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Desenvolvimento humano
Amanda da Costa da Silveira
O que é psicologia do desenvolvimento?
“A ciência que busca entender como as pessoas mudam
e permanecem as mesmas ao longo de suas vidas”
(Berger, p.3)
– O estudo do desenvolvimento social, emocional,
cognitivo e biológico do indivíduo no seu espectro de
vida
– Mudança de foco
• Antes: infância e adolescência
• Agora: Todas as idades
têm mudanças
Por que estudar psicologia do
desenvolvimento?
• Conhecimento relevante para múltiplos
domínios
– choro do bebê, bebidas, amor, sexo, carreira,
família, envelhecimento saudável...
• Implicações para políticas públicas
– Vacina do HPV
• Habilidades de pesquisa e intervenção
Motivo 1: “criar crianças”
• Auxilia familiares e profissionais da saúde e da
educação a compreenderem os desafios de se
criar uma criança
• Exemplo: pesquisadores identificaram abordagens eficazes que
pais e cuidadores podem utilizar para ajudar crianças a lidarem
com a raiva e outras emoções negativas.
Motivo 2: Determinar políticas públicas
 Conhecer o desenvolvimento humano
acessora/informa tomadas de decisões em
políticas públicas que afetam crianças e
famílias
• Exemplo: Pesquisas sobre as respostas das
crianças em entrevistas auxilia juízes a
obterem informações mais precisas de
crianças
Motivo 3: Entender a natureza humana
• A pesquisa sobre o
desenvolvimento humano
oferece suporte para
algumas das questões mais
intrigantes da natureza
humana, como por exemplo
a existência de aptidões
inatas e aprendidas
Genético ou ambiental?
Depressão
Alcoolismo
Felicidade
QI
Extroversão
Alzheimer
Peso
Como se garante um crescimento “sadio”?
Como se garante um envelhecimento sadio?
O que causa a felicidade?
O que é o amor?
O desenvolvimento...
• Ocorre ao longo de toda a vida
• Mudanças na vida adulta
• É multidimensional
• mudanças biológicas, cognitivas, socioemocionais
• É multidirecional
• Algumas dimensões/componentes aumentam com o
crescimento, outras diminuem
• É plástico
• Em que grau as características podem mudar ou são estáveis
• É contextual
• Influências datadas (idade/momento histórico/eventos de vida)
• É estudado por muitas disciplinas
processos biológicos
• mudanças na
natureza física
• Altura e peso
• cérebro
• habilidades motoras
• capacidade
cardiovascular
processos cognitivos
• mudanças no
pensamento e
linguagem
• Observar o móbile
no berço
• criar frase de duas
palavras
• Memorizar um
poema
• Sonhar em ser
estrela de cinema
processos
socioemocionais
• Mudancas nas
relações, emoções e
persnalidade
• Bebê sorri ao toque
da mãe
• Menino bate no
coleguinha
• Moça chora ao
passar em entrevista
de emprego
• O afeto entre um
casal de idosos
Alguns fundamentos históricos
• Tanto Platão quanto
Aristóteles entendiam que
o bem-estar a longo prazo
da sociedade dependiam
da criação apropriada dos
indivíduos quando criança.
• Mas diferiam em suas
abordagens.
Fundamentos históricos:
Platão e Aristóteles
• Platão enfatizava o autocontrole e a disciplina
– Aristóteles se preocupava com adequar o cuidado
às necessidades da criança
• Platão acreditava que a criança nascia com
conhecimentos inatos
– Aristóteles entendia que o conhecimento viria
com a experiência
• Homem jovem: “tem paixões fortes, e
tende a buscar suas gratificações
indiscriminadamente”
• Homem velho: “é cínico... mente
pequena, covarde, e sempre antecipa o
perigo... ama a vida, e cada vez mais
quanto mais se aproxima de seu último
dia de vida…”
Fundamentos históricos:
Outros filósofos modernos
• O filósofo inglês John Locke, assim como
Aristóteles, entendia que a criança era como uma
tábula rasa.
– A educação deveria começar com rígida disciplina e
gradualmente oferecer maior liberdade ao indivíduo
• O francês Jean-Jacques Rousseau acreditava que
os pais e a sociedade deveriam dar à criança o
máximo de liberdade possível às crianças desde o
início de suas vidas.
