ELETROMODULAÇÃO MEDULAR  Tratamento Cirúrgico  Dor Neuropática RICARDO FERREIRA
Por que ?
 
 
Mecanismos da Dor Neuropática Lesão do Nervo Alterações Periféricas Alterações Centrais Dor Neuropática
Características da Dor Neuropática Alguma Perda sensitiva Dor evocada pelo tato ( Aloidinia ) Dor evocada por pressão Dor evocada por picada Hiperalgesia Paroxismos dolorosos Pontos de gatilho Sensações posteriores aos estímulos Sintomas do “wind up” ( Fast Pass )
Fisiologia da Dor
 
 
 
 
Dor Neuropática     ( Neuroplasticidade) Reorganização da estruturas Neuroanatômicas Recrutamento de Fibras A _  ( Maior Velocidade Condução ) Fibras A_ invadem a lâmina II de Rexed e ficam em contato direto com as fibras nociceptivas  (Aloidinia / hiperalginia) Formação Neuropepitídeo Y/Polipeptideo vasointestinal  (PVI)   Alterações genéticas no corno dorsal da medula espinhal intensificando a resposta ao estímulo doloroso Morte de neurônios inibitórios da medula espinhal 3. Exacerbação da dor pelo estímulo simpático
Teoria do Portão  Gate Control  -  Melzack e Wall 1965 Admite a existência um portão no corno dorsal da medula: Aberto     Permite a transmissão dos impulsos dolorosos Fechado    Bloqueia a passagem da dor. Sinergia entre a fibras Finas e Grossas As fibras grossas inibem e modulam as  finas Células do Corno Posterior da Medula Nociceptivas ( específicas ) Multireceptivas ( Amplo Especto )
 
Fenômeno “Wind-up” ( Fast Pass)  Após lesão aguda do tecido nervoso Estímulo repetitivo das fibras C Sensibilização dos neurônios do corno posterior da medula Diminuição do limiar de excitabilidade aumento das descargas espontâneas  expansão campo receptivo acúmulo de neurotransmissores excitatórios Mecanismo responsável pela perpetuação  ( Cronificação da dor pós-estimulação )
Faild Back Surgery Syndrome Definição: Manutenção da dor lombar ou radicular após cirurgia na coluna Afeta aproximadamente 30% dos Pacientes Etiologia  Mecânicas ( Instabilidades / Compressões ) Neuropáticas Pacientes sofrem de Problemas associados: Insônia Depressão  Problemas Sócio - Familiares Dependência Química
Ligação Anatômica  Nakamura, Spine 1996 A dor dos discos lombares são transmitidas principalmente pelas vias  simpáticas aferentes até as Raízes de L2, o que pode provocar dor neste dermátomo Inervação Facetária  ( Ramos Dorsais e Mediais do Gânglio)
Eletromodulação Medular
Mecanismos de ação Ativação das Fibras Grossas do Corno Posterior (Efeito Portão) aumento da concentração do  Gaba  e  Glicina  (NT inibitório)  diminuição da concentração de   Glutamato   e  Aspartato .   Ativação  as Fibras do Funículo Posterior da Medula. aumento da concentração de  Serotonina Comprovação:  Quando Tratamento ineficaz tais alterações bioquímicas não ocorrem Neuroestimulação apenas inibe ou excita estruturas, preservando sua integridade
