1
2
SUMÁRIO
SUMÁRIO..........................................................................................................................................2
IDENTIFICAÇÃO..............................................................................................................................3
APRESENTAÇÃO.............................................................................................................................6
HISTORICIDADE............................................................................................................................10
..........................................................................................................................................................20
DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR.............................................................................20
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS.................................................................................39
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS............................................40
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.......43
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA.............................................45
CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO.............................................51
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR..................................................................................................55
GESTÃO PEDAGÓGICA.............................................................................................................................................................. 61
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS............................................................................................................................62
GESTÃO PARTICIPATIVA........................................................................................................................................................... 63
GESTÃO DE PESSOAS............................................................................................................................................................... 64
GESTÃO FINANCEIRA................................................................................................................................................................ 66
GESTÃO ADMINISTRATIVA........................................................................................................................................................ 66
PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS......................................................69
PLANO DE AÇÃO DO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM ..................................................................81
PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS..................................................................................................................................85
PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL.............................................................................................89
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2017......................................................................................................................92
Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo
mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também
positivamente em suas aprendizagens..............................................................................................96
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS..........................................................................................................96
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA.......................................................................................................................................96
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO.................................................................................................................................................. 98
PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR........................................................................................98
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP......................................................................101
PROJETOS ESPECÍFICOS...........................................................................................................102
AULA PASSEIO.......................................................................................................................................................................... 102
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA..................................................................................................................................105
PROJETO COZINHA EDUCATIVA............................................................................................................................................ 107
PROJETO RODA DE LEITORES............................................................................................................................................... 112
FESTA JUNINA.......................................................................................................................................................................... 115
PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA............................................................................................117
PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !.........................................................................................................................................119
PROJETO CIDADÃO DO FUTURO / PROERD........................................................................................................................122
.................................................................................................................................................................................................... 125
SEMANA DA CRIANÇA.............................................................................................................................................................. 125
MOSTRA CULTURAL................................................................................................................................................................ 126
DESENVOLVIMENTO:............................................................................................................................................................... 127
A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou temáticas
mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos, músicas a serem
ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será
apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.........................127
PROJETO HORTA ESCOLAR................................................................................................................................................... 130
........................................................................................................................................................132
3
APÊNDICE.....................................................................................................................................138
ANEXOS........................................................................................................................................155
ASSEMBLÉIA ESCOLAR........................................................................................................................................................... 155
CONSELHO DE CLASSE........................................................................................................................................................... 157
CONSELHO ESCOLAR.............................................................................................................................................................. 158
EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:.............................................................................................................................................. 161
Educação Física nos Anos Iniciais.............................................................................................................................................. 161
APRESENTAÇÃO:........................................................................................................................161
Histórico..........................................................................................................................................163
OBJETIVO GERAL.......................................................................................................................165
OBJETIVOS ESPECÍFICOS....................................................................................................................................................... 165
PERFIL DO PROFESSOR.............................................................................................................165
Organização do trabalho pedagógico do professor.........................................................................166
EXECUÇÃO...................................................................................................................................166
METODOLOGIA...........................................................................................................................167
ABORDAGEM PEDAGÓGICA.................................................................................................................................................... 168
AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE................................................................................................................................................... 168
AVALIAÇÃO DO PROFESSOR.................................................................................................................................................. 168
AVALIAÇÃO DO PROJETO....................................................................................................................................................... 169
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA..................................................................................................................................171
Lei 11.988, de 27 de julho de 2009............................................................................................................................................. 171
SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL..........................................................................................................................173
ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO................................................................................................................................................ 173
BIBLIOGRAFIA............................................................................................................................179
IDENTIFICAÇÃO
COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGA
ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA
QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA NORTE
(61) 3901-6781
CEP: 72020-180
4
“moço, eu estou nesse
negócio de catar pedras
faz bem uns cinquenta
anos. Muita gente me
dizia para largar disso –
cadê coragem ? Cada um
tem que viver procurando
alguma coisa. Tem quem
procure paz, tem quem
procure briga. Eu procuro
pedras. Mas foi numa
dessas noites da minha
velhice que entendi
porque eu nunca larguei
disso: só a gente que
garimpa pode tirar
estrelas do chão!”
(1894)
Aos que escolheram a educação como ofício e, na Escola Classe 10 de
Taguatinga, descobriram seu papel de garimpeiros.
APRESENTAÇÃO
A Escola Classe 10 de Taguatinga é uma escola pública inclusiva e oferece à comunidade na qual está
inserida Ensino Fundamental de 9 anos, anos iniciais e Educação Integral; mantida pela Secretaria de Estado de
Educação do Distrito Federal, CNPJ 00 394 676/0001-07.
Atualmente a escola funciona em dois turnos: matutino e vespertino e pode ser contatada pelo telefone (061)
3901-6781 e pelo e-mail ec10tag@gmail.com . Além disso, conta com o blog imagine um lugar...ec10, que pode ser
acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/ e página no Facebook:
https://www.facebook.com/ec10taguatinga/.
Foram eleitas para a direção, segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012 para o triênio
2017/2019, as professoras Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar,
concorrendo como chapa única. Compõem ainda a Equipe Gestora: Susie de Castro Duarte, chefe de secretaria e
Quedma Elienai de Souza Silva, Supervisora Pedagógica.
Seguindo orientação da Portaria 446/ 19/12/2016, que trata da distribuição de Carga Horária para 2017, a
escola atua em 2017 com 02 coordenadores pedagógicos (Claudia Queiroz de Miranda e Luzia Cergina de Queiroz)
para o Ensino Regular e 01 coordenador para a Educação Integral (Eliete Teles de Farias).
A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2017, entendendo
que o mesmo se constitui em instrumento norteador das ações educativas planejadas pela instituição, construído
com a participação de toda a comunidade escolar: professores, auxiliares, pais, alunos e responsáveis; desde o
primeiro contato, na relação diária e também através de reuniões, avaliações institucionais, conversas informais,
formulários, etc. Esclarece-se que na data da entrega do presente documento a equipe pedagógica encontra-se em
plena discussão dos projetos em voga. Assim, a fim de construir um documento que tenha a real identidade da
escola, respeitando a diversidade de pensamento existente, o grupo se propõe a prolongar a discussão ao mesmo
tempo em que busca maior embasamento que possa subsidiar a permanência ou exclusão de práticas, eventos e/ou
projetos. Dessa forma o documento entregue encontra-se incompleto e essa gestão compromete-se a publicar a
versão completa assim que forem concluídas as discussões referidas.
O Projeto Político Pedagógico da Escola Classe 10 de Taguatinga foi elaborado de forma a contemplar as
prioridades estabelecidas pelos diferentes segmentos, servindo de diretriz na atuação de todos os profissionais
envolvidos no processo, atendendo aos interesses e expectativas evidenciadas pela clientela.
Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem
necessários e sempre que as decisões tomadas resultarem em mudanças significativas dos princípios, finalidades e
objetivos institucionais.
Este instrumento norteador foi organizado tendo como foco o oferecimento de uma educação pública de
qualidade evidenciada prioritariamente nas aprendizagens, mas também na participação comunitária, na gestão
responsável dos recursos públicos e consequente criação de um ambiente físico agradável à totalidade de pessoas
que concretizam essa escola.
O presente Projeto vem ao encontro dos desafios identificados ao longo dos anos anteriores, se adequa às
exigências legais, encontra-se em consonância com a missão, visão e função social expressos pela Secretaria de
Educação do Distrito Federal e culmina em uma proposta que visa atender às necessidades demandadas pela
comunidade local em consonância com a concepção de qualidade do ensino, almejada por todos aqueles que
participam do dia a dia da escola. Ressalta-se a importância do documento como expressão da coletividade, sua
maior força, pois arrebanha o compromisso de todos os envolvidos na sua construção para a sua execução.
O PPP da EC10 vem sendo construído nos últimos anos sofrendo alterações embasadas na experiência, nas
avaliações internas e externas, se adequando aos documentos oficiais: Projeto Político Pedagógico Professor Carlos
Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização escolar do 2˚ ciclo, Currículo em
Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de História e Cultura Afro-brasileira e
Indígena, e outros. Fez-se necessário, em alguns momentos, o estudo desses documentos, para que os grupos se
apropriassem dos mesmos.
O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta garantir
legalmente a participação desse segmento, é essencial a instrumentalização dele para que a participação requerida
seja eficiente.
Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes
sujeitos sociais” que compõem a comunidade escolar (pais/responsáveis, órgãos colegiados, alunos, funcionários da
instituição):
• Efetivando os processos dialógicos entre escola x pais /mães /responsáveis, oportunizando, viabilizando e
incentivando a participação concreta na construção de uma escola democrática onde atuem como
corresponsáveis na aprendizagem do discente (estudante/filho/tutelado).
• Dando a conhecer à comunidade a equipe escolar (gestora, pedagógica, docente);
• Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino, aprendizagem e
avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos efetivados pela instituição.
• Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na
construção de instrumentos práticos que regem o cotidiano escolar;
• Promovendo avanços na prática pedagógica e na organização do trabalho, frente às mudanças sugeridas
pela SEEDF;
• Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e implementações
curriculares e avaliativas, decorrentes da ampliação dos ciclos;
• Socializando as metas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas no
plano de gestão;
• Dando voz à comunidade escolar na gestão dos recursos definidos como prioridades no Projeto Político
Pedagógico da instituição;
• Exibindo para apreciação por parte da comunidade escolar as prioridades definidas relacionadas à gestão
financeira do PDAF _Programa de Descentralização Administrativa e Financeira;
• Discutindo com a comunidade escolar prioridades identificadas;
• Aprovando por parte do Conselho Escolar a Ata de Prioridades do PDAF – Programa de Descentralização
Administrativa e Financeira;
• Votando as prioridades apresentadas.
• Conhecendo e refletindo os pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do
Distrito Federal;
• Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o desenvolvimento
do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação
Básica do Distrito Federal, explicitando os conteúdos desenvolvidas no âmbito escolar.
• Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição
educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos institucionais,
definindo metas e concretizando ações.
• Aprovando pelo Conselho Escolar o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a
Estratégia de Matrícula 2017 (p.94, item 4.2, item e.1);
• Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela instituição
educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos processos
educacionais e democráticos implementados por essa Secretaria/ Instituição educacional;
• Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação das
necessidades e possibilidades do segmento na participação dos eventos propostos para o ano letivo;
• Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das potencialidades e
necessidades da instituição;
• Evidenciando os princípios que sustentam o trabalho pedagógico da instituição, em conformidade com os
princípios da Secretaria de Educação / DF e das leis maiores que regem a educação no país.
• Garantindo a participação de representantes dos pais nos Conselhos de Classe bimestrais.
As ações desenvolvidas foram realizadas através de reuniões, informes, palestras, conversas pedagógicas,
coordenações coletivas, conselhos de classes.
Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de Taguatinga em
2017: professoras Quedma Elienai de Souza Silva, supervisora pedagógica; professoras Berenice Aparecida de
Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, diretoras; professoras Claudia Queiroz de Miranda, Luzia
Cergina de Queiroz, Eliete Teles de Farias, coordenadoras pedagógicas; Albenise Alves Rodrigues de Jesus,
carreira assistência, membro eleita do Conselho Escolar; Ivanete Lopes Batista, pedagoga da Equipe de Apoio à
Aprendizagem. A comissão procurou, através de diversas estratégias assegurar a participação dos diversos
segmentos na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico.
O presente projeto está dividido em capítulos, conforme orientação recebida para a construção do mesmo.
Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um resgate dos
aspectos mais importantes da escola ao longo dos anos e a relevância da unidade de ensino para a comunidade.
No capítulo intitulado Diagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e
economicamente a comunidade escolar, além de recolher junto ao corpo docente a percepção que este tem da
instituição de ensino. Analisou-se ainda os índices da escola frente às avaliações de rede.
Em Missão e Objetivos Institucionais, a EC10 de Taguatinga expressa sua missão e objetivos frente às
necessidades detectadas no diagnóstico da realidade escolar.
A EC10 expressa os princípios que orientam a prática pedagógica da instituição no capítulo denominado
Princípios Norteadores das Práticas Pedagógicas.
As concepções acerca de currículo, avaliação, ensino, aprendizagem e educação integral encontram-se
descritas no capítulo Concepções Teóricas.
A Organização do Trabalho Pedagógico com a atuação das equipes multidisciplinares compõe o capítulo
seguinte.
As Concepções, Práticas e Estratégias de Avaliação aborda a avaliação formativa, o uso do dever de casa, a
recuperação contínua, a atuação do Conselho de Classe, em conformidade com a Diretrizes de Avaliação da
SEEDF.
Organização da Proposta Curricular vai abordar como acontece o trabalho interdisciplinar, os projetos, a
contextualização, a relação teórico-prática. E ainda: como se dá o trabalho com os eixos norteadores do Currículo em
Movimento.
O capítulo seguinte, Plano de Ação para Implementação do PPP trata da gestão pedagógica, da gestão dos
resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os planos de
ação das equipes multidisciplinares e funcionários readaptados.
As Estratégias de Acompanhamento e Avaliação do PPP estão descritas em capítulo próprio.
Os Projetos Específicos estão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas utilizadas
na construção do PPP.
HISTORICIDADE
A comunidade relata a existência da escola desde a década de 60, no entanto, para a modalidade Séries
Iniciais do Ensino Fundamental, a Escola Classe 10, de natureza pública, foi criada pela Portaria 17 de 07/07/1980.
Quando criada, sua construção, em estrutura de madeira, compunha-se de 05 (cinco) salas de aula e 02
(dois) banheiros; 01 (um) masculino e 01 (um) feminino.
Em 1970, passou por uma pequena reforma, mas somente em 1989 recebeu uma reforma significativa,
ganhando uma estrutura física de alvenaria em 02 (dois) blocos, com 08 (oito) salas de aula.
Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma, ganhando
mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e pedagógica, sala
de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação, instalações sanitárias e
rampas adaptadas para portadores de deficiência física.
Rampas
No período de 1994 a 2004, a Escola Classe 10 de Taguatinga atendeu o 1º segmento da Educação de
Jovens e Adultos, no turno noturno, incluindo turmas de DA (Deficientes Auditivos).
Nos últimos anos a escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e pinturas;
funcionando como uma estrutura acolhedora para a comunidade na qual se encontra inserida, além de proporcionar
bem estar ao corpo discente, docente e demais funcionários. No início de 2012, inclusive, a escola passou por uma
reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro inaugurou
sua quadra coberta.
Em 2014 a escola foi contemplada com o Projeto Educação com Movimento, que, como projeto – piloto,
pretende ofertar aulas de Educação Física Escolar para alunos dos anos inicias.
Em 2013 foi inaugurada a cobertura do chamado Espaço 10, destinado ao acolhimento dos alunos
diariamente. Este espaço também é utilizado em outros eventos institucionais.
Em 2017 a escola passou a ser monitorada por câmaras de segurança conforme previsto no Plano de
Gestão.
A recepção ganhou blindex que visa, além do reforço da segurança, a proteção dos funcionários que aí
trabalham no que se refere às intempéries como o vento e o frio.
O espaço do Bloco C, destinado a recreação das turmas menores do BIA, ganhou um colorido especial no
muro, além de traves, estilo “golzinho” para prática de futebol. O alambrado foi pintado com cores primárias. Tais
necessidades foram percebidas como prioridade a partir do mapeamento institucional realizado pelas equipes.
Com base no Programa Nacional de Educação Especial, garantido pela Constituição Federal e pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, em 1996 a Educação Especial, passou a ser oferecida atendendo alunos
portadores de necessidades especiais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 46 alunos especiais
laudados com deficiências e transtornos, inclusos em classes regulares, assim distribuídos:
A Educação Integral foi oferecida a partir de 2008, atendendo hoje cerca de 100 alunos nessa modalidade.
Em 2012 a parceria firmada com o SESI possibilitou ofertar aos alunos a prática de atividades esportivas, além de
aulas de Teatro e Informática. Em 2017 a Educação Integral propõe a continuidade das atividades esportivas, dança,
aulas de música e acompanhamento pedagógico de Português e Matemática. Na EC10 a Educação Integral trabalha
objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico, cultural e esportivo num clima que envolva
Ano Necessidade Apresentada
DI DI/
DOWN
TGD/
AUTISTA
DF TDAH TOD DPAC
1˚ ano 02 01 02
2˚ ano 02 04
3˚ ano 05 02 03 01 01
4˚ ano 02 01 07 02
5˚ ano 03 02 02 04
DI- DEFICIENTE INTELECTUAL
DI/DOWN – DEFICIENTE INTELECTUAL PORTADOR DE SINDROME DE DOWN
TGD- TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO : AUTISMO
DF- DEFICIENTE FÍSICO
TDAH- TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE
TOD-TRANSTORNO OPOSITOR DESAFIADOR
DPAC- DEFICIÊNCIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL
o afeto, o lúdico, a criatividade e o respeito. Para tanto, a ampliação do tempo da criança na escola está amarrada ao
compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer oportunidades diversas de aprendizagens significativas e
fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a formação integral do educando. Alegando dificuldades
internas, em 2016 o Sistema S não renovou as parcerias dos anos anteriores. Desse modo a Educação Integral tem
desenvolvido as atividades físicas no próprio ambiente escolar contando com a gestão dos espaços internos.
Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino Regular.
Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas se fortaleceram na instituição com o apoio da comunidade
escolar. Destacamos os projetos Cozinha Educativa, Roda de Leitores/ Sarau Literário, Aulas Passeios; os eventos
Festa Junina e Auto de Natal; além da Avaliação Institucional, que cada vez mais concretiza a participação dos
pais/responsáveis nos rumos pedagógicos e administrativos da unidade escolar.
A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o período
de eleições. As instalações da instituição foram avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação desse
serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias; bem como o serviço de
acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também referendado.
A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para
campanhas de vacinas. Ao mesmo tempo, essa proximidade possibilita o estabelecimento de um vínculo em casos
emergenciais.
Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu alternando
com o Grupo de Futebol da Vila, atendendo o entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola-
comunidade, ocupando de forma criativa as instalações escolares com atividade esportiva-cultural. Permite ainda
que a escola participe com seus alunos dos projetos esportivos da SEEDF em âmbito regional, a saber: JET _ Jogos
Escolares de Taguatinga.
GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU
FUTEBOL DA VILA
A escola atende, ainda, o Projeto Ginástica nas Quadras, no noturno.
Sempre que solicitado as dependências da escola são utilizadas por grupos religiosos, mediante termo de
responsabilidade, nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de
“derrubada dos muros da escola”, ofertando um espaço público alternativo à população, fortalecendo o vínculo da
comunidade com a escola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a instituição
e seu patrimônio. Nisso a escola procura encampar a ideia presente no Projeto Político Pedagógico Professor Carlos
Mota de se tornar a “escola do lugar”, uma escola que orgulhe sua comunidade.
Os dados do IDEB divulgados no ano de 2015 situa a escola com média 5,9. A meta projetada pelo MEC para
o período é de 5,8. A análise dos dados levou à conclusão acerca da necessidade de investir na formação e
intervenção matemática.
A escola destaca-se pelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a
comunidade e pelo foco na dimensão pedagógica.
Em, 2017 a atual equipe gestora empenhou-se em para identificar as antigas equipes gestoras da instituição,
entendendo que o trabalho que hoje aparece é fruto da coletividade.
Por ocasião do aniversário da escola, as equipes antigas a atuais envolveram-se nas festividades.
Transcrevemos aqui as equipes gestoras identificadas:
1980
Diretora: Teresa Ondina Maltese
Vice-diretora:
Secretário: José Ferreira dos Reis
1981
Diretora: Rita Malta dos Santos
Vice-diretora:
Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho
1984
Diretora: Maria das Dores Carvalho dos Anjos
Vice-diretora:
Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho
1985
Diretora: Maria Elizabeth Abraão
Vice-diretora:
Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho
1992
Diretora: Maria Elizabeth Abraão
Vice-diretora:
Secretário: Samuel Eduardo Ramos
1994
Diretor: Cecílio Francisco das Neves
Vice-diretora:
Secretário: Leila Santos Alves
Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa
1995 Vice-diretora: Claudia Elena de Oliveira Quermes / Maria Rosângela V. de Souza
Secretário: Leila Santos Alves / Minerva de Barros Lima Sobreira
1996
Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa
Vice-diretora: Maria Rosângela V. de Souza / Tânia Aparecida Cunha Albernaz
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
1998
Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa
Vice-diretora: Celíria Chagas Ribeiro
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
1998
Diretora: Renusa C. de Morais
Vice-diretora: Ricardo Barros de Castro
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
1999
Diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva
Vice-diretora: Ediléia Fernandes da Silva
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2001
Diretora: Ediléia Fernandes da Silva
Vice-diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2002
Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo
Vice-diretora: Lucimar Silva Pereira
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2003
Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo
Vice-diretora: Célia Mendes Barbosa Moraes
Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei
2004
Diretora: Maria Francisca Souza Dias
Vice-diretora: Maria Lúcélia Pinheiro Nogueira
Secretário: Domingos Silva Porto
2008
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina os Santos Alencar
Secretário: Domingos Silva Porto
2010
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Pedagógico: Greiciane Nóbrega Dias
2011
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira
Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho
2012
Diretora: Regina do Nascimento
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira
Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho
2014
Diretora: Vladia Paula Carvalho
Vice-diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Sandra Regina dos Santos Alencar
Supervisor Pedagógico: Quedma Elienai de Souza Silva
2016
Diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso
Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar
Secretário: Susie de Castro Duarte Santos
Supervisor Administrativo: Greiciane Nóbrega Dias
Supervisor Pedagógico: Quedma Elienai de Souza Silva
Antigas e atuais equipes gestoras
DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR
A Escola Classe 10 de Taguatinga está situada em uma área relativamente tranquila no que se refere a casos de
violência e vandalismos, tanto que não temos registros de invasões à escola, roubos e outros. A escola percebe-se
cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e demais dependências da
escola.
Quanto à estrutura física a escola apresenta um prédio antigo, tendo passado por diversas reformas ao longo
dos anos, conforme relatado no capítulo Historicidade. Apresenta, assim, uma estrutura agradável composta por três
blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação, das equipes
especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala multifuncional (que apoia
a Educação Integral, os projetos de reforço escolar, reagrupamento, Interventivo, etc), Direção, Secretaria, Sala de
Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os alunos portadores de necessidades
especiais.
A escola conta com um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada.
Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de
atividades ligadas ao desenvolvimento sócio psicomotor dos educandos.
Parque Infantil
A escola possui um pátio semicoberto, denominado “Espaço Dez”, onde ocorre a acolhida diária dos alunos;
possui estacionamento descoberto e murado para os funcionários e uma área não construída, gramada, onde
projeta-se a construção de um espaço coberto para apoio à Horta Escolar e aulas ao ar livre. A escola está
estruturada com recepção, portões eletrônicos, interfones e sistema interno de câmaras. A recepção foi pensada
para acolher a comunidade com conforto.
No que se refere aos recursos materiais a escola é bem equipada em todos os setores: jogos pedagógicos,
materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o desenvolvimento
dos projetos descritos, materiais didáticos e outros. A escola orgulha-se em poder suprir, através da gestão eficiente
dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição. Pensando na segurança do
patrimônio público sob guarda e administração da escola, a atual gestão instalou grades e trancas de segurança nas
principais dependências da unidade pedagógica.
Em 2017 a Escola Classe 10 de Taguatinga, iniciou o ano letivo com 507 alunos matriculados nas seguintes
modalidades:
• Ensino Fundamental de 9 anos, sendo 46 ANEES.
Esse contingente de alunos, matriculados nos turnos matutino e vespertino está assim distribuído:
MATUTINO VESPERTINO
1° ANO 02 TURMAS 1° ANO 02 TURMAS
2° ANO 02 TURMAS 2° ANO 01 TURMAS
3° ANO 02 TURMAS 3° ANO 04 TURMAS
4° ANO 03 TURMAS 4° ANO 02 TURMAS
5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS
A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra
instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse aumento,
em cerca de 50% da clientela, alterou profundamente a estrutura da escola: ampliou-se o atendimento da Educação
Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos Reagrupamentos previstos
para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período a escola buscou formas viáveis de lidar com a situação
encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de espaços, monitoramento do intervalo
por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação dos projetos de apoio à aprendizagem.
Um fato preocupante diz respeito à reprovação por infrequência. Preocupante por se tratar de uma retenção
improcedente, sem justificativa e que pode ser atacada em sua origem: o compromisso familiar. De 2011 a 2016 a
retenção por infrequência caiu de 21 para 03 em números brutos, número considerado ainda elevado se
considerarmos todas as ações preventivas adotas por essa gestão: reuniões para esclarecimentos, comunicados via
bilhete e via telefone, encaminhamento ao Conselho Tutelar em caso de persistência das faltas não justificadas.
Mais do que apenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se
configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares buscam
estabelecer o perfil discente, suas condições sócio- culturais- econômicas, seus valores e necessidades.
Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 507 famílias de alunos matriculados em nossa
instituição educacional.
Destacamos que disponibilizamos mais questionários do que o número de famílias com alunos matriculados.
Tal estratégia deve-se à tentativa de fortalecer a Lei 3849/06 do DF que garante os direitos do genitor não-guardião
de ter um papel ativo no processo de ensino e aprendizagem do filho, sem necessidade de autorização judicial ou do
pai guardião. A lei dá acesso a ambos os pais à escola, nos termos dessa e às informações sobre a criança.
Foram devolvidos e tabulados 358, os dados foram transformados em gráficos que, após análise nos conta
que, é a comunidade que compõe a Escola Classe 10 de Taguatinga:
• Predominaram os questionários respondidos pelas mães:
• A maior parte dos que responderam os questionários sócio-culturais, já conhecia o trabalho desenvolvido na
instituição, visto não ser esse o primeiro ano da criança na Escola Classe 10 de Taguatinga.
• Os alunos da EC10 são oriundos em sua maioria das cidades de Taguatinga e Águas Claras (que envolve
Areal e Arniqueiras), mas a escola atende também crianças de Samambaia, Riacho Fundo e Recanto das
Emas, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio Descoberto. Um número significativo de pais recusou-se a
dar essa informação; alguns com receio de “perderem a vaga” na escola.
• A EC10 atende crianças oriundas de Território de Vulnerabilidade Social. Território de Vulnerabilidade Social
é definido como uma área onde seus moradores apresentam ao menos uma das características abaixo:
Exerto do PPP Professor Carlos Mota
PPP Professor Carlos Mota
De acordo com o Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Areal é um território de vulnerabilidade
social. A informação é pertinente porque leva à reflexão de práticas que possam influir na qualidade de vidas das
crianças oriundas desses territórios, ainda que a EC10 não esteja localizada fisicamente na área considerada TEVS.
• Foi constatado que o acesso das crianças à escola se dá, prioritariamente por meio de carro particular dos
pais, seguido de perto pelo Transporte Escolar. Algumas crianças chegam andando (sozinhas ou
acompanhadas) ou fazem uso de transporte urbano como ônibus e metrô. A informação oferece à escola
embasamento para pensar soluções de segurança no acolhimento e entrega das crianças ao fim do turno.
Envolvendo, inclusive, se necessário outros órgãos para potencialização do estacionamento externo à
escola. No momento as crianças são acolhidas com quinze minutos de antecedência do início dos turnos,
dentro do espaço escolar já estando sob a responsabilidade da escola a partir daí. Nesse momento até a ida
das crianças para as salas de aula, o acesso dos pais à escola é controlado a fim de evitar situações de
embate de pais com alunos, conforme inúmeros registros de ocorrências. A partir do início do turno as
crianças estão sob a responsabilidade do professor regente que não pode dispersar sua atenção no
atendimento de pais e/ou responsáveis. Esse espaço de escuta de pais-professores é aberto na
coordenação individual do professor. Casos de emergência podem ser resolvidos junto à direção da escola
que fará os devidos encaminhamentos.
Ainda pensando na segurança da instituição (patrimônios humanos e materiais) ao final do turno as crianças
são conduzidas ao Pátio Externo Espaço Dez onde são entregues aos responsáveis. A fim de agilizar a entrega
correta das crianças, evitando tumultos e possíveis acidentes nos espaços internos e externo (estacionamento), os
estudantes de primeiros e segundos anos sobem com dez minutos de antecedência, desafogando o portão e o
estacionamento externo, ficando sob a responsabilidade do professor até o final do turno ou até que seja entregue ao
responsável.
Quanto à configuração familiar predomina a formação tradicional embora seja evidente que as
transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com
modificações que obriga a escola a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos
familiares seja acolhedora, fazendo com que todas sintam-se aceitas e integradas. Observa-se a participação de
outros atores na vida das crianças que não somente pais e mães. Avós e tios constituem o núcleo familiar próximo e
fazem-se presentes.
A escola optou por manter a ideia das famílias que espontaneamente identificaram-se como família normal. A
questão pode levar a análises que enriquecerão as discussões curriculares nas perspectivas crítica e pós-crítica
onde se embasa o Currículo em Movimento.
O número de famílias que não responderam à questão foi significativo perfazendo 19%
A formação acadêmica predominante na comunidade é de Ensino Médio Completo com quase empate
técnico com Curso Superior Completo.
É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões que variam de funcionários públicos a
autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos setores de vendas, contabilidade,
advogados, trabalhadores domésticos, estudantes-estagiários, desempregados e aposentados, etc.
21% dos entrevistados declararam não trabalhar fora. 4% não responderam.
Significativo número de famílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento escolar
do filho/aluno; mesmo assim faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a clareza de que a
família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções educativas, imprimir valores,
fornecer modelo de formação para a vida em sociedade. Além disso, ser responsável pelo desenvolvimento físico e
mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com cuidados que permitam o crescimento e
desenvolvimento desse indivíduo. Não sendo a escola substituta da família em seus deveres de prover educação,
sustento, dignidade e respeito.”
O desempenho dos diferentes papéis pelos respectivos atores (escola e família) deve concretizar um ser
social saudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga-se
necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico da
EC10.
O item referente a faixa de renda familiar mostrou um predomínio em duas faixas de rendas, conforme
gráfico abaixo.
16% não responderam a essa questão.
Pode-se afirmar que a maioria dos alunos desta instituição possuem acesso às tecnologias, o que coloca a
escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o estudante se torne autônomo no ambiente
virtual.
As respostas apresentadas garantem ainda que significativa parcela dos estudantes tem acesso a material
de leitura diversificado dentro da própria casa.
Houve uma queda entre os que se declaram seguidores de uma religião em relação aos dados da pesquisa
do ao anterior. 88% declarou- se seguidor de uma religião. 3% não respondeu. Católicos e evangélicos de diversas
denominações predominam no quadro religioso, seguidos por espíritas. 9% da comunidade optaram por omitir esse
dado. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabe-se que a escola é composta por professantes em números
menores das religiões Messiânica, Judaica, Mórmons e de matriz africana.
Questionados acerca do momento denominado “acolhida”, que é enriquecido com uma prece, além de
informes institucionais, Hino Nacional, 95% da comunidade escolar declarou-se favorável à manutenção do mesmo.
5% omitiu a resposta. Esclarecemos que a acolhida é um momento diário de reflexão, formação cívica e
estabelecimento do diálogo inter-religioso.
91% alegaram saber da existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino.
13% declarou receber benefícios governamentais tipo Bolsa Escola, Renda Minha, Bolsa Família.
Desde 2011 observa-se uma participação mais efetiva dos responsáveis no que se refere à vida escolar das
crianças, em relação a períodos letivos anteriores.
Essa participação foi perceptível em reuniões escolares avaliativas e/ou pedagógicas, nos processos
eleitorais da instituição; também em culminância de projetos e chamadas para acompanhamento dos rumos
pedagógicos e financeiros da escola.
Acompanhamento de frequência comprovada dos responsáveis em Reuniões de Pais. Média
Considerando a clientela bastante diversificada, incluindo alunos com necessidades especiais, a escola tem
buscado formas, discutido e construído caminhos para processar a inclusão com ganhos sociais e individuais,
desenvolvendo uma pedagogia centrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de aprendizagem de todos
os seus indivíduos, independente de “suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e linguísticas”.
A EC 10 aceita, assim, o grande desafio de coordenar a efetiva aprendizagem de indivíduos que têm o
desenvolvimento cognitivo, motor e/ou social bastante comprometidos e, num primeiro momento, não responderão
conforme a maioria.
Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga se obriga a superá-los com
qualidade. A escola apresenta índice de 5,9 em relação ao IDEB divulgado em 2015.
A Escola Classe 10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não serão
somente de ordem ideológico-filosófico. Mas, prioritariamente, de formação profissional docente: mais um processo
do que um fim. A interpretação dos dados exige uma mudança conceitual nos valores culturais da escola e,
sobretudo, da sociedade.
Para tanto, o Projeto ora apresentado, propõe, continuar desenvolvendo, dentro dos princípios da educação
integral, um trabalho de qualidade focado na aprendizagem, no sentido de atender as necessidades educacionais de
todas as crianças e promover o fortalecimento das atitudes de aceitação e respeito a si próprio, à natureza e às
diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas comunitárias mais sustentáveis,
mais saudáveis e mais humanas.
MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS
É missão da escola promover o pleno desenvolvimento do educando, através da aprendizagem, formando
um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta de suas
relações com a sociedade e com a natureza.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão, eleita
pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram referendados pela
comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade escolar, estando em
afinidade com a missão expressa nesse documento. Assim:
• Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar fortalecido e
exercendo suas reais funções de órgão colegiado consultivo, fiscalizador, mobilizador, deliberativo e
representante da comunidade escolar.
• Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente;
• Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola;
oportunizando a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada;
• Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber;
• Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da
escola priorizando um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a integração
escola/comunidade assegurando mecanismos de participação comunitária que gere transparência nos processos
institucionais;
• Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem integrando a capacidade
cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando possibilitando o desenvolvimento de todas
as potencialidades, em especial, a educação do caráter e o despertar da responsabilidade social;
• Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do
Ensino Fundamental oportunizando aos educandos o acesso ao uso das novas tecnologias como prática social e
instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem; elevando o desempenho dos estudantes nas
aprendizagens matemáticas; garantindo a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino
Fundamental, considerando o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do
estabelecimento de ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento
integral e harmonioso;
• Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito propiciando um
ambiente adequado à convivência pedagógica; criando momentos de reflexão que favoreçam a identificação e o
repúdio a todas as formas de intolerância, indiferença, discriminação, desvalorização e violência no meio social,
possibilitando a formação de uma consciência crítica do contexto social;
• Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da
comunidade escolar;
E ainda:
• Propiciar um trabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão
contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e aprender
a ser.
• Promover a aquisição das habilidades requeridas pela sociedade moderna, onde a criatividade, autonomia, o
trabalho colaborativo e a capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de convivência,
no exercício da cidadania e na organização do trabalho; com o afeto, o lúdico, a investigação e a construção
científica estimulando o prazer em aprender.
Acolhida à Comunidade
PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Os fins e princípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar sua prática
educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e da LDB vigente, bem como
todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles:
• A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a alcançar o
exercício pleno da cidadania.
• A Educação deve possibilitar ao ser humano o desenvolvimento harmonioso de todas as suas dimensões,
nas relações individuais, civis e sociais.
• Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e aceitação do pluralismo de ideias, a
flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica
adotada.
• A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma
identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as políticas
nacionais de educação e a legislação vigente.
• Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum
devem ser valorizados na prática pedagógica como norteadores que são da vida cidadã.
• Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática constituem
fonte de experiências fundamentais para a vida em sociedade, análise de padrões vigentes e a busca da
justiça, igualdade, equidade, liberdade, fraternidade e felicidade tanto individual quanto grupal e/ ou
universal.
• O processo de ensinar-aprender, baseado no diálogo pedagógico, investigação e criatividade, propicia a
construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o prosseguimento
dos estudos nos diferentes níveis.
• A ação pedagógica deve enfatizar procedimentos capazes de favorecer a compreensão e o domínio dos
fundamentos científicos e tecnológicos em que se baseiam os processos produtivos da sociedade atual.
• A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder
positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender, aprender a
fazer, aprender a conviver, aprender a ser e aprender a empreender.
• A participação da família e da comunidade na discussão e definição de prioridades, estratégias e ações do
processo educativo, contribuirá de forma essencial para a defesa da dignidade humana e da cidadania.
• A educação é a estratégia mais adequada para se promover a melhoria da qualidade de vida; exercício da
cidadania e a sustentação da governabilidade.
É necessário que se destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos, políticos
e éticos que emanam da Constituição Federal e da LDB. São eles: sensibilidade, igualdade e identidade. Devem
estar presentes em todas as práticas administrativas e pedagógicas da escola, passando pela convivência, pelo
emprego dos recursos, pela organização do currículo, das aprendizagens e das estratégias de avaliação.
Entende-se que a estética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao
educando reconhecer e valorizar a diversidade cultural do país. A política da igualdade exige o reconhecimento dos
direitos humanos e o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Para tanto: o acesso aos benefícios sociais e
culturais construídos pela humanidade (saúde, educação, informação, etc.), além do combate a todas as formas de
preconceito e discriminação. A ética da identidade visa a construção da autonomia, oferecendo ao educando a
oportunidade de na construção de sua identidade, estar apto a avaliar suas capacidades e recursos, emitir juízos de
valores e proceder escolhas consonantes com seu projeto de vida.
Os princípios epistemológicos, orientadores do currículo integrado, que sustentam as práticas educativas na
EC10 emanam do Currículo em Movimento:
• Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “ reflexão crítica, síntese,
análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando constantemente
o “raciocínio, questionamento, problematização e a dúvida.”.
• Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento com
sentido social e político.
• Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e
estratégias capazes de completar a formação intelectual do educando.
Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no Currículo
da SEEDF, os mesmos são:
• Integralidade humana;
• Transversalidade;
• Intersetorialização;
• Territorialidade;
• Diálogo escola/comunidade;
• Trabalho em Rede.
Entendendo que os processos administrativos somente justificam-se se estiverem a serviço dos processos
pedagógicos, a escola reforça o princípio fundamental que rege as práticas escolares: a educação pública de
qualidade.
Esta qualidade deve estar expressa no ambiente cuidado e limpo, nas relações interpessoais, na
organização dos espaços e tempos escolares, na garantia de segurança do público alvo, na gestão de pessoas,
recursos e materiais, na fidelidade aos documentos que emanam da Secretaria de educação, no respeito e
cuidado com a comunidade ,
CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que regem
o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as causas
primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as discussões
acerca da função social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente respondidos trazem
subjacentes um como.
As ações pedagógicas desenvolvidas pelo educador devem ser coerentes com os princípios de educação
concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos autoritários. ”
(GENTILLI, 2003, p.93); “...não se pode educar para a autonomia através de práticas heterônomas, não se pode
educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democracia através de práticas
autocráticas” (GENTILLI, 2003, p.75).
É a resposta a esse como que conduz a Gentilli: a prática do professor mais que o conteúdo em si, é
instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de alinhar teoria e prática, de
superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma lista de conteúdos a serem desenvolvidos,
e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva integral do ser multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe-
se, mas essa busca se concretiza na articulação dos conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas
de interesse comunitário e escolar, com os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito
Federal, a saber: Educação para a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação
para a Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos pelo Currículo em Movimento da
SEE/DF.
Este Projeto Político Pedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de identidades,
questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e mecanismos as sustentam,
provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. Julga-se procedente a citação
textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou
por meio dela e que formam o indivíduo, organizam seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na
constituição do seu ser como pessoa. É tudo o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma
como aprende, como é avaliado, tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual
são importantes e compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ”
A Escola Classe 10 de Taguatinga assume, assim, um trabalho filiado à crença de que a aprendizagem
ocorre na interação com o outro; onde o erro decorre da lógica (qualitativamente diferente da do adulto) utilizada pela
criança na resposta dada a determinada questão. O erro, nessa concepção, é percebido como elemento natural do
desenvolvimento do indivíduo e não mais é visto como um vilão a ser evitado. Dessa forma, o erro, se devidamente
trabalhado pelo professor, conduz à incorporação de novos elementos à representação anterior.
Orientada pelo Currículo em Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral para
além do tempo ampliado, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas cotidianas e
desenvolvimento dos conteúdos, a ideia de que todas as atividades ofertadas no espaço escolar são “entendidas
como educativas e curriculares”. A Educação Integral na EC10 pensa a ampliação não só do tempo, mas também
dos espaços e das oportunidades equilibrando os aspectos cognitivos, afetivos, sociais e psicomotores.
A Escola Classe 10 de Taguatinga pensa a avaliação na perspectiva formativa, conforme orientado pela
Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a
intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero
recolhimento dos dados não contempla a educação que se deseja encampar. É clara a necessidade de discutir os
dados e índices apresentados com vistas a intervenção.
A intervenção sobre os dados colhidos é o motivo dos projetos e eventos apresentados neste documento.
Assumir, portanto, que o aprendiz age sobre o objeto do conhecimento, organizando e integrando novos
dados e que o erro faz parte desse processo possibilita à instituição encampar o presente projeto político colocando
em prática as ações descritas, que estão plenamente alinhadas com as concepções aqui expressas.
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA
A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias letivos e
1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes Curriculares
Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto educativo que se
deseja. Semanalmente, a carga horária é de 25 horas, sendo 5 horas diárias.
Dentro dessa carga horária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas
entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais
atividades extrapolam os muros da sala de aula, ressignificando o ambiente escolar e seu entorno.
Destacamos o momento denominado Acolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva e se
insere no tempo de organização escolar (Currículo em Movimento, Pressupostos Teóricos, p.13). Os alunos têm a
oportunidade de manifestar a expressão oral e corporal. O momento também é propício ao desenvolvimento de
valores cívicos e morais na perspectiva de humanização dos sujeitos. Trabalha-se, ainda, com o apoio da
comunidade escolar, o diálogo inter-religioso.
Acolhida
As crianças ingressam no espaço escolar quinze minutos antes do início do turno, por concessão da gestão
da unidade escolar. Observe-se que o ingresso da criança antes disso faz-se impossível, uma vez que demanda
recursos humanos, inexistentes no horário, para responsabilizar-se pela segurança dos estudantes. Ainda por motivo
de segurança e organização as crianças são convidadas a sentarem-se no espaço demarcado para sua turma e
aguardar o momento da entrada. Às segundas feiras é realizada a Hora Cívica com presença da Bandeira e canto do
Hino Nacional Brasileiro e/ou Hino a Brasília. Após, são reforçados os informes pertinentes. Reforçados porque o
canal oficial de comunicação escola-comunidade são os comunicados via agenda. Nesse momento denominado
acolhida, os responsáveis são convidados a permanecerem fora do ambiente escolar até que os estudantes sejam
conduzidos a suas respectivas salas. Tal procedimento foi adotado a fim de resguardar a segurança dos próprios
alunos, que em outros tempos (conforme registros arquivados na escola) eram abordados por pessoas maiores de
idade e sem vínculo algum com eles. A conversa com o professor nesse momento também faz-se impossível, pois, a
partir do início do turno a prioridade do professor é com seus alunos; podendo um minuto de distração potencializar
riscos desnecessários. O contato urgente dos responsáveis com a escola pode ser solicitado a qualquer momento à
direção do estabelecimento, com o professor, no turno contrário à regência. O acesso do responsável ao espaço
escolar normaliza-se após o encaminhamento das crianças a suas salas, voltando a ser interrompido no momento do
intervalo e nos encerramentos dos turnos.
Outro tempo de organização escolar contemplado na carga horária é o Recreio. Previsto na matriz curricular
das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação Básica,
Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada turno para
intervalo/ recreio. Nesse momento, conforme projeto anexo, os alunos desenvolvem atividades lúdicas, de maneira
autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o recreio, visto que é
consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerada atividade escolar. A escola
conta com jogos e material de recreação para esse momento: mesa de tênis, cordas, bolas, xadrez, etc. O Projeto
Nosso Recreio é 10 encontra-se sob a coordenação da equipe disciplinar, composta por 02 professores readaptados.
Projeto Nosso Recreio é 10
A comunidade tem a oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos
específicos de avaliação, de reunião de pais, do Conselho de Classe, da realização do Conselho e/ou Assembleia
Escolar. Além desses momentos, outros podem surgir em função do conteúdo desenvolvido pela escola junto aos
estudantes. O que interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no cotidiano pedagógico,
pois sabemos que essa participação não se dará, num primeiro momento, de forma espontânea. É preciso que a
escola crie momentos e provoque a participação. A EC10 acredita na contribuição que as famílias podem dar ao
processo educativo em todos os momentos, desde o planejamento, passando pela execução até a avaliação. A
valorização dos saberes comunitários é outra forma de trazer as famílias para a escola, “dando voz” a esse
segmento. A escola deve funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha a oportunidade de exercer as
habilidades democráticas de discussão e participação.
Momento com a comunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de Avaliação
O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática,
através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda,
bilhetes, blog, e-mail, facebook, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o esclarecimento
da comunidade acerca do trabalho desenvolvido pela escola (organização curricular, critérios de avaliação,
instrumentos de avaliação, estratégias de progressão curricular, objetivos e metas a serem atingidos...), a
possibilidade de acompanhamento da rotina do aluno, a participação dos pais no conselho de classe e a busca
espontânea dos responsáveis por esclarecimentos.
A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicas do Bloco Inicial de Alfabetização e
Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma organização dos
tempos e espaços escolares. No que se refere ao espaço faz-se necessário organizar o espaço físico disponível de
acordo com sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias, agregando ainda as questões:
quando e como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física, funcional, relacional e temporal.
O espaço e tempo no BIA deve ser pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo
atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de forma a
garantir a aprendizagem de todos.
O trabalho com o Bloco Inicial de Alfabetização prevê, ainda, a Alfabetização, Letramentos e Ludicidade,
eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do processo de escrita”
e como letramento “as práticas efetivas de leitura e escrita”, “o que as pessoas fazem com as habilidades de leitura e
escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades, valores e
práticas sociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o professor responsável pelo
letramento específico de cada área de conhecimento trabalhada.
Ou seja, no trabalho com o BIA é necessário integrar as práticas de codificação e decodificação da língua
escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão: “alfabetizar letrando”.
Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o bloco) de forma
contextualizada, resgatando “as cantigas de roda, as brincadeiras infantis, o subir, o descer, o pular, o gritar”,
permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto a escola conta com a presença de dois profissionais da área
de Educação Física, participantes do Projeto Educação em Movimento (projeto anexo). Com isso, os alunos da EC10
são atendidos duas vezes por semana, cada atendimento com duração de 50 minutos. O projeto visa levar o
estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que possa exercê-las com autonomia.
Os professores de Educação Física desenvolvem um trabalho plenamente integrado ao do professor regente,
participando do Conselho de Classe e demais eventos pedagógicos.
A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o trabalho
pedagógico. Sendo eles:
• Princípio da Formação Continuada;
• Princípio do Reagrupamento;
• Princípio do Projeto Interventivo;
• Princípio da Avaliação;
• Princípio do Ensino da Língua;
• Princípio do Ensino da Matemática.
Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento
próprio. Observa-se, no entanto, a concretização destes ao longo da Proposta Pedagógica da Instituição.
O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o primeiro, segundo e terceiro anos. O processo de
alfabetização inicia no primeiro ano e deve levar o estudante a “ler um pequeno texto com compreensão e produzir
textos orais e escritos com encadeamento de ideias, a partir de contexto significativo, sem exigências das
complexidades ortográficas e complexidades ortográficas e compreensíveis por qualquer pessoa. Esse processo
deve ser ampliado e consolidado para que, ao final do BIA, o estudante seja capaz de ler e produzir textos orais e
escritos de forma proficiente na perspectiva do letramento e da ludicidade”. (p.38, Diretrizes Pedagógicas para
Organização Escolar do 2˚Ciclo).
O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos quartos e quintos anos e tem como objetivo
principal levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas
situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e
alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo).
O Reagrupamento é uma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização, que deve incorporar-se à
rotina da instituição. Visa atender todos os alunos dos ciclos.. Favorece o planejamento coletivo, oportunizando a
adequação do ensino às necessidades e potencialidades educativas individuais dos alunos, trabalhando de forma
diversificada e lúdica.
Os reagrupamentos concretizam a ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um único
professor, integrando o trabalho da instituição educacional, superando os limites da sala de aula, possibilitando ao
aluno transitar entre diversos grupos, interagindo com todos.
a. Reagrupamento intraclasse:
Atividade realizada no interior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo
atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo com
os objetivos e habilidades a serem trabalhadas de forma diversificada.
b. Reagrupamento interclasse:
Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas,
proporcionando o intercâmbio entre eles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo ou
não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para atingir
especificamente as fragilidades e potencialidades de cada educando.
As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no
processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do projeto,
unindo diversos setores da escola de acordo com as possibilidades institucionais.
Os reagrupamentos acontecem na EC10 tanto no nível intraclasse quanto no interclasse. Os professores
estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do primeiro ao quinto ano, com diversos reagrupamentos
acontecendo entre turmas.
O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, ao mesmo tempo que
vai de encontro às necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano. Tem como objetivo geral
oportunizar aos alunos dos ciclos, em defasagem idade/série e/ou com necessidade de aprendizagem, a apropriação
da leitura e da escrita e de outras habilidades necessárias à continuidade de sua vida acadêmica, intervindo
assertivamente nas dificuldades evidenciadas pelo grupo, visando os aspectos do desenvolvimento humano: afetivo,
motor, cognitivo e social, numa perspectiva inclusiva.
Atualmente a Escola Classe 10 de Taguatinga encampa dois projetos interventivos: um com foco no
desenvolvimento da leitura e escrita de alunos alfabetizados, outro com foco na alfabetização de alunos não
alfabetizados. O primeiro grupo é atendido por um professor readaptado. O segundo grupo recebe mediações de
dois facilitadores da Educação Integral que complementam a carga horária.
Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se observe
a diversidade presente em sala de aula, onde o modo de aprender de cada criança muitas vezes é único e próprio
daquela criança, especificamente. Assim, o momento do reforço escolar aparece como propício ao trabalho com
atividades diversificadas, de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece
tanto o aluno com dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita,
naquele momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação
contínua para alunos que evidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os
professores regentes são os responsáveis pelo atendimento de pequenos grupos de alunos, no contra turno,
semanalmente, às terças ou quintas feiras, de acordo com a disponibilidade do professor. O tempo sugerido é de
cerca de uma hora, embora tal decisão esteja a critério do professor, que realiza as adaptações necessárias. As
atividades serão planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho repetitivo e rotineiro.
Cabe ao professor regente definir a necessidade, o tempo de mediação, o período de duração e o público da
intervenção.
A Formação Continuada acontece, conforme previsto em legislação própria, às quartas – feiras, durante a
Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10, com o
apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das próprias
coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação continuada
como um momento de articulação entre teoria x prática. Conforme Madalena Freire : “Professor algum é dono de sua
prática , se não tem a reflexão de sua prática na mão”. O foco principal das formações continuadas para 2017 tem
sido a formação em Educação Matemática.
A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e uma
psicóloga itinerante. A EEAA desenvolve seu trabalho baseado em Orientação Pedagógica própria e no Plano de
Ação, anexo. Orienta os professores regentes na melhor forma de atuação junto aos alunos encaminhados e conta
com espaço/tempo próprios para planejamento com o professor regente. A EEAA tem participação efetiva no
Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior e desde 2017 é responsável pelo Projeto de Transição.
A Sala de Recursos, conta com dois profissionais para o atendimento requerido por sua Orientação
Pedagógica específica e Plano de Ação, anexo. Além do atendimento junto ao aluno ANEE, atua junto ao professor
orientando seu planejamento e práticas. Participa do Conselho de Classe e constitui-se em referência para as
estratégias de inclusão.
O Serviço de Orientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho guiado
por Orientação Pedagógica específica e plano de ação, anexos. É responsável por atuar junto às questões
disciplinares, tem forte atuação no Conselho de Classe.
A escola abriga ainda, Educadores Sociais Voluntário atuando na Educação Integral auxiliando o
coordenador no desenvolvimento das atividades previstas e no atendimento aos alunos especiais.
A proposta pedagógica da SEEDF é regida pelo Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito
Federal: currículo de educação integral que objetiva ampliar tempos, espaços e oportunidades de aprendizagem.
Ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens
A enturmação na EC10 de Taguatinga rege-se pelos documentos legais, tanto a formação das turmas,
quanto o número de alunos atendidos em cada sala, em função do espaço e das reduções pleiteadas pelos alunos
portadores de necessidades educacionais especiais. Em cima dessa enturmação, resguardadas as prerrogativas
legais, ocorre uma enturmação pedagógica, organizada pela Supervisão e Coordenação Pedagógica, com o apoio
do corpo docente, do Serviço de Orientação Educacional, da Sala de Recursos e da EEAA.
A enturmação pedagógica visa equilibrar as turmas para que não haja turmas fortes e fracas. Busca-se
ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às necessidades e
potencialidades observadas pelo professor e demais equipes ao longo do ano.
CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo
educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e
principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma
permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do
crescimento já alcançado.
Avaliar é também, buscar subsídios para a prática docente e administrativa, indicando a importância da
manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo, falhas
ou disfunções que comprometam o sucesso escolar.
A Secretaria de Educação amplia, em suas diretrizes a noção de avaliação, indo além das avaliações da
aprendizagem, orientando a articulação das avaliações em três níveis: aprendizagem, institucional e larga escala.
Adota-se nessa articulação a função da avaliação formativa, onde, além de colher dados, além de se analisar o
produto final, têm-se a intenção interventiva. É com essa concepção que a instituição de ensino trabalha.
Por ser um processo contínuo, sistemático e intrínseco ao ato de educar, a avaliação deve ser planejada e
norteada por critérios previamente estabelecidos, conhecidos e entendidos por todos, visto que, o resultado final
reflete o fracasso ou sucesso de todos os envolvidos.
A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis acerca dos
instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se coparticipante no desenvolvimento
escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e incentivar práticas efetivas de participação desse
segmento na construção da gestão democrática.
Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho pedagógico, dos
procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir a presença desses atores no
conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão democrática são formas de gerar o protagonismo
desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição de ensino se compromete. Para tanto, são realizadas as
reuniões com responsáveis bimestralmente, onde são comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem
dos estudantes, onde se discute esse resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o
estudante alcance a meta planejada.
Embora ocorram momentos específicos de aferição da aprendizagem para planejamento de intervenções, a
avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas individuais e/ou grupais
que interferem no sucesso escolar.
Nesse sentido, todo trabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios, definidos
no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a participação de todos
os segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da instituição com fins de
intervenção.
O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível
entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe acontece
bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA, Sala de
Recursos), professores de Educação Física, coordenação pedagógica. A ausência de espaço-tempo e o zelo para
com os dias letivos previstos não permite que o Conselho de Classe seja realizado com a participação de ambos os
turnos, o que seria ideal. Assim, cada conselho é realizado no turno contrário à regência do professor, sendo
divididos em Conselho do BIA e dos 4°e 5°anos. Viabilizar a participação dos pais/responsáveis em todos os
conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados colhidos no conselho são registrados em
ficha própria da Secretaria de Educação e em portfólio das turmas aos cuidados da coordenação pedagógica. As
observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e retomadas posteriormente para providências. A escola
acredita assim encampar a orientação de proceder uma avaliação formativa, sendo essa entendida como aquela
realizada com fins de intervenção.
Conselho de Classe Participativo
Todos os segmentos e setores da escola são avaliados durante o Conselho de Classe, no entanto esse não
é o único momento em que tal avaliação acontece.
As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas semanais
constituem –se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as fragilidades
identificadas sofrem intervenção imediata. A recepção da escola conta com um instrumento permanente de avaliação
para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são repassadas aos setores
responsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados através dos diversos
instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são tabulados e apresentados
à comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento a comunidade é ouvida e suas
dúvidas, sugestões e/ou críticas são debatidas coletivamente. Os dados da Avaliação Institucional têm sido
amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem disponíveis em versão impressa para toda
comunidade.
Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional
Os resultados das avaliações de larga escala tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de
estudo em coordenações coletivas. Observa-se, no entanto, a necessidade de trabalhar junto à comunidade escolar
a compreensão dos dados divulgados, a fim de que seja superada a noção de ranqueamento entre as unidades
escolares.
A avaliação diagnóstica denominada Aula Entrevista (um conjunto de tarefas realizadas individualmente com
o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no processo
de alfabetização e na pós-alfabetização) é utilizada na escola sempre que sua necessidade é identificada o que não
inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos. Não nos cabe aqui, falar sobre os passos
e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma obra específica, até então denominada Aula
Entrevista, Geempa, Esther Pillar Grossi. Também não nos cabe teorizar sobre ela, porque tem sido, ao longo dos
últimos anos, objeto de estudos em teses acadêmicas. A Aula Entrevista sugere uma intimidade necessária para o
estabelecimento de vínculo afetivo dando abertura para o conhecimento que se pretende construir. No que diz
respeito à avaliação diagnóstica dos esquemas de pensamento no processo de alfabetização, cabe ressaltar que
cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de critérios científicos rigorosos e cada uma
corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e conceituado pelas crianças.
Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou
aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo
professor são retomados para compor uma avaliação contínua.
O corpo docente da Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao
conteúdo que tem sido desenvolvido na e pela escola. Uma atividade cujos objetivos são: a criação do hábito de
estudo; oportunizar a sistematização do que foi aprendido e percepção de quais estratégias de meta-aprendizagens
são úteis para fortalecer sua autonomia como estudante. Significativa parcela dos pais/responsáveis declarou não ter
dificuldade em acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos e elencaram o dever de casa como uma das
estratégias utilizadas para realizar esse acompanhamento. Aproximar o cotidiano escolar do contexto familiar
constitui-se outro ganho. O dever de casa informa ao professor as dificuldades do aluno para que intervenções
possam ser planejadas. O dever de casa pode ser de três tipos: atividades de sistematização dos conhecimentos,
atividades de introdução de conteúdos (preparatória) e atividades de aprofundamento. A frequência semanal das
tarefas de casa varia de acordo com a idade da criança, aumentando gradativamente do primeiro para o quinto ano.
Está claro que as atividades de casa devem ser retomadas pelo professor e corrigidas (quando for o caso) em sala
de aula, pois assim obtém-se um retorno das habilidades desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a
responsabilidade dos pais nesse momento limita-se a monitorar a realização desse dever de casa, estabelecendo
uma rotina para sua realização com local adequado. A função do responsável pode estender-se para alguma
orientação específica ou enriquecimento da atividade caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no
entanto, não substitui a ação especializada e planejada de ensino do professor. É responsabilidade do professor
fornecer ao aluno todo esclarecimento para a realização do dever de casa, indicando roteiro, bibliografia para
pesquisa e sites na internet, quando necessário. É responsabilidade do aluno comprometer-se com a realização do
dever de casa, mobilizando todo seu conhecimento e habilidades já adquiridas.
Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos conteúdos
e os objetivos a alcançar. Os professores têm autonomia para decidir seus critérios de avaliação dentro da legalidade
e dos pressupostos teóricos definida pelas Diretrizes de Avaliação Educacional, triênio 2014/2016. Os responsáveis,
bem como os estudantes, devem ser esclarecidos acerca dos instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação
adotados pelo professor. A Escola Classe 10 zela pela manutenção de múltiplos instrumentos de avaliação, uma vez
que a avaliação não deve se restringir apenas ao aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da
aprendizagem, de forma a evidenciar o desenvolvimento de diferentes competências, exigidas por cada um deles. Os
instrumentos utilizados pela EC10 estão contemplados nas Diretrizes de Avaliação Educacional / 2014/2016: provas,
portfólios, registros reflexivos, pesquisas, trabalhos em grupos, trabalhos individuais, A auto avaliação é conduzida
na perspectiva formativa. Ou seja, o educando é levado a refletir acerca do desempenho obtido e o que poderia ter
auxiliado em um desempenho superior.
A recuperação ocorre de forma paralela ao longo do processo sempre que o objetivo não for alcançado ou
outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a detecção de
sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades diversificadas, reforço
escolar, projeto interventivo, e outros.
O desempenho do aluno é registrado em ficha própria, bimestralmente, conforme orientação da SEEDF e
socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem trabalhados,
com vistas a um melhor rendimento. Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de classe do
professor e no relatório de avaliação (RAV), sendo comunicados aos pais e alunos, mediante instrumento próprio, em
reuniões, ao término de cada período escolar.
As reuniões de pais/ responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para
socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os responsáveis
que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou telefone. Na
ocasião os pais são esclarecidos acerca da necessidade de seu acompanhamento na vida escolar do filho. Tal
estratégia tem apresentado resultados positivos. A escola encontra-se preparada para, em caso de necessidade,
acionar outras instâncias de amparo à criança como Conselho Tutelar e Ministério Público.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Currículo em Movimento adota uma teoria do currículo objetivando “definir intencionalidade formativa,
expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e
orientar a organização das práticas da e na escola”. Dessa forma, a teoria que fundamenta o currículo da SEEDF é a
Teoria Crítica que tem como pressupostos “a desconfiança do que é natural, o questionamento à hegemonia do
conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da não neutralidade do
currículo e do conhecimento, a busca da racionalidade emancipatória x racionalidade instrumental, a busca do
compromisso ético ligando valores universais aos processos de transformação social”. A Teoria pós-critica do
currículo aparece também fundamentando o currículo quando além de ensinar a tolerância e o respeito, provoca
análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas.
O Currículo em Movimento propõe uma maior integração entre os níveis do Ensino Fundamental e uma
proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais
(Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a
Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do currículo
é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as aprendizagens e
fortalecendo a participação cidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização, transversalidade,
diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada. Nessa perspectiva,
todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e curriculares.
Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares: participação nos jogos interescolares
Ainda de acordo com o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, os conteúdos são
organizados em torno de temas/ ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade, cidadania
e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os componentes
curriculares.
Conforme explicitado ao longo do presente documento, a Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve os
eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto Político Pedagógico, atrelado aos
conteúdos curriculares, partindo das necessidades diagnosticadas, dos projetos institucionais ou dos projetos de
interesse das crianças.
Possibilidade de articulação curricular
Concepção da articulação tema x eixos x conteúdos curriculares
O trabalho curricular da escola não se encontra estruturado em torno de datas comemorativas. Ao analisar
as intencionalidades pedagógicas que sustentam um trabalho assim organizado, o corpo docente percebe o forte
apelo consumista bem como as poucas oportunidades de questionar e debater os conceitos postos e assimilados
pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à proposta apresentada pela
Secretaria de Educação que abraça as teorias crítica e pós-crítica como pressupostos teóricos do currículo.
Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em seu
interior, a EC10 não se furta de abordar temáticas de interesse dos alunos e da comunidade, mesmo quando de teor
comemorativo. Esse trabalho busca afirmar e legitimar o pertencimento cultural da criança e de sua família. Com o
cuidado de não estimular o caráter consumista de certas datas, preservando o aspecto afetivo e cultural de outras,
dosando com o aspecto crítico, ao longo do ano aparecem no trabalho escolar: a festa junina, a reflexão de páscoa e
o auto de nata solidário. Esclarecemos que o trabalho com tais eventos está justificado nos projetos específicos,
anexos. E, no momento, a permanência de tais eventos comemorativos encontra-se em debate junto ao corpo
docente.
Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se
necessário destacar a Educação para a Diversidade como eixo transversal, onde mais do que apenas “reconhecer as
diferenças”, é necessário também refletir sobre elas: “as relações e os direitos de todos”. É um eixo que requer
formação continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e interdisciplinar. Para
tanto, considera-se os valores culturais do estudante e de sua família.
O aluno, protagonista do ato de aprender, deve ser estimulado em todos os momentos a questionar,
manifestar ideias, dúvidas e opiniões, enunciar conceitos e descobertas, fazer associações, pesquisar, concluir, entre
outras atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o
fortalecimento da autonomia e da solidariedade.
As equipes docente e técnico-pedagógica devem ter a sensibilidade de integrar conhecimentos, linguagens e
afetos, considerando as experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de
identidade, valores, experiências e modos de vida próprios, que devem ser considerados e discutidos de forma
crítica, construtiva e solidária.
A organização curricular da EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas,
semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver habilidades
específicas para que o aluno possa produzir conhecimento a partir dessas tecnologias: necessidade nascida do eixo
Educação em e para os Direitos Humanos.
Desde 2015 a instituição vem desenvolvendo um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da
matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das
aprendizagens dos estudantes e dos professores. Sendo assim, houve um investimento na formação profissional in
loco com temas relacionados ao trabalho com a matemática nos anos iniciais. Em 2016 houve uma mudança no
quadro de funcionários (docentes) implicando na retomada das discussões já iniciadas em 2015.
Apesar de os índices das avaliações externas indicarem que a escola tem alcançado os níveis previstos
(meta) é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantando e implementando projetos,
estratégias e análises críticas das aprendizagens dos estudantes, ainda são um desafio. Mesmo porque o próprio
trabalho com todos os blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando ocorrem nem sempre estão
articulados com outras áreas do conhecimento.
Para avançar nas discussões desta área opta-se, didaticamente e como intervenção pedagógica da
coordenação institucional, por partir dos dados avaliativos apontados pelos próprios professores e posteriormente
cruzá-los com os dados das avaliações externas e o currículo da Secretaria de Educação do DF. Isso para que
possa-se pensar nas ações adequadas.
Situações de aprendizagem e do ensino da linguagem matemática na Escola Classe 10
1. Implementação de diagnóstico inicial que contemplem as aprendizagens em matemática e não apenas as
aprendizagens em Língua Portuguesa, como tradicionalmente acontecia na escola. Sabe-se que o
levantamento ainda é restrito e focou apenas na área de números, operações e resoluções de problemas.
2. Mapeamento dos conhecimentos dos estudantes, por turma, para planejamento das atividades didáticas.
3. Conversas com os professores no momento dos planejamentos das aulas, por ano, sobre tipos de atividades
a serem desenvolvidas em sala a partir das necessidades de cada turma. Nesses encontros, foram
sugeridas atividades diferenciadas para os Blocos da matemática, apresentados no currículo.
4. Acompanhamento de algumas atividades de matemática (jogos, registro, análise de gráficos, desafios lógico
matemáticos, resolução de problemas matemáticos com socialização de estratégias dos estudantes...) que
foram desenvolvidas em sala de aula.
5. Estudos no dia das coletivas (quarta-feiras), a partir dos levantamentos feitos nos pré-conselhos e nos
conselhos de classe sobre as necessidades de intervenções no campo da matemática. Seguem alguns
temas dos estudos:
 Compreensão de estratégias didáticas para a construção do conhecimento a respeito da estrutura de
números naturais, por meio de atividades e jogos de agrupamentos e trocas.
 Estudo sobre estratégias didáticas básicas para o desenvolvimento do pensamento do matemático
em sala de aula.
 Estudo sobre estratégias didáticas básicas para a construção do número decimal e do número
fracionário.
6. Listagem de metas de aprendizagem, por bimestre, na área e por ano.
7. Existem Projetos específicos e/ou sequências didáticas ocorrendo em diferentes turmas;
8. Os próximos estudos abordarão :
 A didática na resolução de problemas e o trabalho com os fatos fundamentais;
 Medidas: de comprimento, massa, volume e capacidade;
 Geometria: Tanto da orientação quanto dos espaços e das formas.
9. Há reagrupamentos voltados para as aprendizagens matemáticas, bem como várias ações de reforço
escolar.
Potencialidades e fragilidades
• Aumento das quantidades de situações em salas de aula em que ocorrem estudos e reflexões sobre o
trabalho com a matemática.
• O grupo precisa de muitos estudos coletivos para fortalecer suas ideias sobre como realizar as
intervenções de modo que favoreçam a construção de conceitos matemáticos pelos estudantes.
• Possibilitar melhor articulação entre a matemática e as outras áreas do conhecimento para a construção
de projetos e sequências didáticas.
• Construção de um diálogo coletivo entre os professores para ampliarem as possibilidades de apoiarem
as estratégias reais dos estudantes nas resoluções de problemas.
O Ensino Fundamental de 9 anos da Escola Classe 10 de Taguatinga destina-se à formação de crianças e
pré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização, projetos
de vida e exercício consciente da cidadania plena.
A Matriz Curricular para o Ensino Fundamental – anos iniciais, no Distrito Federal, prevê:
Matriz Curricular prevista
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PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
GESTÃO PEDAGÓGICA
Considerando todo o exposto anteriormente, todos os documentos legais aos quais se filiam a presente
proposta, considerando ainda a Portaria de distribuição de turmas / 2017 (onde se explicita os tempos de regência
e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10 segue as determinações
legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo, respeitando os tempos de formação
continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar). Ou seja, o planejamento do professor
regente ocorre semanalmente, por ano, por turno.
Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, trata-se da
Organização Curricular, quando os professores, acompanhados da coordenação pedagógica, reúnem-se, por ano,
ambos os turnos. Mais do que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de experiência
entre os docentes e na reflexão acerca dos instrumentos de avaliação a serem utilizados. Trata-se da articulação
entre temas x eixos x áreas curriculares x Projeto Político Pedagógico. Os resultados são registrados em fichas
próprias, todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da coordenação e demais
profissionais. A organização curricular por bimestres é disponibilizada aos responsáveis.
As Semanas Pedagógicas, no início do ano letivo e do semestre, também se configuram em importantes
momentos de planejamento: é retomado o PPP da instituição, são definidos os projetos e eventos institucionais e
são levantadas as fragilidades e potencialidades...
Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos, o
planejamento realizado anteriormente pode ser revisto, ajustado...
As reuniões de pais e responsáveis são definidas no início do ano letivo, com base no calendário escolar e
na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto por meio digital
(blog) quanto por comunicado pessoal oral e escrito. São planejadas cinco reuniões com os responsáveis, sendo a
primeira o contato inicial com o professor e sua metodologia de trabalho. As demais visam, principalmente, a
divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente. Participam de tais reuniões, os
responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da equipe diretiva e/ou pedagógica,
desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O Serviço de Orientação Educacional, bem
como o profissional da Sala de Recursos e do EEAA, também divide seu tempo a fim de participar das reuniões.
Também é o momento em que os profissionais ligados à Educação Integral e à Educação com Movimento estão à
disposição dos pais e responsáveis.
Os momentos de coordenação pedagógica, seja ela coletiva e/ou individual constituem-se em momentos
abertos à avaliação da aprendizagem. Nesses momentos, sempre que identificadas fragilidades ou experiências
62
de sucesso, as mesmas são compartilhadas com o grupo. Entende-se que as intervenções devam ser imediatas
em casos de alunos cuja aprendizagem não correspondam às metas.
A EC10 assegura a aprendizagem de seus alunos através do diagnóstico, conhecendo onde cada aluno
se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar, atividades
diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação Formativa e na
possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os professores são orientados a
realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem sempre que julgar
necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no seu planejamento e atuação junto aos
alunos. Os professores regentes têm garantido o suporte do profissional especializado da Sala de Recursos e do
pedagogo da EEAA para planejamento e atuação eficientes.
GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS
Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar a
escola encampa os projetos de apoio à aprendizagem, a formação continuada bem como o planejamento coletivo
e individual. Além disso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em função do fazer
pedagógico.
A análise dos resultados da Avaliação Institucional e de Larga Escala são importantes aliados na reflexão
acerca das possibilidades de intervenção nos resultados apresentados pela escola. A aprendizagem dos alunos é
refletida diariamente no planejamento, na aplicação das atividades, no desempenho frente às metas
estabelecidas. É refletida ainda na execução do Conselho de Classe onde as perguntas o que o aluno aprendeu, o
que não aprendeu, o que deve ser feito para que ele aprenda devem ser respondidas.
63
O acompanhamento de frequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados
acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A
infrequência reincidente é encaminhada ao Conselho Tutelar, conforme legislação vigente. É meta da escola zerar
a reprovação por infrequência. Nesse quesito já tivemos reduções significativas.
GESTÃO PARTICIPATIVA
A Escola Classe 10 de Taguatinga, fiel às determinações da SEEDF, apresenta em sua composição os
órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido pela
instituição educacional.
A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente Projeto
Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidade com as leis
vigentes e documentos da Secretaria de Educação do Distrito Federal.
É meta da EC10 fortalecer a participação do Conselho Escolar nas decisões que lhe cabem conforme a
Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que melhor se
compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são amplamente
anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade escolar, que não
somente os conselheiros eleitos, são convidados a participarem das reuniões públicas, pois mesmo sem direito a
voto, têm direito a voz e o Conselho Escolar, através de seus membros, tem mais uma oportunidade de conhecer
os anseios e necessidades daqueles que efetivamente representa. A equipe faz ao Conselho Escolar a prestação
de contas pedagógica, informando dados, estatísticas e outras questões pertinentes.
64
A Escola conta com um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas,
constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone,
comunicados, agenda, e-mail, murais e faixas.
A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos
documentos, procedimentos e direitos dos alunos e de seus responsáveis. O processo de construção do Projeto
Político Pedagógico tem sido amplamente divulgado por meio dos canais de comunicação da escola. Da mesma
forma, tem-se compartilhado os documentos oficiais da Secretaria de Educação em sua íntegra e em sínteses no
blog, após apresentação e estudo dos mesmos com a comunidade escolar em reuniões específicas.
As reuniões do Conselho Escolar são abertas a participação da comunidade, que embora, sem direito a
voto direto, toma conhecimento e expressa sua opinião acerca dos rumos que a escola tem tomado.
GESTÃO DE PESSOAS
A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o Plano de Gestão (anexo), apresentado à comunidade
escolar por ocasião das eleições para diretores, parte fundamental da Gestão Democrática. O plano foi elaborado
em cima das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas detalhados nesse documento
hoje fazem parte do PPP, pois, entende-se que a comunidade escolar se identifica com concepções expressas no
plano de gestão.
A equipe gestora da EC10 busca encampar uma administração voltada para o fazer pedagógico, de olho
na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As
intervenções identificadas como necessárias são realizadas da forma mais imediata possível, através do diálogo e
da escuta sensível.
Espaço de formação individual e coletiva, a coordenação pedagógica obedece às diretrizes estabelecidas
legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que dispõem de uma carga
horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formação continuada e atendimento individualizado ao
aluno, quando este atendimento se faz necessário.
Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração por uma
prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância com o alcance
dos objetivos propostos, viabilizando a atuação de todos os atores da comunidade escolar.
A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o
acompanhamento pedagógico junto ao professor, com o zelo pela implementação do Projeto Político Pedagógico
da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o trabalho em toda rede
de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de Avaliação, as metas estabelecidas
para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais documentos junto aos diversos segmentos
escolares.
65
A EC10 defende a atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos
oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal &
Estratégia Pedagógica do BIA), destrinchados no Plano de Ação da Coordenação Pedagógica (anexo); para que o
coordenador não seja “engolido” pelo cotidiano nem pelas necessidades emergenciais decorrentes da falta de
planejamento dos órgãos maiores aos quais a unidade escolar se encontra vinculada.
O Serviço de Orientação Educacional está estruturado com uma orientadora, Maria Emília Resende. O
Plano de Ação do Serviço de Orientação Educacional encontra-se anexo.
A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal, é
subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento à
comunidade escolar em sua área de atuação, coordena o remanejamento escolar, a renovação de matriculas, a
efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais vigentes. Outras ações
específicas são acrescidas às funções da secretaria escolar, contribuindo para a organização e funcionamento da
escola.
O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos
documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar
igualitariamente todos os alunos, sem distinção de qualquer natureza, executar tarefas de registro e planejamento
pedagógico, conforme legislação vigente, cumprir os dias e horas letivos estabelecidos, zelar pela aprendizagem
dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de adequação curricular e
recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os projetos e programas
implementados pela Secretaria de Educação, cumprir os prazos legais referentes à vida escolar do aluno (diários,
relatórios e outros), participar das ações referentes à integração escola-comunidade.
Além das funções descritas o corpo docente compõe o Conselho de Classe.
O Conselho de Classe é um órgão colegiado de professores, cuja principal função é acompanhar e avaliar
o processo de ensino, educação e aprendizagem. Devem participar do Conselho de Classe, além dos professores:
o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e o representante dos
alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço Especializado de Apoio à
Aprendizagem e da Sala de Recursos, além de outros que se julgar necessários.
Analisar o rendimento dos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos,
deliberar sobre procedimentos disciplinares, casos de aprovação e reprovação, analisar, discutir e refletir sobre a
proposta pedagógica da instituição, são as principais competências do Conselho de Classe.
Soberano para propor mudanças, aplicar recursos e estratégias, o Conselho/comissão contribui de modo
eficaz para o aperfeiçoamento gerencial, administrativo e docente, a eliminação das causas do insucesso escolar,
o amadurecimento e retomada do aluno diante de seu próprio rendimento, sempre que este não for satisfatório e a
busca do aprimoramento.
66
O Conselho de Classe deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas a
serem colocadas em prática, uma vez diagnosticadas as dificuldades encontradas em cada período escolar.
Nesse sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõe a realização de reuniões ordinárias do Conselho ao
término dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda reunir-se em caráter
extraordinário sempre que algum fato ou necessidade pedagógica justificar sua convocação.
Os funcionários que prestam serviço na portaria zelam pela entrada e saída da comunidade escolar nas
dependências da escola durante os períodos letivos, recepcionando os alunos. São funcionários readaptados pois
os concursados para a função foram aposentados e a SEEDF não providenciou a substituição nem aprovou o
pedido de terceirização.
Os funcionários da vigilância zelam pelas dependências da escola e seus patrimônios no período em que
a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais concursados da
própria SEEDF.
O trabalho dos funcionários da cozinha possibilita o oferecimento de lanche aos alunos do Ensino regular,
diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias, nutricionais e
pedagógicas da Secretaria de Educação. Realizado com a empresa terceirizada CONFERE, supervisionado por
um coordenador de alimentação escolar, professor readaptado.
Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral
relacionado ao prédio público. Realizado com a empresa terceirizada MANCHESTER.
A escola conta ainda com quatro funcionários da carreira assistência readaptados ou em processo e onze
professores readaptados ou em processo, cujas funções estão definidas em plano de ação próprios, anexos.
GESTÃO FINANCEIRA
A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação. A
Escola conta com o Conselho Escolar para discussão, aprovação e divulgação dos gastos realizados. Conta ainda
com a assessoria de um escritório de contabilidade. A prestação de contas das diferentes verbas recebidas pela
escola encontra-se à disposição da comunidade escolar para apreciação, conhecimento e fiscalização
GESTÃO ADMINISTRATIVA
Os encaminhamentos administrativos e pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão em
harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o respeito à LDB, a
busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às necessidades regionais e locais.
O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com autonomia e responsabilidade as atividades
inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita e auxilia os demais. O objetivo é a construção coletiva
de uma gestão onde o setor administrativo exista em função do fazer pedagógico de qualidade e a escola em
função do aluno, respeitando os princípios e finalidades da gestão democrática ( a grosso modo: participação da
67
comunidade, o respeito à pluralidade e diversidade, a autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a
garantia da qualidade social, a democratização das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do
profissional da educação.), todos explicitados em documentos próprios da SEEDF.
A EC10 trabalha com funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha; estando os funcionários
de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar embora sujeitos às regras da própria empresa e da
SEEDF. Serviços de desratização e poda de árvores e grama são solicitados à empresa responsável pela
manutenção.
Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com as
necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela equipe
pedagógica a fim de atender as necessidades de todos. É consenso que a escola não deixa a desejar no que se
refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o trabalho administrativo a serviço
do fazer pedagógico.
A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o zelo e manutenção do prédio público realizando os
reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas Públicas do Distrito
Federal.
A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam patrimônio a fim de
garantir a segurança dos mesmos.
68
69
PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS
PLANO DE AÇÃO COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA / 2017
COORDENADORA: Cláudia Queiroz Miranda & Luzia Cergina de Queiroz
OBJETIVO GERAL: Implementar a avaliação formativa como organizadora do trabalho pedagógico na Escola Classe 10 de Taguatinga. Há
um empenho em promover articulação e integração entre o trabalho da direção/supervisão pedagógica/professores, visando orientar e
acompanhar as atividades pedagógicas, para as aprendizagens de todos ( estudantes, professores, monitores etc).
JUSTIFICATIVA: As ações da Coordenação Pedagógica da Escola Classe 10 de Taguatinga, tem como base teórica metodológica, as
Diretrizes para o 2º ciclo, os Pressupostos Teóricos do Currículo em movimento e, o próprio Currículo em Movimento da Educação Básica do
Distrito Federal. A partir do trabalho coletivo, visando a organização do trabalho pedagógico com foco nas aprendizagens dos estudantes,
bem como dos professores busca-se a integração dos conteúdos propostos pela SEEDF, das experiências pedagógicas dos professores,
da metodologia histórico-critica e dos eixos integradores e transversais numa construção diária de saberes e fazeres. A ampliação dos
espaços de discussões coletivas sobre a didática de matemática constituem-se em uma prática. A dinâmica desse processo solicita do
Coordenador a promoção de hábito de estudos, leituras e discussões coletivas de textos, tanto os que trazem subsídios aos conteúdos
específicos, quanto os que ampliam e aprofundam bases, encaminhamentos e concepções do ato educativo de ensinar e aprender, que
caracteriza a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. No entanto, esse Plano de ação é um tentativa de
organizar o trabalho pedagógico da Escola Classe 10 no intuito de alcançarmos êxito nas aprendizagens de nossos estudantes e dos
professores.
70
71
Objetivo Ações Público
Parcerias
envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações
propostas
Cronograma
1 – Compartillhar
coletivamente
intencionalidades
pedagógicas para ensinar
de forma a ampliar as
aprendizagens de docentes
e discentes.
Diversos encontros nas coletivas pedagógicas
ao longo do ano letivo.
Professores,
Orientador
Educacional,
E.E.A.A.
----
Relatos orais ou
registros escritos ao
final dos encontros.
Quarta-feira na
coletiva.
2- Organização do currículo
escolar a partir do currículo
da SEEDF e dos contextos
reais da Escola Classe 10
de Taguatinga.
Compartilhar os diagnósticos sobre as
aprendizagens dos estudantes, discutindo
parâmetros para a análise dos dados
sobre a perspectiva da avaliação formativa
e levantamento de estratégias para a
organização dos dados de modo a
subsidiar o planejamento diário do
professor.
• Encontros para estudo, discussão e
registro sobre a organização curricular por
ano e em cada bimestre nos dias letivos
temáticos.
• Reconhecimento e implementação dos
projetos institucionais (Roda de Leitores,
Sarau Literário, Cozinha Educativa, Mostra
Cultural...) pelos professores no início do
ano letivo e no decorrer do mesmo.
Professores,
Orientador
Educacional,
E.E.A.A.
----
Relatos orais ou
registros escritos ao
final dos
71encontros
Quarta-feira na
coletiva
72
Objetivo Ações Público
Parcerias
envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações
propostas
Cronograma
3 –Implantar,
implementar e
acompanhar os
reagrupamentos e projeto
interventivo.
Oferecer suporte técnico/pedagógico através
encontros nas coordenações pedagógicas de
terça-feira para elaboração, organização e
aplicação dos Reagrupamentos e
projeto interventivo.
Planejamento do e
Avaliação PI
Professores e demais
envolvidos no
processo de ensino
aprendizagem.
Mensalmente as
quartas – feiras uma
hora antes do
encerramento das
coletivas;
Enquanto houver
necessidade de
intervenções aos
alunos não
alfabetizados ou
daqueles em
defasagem em
relação às
expectativas de
aprendizagem para o
ano.
4 - Promover discussão e
estudos sobre temas
relevantes que atendam
as necessidades dos
professores e equipe para
melhorar o desempenho
dos estudantes.
1. Estudo sobre instrumentos e
procedimentos avaliativos, na
perspectiva da avaliação formativa.
2. Concepção e didáticas para a
implantação e implementação de de
Reagrupamentos e Projetos
Interventivo.
3. Estudo sobre a Didática da
matemática nos diferentes Blocos de
aprendizagens apresentados no
Currículo (Números e operações,
grandezas e medidas, Tratamento da
Informação e Espaço e Forma)
4. Estudos sobre o trabalho pedagógico a
partir de textos , bem como estratégias
Equipe gestora,
professores,
coordenadores e
Equipe do Serviço
de apoio às
aprendizagens. Alguns encontros:
Convidados
externos à Escola
para compartilhar
pesquisas,
práticas, materiais
etc.
Ao final das
coletivas, através de
registro escrito pelos
participantes e
observando o
avanço no
desempenho dos
estudantes.
Quartas-feiras
73
Objetivo Ações Público
Parcerias
envolvidas nas
ações
Avaliação das
ações
propostas
Cronograma
de leitura.
5. Promover espaços e tempos para a
socialização de práticas entre os
professores.
5 - Discutir e analisar o
desempenho alcançado
pelos envolvidos durante
o processo de
alfabetização, nas
avaliações internas e
externas (Prova Brasil e
Provinha Brasil).
Conselhos de Classe e Pré-conselhos
Equipe gestora,
professores,
coordenadores,
orientadores
educacionais.
_____
Ao final de cada
fórum avaliação
escrita.
Semestralmente
6 -Atender as demandas
dos professores no que diz
respeito ao material
didático pedagógico
(pincel, folha, xerox, tinta,
fita crepe, TNT e outros.
Fornecer material aos professores quando
solicitado. Professores
______
Semestralmente na
avaliação
institucional
Todos os dias,
enquanto houver
demanda.
7 - Acompanhar e subsidiar
a aplicação e discussão
acerca dos resultados da
Provinha Brasil de
Linguagem e de
Matemática.
Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil para
os professores do 1º e 2º ano do Bloco Inicial
de Alfabetização.
Acompanhamento da aplicação da Provinha
Brasil.
Discussão e análise dos resultados
alcançados pela escola.
Professores do BIA ---------------
Observando a
normalidade no dia
da aplicação e
discussão dos
resultados.
Cronograma da
SEDF
74
Objetivo Ações Público-alvo
Avaliação das ações
propostas
Cronograma
8 - Oportunizar aos professores
dos Anos Iniciais momentos de
formação continuada e trocas
de experiências a partir dos
temas levantados nos Conselhos
de Classe, coletivas e
coordenações com seus pares.
Estudos elaborados para as coletivas
realizada na quarta-feira;
Professores,
coordenadores do 1º ao
5º ano, profissionais da
sala de recursos,
pedagogo e Orientador
Educacional.
Ao final do encontro de forma
escrita.
Organizado a cada semestre
9- Participar das reuniões
promovidas pelo
CRAI/NUANIM/GREB
Participações em reuniões para estar
ciente das informações e discussões
de temas pertinentes às Diretrizes
Pedagógicas dos Anos Iniciais
trabalho CRAI e outras informações
relevantes.
Coordenadores
Ao final de cada reunião.
Cronograma CRAI
10- Estudar, planejar e discutir
temas/assuntos de acordo com
as demandas dos Professores.
Reuniões semanais para estudos,
planejamentos e informações.
Coordenação/Supervisão
Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no
turno matutino.
11 – Subsidiar professores no
planejamento e execução dos
projetos previstos no PPP.
Planejamentos das ações que
envolvem os projetos, sem perder de
vista a aprendizagem dos
estudantes.
Professores
Antes e durante a ocorrências
dos eventos
Durante todo o período letivo
12. Subsidiar professores no
desenvolvimento de práticas na
sala de aula.
Acompanhar , quando solicitado , o
acompanhamento de práticas
desenvolvidas em sala de aula.
Professores e
coordenadores.
Oralmente, ao final da
participação da atividade.
Ao longo do ano letivo.
75
ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
TEMÁTICAS OBJETIVOS
PRAZOS
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
Organização Inicial do
Trabalho Pedagógico
Discussão sobre a Organização do Trabalho Pedagógico.
Reconhecimento do perfil didático dos professores e
articulação dos mesmos com a Organização da SEEDF.
Aspectos relevantes na rotina pedagógica elencado
coletivamente.
X
Dia Letivo Temático Organização curricular do primeiro mês do ano letivo.
X
Cozinha educativa –
Apresentação do projeto e
vivência com professores
Conhecer o espaço da cozinha educativa, os utensílios e
os objetivos do projetos X
Estudo sobre instrumentos
e procedimentos para a
realização do diagnóstico
inicial da turma.
Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação
diagnóstica, bem como definir parâmetros para o trabalho
de análises dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação
formativa.
X
76
Elaboração: estrutura da
reunião de pais
participação - estudantes.
Subsidiar professor para a organização da reunião de pais
X
Avaliação formativa-
Instrumentos e
procedimentos
Reconhecer a necessidade de aprendizagem de todos
(estudantes e professores) e discussão sobre os critérios
para organização dos instrumentos e procedimentos
avaliativos.
X
A função da Equipe de
Apoio às aprendizagens.
Compreender a função da sala de recurso e a importância
do trabalho realizado pelos profissionais que atuam nessa
área.
X
Visita à Chácara do Sinpro
em Brazlândia.
Reconhecimento do trabalho de orientação da Educação
ambiental realizado na chácara, bem como do espaço.
X
Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes
das avaliações formativas realizadas no interior da escola
para replanejamento do trabalho pedagógico. E
levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas
de aprendizagem.
X
Atendimento particular à
professores
À pedido do docente, momento para auxílio na
organização do Trabalho pedagógico.
X
Organização Curricular Espaço e tempo para o Planejamento do trabalho
pedagógico decorrentes da avaliação durante o conselho
de classe e a necessidade de organização do currículo
para o segundo semestre de 2016.
X
Projeto Interventivo Planejamento do Projeto Interventivo
X
Participação de atividades Auxílio a professores na implementação de estratégias X X X X X X X X X X
77
em sala de aula didáticas.
Estudo sobre a didática
para a construção do
número
Estudo por Ciclos.
1º Ciclo – a construção do número natural
2º Ciclo – a construção do número decimal relacionado ao
número fracionário.
X
Aula Passeio Visita ao Instituto Histórico e Geográfico
X
Organização festa junina Organizar festa junina
X
Estudo sobre o trabalho
pedagógico com os
Problemas matemáticos
Avaliação da festa junina
Organização da semana da
cozinha Educativa
Refletir sobre estratégias de resolução dos problemas
matemáticos em sala de aula.
X
Apoio do SESC para o
trabalho com Ciências
Reconhecimentos dos professores do espaço de apoio do
SESC para o desenvolvimento de pesquisas científicas
com as crianças.
X
Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes
das avaliações formativas realizadas no interior da escola
para replanejamento do trabalho pedagógico. E
levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas
de aprendizagem.
X
Organização e realização
do sarau
Organizar o trabalho a ser realizado na semana seguinte.
Elencar demandas.
X
78
PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Fortalecer a participação do Conselho Escolar nas ações definidas como próprias;
• Aprovar, acompanhar, fiscalizar e divulgar o uso das verbas administradas pela escola;
• Aprovar as Normas de Convivência Escolar;
• Zelar pela realização da Avaliação Institucional garantindo mecanismos de participação da comunidade
escolar;
• Aprovar o calendário escolar interno, zelando pelo cumprimento do mesmo;
• Zelar pela qualidade do atendimento ao aluno incluso;
• Intermediar conflitos de natureza pedagógica ou administrativa, quando necessário;
• Atuar como instância recursal para o Conselho de Classe;
• Divulgar e debater os índices de rendimento, evasão e repetência propondo mecanismos que assegurem a
aprendizagem;
• Fiscalizar a gestão da unidade escolar.
AÇÕES / ESTRATÉGIAS
• Realizar reuniões públicas periódicas com a participação da comunidade escolar;
• Participar dos cursos de formação para conselheiro escolar realizado pela Secretaria de Educação;
• Realizar reuniões periódicas para aprovação dos gastos realizados com as verbas públicas;
• Fiscalizar a contabilidade apresentada pela gestão da unidade escolar;
• Disponibilizar a contabilidade aprovada para consulta e conhecimento da comunidade;
• Realizar reunião específica para conhecimento, debate e aprovação do Regimento Interno Escolar e do
Calendário Escolar Interno;
• Acompanhar a realização das reuniões previstas no Calendário Escolar para Avaliação Institucional;
• Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas
Avaliações Institucionais;
• Fiscalizar e propor ações que fortaleçam o atendimento qualitativo do aluno incluso;
• Promover reuniões sempre que solicitado pela comunidade escolar a fim de atuar como instância recursal nos
casos em que a atuação do Conselho de Classe for considerada insuficiente;
79
• Fiscalizar a divulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação
implantados pela escola;
• Acolher queixas e sugestões da comunidade escolar acerca da gestão pedagógica e administrativa da
unidade escolar.
RESPONSÁVEIS
Membros eleitos do Conselho Escolar:
Edson Ribeiro da Cunha
João Lucas Coelho
Albenise Alves Rodrigues de Jesus
Claudia Moraes da Costa Vieira
Giselle Nunes Carnaúba
CRONOGRAMA
Reuniões Ordinárias – Mensais;
Reuniões Extraordinárias – Sempre que solicitado pela comunidade escolar observando os prazos exigidos na Lei da
Gestão Democrática;
Participação em Cursos – Observando a oferta da SEEDF;
Fiscalização Financeira – bimestralmente, na apresentação da contabilidade, sempre que necessário;
Acompanhamento da Avaliação Institucional – Nas datas previstas pela SEEDF ao longo do ano;
Permanente nas demais ações previstas.
80
81
PLANO DE AÇÃO DO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM
PLANO DE AÇÃO – 2017 / EQUIPE: EC 10
Pedagoga – Ivanete Lopes Batista Psicóloga – Anai Penã
Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
JUSTIFICATIVA:
O Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-se como um serviço técnico pedagógico, de caráter
multidisciplinar, prestado por pedagogos e psicólogos, de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à
Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores Regentes e Família.
A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o
desenvolvimento dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagens e necessidades educacionais especiais. Além disso, é de
responsabilidade deste serviço a elaboração do Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional dos alunos.
82
OBJETIVO GERAL:
Promover a melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, por meio de intervenções avaliativas, preventivas e
institucionais, especialmente às instituições educacionais que ofertam a Educação infantil, Ensino Fundamental – Séries/Anos Iniciais e os
Centros de Ensino Especial.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Realizar procedimentos de avaliação/intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos
no contexto escolar.
• Contribuir com a formação continuada do corpo docente.
• Sensibilizar as famílias para a efetiva participação no processo educacional dos alunos.
• Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada
de decisões, a construção e implementação de estratégias administrativo-pedagógicas.
PÚBLICO ALVO:
Escola, família e alunos.
83
Níveis Ações Previstas Período de execução
Escola
• Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola.
• Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas;
• Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola;
• Garantir a Estratégia de Matrícula;
• Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional,
quando necessário, com o objetivo de: acolher a demanda do professor,
ampliar a problematização dos motivos do encaminhamento;
• Visitar os espaços escolares, tais como recreio e sala de aula, conhecer
os diversos contextos nos quais o aluno está inserido e, por meio da
interação com o professor e com os alunos, procurar compreender as
diversas relações psicológicas e pedagógicas estabelecidas.
No decorrer do ano letivo.
Família
• Entrevista com a família para executar as seguintes ações:
o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já
desenvolvidas pela instituição educacional e pela equipe;
o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da
queixa escolar;
o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente
familiar;
o Refletir acerca das atribuições familiares e as atribuições da
instituição educacional;
o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e
pedagógico que instrumentalizem a família na condução das
No decorrer do ano letivo.
84
questões de seu filho;
o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar;
o Realizar a devolutiva da queixa escolar.
Aluno
• Processo de avaliação e reavaliação;
• Observação lúdica comportamental;
• Atividades individuais e/ou em grupos;
• Estudo de caso/elaboração de relatório.
No decorrer do ano letivo.
EEAA Curso de Formação continuada a EAPE Semestralmente/Anualmente.
Fatores Intervenientes:
• Falta dos alunos ao atendimento da EEAA;
• Desistência dos alunos em comparecer ao atendimento;
• Ausência dos pais às convocações feitas pela EEAA;
• A demora na realização dos exames médicos solicitados para a complementação diagnóstica;
• Falta de acompanhamento sistemático da família na vida escolar do aluno;
• Número reduzido de psicólogos na rede;
• Espaço físico;
85
PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS
APRESENTAÇÃO
“O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas,
onde quer que isto seja possível, não importam quais dificuldades ou diferenças elas possam ter. Escolas
inclusivas precisam reconhecer e responder às necessidades diversificadas de seus alunos...” UNESCO, 1994
A inclusão oficializada em 1994 com a Declaração de Salamanca, defende uma educação de qualidade
para todos os alunos. A inclusão trouxe um novo olhar ao aluno com deficiência, no qual todos devem estar
preparados para acolhê-lo, na sociedade e na escola. As transformações são necessárias, têm-se um novo
paradigma em relação à inclusão, à visão que se têm da deficiência, à infraestrutura, aos recursos materiais e
físicos, objetivos, conteúdos e processos de avaliação.
A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência,
através do contato direto com o aluno e professora regente, das adaptações curriculares, do Plano de AEE e
por meio da ludicidade com jogos e brincadeiras.
Proponho, na Sala de Recursos, o trabalho lúdico, através de jogos e brincadeiras para promover o
desenvolvimento dos alunos com deficiência nos aspectos afetivo, cognitivo, psicomotor e social.
De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008
§ 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de
acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar
à formação dos alunos no ensino regular.
§ 2o
O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver
a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas.
Regulamentado pela Portaria 1281 da SEDUC de novembro de 2010. Contemplado no Projeto Político
desta instituição de ensino.
OBJETIVOS GERAIS
De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008
• Art. 2o
São objetivos do atendimento educacional especializado:
• I – prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos
no art. 1º;
• II – garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular;
• III – fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no
processo de ensino e aprendizagem; e
• IV – assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino.
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Entre outros:
• Apoiar, orientar e atender o aluno e o professor diante das necessidades de adaptação e organização
do currículo escolar, com base na filosofia da educação inclusiva;
• Orientar e conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância da inclusão na escola como
também na sociedade;
• Fortalecer a autonomia dos alunos para decidir, opinar, escolher e tomar iniciativas a partir de suas
necessidades e motivações;
• Promover a motivação, a interação e o conhecimento através de jogos, brincadeiras e atividades
pedagógicas diferenciadas, proporcionando uma aprendizagem significativa e adaptada a cada
educando com deficiência.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Trabalhar com jogos artísticos, jogos expressivos, jogos sensitivos, jogos recreativos e pedagógicos;
• Promover a socialização e a interação de forma alegre e lúdica;
• Desenvolver a autonomia, a autoestima, o respeito, a iniciativa, tomada de decisões e o cumprimento
às regras que no futuro poderão alicerçar a personalidade do educando;
• Desenvolver o raciocínio, atenção, concentração, o pensamento criativo e o senso crítico;
• Realizar atividades de pesquisa;
• Desenvolver habilidades e potencialidades através da ludicidade;
• Propor atividades que ampliem as habilidades de memorização;
• Favorecer o aprimoramento da linguagem, a construção da língua escrita, comunicação e
interpretação;
• Trabalhar o esquema corporal;
• Contribuir com o conhecimento, o respeito e os cuidados que se deve ter com o próprio corpo;
• Promover o desenvolvimento de valores básicos para o exercício da cidadania voltados para o respeito
a si mesmo e ao outro;
• Confeccionar materiais pedagógicos para os alunos com deficiência, conforme a necessidade;
87
• Operacionalizar as competências curriculares específicas necessárias à educação dos alunos com
deficiência física no que se refere ao manejo de materiais adaptados, à escrita alternativa (quando
necessário), às vivências de mobilidade, ao acesso a todos os espaços da escola e às atividades da
vida diária que envolva a rotina escolar;
• Introduzir o aluno na aprendizagem da informática acessível, identificando qual o melhor recurso de
tecnologia assistia que atende às suas necessidades, considerando a sua habilidade física e sensorial
atual, bem como a capacitá-lo para o uso independente do computador;
• Enviar informes para a comunidade sobre as deficiências;
• Mediar ações de forma construtiva com o professor regente quanto às atividades que devem ser
desenvolvidas e que favoreçam o processo escolar do aluno;
• Elaborar o Plano de AEE e apoiar a professora regente quanto à elaboração da Adequação Curricular
quando necessário;
• Articular com a equipe gestora quanto às adequações estruturais necessárias para garantir a
acessibilidade do aluno a todos os ambientes da escola.
METAS
Que o educando com deficiência desenvolva o seu potencial, a sua autonomia e suas
habilidades, como parte integrante e ativa em tudo o que a escola propor.
Que os alunos dessa IE respeitem as diferenças, percebam que elas também são importantes
para a inclusão e acolham as crianças com deficiência.
Que os profissionais dessa IE e a comunidade escolar participem do processo de inclusão de
forma colaborativa.
DESCRIÇÃO DA AÇÃO
Atividades a serem realizadas:
• Momento pedagógico com as professoras, na coordenação , para discutir sobre vários
assuntos relacionados à inclusão e para repasse de sugestões a serem desenvolvidas
semanalmente sobre as deficiências, diferenças e direitos humanos;
• Desenvolver atividades sobre a inclusão com todas as turmas da escola, através da ludicidade,
com histórias, vídeos, músicas e jogos;
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• Construir parcerias com os professores regentes, sistematizar o trabalho e buscar estratégias
para o atendimento dos alunos com deficiência;
• Atividades lúdicas, envolvendo várias habilidades, esquema corporal e uso de jogos;
• Expressão Artística: desenhos, pinturas, modelagens e montagens;
• Práticas diversificadas de escrita, envolvendo ludicidade, uso de vários materiais para
confecção das letras e numerais;
• Trabalho com Literatura Infantil: leitura e interpretação oral, interpretação de imagens, reconto
oral, livros sensoriais.
• Jogos de mesa, envolvendo frases, palavras, descrição de figuras;
• Softwares Educacionais;
• Atividades de psicomotricidade.
• Prática de descrição oral e reconto de situações vividas e significativas ao educando;
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Durante o ano letivo de 2017.
RECURSOS NECESSÁRIOS:
Recursos Humanos:
Professora da Sala de Recursos e comunidade escolar.
Recursos Materiais:
o Livros de Literatura Infantil;
o Vários tipos de jogos;
o Pranchas;
o Espelho;
o Revistas e jornais;
o Bola, corda, bambolê;
o Massinha, tinta guache, balões, tampinhas coloridas;
89
o Aparelho de som, CDs com músicas infantis;
o Computador, softwares educacionais, vídeos e jogos online.
AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada através da observação diária, nas execuções das atividades lúdicas,
na confecção do livro da história do aluno, no dia a dia do educando na Sala de Recursos e no âmbito
escolar. Serão feitos registros do desenvolvimento individual do aluno nos atendimentos.
PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
CONTEXTUALIZAÇÃO – BREVE DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR:
Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda,
atendendo 506 alunos, na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação
Básica. Alguns destes são moradores de outras localidades fora da área em que a mesma se encontra.
Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições,
necessitando de alguns reparos, pintura interna e externa. O prédio é construído de alvenaria, em quatro
blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os bebedouros e escadas/rampas de
acesso. Percebe-se a adequação dos espaços destinados ao desenvolvimento das atividades da Educação
Integral.
Neste ano de 2017, os alunos foram distribuídos conforme a tabela:
MATUTINO VESPERTINO
Ensino Fundamental – Anos Iniciais Ensino Fundamental – Anos Iniciais
02 turmas de 1º ano – 44 alunos 02 turmas de 1˚ano – 41 alunos
02 turmas de 2˚ano – 33 alunos 01 turma de 2º ano – 18 alunos
90
02 turmas de 3º ano – 46 alunos 04 turmas de 3º ano – 69 alunos
03 turmas de 4º ano – 70 alunos 02 turmas de 4º ano – 23 alunos
03 turmas de 5º ano – 70 alunos 03 turmas de 5º ano – 70 alunos
Classes Comuns – 04 Classes Comuns – 02
Classes Comuns Inclusivas – 04 Classes Comuns Inclusivas – 05
Classe de Integração Inversa – 04 Classe de Integração Inversa – 05
Total Geral de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais
Necessidades Educacionais Total de Alunos
DI – Deficiência Intelectual 11
DM/Down – Deficiência Mental / Síndrome de Down 03
TOD – Transtorno Opositor Desafiador 02
TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade 16
TGD – Transtorno Global do Desenvolvimento 06
DPAC – Distúrbio do Processamento Auditivo Central 07
DF – Deficiente Físico 01
Total Geral 46
A escola conta com 79 colaboradores, assim distribuídos: diretora, vice-diretora, supervisora
pedagógica, orientadora educacional, uma coordenadoras pedagógicas, uma coordenadora da Educação
Integral, 24 professores regentes, secretária, um auxiliar de secretaria, 02 professoras atuantes na sala de
recursos, psicóloga e pedagoga que compõem a EEAA, 4 funcionários readaptados ou em processo da carreira
assistência, 11 readaptados ou em processo da carreira magistério 01 monitor do Ensino Especial e ESV’s
(Educador Social Voluntário) atuando com alunos especiais e com a Educação Integral; os demais atuam na
portaria e vigilância, possuindo ainda funcionários terceirizados exercendo atividades de serviços gerais na
limpeza e cozinha.
O prédio tem 12 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos
professores com copa, saleta para equipe disciplinar, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina,
pátio coberto, cozinha educativa, sala de coordenação, salas para Educação Integral em número de 3,
depósitos administrativo e pedagógico, banheiros para os alunos, banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros
para os professores e para os auxiliares, uma quadra coberta, pátio com área verde e um parquinho, pátio de
entrada coberto, guarita com banheiro, estacionamento descoberto, recepção
Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador,
aparelhos de som para todas as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois
computadores para o uso administrativo, três computadores para uso da secretaria, dois computadores para
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uso da equipe gestora com impressoras; um notebook e impressoras para uso da coordenação pedagógica,
dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois computadores, duas impressoras e três
notebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três data show, lousa
digital, duas máquinas fotográficas digitais, estabilizadores, extensões, microfones, caixas de som.
A Proposta Pedagógica, elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o
desenvolvimento global das crianças, embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo
Currículo em Movimento e demais documentos norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito
Federal e Ministério da Educação.
Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, esmera-se
para ser dinâmica, eficiente e atenta às necessidades do educando, buscando garantir a igualdade de acesso e
condições efetivas de permanência e desenvolvimento acadêmico.
O Serviço de Orientação Educacional cita o Projeto Recreio da E.C. 10, que envolverá toda
comunidade escolar, visando contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom
relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de
coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no
mundo.
Cita também, Projeto Xadrez – O Esporte da Mente – E.C. 10, visto que entre as atribuições do Serviço
de Orientação Educacional, está o de elaborar projetos que favoreçam a socialização, a disseminação de
valores e a aquisição de atitudes e de hábitos saudáveis. Terá como público alvo os alunos dos 4º e 5º anos.
OBJETIVO GERAL:
A Orientação Educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola,
através da participação na elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a
compreensão da realidade, dos interesses e das necessidades da comunidade escolar, especialmente dos
alunos, visando ampliar suas possibilidades de interagir no meio onde vive, favorecendo o seu
desenvolvimento integral.
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Desenvolvimento da temática Sexualidade pelo SOE, Orientadora Maria Emília
EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2017
COORDENADORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL/2017
 Eliete Telles de Farias
APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA:
Observando as atuais políticas e diretrizes nacionais para uma educação de qualidade para todos e
ainda observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito
da construção e formação de novas redes de aprendizagem, detectamos a necessidade da continuidade do
Programa de Educação Integral na Escola Classe 10 de Taguatinga.
A Escola Classe 10 de Taguatinga lida com duas realidades distintas e opostas: alunos oriundos de
famílias com baixo poder aquisitivo e alunos advindos de famílias financeiramente abastadas. Ao mesmo
93
tempo, as transformações sociais nos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificações
que nos obriga a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos familiares seja
acolhedora, fazendo com que todas as crianças sintam-se aceitas e integradas.
É expressivo o número de famílias que procuram a escola em busca de vagas para suas crianças no
“Programa da Educação Integral”, pois reconhecem o oferecimento de estratégias de integração escola e
comunidade ao mesmo tempo em que são promovidas oportunidades de desenvolvimento do educando
através do trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens.
Infelizmente, a demanda por inclusão de mais alunos na Educação Integral não é plenamente contemplada,
uma vez que o apoio logístico oferecido pelo GDF deixa a desejar.
Nesse sentido, priorizou-se para o ano letivo de 2017 uma Educação Integral com maior foco no ensino
e aprendizagem por meio de atividades de reforço em português e matemática, sem desvincular as atividades
culturais, artísticas e esportivas; valorizando o diálogo entre os saberes formais e os saberes socialmente
construídos.
Nessa perspectiva buscou-se a elaboração de um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação
saudável e a um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo
num clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade, o respeito e estimule o prazer em aprender.
As atividades serão desenvolvidas nos dois turnos (matutino e vespertino) de terça-feira a quinta-feira
atendendo aos alunos do 2º ao 5º ano (Ensino Fundamental de nove anos) estendendo o turno de nove para
quinze horas.
ATIVIDADES OFERECIDAS
MATUTINO E VESPERTINO
HORÁRIO TERÇA QUARTA QUINTA
8h20min-
9h20min
ACP
Português
ACP
Português
ACP
Português
9h20min-
10h20min
ACP
Matemática
ACP
Matemática
ACP
Matemática
94
10h20min-
11h20min
Música Dança Esporte
Nesse foco, busca-se encorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente, capaz
de transitar com segurança e responsabilidade em uma sociedade diversa e sustentável.
OBJETIVO GERAL :
 Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais,
artísticas e esportivas ampliando os espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO
Oportunizar ao aluno da Educação Integral tempo
hábil para realização das atividades extra-classe
solicitadas pelo professor regente com supervisão
pedagógica para sanar dúvidas que por ventura
houver.
Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno,
dando-lhe oportunidades de reforçar, aprofundar ou
suprir carência dos conteúdos de maior dificuldade.
Melhorar a autoestima mediante a percepção do
próprio crescimento nas aprendizagens.
PERIODICIDADE De terça a quinta feira, 2h/dia, totalizando 6h/semana
DESENVOLVIMENTO
A realização das atividades indicadas pelos
professores regentes serão trabalhadas
secundariamente.
Prioritariamente serão trabalhadas atividades
ATIVIDADES ESPORTIVAS
Formar o cidadão através do esporte;
Usar o esporte como meio de inclusão social;
Oportunizar aos alunos a vivência de várias
modalidades esportivas;
Trabalhar temas como ética, superação,
saúde e autoestima, repassando por meio dos
valores do esporte;
Mostrar os princípios da prática esportiva,
como espírito de equipe, ajuda mútua e
liderança para ser utilizados na vida
PERIODICIDADE 1 vez / semana
DESENVOLVIMENTO Atividades de futebol e queimada na quadra
95
DANÇA
Trabalhar a linguagem corporal utilizando
diversas atividades.
Desenvolver a criatividade, musicalidade e
ritmo.
PERIODICIDADE 1 vez por semana
DESENVOLVIMENTO Aulas de dança 1 vez por semana com
professor especializado.
MÚSICA Desenvolver a sensibilidade musical,
identificando possíveis interesses na área.
PERIODICIDADE 1 vez /semana
DESENVOLVIMENTO Aula de música 1 vez por semana com
professor especializado
RECURSOS HUMANOS:
 Número de alunos atendidos: 100 alunos;
RECURSOS HUMANOS:
• Coordenador;
• Cozinheiro;
• Monitores;
• Educadores sociais,
• Pedagogo, professor de dança.
ESPAÇOS:
 Escola Classe 10 de Taguatinga
RECURSOS FINANCEIROS / PARCERIAS:
 Verbas públicas;
RECURSOS MATERIAIS:
, Violões e teclado, materiais específicos para prática esportiva, materiais para acompanhamento pedagógico.
