Basic Life Support American Heart Asso
SBV-APH
PROF° HERMES LIMA
ENSINO E PROTEÇÃO
“TREINANDO PROFISSIONAIS PARA SALVAR VIDAS”
CURSO DE FORMAÇÃO
BRIGADISTA
DE EMERGÊNCIA
Prof: Hermes Sharlon R. de Lima
Bombeiro Civil Especialista e Tático
• Especialidade em Prevenção e Combate a Incêndio;
• Especialidade em Táticas e Técnicas de Combate a Incêndio;
• Especialidade em Operações de Salvamento e Resgate;
• Especialidade em Equipamentos de Combate a Incêndio;
• Especialidade em Defesa Civil;
• Especialidade em Desastre Calamidades;
• Especialidade em Busca e Recuperação em Mata;
Instrutor de primeiro socorros básico, intermediário e avançado.
Instrutor de Stop The Bleed - Controle de Hemorragias.
Capacitação em acesso por corda Nível 3
Técnico em Segurança do Trabalho N° 0037146/PA
Técnico em Enfermagem COREN- PA 1413562TE
Especialização Enfermagem do Trabalho
Instrutor/ Proficiência em INCÊNDIO/ APH / SALV.ALTURA/TERRESTRE/ PRODUTOS PERIGOSOS/ ANALISE RISCO - Risco
BAIXO/MÉDIO /ALTO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PA e São Paulo SP (
http://credenciamento.corpodebombeiros.sp.gov.br/ControleAcesso/PesquisaPublica).
Instrutor em NR 10 E SEP/ Análise de risco
Técnico em Recursos Renováveis e Controle Ambiental – CFT - 82924058287 / CTDAM -9024
Instrutor de trânsito e direção defensiva homologado pelo DETRAN/PA.
Técnico em Automação Industrial - CFT - 82924058287
Especialização em automação de sistemas elétricos de potência- SEP
Especialidade em Engenharia de Segurança contra Incêndio e Pânico
Especialidade em Cursos e Treinamentos
Economista.
Engenheiro Mecânico 1519773447PA
Pós-Graduado em Segurança do Trabalho e Ergonomia
Especialização em consultoria e auditoria.
Mestre em Meio Ambiente e Desenvolvimento e Urbano.
Instrutor e especialista em SALVATAGEM (Resgate Homem ao Mar)
Instrutor de maquinas pesadas: Nível I – Treinamento para Operadores Competentes / Nível II – Treinamento para Operadores
Profissionais / Nível III – Certificação para Operadores Profissionais – credenciado pela Caterpillar desde 2011 e pela WORKERS
Apresentação
Choque Elétrico.
X = Hemorragias Graves
A= Estabilização da coluna cervical / vias aéreas
B= Respiração e ventilação
C= Circulação e controle de hemorragias
D= Exame Neurológico
E= Exposição da Vitima
Primeiros socorros para choque elétrico
• Corte ou desligue a fonte de energia,
• Afaste a pessoa da fonte elétrica
• Chame uma ambulância.
• Observe se a pessoa está consciente e respirando;
• Se estiver consciente.
• Se estiver inconsciente, mas respirando.
• Se estiver inconsciente e não respirando.
SBV em cardiologia: relacionado basicamente com as
mortes súbitas. Ex: IAM, AVE
C-A-B-D-E
SBV no trauma: não necessariamente esteja em PCR.
X-A-B-C-D-E
As principais causas de mortalidade
na sociedade
1. Doenças cardiovasculares. Ex: IAM e AVE
2. Diferentes tipos de cânceres.
3. Trauma.
4. Doenças Respiratórias.
Dados brasileiros obtidos pelo DataSUS
mostram que 35% das mortes no
Brasil são por causas cardiovasculares,
resultando em 300 mil casos anuais .
Nenhuma situação clínica supera a
prioridade de atendimento da parada
cardiorrespiratória(PCR), na qual a
rapidez e a eficácia das intervenções
adotadas são cruciais para um melhor
resultado do atendimento.
O pânico e o medo impedem as
pessoas de fazer RCP quando
necessário.
LOCALIZA-SE ENTRE OS PULMÕES, NO MEDIASTINO, ONDE SITUA-SE
OBLIQUAMENTE.
No tocante à sua orientação, o coração encontra-se 1/3
localizado a direita do plano
mediano e 2/3 localizados a
esquerda.
OBJETIVOS
1 Identificar Parada Cardiorrespiratória;
2Executar as Manobras de Reanimação/Ressuscitação
Cardiopulmonar - RCP;
3Conhecer os procedimentos de uso do Desfibrilador Externos
Automático – DEA; e
4 Conhecer os procedimentos para OVACE.
É a situação em que a vítima não apresenta
batimentos cardíacos e nem respiração (Morte Aparente).