Indicação  A melhor estratégia para se tratar qualquer tipo de dor é a remoção do fator causal   Indicação : Dor Neuropática periférica não facial Refrataria  Principal (SPL/FBS ) Hepez Zoster Isquêmica Contra-indicação  Discrasias sanguíneas Infecção em atividade HAS não controlada Marcapasso cardíaco ?  Para ser indicada, é fundamental que a queixa de  DOR  do paciente encontre  Subsídios  nos exames neurológico e complementares e que uma  Etiologia  para a dor possa ser  Claramente Definida .   Não pode ser indicada  Empiricamente
Avaliação Pré Op Avaliação da HPP Definição  Nexo Causal  Reavaliação da Qualidade dos tratamentos prévios  Avaliação Clínica Global Avaliacao do LOCAL da Dor Avaliação psiquiátrica e psicológica  Atenção: Incompatibilidade Clínica x Exames Testes Medicamentosos: Teste Morfina X Naloxane X Placebo Young – Teste Comparativo Ineficaz  Teste Tiopental  EV ( Tasker ) Alivio da dor Neuropática Sem efeito na dor nociceptiva
Candidato Ideal Altamente motivado Lúcido e coerente,  Sem Déficit motor importante  Bem ajustado ao meio social e familiar Sem psicopatologia Grave  Dor de etiologia bem definida e compatível com achados dos exames neurológicos e complementares
Técnica Cirúrgica  Implante do eletrodo Estimulação-teste  Internalização do Gerador
Implante do eletrodo Usualmente realizada sob anestesia local e sedação Acesso Mediano  Mini Laminectomia / Flavectomia Passagem e Fixação do Eletrodo ( Lombar Usualmente T9 União com Cabo Extensor c/ Exteriorização
Estimulação-Teste   Definir o que  estímulo produzirá o máximo alívio da dor,  com o mínimo de efeitos indesejáveis 12 -  24 horas após a implantação Usualmente dura de três a sete dias Cabo exteriorizado é conectado a um transmissor de RF O objetivos é definir, juntamente com o paciente,  A combinação de polaridades de contatos  Quais os parâmetros de estimulação  Intensidade frequência  duração do pulso  Pacientes com alívio da dor superior a 50%, passam para a próxima etapa: internalização
Internalização do Gerador Ferida para implantação do eletrodo é reaberta Troca do Cabo por definitivo com passagem pelo Subcutâneo  Uma outra incisão cirúrgica é realizada na face anterior do tórax ,abdômen ou Flanco onde uma loja é preparada para a implantação do Gerador ou estimulador.
Revisões  Ajustes e Programações por Telemetria Duração:  2.5 a 4.5 anos, dependendo da freqüência de uso e dos parâmetros de estimulação O paciente:  Pode ligar ou desligar através de um  magneto não tem acesso nem aos parâmetros de estimulação
DDD L45+L51 – Fixacao Dinamica ( 11/05/04)
NP +DNSI 16/10/04
EEM 27/09/05
 
