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Assistência de Enfermagem em Emergências Pediátricas Enfª Juliana Lopes Figueiredo Especialista em Atendimento Pré-Hospitalar
SUPORTE BÁSICO DE VIDA EM PEDIATRIA EPIDEMIOLOGIA da PCR Diferente em relação aos adultos; Não é súbita; A média de sobrevivência é de 10% conforme  relatos científicos; Sofrem danos neurológicos; O sucesso da RCP depende da   capacidade  de aplicação da medidas ditadas pelo SBV.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA EM PEDIATRIA Ocorrência da PCR em pediatria  - Freqüência alta nos extremos de idade: crianças (< de 1 ano) e adolescentes (>12 anos).  Causas mais comuns em menores de 01 ano: - Lesões intencionais ou não -   Doenças respiratórias - Obstrução de vias aéreas - Acidentes comuns na infância (submersão) Causas mais comuns em adolescentes -   Traumas
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA Avaliações seqüenciais Habilidades motoras Manter ou restaurar ventilação e circulação eficazes da criança em PCR Quem deve executar o SBV?
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA O que fazer quando um RN   for admitido no 6ºA? - Montar 01 kit de aspiração no quarto da criança  para um atendimento rápido e eficaz se houver aspiração de leite materno, -Avaliar coloração e aspecto da pele e mucosas (palidez, manchas,hidratação),choro(forte/fraco), sucção(eficácia),  pega (boa ou não), atividade motora (ativo ou hipoativo), frequência respiratória e cardíaca (atentar para alterações),diurese (frequência e coloração), mecônio (frequência e coloração) e aspecto do coto umbilical. 6ºA
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA No caso de sufocação (broncoaspiração) por leite materno, aspirar as VAS e VAI do RN com sonda nº.8 e atentar para respiração da criança, se houver cianose labial e de extremidades,ventilar 2 vezes o RN com  ambú e máscara conectada no O², e atentar para desconforto respiratório; manter a cabeça da criança lateralizada,  Bipar o médico pediatra e Enfª plantonista para assistirem criança, pois isso é uma emergência que pode evoluir para  PCR! 6ºA
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA Reanimação Cardiopulmonar ABCD da REANIMAÇÃO Avaliação da resposta (nível de consciência) Definir se a criança está consciente ou não; I nconsciente  e respiração presente - acionar a Enfª e o médico plantonista e atentar para desconforto respiratório. 6ºA
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA Abertura de VA (A-airway)   Inconsciente  e respiração ausente – iniciar abertura de VA (manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo)  O quadro de inconsciência causa a queda da língua  sobre a orofaringe
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação da respiração (B- breathing)  Verificar ausência de respiração com método (ver,ouvir e sentir)  Avaliar expansão torácica
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA Se respiração ausente, aplicar 2 ventilações de resgate (máscara-ambú-O² - fornecer 100%), cada ventilação durante 1 segundo.  Verificar abertura de VA e expansibilidade torácica
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA Se o tórax da criança não se eleva durante a respiração de resgate, a ventilação não é eficaz (reposicionar VA) O volume correto para cada respiração é o volume que causa a expansão torácica Ventile novamente, se expansão torácica presente, checar pulso, caso contrário, protocolo de  OVACE
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA OVACE CONSCIENTE Vire o lactente, dê 5 golpes nas costas com reg.hipotenar, vire novamente o lactente e dê 5 compressões torácicas, afim da retirada do objeto
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA OVACE INCONSCIENTE Tente ventilar(máscara-ambú-O²), se o tórax não expandir, reposicione e tente novamente. Se mesmo assim o tórax não expandir, inicie RCP.
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA OVACE CONSCIENTE Na criança (1 a 14 a), faça compressões abdominais (2dedos acima da cicatriz umbilical) até que o objeto seja expelido.
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV)  EM PEDIATRIA OVACE INCONSCIENTE Na criança inconsciente, deite-a no chão, e faça a manobra até expelir o objeto. Inicie RCP, caso apresente PCR.
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation)  Palpar pulso braquial ou femural Pulso ausente, iniciar compressões cardíacas Por que não verificar pulso carotídeo?