Sinais e Sintomas
- Inconsciência;
- Ausência de movimento respiratório;
- Ausência de batimentos cardíacos;
- Lábios e extremidades cianóticas;
- Pupilas dilatadas.
Qual importância da RCP
(reanimação cardiopulmonar)
para a sociedade?
A única chance que uma vítima em PCR no extra-hospitalar possui para
sobreviver, consiste em ter alguém ao lado capaz de reconhecer a PCR,
pedir ajuda, iniciar a RCP, e usar o DEA sempre que disponível.
A cadeia de sobrevida foi descrita para
ressaltar a importância da adoção
hierarquizada das atitudes terapêuticas em
situação de PCR.
Fonte: AHA(Heart Association) 2015
Fonte: AHA 2015
1º ELO
• Verifique se há ausência da respiração ao
mesmo tempo que você constata a inconsciência.
• Verifique Pulso carotídeo.
Acionar o RESGATE geralmente
consiste em telefonar para
192 SAMU ou 193 bombeiros
CENTRO DO TÓRAX
2º ELO
Posição Tenar
POSIÇÃO DAS MÃOS
Dedos não
encosta
no peito
3º ELO
O emprego das manobras de RCP com
uso do DEA tem sido importantes aliados no
aumento das taxas de sobrevivência na
parada cardíaca testemunhada.
PREPARAR O TÓRAX
LIGUE O DEA!
1. Posicione-se o aparelho no lado oposto de quem comprime,
na altura da cabeça.
2. Prepare o tórax sem interromper a RCP.
Tempo em PCR
Cada MINUTO que passa sem
desfibrilação diminui em até 10%
as chances de sobrevivência.
Ritmos de PCR
Assistolia
ASSIS – Sua maior característica é a tranquilidade. A
sua tranquilidade é tão grande que chega a incomodar.
Por isso todos o classificam como uma pessoa “PARADONA”.
A Assistolia caracteriza um ritmo de PCR no qual não existe
atividade elétrica. Neste caso o coração não apresenta
movimentação.
ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO (AESP)
ANTÔNIO EDUARDO SILVA PINTO – Fenotipicamente aparenta ser
uma pessoa do sexo feminino apenar de geneticamente ser do
sexo masculino por possuir um cromossomo “Y”.
Neste ritmo a atividade elétrica pode estar totalmente normal,
porém por algum outro motivo (hipovolemia por exemplo) o
coração não está bombeando o sangue. Por isso, apesar de
PARECER ser um ritmo com pulso...não é!
TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO (TV)
“TÁ VELOZ” – Carrega esse apelido por ser uma pessoa
extremamente acelerada. É um empresário que vive correndo
para cima e para baixo, por esse motivo está sempre exausto. O
“Tá Veloz” apesar de ser muito acelerado, é bem ORGANIZADO!
ACELERADO de
Neste ritmo o coração assume
um ritmo EXTREMAMENTE origem
ventricular porémORGANIZADO. As
frequências Cardíaca costumam ser superiores a 250 batimentos
por minuto.
Fibrilação Ventricular (FV)
FLAVINHA – Ama música eletrônica, e sempre foi uma criança
muito ativa. Flavinha é extremamente acelerada assim como seu
irmão “Tá Veloz”, porém diferente dele, ela é TOTALMENTE
DESORGANIZADA.
Neste ritmo o coração assume um ritmo EXTREMAMENTE
ACELERADO de origem ventricular porém DESORGANIZADO. As
frequências Cardíaca costumam ser superiores a 250 batimentos
por minuto.
Os 4 passos que
salvam vidas!
• 1.Reconhecer uma parada cardiorrespiratória (Avaliação inicial)
• 2.Pedir ajuda de forma efetiva (192 + DEA)
• 3.Realizar compressões de alta qualidade
• 4.Usar o Desfibrilador Externo Automático (DEA)
3
2 4
1 Fonte: IBRAPH 2016
Quando parar a RCP?
1. Exaustão
2. Chegada de equipe especializada (SAV)
3. Quando a cena se torna insegura
4. TRM (tosse; respira; movimenta)
5. Mudança de prioridade
Quando não realizar RCP?
1. Evisceração extensa
2. Carbonização
3. Decapitação
4. Rigor mortis
5. Decomposição
Desfibrilador Externo
Automático
(DEA)
O Desfibrilador Externo Automático (DEA) é um aparelho fantástico, desenvolvido
para que qualquer pessoa, mesmo não sendo profissional de saúde, pudesse
administrar uma desfibrilação em um paciente vítima de PCR sempre que houver
indicação.