Fundamentos históricos:
Forças emergentes no séc. XIX
• Abordagens de pesquisa
– Movimentos de reforma social
• Estabeleceram o legado da pesquisa conduzida para o
benefício das crianças
• Ofereceram as primeiras descrições dos efeitos adversos de
ambientes hostis no desenvolvimento infantil
– Teoria da Evolução de Darwin
• Inspirou pesquisas em desenvolvimento humano para a
compreensão da natureza da espécie humana
Ambiente
indivíduo
Fundamentos históricos: Século XX
• Desenvolvimento humano
emerge como um campo
formal de estudos
• Sigmund Freud e John
Watson formularam teorias
do desenvolvimento neste
período
Temáticas em
desenvolvimento humano
• Inato x aprendido (nature x nurture)
• Continuidade x descontinuidade
• Mecanismos de mudança desenvolvimental
• O contexto sociocultural
• Diferenças individuais
Questões básicas de desenvolvimento
humano
1.Como natureza e ambiente juntos moldam o
desenvolvimento?
2.Em que sentido o desenvolvimento é considerado
contínuo, e em que sentido ele é descontínuo?
3.Como ocorre uma mudança?
4.Como o contexto sociocultural influencia o
desenvolvimento?
5.Como as crianças podem ser tão diferentes umas
das outras?
1. Inato x aprendido
• A questão mais básica
desenvolvimental: o
desenvolvimento é
influenciado primariamente
pelo quê?
– Inato (natureza): herança
biológica, especialmente os
genes que herdamos de nossos
pais
– Ambiente (nutrição):
experiências ambientais
(ambiente físico ou social)
1. Inato x aprendido
• Entende-se que cada característica que
apresentamos é criadapelo trabalho conjunto
de genes e ambiente.
• Mas como genes e ambiente trabalham juntos para
moldar o desenvolvimento?
2. Desenvolvimento contínuo e
descontínuo
• Em que medida o desenvolvimento envolve
mudanças graduais e cumulativas ou
totalmente distintas?
2. Desenvolvimento contínuo e descontínuo
Desenvolvimento contínuo:
mudanças ocorrem
gradualmente, um somatório
Desenvolvimento
descontínuo: envolve
mudanças ocasionais de modo
que pessoas de diferentes
idades são “visivelmente”
diferentes
2. Desenvolvimento contínuo e
descontínuo
 Dependendo de como é
vista, mudanças na altura
podem ser consideradas
contínuas ou descontínuas
– Ao examinar a altura de um
menino em intervalos de
idade desde o nascimento
até os 18 anos faz da altura
algogradual e contínuo
• Ao examinar a quantidade
de cm acrescidosna altura
do mesmo menino de um
ano para o outro faz da
altura algo descontínuo
3. Estabilidade x mudança
• O quanto somos produto de nossas experiências
anteriores?
• Em que ponto nos tornamos diferentes do que
éramos?
• Em que grau experiências passadas (especialmente a
infância) determinam nosso desenvolvimento?
– Em que grau somos aquilo que comemos?
3. Como ocorre uma mudança?
• A abordagem evolutiva de Darwin oferece um aporte
interessante para pensarmos nos mecanismos que
produzem variações no desenvolvimento humano
– Variação se refere às diferenças existem entre o
pensamento e o comportamento dos indivíduos
– Seleção descreve a sobreviência mais frequente e a
reprodução de organismos que estão bem adaptados ao
ambiente
• De modo análogo, variações e seleções psicológicas
produzem mudanças ao longo da vida individual
4. Como o contexto cultural influencia
o desenvolvimento?
 Contexto Sociocultural: Circunstâncias físicas, sociais,
culturais, econômicas e históricas que compõem o
ambiente humano
 Os contextos de desenvolvimento diferem entre
culturas
– Exemplo: Famílias maias e
ocidentais/europeus apresentam
diferentes configurações para o hábito de
dormir e as crianças: As crianças maias
compartilham a cama com seus pais por
muitos anos
– A cultura ocidental valoriza a
independência e a autoconfiançaand self-
reliance, e os maias, a interdependência.
4. Como o contexto cultural influencia
o desenvolvimento?