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation)  Em crianças > 1 ano, verificar pulso carotídeo Localizado entre a cartilagem cricóide e o  músculo esternocleidomastóideo
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Pulso presente e respiração ausente: -  Fornecer respiração com uma frequência de 20 respirações por minuto ( 1 a cada 3 segundos), até que a respiração espontânea retorne ou que o médico realize a intubação; Pulso ausente ou freqüência cardíaca < 60 e sinais de perfusão prejudicada (preenchimento capilar > 2 segundos), iniciar compressões torácicas
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation)  De acordo com ACLS 2005-2010, crianças de 0 a 1 ano, com 2 profissionais aplicar 15:2(compressões x ventilações); com 1 profissional 30:2 Utilizar as mãos abraçando o tórax (superfície rígida)
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation)  De acordo com ACLS 2005-2010, crianças de 0 a 1 ano, com 2 profissionais aplicar 15:2(compressões x ventilações); com 1 profissional 30:2 Trace uma linha imaginária Não esqueça da superfície  rígida abaixo do tórax
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation)  Se a contratilidade cardíaca é ineficaz ou ausente, não haverá pulsos palpáveis nas artérias centrais . Levante o dedo indicador e inicie as compressões
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation)  De acordo com ACLS 2005-2010, crianças de 1 a 12 anos, com 2 profissionais aplicar 15:2(compressões x ventilações); com 1 profissional 30:2 Posicione 2 dedos acima do apêndice xifóide e coloque a  região hipotenar de sua mão  no tórax da criança
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation)  Em crianças > de 12 anos aplicar 30:2 (compressões x ventilações)  coloque 2 dedos acima do apêndice xifóide, uma mão em cima da outra, aplique a força com a reg. hipotenar e levante os dedos
SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV)  EM PEDIATRIA As compressões cardíacas devem ser de 100/minuto, mas com pausas para ventilação, o número de compressões será na verdade 80 compressões / minuto (máscara-ambú-O²); As compressões devem ser suaves. Mantenha seus dedos fora das costelas, levantando as pontas dos dedos; Enquanto a palma da mão  permanece no esterno, possibilite o retorno  do tórax para sua posição de repouso após cada compressão, mas não levante as mãos do tórax.
ABCDE da RCP em Pediatria Verificar nível de consciência =Abrir vias aéreas (airway) =Respiração (breathing) =Circulação (circulation) =Desfibrilação (diretrizes da ressuscitação de 2005-2010, não recomendam o uso de DEA em lactentes) -> Suporte Avançado  Intubação/acesso venoso/drogas) = Estabilizar a criança
ALGORITIMO SBV PEDIATRIA
Padrões Respiratórios    Taquipnéia  Parâmetros normais 18 – 30 mrm Escolar 22 – 34 mrm Pré-escolar 24 – 40 mrm Lactente 40 – 60 mrm RN > 30 mrm Acima de 4 anos > 40 mrm 1 - 4 anos > 50 mrm 2 - 12 meses > 60 mrm Até 2 meses
Taquipnéia É a primeira manifestação  de desconforto respiratório, produz batimento de asa nasal, retração intercostal inspiratória,  e supra-esternal Gemido, estridor, expiração prolongada e cianose labial são sinais de alterações nos mecanismos de trocas gasosas
Enfermagem na emergência Prevenir e identificar a parada cardiorrespiratória  identificando e intervindo nas situações de dificuldade respiratória e/ou circulatória Iniciar as manobras de RCP (antes de ocorrer assistolia)  Estabilizar o paciente no período pós-PCR (antes do transporte para outra unidade de atendimento) É fundamental que a equipe de enfermagem seja treinada para o sucesso na RCP
Cânula de Guedel Raramente utilizado na faixa etária infantil, é somente indicado seu uso em crianças inconscientes  Provoca náuseas e vômitos (crianças conscientes) Aumenta a possibilidade de aspiração do conteúdo gástrico Numeração pediátrica: nº. 0, 1 e 2
Técnica para colocação da Cânula de Guedel em crianças A cânula de guedel deve ser colocada em crianças inconscientes, afim de evitar a obstrução das VA por queda da língua; Ela deve ser introduzida nesta posição:
Técnica para colocação da Cânula de Guedel em crianças
Intubação endotraqueal É indicada em crianças inconscientes ou com insuficiência respiratória; nos RNs são usados tubos nº. 2,5 a 3,5 Antes, oxigenar a criança com máscara-ambú e reverter a hipóxia O diâmetro do tubo deve respeitar a regra: Tubo= idade (anos) + 16 4 Ex:  1(ano) + 16  = 4,25 = 4 4
Intubação endotraqueal Após a intubação, fixar com esparadrapo na reg. perilabial e anotar a numeração que  encontra-se no lábio inferior (atentando para tração), e se houver cuff, insuflar o com ar.
