (rotina) • Utilização das partes do corpo como unidade de medida. Espaço e forma • Noção de lateralidade, posicionamento e comparações: acima de/ abaixo de, à direita e/ à esquerda de, em frente de / atrás de, no meio de, diante de , em torno de (ao redor de), dentro/fora, antes de/ depois de, ao lado de, entre, horizontal/ vertical, menor que/ maior que, igual a/ superior a. • Sentidos: para baixo/ para cima, por baixo/por cima, para dentro/para fora, para trás/para frente, por detrás/ pela frente, através de, para a direita/para a esquerda, horizontal/vertical Tratamento da informação • Organização de tabelas e gráficos referentes: meses de aniversário dos estudantes, suas preferências (brinquedos e brincadeiras, frutas, cores e outros) • Avaliação contínua das aprendizagens conquistadas por meio das atividades realizadas ao longo do bimestre. • Autoavaliação • Desenvolvimento durante a participação nos jogos e brincadeiras. • Assiduidade/pontualidade.
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    49 CiênciasHumanasHistóriaeGeografia Eu - nome,sobrenome; - documentos pessoais: certidão de nascimento, cartão de vacina e outros. Registro da história pessoal: - gráficos (fotos, imagens, desenhos), auto- retrato, preferências, desejos. Minhas características: - semelhanças e diferenças em relação ao outro. - Interesses e brincadeiras preferidas (Gráficos/tabelas). Espaço da casa: - Minha casa, meu endereço, meu telefone. - Espaço da sala de aula: a posição de objetos e estudantes (frente, atrás, em cima, embaixo, dimensões – altura, comprimento e largura). - Espaço da escola: sala de aula, espaços brincantes, sala de leitura e demais dependências. • Avaliação contínua das aprendizagens conquistadas por meio das atividades realizadas ao longo do bimestre. • Autoavaliação • Desenvolvimento durante a participação nos jogos e brincadeiras. • Assiduidade/pontualidade. CiênciasNaturais Meu corpo: - Identificação das partes e noções básicas das funções do corpo humano. - Cuidado com o corpo. - Higiene (crescer com saúde). - Alimentação saudável (cuido de mim).
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    50 EducaçãoArtística Música: - Sonscorporais ambientais e silêncio. - Noções de ritmo, melodia e harmonia. - Dramatização e sonorização de histórias. Plástica e Cênica: --Elementos básicos: ponto, plano, textura, formas, volume, luz e linha. --Observar quais linhas são utilizada para escrever as letras do alfabeto: A (duas linhas na diagonal e um linha na horizontal; E uma linha na vertical e três na horizontal); - Auto-retrato - Criação livre de desenhos, pintura, colagem, esculturas, modelagem e construção. - Cores primárias e secundárias Educaçãoem Movimento EnsinoReligioso Alteridade Autopercepção e relacionamento com o outro. Convívio escolar: respeito, justiça, solidariedade no ambiente escolar. Avaliação contínua das atividades realizadas ao longo do bimestre
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    51 Escola Classe 10de Taguatinga Avaliação para as aprendizagens - 2º ano (diagnóstico-registro-análise-planejamento) Componente Curricular Conteúdos Avaliações LínguaPortuguesa • Regras para escuta e fala; • Opiniões e comentários, recados orais e, contação de histórias. • Alfabeto (Maiúsculo e minúsculo), ordem alfabética e identificação de consoantes e vogais. • Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. • Atividades aplicadas • Teste da psicogênese Matemática • Funções do número; quantidade de elementos; sequência escrita e oral numérica; Zoneamento ( separação entre os contados e os a contar); relação entre quantidade, bem como símbolos e quantidades. • Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. •Atividades aplicadas CiênciasHumanasHistóriaeGeografia • Eu: Nome/ Sobrenome • Sequência do dia-a-dia, acontecimentos importantes. • Paisagens na escola • Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. •Atividades aplicadas •Desenhos
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    52 CiênciasNaturais • Ocorrências dosdias, da noites e do ano. Educação Artística • Autorretrato e releituras • Criação livre de desenhos Ensino Religioso • Grupos sociais: Família • Desenho • Desenvolvimento da oralidade • Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. •Atividades aplicadas Desenhos
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    53 Escola Classe 10deTaguatinga Avaliação para as aprendizagens -3º ano (diagnóstico-registro-análise-planejamento) 1º bimestre Componente Curricular Conteúdo Avaliações LínguaPortuguesa • Alfabeto (Maiúsculo e minúsculo) • Textos narrativos • Separação silábica • Substantivo próprio e comum • Teste da psicogênese – Diagnóstico inicial. • Produção textual • Confecção de cartazes • Ditado interativo • Autoavaliação • Interpretação de texto Matemática • Sistema de numeração decimal • Adição e subtração com agrupamento e desagrupamento • Situações-problema • Sequência numérica atécentena • Avaliação diagnóstica • Resolução de problemas CiênciashumanasHistóriaeGeografia • Localização espacial (dentro/fora; esquerda/direita) • Espaço no mundo: Sujeito na sala de aula,na escola, no bairro, na cidade, no estado, na região, no Brasil e no mundo. • Documentos históricos e pessoais • Relações sociais • Jogos • Brincadeiras • Desenhos
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    54 CiênciasNaturais • Ocorrências dodi, da noite, do ano e suas estações. • Orientação espacial por meio de órgãos sensoriais eda ludicidade • Nascente e poente: Diferentes posições do sol • Higiene/doenças contagiosas e epidemias • Saneamento básico • Jogos • Brincadeiras • Desenhos Educação Artística • Autorretrato • Músicas • Expressão corporal e por meio de desenhos Educaçãoem Movimento • Esquema corporal • Orientação espaço /temporal • Regras de convivência social e escolar • Jogoscom regras • Ritmo e expressividade corporal • Participação nas aulas Ensino Religioso • Valores • Simbolismo religioso ( Páscoa) • Participação nas aulas
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    55 CONTEÚDOS DO 1ºBIMESTRE DO 4º ANO ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA Formas de Avaliação: Atividades de caderno, atividade para casa, pesquisa, avaliação escrita (bimestral), atividades em grupo e individual em sala. HISTÓRIA E GEOGRAFIA *O projeto Caixa Histórica é o articulador de todo o trabalho durante o 1º bimestre. LÍNGUA PORTUGUESA PRODUÇÃO ESCRITA E ORAL E CONHECIMENTOS LITERÁRIOS CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS • O estudante e o tempo: o tempo no cotidiano; fontes históricas; tempo histórico e social. • Estatuto da criança e do adolescente e declaração universal dos direitos humanos. • Saber utilizar procedimentos básicos de observação, descrição, registro, comparação, análise e síntese na coleta de tratamento da informação, seja por meio de fontes escritas ou imagéticas. • O Brasil no mundo. • Nomes dos continentes • O Brasil no continente americano. • DF na região Centro-Oeste. • Regiões administrativas do DF e Entorno • Leitura de mapas (escala, legenda e a Rosa dos ventos). • Ideia de fronteira. • Poema/poesia: Produção a partir de um texto de em prosa/assunto significativo, por meio da paródia ou autoria. • Biografia dos autores e dos estudantes • Relatos da própria história e experiências vividas a partir de anotações prévias • Gêneros que apresentam a narrativa em sua organização interna • Revisão textual • Separação silábica • Poema, Lendas, documentos de identificação, biografia, obras de arte, autobiografia e texto informativo. • Leitura: textual, contextual, inferencial e intertextual. • Consulta ao dicionário • Verbetes de enciclopédias •Revisão do alfabeto maiúsculo e minúsculo; •Substantivo próprio •Pontuação: Importância e uso contextual. •Ordem alfabética •Substantivos •Adjetivo •Manuseio e uso de dicionários; •Vocabulário: ampliação, significação, sinônimos e antônimos inferir sentido a partir da leitura e uso do dicionário. •Letra maiúscula (substantivo próprio) •Pronomes pessoais (reto e oblíquo) •Modos de nasalização ( M e N no final de sílabas; Uso do Til; m antes de P e B. •Outros estudos ortográficos poderão surgir durante os contextos das aulas.
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    56 • Suportes eportadores: criação de espaços para publicação (mural, varal, caratzes, folhetos...) • Recursos paralinguísticos (Gestos, tonalidade da voz e expressão facial) na interlocução. • Sufixo “oso” (adjetivo) e “eiro” (leite+ leiteiro) MATEMÁTICA NÚMEROS E OPERAÇÕES GRANDEZAS E MEDIDAS ESPAÇO E FORMA • Registro, leitura e escrita numérica de grandes quantidades; • Decomposição numérica • Forma polinomial (100+20+3=123) • Relação de ordem dos números naturais e seu posicionamento na reta numerada • Situações problemas envolvendo todo as ideias de adição e subtração com ênfase no agrupamento e desagrupamento de unidades. • Formulação, interpretação e organização dos dados para a resolução se situações problema envolvendo as quatro operações (adição, subtração) valorizando a socialização dos diversos procedimentos de registros. • Ordens e classes • Uso da régua para margens e construção de tabelas. • Uso da fita métrica. • Planificações de cubos e paralelepípedos • Composição, decomposição e representação de figuras tridimensionais:  Construção de sólidos;  Embalagens. • Composição de figuras geométricas planas e partir de justaposição de outras. TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO • Construção e interpretação de gráficos de coluna, barras e produção de textos; • Situações-problema envolvendo interpretação de tabelas e gráficos. CIÊNCIAS RELIGIÃO
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    57 MEIO AMBIENTE • Tempoatmosférico (chuva, sol, calor, frio, umidade, granizo, neve, neblina e geada). • Tempo cronológico. • Diferenciação entre tempo atmosférico e tempo cronológico. • Água SER HUMANO E SAÚDE • Identificação das partes do corpo • Noções do sistema do corpo humano. • Cuidados com o corpo. ALTERIDADE • Paz e justiça em diversos grupos sociais. • Escuta sensível. SIMBOLISMO RELIGIOSO • Narrativas sagradas orais e escritas. ARTES PLÁSTICAS E CÊNICAS: • Criação de desenhos, pinturas, construções e esculturas temáticas. • Apreciação de artistas que utilizaram a cidade e temáticas sociais para elaboração de trabalho plástico. • Elementos básicos da linguagem visual: relação entre ponto, linha, plano, cor, textura, forma, volume, luz, ritmo, movimento, equilíbrio. • Noções de plano, volume e espaço bi e tridimensional. • Construções tridimensionais. • Athos Bulcão. • Desenho urbanístico de Lúcio Costa • Espaços de informação e de comunicação artística/ cultural: museus ,mostras, exposições, galerias, oficinas, pontos turísticos, e outros. MÚSICA • Sons corporais, ambientais e silêncio ( pausa) • Estilos / gêneros musicais (música folclórica, popular, erudita do Brasil, do mundo) e outros. • Rock de Brasília: história de bandas e artistas que surgiram na cidade de Brasília. • Grupos musicais diversos e da cultura popular de Brasília Escola Classe 10 de Taguatinga Avaliação para as aprendizagens - 5º ano (diagnóstico-registro-análise-planejamento) – 1º bimestre Componente Curricular Conteúdo Avaliações
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    58 LínguaPortuguesa • Leitura einterpretação de diversos gêneros textuais: Biografia, autobiografia, receitas, listas, contos e músicas; • Oralidade; • Alfabeto: Letras maiúsculas e minúsculas, fonemas e grafemas; Ordem alfabética; • Uso do dicionário; • Encontro vocálico, consonantal e dígrafo; • Divisão silábica e classificação quanto ao número e tonicidade; • Substantivo: Próprio, comum, primitivo, derivado e coletivo. • Pontuação e entonação na leitura. • *Avaliação será realizada através de:  Observações diárias – Responsabilidade, dedicação, compromisso, frequência e participação.  Avaliações escritas;  Pesquisas;  Trabalhos individuais e em grupo. Matemática • Sistema de numeração decimal – Unidade de milhão; • Ordens e classes - Composição, decomposição e escrita por extenso; • Tabelas e gráficos; • Situações problema envolvendo as quatro operações. • Medidas de tempo.
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    59 *Observação: Estas opções deavaliação serão realizadas em todos os componentes curriculares. . CiênciasHumanasHistóriaeGeografia • História do aluno, da escola e da cidade; • Fontes históricas; • Colonização portuguesa. • O planeta terra e os seus movimentos; • Continentes e oceanos; • América; • Escala, planta, orientação, percurso e mapas. CiênciasNaturais • Sistema solar; • Vivendo em equilíbrio com o planeta. Educação Artística • História da arte; • Experimentação (cores, texturas e materiais diversos) • Biografia e obras de Vick Muniz.
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    60 Ensino Religioso • Valores; •Tradições religiosas. Escola Classe 10 de Taguatinga Avaliação para as aprendizagens - 1 º ano (diagnóstico-registro-análise-planejamento) Período entre 11 de maio a 28 de julho Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa Componente Curricular Conteúdo Avaliações
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    61 LínguaPortuguesa • Textos:verbal (escrita), não verbal (imagem) e multimodal • Elementos que compõem a estrutura e a apresentação dos gêneros: receita, lista, bilhete e convite; • Rótulos, embalagens, logomarcas e slogans: • Produção textual por meio de diversos gêneros, preferencialmente em situações reais de uso • Elementos que compõem a narrativa (presente em diversos gêneros): personagens (quem?), lugar/espaço (onde?) e ações (o quê?) • Ilustração (desenhos) de músicas e contos • Produção textual coletivo por meio de diversos gêneros, preferencialmente em situações reais de uso • Elementos que compõem a narrativa personagens (quem?), lugar/espaço (onde?) e ações (o quê?) • Relatos de acontecimentos do cotidiano; • Reconto de histórias por meio da oralidade e desenho; • Diversos falares regionais • Manuseio de suportes textuais: livros, revistas, jornal, gibi, folhetos, fôlder, encartes, cartazes, cartão, panfletos, etc. CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS • Alfabeto: topologia de letras, tipos de letras (maiúsculo e minúsculo), ordem alfabética, identificação de consoantes ( C – B –M – G – L ) e vogais • Letras iniciais de palavras significativas – percepção do som • Relação de letras, palavras e imagens. • Análise de palavras signficativas quanto a número de letras, silabas orais, letras inicial e final • Classificação de palavras que começam e terminam com a mesma letra • Exploração de sons iniciais (aliteração) u finais (rimas) das palavras • Segmentação (divisão) oral da palavra em sílabas • Identificação do som da sílaba na palavra • Relação entre grafema (letra) e fonema (som) – na leitura e escrita de palavras e textos • Palavras novas a partir de outras, trocando letras e sílabas (PATO/MATO, GADO/DADO) • Utilização da estrutura silábica CV para ler e escrever palavras e pequenos Textos • Adjetivação oral • Avaliação contínua das aprendizagens conquistada por meio das atividades realizadas ao longo do bimestre e do teste da psicogênese. • Autoavaliação • Desenvolvimento durante a participação nos jogos e brincadeiras. • Organização do portifólio. • Zelo e responsabilidade com materiais (Livros didáticos, cadernos e outros) • Desenvolvimento das tarefas de casa. • Assiduidade/pontualidade
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    62 CiênciasHumanasHistóriaeGeogafia • Documentospessoais, certidão de nascimento, cartão de vacina, registros. • Eu e a família: convivência familiar, valorização e respeito aos membros da família; história de vida familiar. • Vida em família: identificação dos membros da família (árvore genealógica), relações de parentesco, normas e regras familiares. • Preservação do ambiente e dos recursos naturais • Localização, utilização reorganização e conservação • Avaliação contínua das aprendizagens conquistada por meio das atividades realizadas ao longo do bimestre; • Desenvolvimento durante a participação nos jogos e brincadeiras. • Autoavaliação • Assiduidade/pontualidade CiênciasNaturais Ambiente • Ocorrências do dia e da noite (diferenças e semelhanças entre dia e noite) • Ações do homem no ambiente: ambientes naturais e ambientes construídos • Água – importância, características e usos sustentável • Animais e plantas: classificação e características • Higiene • Alimentação saudável Educação Artística • Manifestações folclóricas e populares (Festa junina) • Cores primárias e secundárias • Dramatização de histórias, elementos teatrais, visuais e sonoros. • Expressividade corporal em movimentos socioculturais (dança ) Educaçãoem Movimento • Dominância Lateral • Habilidades Locomotoras, manipulativos e combinados • Circuitos especiais com combinação de habilidades (correr com saltos; andar e chutar; rastejar com levantar). Participação nas atividades e observação do desenvolvimento psicomotor
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    63 Ensino Religioso • Alteridade • Autopercepçãoe relacionamento com o outro • Convívio escolar: respeito, justiça, solidariedade no ambiente escolar. Avaliação contínua das atividades realizadas ao longo do bimestre Matemática Estruturas lógicas ou processos mentais -Conservação; Correspondência; Comparação; -Classificação; - Sequenciação; -Seriação;-Ordenação e Inclusão. Números e operações • Funções do número:- • Sistema de Numeração Decimal – quantificação e sequência. -Agrupamentos e desagrupamentos de quantidades, unidade para dezena; • Registros pictóricos, orais ou escritos e experiências matemáticas vivenciadas a partir de situações - problema • Adição e subtração (ações de juntar e acrescentar quantidades) e subtração(retirar, comparar e completar); • Sistema Monetário Brasileiro (reconhecimento de cédulas e moedas) Grandezas e medidas • Medida de Tempo:-Noções de tempo (antes, durante e depois; dia, semana, mês e ano; manhã, tarde e noite). Medidas não convencionais (palmos e passos) • Avaliação contínua das aprendizagens conquistada por meio das atividades realizadas ao longo do bimestre; • Desenvolvimento durante a participação nos jogos e brincadeiras. • Autoavaliação • Assiduidade/pontualidade
  • 64.
    64 Escola Classe 10de Taguatinga Avaliação para as aprendizagens - 2 º ano (diagnóstico-registro-análise-planejamento) Período entre 11 de maio a 28 de julho Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa Componente Curricular Conteúdo Avaliações
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    65 LínguaPortuguesa • Leitura deimagens, gráficos, tabelas, desenhos; • Produção textual por meio de diversos gêneros, preferencialmente em situações reais de uso; • Gêneros que apresentam instrução/ injunção em sua organização interna: receitas, regras de jogos, manuais – leitura, compreensão e produção; • Convites e histórias em quadrinhos; • Características físicas do personagem principal e do lugar, sequência de ações (começo, meio e fim) de narrativas; • Leitura e produção oral e escrita de gêneros que apresentam a narrativa em sua organização interna: conto popular; • Opiniões e comentários; • Contação de histórias; • Manuseio e Identificação de suportes / portadores: livros, gibi, faixas e placas; • Escolha de suporte / portador mais apropriado para publicação do gênero produzido: mural e livro; • Roda de conversa: regras para escuta, fala e manunteção do tema; • Modos de falar: regionalismo; • Alfabeto: topologia de letras, tipos de letras (maiúsculo e minúsculo), ordem alfabética, identificação de consoantes e vogais; • Exploração de sons iniciais (aliteração) ou finais (rimas) das palavras; • Relação entre grafema (letra) e fonema (som) – na leitura e escrita; • Correspondências regulares diretas entre letras e fonemas em: P/B, T/ D, F/ V; • Vocabulário - ampliação a partir da compreensão de significados contextualizados; • Estruturas silábicas; • Correspondências regulares contextuais entre letra ou grupo de letras e seus sons: - C/QU (cadela/quilo); - G/GU (garoto/guerra); - J (com as vogais a, o u); • Obras escritas que contenham coletâneas de origem oral e cantigas • Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. • Atividades propostas. • Teste da psicogênese. • Prova escrita. Avaliação da leitura oral. CiênciasHumanasHistóriaeGeografia - Sequência do dia a dia, acontecimentos importantes como aniversários, comemorações, fatos do ano que passou ou que está vivendo. • Linha do tempo, fases da vida (infância, juventude, velhice), datas significativas para a família (aniversários, comemorações) - Evolução do tempo: a semana, os meses e o ano • Reutilização de materiais: redução do consumo, reciclagem, reaproveitamento • Paisagens da sua escola e locais próximos a sua residência • Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. • Atividades propostas.