METODOLOGIA / DESCRIÇÃO DA AÇÃO:
Os alunos matriculados na Educação Integral serão atendidos na escola em salas destinadas a este
fim, compartilhando o espaço da quadra coberta às quintas feiras com o Ensino Regular.
No turno matutino os alunos lancharão no início das atividades do dia, tomarão banho e almoçarão no
final e no turno vespertino almoçarão no início e lancharão no final das atividades do dia.
96
RESULTADOS ESPERADOS:
Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo
mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas
aprendizagens.
PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS
PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA
Professor em Processo de Restrição Temporária
1-AÇÃO
Recepção dos alunos;
OBJETIVO
Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras;
CRONOGRAMA
Início do primeiro semestre;
Ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma.
2-AÇÃO
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Empréstimo de livros;
OBJETIVO
Dar acesso ao usuário da sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos
de diversas esferas de circulação.
CRONOGRAMA
Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca com seus alunos que poderão
fazer o empréstimo mediante a carteirinha Ficha do Leitor.
3-AÇÃO
Atendimento de turmas
OBJETIVO
Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar.
RESPONSÁVEIS
Requer o apoio dos professores regentes
CRONOGRAMA
Agendamento prévio de acordo com a necessidade do professor regente.
5- AÇÃO
Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição.
OBJETIVO
Manter o acervo didático das turmas organizado, garantindo o acesso dos alunos ao livro didático.
Atualizar o acervo da Sala de Leitura em programa digital indicado pela equipe gestora
CRONOGRAMA
Ao longo do ano letivo
PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR
02 Professoras Readaptadas
1- OBJETIVO
Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao Serviço de
Orientação Educacional e/ou EEAA
AÇÕES
Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos;
Auxiliar no monitoramento do recreio;
Desenvolver o Projeto Nosso Recreio é Dez temporariamente
Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento interno acerca da
inadequação de seu comportamento;
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Encaminhar para o SOE e/ou EEAA os casos identificados como público desse atendimento.
Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado.
CRONOGRAMA
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO
04 Funcionários Readaptados, sendo 01 da Carreira Magistério e 3 da Carreira Assistência
1- OBJETIVO
Acolher a comunidade escolar com dignidade zelando pela segurança dos alunos da instituição.
AÇÕES
Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às dependências internas
da escola, identificando situações de risco.
Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda;
Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em casos autorizados
pela equipe gestora, mediante comprovação;
Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos;
Auxiliar na entrega das crianças aos responsáveis ao final do turno
RESPONSÁVEIS
Funcionários da carreira assistência e magistério readaptados em número de 04
CRONOGRAMA
Diariamente
2 – AÇÃO
Registro de entradas tardias
OBJETIVO
Registro de entradas tardias de forma a possibilitar intervenção em casos de atrasos recorrentes de
alunos
CRONOGRAMA:
Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino.
PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
01 PROFESSOR READAPTADO
OBJETIVO:
99
Proporcionar ao estudante da unidade escolar uma alimentação saudável, equilibrada, em perfeitas
condições de conservação, preparo e apresentação
AÇÕES
Realizar o recebimento do lanche, verificando a conformidade da documentação, a pesagem,
validade e qualidade dos gêneros recebidos;
Conduzir o armazenamento adequado dos gêneros recebidos em conformidade com as
orientações da SEEDF;
Orientar e fiscalizar o preparo do alimento servido na Educação Regular e na Educação
Integral;
Comunicar à equipe gestora as necessidades identificadas relativas a aquisições e
manutenções a serem realizadas na cozinha e/ou depósito de alimentos;
Organizar o mapa da merenda;
Prestar esclarecimentos em nível regional sempre que solicitado;
Realizar adequação do cardápio quando necessário em função da falta de determinado
gênero;
Disponibilizar o cardápio de alimentação da escola nos canais de comunicação acessíveis ao
corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a consolidação da gestão democrática
através do acesso à informação.
Incentivar o consumo consciente do lanche escolar;
Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar horários e
cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do espaço escolar;
Zelar pelas condições de higiene da cozinha e dependências permitindo ou restringindo o
acesso de pessoas ao local, sempre com paramentação adequada.
RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA
Professor readaptado
Diariamente.
PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO E COORDENAÇÃO
Professor com Restrição Temporária
1– AÇÃO
Apoio à coordenação
OBJETIVO
Apoiar a coordenação pedagógica na execução de seu plano de ação nas atividades que forem
designadas, sempre em conformidade com as restrições laborativas expressas em documento próprio
Imprimir matriz de atividades
Controle e entrega de chaves
Controle e entrega de materiais pedagógicos
100
Apoio nas reuniões coletivas
CRONOGRAMA:
Diariamente
2 – AÇÃO
Auxiliar a recepção e organização dos alunos admitidos no pré-turno
OBJETIVO
Garantir a segurança e tranquilidade dos alunos no período anterior à aula
CRONOGRAMA:
Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino
PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO
02 professores com restrição temporária
1 – AÇÃO
Articular-se junto à Coordenação Pedagógica a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor
(planejamento, auxilio ao professor, produção de documentos, acompanhamentos nos projetos, orientações
específicas aos professores no desenvolvimento do trabalho pedagógico)
OBJETIVO
Potencializar o trabalho da Coordenação Pedagógica
CRONOGRAMA
Diariamente
PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA / PROJETO INTERVENTIVO
01 professora readaptada
1 – AÇÃO
Articular-se junto à Coordenação Pedagógica a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao Projeto
Interventivo de Leitura e Produção de testos junto a alunos já alfabetizados
OBJETIVO
Auxiliar a encampar as estratégias dos ciclos
CRONOGRAMA
Diariamente, segundo cronograma próprio de planejamento , atendimento e avaliação
PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR
01 Orientadora Educacional com restrição temporária
1 – AÇÃO
Articular-se junto à Secretaria Escolar a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao
OBJETIVO
Potencializar o trabalho da Secretaria Escolar
CRONOGRAMA
Diariamente
101
PLANO DE AÇÃO: APOIO À EDUCAÇÃO INTEGRAL
01 Orientadora Educacional Readaptada
1 – AÇÃO
Auxiliar a coordenação pedagógica da Educação Integral no planejamento e execução das atividades a serem
desenvolvidas em conformidade com as restrições laborativas expressas em laudo próprio.
Orientar os educadores sociais voluntários quanto ao desenvolvimento pedagógico das atividades que lhes são
pertinentes
2- OBJETIVO
Garantir a qualidade pedagógica do trabalho desenvolvido na Educação Integral
3- RESPONSÁVEL:
Professor readaptado
4- CRONOGRAMA:
Diariamente
Produção da Horta Escolar
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP
O acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente
todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e
necessária acontece em momentos privilegiados abaixo descritos.
O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar
da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Nestas datas com a presença de todos os
102
segmentos que compõem a comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com
esclarecimentos à comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do
mesmo. Nestas oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos
pontos considerados frágeis.
Diante das propostas de avaliação da Secretaria para o próximo triênio, observa-se que outros
momentos são propícios ao acompanhamento e avaliação do PPP. A saber: os Conselhos de Classe, as
reuniões ordinárias e extraordinárias de pais e mestres.
Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é
possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das
quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e
acompanhamento do PPP pelo corpo docente, equipe gestora e pedagógica.
O Conselho Escolar se faz representar nas Avaliações Institucionais porque faz parte de suas
atribuições (expressas na Lei da Gestão Democrática, bem como no Plano de Ação) zelar pela ocorrência da
Avaliação, analisar os dados recolhidos a fim de propor adequações que reflitam positivamente nos índices
apresentados pela escola.
Avaliação Institucional 2017
PROJETOS ESPECÍFICOS
AULA PASSEIO
Ao longo do ano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em
função das necessidades curriculares das turmas e das oportunidades surgidas. Zoológicos, museus e
103
exposições, teatros, cinemas, parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento
curricular dos estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos,
espaços e oportunidades de aprendizagens.
OBJETIVOS:
 Favorecer o diálogo interdisciplinar;
 Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o
desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo,
a solidificação de amizades, a noção identidade e pertencimento ao grupo e ao espaço social;
 Favorecer experiências de autonomia e de elaboração conjunta de regras;
 Desenvolver atitudes de valorização e respeito à propriedade comum e alheia;
 Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de
informações;
 Desenvolver o respeito à diversidade cultural e natural;
 Ampliar e enriquecer outras formas de linguagem, outras formas de pensar e atuar;
 Expandir o acervo cultural dos estudantes.
JUSTIFICATIVA:
A aula-passeio justifica-se como estratégia metodológica que contempla os letramentos, a ludicidade,
as múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de
avaliação. Ao mesmo tempo, explora o prazer intrínseco à ampliação do conhecimento e à convivência.
É uma atividade voltada para a aprendizagem significativa, desenvolvimento dos aspectos afetivo,
cognitivo e social e está estruturado para atingir os objetivos propostos no PPP e no currículo escolar.
“Uma aprendizagem significativa está relacionada à possibilidade dos alunos aprenderem por múltiplos
caminhos e formas de intelig6encia, permitindo aos estudantes usar diversos meios e modos de expressão. ”
(Smole, 2002, p.10). As aulas passeios ocorrerão sempre que forem justificados os ganhos pedagógicos da
mesma.
ETAPAS:
 Planejamento;
 Organização e trabalho em sala, construção de regras;
 Execução
 Desdobramentos pedagógicos;
 Avaliação.
104
Aula Passeio ao Zoológico
Aula Passeio - Circuito de Ciências
Insere-se aqui alguns gráficos comparativos de presença dos estudantes em algumas Aulas Passeios
ao longo dos útimos anos:
105
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
106
JUSTIFICATIVA:
A Semana de Educação para a Vida apoia-se na lei n°11.988, de 27 de julho de 2009, criada pela
Presidência da República.
OBJETIVOS:
 Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade impactando
positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;
 Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores de
respeito, sustentabilidade e cooperação.
DESENVOLVIMENTO:
 Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e
responsáveis, no horário de aula.
 Com os alunos haverá um foco maior no tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e
atendimentos com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas
identificadas no ambiente escolar.
Além de cumprir determinação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo em
Movimento, conforme diagrama:
107
PROJETO COZINHA EDUCATIVA
PÚBLICO ALVO:
Alunos do 1º ao 5º ano
JUSTIFICATIVA:
Ao aceitar que o ensino da língua deve ser pautado pelos usos da mesma, ao entender que ler
é atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem
textos escritos com a intenção de comunicar algo, textos produzidos com fins definidos para leitores reais.
Trabalhar com os textos a partir de suas esferas de circulação leva, necessariamente a
resolver o problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas –
cotidiana, publicitária, escolar, jornalística. Optar pela esfera cotidiana foi uma escolha visando atingir desde o
aluno de seis anos (muitas vezes ainda não completos) até o aluno em vias de completar a etapa inicial do
Ensino Fundamental.
O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero
relativamente simples e compartilha propriedades com outros textos instrucionais. Acrescido a isso
consideramos o forte apelo cultural do gênero e o resultado foi a Cozinha Educativa.
É necessário salientar que embora a Cozinha Educativa gire em torno da Receita Culinária,
outros gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete,
publicidade comercial, embalagem e rótulo.
O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente
contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao
Currículo em Movimento da Educação Básica do DF Escolar. Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o
ensino da língua do ensino da matemática, conforme princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de
leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento
como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso, aproxima-se do objetivo, presente no PPP, de validar um
trabalho educativo onde o afeto, o lúdico, a criatividade e experimentação estejam estimulando o prazer de
aprender. Uma atividade que se insere num trabalho pedagógico integrado e, portanto, é entendida como
“educativa e curricular”.
A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a
abordagem da Educação Financeira nas escolas.
O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme
defendido no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal.
108
OBJETIVO GERAL:
 Construir a compreensão de que os saberes ensinados na escola estão vivos nos contextos cotidianos;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 Sensibilizar a criança para as práticas matemáticas e de linguagem presentes no seu dia a dia;
 Estimular a leitura, compreensão e produção dos gêneros instrucionais dentro e fora da escola;
 Aproximar as diversas áreas do conhecimento, subsidiando o trabalho interdisciplinar;
 Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes
comunitários, aproximando educadores, educandos e familiares;
 De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização,
oralidade, noção de quantidades e proporções, primeiras impressões de fenômenos químicos e físicos,
aprendizado de higiene e prevenção de acidentes, estímulo da memória, autonomia e cooperação.
 Enfatizar questões relacionadas à alimentação saudável, prevenção à obesidade e afins, de acordo
com o nível da turma.
109
OPERACIONALIZAÇÃO:
A operacionalização do projeto se dará a partir das etapas seguintes:
 Seleção da receita a ser confeccionada: escolhida pelo professor e alunos;
 Listagem e pesquisa dos ingredientes;
 Coleta dos ingredientes;
 Exploração didática da receita;
 Montagem da Cozinha Educativa;
 Confecção da receita;
 Degustação da receita e socialização com as famílias;
 Avaliação.
Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de
conteúdos diversos, conforme os objetivos delimitados pelo professor.
É de responsabilidade da Coordenação Pedagógica o preparo de um local adequado para funcionar
como cozinha, contendo todos os utensílios necessários ao funcionamento da cozinha.
Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da
responsabilidade do professor essa organização.
A turma, juntamente com seu professor regente participará da execução da receita em dia previamente
escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros profissionais da escola.
Para 2016, a comunidade escolar definiu a Cozinha Educativa para acontecer uma vez a cada
bimestre.
110
Possibilidades de textos a serem explorados durante o projeto
111
Crianças na feira – possibilidades de explorações matemáticas
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e
a relação estabelecida com o alcance dos objetivos, proporcionando replanejamento e aprimoramento das
atividades realizadas.
Observa-se que a atividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensão do
aprendente de que se utiliza os conhecimentos escolares no cotidiano: quando se vai ao supermercado,
quando se mede a massa, quando se triplica uma receita, quando se divide o produto final, quando se lê,
escreve ou copia uma receita, quando se lava os ingredientes, quando se considera o tempo de preparo…
As estratégias de ensino e aprendizagem surgidas a partir do desenvolvimento do projeto valida a
necessidade de trabalhar com atividades que transgridam os exercícios de fixação e reprodução sem
aplicabilidade nas práticas sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de
estabelecer um “diálogo” entre os diferentes componentes curriculares.
112
Turmas vivenciando o Projeto Cozinha Educativa
PROJETO RODA DE LEITORES
JUSTIFICATIVA:
Na virada do século, uma das grandes
conquistas da educação no Brasil foi a
universalização do Ensino Fundamental. Um
rápido passeio por outras eras nos mostra a
importância dessa conquista. Sabe-se, entretanto, que a simples garantia do acesso à educação não basta. E
113
quando nos deparamos com índices como o INAF (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional), obrigamo-nos
a repensar que mediação de leitura estamos fazendo na escola. Em sua última edição o INAF apontou que
74% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos apresentam habilidades de leitura em nível rudimentar ou
básico. Ou seja, sua compreensão de leitura está limitada à títulos, frases e textos curtos, quando muito.
Sobre essa triste realidade, é que ergue-se o Projeto Roda de Leitores – um compromisso assumido
pela escola com o fim de possibilitar a aprendizagem da leitura dos diferentes tipos de textos que circulam
socialmente.
Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os
diversos textos lidos.
Público Alvo: 1º ao 5º ano.
Objetivos:
• Reconhecer a finalidade e uso social de diferentes textos e portadores textuais;
• Promover a parceria escola, professor e família;
• Propiciar momentos de leitura em sala de aula, como também em casa;
• Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e individualmente;
• Dramatizar histórias ouvidas e/ou lidas;
• Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de
interpretação;
• Promover momentos de apreciação de diversas produções literárias e/ou artísticas;
• Reconhecer a manifestação artística como meio de apropriação da linguagem.
• Formar leitores desenvolvendo o gosto pela leitura cotidianamente;
• Estimular a alegria da atividade intelectual por meio da leitura;
• Ampliar a visão de mundo;
• Ampliar a compreensão das relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconhece o outro
e suas peculiaridades;
• Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de
posicionar-se acerca do que foi lido.
PASTA DE LEITURA
 Cada aluno (a) da turma levará um gênero textual para ler em casa, na data determinada pelo
professor;
 O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinada pelo professor;
 Após ler e/ou ouvir o texto, o (a) aluno (a) contará/lerá a história para alguém da família;
114
 O (a) aluno (a) deverá preencher as fichas encaminhadas de acordo com os comandos apresentados
em cada ficha;
 O produto final será uma coletânea de textos produzidos por cada aluno (a) da turma.
 Os alunos dos 4 e 5 anos participarão de roda de debates onde terá a oportunidade de compartilhar
com o colega suas respostas, expondo seus pontos de vista dentro da coerência do texto lido.
HORA DA LEITURA
Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada
indivíduo escolha o tipo de texto preferido realizando a leitura do mesmo. Essa atividade acontece
semanalmente, às sextas-feiras, matutino 7:45 e vespertino 14:15 com duração de meia hora.
SARAU LITERÁRIO
Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam
e apreciam as construções realizadas ao longo do projeto, nos diferentes gêneros literários. Acontece sempre
em um parque público, escolhido anteriormente, para que seja trabalhada a questão do respeito ambiental.
Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer:
piquenique, brincadeiras, sorteio de obras literárias entre os alunos.
Os saraus são pensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos
portadores de necessidades educacionais especiais e seus familiares.
Está definido, preliminarmente, um Sarau Literário para o atual período letivo.
115
RECURSOS HUMANOS:
Direção, coordenação, apoios (professores readaptados), professores regentes e aluno, responsáveis e/ou
família.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha
consciência dos benefícios que a aquisição das habilidades de leitura pode proporcionar. Conversas,
comentários em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade
para o aluno expressar (oralmente ou por escrito) suas aprendizagens.
FESTA JUNINA
116
JUSTIFICATIVA:
A Festa Junina da Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância
comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento a
oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de convivência e
cooperação; além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado a músicas populares
proporcionam alegria.
Trata-se de um evento pedagógico cultural que possibilita o mergulho de toda comunidade escolar
num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de consolidar no
espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”.
A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos, sem direcionamento religioso, buscando o
resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a identidade desse homem
como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os estereótipos que humilham e colocam
em ridículo essa identidade. Estimula-se, assim, o estar bem vestido e caracterizado, visto que a realidade nos
tem dito que o homem do campo se produz e se enfeita para “festar”.
Faz-se importante destacar que a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação de
lucros, tendo em vista que os recursos financeiros recebidos pelos sistemas oficiais têm sido muito bem
geridos. Os lucros, por ventura gerados, são revertidos para a premiação das turmas campeãs na Gincana
Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro.
OBJETIVOS:
• Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do Brasil as
Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das escolas nesse
sentido;
• Proporcionar oportunidades de convívio para além das barreiras subjetivas de crenças, sexo, etnia e
outras;
• Exibir a produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua autoestima;
• Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas como
gincana. Jogos e quadrilha;
• Constituir-se em momento de recreação comunitária.
• Constituir-se em temática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento: explorar
pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como convite, folder,
informativos, bilhetes e outros;
117
• Provocar discussões acerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo.
PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA
PÚBLICO ALVO: Professores regentes e alunos do 1º ao 5º ano
APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA:
As novas tecnologias vêm adquirindo relevância ímpar no cenário social. Cotidianamente somos
levados a nos apropriar de habilidades e conceitos que, até pouco tempo, não faziam parte de nossa realidade
.A escola, como agente responsável pela formação do cidadão, não pode se eximir da
responsabilidade de oportunizar ao aluno o conhecimento e o manuseio dos recursos tecnológicos de
informação e comunicação que a escola dispõe.
Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao
professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir
efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos
recursos tecnológicos existentes, o mero “frequentar o laboratório” não constrói, por si só aprendizagens.
Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como
orienta a SEEDF, é que nasceu o presente projeto.
OBJETIVO GERAL
Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social, além de instrumento
facilitador e enriquecedor da aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
118
• Complementar os conteúdos desenvolvidos em sala com pesquisa, uso de aplicativos e afins, etc;
• Desenvolver a habilidade de utilizar a internet de forma consciente e responsável;
• Atuar como mais um referente de inclusão digital na comunidade;
• Potencializar os recursos tecnológicos existentes na escola em favor da construção das
aprendizagens;
DESCRIÇÃO DAS AÇÕES:
No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos
curriculares, selecionados, a partir do Projeto Político Pedagógico.
O professor e sua classe terá à disposição o laboratório em horário previamente agendado e todos os
seus componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para
acompanhar a devida utilização dos equipamentos e da sala. O planejamento e a execução pedagógica
desse momento será realizado pelo professor regente, com auxílio da coordenação pedagógica..
Periodicamente os professores terão oficinas, cuja finalidade é despertar nos professores o interesse
em trabalhar com a informática educativa e motivá-los para o desenvolvimento de projetos com seus
alunos.
RECURSOS MATERIAIS:
Computadores; internet; data show, quando necessário.
RESULTADOS ESPERADOS:
Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como
instrumentos de apoio à própria aprendizagem e de inserção no mundo digital.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada ao final de cada encontro com os alunos, sendo observado o interesse, a
participação e o desempenho na execução dos comandos. Com os professores, semanalmente, nas
coletivas, e ao final dos encontros específicos com os docentes. Será avaliada a relevância dos
atendimentos no alcance dos objetivos propostos.
119
PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !
APRESENTAÇÃO
O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta Instituição de Ensino pela
Orientadora Educacional Maria Emília Resende, apresenta neste documento, o Projeto “Nosso Recreio” é 10,
que envolverá toda comunidade escolar.
O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e
do Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se.
A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa
um momento lúdico de grande importância para a socialização dos alunos.
Sendo assim, o Projeto Nosso Recreio é 10 visa contribuir para que os alunos desenvolvam as
habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração,
respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive,
para a paz no mundo.
Neste sentido, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações:
- Apresentação do projeto à direção e aos professores;
- Apresentação do projeto aos alunos.
- Formação dos alunos monitores (a cada 15 dias).
A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos
alunos monitores e da orientadora educacional.
JUSTIFICATIVA
O recreio por ser um espaço lúdico, pode por meio dos jogos proporcionar a aquisição de regras, a
expressão do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento,
Laboratório de Informática
120
além de: desenvolver atitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de
cortesia; desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse
em adorar posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal;
desenvolver o raciocínio lógico; reconhecer a importância do trabalho em grupo, sem discriminações físicas,
sociais, culturais ou de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de
liderança; favorecer a expressão artística e cultural; estimular a inteligência, curiosidade, a iniciativa e a
autoconfiança.
Após alguns dias de observação deste espaço escolar, percebi que as crianças brincam livremente pelo
pátio, surgindo algumas brincadeiras agressivas e comportamentos inadequados durante o intervalo. Além
disso, com base em relatos e na necessidade de trabalhar preventivamente os conflitos que possam surgir
durante este período acredito que as brincadeiras organizadas e a participação ativa dos alunos contribuirão
para que o tempo e espaço do recreio se transformem em um momento prazeroso e divertido.
Objetivo Geral:
Dinamizar o recreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e
minimização de comportamentos inadequados, contribuindo desta forma para promoção de uma cultura de paz
no ambiente escolar.
Objetivos Específicos:
• Resgatar o recreio como espaço relevante para o desenvolvimento biopsicossocial do educando;
• Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais
solidária e harmoniosa;
• Conscientizar os alunos quanto à importância da preservação do patrimônio escolar assim como sobre
a conservação e a limpeza;
• Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade,
respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros.
• Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no monitoramento das
atividades;
• Diminuir a violência proporcionando um ambiente mais agradável a todos.
METODOLOGIA E CRONOGRAMA
 Com os alunos:
Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, inicialmente, podendo ser estendido aos alunos das
turmas de 3º ano, para participarem do projeto “Nosso Recreio é 10”. Após, teremos um primeiro encontro, onde
121
explanarei aos alunos sobre o projeto, seus objetivos e finalidades. Também combinaremos como será a aplicação e
a organização.
 Com os professores:
Os professores participaram incentivando seus alunos a participarem e colaborarem com a manutenção
do projeto. Para os alunos que não participarão do monitoramento, cabe usufruírem das brincadeiras de forma
pacífica respeitando os colegas que estão organizando o espaço.
 Com a direção:
Junto com direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola e os
brinquedos a serem adquiridos para que as atividades sejam realizadas. Será necessária também, a
aquisição/confecção de coletes, para destacar os alunos monitores.
ATIVIDADES SUGERIDAS:
- Jogo de basquete, de futebol, pula cordas, pula elástico, jogos de damas e raciocínio lógico, totó, ping-pong e
música clássica durante o intervalo.
CRONOGRAMA:
ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES
Elaboração do projeto Março SOE
Exposição para alunos e
professores
Março SOE
Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos
Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos
Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos
PÚBLICO ALVO:
Contaremos com a participação ativa dos alunos do 4º e 5º anos na monitoria e com a colaboração e
empenho dos demais para que o momento do intervalo se torne mais tranqüilo.
RECURSOS HUMANOS:
Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos
alunos, dos professores, dos pais e da direção da escola.
RECURSOS MATERIAIS:
Para a realização das atividades serão utilizados os seguintes recursos:
- bolas (basquete, futebol);
- cordas;
- elásticos;
- ping-pong;
- totó;
- jogos de damas;
122
- jogos de raciocínio lógico;
- CD’s e aparelho de som;
- coletes;
- caixas para organizar os brinquedos;
- Textos, vídeos, slides, informes aos pais.
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO:
No decorrer do projeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo,
registrando as observações e caso haja algum conflito. Será observado o nível de interesse dos alunos em
participar do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores
conscientizando e incentivando os alunos. A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o
grupo para verificarmos se as atividades desenvolvidas durante o recreio estão atingindo os objetivos
propostos.
Monitor do projeto orientando colega
No momento, o projeto encontra-se sob a coordenação da Equipe de Apoio às Normas de Convivência.
PROJETO CIDADÃO DO FUTURO / PROERD
JUSTIFICATIVA:
123
A Escola Classe 10 é uma entidade que atende alunos do 1º ao 5º ano. O principal objetivo da
instituição é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que
educar envolve o confronto de ideias e a resolução de problemas para que o aluno se sinta capaz de
desenvolver suas habilidades.
A nossa grande preocupação é a formação de cidadãos éticos, competentes, solidários, críticos,
criativos e preparados para vencerem os desafios enfrentados no cotidiano. Sabe-se que os desafios que se
apresentam aos alunos da faixa etária que atendemos são diversos, desde o enfrentamento do Bullying até
resistência às drogas.
A resistência às drogas é uma das questões e desafios que os alunos vem enfrentado ao longo da
infância e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos
nossos alunos formando-os para que se sintam fortes e preparados, com conhecimento necessário para
saberem decidir sobre qual rumo tomar.
Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem
com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a
formação cidadã do nosso alunado. Assim, o Projeto Preparando o Cidadão do Futuro, além de prever ações
diretas com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informação
dos pais e responsáveis.
O PROERD vem de encontro a esse nosso objetivo que é o de contribuir para a prevenção do uso
indevido de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal
de formar cidadãos competentes e preparados para viver em sociedade.
O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e
Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos
preventivos relativos às drogas. Essa conformidade com o documento Política de Promoção da Cidadania e
Cultura da Paz aparece também no trato com o tema Bullying, dando existência à orientação de prevenir e
informar.
“A educação é a arma da paz”.-Montessori,2002.
OBJETIVOS:
GERAL:
• Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do caráter.
ESPECÍFICOS:
• Desenvolver ações previstas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme manual
encaminhado aos gestores;
124
• Promover aquisição de competências e habilidades requeridas para solução de problemas
impostos pela sociedade hodierna;
• Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de
convivência;
• Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas;
• Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e resistir
às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor.
PÚBLICO ALVO:
O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto
pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores;
METODOLOGIA/ Plano de Trabalho
• Aplicação de atividades desenvolvidas no âmbito sala de aula;
• Palestras aos pais;
• Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional;
• Curso PROERD – Polícia Militar DF;
• Projeção de filmes, campanhas anti-drogas;
• Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no currículo.
APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO:
Recursos Materiais:
Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de vídeo;
Recursos Humanos:
Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de orientação
educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral.
AVALIAÇÃO:
125
A avaliação será feita através de observação na mudança de comportamento dos alunos, sondagem
junto às famílias em reuniões e encontros de pais, também através da participação e interesse dos alunos nas
diversas atividades constantes no projeto.
A última aula do PROERD – Formatura
SEMANA DA CRIANÇA
JUSTIFICATIVA:
A Semana da Criança insere-se no Projeto Político Pedagógico da escola no sentido de concretizar o
direito ao lazer infantil, previsto na Declaração dos Direitos da Criança, onde prevê-se, ainda, o esforço que a
sociedade e autoridades públicas fará a fim de que a criança exercite esse direito.
OBJETIVOS:
Evidenciar os direitos da criança, em especial o direito ao lazer infantil;
Estimular a autoestima;
Propiciar oportunidade de confraternização baseada na urbanidade e respeito.
DESENVOLVIMENTO:
126
Plenamente financiado pelos lucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de
outubro, sempre próximo ao dia 12. A semana é constituída de atividades lúdicas como passeios, lanches
especiais, culminando com uma recreação com brinquedos infláveis e camas elásticas.
Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da
semana são pensadas para atender as diversas faixas etárias bem como as diferentes necessidades.
MOSTRA CULTURAL
JUSTIFICATIVA:
A Mostra Cultural da Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades de expressão da
criatividade; onde é possível congregar o pensamento lúdico com práticas interdisciplinares.
A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são
realidades observadas por ocasião da realização da Mostra.
É um evento sem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o
envolvimento do aluno em atividades de cunho artístico com foco no estabelecimento de relações entre as
áreas de conhecimento do currículo e desenvolve a confiança em suas capacidades pessoais.
OBJETIVO:
127
Socializar com a comunidade escolar saberes, práticas e experiências construídos ao longo do ano.
Ocorre geralmente nos últimos meses do ano com a presença de toda comunidade escolar.
DESENVOLVIMENTO:
O desafio da Mostra Cultural é transpor os conteúdos mais significativos de cada turma ou ano para
uma linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade presente consiga
perceber uma pequena parcela dos aspectos trabalhados ao longo do ano letivo.
A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os
conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a
serem assistidos, músicas a serem ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo
é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada
capaz de exteriorizar o que foi aprendido.
128
PROJETO DE TRANSIÇÃO: PLANEJAMENTO 2017
Escola sequencial: CEF 03
BREVE HISTÓRICO
A Escola Classe 10 trabalha com o Projeto Remanejamento Natural há cerca de 8 anos. Em 2012,
ocorreu o primeiro contato entre as coordenações pedagógicas e Serviço de Orientação Educacional de ambas
as escolas onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores
de ambas as instituições. No ano anterior o Projeto Remanejamento Natural não se concretizou. Em 2017 o
Projeto passa a ser denominado Transição Escolar.
JUSTIFICATIVA
O projeto nasceu do desejo de tornar menos impactante o momento de transição do aluno do 5 ° para
o 6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus
pontos comuns, irmanados no lema “igualdade na diversidade”.
O Projeto Remanejamento Natural encontra seu ponto de apoio no Projeto Político Pedagógico
Professor Carlos Mota, que, ao discorrer sobre o Ensino Fundamental defende a importância de orientar as
ações pedagógicas a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em
transição dos anos iniciais para os finais, aproximando as instituições de ensino.
Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural sempre encontrou-se sob a
responsabilidade do Serviço de Orientação Educacional com o apoio da Coordenação Pedagógica. Por
orientação da Regional de Ensino, em 2017 a responsabilidade passa às Equipes especializadas.
OBJETIVOS
129
• Promover ações que oportunizem adaptação dos alunos em transição do 5° para o 6° ano
visando garantir avanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais
e no desenvolvimento pessoal;
• Estreitar o vínculo entre a Escola Classe 10 e o Centro de ensino Fundamental 03 de
Taguatinga.
AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS
1. Visita ao cef 3 para realizar o contato inicial e o ajuste de ações
2. Aplicação da Escala de Habilidades de Estudo e repasse de parecer para cada estudante
3. OFICINA SEMINÁRIOS DE HÁBITOS DE ESTUDOS: Desenvolvidas pelos professores regentes da
EC10, a partir de pesquisa guiada por webquest e seguida de apresentação de seminários, visando
preparar o aluno do 5°ano para a rotina de estudos do 6°ano;
4. REDAÇÃO SOBRE HISTÓRIAS DE VIDA: As professoras regentes dos 5o anos mediariam a
produção textual de um memorial ou redação sobre a trajetória escolar dos estudantes e suas
expectativas de futuro.
5. AJUSTE DE EXPECTATIVAS : Promover um encontro de professores do CEF 03 e da EC10 em um
dia de coordenação coletiva para trabalhar a temática da passagem e fazer ajustes de expectativas de
aprendizagem. Os professores do 5° ano descrevem como os alunos deixarão o segmento e
professores do 6° ano descrevem o que esperam dos estudantes;
6. RODAS DE CONVERSA: promover rodas de conversa entre os alunos do 5˚ e 6˚ anos, bem como
alguns professores do CEF 03, utilizando técnicas de entrevista, supervisionados pela coordenação
pedagógica e docentes, para que os alunos tirem dúvidas e saibam como é a experiência de
adaptação a um CEF;
7. VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a
possibilidade da vivência de uma aula com o professor de área específica, possibilitar a ex-alunos falar
das principais diferenças entre uma EC e um CEF;
8. VISITA AO CEF 03: Visita realizada no mesmo dia da visita. Visa apresentar a instituição de ensino
sequencial aos alunos em ambientando-os e diminuindo a expectativa em relação à transição.
9. ATIVIDADES NA SALA DE RECURSOS COM ENEEs E SEUS RESPONSÁVEIS:
10. RODA DE CONVERSA COM OS RESPONSÁVEIS por ESTUDANTES DO 5º ANO: Realizar roda de
conversa com os responsáveis pelos estudantes, visando abordar a mudança no acompanhamento
escolar e tirar dúvidas sobre a transição para o 6º ano.
11. REUNIÃO COM A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL DO CEF 03
APÓS ESTRATÉGIA DE MATRÍCULA: Realizar reunião entre a EEAA da EC10 e a coordenação
130
pedagógica e OE do CEF 03 para repassar casos de ENEEs e outros estudantes que demandem
atendimento especial.
PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS
Serviço de Orientação Educacional EC10
EEAA EC 10
AEE/ SR EC10
Coordenação pedagógica EC 10
Supervisão pedagógica EC 10
PARCEIRAS
Serviço de Orientação Educacional CEF 03
Coordenação Pedagógica CEF 03
PROJETO HORTA ESCOLAR
PÚBLICO-ALVO:
Alunos da Escola Classe 10 de Taguatinga
JUSTIFICATIVA:
Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel
de desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço
externo e interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho
consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de
responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados,
significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, o cultivo de hortas escolares pode ser um
valioso instrumento educativo. O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras
formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica, a prática
diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas é um exercício de paciência e
perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em verduras e
legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado
pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e
promover vivências que resgatam valores. Os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a
131
sobrevivência, os valores da paciência, da perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da
renovação.
OBJETIVO:
O Projeto Horta Escolar foi concebido com a finalidade de intervir na cultura alimentar e nutricional dos
alunos, com base no entendimento de que é possível promover a educação integral de crianças e jovens de
escolas e comunidades do seu entorno, por meio das hortas escolares incorporando a alimentação nutritiva,
saudável e ambientalmente sustentável como eixo gerador da prática pedagógica.
Por meio desse projeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente
natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas
assim como técnicas de proteção da estrutura do solo, levar os alunos a perceberem a horta como um espaço
vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte
de alimentação saudável.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
-Levar aos alunos a vivencia e o contato direto com o meio ambiente natural.
-Oportunizar ao aluno a conquista do seu espaço, preservando o meio ambiente onde vivemos.
-Desenvolver de modo integrado, a consciência da responsabilidade para com o meio ambiente, respeitando o
espaço a sua volta.
-Promover a responsabilidade social pela participação em grupo, incentivando o respeito pelo outro e o diálogo.
-Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambiental através de observações, ações
concretas e praticas a serem realizadas no ambiente escolar.
-Levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma
cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável.
_ Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos;
_ Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo;
_ Degustação do alimento semeado, cultivado e colhido;
_ Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis;
_ Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana;
PROCEDIMENTOS:
Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo
será acompanhado pelo monitor da horta e o monitor da Educação Integral. As aulas serão ministradas pelo
monitor da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas,
serão utilizados para enriquecer o lanche e demais refeições dos alunos.
132
As aulas serão distribuídas de acordo com o cronograma abaixo.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através da observação, relato oral dos alunos, do produto final da horta e o bom
uso da produção.
133
ENCONTRO DE PAIS
( Projeto da Equipe gestora em parceria com as equipes especializadas, SOE e Conselho Escolar
que busca implementar objetivo pedagógico a ser alcançado )
OBJETIVO:
Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família,
dotando a família de conhecimentos teórico-práticos capazes de subsidiar o acompanhamento escolar do
aluno.
JUSTIFICATIVA:
O encontro nasce do desejo de concretizar as propostas presentes nas Diretrizes de Avaliação da
Secretaria de Educação do Distrito Federal:
“Ao compreendermos que a gestão democrática não acontece de forma espontânea, sendo, antes, um
processo de construção coletiva, é preciso oportunizar mecanismos institucionais que não somente viabilizem ,
mas também incentivem práticas participativas efetivas das famílias, a partir da escuta sensível desses
sujetos, tornando-se co-responsáveis pela aprendizagem dos filhos/estudantes.”
Além disso, o Encontro de Pais é uma forma de intervenção no aspecto do pertencimento territorial identificado
na Avaliação Institucional: a Escola Classe 10 de Taguatinga, apesar de não estar situada em área considerado
pela SEEDF como Território com alto índice de vulnerabilidade social (TEVS) atende crianças pertencentes a
estes territórios.
METODOLOGIA:
No decorrer do ano letivo são identificados pelas diferentes equipes escolares, temas de relevância
para a comunidade que podem influir na qualidade pedagógica ou familiar do público atendido. São contatados
profissionais capacitados que durante uma hora “batem um papo” com os pais. Demais funcionários da
instituição são convidados. Os horários são definidos em função da demanda e até o momento tem ocorrido
após o turno da tarde. A escola organiza-se quanto à pontualidade e ao final compartilha-se um lanche.
134
PROJETO QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO
(Projeto da Equipe Gestora para implementação de Objetivo Administrativo definido no Plano de Gestão)
OBJETIVO: Assegurar a melhora da qualidade de vida no ambiente de trabalho
AÇÕES IMPLEMENTADAS
• Melhoria das condições do ambiente de trabalho em cada setor de acordo com a necessidade e
possibilidades financeiras e administrativas;
• Criação de espaços-tempos para integração entre os servidores;
• Promoção de relacionamentos interpessoais;
• Valorização os trabalhos coletivos e individuais desenvolvidos por cada funcionário.
• Criação de Fundo Social com cotização entre os funcionários a fim de bancar os eventos de
confraternização ocorridos ao longo do ano letivo;
• Desenvolvimento do Projeto Amigo Anjo;
• Desenvolvimento do Intervalo Social
• Desenvolvimento da Festa dos Aposentados
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
FUNDO SOCIAL
O Fundo Social foi criado com o objetivo de bancar os custos financeiros dos eventos realizados em função dos
projetos, tendo a equipe gestora ciência da impossibilidade de uso de verbas públicas para tais fins.
135
O dinheiro arrecadado para o fundo vem das contribuições mensais realizadas pelos próprios funcionários e da
venda de objetos nos Bazares, com produtos doados pelos próprios funcionários.
O Fundo Social banca o café e o chá consumidos diariamente pelos funcionários, as homenagens aos colegas
do grupo que passam por momentos especiais como casamento, luto ou formatura, as confraternizações
comemorativas, o Dia dos Servidores, a Festa das Aposentadas, lanches esporádicos nas coordenações
coletivas.
CONFRATERNIZAÇÕES COMEMORATIVAS
São definidas algumas confraternizações coletivas como Acolhida aos Funcionários, Festa dos Servidores,
Coletivas Culturais, Revelação do “Amigo Anjo”.
PROJETO AMIGO ANJO
O projeto surgiu da impossibilidade de poucas pessoas terem um olhar cuidadoso sobre toda equipe de
servidores. Assim, todos os funcionários são convidados a cuidar de um servidor ao longo do ano através de
mensagens de orações, bilhetinhos carinhosos, lembrando datas importantes na vida da pessoa protegida de
forma anônima. Ao final do período estipulado, realiza-se uma festa para revelação dos “anjos”.
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INTERVALO SOCIAL
O intervalo social acontece às sextas feiras, durante o intervalo das crianças.
Os funcionários reúnem-se para um breve momento de interação e confraternização, com música, lanche e boa
conversa. O lanche é de responsabilidade do próprio grupo que organiza em escala.
137
FESTA DOS APOSENTADOS
Surgiu da necessidade de homenagear e reconhecer o funcionário que dedicou toda uma vida de trabalho ao
desenvolvimento da educação no Distrito Federal.
Outros projetos da Escola Classe 10 de Taguatinga encontram-se em avaliação pela Equipe
Pedagógica que questiona a justificativa, a existência, o formato, a necessidade, os ganhos pedagógicos e a
coerência política com os pressupostos da educação. Entre eles, a Comemoração de Páscoa, o Auto de Natal,
as Homenagens aos Pais. Assim que as discussões forem concluídas a equipe gestora compromete-se a
realizar nova publicação deste documento.
138
APÊNDICE
Escola Classe 10 de Taguatinga
Normas de Convivência Escolar
O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do
Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar. Em caso de
divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da Secretaria de Educação do
Distrito Federal e outros órgãos.
DA ENTRADA
• As aulas acontecem nos horários:
Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h
• A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja:
Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m
• Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem embora
sozinhos, serão liberados pela portaria.
• Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos,
aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes.
• Solicitamos aos responsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da aula.
Atrasos longos são comunicados aos conselheiros tutelares para que busquem a criança.
• EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a
mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de idade.
Esses deverão estar portando documento de identificação. Saídas antecipadas, embora
autorizadas em casos excepcionais, serão computadas para fins de retenção do aluno por
139
não cumprimento da carga horária mínima de 75%, conforme prevê a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação.
• Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída
antecipada, sempre que for possível. Esse pedido é para o professor organizar melhor o
tempo do aluno e não isenta da presença de um responsável. Alunos não serão liberados
antecipadamente sem a presença de um responsável maior de idade.
• O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para Reforço
Escolar ou outra atividade curricular em turno contrário.
• O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da escola.
• Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno dentro do espaço escolar ou até a
sala de aula. Caso haja relevante necessidade, o responsável deverá procurar a direção da
escola onde o caso será analisado.
• O acesso de pessoas de fora (inclusive pais e responsáveis) fica suspenso no horário de
entrada, saída e intervalos. A medida visa a segurança das crianças.
DA PONTUALIDADE
• O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma tolerância
de 15 minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o aluno será admitido
na escola mediante advertência escrita, que requer a presença do responsável. Esgotados
os recursos da escola, o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar para providências
cabíveis. Os atrasos serão computados para fins de retenção do aluno por não
cumprimento da carga horária mínima de 75% prevista na LDB.
DA FREQUÊNCIA
O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência. Tal
regra vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do aluno é
registrada diariamente e computada para fins de aprovação.
A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante apresentação de:
 Atestado Médico (em nome da criança);
 Atestado de acompanhamento ( em nome da criança) por
motivo de doença do pai, mãe, filho, irmão;
 Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou direta
( oito dias contada a data do óbito);
 Convocação oficial do poder público;
 Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975);
De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os responsáveis
têm um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa.
Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação
aplicados durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar.
Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com
procedimentos definidos no PPP da instituição.
O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao longo
do ano letivo aos estudantes com frequência insuficiente;
Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento diferenciado a
estudantes que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos religiosos;
Faltas não justificadas de alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA FAMÍLIA,
RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme exigência legal.
Casos relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho Tutelar para providências
cabíveis.
140
A escola entrará em contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas
indicarem um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será registrado
para que a escola esteja resguardada no cumprimento de seus deveres.
Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer à
escola no turno contrário
quando o horário for compactado por motivo de força maior.
A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato de
dispensa da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento comprobatório. No
caso, atestado médico. A dispensa da prática da Educação Física não exime o estudante de
cumprir a parte teórica do componente curricular.
DO TRANSPORTE ESCOLAR
A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar.
A escola não indica e não avalia o serviço de Transporte Escolar.
O responsável deverá fiscalizar o serviço contratado.
O Transporte Escolar deverá aguardar no portão de entrada a liberação dos alunos.
DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA
Escola e família precisam caminhar juntos.
Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e família
devem desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano saudável. É
fundamental que os pais participem ativamente das reuniões e eventos e fiquem atentos aos
comunicados da escola. Dentre os papéis da família destacam-se:
• Manter cadastro atualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones.
• Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados aos
pais por meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o material
do mesmo. Em caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário contrário.
Das Reuniões de Pais e Mestres
• A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente
divulgadas com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são obrigados a
comunicar aos responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os pais são obrigados a
realizar os acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de Pais obrigatória para
escola e família.
• Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme
disponibilidade do professor para uma segunda chamada. O não comparecimento do
responsável será registrado e considerado esgotamento das possibilidades escolares, com
encaminhamento ao Conselho Tutelar e/ou Ministério Público.
• O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de comparecer
às reuniões convocadas pela escola.
• A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei, para apresentação no
trabalho do responsável.
• As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer em até
quinze dias após o término dos bimestres.
• Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações
• A avaliação é competência do professor.
Do Atendimento aos Pais
• O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência ou na entrada e
saída dos turnos. Entende-se por horário de regência o período em que o professor
encontra-se em sala de aula com seus alunos.
141
• O atendimento aos pais se fará no período contrário ao da regência.
Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na escola.
Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do espaço
escolar (segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode encontrar-se em curso
oferecido pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o professor encontra-se em reunião
coletiva na escola com a equipe docente, pedagógica e administrativa. Daí a necessidade
de agendamento dos responsável junto ao professor. Utilize a agenda.
Casos de urgência podem ser resolvidos junto à equipe gestora, mediante pedido.
Dos Problemas de Saúde
• A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo com apresentação de
receita médica. Em caso de necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e
solicitar ele mesmo fazer a administração do medicamento nos horários adequados.
• Criança doente não vai à escola, vai ao médico.
• Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão encaminhadas,
mediante a presença do responsável, de volta ao lar.
• Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de cinco
dias para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá estar em
nome do aluno.
DAS AVALIAÇÕES
O aluno tem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa, abrangente,
diagnóstica e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias para essa
avaliação. Para isso, o professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de intervenção e
de recuperação; todos eles coerentes com o projeto político pedagógico da escola e propostas
pedagógicas emanadas da Secretaria de Educação.
Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento
contínuo das atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços obtidos
pelo estudante e favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades enfrentadas
no processo de ensino / aprendizagem, bem como a busa de soluções.” (Art.182 –Regimento
Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal / 2015).
Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os responsáveis
e para os alunos.
As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da Secretaria de
Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar.
DO UNIFORME
• O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou preta,
saia ou bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis para uso diário.
Para a prática de Educação Física o tênis é obrigatório.
• Não serão permitidos shorts ou saias curtas.
• Não é permitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do estabelecimento de
ensino.
• O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares normalmente e
seu responsável será convocado imediatamente para assinar advertência escrita.
ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO
Os estudos de recuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem
e tem com princípio o respeito à diversidade de características, de necessidades e de ritmos de
aprendizagens de cada estudante.
142
A recuperação de estudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor, com
apoio da família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que surgirem
dificuldades no processo.
A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino e de
aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento do
estudante.
O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode ou não
utilizar.
O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no turno
contrário e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no ambiente escolar
sem supervisão. O responsável deverá trazer e buscar a criança no horário indicado pelo professor,
caso não tenha autorização para ir e vir desacompanhado.
AVANÇOS DE ESTUDOS
Avanços de estudos (para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são permitidos
pelo Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em documento
próprio. EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental. A avaliação para possível
avanço é de responsabilidade da equipe pedagógica da instituição considerando amplos critérios.
Antes de considerar um avanço de estudos é necessário verificar a existência de vaga para o ano
pretendido na própria escola.
TESTE DE CLASSIFICAÇÃO
O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família ou
responsável legal, acompanhado da justificativa, no inicio do período letivo, devendo o
interessado indicar no requerimento em qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se
observar a correlação idade/série, quando for o caso. A equipe gestora indica, então, professores
habilitados para elaborar o teste, que deve acontecer em até cinco dias após a solicitação.
MATERIAL ESCOLAR
• É responsabilidade dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno;
• O aluno deverá portar seu material todos os dias;
• O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos
pessoais;
• O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo professor
ficará em poder da direção e serão entregues ao responsável e somente ao responsável.
• A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos.
• O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola. Skates,
patins e bicicletas são proibidos nas dependências da escola.
• Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção ou na
recepção da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS.
LANCHE ESCOLAR
A escola conta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. O cardápio é elaborado por
nutricionistas capacitados da Secretaria de Saúde/ Secretaria de Educação e a cantina escolar,
bem como o armazenamento dos alimentos, é amplamente fiscalizada pelos órgão competentes.
Os funcionários que preparam o alimento são capacitados e apresentam atestados de saúde
periódicos, conforme exigência.
É responsabilidade da família comunicar à escola, preferencialmente ao professor, casos de
intolerância a algum alimento (lactose, glúten ou outros). O responsável deverá apresentar laudo
143
médico atestando a intolerância. Nesse caso, será providenciado lanche alternativo quando a
criança não puder consumir o lanche servido.
A Lanchonete que existe no espaço escolar não pertence a escola e existe por acordo extra
judicial com a Secretaria de educação.
DA EDUCAÇÃO INTEGRAL
A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis.
Os alunos são selecionados baseados em critérios definidos em documento próprio que considera
o índice de vulnerabilidade social das crianças candidatas.
Descumprimento ao regimento escolar e às normas específicas da Educação Integral poderá
acarretar a perda da vaga.
Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual alguns
alunos podem não ser contemplados.
DA SECRETARIA
A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos.
Funciona no horário de 7h30 às 17h.
Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à secretaria e
sim ao professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas cópias.
A secretaria escolar não fará xerox de relatórios e outros documentos.
É dever do responsável entregar toda documentação solicitada pela secretaria.
Documentação incompleta inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante.
Em caso de pedido de transferência, a secretaria emitirá o documento DEPROV
( DECLARAÇÃO PROVISÓRIA), com validade de 30 dias.
Transferências para outras escolas do Distrito Federal exigem que o pai apresente a Reserva de
Vaga na escola pretendida.
DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO
É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente.
Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade,
assiduidade, uso do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na
escola.
O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao patrimônio da
instituição educacional.
É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana,
considerando a diversidade, sem quaisquer distinções.
É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas.
É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola.
É vedado ao aluno:
I - Portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade
física ou de outrem;
II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade comercial,
político partidária ou religiosa.
III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e
aprendizagem;
IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o objetivo
de desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular.
V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar;
VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola.
A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros dispositivos
eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos alunos nas salas de
aulas das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos aparelhos são permitidos nos
intervalos e recreios .A escola não se responsabiliza por perdas dos citados aparelhos.
Das Medidas
A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência pode
acarretar as seguintes medidas:
• Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor)
144
• Advertência Escrita (a ser aplicada pela Direção)
• Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade escolar,
de no máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção);
• Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de outros (a
ser aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e presença do
Conselho Tutelar).
Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não, dependendo
da gravidade de cada caso.
A aplicação das medidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção pedagógica,
com a finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis legais. É necessário que
se observe os princípios de direitos humanos e diversidade na aplicação das medidas
citadas.
As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de
acompanhamentos que promovam a convivência escolar.
Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela família) e
na ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar.
Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade
avaliativa que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente cumprimento
do dia letivo.
A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não observarem as
normas contidas no regimento, que apresentarem inassiduidade ou baixo rendimento
escolar para juntos adotarem medidas adequadas e promotoras do desenvolvimento
escolar da criança.
Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático visando
o cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá ser assinado
pelos responsáveis;
A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à criança
e está pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos estudantes.
Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável.
Destacamos que casos de agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que firam a
lei, apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de punição na
forma da lei e podem não ficar restritos ao ambiente escolar.
A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a comunicar ao
Conselho Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança . Reiteramos que a escola não
necessita de comprovação do abuso para acionar os órgãos de proteção à criança.
CAIXA ESCOLAR
O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da escola
com o objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As contribuições
arrecadadas são aplicadas na conservação do espaço físico, na complementação do lanche e
das atividades da Educação Integral. A equipe gestora faz prestação de contas periódicas das
verbas.
PROJETOS ESCOLARES
Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores, Sarau
Literário, Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Mostra Cultural, Auto de Natal, etc. Todos
os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando devidamente vinculados ao Projeto Político
Pedagógico da instituição e ao Currículo da Secretaria de Educação.
Os projetos desenvolvidos pela escola são compreendidos como “efetivo trabalho escolar”,
definido como conjunto de atividades pedagógicas, realizadas dentro ou fora da unidade escolar,
com a presença do professor, sua respectiva turma e controle de frequência.”.
O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na
recepção da escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no
endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação no
endereço:
http://sumtec.se.df.gov.br/sistemas/ppp/wp-content/uploads/2014/10/EC-10.pdf
145
A direção da escola coloca-se à disposição da comunidade para ouvir e prestar
informações acerca do funcionamento cotidiano escolar.
O presente documento encontra-se em conformidade com o ECA, com o REGIMENTO ESCOLAR DAS REDE PÚBLICA
DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL /2015, com o documento da SEEDF – MANUAL AOS GESTORES, com a lei
4131/DF, de 02 de maio de 2008.
Aprovado em Reunião do Conselho Escolar, realizado em 2017.
PLANO DE GESTÃO
TRIÊNIO 2017-2019
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
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COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO: Taguatinga.
UNIDADE ESCOLAR: Escola Classe 10 de Taguatinga.
NÍVEIS – MODALIDADE DE ENSINO: Ensino Fundamental – séries iniciais; Educação Integral.
LOCALIZAÇÃO: QSD 18, Área Especial 23, Taguatinga-DF
IDENTIFICAÇÃO DA CHAPA
Diretor: Berenice Aparecida Sousa Cardoso
Matrícula:
Cargo: Professora
Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós
graduação em inclusão
Vice-Diretor: Sandra Regina dos Santos Alencar
Matrícula:
Cargo: Professora
Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós-
graduação em psicopedagogia.
APRESENTAÇÃO DA CHAPA
A candidata à direção da escola tem 30 anos de Secretaria de Educação, tendo
ocupado o cargo de coordenadora pedagógica, de vice-diretora e diretora nesta mesma
instituição. A mesma foi uma das responsáveis pela idealização e implementação dos atuais
projetos pedagógicos desenvolvidos na unidade escolar, tais como: Cozinha Educativa, Sarau
Literário, Roda de Leitores.
A candidata a vice direção atua há 28 anos na SEEDF, tendo ocupado o cargo de vice
diretora e de coordenadora pedagógica nesta mesma instituição.
O desejo de concorrer ao cargo se justifica pela constante busca da qualidade
educacional. Sabemos que o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido,
de modo que nosso foco se volta para a permanência e sucesso do educando em suas
aprendizagens.
O objetivo dessa chapa é gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão
democrática, fortalecendo o Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções.
A participação da comunidade escolar se dará ainda através do Conselho de Classe, da
Assembleia Geral Escolar, das reuniões bimestrais, dos eventos pedagógicos e das avaliações
institucionais previstas no calendário escolar.
O presente plano de trabalho se funda no conhecimento que a chapa candidata tem da
comunidade escolar: sua realidade, necessidades e potencialidades.
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OBJETIVO PEDAGÓGICO
Oportunizar a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover o avanço das
aprendizagens dos alunos distorção
idade-série.
Atender com especial
cuidado os alunos em
distorção idade-série
através do Projeto
Interventivo;
Reduzir a retenção escolar
oferecendo um ensino de
qualidade que permita ao
aluno a progressão
continuada.