Fonte: IBRAPH 2016
• Tórax peludo
• Tórax molhado
• Uso de marca-passo
• Emplastro medicamentoso
• Crianças e lactentes
RISCOS E INTERFERÊNCIAS NO
EMPREGO DO DEA
LOCAL MOLHADO
Superfícies molhadas
Transporte a vítima para local seco, seque o corpo da
vítima antes de aderir os eletrodos e aplicar o
choque.
OXIGÊNIO
 Comburente + calor = risco de incêndio.
 Desligue ou afaste fontes de oxigênio durante o uso
do DEA.
Metais atraem eletricidade da desfibrilação podendo
provocar desvio de corrente elétrica ao coração e
mesmo lesões ao paciente.
METAIS EM CONTATO COM O PACIENTE
 Remova metais das proximidades dos
eletrodos, em especial ao redor do pescoço e
tórax.
 Não permita contato de partes do corpo
EXPLOSÃO / INCÊNDIO
Ambiente com vazamento de gás ou derramamento
de líquido inflamável.
Risco de explosão ambiental ou incêndio
pela emissão de calor do choque de desfibrilação.
É necessário pelo menos 15 segundos sem
movimentação do paciente para a leitura adequada
do ritmo cardíaco.
MOVIMENTAÇÃO
Movimentação de piso ou da vítima.
Contatar a parada
cardíaca e iniciar a
RCP
ELETRICIDADE
Dispersão de energia no piso sobre o corpo da vítima.
Pode interferir na leitura do DEA, inclusive a
eletricidade estática produzidas por corpos ou fluidos
em movimentos.
RCP no adulto
Avaliação
Responssividade
Respiração + Pulso
Ajuda (192 + DEA)
RCP
30 Compressões
2 Ventilações
Troca de função entre socorristas após cada 2 min
Mais de 1 Socorrista na Cena
Enquanto o 1º Socorrista está realizando as compressões cardíacas, o segundo
Socorrista se posiciona na cabeça da vítima, mantém a via aéreas aberta e aplica
ventilações com o “AMBU”.
Após 2min ou 5 ciclos de 30:2, deve ocorrer a troca de funções entre os
socorristas, de forma organizada para que não ocorra perda de tempo.
Caso tenha um terceiro socorrista na cena, o mesmo poderá segurar a máscara do
AMBU no rosto da vítima, realizando uma vedação otimizada, enquanto o
segundo socorrista aplica as ventilações.
VIAS AÉREAS AVANÇADA
Neste caso, deverão ser realizadas compressões contínuas e paralelamente 1
ventilação a cada 6 segundos, ou seja, 10 ventilações por minuto.
Não devemos interromper as compressões para aplicar as ventilações quando o
paciente se encontra com um dispositivo de vias aéreas posicionado.
Para isso, basta conectar o dispositivo de ventilação manual (AMBU) a cânula
endotraqueal e realizar 1 ventilação a cada 6s enquanto o outro socorrista realiza
compressões contínuas por 2min antes de trocar as funções.
A parada exclusivamente respiratória deverá ser tratada com ventilações de
resgate e com a frequência de 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos no adulto.
Equivale a 10 a 12 ventilações por minuto.
Neste caso não é necessário realizar compressões.
Após 2min o socorrista deverá reavaliar o pulso central e a respiração do paciente.
RCP na criança
COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Força: 4 a 5 cm de profundidade.
2. Frequência: 100 a 120 compressões por minuto.
3. Posição: As compressões podem ser realizadas utilizando apenas uma mão.
4. Observação importante: Observar RETORNO COMPLETO do tórax entre duas
compressões.
PASSO A PASSO PARA REALIZAÇÃO DE COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Localizar a linha Inter mamilar no corpo do Esterno
2. Posicionar a Região Hipotênar no tórax da vítima
3. Posicionar a outra mão realizando abertura das vias aéreas
4. Posição correta dos cotovelos e dos ombros
5. Aplicar Compressões FORTES e RAPIDO com uma das mãos
VENTILAÇÕES
1. Boca a Boca
2. Dispositivo Válvula Máscara Pediátrico (Pocket-Mask) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida
3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara Pediátrico (AMBU) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida
OBS: Lembrar que a capacidade pulmonar de crianças é costumeiramente menor
do que a capacidade pulmonar de adultos.
OBSERVAÇÕES SOBRE RESPIRAÇÃO E PULSO EM CRIANÇAS BOCA A BOCA
Lembrando que em crianças, a presença de “gasping” ou respiração agônica é
frequente.
Crianças em parada respiratória com pulso abaixo de 60 batimentos por minutos
e sinais de hipoperfusão, deverão ser tratadas como PCR através de RCP
(compressões e ventilações).