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    66 Ensino Religioso • Valorescomo solidariedade, cooperação e fraternidade • Respeito às diferenças culturais e religiosas nos diversos ambientes • Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. CiênciasNaturais • Ocorrências do dia, da noite e do ano • Posições do Sol durante o dia e suas relações com as sombras • Informações sobre a duração do dia em diferentes épocas do ano • O movimento do Sol em relação ao horizonte e à projeção das sombras • Cuidados com o corpo: higiene e alimentação saudável. Apropriação das funções dos órgãos sensoriais a partir da percepção do ambiente, da orientação espacial e da ludicidade. - Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. -Atividades propostas. EducaçãoArtística - Observação das cores presentes na natureza em diferentes épocas do ano, com enfoque no Sol; -Expressividade corporal em movimentos socioculturais (quadrilha) e outros do contexto. - Interpretação de personagens de narrativas e textos infantis, histórias em quadrinho, filmes, desenhos animados e programas infantis de TV. - Estilos / gênero musical (regionais). - Técnicas artísticas variadas com instrumentos e materiais diversificados. - Noções de ritmo, melodia e harmonia. - Confecção de instrumentos com elementos da natureza. - Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. -Atividades propostas. Educaçãoem Movimento • Dominância Lateral • Habilidades Locomotoras, manipulativos e combinados • Circuitos especiais com combinação de habilidades (correr com saltos; andar e chutar; rastejar com levantar). Participação nas atividades e observação do desenvolvimento psicomotor. Matemática - Indicador de posição: número ordinal; - Quantificação de coleções ou eventos; Correspondência biunívoca; - Sequência oral numérica; - Zoneamento (os contados e a contar); - Conservação de quantidade: relação entre quantidade/quantidade, quantidade/símbolo, símbolo/quantidade; - Agrupamentos e desagrupamentos de quantidades; - Formação de grupos (grupos de 10 – unidade para dezena); - Valor posicional dos números; - Nomenclaturas: unidade e dezena; -Comparações entre números: quem é o maior, quem é o menor, quem está entre par e numérica; • Fatos fundamentais da adição e subtração em situações significativas que desenvolvam o cálculo mental. • Adição (ações de juntar e acrescentar quantidades) • Subtração (ações de retirar e comparar e completar quantidades • Multiplicação (ações de agrupar parcelas iguais, combinações, proporcionalidade e disposição retangular) - Observação direta do desenvolvimento e da participação dos estudantes nas atividades. -Atividades propostas. - Prova escrita.
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    67 *• Medida detempo: Noções de tempo (ontem, hoje, amanhã; dia, semana, mês e ano; manhã, tarde e noite) através da utilização diária do calendário (rotina). -Tempo escolar: bimestre, semestre, rotina escolar -Registro, relato e socialização de orientação e deslocamento no espaço -Representação e localização de objetos e de pessoas; • Noção de lateralidade, posicionamentos e comparações:-Acima de/abaixo de, em cima de/em baixo de, à direita de/à esquerda de, em frente de/atrás de, no meio de, diante de, em torno de (ao redor de), dentro/fora, antes de/depois de, ao lado de, entre, horizontal/vertical, menor que/maior que, igual a/inferior a/superior a; • Registro de forma variada da coleta de informações em situações de pesquisa, jogos e brincadeiras • Organização dos registros das informações: -Tabelas simples; -Gráficos de coluna; -Construção de tabelas • Leitura, interpretação e análise de tabelas simples. • Leitura, interpretação e análise de gráficos de colunas. • Decodificação de sinalizações, placas e códigos mais significativos do contexto sociocultural. Escola Classe 10 de Taguatinga Avaliação para as aprendizagens - 3º anos 2º Bimestre - 11 de maio a 28 de julho Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa Componente Curricular Conteúdo Avaliações
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    68 LínguaPortuguesa Gênero Previsto parao bimestre: Diário, receita, convite, história em quadrinho, conto de aventura, lendas, cartazes, entrevista, canção e cardápio. - Leitura e interpretação de texto. - Alfabeto: maiúsculo e minúsculo, ordem alfabética, identificação de consoantes e vogais; - Substantivo: masculino/feminino, aumentativo/diminutivo, singular/ plural - Tipos de frase/Pontuação: dois pontos, travessão, interrogação, exclamação, vírgula e ponto final. - Ortografia: R, X/CH, G/J, AÕ, LI/LH Dígrafos, A/AI, E/EI/ O/OU, L/U. - Leitura e escrita de palavras, frases e texto. - Produção textual por meio dos gêneros trabalhados no bimestre; • Participação e execução das atividades propostas em sala e Para Casa; • Organização do livro e caderno; • Ditado de palavras, frases e textos; • Tarefas de casa • Atividades revisão do bimestre • Teste bimestral • Produção Textual • Auto avaliação Matemática Sistema de numeração decimal: - Números de 0 a 1.000 - Agrupamento e desagrupamento - Contagem 2 em 2, 3 em 3, 5 em 5, 10 em 10, 100 em 100. Comparação entre números: Ordem crescente e decrescente;- Sucessor e antecessor; Números pares e ímpares; Valor posicional - Leitura e interpretação de tabela e gráfico - Medidas de tempo – relógio - Medidas de comprimento - Adição com reagrupamento (ação de juntar e acrescentar quantidades) - Subtração com desagrupamento (ação de retirar, comparar e completar quantidades) - Sistema monetário - Dobro e metade - Multiplicação por um algarismo no multiplicador - Números ordinais de 1º ao 20º - Situação problema Interpretação - Cálculo mental (fatos fundamentais da adição e subtração através de jogos) • Participação e execução das atividades propostas em sala e Para casa; • Organização do livro e caderno; • Tarefas de casa; • Atividades revisão do bimestre • Teste bimestral • Atividade de cálculo mental (ditado) • Autoavaliação
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    69 CiênciasHumanasHistóriaeGeografiaCiênciasNaturais De onde vêmos alimentos? • Campo e cidade produzem alimentos; • A agricultura – A cobertura do solo • A pecuária e o extrativismo • A indústria Representação e orientação • Espaço no mundo: localização do sujeito na sala de aula, na escola, no bairro, na cidade, no Estado, na Região, no Brasil, no mundo. • Nascente e poente: diferentes posições do Sol; • Ocorrências do dia, da noite, do ano e suas estações; •A alimentação dos seres humanos; Cuidados com o corpo: Higiene • Participação e execução das atividades propostas em sala e Para casa; • Organização do livro e caderno • Autoavaliação EducaçãoArtística • Desenho de observação (paisagens, objetos, pessoas, etc.) • Criação livre de desenhos, pinturas, colagem, esculturas, modelagem e construções; • Expressão corporal e vocal através danças juninas; • Interpretação de personagens de narrativas e textos infantis, de espetáculos teatrais, histórias em quadrinho, filmes, propagandas, desenhos, animados e programas infantis de TV • Dramatização de histórias • Pesquisa de elementos encontrados na natureza e produzidas pelo homem • Arte como manifestação da cultura e identidade de um povo • Brinquedos cantados e jogos folclóricos • Autoavaliação • Participação na organização e execução na festa junina; EducaçãoComMovimento Dominância lateral Habilidade locomotora, manipulativos e combinados. Circuitos especiais com combinação de habilidades (correr com saltar; andar e chutar, rastejar com levantar);
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    70 EnsinoReligioso Alteridade Auto percepção erelacionamento com o outro; Admiração e contemplação da natureza como ação transformação de si mesmo e do meio em que vive; • Participação nas atividades propostas • Autoavaliação Escola Classe 10 deTaguatinga Avaliação para as aprendizagens – 4º ano (diagnóstico-registro-análise-planejamento) Período entre 11 de maio a 28 de julho Projetos Institucionais: Festa Junina, 1º Sarau Literário e Cozinha Educativa Componente Curricular Conteúdo Avaliações
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    71 LínguaPortuguesa • Gêneros queapresentam a NARRATIVA em sua organização interna: fábulas tradicionais e modernas; contos de suspense; conto popular; lendas, mitos e crônica – análise de mecanismos de coesão e coerência, reconto oral e produção escrita. • Análise e percepção de elementos da narrativa, presentes em diferentes gêneros: foco narrativo; características físicas e psicológicas (teimoso, corajoso, etc.) do personagem principal; identificação de personagens secundários; caracterização de lugar (onde) e o tempo (quando). Se possível, enredo (desenvolvimento do conflito, clímax e desfecho), discurso direto e indireto. • Transcrição de diálogos sob a forma de texto narrativo usando pontuação • Consulta a dicionário: estudo de verbete do dicionário como gênero e formas de uso • Verbete de enciclopédia: instrumentalizar o uso • Reportagens e suplemento infantil de grandes jornais: leitura e estudo de reportagem levando em conta o tipo de leitor; • Notícia: escrita de texto de autoria a partir de pesquisa de dados e organização • Sinopse (de livros ou filmes): produção após assistir um filme ou ler um livro • Revisão e reescrita de textos produzidos, considerando um ou mais aspectos: pontuação, paragrafação, ortografia, concordância nominal e verbal, coerência e coesão, características do gênero produzido, etc. • Recursos paralinguísticos (gestos,tonalidade de voz e expressão facial), de acordo com e objetivos do ato de interlocução. • Debates: espontâneo, temático, intencional e planejado (escuta organizada e apresentação de argumentos, opiniões e comentários) • Declamação e dramatização: expressões orais e corporais • Acentuação de palavras conhecidas. • Classificação quanto a tonicidade (oxítona, paroxítona e proparoxítona), com foco em acentuação de palavras conhecidas, destacando a frequência de paroxítonas na língua portuguesa • Concordância nominal em situações contextuais: relações de gênero e número necessárias para aperfeiçoamento do texto. Pronomes pessoais (reto, oblíquo) – uso do pronome no texto, realçando seus efeitos na coesão. • Pontuação: importância e uso contextual; pontuação do diálogo • Redução de ditongos (poço/pouco; pexe/peixe) Atividades diárias Prova no bimestre Pesquisa Produção de texto CiênciasHumanasHistóriaeGeografia • Regiões Administrativas e Entorno • Distrito Federal na região Centro – Oeste • Realidade das diferentes comunidades (urbana, do campo, quilombolas, indígenas e outras) • Ocupação desordenada do solo: condomínios e invasões, causas e consequência • Necessidades básicas e a condição dos serviços prestados; • Elementos naturais visíveis na sociedade e as modificações feitas pelo homem: • Os pioneiros e construtores de Brasília – a influência de homens e mulheres na construção do DF (os candangos • Contextos do DF. • Antigas capitais, Missão Cruls, a história de JK, os idealizadores de Brasília (Lúcio Costa e Niemeyer) Pesquisa Trabalho em grupo
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    72 CiênciasNaturais Identificação das partesdo corpo humano • Noções básicas sobre digestão, circulação, respiração, excreção, locomoção • Noções dos sistemas do corpo humano:- Sistemas digestório, circulatório e respiratório- Sistema respiratório: trocas gasosas (oxigênio x gás carbônico) • Sistema locomotor, urinário, genital e endócrino Avaliação EducaçãoArtística • Criação livre de desenhos, pinturas, • Técnicas artísticas variadas com instrumentos e materiais diversificados • Diferentes tipos e tamanhos de suporte para elaboração de trabalhos em arte • Arte como manifestação da cultura e identidade de um povo. • Manifestações folclóricas, populares • Apreciação de obras artísticas em períodos e movimentos distintos • Cenas corporais • Expressividade corporal em movimentos socioculturais (frevo maracatu, quadrilha, samba, capoeira) e outros do contexto do estudante. • Coreografias de danças folclóricas, populares e outros do contexto do estudante (produção, criação etc.). • Espaços de informação e de comunicação artística / cultural:  museus, mostras, exposições, galerias, oficinas, ateliês, pontos turísticos e outros. Educaçãoem Movimento • Combinação de habilidades específicas • Jogos pré-desportivos • Desenvolvimento de atividades psicomotoras vivenciando a alfabetização e o raciocínio lógico matemático durante as aulas de Educação Física • Atividade especial na semana da Inclusão. Participação nas atividades e observação do desenvolvimento psicomotor. EnsinoReligioso • Percepção da diversas formas de manifestação do fenômeno religioso. • Rituais e práticas religiosas elaboradas por diferentes grupos religiosos. • Tradição religiosas e culturais da comunidade e do Distrito Fderal
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    73 Matemática • Ampliação dosprocedimentos operatórios de adição e subtração,dos Números Naturais para contextos • Situações-problema envolvendo todas as ideias de adição e subtração com ênfase no agrupamento e desagrupamento de unidades. • Conceitos da multiplicação em situações significativas: como adição de parcelas iguais, favorecendo a sistematização do algoritmo e combinação associada à tabela de dupla entrada como em superfície (Exemplo: formar retângulo 3 x 4) • Formulação, interpretação e organização dos dados para a resolução de SITUAÇÕES PROBLEMA envolvendo as 3 operações (adição, subtração,multiplicação), valorizando a socialização dos diversos procedimentos e registros • Calculo mental, cálculo aproximado, estimativa, , socialização de estratégias de conferência.. • Atividades lúdicas envolvendo os conceitos e operações matemáticas estudados. • Sistematização dos algoritmos da multiplicação em situações significativas - explorando material concreto e a diversidade de procedimentos e registros • Formulação, interpretação e organização de dados para a resolução de situações-problema, envolvendo as operações (adição, subtração, multiplicação), valorizando a socialização dos diversos modos de calcular.  Identificação de semelhanças e diferenças (quanto a número de lados, ângulos e vértices) entre os polígonos: Triângulos. Trabalhos Prova Resolução de problemas Atividades diárias
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    74 Conteúdos -2º bimestre 5ºano (Matutino PROCEDIMENTOS AVALIATIVOS Português  Concordância- flexão quanto gênero, número e grau;  Adjetivo/ locução adjetiva  Artigo  Pontuação ( dois pontos, ponto, vírgula, ponto de exclamação, ponto de interrogação, reticências, travessão);  Leitura/ interpretação  Crônica, poema, Texto informativo, peça teatral.  Ortografia: palavras com consoantes mudas. A1- Atividade Avaliativa disciplinar A2- MULTI – Atividade Avaliativa Multidisciplinar A3- Atividade Avaliativa Formativa – Portfólio+ Cadernos+ Ficha Autoavaliativa Matemática  Sistema monetário ( educação financeira/consumismo)  Noções de probabilidade;  Frações simples;  Estratégias e métodos;  Área e perímetro;  Tabelas e gráficos  Medidas: comprimento (metro, milímetro, quilômetro) ; massa (quilograma, grama, tonelada); capacidade (litro, mililitro) ; tempo (calendário); Atenção: Os conteúdos serão trabalhados dentro de situações-problemas contextualizadas com ênfase no raciocínio lógico) Geografia  O Brasil : estados, regiões, aspectos culturais, sociais, econômicos. Capítulo 2 (páginas 44 até 74) Ciências  Magnetismo e eletricidade (páginas: 50 até 92) História  O Período colonial: produção açucareira Capítulo 2: páginas 36 a 71 Artes  Ciclos e festejos- “frevendo”, “A Festa do Sertão”, “festa Junina” (página 336 até 365)- arte cênica: música, dança, teatro Artes plásticas: confecção de cenários, figurino, instrumentos musicais.
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    75 PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃODO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO PEDAGÓGICA Considerando todo o exposto anteriormente, todos os documentos legais aos quais se filiam a presente proposta, considerando ainda a Portaria de distribuição de turmas / 2016 (onde se explicita os tempos de regência e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10 segue as determinações legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo, respeitando os tempos de formação continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar). Ou seja, o planejamento do professor regente ocorre semanalmente, por ano, por turno. Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, quando os professores, acompanhados da coordenação pedagógica, reúnem-se, por ano, ambos os turnos. Mais do que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de experiência entre os docentes e na reflexão acerca dos instrumentos de avaliação a serem utilizados. Trata-se da articulação entre temas x eixos x áreas curriculares x Projeto Político Pedagógico. Os resultados são registrados em fichas próprias, todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da coordenação e demais profissionais. A organização curricular por bimestres é disponibilizada aos responsáveis. As Semanas Pedagógicas, no início do ano letivo e do semestre, também se configuram em importantes momentos de planejamento: é retomado o PPP da instituição, são definidos os eventos, levantadas as fragilidades e potencialidades... Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos, o planejamento realizado anteriormente pode ser revisto, ajustado... As reuniões de pais e responsáveis são definidas no início do ano letivo, com base no calendário escolar e na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto por meio digital (blog) quanto por comunicado pessoal oral e escrito. São planejadas cinco reuniões com os responsáveis, sendo a primeira o contato inicial com o professor e sua metodologia de trabalho. As demais visam, principalmente, a divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente. Participam de tais reuniões, os responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da equipe diretiva e/ou pedagógica, desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O Serviço de Orientação Educacional, bem como o profissional da Sala de Recursos e do EEAA, também divide seu tempo a fim de participar das reuniões. Também é o momento em que os profissionais ligados à Educação Integral e à Educação com Movimento estão à disposição dos pais e responsáveis. Os momentos de coordenação pedagógica, seja ela coletiva e/ou individual constituem-se em momentos abertos à avaliação da aprendizagem. Nesses momentos, sempre que identificadas fragilidades
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    76 ou experiências desucesso, as mesmas são compartilhadas com o grupo. Entende-se que as intervenções devam ser imediatas em casos de alunos cuja aprendizagem não correspondam às metas. A EC10 assegura a aprendizagem de seus alunos através do diagnóstico, conhecendo onde cada aluno se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar, atividades diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação Formativa e na possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os professores são orientados a realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem sempre que julgar necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no seu planejamento e atuação junto aos alunos. Os professores regentes de alunos inclusos têm garantido o suporte do profissional especializado da Sala de Recursos para planejamento e atuação eficiente. GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar a escola encampa os projetos de apoio à aprendizagem, a formação continuada bem como o planejamento coletivo e individual. Além disso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em função do fazer pedagógico. A análise dos resultados da Avaliação Institucional e de Larga Escala são importantes aliados na reflexão acerca das possibilidades de intervenção nos resultados apresentados pela escola. A aprendizagem dos alunos é refletida diariamente no planejamento, na aplicação das atividades, no desempenho frente às metas estabelecidas. É refletida ainda na execução do Conselho de Classe onde as perguntas o que o aluno aprendeu, o que não aprendeu, o que deve ser feito para que ele aprenda devem ser respondidas.
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    77 O acompanhamento defrequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A infrequência reincidente é encaminhada ao Conselho Tutelar, conforme legislação vigente. É meta da escola zerar a reprovação por infrequência. Nesse quesito já tivemos a redução de dois terços das retenções. GESTÃO PARTICIPATIVA A Escola Classe 10 de Taguatinga, fiel às determinações da SEEDF, apresenta em sua composição os órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido pela instituição educacional. A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente Projeto Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidade com as leis vigentes e documentos da Secretaria de Educação do Distrito Federal. É meta da EC10 fortalecer a participação do Conselho Escolar nas decisões que lhe cabem conforme a Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que melhor se compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são amplamente anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade escolar, que não somente os conselheiros eleitos, são convidados a participarem das reuniões públicas, pois mesmo sem direito a voto, têm direito a voz e o Conselho Escolar, através de seus membros, tem mais uma oportunidade de conhecer os anseios e necessidades daqueles que efetivamente representa.
