Otimizando o tratamento da
dor e anestesia: comparativo de
        drogas e custos
               Pablo B Gusman

           Mestre e Doutor em Anestesiologia,
    Título de Especialista em Medicina Intensiva, AMIB
        Habilitação para Tratamento da Dor, SBA
           Médico do Comitê de Qualidade HM


                          2011
Conc Plasmática (Mcg/mL)
200
                            Modalidades de Utilização
          Bolus
150
                      Distribuição


100
           Janela terapêutica
 50
                                                           Eliminação
  0
      0    1      2         5              10         15   20    25     30
                           Hospital Meridional 2009
                                                                Tempo (min)
Conc Plasmática (Mcg/mL)
200
                            Modalidades de Utilização
          Bolus
150

                                                      Infusão contínua
100


 50


  0
      0    1      2         5              10          15   20    25     30
                           Hospital Meridional 2009
                                                                 Tempo (min)
Conc Plasmática (Mcg/mL)
200
                            Modalidades de Utilização
          Bolus
150

                                                      Infusão contínua
100


 50

                                       Bolus intermitentes
  0
              10

                     20

                                 30

                                                 45

                                                         60

                                                              80
  0

        2




                                                                       0
                                                                     10
                           Hospital Meridional 2009
                                                                   Tempo (min)
Tabela de Valores
          FÁRMACO           PREÇO (R$)
Midazolam (5mg/5ml)            1,80
Fentanil (10ml)                1,90
Alfentanil (2,5mg/5ml)         12,60
Sufentanil (50µg/1ml)           8,11
Remifentanil (2mg)             27,17
Propofol (200mg/20ml)           4,30
Propofol PFS (500mg/50ml)     102,00
Clonidina (150µg/1ml)           4,17
Dexmedetomidina (200µg)       100,00

Isoflurano                     0,50 / ml
Sevoflurano                    1,60 / ml
Propofol + Remifentanil
Infusão Controlada Manual (MCI)
   Midazolam
       5 mg = 1 amp
            R$ 1,80
   Remifentanil
       2520 µg = 2 amp
            R$ 54,34
   Propofol
       1150 mg = 6 amp
            R$ 25,80


         Total
        R$ 81,94
R$ 40,97 / hora
                          * OBS: acrescentar preço equipo se necessário
Propofol TCI (Diprifusor) +
Remifentanil MCI
   Remifentanil
       2520 µg = 2 amp
            R$ 54,34
   Propofol PFS
       1020 mg = 2 seringas
            R$ 204,00



                 Total
                R$ 258,34
        R$ 129,17 / hora
Propofol TCI Aberto +
Remifentanil MCI
   Remifentanil
       2520 µg = 2 amp
            R$ 54,34
   Propofol
       1020 mg = 5 amp
            R$ 21,50




         Total
        R$ 75,84
R$ 37,92 / hora
                          * OBS: acrescentar preço equipo se necessário
Propofol TCI Aberto +
Sufentanil MCI
   Sufentanil
       105 µg = 2 amp
            R$ 16,22
   Propofol
       1020 mg = 5 amp
            R$ 21,50



              Total
              R$ 37,72
    R$ 18,86 / hora
Propofol TCI Aberto +
Alfentanil MCI
   Alfentanil
       13,8 mg = 6 amp
            R$ 75,60
   Propofol
       1020 mg = 5 amp
            R$ 21,50



              Total
              R$ 97,10
    R$ 48,55 / hora
Tabela de Custo Direto
      TÉCNICA           CUSTO (R$ / hora)
Prop MCI + Remi MCI          40,97
Prop TCIf + Remi MCI         129,17
Prop TCIf + SFNT MCI         110,11
Prop TCIf + ALFNT MCI        139,80
Prop TCIa + Remi MCI         37,92
Prop TCIa + SFNT MCI         18,86
Prop TCIa + ALFNT MCI        48,55
Inalatório +
Remifentanil MCI
    Remifentanil                   • Remifentanil
        2520 µg = 2 amp          – 2520 µg = 2 amp
             R$ 54,34
                                            • R$ 54,34
    Sevoflurano
        10 ml/h = 2 horas
                                       • Isoflurano
             R$ 16,00 x 2 = R$   – 7 ml/h = 2 horas
              32,00                     • R$ 3,5 x 2 =
                                              R$ 7,00