Fortalecer o atendimento
aos estudantes em
defasagem de
aprendizagem através da
Educação Integral.
Por meio do acompanhamento do
Projeto Interventivo, dos relatórios
individuais , nos conselhos de
classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir a índices mínimos de até
80% a retenção escolar.
Utilizar estratégias
previstas legalmente como
Projeto Interventivo,
Reagrupamentos, Reforço
Escolar, Recuperação
Contínua,
encaminhamentos a SEAA
de alunos considerados em
risco.
Identificar com
antecedência as crianças
em risco.
Viabilizar atendimento na
Educação Integral
Por meio do acompanhamento do
Projeto Interventivo, dos relatórios
individuais, nos conselhos de classe.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover encontros com foco no
relacionamento familiar
• Promover
encontros entre as
famílias, a escola e
terapeutas,
psicólogos,
assistentes sociais e
outros especialistas
abordando temas de
interesse .
Será avaliada a partir da participação
dos envolvidos.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
148
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Assegurar o atendimento da Educação Integral de acordo as politicas públicas vigentes
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Garantir o atendimento de 100
alunos matriculados.
Propor parceria com a
comunidade escolar a fim
de suprir as carências
deixadas pelas políticas
públicas vigentes.
Garantir a organização do
trabalho pedagógico.
A avaliação será feita por meio de
relato do coordenador, professor
regente educadores sociais, análise
da frequência, avaliação dos pais e
desempenho dos alunos.
Avaliação dos compromissos
assumidos pela comunidade escolar
em parceria com a escola.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Adequar o PPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao currículo.
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico
da escola.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Congregar 100% dos pais eou
responsáveis nas reuniões
bimestrais, assembleias gerais,
culminâncias de projetos e eventos
pedagógicos abertos à comunidade.
Conscientizar a
comunidade escolar acerca
da importância da presença
na escola;
Realizar convocação por
múltiplos meios.
Adequar os horários das
reuniões e assembleias às
possibilidades dos pais.
Receber a comunidade com
educação, respeito e
dignidade no dia a dia e nos
projetos e eventos.
Será realizada por meio de
formulário próprio e posterior
tabulação para amostragem dos
resultados.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
149
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Avaliar a Proposta Política
Pedagógica da instituição de forma
permanente.
• Promover o estudo do
PPP;
• Reuniões periódicas para
avaliação do PPP.
• Tabular e divulgar as
avaliações institucionais
com todos os segmentos.
Acompanhar a aplicabilidade
do PPP.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
TRIÊNIO 2017-2019, sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de atualização da
proposta
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS
Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais
do Ensino Fundamental.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Manter a coordenação pedagógica
da instituição como espaço de
planejamento e de formação
continuada.
Realizar estudos de
interesse do corpo docente
que possam refletir
positivamente no
planejamento do professor;
Estimular a participação do
docente em reuniões,
oficinas e cursos de
formação.
Manter a Organização
Curricular Bimestral como
um encontro entre os
regentes de ambos os
turnos;
Estabelecimento de metas
de aprendizagens
bimestrais;
Acompanhamento das
estratégias in loco
Através da observação da prática do
professor, dos resultados obtidos
com os alunos.
Por meio do relato e prática do
professor regente
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
150
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS
Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Elevar o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Desenvolver estratégias didáticas
que possibilitem as aprendizagens
matemáticas dos estudantes
• Formação de
professores em
didática da
matemática;
• Elencar as
necessidades da
escola;
• Acompanhar as
aprendizagens in
loco
Através dos resultados obtidos pelos
estudantes, mensurados em
avaliações institucionais e externas;
Através dos relatos dos professores;
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Reduzir a retenção por
infrequência.
Acompanhar a frequência por
turma;
Reunir preventivamente os pais
dos alunos infrequentes;
Acionar o Conselho Tutelar e
sempre que se fizer necessário
para o acompanhamento da
infrequência recorrente.
Será realizada no
acompanhamento diário do
professor, nas coordenações
coletivas semanais e
bimestralmente nos conselhos
de classe por meio do relato
do professor e
acompanhamento do diário
professor.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
151
facilitador e enriquecedor da aprendizagem.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Implementar o atendimento do
laboratório de informática
Captar recursos
humanos;
Implantar o Projeto
para o Laboratório de
Informática definindo
na Proposta Pedagógica
da instituição.
Buscar novas máquinas;
Através do funcionamento efetivo do
laboratório;
PERÍODO DE EXECUÇÃO
2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Alfabetizar 100% dos alunos nas
turmas de primeiros anos da
instituição educacional.
Propiciar estudos
referentes a
alfabetização para os
docentes;
Fortalecer a parceria
com o CRAI
Estimular a participação
dos docentes nos cursos
de formação oferecidos
pela rede.
Realizada através da aplicação de testes
diagnósticos específicos e dos relatórios
de acompanhamento.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
152
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Elevar o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Desenvolver estratégias didáticas
que possibilitem as aprendizagens
matemáticas dos estudantes
• Formação de
professores em
didática da
matemática;
• Elencar as
necessidades da
escola;
• Acompanhar as
aprendizagens in
loco
Através dos resultados obtidos pelos
estudantes, mensurados em avaliações
institucionais e externas;
Através dos relatos dos professores;
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover encontros com foco no
relacionamento familiar
• Promover
encontros entre as
famílias, a escola e
terapeutas,
psicólogos,
assistentes sociais e
outros especialistas
abordando temas de
interesse .
Será avaliada a partir da participação
dos envolvidos.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
153
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Propiciar um ambiente educacional adequado à convivência pedagógica.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Promover melhorias das condições
físicas, administrativas e da escola.
Adquirir recursos humanos
Implementação de sistema
de segurança escolar
(câmeras)de acordo com as
verbas públicas enviadas.
Ampliar cobertura do
acesso dos blocos a quadra
de esporte, conforme verba
recebida e aprovação da
engenharia da SEEDF.
Garantir o funcionamento
da escola com a
manutenção periódica das
dependências e
equipamentos elétricos
eletrônicos .
Solicitar por meio de
memorando junto a
Diretoria Regional de
ensino os recursos humanos
que possam atender as
demandas da escola.
Solicitar a terceirização da
portaria da escola.
Promover a reforma da
recepção e do Espaço de
Recreação do Bloco C
Acompanhamento e supervisão com a
participação da comunidade escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
154
OBJETIVO ADMINISTRATIVO
Promover um ambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Eliminar em 100% os conflitos do
ambiente de trabalho.
Exemplificar com ações
cotidianas o
comportamento desejável.
Promover projetos de
socialização (tais como
Amigo Anjo,
confraternizações, Festa
das Aposentadas)
Exercer uma escuta
sensível ;
Através da observação da melhoria
das relações cotidianas.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
OBJETIVO FINANCEIRO
Aperfeiçoar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da
comunidade escolar.
META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO
Utilizar os recursos de acordo com
as necessidades pedagógicas e
administrativas, conforme
legislação vigente.
Discutir e identificar com a
comunidade escolar as
prioridades em todos os
âmbitos de funcionamento
da instituição.
Deliberar e acompanhar a
utilização dos recursos
financeiros conjuntamente
com o Conselho Escolar e
assembleia geral escolar.
Dar-se à por meio do
acompanhamento da comunidade
escolar.
PERÍODO DE EXECUÇÃO
Triênio 2017-2019
155
ANEXOS
ASSEMBLÉIA ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da
Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 21. A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta
da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por
acompanhar o desenvolvimento das ações da escola.
Art. 22. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada seis
meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar indicar a
necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação:
I – de integrantes da comunidade escolar, na proporção de dez por cento da
composição de cada segmento;
II – do Conselho Escolar;
III – do diretor da unidade escolar.
§ 1º O edital de convocação da Assembleia Geral Escolar será elaborado e
divulgado amplamente pelo Conselho Escolar, com antecedência mínima de três dias
úteis no caso das reuniões extraordinárias e de quinze dias no caso das ordinárias.
§ 2º As normas gerais de funcionamento da Assembleia Geral Escolar,
inclusive o quórum de abertura dos trabalhos e o de deliberação, serão estabelecidas
pela SEDF.
§ 3º Na ausência de Conselho Escolar constituído, as competências previstas
no § 1º recairão sobre a direção da unidade escolar.
Art. 23. Compete à Assembleia Geral Escolar:
I – conhecer do balanço financeiro e do relatório findo e deliberar sobre eles;
II – avaliar semestralmente os resultados alcançados pela unidade escolar;
III – discutir e aprovar, motivadamente, a proposta de exoneração de diretor
ou vice-diretor das unidades escolares, obedecidas as competências e a legislação
vigente;
156
IV – apreciar o regimento interno da unidade escolar e deliberar sobre ele,
em assembleia especificamente convocada para este fim, conforme legislação
vigente;
V – aprovar ou reprovar a prestação de contas dos recursos repassados à
unidade escolar, previamente ao encaminhamento devido aos órgãos de controle;
VI – resolver, em grau de recurso, as decisões das demais instâncias
deliberativas da unidade escolar;
VII – convocar o presidente do Conselho Escolar e a equipe gestora, quando
se fizer necessário;
VIII – decidir sobre outras questões a ela remetidas.
Parágrafo único. As decisões e os resultados da Assembleia Geral Escolar
serão registrados em ata e os encaminhamentos decorrentes serão efetivados pelo
Conselho Escolar, salvo disposição em contrário.
157
CONSELHO DE CLASSE
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da
Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 35. O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da gestão
democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino
e de aprendizagem, havendo tantos conselhos de classe quantas forem as turmas
existentes na escola.
§ 1º O Conselho de Classe será composto por:
I – todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na
condição de conselheiros natos;
II – representante dos especialistas em educação;
III – representante da carreira Assistência à Educação;
IV – representante dos pais ou responsáveis;
V – representante dos alunos a partir do 6º ano ou primeiro segmento da
educação de jovens e adultos, escolhidos por seus pares, garantida a
representatividade dos alunos de cada uma das turmas;
VI – representantes dos serviços de apoio especializado, em caso de turmas
inclusivas.
§ 2º O Conselho de Classe se reunirá, ordinariamente, uma vez a cada
bimestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por solicitação do diretor da
unidade escolar ou de um terço dos membros desse colegiado.
§ 3º Cada unidade escolar elaborará as normas de funcionamento do
Conselho de Classe em conformidade com as diretrizes da SEDF.
158
CONSELHO ESCOLAR
Em consonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da
Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal:
Art. 24. Em cada instituição pública de ensino do Distrito Federal, funcionará
um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora,
deliberativa e representativa da comunidade escolar, regulamentado pela SEDF.
Parágrafo único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e,
no máximo, vinte e um conselheiros, conforme a quantidade de estudantes da
unidade escolar, de acordo com o Anexo Único desta Lei.
Art. 25. Compete ao Conselho Escolar, além de outras atribuições a serem
definidas pelo Conselho de Educação do Distrito Federal:
I – elaborar seu regimento interno;
II – analisar, modificar e aprovar o plano administrativo anual elaborado pela
direção da unidade escolar sobre a programação e a aplicação dos recursos
necessários à manutenção e à conservação da escola;
III – garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da
comunidade escolar na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade
escolar;
IV – divulgar, periódica e sistematicamente, informações referentes ao uso
dos recursos financeiros, à qualidade dos serviços prestados e aos resultados
obtidos;
V – atuar como instância recursal das decisões do Conselho de Classe, nos
recursos interpostos por estudantes, pais ou representantes legalmente constituídos
e por profissionais da educação;
VI – estabelecer normas de funcionamento da Assembleia Geral e 158inquen-la
nos termos desta Lei;
VII – estruturar o calendário escolar, no que competir à unidade escolar,
observada a legislação vigente;
VIII – fiscalizar a gestão da unidade escolar;
IX – promover, anualmente, a avaliação da unidade escolar nos aspectos
técnicos, administrativos e pedagógicos;
X – analisar e avaliar projetos elaborados ou em execução por quaisquer dos
segmentos que compõem a comunidade escolar;
XI – intermediar conflitos de natureza administrativa ou pedagógica,
esgotadas as possibilidades de solução pela equipe escolar;
XII – propor mecanismos para a efetiva inclusão, no ensino regular, de
alunos com deficiência;
XIII – debater indicadores escolares de rendimento, evasão e repetência e
propor estratégias que assegurem aprendizagem significativa para todos.
159
§ 1º Em relação aos aspectos pedagógicos, serão observados os princípios e
as disposições constitucionais, os pareceres e as resoluções dos órgãos normativos
federal e distrital e a legislação do Sistema de Ensino do Distrito Federal.
§ 2º Quando se tratar de deliberação que exija responsabilidade civil ou
criminal, os estudantes no exercício da função de conselheiro escolar serão
representados, no caso dos menores de dezesseis anos, ou assistidos, em se
tratando de menores de dezoito anos e maiores de dezesseis anos, por seus pais ou
responsáveis, devendo comparecer às reuniões tanto os representados ou assistidos
como os representantes ou assistentes.
Art. 26. Os membros do Conselho Escolar serão eleitos por todos os
membros da comunidade escolar habilitados conforme o art. 3º, em voto direto,
secreto e facultativo, uninominalmente, observado o disposto nesta Lei.
§ 1º As eleições para representantes dos segmentos da comunidade escolar
para integrar o Conselho Escolar se realizarão ao final do primeiro bimestre letivo,
sendo organizadas e coordenadas pelas comissões central e local referidas no art.
48.
§ 2º Poderão se candidatar à função de conselheiro escolar os membros da
comunidade escolar relacionados no art. 3º, I a VII.
Art. 27. O Diretor da unidade escolar integrará o Conselho Escolar como
membro nato.
Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos no Conselho Escolar, o
diretor será substituído pelo vice-diretor ou, não sendo isto possível, por outro
membro da equipe gestora.
Art. 28. O mandato de conselheiro escolar será de três anos, permitida uma
reeleição consecutiva.
Art. 29. O exercício do mandato de conselheiro escolar será considerado
serviço público relevante e não será remunerado.
Art. 30. O Conselho Escolar elegerá, dentre seus membros, presidente, vice presidente
e secretário, os quais cumprirão tarefas específicas definidas no
regimento interno do colegiado, não podendo a escolha para nenhuma dessas
funções recair sobre membros da equipe gestora da unidade escolar.
Parágrafo único. Compete ao presidente do Conselho Escolar dirigir a
Assembleia Geral Escolar.
Art. 31. O Conselho Escolar se reunirá, ordinariamente, uma vez por mês e,
extraordinariamente,
a qualquer tempo, por convocação:
I – do presidente;
II – do diretor da unidade escolar;
III – da maioria de seus membros.
§ 1º Para instalação das reuniões do Conselho Escolar, será exigida a
presença da maioria de seus membros.
§ 2º As reuniões do Conselho Escolar serão convocadas com antecedência
mínima de quarenta e oito horas.
160
§ 3º As reuniões do Conselho Escolar serão abertas, com direito a voz, mas
não a voto, a todos os que trabalham, estudam ou têm filho matriculado na unidade
escolar, a profissionais que prestam atendimento à escola, a membros da
comunidade local, a movimentos populares organizados, a entidades sindicais e ao
grêmio estudantil.
Art. 32. A vacância da função de conselheiro se dará por renúncia,
aposentadoria, falecimento, desligamento da unidade de ensino, alteração na
composição da equipe gestora ou destituição, sendo a função vacante assumida pelo
candidato com votação imediatamente inferior à daquele eleito com menor votação
no respectivo segmento.
§ 1º O não comparecimento injustificado de qualquer conselheiro a três
reuniões ordinárias consecutivas ou a cinco alternadas implicará vacância da função.
§ 2º Ocorrerá destituição de conselheiro por deliberação da Assembleia Geral
Escolar, em decisão motivada, garantindo-se a ampla defesa e o contraditório.
§ 3º As hipóteses previstas nos §§ 1º e 2º não se aplicam aos conselheiros
natos.
Art. 33. Caso a instituição escolar não conte com estudantes que
preencham a condição de elegibilidade, as respectivas vagas no Conselho serão
destinadas ao segmento dos pais e mães de alunos.
Parágrafo único. A comunidade escolar das unidades que atendem
estudantes com deficiência envidará todos os esforços para assegurar-lhes a
participação, e de seus pais ou responsáveis, como candidatos ao Conselho Escolar.
Art. 34. Os profissionais de educação investidos em cargos de conselheiros
escolares, em conformidade com as normas de remanejamento e distribuição de
carga horária e ressalvados os casos de decisão judicial transitada em julgado ou
após processo administrativo disciplinar na forma da legislação vigente, terão
assegurada a sua permanência na unidade escolar pelo período correspondente ao
exercício do mandato e um ano após seu término.
161
EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:
Educação Física nos Anos Iniciais
APRESENTAÇÃO:
O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental proposto pela Coordenação de Ensino Fundamental - COENF e pela Coordenação de
Educação Física e Desporto Escolar– CEFDESC da Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB
visa à melhoria da qualidade no atendimento das necessidades educacionais dos estudantes da rede
pública de ensino, por meio da reestruturação didático-pedagógica inserindo o professor de
Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental, preferencialmente, em escolas que
possuam um significativo número de estudantes em defasagem idade/série, organizados em turmas
de correção da distorção idade/série escolar.
A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a
disciplina de Educação Física está integrada à proposta pedagógica da escola, sendo um
componente curricular obrigatório da Educação Básica fazendo parte de toda a vida escolar do
estudante. Fato este que demonstra a incontestável importância das vivências motoras na
construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais do Ensino
Fundamental.
Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no
cotidiano escolar, ou mesmo no senso comum sobre a importância do brincar, do jogar, da
ludicidade, enfim, da ampliação e diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência
indispensável para a formação integral e o desenvolvimento sócio-afetivo, psicomotor e cognitivo da
criança.
Conforme Rodrigues (2005) o século XX ficou conhecido como o “século do corpo”, quando
se promoveu uma ruptura com o paradigma exclusivamente biológico, imprimindo uma perspectiva
cultural e multidisciplinar sobre o corpo e a corporeidade. Para o autor, na comunicação humana a
linguagem corporal precede, invariavelmente, e transcende às demais formas de comunicação.
Compreendemos, então, que a Educação Física, ministrada por um professor especialista, é
fundamental nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às
162
crianças mediante propostas pedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos
movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações, ou seja, a construção
do repertório motor fundamental para a conquista da autonomia funcional do indivíduo e
desenvolvimento das demais dimensões.
Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação
Física, os professores participantes ressaltaram a importância de um trabalho integrado entre o
professor de Educação Física e o professor regente1
, contemplando aspectos didáticos gerais e
específicos do planejamento à avaliação, considerando as questões cotidianas de sala de aula e
possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal – jogos e brincadeiras, esporte, lutas, ginásticas,
danças e expressão corporal –, bem como a organização e participação em atividades de caráter
cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre outros, de suma importância
para o desenvolvimento integral do estudante.
No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais,
ainda não contempla de forma plena, a presença do professor de Educação Física na equipe
pedagógica das escolas de séries iniciais do Ensino Fundamental.
O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da Educação Física quando
cita: “Partindo desses pressupostos, em busca da melhoria da qualidade da educação, a SEDF
pretende, a partir de projetos pilotos, incluir a docência de Educação Física na equipe pedagógica
dos anos iniciais”. (p. 59)
O Projeto Educação com Movimento será base para a universalização da Educação Física no
Ensino Fundamental da SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas
com turmas de correção de fluxo, já que, entende-se, é lócus privilegiado para avaliar a importância
das ações propostas.
A Lei de Diretrizes e Bases - LDB (Lei n.º9.394/96) determina em seu artigo 24:
“A educação básica, no nível fundamental e médio, será organizada de
acordo com as seguintes regras comuns: (...).
V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
(...).
b) “possibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso
escolar;”.
1
Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de
Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
163
Como objetivo de atender o direito supracitado, garantido aos estudantes em defasagem de
idade/série, é imprescindível que ocorram mudanças no que diz respeito à prática pedagógica e na
maneira de olhar o estudante como sujeito capaz de construir seu conhecimento.
Nesse sentido, a instituição educacional e, particularmente, os professores, devem
proporcionar uma metodologia pedagógica diferenciada na qual estarão envolvidos todos os agentes
– o professor regente da turma, o professor de Educação Física, o coordenador local, os gestores,
orientadores educacionais e demais integrantes do corpo docente – contemplando o resgate da
autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do estudante, além dos princípios
pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos saberes.
As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham
dois anos ou mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos
completos, ou a completar até 31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de
Alfabetização e são compostas por no mínimo 15 (quinze) e no máximo 20 (vinte) estudantes
conforme previsto na Estratégia de Matrícula de 2013.
Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu
curso escolar com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do
movimento como área de conhecimento, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal
implantará este Projeto Piloto em instituições educacionais que possuam ensino fundamental/anos
iniciais, sendo, pelo menos uma em cada Coordenação Regional de Ensino.
Histórico
A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta
nova. Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município
de Goiânia já implementaram em suas propostas pedagógicas estaduais e municipais,
respectivamente.
Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos
50 e início dos 60, Anísio Teixeira ao pensar o projeto de educação para a Capital da República, que
seria referência nacional, implementou o projeto da Escola-Parque que oferece o componente
curricular Educação Física, entre outros, para estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental,
até os dias atuais.
Essa proposta inovadora com foco no desenvolvimento integral das crianças por meio de
uma abordagem aberta e multidisciplinar envolve o ensino das Artes e a Educação Física em um
164
único espaço físico que até hoje é destaque na rede pública do Distrito Federal atendendo cerca de
dez mil estudantes, em cinco escolas de natureza especial, no Plano Piloto.
Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a
1998 na chamada: Escola Candanga2
. O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF,
1997) implantado em 50 escolas, hoje, com duas escolas remanescentes: A Escola Classe 15 e a
Escola Classe 18 de Taguatinga, as quais se tornaram referência entre as instituições educacionais
do Distrito Federal.
Além da sua continuidade3
, o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na
Escola Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo
histórico de indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em
festivais esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no
ensino reconhecido por toda a comunidade escolar.
Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e
Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa
de uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto
Piloto.
JUSTIFICATIVA
A implantação das aulas de Educação Física ministradas por professor especialista nos anos
iniciais visa democratizar o acesso a essa prática pedagógica, desenvolvida de forma interdisciplinar
e entendida como área de conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões
afetivas, cognitivas e socioculturais dos estudantes.
O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas
concepções de corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência
tem origem na ação e ação é movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é
inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da Educação Física não se restringe ao simples
exercício de certas habilidades e destrezas. Não visa à repetição de gestos estereotipados com
vistas a mecanizá-los, e reproduzi-los. É preciso possibilitar ao sujeito refletir sobre suas
possibilidades corporais para que possa de maneira autônoma, exercê-las.
Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao
cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento,
2
A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em
que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998)
3
De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da última
professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período
acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
165
são esferas da vida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento
implica planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando
em conta a diversidade humana e o contexto histórico-social.
OBJETIVO GERAL
Implementar, de forma gradativa, o Projeto Piloto Educação com Movimento nas turmas de
séries iniciais do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional
de Ensino, nos turnos matutino e vespertino, que tenha, preferencialmente, classes de correção da
distorção idade/série, afim de que, de forma interdisciplinar, promova a formação integral do
estudante ampliando o seu repertório de experiências corporais mediante a intervenção pedagógica
de um professor especializado nesta área, o professor de Educação Física.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos da cultura corporal
presentes na Educação Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica
e a dança mediante a intervenção pedagógica de um professor especialista nesta área do
conhecimento que integrado e inter-relacionado ao trabalho do professor regente, contemple
um melhor atendimento das necessidades pedagógicas do estudante dos anos iniciais do
Ensino Fundamental;
• Fortalecer o vínculo do estudante com a escola visando à melhoria da aprendizagem
daqueles que estão em defasagem idade/série por meio de um atendimento pedagógico
diferenciado utilizando instrumentos específicos da Educação Física, tais como: eventos
esportivos, festivais de dança, de lutas e ginástica que resultem em uma aprendizagem
adequada ao prosseguimento dos estudos ou ao avanço para a série/ano indicada (o) pela
equipe de professores e da direção da instituição educacional no Conselho de Classe da
turma do estudante.
PERFIL DO PROFESSOR
Para a participação neste projeto, o professor deverá:
- Ser, prioritariamente, professor efetivo da SEDF, aprovado em concurso para atuar em Educação
Física;
- interessar-se pela prática docente em anos iniciais do Ensino Fundamental;
166
- Identificar-se, do ponto de vista pedagógico, com os objetivos, as metas e a metodologia do projeto;
- disponibilizar-se para participar do processo de formação continuada.
Organização do trabalho pedagógico do professor
• PARA REGÊNCIA NO TURNO MATUTINO:
Turno
Segunda-
feira
Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Regência Regência Regência Regência Regência
Vespertino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica com os
regentes.
Coordenação
pedagógica no
CEFDESC/GEEFES
Coordenação
Pedagógica
Individual
• PARA REGÊNCIA NO TURNO VESPERTINO:
Turno
Segunda-
feira
Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Matutino
Coordenação
Pedagógica
Individual
Curso de
Formação/Coord.
Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Coletiva
Coordenação
Pedagógica com os
regentes.
Coordenação
pedagógica no
CEFDESC/GEEFES
Coordenação
Pedagógica
Individual
Vespertino
Regência Regência Regência Regência Regência
EXECUÇÃO
• Prioritariamente serão atendidas as turmas de correção da distorção idade/série e,
posteriormente, em sequência, as turmas de 4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.;
• Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar
do Projeto Piloto no ano de 2013, sendo 13 para regência matutina e 13 para regência
167
vespertina. Para a ampliação do projeto serão abertas as carências necessárias em cada
CRE, com exceção de Taguatinga.
• Cada professor atenderá entre 10 e 15 turmas em regime de jornada ampliada;
• Os alunos deverão ter no mínimo, 1h40min horas/relógio semanais, preferencialmente
divididas em duas sessões;
• Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos
aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos. As planilhas para estes relatórios serão
elaboradas em conjunto pela CEFDESC e COENF;
• O professor deverá apresentar, em um Seminário no final do ano, os relatórios onde serão
socializados os dados referentes ao projeto na sua escola. Caso haja interesse o professor
poderá utilizar estes dados para elaboração de trabalhos científicos a serem apresentados
nestes Seminários;
• Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar
de eventos, tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina
da Escola, Festivais Esportivos, de Dança, Lutas ou Ginástica e do Seminário.
• A elaboração do Plano de Curso e dos Planos de Aulas terá o apoio da COENF e da
CEFDESC;
• No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF
e da CEFDESC;
METODOLOGIA
O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político
Pedagógico Professor Calos Mota e na concepção de Educação Integral apresentados no Currículo
em Movimento, proposta de educação Governo do Distrito Federal/SEDF, a ser consolidada no ano
de 2013. Além disso, o trabalho do professor deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no
currículo de Educação Física para os anos iniciais, em construção. Provisoriamente, orienta-se tomar
por base o currículo experimental.
O projeto será desenvolvido de forma participativa, tendo em vista a necessidade do trabalho
integrado de todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a
prática para o redirecionamento das ações.
Neste sentido, o registro, acompanhamento e avaliação, são imprescindíveis. O professor
utilizará um diário de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e
das avaliações do estudante e adotará um formulário específico para acompanhamento mais
168
detalhado do desenvolvimento integral desse aluno. O processo reflexivo permitirá a proposição de
novas práticas e possibilidades de intervenções.
ABORDAGEM PEDAGÓGICA
A abordagem pedagógica da Educação Física que será desenvolvida em consonância com
os seguintes princípios.
Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades
de aprendizagens e experiências de diversos elementos da cultura corporal do movimento,
acumulados historicamente, como o jogo, os esportes, as ginásticas e as danças, entre outros.
Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios
de boa convivência humana e sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão
crítico e consciente dos seus direitos e deveres na construção de uma sociedade melhor.
Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o
nível de desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais,
cognitivos e psicomotores, respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos,
métodos, e procedimentos devem ser significativos e interessantes para o estudante de forma a
contribuir para fortalecer seu vínculo com a escola, com a cultura e com o conhecimento de um modo
geral. As vivências educacionais devem estar diretamente relacionadas à fase de desenvolvimento
no qual se encontra o estudante.
AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE
O professor avaliará o estudante por meio de um formulário em que serão abordados
aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos que deverá ser preenchido bimestralmente, além do
registro das ações pedagógicas no diário de classe.
O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos
relatórios individuais dos estudantes as observações pertinentes aos aspectos formativos da
Educação Física.
AVALIAÇÃO DO PROFESSOR
Serão utilizados dois instrumentos de avaliação:
• Formulário a ser preenchido pelo diretor da instituição;
• Observação das participações dos professores nas coordenações com a COENF e
CEFDESC e nos cursos/oficinas de formação continuada.
169
AVALIAÇÃO DO PROJETO
O projeto será avaliado pela aplicação de questionário ou entrevista aos gestores da escola e
amostras de estudantes e seus responsáveis e por um relatório apresentado ao final do ano, em um
seminário para socialização das experiências
PROERD
POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
COMANDO DE POLICIAMENTO
CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS
PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS
O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base
o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto
com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa
está presente nos cinqüenta estados americanos, e em cinqüenta e oito países.
No Brasil ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em
Brasília o programa existe desde 1998.
O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano
do Ensino Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico,
através de metodologia especialmente voltada para crianças e adolescentes. O objetivo é transmitir
uma mensagem de valorização à vida, e da importância de manter-se longe das drogas.
O curso é organizado em 13 lições de 169inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são
ministradas semanalmente, durante um trimestre, por um Policial Militar, especialmente treinado.
A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o
empenho e a dedicação dos alunos durante o Curso.
Após três meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, ocasião que prestam o
compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas.
170
O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um
policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social,
propicia um forte elo na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar,
Escola e Família.
O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma
variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo;
atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas
na fase em que se encontram vivendo.
O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades
necessárias para permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso
de substância como álcool, cigarro e outras drogas. É uma característica central e particular a
“Tomada de Decisões”. Os alunos aprendem a tomar decisões e mantê-las através de informações,
princípios, habilidades e atividades em grupos, todas projetadas para construir nos alunos
capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao uso de substâncias
tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de
alternativas positivas que os livrem de um caminho tão perigoso como é o das drogas. O programa
visa o enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa
franca com os pais ao invés de buscar a solução dos problemas nas drogas.
O PROERD é uma cooperação entre a POLÍCIA MILITAR, A ESCOLA E A FAMÍLIA, pois todos nós
temos o papel de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo:
viver sem as drogas.
171
SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA
Lei 11.988, de 27 de julho de 2009
Art. 1o
Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão,
em período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada
Semana de Educação para a Vida.
Art. 2o
A atividade escolar aludida no art. 1o
desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e
objetivará ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais
como: ecologia e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças
transmissíveis, direito do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc.
Art. 3o
A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e
deverá ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral.
Art. 4o
As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob
a forma de seminários, palestras, exposições-visita, projeções de slides, filmes ou qualquer outra
forma não convencional.
Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as
matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento
sobre os assuntos a serem abordados.
Art. 5o
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
172
173
SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO
174
175
176
177
178
BIBLIOGRAFIA
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179
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Papiros.
PPP EC10 / TAG 2017

PPP EC10 / TAG 2017

  • 1.
  • 2.
    2 SUMÁRIO SUMÁRIO..........................................................................................................................................2 IDENTIFICAÇÃO..............................................................................................................................3 APRESENTAÇÃO.............................................................................................................................6 HISTORICIDADE............................................................................................................................10 ..........................................................................................................................................................20 DIAGNÓSTICO DA REALIDADEESCOLAR.............................................................................20 MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS.................................................................................39 PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS............................................40 CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORAS DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.......43 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA.............................................45 CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO.............................................51 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR..................................................................................................55 GESTÃO PEDAGÓGICA.............................................................................................................................................................. 61 GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS............................................................................................................................62 GESTÃO PARTICIPATIVA........................................................................................................................................................... 63 GESTÃO DE PESSOAS............................................................................................................................................................... 64 GESTÃO FINANCEIRA................................................................................................................................................................ 66 GESTÃO ADMINISTRATIVA........................................................................................................................................................ 66 PLANOS DE AÇÃO COMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS......................................................69 PLANO DE AÇÃO DO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM ..................................................................81 PLANO DE AÇÃO: SALA DE RECURSOS..................................................................................................................................85 PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL.............................................................................................89 EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2017......................................................................................................................92 Espera-se que o estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas aprendizagens..............................................................................................96 PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS..........................................................................................................96 PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA.......................................................................................................................................96 PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO.................................................................................................................................................. 98 PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR........................................................................................98 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP......................................................................101 PROJETOS ESPECÍFICOS...........................................................................................................102 AULA PASSEIO.......................................................................................................................................................................... 102 SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA..................................................................................................................................105 PROJETO COZINHA EDUCATIVA............................................................................................................................................ 107 PROJETO RODA DE LEITORES............................................................................................................................................... 112 FESTA JUNINA.......................................................................................................................................................................... 115 PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA............................................................................................117 PROJETO NOSSO RECREIO É 10 !.........................................................................................................................................119 PROJETO CIDADÃO DO FUTURO / PROERD........................................................................................................................122 .................................................................................................................................................................................................... 125 SEMANA DA CRIANÇA.............................................................................................................................................................. 125 MOSTRA CULTURAL................................................................................................................................................................ 126 DESENVOLVIMENTO:............................................................................................................................................................... 127 A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.........................127 PROJETO HORTA ESCOLAR................................................................................................................................................... 130 ........................................................................................................................................................132
  • 3.
    3 APÊNDICE.....................................................................................................................................138 ANEXOS........................................................................................................................................155 ASSEMBLÉIA ESCOLAR........................................................................................................................................................... 155 CONSELHODE CLASSE........................................................................................................................................................... 157 CONSELHO ESCOLAR.............................................................................................................................................................. 158 EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO:.............................................................................................................................................. 161 Educação Física nos Anos Iniciais.............................................................................................................................................. 161 APRESENTAÇÃO:........................................................................................................................161 Histórico..........................................................................................................................................163 OBJETIVO GERAL.......................................................................................................................165 OBJETIVOS ESPECÍFICOS....................................................................................................................................................... 165 PERFIL DO PROFESSOR.............................................................................................................165 Organização do trabalho pedagógico do professor.........................................................................166 EXECUÇÃO...................................................................................................................................166 METODOLOGIA...........................................................................................................................167 ABORDAGEM PEDAGÓGICA.................................................................................................................................................... 168 AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE................................................................................................................................................... 168 AVALIAÇÃO DO PROFESSOR.................................................................................................................................................. 168 AVALIAÇÃO DO PROJETO....................................................................................................................................................... 169 SEMANA DE EDUCAÇÃO PARA A VIDA..................................................................................................................................171 Lei 11.988, de 27 de julho de 2009............................................................................................................................................. 171 SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL..........................................................................................................................173 ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO................................................................................................................................................ 173 BIBLIOGRAFIA............................................................................................................................179 IDENTIFICAÇÃO COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGA ESCOLA CLASSE 10 DE TAGUATINGA QSD 18 / ÁREA ESPECIAL 23 /TAGUATINGA NORTE (61) 3901-6781 CEP: 72020-180
  • 4.
  • 5.
    “moço, eu estounesse negócio de catar pedras faz bem uns cinquenta anos. Muita gente me dizia para largar disso – cadê coragem ? Cada um tem que viver procurando alguma coisa. Tem quem procure paz, tem quem procure briga. Eu procuro pedras. Mas foi numa dessas noites da minha velhice que entendi porque eu nunca larguei disso: só a gente que garimpa pode tirar estrelas do chão!” (1894) Aos que escolheram a educação como ofício e, na Escola Classe 10 de Taguatinga, descobriram seu papel de garimpeiros.
  • 6.
    APRESENTAÇÃO A Escola Classe10 de Taguatinga é uma escola pública inclusiva e oferece à comunidade na qual está inserida Ensino Fundamental de 9 anos, anos iniciais e Educação Integral; mantida pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, CNPJ 00 394 676/0001-07. Atualmente a escola funciona em dois turnos: matutino e vespertino e pode ser contatada pelo telefone (061) 3901-6781 e pelo e-mail ec10tag@gmail.com . Além disso, conta com o blog imagine um lugar...ec10, que pode ser acessado pelo endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br/ e página no Facebook: https://www.facebook.com/ec10taguatinga/. Foram eleitas para a direção, segundo os pressupostos da Gestão Democrática, Lei 4751/2012 para o triênio 2017/2019, as professoras Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, concorrendo como chapa única. Compõem ainda a Equipe Gestora: Susie de Castro Duarte, chefe de secretaria e Quedma Elienai de Souza Silva, Supervisora Pedagógica. Seguindo orientação da Portaria 446/ 19/12/2016, que trata da distribuição de Carga Horária para 2017, a escola atua em 2017 com 02 coordenadores pedagógicos (Claudia Queiroz de Miranda e Luzia Cergina de Queiroz) para o Ensino Regular e 01 coordenador para a Educação Integral (Eliete Teles de Farias). A Escola Classe 10 de Taguatinga apresenta o Projeto Político Pedagógico revisado em 2017, entendendo que o mesmo se constitui em instrumento norteador das ações educativas planejadas pela instituição, construído com a participação de toda a comunidade escolar: professores, auxiliares, pais, alunos e responsáveis; desde o primeiro contato, na relação diária e também através de reuniões, avaliações institucionais, conversas informais, formulários, etc. Esclarece-se que na data da entrega do presente documento a equipe pedagógica encontra-se em plena discussão dos projetos em voga. Assim, a fim de construir um documento que tenha a real identidade da escola, respeitando a diversidade de pensamento existente, o grupo se propõe a prolongar a discussão ao mesmo tempo em que busca maior embasamento que possa subsidiar a permanência ou exclusão de práticas, eventos e/ou projetos. Dessa forma o documento entregue encontra-se incompleto e essa gestão compromete-se a publicar a versão completa assim que forem concluídas as discussões referidas. O Projeto Político Pedagógico da Escola Classe 10 de Taguatinga foi elaborado de forma a contemplar as prioridades estabelecidas pelos diferentes segmentos, servindo de diretriz na atuação de todos os profissionais envolvidos no processo, atendendo aos interesses e expectativas evidenciadas pela clientela. Nesse sentido, a escola promoverá avaliações e ajustes internos no momento em que se fizerem necessários e sempre que as decisões tomadas resultarem em mudanças significativas dos princípios, finalidades e objetivos institucionais. Este instrumento norteador foi organizado tendo como foco o oferecimento de uma educação pública de qualidade evidenciada prioritariamente nas aprendizagens, mas também na participação comunitária, na gestão
  • 7.
    responsável dos recursospúblicos e consequente criação de um ambiente físico agradável à totalidade de pessoas que concretizam essa escola. O presente Projeto vem ao encontro dos desafios identificados ao longo dos anos anteriores, se adequa às exigências legais, encontra-se em consonância com a missão, visão e função social expressos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal e culmina em uma proposta que visa atender às necessidades demandadas pela comunidade local em consonância com a concepção de qualidade do ensino, almejada por todos aqueles que participam do dia a dia da escola. Ressalta-se a importância do documento como expressão da coletividade, sua maior força, pois arrebanha o compromisso de todos os envolvidos na sua construção para a sua execução. O PPP da EC10 vem sendo construído nos últimos anos sofrendo alterações embasadas na experiência, nas avaliações internas e externas, se adequando aos documentos oficiais: Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Diretrizes Pedagógicas do BIA, Diretrizes Pedagógicas para organização escolar do 2˚ ciclo, Currículo em Movimento, Diretrizes de Avaliação Educacional, Orientações Pedagógicas de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, e outros. Fez-se necessário, em alguns momentos, o estudo desses documentos, para que os grupos se apropriassem dos mesmos. O maior desafio encontrado foi a efetiva mobilização do segmento pais/responsáveis, pois não basta garantir legalmente a participação desse segmento, é essencial a instrumentalização dele para que a participação requerida seja eficiente. Dessa forma, ações foram realizadas no sentido de respeitar e garantir a participação dos “diferentes sujeitos sociais” que compõem a comunidade escolar (pais/responsáveis, órgãos colegiados, alunos, funcionários da instituição): • Efetivando os processos dialógicos entre escola x pais /mães /responsáveis, oportunizando, viabilizando e incentivando a participação concreta na construção de uma escola democrática onde atuem como corresponsáveis na aprendizagem do discente (estudante/filho/tutelado). • Dando a conhecer à comunidade a equipe escolar (gestora, pedagógica, docente); • Instrumentalizando a comunidade com conhecimentos acerca dos procedimentos de ensino, aprendizagem e avaliação, como forma de favorecer a participação nos processos democráticos efetivados pela instituição. • Oportunizando o exercício de habilidades democráticas de participação, discussão e contestação na construção de instrumentos práticos que regem o cotidiano escolar; • Promovendo avanços na prática pedagógica e na organização do trabalho, frente às mudanças sugeridas pela SEEDF; • Garantindo a ciência e o aprofundamento do coletivo de docentes acerca das mudanças e implementações curriculares e avaliativas, decorrentes da ampliação dos ciclos;
  • 8.
    • Socializando asmetas pedagógicas e administrativas dependentes dos recursos financeiros, definidas no plano de gestão; • Dando voz à comunidade escolar na gestão dos recursos definidos como prioridades no Projeto Político Pedagógico da instituição; • Exibindo para apreciação por parte da comunidade escolar as prioridades definidas relacionadas à gestão financeira do PDAF _Programa de Descentralização Administrativa e Financeira; • Discutindo com a comunidade escolar prioridades identificadas; • Aprovando por parte do Conselho Escolar a Ata de Prioridades do PDAF – Programa de Descentralização Administrativa e Financeira; • Votando as prioridades apresentadas. • Conhecendo e refletindo os pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal; • Articulando áreas curriculares, temas, eixos e estratégias pedagógicas entre si, refletindo o desenvolvimento do currículo na unidade escolar à luz dos pressupostos teóricos do Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, explicitando os conteúdos desenvolvidas no âmbito escolar. • Pautando o desenvolvimento do ano letivo, revisando o Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, projetando o calendário escolar específico da instituição, analisando os projetos institucionais, definindo metas e concretizando ações. • Aprovando pelo Conselho Escolar o calendário escolar específico da instituição, conforme dispõe a Estratégia de Matrícula 2017 (p.94, item 4.2, item e.1); • Instrumentalizando o segmento pais e responsáveis acerca do trabalho pedagógico proposto pela instituição educacional a fim de que este possa atuar com compreensão quando coparticipante dos processos educacionais e democráticos implementados por essa Secretaria/ Instituição educacional; • Obtendo a opinião do segmento pais na definição do calendário escolar, como forma de manifestação das necessidades e possibilidades do segmento na participação dos eventos propostos para o ano letivo; • Subsidiando através da análise dos dados apresentados a discussão/reflexão acerca das potencialidades e necessidades da instituição; • Evidenciando os princípios que sustentam o trabalho pedagógico da instituição, em conformidade com os princípios da Secretaria de Educação / DF e das leis maiores que regem a educação no país.
  • 9.
    • Garantindo aparticipação de representantes dos pais nos Conselhos de Classe bimestrais. As ações desenvolvidas foram realizadas através de reuniões, informes, palestras, conversas pedagógicas, coordenações coletivas, conselhos de classes. Fizeram parte da Comissão Organizadora da Construção Coletiva do PPP da Escola Classe 10 de Taguatinga em 2017: professoras Quedma Elienai de Souza Silva, supervisora pedagógica; professoras Berenice Aparecida de Sousa Cardoso e Sandra Regina dos Santos Alencar, diretoras; professoras Claudia Queiroz de Miranda, Luzia Cergina de Queiroz, Eliete Teles de Farias, coordenadoras pedagógicas; Albenise Alves Rodrigues de Jesus, carreira assistência, membro eleita do Conselho Escolar; Ivanete Lopes Batista, pedagoga da Equipe de Apoio à Aprendizagem. A comissão procurou, através de diversas estratégias assegurar a participação dos diversos segmentos na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico. O presente projeto está dividido em capítulos, conforme orientação recebida para a construção do mesmo. Começando com esta Apresentação e prosseguindo com a Historicidade, onde buscamos fazer um resgate dos aspectos mais importantes da escola ao longo dos anos e a relevância da unidade de ensino para a comunidade. No capítulo intitulado Diagnóstico da Realidade Escolar procurou-se caracterizar social, cultural e economicamente a comunidade escolar, além de recolher junto ao corpo docente a percepção que este tem da instituição de ensino. Analisou-se ainda os índices da escola frente às avaliações de rede. Em Missão e Objetivos Institucionais, a EC10 de Taguatinga expressa sua missão e objetivos frente às necessidades detectadas no diagnóstico da realidade escolar. A EC10 expressa os princípios que orientam a prática pedagógica da instituição no capítulo denominado Princípios Norteadores das Práticas Pedagógicas. As concepções acerca de currículo, avaliação, ensino, aprendizagem e educação integral encontram-se descritas no capítulo Concepções Teóricas. A Organização do Trabalho Pedagógico com a atuação das equipes multidisciplinares compõe o capítulo seguinte. As Concepções, Práticas e Estratégias de Avaliação aborda a avaliação formativa, o uso do dever de casa, a recuperação contínua, a atuação do Conselho de Classe, em conformidade com a Diretrizes de Avaliação da SEEDF. Organização da Proposta Curricular vai abordar como acontece o trabalho interdisciplinar, os projetos, a contextualização, a relação teórico-prática. E ainda: como se dá o trabalho com os eixos norteadores do Currículo em Movimento. O capítulo seguinte, Plano de Ação para Implementação do PPP trata da gestão pedagógica, da gestão dos resultados educacionais, da gestão participativa, de pessoas, financeira e administrativa. Reúne ainda os planos de ação das equipes multidisciplinares e funcionários readaptados. As Estratégias de Acompanhamento e Avaliação do PPP estão descritas em capítulo próprio.
  • 10.
    Os Projetos Específicosestão elencados no capítulo final, seguido das Referências Bibliográficas utilizadas na construção do PPP. HISTORICIDADE A comunidade relata a existência da escola desde a década de 60, no entanto, para a modalidade Séries Iniciais do Ensino Fundamental, a Escola Classe 10, de natureza pública, foi criada pela Portaria 17 de 07/07/1980. Quando criada, sua construção, em estrutura de madeira, compunha-se de 05 (cinco) salas de aula e 02 (dois) banheiros; 01 (um) masculino e 01 (um) feminino. Em 1970, passou por uma pequena reforma, mas somente em 1989 recebeu uma reforma significativa, ganhando uma estrutura física de alvenaria em 02 (dois) blocos, com 08 (oito) salas de aula. Em 1998, a escola foi remanejada para uma igreja da comunidade local, para uma ampla reforma, ganhando mais um bloco de salas de aula, banheiros e instalações adequadas para a equipe administrativa e pedagógica, sala de professores, cantina escolar, biblioteca, laboratório de informática, áreas de recreação, instalações sanitárias e rampas adaptadas para portadores de deficiência física.
  • 11.
    Rampas No período de1994 a 2004, a Escola Classe 10 de Taguatinga atendeu o 1º segmento da Educação de Jovens e Adultos, no turno noturno, incluindo turmas de DA (Deficientes Auditivos). Nos últimos anos a escola vem ganhando qualidade em termos de estrutura física, com reparos e pinturas; funcionando como uma estrutura acolhedora para a comunidade na qual se encontra inserida, além de proporcionar bem estar ao corpo discente, docente e demais funcionários. No início de 2012, inclusive, a escola passou por uma reforma estrutural na parte elétrica com substituição dos forros antigos por forros de PVC e em outubro inaugurou sua quadra coberta.
  • 12.
    Em 2014 aescola foi contemplada com o Projeto Educação com Movimento, que, como projeto – piloto, pretende ofertar aulas de Educação Física Escolar para alunos dos anos inicias. Em 2013 foi inaugurada a cobertura do chamado Espaço 10, destinado ao acolhimento dos alunos diariamente. Este espaço também é utilizado em outros eventos institucionais.
  • 13.
    Em 2017 aescola passou a ser monitorada por câmaras de segurança conforme previsto no Plano de Gestão. A recepção ganhou blindex que visa, além do reforço da segurança, a proteção dos funcionários que aí trabalham no que se refere às intempéries como o vento e o frio. O espaço do Bloco C, destinado a recreação das turmas menores do BIA, ganhou um colorido especial no muro, além de traves, estilo “golzinho” para prática de futebol. O alambrado foi pintado com cores primárias. Tais necessidades foram percebidas como prioridade a partir do mapeamento institucional realizado pelas equipes.
  • 14.
    Com base noPrograma Nacional de Educação Especial, garantido pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, em 1996 a Educação Especial, passou a ser oferecida atendendo alunos
  • 15.
    portadores de necessidadesespeciais, dentro de uma estratégia de inclusão. Atualmente atende 46 alunos especiais laudados com deficiências e transtornos, inclusos em classes regulares, assim distribuídos: A Educação Integral foi oferecida a partir de 2008, atendendo hoje cerca de 100 alunos nessa modalidade. Em 2012 a parceria firmada com o SESI possibilitou ofertar aos alunos a prática de atividades esportivas, além de aulas de Teatro e Informática. Em 2017 a Educação Integral propõe a continuidade das atividades esportivas, dança, aulas de música e acompanhamento pedagógico de Português e Matemática. Na EC10 a Educação Integral trabalha objetivando garantir a socialização, promover o desenvolvimento artístico, cultural e esportivo num clima que envolva Ano Necessidade Apresentada DI DI/ DOWN TGD/ AUTISTA DF TDAH TOD DPAC 1˚ ano 02 01 02 2˚ ano 02 04 3˚ ano 05 02 03 01 01 4˚ ano 02 01 07 02 5˚ ano 03 02 02 04 DI- DEFICIENTE INTELECTUAL DI/DOWN – DEFICIENTE INTELECTUAL PORTADOR DE SINDROME DE DOWN TGD- TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO : AUTISMO DF- DEFICIENTE FÍSICO TDAH- TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE TOD-TRANSTORNO OPOSITOR DESAFIADOR DPAC- DEFICIÊNCIA DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL
  • 16.
    o afeto, olúdico, a criatividade e o respeito. Para tanto, a ampliação do tempo da criança na escola está amarrada ao compromisso de, nesse tempo ampliado, oferecer oportunidades diversas de aprendizagens significativas e fortalecimento da educação cidadã, que possibilitem a formação integral do educando. Alegando dificuldades internas, em 2016 o Sistema S não renovou as parcerias dos anos anteriores. Desse modo a Educação Integral tem desenvolvido as atividades físicas no próprio ambiente escolar contando com a gestão dos espaços internos. Espaços comuns têm sido compartilhados com o Ensino Regular. Ao longo dos anos projetos, eventos e práticas se fortaleceram na instituição com o apoio da comunidade escolar. Destacamos os projetos Cozinha Educativa, Roda de Leitores/ Sarau Literário, Aulas Passeios; os eventos Festa Junina e Auto de Natal; além da Avaliação Institucional, que cada vez mais concretiza a participação dos pais/responsáveis nos rumos pedagógicos e administrativos da unidade escolar. A Escola Classe 10 de Taguatinga é pólo eleitoral há, pelo menos, 20 anos; sendo utilizado durante o período de eleições. As instalações da instituição foram avaliadas como adequadas pelo TRE para a prestação desse serviço. Foram vistoriadas as salas de aula, as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias; bem como o serviço de acesso à internet. A avaliação incluiu as possibilidades de segurança, sendo esse item também referendado. A escola situa-se ao lado de um posto de saúde, motivo pelo qual, acredita-se, nunca foi solicitada para campanhas de vacinas. Ao mesmo tempo, essa proximidade possibilita o estabelecimento de um vínculo em casos emergenciais. Duas vezes por semana a escola é utilizada, sem fins lucrativos, pelo grupo de capoeira Beribazu alternando com o Grupo de Futebol da Vila, atendendo o entorno escolar, como estratégia potencializadora da parceria escola- comunidade, ocupando de forma criativa as instalações escolares com atividade esportiva-cultural. Permite ainda que a escola participe com seus alunos dos projetos esportivos da SEEDF em âmbito regional, a saber: JET _ Jogos Escolares de Taguatinga. GRUPO DE CAPOEIRA BERIBAZU
  • 17.
    FUTEBOL DA VILA Aescola atende, ainda, o Projeto Ginástica nas Quadras, no noturno. Sempre que solicitado as dependências da escola são utilizadas por grupos religiosos, mediante termo de responsabilidade, nos fins de semana. A EC10 acredita com isso, concretizar ideologicamente o conceito de “derrubada dos muros da escola”, ofertando um espaço público alternativo à população, fortalecendo o vínculo da comunidade com a escola. Fortalecimento que vem sendo traduzido no cuidado dessa comunidade com a instituição e seu patrimônio. Nisso a escola procura encampar a ideia presente no Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota de se tornar a “escola do lugar”, uma escola que orgulhe sua comunidade. Os dados do IDEB divulgados no ano de 2015 situa a escola com média 5,9. A meta projetada pelo MEC para o período é de 5,8. A análise dos dados levou à conclusão acerca da necessidade de investir na formação e intervenção matemática.
  • 18.
    A escola destaca-sepelo compromisso na administração dos recursos públicos, pelo diálogo com a comunidade e pelo foco na dimensão pedagógica. Em, 2017 a atual equipe gestora empenhou-se em para identificar as antigas equipes gestoras da instituição, entendendo que o trabalho que hoje aparece é fruto da coletividade. Por ocasião do aniversário da escola, as equipes antigas a atuais envolveram-se nas festividades. Transcrevemos aqui as equipes gestoras identificadas: 1980 Diretora: Teresa Ondina Maltese Vice-diretora: Secretário: José Ferreira dos Reis 1981 Diretora: Rita Malta dos Santos Vice-diretora: Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho 1984 Diretora: Maria das Dores Carvalho dos Anjos Vice-diretora: Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho 1985 Diretora: Maria Elizabeth Abraão Vice-diretora: Secretário: Marildes Batista Silva Carvalho 1992 Diretora: Maria Elizabeth Abraão Vice-diretora: Secretário: Samuel Eduardo Ramos 1994 Diretor: Cecílio Francisco das Neves Vice-diretora: Secretário: Leila Santos Alves Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa
  • 19.
    1995 Vice-diretora: ClaudiaElena de Oliveira Quermes / Maria Rosângela V. de Souza Secretário: Leila Santos Alves / Minerva de Barros Lima Sobreira 1996 Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa Vice-diretora: Maria Rosângela V. de Souza / Tânia Aparecida Cunha Albernaz Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 1998 Diretora: Maria Aparecida de Fátima Pereira da Costa Vice-diretora: Celíria Chagas Ribeiro Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 1998 Diretora: Renusa C. de Morais Vice-diretora: Ricardo Barros de Castro Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 1999 Diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva Vice-diretora: Ediléia Fernandes da Silva Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2001 Diretora: Ediléia Fernandes da Silva Vice-diretora: Vanderlúcia Geralda da Silva Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2002 Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo Vice-diretora: Lucimar Silva Pereira Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2003 Diretora: Angelita do Espírito Santo Araújo Vice-diretora: Célia Mendes Barbosa Moraes Secretário: Minerva de Barros Lima Sobrei 2004 Diretora: Maria Francisca Souza Dias Vice-diretora: Maria Lúcélia Pinheiro Nogueira Secretário: Domingos Silva Porto 2008 Diretora: Regina do Nascimento Vice-diretora: Sandra Regina os Santos Alencar Secretário: Domingos Silva Porto 2010 Diretora: Regina do Nascimento Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Pedagógico: Greiciane Nóbrega Dias 2011 Diretora: Regina do Nascimento Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho 2012 Diretora: Regina do Nascimento Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Daniel Pitombo Taveira Supervisor Pedagógico: Vladia Paula Carvalho 2014 Diretora: Vladia Paula Carvalho Vice-diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Sandra Regina dos Santos Alencar Supervisor Pedagógico: Quedma Elienai de Souza Silva 2016 Diretora: Berenice Aparecida de Sousa Cardoso Vice-diretora: Sandra Regina dos Santos Alencar Secretário: Susie de Castro Duarte Santos Supervisor Administrativo: Greiciane Nóbrega Dias
  • 20.