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    78 A Escola contacom um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas, constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone, comunicados, agenda, e-mail, murais e faixas. A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos documentos, procedimentos e direitos dos alunos e de seus responsáveis. O processo de construção do Projeto Político Pedagógico tem sido amplamente divulgado por meio dos canais de comunicação da escola. Da mesma forma, tem-se compartilhado os documentos oficiais da Secretaria de Educação em sua íntegra e em sínteses no blog, após apresentação e estudo dos mesmos com a comunidade escolar em reuniões específicas. As reuniões do Conselho Escolar são abertas a participação da comunidade, que embora, sem direito a voto direto, toma conhecimento e expressa sua opinião acerca dos rumos que a escola tem tomado. GESTÃO DE PESSOAS A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o Plano de Gestão (anexo), apresentado à comunidade escolar por ocasião das eleições para diretores, parte fundamental da Gestão Democrática. O plano foi elaborado em cima das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas detalhados nesse documento hoje fazem parte do PPP, pois, entende-se que a comunidade escolar identifica-se com concepções expressas no plano de gestão. A equipe gestora da EC10 busca encampar uma administração voltada para o fazer pedagógico, de olho na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As intervenções identificadas como necessárias são realizadas da forma mais imediata possível, através do diálogo e da escuta sensível. Espaço de formação individual e coletiva, a coordenação pedagógica obedece às diretrizes estabelecidas legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que dispõem de uma carga horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formação continuada e atendimento individualizado ao aluno, quando este atendimento se faz necessário. Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração por uma prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância com o alcance dos objetivos propostos, viabilizando a atuação de todos os atores da comunidade escolar. A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o acompanhamento pedagógico junto ao professor, com o zelo pela implementação do Projeto Político Pedagógico da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o trabalho em toda rede de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de Avaliação, as metas estabelecidas para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais documentos junto aos diversos segmentos escolares.
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    79 A EC10 defendea atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal & Estratégia Pedagógica do BIA), destrinchados no Plano de Ação da Coordenação Pedagógica (anexo); para que o coordenador não seja “engolido” pelo cotidiano nem pelas necessidades emergenciais decorrentes da falta de planejamento dos órgãos maiores aos quais a unidade escolar se encontra vinculada. O Serviço de Orientação Educacional está estruturado com uma orientadora, Maria Emília Resende. O SOE possui Orientação Pedagógica específica que direciona todo trabalho desenvolvido. Na Escola Classe 10 de Taguatinga, além das especificações gerais da OP/SOE, a orientadora participa dos Reagrupamentos, do Projeto Interventivo, além de ser responsável pelos projetos Nosso Recreio é 10 , Projeto Xadrez, o Esporte da Mente, Projeto Remanejamento Natural, projeto anti bullying e sexualidade, todos anexos. O Plano de Ação do Serviço de Orientação Educacional encontra-se anexo, conforme Orientação Pedagógica para construção do Projeto Político Pedagógico. A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal, é subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento à comunidade escolar em sua área de atuação, coordena o remanejamento escolar, a renovação de matriculas, a efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais vigentes. Outras ações específicas são acrescidas às funções da secretaria escolar, contribuindo para a organização e funcionamento da escola. O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar igualitariamente todos os alunos, sem distinção de qualquer natureza, executar tarefas de registro e planejamento pedagógico, conforme legislação vigente, cumprir os dias e horas letivos estabelecidos, zelar pela aprendizagem dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de adequação curricular e recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os projetos e programas implementados pela Secretaria de Educação, cumprir os prazos legais referentes à vida escolar do aluno (diários, relatórios e outros), participar das ações referentes à integração escola- comunidade. Além das funções descritas o corpo docente compõe o Conselho de Classe. O Conselho de Classe é um órgão colegiado de professores, cuja principal função é acompanhar e avaliar o processo de ensino, educação e aprendizagem. Devem participar do Conselho de Classe, além dos professores: o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e o representante dos alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem e da Sala de Recursos, além de outros que se julgar necessários.
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    80 Analisar o rendimentodos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos, deliberar sobre procedimentos disciplinares, casos de aprovação e reprovação, analisar, discutir e refletir sobre a proposta pedagógica da instituição, são as principais competências do Conselho Escolar. Soberano para propor mudanças, aplicar recursos e estratégias, o Conselho/comissão contribui de modo eficaz para o aperfeiçoamento gerencial, administrativo e docente, a eliminação das causas do insucesso escolar, o amadurecimento e retomada do aluno diante de seu próprio rendimento, sempre que este não for satisfatório e a busca do aprimoramento. O Conselho de Classe deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas a serem colocadas em prática, uma vez diagnosticadas as dificuldades encontradas em cada período escolar. Nesse sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõe a realização de reuniões ordinárias do Conselho ao término dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda reunir-se em caráter extraordinário sempre que algum fato ou necessidade pedagógica justificar sua convocação. Os funcionários da portaria zelam pela entrada e saída da comunidade escolar nas dependências da escola durante os períodos letivos. Recepcionam os alunos. Os funcionários da vigilância zelam pelas dependências da escola e seus patrimônios no período em que a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais concursados da própria SEEDF. O trabalho dos funcionários da cozinha possibilita o oferecimento de lanche aos alunos do Ensino regular, diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias, nutricionais e pedagógicas da Secretaria de Educação. Realizado com a empresa terceirizada CONFERE, supervisionado pela coordenadora de alimentação escolar, professora readaptada. Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral relacionado ao prédio público. Realizado com a empresa terceirizada MANCHESTER. A escola conta ainda com três funcionários da carreira assistência readaptados e sete professores readaptados cujas funções estão definidas em plano de ação próprios, anexos. GESTÃO FINANCEIRA A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação. A Escola conta com o Conselho Escolar para discussão, aprovação e divulgação dos gastos realizados. Conta ainda com a assessoria de um escritório de contabilidade. A prestação de contas das diferentes verbas recebidas pela escola encontra-se à disposição da comunidade escolar para apreciação, conhecimento e fiscalização GESTÃO ADMINISTRATIVA
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    81 Os encaminhamentos administrativose pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão em harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o respeito à LDB, a busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às necessidades regionais e locais. O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com autonomia e responsabilidade as atividades inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita e auxilia os demais. O objetivo é a construção coletiva de uma gestão onde o setor administrativo exista em função do fazer pedagógico de qualidade e a escola em função do aluno, respeitando os princípios e finalidades da gestão democrática ( a grosso modo: participação da comunidade, o respeito à pluralidade e diversidade, a autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a garantia da qualidade social, a democratização das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do profissional da educação.), todos explicitados em documentos próprios da SEEDF. A EC10 trabalha com funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha; estando os funcionários de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar embora sujeitos às regras da própria empresa e da SEEDF. Serviços de desratização e poda de árvores e grama são solicitados à empresa responsável pela manutenção. Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com as necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela equipe pedagógica a fim de atender as necessidades de todos. É consenso que a escola não deixa a desejar no que se refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o trabalho administrativo a serviço do fazer pedagógico. A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o zelo e manutenção do prédio público realizando os reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas Públicas do Distrito Federal. A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam patrimônio a fim de garantir a segurança dos mesmos.
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    83 PLANOS DE AÇÃOCOMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS PLANO DE AÇÃO COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA / 2016 COORDENADORA: Cláudia Queiroz Miranda OBJETIVO GERAL: Implementar a avaliação formativa como organizadora do trabalho pedagógico na Escola Classe 10 de Taguatinga. Reiteramos, que desde 2015, há um empenho em promover articulação e integração entre o trabalho da direção/supervisão pedagógica/professores, visando orientar e acompanhar as atividades pedagógicas, para as aprendizagens de todos ( estudantes, professores, monitores etc). JUSTIFICATIVA: Assim como em 2015, as ações da Coordenação Pedagógica da Escola Classe 10 de Taguatinga, tem como base teórica metodológica, as Diretrizes para o 2º ciclo, os Pressupostos Teóricos do Currículo em movimento e, o próprio Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal. A partir do trabalho coletivo, visando a organização do trabalho pedagógico com foco nas aprendizagens dos estudantes, bem como dos professores busca-se a integração dos conteúdos propostos pela SEEDF, das experiências pedagógicas dos professores, da metodologia histórico critica e dos eixos integradores e transversais numa construção diária de saberes e fazeres. Agora em 2016, a ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática de matemática constituem-se em uma prática. A dinâmica desse processo solicita do Coordenador a promoção de hábito de estudos, leituras e discussões coletivas de textos, tanto os que trazem subsídios aos conteúdos específicos, quanto os que ampliam e aprofundam bases, encaminhamentos e concepções do ato educativo de ensinar e aprender, que caracteriza a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. No entanto, esse Plano de ação é um tentativa de organizar o trabalho pedagógico da Escola Classe 10 no intuito de alcançarmos êxito nas aprendizagens de nossos estudantes e dos professores.
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    85 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidasnas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 1 – Compartillhar coletivamente intencionalidades pedagógicas para ensinar de forma a ampliar as aprendizagens de docentes e discentes. Diversos encontros nas coletivas pedagógicas ao longo do ano letivo. Professores, Orientador Educacional, E.E.A.A. ---- Relatos orais ou registros escritos ao final dos encontros. Quarta-feira na coletiva. 2- Organização do currículo escolar a partir do currículo da SEEDF e dos contextos reais da Escola Classe 10 de Taguatinga. • Encontro no dia 16 de março, para compartilhar os diagnósticos sobre as aprendizagens dos estudantes, discutindo parâmetros para a análise dos dados sobre a perspectiva da avaliação formativa e levantamento de estratégias para a organização dos dados de modo a subsidiar o planejamento diário do professor. • Encontros para estudo, discussão e registro sobre a organização curricular por ano e em cada bimestre nos dias letivos temáticos. • Reconhecimento e implementação dos projetos institucionais (Roda de Leitores, Sarau literário, Cozinha Educativa Feira de Arte e Cultura da escola...) pelos professores no início do ano letivo e no decorrer do mesmo. Professores, Orientador Educacional, E.E.A.A. ---- Relatos orais ou registros escritos ao final dos 85encontros Quarta-feira na coletiva
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    86 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidasnas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 3 –Implantar, implementar e acompanhar os reagrupamentos e projeto interventivo. Oferecer suporte técnico/pedagógico através encontros nas coordenações pedagógicas de terça-feira para elaboração, organização e aplicação dos Reagrupamentos e projeto interventivo. Planejamento do e Avaliação PI Professores e demais envolvidos no processo de ensino aprendizagem. Mensalmente as quartas – feiras uma hora antes do encerramento das coletivas; Durante o ano letivo de 2016 enquanto houver necessidade de intervenções aos alunos não alfabetizados ou daqueles em defasagem em relação às expectativas de aprendizagem para o ano. 4 - Promover discussão e estudos sobre temas relevantes que atendam as necessidades dos professores e equipe para melhorar o desempenho dos estudantes. 1. Estudo sobre instrumentos e procedimentos avaliativos, na perspectiva da avaliação formativa. 2. Concepção e didáticas para a implantação e implementação de de Reagrupamentos e Projetos Interventivo. 3. Estudo sobre a Didática da matemática nos diferentes Blocos de aprendizagens apresentados no Currículo (Números e operações, grandezas e medidas, Tratamento da Informação e Espaço e Forma) 4. Estudos sobre o trabalho pedagógico a partir de textos , bem como estratégias Equipe gestora, professores, coordenadores e Equipe do Serviço de apoio às aprendizagens. Alguns encontros: Convidados externos à Escola para compartilhar pesquisas, práticas, materiais etc. Ao final das coletivas, através de registro escrito pelos participantes e observando o avanço no desempenho dos estudantes. Quartas-feiras
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    87 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidasnas ações Avaliação das ações propostas Cronograma de leitura. 5. Promover espaços e tempos para a socialização de práticas entre os professores. 5 - Discutir e analisar o desempenho alcançado pelos envolvidos durante o processo de alfabetização, nas avaliações internas e externas (Prova Brasil e Provinha Brasil). Conselhos de Classe e Pré-conselhos Equipe gestora, professores, coordenadores, orientadores educacionais. _____ Ao final de cada fórum avaliação escrita. Semestralmente 6 -Atender as demandas dos professores no que diz respeito ao material didático pedagógico (pincel, folha, xerox, tinta, fita crepe, TNT e outros. Fornecer material aos professores quando solicitado. Professores ______ Semestralmente na avaliação institucional Todos os dias, enquanto houver demanda. 7 - Acompanhar e subsidiar a aplicação e discussão acerca dos resultados da Provinha Brasil de Linguagem e de Matemática. Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil para os professores do 1º e 2º ano do Bloco Inicial de Alfabetização. Acompanhamento da aplicação da Provinha Brasil. Discussão e análise dos resultados alcançados pela escola. Professores do BIA --------------- Observando a normalidade no dia da aplicação e discussão dos resultados. Cronograma da SEDF
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    88 Objetivo Ações Público-alvo Avaliaçãodas ações propostas Cronograma 8 - Oportunizar aos professores dos Anos Iniciais momentos de formação continuada e trocas de experiências a partir dos temas levantados nos Conselhos de Classe, coletivas e coordenações com seus pares. Estudos elaborados para as coletivas realizada na quarta-feira; Professores, coordenadores do 1º ao 5º ano, profissionais da sala de recursos, pedagogo e Orientador Educacional. Ao final do encontro de forma escrita. Organizado a cada semestre 9- Participar das reuniões promovidas pelo CRAI/NUANIM/GREB Participações em reuniões para estar ciente das informações e discussões de temas pertinentes às Diretrizes Pedagógicas dos Anos Iniciais trabalho CRAI e outras informações relevantes. Coordenadores Ao final de cada reunião. Cronograma CRAI 10- Estudar, planejar e discutir temas/assuntos de acordo com as demandas dos Professores. Reuniões semanais para estudos, planejamentos e informações. Coordenação/Supervisão Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no turno matutino. 11 – Subsidiar professores no planejamento e execução dos projetos previstos no PPP: Roda de leitores, Cozinha Educativa, Aulas passeios, Festa Junina Auto de Natal e outros Planejamentos das ações que envolvem os projetos, sem perder de vista a aprendizagem dos estudantes. Professores Antes e durante a ocorrências dos eventos Durante todo o período letivo 12. Subsidiar professores no desenvolvimento de práticas na sala de aula. Acompanhar , quando solicitado , o acompanhamento de práticas desenvolvidas em sala de aula. Professores e coordenadores. Oralmente, ao final da participação da atividade. Ao longo do ano letivo.
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    89 ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DACOORDENAÇÃO PEDAGÓGICA TEMÁTICAS OBJETIVOS PRAZOS MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO Organização Inicial do Trabalho Pedagógico Discussão sobre a Organização do Trabalho Pedagógico. Reconhecimento do perfil didático dos professores e articulação dos mesmos com a Organização da SEEDF. Aspectos relevantes na rotina pedagógica elencado coletivamente. X Dia Letivo Temático Organização curricular do primeiro mês do ano letivo. X Cozinha educativa – Apresentação do projeto e vivência com professores Conhecer o espaço da cozinha educativa, os utensílios e os objetivos do projetos X Estudo sobre instrumentos e procedimentos para a realização do diagnóstico inicial da turma. Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação diagnóstica, bem como definir parâmetros para o trabalho de análises dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação formativa. X Elaboração: estrutura da reunião de pais participação - estudantes. Subsidiar professor para a organização da reunião de pais X
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    90 Avaliação formativa- Instrumentos e procedimentos Reconhecera necessidade de aprendizagem de todos (estudantes e professores) e discussão sobre os critérios para organização dos instrumentos e procedimentos avaliativos. X A função da Equipe de Apoio às aprendizagens. Compreender a função da sala de recurso e a importância do trabalho realizado pelos profissionais que atuam nessa área. X Visita à Chácara do Sinpro em Brazlândia. Reconhecimento do trabalho de orientação da Educação ambiental realizado na chácara, bem como do espaço. X Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes das avaliações formativas realizadas no interior da escola para replanejamento do trabalho pedagógico. E levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas de aprendizagem. X Atendimento particular à professores À pedido do docente, momento para auxílio na organização do Trabalho pedagógico. X Organização Curricular Espaço e tempo para o Planejamento do trabalho pedagógico decorrentes da avaliação durante o conselho de classe e a necessidade de organização do currículo para o segundo semestre de 2016. X Projeto Interventivo Planejamento do Projeto Interventivo X Participação de atividades em sala de aula Auxílio a professores na implementação de estratégias didáticas. X X X X X X X X X X Estudo sobre a didática para a construção do número Estudo por Ciclos. 1º Ciclo – a construção do número natural X
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    91 2º Ciclo –a construção do número decimal relacionado ao número fracionário. Aula Passeio Visita ao Instituto Histórico e Geográfico X Organização festa junina Organizar festa junina X Estudo sobre o trabalho pedagógico com os Problemas matemáticos Avaliação da festa junina Organização da semana da cozinha Educativa Refletir sobre estratégias de resolução dos problemas matemáticos em sala de aula. X Apoio do SESC para o trabalho com Ciências Reconhecimentos dos professores do espaço de apoio do SESC para o desenvolvimento de pesquisas científicas com as crianças. X Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes das avaliações formativas realizadas no interior da escola para replanejamento do trabalho pedagógico. E levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas de aprendizagem. X Organização do sarau Organizar o trabalho a ser realizado na semana seguinte. Elencar demandas. X Realização do Sarau Literário X
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    92 PLANO DE AÇÃODO CONSELHO ESCOLAR OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Fortalecer a participação do Conselho Escolar nas ações definidas como próprias; • Aprovar, acompanhar, fiscalizar e divulgar o uso das verbas administradas pela escola; • Aprovar as Normas de Convivência Escolar; • Zelar pela realização da Avaliação Institucional garantindo mecanismos de participação de toda comunidade escolar; • Aprovar o calendário escolar interno, zelando pelo cumprimento do mesmo; • Zelar pela qualidade do atendimento ao aluno incluso; • Intermediar conflitos de natureza pedagógica ou administrativa, quando necessário; • Atuar como instância recursal para o Conselho de Classe; • Divulgar e debater os índices de rendimento, evasão e repetência propondo mecanismos que assegurem a aprendizagem; • Fiscalizar a gestão da unidade escolar. AÇÕES / ESTRATÉGIAS • Realizar reuniões públicas periódicas com a participação da comunidade escolar; • Participar dos cursos de formação para conselheiro escolar realizado pela Secretaria de Educação; • Realizar reuniões periódicas para aprovação dos gastos realizados com as verbas públicas; • Fiscalizar a contabilidade apresentada pela gestão da unidade escolar; • Disponibilizar a contabilidade aprovada para consulta e conhecimento da comunidade; • Realizar reunião específica para conhecimento, debate e aprovação do Regimento Interno Escolar e do Calendário Escolar Interno; • Acompanhar a realização das reuniões previstas no Calendário Escolar para Avaliação Institucional; • Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas Avaliações Institucionais; • Fiscalizar e propor ações que fortaleçam o atendimento qualitativo do aluno incluso; • Promover reuniões sempre que solicitado pela comunidade escolar a fim de atuar como instância recursal nos casos em que a atuação do Conselho de Classe for considerada insuficiente; • Fiscalizar a divulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação implantados pela escola;
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    93 • Acolher queixase sugestões da comunidade escolar acerca da gestão pedagógica e administrativa da unidade escolar. RESPONSÁVEIS Membros eleitos do Conselho Escolar CRONOGRAMA Reuniões Ordinárias – Mensais; Reuniões Extraordinárias – Sempre que solicitado pela comunidade escolar observando os prazos exigidos na Lei da Gestão Democrática; Participação em Cursos – Observando a oferta da SEEDF; Fiscalização Financeira – bimestralmente, na apresentação da contabilidade, sempre que necessário; Acompanhamento da Avaliação Institucional – Nas datas previstas pela SEEDF (21/05/214; 10/09/2014; 19/11/2014); ao longo do ano; Permanente nas demais ações previstas.