Intubação endotraqueal (oro) Laringoscópio: Rns e lactentes (lâminas  retas) acima de 2 anos(lâminas curvas) Tubo traqueal: Sem cuff ou com cuff
Sondagem gástrica Criança estressada deglute ar, sendo frequente a distensão abdominal (a ventilação com máscara-ambú piora a distensão), manter a SOG aberta; Deve ser passada após intubação traqueal, afim de diminuir a distensão gástrica; A técnica é a mesma que a do adulto, porém é passada orogástrica,  e fixada na região perilabial (fixação bigodinho); Riscos:  induz náuseas e proporciona broncoaspiração.
Sondagem gástrica Rn prematuro com sondagem orogástrica e fixação bigodinho
Sondagem gástrica Rn prematuro com sondagem orogástrica e outra forma de fixação
Importante Crianças não são adultos pequenos, possuem diferenças anatômicas e psicológicas; Podem melhor compensar na hipovolemia, a PA abaixa mais lentamente que o adulto; A cabeça é a maior parte do corpo onde as lesões são mais freqüentes.
EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS A sobrevivência de crianças com ferimentos ou doenças graves é influenciada pela organização oportuna e adequada do cuidado pediátrico de emergência.  Este cuidado inclui desde a identificação precoce dos problemas, até os cuidados pré- hospitalares e de reabilitação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AEHLERT,B;  ACLS – Advanced Cardiac Life   Support ; 3ª ed.; Elsevier; 2005-2010. HAFEN,B.Q;  Guia de primeiros socorros para   estudantes ; Manole; 2002 PALS ;  Pediatric advanced life support ; Elsevier; 2005-2010. OLIVEIRA,R.G;  Blackbook pediatria ; Blackbook editora; 2005. www. serprematuro.com.br
 

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Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]

  • 1. Assistência de Enfermagem em Emergências Pediátricas Enfª Juliana Lopes Figueiredo Especialista em Atendimento Pré-Hospitalar
  • 2. SUPORTE BÁSICO DE VIDA EM PEDIATRIA EPIDEMIOLOGIA da PCR Diferente em relação aos adultos; Não é súbita; A média de sobrevivência é de 10% conforme relatos científicos; Sofrem danos neurológicos; O sucesso da RCP depende da capacidade de aplicação da medidas ditadas pelo SBV.
  • 3. SUPORTE BÁSICO DE VIDA EM PEDIATRIA Ocorrência da PCR em pediatria - Freqüência alta nos extremos de idade: crianças (< de 1 ano) e adolescentes (>12 anos). Causas mais comuns em menores de 01 ano: - Lesões intencionais ou não - Doenças respiratórias - Obstrução de vias aéreas - Acidentes comuns na infância (submersão) Causas mais comuns em adolescentes - Traumas
  • 4. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA Avaliações seqüenciais Habilidades motoras Manter ou restaurar ventilação e circulação eficazes da criança em PCR Quem deve executar o SBV?
