Universidade Severino Sombra Caso Clínico     Liga de Dermatologia   Bruna Pimentel de Jesus
Caso Clínico  Id:  M. J. H. R., s. feminino, 58 anos, casada, do lar, natural de Umuarama - PR, procedente de Curitiba – PR   QP : “Ferida no corpo”   HMA:  Há 2 dias com lesões tipo vesículas em hemitórax esquerdo, de início súbito, extremamente dolorosas e que “vazam ao estourar”. Refere temperatura, medida há 20 horas, de 37,4 ºC. Em uso de Aspirina para dor. Sem outras queixas. Nega quadro semelhante previamente.   HMP:  HAS, dislipidemia, não soube referir sobre doenças próprias da infância, mas acha que teve “todas”. Apendicectomia há aproximadamente 20 anos.
Caso Clínico   HMF : Irmão faleceu por câncer de cólon, filho com hepatite.    Alimenta -se adequadamente qualitativa e quantitativamente, usa: Captopril 25 mg (1 + 1 + 1) e Hidroclorotiazida  25 mg/dia + Sinvastatina 20 mg/dia.   Mora com marido, refere boa relação. Não tem queixas quanto a qualidade de vida.    “Ciático”: refere lombalgia há mais de 10 anos com crises de agudização.
Caso Clínico   EXAME FÍSICO   -  Paciente BEG, LOTE, normocorada, hidratada.   - PA:  142 x 90 mmHg,  pulso:  84 bpm ,  FR:  20 ipm,  T:  36,8 ºC.   -  Exame segmentar sem alterações.   - Exame Dermatológico:  Agrupamento de vesículas de vários tamanhos e diferentes estágios de evolução, que extendem -se da borda medial da escápula esquerda posteriormente, até RCE anteriormente. Observa-se, também, intensa hiperemia circundando as lesões e extrema sensibilidade ao toque.
 
 
Principais DX diferenciais em doenças vesico - bolhosas Pênfigo Vulgar Pênfigo Foliáceo Penfigóide Bolhoso Herpes Simples Herpes Zoster Varicela
Pênfigo Vulgar -   Etiologia:  Doença auto-imune que forma bolhas intra-epidérmicas e envolve a pele e as membranas mucosas. As moléculas desmossômicas dos queratinócitos são o alvo dos autoanticorpos ( IgG ), as Desmogleínas 3. - Epidemiologia : 4 a 6 década de vida. - Lesões cutâneas:  vesicobolhosas que se rompem, deixando áreas exulceradas.
- Lesões Orais:  desenvolvimento simultâneo de múltiplas bolhas que tendem a romper e deixar erosões. As bolhas tendem a recorrer no mesmo local e posteriormente disseminar para outras áreas da boca. -  Lesões múltiplas e disseminadas que  duram semanas e regridem com hiperpigmentação, sem formação de cicatrizes. -  O  tratamento  se dá com Prednisona 40-120mg/dia , imunossupressor ( Ciclofosfamida 1,5 a 2,5 mg/kg/dia ou Azatioprina 1,5 – 2,5 mg/kg/dia ) ou sulfona. - Curso e prognóstico:  Controlado com medicamentos.
Pênfigo Vulgar - Localização
Pênfigo Vulgar
Pênfigo Vulgar
Pênfigo Vulgar
Pênfigo Foliáceo -  Doença intra-epidérmica, auto imune, formadora de bolhas, caracterizada por lesões com crostas. -  Dor e ardência são os principais sintomas. -  As lesões surgem em uma “distribuição seborréica” na face ou surgem primeiramente no couro cabeludo, no tórax ou na parte superior do dorso. -  Bolhas intactas dificilmente são observadas. -  Tratamento: a doença localizada pode ser manejada com esteróides tópicos, a doença ativa disseminada é tratada como Pênfigo Vulgar.