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    94 PLANO DE AÇÃODO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM PLANO DE AÇÃO – 2016 / EQUIPE: EC 10 Pedagoga – Ivanete Lopes Batista Psicóloga - Rosangela R Moreira Matrícula: 30702-5 Matrícula: 231.798-2 Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem JUSTIFICATIVA: O Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-se como um serviço técnico pedagógico, de caráter multidisciplinar, prestado por pedagogos e psicólogos, de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores Regentes e Família. A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o desenvolvimento dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagens e necessidades educacionais especiais. Além disso, é de responsabilidade deste serviço a elaboração do Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional dos alunos.
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    95 OBJETIVO GERAL: Promover amelhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, por meio de intervenções avaliativas, preventivas e institucionais, especialmente às instituições educacionais que ofertam a Educação infantil, Ensino Fundamental – Séries/Anos Iniciais e os Centros de Ensino Especial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Realizar procedimentos de avaliação/intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos no contexto escolar. • Contribuir com a formação continuada do corpo docente. • Sensibilizar as famílias para a efetiva participação no processo educacional dos alunos. • Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada de decisões, a construção e implementação de estratégias administrativo-pedagógicas. PÚBLICO ALVO: Escola, família e alunos.
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    96 Níveis Ações PrevistasPeríodo de execução Escola • Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola. • Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas; • Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola; • Garantir a Estratégia de Matrícula; • Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional, quando necessário, com o objetivo de: acolher a demanda do professor, ampliar a problematização dos motivos do encaminhamento; • Visitar os espaços escolares, tais como recreio e sala de aula, conhecer os diversos contextos nos quais o aluno está inserido e, por meio da interação com o professor e com os alunos, procurar compreender as diversas relações psicológicas e pedagógicas estabelecidas. No decorrer do ano letivo. Família • Entrevista com a família para executar as seguintes ações: o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já desenvolvidas pela instituição educacional e pela equipe; o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da queixa escolar; o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente familiar; o Refletir acerca das atribuições familiares e as atribuições da instituição educacional; o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e pedagógico que instrumentalizem a família na condução das questões de seu filho; o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar; No decorrer do ano letivo.
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    97 o Realizar adevolutiva da queixa escolar. Aluno • Processo de avaliação e reavaliação; • Observação lúdica comportamental; • Atividades individuais e/ou em grupos; • Estudo de caso/elaboração de relatório. No decorrer do ano letivo. EEAA Curso de Formação continuada a EAPE Semestralmente/Anualmente. Fatores Intervenientes: • Falta dos alunos ao atendimento da EEAA; • Desistência dos alunos em comparecer ao atendimento; • Ausência dos pais às convocações feitas pela EEAA; • A demora na realização dos exames médicos solicitados para a complementação diagnóstica; • Falta de acompanhamento sistemático da família na vida escolar do aluno; • Número reduzido de psicólogos na rede; • Espaço físico; • Falta de recursos materiais.
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    99 PLANO DE AÇÃO:SALA DE RECURSOS APRESENTAÇÃO “O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas, onde quer que isto seja possível, não importam quais dificuldades ou diferenças elas possam ter. Escolas inclusivas precisam reconhecer e responder às necessidades diversificadas de seus alunos...” UNESCO, 1994 A inclusão oficializada em 1994 com a Declaração de Salamanca, defende uma educação de qualidade para todos os alunos. A inclusão trouxe um novo olhar ao aluno com deficiência, no qual todos devem estar preparados para acolhê-lo, na sociedade e na escola. As transformações são necessárias, têm-se um novo paradigma em relação à inclusão, à visão que se têm da deficiência, à infraestrutura, aos recursos materiais e físicos, objetivos, conteúdos e processos de avaliação. A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência, através do contato direto com o aluno e professora regente, das adaptações curriculares, do Plano de AEE e por meio da ludicidade com jogos e brincadeiras. Proponho, na Sala de Recursos, o trabalho lúdico, através de jogos e brincadeiras para promover o desenvolvimento dos alunos com deficiência nos aspectos afetivo, cognitivo, psicomotor e social. De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008 § 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. § 2o O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas. Regulamentado pela Portaria 1281 da SEDUC de novembro de 2010. Contemplado no Projeto Político desta instituição de ensino. OBJETIVOS GERAIS De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008 • Art. 2o São objetivos do atendimento educacional especializado: • I – prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos no art. 1º; • II – garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular; • III – fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e
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    100 • IV –assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino. Entre outros: • Apoiar, orientar e atender o aluno e o professor diante das necessidades de adaptação e organização do currículo escolar, com base na filosofia da educação inclusiva; • Orientar e conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância da inclusão na escola como também na sociedade; • Fortalecer a autonomia dos alunos para decidir, opinar, escolher e tomar iniciativas a partir de suas necessidades e motivações; • Promover a motivação, a interação e o conhecimento através de jogos, brincadeiras e atividades pedagógicas diferenciadas, proporcionando uma aprendizagem significativa e adaptada a cada educando com deficiência. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Trabalhar com jogos artísticos, jogos expressivos, jogos sensitivos, jogos recreativos e pedagógicos; • Promover a socialização e a interação de forma alegre e lúdica; • Desenvolver a autonomia, a autoestima, o respeito, a iniciativa, tomada de decisões e o cumprimento às regras que no futuro poderão alicerçar a personalidade do educando; • Desenvolver o raciocínio, atenção, concentração, o pensamento criativo e o senso crítico; • Realizar atividades de pesquisa; • Desenvolver habilidades e potencialidades através da ludicidade; • Propor atividades que ampliem as habilidades de memorização; • Favorecer o aprimoramento da linguagem, a construção da língua escrita, comunicação e interpretação; • Trabalhar o esquema corporal; • Contribuir com o conhecimento, o respeito e os cuidados que se deve ter com o próprio corpo; • Promover o desenvolvimento de valores básicos para o exercício da cidadania voltados para o respeito a si mesmo e ao outro; • Confeccionar materiais pedagógicos para os alunos com deficiência, conforme a necessidade;
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    101 • Operacionalizar ascompetências curriculares específicas necessárias à educação dos alunos com deficiência física no que se refere ao manejo de materiais adaptados, à escrita alternativa (quando necessário), às vivências de mobilidade, ao acesso a todos os espaços da escola e às atividades da vida diária que envolva a rotina escolar; • Introduzir o aluno na aprendizagem da informática acessível, identificando qual o melhor recurso de tecnologia assistia que atende às suas necessidades, considerando a sua habilidade física e sensorial atual, bem como a capacitá-lo para o uso independente do computador; • Enviar informes para a comunidade sobre as deficiências; • Mediar ações de forma construtiva com o professor regente quanto às atividades que devem ser desenvolvidas e que favoreçam o processo escolar do aluno; • Elaborar o Plano de AEE e apoiar a professora regente quanto à elaboração da Adequação Curricular quando necessário; • Articular com a equipe gestora quanto às adequações estruturais necessárias para garantir a acessibilidade do aluno a todos os ambientes da escola. METAS Que o educando com deficiência desenvolva o seu potencial, a sua autonomia e suas habilidades, como parte integrante e ativa em tudo o que a escola propor. Que os alunos dessa IE respeitem as diferenças, percebam que elas também são importantes para a inclusão e acolham as crianças com deficiência. Que os profissionais dessa IE e a comunidade escolar participem do processo de inclusão de forma colaborativa. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Atividades a serem realizadas: • Momento pedagógico com as professoras, na coordenação , para discutir sobre vários assuntos relacionados à inclusão e para repasse de sugestões a serem desenvolvidas semanalmente sobre as deficiências, diferenças e direitos humanos; • Desenvolver atividades sobre a inclusão com todas as turmas da escola, através da ludicidade, com histórias, vídeos, músicas e jogos; • Construir parcerias com os professores regentes, sistematizar o trabalho e buscar estratégias para o atendimento dos alunos com deficiência;
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    102 • Atividades lúdicas,envolvendo várias habilidades, esquema corporal e uso de jogos; • Expressão Artística: desenhos, pinturas, modelagens e montagens; • Práticas diversificadas de escrita, envolvendo ludicidade, uso de vários materiais para confecção das letras e numerais; • Trabalho com Literatura Infantil: leitura e interpretação oral, interpretação de imagens, reconto oral, livros sensoriais. • Jogos de mesa, envolvendo frases, palavras, descrição de figuras; • Softwares Educacionais; • Atividades de psicomotricidade. • Prática de descrição oral e reconto de situações vividas e significativas ao educando; PERÍODO DE EXECUÇÃO Durante o ano letivo de 2016. RECURSOS NECESSÁRIOS: Recursos Humanos: Professora da Sala de Recursos e comunidade escolar. Recursos Materiais: o Livros de Literatura Infantil; o Vários tipos de jogos; o Pranchas; o Espelho; o Revistas e jornais; o Bola, corda, bambolê; o Massinha, tinta guache, balões, tampinhas coloridas; o Aparelho de som, CDs com músicas infantis; o Computador, softwares educacionais, vídeos e jogos online.
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    103 AVALIAÇÃO A avaliação serárealizada através da observação diária, nas execuções das atividades lúdicas, na confecção do livro da história do aluno, no dia a dia do educando na Sala de Recursos e no âmbito escolar. Serão feitos registros do desenvolvimento individual do aluno nos atendimentos. PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL CONTEXTUALIZAÇÃO – BREVE DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR: Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda, atendendo 506 alunos, na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação Básica. Alguns destes são moradores de outras localidades fora da área em que a mesma se encontra. Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições, necessitando de alguns reparos, pintura interna e externa. O prédio é construído de alvenaria, em quatro blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os bebedouros e escadas/rampas de acesso. Percebe-se a falta de espaço adequado para o desenvolvimento de projetos, para a Educação Integral. Neste ano de 2016, os alunos foram distribuídos conforme a tabela: MATUTINO VESPERTINO Ensino Fundamental – Anos Iniciais Ensino Fundamental – Anos Iniciais 2 turma de 1º ano – 40 alunos ---------- ********************** 3 turmas de 2º ano – 58 alunos 4 turmas de 3º ano – 66 alunos 3 turmas de 3º ano – 54 alunos 3 turmas de 4º ano – 82 alunos 3 turmas de 4º ano – 70 alunos 3 turmas de 5º ano – 62 alunos 3 turmas de 5º ano – 74 alunos
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    104 Classes Comuns –03 Classes Comuns – 03 Classes Comuns Inclusivas – 05 Classes Comuns Inclusivas – 06 Classe de Integração Inversa – 04 Classe de Integração Inversa – 03 Total Geral de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais Necessidades Educacionais Total de Alunos DI – Deficiência Intelectual 10 DM/Down – Deficiência Mental / Síndrome de Down 03 TOD – Transtorno Opositor Desafiador 01 TDAH – Transt. Déficit de Atenção e Hiperatividade 13 TGD – Transtorno Global do Desenvolvimento 03 DPAC – Distúrbio do Processamento Auditivo Central 06 DA 01 Total Geral 37 A escola conta com 79 colaboradores, assim distribuídos: diretora, vice-diretora, supervisora pedagógica, orientadora educacional, uma coordenadoras pedagógicas, uma coordenadora da Educação Integral, 24 professores regentes, secretária, um auxiliar de secretaria, 02 professoras atuantes na sala de recursos, psicóloga e pedagoga que compõem a EEAA, 3 funcionários readaptados da carreira assistência, 07 da carreira magistério, 01 da carreira magistério em processo de readaptação, 01 monitor do Ensino Especial e 04 ESV’s (Educador Social Voluntário) atuando com alunos especiais e com a Educação Integral; os demais atuam na portaria e vigilância, possuindo ainda funcionários terceirizados exercendo atividades de serviços gerais na limpeza e cozinha. O prédio tem 12 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos professores, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina, refeitório, cozinha educativa, sala de coordenação, salas para Educação Integral, sala de vídeo, depósitos administrativo e pedagógico, banheiros para os alunos, banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros para os professores e para os auxiliares, uma quadra coberta, pátio com área verde e um parquinho. Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador, aparelhos de som para todas as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois computadores para o uso administrativo, três computadores para uso da secretaria, dois computadores para uso da equipe gestora com impressoras; um notebook e impressoras para uso da coordenação pedagógica, dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois computadores, duas impressoras e três notebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três data show, lousa digital, duas máquinas fotográficas digitais.
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    105 A Proposta Pedagógica,elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o desenvolvimento global das crianças, embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo Currículo em Movimento e demais documentos norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e Ministério da Educação. Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, precisa ser dinâmica, eficiente e mais atenta às necessidades do educando, devendo garantir a igualdade de acesso e condições efetivas de permanência e desenvolvimento acadêmico. O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta Instituição de Ensino pela Orientadora Educacional Maria Emília Resende, cita neste documento, o Projeto Recreio da E.C. 10, que envolverá toda comunidade escolar, visando contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no mundo. Cita também, Projeto Xadrez – O Esporte da Mente – E.C. 10, visto que entre as atribuições do Serviço de Orientação Educacional, está o de elaborar projetos que favoreçam a socialização, a disseminação de valores e a aquisição de atitudes e de hábitos saudáveis. Terá como público alvo os alunos dos 4º e 5º anos. OBJETIVO GERAL: A Orientação Educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola, através da participação na elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a compreensão da realidade, dos interesses e das necessidades da comunidade escolar, especialmente dos alunos, visando ampliar suas possibilidades de interagir no meio onde vive, favorecendo o seu desenvolvimento integral.
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    106 Alunos em interaçãocom CEF, Projeto Remanejamento Natural, responsabilidade do SOE Desenvolvimento da temática Sexualidade pelo SOE, Orientadora Maria Emíli EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2016 COORDENADORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL/2014  Eliete APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA: Observando as atuais políticas e diretrizes nacionais para uma educação de qualidade para todos e ainda observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito da construção e formação de novas redes de aprendizagem, detectamos a necessidade da continuidade do Programa de Educação Integral na Escola Classe 10 de Taguatinga. A Escola Classe 10 de Taguatinga lida com duas realidades distintas e opostas: alunos oriundos de famílias com baixo poder aquisitivo e alunos advindos de famílias financeiramente abastadas. Ao mesmo tempo, as transformações sociais nos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificações que nos obriga a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos familiares seja acolhedora, fazendo com que todas as crianças sintam-se aceitas e integradas. É expressivo o número de famílias que nos procuram em busca de vagas para suas crianças no “Programa da Educação Integral”, pois reconhecem que oferecemos estratégias de integração escola e comunidade ao mesmo tempo em que promovemos oportunidades de desenvolvimento do educando através do trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. Infelizmente, a demanda por inclusão de mais alunos na Educação Integral não é plenamente contemplada, uma vez que o apoio logístico oferecido pelo GDF deixa a desejar.
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    107 Nesse sentido, priorizamospara o ano letivo de 2016 uma Educação Integral vinculada ao ensino e aprendizagem por meio de atividades culturais, artísticas e esportivas; a fim de valorizar o diálogo entre os saberes formais e os saberes socialmente construídos. Nessa perspectiva elaboramos um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação saudável e a um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo num clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade, o respeito e estimule o prazer em aprender. Logo, desenvolveremos nossas atividades nos dois turnos (matutino e vespertino) de segunda-feira a quinta-feira atendendo aos alunos do 2º ao 5º ano (Ensino Fundamental de nove anos) estendendo o turno de cinco para nove horas. Para tanto, estaremos promovendo aulas/oficinas que desenvolvam o fazer artístico, cultura, esportivo e tecnológico que despertem momentos de prazer através de diversas atividades. ATIVIDADES OFERECIDAS MATUTINO HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA 8h20min- 9h20min ACP ACP ACP ACP 9h20min- 10h20min HORTA JOGOS ARTESANATO JOGOS 10h20min- 11h20min MÚSICA PRODUÇÃO TEXTUAL INFORMÁTICA PRODUÇÃO TEXTUAL ATIVIDADES OFERECIDAS VESPERTINO HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA ACP ACP ACP ACP HORTA JOGOS ARTESANATO JOGOS MÚSICA PRODUÇÃO TEXTUAL INFORMÁTICA PRODUÇÃO TEXTUAL
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    108 Nesse foco, buscamosencorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente, capaz de transitar com segurança e responsabilidade em uma sociedade diversa e sustentável. OBJETIVO GERAL :  Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais, artísticas e esportivas ampliando os espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO Oportunizar ao aluno da Educação Integral tempo hábil para realização das atividades extra-classe solicitadas pelo professor regente com supervisão pedagógica para sanar dúvidas que por ventura houver. Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno, dando-lhe oportunidades de reforçar, aprofundar ou suprir carência dos conteúdos de maior dificuldade. Melhorar a autoestima mediante a percepção do próprio crescimento nas aprendizagens. PERIODICIDADE De segunda a quinta feira, 1h/dia, totalizando 4h/semana DESENVOLVIMENTO Os monitores priorizarão a realização das atividades indicadas pelos professores regentes; Secundariamente serão trabalhadas atividades planejadas anteriormente pela coordenação relacionadas às habilidades requeridas nos anos iniciais: leitura, escrita, ortografia, operações matemáticas. PROJETO HORTA Proporcionar um espaço diferenciado de estudo, descoberta e aprendizagem; Fornecer aos alunos conhecimentos teóricos e práticos sobre a horta, servindo também como estímulo para melhorar ou construir sua horta familiar. Desenvolver a responsabilidade para com um
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    109 ambiente vivo capazde suprir necessidades humanas de forma sustentável. Desenvolver a consciência ecológica no que concerne ao reaproveitamento dos resíduos produzidos pela escola; Discutir ações humanas conscientes de uso do meio ambiente PERIODICIDADE Uma vez por semana e/ou sempre que fizer necessário pela demanda. DESENVOLVIMENTO Os alunos se envolverão em todos os processos de construção da horta, desde o manejo dos canteiros, passando pelo plantio, limpeza e manutenção, adubação, rega e colheita. Pesquisas sobre o tema serão desenvolvidas. ATIVIDADES ESPORTIVAS Formar o cidadão através do esporte; Usar o esporte como meio de inclusão social; Oportunizar aos alunos a vivência de várias modalidades esportivas; Trabalhar temas como ética, superação, saúde e autoestima, repassando por meio dos valores do esporte; Mostrar os princípios da prática esportiva, como espírito de equipe, ajuda mútua e liderança para ser utilizados na vida PERIODICIDADE 2 vezes / semana DESENVOLVIMENTO Atividades de futebol e queimada na quadra INFORMÁTICA Inserir o estudante em espaços diferenciados que permitam novas oportunidades educacionais; Inserir o aluno no universo tecnológico como instrumento de apoio na construção de suas aprendizagens; Desenvolver, em ambiente virtual, habilidades de pesquisa, seleção e utilização de informação, bem como respeito às fontes bibliográficas. PERIODICIDADE 1vez/semana, às quartas feiras, sempre em com atividades previamente programadas e em consonância com o contexto trabalhado na Educação Integral. DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento de pesquisas, jogos, produção de textos, etc. no laboratório de informática. ARTESANATO Desenvolver a coordenação motora, criatividade e habilidade de trabalho em grupo PERIODICIDADE 1 vez / semana DESENVOLVIMENTO Atividades de origami, tangram, recorte, colagem, pintura, pintura em tecido. Muitas vezes apoiando aprendizagens matemáticas e de produção de textos.
