Basic Life SupportAmerican Heart Asso
SBV-APH
PROF° HERMES LIMA
ENSINO E PROTEÇÃO
“TREINANDO PROFISSIONAIS PARA SALVAR VIDAS”
2.
CURSO DE FORMAÇÃO
BRIGADISTA
DEEMERGÊNCIA
Prof: Hermes Sharlon R. de Lima
Bombeiro Civil Especialista e Tático
• Especialidade em Prevenção e Combate a Incêndio;
• Especialidade em Táticas e Técnicas de Combate a Incêndio;
• Especialidade em Operações de Salvamento e Resgate;
• Especialidade em Equipamentos de Combate a Incêndio;
• Especialidade em Defesa Civil;
• Especialidade em Desastre Calamidades;
• Especialidade em Busca e Recuperação em Mata;
Instrutor de primeiro socorros básico, intermediário e avançado.
Instrutor de Stop The Bleed - Controle de Hemorragias.
Capacitação em acesso por corda Nível 3
Técnico em Segurança do Trabalho N° 0037146/PA
Técnico em Enfermagem COREN- PA 1413562TE
Especialização Enfermagem do Trabalho
Instrutor/ Proficiência em INCÊNDIO/ APH / SALV.ALTURA/TERRESTRE/ PRODUTOS PERIGOSOS/ ANALISE RISCO - Risco
BAIXO/MÉDIO /ALTO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PA e São Paulo SP (
http://credenciamento.corpodebombeiros.sp.gov.br/ControleAcesso/PesquisaPublica).
Instrutor em NR 10 E SEP/ Análise de risco
Técnico em Recursos Renováveis e Controle Ambiental – CFT - 82924058287 / CTDAM -9024
Instrutor de trânsito e direção defensiva homologado pelo DETRAN/PA.
Técnico em Automação Industrial - CFT - 82924058287
Especialização em automação de sistemas elétricos de potência- SEP
Especialidade em Engenharia de Segurança contra Incêndio e Pânico
Especialidade em Cursos e Treinamentos
Economista.
Engenheiro Mecânico 1519773447PA
Pós-Graduado em Segurança do Trabalho e Ergonomia
Especialização em consultoria e auditoria.
Mestre em Meio Ambiente e Desenvolvimento e Urbano.
Instrutor e especialista em SALVATAGEM (Resgate Homem ao Mar)
Instrutor de maquinas pesadas: Nível I – Treinamento para Operadores Competentes / Nível II – Treinamento para Operadores
Profissionais / Nível III – Certificação para Operadores Profissionais – credenciado pela Caterpillar desde 2011 e pela WORKERS
Apresentação
X = HemorragiasGraves
A= Estabilização da coluna cervical / vias aéreas
B= Respiração e ventilação
C= Circulação e controle de hemorragias
D= Exame Neurológico
E= Exposição da Vitima
5.
Primeiros socorros parachoque elétrico
• Corte ou desligue a fonte de energia,
• Afaste a pessoa da fonte elétrica
• Chame uma ambulância.
• Observe se a pessoa está consciente e respirando;
• Se estiver consciente.
• Se estiver inconsciente, mas respirando.
• Se estiver inconsciente e não respirando.
6.
SBV em cardiologia:relacionado basicamente com as
mortes súbitas. Ex: IAM, AVE
C-A-B-D-E
SBV no trauma: não necessariamente esteja em PCR.
X-A-B-C-D-E
7.
As principais causasde mortalidade
na sociedade
1. Doenças cardiovasculares. Ex: IAM e AVE
2. Diferentes tipos de cânceres.
3. Trauma.
4. Doenças Respiratórias.
8.
Dados brasileiros obtidospelo DataSUS
mostram que 35% das mortes no
Brasil são por causas cardiovasculares,
resultando em 300 mil casos anuais .
9.
Nenhuma situação clínicasupera a
prioridade de atendimento da parada
cardiorrespiratória(PCR), na qual a
rapidez e a eficácia das intervenções
adotadas são cruciais para um melhor
resultado do atendimento.
10.
O pânico eo medo impedem as
pessoas de fazer RCP quando
necessário.
