Universidade Severino Sombra - USS DESFIBRILAÇÃO Bruna Pimentel  de Jesus Deógenes Rocha  Rodrigo Amorim  Fernanda Andrade  Cristiane Marques  Laura Castro  Guilherme Escarpini  Luana Isabel  Paulo Sérgio Mendes  Juliana Ribon
CONCEITO A desfibrilação pode ser definida como o uso terapêutico do choque elétrico de corrente contínua, com grande amplitude e curta duração, aplicado no tórax ou diretamente sobre o miocárdio. Durante uma atividade elétrica cardíaca irregular, a desfibrilação despolariza todas as células cardíacas, permitindo o reinício do ciclo cardíaco normal, de forma organizada em todo o miocárdio.
Indicação   Indicada nos pacientes com Fibrilação Ventricular ou Taquicardia Ventricular.
Aproximadamente 50% sobrevivem após 5 minutos; Sobrevida reduz de 7 para 10% a cada minuto; Cada minuto sem desfibrilação a sobrevivência cai 10%; Tempo médio de resposta do SME mundial é de 6 a 10 minutos. Qual a razão de ser precoce?
Seqüência de Atendimento Desfibrilar até 3 vezes Verificar ritmo PRESENTE Suporte respiratório e hemodinâmico AUSENTE Repetir desfibrilação
DESFIBRILADOR CONVENCIONAL Ligue o desfibrilador Selecione o nível de energia em 360 J, para o choque inicial Selecione a derivação de monitorização Aplique o gel condutor às pás Posicione as pás – 2° EICD LP e Ápice Cheque o monitor e determine o ritmo
Avise a equipe – “Carregando o desfibrilador – afastem-se” Pressione o botão de carga Quando o desfibrilador estiver totalmente  carregado diga à equipe; UM eu estou afastado; DOIS vocês estão afastados; TRÊS todos estão afastados; Aplique  13 Kg de pressão nas pás Pressione os dois botões de descarga nas pás simultaneamente Cheque o monitor. Se o paciente continua em FV/TV, recarregue o desfibrilador  imediatamente. Cheque o pulso se houver  alguma dúvida quanto ao ritmo do monitor.
Caso ocorra recorrência da arritmia deve-se repetir o choque com a última carga utilizada Devemos procurar o sincronismo com a onda R, sobretudo nas taquicardias para evitar que a corrente de energia seja liberada sobre a onda T, o que poderia levar a fibrilação ventricular.
Desfibrilador Automático Externo Incorpora um sistema de análise de ritmo Técnica: Ligue o desfibrilador Conecte ás pás – borda superior direita do esterno e ápice Análise – avisar membros da equipe Choque
Recomendações sobre os níveis de energia em desfibrilação •  Desfibrilação externa transtorácica (indireta) em adultos:   - primeira desfibrilação: 200 J;  - segunda desfibrilação: 300 J;  - terceira desfibrilação e subseqüentes desfibrilações: 360 J.  •   Desfibrilação interna (direta) em adultos:   - desfibrilação inicial: 5 J;  - desfibrilações subseqüentes: aumentar progressivamente até 50 J.   
•   Desfibrilação externa em crianças:    - primeira desfibrilação: 2 J/kg;   - desfibrilações subseqüentes: 4 J/kg.  •   Desfibrilação interna (direta) em crianças:    - primeira desfibrilação: usar o nível de energia mais baixo possível, com a unidade em torno de 2 J;   - desfibrilações subseqüentes: 3-10 J.
Não é indicado para crianças menores de 8 anos ou com menos de 40 quilos;  Vítimas de trauma requerem transporte imediato e o mesmo não deverá ser retardado pela desfibrilação;  Medicamentos sob a forma de adesivos devem ser removidos antes de se iniciar a desfibrilação;  Pacientes hipotérmicos podem não responder bem à desfibrilação. Existem diferentes protocolos locais para tais situações;  Marca-passos podem alterar a eficiência do DEA;  Uma vez iniciada a remoção, a desfibrilação deverá ser interrompida. Considerações importantes quanto ao uso do DEA:
 
http://www.sopami.org.br/desfibr.htm www.pdic.com.br/pdic2005/biblioteca/DAE  www.sopami.org.br/desfibr  Journal of the American Heart Association (6 de julho 2006) Referências bibliográficas