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    110 DANÇA Trabalhar a linguagemcorporal utilizando diversas atividades corporais. Desenvolver a criatividade, musicalidade e ritmo. PERIODICIDADE 2 vezes por semana DESENVOLVIMENTO Aulas de dança duas vezes por semana com professor especializado. RECURSOS HUMANOS:  Número de alunos atendidos: 100 alunos; RECURSOS HUMANOS: • Coordenador; • Cozinheiro; • Monitores; • Educadores sociais, • Pedagogo, professor de dança. ESPAÇOS:  Escola Classe 10 de Taguatinga RECURSOS FINANCEIROS / PARCERIAS:  Verbas públicas; RECURSOS MATERIAIS: Ônibus Escolar, Laboratório de Informática, violões e teclado, materiais específicos para horta, materiais para acompanhamento pedagógico. METODOLOGIA / DESCRIÇÃO DA AÇÃO: Os alunos matriculados na Educação Integral serão atendidos na escola, pelo menos até que seja viabilizada uma parceria para realização de atividades em outros espaços. No turno matutino os alunos lancharão no início das atividades do dia, tomarão banho e almoçarão no final e no turno vespertino almoçarão no início e lancharão no final das atividades do dia. RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas aprendizagens.
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    111 PLANO DE AÇÃODE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA 1-AÇÃO Recepção dos alunos; OBJETIVO Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras; RESPONSÁVEIS Professor readaptado CRONOGRAMA Início do primeiro semestre; Ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma. 2-AÇÃO Empréstimo de livros; OBJETIVO Dar acesso ao usuário da sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos de diversas esferas de circulação. RESPONSÁVEIS Professor readaptado CRONOGRAMA Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca com seus alunos que poderão fazer o empréstimo mediante a carteirinha Ficha do Leitor. 3-AÇÃO Atendimento de turmas OBJETIVO Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar. RESPONSÁVEIS Professor readaptado com o apoio dos professores regentes.
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    112 CRONOGRAMA Agendamento prévio deacordo com a necessidade do professor regente. 4- AÇÃO Projeto Histórias do Tempo do vovô OBJETIVO Ouvir histórias, de preferência, “causos populares”, contados pelo Vovô Nino (um fantoche de vovô que senta no colo de quem o manipula). RESPONSÁVEIS Professor readaptado com o apoio dos professores regentes. CRONOGRAMA Quinzenalmente no pátio da escola, as sessões são divididas em dois grupos: BIA e 4˚/5˚ anos. 5- AÇÃO Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição. OBJETIVO Manter o acervo didático das turmas organizado, garantindo o acesso dos alunos ao livro didático. CRONOGRAMA Ao longo do ano letivo PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR 1- OBJETIVO Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao Serviço de Orientação Educacional AÇÕES Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos; Auxiliar no monitoramento do recreio; Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento interno acerca da inadequação de seu comportamento; Encaminhar para o SOE os casos identificados como público desse atendimento. Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado. RESPONSÁVEIS Professores readaptados CRONOGRAMA Diariamente
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    113 PLANO DE AÇÃO:RECEPÇÃO 1- OBJETIVO Acolher a comunidade escolar com dignidade zelando pela segurança dos alunos da instituição. AÇÕES Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às dependências internas da escola, identificando situações de risco. Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda; Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em casos autorizados pela equipe gestora, mediante comprovação; Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos; Realizar a entrega das carteirinhas aos responsáveis mediante comprovante de recebimento RESPONSÁVEIS Funcionários da carreira assistência readaptados em número de 02. CRONOGRAMA Diariamente PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR OBJETIVO: Proporcionar ao estudante da unidade escolar uma alimentação saudável, equilibrada, em perfeitas condições de conservação, preparo e apresentação AÇÕES Realizar o recebimento do lanche, verificando a conformidade da documentação, a pesagem, validade e qualidade dos gêneros recebidos; Conduzir o armazenamento adequado dos gêneros recebidos em conformidade com as orientações da SEEDF; Orientar e fiscalizar o preparo do alimento servido na Educação Regular e na Educação Integral; Comunicar à equipe gestora as necessidades identificadas relativas a aquisições e manutenções a serem realizadas na cozinha e/ou depósito de alimentos; Organizar o mapa da merenda; Prestar esclarecimentos em nível regional sempre que solicitado; Realizar adequação do cardápio quando necessário em função da falta de determinado gênero;
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    114 Disponibilizar o cardápiode alimentação da escola nos canais de comunicação acessíveis ao corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a consolidação da gestão democrática através do acesso à informação. Incentivar o consumo consciente do lanche escolar; Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar horários e cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do espaço escolar; Zelar pelas condições de higiene da cozinha e dependências permitindo ou restringindo o acesso de pessoas ao local, sempre com paramentação adequada. RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA Professor readaptado Diariamente. PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO E COORDENAÇÃO 1 – AÇÃO Recepção aos alunos na entrada diária 2- OBJETIVO Organizar os alunos no pátio da escola de forma a prevenir acidentes e/ou agressões. 3- RESPONSÁVEL: Professor readaptado 4- CRONOGRAMA: Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino. 1 – AÇÃO Apoio à coordenação 5- OBJETIVO Apoiar a coordenação pedagógica na execução de seu plano de ação nas atividades que forem designadas, sempre em conformidade com as restrições laborativas expressas em documento próprio 6- RESPONSÁVEL: Professor readaptado 7- CRONOGRAMA: Diariamente PLANO DE AÇÃO: APOIO À EDUCAÇÃO INTEGRAL 1 – AÇÃO Auxiliar a coordenação pedagógica da Educação Integral no planejamento e execução das atividades a serem desenvolvidas em conformidade com as restrições laborativas expressas em laudo próprio. Orientar os educadores sociais voluntários quanto ao desenvolvimento pedagógico das atividades que lhes são pertinentes 8- OBJETIVO Garantir a qualidade pedagógica do trabalho desenvolvido na Educação Integral 9- RESPONSÁVEL: Professor readaptado 10- CRONOGRAMA: Diariamente
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    115 PLANO DE AÇÃO:APOIO AO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 1 – AÇÃO Auxiliar o professor regente a lidar com o maquinário do laboratório de informática; Implementar a comunicação via email com a comunidade escolar 11- OBJETIVO Garantir o funcionamento mínimo do laboratório de informática 12- RESPONSÁVEL: Professor readaptado 13- CRONOGRAMA: Diariamente ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP O acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e necessária acontece em momentos privilegiados abaixo descritos. O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Nestas datas com a presença de todos os segmentos que compõem a comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com esclarecimentos à comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do mesmo. Nestas oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos pontos considerados frágeis. Diante das propostas de avaliação da Secretaria para o próximo triênio, observa-se que outros momentos são propícios ao acompanhamento e avaliação do PPP. A saber: os Conselhos de Classe, as reuniões ordinárias e extraordinárias de pais e mestres. Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e acompanhamento do PPP pelo corpo docente, equipe gestora e pedagógica. O Conselho Escolar se faz representar nas Avaliações Institucionais porque faz parte de suas atribuições (expressas na Lei da Gestão Democrática, bem como no Plano de Ação) zelar pela ocorrência da Avaliação, analisar os dados recolhidos a fim de propor adequações que reflitam positivamente nos índices apresentados pela escola.
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    116 PROJETOS ESPECÍFICOS AULA PASSEIO Aolongo do ano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em função das necessidades curriculares das turmas e das oportunidades surgidas. Zoológicos, museus e exposições, teatros, cinemas, parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento curricular dos estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. OBJETIVOS:  Favorecer o diálogo interdisciplinar;  Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo, a solidificação de amizades, a noção identidade e pertencimento ao grupo e ao espaço social;  Favorecer experiências de autonomia e de elaboração conjunta de regras;  Desenvolver atitudes de valorização e respeito à propriedade comum e alheia;  Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de informações;  Desenvolver o respeito à diversidade cultural e natural;  Ampliar e enriquecer outras formas de linguagem, outras formas de pensar e atuar;  Expandir o acervo cultural dos estudantes.
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    117 JUSTIFICATIVA: A aula-passeio justifica-secomo estratégia metodológica que contempla os letramentos, a ludicidade, as múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de avaliação. Ao mesmo tempo, explora o prazer intrínseco à ampliação do conhecimento e à convivência. É uma atividade voltada para a aprendizagem significativa, desenvolvimento dos aspectos afetivo, cognitivo e social e está estruturado para atingir os objetivos propostos no PPP e no currículo escolar. “Uma aprendizagem significativa está relacionada à possibilidade dos alunos aprenderem por múltiplos caminhos e formas de intelig6encia, permitindo aos estudantes usar diversos meios e modos de expressão. ” (Smole, 2002, p.10). As aulas passeios ocorrerão sempre que forem justificados os ganhos pedagógicos da mesma. ETAPAS:  Planejamento;  Organização e trabalho em sala, construção de regras;  Execução  Desdobramentos pedagógicos;  Avaliação. Aula Passeio ao Zoológico
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    118 Aula Passeio Circuitode Ciências SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA JUSTIFICATIVA: A semana de educação para a vida apoia-se na lei n°11.988, de 27 de julho de 2009, criada pela Presidência da República. OBJETIVOS:  Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade impactando positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;  Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores de respeito, sustentabilidade e cooperação. DESENVOLVIMENTO:  Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e responsáveis, no horário de aula.  Com os alunos haverá um foco maior no tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e atendimentos com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas identificadas no ambiente escolar.
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    119 Além de cumprirdeterminação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo em Movimento, conforme diagrama: PROJETO COZINHA EDUCATIVA PÚBLICO ALVO: Alunos do 1º ao 5º ano JUSTIFICATIVA: Ao aceitar que o ensino da língua deve ser pautado pelos usos da mesma, ao entender que ler é atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem textos escritos com a intenção de comunicar algo, textos produzidos com fins definidos para leitores reais. Trabalhar com os textos a partir de suas esferas de circulação leva, necessariamente a resolver o problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas – cotidiana, publicitária, escolar, jornalística. Optar pela esfera cotidiana foi uma escolha visando atingir desde o aluno de seis anos (muitas vezes ainda não completos) até o aluno em vias de completar a etapa inicial do Ensino Fundamental. O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero relativamente simples e compartilha propriedades com outros textos instrucionais. Acrescido a isso consideramos o forte apelo cultural do gênero e o resultado foi a Cozinha Educativa.
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    120 É necessário salientarque embora a Cozinha Educativa gire em torno da Receita Culinária, outros gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete, publicidade comercial, embalagem e rótulo. O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao Currículo em Movimento da Educação Básica do DF Escolar. Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o ensino da língua do ensino da matemática, conforme princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso, aproxima-se do objetivo, presente no PPP, de validar um trabalho educativo onde o afeto, o lúdico, a criatividade e experimentação estejam estimulando o prazer de aprender. Uma atividade que se insere num trabalho pedagógico integrado e, portanto, é entendida como “educativa e curricular”. A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a abordagem da Educação Financeira nas escolas. O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme defendido no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal.
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    121 OBJETIVO GERAL:  Construira compreensão de que os saberes ensinados na escola estão vivos nos contextos cotidianos; OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Sensibilizar a criança para as práticas matemáticas e de linguagem presentes no seu dia a dia;  Estimular a leitura, compreensão e produção dos gêneros instrucionais dentro e fora da escola;  Aproximar as diversas áreas do conhecimento, subsidiando o trabalho interdisciplinar;  Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes comunitários, aproximando educadores, educandos e familiares;  De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização, oralidade, noção de quantidades e proporções, primeiras impressões de fenômenos químicos e físicos, aprendizado de higiene e prevenção de acidentes, estímulo da memória, autonomia e cooperação.  Enfatizar questões relacionadas à alimentação saudável, prevenção à obesidade e afins, de acordo com o nível da turma. OPERACIONALIZAÇÃO: A operacionalização do projeto se dará a partir das etapas seguintes:  Seleção da receita a ser confeccionada: escolhida pelo professor e alunos;  Listagem e pesquisa dos ingredientes;  Coleta dos ingredientes;  Exploração didática da receita;  Montagem da Cozinha Educativa;  Confecção da receita;  Degustação da receita e socialização com as famílias;  Avaliação. Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de conteúdos diversos, conforme os objetivos delimitados pelo professor. É de responsabilidade da Coordenação Pedagógica o preparo de um local adequado para funcionar como cozinha, contendo todos os utensílios necessários ao funcionamento da cozinha. Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da responsabilidade do professor essa organização.
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    122 A turma, juntamentecom seu professor regente participará da execução da receita em dia previamente escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros profissionais da escola. Para 2016, a comunidade escolar definiu a Cozinha Educativa para acontecer uma vez a cada bimestre. Possibilidades de textos a serem explorados durante o projeto
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    123 Crianças na feira– possibilidades de explorações matemáticas AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e a relação estabelecida com o alcance dos objetivos, proporcionando replanejamento e aprimoramento das atividades realizadas. Observa-se que a atividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensão do aprendente de que se utiliza os conhecimentos escolares no cotidiano: quando se vai ao supermercado, quando se mede a massa, quando se triplica uma receita, quando se divide o produto final, quando se lê, escreve ou copia uma receita, quando se lava os ingredientes, quando se considera o tempo de preparo… As estratégias de ensino e aprendizagem surgidas a partir do desenvolvimento do projeto valida a necessidade de trabalhar com atividades que transgridam os exercícios de fixação e reprodução sem aplicabilidade nas práticas sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de estabelecer um “diálogo” entre os diferentes componentes curriculares.
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    124 Turmas vivenciando oProjeto Cozinha Educativa PROJETO RODA DE LEITORES JUSTIFICATIVA: Na virada do século, uma das grandes conquistas da educação no Brasil foi a universalização do Ensino Fundamental. Um rápido passeio por outras eras nos mostra a importância dessa conquista. Sabe-se, entretanto, que a simples garantia do acesso à
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    125 educação não basta.E quando nos deparamos com índices como o INAF (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional), obrigamo-nos a repensar que mediação de leitura estamos fazendo na escola. Em sua última edição o INAF apontou que 74% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos apresentam habilidades de leitura em nível rudimentar ou básico. Ou seja, sua compreensão de leitura está limitada à títulos, frases e textos curtos, quando muito. Sobre essa triste realidade, é que ergue-se o Projeto Roda de Leitores – um compromisso assumido pela escola com o fim de possibilitar a aprendizagem da leitura dos diferentes tipos de textos que circulam socialmente. Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os diversos textos lidos. Público Alvo: 1º ao 5º ano. Objetivos: • Reconhecer a finalidade e uso social de diferentes textos e portadores textuais; • Promover a parceria escola, professor e família; • Propiciar momentos de leitura em sala de aula, como também em casa; • Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e individualmente; • Dramatizar histórias ouvidas e/ou lidas; • Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de interpretação; • Promover momentos de apreciação de diversas produções literárias e/ou artísticas; • Reconhecer a manifestação artística como meio de apropriação da linguagem. • Formar leitores desenvolvendo o gosto pela leitura cotidianamente; • Estimular a alegria da atividade intelectual por meio da leitura; • Ampliar a visão de mundo; • Ampliar a compreensão das relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconhece o outro e suas peculiaridades; • Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de posicionar-se acerca do que foi lido. PASTA DE LEITURA  Cada aluno (a) da turma levará um gênero textual para ler em casa, na data determinada pelo professor;  O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinada pelo professor;
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    126  Após lere/ou ouvir o texto, o (a) aluno (a) contará/lerá a história para alguém da família;  O (a) aluno (a) deverá preencher as fichas encaminhadas de acordo com os comandos apresentados em cada ficha;  O produto final será uma coletânea de textos produzidos por cada aluno (a) da turma.  Os alunos dos 4 e 5 anos participarão de roda de debates onde terá a oportunidade de compartilhar com o colega suas respostas, expondo seus pontos de vista dentro da coerência do texto lido. HORA DA LEITURA Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada indivíduo escolha o tipo de texto preferido realizando a leitura do mesmo. Essa atividade acontece semanalmente, às sextas-feiras, matutino 7:45 e vespertino 14:15 com duração de meia hora. SARAU LITERÁRIO Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam e apreciam as construções realizadas ao longo do projeto, nos diferentes gêneros literários. Acontece sempre em um parque público, escolhido anteriormente, para que seja trabalhada a questão do respeito ambiental. Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer: piquenique, brincadeiras, sorteio de obras literárias entre os alunos. Os saraus são pensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos portadores de necessidades educacionais especiais e seus familiares. Estão definidos, preliminarmente, dois Saraus Literários, uma a cada semestre.
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    127 RECURSOS HUMANOS: Direção, coordenação,apoios (professores readaptados), professores regentes e aluno, responsáveis e/ou família. AVALIAÇÃO: A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha consciência dos benefícios que a aquisição das habilidades de leitura pode proporcionar. Conversas, comentários em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade para o aluno expressar (oralmente ou por escrito) suas aprendizagens. FESTA JUNINA JUSTIFICATIVA: A Festa Junina da Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento a oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de convivência e cooperação; além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado a músicas populares proporcionam alegria. Trata-se de um evento pedagógico cultural que possibilita o mergulho de toda comunidade escolar num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de consolidar no espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”. A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos, sem direcionamento religioso, buscando o resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a identidade desse homem como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os estereótipos que humilham e colocam em ridículo essa identidade. Estimula-se, assim, o estar bem vestido e caracterizado, visto que a realidade nos tem dito que o homem do campo se produz e se enfeita para “festar”.
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    128 Faz-se importante destacarque a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação de lucros, tendo em vista que os recursos financeiros recebidos pelos sistemas oficiais têm sido muito bem geridos. Os lucros, por ventura gerados, são revertidos para a premiação das turmas campeãs na Gincana Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro. OBJETIVOS: • Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do Brasil as Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das escolas nesse sentido; • Proporcionar oportunidades de convívio para além das barreiras subjetivas de crenças, sexo, etnia e outras; • Exibir a produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua autoestima; • Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas como gincana. Jogos e quadrilha; • Constituir-se em momento de recreação comunitária. • Constituir-se em temática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento: explorar pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como convite, folder, informativos, bilhetes e outros; • Provocar discussões acerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo.
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    129 PROJETO DO LABORATÓRIOINTEGRADO DE INFORMÁTICA PÚBLICO ALVO: Professores regentes e alunos do 1º ao 5º ano APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias vêm adquirindo relevância ímpar no cenário social. Cotidianamente somos levados a nos apropriar de habilidades e conceitos que, até pouco tempo, não faziam parte de nossa realidade .A escola, como agente responsável pela formação do cidadão, não pode se eximir da responsabilidade de oportunizar ao aluno o conhecimento e o manuseio dos recursos tecnológicos de informação e comunicação que a escola dispõe. Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos recursos tecnológicos existentes, o mero “frequentar o laboratório” não constrói, por si só aprendizagens. Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como orienta a SEEDF, é que nasceu o presente projeto. OBJETIVO GERAL Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social, além de instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Complementar os conteúdos desenvolvidos em sala com pesquisa, uso de aplicativos e afins, etc; • Desenvolver a habilidade de utilizar a internet de forma consciente e responsável; • Atuar como mais um referente de inclusão digital na comunidade; • Potencializar os recursos tecnológicos existentes na escola em favor da construção das aprendizagens; DESCRIÇÃO DAS AÇÕES: No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos curriculares, selecionados, a partir do Projeto Político Pedagógico. O professor e sua classe terá à disposição o laboratório em horário previamente agendado e todos os seus componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para acompanhar a devida utilização dos equipamentos e da sala. O planejamento e a execução pedagógica desse momento será realizado pelo professor regente, com auxílio da coordenação pedagógica..