• O desenvolvimento é afetado pelo contexto
econômico, sobretudo o desenvolvimento
infantil.
5. Como as crianças podem ser tão
diferentes?
 Diferenças individuais entre
crianças aparecem muito
rapidamente no
desenvolvimento
 Os genes, o
tratamento que recebem de
outros, suas
reações subjetivas
à forma com que são
tratadas, e suas escolhas de
ambiente,tudo contribui
para diferenças, mesmo em
uma mesma família.
Teorias do desenvolvimento em
Psicologia
• Teorias behavioristas
– Watson, Skinner
• Teoria da aprendizagem social
– Bandura
• Teorias psicodinâmicas
– Freud, Erikson
• Teorias nativistas
– Chomsky
• Teorias do desenvolvimento contextual/cultural
– Vygotsky
• Teorias cognitivas desenvolvimentais
– Piaget
Teoria do desenvolvimento cognitivo
de Jean Piaget
• (1) Introdução geral
• (2) Perído sensório-motor
• (3) Período pré-operatório
• (4) Período Operatório concreto
• (5) Período Operatório abstrato
Epistemologia genética: uma teoria
construtivista
• Nem ideias/aptidões inatas, nem tábula rasa
• O mundo não está pronto dentro da pessoa, e
não está aguardando pronto a ser descoberto
– Construtivismo
• A mente se constrói na interação com o
ambiente
• O real depende do quão desenvolvido está o
seu conhecimento
Como Piaget descreve a mudança
desenvolvimental?
• O desenvolvimento ocorre em estágios, com
mudanças qualitativas na organização da
cognição
• Assim, as crianças não são mais lentas ou
menos esclarecidas que os adultos: elas
entendem o mundo de uma forma
qualitativamente diferente.
• Estágios formam uma sequência invariante
Estágios do desenvolvimento
cognitivo
(1) Perído sensório-motor (0-2 anos)
(2) Período pré-operatório (2-7 anos)
(3) Período Operatório concreto (7-11 anos)
(4) Período Operatório Formal/abstrato (11-16
anos)
O que se desenvolvem?
• Estruturas cognitivas: os meios pelos quais a
experiência é interpretada e organizada: a
realidade é aquilo que você vê.
• Inicialmente, as estruturas cognitivas são
bastante primitivas e básicas, como os reflexos
de sucção e apreensão (os “esquemas”)
Como se desenvolvem?
• Acomodação: Incorporar novas experiências a
estruturas já existentes (conserva)
– Quando ocorre? Quando a mente está em estado
de equilíbrio, estruturas estáveis
• Assimilação: Mudar estruturas antigas para
poder processar novas experiências (progride)
– Quando ocorre? Quando uma experiência cria
instabilidade
• Desenvolvimento ativo
Aplicações
• Aprendizagem instrucional é pouco
importante
• Criança precisa reconstruir o conhecimento. O
conhecimento do adulto não pode ser
formalmente comunicado à criança
• Importância das interações entre pares
I. Período sensório-motor (0-2 anos)
• Reflexos motores básicos: sucção,apreensão,
movimento dos olhos, orentação para sons
• Ao se exercitarem e se coordenarem estes
reflexos, a criança desenvolve:
– intencionalidade: habilidade de agir orientada a um
objetivo (causa e efeito)
– permanência de objeto: Entendimento de que os
objetos continuam existindo apesar de fora do seu
campo de visão (ação x o objeto que sofre a ação)
I. Estágio 1
• Atividade reflexa opera independentemente
• Sujeito e objeto fundidos
• Esquemas são ativados ao acaso: não há
intencionalidade
I. Estágio 2
• Reações circulares
– Tentativa e erro resulta em interessantes
comportamentos que são então repetidos
– Exemplo: sugar o polegar
– Conceito de objeto: se ele desaparece, não vai
procurá-lo
– Intencionalidade (agência): começa a emergir,
poiso bebê inicia a prática de alguns esquemas
I. Estágio 3
• Relações circulares mais aprimoradas
– Repete ações simples em objetos externos
– Bate um brinquedo para fazer barulho
– Intencionalidade: “causalidade mágica”: bater
acidentalmente o brinquedo faz um barulho
interessante!