11.
LOCALIZA-SE ENTRE OSPULMÕES, NO MEDIASTINO, ONDE SITUA-SE
OBLIQUAMENTE.
No tocante à sua orientação, o coração encontra-se 1/3
localizado a direita do plano
mediano e 2/3 localizados a
esquerda.
12.
OBJETIVOS
1 Identificar ParadaCardiorrespiratória;
2Executar as Manobras de Reanimação/Ressuscitação
Cardiopulmonar - RCP;
3Conhecer os procedimentos de uso do Desfibrilador Externos
Automático – DEA; e
4 Conhecer os procedimentos para OVACE.
13.
É a situaçãoem que a vítima não apresenta
batimentos cardíacos e nem respiração (Morte Aparente).
Sinais e Sintomas
- Inconsciência;
- Ausência de movimento respiratório;
- Ausência de batimentos cardíacos;
- Lábios e extremidades cianóticas;
- Pupilas dilatadas.
A única chanceque uma vítima em PCR no extra-hospitalar possui para
sobreviver, consiste em ter alguém ao lado capaz de reconhecer a PCR,
pedir ajuda, iniciar a RCP, e usar o DEA sempre que disponível.
16.
A cadeia desobrevida foi descrita para
ressaltar a importância da adoção
hierarquizada das atitudes terapêuticas em
situação de PCR.
1º ELO
• Verifiquese há ausência da respiração ao
mesmo tempo que você constata a inconsciência.
• Verifique Pulso carotídeo.
Acionar o RESGATE geralmente
consiste em telefonar para
192 SAMU ou 193 bombeiros
20.
CENTRO DO TÓRAX
2ºELO
Posição Tenar
POSIÇÃO DAS MÃOS
Dedos não
encosta
no peito
21.
3º ELO
O empregodas manobras de RCP com
uso do DEA tem sido importantes aliados no
aumento das taxas de sobrevivência na
parada cardíaca testemunhada.
22.
PREPARAR O TÓRAX
LIGUEO DEA!
1. Posicione-se o aparelho no lado oposto de quem comprime,
na altura da cabeça.
2. Prepare o tórax sem interromper a RCP.
Assistolia
ASSIS – Suamaior característica é a tranquilidade. A
sua tranquilidade é tão grande que chega a incomodar.
Por isso todos o classificam como uma pessoa “PARADONA”.
A Assistolia caracteriza um ritmo de PCR no qual não existe
atividade elétrica. Neste caso o coração não apresenta
movimentação.
27.
ATIVIDADE ELÉTRICA SEMPULSO (AESP)
ANTÔNIO EDUARDO SILVA PINTO – Fenotipicamente aparenta ser
uma pessoa do sexo feminino apenar de geneticamente ser do
sexo masculino por possuir um cromossomo “Y”.
Neste ritmo a atividade elétrica pode estar totalmente normal,
porém por algum outro motivo (hipovolemia por exemplo) o
coração não está bombeando o sangue. Por isso, apesar de
PARECER ser um ritmo com pulso...não é!
28.
TAQUICARDIA VENTRICULAR SEMPULSO (TV)
“TÁ VELOZ” – Carrega esse apelido por ser uma pessoa
extremamente acelerada. É um empresário que vive correndo
para cima e para baixo, por esse motivo está sempre exausto. O
“Tá Veloz” apesar de ser muito acelerado, é bem ORGANIZADO!
ACELERADO de
Neste ritmo o coração assume
um ritmo EXTREMAMENTE origem
ventricular porémORGANIZADO. As
frequências Cardíaca costumam ser superiores a 250 batimentos
por minuto.
29.
Fibrilação Ventricular (FV)
FLAVINHA– Ama música eletrônica, e sempre foi uma criança
muito ativa. Flavinha é extremamente acelerada assim como seu
irmão “Tá Veloz”, porém diferente dele, ela é TOTALMENTE
DESORGANIZADA.
Neste ritmo o coração assume um ritmo EXTREMAMENTE
ACELERADO de origem ventricular porém DESORGANIZADO. As
frequências Cardíaca costumam ser superiores a 250 batimentos
por minuto.