                Total                  Total
               R$ 86,34               R$ 61,34
      R$ 43,17 / hora             R$ 30,67 / hora
Inalatório +
Remifentanil MCI
    Sufentanil                   • Sufentanil
        105 µg = 2 amp             – 105 µg = 2 amp
             R$ 16,22
                                       • R$ 16,22
    Sevoflurano
        10 ml/h = 2 horas
                                  • Isoflurano
             R$ 16,00 x 2 = R$     – 7 ml/h = 2 horas
              32,00                    • R$ 3,5 x 2 =
                                         R$ 7,00

                Total                     Total
               R$ 48,22                   R$ 23,22
      R$ 24,11 / hora                R$ 11,61 / hora
Otimizar Custo Anestésico

    Pré   anestésico
        Midazolam           R$ 1,80
          Diminui  ansiedade
          Redução necessidades anestésicos

          Facilitação de indução suave
Otimizar Custo Anestésico

   Alfa-2 Agonistas
       Sedação
       Analgesia
       Simpaticolítico
            Atenua resposta neuroendócrina trauma
       Redução necessidades hipno analgésicos
            25-50% menos hipnótico e opióide
Otimizar Custo Anestésico
                   Clonidina Dexmedetomidina

 Alfa-1 : Alfa-2    1 : 205     1 : 1.600

 T ½ beta (h)       10 - 13       2-3

                   R$ 4,17    R$ 100,00
O que é a dor?
   Não é apenas uma modalidade
  sensorial, mas uma experiência.

  Sensação e experiência emocional
 desagradáveis, associada com lesão
    tecidual atual ou em potencial.
DOR                                      IASP
              Hospital Meridional 2011
O ato anestésico não termina na sala operatória




            Jardin des Tullieries, Paris, 2008
                          Hospital Meridional 2009
DOR
                       DOR

• Altera funções respiratórias e circulatórias,
• Aumenta risco de complicações pulmonares,
• Resposta metabólica ao estresse (> tônus simpático,
catecolaminas, estímulo hipotalâmico, > hormônios
catabolizantes).



                       Hospital Meridional 2011
-Obtenção de analgesia e ansiólise

              -Tornar tolerável os cuidados
              dolorosos ou desagradáveis

              - Reduzir o consumo de O2
              - Permitir mobilização precoce

              - Reduzir a incidência de
              complicações neuro- psíquicas
Paris, 2008   durante a permanência hosp
                Hospital Meridional 2009
Objetivo
Estabelecer  padrão para a
 realização da rotina na
 conduta médica nos casos de
 dor no pós-operatória.


DOR
           Hospital Meridional 2011
Pacientes alvo
   Aqueles que, em qualquer momento da evolução da
    sua doença, apresentem queixas de dor, onde o médico
    generalista não possui conhecimentos de técnicas
    específicas para o controle adequado da dor, após ter o
    diagnóstico firmado por este médico assistente.

   Atendimento em regime de Interconsultas e a clínica de
    origem    do    paciente    sempre      manterá      o
    acompanhamento simultâneo destes pacientes.



DOR
                         Hospital Meridional 2011
Pacientes alvo
   Aqueles submetidos a procedimentos cirúrgicos que
    necessitem de analgesia pós-operatória por mais de 24
    horas, internados nas unidades de terapia intensiva e
    demais unidades hospitalares, segundo protocolo
    descritivo de intensidade da dor pós-operatória em
    função da cirurgia.



DOR
                          Hospital Meridional 2011
Profissionais
   Técnicos de enfermagem

   Enfermeiros

   Médicos clínicos

   Cirurgiões

   Anestesistas

DOR
                       Hospital Meridional 2011
Metodologia
       Aulas   teóricas

       Workshops    hands on

       E-learning

       Lunch   meeting


DOR
                      Hospital Meridional 2011
Dor como 5º sinal vital
  PA
  FC
  Respiração                          DOR
  Temperatura
  Dor

            Hospital Meridional 2009
Monitorização da Analgesia
• Escala analógica visual:
       0                                                           10
       ausência de dor                              pior dor imaginável