– Conceito de objeto: busca visual por um objeto
que desapareceu, mas não procura objetos
completamente encobertos
I. Estágio 4
• Coordenação das reações circulares
• Combinação de esquemas para criar sequências
de ação
• Intencionalidade aparece por completo: meios-
fins
– Bebê puxa toalha para descobrir objeto, ativando
novo esquema (agrarrar brinquedo)
– Mas o bebê entende que o objeto existeem separado
ao esquema que usa para encontrá-lo?
• Não. Evidência? Erro A não B.
Tarefa A não-B
Tentativa A1
Tarefa A não-B
Tentativa A1
Tarefa A não-B
Tentativa A1
Tarefa A não-B
Tentativa A2
Tarefa A não-B
Tentativa A2
Tentativa A2
Tarefa A não-B
Tarefa A não-B
Tentativa B
Tarefa A não-B
Tentativa B
Tarefa A não-B
Tentativa B
??
Tarefa A não-B
• A criança continua procurandoo objeto no
primeiro local em que foi escondido
• O objeto ainda é entendido subjetivamente
• O objeto permanece associado ao esquema
em que obteve sucesso anteriormente
I. Estágio 5
• Relações circulares terciárias
– Variações experimentais
– Busca de novidade, novos meios
– Limitadas às ações físicas
– Já consegue resolver A não-, mas não quando
encobertos totalmente (exemplo de Piaget)
• Requer que faça cálculo mental da nova localização
I. Estágio 6
• Resolve a busca pelo objeto escondido
completamente
– Representam o mundo mentalmente, na ausência
dos objetos
– Entende que o objeto existe independente de suas
ações sensório-motoras
– Função semiótica: independência dos objetos:
combinações mentais para resolver problemas de
tentativa-e-erro.
I. Período sensório-motor: resumo
• Termina com o surgimento da representação
simbólica
• Permanência do objeto é compreendida
• Habilidades de causa-e-efeito
II. Período pré-operatório
• Pensamento simbólico sem operações
• Operações: princípios lógicos aplicados a
símbolos e não a objetos.
– Reversibilidade
– Compensação
– Identidade
• Na ausência de operações o pensamento é
regido mais pela aparência do que pela
necessidade lógica.
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
Desenvolvimento humano
Pre-operational thinking and
problems of conservation
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
• Por que a criança do pré-operatório falham
nos problemas de conservação?
– Porque seu pensamento não é governado pelo
princípio da reversibilidade (virar a água no pote
pequeno pode ser revertida), compensação (o
decréscimo da altura é compensado pela largura),
identidade (nenhuma quantidade de líquido fora
adicionada ou retirada).
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
Consequências do pensamento pré-
operatório
• Não governado por operações lógicas
• Consequentemente, parece egocêntrico e
intuitivo (ilógico).
– Foco em apenas um aspecto do problema
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
Pensamento pré-operatório e
problemas de conservação
III. Período operatório concreto
(7-12 anos)
• Pensamento qualitativamente diferente nos
problemas de conservação
• Flexível e descentrado
• Coordenação de múltiplas dimensões
• Resolução de problemas lógica x empírica
• Reversibilidade
• Consciência das transformações
• Operações físicas foram internalizadas e se
tornaram cognitivas, mas a lógica ainda é
direcionada aos problemas físicos e concretos
III. Período operatório concreto
(7-12 anos)
• Sequência invariante ainda é observada, mas
as idades variam para a resolução de
problemas de conservação
IV. Período operatório formal
(12-16 anos)
• Operações formais: o pensamento não está
mais restrito ao concreto
• Direção interna: pensamento se torna o
objeto do pensamento
• Avanços na lógica indutiva e dedutiva
IV. Período operatório formal
(12-16 anos)
• Pensamento dedutivo no operatório concreto
voltado para experiência diária familiar:
• Se o Paulo rouba o brinquedo do João, como o João vai
se sentir?
• Nas operações formais, o pensamento vai
além da experiência, se torna abstrato:
• Se pudéssemos eliminar as injustiças, haveria paz no
mundo?
IV. Período operatório formal
(12-16 anos)
• Pensamento indutivo
– O pensamento científico: de observações
específicas para conclusões gerais através de teste
de hipóteses.