O Desfibrilador ExternoAutomático (DEA) é um aparelho fantástico, desenvolvido
para que qualquer pessoa, mesmo não sendo profissional de saúde, pudesse
administrar uma desfibrilação em um paciente vítima de PCR sempre que houver
indicação.
OXIGÊNIO
Comburente +calor = risco de incêndio.
Desligue ou afaste fontes de oxigênio durante o uso
do DEA.
44.
Metais atraem eletricidadeda desfibrilação podendo
provocar desvio de corrente elétrica ao coração e
mesmo lesões ao paciente.
METAIS EM CONTATO COM O PACIENTE
Remova metais das proximidades dos
eletrodos, em especial ao redor do pescoço e
tórax.
Não permita contato de partes do corpo
45.
EXPLOSÃO / INCÊNDIO
Ambientecom vazamento de gás ou derramamento
de líquido inflamável.
Risco de explosão ambiental ou incêndio
pela emissão de calor do choque de desfibrilação.
46.
É necessário pelomenos 15 segundos sem
movimentação do paciente para a leitura adequada
do ritmo cardíaco.
MOVIMENTAÇÃO
Movimentação de piso ou da vítima.
47.
Contatar a parada
cardíacae iniciar a
RCP
ELETRICIDADE
Dispersão de energia no piso sobre o corpo da vítima.
Pode interferir na leitura do DEA, inclusive a
eletricidade estática produzidas por corpos ou fluidos
em movimentos.
Mais de 1Socorrista na Cena
Enquanto o 1º Socorrista está realizando as compressões cardíacas, o segundo
Socorrista se posiciona na cabeça da vítima, mantém a via aéreas aberta e aplica
ventilações com o “AMBU”.
Após 2min ou 5 ciclos de 30:2, deve ocorrer a troca de funções entre os
socorristas, de forma organizada para que não ocorra perda de tempo.
Caso tenha um terceiro socorrista na cena, o mesmo poderá segurar a máscara do
AMBU no rosto da vítima, realizando uma vedação otimizada, enquanto o
segundo socorrista aplica as ventilações.
51.
VIAS AÉREAS AVANÇADA
Nestecaso, deverão ser realizadas compressões contínuas e paralelamente 1
ventilação a cada 6 segundos, ou seja, 10 ventilações por minuto.
Não devemos interromper as compressões para aplicar as ventilações quando o
paciente se encontra com um dispositivo de vias aéreas posicionado.
Para isso, basta conectar o dispositivo de ventilação manual (AMBU) a cânula
endotraqueal e realizar 1 ventilação a cada 6s enquanto o outro socorrista realiza
compressões contínuas por 2min antes de trocar as funções.
52.
A parada exclusivamenterespiratória deverá ser tratada com ventilações de
resgate e com a frequência de 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos no adulto.
Equivale a 10 a 12 ventilações por minuto.
Neste caso não é necessário realizar compressões.
Após 2min o socorrista deverá reavaliar o pulso central e a respiração do paciente.
COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Força:4 a 5 cm de profundidade.
2. Frequência: 100 a 120 compressões por minuto.
3. Posição: As compressões podem ser realizadas utilizando apenas uma mão.
4. Observação importante: Observar RETORNO COMPLETO do tórax entre duas
compressões.
55.
PASSO A PASSOPARA REALIZAÇÃO DE COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Localizar a linha Inter mamilar no corpo do Esterno
2. Posicionar a Região Hipotênar no tórax da vítima
3. Posicionar a outra mão realizando abertura das vias aéreas
4. Posição correta dos cotovelos e dos ombros
5. Aplicar Compressões FORTES e RAPIDO com uma das mãos
56.
VENTILAÇÕES
1. Boca aBoca
2. Dispositivo Válvula Máscara Pediátrico (Pocket-Mask) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida
3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara Pediátrico (AMBU) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida
OBS: Lembrar que a capacidade pulmonar de crianças é costumeiramente menor
do que a capacidade pulmonar de adultos.
57.
OBSERVAÇÕES SOBRE RESPIRAÇÃOE PULSO EM CRIANÇAS BOCA A BOCA
Lembrando que em crianças, a presença de “gasping” ou respiração agônica é
frequente.