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    130 Periodicamente os professoresterão oficinas, cuja finalidade é despertar nos professores o interesse em trabalhar com a informática educativa e motivá-los para o desenvolvimento de projetos com seus alunos. RECURSOS MATERIAIS: Computadores; internet; data show, quando necessário. RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como instrumentos de apoio à própria aprendizagem e de inserção no mundo digital. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada ao final de cada encontro com os alunos, sendo observado o interesse, a participação e o desempenho na execução dos comandos. Com os professores, semanalmente, nas coletivas, e ao final dos encontros específicos com os docentes. Será avaliada a relevância dos atendimentos no alcance dos objetivos propostos. PROJETO XADREZ – O ESPORTE DA MENTE APRESENTAÇÃO O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta instituição de ensino pela Orientadora Educacional Maria Emília Resende, apresenta neste documento, o Projeto Xadrez – O Esporte da Mente - E.C. 10, visto que, entre as atribuições do Serviço de Orientação Educacional, está o de elaborar projetos que favoreçam a socialização, a disseminação de valores e a aquisição de atitudes e de hábitos saudáveis. Terá como público alvo os alunos dos 4º e 5º Anos da Escola Classe 10 de Taguatinga. Laboratório de Informática
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    131 O direito dacriança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se. O jogar - um comportamento que atravessa séculos -, leva a criança a descobrir que ganhar e perder faz parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar várias situações e os adversários. Pessoas de todas as idades jogam e consequentemente, aprendem e o melhor, se divertem. Alguns jogam simplesmente para passar o tempo. Os jogos têm sua origem de acordo com a cultura de um povo. Alguns tradicionais, como o Jogo da Glória, surgiram como forma de simbolizar a vida e a morte. Outros demonstravam em sua origem a importância das estratégias de guerra, como o xadrez, e as crenças de um povo, como o mancala. Levando em conta essas características de comportamento e cultura, quando se transforma em espaço de jogo, a escola possibilita a construção de saberes. O desafio de uma partida proporciona a elaboração e a exploração de questões relacionadas à sociabilidade (que se dá por intermédio de regras) e ao desenvolvimento de estratégias. Detalhes que chamam a atenção para a possibilidade de trabalhar com tabuleiros sem a obrigatoriedade de vincular a atividade às áreas do conhecimento. O Projeto Xadrez da E C 10, visa contribuir para o desenvolvimento de habilidades como: concentração, memória, paciência, tomada de decisões, raciocínio lógico, autoconfiança, responsabilidade e respeito ao adversário. Assim, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações: - Elaboração do projeto juntamente com um professor “amigo da escola”; - Apresentação do projeto à direção e aos professores; - Apresentação do projeto aos alunos. - Realização das oficinas contando com a colaboração do professor “amigo da escola”. JUSTIFICATIVA O xadrez, que surgiu no Sudoeste da Europa na segunda metade do Século XV, é muito mais que um jogo. Como bem definiu o escritor Johann Wolfgang Goethe, há mais de dois séculos: "O xadrez é um excelente exercício mental". Tal frase é comprovada por estudos como o da Universidade de Hong Kong, que provou por meio da pesquisa do Dr. Yee Wang Fung que os estudantes que jogam xadrez têm uma melhoria de 15% em provas de matemática após o início da prática. Na Venezuela, o projeto Learning toThink Project concluiu que até mesmo o QI de uma criança pode ser aumentado por meio do treino do xadrez. Além disso, a pesquisa de William Levy, do Departamento de Educação de Nova Jersey, nos EUA, mostra que o jogo interfere também em questões pessoais, como a autoestima e confiança. O jogo é uma excelente prática complementar, pois interage com diversas disciplinas escolares como a matemática, a história e até idiomas. "Ele é jogado há centenas de anos da mesma forma em vários países
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    132 diferentes, o quepermite um conhecimento da história por meio da evolução do jogo. Além disso, sua difusão pelo mundo permite a interação com jogadores de outros países que falam a linguagem do xadrez em seu idioma, o que facilita o aprendizado de cada língua", diz Horacio Prol, presidente da Federação Paulista de Xadrez. É importante lembrar que o jogo vai além das questões acadêmicas. Estudá-lo estimula também a imaginação, o planejamento e trabalha valores como responsabilidade, autoconfiança, respeito ao adversário e paciência. "No xadrez, a atenção e a habilidade espacial também são exigidas durante uma partida", completa Antonio Carlos, do Colégio Albert Sabin. Qualquer pessoa pode aprender a jogar, apesar de complexo o jogo oferece benefícios em todas as faixas etárias, a partir dos quatro anos de idade. OBJETIVOS Objetivo Geral: Proporcionar melhora no desempenho escolar dos alunos, através de uma atividade esportiva, uma vez que a sua prática representa significativas vantagens em termos pessoais, sociais e acadêmicos. Objetivos Específicos: • Auxiliar no desenvolvimento do raciocínio lógico da criança através do jogo; • Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de aprendizado através de uma atividade esportiva; • Proporcionar a vivência de situações de planejamento e tomada de decisão; • Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade, respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros. • Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no projeto para serem futuros multiplicadores. • Ensinar a confecção do seu próprio jogo utilizando materiais recicláveis. METODOLOGIA E CRONOGRAMA  Com os alunos: Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, para participarem do projeto. Iniciando com o preparo dos materiais necessários. Assim que todos já estiverem com o material preparado iniciaremos com as oficinas de confecção do tabuleiro e das peças. Estas oficinas serão dadas por um colaborador, amigo da escola juntamente com a orientadora educacional. A seguir as oficinas serão sobre introdução das regras do jogo, movimento das peças. Assim que os alunos já estiverem dominando as regras básicas do jogo, haverá um dia para simulação jogo (formação de duplas para
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    133 começarem a jogar),posteriormente os alunos deverão treinar, uma vez por semana, para futuramente participar de um circuito de xadrez com alunos da EC 52, onde o projeto também está sendo aplicado. O Laboratório de Informática, poderá ser utilizado pelos alunos para praticarem o jogo de xadrez interativo, disponível no site da Secretaria de Educação.  Com os professores: Os professores devem participar incentivando seus alunos. Aqueles professores que desejarem podem participar das oficinas. Quando os alunos já tiverem adquirido as noções básicas do jogo, o próprio professor poderá levá-los para o Laboratório de Informática, para que os mesmos exercitem utilizando o jogo de xadrez interativo, no site da Secretaria de Educação do DF.  Com a direção: Juntamente com a direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola para o desenvolvimento e manutenção do projeto. Bem como colaborará com o fornecimento de algum material complementar. CRONOGRAMA: ETAPA PERÍODO RESPONSÁVEIS/ COLABORADORES Elaboração do projeto Março SOE Exposição para alunos e professores Março SOE Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos/ Professor amigo da escola Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos Professor amigo da escola Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos PÚBLICO ALVO: Este projeto terá como público alvo, os alunos das turmas de 4º e 5º anos. RECUROSOS HUMANOS: Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos alunos, dos professores, dos pais, da direção da escola e do professor colaborador amigo da escola. RECURSOS MATERIAIS: Para a realização das atividades serão utilizados os seguintes recursos: • 1 folha de papelão; • 16 tampinhas brancas de garrafas pet de refrigerante ou de água mineral;
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    134 • 16 tampinhasde outra cor; • 01 metro de papel contact transparente; • cópias das páginas que contém os desenhos das peças e do tabuleiro; • espaço físico com mesas e cadeiras para o desenvolvimento das atividades. • Cola e tesoura. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO No decorrer do projeto, as oficinas com a observação do nível de interesse e aprendizado das regras do jogo pelos alunos. Poderemos fazer um campeonato entre a Escola Classe 33, onde o projeto também está sendo desenvolvido. A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o grupo para verificarmos se as atividades desenvolvidas estão atingindo os objetivos propostos.
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    135 PROJETO NOSSO RECREIOÉ 10 ! APRESENTAÇÃO O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta Instituição de Ensino pela Orientadora Educacional Maria Emília Resende, apresenta neste documento, o Projeto “Nosso Recreio” é 10, que envolverá toda comunidade escolar. O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se. A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa um momento lúdico de grande importância para a socialização dos alunos. Sendo assim, o Projeto Nosso Recreio é 10 visa contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no mundo. Neste sentido, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações: - Apresentação do projeto à direção e aos professores; - Apresentação do projeto aos alunos. - Formação dos alunos monitores (a cada 15 dias). A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos alunos monitores e da orientadora educacional. JUSTIFICATIVA O recreio por ser um espaço lúdico, pode por meio dos jogos proporcionar a aquisição de regras, a expressão do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento, além de: desenvolver atitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de cortesia; desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse em adorar posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal; desenvolver o raciocínio lógico; reconhecer a importância do trabalho em grupo, sem discriminações físicas, sociais, culturais ou de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de liderança; favorecer a expressão artística e cultural; estimular a inteligência, curiosidade, a iniciativa e a autoconfiança.
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    136 Após alguns diasde observação deste espaço escolar, percebi que as crianças brincam livremente pelo pátio, surgindo algumas brincadeiras agressivas e comportamentos inadequados durante o intervalo. Além disso, com base em relatos e na necessidade de trabalhar preventivamente os conflitos que possam surgir durante este período acredito que as brincadeiras organizadas e a participação ativa dos alunos contribuirão para que o tempo e espaço do recreio se transformem em um momento prazeroso e divertido. OBJETIVOS Objetivo Geral: Dinamizar o recreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e minimização de comportamentos inadequados, contribuindo desta forma para promoção de uma cultura de paz no ambiente escolar. Objetivos Específicos: • Resgatar o recreio como espaço relevante para o desenvolvimento biopsicossocial do educando; • Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais solidária e harmoniosa; • Conscientizar os alunos quanto à importância da preservação do patrimônio escolar assim como sobre a conservação e a limpeza; • Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade, respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros. • Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no monitoramento das atividades; • Diminuir a violência proporcionando um ambiente mais agradável a todos. METODOLOGIA E CRONOGRAMA  Com os alunos: Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, inicialmente, podendo ser estendido aos alunos das turmas de 3º ano, para participarem do projeto “Nosso Recreio é 10”. Após, teremos um primeiro encontro, onde explanarei aos alunos sobre o projeto, seus objetivos e finalidades. Também combinaremos como será a aplicação e a organização.  Com os professores: Os professores participaram incentivando seus alunos a participarem e colaborarem com a manutenção do projeto. Para os alunos que não participarão do monitoramento, cabe usufruírem das brincadeiras de forma pacífica respeitando os colegas que estão organizando o espaço.
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    137  Com adireção: Junto com direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola e os brinquedos a serem adquiridos para que as atividades sejam realizadas. Será necessária também, a aquisição/confecção de coletes, para destacar os alunos monitores. ATIVIDADES SUGERIDAS: - Jogo de basquete, de futebol, pula cordas, pula elástico, jogos de damas e raciocínio lógico, totó, ping-pong e música clássica durante o intervalo. CRONOGRAMA: ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES Elaboração do projeto Março SOE Exposição para alunos e professores Março SOE Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos PÚBLICO ALVO: Contaremos com a participação ativa dos alunos do 4º e 5º anos na monitoria e com a colaboração e empenho dos demais para que o momento do intervalo se torne mais tranqüilo. RECURSOS HUMANOS: Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos alunos, dos professores, dos pais e da direção da escola. RECURSOS MATERIAIS: Para a realização das atividades serão utilizados os seguintes recursos: - bolas (basquete, futebol); - cordas; - elásticos; - ping-pong; - totó; - jogos de damas; - jogos de raciocínio lógico; - CD’s e aparelho de som; - coletes; - caixas para organizar os brinquedos; - Textos, vídeos, slides, informes aos pais. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO:
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    138 No decorrer doprojeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo, registrando as observações e caso haja algum conflito. Será observado o nível de interesse dos alunos em participar do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores conscientizando e incentivando os alunos. A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o grupo para verificarmos se as atividades desenvolvidas durante o recreio estão atingindo os objetivos propostos. Monitor do projeto orientando colega
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    139 Monitores e alunosexplorando recursos do recreio PROJETO CIDADÃO DO FUTURO JUSTIFICATIVA: A Escola Classe 10 é uma entidade que atende alunos do 1º ao 5º ano. O principal objetivo da instituição é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que educar envolve o confronto de ideias e a resolução de problemas para que o aluno se sinta capaz de desenvolver suas habilidades. A nossa grande preocupação é a formação de cidadãos éticos, competentes, solidários, críticos, criativos e preparados para vencerem os desafios enfrentados no cotidiano. Sabe-se que os desafios que se apresentam aos alunos da faixa etária que atendemos são diversos, desde o enfrentamento do Bullying até resistência às drogas. A resistência às drogas é uma das questões e desafios que os alunos vem enfrentado ao longo da infância e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos nossos alunos formando-os para que se sintam fortes e preparados, com conhecimento necessário para saberem decidir sobre qual rumo tomar. Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a
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    140 formação cidadã donosso alunado. Assim, o Projeto Preparando o Cidadão do Futuro, além de prever ações diretas com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informação dos pais e responsáveis. O PROERD vem de encontro a esse nosso objetivo que é o de contribuir para a prevenção do uso indevido de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal de formar cidadãos competentes e preparados para viver em sociedade. O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos preventivos relativos às drogas. Essa conformidade com o documento Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz aparece também no trato com o tema Bullying, dando existência à orientação de prevenir e informar. “A educação é a arma da paz”.-Montessori,2002. OBJETIVOS: GERAL: • Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do caráter. ESPECÍFICOS: • Desenvolver ações previstas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme manual encaminhado aos gestores; • Promover aquisição de competências e habilidades requeridas para solução de problemas impostos pela sociedade hodierna; • Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de convivência; • Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas; • Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e resistir às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor. PÚBLICO ALVO: O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores; METODOLOGIA/ Plano de Trabalho
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    141 • Aplicação deatividades desenvolvidas no âmbito sala de aula; • Palestras aos pais; • Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional; • Curso PROERD – Polícia Militar DF; • Projeção de filmes, campanhas anti-drogas; • Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no currículo. APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO: Recursos Materiais: Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de vídeo; Recursos Humanos: Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de orientação educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita através de observação na mudança de comportamento dos alunos, sondagem junto às famílias em reuniões e encontros de pais, também através da participação e interesse dos alunos nas diversas atividades constantes no projeto. SEMANA DA CRIANÇA JUSTIFICATIVA: A Semana da Criança insere-se no Projeto Político Pedagógico da escola no sentido de concretizar o direito ao lazer infantil, previsto na Declaração dos Direitos da Criança, onde prevê-se, ainda, o esforço que a sociedade e autoridades públicas fará a fim de que a criança exercite esse direito. OBJETIVOS: Evidenciar os direitos da criança, em especial o direito ao lazer infantil; Estimular a autoestima;
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    142 Propiciar oportunidade deconfraternização baseada na urbanidade e respeito. DESENVOLVIMENTO: Plenamente financiado pelos lucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de outubro, sempre próximo ao dia 12. A semana é constituída de atividades lúdicas como passeios, lanches especiais, culminando com uma recreação com brinquedos infláveis e camas elásticas. Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da semana são pensadas para atender as diversas faixas etárias bem como as diferentes necessidades. FEIRA DE ARTE, CIÊNCIAS E CULTURA JUSTIFICATIVA: A Feira de Arte, Ciência e Cultura da Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades de expressão da criatividade; onde é possível congregar o pensamento lúdico com práticas interdisciplinares. A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são realidades observadas por ocasião da realização da Feira.
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    143 É um eventosem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o envolvimento do aluno em atividades de cunho artístico com foco no estabelecimento de relações entre as áreas de conhecimento do currículo e desenvolve a confiança em suas capacidades pessoais. OBJETIVO: Socializar com a comunidade escolar saberes, práticas e experiências construídos ao longo do ano. Ocorre geralmente nos últimos meses do ano com a presença de toda comunidade escolar. DESENVOLVIMENTO: O desafio da Feira de Artes, Ciências e Cultura é transpor os conteúdos mais significativos de cada turma ou ano para uma linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade presente consiga perceber uma pequena parcela dos aspectos trabalhados ao longo do ano letivo. A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ouvidas... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.
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    144 PROJETO REMANEJAMENTO NATURAL BREVEHISTÓRICO A Escola Classe 10 trabalha com o Projeto Remanejamento Natural há cerca de 8 anos. Em 2012, ocorreu o primeiro contato entre as coordenações pedagógicas e Serviço de Orientação Educacional de ambas as escolas onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores de ambas as instituições. No ano anterior o Projeto Remanejamento Natural não se concretizou. JUSTIFICATIVA O projeto nasceu do desejo de tornar menos impactante o momento de transição do aluno do 5 ° para o 6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus pontos comuns, irmanados no lema “igualdade na diversidade”. O Projeto Remanejamento Natural encontra seu ponto de apoio no Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, que, ao discorrer sobre o Ensino Fundamental defende a importância de orientar as ações pedagógicas a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em transição dos anos iniciais para os finais, aproximando as instituições de ensino. Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural encontra-se sob a responsabilidade do Serviço de Orientação Educacional com o apoio da Coordenação Pedagógica. OBJETIVOS  Promover ações que oportunizem adaptação dos alunos em transição do 5° para o 6° ano visando garantir avanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais e no desenvolvimento pessoal;
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    145  Estreitar ovínculo entre a Escola Classe 10 e o Centro de ensino Fundamental 03 de Taguatinga. AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS  OFICINA DE HÁBITOS DE ESTUDOS: Desenvolvida pelo Serviço de Orientação Educacional da EC10, visa preparar o aluno do 5°ano para a rotina de estudos do 6°ano;  AJUSTE DE EXPECTATIVAS : Promover um encontro de professores para trabalhar a temática da passagem e fazer ajustes de expectativas de aprendizagem. Os professores do 5° ano descrevem como os alunos deixarão o segmento e professores do 6° ano descrevem o que esperam dos estudantes;  RODAS DE CONVERSA: promover rodas de conversa entre os alunos do 5˚ e 6˚ anos junto com a coordenação pedagógica mediando o bate-papo para que os alunos tirem dúvidas e saibam como foi a experiência de adaptação a um CEF;  VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a possibilidade da vivência de uma aula com o professor de área específica , possibilitar a ex-alunos falar das principais diferenças entre uma EC e um CEF;  VISITA AO CEF 03: Visa apresentar a instituição de ensino sequencial aos alunos em ambientando-os e diminuindo a expectativa em relação à transição. CRONOGRAMA DAS AÇÕES AÇÃO LOCAL RESPONSÁVEL OFICINA DE HÁBITOS DE ESTUDOS EC 10 SOE /EC10 PRIMEIRO CONTATO ENTRE CORRDENAÇÕES EC10/CEF 03 CEF 03 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EC10 AJUSTE DE EXPECTATIVAS CEF 03 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA, SOE E PROFESSORES DE AMBAS AS INSTITUIÇÕES RODAS DE CONVERSA: EC 10 SOE VIVÊNCIA: CEF 03 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA/ SOE VISITA AO CEF 03: CEF 03 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA / SOE
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    146 PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS Serviço deOrientação Educacional EC10 Coordenação pedagógica EC 10 PARCEIRAS Serviço de Orientação Educacional CEF 03 Coordenação Pedagógica CEF 03 RESULTADOS E AVALIAÇÃO O projeto será avaliado ao longo do processo através de conversa entre os professores e alunos envolvidos, será avaliado também através de produção de texto feita após cada visita dos alunos. PROJETO HORTA ESCOLAR PÚBLICO-ALVO: Alunos da Educação Integral. JUSTIFICATIVA: Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel de desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, o cultivo de hortas escolares pode ser um valioso instrumento educativo. O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica, a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas é um exercício de paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências que resgatam valores. Os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a sobrevivência, os valores da paciência, da perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da renovação. OBJETIVO:
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    147 O Projeto HortaEscolar foi concebido com a finalidade de intervir na cultura alimentar e nutricional dos alunos, com base no entendimento de que é possível promover a educação integral de crianças e jovens de escolas e comunidades do seu entorno, por meio das hortas escolares incorporando a alimentação nutritiva, saudável e ambientalmente sustentável como eixo gerador da prática pedagógica. Por meio desse projeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas assim como técnicas de proteção da estrutura do solo, levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: -Levar aos alunos a vivencia e o contato direto com o meio ambiente natural. -Oportunizar ao aluno a conquista do seu espaço, preservando o meio ambiente onde vivemos. -Desenvolver de modo integrado, a consciência da responsabilidade para com o meio ambiente, respeitando o espaço a sua volta. -Promover a responsabilidade social pela participação em grupo, incentivando o respeito pelo outro e o diálogo. -Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambiental através de observações, ações concretas e praticas a serem realizadas no ambiente escolar. -Levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável. _ Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos; _ Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo; _ Degustação do alimento semeado, cultivado e colhido; _ Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis; _ Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana; PROCEDIMENTOS: Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo será acompanhado pelo monitor da horta e o monitor da Educação Integral. As aulas serão ministradas pelo monitor da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas, serão utilizados para enriquecer o lanche e demais refeições dos alunos. As aulas serão distribuídas de acordo com o cronograma abaixo. AVALIAÇÃO:
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    148 A avaliação seráfeita através da observação, relato oral dos alunos, do produto final da horta e o bom uso da produção.