Pênfigo Foliáceo  - Localização
Pênfigo Foliáceo
Pênfigo Foliáceo
Penfigóide Bolhoso - Epidemiologia:  idosos e em ambos sexos. -   Etiologia:  Doença auto imune, alguns casos relacionados com neoplasia. Doença subepidérmica que apresenta-se tipicamente nas superfícies extensoras. -  O prurido é de moderado a intenso. -  Inicia com uma área localizada de eritema ou com placas pruriginosas de urticária. - Lesões Cutâneas:  bolhas tensas e fundo claro ou hemorrágico.
Lesões Orais:  O teto da bolha é formado por epitélio normal, as bolhas permanecem vários dias intactas. Após estourar todo epitélio é removido resultando em lesões mucosas profundas que são recobertas por fibrina. Tratamento:   Esteróides tópicos de potência média a alta na doença limitada.  Usado sistemicamente Tetraciclina, Eritromicina ou Dapsona. Se não responder a nenhuma dessas medicações usa - se Prednisona 1,0 a 1,5 mg/kg/dia. Usa - se Ciclofosfamida ou Azatrioprina se todas anteriores falharem.
Penfigóide Bolhoso - Localização
Penfigóide Bolhoso
Penfigóide Bolhoso
Herpes Simples -  São lesões tipo vesículas, agrupadas em uma base eritematosa, localizadas e dolorosas. -  A lesão é causada pela infecção pelo vírus herpes simples (  HSV-1  )  ( HSV-2 )
Infecção Primária -  A Transmissão se dá pelo contato direto com a lesão ou por perdigotos contendo vírus. -  Gengivoestomatite e faringite são as manifestações mais freqüentes do primeiro episódio. -  Surgem vesículas na pele sã, duram de 2 a 6 semanas e desaparecem sem cicatrizes. -  O vírus penetra nas terminações nervosas que suprem a área da lesão e sobe até o gânglio da raiz dorsal, onde permanece latente.
Infecção Recorrente -  O trauma local à pele ( exposição à luz ultravioleta, cortes, abrasões) ou alterações sistêmicas ( menstruação, fadiga, Febre, infecções respiratórias ) reativam o vírus, que então retorna aos nervos periféricos até o local da infecção inicial. -  Sensibilidade, dor, parestesia leve ocorrem antes do início das lesões. -  Em cerca de 12 horas as lesões em vesículas agrupadas “em cachos de uva” surgem sobre uma base eritematosa, em seguida tornam-se pústulas e se rompem formando sobre si uma crosta sero-hemática. As lesões cicatrizam completamente em cerca de 8 dias.
Tratamento: -  Creme de Tetracaína 1,8% pode melhorar a sintomatologia e reduz a duração da lesão. -  Antivirais orais: Aciclovir nas infecções primárias ( 200mg 4/4h por 10 dias) ou várias recidivas/ano (400mg 12/12 h por até 12 meses)
Herpes Zoster - Vesículas surgem em grupos, de tamanhos variados, sobre uma base eritematosa. - Limitado à área de um dermátomo ou dois subjacentes, o herpes resulta da reativação do vírus da varicela que penetrou nos nervos cutâneos durante a doença. A replicação do vírus no gânglio da raiz dorsal gera ganglionite ( dor ), neuralgia grave ( inflamação e necrose neuronal). - A idade, as drogas imunossupressivas, o linfoma, a fadiga, as perturbações emocionais e a radioterapia foram implicados como fator facilitador da reativação do vírus. A duração é de cerca de 15 dias.
-   Dor é o principal sintoma. -   A principal causa de morbidade no zoster é a nevralgia pós herpética ( NPH ). A incidência aumenta com a idade, sendo maior de 70% nos pacientes com mais de 70 anos. Caracteriza-se por dor na região do dermátomo, crônica, após o desaparecimento das lesões.