– Sistematicamente serão testadas todas as
possibilidades antes de se chegar a uma conclusão
Avaliando Piaget
• Pontos fortes:
• visão ativa do indivíduo
• Revelou invariantes cognitivas importantes do
desenvolvimento
• Valorizou o aprendizado perceptual-motor e não a primazia
da linguagem
• Pontos fracos:
• Distinção entre competência e desempenho
– Conhecimento (inferido pelo comportamento) x nível de
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• Estágios?
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(Siegler, 1988)

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Desenvolvimento humano

  • 2. O que é psicologia do desenvolvimento? “A ciência que busca entender como as pessoas mudam e permanecem as mesmas ao longo de suas vidas” (Berger, p.3) – O estudo do desenvolvimento social, emocional, cognitivo e biológico do indivíduo no seu espectro de vida – Mudança de foco • Antes: infância e adolescência • Agora: Todas as idades têm mudanças
  • 3. Por que estudar psicologia do desenvolvimento? • Conhecimento relevante para múltiplos domínios – choro do bebê, bebidas, amor, sexo, carreira, família, envelhecimento saudável... • Implicações para políticas públicas – Vacina do HPV • Habilidades de pesquisa e intervenção
  • 4. Motivo 1: “criar crianças” • Auxilia familiares e profissionais da saúde e da educação a compreenderem os desafios de se criar uma criança • Exemplo: pesquisadores identificaram abordagens eficazes que pais e cuidadores podem utilizar para ajudar crianças a lidarem com a raiva e outras emoções negativas.
  • 5. Motivo 2: Determinar políticas públicas  Conhecer o desenvolvimento humano acessora/informa tomadas de decisões em políticas públicas que afetam crianças e famílias • Exemplo: Pesquisas sobre as respostas das crianças em entrevistas auxilia juízes a obterem informações mais precisas de crianças
  • 6. Motivo 3: Entender a natureza humana • A pesquisa sobre o desenvolvimento humano oferece suporte para algumas das questões mais intrigantes da natureza humana, como por exemplo a existência de aptidões inatas e aprendidas
  • 8. Como se garante um crescimento “sadio”? Como se garante um envelhecimento sadio?
  • 9. O que causa a felicidade?
  • 10. O que é o amor?
  • 11. O desenvolvimento... • Ocorre ao longo de toda a vida • Mudanças na vida adulta • É multidimensional • mudanças biológicas, cognitivas, socioemocionais • É multidirecional • Algumas dimensões/componentes aumentam com o crescimento, outras diminuem • É plástico • Em que grau as características podem mudar ou são estáveis • É contextual • Influências datadas (idade/momento histórico/eventos de vida) • É estudado por muitas disciplinas
  • 12. processos biológicos • mudanças na natureza física • Altura e peso • cérebro • habilidades motoras • capacidade cardiovascular processos cognitivos • mudanças no pensamento e linguagem • Observar o móbile no berço • criar frase de duas palavras • Memorizar um poema • Sonhar em ser estrela de cinema processos socioemocionais • Mudancas nas relações, emoções e persnalidade • Bebê sorri ao toque da mãe • Menino bate no coleguinha • Moça chora ao passar em entrevista de emprego • O afeto entre um casal de idosos
  • 13. Alguns fundamentos históricos • Tanto Platão quanto Aristóteles entendiam que o bem-estar a longo prazo da sociedade dependiam da criação apropriada dos indivíduos quando criança. • Mas diferiam em suas abordagens.
  • 14. Fundamentos históricos: Platão e Aristóteles • Platão enfatizava o autocontrole e a disciplina – Aristóteles se preocupava com adequar o cuidado às necessidades da criança • Platão acreditava que a criança nascia com conhecimentos inatos – Aristóteles entendia que o conhecimento viria com a experiência
  • 15. • Homem jovem: “tem paixões fortes, e tende a buscar suas gratificações indiscriminadamente” • Homem velho: “é cínico... mente pequena, covarde, e sempre antecipa o perigo... ama a vida, e cada vez mais quanto mais se aproxima de seu último dia de vida…”
  • 16. Fundamentos históricos: Outros filósofos modernos • O filósofo inglês John Locke, assim como Aristóteles, entendia que a criança era como uma tábula rasa. – A educação deveria começar com rígida disciplina e gradualmente oferecer maior liberdade ao indivíduo • O francês Jean-Jacques Rousseau acreditava que os pais e a sociedade deveriam dar à criança o máximo de liberdade possível às crianças desde o início de suas vidas.