Desfibrilação

  • 1.
    Universidade Severino Sombra- USS DESFIBRILAÇÃO Bruna Pimentel de Jesus Deógenes Rocha Rodrigo Amorim Fernanda Andrade Cristiane Marques Laura Castro Guilherme Escarpini Luana Isabel Paulo Sérgio Mendes Juliana Ribon
  • 2.
    CONCEITO A desfibrilaçãopode ser definida como o uso terapêutico do choque elétrico de corrente contínua, com grande amplitude e curta duração, aplicado no tórax ou diretamente sobre o miocárdio. Durante uma atividade elétrica cardíaca irregular, a desfibrilação despolariza todas as células cardíacas, permitindo o reinício do ciclo cardíaco normal, de forma organizada em todo o miocárdio.
  • 3.
    Indicação Indicada nos pacientes com Fibrilação Ventricular ou Taquicardia Ventricular.
  • 4.
    Aproximadamente 50% sobrevivemapós 5 minutos; Sobrevida reduz de 7 para 10% a cada minuto; Cada minuto sem desfibrilação a sobrevivência cai 10%; Tempo médio de resposta do SME mundial é de 6 a 10 minutos. Qual a razão de ser precoce?
  • 5.
    Seqüência de AtendimentoDesfibrilar até 3 vezes Verificar ritmo PRESENTE Suporte respiratório e hemodinâmico AUSENTE Repetir desfibrilação
  • 6.
    DESFIBRILADOR CONVENCIONAL Ligueo desfibrilador Selecione o nível de energia em 360 J, para o choque inicial Selecione a derivação de monitorização Aplique o gel condutor às pás Posicione as pás – 2° EICD LP e Ápice Cheque o monitor e determine o ritmo
  • 7.
    Avise a equipe– “Carregando o desfibrilador – afastem-se” Pressione o botão de carga Quando o desfibrilador estiver totalmente carregado diga à equipe; UM eu estou afastado; DOIS vocês estão afastados; TRÊS todos estão afastados; Aplique 13 Kg de pressão nas pás Pressione os dois botões de descarga nas pás simultaneamente Cheque o monitor. Se o paciente continua em FV/TV, recarregue o desfibrilador imediatamente. Cheque o pulso se houver alguma dúvida quanto ao ritmo do monitor.
  • 8.
    Caso ocorra recorrênciada arritmia deve-se repetir o choque com a última carga utilizada Devemos procurar o sincronismo com a onda R, sobretudo nas taquicardias para evitar que a corrente de energia seja liberada sobre a onda T, o que poderia levar a fibrilação ventricular.
  • 9.
    Desfibrilador Automático ExternoIncorpora um sistema de análise de ritmo Técnica: Ligue o desfibrilador Conecte ás pás – borda superior direita do esterno e ápice Análise – avisar membros da equipe Choque
  • 10.
    Recomendações sobre osníveis de energia em desfibrilação • Desfibrilação externa transtorácica (indireta) em adultos: - primeira desfibrilação: 200 J; - segunda desfibrilação: 300 J; - terceira desfibrilação e subseqüentes desfibrilações: 360 J. • Desfibrilação interna (direta) em adultos: - desfibrilação inicial: 5 J; - desfibrilações subseqüentes: aumentar progressivamente até 50 J.  
  • 11.
    Desfibrilação externa em crianças: - primeira desfibrilação: 2 J/kg; - desfibrilações subseqüentes: 4 J/kg. • Desfibrilação interna (direta) em crianças: - primeira desfibrilação: usar o nível de energia mais baixo possível, com a unidade em torno de 2 J; - desfibrilações subseqüentes: 3-10 J.
  • 12.
    Não é indicadopara crianças menores de 8 anos ou com menos de 40 quilos; Vítimas de trauma requerem transporte imediato e o mesmo não deverá ser retardado pela desfibrilação; Medicamentos sob a forma de adesivos devem ser removidos antes de se iniciar a desfibrilação; Pacientes hipotérmicos podem não responder bem à desfibrilação. Existem diferentes protocolos locais para tais situações; Marca-passos podem alterar a eficiência do DEA; Uma vez iniciada a remoção, a desfibrilação deverá ser interrompida. Considerações importantes quanto ao uso do DEA:
  • 13.
  • 14.
    http://www.sopami.org.br/desfibr.htm www.pdic.com.br/pdic2005/biblioteca/DAE www.sopami.org.br/desfibr Journal of the American Heart Association (6 de julho 2006) Referências bibliográficas