Pulso a ser checado em crianças, é o pulso carotídeo assim como em adultos.
AVALIAÇÃO
Responsividade
Respiração + Pulso
(Atenção: Gasping e pulso < 60 bpm)
Ajuda (192 + DEA)
RCP
30 Compressões
2 Ventilações
A partir de 1 ano de idade
Troca de função entre socorristas após cada 2 min
MAIS DE 01 SOCORRISTA NA CENA
Em crianças, devem ser realizados ciclos de 15 compressões para 2 ventilações
quando houver mais de um socorrista na cena.
Após 2min ou 10 ciclos de 15:2, deve ocorrer a troca de funções entre os
socorristas.
Apresente uma ausência de movimentos respiratórios associados à presença de
pulso central superior a 60 bpm em crianças.
1 ventilação a cada 3 a 5 segundos no adulto.
O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto.
RCP em lactentes
COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Força: Aproximadamente 4 cm de profundidade.
2. Frequência: 100 a 120 compressões por minuto.
3. Posição: As compressões podem ser realizadas utilizando apenas dois dedos.
4. Observação importante: Observar RETORNO COMPLETO do tórax entre duas
compressões.
PASSO A PASSO PARA REALIZAÇÃO DE COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Localizar a linha Inter mamilar no corpo do Esterno
2. Posicionar dois dedos na posição vertical no centro do tórax
3. Posicionar a outra mão realizando abertura das vias aéreas (Posição de
neutralidade)
4. Aplicar Compressões FORTES e RAPIDO com uma das mãos
VENTILAÇÕES EM LACTENTES
1. Boca a Nariz Boca.
2. Dispositivo Válvula Máscara Pediátrico (Pocket-Mask) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida.
3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara Pediátrico (AMBU) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida.
OBS: Lembrar que a capacidade pulmonar de lactentes é costumeiramente menor do que a capacidade pulmonar de
adultos.
AVALIAÇÃO
Responsividade
(Obs. Checar nas plantas dos pés)
Respiração + Pulso
(Obs 1: Checar PULSO BRAQUIAL / Obs 2: Atenção com Gasping e pulso < 60 bpm)
Ajuda (192 + DEA)
RCP
30 Compressões
2 Ventilações
Troca de função entre socorristas após cada 2 min
MAIS DE 01 SOCORRISTA NA CENA
Em crianças, devem ser realizados ciclos de 15 compressões para 2 ventilações
quando houver mais de um socorrista na cena.
Após 2min ou 10 ciclos de 15:2, deve ocorrer a troca de funções entre
os socorristas.
Apresente uma ausência de movimentos respiratórios associados à presença de
pulso central superior a 60 bpm em crianças.
1 ventilação a cada 3 a 5 segundos no adulto.
O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto.
OVACE
Obstrução de
Vias Aéreas por
Corpo Estranho
DEFINIÇÃO:
Entende-se por obstrução de vias aéreas toda situação que impeça total ou
parcialmente o trânsito do ar até os alvéolos pulmonares. A restauração e
manutenção da permeabilidade das vias aéreas obstruídas são essenciais e devem
ser feitas de maneira rápida e prioritária.
CAUSAS:
• Língua
• Alimentos
• Vômitos
• Moedas
• Bexigas
• Chicletes
• Bijuterias
• Brinquedos (pequenos)
• Balas
• Outros.
TRANSPORTE DE ACIDENTADO DE FORMA ADEQUADA. Todas as técnicas de
remoção e transporte de vítimas estão baseadas na estabilização de toda a
coluna vertebral da vítima durante todo o procedimento. ... Antes de
providenciar a remoção da vítima tem que controlar a hemorragia caso
necessário. Manter a respiração.
Transporte de pessoas acidentadas;
PROTOCOLO DE MANCHESTER
ESCALA DE DE GASGOW
CONSIDERAÇÕES FINAIS
•UM SOCORRISTA PODE DEIXAR DE OBSERVAR MUITAS
LESÕES SE NÃO SUSPEITAR DELAS.
•UMA LESÃO PODE NAO SER IDENTIFICADA SE
NÃO SOUBERMOS ONDE PROCURA-LA.
“Ninguém é nada sozinho. E se queremos fazer algo
grande, importante e que nos traga orgulho,
precisamos fazer em equipe. Alcançar o sucesso com
um esforço coletivo é muito mais prazeroso.”
Basic life Support - suporte tecnico de vida

Basic life Support - suporte tecnico de vida

  • 1.
    Basic Life SupportAmerican Heart Asso SBV-APH PROF° HERMES LIMA ENSINO E PROTEÇÃO “TREINANDO PROFISSIONAIS PARA SALVAR VIDAS”
  • 2.