  • 17. Fundamentos históricos: Forças emergentes no séc. XIX • Abordagens de pesquisa – Movimentos de reforma social • Estabeleceram o legado da pesquisa conduzida para o benefício das crianças • Ofereceram as primeiras descrições dos efeitos adversos de ambientes hostis no desenvolvimento infantil – Teoria da Evolução de Darwin • Inspirou pesquisas em desenvolvimento humano para a compreensão da natureza da espécie humana Ambiente indivíduo
  • 18. Fundamentos históricos: Século XX • Desenvolvimento humano emerge como um campo formal de estudos • Sigmund Freud e John Watson formularam teorias do desenvolvimento neste período
  • 19. Temáticas em desenvolvimento humano • Inato x aprendido (nature x nurture) • Continuidade x descontinuidade • Mecanismos de mudança desenvolvimental • O contexto sociocultural • Diferenças individuais
  • 20. Questões básicas de desenvolvimento humano 1.Como natureza e ambiente juntos moldam o desenvolvimento? 2.Em que sentido o desenvolvimento é considerado contínuo, e em que sentido ele é descontínuo? 3.Como ocorre uma mudança? 4.Como o contexto sociocultural influencia o desenvolvimento? 5.Como as crianças podem ser tão diferentes umas das outras?
  • 21. 1. Inato x aprendido • A questão mais básica desenvolvimental: o desenvolvimento é influenciado primariamente pelo quê? – Inato (natureza): herança biológica, especialmente os genes que herdamos de nossos pais – Ambiente (nutrição): experiências ambientais (ambiente físico ou social)
  • 22. 1. Inato x aprendido • Entende-se que cada característica que apresentamos é criadapelo trabalho conjunto de genes e ambiente. • Mas como genes e ambiente trabalham juntos para moldar o desenvolvimento?
  • 23. 2. Desenvolvimento contínuo e descontínuo • Em que medida o desenvolvimento envolve mudanças graduais e cumulativas ou totalmente distintas?
  • 24. 2. Desenvolvimento contínuo e descontínuo Desenvolvimento contínuo: mudanças ocorrem gradualmente, um somatório Desenvolvimento descontínuo: envolve mudanças ocasionais de modo que pessoas de diferentes idades são “visivelmente” diferentes
  • 25. 2. Desenvolvimento contínuo e descontínuo  Dependendo de como é vista, mudanças na altura podem ser consideradas contínuas ou descontínuas – Ao examinar a altura de um menino em intervalos de idade desde o nascimento até os 18 anos faz da altura algogradual e contínuo • Ao examinar a quantidade de cm acrescidosna altura do mesmo menino de um ano para o outro faz da altura algo descontínuo
  • 26. 3. Estabilidade x mudança • O quanto somos produto de nossas experiências anteriores? • Em que ponto nos tornamos diferentes do que éramos? • Em que grau experiências passadas (especialmente a infância) determinam nosso desenvolvimento? – Em que grau somos aquilo que comemos?
  • 27. 3. Como ocorre uma mudança? • A abordagem evolutiva de Darwin oferece um aporte interessante para pensarmos nos mecanismos que produzem variações no desenvolvimento humano – Variação se refere às diferenças existem entre o pensamento e o comportamento dos indivíduos – Seleção descreve a sobreviência mais frequente e a reprodução de organismos que estão bem adaptados ao ambiente • De modo análogo, variações e seleções psicológicas produzem mudanças ao longo da vida individual
  • 28. 4. Como o contexto cultural influencia o desenvolvimento?  Contexto Sociocultural: Circunstâncias físicas, sociais, culturais, econômicas e históricas que compõem o ambiente humano  Os contextos de desenvolvimento diferem entre culturas – Exemplo: Famílias maias e ocidentais/europeus apresentam diferentes configurações para o hábito de dormir e as crianças: As crianças maias compartilham a cama com seus pais por muitos anos – A cultura ocidental valoriza a independência e a autoconfiançaand self- reliance, e os maias, a interdependência.
  • 29. 4. Como o contexto cultural influencia o desenvolvimento? • O desenvolvimento é afetado pelo contexto econômico, sobretudo o desenvolvimento infantil.