    Supervisor Pedagógico: QuedmaElienai de Souza Silva Antigas e atuais equipes gestoras DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR A Escola Classe 10 de Taguatinga está situada em uma área relativamente tranquila no que se refere a casos de violência e vandalismos, tanto que não temos registros de invasões à escola, roubos e outros. A escola percebe-se cuidada no meio em que está inserida, com reduzidos casos de pichação em muros e demais dependências da escola.
  • 21.
    Quanto à estruturafísica a escola apresenta um prédio antigo, tendo passado por diversas reformas ao longo dos anos, conforme relatado no capítulo Historicidade. Apresenta, assim, uma estrutura agradável composta por três blocos de alvenaria, onde abrigam-se as salas de aulas, dos professores, da coordenação, das equipes especializadas (SOE, SEAA, Sala de Recursos),da Educação Integral, Sala de Vídeo, Sala multifuncional (que apoia a Educação Integral, os projetos de reforço escolar, reagrupamento, Interventivo, etc), Direção, Secretaria, Sala de Leitura, Cozinha Educativa, depósitos, banheiros, banheiros adaptados para os alunos portadores de necessidades especiais.
  • 23.
    A escola contacom um pátio coberto que dá acesso à cantina escolar, ampla, iluminada e bem equipada. Citamos, ainda, a quadra coberta e o parque infantil, espaços de fundamental importância para realização de atividades ligadas ao desenvolvimento sócio psicomotor dos educandos. Parque Infantil A escola possui um pátio semicoberto, denominado “Espaço Dez”, onde ocorre a acolhida diária dos alunos; possui estacionamento descoberto e murado para os funcionários e uma área não construída, gramada, onde projeta-se a construção de um espaço coberto para apoio à Horta Escolar e aulas ao ar livre. A escola está estruturada com recepção, portões eletrônicos, interfones e sistema interno de câmaras. A recepção foi pensada para acolher a comunidade com conforto. No que se refere aos recursos materiais a escola é bem equipada em todos os setores: jogos pedagógicos, materiais para a prática de Educação Física, acervo literário, recursos tecnológicos, recursos para o desenvolvimento dos projetos descritos, materiais didáticos e outros. A escola orgulha-se em poder suprir, através da gestão eficiente dos recursos financeiros, as necessidades pedagógicas e administrativas da instituição. Pensando na segurança do
  • 24.
    patrimônio público sobguarda e administração da escola, a atual gestão instalou grades e trancas de segurança nas principais dependências da unidade pedagógica. Em 2017 a Escola Classe 10 de Taguatinga, iniciou o ano letivo com 507 alunos matriculados nas seguintes modalidades: • Ensino Fundamental de 9 anos, sendo 46 ANEES. Esse contingente de alunos, matriculados nos turnos matutino e vespertino está assim distribuído: MATUTINO VESPERTINO 1° ANO 02 TURMAS 1° ANO 02 TURMAS 2° ANO 02 TURMAS 2° ANO 01 TURMAS 3° ANO 02 TURMAS 3° ANO 04 TURMAS 4° ANO 03 TURMAS 4° ANO 02 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS 5° ANO 03 TURMAS A escola recebeu no início de 2012 cerca de 200 alunos a mais que o ano anterior, oriundos de outra instituição educacional, extinta para a modalidade de Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na época, esse aumento, em cerca de 50% da clientela, alterou profundamente a estrutura da escola: ampliou-se o atendimento da Educação Integral, da Equipe Especializada, da Sala de Recursos, do Projeto Interventivo e dos Reagrupamentos previstos para o BIA (Bloco Inicial de Alfabetização). Nesse período a escola buscou formas viáveis de lidar com a situação encontrando soluções criativas como: remanejamento e compartilhamento de espaços, monitoramento do intervalo por alunos e professores, acolhida das crianças na entrada, diversificação dos projetos de apoio à aprendizagem. Um fato preocupante diz respeito à reprovação por infrequência. Preocupante por se tratar de uma retenção improcedente, sem justificativa e que pode ser atacada em sua origem: o compromisso familiar. De 2011 a 2016 a retenção por infrequência caiu de 21 para 03 em números brutos, número considerado ainda elevado se considerarmos todas as ações preventivas adotas por essa gestão: reuniões para esclarecimentos, comunicados via bilhete e via telefone, encaminhamento ao Conselho Tutelar em caso de persistência das faltas não justificadas.
  • 25.
    Mais do queapenas ser um instrumento de levantamento de dados, pretende-se que o diagnóstico se configure em instrumento possível de analisar fragilidades e potencialidades. Os dados familiares buscam estabelecer o perfil discente, suas condições sócio- culturais- econômicas, seus valores e necessidades. Com esse objetivo foi aplicado um questionário diagnóstico às 507 famílias de alunos matriculados em nossa instituição educacional. Destacamos que disponibilizamos mais questionários do que o número de famílias com alunos matriculados. Tal estratégia deve-se à tentativa de fortalecer a Lei 3849/06 do DF que garante os direitos do genitor não-guardião de ter um papel ativo no processo de ensino e aprendizagem do filho, sem necessidade de autorização judicial ou do pai guardião. A lei dá acesso a ambos os pais à escola, nos termos dessa e às informações sobre a criança. Foram devolvidos e tabulados 358, os dados foram transformados em gráficos que, após análise nos conta que, é a comunidade que compõe a Escola Classe 10 de Taguatinga: • Predominaram os questionários respondidos pelas mães:
  • 26.
    • A maiorparte dos que responderam os questionários sócio-culturais, já conhecia o trabalho desenvolvido na instituição, visto não ser esse o primeiro ano da criança na Escola Classe 10 de Taguatinga. • Os alunos da EC10 são oriundos em sua maioria das cidades de Taguatinga e Águas Claras (que envolve Areal e Arniqueiras), mas a escola atende também crianças de Samambaia, Riacho Fundo e Recanto das Emas, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio Descoberto. Um número significativo de pais recusou-se a dar essa informação; alguns com receio de “perderem a vaga” na escola.
  • 27.
    • A EC10atende crianças oriundas de Território de Vulnerabilidade Social. Território de Vulnerabilidade Social é definido como uma área onde seus moradores apresentam ao menos uma das características abaixo:
  • 28.
    Exerto do PPPProfessor Carlos Mota PPP Professor Carlos Mota
  • 29.
    De acordo como Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, Areal é um território de vulnerabilidade social. A informação é pertinente porque leva à reflexão de práticas que possam influir na qualidade de vidas das crianças oriundas desses territórios, ainda que a EC10 não esteja localizada fisicamente na área considerada TEVS. • Foi constatado que o acesso das crianças à escola se dá, prioritariamente por meio de carro particular dos pais, seguido de perto pelo Transporte Escolar. Algumas crianças chegam andando (sozinhas ou acompanhadas) ou fazem uso de transporte urbano como ônibus e metrô. A informação oferece à escola embasamento para pensar soluções de segurança no acolhimento e entrega das crianças ao fim do turno. Envolvendo, inclusive, se necessário outros órgãos para potencialização do estacionamento externo à escola. No momento as crianças são acolhidas com quinze minutos de antecedência do início dos turnos, dentro do espaço escolar já estando sob a responsabilidade da escola a partir daí. Nesse momento até a ida das crianças para as salas de aula, o acesso dos pais à escola é controlado a fim de evitar situações de embate de pais com alunos, conforme inúmeros registros de ocorrências. A partir do início do turno as crianças estão sob a responsabilidade do professor regente que não pode dispersar sua atenção no atendimento de pais e/ou responsáveis. Esse espaço de escuta de pais-professores é aberto na coordenação individual do professor. Casos de emergência podem ser resolvidos junto à direção da escola que fará os devidos encaminhamentos. Ainda pensando na segurança da instituição (patrimônios humanos e materiais) ao final do turno as crianças são conduzidas ao Pátio Externo Espaço Dez onde são entregues aos responsáveis. A fim de agilizar a entrega correta das crianças, evitando tumultos e possíveis acidentes nos espaços internos e externo (estacionamento), os estudantes de primeiros e segundos anos sobem com dez minutos de antecedência, desafogando o portão e o
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    estacionamento externo, ficandosob a responsabilidade do professor até o final do turno ou até que seja entregue ao responsável. Quanto à configuração familiar predomina a formação tradicional embora seja evidente que as transformações sociais ocorridas nos últimos anos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificações que obriga a escola a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos familiares seja acolhedora, fazendo com que todas sintam-se aceitas e integradas. Observa-se a participação de outros atores na vida das crianças que não somente pais e mães. Avós e tios constituem o núcleo familiar próximo e fazem-se presentes. A escola optou por manter a ideia das famílias que espontaneamente identificaram-se como família normal. A questão pode levar a análises que enriquecerão as discussões curriculares nas perspectivas crítica e pós-crítica onde se embasa o Currículo em Movimento. O número de famílias que não responderam à questão foi significativo perfazendo 19%
  • 31.
    A formação acadêmicapredominante na comunidade é de Ensino Médio Completo com quase empate técnico com Curso Superior Completo. É uma comunidade de trabalhadores com rendas variável e profissões que variam de funcionários públicos a autônomos, de prestadores de serviços a empresários, trabalhadores dos setores de vendas, contabilidade, advogados, trabalhadores domésticos, estudantes-estagiários, desempregados e aposentados, etc. 21% dos entrevistados declararam não trabalhar fora. 4% não responderam.
  • 32.
    Significativo número defamílias declarou não ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento escolar do filho/aluno; mesmo assim faz-se necessário continuar trabalhando junto à comunidade escolar a clareza de que a família (independentemente de sua configuração) tem o dever de desempenhar funções educativas, imprimir valores, fornecer modelo de formação para a vida em sociedade. Além disso, ser responsável pelo desenvolvimento físico e mental, materializar os direitos do indivíduo no seio familiar com cuidados que permitam o crescimento e desenvolvimento desse indivíduo. Não sendo a escola substituta da família em seus deveres de prover educação, sustento, dignidade e respeito.” O desempenho dos diferentes papéis pelos respectivos atores (escola e família) deve concretizar um ser social saudável. Dessa forma, apesar da crescente participação da comunidade no cotidiano escolar, julga-se necessário buscar múltiplas formas de envolver os responsáveis na definição do Projeto Político Pedagógico da EC10.
  • 33.
    O item referentea faixa de renda familiar mostrou um predomínio em duas faixas de rendas, conforme gráfico abaixo. 16% não responderam a essa questão. Pode-se afirmar que a maioria dos alunos desta instituição possuem acesso às tecnologias, o que coloca a escola na posição de mediar as habilidades necessárias para que o estudante se torne autônomo no ambiente virtual.
  • 34.
    As respostas apresentadasgarantem ainda que significativa parcela dos estudantes tem acesso a material de leitura diversificado dentro da própria casa. Houve uma queda entre os que se declaram seguidores de uma religião em relação aos dados da pesquisa do ao anterior. 88% declarou- se seguidor de uma religião. 3% não respondeu. Católicos e evangélicos de diversas denominações predominam no quadro religioso, seguidos por espíritas. 9% da comunidade optaram por omitir esse dado. Embora não tenha aparecido na pesquisa, sabe-se que a escola é composta por professantes em números menores das religiões Messiânica, Judaica, Mórmons e de matriz africana.
  • 35.
    Questionados acerca domomento denominado “acolhida”, que é enriquecido com uma prece, além de informes institucionais, Hino Nacional, 95% da comunidade escolar declarou-se favorável à manutenção do mesmo. 5% omitiu a resposta. Esclarecemos que a acolhida é um momento diário de reflexão, formação cívica e estabelecimento do diálogo inter-religioso.
  • 36.
    91% alegaram saberda existência de um Conselho Escolar na instituição de ensino.
  • 37.
    13% declarou receberbenefícios governamentais tipo Bolsa Escola, Renda Minha, Bolsa Família. Desde 2011 observa-se uma participação mais efetiva dos responsáveis no que se refere à vida escolar das crianças, em relação a períodos letivos anteriores. Essa participação foi perceptível em reuniões escolares avaliativas e/ou pedagógicas, nos processos eleitorais da instituição; também em culminância de projetos e chamadas para acompanhamento dos rumos pedagógicos e financeiros da escola. Acompanhamento de frequência comprovada dos responsáveis em Reuniões de Pais. Média Considerando a clientela bastante diversificada, incluindo alunos com necessidades especiais, a escola tem buscado formas, discutido e construído caminhos para processar a inclusão com ganhos sociais e individuais,
  • 38.
    desenvolvendo uma pedagogiacentrada no aprendiz, responsabilizando-se pelo processo de aprendizagem de todos os seus indivíduos, independente de “suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e linguísticas”. A EC 10 aceita, assim, o grande desafio de coordenar a efetiva aprendizagem de indivíduos que têm o desenvolvimento cognitivo, motor e/ou social bastante comprometidos e, num primeiro momento, não responderão conforme a maioria. Mais do que superar os índices indicados, a Escola Classe 10 de Taguatinga se obriga a superá-los com qualidade. A escola apresenta índice de 5,9 em relação ao IDEB divulgado em 2015. A Escola Classe 10 entende que os desafios impostos pela superação dos índices educacionais não serão somente de ordem ideológico-filosófico. Mas, prioritariamente, de formação profissional docente: mais um processo do que um fim. A interpretação dos dados exige uma mudança conceitual nos valores culturais da escola e, sobretudo, da sociedade.
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    Para tanto, oProjeto ora apresentado, propõe, continuar desenvolvendo, dentro dos princípios da educação integral, um trabalho de qualidade focado na aprendizagem, no sentido de atender as necessidades educacionais de todas as crianças e promover o fortalecimento das atitudes de aceitação e respeito a si próprio, à natureza e às diferenças individuais, enfatizando a importância da ética na construção de vidas comunitárias mais sustentáveis, mais saudáveis e mais humanas. MISSÃO E OBJETIVOS INSTITUCIONAIS É missão da escola promover o pleno desenvolvimento do educando, através da aprendizagem, formando um cidadão consciente, ético, crítico e participativo; apto a construir um projeto de vida que dê conta de suas relações com a sociedade e com a natureza. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que os objetivos expressos no Plano de Ação da atual gestão, eleita pelos mecanismos da Gestão Democrática, tornam-se objetivos institucionais, uma vez que foram referendados pela comunidade escolar através da eleição e construídos a partir do conhecimento da realidade escolar, estando em afinidade com a missão expressa nesse documento. Assim: • Ser uma escola gerida pelos pressupostos da Gestão Democrática, tendo um Conselho Escolar fortalecido e exercendo suas reais funções de órgão colegiado consultivo, fiscalizador, mobilizador, deliberativo e representante da comunidade escolar. • Promover uma educação de qualidade, reconhecida pelos órgãos oficiais e comunidade adjacente; • Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola; oportunizando a todos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada; • Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber; • Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da escola priorizando um trabalho de parceria com as famílias no sentido de reforçar a integração escola/comunidade assegurando mecanismos de participação comunitária que gere transparência nos processos institucionais; • Assegurar o atendimento da Educação Integral vinculada ao ensino-aprendizagem integrando a capacidade cognitiva com as demais dimensões da personalidade do educando possibilitando o desenvolvimento de todas as potencialidades, em especial, a educação do caráter e o despertar da responsabilidade social; • Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino Fundamental oportunizando aos educandos o acesso ao uso das novas tecnologias como prática social e instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem; elevando o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas; garantindo a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental, considerando o aluno como sujeito de direitos e alvo preferencial no atendimento escolar do estabelecimento de ensino, oferecendo Educação Básica de qualidade, promovendo seu desenvolvimento integral e harmonioso;
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    • Promover umambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito propiciando um ambiente adequado à convivência pedagógica; criando momentos de reflexão que favoreçam a identificação e o repúdio a todas as formas de intolerância, indiferença, discriminação, desvalorização e violência no meio social, possibilitando a formação de uma consciência crítica do contexto social; • Otimizar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidade escolar; E ainda: • Propiciar um trabalho educativo dentro de metodologias que atendam às necessidades básicas do cidadão contemporâneo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a empreender e aprender a ser. • Promover a aquisição das habilidades requeridas pela sociedade moderna, onde a criatividade, autonomia, o trabalho colaborativo e a capacidade de solucionar problemas atuam positivamente nas formas de convivência, no exercício da cidadania e na organização do trabalho; com o afeto, o lúdico, a investigação e a construção científica estimulando o prazer em aprender. Acolhida à Comunidade PRINCÍPIOS NORTEADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
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    Os fins eprincípios norteadores estabelecidos pela Escola Classe 10 de Taguatinga, para orientar sua prática educativa, foram definidos em consonância com as diretrizes emanadas da constituição e da LDB vigente, bem como todos os demais documentos oficiais da SEEDF. São eles: • A Educação Básica constitui um direito inalienável do homem em qualquer idade, capacitando-o a alcançar o exercício pleno da cidadania. • A Educação deve possibilitar ao ser humano o desenvolvimento harmonioso de todas as suas dimensões, nas relações individuais, civis e sociais. • Os princípios da igualdade e da liberdade, o reconhecimento e aceitação do pluralismo de ideias, a flexibilidade teórico-metodológica constituem elementos essenciais na definição da política pedagógica adotada. • A escola e todos os seus integrantes necessitam buscar o desenvolvimento e fortalecimento de uma identidade própria, compartilhando as responsabilidades, sem perder de vista a integração com as políticas nacionais de educação e a legislação vigente. • Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum devem ser valorizados na prática pedagógica como norteadores que são da vida cidadã. • Os direitos e deveres de cidadania, o exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática constituem fonte de experiências fundamentais para a vida em sociedade, análise de padrões vigentes e a busca da justiça, igualdade, equidade, liberdade, fraternidade e felicidade tanto individual quanto grupal e/ ou universal. • O processo de ensinar-aprender, baseado no diálogo pedagógico, investigação e criatividade, propicia a construção, a consolidação e o aprofundamento gradual dos conhecimentos, viabilizando o prosseguimento dos estudos nos diferentes níveis. • A ação pedagógica deve enfatizar procedimentos capazes de favorecer a compreensão e o domínio dos fundamentos científicos e tecnológicos em que se baseiam os processos produtivos da sociedade atual. • A vivência do processo educativo tem como objetivo propiciar ao cidadão, condições de responder positivamente às grandes necessidades contemporâneas de aprendizagem: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser e aprender a empreender. • A participação da família e da comunidade na discussão e definição de prioridades, estratégias e ações do processo educativo, contribuirá de forma essencial para a defesa da dignidade humana e da cidadania. • A educação é a estratégia mais adequada para se promover a melhoria da qualidade de vida; exercício da cidadania e a sustentação da governabilidade. É necessário que se destaque os três princípios em torno dos quais se organizam os valores estéticos, políticos e éticos que emanam da Constituição Federal e da LDB. São eles: sensibilidade, igualdade e identidade. Devem
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    estar presentes emtodas as práticas administrativas e pedagógicas da escola, passando pela convivência, pelo emprego dos recursos, pela organização do currículo, das aprendizagens e das estratégias de avaliação. Entende-se que a estética da sensibilidade além de promover a criatividade e afetividade, possibilita ao educando reconhecer e valorizar a diversidade cultural do país. A política da igualdade exige o reconhecimento dos direitos humanos e o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Para tanto: o acesso aos benefícios sociais e culturais construídos pela humanidade (saúde, educação, informação, etc.), além do combate a todas as formas de preconceito e discriminação. A ética da identidade visa a construção da autonomia, oferecendo ao educando a oportunidade de na construção de sua identidade, estar apto a avaliar suas capacidades e recursos, emitir juízos de valores e proceder escolhas consonantes com seu projeto de vida. Os princípios epistemológicos, orientadores do currículo integrado, que sustentam as práticas educativas na EC10 emanam do Currículo em Movimento: • Unicidade teoria x prática – garantida através de estratégias que possibilitem “ reflexão crítica, síntese, análise e aplicação dos conceitos voltados para construção do conhecimento”, incentivando constantemente o “raciocínio, questionamento, problematização e a dúvida.”. • Interdisciplinaridade e contextualização – possibilita a integração de diferentes áreas de conhecimento com sentido social e político. • Flexibilização – oportuniza às escolas complementar o currículo de base comum com conteúdos e estratégias capazes de completar a formação intelectual do educando. Quanto aos princípios basilares da Educação Integral para as escolas públicas do DF, constantes no Currículo da SEEDF, os mesmos são: • Integralidade humana; • Transversalidade; • Intersetorialização; • Territorialidade; • Diálogo escola/comunidade; • Trabalho em Rede. Entendendo que os processos administrativos somente justificam-se se estiverem a serviço dos processos pedagógicos, a escola reforça o princípio fundamental que rege as práticas escolares: a educação pública de qualidade. Esta qualidade deve estar expressa no ambiente cuidado e limpo, nas relações interpessoais, na organização dos espaços e tempos escolares, na garantia de segurança do público alvo, na gestão de pessoas, recursos e materiais, na fidelidade aos documentos que emanam da Secretaria de educação, no respeito e cuidado com a comunidade ,
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    CONCEPÇÕES TEÓRICAS FUNDAMENTADORASDAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Ao analisar as concepções de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de avaliação que regem o desenvolvimento do trabalho pedagógico, observa-se que não se discute tais tópicos sem discutir as causas primeiras da educação: por quê e para quê. Discutir por quê e para quê formar o aluno é ampliar as discussões acerca da função social da escola e que não se ignore: o por quê e o para quê devidamente respondidos trazem subjacentes um como. As ações pedagógicas desenvolvidas pelo educador devem ser coerentes com os princípios de educação concebidos por ele. “A moralidade democrática não pode se fundamentar em procedimentos autoritários. ” (GENTILLI, 2003, p.93); “...não se pode educar para a autonomia através de práticas heterônomas, não se pode educar para a liberdade através de práticas autoritárias e não se pode educar para a democracia através de práticas autocráticas” (GENTILLI, 2003, p.75). É a resposta a esse como que conduz a Gentilli: a prática do professor mais que o conteúdo em si, é instrumento de ensino (2003, p.95). Assim, a busca da instituição tem sido no sentido de alinhar teoria e prática, de superar a visão tradicional do currículo, onde este se configura como uma lista de conteúdos a serem desenvolvidos, e vivenciar um currículo que contemple a perspectiva integral do ser multidimensional. Perspectiva ambiciosa, sabe- se, mas essa busca se concretiza na articulação dos conteúdos científicos com os saberes populares, com os temas de interesse comunitário e escolar, com os eixos transversais definidos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, a saber: Educação para a Diversidade. Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade. Consonante com os princípios teóricos estabelecidos pelo Currículo em Movimento da SEE/DF. Este Projeto Político Pedagógico, mais do que apoiar-se nos conceitos já definidos de identidades, questiona como as identidades tidas como naturais se estabeleceram e que valores e mecanismos as sustentam, provocando a análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. Julga-se procedente a citação textual do Currículo em Movimento: “o currículo é o conjunto de todas as ações desenvolvidas na e pela escola ou por meio dela e que formam o indivíduo, organizam seus conhecimentos, suas aprendizagens e interferem na constituição do seu ser como pessoa. É tudo o que se faz na escola, não apenas o que se aprende, mas a forma como aprende, como é avaliado, tratado. Assim, todos os temas tradicionalmente escolares e os temas da vida atual são importantes e compõe o currículo escolar sem hierarquia entre eles. ” A Escola Classe 10 de Taguatinga assume, assim, um trabalho filiado à crença de que a aprendizagem ocorre na interação com o outro; onde o erro decorre da lógica (qualitativamente diferente da do adulto) utilizada pela criança na resposta dada a determinada questão. O erro, nessa concepção, é percebido como elemento natural do desenvolvimento do indivíduo e não mais é visto como um vilão a ser evitado. Dessa forma, o erro, se devidamente trabalhado pelo professor, conduz à incorporação de novos elementos à representação anterior. Orientada pelo Currículo em Movimento a EC10 de Taguatinga adota a noção de Educação Integral para além do tempo ampliado, buscando contemplar em seus projetos, eventos, práticas pedagógicas cotidianas e
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    desenvolvimento dos conteúdos,a ideia de que todas as atividades ofertadas no espaço escolar são “entendidas como educativas e curriculares”. A Educação Integral na EC10 pensa a ampliação não só do tempo, mas também dos espaços e das oportunidades equilibrando os aspectos cognitivos, afetivos, sociais e psicomotores. A Escola Classe 10 de Taguatinga pensa a avaliação na perspectiva formativa, conforme orientado pela Secretaria de Educação e discorrido de forma pormenorizada em capítulo próprio. Faz-se necessário afirmar a intencionalidade formativa das avaliações (em todos os três níveis) realizadas no espaço escolar. O mero recolhimento dos dados não contempla a educação que se deseja encampar. É clara a necessidade de discutir os dados e índices apresentados com vistas a intervenção. A intervenção sobre os dados colhidos é o motivo dos projetos e eventos apresentados neste documento. Assumir, portanto, que o aprendiz age sobre o objeto do conhecimento, organizando e integrando novos dados e que o erro faz parte desse processo possibilita à instituição encampar o presente projeto político colocando em prática as ações descritas, que estão plenamente alinhadas com as concepções aqui expressas.
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    ORGANIZAÇÃO DO TRABALHOPEDAGÓGICO DA ESCOLA A Escola Classe 10 de Taguatinga trabalha com a modalidade de ciclos. O Calendário com 200 dias letivos e 1.000 horas de aula, bem como a organização do espaço físico buscam adequar-se às Diretrizes Curriculares Nacionais no sentido de permitir a adoção, execução e avaliação de ações que reflitam o projeto educativo que se deseja. Semanalmente, a carga horária é de 25 horas, sendo 5 horas diárias. Dentro dessa carga horária estão contemplados momentos de interação e aprendizagens coletivas entendidos como curriculares, pois se inserem num projeto curricular integrado (Currículo em Movimento). Tais atividades extrapolam os muros da sala de aula, ressignificando o ambiente escolar e seu entorno. Destacamos o momento denominado Acolhida. Acontece na entrada dos turnos, de maneira coletiva e se insere no tempo de organização escolar (Currículo em Movimento, Pressupostos Teóricos, p.13). Os alunos têm a oportunidade de manifestar a expressão oral e corporal. O momento também é propício ao desenvolvimento de valores cívicos e morais na perspectiva de humanização dos sujeitos. Trabalha-se, ainda, com o apoio da comunidade escolar, o diálogo inter-religioso. Acolhida As crianças ingressam no espaço escolar quinze minutos antes do início do turno, por concessão da gestão da unidade escolar. Observe-se que o ingresso da criança antes disso faz-se impossível, uma vez que demanda recursos humanos, inexistentes no horário, para responsabilizar-se pela segurança dos estudantes. Ainda por motivo de segurança e organização as crianças são convidadas a sentarem-se no espaço demarcado para sua turma e aguardar o momento da entrada. Às segundas feiras é realizada a Hora Cívica com presença da Bandeira e canto do Hino Nacional Brasileiro e/ou Hino a Brasília. Após, são reforçados os informes pertinentes. Reforçados porque o canal oficial de comunicação escola-comunidade são os comunicados via agenda. Nesse momento denominado acolhida, os responsáveis são convidados a permanecerem fora do ambiente escolar até que os estudantes sejam conduzidos a suas respectivas salas. Tal procedimento foi adotado a fim de resguardar a segurança dos próprios
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    alunos, que emoutros tempos (conforme registros arquivados na escola) eram abordados por pessoas maiores de idade e sem vínculo algum com eles. A conversa com o professor nesse momento também faz-se impossível, pois, a partir do início do turno a prioridade do professor é com seus alunos; podendo um minuto de distração potencializar riscos desnecessários. O contato urgente dos responsáveis com a escola pode ser solicitado a qualquer momento à direção do estabelecimento, com o professor, no turno contrário à regência. O acesso do responsável ao espaço escolar normaliza-se após o encaminhamento das crianças a suas salas, voltando a ser interrompido no momento do intervalo e nos encerramentos dos turnos. Outro tempo de organização escolar contemplado na carga horária é o Recreio. Previsto na matriz curricular das escolas do DF, defendido no parecer do Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação Básica, Pareceres CEB 05/97, 02/2003 e parecer CFE 792/73. A EC10 destina vinte minutos diários em cada turno para intervalo/ recreio. Nesse momento, conforme projeto anexo, os alunos desenvolvem atividades lúdicas, de maneira autônoma e monitorada. Os professores realizam escala entre si para também monitorar o recreio, visto que é consenso legal a presença do corpo docente no intervalo para que este seja considerada atividade escolar. A escola conta com jogos e material de recreação para esse momento: mesa de tênis, cordas, bolas, xadrez, etc. O Projeto Nosso Recreio é 10 encontra-se sob a coordenação da equipe disciplinar, composta por 02 professores readaptados. Projeto Nosso Recreio é 10 A comunidade tem a oportunidade de participar da organização pedagógica da escola em momentos específicos de avaliação, de reunião de pais, do Conselho de Classe, da realização do Conselho e/ou Assembleia Escolar. Além desses momentos, outros podem surgir em função do conteúdo desenvolvido pela escola junto aos estudantes. O que interessa à escola é garantir momentos de participação da comunidade no cotidiano pedagógico, pois sabemos que essa participação não se dará, num primeiro momento, de forma espontânea. É preciso que a
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    escola crie momentose provoque a participação. A EC10 acredita na contribuição que as famílias podem dar ao processo educativo em todos os momentos, desde o planejamento, passando pela execução até a avaliação. A valorização dos saberes comunitários é outra forma de trazer as famílias para a escola, “dando voz” a esse segmento. A escola deve funcionar, assim, como um local onde a comunidade tenha a oportunidade de exercer as habilidades democráticas de discussão e participação. Momento com a comunidade escolar em estudo sobre as Diretrizes de Avaliação O fortalecimento da relação escola-comunidade tem sido feito baseado na lei da Gestão Democrática, através dos órgãos colegiados previstos. Além disso, o estabelecimento de canais de comunicação (agenda, bilhetes, blog, e-mail, facebook, murais, telefone), a realização de reuniões pedagógicas e festivas, o esclarecimento da comunidade acerca do trabalho desenvolvido pela escola (organização curricular, critérios de avaliação, instrumentos de avaliação, estratégias de progressão curricular, objetivos e metas a serem atingidos...), a possibilidade de acompanhamento da rotina do aluno, a participação dos pais no conselho de classe e a busca espontânea dos responsáveis por esclarecimentos. A presente proposta orienta-se pelos documentos Diretrizes Pedagógicas do Bloco Inicial de Alfabetização e Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo. O citado documento prevê uma organização dos tempos e espaços escolares. No que se refere ao espaço faz-se necessário organizar o espaço físico disponível de acordo com sua função, pensando para quem ele é utilizado, em que circunstâncias, agregando ainda as questões: quando e como é utilizado. Tais reflexões congregam as dimensões física, funcional, relacional e temporal. O espaço e tempo no BIA deve ser pensado para atender qualitativamente o aluno do bloco: promovendo atividades coletivas, diversificadas, respeitando os tempos de desenvolvimento, ressignificando o trabalho de forma a garantir a aprendizagem de todos. O trabalho com o Bloco Inicial de Alfabetização prevê, ainda, a Alfabetização, Letramentos e Ludicidade, eixos integradores do trabalho pedagógico. Entende-se como alfabetização a “aprendizagem do processo de escrita” e como letramento “as práticas efetivas de leitura e escrita”, “o que as pessoas fazem com as habilidades de leitura e escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as necessidades, valores e práticas sociais”. Deve manifestar-se nos diferentes componentes curriculares sendo o professor responsável pelo letramento específico de cada área de conhecimento trabalhada.
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    Ou seja, notrabalho com o BIA é necessário integrar as práticas de codificação e decodificação da língua escrita com a assunção da escrita como própria pelo aprendente. Traduzindo numa expressão: “alfabetizar letrando”. Esse trabalho deve ser permeado pela Ludicidade (outro eixo integrador do trabalho com o bloco) de forma contextualizada, resgatando “as cantigas de roda, as brincadeiras infantis, o subir, o descer, o pular, o gritar”, permitindo a vivência da “corporeidade”. Nesse ponto a escola conta com a presença de dois profissionais da área de Educação Física, participantes do Projeto Educação em Movimento (projeto anexo). Com isso, os alunos da EC10 são atendidos duas vezes por semana, cada atendimento com duração de 50 minutos. O projeto visa levar o estudante à reflexão acerca das próprias possibilidades de movimento para que possa exercê-las com autonomia. Os professores de Educação Física desenvolvem um trabalho plenamente integrado ao do professor regente, participando do Conselho de Classe e demais eventos pedagógicos. A presente proposta defende, ainda, os princípios explícitos na Estratégia Pedagógica / BIA, para o trabalho pedagógico. Sendo eles: • Princípio da Formação Continuada; • Princípio do Reagrupamento; • Princípio do Projeto Interventivo; • Princípio da Avaliação; • Princípio do Ensino da Língua; • Princípio do Ensino da Matemática. Não cabe aqui a explanação teórica de cada um deles, visto estarem bem explicitados em documento próprio. Observa-se, no entanto, a concretização destes ao longo da Proposta Pedagógica da Instituição. O Bloco Inicial de Alfabetização, já consolidado, abrange o primeiro, segundo e terceiro anos. O processo de alfabetização inicia no primeiro ano e deve levar o estudante a “ler um pequeno texto com compreensão e produzir textos orais e escritos com encadeamento de ideias, a partir de contexto significativo, sem exigências das complexidades ortográficas e complexidades ortográficas e compreensíveis por qualquer pessoa. Esse processo deve ser ampliado e consolidado para que, ao final do BIA, o estudante seja capaz de ler e produzir textos orais e escritos de forma proficiente na perspectiva do letramento e da ludicidade”. (p.38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo). O Segundo Bloco (do segundo ciclo) é constituído pelos quartos e quintos anos e tem como objetivo principal levar o aluno a aumentar a competência comunicativa para expressar-se de forma adequada nas diversas situações e práticas sociais, de modo a resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar participação plena no mundo letrado. (p. 38, Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2˚Ciclo). O Reagrupamento é uma estratégia prevista para o Bloco Inicial de Alfabetização, que deve incorporar-se à rotina da instituição. Visa atender todos os alunos dos ciclos.. Favorece o planejamento coletivo, oportunizando a adequação do ensino às necessidades e potencialidades educativas individuais dos alunos, trabalhando de forma diversificada e lúdica.
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    Os reagrupamentos concretizama ideia de o aluno ser responsabilidade da escola e não apenas de um único professor, integrando o trabalho da instituição educacional, superando os limites da sala de aula, possibilitando ao aluno transitar entre diversos grupos, interagindo com todos. a. Reagrupamento intraclasse: Atividade realizada no interior da classe. Semanalmente, o professor estará desenvolvendo atividades independentes, autodirigidas. As atividades são definidas pelo professor de acordo com os objetivos e habilidades a serem trabalhadas de forma diversificada. b. Reagrupamento interclasse: Atividades para atendimento aos alunos da mesma etapa ou entre as diferentes etapas, proporcionando o intercâmbio entre eles. Cada professor atende alunos de níveis afins, sendo ou não do mesmo bloco ou da mesma turma possibilitando fazer intervenções eficazes para atingir especificamente as fragilidades e potencialidades de cada educando. As atividades trabalhadas no reagrupamento são elaboradas em conjunto por todos os envolvidos no processo. O envolvimento coletivo é fundamental como suporte técnico e pedagógico ao desenvolvimento do projeto, unindo diversos setores da escola de acordo com as possibilidades institucionais. Os reagrupamentos acontecem na EC10 tanto no nível intraclasse quanto no interclasse. Os professores estão organizados entre si para que tal atividade aconteça do primeiro ao quinto ano, com diversos reagrupamentos acontecendo entre turmas. O Projeto Interventivo visa atender às orientações da Estratégia Pedagógica do BIA, ao mesmo tempo que vai de encontro às necessidades identificadas no diagnóstico inicial e ao longo do ano. Tem como objetivo geral oportunizar aos alunos dos ciclos, em defasagem idade/série e/ou com necessidade de aprendizagem, a apropriação da leitura e da escrita e de outras habilidades necessárias à continuidade de sua vida acadêmica, intervindo assertivamente nas dificuldades evidenciadas pelo grupo, visando os aspectos do desenvolvimento humano: afetivo, motor, cognitivo e social, numa perspectiva inclusiva. Atualmente a Escola Classe 10 de Taguatinga encampa dois projetos interventivos: um com foco no desenvolvimento da leitura e escrita de alunos alfabetizados, outro com foco na alfabetização de alunos não alfabetizados. O primeiro grupo é atendido por um professor readaptado. O segundo grupo recebe mediações de dois facilitadores da Educação Integral que complementam a carga horária. Ao se pensar uma educação inclusiva com respeito ao ritmo de cada educando é necessário que se observe a diversidade presente em sala de aula, onde o modo de aprender de cada criança muitas vezes é único e próprio daquela criança, especificamente. Assim, o momento do reforço escolar aparece como propício ao trabalho com atividades diversificadas, de atendimento individualizado e de ampliação dos tempos e espaços escolares. Favorece tanto o aluno com dificuldade quanto o aluno que apesar de não apresentar dificuldades de aprendizagem, necessita, naquele momento, de uma revisão mediada pelo professor. Atuar como estratégia interventiva de recuperação contínua para alunos que evidenciem necessidades de aprendizagens é um objetivo do Reforço Escolar. Os professores regentes são os responsáveis pelo atendimento de pequenos grupos de alunos, no contra turno,
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    semanalmente, às terçasou quintas feiras, de acordo com a disponibilidade do professor. O tempo sugerido é de cerca de uma hora, embora tal decisão esteja a critério do professor, que realiza as adaptações necessárias. As atividades serão planejadas de acordo com as especificidades do grupo, evitando um trabalho repetitivo e rotineiro. Cabe ao professor regente definir a necessidade, o tempo de mediação, o período de duração e o público da intervenção. A Formação Continuada acontece, conforme previsto em legislação própria, às quartas – feiras, durante a Coordenação Coletiva. A Formação Continuada é de responsabilidade da Coordenação Pedagógica da EC10, com o apoio da equipe gestora. Esse importante momento conta com a socialização de saberes e práticas das próprias coordenadoras, de membros do próprio grupo, e de convidados externos. A EC10 entende a formação continuada como um momento de articulação entre teoria x prática. Conforme Madalena Freire : “Professor algum é dono de sua prática , se não tem a reflexão de sua prática na mão”. O foco principal das formações continuadas para 2017 tem sido a formação em Educação Matemática. A escola conta com a Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, atuando com uma pedagoga e uma psicóloga itinerante. A EEAA desenvolve seu trabalho baseado em Orientação Pedagógica própria e no Plano de Ação, anexo. Orienta os professores regentes na melhor forma de atuação junto aos alunos encaminhados e conta com espaço/tempo próprios para planejamento com o professor regente. A EEAA tem participação efetiva no Conselho de Classe, conforme descrito em capítulo posterior e desde 2017 é responsável pelo Projeto de Transição. A Sala de Recursos, conta com dois profissionais para o atendimento requerido por sua Orientação Pedagógica específica e Plano de Ação, anexo. Além do atendimento junto ao aluno ANEE, atua junto ao professor orientando seu planejamento e práticas. Participa do Conselho de Classe e constitui-se em referência para as estratégias de inclusão. O Serviço de Orientação Educacional é composta por uma profissional que desenvolve seu trabalho guiado por Orientação Pedagógica específica e plano de ação, anexos. É responsável por atuar junto às questões disciplinares, tem forte atuação no Conselho de Classe. A escola abriga ainda, Educadores Sociais Voluntário atuando na Educação Integral auxiliando o coordenador no desenvolvimento das atividades previstas e no atendimento aos alunos especiais. A proposta pedagógica da SEEDF é regida pelo Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal: currículo de educação integral que objetiva ampliar tempos, espaços e oportunidades de aprendizagem.
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    Ampliação dos tempos,espaços e oportunidades de aprendizagens A enturmação na EC10 de Taguatinga rege-se pelos documentos legais, tanto a formação das turmas, quanto o número de alunos atendidos em cada sala, em função do espaço e das reduções pleiteadas pelos alunos portadores de necessidades educacionais especiais. Em cima dessa enturmação, resguardadas as prerrogativas legais, ocorre uma enturmação pedagógica, organizada pela Supervisão e Coordenação Pedagógica, com o apoio do corpo docente, do Serviço de Orientação Educacional, da Sala de Recursos e da EEAA. A enturmação pedagógica visa equilibrar as turmas para que não haja turmas fortes e fracas. Busca-se ainda, um equilíbrio relacionado às questões disciplinares e de relacionamento, bem como quanto às necessidades e potencialidades observadas pelo professor e demais equipes ao longo do ano. CONCEPÇÕES, PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO A avaliação apresenta-se como o mais abrangente e importante fator de aperfeiçoamento do processo educativo. Ultrapassa a simples aferição do conhecimento adquirido pelos alunos, apontando também e principalmente, para o sucesso ou as falhas do ensino oferecido. É fundamental, portanto, que ocorra de forma permanente, como indicador seguro dos caminhos a seguir, correções a fazer, aprimoramentos a buscar e do crescimento já alcançado. Avaliar é também, buscar subsídios para a prática docente e administrativa, indicando a importância da manutenção ou mudança de estratégias, redefinição de metas e objetivos, possibilitando corrigir no processo, falhas ou disfunções que comprometam o sucesso escolar. A Secretaria de Educação amplia, em suas diretrizes a noção de avaliação, indo além das avaliações da aprendizagem, orientando a articulação das avaliações em três níveis: aprendizagem, institucional e larga escala. Adota-se nessa articulação a função da avaliação formativa, onde, além de colher dados, além de se analisar o produto final, têm-se a intenção interventiva. É com essa concepção que a instituição de ensino trabalha. Por ser um processo contínuo, sistemático e intrínseco ao ato de educar, a avaliação deve ser planejada e norteada por critérios previamente estabelecidos, conhecidos e entendidos por todos, visto que, o resultado final reflete o fracasso ou sucesso de todos os envolvidos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a compreensão por parte dos responsáveis acerca dos instrumentos utilizados no ato de avaliar é essencial para que estes tornem-se coparticipante no desenvolvimento escolar do aluno e se compromete a oportunizar, viabilizar e incentivar práticas efetivas de participação desse segmento na construção da gestão democrática. Oportunizar às famílias informações e esclarecimentos acerca da organização do trabalho pedagógico, dos procedimentos, critérios e instrumentos adotados para avaliação dos alunos, garantir a presença desses atores no conselho de classe participativo conforme prevê a lei da gestão democrática são formas de gerar o protagonismo desse segmento. Atitudes com as quais, a instituição de ensino se compromete. Para tanto, são realizadas as reuniões com responsáveis bimestralmente, onde são comunicados os resultados aferidos acerca da aprendizagem
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    dos estudantes, ondese discute esse resultado baseado nos critérios definidos e se planeja ações para que o estudante alcance a meta planejada. Embora ocorram momentos específicos de aferição da aprendizagem para planejamento de intervenções, a avaliação permeia todo o processo educativo e busca a superação das dificuldades e falhas individuais e/ou grupais que interferem no sucesso escolar. Nesse sentido, todo trabalho desenvolvido pela unidade escolar é avaliado em momentos próprios, definidos no calendário escolar, denominados Avaliação Institucional. Esse momento é realizado com a participação de todos os segmentos da unidade escolar e busca evidenciar potencialidades e necessidades da instituição com fins de intervenção. O Conselho de Classe constitui-se uma importante instância de avaliação formativa, onde é possível entrelaçar as avaliações de aprendizagem, institucional e de larga escala. Na EC10 o Conselho de Classe acontece bimestralmente, com a presença dos regentes, equipe diretiva, equipes especializadas (SOE, EEAA, Sala de Recursos), professores de Educação Física, coordenação pedagógica. A ausência de espaço-tempo e o zelo para com os dias letivos previstos não permite que o Conselho de Classe seja realizado com a participação de ambos os turnos, o que seria ideal. Assim, cada conselho é realizado no turno contrário à regência do professor, sendo divididos em Conselho do BIA e dos 4°e 5°anos. Viabilizar a participação dos pais/responsáveis em todos os conselhos da escola é o desafio que no momento se apresenta. Os dados colhidos no conselho são registrados em ficha própria da Secretaria de Educação e em portfólio das turmas aos cuidados da coordenação pedagógica. As observações, queixas, fragilidades, sugestões são anotadas e retomadas posteriormente para providências. A escola acredita assim encampar a orientação de proceder uma avaliação formativa, sendo essa entendida como aquela realizada com fins de intervenção. Conselho de Classe Participativo Todos os segmentos e setores da escola são avaliados durante o Conselho de Classe, no entanto esse não é o único momento em que tal avaliação acontece. As avaliações institucionais previstas no calendário escolar bem como as coordenações coletivas semanais constituem –se oportunidades de avaliar os diversos setores da escola. Sempre que possível, as fragilidades
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    identificadas sofrem intervençãoimediata. A recepção da escola conta com um instrumento permanente de avaliação para a comunidade escolar. As fragilidades e as potencialidades apontadas são repassadas aos setores responsáveis, semanalmente, para as providências cabíveis. Os resultados coletados através dos diversos instrumentos de avaliação realizados junto aos diversos setores/segmentos da escola são tabulados e apresentados à comunidade nos momentos previstos no calendário escolar. Nesse momento a comunidade é ouvida e suas dúvidas, sugestões e/ou críticas são debatidas coletivamente. Os dados da Avaliação Institucional têm sido amplamente divulgados no blog da escola e no mural, além de estarem disponíveis em versão impressa para toda comunidade. Instrumento utilizado com professores na Avaliação Institucional Os resultados das avaliações de larga escala tem possibilitado ao corpo docente reflexões nos momentos de estudo em coordenações coletivas. Observa-se, no entanto, a necessidade de trabalhar junto à comunidade escolar a compreensão dos dados divulgados, a fim de que seja superada a noção de ranqueamento entre as unidades escolares. A avaliação diagnóstica denominada Aula Entrevista (um conjunto de tarefas realizadas individualmente com o aluno para identificar os esquemas de pensamento prévios acerca dos conceitos a serem construídos no processo de alfabetização e na pós-alfabetização) é utilizada na escola sempre que sua necessidade é identificada o que não inviabiliza a utilização de outros instrumentos avaliativos e/ou diagnósticos. Não nos cabe aqui, falar sobre os passos e técnicas desta avaliação, porque sua criadora já publicou uma obra específica, até então denominada Aula Entrevista, Geempa, Esther Pillar Grossi. Também não nos cabe teorizar sobre ela, porque tem sido, ao longo dos últimos anos, objeto de estudos em teses acadêmicas. A Aula Entrevista sugere uma intimidade necessária para o estabelecimento de vínculo afetivo dando abertura para o conhecimento que se pretende construir. No que diz respeito à avaliação diagnóstica dos esquemas de pensamento no processo de alfabetização, cabe ressaltar que cada tarefa da “Aula Entrevista” foi pensada e elaborada sob o crivo de critérios científicos rigorosos e cada uma corresponde a um aspecto importantíssimo para ser trabalhado e conceituado pelas crianças. Outros instrumentos são utilizados como diagnóstico na verificação de outras competências e/ou aprendizagens. Os registros dos Conselhos de Classes anteriores e os relatórios de avaliação produzidos pelo professor são retomados para compor uma avaliação contínua.
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    O corpo docenteda Escola Classe 10 entende o dever de casa como uma atividade complementar ao conteúdo que tem sido desenvolvido na e pela escola. Uma atividade cujos objetivos são: a criação do hábito de estudo; oportunizar a sistematização do que foi aprendido e percepção de quais estratégias de meta-aprendizagens são úteis para fortalecer sua autonomia como estudante. Significativa parcela dos pais/responsáveis declarou não ter dificuldade em acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos e elencaram o dever de casa como uma das estratégias utilizadas para realizar esse acompanhamento. Aproximar o cotidiano escolar do contexto familiar constitui-se outro ganho. O dever de casa informa ao professor as dificuldades do aluno para que intervenções possam ser planejadas. O dever de casa pode ser de três tipos: atividades de sistematização dos conhecimentos, atividades de introdução de conteúdos (preparatória) e atividades de aprofundamento. A frequência semanal das tarefas de casa varia de acordo com a idade da criança, aumentando gradativamente do primeiro para o quinto ano. Está claro que as atividades de casa devem ser retomadas pelo professor e corrigidas (quando for o caso) em sala de aula, pois assim obtém-se um retorno das habilidades desenvolvidas ou não pelo estudante. É consenso que a responsabilidade dos pais nesse momento limita-se a monitorar a realização desse dever de casa, estabelecendo uma rotina para sua realização com local adequado. A função do responsável pode estender-se para alguma orientação específica ou enriquecimento da atividade caso esse responsável sinta-se à vontade. O dever de casa, no entanto, não substitui a ação especializada e planejada de ensino do professor. É responsabilidade do professor fornecer ao aluno todo esclarecimento para a realização do dever de casa, indicando roteiro, bibliografia para pesquisa e sites na internet, quando necessário. É responsabilidade do aluno comprometer-se com a realização do dever de casa, mobilizando todo seu conhecimento e habilidades já adquiridas. Não há definição de um número de avaliações bimestrais, variando conforme a especificidade dos conteúdos e os objetivos a alcançar. Os professores têm autonomia para decidir seus critérios de avaliação dentro da legalidade e dos pressupostos teóricos definida pelas Diretrizes de Avaliação Educacional, triênio 2014/2016. Os responsáveis, bem como os estudantes, devem ser esclarecidos acerca dos instrumentos, procedimentos e critérios de avaliação adotados pelo professor. A Escola Classe 10 zela pela manutenção de múltiplos instrumentos de avaliação, uma vez que a avaliação não deve se restringir apenas ao aspecto cognitivo, mas proporcionar uma análise mais ampla da aprendizagem, de forma a evidenciar o desenvolvimento de diferentes competências, exigidas por cada um deles. Os instrumentos utilizados pela EC10 estão contemplados nas Diretrizes de Avaliação Educacional / 2014/2016: provas, portfólios, registros reflexivos, pesquisas, trabalhos em grupos, trabalhos individuais, A auto avaliação é conduzida na perspectiva formativa. Ou seja, o educando é levado a refletir acerca do desempenho obtido e o que poderia ter auxiliado em um desempenho superior. A recuperação ocorre de forma paralela ao longo do processo sempre que o objetivo não for alcançado ou outras deficiências forem observadas. As intervenções são pontuais e realizadas imediatamente após a detecção de sua necessidade. Para tanto são utilizadas estratégias variadas: reagrupamentos, atividades diversificadas, reforço escolar, projeto interventivo, e outros. O desempenho do aluno é registrado em ficha própria, bimestralmente, conforme orientação da SEEDF e socializado com a família no sentido de compartilhar os progressos alcançados e os aspectos a serem trabalhados,
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    com vistas aum melhor rendimento. Os resultados bimestrais e finais são registrados no diário de classe do professor e no relatório de avaliação (RAV), sendo comunicados aos pais e alunos, mediante instrumento próprio, em reuniões, ao término de cada período escolar. As reuniões de pais/ responsáveis acontecem bimestralmente e são importantes momentos para socialização do desempenho dos estudantes e esclarecimento das práticas pedagógicas vigentes. Os responsáveis que por ventura não comparecem são convocados em segunda chamada por meio de bilhete ou telefone. Na ocasião os pais são esclarecidos acerca da necessidade de seu acompanhamento na vida escolar do filho. Tal estratégia tem apresentado resultados positivos. A escola encontra-se preparada para, em caso de necessidade, acionar outras instâncias de amparo à criança como Conselho Tutelar e Ministério Público. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Currículo em Movimento adota uma teoria do currículo objetivando “definir intencionalidade formativa, expressar concepções pedagógicas, assumir uma postura de intervenção formativa, refletida, fundamentada e orientar a organização das práticas da e na escola”. Dessa forma, a teoria que fundamenta o currículo da SEEDF é a Teoria Crítica que tem como pressupostos “a desconfiança do que é natural, o questionamento à hegemonia do conhecimento científico em detrimento a outras formas de conhecimento, o reconhecimento da não neutralidade do currículo e do conhecimento, a busca da racionalidade emancipatória x racionalidade instrumental, a busca do compromisso ético ligando valores universais aos processos de transformação social”. A Teoria pós-critica do currículo aparece também fundamentando o currículo quando além de ensinar a tolerância e o respeito, provoca análise dos processos através dos quais as diferenças são produzidas. O Currículo em Movimento propõe uma maior integração entre os níveis do Ensino Fundamental e uma proposta de trabalho onde as diferentes áreas de conhecimento tenham sustentação nos eixos transversais (Educação para a Diversidade; Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos, Educação para a Sustentabilidade) e integradores (alfabetização, letramentos e ludicidade). Destaca-se que o fundamento do currículo é a Educação Integral (na perspectiva de para além da ampliação da carga horária), favorecendo as aprendizagens e fortalecendo a participação cidadã, baseado nos princípios: integralidade, intersetorialização, transversalidade, diálogo escola-comunidade, territorialidade, trabalho em rede, convivência escolar negociada. Nessa perspectiva, todas as atividades desenvolvidas no ambiente escolar são entendidas como educativas e curriculares. Todas as atividades entendidas como educativas e curriculares: participação nos jogos interescolares
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    Ainda de acordocom o Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal, os conteúdos são organizados em torno de temas/ ideias e articulados aos eixos transversais (educação para a diversidade, cidadania e educação em e para os direitos humanos, educação para a sustentabilidade), permeando todos os componentes curriculares. Conforme explicitado ao longo do presente documento, a Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve os eixos curriculares (transversais e integradores) de forma articulada ao Projeto Político Pedagógico, atrelado aos conteúdos curriculares, partindo das necessidades diagnosticadas, dos projetos institucionais ou dos projetos de interesse das crianças. Possibilidade de articulação curricular Concepção da articulação tema x eixos x conteúdos curriculares
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    O trabalho curricularda escola não se encontra estruturado em torno de datas comemorativas. Ao analisar as intencionalidades pedagógicas que sustentam um trabalho assim organizado, o corpo docente percebe o forte apelo consumista bem como as poucas oportunidades de questionar e debater os conceitos postos e assimilados pela sociedade como “naturais”; uma perspectiva de trabalho claramente contrária à proposta apresentada pela Secretaria de Educação que abraça as teorias crítica e pós-crítica como pressupostos teóricos do currículo. Apesar disso, considerando que o que acontece no entorno da escola dialoga com o que acontece em seu interior, a EC10 não se furta de abordar temáticas de interesse dos alunos e da comunidade, mesmo quando de teor comemorativo. Esse trabalho busca afirmar e legitimar o pertencimento cultural da criança e de sua família. Com o cuidado de não estimular o caráter consumista de certas datas, preservando o aspecto afetivo e cultural de outras, dosando com o aspecto crítico, ao longo do ano aparecem no trabalho escolar: a festa junina, a reflexão de páscoa e o auto de nata solidário. Esclarecemos que o trabalho com tais eventos está justificado nos projetos específicos, anexos. E, no momento, a permanência de tais eventos comemorativos encontra-se em debate junto ao corpo docente. Considerando as diferentes identidades que se fazem presentes na instituição educacional, faz-se necessário destacar a Educação para a Diversidade como eixo transversal, onde mais do que apenas “reconhecer as diferenças”, é necessário também refletir sobre elas: “as relações e os direitos de todos”. É um eixo que requer formação continuada para o corpo docente e que deve ser abordado de forma transversal e interdisciplinar. Para tanto, considera-se os valores culturais do estudante e de sua família. O aluno, protagonista do ato de aprender, deve ser estimulado em todos os momentos a questionar, manifestar ideias, dúvidas e opiniões, enunciar conceitos e descobertas, fazer associações, pesquisar, concluir, entre outras atitudes positivas para a construção do conhecimento, desenvolvimento do pensamento crítico, o fortalecimento da autonomia e da solidariedade. As equipes docente e técnico-pedagógica devem ter a sensibilidade de integrar conhecimentos, linguagens e afetos, considerando as experiências prévias, manifestadas pelos alunos, uma vez que estes são dotados de identidade, valores, experiências e modos de vida próprios, que devem ser considerados e discutidos de forma crítica, construtiva e solidária.