Herpes Zoster
Herpes Zoster Tratamento: -  Sintomáticos -  Pacientes  imunodeprimidos : Aciclovir 30mg/kg/dia E.V., dividido em 5 doses por 5 dias. -   Pacientes  imunocompetentes:  Aciclovir oral: 800mg- 5x ao dia (7dias). Valaciclovir 1g. 3 vezes ao dia por 7 dias.
-   Nevralgia pós-herpética:  Amitriptilina 75 mg/dia pode ser usada na tentativa de alívio da dor, assim como a Nortriptilina (25 – 75 mg/dia), Carbamazepina ( 400 – 1200 mg/dia ) e Fenitoína (300 – 400 mg/dia). Alguns autores defendem um curso breve de esteróides (Prednisona 40 – 60 mg/dia por 5 dias).
Herpes Zoster
Herpes Zoster
Varicela -  Exantema que inicia pelo tronco e dissemina-se para a face e extremidades. Existe uma presença simultânea de lesões (manchas eritematosas, pápulas, vesículas, pústulas e crostas) em todos os estágios. “  Gota de orvalho numa pétala de rosa “ -   É causado pelo vírus varicela zoster que é transmitido por perdigotos ou pelo líquido vesicular. -   Na época do aparecimento das vesículas, o paciente apresenta febre. A temperatura volta ao normal quando as vesículas desaparecem. -   A infecção secundária ou escoriações estende o processo à derme e pode cursar com cicatrizes.
Varicela Tratamento: Sintomáticos: Febre ou dor: Paracetamol 1g/kg/dose, 6/6 h.  Prurido: Polaramine: 2-5 anos: 0,5 mg 6/6h, 6-11 anos: 1mg 6/6h, adultos 2 mg 6/6h. Suspensão 2mg/5mL. OBS:  Cuidados locais para as lesões com água boricada e antibacterianos.
Varicela
Varicela
Qual é o diagnóstico? Pênfigo Vulgar Pênfigo Foliáceo Penfigóide Bolhoso Herpes Simples Herpes Zoster Varicela
Caso Clínico –  Diagnóstico   Herpes Zoster
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Casos ClíNicos Em Dermatologia

  • 1.
    Universidade Severino SombraCaso Clínico Liga de Dermatologia Bruna Pimentel de Jesus
  • 2.
    Caso Clínico Id: M. J. H. R., s. feminino, 58 anos, casada, do lar, natural de Umuarama - PR, procedente de Curitiba – PR QP : “Ferida no corpo” HMA: Há 2 dias com lesões tipo vesículas em hemitórax esquerdo, de início súbito, extremamente dolorosas e que “vazam ao estourar”. Refere temperatura, medida há 20 horas, de 37,4 ºC. Em uso de Aspirina para dor. Sem outras queixas. Nega quadro semelhante previamente. HMP: HAS, dislipidemia, não soube referir sobre doenças próprias da infância, mas acha que teve “todas”. Apendicectomia há aproximadamente 20 anos.
  • 3.
    Caso Clínico HMF : Irmão faleceu por câncer de cólon, filho com hepatite. Alimenta -se adequadamente qualitativa e quantitativamente, usa: Captopril 25 mg (1 + 1 + 1) e Hidroclorotiazida 25 mg/dia + Sinvastatina 20 mg/dia. Mora com marido, refere boa relação. Não tem queixas quanto a qualidade de vida. “Ciático”: refere lombalgia há mais de 10 anos com crises de agudização.
  • 4.
    Caso Clínico EXAME FÍSICO - Paciente BEG, LOTE, normocorada, hidratada. - PA: 142 x 90 mmHg, pulso: 84 bpm , FR: 20 ipm, T: 36,8 ºC. - Exame segmentar sem alterações. - Exame Dermatológico: Agrupamento de vesículas de vários tamanhos e diferentes estágios de evolução, que extendem -se da borda medial da escápula esquerda posteriormente, até RCE anteriormente. Observa-se, também, intensa hiperemia circundando as lesões e extrema sensibilidade ao toque.