 
OBRIGADO RICARDO FERREIRA [email_address] www.lombar.com.br

Dor Neuropatica ( Eem )

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    ELETROMODULAÇÃO MEDULAR Tratamento Cirúrgico Dor Neuropática RICARDO FERREIRA
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    Mecanismos da DorNeuropática Lesão do Nervo Alterações Periféricas Alterações Centrais Dor Neuropática
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    Características da DorNeuropática Alguma Perda sensitiva Dor evocada pelo tato ( Aloidinia ) Dor evocada por pressão Dor evocada por picada Hiperalgesia Paroxismos dolorosos Pontos de gatilho Sensações posteriores aos estímulos Sintomas do “wind up” ( Fast Pass )
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    Dor Neuropática ( Neuroplasticidade) Reorganização da estruturas Neuroanatômicas Recrutamento de Fibras A _ ( Maior Velocidade Condução ) Fibras A_ invadem a lâmina II de Rexed e ficam em contato direto com as fibras nociceptivas (Aloidinia / hiperalginia) Formação Neuropepitídeo Y/Polipeptideo vasointestinal (PVI) Alterações genéticas no corno dorsal da medula espinhal intensificando a resposta ao estímulo doloroso Morte de neurônios inibitórios da medula espinhal 3. Exacerbação da dor pelo estímulo simpático
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    Teoria do Portão Gate Control - Melzack e Wall 1965 Admite a existência um portão no corno dorsal da medula: Aberto  Permite a transmissão dos impulsos dolorosos Fechado  Bloqueia a passagem da dor. Sinergia entre a fibras Finas e Grossas As fibras grossas inibem e modulam as finas Células do Corno Posterior da Medula Nociceptivas ( específicas ) Multireceptivas ( Amplo Especto )
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    Fenômeno “Wind-up” (Fast Pass) Após lesão aguda do tecido nervoso Estímulo repetitivo das fibras C Sensibilização dos neurônios do corno posterior da medula Diminuição do limiar de excitabilidade aumento das descargas espontâneas expansão campo receptivo acúmulo de neurotransmissores excitatórios Mecanismo responsável pela perpetuação ( Cronificação da dor pós-estimulação )
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    Faild Back SurgerySyndrome Definição: Manutenção da dor lombar ou radicular após cirurgia na coluna Afeta aproximadamente 30% dos Pacientes Etiologia Mecânicas ( Instabilidades / Compressões ) Neuropáticas Pacientes sofrem de Problemas associados: Insônia Depressão Problemas Sócio - Familiares Dependência Química
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    Ligação Anatômica Nakamura, Spine 1996 A dor dos discos lombares são transmitidas principalmente pelas vias simpáticas aferentes até as Raízes de L2, o que pode provocar dor neste dermátomo Inervação Facetária ( Ramos Dorsais e Mediais do Gânglio)
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    Mecanismos de açãoAtivação das Fibras Grossas do Corno Posterior (Efeito Portão) aumento da concentração do Gaba e Glicina (NT inibitório) diminuição da concentração de Glutamato e Aspartato . Ativação as Fibras do Funículo Posterior da Medula. aumento da concentração de Serotonina Comprovação: Quando Tratamento ineficaz tais alterações bioquímicas não ocorrem Neuroestimulação apenas inibe ou excita estruturas, preservando sua integridade
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    Indicação Amelhor estratégia para se tratar qualquer tipo de dor é a remoção do fator causal Indicação : Dor Neuropática periférica não facial Refrataria Principal (SPL/FBS ) Hepez Zoster Isquêmica Contra-indicação Discrasias sanguíneas Infecção em atividade HAS não controlada Marcapasso cardíaco ? Para ser indicada, é fundamental que a queixa de DOR do paciente encontre Subsídios nos exames neurológico e complementares e que uma Etiologia para a dor possa ser Claramente Definida . Não pode ser indicada Empiricamente
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    Avaliação Pré OpAvaliação da HPP Definição Nexo Causal Reavaliação da Qualidade dos tratamentos prévios Avaliação Clínica Global Avaliacao do LOCAL da Dor Avaliação psiquiátrica e psicológica Atenção: Incompatibilidade Clínica x Exames Testes Medicamentosos: Teste Morfina X Naloxane X Placebo Young – Teste Comparativo Ineficaz Teste Tiopental EV ( Tasker ) Alivio da dor Neuropática Sem efeito na dor nociceptiva
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    Candidato Ideal Altamentemotivado Lúcido e coerente, Sem Déficit motor importante Bem ajustado ao meio social e familiar Sem psicopatologia Grave Dor de etiologia bem definida e compatível com achados dos exames neurológicos e complementares
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    Técnica Cirúrgica Implante do eletrodo Estimulação-teste Internalização do Gerador
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    Implante do eletrodoUsualmente realizada sob anestesia local e sedação Acesso Mediano Mini Laminectomia / Flavectomia Passagem e Fixação do Eletrodo ( Lombar Usualmente T9 União com Cabo Extensor c/ Exteriorização
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    Estimulação-Teste Definir o que estímulo produzirá o máximo alívio da dor, com o mínimo de efeitos indesejáveis 12 - 24 horas após a implantação Usualmente dura de três a sete dias Cabo exteriorizado é conectado a um transmissor de RF O objetivos é definir, juntamente com o paciente, A combinação de polaridades de contatos Quais os parâmetros de estimulação Intensidade frequência duração do pulso Pacientes com alívio da dor superior a 50%, passam para a próxima etapa: internalização
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    Internalização do GeradorFerida para implantação do eletrodo é reaberta Troca do Cabo por definitivo com passagem pelo Subcutâneo Uma outra incisão cirúrgica é realizada na face anterior do tórax ,abdômen ou Flanco onde uma loja é preparada para a implantação do Gerador ou estimulador.
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    Revisões Ajustese Programações por Telemetria Duração: 2.5 a 4.5 anos, dependendo da freqüência de uso e dos parâmetros de estimulação O paciente: Pode ligar ou desligar através de um magneto não tem acesso nem aos parâmetros de estimulação
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    OBRIGADO RICARDO FERREIRA[email_address] www.lombar.com.br