    CURSO DE FORMAÇÃO BRIGADISTA DEEMERGÊNCIA Prof: Hermes Sharlon R. de Lima Bombeiro Civil Especialista e Tático • Especialidade em Prevenção e Combate a Incêndio; • Especialidade em Táticas e Técnicas de Combate a Incêndio; • Especialidade em Operações de Salvamento e Resgate; • Especialidade em Equipamentos de Combate a Incêndio; • Especialidade em Defesa Civil; • Especialidade em Desastre Calamidades; • Especialidade em Busca e Recuperação em Mata; Instrutor de primeiro socorros básico, intermediário e avançado. Instrutor de Stop The Bleed - Controle de Hemorragias. Capacitação em acesso por corda Nível 3 Técnico em Segurança do Trabalho N° 0037146/PA Técnico em Enfermagem COREN- PA 1413562TE Especialização Enfermagem do Trabalho Instrutor/ Proficiência em INCÊNDIO/ APH / SALV.ALTURA/TERRESTRE/ PRODUTOS PERIGOSOS/ ANALISE RISCO - Risco BAIXO/MÉDIO /ALTO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PA e São Paulo SP ( http://credenciamento.corpodebombeiros.sp.gov.br/ControleAcesso/PesquisaPublica). Instrutor em NR 10 E SEP/ Análise de risco Técnico em Recursos Renováveis e Controle Ambiental – CFT - 82924058287 / CTDAM -9024 Instrutor de trânsito e direção defensiva homologado pelo DETRAN/PA. Técnico em Automação Industrial - CFT - 82924058287 Especialização em automação de sistemas elétricos de potência- SEP Especialidade em Engenharia de Segurança contra Incêndio e Pânico Especialidade em Cursos e Treinamentos Economista. Engenheiro Mecânico 1519773447PA Pós-Graduado em Segurança do Trabalho e Ergonomia Especialização em consultoria e auditoria. Mestre em Meio Ambiente e Desenvolvimento e Urbano. Instrutor e especialista em SALVATAGEM (Resgate Homem ao Mar) Instrutor de maquinas pesadas: Nível I – Treinamento para Operadores Competentes / Nível II – Treinamento para Operadores Profissionais / Nível III – Certificação para Operadores Profissionais – credenciado pela Caterpillar desde 2011 e pela WORKERS Apresentação
  • 3.
  • 4.
    X = HemorragiasGraves A= Estabilização da coluna cervical / vias aéreas B= Respiração e ventilação C= Circulação e controle de hemorragias D= Exame Neurológico E= Exposição da Vitima
  • 5.
    Primeiros socorros parachoque elétrico • Corte ou desligue a fonte de energia, • Afaste a pessoa da fonte elétrica • Chame uma ambulância. • Observe se a pessoa está consciente e respirando; • Se estiver consciente. • Se estiver inconsciente, mas respirando. • Se estiver inconsciente e não respirando.
  • 6.
    SBV em cardiologia:relacionado basicamente com as mortes súbitas. Ex: IAM, AVE C-A-B-D-E SBV no trauma: não necessariamente esteja em PCR. X-A-B-C-D-E
  • 7.
    As principais causasde mortalidade na sociedade 1. Doenças cardiovasculares. Ex: IAM e AVE 2. Diferentes tipos de cânceres. 3. Trauma. 4. Doenças Respiratórias.
  • 8.
    Dados brasileiros obtidospelo DataSUS mostram que 35% das mortes no Brasil são por causas cardiovasculares, resultando em 300 mil casos anuais .
  • 9.
    Nenhuma situação clínicasupera a prioridade de atendimento da parada cardiorrespiratória(PCR), na qual a rapidez e a eficácia das intervenções adotadas são cruciais para um melhor resultado do atendimento.
  • 10.
    O pânico eo medo impedem as pessoas de fazer RCP quando necessário.
  • 11.
    LOCALIZA-SE ENTRE OSPULMÕES, NO MEDIASTINO, ONDE SITUA-SE OBLIQUAMENTE. No tocante à sua orientação, o coração encontra-se 1/3 localizado a direita do plano mediano e 2/3 localizados a esquerda.
  • 12.
    OBJETIVOS 1 Identificar ParadaCardiorrespiratória; 2Executar as Manobras de Reanimação/Ressuscitação Cardiopulmonar - RCP; 3Conhecer os procedimentos de uso do Desfibrilador Externos Automático – DEA; e 4 Conhecer os procedimentos para OVACE.
  • 13.
    É a situaçãoem que a vítima não apresenta batimentos cardíacos e nem respiração (Morte Aparente). Sinais e Sintomas - Inconsciência; - Ausência de movimento respiratório; - Ausência de batimentos cardíacos; - Lábios e extremidades cianóticas; - Pupilas dilatadas.