• Escala numérica visual:
       0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

ausência de dor                                        pior dor imaginável
                         Hospital Meridional 2009
Demanda analgésica
•   Porte cirúrgico

•   Topografia cirúrgica
    –   cirurgia torácica (não-cardíaca e cardíaca)
    –   cirurgia de abdome superior


•   Paciente adulto
    –   idade VS peso
    –   estado físico VS peso


                                              Macintyre & Jarvir, 1996
Porte maior


      Demanda maior



Analgésicos potentes (24hs)*
 Técnicas mais elaboradas

                           *Chelly, 2004
Intensidade e duração da dor pós-operatória em
função do tipo de cirurgia

           Duração inferior a 48 horas    Duração superior a 48 h

   Dor Colecistectomia (laparotomia) Cirurgia abdominal supra e
  forte Prostatectomia (via abdominal)            infra-umbilical
         Histerectomia (via abdominal)           Esofagectomia
                              Cesárea         Hemorroidectomia
                                                     Toracotomia
                                               Cirurgia vascular
                                                   Cirurgia renal
                                       Cirurgia articular (exceto
                                                          quadril)
                                              Cirurgia de coluna
                                                        (fixação)
                                                Amigdalectomia
Intensidade e duração da dor pós-operatória em
função do tipo de cirurgia

               Duração inferior a 48
                                        Duração superior a 48 h
                              horas
      Dor           Apendicectomia             Cirurgia cardíaca
 moderada            Hérnia inguinal                      Quadril
              Vidéo-cirurgia torácica     Cirurgia ORL (laringe,
               Histerectomia vaginal                     faringe)
             Cir ginecológica menor
            Endoscopia ginecológica
                        Mastectomia
                        Hérnia discal
                      Tireoidectomia
                       Neurocirurgia
Intensidade e duração da dor pós-operatória em
função do tipo de cirurgia

             Duração inferior a 48 horas     Duração superior a 48 h

  Dor leve             Colecistectomia VL
                     Prostatectomia RTU
                 Cirurgia urológica menor
                              Postectomia
                               Curetagem
                    Cirurgia oftalmológica
Escala Analgésica
            Analgesia
 Opióide forte + AINH +
 Drogas adjuvantes                         Dor > 7


PERSISTENCIA OU AUMENTO DA DOR
      Opióide fraco + AINH +
        Drogas adjuvantes                            Dor 4 - 6

PERSISTENCIA OU AUMENTO DA DOR

  AINH + Drogas adjuvantes
                Hospital Meridional 2009                     Dor 1 - 3
Fármaco                       Dose
  CLASSIFICAÇÃO DA DOR:

                               Nenhum        Nenhuma
 Zero (0) = Ausência de Dor.

                               Dipirona      0,5 a 1 g 6/6 h VO ou EV
 Um a Três (1 a 3) = Dor de    Parecoxibe    40 mg 24/24 h EV
   fraca intensidade.          Cetoprofeno   100 mg 8/8 h EV #
                               Codeína       30 a 60 mg 6/6 h VO ou EV (equianalgesia
 Quatro a Seis (4 a 6) = Dor                     VO:EV 2:1)
 de intensidade moderada.      Tramadol      50 a 100 mg (1 a 1,5 mg/kg) 6/6 h VO ou
                                                 EV #

                               Oxicodona     10 a 40 mg 12/12 h VO
                               Morfina       3 mg a cada 10 minutos até Dor zero EV
 Sete a Nove (7 a 9) = Dor                   Manter dose encontrada EV 4/4 h ou VO
    de forte intensidade.                    3 vezes a dose EV 4/4h.
                                                 (equianalgesia VO:EV 3:1)
                               Nalbufina     10 mg a cada 3 a 6 H EV (não usar
                                                 associado a Morfina)
 Dez (10) = Dor de                           Optar por outra técnica, solicitando
 intensidade insuportável                       interconsulta com anestesiologia


* No caso de existência de cateter peridural, a primeira opção será a realização de
                                    Hospital Meridional 2009
analgesia com baixas doses de anestésico local pelo cateter: Marcaína 0,125% 10 mL.
Custos de tratamento
 AINH e drogas adjuvantes
Novalgina      01 ampola 6/6 h EV               01 ampola 6/6 h EV
                                                R$ 1,04 * 4 = R$ 4,16