  • 5. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA O que fazer quando um RN for admitido no 6ºA? - Montar 01 kit de aspiração no quarto da criança para um atendimento rápido e eficaz se houver aspiração de leite materno, -Avaliar coloração e aspecto da pele e mucosas (palidez, manchas,hidratação),choro(forte/fraco), sucção(eficácia), pega (boa ou não), atividade motora (ativo ou hipoativo), frequência respiratória e cardíaca (atentar para alterações),diurese (frequência e coloração), mecônio (frequência e coloração) e aspecto do coto umbilical. 6ºA
  • 6. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA No caso de sufocação (broncoaspiração) por leite materno, aspirar as VAS e VAI do RN com sonda nº.8 e atentar para respiração da criança, se houver cianose labial e de extremidades,ventilar 2 vezes o RN com ambú e máscara conectada no O², e atentar para desconforto respiratório; manter a cabeça da criança lateralizada, Bipar o médico pediatra e Enfª plantonista para assistirem criança, pois isso é uma emergência que pode evoluir para PCR! 6ºA
  • 7. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA Reanimação Cardiopulmonar ABCD da REANIMAÇÃO Avaliação da resposta (nível de consciência) Definir se a criança está consciente ou não; I nconsciente e respiração presente - acionar a Enfª e o médico plantonista e atentar para desconforto respiratório. 6ºA
  • 8. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA Abertura de VA (A-airway) Inconsciente e respiração ausente – iniciar abertura de VA (manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo) O quadro de inconsciência causa a queda da língua sobre a orofaringe
  • 9. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA Avaliação da respiração (B- breathing) Verificar ausência de respiração com método (ver,ouvir e sentir) Avaliar expansão torácica
  • 10. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA Se respiração ausente, aplicar 2 ventilações de resgate (máscara-ambú-O² - fornecer 100%), cada ventilação durante 1 segundo. Verificar abertura de VA e expansibilidade torácica
  • 11. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA Se o tórax da criança não se eleva durante a respiração de resgate, a ventilação não é eficaz (reposicionar VA) O volume correto para cada respiração é o volume que causa a expansão torácica Ventile novamente, se expansão torácica presente, checar pulso, caso contrário, protocolo de OVACE
  • 12. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA OVACE CONSCIENTE Vire o lactente, dê 5 golpes nas costas com reg.hipotenar, vire novamente o lactente e dê 5 compressões torácicas, afim da retirada do objeto
  • 13. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA OVACE INCONSCIENTE Tente ventilar(máscara-ambú-O²), se o tórax não expandir, reposicione e tente novamente. Se mesmo assim o tórax não expandir, inicie RCP.
  • 14. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA OVACE CONSCIENTE Na criança (1 a 14 a), faça compressões abdominais (2dedos acima da cicatriz umbilical) até que o objeto seja expelido.
  • 15. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA(SBV) EM PEDIATRIA OVACE INCONSCIENTE Na criança inconsciente, deite-a no chão, e faça a manobra até expelir o objeto. Inicie RCP, caso apresente PCR.
  • 16. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation) Palpar pulso braquial ou femural Pulso ausente, iniciar compressões cardíacas Por que não verificar pulso carotídeo?
  • 17. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation) Em crianças > 1 ano, verificar pulso carotídeo Localizado entre a cartilagem cricóide e o músculo esternocleidomastóideo
  • 18. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Pulso presente e respiração ausente: - Fornecer respiração com uma frequência de 20 respirações por minuto ( 1 a cada 3 segundos), até que a respiração espontânea retorne ou que o médico realize a intubação; Pulso ausente ou freqüência cardíaca < 60 e sinais de perfusão prejudicada (preenchimento capilar > 2 segundos), iniciar compressões torácicas
  • 19. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation) De acordo com ACLS 2005-2010, crianças de 0 a 1 ano, com 2 profissionais aplicar 15:2(compressões x ventilações); com 1 profissional 30:2 Utilizar as mãos abraçando o tórax (superfície rígida)
  • 20. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation) De acordo com ACLS 2005-2010, crianças de 0 a 1 ano, com 2 profissionais aplicar 15:2(compressões x ventilações); com 1 profissional 30:2 Trace uma linha imaginária Não esqueça da superfície rígida abaixo do tórax
  • 21. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation) Se a contratilidade cardíaca é ineficaz ou ausente, não haverá pulsos palpáveis nas artérias centrais . Levante o dedo indicador e inicie as compressões
  • 22. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation) De acordo com ACLS 2005-2010, crianças de 1 a 12 anos, com 2 profissionais aplicar 15:2(compressões x ventilações); com 1 profissional 30:2 Posicione 2 dedos acima do apêndice xifóide e coloque a região hipotenar de sua mão no tórax da criança
  • 23. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA Avaliação circulatória (C- circulation) Em crianças > de 12 anos aplicar 30:2 (compressões x ventilações) coloque 2 dedos acima do apêndice xifóide, uma mão em cima da outra, aplique a força com a reg. hipotenar e levante os dedos
  • 24. SEQUÊNCIA DO SUPORTE BÁSICO DE VIDA (SBV) EM PEDIATRIA As compressões cardíacas devem ser de 100/minuto, mas com pausas para ventilação, o número de compressões será na verdade 80 compressões / minuto (máscara-ambú-O²); As compressões devem ser suaves. Mantenha seus dedos fora das costelas, levantando as pontas dos dedos; Enquanto a palma da mão permanece no esterno, possibilite o retorno do tórax para sua posição de repouso após cada compressão, mas não levante as mãos do tórax.