  • 14.
    Qual importância daRCP (reanimação cardiopulmonar) para a sociedade?
  • 15.
    A única chanceque uma vítima em PCR no extra-hospitalar possui para sobreviver, consiste em ter alguém ao lado capaz de reconhecer a PCR, pedir ajuda, iniciar a RCP, e usar o DEA sempre que disponível.
  • 16.
    A cadeia desobrevida foi descrita para ressaltar a importância da adoção hierarquizada das atitudes terapêuticas em situação de PCR.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    1º ELO • Verifiquese há ausência da respiração ao mesmo tempo que você constata a inconsciência. • Verifique Pulso carotídeo. Acionar o RESGATE geralmente consiste em telefonar para 192 SAMU ou 193 bombeiros
  • 20.
    CENTRO DO TÓRAX 2ºELO Posição Tenar POSIÇÃO DAS MÃOS Dedos não encosta no peito
  • 21.
    3º ELO O empregodas manobras de RCP com uso do DEA tem sido importantes aliados no aumento das taxas de sobrevivência na parada cardíaca testemunhada.
  • 22.
    PREPARAR O TÓRAX LIGUEO DEA! 1. Posicione-se o aparelho no lado oposto de quem comprime, na altura da cabeça. 2. Prepare o tórax sem interromper a RCP.
  • 23.
  • 24.
    Cada MINUTO quepassa sem desfibrilação diminui em até 10% as chances de sobrevivência.
  • 25.
  • 26.
    Assistolia ASSIS – Suamaior característica é a tranquilidade. A sua tranquilidade é tão grande que chega a incomodar. Por isso todos o classificam como uma pessoa “PARADONA”. A Assistolia caracteriza um ritmo de PCR no qual não existe atividade elétrica. Neste caso o coração não apresenta movimentação.
  • 27.
    ATIVIDADE ELÉTRICA SEMPULSO (AESP) ANTÔNIO EDUARDO SILVA PINTO – Fenotipicamente aparenta ser uma pessoa do sexo feminino apenar de geneticamente ser do sexo masculino por possuir um cromossomo “Y”. Neste ritmo a atividade elétrica pode estar totalmente normal, porém por algum outro motivo (hipovolemia por exemplo) o coração não está bombeando o sangue. Por isso, apesar de PARECER ser um ritmo com pulso...não é!
  • 28.
    TAQUICARDIA VENTRICULAR SEMPULSO (TV) “TÁ VELOZ” – Carrega esse apelido por ser uma pessoa extremamente acelerada. É um empresário que vive correndo para cima e para baixo, por esse motivo está sempre exausto. O “Tá Veloz” apesar de ser muito acelerado, é bem ORGANIZADO! ACELERADO de Neste ritmo o coração assume um ritmo EXTREMAMENTE origem ventricular porémORGANIZADO. As frequências Cardíaca costumam ser superiores a 250 batimentos por minuto.
  • 29.
    Fibrilação Ventricular (FV) FLAVINHA– Ama música eletrônica, e sempre foi uma criança muito ativa. Flavinha é extremamente acelerada assim como seu irmão “Tá Veloz”, porém diferente dele, ela é TOTALMENTE DESORGANIZADA. Neste ritmo o coração assume um ritmo EXTREMAMENTE ACELERADO de origem ventricular porém DESORGANIZADO. As frequências Cardíaca costumam ser superiores a 250 batimentos por minuto.
  • 30.
    Os 4 passosque salvam vidas!
  • 31.
    • 1.Reconhecer umaparada cardiorrespiratória (Avaliação inicial) • 2.Pedir ajuda de forma efetiva (192 + DEA) • 3.Realizar compressões de alta qualidade • 4.Usar o Desfibrilador Externo Automático (DEA) 3 2 4 1 Fonte: IBRAPH 2016
  • 32.
  • 33.
    1. Exaustão 2. Chegadade equipe especializada (SAV) 3. Quando a cena se torna insegura 4. TRM (tosse; respira; movimenta) 5. Mudança de prioridade
  • 34.
  • 35.
    1. Evisceração extensa 2.Carbonização 3. Decapitação 4. Rigor mortis 5. Decomposição
  • 36.
  • 37.
    O Desfibrilador ExternoAutomático (DEA) é um aparelho fantástico, desenvolvido para que qualquer pessoa, mesmo não sendo profissional de saúde, pudesse administrar uma desfibrilação em um paciente vítima de PCR sempre que houver indicação.
  • 38.
  • 39.
    • Tórax peludo •Tórax molhado • Uso de marca-passo • Emplastro medicamentoso • Crianças e lactentes
  • 41.