Bextra         40 mg 24/24 h EV                 01 frasco 24/24 h EV
                                                R$ 45,89

Profenid       100 mg 8/8 h EV #                01 frasco 8/8 h EV #
                                                R$ 9,97 * 3 = R$ 29,93
                                                R$ 17,05 * 3 = R$ 51,15
                                                R$ 5,48 * 3 = R$ 16,44
                                                R$ 97,52      R$ 46,39


     # equipo macrogotas e soro fisiológico 250 mL
                     Valores 2º semestre de 2010
Custos de tratamento
 AINH e drogas adjuvantes

Ketamin S+   01 ampola peridural ou   01 ampola
                EV                    R$ 12,20

Clonidin     01 ampola peridural ou   01 ampola
                EV                    R$ 5,79
Custos de tratamento
Opióides fracos e drogas adjuvantes
Codein         30 mg 6/6 h EV                   01 ampola 6/6 h EV
                                                R$ 7,23 * 4 = R$ 28,95

Tramal         100 mg 6/6 h EV                  01 ampola 6/6 h EV #
                                                R$ 10,00 * 4 = R$ 40,00
                                                R$ 17,05 * 3 = R$ 51,15
                                                R$ 5,48 * 3 = R$ 16,44
                                                R$ 107,59      R$ 56,44

Nausedron      4 mg 8/8 h EV                    01 ampola 8/8 h EV
                                                R$ 27,06 * 3 = R$ 81,18


     # equipo macrogotas e soro fisiológico 250 mL
Custos de tratamento
Opióides fortes
Dimorf    2 mg h peridural   01 ampola pd
                             R$ 5,00

Dimorf    0,2 mg raqui       01 ampola rq
                             R$ 4,48

Dimorf    10 mg 4/4 h EV     01 ampola 4/4 h EV
                             R$ 3,29 * 6 = R$ 19,78

Nubain    10 mg 6/6 h EV     01 ampola 6/6 h EV
                             R$ 13,39 * 4 = R$ 53,56
Custos de tratamento
Opióides fracos e drogas adjuvantes
Dimorf    2 mg h peridural     01 ampola pd
                               R$ 5,00

Dimorf    0,2 mg raqui         01 ampola rq
                               R$ 4,48

Dimorf    10 mg 4/4 h EV       01 ampola 4/4 h EV
                               R$ 3,29 * 6 = R$ 19,78
Analgesia controlada pelo paciente
      GemStar          PCA Master




      PMP PCA              Lignea
Conc Plasmática (Mcg/mL)
200
                            Modalidades de Utilização
          Bolus
150
                      Distribuição


100
           Janela terapêutica
 50
                                                           Eliminação
  0
      0    1      2         5              10         15   20    25     30
                           Hospital Meridional 2009
                                                                Tempo (min)
Conc Plasmática (Mcg/mL)
200
                            Modalidades de Utilização
          Bolus
150

                                                      Infusão contínua
100


 50


  0
      0    1      2         5              10          15   20    25     30
                           Hospital Meridional 2009
                                                                 Tempo (min)
Conc Plasmática (Mcg/mL)
200
                            Modalidades de Utilização
          Bolus
150

                                                      Infusão contínua
100


 50

                                       Bolus intermitentes
  0
              10

                     20

                                 30

                                                 45

                                                         60

                                                              80
  0

        2




                                                                       0
                                                                     10
                           Hospital Meridional 2009
                                                                   Tempo (min)
Modalidades de tratamento
•   Por demanda (CONVENCIONAL)
    –   se necessário
    –   SOS


•   ATIVA
    –   de horário
    –   analgesia controlada pelo paciente (PCA)
Regime S/N - IM
 Inflexibilidade



  Dependência
                                    Tratamento
                                   inadequado!