  • 30. 5. Como as crianças podem ser tão diferentes?  Diferenças individuais entre crianças aparecem muito rapidamente no desenvolvimento  Os genes, o tratamento que recebem de outros, suas reações subjetivas à forma com que são tratadas, e suas escolhas de ambiente,tudo contribui para diferenças, mesmo em uma mesma família.
  • 31. Teorias do desenvolvimento em Psicologia • Teorias behavioristas – Watson, Skinner • Teoria da aprendizagem social – Bandura • Teorias psicodinâmicas – Freud, Erikson • Teorias nativistas – Chomsky • Teorias do desenvolvimento contextual/cultural – Vygotsky • Teorias cognitivas desenvolvimentais – Piaget
  • 32. Teoria do desenvolvimento cognitivo de Jean Piaget • (1) Introdução geral • (2) Perído sensório-motor • (3) Período pré-operatório • (4) Período Operatório concreto • (5) Período Operatório abstrato
  • 33. Epistemologia genética: uma teoria construtivista • Nem ideias/aptidões inatas, nem tábula rasa • O mundo não está pronto dentro da pessoa, e não está aguardando pronto a ser descoberto – Construtivismo • A mente se constrói na interação com o ambiente • O real depende do quão desenvolvido está o seu conhecimento
  • 34. Como Piaget descreve a mudança desenvolvimental? • O desenvolvimento ocorre em estágios, com mudanças qualitativas na organização da cognição • Assim, as crianças não são mais lentas ou menos esclarecidas que os adultos: elas entendem o mundo de uma forma qualitativamente diferente. • Estágios formam uma sequência invariante
  • 35. Estágios do desenvolvimento cognitivo (1) Perído sensório-motor (0-2 anos) (2) Período pré-operatório (2-7 anos) (3) Período Operatório concreto (7-11 anos) (4) Período Operatório Formal/abstrato (11-16 anos)
  • 36. O que se desenvolvem? • Estruturas cognitivas: os meios pelos quais a experiência é interpretada e organizada: a realidade é aquilo que você vê. • Inicialmente, as estruturas cognitivas são bastante primitivas e básicas, como os reflexos de sucção e apreensão (os “esquemas”)
  • 37. Como se desenvolvem? • Acomodação: Incorporar novas experiências a estruturas já existentes (conserva) – Quando ocorre? Quando a mente está em estado de equilíbrio, estruturas estáveis • Assimilação: Mudar estruturas antigas para poder processar novas experiências (progride) – Quando ocorre? Quando uma experiência cria instabilidade • Desenvolvimento ativo
  • 38. Aplicações • Aprendizagem instrucional é pouco importante • Criança precisa reconstruir o conhecimento. O conhecimento do adulto não pode ser formalmente comunicado à criança • Importância das interações entre pares
  • 39. I. Período sensório-motor (0-2 anos) • Reflexos motores básicos: sucção,apreensão, movimento dos olhos, orentação para sons • Ao se exercitarem e se coordenarem estes reflexos, a criança desenvolve: – intencionalidade: habilidade de agir orientada a um objetivo (causa e efeito) – permanência de objeto: Entendimento de que os objetos continuam existindo apesar de fora do seu campo de visão (ação x o objeto que sofre a ação)
  • 40. I. Estágio 1 • Atividade reflexa opera independentemente • Sujeito e objeto fundidos • Esquemas são ativados ao acaso: não há intencionalidade
  • 41. I. Estágio 2 • Reações circulares – Tentativa e erro resulta em interessantes comportamentos que são então repetidos – Exemplo: sugar o polegar – Conceito de objeto: se ele desaparece, não vai procurá-lo – Intencionalidade (agência): começa a emergir, poiso bebê inicia a prática de alguns esquemas
  • 42. I. Estágio 3 • Relações circulares mais aprimoradas – Repete ações simples em objetos externos – Bate um brinquedo para fazer barulho – Intencionalidade: “causalidade mágica”: bater acidentalmente o brinquedo faz um barulho interessante! – Conceito de objeto: busca visual por um objeto que desapareceu, mas não procura objetos completamente encobertos
  • 43. I. Estágio 4 • Coordenação das reações circulares • Combinação de esquemas para criar sequências de ação • Intencionalidade aparece por completo: meios- fins – Bebê puxa toalha para descobrir objeto, ativando novo esquema (agrarrar brinquedo) – Mas o bebê entende que o objeto existeem separado ao esquema que usa para encontrá-lo? • Não. Evidência? Erro A não B.