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    A organização curricularda EC10 prevê o uso do laboratório de informática para todas as turmas, semanalmente não só como forma de democratizar o acesso à tecnologia, mas também de desenvolver habilidades específicas para que o aluno possa produzir conhecimento a partir dessas tecnologias: necessidade nascida do eixo Educação em e para os Direitos Humanos. Desde 2015 a instituição vem desenvolvendo um trabalho reflexivo e coletivo a respeito da didática da matemática para contribuir com a organização do trabalho pedagógico e, principalmente, com a evolução das aprendizagens dos estudantes e dos professores. Sendo assim, houve um investimento na formação profissional in loco com temas relacionados ao trabalho com a matemática nos anos iniciais. Em 2016 houve uma mudança no quadro de funcionários (docentes) implicando na retomada das discussões já iniciadas em 2015. Apesar de os índices das avaliações externas indicarem que a escola tem alcançado os níveis previstos (meta) é necessário reconhecer que discutir a didática da matemática, implantando e implementando projetos, estratégias e análises críticas das aprendizagens dos estudantes, ainda são um desafio. Mesmo porque o próprio trabalho com todos os blocos de ensino da matemática ainda são esquecidos e quando ocorrem nem sempre estão articulados com outras áreas do conhecimento. Para avançar nas discussões desta área opta-se, didaticamente e como intervenção pedagógica da coordenação institucional, por partir dos dados avaliativos apontados pelos próprios professores e posteriormente cruzá-los com os dados das avaliações externas e o currículo da Secretaria de Educação do DF. Isso para que possa-se pensar nas ações adequadas. Situações de aprendizagem e do ensino da linguagem matemática na Escola Classe 10 1. Implementação de diagnóstico inicial que contemplem as aprendizagens em matemática e não apenas as aprendizagens em Língua Portuguesa, como tradicionalmente acontecia na escola. Sabe-se que o levantamento ainda é restrito e focou apenas na área de números, operações e resoluções de problemas. 2. Mapeamento dos conhecimentos dos estudantes, por turma, para planejamento das atividades didáticas. 3. Conversas com os professores no momento dos planejamentos das aulas, por ano, sobre tipos de atividades a serem desenvolvidas em sala a partir das necessidades de cada turma. Nesses encontros, foram sugeridas atividades diferenciadas para os Blocos da matemática, apresentados no currículo. 4. Acompanhamento de algumas atividades de matemática (jogos, registro, análise de gráficos, desafios lógico matemáticos, resolução de problemas matemáticos com socialização de estratégias dos estudantes...) que foram desenvolvidas em sala de aula. 5. Estudos no dia das coletivas (quarta-feiras), a partir dos levantamentos feitos nos pré-conselhos e nos conselhos de classe sobre as necessidades de intervenções no campo da matemática. Seguem alguns temas dos estudos:  Compreensão de estratégias didáticas para a construção do conhecimento a respeito da estrutura de números naturais, por meio de atividades e jogos de agrupamentos e trocas.  Estudo sobre estratégias didáticas básicas para o desenvolvimento do pensamento do matemático em sala de aula.
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     Estudo sobreestratégias didáticas básicas para a construção do número decimal e do número fracionário. 6. Listagem de metas de aprendizagem, por bimestre, na área e por ano. 7. Existem Projetos específicos e/ou sequências didáticas ocorrendo em diferentes turmas; 8. Os próximos estudos abordarão :  A didática na resolução de problemas e o trabalho com os fatos fundamentais;  Medidas: de comprimento, massa, volume e capacidade;  Geometria: Tanto da orientação quanto dos espaços e das formas. 9. Há reagrupamentos voltados para as aprendizagens matemáticas, bem como várias ações de reforço escolar. Potencialidades e fragilidades • Aumento das quantidades de situações em salas de aula em que ocorrem estudos e reflexões sobre o trabalho com a matemática. • O grupo precisa de muitos estudos coletivos para fortalecer suas ideias sobre como realizar as intervenções de modo que favoreçam a construção de conceitos matemáticos pelos estudantes. • Possibilitar melhor articulação entre a matemática e as outras áreas do conhecimento para a construção de projetos e sequências didáticas. • Construção de um diálogo coletivo entre os professores para ampliarem as possibilidades de apoiarem as estratégias reais dos estudantes nas resoluções de problemas. O Ensino Fundamental de 9 anos da Escola Classe 10 de Taguatinga destina-se à formação de crianças e pré-adolescentes, visando o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto realização, projetos de vida e exercício consciente da cidadania plena. A Matriz Curricular para o Ensino Fundamental – anos iniciais, no Distrito Federal, prevê:
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    61 PLANO PARA IMPLEMENTAÇÃODO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO PEDAGÓGICA Considerando todo o exposto anteriormente, todos os documentos legais aos quais se filiam a presente proposta, considerando ainda a Portaria de distribuição de turmas / 2017 (onde se explicita os tempos de regência e planejamento, etc), bem como o Calendário Escolar da SEEDF, a Escola Classe 10 segue as determinações legais. A saber: os espaços / tempos de planejamento individual e coletivo, respeitando os tempos de formação continuada (concretizada em cursos dentro e fora do espaço escolar). Ou seja, o planejamento do professor regente ocorre semanalmente, por ano, por turno. Outro momento do planejamento pedagógico ocorre coletivamente no início dos bimestres, trata-se da Organização Curricular, quando os professores, acompanhados da coordenação pedagógica, reúnem-se, por ano, ambos os turnos. Mais do que apenas separar conteúdo, esse momento mostra-se rico na troca de experiência entre os docentes e na reflexão acerca dos instrumentos de avaliação a serem utilizados. Trata-se da articulação entre temas x eixos x áreas curriculares x Projeto Político Pedagógico. Os resultados são registrados em fichas próprias, todos os professores recebem cópias e uma cópia fica à disposição da coordenação e demais profissionais. A organização curricular por bimestres é disponibilizada aos responsáveis. As Semanas Pedagógicas, no início do ano letivo e do semestre, também se configuram em importantes momentos de planejamento: é retomado o PPP da instituição, são definidos os projetos e eventos institucionais e são levantadas as fragilidades e potencialidades... Destacamos os momentos destinados à Avaliação Institucional, pois a partir dos resultados aferidos, o planejamento realizado anteriormente pode ser revisto, ajustado... As reuniões de pais e responsáveis são definidas no início do ano letivo, com base no calendário escolar e na realidade da escola, durante a semana pedagógica. As datas são amplamente divulgadas tanto por meio digital (blog) quanto por comunicado pessoal oral e escrito. São planejadas cinco reuniões com os responsáveis, sendo a primeira o contato inicial com o professor e sua metodologia de trabalho. As demais visam, principalmente, a divulgação dos resultados obtidos pela turma e por aluno, individualmente. Participam de tais reuniões, os responsáveis pelos alunos, o professor regente e qualquer outro membro da equipe diretiva e/ou pedagógica, desde que solicitado e/ou observada a necessidade ou adequação. O Serviço de Orientação Educacional, bem como o profissional da Sala de Recursos e do EEAA, também divide seu tempo a fim de participar das reuniões. Também é o momento em que os profissionais ligados à Educação Integral e à Educação com Movimento estão à disposição dos pais e responsáveis. Os momentos de coordenação pedagógica, seja ela coletiva e/ou individual constituem-se em momentos abertos à avaliação da aprendizagem. Nesses momentos, sempre que identificadas fragilidades ou experiências
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    62 de sucesso, asmesmas são compartilhadas com o grupo. Entende-se que as intervenções devam ser imediatas em casos de alunos cuja aprendizagem não correspondam às metas. A EC10 assegura a aprendizagem de seus alunos através do diagnóstico, conhecendo onde cada aluno se encontra; através da recuperação contínua, no uso de estratégias diversas: reforço escolar, atividades diferenciadas, projetos interventivos, reagrupamentos intraclasse e/ou entre pares; na Avaliação Formativa e na possibilidade de transformá-la em um momento privilegiado de aprendizagem. Os professores são orientados a realizar encaminhamentos de alunos à Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem sempre que julgar necessário e a buscar o apoio do pedagogo vinculado a este serviço no seu planejamento e atuação junto aos alunos. Os professores regentes têm garantido o suporte do profissional especializado da Sala de Recursos e do pedagogo da EEAA para planejamento e atuação eficientes. GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS Como forma de gerir a melhoria dos resultados evidenciados no que se refere a rendimento escolar a escola encampa os projetos de apoio à aprendizagem, a formação continuada bem como o planejamento coletivo e individual. Além disso, os recursos administrativos e financeiros da escola encontram-se em função do fazer pedagógico. A análise dos resultados da Avaliação Institucional e de Larga Escala são importantes aliados na reflexão acerca das possibilidades de intervenção nos resultados apresentados pela escola. A aprendizagem dos alunos é refletida diariamente no planejamento, na aplicação das atividades, no desempenho frente às metas estabelecidas. É refletida ainda na execução do Conselho de Classe onde as perguntas o que o aluno aprendeu, o que não aprendeu, o que deve ser feito para que ele aprenda devem ser respondidas.
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    63 O acompanhamento defrequência dos alunos é realizado periodicamente. Os pais são comunicados acerca das faltas dos alunos e orientados acerca dos prejuízos acarretados ao desempenho escolar. A infrequência reincidente é encaminhada ao Conselho Tutelar, conforme legislação vigente. É meta da escola zerar a reprovação por infrequência. Nesse quesito já tivemos reduções significativas. GESTÃO PARTICIPATIVA A Escola Classe 10 de Taguatinga, fiel às determinações da SEEDF, apresenta em sua composição os órgãos colegiados Assembleia Escolar e Conselho Escolar, essenciais ao planejamento desenvolvido pela instituição educacional. A Assembleia Escolar aprovou o regimento escolar (anexo) e a versão preliminar do presente Projeto Político Pedagógico, sem ressalvas de qualquer natureza, estando os mesmos em conformidade com as leis vigentes e documentos da Secretaria de Educação do Distrito Federal. É meta da EC10 fortalecer a participação do Conselho Escolar nas decisões que lhe cabem conforme a Lei da Gestão Democrática. Para tanto, as reuniões públicas são realizadas em horários que melhor se compatibilizem com as possibilidades de comparecimento de seus membros, além disso, são amplamente anunciadas através de múltiplos meios: bilhetes, faixas, blog. Outros membros da comunidade escolar, que não somente os conselheiros eleitos, são convidados a participarem das reuniões públicas, pois mesmo sem direito a voto, têm direito a voz e o Conselho Escolar, através de seus membros, tem mais uma oportunidade de conhecer os anseios e necessidades daqueles que efetivamente representa. A equipe faz ao Conselho Escolar a prestação de contas pedagógica, informando dados, estatísticas e outras questões pertinentes.
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    64 A Escola contacom um blog para socializar as ações pedagógicas e administrativas efetivadas, constituindo-se em mais um canal de comunicação com a comunidade escolar. Sendo os outros: telefone, comunicados, agenda, e-mail, murais e faixas. A escola tem buscado instrumentalizar a comunidade escolar com o conhecimento acerca dos documentos, procedimentos e direitos dos alunos e de seus responsáveis. O processo de construção do Projeto Político Pedagógico tem sido amplamente divulgado por meio dos canais de comunicação da escola. Da mesma forma, tem-se compartilhado os documentos oficiais da Secretaria de Educação em sua íntegra e em sínteses no blog, após apresentação e estudo dos mesmos com a comunidade escolar em reuniões específicas. As reuniões do Conselho Escolar são abertas a participação da comunidade, que embora, sem direito a voto direto, toma conhecimento e expressa sua opinião acerca dos rumos que a escola tem tomado. GESTÃO DE PESSOAS A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o Plano de Gestão (anexo), apresentado à comunidade escolar por ocasião das eleições para diretores, parte fundamental da Gestão Democrática. O plano foi elaborado em cima das necessidades identificadas no cotidiano escolar. Os objetivos e metas detalhados nesse documento hoje fazem parte do PPP, pois, entende-se que a comunidade escolar se identifica com concepções expressas no plano de gestão. A equipe gestora da EC10 busca encampar uma administração voltada para o fazer pedagógico, de olho na aprendizagem evidenciada pelo corpo discente, atenta às avaliações e às relações interpessoais. As intervenções identificadas como necessárias são realizadas da forma mais imediata possível, através do diálogo e da escuta sensível. Espaço de formação individual e coletiva, a coordenação pedagógica obedece às diretrizes estabelecidas legalmente, buscando valorizar essa importante conquista dos educadores do DF que dispõem de uma carga horária de 15h semanais para planejamento e avaliação, formação continuada e atendimento individualizado ao aluno, quando este atendimento se faz necessário. Na figura específica dos coordenadores pedagógicos, a coordenação deve incorporar a aspiração por uma prática inovadora, interativa, inclusiva, eficiente onde metas e estratégias estejam em consonância com o alcance dos objetivos propostos, viabilizando a atuação de todos os atores da comunidade escolar. A Coordenação Pedagógica na EC10 compromete-se com a Formação Continuada, com o acompanhamento pedagógico junto ao professor, com o zelo pela implementação do Projeto Político Pedagógico da instituição, bem como pelos documentos oficiais da Secretaria de Educação que regem o trabalho em toda rede de ensino: o Currículo em Movimento, as Diretrizes dos Ciclos, as Diretrizes de Avaliação, as metas estabelecidas para os ciclos. Esse zelo se concretiza no estudo e socialização de tais documentos junto aos diversos segmentos escolares.
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    65 A EC10 defendea atuação do Coordenador Pedagógico nas funções estabelecidas nos documentos oficiais (Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal & Estratégia Pedagógica do BIA), destrinchados no Plano de Ação da Coordenação Pedagógica (anexo); para que o coordenador não seja “engolido” pelo cotidiano nem pelas necessidades emergenciais decorrentes da falta de planejamento dos órgãos maiores aos quais a unidade escolar se encontra vinculada. O Serviço de Orientação Educacional está estruturado com uma orientadora, Maria Emília Resende. O Plano de Ação do Serviço de Orientação Educacional encontra-se anexo. A Secretaria Escolar, de acordo com o Regimento Escolar das escolas Públicas do Distrito Federal, é subordinada ao diretor e executa atividades de escrituração escolar, de arquivo, expediente, atendimento à comunidade escolar em sua área de atuação, coordena o remanejamento escolar, a renovação de matriculas, a efetivação de novas matrículas, segundo critérios estabelecidos em documentos legais vigentes. Outras ações específicas são acrescidas às funções da secretaria escolar, contribuindo para a organização e funcionamento da escola. O corpo docente da Escola Classe 10 de Taguatinga desenvolve as atividades previstas pelos documentos legais, tais como participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Instituição, tratar igualitariamente todos os alunos, sem distinção de qualquer natureza, executar tarefas de registro e planejamento pedagógico, conforme legislação vigente, cumprir os dias e horas letivos estabelecidos, zelar pela aprendizagem dos alunos, avaliando-os segundo critérios da SEEDF, traçando estratégias de adequação curricular e recuperação quando e se necessárias. Cabe ainda aos docentes desenvolver os projetos e programas implementados pela Secretaria de Educação, cumprir os prazos legais referentes à vida escolar do aluno (diários, relatórios e outros), participar das ações referentes à integração escola-comunidade. Além das funções descritas o corpo docente compõe o Conselho de Classe. O Conselho de Classe é um órgão colegiado de professores, cuja principal função é acompanhar e avaliar o processo de ensino, educação e aprendizagem. Devem participar do Conselho de Classe, além dos professores: o diretor, o Supervisor pedagógico, o coordenador pedagógico, o orientador educacional e o representante dos alunos. Outras pessoas participam do Conselho de Classe: representante do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem e da Sala de Recursos, além de outros que se julgar necessários. Analisar o rendimento dos alunos e propor mudanças que visem ao melhor ajustamento dos alunos, deliberar sobre procedimentos disciplinares, casos de aprovação e reprovação, analisar, discutir e refletir sobre a proposta pedagógica da instituição, são as principais competências do Conselho de Classe. Soberano para propor mudanças, aplicar recursos e estratégias, o Conselho/comissão contribui de modo eficaz para o aperfeiçoamento gerencial, administrativo e docente, a eliminação das causas do insucesso escolar, o amadurecimento e retomada do aluno diante de seu próprio rendimento, sempre que este não for satisfatório e a busca do aprimoramento.
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    66 O Conselho deClasse deve proporcionar conhecimento da realidade, reflexão conjunta e propostas a serem colocadas em prática, uma vez diagnosticadas as dificuldades encontradas em cada período escolar. Nesse sentido, a Escola Classe 10 de Taguatinga, propõe a realização de reuniões ordinárias do Conselho ao término dos bimestres escolares do ano letivo. O Conselho de Classe/comissão pode ainda reunir-se em caráter extraordinário sempre que algum fato ou necessidade pedagógica justificar sua convocação. Os funcionários que prestam serviço na portaria zelam pela entrada e saída da comunidade escolar nas dependências da escola durante os períodos letivos, recepcionando os alunos. São funcionários readaptados pois os concursados para a função foram aposentados e a SEEDF não providenciou a substituição nem aprovou o pedido de terceirização. Os funcionários da vigilância zelam pelas dependências da escola e seus patrimônios no período em que a unidade escolar não está sendo utilizada convencionalmente. Realizada com profissionais concursados da própria SEEDF. O trabalho dos funcionários da cozinha possibilita o oferecimento de lanche aos alunos do Ensino regular, diariamente e almoço aos alunos da Educação Integral, respeitando as normas sanitárias, nutricionais e pedagógicas da Secretaria de Educação. Realizado com a empresa terceirizada CONFERE, supervisionado por um coordenador de alimentação escolar, professor readaptado. Os funcionários da limpeza e conservação executam os serviços necessários ao bem estar geral relacionado ao prédio público. Realizado com a empresa terceirizada MANCHESTER. A escola conta ainda com quatro funcionários da carreira assistência readaptados ou em processo e onze professores readaptados ou em processo, cujas funções estão definidas em plano de ação próprios, anexos. GESTÃO FINANCEIRA A gestão financeira da escola é realizada segundo orientações próprias da Secretaria de Educação. A Escola conta com o Conselho Escolar para discussão, aprovação e divulgação dos gastos realizados. Conta ainda com a assessoria de um escritório de contabilidade. A prestação de contas das diferentes verbas recebidas pela escola encontra-se à disposição da comunidade escolar para apreciação, conhecimento e fiscalização GESTÃO ADMINISTRATIVA Os encaminhamentos administrativos e pedagógicos da Escola Classe 10 de Taguatinga estão em harmonia com os princípios da Secretaria de Educação do DF e têm como norma de conduta o respeito à LDB, a busca de valores universais, a formação do cidadão produtivo e o atendimento às necessidades regionais e locais. O trabalho se desenvolve de forma participativa. Cada um exerce com autonomia e responsabilidade as atividades inerentes à sua função ao mesmo tempo em que respeita e auxilia os demais. O objetivo é a construção coletiva de uma gestão onde o setor administrativo exista em função do fazer pedagógico de qualidade e a escola em função do aluno, respeitando os princípios e finalidades da gestão democrática ( a grosso modo: participação da
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    67 comunidade, o respeitoà pluralidade e diversidade, a autonomia da unidade escolar, a transparência da gestão, a garantia da qualidade social, a democratização das relações pedagógicas e de trabalho, a valorização do profissional da educação.), todos explicitados em documentos próprios da SEEDF. A EC10 trabalha com funcionários terceirizados nos setores de limpeza e cozinha; estando os funcionários de ambas as empresas integrados ao cotidiano escolar embora sujeitos às regras da própria empresa e da SEEDF. Serviços de desratização e poda de árvores e grama são solicitados à empresa responsável pela manutenção. Os materiais pedagógicos da escola são adquiridos pela equipe gestora em consonância com as necessidades expressas pelo grupo e possibilidades de uso das verbas. Esse material é gerido pela equipe pedagógica a fim de atender as necessidades de todos. É consenso que a escola não deixa a desejar no que se refere aos materiais necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É o trabalho administrativo a serviço do fazer pedagógico. A equipe diretiva da EC10 compromete-se com o zelo e manutenção do prédio público realizando os reparos considerados de sua responsabilidade no Manual de Conservação das Escolas Públicas do Distrito Federal. A EC10 tem grades de segurança instaladas nas dependências da escola que abrigam patrimônio a fim de garantir a segurança dos mesmos.
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    69 PLANOS DE AÇÃOCOMO CONSTRUÇÕES COLETIVAS PLANO DE AÇÃO COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA / 2017 COORDENADORA: Cláudia Queiroz Miranda & Luzia Cergina de Queiroz OBJETIVO GERAL: Implementar a avaliação formativa como organizadora do trabalho pedagógico na Escola Classe 10 de Taguatinga. Há um empenho em promover articulação e integração entre o trabalho da direção/supervisão pedagógica/professores, visando orientar e acompanhar as atividades pedagógicas, para as aprendizagens de todos ( estudantes, professores, monitores etc). JUSTIFICATIVA: As ações da Coordenação Pedagógica da Escola Classe 10 de Taguatinga, tem como base teórica metodológica, as Diretrizes para o 2º ciclo, os Pressupostos Teóricos do Currículo em movimento e, o próprio Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal. A partir do trabalho coletivo, visando a organização do trabalho pedagógico com foco nas aprendizagens dos estudantes, bem como dos professores busca-se a integração dos conteúdos propostos pela SEEDF, das experiências pedagógicas dos professores, da metodologia histórico-critica e dos eixos integradores e transversais numa construção diária de saberes e fazeres. A ampliação dos espaços de discussões coletivas sobre a didática de matemática constituem-se em uma prática. A dinâmica desse processo solicita do Coordenador a promoção de hábito de estudos, leituras e discussões coletivas de textos, tanto os que trazem subsídios aos conteúdos específicos, quanto os que ampliam e aprofundam bases, encaminhamentos e concepções do ato educativo de ensinar e aprender, que caracteriza a especificidade da escola e do conhecimento que deve ser garantido. No entanto, esse Plano de ação é um tentativa de organizar o trabalho pedagógico da Escola Classe 10 no intuito de alcançarmos êxito nas aprendizagens de nossos estudantes e dos professores.
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    71 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidasnas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 1 – Compartillhar coletivamente intencionalidades pedagógicas para ensinar de forma a ampliar as aprendizagens de docentes e discentes. Diversos encontros nas coletivas pedagógicas ao longo do ano letivo. Professores, Orientador Educacional, E.E.A.A. ---- Relatos orais ou registros escritos ao final dos encontros. Quarta-feira na coletiva. 2- Organização do currículo escolar a partir do currículo da SEEDF e dos contextos reais da Escola Classe 10 de Taguatinga. Compartilhar os diagnósticos sobre as aprendizagens dos estudantes, discutindo parâmetros para a análise dos dados sobre a perspectiva da avaliação formativa e levantamento de estratégias para a organização dos dados de modo a subsidiar o planejamento diário do professor. • Encontros para estudo, discussão e registro sobre a organização curricular por ano e em cada bimestre nos dias letivos temáticos. • Reconhecimento e implementação dos projetos institucionais (Roda de Leitores, Sarau Literário, Cozinha Educativa, Mostra Cultural...) pelos professores no início do ano letivo e no decorrer do mesmo. Professores, Orientador Educacional, E.E.A.A. ---- Relatos orais ou registros escritos ao final dos 71encontros Quarta-feira na coletiva
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    72 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidasnas ações Avaliação das ações propostas Cronograma 3 –Implantar, implementar e acompanhar os reagrupamentos e projeto interventivo. Oferecer suporte técnico/pedagógico através encontros nas coordenações pedagógicas de terça-feira para elaboração, organização e aplicação dos Reagrupamentos e projeto interventivo. Planejamento do e Avaliação PI Professores e demais envolvidos no processo de ensino aprendizagem. Mensalmente as quartas – feiras uma hora antes do encerramento das coletivas; Enquanto houver necessidade de intervenções aos alunos não alfabetizados ou daqueles em defasagem em relação às expectativas de aprendizagem para o ano. 4 - Promover discussão e estudos sobre temas relevantes que atendam as necessidades dos professores e equipe para melhorar o desempenho dos estudantes. 1. Estudo sobre instrumentos e procedimentos avaliativos, na perspectiva da avaliação formativa. 2. Concepção e didáticas para a implantação e implementação de de Reagrupamentos e Projetos Interventivo. 3. Estudo sobre a Didática da matemática nos diferentes Blocos de aprendizagens apresentados no Currículo (Números e operações, grandezas e medidas, Tratamento da Informação e Espaço e Forma) 4. Estudos sobre o trabalho pedagógico a partir de textos , bem como estratégias Equipe gestora, professores, coordenadores e Equipe do Serviço de apoio às aprendizagens. Alguns encontros: Convidados externos à Escola para compartilhar pesquisas, práticas, materiais etc. Ao final das coletivas, através de registro escrito pelos participantes e observando o avanço no desempenho dos estudantes. Quartas-feiras
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    73 Objetivo Ações Público Parcerias envolvidasnas ações Avaliação das ações propostas Cronograma de leitura. 5. Promover espaços e tempos para a socialização de práticas entre os professores. 5 - Discutir e analisar o desempenho alcançado pelos envolvidos durante o processo de alfabetização, nas avaliações internas e externas (Prova Brasil e Provinha Brasil). Conselhos de Classe e Pré-conselhos Equipe gestora, professores, coordenadores, orientadores educacionais. _____ Ao final de cada fórum avaliação escrita. Semestralmente 6 -Atender as demandas dos professores no que diz respeito ao material didático pedagógico (pincel, folha, xerox, tinta, fita crepe, TNT e outros. Fornecer material aos professores quando solicitado. Professores ______ Semestralmente na avaliação institucional Todos os dias, enquanto houver demanda. 7 - Acompanhar e subsidiar a aplicação e discussão acerca dos resultados da Provinha Brasil de Linguagem e de Matemática. Esclarecimentos sobre a Provinha Brasil para os professores do 1º e 2º ano do Bloco Inicial de Alfabetização. Acompanhamento da aplicação da Provinha Brasil. Discussão e análise dos resultados alcançados pela escola. Professores do BIA --------------- Observando a normalidade no dia da aplicação e discussão dos resultados. Cronograma da SEDF
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    74 Objetivo Ações Público-alvo Avaliaçãodas ações propostas Cronograma 8 - Oportunizar aos professores dos Anos Iniciais momentos de formação continuada e trocas de experiências a partir dos temas levantados nos Conselhos de Classe, coletivas e coordenações com seus pares. Estudos elaborados para as coletivas realizada na quarta-feira; Professores, coordenadores do 1º ao 5º ano, profissionais da sala de recursos, pedagogo e Orientador Educacional. Ao final do encontro de forma escrita. Organizado a cada semestre 9- Participar das reuniões promovidas pelo CRAI/NUANIM/GREB Participações em reuniões para estar ciente das informações e discussões de temas pertinentes às Diretrizes Pedagógicas dos Anos Iniciais trabalho CRAI e outras informações relevantes. Coordenadores Ao final de cada reunião. Cronograma CRAI 10- Estudar, planejar e discutir temas/assuntos de acordo com as demandas dos Professores. Reuniões semanais para estudos, planejamentos e informações. Coordenação/Supervisão Pedagógica Ao final de cada encontro. As segundas e sextas feira no turno matutino. 11 – Subsidiar professores no planejamento e execução dos projetos previstos no PPP. Planejamentos das ações que envolvem os projetos, sem perder de vista a aprendizagem dos estudantes. Professores Antes e durante a ocorrências dos eventos Durante todo o período letivo 12. Subsidiar professores no desenvolvimento de práticas na sala de aula. Acompanhar , quando solicitado , o acompanhamento de práticas desenvolvidas em sala de aula. Professores e coordenadores. Oralmente, ao final da participação da atividade. Ao longo do ano letivo.
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    75 ORGANIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPO DACOORDENAÇÃO PEDAGÓGICA TEMÁTICAS OBJETIVOS PRAZOS MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO Organização Inicial do Trabalho Pedagógico Discussão sobre a Organização do Trabalho Pedagógico. Reconhecimento do perfil didático dos professores e articulação dos mesmos com a Organização da SEEDF. Aspectos relevantes na rotina pedagógica elencado coletivamente. X Dia Letivo Temático Organização curricular do primeiro mês do ano letivo. X Cozinha educativa – Apresentação do projeto e vivência com professores Conhecer o espaço da cozinha educativa, os utensílios e os objetivos do projetos X Estudo sobre instrumentos e procedimentos para a realização do diagnóstico inicial da turma. Compartilhar conhecimentos a respeito da avaliação diagnóstica, bem como definir parâmetros para o trabalho de análises dos mesmos sob o ponto de vista da avaliação formativa. X
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    76 Elaboração: estrutura da reuniãode pais participação - estudantes. Subsidiar professor para a organização da reunião de pais X Avaliação formativa- Instrumentos e procedimentos Reconhecer a necessidade de aprendizagem de todos (estudantes e professores) e discussão sobre os critérios para organização dos instrumentos e procedimentos avaliativos. X A função da Equipe de Apoio às aprendizagens. Compreender a função da sala de recurso e a importância do trabalho realizado pelos profissionais que atuam nessa área. X Visita à Chácara do Sinpro em Brazlândia. Reconhecimento do trabalho de orientação da Educação ambiental realizado na chácara, bem como do espaço. X Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes das avaliações formativas realizadas no interior da escola para replanejamento do trabalho pedagógico. E levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas de aprendizagem. X Atendimento particular à professores À pedido do docente, momento para auxílio na organização do Trabalho pedagógico. X Organização Curricular Espaço e tempo para o Planejamento do trabalho pedagógico decorrentes da avaliação durante o conselho de classe e a necessidade de organização do currículo para o segundo semestre de 2016. X Projeto Interventivo Planejamento do Projeto Interventivo X Participação de atividades Auxílio a professores na implementação de estratégias X X X X X X X X X X
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    77 em sala deaula didáticas. Estudo sobre a didática para a construção do número Estudo por Ciclos. 1º Ciclo – a construção do número natural 2º Ciclo – a construção do número decimal relacionado ao número fracionário. X Aula Passeio Visita ao Instituto Histórico e Geográfico X Organização festa junina Organizar festa junina X Estudo sobre o trabalho pedagógico com os Problemas matemáticos Avaliação da festa junina Organização da semana da cozinha Educativa Refletir sobre estratégias de resolução dos problemas matemáticos em sala de aula. X Apoio do SESC para o trabalho com Ciências Reconhecimentos dos professores do espaço de apoio do SESC para o desenvolvimento de pesquisas científicas com as crianças. X Conselho de Classe Espaço e tempo para a discussão dos dados decorrentes das avaliações formativas realizadas no interior da escola para replanejamento do trabalho pedagógico. E levantamento de temáticas de estudos coletivos e metas de aprendizagem. X Organização e realização do sarau Organizar o trabalho a ser realizado na semana seguinte. Elencar demandas. X
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    78 PLANO DE AÇÃODO CONSELHO ESCOLAR OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Fortalecer a participação do Conselho Escolar nas ações definidas como próprias; • Aprovar, acompanhar, fiscalizar e divulgar o uso das verbas administradas pela escola; • Aprovar as Normas de Convivência Escolar; • Zelar pela realização da Avaliação Institucional garantindo mecanismos de participação da comunidade escolar; • Aprovar o calendário escolar interno, zelando pelo cumprimento do mesmo; • Zelar pela qualidade do atendimento ao aluno incluso; • Intermediar conflitos de natureza pedagógica ou administrativa, quando necessário; • Atuar como instância recursal para o Conselho de Classe; • Divulgar e debater os índices de rendimento, evasão e repetência propondo mecanismos que assegurem a aprendizagem; • Fiscalizar a gestão da unidade escolar. AÇÕES / ESTRATÉGIAS • Realizar reuniões públicas periódicas com a participação da comunidade escolar; • Participar dos cursos de formação para conselheiro escolar realizado pela Secretaria de Educação; • Realizar reuniões periódicas para aprovação dos gastos realizados com as verbas públicas; • Fiscalizar a contabilidade apresentada pela gestão da unidade escolar; • Disponibilizar a contabilidade aprovada para consulta e conhecimento da comunidade; • Realizar reunião específica para conhecimento, debate e aprovação do Regimento Interno Escolar e do Calendário Escolar Interno; • Acompanhar a realização das reuniões previstas no Calendário Escolar para Avaliação Institucional; • Acompanhar as ações da escola no sentido de promover intervenções necessárias identificadas nas Avaliações Institucionais; • Fiscalizar e propor ações que fortaleçam o atendimento qualitativo do aluno incluso; • Promover reuniões sempre que solicitado pela comunidade escolar a fim de atuar como instância recursal nos casos em que a atuação do Conselho de Classe for considerada insuficiente;
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    79 • Fiscalizar adivulgação dos dados e índices de avaliação através dos mecanismos de comunicação implantados pela escola; • Acolher queixas e sugestões da comunidade escolar acerca da gestão pedagógica e administrativa da unidade escolar. RESPONSÁVEIS Membros eleitos do Conselho Escolar: Edson Ribeiro da Cunha João Lucas Coelho Albenise Alves Rodrigues de Jesus Claudia Moraes da Costa Vieira Giselle Nunes Carnaúba CRONOGRAMA Reuniões Ordinárias – Mensais; Reuniões Extraordinárias – Sempre que solicitado pela comunidade escolar observando os prazos exigidos na Lei da Gestão Democrática; Participação em Cursos – Observando a oferta da SEEDF; Fiscalização Financeira – bimestralmente, na apresentação da contabilidade, sempre que necessário; Acompanhamento da Avaliação Institucional – Nas datas previstas pela SEEDF ao longo do ano; Permanente nas demais ações previstas.
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    81 PLANO DE AÇÃODO EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO À APRENDIZAGEM PLANO DE AÇÃO – 2017 / EQUIPE: EC 10 Pedagoga – Ivanete Lopes Batista Psicóloga – Anai Penã Atuação do Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem JUSTIFICATIVA: O Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (EEAA) caracteriza-se como um serviço técnico pedagógico, de caráter multidisciplinar, prestado por pedagogos e psicólogos, de forma articulada e integrada com o Orientador Educacional, Sala de Apoio à Aprendizagem, Sala de Recursos, Supervisor Pedagógico, Coordenadores Pedagógicos, Professores Regentes e Família. A atuação dos profissionais se dá por meio de ações preventivas e interventivas dentro das instituições educacionais, visando o desenvolvimento dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagens e necessidades educacionais especiais. Além disso, é de responsabilidade deste serviço a elaboração do Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional dos alunos.
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    82 OBJETIVO GERAL: Promover amelhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, por meio de intervenções avaliativas, preventivas e institucionais, especialmente às instituições educacionais que ofertam a Educação infantil, Ensino Fundamental – Séries/Anos Iniciais e os Centros de Ensino Especial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Realizar procedimentos de avaliação/intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos no contexto escolar. • Contribuir com a formação continuada do corpo docente. • Sensibilizar as famílias para a efetiva participação no processo educacional dos alunos. • Assessorar a direção e a comunidade escolar, com vistas à criação de reflexões acerca do contexto educacional que facilitem a tomada de decisões, a construção e implementação de estratégias administrativo-pedagógicas. PÚBLICO ALVO: Escola, família e alunos.
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    83 Níveis Ações PrevistasPeríodo de execução Escola • Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola. • Participar dos Eventos escolares e reuniões pedagógicas; • Contribuir com o planejamento das atividades pedagógicas da escola; • Garantir a Estratégia de Matrícula; • Entrevista com o professor e outros atores da instituição educacional, quando necessário, com o objetivo de: acolher a demanda do professor, ampliar a problematização dos motivos do encaminhamento; • Visitar os espaços escolares, tais como recreio e sala de aula, conhecer os diversos contextos nos quais o aluno está inserido e, por meio da interação com o professor e com os alunos, procurar compreender as diversas relações psicológicas e pedagógicas estabelecidas. No decorrer do ano letivo. Família • Entrevista com a família para executar as seguintes ações: o Informá-la da demanda da queixa e apresentar as ações já desenvolvidas pela instituição educacional e pela equipe; o Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da queixa escolar; o Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente familiar; o Refletir acerca das atribuições familiares e as atribuições da instituição educacional; o Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e pedagógico que instrumentalizem a família na condução das No decorrer do ano letivo.
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    84 questões de seufilho; o Orientar e dar encaminhamentos para avaliação complementar; o Realizar a devolutiva da queixa escolar. Aluno • Processo de avaliação e reavaliação; • Observação lúdica comportamental; • Atividades individuais e/ou em grupos; • Estudo de caso/elaboração de relatório. No decorrer do ano letivo. EEAA Curso de Formação continuada a EAPE Semestralmente/Anualmente. Fatores Intervenientes: • Falta dos alunos ao atendimento da EEAA; • Desistência dos alunos em comparecer ao atendimento; • Ausência dos pais às convocações feitas pela EEAA; • A demora na realização dos exames médicos solicitados para a complementação diagnóstica; • Falta de acompanhamento sistemático da família na vida escolar do aluno; • Número reduzido de psicólogos na rede; • Espaço físico;
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    85 PLANO DE AÇÃO:SALA DE RECURSOS APRESENTAÇÃO “O princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas, onde quer que isto seja possível, não importam quais dificuldades ou diferenças elas possam ter. Escolas inclusivas precisam reconhecer e responder às necessidades diversificadas de seus alunos...” UNESCO, 1994 A inclusão oficializada em 1994 com a Declaração de Salamanca, defende uma educação de qualidade para todos os alunos. A inclusão trouxe um novo olhar ao aluno com deficiência, no qual todos devem estar preparados para acolhê-lo, na sociedade e na escola. As transformações são necessárias, têm-se um novo paradigma em relação à inclusão, à visão que se têm da deficiência, à infraestrutura, aos recursos materiais e físicos, objetivos, conteúdos e processos de avaliação. A Sala de Recursos irá garantir uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência, através do contato direto com o aluno e professora regente, das adaptações curriculares, do Plano de AEE e por meio da ludicidade com jogos e brincadeiras. Proponho, na Sala de Recursos, o trabalho lúdico, através de jogos e brincadeiras para promover o desenvolvimento dos alunos com deficiência nos aspectos afetivo, cognitivo, psicomotor e social. De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008 § 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. § 2o O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas. Regulamentado pela Portaria 1281 da SEDUC de novembro de 2010. Contemplado no Projeto Político desta instituição de ensino. OBJETIVOS GERAIS De acordo com o Decreto N° 6.571 de setembro de 2008 • Art. 2o São objetivos do atendimento educacional especializado: • I – prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos no art. 1º; • II – garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular; • III – fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e • IV – assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino.
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    86 Entre outros: • Apoiar,orientar e atender o aluno e o professor diante das necessidades de adaptação e organização do currículo escolar, com base na filosofia da educação inclusiva; • Orientar e conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância da inclusão na escola como também na sociedade; • Fortalecer a autonomia dos alunos para decidir, opinar, escolher e tomar iniciativas a partir de suas necessidades e motivações; • Promover a motivação, a interação e o conhecimento através de jogos, brincadeiras e atividades pedagógicas diferenciadas, proporcionando uma aprendizagem significativa e adaptada a cada educando com deficiência. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Trabalhar com jogos artísticos, jogos expressivos, jogos sensitivos, jogos recreativos e pedagógicos; • Promover a socialização e a interação de forma alegre e lúdica; • Desenvolver a autonomia, a autoestima, o respeito, a iniciativa, tomada de decisões e o cumprimento às regras que no futuro poderão alicerçar a personalidade do educando; • Desenvolver o raciocínio, atenção, concentração, o pensamento criativo e o senso crítico; • Realizar atividades de pesquisa; • Desenvolver habilidades e potencialidades através da ludicidade; • Propor atividades que ampliem as habilidades de memorização; • Favorecer o aprimoramento da linguagem, a construção da língua escrita, comunicação e interpretação; • Trabalhar o esquema corporal; • Contribuir com o conhecimento, o respeito e os cuidados que se deve ter com o próprio corpo; • Promover o desenvolvimento de valores básicos para o exercício da cidadania voltados para o respeito a si mesmo e ao outro; • Confeccionar materiais pedagógicos para os alunos com deficiência, conforme a necessidade;
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    87 • Operacionalizar ascompetências curriculares específicas necessárias à educação dos alunos com deficiência física no que se refere ao manejo de materiais adaptados, à escrita alternativa (quando necessário), às vivências de mobilidade, ao acesso a todos os espaços da escola e às atividades da vida diária que envolva a rotina escolar; • Introduzir o aluno na aprendizagem da informática acessível, identificando qual o melhor recurso de tecnologia assistia que atende às suas necessidades, considerando a sua habilidade física e sensorial atual, bem como a capacitá-lo para o uso independente do computador; • Enviar informes para a comunidade sobre as deficiências; • Mediar ações de forma construtiva com o professor regente quanto às atividades que devem ser desenvolvidas e que favoreçam o processo escolar do aluno; • Elaborar o Plano de AEE e apoiar a professora regente quanto à elaboração da Adequação Curricular quando necessário; • Articular com a equipe gestora quanto às adequações estruturais necessárias para garantir a acessibilidade do aluno a todos os ambientes da escola. METAS Que o educando com deficiência desenvolva o seu potencial, a sua autonomia e suas habilidades, como parte integrante e ativa em tudo o que a escola propor. Que os alunos dessa IE respeitem as diferenças, percebam que elas também são importantes para a inclusão e acolham as crianças com deficiência. Que os profissionais dessa IE e a comunidade escolar participem do processo de inclusão de forma colaborativa. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Atividades a serem realizadas: • Momento pedagógico com as professoras, na coordenação , para discutir sobre vários assuntos relacionados à inclusão e para repasse de sugestões a serem desenvolvidas semanalmente sobre as deficiências, diferenças e direitos humanos; • Desenvolver atividades sobre a inclusão com todas as turmas da escola, através da ludicidade, com histórias, vídeos, músicas e jogos;
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    88 • Construir parceriascom os professores regentes, sistematizar o trabalho e buscar estratégias para o atendimento dos alunos com deficiência; • Atividades lúdicas, envolvendo várias habilidades, esquema corporal e uso de jogos; • Expressão Artística: desenhos, pinturas, modelagens e montagens; • Práticas diversificadas de escrita, envolvendo ludicidade, uso de vários materiais para confecção das letras e numerais; • Trabalho com Literatura Infantil: leitura e interpretação oral, interpretação de imagens, reconto oral, livros sensoriais. • Jogos de mesa, envolvendo frases, palavras, descrição de figuras; • Softwares Educacionais; • Atividades de psicomotricidade. • Prática de descrição oral e reconto de situações vividas e significativas ao educando; PERÍODO DE EXECUÇÃO Durante o ano letivo de 2017. RECURSOS NECESSÁRIOS: Recursos Humanos: Professora da Sala de Recursos e comunidade escolar. Recursos Materiais: o Livros de Literatura Infantil; o Vários tipos de jogos; o Pranchas; o Espelho; o Revistas e jornais; o Bola, corda, bambolê; o Massinha, tinta guache, balões, tampinhas coloridas;
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    89 o Aparelho desom, CDs com músicas infantis; o Computador, softwares educacionais, vídeos e jogos online. AVALIAÇÃO A avaliação será realizada através da observação diária, nas execuções das atividades lúdicas, na confecção do livro da história do aluno, no dia a dia do educando na Sala de Recursos e no âmbito escolar. Serão feitos registros do desenvolvimento individual do aluno nos atendimentos. PLANO DE AÇÃO: SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL CONTEXTUALIZAÇÃO – BREVE DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR: Situa-se à QSD 18 AE 23, Taguatinga Sul – DF, inserida em uma comunidade de baixa/média renda, atendendo 506 alunos, na faixa etária de 06 a 12 anos, do 1º ao 5º Ano, organizados em ciclos da Educação Básica. Alguns destes são moradores de outras localidades fora da área em que a mesma se encontra. Quanto ao aspecto físico da escola podemos dizer que o prédio encontra-se em boas condições, necessitando de alguns reparos, pintura interna e externa. O prédio é construído de alvenaria, em quatro blocos paralelos, tendo ao meio um pátio coberto onde se localizam os bebedouros e escadas/rampas de acesso. Percebe-se a adequação dos espaços destinados ao desenvolvimento das atividades da Educação Integral. Neste ano de 2017, os alunos foram distribuídos conforme a tabela: MATUTINO VESPERTINO Ensino Fundamental – Anos Iniciais Ensino Fundamental – Anos Iniciais 02 turmas de 1º ano – 44 alunos 02 turmas de 1˚ano – 41 alunos 02 turmas de 2˚ano – 33 alunos 01 turma de 2º ano – 18 alunos
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    90 02 turmas de3º ano – 46 alunos 04 turmas de 3º ano – 69 alunos 03 turmas de 4º ano – 70 alunos 02 turmas de 4º ano – 23 alunos 03 turmas de 5º ano – 70 alunos 03 turmas de 5º ano – 70 alunos Classes Comuns – 04 Classes Comuns – 02 Classes Comuns Inclusivas – 04 Classes Comuns Inclusivas – 05 Classe de Integração Inversa – 04 Classe de Integração Inversa – 05 Total Geral de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais Necessidades Educacionais Total de Alunos DI – Deficiência Intelectual 11 DM/Down – Deficiência Mental / Síndrome de Down 03 TOD – Transtorno Opositor Desafiador 02 TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade 16 TGD – Transtorno Global do Desenvolvimento 06 DPAC – Distúrbio do Processamento Auditivo Central 07 DF – Deficiente Físico 01 Total Geral 46 A escola conta com 79 colaboradores, assim distribuídos: diretora, vice-diretora, supervisora pedagógica, orientadora educacional, uma coordenadoras pedagógicas, uma coordenadora da Educação Integral, 24 professores regentes, secretária, um auxiliar de secretaria, 02 professoras atuantes na sala de recursos, psicóloga e pedagoga que compõem a EEAA, 4 funcionários readaptados ou em processo da carreira assistência, 11 readaptados ou em processo da carreira magistério 01 monitor do Ensino Especial e ESV’s (Educador Social Voluntário) atuando com alunos especiais e com a Educação Integral; os demais atuam na portaria e vigilância, possuindo ainda funcionários terceirizados exercendo atividades de serviços gerais na limpeza e cozinha. O prédio tem 12 salas de aula, sala de leitura, sala do SOE, sala de recursos, sala do SEAA, sala dos professores com copa, saleta para equipe disciplinar, direção, secretaria, laboratório de informática, cantina, pátio coberto, cozinha educativa, sala de coordenação, salas para Educação Integral em número de 3, depósitos administrativo e pedagógico, banheiros para os alunos, banheiros adaptados para ANEE’s, banheiros para os professores e para os auxiliares, uma quadra coberta, pátio com área verde e um parquinho, pátio de entrada coberto, guarita com banheiro, estacionamento descoberto, recepção Quanto aos recursos tecnológicos possui em funcionamento, duas copiadoras, um duplicador, aparelhos de som para todas as salas de aula, coordenação pedagógica, direção, equipes especializadas, dois computadores para o uso administrativo, três computadores para uso da secretaria, dois computadores para
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    91 uso da equipegestora com impressoras; um notebook e impressoras para uso da coordenação pedagógica, dois computadores e uma impressora para uso dos professores; dois computadores, duas impressoras e três notebooks para uso da sala de recursos junto aos alunos especiais, seis televisores, três data show, lousa digital, duas máquinas fotográficas digitais, estabilizadores, extensões, microfones, caixas de som. A Proposta Pedagógica, elaborada coletivamente, tem a missão de atuar efetivamente para o desenvolvimento global das crianças, embasada no Projeto Político Pedagógico Carlos Mota e no novo Currículo em Movimento e demais documentos norteadores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e Ministério da Educação. Para exercer fielmente seu papel, a escola enquanto espaço de construção da cidadania, esmera-se para ser dinâmica, eficiente e atenta às necessidades do educando, buscando garantir a igualdade de acesso e condições efetivas de permanência e desenvolvimento acadêmico. O Serviço de Orientação Educacional cita o Projeto Recreio da E.C. 10, que envolverá toda comunidade escolar, visando contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no mundo. Cita também, Projeto Xadrez – O Esporte da Mente – E.C. 10, visto que entre as atribuições do Serviço de Orientação Educacional, está o de elaborar projetos que favoreçam a socialização, a disseminação de valores e a aquisição de atitudes e de hábitos saudáveis. Terá como público alvo os alunos dos 4º e 5º anos. OBJETIVO GERAL: A Orientação Educacional é um serviço articulado com as atividades pedagógicas da escola, através da participação na elaboração, execução e avaliação do projeto pedagógico, contribuindo para a compreensão da realidade, dos interesses e das necessidades da comunidade escolar, especialmente dos alunos, visando ampliar suas possibilidades de interagir no meio onde vive, favorecendo o seu desenvolvimento integral.
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    92 Desenvolvimento da temáticaSexualidade pelo SOE, Orientadora Maria Emília EDUCAÇÃO INTEGRAL / PLANO DE AÇÃO 2017 COORDENADORA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL/2017  Eliete Telles de Farias APRESENTAÇÃO/JUSTIFICATIVA: Observando as atuais políticas e diretrizes nacionais para uma educação de qualidade para todos e ainda observando nossa responsabilidade, enquanto escola, de oferecer oportunidades que garantam o direito da construção e formação de novas redes de aprendizagem, detectamos a necessidade da continuidade do Programa de Educação Integral na Escola Classe 10 de Taguatinga. A Escola Classe 10 de Taguatinga lida com duas realidades distintas e opostas: alunos oriundos de famílias com baixo poder aquisitivo e alunos advindos de famílias financeiramente abastadas. Ao mesmo
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    93 tempo, as transformaçõessociais nos apresentam estruturas familiares, as mais diversas, com modificações que nos obriga a adotar uma postura onde a convivência entre crianças de diferentes núcleos familiares seja acolhedora, fazendo com que todas as crianças sintam-se aceitas e integradas. É expressivo o número de famílias que procuram a escola em busca de vagas para suas crianças no “Programa da Educação Integral”, pois reconhecem o oferecimento de estratégias de integração escola e comunidade ao mesmo tempo em que são promovidas oportunidades de desenvolvimento do educando através do trabalho que compreende a ampliação de tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. Infelizmente, a demanda por inclusão de mais alunos na Educação Integral não é plenamente contemplada, uma vez que o apoio logístico oferecido pelo GDF deixa a desejar. Nesse sentido, priorizou-se para o ano letivo de 2017 uma Educação Integral com maior foco no ensino e aprendizagem por meio de atividades de reforço em português e matemática, sem desvincular as atividades culturais, artísticas e esportivas; valorizando o diálogo entre os saberes formais e os saberes socialmente construídos. Nessa perspectiva buscou-se a elaboração de um Plano de Ação que promove o acesso a alimentação saudável e a um ambiente tranquilo que garanta a socialização, o desenvolver artístico, cultural e esportivo num clima que envolva o afeto, o lúdico, a criatividade, o respeito e estimule o prazer em aprender. As atividades serão desenvolvidas nos dois turnos (matutino e vespertino) de terça-feira a quinta-feira atendendo aos alunos do 2º ao 5º ano (Ensino Fundamental de nove anos) estendendo o turno de nove para quinze horas. ATIVIDADES OFERECIDAS MATUTINO E VESPERTINO HORÁRIO TERÇA QUARTA QUINTA 8h20min- 9h20min ACP Português ACP Português ACP Português 9h20min- 10h20min ACP Matemática ACP Matemática ACP Matemática
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    94 10h20min- 11h20min Música Dança Esporte Nessefoco, busca-se encorajar e propiciar a formação integral do cidadão crítico e consciente, capaz de transitar com segurança e responsabilidade em uma sociedade diversa e sustentável. OBJETIVO GERAL :  Vincular a Educação Integral ao ensino e aprendizagem significativos por meio de atividades culturais, artísticas e esportivas ampliando os espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO Oportunizar ao aluno da Educação Integral tempo hábil para realização das atividades extra-classe solicitadas pelo professor regente com supervisão pedagógica para sanar dúvidas que por ventura houver. Ampliar as possibilidades de aprendizagem do aluno, dando-lhe oportunidades de reforçar, aprofundar ou suprir carência dos conteúdos de maior dificuldade. Melhorar a autoestima mediante a percepção do próprio crescimento nas aprendizagens. PERIODICIDADE De terça a quinta feira, 2h/dia, totalizando 6h/semana DESENVOLVIMENTO A realização das atividades indicadas pelos professores regentes serão trabalhadas secundariamente. Prioritariamente serão trabalhadas atividades ATIVIDADES ESPORTIVAS Formar o cidadão através do esporte; Usar o esporte como meio de inclusão social; Oportunizar aos alunos a vivência de várias modalidades esportivas; Trabalhar temas como ética, superação, saúde e autoestima, repassando por meio dos valores do esporte; Mostrar os princípios da prática esportiva, como espírito de equipe, ajuda mútua e liderança para ser utilizados na vida PERIODICIDADE 1 vez / semana DESENVOLVIMENTO Atividades de futebol e queimada na quadra
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    95 DANÇA Trabalhar a linguagemcorporal utilizando diversas atividades. Desenvolver a criatividade, musicalidade e ritmo. PERIODICIDADE 1 vez por semana DESENVOLVIMENTO Aulas de dança 1 vez por semana com professor especializado. MÚSICA Desenvolver a sensibilidade musical, identificando possíveis interesses na área. PERIODICIDADE 1 vez /semana DESENVOLVIMENTO Aula de música 1 vez por semana com professor especializado RECURSOS HUMANOS:  Número de alunos atendidos: 100 alunos; RECURSOS HUMANOS: • Coordenador; • Cozinheiro; • Monitores; • Educadores sociais, • Pedagogo, professor de dança. ESPAÇOS:  Escola Classe 10 de Taguatinga RECURSOS FINANCEIROS / PARCERIAS:  Verbas públicas; RECURSOS MATERIAIS: , Violões e teclado, materiais específicos para prática esportiva, materiais para acompanhamento pedagógico. METODOLOGIA / DESCRIÇÃO DA AÇÃO: Os alunos matriculados na Educação Integral serão atendidos na escola em salas destinadas a este fim, compartilhando o espaço da quadra coberta às quintas feiras com o Ensino Regular. No turno matutino os alunos lancharão no início das atividades do dia, tomarão banho e almoçarão no final e no turno vespertino almoçarão no início e lancharão no final das atividades do dia.