   Demora

                  Especialmente em
              Cirurgias de grande porte
Tratamento ATIVO
Regime por horário
•   Melhor relação CUSTO x BENEFÍCIO

•   Via
    –   Intramuscular


•   Horário

•   Avaliação sistemática
Tratamento ATIVO
PCA - Conceitos
  •   PCA
      –   “Analgesia Controlada pelo Paciente”

  •   Individualidade
      –   demanda de analgésicos
           •   “sensibilidade” individual

  •   Interatividade
  •   Após analgesia efetivamente alcançado
      por outras técnicas
ACP via venosa
    DIMORF
    Diluição:
    Morfina 10mg-------------4 amp    R$ 3,29*4= R$ 13,20
    Soro fisiol 0,9% ml-------1 fr    R$ 5,48
    Equipo Gemstar----------1 unidade R$ 45,00
                             R$63,68

                   Via cateter peridural:
•   Dose inicial:
       Morfina 1mg + Bupivacaína 0,25% - 10 ml
•   Infusão contínua: 5 ml/h
•   Bolus PCA: 2,5 ml
•   Tempo de bloqueio: 20-30 min
Custos de anestesia

Custos de anestesia

  • 1.
    Otimizando o tratamentoda dor e anestesia: comparativo de drogas e custos Pablo B Gusman Mestre e Doutor em Anestesiologia, Título de Especialista em Medicina Intensiva, AMIB Habilitação para Tratamento da Dor, SBA Médico do Comitê de Qualidade HM 2011
  • 2.
    Conc Plasmática (Mcg/mL) 200 Modalidades de Utilização Bolus 150 Distribuição 100 Janela terapêutica 50 Eliminação 0 0 1 2 5 10 15 20 25 30 Hospital Meridional 2009 Tempo (min)
  • 3.
    Conc Plasmática (Mcg/mL) 200 Modalidades de Utilização Bolus 150 Infusão contínua 100 50 0 0 1 2 5 10 15 20 25 30 Hospital Meridional 2009 Tempo (min)
  • 4.
    Conc Plasmática (Mcg/mL) 200 Modalidades de Utilização Bolus 150 Infusão contínua 100 50 Bolus intermitentes 0 10 20 30 45 60 80 0 2 0 10 Hospital Meridional 2009 Tempo (min)
  • 5.
    Tabela de Valores FÁRMACO PREÇO (R$) Midazolam (5mg/5ml) 1,80 Fentanil (10ml) 1,90 Alfentanil (2,5mg/5ml) 12,60 Sufentanil (50µg/1ml) 8,11 Remifentanil (2mg) 27,17 Propofol (200mg/20ml) 4,30 Propofol PFS (500mg/50ml) 102,00 Clonidina (150µg/1ml) 4,17 Dexmedetomidina (200µg) 100,00 Isoflurano 0,50 / ml Sevoflurano 1,60 / ml
  • 6.
    Propofol + Remifentanil InfusãoControlada Manual (MCI)  Midazolam  5 mg = 1 amp  R$ 1,80  Remifentanil  2520 µg = 2 amp  R$ 54,34  Propofol  1150 mg = 6 amp  R$ 25,80 Total R$ 81,94 R$ 40,97 / hora * OBS: acrescentar preço equipo se necessário
  • 7.
    Propofol TCI (Diprifusor)+ Remifentanil MCI  Remifentanil  2520 µg = 2 amp  R$ 54,34  Propofol PFS  1020 mg = 2 seringas  R$ 204,00 Total R$ 258,34 R$ 129,17 / hora
  • 8.
    Propofol TCI Aberto+ Remifentanil MCI  Remifentanil  2520 µg = 2 amp  R$ 54,34  Propofol  1020 mg = 5 amp  R$ 21,50 Total R$ 75,84 R$ 37,92 / hora * OBS: acrescentar preço equipo se necessário
  • 9.
    Propofol TCI Aberto+ Sufentanil MCI  Sufentanil  105 µg = 2 amp  R$ 16,22  Propofol  1020 mg = 5 amp  R$ 21,50 Total R$ 37,72 R$ 18,86 / hora
  • 10.
    Propofol TCI Aberto+ Alfentanil MCI  Alfentanil  13,8 mg = 6 amp  R$ 75,60  Propofol  1020 mg = 5 amp  R$ 21,50 Total R$ 97,10 R$ 48,55 / hora
  • 11.