  • 53. Tarefa A não-B • A criança continua procurandoo objeto no primeiro local em que foi escondido • O objeto ainda é entendido subjetivamente • O objeto permanece associado ao esquema em que obteve sucesso anteriormente
  • 54. I. Estágio 5 • Relações circulares terciárias – Variações experimentais – Busca de novidade, novos meios – Limitadas às ações físicas – Já consegue resolver A não-, mas não quando encobertos totalmente (exemplo de Piaget) • Requer que faça cálculo mental da nova localização
  • 55. I. Estágio 6 • Resolve a busca pelo objeto escondido completamente – Representam o mundo mentalmente, na ausência dos objetos – Entende que o objeto existe independente de suas ações sensório-motoras – Função semiótica: independência dos objetos: combinações mentais para resolver problemas de tentativa-e-erro.
  • 56. I. Período sensório-motor: resumo • Termina com o surgimento da representação simbólica • Permanência do objeto é compreendida • Habilidades de causa-e-efeito
  • 57. II. Período pré-operatório • Pensamento simbólico sem operações • Operações: princípios lógicos aplicados a símbolos e não a objetos. – Reversibilidade – Compensação – Identidade • Na ausência de operações o pensamento é regido mais pela aparência do que pela necessidade lógica.
  • 65. • Por que a criança do pré-operatório falham nos problemas de conservação? – Porque seu pensamento não é governado pelo princípio da reversibilidade (virar a água no pote pequeno pode ser revertida), compensação (o decréscimo da altura é compensado pela largura), identidade (nenhuma quantidade de líquido fora adicionada ou retirada). Pensamento pré-operatório e problemas de conservação
  • 66. Consequências do pensamento pré- operatório • Não governado por operações lógicas • Consequentemente, parece egocêntrico e intuitivo (ilógico). – Foco em apenas um aspecto do problema
  • 70. III. Período operatório concreto (7-12 anos) • Pensamento qualitativamente diferente nos problemas de conservação • Flexível e descentrado • Coordenação de múltiplas dimensões • Resolução de problemas lógica x empírica • Reversibilidade • Consciência das transformações • Operações físicas foram internalizadas e se tornaram cognitivas, mas a lógica ainda é direcionada aos problemas físicos e concretos
  • 71. III. Período operatório concreto (7-12 anos) • Sequência invariante ainda é observada, mas as idades variam para a resolução de problemas de conservação
  • 72. IV. Período operatório formal (12-16 anos) • Operações formais: o pensamento não está mais restrito ao concreto • Direção interna: pensamento se torna o objeto do pensamento • Avanços na lógica indutiva e dedutiva
  • 73. IV. Período operatório formal (12-16 anos) • Pensamento dedutivo no operatório concreto voltado para experiência diária familiar: • Se o Paulo rouba o brinquedo do João, como o João vai se sentir? • Nas operações formais, o pensamento vai além da experiência, se torna abstrato: • Se pudéssemos eliminar as injustiças, haveria paz no mundo?
  • 74. IV. Período operatório formal (12-16 anos) • Pensamento indutivo – O pensamento científico: de observações específicas para conclusões gerais através de teste de hipóteses. – Sistematicamente serão testadas todas as possibilidades antes de se chegar a uma conclusão
  • 75. Avaliando Piaget • Pontos fortes: • visão ativa do indivíduo • Revelou invariantes cognitivas importantes do desenvolvimento • Valorizou o aprendizado perceptual-motor e não a primazia da linguagem • Pontos fracos: • Distinção entre competência e desempenho – Conhecimento (inferido pelo comportamento) x nível de interesse, atenção, motivação, linguagem • Estágios? – Um olhar mais próximo pode revelar mais mudanças contínuas (Siegler, 1988)

Notas do Editor

  1. Sexualidade e pulsões como influências do desenvolvimento e watson com a ideia de que ao se manipular o ambiente se obteriam os comportamentos desejáveis