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    96 RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se queo estudante da Educação Integral possa vivenciar experiências de bem-estar consigo mesmo e com o outro, construindo uma autoimagem positiva que possa refletir, também positivamente em suas aprendizagens. PLANO DE AÇÃO DE FUNCIONÁRIOS READAPTADOS PLANO DE AÇÃO / SALA DE LEITURA Professor em Processo de Restrição Temporária 1-AÇÃO Recepção dos alunos; OBJETIVO Apresentar o espaço físico da sala de leitura, bem como seu acervo e regras; CRONOGRAMA Início do primeiro semestre; Ao longo de uma semana, cerca de quarenta minutos por turma. 2-AÇÃO
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    97 Empréstimo de livros; OBJETIVO Daracesso ao usuário da sala de leitura ao acervo da mesma, ampliando o contato do leitor com textos de diversas esferas de circulação. CRONOGRAMA Semanalmente, cada professor tem seu horário para comparecer à biblioteca com seus alunos que poderão fazer o empréstimo mediante a carteirinha Ficha do Leitor. 3-AÇÃO Atendimento de turmas OBJETIVO Interligar o atendimento da sala de leitura com os diversos projetos pedagógicos da unidade escolar. RESPONSÁVEIS Requer o apoio dos professores regentes CRONOGRAMA Agendamento prévio de acordo com a necessidade do professor regente. 5- AÇÃO Gerenciar o recebimento, a organização e a distribuição dos livros didáticos adotados pela instituição. OBJETIVO Manter o acervo didático das turmas organizado, garantindo o acesso dos alunos ao livro didático. Atualizar o acervo da Sala de Leitura em programa digital indicado pela equipe gestora CRONOGRAMA Ao longo do ano letivo PLANO DE AÇÃO: APOIO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR 02 Professoras Readaptadas 1- OBJETIVO Intervir assertivamente em questões de ordem disciplinar, filtrando encaminhamentos ao Serviço de Orientação Educacional e/ou EEAA AÇÕES Auxiliar no momento da acolhida dos alunos no início dos turnos; Auxiliar no monitoramento do recreio; Desenvolver o Projeto Nosso Recreio é Dez temporariamente Refletir junto ao aluno que apresenta comportamento incompatível com o regimento interno acerca da inadequação de seu comportamento;
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    98 Encaminhar para oSOE e/ou EEAA os casos identificados como público desse atendimento. Acompanhar alunos e professores em eventos e atividades escolares, quando solicitado. CRONOGRAMA Diariamente PLANO DE AÇÃO: RECEPÇÃO 04 Funcionários Readaptados, sendo 01 da Carreira Magistério e 3 da Carreira Assistência 1- OBJETIVO Acolher a comunidade escolar com dignidade zelando pela segurança dos alunos da instituição. AÇÕES Recepcionar a comunidade escolar com respeito permitindo ou não o acesso às dependências internas da escola, identificando situações de risco. Encaminhar a comunidade escolar ao setor adequado conforme a demanda; Realizar a liberação do aluno com seus responsáveis antes do término do turno em casos autorizados pela equipe gestora, mediante comprovação; Realizar registro do aluno liberado nos casos acima descritos; Auxiliar na entrega das crianças aos responsáveis ao final do turno RESPONSÁVEIS Funcionários da carreira assistência e magistério readaptados em número de 04 CRONOGRAMA Diariamente 2 – AÇÃO Registro de entradas tardias OBJETIVO Registro de entradas tardias de forma a possibilitar intervenção em casos de atrasos recorrentes de alunos CRONOGRAMA: Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino. PLANO DE AÇÃO: COORDENAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR 01 PROFESSOR READAPTADO OBJETIVO:
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    99 Proporcionar ao estudanteda unidade escolar uma alimentação saudável, equilibrada, em perfeitas condições de conservação, preparo e apresentação AÇÕES Realizar o recebimento do lanche, verificando a conformidade da documentação, a pesagem, validade e qualidade dos gêneros recebidos; Conduzir o armazenamento adequado dos gêneros recebidos em conformidade com as orientações da SEEDF; Orientar e fiscalizar o preparo do alimento servido na Educação Regular e na Educação Integral; Comunicar à equipe gestora as necessidades identificadas relativas a aquisições e manutenções a serem realizadas na cozinha e/ou depósito de alimentos; Organizar o mapa da merenda; Prestar esclarecimentos em nível regional sempre que solicitado; Realizar adequação do cardápio quando necessário em função da falta de determinado gênero; Disponibilizar o cardápio de alimentação da escola nos canais de comunicação acessíveis ao corpo docente e comunidade escolar, contribuindo com a consolidação da gestão democrática através do acesso à informação. Incentivar o consumo consciente do lanche escolar; Articular com a equipe pedagógica e gestora da instituição a fim de adequar horários e cardápios em função das atividades pedagógicas realizadas fora do espaço escolar; Zelar pelas condições de higiene da cozinha e dependências permitindo ou restringindo o acesso de pessoas ao local, sempre com paramentação adequada. RESPONSÁVEL / CRONOGRAMA Professor readaptado Diariamente. PLANO DE AÇÃO: APOIO À DIREÇÃO E COORDENAÇÃO Professor com Restrição Temporária 1– AÇÃO Apoio à coordenação OBJETIVO Apoiar a coordenação pedagógica na execução de seu plano de ação nas atividades que forem designadas, sempre em conformidade com as restrições laborativas expressas em documento próprio Imprimir matriz de atividades Controle e entrega de chaves Controle e entrega de materiais pedagógicos
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    100 Apoio nas reuniõescoletivas CRONOGRAMA: Diariamente 2 – AÇÃO Auxiliar a recepção e organização dos alunos admitidos no pré-turno OBJETIVO Garantir a segurança e tranquilidade dos alunos no período anterior à aula CRONOGRAMA: Diariamente na entrada dos turnos matutino e vespertino PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO 02 professores com restrição temporária 1 – AÇÃO Articular-se junto à Coordenação Pedagógica a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao setor (planejamento, auxilio ao professor, produção de documentos, acompanhamentos nos projetos, orientações específicas aos professores no desenvolvimento do trabalho pedagógico) OBJETIVO Potencializar o trabalho da Coordenação Pedagógica CRONOGRAMA Diariamente PLANO DE AÇÃO: APOIO À COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA / PROJETO INTERVENTIVO 01 professora readaptada 1 – AÇÃO Articular-se junto à Coordenação Pedagógica a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao Projeto Interventivo de Leitura e Produção de testos junto a alunos já alfabetizados OBJETIVO Auxiliar a encampar as estratégias dos ciclos CRONOGRAMA Diariamente, segundo cronograma próprio de planejamento , atendimento e avaliação PLANO DE AÇÃO: APOIO À SECRETARIA ESCOLAR 01 Orientadora Educacional com restrição temporária 1 – AÇÃO Articular-se junto à Secretaria Escolar a fim de desenvolver as atividades pertinentes ao OBJETIVO Potencializar o trabalho da Secretaria Escolar CRONOGRAMA Diariamente
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    101 PLANO DE AÇÃO:APOIO À EDUCAÇÃO INTEGRAL 01 Orientadora Educacional Readaptada 1 – AÇÃO Auxiliar a coordenação pedagógica da Educação Integral no planejamento e execução das atividades a serem desenvolvidas em conformidade com as restrições laborativas expressas em laudo próprio. Orientar os educadores sociais voluntários quanto ao desenvolvimento pedagógico das atividades que lhes são pertinentes 2- OBJETIVO Garantir a qualidade pedagógica do trabalho desenvolvido na Educação Integral 3- RESPONSÁVEL: Professor readaptado 4- CRONOGRAMA: Diariamente Produção da Horta Escolar ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPP O acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da instituição acontece subjetivamente todos os dias, em todas as ações executadas, ao fim de cada evento ou projeto. A avaliação mais estruturada e necessária acontece em momentos privilegiados abaixo descritos. O mais visível deles, talvez seja o destinado à Avaliação Institucional, previstos no calendário Escolar da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Nestas datas com a presença de todos os
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    102 segmentos que compõema comunidade escolar, avalia-se a Projeto Político Pedagógico da instituição com esclarecimentos à comunidade acerca das concepções teóricas e legais que embasaram a construção do mesmo. Nestas oportunidades, avalia-se, ainda, a execução do Projeto, com vistas ao fortalecimento dos pontos considerados frágeis. Diante das propostas de avaliação da Secretaria para o próximo triênio, observa-se que outros momentos são propícios ao acompanhamento e avaliação do PPP. A saber: os Conselhos de Classe, as reuniões ordinárias e extraordinárias de pais e mestres. Destacamos os momentos de planejamento coletivo dos docentes e de formação continuada quando é possível realizar a articulação e adequação do PPP à realidade escolar, às necessidades dos alunos. Além das quartas-feiras, as Semanas Pedagógicas apresentam-se como ricos momentos de avaliação e acompanhamento do PPP pelo corpo docente, equipe gestora e pedagógica. O Conselho Escolar se faz representar nas Avaliações Institucionais porque faz parte de suas atribuições (expressas na Lei da Gestão Democrática, bem como no Plano de Ação) zelar pela ocorrência da Avaliação, analisar os dados recolhidos a fim de propor adequações que reflitam positivamente nos índices apresentados pela escola. Avaliação Institucional 2017 PROJETOS ESPECÍFICOS AULA PASSEIO Ao longo do ano letivo a EC10 promove diversas Aulas-Passeios. Os eventos e locais são definidos em função das necessidades curriculares das turmas e das oportunidades surgidas. Zoológicos, museus e
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    103 exposições, teatros, cinemas,parques públicos, sítios rurais e outros são considerados para o enriquecimento curricular dos estudantes, na perspectiva da formação integral do ser humano e da ampliação dos tempos, espaços e oportunidades de aprendizagens. OBJETIVOS:  Favorecer o diálogo interdisciplinar;  Organizar situações pedagógicas que relacionadas aos conteúdos curriculares promovam o desenvolvimento de valores éticos e estéticos, proporcionem atitudes que favoreçam o respeito ao próximo, a solidificação de amizades, a noção identidade e pertencimento ao grupo e ao espaço social;  Favorecer experiências de autonomia e de elaboração conjunta de regras;  Desenvolver atitudes de valorização e respeito à propriedade comum e alheia;  Desenvolver a habilidade de ouvir com atenção, acatar ordem superior e explorar variadas fontes de informações;  Desenvolver o respeito à diversidade cultural e natural;  Ampliar e enriquecer outras formas de linguagem, outras formas de pensar e atuar;  Expandir o acervo cultural dos estudantes. JUSTIFICATIVA: A aula-passeio justifica-se como estratégia metodológica que contempla os letramentos, a ludicidade, as múltiplas linguagens; permite ao professor utilizar-se de formas diversificadas de ensino-aprendizagem e de avaliação. Ao mesmo tempo, explora o prazer intrínseco à ampliação do conhecimento e à convivência. É uma atividade voltada para a aprendizagem significativa, desenvolvimento dos aspectos afetivo, cognitivo e social e está estruturado para atingir os objetivos propostos no PPP e no currículo escolar. “Uma aprendizagem significativa está relacionada à possibilidade dos alunos aprenderem por múltiplos caminhos e formas de intelig6encia, permitindo aos estudantes usar diversos meios e modos de expressão. ” (Smole, 2002, p.10). As aulas passeios ocorrerão sempre que forem justificados os ganhos pedagógicos da mesma. ETAPAS:  Planejamento;  Organização e trabalho em sala, construção de regras;  Execução  Desdobramentos pedagógicos;  Avaliação.
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    104 Aula Passeio aoZoológico Aula Passeio - Circuito de Ciências Insere-se aqui alguns gráficos comparativos de presença dos estudantes em algumas Aulas Passeios ao longo dos útimos anos:
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    106 JUSTIFICATIVA: A Semana deEducação para a Vida apoia-se na lei n°11.988, de 27 de julho de 2009, criada pela Presidência da República. OBJETIVOS:  Mobilizar a comunidade escolar para a reflexão de temas relevantes para a vida em sociedade impactando positivamente a vida do indivíduo em desenvolvimento;  Criar oportunidades para a formação do cidadão capaz de atuar em sociedade com base nos valores de respeito, sustentabilidade e cooperação. DESENVOLVIMENTO:  Optou-se por desenvolver atividades estendidas ao longo do semestre com estudantes , pais e responsáveis, no horário de aula.  Com os alunos haverá um foco maior no tema bullying, com os pais e responsáveis, palestras e atendimentos com profissionais da área pedagógica e psicológica. Este formato foi pensado para atender demandas identificadas no ambiente escolar. Além de cumprir determinação legal, a Semana de Educação para a Vida insere-se no Currículo em Movimento, conforme diagrama:
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    107 PROJETO COZINHA EDUCATIVA PÚBLICOALVO: Alunos do 1º ao 5º ano JUSTIFICATIVA: Ao aceitar que o ensino da língua deve ser pautado pelos usos da mesma, ao entender que ler é atribuir significados, percebemos a necessidade de incorporar ao cotidiano escolar ações que envolvessem textos escritos com a intenção de comunicar algo, textos produzidos com fins definidos para leitores reais. Trabalhar com os textos a partir de suas esferas de circulação leva, necessariamente a resolver o problema acima que se nos apresentava. Dessa forma, diversas esferas poderiam ser exploradas – cotidiana, publicitária, escolar, jornalística. Optar pela esfera cotidiana foi uma escolha visando atingir desde o aluno de seis anos (muitas vezes ainda não completos) até o aluno em vias de completar a etapa inicial do Ensino Fundamental. O gênero receita culinária (pertencente à esfera cotidiana de circulação) é um gênero relativamente simples e compartilha propriedades com outros textos instrucionais. Acrescido a isso consideramos o forte apelo cultural do gênero e o resultado foi a Cozinha Educativa. É necessário salientar que embora a Cozinha Educativa gire em torno da Receita Culinária, outros gêneros são propícios à exploração: comunicados, listas de compras, anúncio, folders, bilhete, publicidade comercial, embalagem e rótulo. O Projeto Cozinha Educativa mostra sua força e potencial ao estar plena e gradativamente contextualizado à Proposta Político-Pedagógico da instituição, à Estratégia Pedagógica dos Ciclos e ao Currículo em Movimento da Educação Básica do DF Escolar. Ou seja, ao mesmo tempo em que aproxima o ensino da língua do ensino da matemática, conforme princípios estabelecidos, relaciona “as habilidades de leitura e escrita com as necessidades, valores e práticas sociais” do indivíduo, conforme requer o Letramento como eixo estruturante do Currículo/DF. Aliado a isso, aproxima-se do objetivo, presente no PPP, de validar um trabalho educativo onde o afeto, o lúdico, a criatividade e experimentação estejam estimulando o prazer de aprender. Uma atividade que se insere num trabalho pedagógico integrado e, portanto, é entendida como “educativa e curricular”. A Cozinha Educativa é, além, mais uma oportunidade de encampar a Lei n°3.838/2006, que rege a abordagem da Educação Financeira nas escolas. O projeto possibilita a ampliação dos espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens conforme defendido no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal.
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    108 OBJETIVO GERAL:  Construira compreensão de que os saberes ensinados na escola estão vivos nos contextos cotidianos; OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Sensibilizar a criança para as práticas matemáticas e de linguagem presentes no seu dia a dia;  Estimular a leitura, compreensão e produção dos gêneros instrucionais dentro e fora da escola;  Aproximar as diversas áreas do conhecimento, subsidiando o trabalho interdisciplinar;  Valorizar o forte apelo cultural intrínseco ao gênero cultural receita culinária, valorizando os saberes comunitários, aproximando educadores, educandos e familiares;  De acordo com as necessidades da turma, agregar e enfatizar aspectos como: alfabetização, oralidade, noção de quantidades e proporções, primeiras impressões de fenômenos químicos e físicos, aprendizado de higiene e prevenção de acidentes, estímulo da memória, autonomia e cooperação.  Enfatizar questões relacionadas à alimentação saudável, prevenção à obesidade e afins, de acordo com o nível da turma.
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    109 OPERACIONALIZAÇÃO: A operacionalização doprojeto se dará a partir das etapas seguintes:  Seleção da receita a ser confeccionada: escolhida pelo professor e alunos;  Listagem e pesquisa dos ingredientes;  Coleta dos ingredientes;  Exploração didática da receita;  Montagem da Cozinha Educativa;  Confecção da receita;  Degustação da receita e socialização com as famílias;  Avaliação. Observa-se que cada momento da operacionalização é propício à exploração e aprofundamento de conteúdos diversos, conforme os objetivos delimitados pelo professor. É de responsabilidade da Coordenação Pedagógica o preparo de um local adequado para funcionar como cozinha, contendo todos os utensílios necessários ao funcionamento da cozinha. Os gêneros a serem utilizados serão doados pelos pais e/ou responsáveis e outros, sendo da responsabilidade do professor essa organização. A turma, juntamente com seu professor regente participará da execução da receita em dia previamente escolhido, acompanhados da coordenação pedagógica e/ou de outros profissionais da escola. Para 2016, a comunidade escolar definiu a Cozinha Educativa para acontecer uma vez a cada bimestre.
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    110 Possibilidades de textosa serem explorados durante o projeto
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    111 Crianças na feira– possibilidades de explorações matemáticas AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada periodicamente, no decorrer do ano letivo, enfatizando a vivência do educando e a relação estabelecida com o alcance dos objetivos, proporcionando replanejamento e aprimoramento das atividades realizadas. Observa-se que a atividade prática, além de prazerosa, estabelece relações que propicia a compreensão do aprendente de que se utiliza os conhecimentos escolares no cotidiano: quando se vai ao supermercado, quando se mede a massa, quando se triplica uma receita, quando se divide o produto final, quando se lê, escreve ou copia uma receita, quando se lava os ingredientes, quando se considera o tempo de preparo… As estratégias de ensino e aprendizagem surgidas a partir do desenvolvimento do projeto valida a necessidade de trabalhar com atividades que transgridam os exercícios de fixação e reprodução sem aplicabilidade nas práticas sociais. Observa-se, ainda, as oportunidades que o projeto nos apresenta de estabelecer um “diálogo” entre os diferentes componentes curriculares.
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    112 Turmas vivenciando oProjeto Cozinha Educativa PROJETO RODA DE LEITORES JUSTIFICATIVA: Na virada do século, uma das grandes conquistas da educação no Brasil foi a universalização do Ensino Fundamental. Um rápido passeio por outras eras nos mostra a importância dessa conquista. Sabe-se, entretanto, que a simples garantia do acesso à educação não basta. E
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    113 quando nos deparamoscom índices como o INAF (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional), obrigamo-nos a repensar que mediação de leitura estamos fazendo na escola. Em sua última edição o INAF apontou que 74% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos apresentam habilidades de leitura em nível rudimentar ou básico. Ou seja, sua compreensão de leitura está limitada à títulos, frases e textos curtos, quando muito. Sobre essa triste realidade, é que ergue-se o Projeto Roda de Leitores – um compromisso assumido pela escola com o fim de possibilitar a aprendizagem da leitura dos diferentes tipos de textos que circulam socialmente. Ao intensificar a leitura espera-se formar leitores fluentes, capazes de interpretar e compreender os diversos textos lidos. Público Alvo: 1º ao 5º ano. Objetivos: • Reconhecer a finalidade e uso social de diferentes textos e portadores textuais; • Promover a parceria escola, professor e família; • Propiciar momentos de leitura em sala de aula, como também em casa; • Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e individualmente; • Dramatizar histórias ouvidas e/ou lidas; • Despertar interesse pela leitura, formando alunos críticos, coerentes e, com maior facilidade de interpretação; • Promover momentos de apreciação de diversas produções literárias e/ou artísticas; • Reconhecer a manifestação artística como meio de apropriação da linguagem. • Formar leitores desenvolvendo o gosto pela leitura cotidianamente; • Estimular a alegria da atividade intelectual por meio da leitura; • Ampliar a visão de mundo; • Ampliar a compreensão das relações humanas por uma ótica de sensibilidade que reconhece o outro e suas peculiaridades; • Estimular a fala e a escuta organizada por meio de debates, onde o leitor tem a oportunidade de posicionar-se acerca do que foi lido. PASTA DE LEITURA  Cada aluno (a) da turma levará um gênero textual para ler em casa, na data determinada pelo professor;  O livro e/ou texto deverá ser devolvido na data combinada pelo professor;  Após ler e/ou ouvir o texto, o (a) aluno (a) contará/lerá a história para alguém da família;
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    114  O (a)aluno (a) deverá preencher as fichas encaminhadas de acordo com os comandos apresentados em cada ficha;  O produto final será uma coletânea de textos produzidos por cada aluno (a) da turma.  Os alunos dos 4 e 5 anos participarão de roda de debates onde terá a oportunidade de compartilhar com o colega suas respostas, expondo seus pontos de vista dentro da coerência do texto lido. HORA DA LEITURA Momento em que todos os segmentos da escola direcionam suas atividades ao prazer da leitura. Cada indivíduo escolha o tipo de texto preferido realizando a leitura do mesmo. Essa atividade acontece semanalmente, às sextas-feiras, matutino 7:45 e vespertino 14:15 com duração de meia hora. SARAU LITERÁRIO Consiste na culminância do Projeto Roda de Leitores, onde professores e alunos expõem, apresentam e apreciam as construções realizadas ao longo do projeto, nos diferentes gêneros literários. Acontece sempre em um parque público, escolhido anteriormente, para que seja trabalhada a questão do respeito ambiental. Além das leituras e apresentações, durante os saraus ocorrem momentos de socialização e lazer: piquenique, brincadeiras, sorteio de obras literárias entre os alunos. Os saraus são pensados dentro de uma perspectiva inclusiva, com a participação dos alunos portadores de necessidades educacionais especiais e seus familiares. Está definido, preliminarmente, um Sarau Literário para o atual período letivo.
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    115 RECURSOS HUMANOS: Direção, coordenação,apoios (professores readaptados), professores regentes e aluno, responsáveis e/ou família. AVALIAÇÃO: A avaliação será indagativa, processual, contínua e mediadora, contribuindo para que o aluno tenha consciência dos benefícios que a aquisição das habilidades de leitura pode proporcionar. Conversas, comentários em torno das obras lidas, possibilitam o desenvolvimento da linguagem oral e criam oportunidade para o aluno expressar (oralmente ou por escrito) suas aprendizagens. FESTA JUNINA
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    116 JUSTIFICATIVA: A Festa Juninada Escola Classe 10 de Taguatinga justifica-se principalmente pela relevância comunitária com que se apresenta: alunos, pais, professores e demais funcionários identificam no evento a oportunidade de fortalecer vínculos de cidadania e afetividade, laços de solidariedade, valores de convivência e cooperação; além de vivenciar momentos de ludicidade onde o movimento corporal aliado a músicas populares proporcionam alegria. Trata-se de um evento pedagógico cultural que possibilita o mergulho de toda comunidade escolar num tema de interesse comum. A Festa Junina da EC10 é, portanto, mais uma oportunidade de consolidar no espaço-tempo escolar “outras formas de relacionamento e aprendizagens”. A Festa Junina da EC10 foca-se nos aspectos folclóricos, sem direcionamento religioso, buscando o resgate de hábitos, brincadeiras e culinárias do homem do campo. A EC10 afirma a identidade desse homem como sujeito produtor e portador de saberes e rejeita enfaticamente os estereótipos que humilham e colocam em ridículo essa identidade. Estimula-se, assim, o estar bem vestido e caracterizado, visto que a realidade nos tem dito que o homem do campo se produz e se enfeita para “festar”. Faz-se importante destacar que a Festa Junina na Escola Classe 10 não objetiva a arrecadação de lucros, tendo em vista que os recursos financeiros recebidos pelos sistemas oficiais têm sido muito bem geridos. Os lucros, por ventura gerados, são revertidos para a premiação das turmas campeãs na Gincana Junina e subsidiam a Semana da Criança, em outubro. OBJETIVOS: • Difundir e valorizar parte do patrimônio cultural brasileiro, visto que em algumas regiões do Brasil as Festas Juninas só se mantêm vivas e acessíveis principalmente pelas ações das escolas nesse sentido; • Proporcionar oportunidades de convívio para além das barreiras subjetivas de crenças, sexo, etnia e outras; • Exibir a produção artística do aluno como forma de estímulo à criança e reforço de sua autoestima; • Estimular o desenvolvimento do senso de pertencimento por meio de atividades cooperativas como gincana. Jogos e quadrilha; • Constituir-se em momento de recreação comunitária. • Constituir-se em temática a ser trabalhada didaticamente a partir da organização do evento: explorar pontuação da gincana em situações matemáticas, explorar diversidade de textos como convite, folder, informativos, bilhetes e outros;
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    117 • Provocar discussõesacerca da desconstrução dos estereótipos acerca da vida no campo. PROJETO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA PÚBLICO ALVO: Professores regentes e alunos do 1º ao 5º ano APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias vêm adquirindo relevância ímpar no cenário social. Cotidianamente somos levados a nos apropriar de habilidades e conceitos que, até pouco tempo, não faziam parte de nossa realidade .A escola, como agente responsável pela formação do cidadão, não pode se eximir da responsabilidade de oportunizar ao aluno o conhecimento e o manuseio dos recursos tecnológicos de informação e comunicação que a escola dispõe. Observa-se, no entanto, que muitas vezes, a escola, dispõe do laboratório de informática, mas falta ao professor habilidades e tempo para utilizar os recursos do laboratório de forma que ele venha a contribuir efetivamente na aprendizagem dos alunos. A Escola Classe 10 de Taguatinga entende que a mera posse dos recursos tecnológicos existentes, o mero “frequentar o laboratório” não constrói, por si só aprendizagens. Da angústia de ver que as tecnologias existentes na escola não estão perpassando o currículo, como orienta a SEEDF, é que nasceu o presente projeto. OBJETIVO GERAL Oportunizar aos educandos o acesso ao uso da informática como prática social, além de instrumento facilitador e enriquecedor da aprendizagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
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    118 • Complementar osconteúdos desenvolvidos em sala com pesquisa, uso de aplicativos e afins, etc; • Desenvolver a habilidade de utilizar a internet de forma consciente e responsável; • Atuar como mais um referente de inclusão digital na comunidade; • Potencializar os recursos tecnológicos existentes na escola em favor da construção das aprendizagens; DESCRIÇÃO DAS AÇÕES: No decorrer do ano letivo serão desenvolvidos projetos para contemplar os temas conteúdos e eixos curriculares, selecionados, a partir do Projeto Político Pedagógico. O professor e sua classe terá à disposição o laboratório em horário previamente agendado e todos os seus componentes para efetivar a iniciação/inclusão dos alunos. Será disponibilizado um profissional para acompanhar a devida utilização dos equipamentos e da sala. O planejamento e a execução pedagógica desse momento será realizado pelo professor regente, com auxílio da coordenação pedagógica.. Periodicamente os professores terão oficinas, cuja finalidade é despertar nos professores o interesse em trabalhar com a informática educativa e motivá-los para o desenvolvimento de projetos com seus alunos. RECURSOS MATERIAIS: Computadores; internet; data show, quando necessário. RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se que o aluno aprenda a utilizar de forma assertiva e autônoma os recursos disponibilizados; como instrumentos de apoio à própria aprendizagem e de inserção no mundo digital. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada ao final de cada encontro com os alunos, sendo observado o interesse, a participação e o desempenho na execução dos comandos. Com os professores, semanalmente, nas coletivas, e ao final dos encontros específicos com os docentes. Será avaliada a relevância dos atendimentos no alcance dos objetivos propostos.
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    119 PROJETO NOSSO RECREIOÉ 10 ! APRESENTAÇÃO O Serviço de Orientação Educacional, que ora está sendo implementado nesta Instituição de Ensino pela Orientadora Educacional Maria Emília Resende, apresenta neste documento, o Projeto “Nosso Recreio” é 10, que envolverá toda comunidade escolar. O direito da criança e do adolescente ao lazer é constitucional, como preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente, Artigo 16, inciso IV: brincar, praticar esporte e divertir-se. A legislação educacional prevê que haja nas escolas, um período destinado ao intervalo que representa um momento lúdico de grande importância para a socialização dos alunos. Sendo assim, o Projeto Nosso Recreio é 10 visa contribuir para que os alunos desenvolvam as habilidades de bom relacionamento com os colegas, responsabilidade, autonomia, iniciativa, colaboração, respeito e senso de coletividade, percebendo que cada ser humano contribui dentro do ambiente em que vive, para a paz no mundo. Neste sentido, o SOE se organizou para desenvolver as seguintes ações: - Apresentação do projeto à direção e aos professores; - Apresentação do projeto aos alunos. - Formação dos alunos monitores (a cada 15 dias). A organização diária do material e acompanhamento dos alunos ficará sob a responsabilidade dos alunos monitores e da orientadora educacional. JUSTIFICATIVA O recreio por ser um espaço lúdico, pode por meio dos jogos proporcionar a aquisição de regras, a expressão do imaginário, a exploração e solução de problemas, bem como, a apropriação do conhecimento, Laboratório de Informática
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    120 além de: desenvolveratitudes construtivas; desenvolver o senso crítico; valorizar o uso das expressões de cortesia; desenvolver o interesse por ouvir e manifestar sentimentos, idéias e opiniões; desenvolver o interesse em adorar posturas corporais adequadas a si e aos outros; desenvolver a estruturação espaço-temporal; desenvolver o raciocínio lógico; reconhecer a importância do trabalho em grupo, sem discriminações físicas, sociais, culturais ou de gênero; contribuir para a formação solidária do aluno; desenvolver a capacidade de liderança; favorecer a expressão artística e cultural; estimular a inteligência, curiosidade, a iniciativa e a autoconfiança. Após alguns dias de observação deste espaço escolar, percebi que as crianças brincam livremente pelo pátio, surgindo algumas brincadeiras agressivas e comportamentos inadequados durante o intervalo. Além disso, com base em relatos e na necessidade de trabalhar preventivamente os conflitos que possam surgir durante este período acredito que as brincadeiras organizadas e a participação ativa dos alunos contribuirão para que o tempo e espaço do recreio se transformem em um momento prazeroso e divertido. Objetivo Geral: Dinamizar o recreio/intervalo, fortalecendo as relações sociais, além de contribuir para prevenção e minimização de comportamentos inadequados, contribuindo desta forma para promoção de uma cultura de paz no ambiente escolar. Objetivos Específicos: • Resgatar o recreio como espaço relevante para o desenvolvimento biopsicossocial do educando; • Integrar os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer desenvolvendo postura mais solidária e harmoniosa; • Conscientizar os alunos quanto à importância da preservação do patrimônio escolar assim como sobre a conservação e a limpeza; • Estimular o desenvolvimento de valores como responsabilidade, cooperação, iniciativa, amizade, respeito, cuidado consigo mesmo e com o outros. • Incentivar a participação dos alunos das turmas de 4º, 5º Anos e CDIS no monitoramento das atividades; • Diminuir a violência proporcionando um ambiente mais agradável a todos. METODOLOGIA E CRONOGRAMA  Com os alunos: Será feito o convite aos alunos das turmas de 4ª, 5ª ano, inicialmente, podendo ser estendido aos alunos das turmas de 3º ano, para participarem do projeto “Nosso Recreio é 10”. Após, teremos um primeiro encontro, onde
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    121 explanarei aos alunossobre o projeto, seus objetivos e finalidades. Também combinaremos como será a aplicação e a organização.  Com os professores: Os professores participaram incentivando seus alunos a participarem e colaborarem com a manutenção do projeto. Para os alunos que não participarão do monitoramento, cabe usufruírem das brincadeiras de forma pacífica respeitando os colegas que estão organizando o espaço.  Com a direção: Junto com direção, estabeleceremos os espaços físicos que serão utilizados na escola e os brinquedos a serem adquiridos para que as atividades sejam realizadas. Será necessária também, a aquisição/confecção de coletes, para destacar os alunos monitores. ATIVIDADES SUGERIDAS: - Jogo de basquete, de futebol, pula cordas, pula elástico, jogos de damas e raciocínio lógico, totó, ping-pong e música clássica durante o intervalo. CRONOGRAMA: ETAPA PERÍODO RESP./COLABORADORES Elaboração do projeto Março SOE Exposição para alunos e professores Março SOE Implantação A partir de março SOE/Direção/Professores/alunos Manutenção Ao longo do ano letivo SOE/Direção/Professores/alunos Avaliação A cada três meses SOE/Direção/Professores/alunos PÚBLICO ALVO: Contaremos com a participação ativa dos alunos do 4º e 5º anos na monitoria e com a colaboração e empenho dos demais para que o momento do intervalo se torne mais tranqüilo. RECURSOS HUMANOS: Para o desenvolvimento do projeto contaremos com a participação da orientadora educacional, dos alunos, dos professores, dos pais e da direção da escola. RECURSOS MATERIAIS: Para a realização das atividades serão utilizados os seguintes recursos: - bolas (basquete, futebol); - cordas; - elásticos; - ping-pong; - totó; - jogos de damas;
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    122 - jogos deraciocínio lógico; - CD’s e aparelho de som; - coletes; - caixas para organizar os brinquedos; - Textos, vídeos, slides, informes aos pais. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO: No decorrer do projeto, acompanharemos diariamente o comportamento dos alunos durantes o intervalo, registrando as observações e caso haja algum conflito. Será observado o nível de interesse dos alunos em participar do monitoramento das atividades, para isso contamos com a participação dos professores conscientizando e incentivando os alunos. A cada três meses poderemos fazer uma avaliação com todo o grupo para verificarmos se as atividades desenvolvidas durante o recreio estão atingindo os objetivos propostos. Monitor do projeto orientando colega No momento, o projeto encontra-se sob a coordenação da Equipe de Apoio às Normas de Convivência. PROJETO CIDADÃO DO FUTURO / PROERD JUSTIFICATIVA:
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    123 A Escola Classe10 é uma entidade que atende alunos do 1º ao 5º ano. O principal objetivo da instituição é oferecer educação plena e de excelência, pautada na liberdade e no respeito. Sabemos que educar envolve o confronto de ideias e a resolução de problemas para que o aluno se sinta capaz de desenvolver suas habilidades. A nossa grande preocupação é a formação de cidadãos éticos, competentes, solidários, críticos, criativos e preparados para vencerem os desafios enfrentados no cotidiano. Sabe-se que os desafios que se apresentam aos alunos da faixa etária que atendemos são diversos, desde o enfrentamento do Bullying até resistência às drogas. A resistência às drogas é uma das questões e desafios que os alunos vem enfrentado ao longo da infância e juventude. Julgamos de suma importância o envolvimento da escola a fim de dar subsídios aos nossos alunos formando-os para que se sintam fortes e preparados, com conhecimento necessário para saberem decidir sobre qual rumo tomar. Ao mesmo tempo, identificamos a premente necessidade de fortalecer também as famílias para lidarem com os mesmos desafios que enfrentamos no âmbito escolar, partilhando assim a responsabilidade sobre a formação cidadã do nosso alunado. Assim, o Projeto Preparando o Cidadão do Futuro, além de prever ações diretas com os alunos, como aulas, estudos, teatros e afins; também prevê ações voltadas para a informação dos pais e responsáveis. O PROERD vem de encontro a esse nosso objetivo que é o de contribuir para a prevenção do uso indevido de drogas. Consideramos o PROERD um parceiro indispensável para atingirmos o objetivo principal de formar cidadãos competentes e preparados para viver em sociedade. O projeto, ora apresentado encontra-se em consonância com a Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz, proposta da Secretaria de Educação do DF para redução da violência, valorizando aspectos preventivos relativos às drogas. Essa conformidade com o documento Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz aparece também no trato com o tema Bullying, dando existência à orientação de prevenir e informar. “A educação é a arma da paz”.-Montessori,2002. OBJETIVOS: GERAL: • Formar cidadãos promovendo a cultura da paz, a responsabilidade social e a educação do caráter. ESPECÍFICOS: • Desenvolver ações previstas pela SEEDF na implementação da Cultura da Paz, conforme manual encaminhado aos gestores;
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    124 • Promover aquisiçãode competências e habilidades requeridas para solução de problemas impostos pela sociedade hodierna; • Desenvolver a autonomia do aluno capacitando-o a atuar positivamente em seu meio de convivência; • Esclarecer acerca dos prejuízos causados pelo uso indevido de drogas; • Prevenir ações de bullying no âmbito escolar, instrumentalizando a criança para identificar e resistir às práticas de violência, seja como vítima, espectador ou agressor. PÚBLICO ALVO: O Projeto destina-se a todos os alunos da Escola Classe 10, sendo as diversas ações do projeto pensadas para contemplar os diferentes segmentos escolares: alunos, pais e professores; METODOLOGIA/ Plano de Trabalho • Aplicação de atividades desenvolvidas no âmbito sala de aula; • Palestras aos pais; • Palestra aos alunos – Serviço de Orientação Educacional; • Curso PROERD – Polícia Militar DF; • Projeção de filmes, campanhas anti-drogas; • Pesquisas realizadas pelos alunos em diversos âmbitos com aplicação transversal no currículo. APOIO ADMINISTRATIVO E PEDAGÓGICO: Recursos Materiais: Sala de aula, apostilas, filmes, internet, laboratório de informática, data-show, telão , sala de vídeo; Recursos Humanos: Equipe diretiva, equipe de coordenação, professores, palestrantes convidados, serviço de orientação educacional, parceria com Policia Civil e Militar, grupo teatral. AVALIAÇÃO:
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    125 A avaliação seráfeita através de observação na mudança de comportamento dos alunos, sondagem junto às famílias em reuniões e encontros de pais, também através da participação e interesse dos alunos nas diversas atividades constantes no projeto. A última aula do PROERD – Formatura SEMANA DA CRIANÇA JUSTIFICATIVA: A Semana da Criança insere-se no Projeto Político Pedagógico da escola no sentido de concretizar o direito ao lazer infantil, previsto na Declaração dos Direitos da Criança, onde prevê-se, ainda, o esforço que a sociedade e autoridades públicas fará a fim de que a criança exercite esse direito. OBJETIVOS: Evidenciar os direitos da criança, em especial o direito ao lazer infantil; Estimular a autoestima; Propiciar oportunidade de confraternização baseada na urbanidade e respeito. DESENVOLVIMENTO:
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    126 Plenamente financiado peloslucros colhidos na Festa Junina, a Semana da Criança ocorre no mês de outubro, sempre próximo ao dia 12. A semana é constituída de atividades lúdicas como passeios, lanches especiais, culminando com uma recreação com brinquedos infláveis e camas elásticas. Participam da semana todas as turmas da unidade de ensino, motivo pelo qual as atividades da semana são pensadas para atender as diversas faixas etárias bem como as diferentes necessidades. MOSTRA CULTURAL JUSTIFICATIVA: A Mostra Cultural da Escola Classe 10 constitui-se em espaço farto de possibilidades de expressão da criatividade; onde é possível congregar o pensamento lúdico com práticas interdisciplinares. A expansão da autonomia e o desenvolvimento de habilidades por parte de alunos e professores são realidades observadas por ocasião da realização da Mostra. É um evento sem cunho competitivo, ao contrário, desafia para o trabalho em grupo, estimula o envolvimento do aluno em atividades de cunho artístico com foco no estabelecimento de relações entre as áreas de conhecimento do currículo e desenvolve a confiança em suas capacidades pessoais. OBJETIVO:
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    127 Socializar com acomunidade escolar saberes, práticas e experiências construídos ao longo do ano. Ocorre geralmente nos últimos meses do ano com a presença de toda comunidade escolar. DESENVOLVIMENTO: O desafio da Mostra Cultural é transpor os conteúdos mais significativos de cada turma ou ano para uma linguagem diferenciada, de forma criativa e original, de modo que a comunidade presente consiga perceber uma pequena parcela dos aspectos trabalhados ao longo do ano letivo. A organização do evento inicia-se no primeiro semestre quando são elencados com cada turma os conteúdos e/ou temáticas mais significativos. Essa escolha vai definir pesquisas a serem realizadas, vídeos a serem assistidos, músicas a serem ouvidas ... de modo que diversas linguagens sejam contempladas. O grupo é, então, desafiado a produzir o que será apresentado para o público utilizando uma linguagem diferenciada capaz de exteriorizar o que foi aprendido.
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    128 PROJETO DE TRANSIÇÃO:PLANEJAMENTO 2017 Escola sequencial: CEF 03 BREVE HISTÓRICO A Escola Classe 10 trabalha com o Projeto Remanejamento Natural há cerca de 8 anos. Em 2012, ocorreu o primeiro contato entre as coordenações pedagógicas e Serviço de Orientação Educacional de ambas as escolas onde se determinou datas e ações para encontros entre professores e entre alunos e professores de ambas as instituições. No ano anterior o Projeto Remanejamento Natural não se concretizou. Em 2017 o Projeto passa a ser denominado Transição Escolar. JUSTIFICATIVA O projeto nasceu do desejo de tornar menos impactante o momento de transição do aluno do 5 ° para o 6° ano, reconhecendo as características específicas de ambas as instituições e modalidades, bem como seus pontos comuns, irmanados no lema “igualdade na diversidade”. O Projeto Remanejamento Natural encontra seu ponto de apoio no Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota, que, ao discorrer sobre o Ensino Fundamental defende a importância de orientar as ações pedagógicas a partir dos “interesses, necessidades, ambições, expectativas e hipóteses” dos alunos em transição dos anos iniciais para os finais, aproximando as instituições de ensino. Na Escola Classe 10 de Taguatinga o Projeto Remanejamento Natural sempre encontrou-se sob a responsabilidade do Serviço de Orientação Educacional com o apoio da Coordenação Pedagógica. Por orientação da Regional de Ensino, em 2017 a responsabilidade passa às Equipes especializadas. OBJETIVOS
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    129 • Promover açõesque oportunizem adaptação dos alunos em transição do 5° para o 6° ano visando garantir avanços na aprendizagem e postura de estudante, nas relações interpessoais e no desenvolvimento pessoal; • Estreitar o vínculo entre a Escola Classe 10 e o Centro de ensino Fundamental 03 de Taguatinga. AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS 1. Visita ao cef 3 para realizar o contato inicial e o ajuste de ações 2. Aplicação da Escala de Habilidades de Estudo e repasse de parecer para cada estudante 3. OFICINA SEMINÁRIOS DE HÁBITOS DE ESTUDOS: Desenvolvidas pelos professores regentes da EC10, a partir de pesquisa guiada por webquest e seguida de apresentação de seminários, visando preparar o aluno do 5°ano para a rotina de estudos do 6°ano; 4. REDAÇÃO SOBRE HISTÓRIAS DE VIDA: As professoras regentes dos 5o anos mediariam a produção textual de um memorial ou redação sobre a trajetória escolar dos estudantes e suas expectativas de futuro. 5. AJUSTE DE EXPECTATIVAS : Promover um encontro de professores do CEF 03 e da EC10 em um dia de coordenação coletiva para trabalhar a temática da passagem e fazer ajustes de expectativas de aprendizagem. Os professores do 5° ano descrevem como os alunos deixarão o segmento e professores do 6° ano descrevem o que esperam dos estudantes; 6. RODAS DE CONVERSA: promover rodas de conversa entre os alunos do 5˚ e 6˚ anos, bem como alguns professores do CEF 03, utilizando técnicas de entrevista, supervisionados pela coordenação pedagógica e docentes, para que os alunos tirem dúvidas e saibam como é a experiência de adaptação a um CEF; 7. VIVÊNCIA: Oportunizar aos alunos de 5˚ ano as regras e funcionamento de um CEF, verificar a possibilidade da vivência de uma aula com o professor de área específica, possibilitar a ex-alunos falar das principais diferenças entre uma EC e um CEF; 8. VISITA AO CEF 03: Visita realizada no mesmo dia da visita. Visa apresentar a instituição de ensino sequencial aos alunos em ambientando-os e diminuindo a expectativa em relação à transição. 9. ATIVIDADES NA SALA DE RECURSOS COM ENEEs E SEUS RESPONSÁVEIS: 10. RODA DE CONVERSA COM OS RESPONSÁVEIS por ESTUDANTES DO 5º ANO: Realizar roda de conversa com os responsáveis pelos estudantes, visando abordar a mudança no acompanhamento escolar e tirar dúvidas sobre a transição para o 6º ano. 11. REUNIÃO COM A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL DO CEF 03 APÓS ESTRATÉGIA DE MATRÍCULA: Realizar reunião entre a EEAA da EC10 e a coordenação
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    130 pedagógica e OEdo CEF 03 para repassar casos de ENEEs e outros estudantes que demandem atendimento especial. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS Serviço de Orientação Educacional EC10 EEAA EC 10 AEE/ SR EC10 Coordenação pedagógica EC 10 Supervisão pedagógica EC 10 PARCEIRAS Serviço de Orientação Educacional CEF 03 Coordenação Pedagógica CEF 03 PROJETO HORTA ESCOLAR PÚBLICO-ALVO: Alunos da Escola Classe 10 de Taguatinga JUSTIFICATIVA: Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel de desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, o cultivo de hortas escolares pode ser um valioso instrumento educativo. O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica, a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas é um exercício de paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e coloridos. Hortas escolares são instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências que resgatam valores. Os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a
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    131 sobrevivência, os valoresda paciência, da perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da renovação. OBJETIVO: O Projeto Horta Escolar foi concebido com a finalidade de intervir na cultura alimentar e nutricional dos alunos, com base no entendimento de que é possível promover a educação integral de crianças e jovens de escolas e comunidades do seu entorno, por meio das hortas escolares incorporando a alimentação nutritiva, saudável e ambientalmente sustentável como eixo gerador da prática pedagógica. Por meio desse projeto pretende-se levar aos alunos a vivência e o contato direto com o meio ambiente natural, proporcionar aos alunos a descoberta das técnicas de plantio, manejo do solo, cuidado com as plantas assim como técnicas de proteção da estrutura do solo, levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: -Levar aos alunos a vivencia e o contato direto com o meio ambiente natural. -Oportunizar ao aluno a conquista do seu espaço, preservando o meio ambiente onde vivemos. -Desenvolver de modo integrado, a consciência da responsabilidade para com o meio ambiente, respeitando o espaço a sua volta. -Promover a responsabilidade social pela participação em grupo, incentivando o respeito pelo outro e o diálogo. -Criar um intercâmbio sistemático de informações no contexto ambiental através de observações, ações concretas e praticas a serem realizadas no ambiente escolar. -Levar os alunos a perceberem a horta como um espaço vivo, onde todos os organismos juntos formam uma cadeia, proporcionando uma produção sustentável e fonte de alimentação saudável. _ Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos; _ Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo; _ Degustação do alimento semeado, cultivado e colhido; _ Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis; _ Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana; PROCEDIMENTOS: Os alunos serão divididos em três grupos, cada grupo terá uma aula semanal de uma hora. Cada grupo será acompanhado pelo monitor da horta e o monitor da Educação Integral. As aulas serão ministradas pelo monitor da horta e será dividida em aula teórica e prática. O produto final da horta, legumes, hortaliças e ervas, serão utilizados para enriquecer o lanche e demais refeições dos alunos.
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    132 As aulas serãodistribuídas de acordo com o cronograma abaixo. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita através da observação, relato oral dos alunos, do produto final da horta e o bom uso da produção.
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    133 ENCONTRO DE PAIS (Projeto da Equipe gestora em parceria com as equipes especializadas, SOE e Conselho Escolar que busca implementar objetivo pedagógico a ser alcançado ) OBJETIVO: Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família, dotando a família de conhecimentos teórico-práticos capazes de subsidiar o acompanhamento escolar do aluno. JUSTIFICATIVA: O encontro nasce do desejo de concretizar as propostas presentes nas Diretrizes de Avaliação da Secretaria de Educação do Distrito Federal: “Ao compreendermos que a gestão democrática não acontece de forma espontânea, sendo, antes, um processo de construção coletiva, é preciso oportunizar mecanismos institucionais que não somente viabilizem , mas também incentivem práticas participativas efetivas das famílias, a partir da escuta sensível desses sujetos, tornando-se co-responsáveis pela aprendizagem dos filhos/estudantes.” Além disso, o Encontro de Pais é uma forma de intervenção no aspecto do pertencimento territorial identificado na Avaliação Institucional: a Escola Classe 10 de Taguatinga, apesar de não estar situada em área considerado pela SEEDF como Território com alto índice de vulnerabilidade social (TEVS) atende crianças pertencentes a estes territórios. METODOLOGIA: No decorrer do ano letivo são identificados pelas diferentes equipes escolares, temas de relevância para a comunidade que podem influir na qualidade pedagógica ou familiar do público atendido. São contatados profissionais capacitados que durante uma hora “batem um papo” com os pais. Demais funcionários da instituição são convidados. Os horários são definidos em função da demanda e até o momento tem ocorrido após o turno da tarde. A escola organiza-se quanto à pontualidade e ao final compartilha-se um lanche.
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    134 PROJETO QUALIDADE DEVIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO (Projeto da Equipe Gestora para implementação de Objetivo Administrativo definido no Plano de Gestão) OBJETIVO: Assegurar a melhora da qualidade de vida no ambiente de trabalho AÇÕES IMPLEMENTADAS • Melhoria das condições do ambiente de trabalho em cada setor de acordo com a necessidade e possibilidades financeiras e administrativas; • Criação de espaços-tempos para integração entre os servidores; • Promoção de relacionamentos interpessoais; • Valorização os trabalhos coletivos e individuais desenvolvidos por cada funcionário. • Criação de Fundo Social com cotização entre os funcionários a fim de bancar os eventos de confraternização ocorridos ao longo do ano letivo; • Desenvolvimento do Projeto Amigo Anjo; • Desenvolvimento do Intervalo Social • Desenvolvimento da Festa dos Aposentados DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS FUNDO SOCIAL O Fundo Social foi criado com o objetivo de bancar os custos financeiros dos eventos realizados em função dos projetos, tendo a equipe gestora ciência da impossibilidade de uso de verbas públicas para tais fins.
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    135 O dinheiro arrecadadopara o fundo vem das contribuições mensais realizadas pelos próprios funcionários e da venda de objetos nos Bazares, com produtos doados pelos próprios funcionários. O Fundo Social banca o café e o chá consumidos diariamente pelos funcionários, as homenagens aos colegas do grupo que passam por momentos especiais como casamento, luto ou formatura, as confraternizações comemorativas, o Dia dos Servidores, a Festa das Aposentadas, lanches esporádicos nas coordenações coletivas. CONFRATERNIZAÇÕES COMEMORATIVAS São definidas algumas confraternizações coletivas como Acolhida aos Funcionários, Festa dos Servidores, Coletivas Culturais, Revelação do “Amigo Anjo”. PROJETO AMIGO ANJO O projeto surgiu da impossibilidade de poucas pessoas terem um olhar cuidadoso sobre toda equipe de servidores. Assim, todos os funcionários são convidados a cuidar de um servidor ao longo do ano através de mensagens de orações, bilhetinhos carinhosos, lembrando datas importantes na vida da pessoa protegida de forma anônima. Ao final do período estipulado, realiza-se uma festa para revelação dos “anjos”.
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    136 INTERVALO SOCIAL O intervalosocial acontece às sextas feiras, durante o intervalo das crianças. Os funcionários reúnem-se para um breve momento de interação e confraternização, com música, lanche e boa conversa. O lanche é de responsabilidade do próprio grupo que organiza em escala.
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    137 FESTA DOS APOSENTADOS Surgiuda necessidade de homenagear e reconhecer o funcionário que dedicou toda uma vida de trabalho ao desenvolvimento da educação no Distrito Federal. Outros projetos da Escola Classe 10 de Taguatinga encontram-se em avaliação pela Equipe Pedagógica que questiona a justificativa, a existência, o formato, a necessidade, os ganhos pedagógicos e a coerência política com os pressupostos da educação. Entre eles, a Comemoração de Páscoa, o Auto de Natal, as Homenagens aos Pais. Assim que as discussões forem concluídas a equipe gestora compromete-se a realizar nova publicação deste documento.
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    138 APÊNDICE Escola Classe 10de Taguatinga Normas de Convivência Escolar O presente documento encontra-se em conformidade com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, publicado em 2015. Qualquer alteração será comunicada à Comunidade Escolar. Em caso de divergências e/ou omissões prevalecem os documentos emanados das maiores instâncias da Secretaria de Educação do Distrito Federal e outros órgãos. DA ENTRADA • As aulas acontecem nos horários: Turno Matutino: 7h30m às 12h30 Turno Vespertino: 13h às 18h • A escola abre seus portões 15 minutos antes do início das aulas, ou seja: Turno matutino : 7h 15m Turno vespertino: 12h 45m • Ao término do turno de aulas, os alunos AUTORIZADOS pelos responsáveis a irem embora sozinhos, serão liberados pela portaria. • Ao término do turno das aulas, os alunos NÃO AUTORIZADOS a irem embora sozinhos, aguardarão dentro da escola sua condução e/ou acompanhantes. • Solicitamos aos responsáveis atenção ao horário de buscar a criança ao término da aula. Atrasos longos são comunicados aos conselheiros tutelares para que busquem a criança. • EXCEPCIONALMENTE, quando o responsável solicitar a SAíDA ANTECIPADA do aluno, a mesma se dará mediante a presença do responsável ou seus indicados, maiores de idade. Esses deverão estar portando documento de identificação. Saídas antecipadas, embora autorizadas em casos excepcionais, serão computadas para fins de retenção do aluno por
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    139 não cumprimento dacarga horária mínima de 75%, conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. • Solicitamos que o responsável registre na agenda do aluno o pedido prévio de saída antecipada, sempre que for possível. Esse pedido é para o professor organizar melhor o tempo do aluno e não isenta da presença de um responsável. Alunos não serão liberados antecipadamente sem a presença de um responsável maior de idade. • O mesmo procedimento será adotado para aluno convocado pelo professor para Reforço Escolar ou outra atividade curricular em turno contrário. • O procedimento acima visa a segurança e proteção do aluno sob a guarda da escola. • Não é permitido aos responsáveis acompanhar o aluno dentro do espaço escolar ou até a sala de aula. Caso haja relevante necessidade, o responsável deverá procurar a direção da escola onde o caso será analisado. • O acesso de pessoas de fora (inclusive pais e responsáveis) fica suspenso no horário de entrada, saída e intervalos. A medida visa a segurança das crianças. DA PONTUALIDADE • O aluno deverá estar na escola no início das aulas. Eventualmente haverá uma tolerância de 15 minutos. Após o período de tolerância ou atrasos reincidentes, o aluno será admitido na escola mediante advertência escrita, que requer a presença do responsável. Esgotados os recursos da escola, o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar para providências cabíveis. Os atrasos serão computados para fins de retenção do aluno por não cumprimento da carga horária mínima de 75% prevista na LDB. DA FREQUÊNCIA O aluno que obtiver faltas acima de 25% da carga horária anual será retido por infrequência. Tal regra vale inclusive para os anos em que a progressão é continuada. A frequência do aluno é registrada diariamente e computada para fins de aprovação. A ausência da criança deve ser comunicada ao professor e justificada mediante apresentação de:  Atestado Médico (em nome da criança);  Atestado de acompanhamento ( em nome da criança) por motivo de doença do pai, mãe, filho, irmão;  Atestado de Óbito de parente em linha ascendente ou direta ( oito dias contada a data do óbito);  Convocação oficial do poder público;  Licença gestante (em nome do aluno) (Lei 6202,17/04/1975); De acordo com o Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os responsáveis têm um prazo de cinco dias após o ocorrido para apresentar justificativa. Alunos com faltas justificadas têm resguardados seus direitos aos instrumentos de avaliação aplicados durante sua ausência, assim que se der o retorno ao ambiente escolar. Alunos com faltas justificadas devem ter tratamento didático-pedagógico específico, com procedimentos definidos no PPP da instituição. O professor deverá assegurar tempos e espaços de reposição de conteúdos curriculares ao longo do ano letivo aos estudantes com frequência insuficiente; Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas ou para o tratamento diferenciado a estudantes que se ausentarem regularmente dos horários de aulas por motivos religiosos; Faltas não justificadas de alunos inseridos em programas sociais - governamentais (BOLSA FAMÍLIA, RENDA MINHA e outros) serão comunicados aos órgãos competentes, conforme exigência legal. Casos relevantes de faltas injustificadas serão comunicados ao Conselho Tutelar para providências cabíveis.