Crianças em parada respiratória com pulso abaixo de 60 batimentos por minutos
e sinais de hipoperfusão, deverão ser tratadas como PCR através de RCP
(compressões e ventilações).
Pulso a ser checado em crianças, é o pulso carotídeo assim como em adultos.
MAIS DE 01SOCORRISTA NA CENA
Em crianças, devem ser realizados ciclos de 15 compressões para 2 ventilações
quando houver mais de um socorrista na cena.
Após 2min ou 10 ciclos de 15:2, deve ocorrer a troca de funções entre os
socorristas.
60.
Apresente uma ausênciade movimentos respiratórios associados à presença de
pulso central superior a 60 bpm em crianças.
1 ventilação a cada 3 a 5 segundos no adulto.
O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto.
COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Força:Aproximadamente 4 cm de profundidade.
2. Frequência: 100 a 120 compressões por minuto.
3. Posição: As compressões podem ser realizadas utilizando apenas dois dedos.
4. Observação importante: Observar RETORNO COMPLETO do tórax entre duas
compressões.
63.
PASSO A PASSOPARA REALIZAÇÃO DE COMPRESSÕES CARDÍACAS
1. Localizar a linha Inter mamilar no corpo do Esterno
2. Posicionar dois dedos na posição vertical no centro do tórax
3. Posicionar a outra mão realizando abertura das vias aéreas (Posição de
neutralidade)
4. Aplicar Compressões FORTES e RAPIDO com uma das mãos
64.
VENTILAÇÕES EM LACTENTES
1.Boca a Nariz Boca.
2. Dispositivo Válvula Máscara Pediátrico (Pocket-Mask) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida.
3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara Pediátrico (AMBU) ou Máscara Tam. Adulto
Invertida.
OBS: Lembrar que a capacidade pulmonar de lactentes é costumeiramente menor do que a capacidade pulmonar de
adultos.
65.
AVALIAÇÃO
Responsividade
(Obs. Checar nasplantas dos pés)
Respiração + Pulso
(Obs 1: Checar PULSO BRAQUIAL / Obs 2: Atenção com Gasping e pulso < 60 bpm)
Ajuda (192 + DEA)
RCP
30 Compressões
2 Ventilações
Troca de função entre socorristas após cada 2 min
66.
MAIS DE 01SOCORRISTA NA CENA
Em crianças, devem ser realizados ciclos de 15 compressões para 2 ventilações
quando houver mais de um socorrista na cena.
Após 2min ou 10 ciclos de 15:2, deve ocorrer a troca de funções entre
os socorristas.
67.
Apresente uma ausênciade movimentos respiratórios associados à presença de
pulso central superior a 60 bpm em crianças.
1 ventilação a cada 3 a 5 segundos no adulto.
O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto.
DEFINIÇÃO:
Entende-se por obstruçãode vias aéreas toda situação que impeça total ou
parcialmente o trânsito do ar até os alvéolos pulmonares. A restauração e
manutenção da permeabilidade das vias aéreas obstruídas são essenciais e devem
ser feitas de maneira rápida e prioritária.
TRANSPORTE DE ACIDENTADODE FORMA ADEQUADA. Todas as técnicas de
remoção e transporte de vítimas estão baseadas na estabilização de toda a
coluna vertebral da vítima durante todo o procedimento. ... Antes de
providenciar a remoção da vítima tem que controlar a hemorragia caso
necessário. Manter a respiração.
Transporte de pessoas acidentadas;
CONSIDERAÇÕES FINAIS
•UM SOCORRISTAPODE DEIXAR DE OBSERVAR MUITAS
LESÕES SE NÃO SUSPEITAR DELAS.
•UMA LESÃO PODE NAO SER IDENTIFICADA SE
NÃO SOUBERMOS ONDE PROCURA-LA.
79.
“Ninguém é nadasozinho. E se queremos fazer algo
grande, importante e que nos traga orgulho,
precisamos fazer em equipe. Alcançar o sucesso com
um esforço coletivo é muito mais prazeroso.”