    Tabela de CustoDireto TÉCNICA CUSTO (R$ / hora) Prop MCI + Remi MCI 40,97 Prop TCIf + Remi MCI 129,17 Prop TCIf + SFNT MCI 110,11 Prop TCIf + ALFNT MCI 139,80 Prop TCIa + Remi MCI 37,92 Prop TCIa + SFNT MCI 18,86 Prop TCIa + ALFNT MCI 48,55
  • 12.
    Inalatório + Remifentanil MCI  Remifentanil • Remifentanil  2520 µg = 2 amp – 2520 µg = 2 amp  R$ 54,34 • R$ 54,34  Sevoflurano  10 ml/h = 2 horas • Isoflurano  R$ 16,00 x 2 = R$ – 7 ml/h = 2 horas 32,00 • R$ 3,5 x 2 = R$ 7,00 Total Total R$ 86,34 R$ 61,34 R$ 43,17 / hora R$ 30,67 / hora
  • 13.
    Inalatório + Remifentanil MCI  Sufentanil • Sufentanil  105 µg = 2 amp – 105 µg = 2 amp  R$ 16,22 • R$ 16,22  Sevoflurano  10 ml/h = 2 horas • Isoflurano  R$ 16,00 x 2 = R$ – 7 ml/h = 2 horas 32,00 • R$ 3,5 x 2 = R$ 7,00 Total Total R$ 48,22 R$ 23,22 R$ 24,11 / hora R$ 11,61 / hora
  • 14.
    Otimizar Custo Anestésico  Pré anestésico  Midazolam R$ 1,80  Diminui ansiedade  Redução necessidades anestésicos  Facilitação de indução suave
  • 15.
    Otimizar Custo Anestésico  Alfa-2 Agonistas  Sedação  Analgesia  Simpaticolítico  Atenua resposta neuroendócrina trauma  Redução necessidades hipno analgésicos  25-50% menos hipnótico e opióide
  • 16.
    Otimizar Custo Anestésico Clonidina Dexmedetomidina Alfa-1 : Alfa-2 1 : 205 1 : 1.600 T ½ beta (h) 10 - 13 2-3 R$ 4,17 R$ 100,00
  • 17.
    O que éa dor? Não é apenas uma modalidade sensorial, mas uma experiência. Sensação e experiência emocional desagradáveis, associada com lesão tecidual atual ou em potencial. DOR IASP Hospital Meridional 2011
  • 18.
    O ato anestésiconão termina na sala operatória Jardin des Tullieries, Paris, 2008 Hospital Meridional 2009
  • 19.
    DOR DOR • Altera funções respiratórias e circulatórias, • Aumenta risco de complicações pulmonares, • Resposta metabólica ao estresse (> tônus simpático, catecolaminas, estímulo hipotalâmico, > hormônios catabolizantes). Hospital Meridional 2011
  • 20.
    -Obtenção de analgesiae ansiólise -Tornar tolerável os cuidados dolorosos ou desagradáveis - Reduzir o consumo de O2 - Permitir mobilização precoce - Reduzir a incidência de complicações neuro- psíquicas Paris, 2008 durante a permanência hosp Hospital Meridional 2009
  • 21.
    Objetivo Estabelecer padrãopara a realização da rotina na conduta médica nos casos de dor no pós-operatória. DOR Hospital Meridional 2011
  • 22.
    Pacientes alvo  Aqueles que, em qualquer momento da evolução da sua doença, apresentem queixas de dor, onde o médico generalista não possui conhecimentos de técnicas específicas para o controle adequado da dor, após ter o diagnóstico firmado por este médico assistente.  Atendimento em regime de Interconsultas e a clínica de origem do paciente sempre manterá o acompanhamento simultâneo destes pacientes. DOR Hospital Meridional 2011
  • 23.
    Pacientes alvo  Aqueles submetidos a procedimentos cirúrgicos que necessitem de analgesia pós-operatória por mais de 24 horas, internados nas unidades de terapia intensiva e demais unidades hospitalares, segundo protocolo descritivo de intensidade da dor pós-operatória em função da cirurgia. DOR Hospital Meridional 2011
  • 24.