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    149 APÊNDICE Escola Classe 10de Taguatinga Normas de Convivência Escolar O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar. Em caso de divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da Secretaria de Educação do Distrito Federal e outros órgãos. DA ENTRADA • As aulas acontecem nos horários: Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h • A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja: Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m • Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem embora sozinhos, serão liberados pela portaria. • Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos, aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes.
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    150 • Solicitamos aosresponsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da aula. Atrasos longos são comunicados aos conselheiros tutelares para que busquem a criança. • EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de idade. Esses deverão estar portando documento de identificação. Saídas antecipadas, embora autorizadas em casos excepcionais, serão computadas para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75%, conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. • Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída antecipada, sempre que for possível. Esse pedido é para o professor organizar melhor o tempo do aluno e não isenta da presença de um responsável. Alunos não serão liberados antecipadamente sem a presença de um responsável maior de idade. • O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para Reforço Escolar ou outra atividade curricular em turno contrário. • O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da escola. • Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno até a sala de aula. Caso haja relevante necessidade, o responsável deverá procurar a direção da escola onde o caso será analisado. DA PONTUALIDADE • O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma tolerância de 15 minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o aluno será admitido na escola mediante advertência escrita, que requer a presença do responsável. Esgotados os recursos da escola, o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar para providências cabíveis. Os atrasos serão computados para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75% prevista na LDB. DA FREQUÊNCIA O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência. Tal regra vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do aluno é registrada diariamente e computada para fins de aprovação. A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante apresentação de:  Atestado Médico (em nome da criança);  Atestado de acompanhamento ( em nome da criança) por motivo de doença do pai, mãe, filho, irmão;  Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou direta ( oito dias contada a data do óbito);  Convocação oficial do poder público;  Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975); De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os responsáveis têm um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa. Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação aplicados durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar. Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com procedimentos definidos no PPP da instituição. O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao longo do ano letivo aos estudantes com frequência insuficiente; Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento diferenciado a estudantes que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos religiosos;
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    151 Faltas não justificadasde alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA FAMÍLIA, RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme exigência legal. Casos relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho Tutelar para providências cabíveis. A escola entrará em contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas indicarem um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será registrado para que a escola esteja resguardada no cumprimento de seus deveres. Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer à escola no turno contrário quando o horário for compactado por motivo de força maior. A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato de dispensa da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento comprobatório. No caso, atestado médico. A dispensa da prática da Educação Física não exime o estudante de cumprir a parte teórica do componente curricular. DO TRANSPORTE ESCOLAR A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar. O responsável deverá fiscalizar o serviço contratado. Alunos que se locomovem através de transporte escolar serão liberados 10 minutos antes do término da aula, mediante a presença do responsável pelo transporte escolar. Este deverá buscar a criança em sala de aula respeitando a autoridade do professor sobre o aluno. O professor avaliará no momento se libera ou não a criança, considerando possíveis prejuízos pedagógicos. DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA Escola e família precisam caminhar juntos. Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e família devem desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano saudável. É fundamental que os pais participem ativamente das reuniões e eventos e fiquem atentos aos comunicados da escola. Dentre os papéis da família destacam-se: • Manter cadastro atualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones. • Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados aos pais por meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o material do mesmo. Em caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário contrário. Das Reuniões de Pais e Mestres • A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente divulgadas com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são obrigados a comunicar aos responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os pais são obrigados a realizar os acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de Pais obrigatória para escola e família. • Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme disponibilidade do professor para uma segunda chamada. O não comparecimento do responsável será registrado e considerado esgotamento das possibilidades escolares, com encaminhamento ao Conselho Tutelar e/ou Ministério Público. • O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de comparecer às reuniões convocadas pela escola. • A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei, para apresentação no trabalho do responsável. • As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer em até quinze dias após o término dos bimestres. • Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações • A avaliação é competência do professor.
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    152 Do Atendimento aosPais • O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência. Entende-se por horário de regência o período em que o professor encontra-se em sala de aula com seus alunos. • O atendimento aos pais se fará no período contrário ao da regência. Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na escola. Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do espaço escolar (segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode encontrar-se em curso oferecido pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o professor encontra-se em reunião coletiva na escola com a equipe docente, pedagógica e administrativa. Daí a necessidade de agendamento dos responsável junto ao professor. Utilize a agenda. Dos Problemas de Saúde • A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo com apresentação de receita médica. Em caso de necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e solicitar ele mesmo fazer a administração do medicamento nos horários adequados. • Criança doente não vai à escola, vai ao médico. • Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão encaminhadas, mediante a presença do responsável, de volta ao lar. • Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de cinco dias para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá estar em nome do aluno. DAS AVALIAÇÕES O aluno tem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa, abrangente, diagnóstica e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias para essa avaliação. Para isso, o professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de intervenção e de recuperação; todos eles coerentes com o projeto político pedagógico da escola e propostas pedagógicas emanadas da Secretaria de Educação. Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento contínuo das atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços obtidos pelo estudante e favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades enfrentadas no processo de ensino / aprendizagem, bem como a busa de soluções.” (Art.182 –Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal / 2015). Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os responsáveis e para os alunos. As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da Secretaria de Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar. DO UNIFORME • O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou preta, saia ou bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis para uso diário. Para a prática de Educação Física o tênis é obrigatório. • Não serão permitidos shorts ou saias curtas. • Não é permitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do estabelecimento de ensino. • O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares normalmente e seu responsável será convocado imediatamente para assinar advertência escrita. ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO
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    153 Os estudos derecuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem e tem com princípio o respeito à diversidade de características, de necessidades e de ritmos de aprendizagens de cada estudante. A recuperação de estudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor, com apoio da família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que surgirem dificuldades no processo. A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino e de aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento do estudante. O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode utilizar. O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no turno contrário e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no ambiente escolar sem supervisão. O responsável deverá trazer e buscar a criança no horário indicado pelo professor, caso não tenha autorização para ir e vir desacompanhado. AVANÇOS DE ESTUDOS Avanços de estudos (para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são permitidos pelo Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em documento próprio. EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental. TESTE DE CLASSIFICAÇÃO O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família ou responsável legal, acompanhado da justificativa, no inicio do período letivo, devendo o interessado indicar no requerimento em qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se observar a correlação idade/série, quando for o caso. A equipe gestora indica, então, professores habilitados para elaborar o teste, que deve acontecer em até cinco dias após a solicitação. MATERIAL ESCOLAR • É responsabilidade dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno; • O aluno deverá portar seu material todos os dias; • O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos pessoais; • O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo professor ficará em poder da direção e serão entregues ao responsável e somente ao responsável. • A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos. • O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola. Skates, patins e bicicletas são proibidos nas dependências da escola. • Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção ou na recepção da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS. LANCHE ESCOLAR A escola conta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. É responsabilidade da família comunicar à escola, preferencialmente ao professor, casos de intolerância a algum alimento (lactose, glúten ou outros). O responsável deverá apresentar laudo médico atestando a intolerância. Nesse caso, será providenciado lanche alternativo quando a criança não puder consumir o lanche servido. DA EDUCAÇÃO INTEGRAL A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis. Os alunos já integrantes do ano anterior têm vaga garantida mediante o desejo de continuidade. As demais vagas são disponibilizadas por ordem de inscrição. O período de inscrição é amplamente divulgado para toda comunidade.
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    154 Descumprimento ao regimentoescolar e às normas específicas da Educação Integral poderá acarretar a perda da vaga. Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual alguns alunos podem não ser contemplados. DA SECRETARIA A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos. Funciona no horário de 7h30 às 17h. Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à secretaria e sim ao professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas cópias. A secretaria escolar não fará xerox de relatórios e outros documentos. É dever do responsável entregar toda documentação solicitada pela secretaria. Documentação incompleta inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante. Em caso de pedido de transferência, a secretaria emitirá o documento DEPROV ( DECLARAÇÃO PROVISÓRIA), com validade de 30 dias. DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente. Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade, assiduidade, uso do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na escola. O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao patrimônio da instituição educacional. É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana, considerando a diversidade, sem quaisquer distinções. É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas. É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola. É vedado ao aluno: I - Portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade física ou de outrem; II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade comercial, político partidária ou religiosa. III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e aprendizagem; IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o objetivo de desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular. V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar; VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola. A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos alunos nas salas de aulas das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos aparelhos são permitidos nos intervalos e recreios .A escola não se responsabiliza por perdas dos citados aparelhos. Das Medidas A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência pode acarretar as seguintes medidas: • Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor) • Advertência Escrita (a ser aplicada pela Direção) • Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade escolar, de no máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção); • Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de outros (a ser aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e presença do Conselho Tutelar). Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não, dependendo da gravidade de cada caso.
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    155 A aplicação dasmedidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção pedagógica, com a finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis legais. É necessário que se observe os princípios de direitos humanos e diversidade na aplicação das medidas citadas. As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de acompanhamentos que promovam a convivência escolar. Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela família) e na ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar. Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade avaliativa que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente cumprimento do dia letivo. A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não observarem as normas contidas no regimento, que apresentarem inassiduidade ou baixo rendimento escolar para juntos adotarem medidas adequadas e promotoras do desenvolvimento escolar da criança. Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático visando o cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá ser assinado pelos responsáveis; A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à criança e está pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos estudantes. Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável. Destacamos que casos de agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que firam a lei, apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de punição na forma da lei e podem não ficar restritos ao ambiente escolar. A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a comunicar ao Conselho Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança . Reiteramos que a escola não necessita de comprovação do abuso para acionar os órgãos de proteção à criança. CAIXA ESCOLAR O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da escola com o objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As contribuições arrecadadas são aplicadas na conservação do espaço físico, na complementação do lanche e das atividades da Educação Integral. PROJETOS ESCOLARES Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores, Sarau Literário, Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Feira de Artes, Ciências e Cultura, Auto de Natal, etc. Todos os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando devidamente vinculados ao Projeto Político Pedagógico da instituição e ao Currículo da Secretaria de Educação. Os projetos desenvolvidos pela escola são compreendidos como “efetivo trabalho escolar”, definido como conjunto de atividades pedagógicas, realizadas dentro ou fora da unidade escolar, com a presença do professor, sua respectiva turma e controle de frequência.”. O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na recepção da escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação no endereço: http://sumtec.se.df.gov.br/sistemas/ppp/wp-content/uploads/2014/10/EC-10.pdf A direção da escola coloca-se à disposição da comunidade para ouvir e prestar informações acerca do funcionamento cotidiano escolar. O presente documento encontra-se em conformidade com o ECA, com o REGIMENTO ESCOLAR DAS REDE PÚBLICA DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL /2015, com o documento da SEEDF – MANUAL AOS GESTORES, com a lei 4131/DF, de 02 de maio de 2008.
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    156 PLANO DE GESTÃO Apresentadoà comunidade escolar por ocasião do processo de eleição Gestão Democrática. Ao saber que o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido; o foco se volta para a permanência e sucesso do educando em nossa escola. OBJETIVO – Gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão democrática, fortalecendo o Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções. A participação da comunidade escolar se dará ainda através do Conselho de Classe, da Assembleia Geral Escolar, das reuniões bimestrais, dos eventos pedagógicos e das avaliações institucionais previstas no calendário escolar. OBJETIVO PEDAGÓGICO Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Elevar em um ponto percentual o desempenho da unidade escolar, referendado pela média do IDEB, passando de 5,7 a 6,7. • Ofertar apoio à aprendizagem aos alunos que necessitem de acordo com as orientações previstas nas Diretrizes Pedagógicas dos Ciclos (Reagrupamento, Projeto Interventivo, Reforço Escolar); • Identificar e sanar os fatores responsáveis pelo desempenho abaixo do ideal; • Potencializar a formação continuada de todos os envolvidos no processo educacional, no espaço da coordenação pedagógica. Será feita com base na divulgação oficial dos dados do IDEB pelo Ministério da Educação. PERÍODO DE EXECUÇÃO TRIÊNIO 2014-2016 OBJETIVO PEDAGÓGICO Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Zerar a reprovação por infrequência. Acompanhar a frequência por turma; Reunir preventivamente os pais dos alunos infrequentes; Acionar o Conselho Tutelar sempre que se fizer necessário para o acompanhamento da infrequência recorrente. Será realizada no acompanhamento diário do professor, nas coordenações coletivas semanais e bimestralmente nos Conselhos de Classe por meio do relato do professor e acompanhamento do Diário de Classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014-2016
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    157 OBJETIVO PEDAGÓGICO Oportunizar atodos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir em 50% a distorção idade-série. Atender com especial cuidado os alunos em distorção idade-série através do Projeto Interventivo; Reduzir a retenção escolar oferecendo um ensino de qualidade que permita ao aluno a progressão continuada. Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais, nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO 2014-2016 OBJETIVO PEDAGÓGICO Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir em 80% a retenção escolar. Utilizar estratégias previstas legalmente como Projeto Interventivo, Reagrupamentos, Reforço Escolar, Recuperação Contínua, encaminhamentos a SEAA de alunos considerados em risco. Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais, nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014-2016 OBJETIVO PEDAGÓGICO Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da escola. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Congregar 100% dos pais eou responsáveis nas reuniões bimestrais, culminâncias de projetos e eventos pedagógicos abertos à comunidade. Conscientizar a comunidade escolar acerca da importância da presença na escola; Realizar convocação por múltiplos meios. Será realizada através de formulário próprio e posterior tabulação para amostragem dos resultados. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014-2016 OBJETIVO PEDAGÓGICO Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
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    158 Garantir a permanênciade 100% dos alunos matriculados. Viabilizar o transporte dos alunos para atividades complementares sem ônus para as famílias; Garantir condições de maior conforto nos momentos de descanso dos alunos matriculados na Educação Integral. A avaliação será feita por meio de relato do coordenador da Educação Integral e por meio da análise da frequência. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014-2016 OBJETIVO PEDAGÓGICO Adequar o PPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao novo currículo. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Avaliar a Proposta Política Pedagógica da instituição. • Promover o estudo do PPP; • Reuniões periódicas para avaliação do PPP. Acompanhar a aplicabilidade do PPP. PERÍODO DE EXECUÇÃO TRIÊNIO 2014-2016 Sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de atualização da proposta. OBJETIVO PEDAGÓGICO Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino Fundamental. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Consolidar a coordenação pedagógica da instituição como espaço de planejamento e de formação continuada. Realizar estudos de interesse do corpo docente que possam refletir positivamente no planejamento do professor; Estimular a participação do docente em reuniões, oficinas e cursos de formação. Através da observação da prática do professor, dos resultados obtidos com os alunos. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014-2016 OBJETIVO PEDAGÓGICO Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Implementar o atendimento do Captar recursos humanos;
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    159 laboratório de informáticaImplantar o Projeto para o Laboratório de Informática definindo na Proposta Pedagógica da instituição. Através do funcionamento efetivo do laboratório; PERÍODO DE EXECUÇÃO 2014-2016 OBJETIVO PEDAGÓGICO Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Alfabetizar 100% dos alunos nas turmas de primeiros anos da instituição educacional. Propiciar estudos referentes a alfabetização para os docentes; Fortalecer a parceria com o CRA; Estimular a participação dos docentes nos cursos de formação oferecidos pela rede. Realizada através da realização de testes diagnósticos específicos e dos relatórios de acompanhamento. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014-2016 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Propiciar um ambiente educacional adequado à convivência pedagógica. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover melhorias das condições físicas e administrativas da escola. Aquisição de cadeiras; Instalação de janelas no pátio coberto da escola; Instalação de tela para projeção; Implementação de sistema de segurança escolar. Acompanhamento e supervisão com a participação da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014-2016 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Eliminar em 100% os conflitos do ambiente de trabalho. Exemplificar com ações cotidianas o comportamento desejável. Através da observação da melhoria das relações cotidianas.
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    160 PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio2014-2016 OBJETIVO FINANCEIRO Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidade escolar. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Utilizar os recursos de acordo com as necessidades pedagógicas e administrativas, conforme legislação vigente. Discutir e identificar com a comunidade escolar as prioridades em todos os âmbitos de funcionamento da instituição. Deliberar e acompanhar a utilização dos recursos financeiros conjuntamente com o Conselho Escolar. Se dará através do acompanhamento da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2014 – 2016
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    161 ANEXOS ASSEMBLÉIA ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 21. A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por acompanhar o desenvolvimento das ações da escola. Art. 22. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada seis meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar indicar a necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação: I – de integrantes da comunidade escolar, na proporção de dez por cento da composição de cada segmento; II – do Conselho Escolar; III – do diretor da unidade escolar. § 1º O edital de convocação da Assembleia Geral Escolar será elaborado e divulgado amplamente pelo Conselho Escolar, com antecedência mínima de três dias úteis no caso das reuniões extraordinárias e de quinze dias no caso das ordinárias. § 2º As normas gerais de funcionamento da Assembleia Geral Escolar, inclusive o quórum de abertura dos trabalhos e o de deliberação, serão estabelecidas pela SEDF. § 3º Na ausência de Conselho Escolar constituído, as competências previstas no § 1º recairão sobre a direção da unidade escolar. Art. 23. Compete à Assembleia Geral Escolar: I – conhecer do balanço financeiro e do relatório findo e deliberar sobre eles; II – avaliar semestralmente os resultados alcançados pela unidade escolar; III – discutir e aprovar, motivadamente, a proposta de exoneração de diretor ou vice-diretor das unidades escolares, obedecidas as competências e a legislação vigente; IV – apreciar o regimento interno da unidade escolar e deliberar sobre ele,
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    162 em assembleia especificamenteconvocada para este fim, conforme legislação vigente; V – aprovar ou reprovar a prestação de contas dos recursos repassados à unidade escolar, previamente ao encaminhamento devido aos órgãos de controle; VI – resolver, em grau de recurso, as decisões das demais instâncias deliberativas da unidade escolar; VII – convocar o presidente do Conselho Escolar e a equipe gestora, quando se fizer necessário; VIII – decidir sobre outras questões a ela remetidas. Parágrafo único. As decisões e os resultados da Assembleia Geral Escolar serão registrados em ata e os encaminhamentos decorrentes serão efetivados pelo Conselho Escolar, salvo disposição em contrário.
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    163 CONSELHO DE CLASSE Emconsonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 35. O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da gestão democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino e de aprendizagem, havendo tantos conselhos de classe quantas forem as turmas existentes na escola. § 1º O Conselho de Classe será composto por: I – todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na condição de conselheiros natos; II – representante dos especialistas em educação; III – representante da carreira Assistência à Educação; IV – representante dos pais ou responsáveis; V – representante dos alunos a partir do 6º ano ou primeiro segmento da educação de jovens e adultos, escolhidos por seus pares, garantida a representatividade dos alunos de cada uma das turmas; VI – representantes dos serviços de apoio especializado, em caso de turmas inclusivas. § 2º O Conselho de Classe se reunirá, ordinariamente, uma vez a cada bimestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por solicitação do diretor da unidade escolar ou de um terço dos membros desse colegiado. § 3º Cada unidade escolar elaborará as normas de funcionamento do Conselho de Classe em conformidade com as diretrizes da SEDF.