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    Principais DX diferenciaisem doenças vesico - bolhosas Pênfigo Vulgar Pênfigo Foliáceo Penfigóide Bolhoso Herpes Simples Herpes Zoster Varicela
  • 8.
    Pênfigo Vulgar - Etiologia: Doença auto-imune que forma bolhas intra-epidérmicas e envolve a pele e as membranas mucosas. As moléculas desmossômicas dos queratinócitos são o alvo dos autoanticorpos ( IgG ), as Desmogleínas 3. - Epidemiologia : 4 a 6 década de vida. - Lesões cutâneas: vesicobolhosas que se rompem, deixando áreas exulceradas.
  • 9.
    - Lesões Orais: desenvolvimento simultâneo de múltiplas bolhas que tendem a romper e deixar erosões. As bolhas tendem a recorrer no mesmo local e posteriormente disseminar para outras áreas da boca. - Lesões múltiplas e disseminadas que duram semanas e regridem com hiperpigmentação, sem formação de cicatrizes. - O tratamento se dá com Prednisona 40-120mg/dia , imunossupressor ( Ciclofosfamida 1,5 a 2,5 mg/kg/dia ou Azatioprina 1,5 – 2,5 mg/kg/dia ) ou sulfona. - Curso e prognóstico: Controlado com medicamentos.
  • 10.
    Pênfigo Vulgar -Localização
  • 11.
  • 12.
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  • 14.
    Pênfigo Foliáceo - Doença intra-epidérmica, auto imune, formadora de bolhas, caracterizada por lesões com crostas. - Dor e ardência são os principais sintomas. - As lesões surgem em uma “distribuição seborréica” na face ou surgem primeiramente no couro cabeludo, no tórax ou na parte superior do dorso. - Bolhas intactas dificilmente são observadas. - Tratamento: a doença localizada pode ser manejada com esteróides tópicos, a doença ativa disseminada é tratada como Pênfigo Vulgar.
  • 15.
    Pênfigo Foliáceo - Localização
  • 16.
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    Penfigóide Bolhoso -Epidemiologia: idosos e em ambos sexos. - Etiologia: Doença auto imune, alguns casos relacionados com neoplasia. Doença subepidérmica que apresenta-se tipicamente nas superfícies extensoras. - O prurido é de moderado a intenso. - Inicia com uma área localizada de eritema ou com placas pruriginosas de urticária. - Lesões Cutâneas: bolhas tensas e fundo claro ou hemorrágico.
  • 19.
    Lesões Orais: O teto da bolha é formado por epitélio normal, as bolhas permanecem vários dias intactas. Após estourar todo epitélio é removido resultando em lesões mucosas profundas que são recobertas por fibrina. Tratamento: Esteróides tópicos de potência média a alta na doença limitada. Usado sistemicamente Tetraciclina, Eritromicina ou Dapsona. Se não responder a nenhuma dessas medicações usa - se Prednisona 1,0 a 1,5 mg/kg/dia. Usa - se Ciclofosfamida ou Azatrioprina se todas anteriores falharem.
  • 20.
    Penfigóide Bolhoso -Localização
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    Herpes Simples - São lesões tipo vesículas, agrupadas em uma base eritematosa, localizadas e dolorosas. - A lesão é causada pela infecção pelo vírus herpes simples ( HSV-1 ) ( HSV-2 )
  • 24.
    Infecção Primária - A Transmissão se dá pelo contato direto com a lesão ou por perdigotos contendo vírus. - Gengivoestomatite e faringite são as manifestações mais freqüentes do primeiro episódio. - Surgem vesículas na pele sã, duram de 2 a 6 semanas e desaparecem sem cicatrizes. - O vírus penetra nas terminações nervosas que suprem a área da lesão e sobe até o gânglio da raiz dorsal, onde permanece latente.
  • 25.