    Profissionais  Técnicos de enfermagem  Enfermeiros  Médicos clínicos  Cirurgiões  Anestesistas DOR Hospital Meridional 2011
  • 25.
    Metodologia  Aulas teóricas  Workshops hands on  E-learning  Lunch meeting DOR Hospital Meridional 2011
  • 26.
    Dor como 5ºsinal vital PA FC Respiração DOR Temperatura Dor Hospital Meridional 2009
  • 27.
    Monitorização da Analgesia •Escala analógica visual: 0 10 ausência de dor pior dor imaginável • Escala numérica visual: 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ausência de dor pior dor imaginável Hospital Meridional 2009
  • 29.
    Demanda analgésica • Porte cirúrgico • Topografia cirúrgica – cirurgia torácica (não-cardíaca e cardíaca) – cirurgia de abdome superior • Paciente adulto – idade VS peso – estado físico VS peso Macintyre & Jarvir, 1996
  • 30.
    Porte maior Demanda maior Analgésicos potentes (24hs)* Técnicas mais elaboradas *Chelly, 2004
  • 31.
    Intensidade e duraçãoda dor pós-operatória em função do tipo de cirurgia Duração inferior a 48 horas Duração superior a 48 h Dor Colecistectomia (laparotomia) Cirurgia abdominal supra e forte Prostatectomia (via abdominal) infra-umbilical Histerectomia (via abdominal) Esofagectomia Cesárea Hemorroidectomia Toracotomia Cirurgia vascular Cirurgia renal Cirurgia articular (exceto quadril) Cirurgia de coluna (fixação) Amigdalectomia
  • 32.
    Intensidade e duraçãoda dor pós-operatória em função do tipo de cirurgia Duração inferior a 48 Duração superior a 48 h horas Dor Apendicectomia Cirurgia cardíaca moderada Hérnia inguinal Quadril Vidéo-cirurgia torácica Cirurgia ORL (laringe, Histerectomia vaginal faringe) Cir ginecológica menor Endoscopia ginecológica Mastectomia Hérnia discal Tireoidectomia Neurocirurgia
  • 33.
    Intensidade e duraçãoda dor pós-operatória em função do tipo de cirurgia Duração inferior a 48 horas Duração superior a 48 h Dor leve Colecistectomia VL Prostatectomia RTU Cirurgia urológica menor Postectomia Curetagem Cirurgia oftalmológica
  • 34.
    Escala Analgésica Analgesia Opióide forte + AINH + Drogas adjuvantes Dor > 7 PERSISTENCIA OU AUMENTO DA DOR Opióide fraco + AINH + Drogas adjuvantes Dor 4 - 6 PERSISTENCIA OU AUMENTO DA DOR AINH + Drogas adjuvantes Hospital Meridional 2009 Dor 1 - 3
  • 35.
    Fármaco Dose CLASSIFICAÇÃO DA DOR: Nenhum Nenhuma Zero (0) = Ausência de Dor. Dipirona 0,5 a 1 g 6/6 h VO ou EV Um a Três (1 a 3) = Dor de Parecoxibe 40 mg 24/24 h EV fraca intensidade. Cetoprofeno 100 mg 8/8 h EV # Codeína 30 a 60 mg 6/6 h VO ou EV (equianalgesia Quatro a Seis (4 a 6) = Dor VO:EV 2:1) de intensidade moderada. Tramadol 50 a 100 mg (1 a 1,5 mg/kg) 6/6 h VO ou EV # Oxicodona 10 a 40 mg 12/12 h VO Morfina 3 mg a cada 10 minutos até Dor zero EV Sete a Nove (7 a 9) = Dor Manter dose encontrada EV 4/4 h ou VO de forte intensidade. 3 vezes a dose EV 4/4h. (equianalgesia VO:EV 3:1) Nalbufina 10 mg a cada 3 a 6 H EV (não usar associado a Morfina) Dez (10) = Dor de Optar por outra técnica, solicitando intensidade insuportável interconsulta com anestesiologia * No caso de existência de cateter peridural, a primeira opção será a realização de Hospital Meridional 2009 analgesia com baixas doses de anestésico local pelo cateter: Marcaína 0,125% 10 mL.