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    140 A escola entraráem contato com as famílias sempre que o número de faltas não justificadas indicarem um padrão que possa levar a retenção por infrequência. Esse contato será registrado para que a escola esteja resguardada no cumprimento de seus deveres. Estarão justificadas pelo Conselho Escolar as faltas dos alunos que não puderem comparecer à escola no turno contrário quando o horário for compactado por motivo de força maior. A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica e qualquer ato de dispensa da prática da mesma deverá ser formalizado por meio de documento comprobatório. No caso, atestado médico. A dispensa da prática da Educação Física não exime o estudante de cumprir a parte teórica do componente curricular. DO TRANSPORTE ESCOLAR A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelo Transporte Escolar. A escola não indica e não avalia o serviço de Transporte Escolar. O responsável deverá fiscalizar o serviço contratado. O Transporte Escolar deverá aguardar no portão de entrada a liberação dos alunos. DA INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA Escola e família precisam caminhar juntos. Conforme expresso no Projeto Político Pedagógico da instituição educacional, escola e família devem desempenhar seus diferentes papéis a fim de concretizar um ser humano saudável. É fundamental que os pais participem ativamente das reuniões e eventos e fiquem atentos aos comunicados da escola. Dentre os papéis da família destacam-se: • Manter cadastro atualizado junto à secretaria da escola: endereço e telefones. • Os comunicados e solicitações ocorrerão através de bilhetes/agenda, encaminhados aos pais por meio do aluno. Dessa forma, é importante que verifiquem diariamente o material do mesmo. Em caso de dúvidas, devem procurar a professora em horário contrário. Das Reuniões de Pais e Mestres • A Escola Classe 10 de Taguatinga realizará reuniões bimestrais em datas amplamente divulgadas com antecedência. Legalmente os estabelecimentos de ensino são obrigados a comunicar aos responsáveis o desempenho escolar de seus alunos e os pais são obrigados a realizar os acompanhamentos devidos, o que torna a Reunião de Pais obrigatória para escola e família. • Os pais que não puderem comparecer à reunião serão agendados, conforme disponibilidade do professor para uma segunda chamada. O não comparecimento do responsável será registrado e considerado esgotamento das possibilidades escolares, com encaminhamento ao Conselho Tutelar e/ou Ministério Público. • O bom rendimento do aluno em sala de aula não desobriga o responsável de comparecer às reuniões convocadas pela escola. • A escola fornecerá declaração de comparecimento, segundo a lei, para apresentação no trabalho do responsável. • As reuniões de pais, com comunicação do rendimento escolar, deverão acontecer em até quinze dias após o término dos bimestres. • Os responsáveis podem solicitar revisão de resultados das avaliações • A avaliação é competência do professor. Do Atendimento aos Pais • O professor não atenderá pais e/ou responsáveis em horário de regência ou na entrada e saída dos turnos. Entende-se por horário de regência o período em que o professor encontra-se em sala de aula com seus alunos.
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    141 • O atendimentoaos pais se fará no período contrário ao da regência. Esclarecemos que contrário ao turno da regência, o professor pode ou não estar na escola. Legalmente, o professor tem dois períodos de Coordenação Individual fora do espaço escolar (segunda e sexta-feira). Terça ou quinta feira o professor pode encontrar-se em curso oferecido pela Secretaria de Educação. Na quarta-feira o professor encontra-se em reunião coletiva na escola com a equipe docente, pedagógica e administrativa. Daí a necessidade de agendamento dos responsável junto ao professor. Utilize a agenda. Casos de urgência podem ser resolvidos junto à equipe gestora, mediante pedido. Dos Problemas de Saúde • A escola não pode ministrar remédios aos seus alunos, mesmo com apresentação de receita médica. Em caso de necessidade, o responsável deverá dirigir-se à escola, e solicitar ele mesmo fazer a administração do medicamento nos horários adequados. • Criança doente não vai à escola, vai ao médico. • Crianças identificadas ou sob suspeita de doença infecto contagiosa serão encaminhadas, mediante a presença do responsável, de volta ao lar. • Justifique a falta do aluno com Atestado Médico. Os responsáveis têm um prazo de cinco dias para apresentar justificativa junto ao professor. O atestado médico deverá estar em nome do aluno. DAS AVALIAÇÕES O aluno tem direito a uma avaliação “formativa, processual, contínua, cumulativa, abrangente, diagnóstica e interdisciplinar”. Cabe ao professor definir as melhores estratégias para essa avaliação. Para isso, o professor utiliza diversificados instrumentos de avaliação, de intervenção e de recuperação; todos eles coerentes com o projeto político pedagógico da escola e propostas pedagógicas emanadas da Secretaria de Educação. Nos anos iniciais “ a avaliação é realizada por meio da observação e do acompanhamento contínuo das atividades individuais e coletivas, com o objetivo de se constatar os avanços obtidos pelo estudante e favorecer o replanejamento docente, considerando as dificuldades enfrentadas no processo de ensino / aprendizagem, bem como a busa de soluções.” (Art.182 –Regimento Escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal / 2015). Os critérios de avaliação utilizados pela escola/professor, deverão estar claros para os responsáveis e para os alunos. As avaliações ocorridas na escola estão todas orientadas por documento próprio da Secretaria de Educação. Este documento está acessível a toda comunidade escolar. DO UNIFORME • O uso do uniforme é obrigatório e constitui-se de camiseta da escola, calça azul ou preta, saia ou bermudas da mesma cor. Tênis, sapato ou sandália. Recomendamos o tênis para uso diário. Para a prática de Educação Física o tênis é obrigatório. • Não serão permitidos shorts ou saias curtas. • Não é permitido o uso de bonés na escola, sem prévia autorização do estabelecimento de ensino. • O aluno que se apresentar sem uniforme terá acesso às atividades escolares normalmente e seu responsável será convocado imediatamente para assinar advertência escrita. ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Os estudos de recuperação constituem parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem e tem com princípio o respeito à diversidade de características, de necessidades e de ritmos de aprendizagens de cada estudante.
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    142 A recuperação deestudos deve ser realizada sob a responsabilidade direta do professor, com apoio da família, por meio de intervenções pedagógicas aos estudantes, sempre que surgirem dificuldades no processo. A recuperação de estudos deve acontecer de forma contínua inserida no processo de ensino e de aprendizagem no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo rendimento do estudante. O reforço escolar é uma das estratégias de recuperação contínua que o professor pode ou não utilizar. O reforço escolar será oferecido ao aluno mediante a indicação do professor regente no turno contrário e apenas no turno contrário. Não podendo a criança permanecer no ambiente escolar sem supervisão. O responsável deverá trazer e buscar a criança no horário indicado pelo professor, caso não tenha autorização para ir e vir desacompanhado. AVANÇOS DE ESTUDOS Avanços de estudos (para anos ou séries subsequentes, dentro da mesma etapa), são permitidos pelo Regimento das Escolas Públicas do DF, seguindo requisitos determinados em documento próprio. EXCETO para alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental. A avaliação para possível avanço é de responsabilidade da equipe pedagógica da instituição considerando amplos critérios. Antes de considerar um avanço de estudos é necessário verificar a existência de vaga para o ano pretendido na própria escola. TESTE DE CLASSIFICAÇÃO O teste de classificação, quando necessário e previsto em lei, deve ser requerido pela família ou responsável legal, acompanhado da justificativa, no inicio do período letivo, devendo o interessado indicar no requerimento em qual ano pretende matricular o estudante. Deve-se observar a correlação idade/série, quando for o caso. A equipe gestora indica, então, professores habilitados para elaborar o teste, que deve acontecer em até cinco dias após a solicitação. MATERIAL ESCOLAR • É responsabilidade dos responsáveis providenciar o material escolar do aluno; • O aluno deverá portar seu material todos os dias; • O aluno deverá responsabilizar-se por seu material escolar, bem como por seus objetos pessoais; • O uso do celular é proibido, por lei, em sala de aula. Celulares recolhidos pelo professor ficará em poder da direção e serão entregues ao responsável e somente ao responsável. • A escola não se responsabiliza por objetos de valor trazidos pelos alunos. • O aluno deverá evitar trazer objetos que não façam parte do material para a escola. Skates, patins e bicicletas são proibidos nas dependências da escola. • Objetos encontrados nas dependências da escola devem ser entregues na direção ou na recepção da escola onde existe um ACHADOS E PERDIDOS. LANCHE ESCOLAR A escola conta com lanche balanceado, nutritivo e bem preparado. O cardápio é elaborado por nutricionistas capacitados da Secretaria de Saúde/ Secretaria de Educação e a cantina escolar, bem como o armazenamento dos alimentos, é amplamente fiscalizada pelos órgão competentes. Os funcionários que preparam o alimento são capacitados e apresentam atestados de saúde periódicos, conforme exigência. É responsabilidade da família comunicar à escola, preferencialmente ao professor, casos de intolerância a algum alimento (lactose, glúten ou outros). O responsável deverá apresentar laudo
  • 143.
    143 médico atestando aintolerância. Nesse caso, será providenciado lanche alternativo quando a criança não puder consumir o lanche servido. A Lanchonete que existe no espaço escolar não pertence a escola e existe por acordo extra judicial com a Secretaria de educação. DA EDUCAÇÃO INTEGRAL A escola oferece Educação Integral conforme vagas disponíveis. Os alunos são selecionados baseados em critérios definidos em documento próprio que considera o índice de vulnerabilidade social das crianças candidatas. Descumprimento ao regimento escolar e às normas específicas da Educação Integral poderá acarretar a perda da vaga. Esclarecemos que as vagas oferecidas seguem normas de idade do aluno, motivo pelo qual alguns alunos podem não ser contemplados. DA SECRETARIA A Secretaria Escolar é responsável por toda documentação escolar dos alunos. Funciona no horário de 7h30 às 17h. Cópias de relatório de desenvolvimento do aluno (RAV) não deverão ser solicitadas à secretaria e sim ao professor. O professor necessitará de tempo hábil para providenciar essas cópias. A secretaria escolar não fará xerox de relatórios e outros documentos. É dever do responsável entregar toda documentação solicitada pela secretaria. Documentação incompleta inviabiliza a transferência interna ou externa do estudante. Em caso de pedido de transferência, a secretaria emitirá o documento DEPROV ( DECLARAÇÃO PROVISÓRIA), com validade de 30 dias. Transferências para outras escolas do Distrito Federal exigem que o pai apresente a Reserva de Vaga na escola pretendida. DO REGIME DISCIPLINAR DE CARÁTER PEDAGÓGICO É proibida à escola permitir a frequência de pessoas não matriculadas regularmente. Cabe ao aluno, sob a supervisão dos responsáveis, observar as normas de pontualidade, assiduidade, uso do uniforme, limpeza e conservação do ambiente e patrimônio existentes na escola. O aluno e/ou seu responsável deve responsabilizar-se em caso de danos causado ao patrimônio da instituição educacional. É dever do aluno reconhecer e respeitar o outro na sua dignidade de pessoa humana, considerando a diversidade, sem quaisquer distinções. É obrigação do aluno abster-se de praticar atos que atentem contra pessoas. É dever do aluno participar ativamente das atividades desenvolvidas na escola. É vedado ao aluno: I - Portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade física ou de outrem; II - Promover, na instituição educacional, qualquer tipo de campanha e/ou atividade comercial, político partidária ou religiosa. III - Ocupar-se, durante as aulas, com atividades não compatíveis com o processo de ensino e aprendizagem; IV- utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor e com o objetivo de desenvolver atividade pedagógica pertencente ao componente curricular. V- Participar de jogos de aposta e/ou de azar no ambiente escolar; VI- permanecer com outras crianças não regularmente matriculadas no interior da escola. A lei 4.131,de 02 de maio de 2008 proíbe a utilização de aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos capazes de armazenar e reproduzir arquivos de áudio e vídeo pelos alunos nas salas de aulas das escolas públicas e privadas do Distrito Federal .O uso dos aparelhos são permitidos nos intervalos e recreios .A escola não se responsabiliza por perdas dos citados aparelhos. Das Medidas A inobservância das normas internas da instituição conforme a gravidade e/ou reincidência pode acarretar as seguintes medidas: • Intervenção/Advertência Oral (pode ser aplicada pelo professor)
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    144 • Advertência Escrita(a ser aplicada pela Direção) • Suspensão de assiduidade em sala de aula, com atividades alternativas na unidade escolar, de no máximo 3 dias letivos (a ser aplicada pela direção); • Transferência por comprovada necessidade de garantir a própria proteção e de outros (a ser aplicada pela Direção com deliberação do Conselho de Classe e presença do Conselho Tutelar). Observamos que as sanções podem ser aplicadas de forma gradativa ou não, dependendo da gravidade de cada caso. A aplicação das medidas acima deverá ocorrer num contexto de intervenção pedagógica, com a finalidade de envolver estudante, profissionais e responsáveis legais. É necessário que se observe os princípios de direitos humanos e diversidade na aplicação das medidas citadas. As medidas acima devem ser seguidas de ações efetivas, diversificadas e de acompanhamentos que promovam a convivência escolar. Os registros das medidas aplicadas devem ser registradas em atas (assinadas pela família) e na ficha individual do aluno, mas não podem compor o histórico escolar. Ao aluno suspenso é garantido, no seu retorno, a participação em qualquer atividade avaliativa que tenha perdido, considerando-se sua frequência e consequente cumprimento do dia letivo. A escola convocará para reunião os responsáveis pelos estudantes que não observarem as normas contidas no regimento, que apresentarem inassiduidade ou baixo rendimento escolar para juntos adotarem medidas adequadas e promotoras do desenvolvimento escolar da criança. Quando necessário a escola estabelecerá um Contrato de Convivência / Didático visando o cumprimento de responsabilidades pedagógicas pelas partes que deverá ser assinado pelos responsáveis; A escola encontra-se articulada com as redes de proteção e atenção disponíveis à criança e está pronta a acioná-las em caso de risco ou vulnerabilidade dos estudantes. Ao aluno é garantido amplo direito de defesa com a presença de seu responsável. Destacamos que casos de agressão, calúnia, difamação, preconceito e outros que firam a lei, apesar de tratados de forma pedagógica e preventiva, são passíveis de punição na forma da lei e podem não ficar restritos ao ambiente escolar. A escola é obrigada por lei ( ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente ) a comunicar ao Conselho Tutelar casos de suspeita de abusos contra a criança . Reiteramos que a escola não necessita de comprovação do abuso para acionar os órgãos de proteção à criança. CAIXA ESCOLAR O Caixa escolar é uma instituição composta por pais de alunos e demais funcionários da escola com o objetivo de apoiar as decisões da escola juntamente com a direção. As contribuições arrecadadas são aplicadas na conservação do espaço físico, na complementação do lanche e das atividades da Educação Integral. A equipe gestora faz prestação de contas periódicas das verbas. PROJETOS ESCOLARES Ao longo do ano a escola desenvolve diversos projetos e eventos como Roda de Leitores, Sarau Literário, Cozinha Educativa, Aulas Passeios, Festa Junina, Mostra Cultural, Auto de Natal, etc. Todos os projetos e eventos têm caráter pedagógico, estando devidamente vinculados ao Projeto Político Pedagógico da instituição e ao Currículo da Secretaria de Educação. Os projetos desenvolvidos pela escola são compreendidos como “efetivo trabalho escolar”, definido como conjunto de atividades pedagógicas, realizadas dentro ou fora da unidade escolar, com a presença do professor, sua respectiva turma e controle de frequência.”. O Projeto Político Pedagógico da instituição encontra-se à disposição da comunidade na recepção da escola ou na direção da mesma, além de estar postado no blog da escola no endereço http://imagineumlugarec10.blogspot.com.br e no site da Secretaria de Educação no endereço: http://sumtec.se.df.gov.br/sistemas/ppp/wp-content/uploads/2014/10/EC-10.pdf
  • 145.
    145 A direção daescola coloca-se à disposição da comunidade para ouvir e prestar informações acerca do funcionamento cotidiano escolar. O presente documento encontra-se em conformidade com o ECA, com o REGIMENTO ESCOLAR DAS REDE PÚBLICA DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL /2015, com o documento da SEEDF – MANUAL AOS GESTORES, com a lei 4131/DF, de 02 de maio de 2008. Aprovado em Reunião do Conselho Escolar, realizado em 2017. PLANO DE GESTÃO TRIÊNIO 2017-2019 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
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    146 COORDENAÇÃO REGIONAL DEENSINO: Taguatinga. UNIDADE ESCOLAR: Escola Classe 10 de Taguatinga. NÍVEIS – MODALIDADE DE ENSINO: Ensino Fundamental – séries iniciais; Educação Integral. LOCALIZAÇÃO: QSD 18, Área Especial 23, Taguatinga-DF IDENTIFICAÇÃO DA CHAPA Diretor: Berenice Aparecida Sousa Cardoso Matrícula: Cargo: Professora Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós graduação em inclusão Vice-Diretor: Sandra Regina dos Santos Alencar Matrícula: Cargo: Professora Área de Formação: Licenciatura em Pedagogia com habilitação em séries iniciais; pós- graduação em psicopedagogia. APRESENTAÇÃO DA CHAPA A candidata à direção da escola tem 30 anos de Secretaria de Educação, tendo ocupado o cargo de coordenadora pedagógica, de vice-diretora e diretora nesta mesma instituição. A mesma foi uma das responsáveis pela idealização e implementação dos atuais projetos pedagógicos desenvolvidos na unidade escolar, tais como: Cozinha Educativa, Sarau Literário, Roda de Leitores. A candidata a vice direção atua há 28 anos na SEEDF, tendo ocupado o cargo de vice diretora e de coordenadora pedagógica nesta mesma instituição. O desejo de concorrer ao cargo se justifica pela constante busca da qualidade educacional. Sabemos que o acesso da criança à escola é um direito amplamente garantido, de modo que nosso foco se volta para a permanência e sucesso do educando em suas aprendizagens. O objetivo dessa chapa é gerir a escola baseado nos pressupostos legais da gestão democrática, fortalecendo o Conselho Escolar e garantindo o exercício de suas reais funções. A participação da comunidade escolar se dará ainda através do Conselho de Classe, da Assembleia Geral Escolar, das reuniões bimestrais, dos eventos pedagógicos e das avaliações institucionais previstas no calendário escolar. O presente plano de trabalho se funda no conhecimento que a chapa candidata tem da comunidade escolar: sua realidade, necessidades e potencialidades.
  • 147.
    147 OBJETIVO PEDAGÓGICO Oportunizar atodos os estudantes a possibilidade de concluir o Ensino Fundamental na idade adequada. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover o avanço das aprendizagens dos alunos distorção idade-série. Atender com especial cuidado os alunos em distorção idade-série através do Projeto Interventivo; Reduzir a retenção escolar oferecendo um ensino de qualidade que permita ao aluno a progressão continuada. Fortalecer o atendimento aos estudantes em defasagem de aprendizagem através da Educação Integral. Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais , nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Desenvolver um trabalho pedagógico que evidencie o compromisso com a democratização do saber. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir a índices mínimos de até 80% a retenção escolar. Utilizar estratégias previstas legalmente como Projeto Interventivo, Reagrupamentos, Reforço Escolar, Recuperação Contínua, encaminhamentos a SEAA de alunos considerados em risco. Identificar com antecedência as crianças em risco. Viabilizar atendimento na Educação Integral Por meio do acompanhamento do Projeto Interventivo, dos relatórios individuais, nos conselhos de classe. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover encontros com foco no relacionamento familiar • Promover encontros entre as famílias, a escola e terapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros especialistas abordando temas de interesse . Será avaliada a partir da participação dos envolvidos. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
  • 148.
    148 OBJETIVO PEDAGÓGICO Assegurar oatendimento da Educação Integral de acordo as politicas públicas vigentes META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Garantir o atendimento de 100 alunos matriculados. Propor parceria com a comunidade escolar a fim de suprir as carências deixadas pelas políticas públicas vigentes. Garantir a organização do trabalho pedagógico. A avaliação será feita por meio de relato do coordenador, professor regente educadores sociais, análise da frequência, avaliação dos pais e desempenho dos alunos. Avaliação dos compromissos assumidos pela comunidade escolar em parceria com a escola. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Adequar o PPP às necessidades identificadas, à realidade da escola e ao currículo. OBJETIVO PEDAGÓGICO Envolver todos os segmentos na construção social do conhecimento e na definição do projeto pedagógico da escola. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Congregar 100% dos pais eou responsáveis nas reuniões bimestrais, assembleias gerais, culminâncias de projetos e eventos pedagógicos abertos à comunidade. Conscientizar a comunidade escolar acerca da importância da presença na escola; Realizar convocação por múltiplos meios. Adequar os horários das reuniões e assembleias às possibilidades dos pais. Receber a comunidade com educação, respeito e dignidade no dia a dia e nos projetos e eventos. Será realizada por meio de formulário próprio e posterior tabulação para amostragem dos resultados. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
  • 149.
    149 META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Avaliara Proposta Política Pedagógica da instituição de forma permanente. • Promover o estudo do PPP; • Reuniões periódicas para avaliação do PPP. • Tabular e divulgar as avaliações institucionais com todos os segmentos. Acompanhar a aplicabilidade do PPP. PERÍODO DE EXECUÇÃO TRIÊNIO 2017-2019, sempre que mudanças significativas determinarem a necessidade de atualização da proposta OBJETIVOS PEDAGÓGICOS Zelar pela observância, em âmbito escolar, das orientações curriculares da SEEDF para os anos iniciais do Ensino Fundamental. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Manter a coordenação pedagógica da instituição como espaço de planejamento e de formação continuada. Realizar estudos de interesse do corpo docente que possam refletir positivamente no planejamento do professor; Estimular a participação do docente em reuniões, oficinas e cursos de formação. Manter a Organização Curricular Bimestral como um encontro entre os regentes de ambos os turnos; Estabelecimento de metas de aprendizagens bimestrais; Acompanhamento das estratégias in loco Através da observação da prática do professor, dos resultados obtidos com os alunos. Por meio do relato e prática do professor regente PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
  • 150.
    150 OBJETIVOS PEDAGÓGICOS Oportunizar aoseducandos o acesso ao uso da informática como prática social além de instrumento OBJETIVO PEDAGÓGICO Elevar o desempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Desenvolver estratégias didáticas que possibilitem as aprendizagens matemáticas dos estudantes • Formação de professores em didática da matemática; • Elencar as necessidades da escola; • Acompanhar as aprendizagens in loco Através dos resultados obtidos pelos estudantes, mensurados em avaliações institucionais e externas; Através dos relatos dos professores; PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Consolidar a real democratização do ensino por meio do acesso e permanência do aluno na escola META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Reduzir a retenção por infrequência. Acompanhar a frequência por turma; Reunir preventivamente os pais dos alunos infrequentes; Acionar o Conselho Tutelar e sempre que se fizer necessário para o acompanhamento da infrequência recorrente. Será realizada no acompanhamento diário do professor, nas coordenações coletivas semanais e bimestralmente nos conselhos de classe por meio do relato do professor e acompanhamento do diário professor. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
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    151 facilitador e enriquecedorda aprendizagem. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Implementar o atendimento do laboratório de informática Captar recursos humanos; Implantar o Projeto para o Laboratório de Informática definindo na Proposta Pedagógica da instituição. Buscar novas máquinas; Através do funcionamento efetivo do laboratório; PERÍODO DE EXECUÇÃO 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Garantir a formação de leitores proficientes até o terceiro ano do Ensino Fundamental META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Alfabetizar 100% dos alunos nas turmas de primeiros anos da instituição educacional. Propiciar estudos referentes a alfabetização para os docentes; Fortalecer a parceria com o CRAI Estimular a participação dos docentes nos cursos de formação oferecidos pela rede. Realizada através da aplicação de testes diagnósticos específicos e dos relatórios de acompanhamento. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
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    152 OBJETIVO PEDAGÓGICO Elevar odesempenho dos estudantes nas aprendizagens matemáticas META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Desenvolver estratégias didáticas que possibilitem as aprendizagens matemáticas dos estudantes • Formação de professores em didática da matemática; • Elencar as necessidades da escola; • Acompanhar as aprendizagens in loco Através dos resultados obtidos pelos estudantes, mensurados em avaliações institucionais e externas; Através dos relatos dos professores; PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019 OBJETIVO PEDAGÓGICO Promover a educação integral do educando, através do trabalho conjunto entre escola e família META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover encontros com foco no relacionamento familiar • Promover encontros entre as famílias, a escola e terapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros especialistas abordando temas de interesse . Será avaliada a partir da participação dos envolvidos. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
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    153 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Propiciar umambiente educacional adequado à convivência pedagógica. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Promover melhorias das condições físicas, administrativas e da escola. Adquirir recursos humanos Implementação de sistema de segurança escolar (câmeras)de acordo com as verbas públicas enviadas. Ampliar cobertura do acesso dos blocos a quadra de esporte, conforme verba recebida e aprovação da engenharia da SEEDF. Garantir o funcionamento da escola com a manutenção periódica das dependências e equipamentos elétricos eletrônicos . Solicitar por meio de memorando junto a Diretoria Regional de ensino os recursos humanos que possam atender as demandas da escola. Solicitar a terceirização da portaria da escola. Promover a reforma da recepção e do Espaço de Recreação do Bloco C Acompanhamento e supervisão com a participação da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
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    154 OBJETIVO ADMINISTRATIVO Promover umambiente onde as relações interpessoais sejam regidas pela ética e respeito. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Eliminar em 100% os conflitos do ambiente de trabalho. Exemplificar com ações cotidianas o comportamento desejável. Promover projetos de socialização (tais como Amigo Anjo, confraternizações, Festa das Aposentadas) Exercer uma escuta sensível ; Através da observação da melhoria das relações cotidianas. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019 OBJETIVO FINANCEIRO Aperfeiçoar a utilização dos recursos financeiros, de forma transparente, com a participação efetiva da comunidade escolar. META ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO Utilizar os recursos de acordo com as necessidades pedagógicas e administrativas, conforme legislação vigente. Discutir e identificar com a comunidade escolar as prioridades em todos os âmbitos de funcionamento da instituição. Deliberar e acompanhar a utilização dos recursos financeiros conjuntamente com o Conselho Escolar e assembleia geral escolar. Dar-se à por meio do acompanhamento da comunidade escolar. PERÍODO DE EXECUÇÃO Triênio 2017-2019
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    155 ANEXOS ASSEMBLÉIA ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 21. A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por acompanhar o desenvolvimento das ações da escola. Art. 22. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada seis meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar indicar a necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação: I – de integrantes da comunidade escolar, na proporção de dez por cento da composição de cada segmento; II – do Conselho Escolar; III – do diretor da unidade escolar. § 1º O edital de convocação da Assembleia Geral Escolar será elaborado e divulgado amplamente pelo Conselho Escolar, com antecedência mínima de três dias úteis no caso das reuniões extraordinárias e de quinze dias no caso das ordinárias. § 2º As normas gerais de funcionamento da Assembleia Geral Escolar, inclusive o quórum de abertura dos trabalhos e o de deliberação, serão estabelecidas pela SEDF. § 3º Na ausência de Conselho Escolar constituído, as competências previstas no § 1º recairão sobre a direção da unidade escolar. Art. 23. Compete à Assembleia Geral Escolar: I – conhecer do balanço financeiro e do relatório findo e deliberar sobre eles; II – avaliar semestralmente os resultados alcançados pela unidade escolar; III – discutir e aprovar, motivadamente, a proposta de exoneração de diretor ou vice-diretor das unidades escolares, obedecidas as competências e a legislação vigente;
  • 156.
    156 IV – apreciaro regimento interno da unidade escolar e deliberar sobre ele, em assembleia especificamente convocada para este fim, conforme legislação vigente; V – aprovar ou reprovar a prestação de contas dos recursos repassados à unidade escolar, previamente ao encaminhamento devido aos órgãos de controle; VI – resolver, em grau de recurso, as decisões das demais instâncias deliberativas da unidade escolar; VII – convocar o presidente do Conselho Escolar e a equipe gestora, quando se fizer necessário; VIII – decidir sobre outras questões a ela remetidas. Parágrafo único. As decisões e os resultados da Assembleia Geral Escolar serão registrados em ata e os encaminhamentos decorrentes serão efetivados pelo Conselho Escolar, salvo disposição em contrário.
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    157 CONSELHO DE CLASSE Emconsonância com a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 35. O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da gestão democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino e de aprendizagem, havendo tantos conselhos de classe quantas forem as turmas existentes na escola. § 1º O Conselho de Classe será composto por: I – todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na condição de conselheiros natos; II – representante dos especialistas em educação; III – representante da carreira Assistência à Educação; IV – representante dos pais ou responsáveis; V – representante dos alunos a partir do 6º ano ou primeiro segmento da educação de jovens e adultos, escolhidos por seus pares, garantida a representatividade dos alunos de cada uma das turmas; VI – representantes dos serviços de apoio especializado, em caso de turmas inclusivas. § 2º O Conselho de Classe se reunirá, ordinariamente, uma vez a cada bimestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por solicitação do diretor da unidade escolar ou de um terço dos membros desse colegiado. § 3º Cada unidade escolar elaborará as normas de funcionamento do Conselho de Classe em conformidade com as diretrizes da SEDF.
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    158 CONSELHO ESCOLAR Em consonânciacom a lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012, lei que trata do Sistema de Ensino e da Gestão Democrática das Escolas Públicas do Distrito Federal: Art. 24. Em cada instituição pública de ensino do Distrito Federal, funcionará um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora, deliberativa e representativa da comunidade escolar, regulamentado pela SEDF. Parágrafo único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e, no máximo, vinte e um conselheiros, conforme a quantidade de estudantes da unidade escolar, de acordo com o Anexo Único desta Lei. Art. 25. Compete ao Conselho Escolar, além de outras atribuições a serem definidas pelo Conselho de Educação do Distrito Federal: I – elaborar seu regimento interno; II – analisar, modificar e aprovar o plano administrativo anual elaborado pela direção da unidade escolar sobre a programação e a aplicação dos recursos necessários à manutenção e à conservação da escola; III – garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da comunidade escolar na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade escolar; IV – divulgar, periódica e sistematicamente, informações referentes ao uso dos recursos financeiros, à qualidade dos serviços prestados e aos resultados obtidos; V – atuar como instância recursal das decisões do Conselho de Classe, nos recursos interpostos por estudantes, pais ou representantes legalmente constituídos e por profissionais da educação; VI – estabelecer normas de funcionamento da Assembleia Geral e 158inquen-la nos termos desta Lei; VII – estruturar o calendário escolar, no que competir à unidade escolar, observada a legislação vigente; VIII – fiscalizar a gestão da unidade escolar; IX – promover, anualmente, a avaliação da unidade escolar nos aspectos técnicos, administrativos e pedagógicos; X – analisar e avaliar projetos elaborados ou em execução por quaisquer dos segmentos que compõem a comunidade escolar; XI – intermediar conflitos de natureza administrativa ou pedagógica, esgotadas as possibilidades de solução pela equipe escolar; XII – propor mecanismos para a efetiva inclusão, no ensino regular, de alunos com deficiência; XIII – debater indicadores escolares de rendimento, evasão e repetência e propor estratégias que assegurem aprendizagem significativa para todos.
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    159 § 1º Emrelação aos aspectos pedagógicos, serão observados os princípios e as disposições constitucionais, os pareceres e as resoluções dos órgãos normativos federal e distrital e a legislação do Sistema de Ensino do Distrito Federal. § 2º Quando se tratar de deliberação que exija responsabilidade civil ou criminal, os estudantes no exercício da função de conselheiro escolar serão representados, no caso dos menores de dezesseis anos, ou assistidos, em se tratando de menores de dezoito anos e maiores de dezesseis anos, por seus pais ou responsáveis, devendo comparecer às reuniões tanto os representados ou assistidos como os representantes ou assistentes. Art. 26. Os membros do Conselho Escolar serão eleitos por todos os membros da comunidade escolar habilitados conforme o art. 3º, em voto direto, secreto e facultativo, uninominalmente, observado o disposto nesta Lei. § 1º As eleições para representantes dos segmentos da comunidade escolar para integrar o Conselho Escolar se realizarão ao final do primeiro bimestre letivo, sendo organizadas e coordenadas pelas comissões central e local referidas no art. 48. § 2º Poderão se candidatar à função de conselheiro escolar os membros da comunidade escolar relacionados no art. 3º, I a VII. Art. 27. O Diretor da unidade escolar integrará o Conselho Escolar como membro nato. Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos no Conselho Escolar, o diretor será substituído pelo vice-diretor ou, não sendo isto possível, por outro membro da equipe gestora. Art. 28. O mandato de conselheiro escolar será de três anos, permitida uma reeleição consecutiva. Art. 29. O exercício do mandato de conselheiro escolar será considerado serviço público relevante e não será remunerado. Art. 30. O Conselho Escolar elegerá, dentre seus membros, presidente, vice presidente e secretário, os quais cumprirão tarefas específicas definidas no regimento interno do colegiado, não podendo a escolha para nenhuma dessas funções recair sobre membros da equipe gestora da unidade escolar. Parágrafo único. Compete ao presidente do Conselho Escolar dirigir a Assembleia Geral Escolar. Art. 31. O Conselho Escolar se reunirá, ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por convocação: I – do presidente; II – do diretor da unidade escolar; III – da maioria de seus membros. § 1º Para instalação das reuniões do Conselho Escolar, será exigida a presença da maioria de seus membros. § 2º As reuniões do Conselho Escolar serão convocadas com antecedência mínima de quarenta e oito horas.
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    160 § 3º Asreuniões do Conselho Escolar serão abertas, com direito a voz, mas não a voto, a todos os que trabalham, estudam ou têm filho matriculado na unidade escolar, a profissionais que prestam atendimento à escola, a membros da comunidade local, a movimentos populares organizados, a entidades sindicais e ao grêmio estudantil. Art. 32. A vacância da função de conselheiro se dará por renúncia, aposentadoria, falecimento, desligamento da unidade de ensino, alteração na composição da equipe gestora ou destituição, sendo a função vacante assumida pelo candidato com votação imediatamente inferior à daquele eleito com menor votação no respectivo segmento. § 1º O não comparecimento injustificado de qualquer conselheiro a três reuniões ordinárias consecutivas ou a cinco alternadas implicará vacância da função. § 2º Ocorrerá destituição de conselheiro por deliberação da Assembleia Geral Escolar, em decisão motivada, garantindo-se a ampla defesa e o contraditório. § 3º As hipóteses previstas nos §§ 1º e 2º não se aplicam aos conselheiros natos. Art. 33. Caso a instituição escolar não conte com estudantes que preencham a condição de elegibilidade, as respectivas vagas no Conselho serão destinadas ao segmento dos pais e mães de alunos. Parágrafo único. A comunidade escolar das unidades que atendem estudantes com deficiência envidará todos os esforços para assegurar-lhes a participação, e de seus pais ou responsáveis, como candidatos ao Conselho Escolar. Art. 34. Os profissionais de educação investidos em cargos de conselheiros escolares, em conformidade com as normas de remanejamento e distribuição de carga horária e ressalvados os casos de decisão judicial transitada em julgado ou após processo administrativo disciplinar na forma da legislação vigente, terão assegurada a sua permanência na unidade escolar pelo período correspondente ao exercício do mandato e um ano após seu término.
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    161 EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO: EducaçãoFísica nos Anos Iniciais APRESENTAÇÃO: O Projeto Piloto Educação com Movimento - Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental proposto pela Coordenação de Ensino Fundamental - COENF e pela Coordenação de Educação Física e Desporto Escolar– CEFDESC da Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB visa à melhoria da qualidade no atendimento das necessidades educacionais dos estudantes da rede pública de ensino, por meio da reestruturação didático-pedagógica inserindo o professor de Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental, preferencialmente, em escolas que possuam um significativo número de estudantes em defasagem idade/série, organizados em turmas de correção da distorção idade/série escolar. A Educação Física está assegurada no ambiente escolar por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9394/1996 (BRASIL, 1996). O artigo 26, § 3º, destaca que a disciplina de Educação Física está integrada à proposta pedagógica da escola, sendo um componente curricular obrigatório da Educação Básica fazendo parte de toda a vida escolar do estudante. Fato este que demonstra a incontestável importância das vivências motoras na construção do acervo cultural e cognitivo de nossos estudantes desde os anos iniciais do Ensino Fundamental. Da mesma forma, há muito tempo já não existem mais dúvidas no ambiente acadêmico, no cotidiano escolar, ou mesmo no senso comum sobre a importância do brincar, do jogar, da ludicidade, enfim, da ampliação e diversificação da cultura corporal e suas linguagens como vivência indispensável para a formação integral e o desenvolvimento sócio-afetivo, psicomotor e cognitivo da criança. Conforme Rodrigues (2005) o século XX ficou conhecido como o “século do corpo”, quando se promoveu uma ruptura com o paradigma exclusivamente biológico, imprimindo uma perspectiva cultural e multidisciplinar sobre o corpo e a corporeidade. Para o autor, na comunicação humana a linguagem corporal precede, invariavelmente, e transcende às demais formas de comunicação. Compreendemos, então, que a Educação Física, ministrada por um professor especialista, é fundamental nos anos iniciais pela possibilidade de proporcionar diversidade de experiências às
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    162 crianças mediante propostaspedagógicas que favoreçam criar, inventar, descobrir novos movimentos, ver e rever conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações, ou seja, a construção do repertório motor fundamental para a conquista da autonomia funcional do indivíduo e desenvolvimento das demais dimensões. Em 2011, em plenárias regionais, realizadas para discussão do currículo de Educação Física, os professores participantes ressaltaram a importância de um trabalho integrado entre o professor de Educação Física e o professor regente1 , contemplando aspectos didáticos gerais e específicos do planejamento à avaliação, considerando as questões cotidianas de sala de aula e possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal – jogos e brincadeiras, esporte, lutas, ginásticas, danças e expressão corporal –, bem como a organização e participação em atividades de caráter cultural da escola, tais como: festas, comemorações, passeios, dentre outros, de suma importância para o desenvolvimento integral do estudante. No entanto, o Distrito Federal que conta com 389 instituições educacionais de anos iniciais, ainda não contempla de forma plena, a presença do professor de Educação Física na equipe pedagógica das escolas de séries iniciais do Ensino Fundamental. O Projeto Político Pedagógico Carlos Mota, prevê a inclusão da Educação Física quando cita: “Partindo desses pressupostos, em busca da melhoria da qualidade da educação, a SEDF pretende, a partir de projetos pilotos, incluir a docência de Educação Física na equipe pedagógica dos anos iniciais”. (p. 59) O Projeto Educação com Movimento será base para a universalização da Educação Física no Ensino Fundamental da SEDF, mas, nesse primeiro momento, atenderá, preferencialmente, escolas com turmas de correção de fluxo, já que, entende-se, é lócus privilegiado para avaliar a importância das ações propostas. A Lei de Diretrizes e Bases - LDB (Lei n.º9.394/96) determina em seu artigo 24: “A educação básica, no nível fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: (...). V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: (...). b) “possibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso escolar;”. 1 Como professor regente, consideramos o professor de atividades, pedagogo da carreira de Magistério da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
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    163 Como objetivo deatender o direito supracitado, garantido aos estudantes em defasagem de idade/série, é imprescindível que ocorram mudanças no que diz respeito à prática pedagógica e na maneira de olhar o estudante como sujeito capaz de construir seu conhecimento. Nesse sentido, a instituição educacional e, particularmente, os professores, devem proporcionar uma metodologia pedagógica diferenciada na qual estarão envolvidos todos os agentes – o professor regente da turma, o professor de Educação Física, o coordenador local, os gestores, orientadores educacionais e demais integrantes do corpo docente – contemplando o resgate da autoestima, do protagonismo infanto-juvenil, a valorização do estudante, além dos princípios pedagógicos: contextualização e interdisciplinaridade, valorizando os diversos saberes. As turmas de correção da distorção idade/série são compostas por estudantes que tenham dois anos ou mais de defasagem de série/ano em relação à idade, entre nove e quinze anos completos, ou a completar até 31/03/2013. São divididas em Alfabetizados e Em Processo de Alfabetização e são compostas por no mínimo 15 (quinze) e no máximo 20 (vinte) estudantes conforme previsto na Estratégia de Matrícula de 2013. Comprometida em oferecer aos estudantes condições necessárias para que retomem seu curso escolar com êxito, bem como, em promover o acesso aos elementos da cultura corporal do movimento como área de conhecimento, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal implantará este Projeto Piloto em instituições educacionais que possuam ensino fundamental/anos iniciais, sendo, pelo menos uma em cada Coordenação Regional de Ensino. Histórico A inserção da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental não é uma proposta nova. Algumas unidades da federação como os Estados de Minas Gerais, Amazonas e o município de Goiânia já implementaram em suas propostas pedagógicas estaduais e municipais, respectivamente. Contudo, na vanguarda deste movimento desponta o Distrito Federal, pois, no final dos anos 50 e início dos 60, Anísio Teixeira ao pensar o projeto de educação para a Capital da República, que seria referência nacional, implementou o projeto da Escola-Parque que oferece o componente curricular Educação Física, entre outros, para estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, até os dias atuais. Essa proposta inovadora com foco no desenvolvimento integral das crianças por meio de uma abordagem aberta e multidisciplinar envolve o ensino das Artes e a Educação Física em um
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    164 único espaço físicoque até hoje é destaque na rede pública do Distrito Federal atendendo cerca de dez mil estudantes, em cinco escolas de natureza especial, no Plano Piloto. Na linha do projeto ora apresentado, houve uma experiência exitosa no período de 1997 a 1998 na chamada: Escola Candanga2 . O Projeto Núcleos de Educação com o Movimento (FEDF, 1997) implantado em 50 escolas, hoje, com duas escolas remanescentes: A Escola Classe 15 e a Escola Classe 18 de Taguatinga, as quais se tornaram referência entre as instituições educacionais do Distrito Federal. Além da sua continuidade3 , o Projeto Piloto Educação com Movimento (SEDF, 2011) na Escola Classe 18 de Taguatinga, vem demonstrando sua importância através de um acúmulo histórico de indicadores positivos, tais como: a ampliação do repertório psicomotor; a participação em festivais esportivos e jogos; o aumento da autoestima dos estudantes e a referência de qualidade no ensino reconhecido por toda a comunidade escolar. Em 2011, o projeto funcionou sob aprovação da Coordenação de Ensino Fundamental e Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação e, hoje, serve como referência para a defesa de uma expansão para todas as Coordenações Regionais de Ensino, objetivo maior deste Projeto Piloto. JUSTIFICATIVA A implantação das aulas de Educação Física ministradas por professor especialista nos anos iniciais visa democratizar o acesso a essa prática pedagógica, desenvolvida de forma interdisciplinar e entendida como área de conhecimento, historicamente constituída, que envolve as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos estudantes. O processo de ensino e aprendizagem de Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de corpo e movimento. Conforme Piaget (citado por FONSECA, 1987), “a inteligência tem origem na ação e ação é movimento (ou ausência consciente de movimento). A ação é inteligência em movimento.” Portanto, o ensino da Educação Física não se restringe ao simples exercício de certas habilidades e destrezas. Não visa à repetição de gestos estereotipados com vistas a mecanizá-los, e reproduzi-los. É preciso possibilitar ao sujeito refletir sobre suas possibilidades corporais para que possa de maneira autônoma, exercê-las. Baseado nessa premissa, a Educação Física deve estar integrada de forma significativa ao cotidiano escolar, uma vez que a ludicidade, e todos os elementos da cultura corporal do movimento, 2 A Escola Candanga foi uma proposta pedagógica construída participativamente no período em que Cristovam Buarque foi Governador do Distrito Federal (1995-1998) 3 De 1997 a 2011, o projeto foi suspenso no ano de 2010, por motivo de licença-gestante da última professora disponibilizada para o projeto. Os outros que faziam parte ao longo desse período acabaram por ter de deixá-lo pela insegurança da continuidade do mesmo.
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    165 são esferas davida social e fundamentais ao desenvolvimento da criança. Este desenvolvimento implica planejar, experimentar, avaliar, escolher, interagir, enfim, aprender a movimentar-se, levando em conta a diversidade humana e o contexto histórico-social. OBJETIVO GERAL Implementar, de forma gradativa, o Projeto Piloto Educação com Movimento nas turmas de séries iniciais do Ensino Fundamental, iniciando por uma escola-polo de cada Coordenação Regional de Ensino, nos turnos matutino e vespertino, que tenha, preferencialmente, classes de correção da distorção idade/série, afim de que, de forma interdisciplinar, promova a formação integral do estudante ampliando o seu repertório de experiências corporais mediante a intervenção pedagógica de um professor especializado nesta área, o professor de Educação Física. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos da cultura corporal presentes na Educação Física, tais como: o jogo, a brincadeira, o esporte, a luta, a ginástica e a dança mediante a intervenção pedagógica de um professor especialista nesta área do conhecimento que integrado e inter-relacionado ao trabalho do professor regente, contemple um melhor atendimento das necessidades pedagógicas do estudante dos anos iniciais do Ensino Fundamental; • Fortalecer o vínculo do estudante com a escola visando à melhoria da aprendizagem daqueles que estão em defasagem idade/série por meio de um atendimento pedagógico diferenciado utilizando instrumentos específicos da Educação Física, tais como: eventos esportivos, festivais de dança, de lutas e ginástica que resultem em uma aprendizagem adequada ao prosseguimento dos estudos ou ao avanço para a série/ano indicada (o) pela equipe de professores e da direção da instituição educacional no Conselho de Classe da turma do estudante. PERFIL DO PROFESSOR Para a participação neste projeto, o professor deverá: - Ser, prioritariamente, professor efetivo da SEDF, aprovado em concurso para atuar em Educação Física; - interessar-se pela prática docente em anos iniciais do Ensino Fundamental;
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    166 - Identificar-se, doponto de vista pedagógico, com os objetivos, as metas e a metodologia do projeto; - disponibilizar-se para participar do processo de formação continuada. Organização do trabalho pedagógico do professor • PARA REGÊNCIA NO TURNO MATUTINO: Turno Segunda- feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Matutino Regência Regência Regência Regência Regência Vespertino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógica no CEFDESC/GEEFES Coordenação Pedagógica Individual • PARA REGÊNCIA NO TURNO VESPERTINO: Turno Segunda- feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Matutino Coordenação Pedagógica Individual Curso de Formação/Coord. Pedagógica Coordenação Pedagógica Coletiva Coordenação Pedagógica com os regentes. Coordenação pedagógica no CEFDESC/GEEFES Coordenação Pedagógica Individual Vespertino Regência Regência Regência Regência Regência EXECUÇÃO • Prioritariamente serão atendidas as turmas de correção da distorção idade/série e, posteriormente, em sequência, as turmas de 4ª série/5º ano, 3ª série/4º ano, etc.; • Inicialmente serão selecionados 26 professores efetivos de Educação Física para participar do Projeto Piloto no ano de 2013, sendo 13 para regência matutina e 13 para regência
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    167 vespertina. Para aampliação do projeto serão abertas as carências necessárias em cada CRE, com exceção de Taguatinga. • Cada professor atenderá entre 10 e 15 turmas em regime de jornada ampliada; • Os alunos deverão ter no mínimo, 1h40min horas/relógio semanais, preferencialmente divididas em duas sessões; • Os professores deverão apresentar relatórios bimestrais de avaliação dos estudantes nos aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos. As planilhas para estes relatórios serão elaboradas em conjunto pela CEFDESC e COENF; • O professor deverá apresentar, em um Seminário no final do ano, os relatórios onde serão socializados os dados referentes ao projeto na sua escola. Caso haja interesse o professor poderá utilizar estes dados para elaboração de trabalhos científicos a serem apresentados nestes Seminários; • Os professores do projeto deverão, junto com os professores regentes, planejar e participar de eventos, tais como: lançamento do Projeto Piloto Educação com Movimento, Festa Junina da Escola, Festivais Esportivos, de Dança, Lutas ou Ginástica e do Seminário. • A elaboração do Plano de Curso e dos Planos de Aulas terá o apoio da COENF e da CEFDESC; • No caso da elaboração de uma pesquisa, o projeto e sua execução terão o apoio da COENF e da CEFDESC; METODOLOGIA O desenvolvimento do Projeto Educação com o Movimento está pautado no Projeto Político Pedagógico Professor Calos Mota e na concepção de Educação Integral apresentados no Currículo em Movimento, proposta de educação Governo do Distrito Federal/SEDF, a ser consolidada no ano de 2013. Além disso, o trabalho do professor deverá ser orientado – planejamento e metodologia - no currículo de Educação Física para os anos iniciais, em construção. Provisoriamente, orienta-se tomar por base o currículo experimental. O projeto será desenvolvido de forma participativa, tendo em vista a necessidade do trabalho integrado de todos os envolvidos, da socialização das experiências e da permanente reflexão sobre a prática para o redirecionamento das ações. Neste sentido, o registro, acompanhamento e avaliação, são imprescindíveis. O professor utilizará um diário de classe, exclusivo, para os registros diários de todas as ações pedagógicas e das avaliações do estudante e adotará um formulário específico para acompanhamento mais
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    168 detalhado do desenvolvimentointegral desse aluno. O processo reflexivo permitirá a proposição de novas práticas e possibilidades de intervenções. ABORDAGEM PEDAGÓGICA A abordagem pedagógica da Educação Física que será desenvolvida em consonância com os seguintes princípios. Diversidade - oferecer ao estudante, mediante suas possibilidades, múltiplas oportunidades de aprendizagens e experiências de diversos elementos da cultura corporal do movimento, acumulados historicamente, como o jogo, os esportes, as ginásticas e as danças, entre outros. Cidadania – relacionar as vivências corporais à construção de conceitos, valores e princípios de boa convivência humana e sustentabilidade ambiental, com vistas á formação de um cidadão crítico e consciente dos seus direitos e deveres na construção de uma sociedade melhor. Adequação- Considerar, no planejamento e desenvolvimento das ações pedagógicas, o nível de desenvolvimento do estudante nos seus aspectos socioculturais, afetivos, emocionais, cognitivos e psicomotores, respeitando seus saberes e experiências anteriores. Os conteúdos, métodos, e procedimentos devem ser significativos e interessantes para o estudante de forma a contribuir para fortalecer seu vínculo com a escola, com a cultura e com o conhecimento de um modo geral. As vivências educacionais devem estar diretamente relacionadas à fase de desenvolvimento no qual se encontra o estudante. AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE O professor avaliará o estudante por meio de um formulário em que serão abordados aspectos motores, afetivo-sociais e cognitivos que deverá ser preenchido bimestralmente, além do registro das ações pedagógicas no diário de classe. O professor de Educação Física, em conjunto com o professor regente, deverá incluir nos relatórios individuais dos estudantes as observações pertinentes aos aspectos formativos da Educação Física. AVALIAÇÃO DO PROFESSOR Serão utilizados dois instrumentos de avaliação: • Formulário a ser preenchido pelo diretor da instituição; • Observação das participações dos professores nas coordenações com a COENF e CEFDESC e nos cursos/oficinas de formação continuada.
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    169 AVALIAÇÃO DO PROJETO Oprojeto será avaliado pela aplicação de questionário ou entrevista aos gestores da escola e amostras de estudantes e seus responsáveis e por um relatório apresentado ao final do ano, em um seminário para socialização das experiências PROERD POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL COMANDO DE POLICIAMENTO CENTRO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA E AÇÕES SOCIAIS PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos cinqüenta estados americanos, e em cinqüenta e oito países. No Brasil ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em Brasília o programa existe desde 1998. O PROERD é desenvolvido nas Escolas Públicas e Particulares, apenas no 5º ano e 7º ano do Ensino Fundamental, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia especialmente voltada para crianças e adolescentes. O objetivo é transmitir uma mensagem de valorização à vida, e da importância de manter-se longe das drogas. O curso é organizado em 13 lições de 169inquenta a sessenta minutos cada uma. Elas são ministradas semanalmente, durante um trimestre, por um Policial Militar, especialmente treinado. A última lição do PROERD é uma Formatura. Este evento é uma forma de reconhecer o empenho e a dedicação dos alunos durante o Curso. Após três meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, ocasião que prestam o compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas.
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    170 O Programa épedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família. O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo. O programa desenvolvido pela Polícia Militar tem por objetivo desenvolver capacidades necessárias para permitir que os alunos tomem as rédeas de suas vidas, com ênfase especial no uso de substância como álcool, cigarro e outras drogas. É uma característica central e particular a “Tomada de Decisões”. Os alunos aprendem a tomar decisões e mantê-las através de informações, princípios, habilidades e atividades em grupos, todas projetadas para construir nos alunos capacidades de resolução de problemas sociais e pessoais relacionados ao uso de substâncias tóxicas. Um dos Objetivos do Programa é mostrar para os alunos que existe uma infinidade de alternativas positivas que os livrem de um caminho tão perigoso como é o das drogas. O programa visa o enriquecimento da autoestima dos alunos e mostrar-lhes a importância de uma conversa franca com os pais ao invés de buscar a solução dos problemas nas drogas. O PROERD é uma cooperação entre a POLÍCIA MILITAR, A ESCOLA E A FAMÍLIA, pois todos nós temos o papel de educar, mesmo de formas diferentes, mas neste caso com um importante objetivo: viver sem as drogas.
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    171 SEMANA DE EDUCAÇÃOPARA A VIDA Lei 11.988, de 27 de julho de 2009 Art. 1o Todas as escolas de ensino fundamental e médio da rede pública no País realizarão, em período a ser determinado pelas Secretarias Estaduais de Educação, a atividade denominada Semana de Educação para a Vida. Art. 2o A atividade escolar aludida no art. 1o desta Lei terá duração de 1 (uma) semana e objetivará ministrar conhecimentos relativos a matérias não constantes do currículo obrigatório, tais como: ecologia e meio ambiente, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção contra doenças transmissíveis, direito do consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc. Art. 3o A Semana de Educação para a Vida fará parte, anualmente, do Calendário Escolar e deverá ser aberta para a participação dos pais de alunos e da comunidade em geral. Art. 4o As matérias, durante a Semana de Educação para a Vida, poderão ser ministradas sob a forma de seminários, palestras, exposições-visita, projeções de slides, filmes ou qualquer outra forma não convencional. Parágrafo único. Os convidados pelas Secretarias Estaduais de Educação para ministrar as matérias da Semana de Educação para a Vida deverão possuir comprovado nível de conhecimento sobre os assuntos a serem abordados. Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
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    173 SERVIÇO DE ORIENTAÇÃOEDUCACIONAL ANEXOS DO PLANO DE AÇÃO
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    178 BIBLIOGRAFIA BRASIL. (1988). Constituiçãoda República Federativa do Brasil. Brasília: Câmara dos Deputados. BRASIL. (2005). Política Nacional sobre Drogas. Brasília: CONAD. BRASIL. (s.d.). Lei 11.988, de 27 de julho de 2009. Cria a Semana de Educação para a Vida e dá Outras Providências. Brasília, DF: Presidência da República. BRASIL. (s.d.). Lei 9394, de 23 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação. Brasília, DF. FANTE, C. (2005). Fenômeno Bullyng. Brasília: Verus. FEDF. (1997). Projeto Educação com Movimento. Brasília: GDF. GENTILLI, P., & ALENCAR, C. (2003). Educar na Esperança em Tempos de Desencanto. Petrópolis: Editora Vozes. GIL, A. (1999). Métodos e Técnicas em Pesquisa Social. São Paulo: Atlas. Hernandez, F. (1998). A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas. MEC. (2014). Manual Operacional da Educação Integral. Brasília, DF: MEC. NASPOLINI, A. T. (1996). Didática de Poruguês-tijolo por Tijolo. Leitura e Produção de Texto. São Paulo: FTD. PERRENEUD, P. (1999). Avaliação. Da Excelência à Regulação das Aprendizagens. Porto Alegre: Artes Médicas. RODRIGUES, D. (2005). Inclusão e Educação. São Paulo: Summus. SASSAKI, R. (1997). Inclusão/ Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA. SCHELB, G. Z. (2005). ECA Comentado. Brasília. SEEDF. (2008). Manual aos Gestores - Política de Promoção da Cidadania e Cultura da Paz. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2009). Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília: GDF. SEEDF. (2011). Projeto Educação com Movimento, Educação Física nos Anos Iniciais. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Diretrizes Pedagógicas do BIA. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Orientações Pedagógicas, História e Cultura AfroBrasileira e Indígena. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2012). Projeto Político Pedagógico Professor Carlos Mota. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2013). Currículo em Movimento da Educação Básica. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (23 de dezembro de 2013). Estratégia de Matrícula 2014. Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (2014). Diretrizes de Avaliação Educacional. Brasília: DF. SEEDF. (2014). Orientação Pedagógica, Projeto Político Pedagógico e Coordenação Pedagógica. Brasília: GDF. SEEDF. (s.d.). Lei 4751, de 7 de fevereiro de 2012. Dispõe sobre o sistema de ensino e a gestão democrática do sistema de ensino público do DF. Brasília, DF: GDF. SEEDF. (s.d.). Manual de Conservação das Escolas da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Brasília: GDF. Silva, T. T. (2003). Documentos de Identidade. Belo Horizonte: Editora Autêntica.
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    179 VILLAS BOAS, B.M. (2004). Portofólio, avaliação e trabalho pedagógico. Campinas, SP: Papiros.