    RISCOS E INTERFERÊNCIASNO EMPREGO DO DEA
  • 42.
    LOCAL MOLHADO Superfícies molhadas Transportea vítima para local seco, seque o corpo da vítima antes de aderir os eletrodos e aplicar o choque.
  • 43.
    OXIGÊNIO  Comburente +calor = risco de incêndio.  Desligue ou afaste fontes de oxigênio durante o uso do DEA.
  • 44.
    Metais atraem eletricidadeda desfibrilação podendo provocar desvio de corrente elétrica ao coração e mesmo lesões ao paciente. METAIS EM CONTATO COM O PACIENTE  Remova metais das proximidades dos eletrodos, em especial ao redor do pescoço e tórax.  Não permita contato de partes do corpo
  • 45.
    EXPLOSÃO / INCÊNDIO Ambientecom vazamento de gás ou derramamento de líquido inflamável. Risco de explosão ambiental ou incêndio pela emissão de calor do choque de desfibrilação.
  • 46.
    É necessário pelomenos 15 segundos sem movimentação do paciente para a leitura adequada do ritmo cardíaco. MOVIMENTAÇÃO Movimentação de piso ou da vítima.
  • 47.
    Contatar a parada cardíacae iniciar a RCP ELETRICIDADE Dispersão de energia no piso sobre o corpo da vítima. Pode interferir na leitura do DEA, inclusive a eletricidade estática produzidas por corpos ou fluidos em movimentos.
  • 48.
  • 49.
    Avaliação Responssividade Respiração + Pulso Ajuda(192 + DEA) RCP 30 Compressões 2 Ventilações Troca de função entre socorristas após cada 2 min
  • 50.
    Mais de 1Socorrista na Cena Enquanto o 1º Socorrista está realizando as compressões cardíacas, o segundo Socorrista se posiciona na cabeça da vítima, mantém a via aéreas aberta e aplica ventilações com o “AMBU”. Após 2min ou 5 ciclos de 30:2, deve ocorrer a troca de funções entre os socorristas, de forma organizada para que não ocorra perda de tempo. Caso tenha um terceiro socorrista na cena, o mesmo poderá segurar a máscara do AMBU no rosto da vítima, realizando uma vedação otimizada, enquanto o segundo socorrista aplica as ventilações.
  • 51.
    VIAS AÉREAS AVANÇADA Nestecaso, deverão ser realizadas compressões contínuas e paralelamente 1 ventilação a cada 6 segundos, ou seja, 10 ventilações por minuto. Não devemos interromper as compressões para aplicar as ventilações quando o paciente se encontra com um dispositivo de vias aéreas posicionado. Para isso, basta conectar o dispositivo de ventilação manual (AMBU) a cânula endotraqueal e realizar 1 ventilação a cada 6s enquanto o outro socorrista realiza compressões contínuas por 2min antes de trocar as funções.
  • 52.
    A parada exclusivamenterespiratória deverá ser tratada com ventilações de resgate e com a frequência de 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos no adulto. Equivale a 10 a 12 ventilações por minuto. Neste caso não é necessário realizar compressões. Após 2min o socorrista deverá reavaliar o pulso central e a respiração do paciente.
  • 53.
  • 54.
    COMPRESSÕES CARDÍACAS 1. Força:4 a 5 cm de profundidade. 2. Frequência: 100 a 120 compressões por minuto. 3. Posição: As compressões podem ser realizadas utilizando apenas uma mão. 4. Observação importante: Observar RETORNO COMPLETO do tórax entre duas compressões.
  • 55.
    PASSO A PASSOPARA REALIZAÇÃO DE COMPRESSÕES CARDÍACAS 1. Localizar a linha Inter mamilar no corpo do Esterno 2. Posicionar a Região Hipotênar no tórax da vítima 3. Posicionar a outra mão realizando abertura das vias aéreas 4. Posição correta dos cotovelos e dos ombros 5. Aplicar Compressões FORTES e RAPIDO com uma das mãos
  • 56.
    VENTILAÇÕES 1. Boca aBoca 2. Dispositivo Válvula Máscara Pediátrico (Pocket-Mask) ou Máscara Tam. Adulto Invertida 3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara Pediátrico (AMBU) ou Máscara Tam. Adulto Invertida OBS: Lembrar que a capacidade pulmonar de crianças é costumeiramente menor do que a capacidade pulmonar de adultos.
  • 57.