  • 25. ABCDE da RCP em Pediatria Verificar nível de consciência =Abrir vias aéreas (airway) =Respiração (breathing) =Circulação (circulation) =Desfibrilação (diretrizes da ressuscitação de 2005-2010, não recomendam o uso de DEA em lactentes) -> Suporte Avançado Intubação/acesso venoso/drogas) = Estabilizar a criança
  • 27. Padrões Respiratórios Taquipnéia Parâmetros normais 18 – 30 mrm Escolar 22 – 34 mrm Pré-escolar 24 – 40 mrm Lactente 40 – 60 mrm RN > 30 mrm Acima de 4 anos > 40 mrm 1 - 4 anos > 50 mrm 2 - 12 meses > 60 mrm Até 2 meses
  • 28. Taquipnéia É a primeira manifestação de desconforto respiratório, produz batimento de asa nasal, retração intercostal inspiratória, e supra-esternal Gemido, estridor, expiração prolongada e cianose labial são sinais de alterações nos mecanismos de trocas gasosas
  • 29. Enfermagem na emergência Prevenir e identificar a parada cardiorrespiratória identificando e intervindo nas situações de dificuldade respiratória e/ou circulatória Iniciar as manobras de RCP (antes de ocorrer assistolia) Estabilizar o paciente no período pós-PCR (antes do transporte para outra unidade de atendimento) É fundamental que a equipe de enfermagem seja treinada para o sucesso na RCP
  • 30. Cânula de Guedel Raramente utilizado na faixa etária infantil, é somente indicado seu uso em crianças inconscientes Provoca náuseas e vômitos (crianças conscientes) Aumenta a possibilidade de aspiração do conteúdo gástrico Numeração pediátrica: nº. 0, 1 e 2
  • 31. Técnica para colocação da Cânula de Guedel em crianças A cânula de guedel deve ser colocada em crianças inconscientes, afim de evitar a obstrução das VA por queda da língua; Ela deve ser introduzida nesta posição:
  • 32. Técnica para colocação da Cânula de Guedel em crianças
  • 33. Intubação endotraqueal É indicada em crianças inconscientes ou com insuficiência respiratória; nos RNs são usados tubos nº. 2,5 a 3,5 Antes, oxigenar a criança com máscara-ambú e reverter a hipóxia O diâmetro do tubo deve respeitar a regra: Tubo= idade (anos) + 16 4 Ex: 1(ano) + 16 = 4,25 = 4 4
  • 34. Intubação endotraqueal Após a intubação, fixar com esparadrapo na reg. perilabial e anotar a numeração que encontra-se no lábio inferior (atentando para tração), e se houver cuff, insuflar o com ar.
  • 35. Intubação endotraqueal (oro) Laringoscópio: Rns e lactentes (lâminas retas) acima de 2 anos(lâminas curvas) Tubo traqueal: Sem cuff ou com cuff
  • 36. Sondagem gástrica Criança estressada deglute ar, sendo frequente a distensão abdominal (a ventilação com máscara-ambú piora a distensão), manter a SOG aberta; Deve ser passada após intubação traqueal, afim de diminuir a distensão gástrica; A técnica é a mesma que a do adulto, porém é passada orogástrica, e fixada na região perilabial (fixação bigodinho); Riscos: induz náuseas e proporciona broncoaspiração.
  • 37. Sondagem gástrica Rn prematuro com sondagem orogástrica e fixação bigodinho
  • 38. Sondagem gástrica Rn prematuro com sondagem orogástrica e outra forma de fixação
  • 39. Importante Crianças não são adultos pequenos, possuem diferenças anatômicas e psicológicas; Podem melhor compensar na hipovolemia, a PA abaixa mais lentamente que o adulto; A cabeça é a maior parte do corpo onde as lesões são mais freqüentes.
  • 40. EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS A sobrevivência de crianças com ferimentos ou doenças graves é influenciada pela organização oportuna e adequada do cuidado pediátrico de emergência. Este cuidado inclui desde a identificação precoce dos problemas, até os cuidados pré- hospitalares e de reabilitação.
  • 41. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AEHLERT,B; ACLS – Advanced Cardiac Life Support ; 3ª ed.; Elsevier; 2005-2010. HAFEN,B.Q; Guia de primeiros socorros para estudantes ; Manole; 2002 PALS ; Pediatric advanced life support ; Elsevier; 2005-2010. OLIVEIRA,R.G; Blackbook pediatria ; Blackbook editora; 2005. www. serprematuro.com.br
  • 42.