  • 36.
    Custos de tratamento AINH e drogas adjuvantes Novalgina 01 ampola 6/6 h EV 01 ampola 6/6 h EV R$ 1,04 * 4 = R$ 4,16 Bextra 40 mg 24/24 h EV 01 frasco 24/24 h EV R$ 45,89 Profenid 100 mg 8/8 h EV # 01 frasco 8/8 h EV # R$ 9,97 * 3 = R$ 29,93 R$ 17,05 * 3 = R$ 51,15 R$ 5,48 * 3 = R$ 16,44 R$ 97,52 R$ 46,39 # equipo macrogotas e soro fisiológico 250 mL Valores 2º semestre de 2010
  • 37.
    Custos de tratamento AINH e drogas adjuvantes Ketamin S+ 01 ampola peridural ou 01 ampola EV R$ 12,20 Clonidin 01 ampola peridural ou 01 ampola EV R$ 5,79
  • 38.
    Custos de tratamento Opióidesfracos e drogas adjuvantes Codein 30 mg 6/6 h EV 01 ampola 6/6 h EV R$ 7,23 * 4 = R$ 28,95 Tramal 100 mg 6/6 h EV 01 ampola 6/6 h EV # R$ 10,00 * 4 = R$ 40,00 R$ 17,05 * 3 = R$ 51,15 R$ 5,48 * 3 = R$ 16,44 R$ 107,59 R$ 56,44 Nausedron 4 mg 8/8 h EV 01 ampola 8/8 h EV R$ 27,06 * 3 = R$ 81,18 # equipo macrogotas e soro fisiológico 250 mL
  • 39.
    Custos de tratamento Opióidesfortes Dimorf 2 mg h peridural 01 ampola pd R$ 5,00 Dimorf 0,2 mg raqui 01 ampola rq R$ 4,48 Dimorf 10 mg 4/4 h EV 01 ampola 4/4 h EV R$ 3,29 * 6 = R$ 19,78 Nubain 10 mg 6/6 h EV 01 ampola 6/6 h EV R$ 13,39 * 4 = R$ 53,56
  • 40.
    Custos de tratamento Opióidesfracos e drogas adjuvantes Dimorf 2 mg h peridural 01 ampola pd R$ 5,00 Dimorf 0,2 mg raqui 01 ampola rq R$ 4,48 Dimorf 10 mg 4/4 h EV 01 ampola 4/4 h EV R$ 3,29 * 6 = R$ 19,78
  • 41.
    Analgesia controlada pelopaciente GemStar PCA Master PMP PCA Lignea
  • 42.
    Conc Plasmática (Mcg/mL) 200 Modalidades de Utilização Bolus 150 Distribuição 100 Janela terapêutica 50 Eliminação 0 0 1 2 5 10 15 20 25 30 Hospital Meridional 2009 Tempo (min)
  • 43.
    Conc Plasmática (Mcg/mL) 200 Modalidades de Utilização Bolus 150 Infusão contínua 100 50 0 0 1 2 5 10 15 20 25 30 Hospital Meridional 2009 Tempo (min)
  • 44.
    Conc Plasmática (Mcg/mL) 200 Modalidades de Utilização Bolus 150 Infusão contínua 100 50 Bolus intermitentes 0 10 20 30 45 60 80 0 2 0 10 Hospital Meridional 2009 Tempo (min)
  • 45.
    Modalidades de tratamento • Por demanda (CONVENCIONAL) – se necessário – SOS • ATIVA – de horário – analgesia controlada pelo paciente (PCA)
  • 46.
    Regime S/N -IM Inflexibilidade Dependência Tratamento inadequado! Demora Especialmente em Cirurgias de grande porte
  • 47.
    Tratamento ATIVO Regime porhorário • Melhor relação CUSTO x BENEFÍCIO • Via – Intramuscular • Horário • Avaliação sistemática
  • 48.
    Tratamento ATIVO PCA -Conceitos • PCA – “Analgesia Controlada pelo Paciente” • Individualidade – demanda de analgésicos • “sensibilidade” individual • Interatividade • Após analgesia efetivamente alcançado por outras técnicas
  • 49.
    ACP via venosa DIMORF Diluição: Morfina 10mg-------------4 amp R$ 3,29*4= R$ 13,20 Soro fisiol 0,9% ml-------1 fr R$ 5,48 Equipo Gemstar----------1 unidade R$ 45,00 R$63,68 Via cateter peridural: • Dose inicial: Morfina 1mg + Bupivacaína 0,25% - 10 ml • Infusão contínua: 5 ml/h • Bolus PCA: 2,5 ml • Tempo de bloqueio: 20-30 min