    OBSERVAÇÕES SOBRE RESPIRAÇÃOE PULSO EM CRIANÇAS BOCA A BOCA Lembrando que em crianças, a presença de “gasping” ou respiração agônica é frequente. Crianças em parada respiratória com pulso abaixo de 60 batimentos por minutos e sinais de hipoperfusão, deverão ser tratadas como PCR através de RCP (compressões e ventilações). Pulso a ser checado em crianças, é o pulso carotídeo assim como em adultos.
  • 58.
    AVALIAÇÃO Responsividade Respiração + Pulso (Atenção:Gasping e pulso < 60 bpm) Ajuda (192 + DEA) RCP 30 Compressões 2 Ventilações A partir de 1 ano de idade Troca de função entre socorristas após cada 2 min
  • 59.
    MAIS DE 01SOCORRISTA NA CENA Em crianças, devem ser realizados ciclos de 15 compressões para 2 ventilações quando houver mais de um socorrista na cena. Após 2min ou 10 ciclos de 15:2, deve ocorrer a troca de funções entre os socorristas.
  • 60.
    Apresente uma ausênciade movimentos respiratórios associados à presença de pulso central superior a 60 bpm em crianças. 1 ventilação a cada 3 a 5 segundos no adulto. O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto.
  • 61.
  • 62.
    COMPRESSÕES CARDÍACAS 1. Força:Aproximadamente 4 cm de profundidade. 2. Frequência: 100 a 120 compressões por minuto. 3. Posição: As compressões podem ser realizadas utilizando apenas dois dedos. 4. Observação importante: Observar RETORNO COMPLETO do tórax entre duas compressões.
  • 63.
    PASSO A PASSOPARA REALIZAÇÃO DE COMPRESSÕES CARDÍACAS 1. Localizar a linha Inter mamilar no corpo do Esterno 2. Posicionar dois dedos na posição vertical no centro do tórax 3. Posicionar a outra mão realizando abertura das vias aéreas (Posição de neutralidade) 4. Aplicar Compressões FORTES e RAPIDO com uma das mãos
  • 64.
    VENTILAÇÕES EM LACTENTES 1.Boca a Nariz Boca. 2. Dispositivo Válvula Máscara Pediátrico (Pocket-Mask) ou Máscara Tam. Adulto Invertida. 3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara Pediátrico (AMBU) ou Máscara Tam. Adulto Invertida. OBS: Lembrar que a capacidade pulmonar de lactentes é costumeiramente menor do que a capacidade pulmonar de adultos.
  • 65.
    AVALIAÇÃO Responsividade (Obs. Checar nasplantas dos pés) Respiração + Pulso (Obs 1: Checar PULSO BRAQUIAL / Obs 2: Atenção com Gasping e pulso < 60 bpm) Ajuda (192 + DEA) RCP 30 Compressões 2 Ventilações Troca de função entre socorristas após cada 2 min
  • 66.
    MAIS DE 01SOCORRISTA NA CENA Em crianças, devem ser realizados ciclos de 15 compressões para 2 ventilações quando houver mais de um socorrista na cena. Após 2min ou 10 ciclos de 15:2, deve ocorrer a troca de funções entre os socorristas.
  • 67.
    Apresente uma ausênciade movimentos respiratórios associados à presença de pulso central superior a 60 bpm em crianças. 1 ventilação a cada 3 a 5 segundos no adulto. O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto.
  • 68.
  • 69.
    DEFINIÇÃO: Entende-se por obstruçãode vias aéreas toda situação que impeça total ou parcialmente o trânsito do ar até os alvéolos pulmonares. A restauração e manutenção da permeabilidade das vias aéreas obstruídas são essenciais e devem ser feitas de maneira rápida e prioritária.
  • 70.
    CAUSAS: • Língua • Alimentos •Vômitos • Moedas • Bexigas • Chicletes • Bijuterias • Brinquedos (pequenos) • Balas • Outros.
  • 74.
    TRANSPORTE DE ACIDENTADODE FORMA ADEQUADA. Todas as técnicas de remoção e transporte de vítimas estão baseadas na estabilização de toda a coluna vertebral da vítima durante todo o procedimento. ... Antes de providenciar a remoção da vítima tem que controlar a hemorragia caso necessário. Manter a respiração. Transporte de pessoas acidentadas;
  • 75.
  • 76.
  • 78.
    CONSIDERAÇÕES FINAIS •UM SOCORRISTAPODE DEIXAR DE OBSERVAR MUITAS LESÕES SE NÃO SUSPEITAR DELAS. •UMA LESÃO PODE NAO SER IDENTIFICADA SE NÃO SOUBERMOS ONDE PROCURA-LA.
  • 79.
    “Ninguém é nadasozinho. E se queremos fazer algo grande, importante e que nos traga orgulho, precisamos fazer em equipe. Alcançar o sucesso com um esforço coletivo é muito mais prazeroso.”