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    164 CONSELHO ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 24. Em cada instituição pública de ensino do Distrito Federal, funcionará um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora, deliberativa e representativa da comunidade escolar, regulamentado pela SEDF. Parágrafo único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e, no máximo, vinte e um conselheiros, conforme a quantidade de estudantes da unidade escolar, de acordo com o Anexo Único desta Lei. Art. 25. Compete ao Conselho Escolar, além de outras atribuições a serem definidas pelo Conselho de Educação do Distrito Federal: I – elaborar seu regimento interno; II – analisar, modificar e aprovar o plano administrativo anual elaborado pela direção da unidade escolar sobre a programação e a aplicação dos recursos necessários à manutenção e à conservação da escola; III – garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da comunidade escolar na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade escolar; IV – divulgar, periódica e sistematicamente, informações referentes ao uso dos recursos financeiros, à qualidade dos serviços prestados e aos resultados obtidos; V – atuar como instância recursal das decisões do Conselho de Classe, nos recursos interpostos por estudantes, pais ou representantes legalmente constituídos e por profissionais da educação; VI – estabelecer normas de funcionamento da Assembleia Geral e 164inquen-la nos termos desta Lei; VII – estruturar o calendário escolar, no que competir à unidade escolar, observada a legislação vigente; VIII – fiscalizar a gestão da unidade escolar; IX – promover, anualmente, a avaliação da unidade escolar nos aspectos técnicos, administrativos e pedagógicos; X – analisar e avaliar projetos elaborados ou em execução por quaisquer dos segmentos que compõem a comunidade escolar; XI – intermediar conflitos de natureza administrativa ou pedagógica, esgotadas as possibilidades de solução pela equipe escolar; XII – propor mecanismos para a efetiva inclusão, no ensino regular, de alunos com deficiência; XIII – debater indicadores escolares de rendimento, evasão e repetência e propor estratégias que assegurem aprendizagem significativa para todos. § 1º Em relação aos aspectos pedagógicos, serão observados os princípios e as disposições constitucionais, os pareceres e as resoluções dos órgãos normativos federal e distrital e a legislação do Sistema de Ensino do Distrito Federal.
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    165 § 2º Quandose tratar de deliberação que exija responsabilidade civil ou criminal, os estudantes no exercício da função de conselheiro escolar serão representados, no caso dos menores de dezesseis anos, ou assistidos, em se tratando de menores de dezoito anos e maiores de dezesseis anos, por seus pais ou responsáveis, devendo comparecer às reuniões tanto os representados ou assistidos como os representantes ou assistentes. Art. 26. Os membros do Conselho Escolar serão eleitos por todos os membros da comunidade escolar habilitados conforme o art. 3º, em voto direto, secreto e facultativo, uninominalmente, observado o disposto nesta Lei. § 1º As eleições para representantes dos segmentos da comunidade escolar para integrar o Conselho Escolar se realizarão ao final do primeiro bimestre letivo, sendo organizadas e coordenadas pelas comissões central e local referidas no art. 48. § 2º Poderão se candidatar à função de conselheiro escolar os membros da comunidade escolar relacionados no art. 3º, I a VII. Art. 27. O Diretor da unidade escolar integrará o Conselho Escolar como membro nato. Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos no Conselho Escolar, o diretor será substituído pelo vice-diretor ou, não sendo isto possível, por outro membro da equipe gestora. Art. 28. O mandato de conselheiro escolar será de três anos, permitida uma reeleição consecutiva. Art. 29. O exercício do mandato de conselheiro escolar será considerado serviço público relevante e não será remunerado. Art. 30. O Conselho Escolar elegerá, dentre seus membros, presidente, vice presidente e secretário, os quais cumprirão tarefas específicas definidas no regimento interno do colegiado, não podendo a escolha para nenhuma dessas funções recair sobre membros da equipe gestora da unidade escolar. Parágrafo único. Compete ao presidente do Conselho Escolar dirigir a Assembleia Geral Escolar. Art. 31. O Conselho Escolar se reunirá, ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por convocação: I – do presidente; II – do diretor da unidade escolar; III – da maioria de seus membros. § 1º Para instalação das reuniões do Conselho Escolar, será exigida a presença da maioria de seus membros. § 2º As reuniões do Conselho Escolar serão convocadas com antecedência mínima de quarenta e oito horas. § 3º As reuniões do Conselho Escolar serão abertas, com direito a voz, mas não a voto, a todos os que trabalham, estudam ou têm filho matriculado na unidade escolar, a profissionais que prestam atendimento à escola, a membros da comunidade local, a movimentos populares organizados, a entidades sindicais e ao
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    166 grêmio estudantil. Art. 32.A vacância da função de conselheiro se dará por renúncia, aposentadoria, falecimento, desligamento da unidade de ensino, alteração na composição da equipe gestora ou destituição, sendo a função vacante assumida pelo candidato com votação imediatamente inferior à daquele eleito com menor votação no respectivo segmento. § 1º O não comparecimento injustificado de qualquer conselheiro a três reuniões ordinárias consecutivas ou a cinco alternadas implicará vacância da função. § 2º Ocorrerá destituição de conselheiro por deliberação da Assembleia Geral Escolar, em decisão motivada, garantindo-se a ampla defesa e o contraditório. § 3º As hipóteses previstas nos §§ 1º e 2º não se aplicam aos conselheiros natos. Art. 33. Caso a instituição escolar não conte com estudantes que preencham a condição de elegibilidade, as respectivas vagas no Conselho serão destinadas ao segmento dos pais e mães de alunos. Parágrafo único. A comunidade escolar das unidades que atendem estudantes com deficiência envidará todos os esforços para assegurar-lhes a participação, e de seus pais ou responsáveis, como candidatos ao Conselho Escolar. Art. 34. Os profissionais de educação investidos em cargos de conselheiros escolares, em conformidade com as normas de remanejamento e distribuição de carga horária e ressalvados os casos de decisão judicial transitada em julgado ou após processo administrativo disciplinar na forma da legislação vigente, terão assegurada a sua permanência na unidade escolar pelo período correspondente ao exercício do mandato e um ano após seu término.
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    167 EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO: EducaçãoFísica nos Anos Iniciais APRESENTAÇÃO: O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental proposto pela Coordenação de Ensino Fundamental - COENF e pela Coordenação de Educação Física e Desporto Escolar– CEFDESC da Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB visa à melhoria da qualidade no atendimento das necessidades educacionais dos estudantes da rede pública de ensino, por meio da reestruturação didático-pedagógica inserindo o professor de Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental, preferencialmente, em escolas que possuam um significativo número de estudantes em defasagem idade/série, organizados em turmas de correção da distorção idade/série escolar. A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a disciplina de Educação Física está integrada à proposta pedagógica da escola, sendo um componente curricular obrigatório da Educação Básica fazendo parte de toda a vida escolar do estudante. Fato este que demonstra a incontestável importância das vivências motoras na construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais do Ensino Fundamental. Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no cotidiano escolar, ou mesmo no senso comum sobre a importância do brincar, do jogar, da ludicidade, enfim, da ampliação e diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência indispensável para a formação integral e o desenvolvimento sócio-afetivo, psicomotor e cognitivo da criança. Conforme Rodrigues (2005) o século XX ficou conhecido como o “século do corpo”, quando se promoveu uma ruptura com o paradigma exclusivamente biológico, imprimindo uma perspectiva cultural e multidisciplinar sobre o corpo e a corporeidade. Para o autor, na comunicação humana a linguagem corporal precede, invariavelmente, e transcende às demais formas de comunicação. Compreendemos, então, que a Educação Física, ministrada por um professor especialista, é fundamental nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às crianças mediante propostas pedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações, ou seja, a construção
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    168 do repertório motorfundamental para a conquista da autonomia funcional do indivíduo e desenvolvimento das demais dimensões. Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação Física, os professores participantes ressaltaram a importância de um trabalho integrado entre o professor de Educação Física e o professor regente1 , contemplando aspectos didáticos gerais e específicos do planejamento à avaliação, considerando as questões cotidianas de sala de aula e possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal – jogos e brincadeiras, esporte, lutas, ginásticas, danças e expressão corporal –, bem como a organização e participação em atividades de caráter cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre outros, de suma importância para o desenvolvimento integral do estudante. No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais, ainda não contempla de forma plena, a presença do professor de Educação Física na equipe pedagógica das escolas de séries iniciais do Ensino Fundamental. O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da Educação Física quando cita: “Partindo desses pressupostos, em busca da melhoria da qualidade da educação, a SEDF pretende, a partir de projetos pilotos, incluir a docência de Educação Física na equipe pedagógica dos anos iniciais”. (p. 59) O Projeto Educação com Movimento será base para a universalização da Educação Física no Ensino Fundamental da SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas com turmas de correção de fluxo, já que, entende-se, é lócus privilegiado para avaliar a importância das ações propostas. A Lei de Diretrizes e Bases - LDB (Lei n.º9.394/96) determina em seu artigo 24: “A educação básica, no nível fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: (...). V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: (...). b) “possibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso escolar;”. Como objetivo de atender o direito supracitado, garantido aos estudantes em defasagem de idade/série, é imprescindível que ocorram mudanças no que diz respeito à prática pedagógica e na maneira de olhar o estudante como sujeito capaz de construir seu conhecimento. 1 Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
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    169 Nesse sentido, ainstituição educacional e, particularmente, os professores, devem proporcionar uma metodologia pedagógica diferenciada na qual estarão envolvidos todos os agentes – o professor regente da turma, o professor de Educação Física, o coordenador local, os gestores, orientadores educacionais e demais integrantes do corpo docente – contemplando o resgate da autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do estudante, além dos princípios pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos saberes. As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham dois anos ou mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos completos, ou a completar até 31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de Alfabetização e são compostas por no mínimo 15 (quinze) e no máximo 20 (vinte) estudantes conforme previsto na Estratégia de Matrícula de 2013. Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu curso escolar com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do movimento como área de conhecimento, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal implantará este Projeto Piloto em instituições educacionais que possuam ensino fundamental/anos iniciais, sendo, pelo menos uma em cada Coordenação Regional de Ensino. Histórico A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta nova. Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município de Goiânia já implementaram em suas propostas pedagógicas estaduais e municipais, respectivamente. Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos 50 e início dos 60, Anísio Teixeira ao pensar o projeto de educação para a Capital da República, que seria referência nacional, implementou o projeto da Escola-Parque que oferece o componente curricular Educação Física, entre outros, para estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, até os dias atuais. Essa proposta inovadora com foco no desenvolvimento integral das crianças por meio de uma abordagem aberta e multidisciplinar envolve o ensino das Artes e a Educação Física em um único espaço físico que até hoje é destaque na rede pública do Distrito Federal atendendo cerca de dez mil estudantes, em cinco escolas de natureza especial, no Plano Piloto. Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a 1998 na chamada: Escola Candanga2 . O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF, 2 A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998)
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    170 1997) implantado em50 escolas, hoje, com duas escolas remanescentes: A Escola Classe 15 e a Escola Classe 18 de Taguatinga, as quais se tornaram referência entre as instituições educacionais do Distrito Federal. Além da sua continuidade3 , o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na Escola Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo histórico de indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em festivais esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no ensino reconhecido por toda a comunidade escolar. Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa de uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto Piloto. JUSTIFICATIVA A implantação das aulas de Educação Física ministradas por professor especialista nos anos iniciais visa democratizar o acesso a essa prática pedagógica, desenvolvida de forma interdisciplinar e entendida como área de conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos estudantes. O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência tem origem na ação e ação é movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da Educação Física não se restringe ao simples exercício de certas habilidades e destrezas. Não visa à repetição de gestos estereotipados com vistas a mecanizá-los, e reproduzi-los. É preciso possibilitar ao sujeito refletir sobre suas possibilidades corporais para que possa de maneira autônoma, exercê-las. Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento, são esferas da vida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento implica planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando em conta a diversidade humana e o contexto histórico-social. 3 De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da última professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
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    171 OBJETIVO GERAL Implementar, deforma gradativa, o Projeto Piloto Educação com Movimento nas turmas de séries iniciais do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional de Ensino, nos turnos matutino e vespertino, que tenha, preferencialmente, classes de correção da distorção idade/série, afim de que, de forma interdisciplinar, promova a formação integral do estudante ampliando o seu repertório de experiências corporais mediante a intervenção pedagógica de um professor especializado nesta área, o professor de Educação Física. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos da cultura corporal presentes na Educação Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica e a dança mediante a intervenção pedagógica de um professor especialista nesta área do conhecimento que integrado e inter-relacionado ao trabalho do professor regente, contemple um melhor atendimento das necessidades pedagógicas do estudante dos anos iniciais do Ensino Fundamental; • Fortalecer o vínculo do estudante com a escola visando à melhoria da aprendizagem daqueles que estão em defasagem idade/série por meio de um atendimento pedagógico diferenciado utilizando instrumentos específicos da Educação Física, tais como: eventos esportivos, festivais de dança, de lutas e ginástica que resultem em uma aprendizagem adequada ao prosseguimento dos estudos ou ao avanço para a série/ano indicada (o) pela equipe de professores e da direção da instituição educacional no Conselho de Classe da turma do estudante. PERFIL DO PROFESSOR Para a participação neste projeto, o professor deverá: - Ser, prioritariamente, professor efetivo da SEDF, aprovado em concurso para atuar em Educação Física; - interessar-se pela prática docente em anos iniciais do Ensino Fundamental; - Identificar-se, do ponto de vista pedagógico, com os objetivos, as metas e a metodologia do projeto; - disponibilizar-se para participar do processo de formação continuada. Organização do trabalho pedagógico do professor • PARA REGÊNCIA NO TURNO MATUTINO:
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    172 Turno Segunda- feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feiraSexta-feira Matutino Regência Regência Regência Regência Regência Vespertino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógica no CEFDESC/G EEFES Coordenaç ão Pedagógica Individual • PARA REGÊNCIA NO TURNO VESPERTINO: Turno Segunda- feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Matutino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógica no CEFDESC/GEEFES Coordenação Pedagógica Individual Vespertino Regência Regência Regência Regência Regência EXECUÇÃO • Prioritariamente serão atendidas as turmas de correção da distorção idade/série e, posteriormente, em sequência, as turmas de 4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.; • Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar do Projeto Piloto no ano de 2013, sendo 13 para regência matutina e 13 para regência vespertina. Para a ampliação do projeto serão abertas as carências necessárias em cada CRE, com exceção de Taguatinga. • Cada professor atenderá entre 10 e 15 turmas em regime de jornada ampliada;
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    173 • Os alunosdeverão ter no mínimo, 1h40min horas/relógio semanais, preferencialmente divididas em duas sessões; • Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos. As planilhas para estes relatórios serão elaboradas em conjunto pela CEFDESC e COENF; • O professor deverá apresentar, em um Seminário no final do ano, os relatórios onde serão socializados os dados referentes ao projeto na sua escola. Caso haja interesse o professor poderá utilizar estes dados para elaboração de trabalhos científicos a serem apresentados nestes Seminários; • Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar de eventos, tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina da Escola, Festivais Esportivos, de Dança, Lutas ou Ginástica e do Seminário. • A elaboração do Plano de Curso e dos Planos de Aulas terá o apoio da COENF e da CEFDESC; • No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF e da CEFDESC; METODOLOGIA O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político Pedagógico Professor Calos Mota e na concepção de Educação Integral apresentados no Currículo em Movimento, proposta de educação Governo do Distrito Federal/SEDF, a ser consolidada no ano de 2013. Além disso, o trabalho do professor deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no currículo de Educação Física para os anos iniciais, em construção. Provisoriamente, orienta-se tomar por base o currículo experimental. O projeto será desenvolvido de forma participativa, tendo em vista a necessidade do trabalho integrado de todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a prática para o redirecionamento das ações. Neste sentido, o registro, acompanhamento e avaliação, são imprescindíveis. O professor utilizará um diário de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e das avaliações do estudante e adotará um formulário específico para acompanhamento mais detalhado do desenvolvimento integral desse aluno. O processo reflexivo permitirá a proposição de novas práticas e possibilidades de intervenções.
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    174 ABORDAGEM PEDAGÓGICA A abordagempedagógica da Educação Física que será desenvolvida em consonância com os seguintes princípios. Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades de aprendizagens e experiências de diversos elementos da cultura corporal do movimento, acumulados historicamente, como o jogo, os esportes, as ginásticas e as danças, entre outros. Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios de boa convivência humana e sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão crítico e consciente dos seus direitos e deveres na construção de uma sociedade melhor. Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o nível de desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais, cognitivos e psicomotores, respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos, métodos, e procedimentos devem ser significativos e interessantes para o estudante de forma a contribuir para fortalecer seu vínculo com a escola, com a cultura e com o conhecimento de um modo geral. As vivências educacionais devem estar diretamente relacionadas à fase de desenvolvimento no qual se encontra o estudante. AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE O professor avaliará o estudante por meio de um formulário em que serão abordados aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos que deverá ser preenchido bimestralmente, além do registro das ações pedagógicas no diário de classe. O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos relatórios individuais dos estudantes as observações pertinentes aos aspectos formativos da Educação Física. AVALIAÇÃO DO PROFESSOR Serão utilizados dois instrumentos de avaliação: • Formulário a ser preenchido pelo diretor da instituição; • Observação das participações dos professores nas coordenações com a COENF e CEFDESC e nos cursos/oficinas de formação continuada.
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    175 AVALIAÇÃO DO PROJETO Oprojeto será avaliado pela aplicação de questionário ou entrevista aos gestores da escola e amostras de estudantes e seus responsáveis e por um relatório apresentado ao final do ano, em um seminário para socialização das experiências PROERD POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL COMANDO DE POLICIAMENTO CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos cinqüenta estados americanos, e em cinqüenta e oito países. No Brasil ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em Brasília o programa existe desde 1998. O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano do Ensino Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia especialmente voltada para crianças e adolescentes. O objetivo é transmitir uma mensagem de valorização à vida, e da importância de manter-se longe das drogas. O curso é organizado em 13 lições de 175inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são ministradas semanalmente, durante um trimestre, por um Policial Militar, especialmente treinado. A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o empenho e a dedicação dos alunos durante o Curso. Após três meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, ocasião que prestam o compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas. O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social,
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    176 propicia um forteelo na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família. O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo. O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades necessárias para permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso de substância como álcool, cigarro e outras drogas. É uma característica central e particular a “Tomada de Decisões”. Os alunos aprendem a tomar decisões e mantê-las através de informações, princípios, habilidades e atividades em grupos, todas projetadas para construir nos alunos capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao uso de substâncias tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de alternativas positivas que os livrem de um caminho tão perigoso como é o das drogas. O programa visa o enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa franca com os pais ao invés de buscar a solução dos problemas nas drogas. O PROERD é uma cooperação entre a POLÍCIA MILITAR, A ESCOLA E A FAMÍLIA, pois todos nós temos o papel de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo: viver sem as drogas.
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    177 SEMANA DE EDUCAÇÃOPARA A VIDA Lei 11.988, de 27 de julho de 2009 Art. 1o Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão, em período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada Semana de Educação para a Vida. Art. 2o A atividade escolar aludida no art. 1o desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e objetivará ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais como: ecologia e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças transmissíveis, direito do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc. Art. 3o A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e deverá ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral. Art. 4o As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob a forma de seminários, palestras, exposições-visita, projeções de slides, filmes ou qualquer outra forma não convencional. Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento sobre os assuntos a serem abordados. Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
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    179 SERVIÇO DE ORIENTAÇÃOEDUCACIONAL ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO / SOE
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