    Infecção Recorrente - O trauma local à pele ( exposição à luz ultravioleta, cortes, abrasões) ou alterações sistêmicas ( menstruação, fadiga, Febre, infecções respiratórias ) reativam o vírus, que então retorna aos nervos periféricos até o local da infecção inicial. - Sensibilidade, dor, parestesia leve ocorrem antes do início das lesões. - Em cerca de 12 horas as lesões em vesículas agrupadas “em cachos de uva” surgem sobre uma base eritematosa, em seguida tornam-se pústulas e se rompem formando sobre si uma crosta sero-hemática. As lesões cicatrizam completamente em cerca de 8 dias.
  • 26.
    Tratamento: - Creme de Tetracaína 1,8% pode melhorar a sintomatologia e reduz a duração da lesão. - Antivirais orais: Aciclovir nas infecções primárias ( 200mg 4/4h por 10 dias) ou várias recidivas/ano (400mg 12/12 h por até 12 meses)
  • 27.
    Herpes Zoster -Vesículas surgem em grupos, de tamanhos variados, sobre uma base eritematosa. - Limitado à área de um dermátomo ou dois subjacentes, o herpes resulta da reativação do vírus da varicela que penetrou nos nervos cutâneos durante a doença. A replicação do vírus no gânglio da raiz dorsal gera ganglionite ( dor ), neuralgia grave ( inflamação e necrose neuronal). - A idade, as drogas imunossupressivas, o linfoma, a fadiga, as perturbações emocionais e a radioterapia foram implicados como fator facilitador da reativação do vírus. A duração é de cerca de 15 dias.
  • 28.
    - Dor é o principal sintoma. - A principal causa de morbidade no zoster é a nevralgia pós herpética ( NPH ). A incidência aumenta com a idade, sendo maior de 70% nos pacientes com mais de 70 anos. Caracteriza-se por dor na região do dermátomo, crônica, após o desaparecimento das lesões.
  • 29.
  • 30.
    Herpes Zoster Tratamento:- Sintomáticos - Pacientes imunodeprimidos : Aciclovir 30mg/kg/dia E.V., dividido em 5 doses por 5 dias. - Pacientes imunocompetentes: Aciclovir oral: 800mg- 5x ao dia (7dias). Valaciclovir 1g. 3 vezes ao dia por 7 dias.
  • 31.
    - Nevralgia pós-herpética: Amitriptilina 75 mg/dia pode ser usada na tentativa de alívio da dor, assim como a Nortriptilina (25 – 75 mg/dia), Carbamazepina ( 400 – 1200 mg/dia ) e Fenitoína (300 – 400 mg/dia). Alguns autores defendem um curso breve de esteróides (Prednisona 40 – 60 mg/dia por 5 dias).
  • 32.
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    Varicela - Exantema que inicia pelo tronco e dissemina-se para a face e extremidades. Existe uma presença simultânea de lesões (manchas eritematosas, pápulas, vesículas, pústulas e crostas) em todos os estágios. “ Gota de orvalho numa pétala de rosa “ - É causado pelo vírus varicela zoster que é transmitido por perdigotos ou pelo líquido vesicular. - Na época do aparecimento das vesículas, o paciente apresenta febre. A temperatura volta ao normal quando as vesículas desaparecem. - A infecção secundária ou escoriações estende o processo à derme e pode cursar com cicatrizes.
  • 35.
    Varicela Tratamento: Sintomáticos:Febre ou dor: Paracetamol 1g/kg/dose, 6/6 h. Prurido: Polaramine: 2-5 anos: 0,5 mg 6/6h, 6-11 anos: 1mg 6/6h, adultos 2 mg 6/6h. Suspensão 2mg/5mL. OBS: Cuidados locais para as lesões com água boricada e antibacterianos.
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  • 38.
    Qual é odiagnóstico? Pênfigo Vulgar Pênfigo Foliáceo Penfigóide Bolhoso Herpes Simples Herpes Zoster Varicela
  • 39.
    Caso Clínico – Diagnóstico Herpes Zoster
  • 40.