COMPOSTOS ORGÂNICOS
CARBOIDRATOS
T ambém são chamados de sacarídeos, glicídios, oses, hidratos de carbono ou açúcares. São definidos, quimicamente, como poli-hidróxi-cetonas (cetoses) ou poli-hidróxi-aldeídos (aldoses), ou seja, compostos orgânicos com, pelo menos três carbonos onde todos os carbonos possuem uma hidroxila, com exceção de um, que possui a carbonila primária (grupamento aldeídico) ou a carbonila secundária (grupamento cetônico).
 
São as mais abundantes moléculas orgânicas na natureza e são primariamente moléculas que reservam energia nos  organismos vivos. Sua estrutura básica é formada pelos  monossacarídeos . A ligação entre os monossacarídeos produz os diversos tipos de carboidratos.
 
Dissacarídeos -  Os dissacarídeos são formados por dois monossacarídeos unidos por ligação covalente. Existem vários dissacarídeos presentes na alimentação, como, por exemplo: Maltose  duas moléculas de glicose: está presente no malte e é subproduto da digestão do amido e glicogênio;  Sacarose:  glicose + frutose: a forma mais comum de açúcar, obtida da cana-de-açúcar;  Lactose  glicose + galactose b: é o principal carboidrato do leite.
Polissacarídeos  - Formados pela união de milhares de unidades de monossacarídeos. Podem ter função de reserva energética ou estrutural.
FUNÇÕES ENERGÉTICA:  É a principal função dos carboidratos, com todos os seres vivos (com exceção dos vírus) possuindo metabolismo adaptado ao consumo de glicose como substrato energético. Algumas bactérias consumem dissacarídeos (p.ex.: a lactose) na ausência de glicose, porém a maioria dos seres vivos a utiliza como principal fonte energética.
ESTRUTURAL:  A parede celular dos vegetais é constituída por um carboidrato polimerizado - a celulose; a carapaça dos insetos contém quitina, um polímero que dá resistência extrema ao exoesqueleto; as células animais possuem uma série de carboidratos circundando a membrana plasmática que dão especificidade celular, estimulando a permanência agregada das células de um tecido - o glicocálix.
 
 
RESERVA ENERGÉTICA:  nos vegetais, há o amido, polímero de glicose; nos animais, há o glicogênio, também polímero de glicose porém com uma estrutura mais compacta e ramificada.
 
 
LIPÍDIOS
São substâncias muito abundantes em animais e vegetais. Compreendem os óleos, as gorduras, as ceras, os lipídios compostos (fosfolipídios, por exemplo) e finalmente os esterídeos. Possuem função primária de  Reserva Energética . Podem atuar também como  Isolante Térmico  e como  Hormônio . Não possuem estrutura de polímero e, em sua maioria, são formados pela ligação entre um  Ácido Graxo  e um grupo  Álcool .
 
Os Lipídios com Ácidos Graxos são  saponificáveis, pois reagem com bases formando sabões. Os Lipídios sem Ácidos Graxos não são  saponificáveis.
LIPIDIOS SIMPLES Apresentam apenas átomos de  C  e  H , apresentando caráter apolar. 1) Glicerídeos:  compostos por 1 a 3 moléculas de ácidos graxos estereficado ao glicerol, formando mono, di ou tri-acil-gliceróis (mono, di ou triglicerídeos). 2) Ceras:  ácidos graxos de 16 a 30C e álcool mono-hidroxilíco de 18 a 30C. 3) Esterídeos:  não possuem ácido graxo em sua estrutura, são compostos por cadeias carbônicas fechadas. É o caso do colesterol e das vitaminas lipossolúveis.
 
LIPIDIOS COMPLEXOS Apresentam outros átomos além do  C  e  H , possuindo polaridade. Fosfolipídios:  ácidos graxos + fosfato Esfingolipídios:  ácido graxo + esfingosina Glicolipídios:  ácido graxo + glicerol + açúcar
FUNÇÕES Os lipídios possuem funções importantíssimas para o metabolismo celular tanto de eucariotos como procariotos, podendo-se relacionar como principais as seguintes: Componentes das membranas celulares, juntamente com as proteínas (fosfolipídios e colesterol);   Composto bioquímico mais calórico em animais e sementes oleaginosas sendo a principal forma de armazenamento (tri-acil-gliceróis) e geração de energia metabólica através da ß-oxidação de ácidos graxos;
Componentes de sistema de transporte de elétrons no interior da membrana mitocondrial;   Formam uma película impermeável sobre estruturas vegetais (folhas, caules, frutos e sementes); Formam uma película protetora (isolante térmico) sobre a epiderme de muitos animais (tecido adiposo); Funções especializadas como hormônios e vitaminas lipossolúveis.
 
PROTEÍNAS
São macromoléculas resultantes da condensação de moléculas de  aminoácidos , através da ligação peptídica. São polímeros complexos. Um dos seus papéis fundamentais está relacionado à construção da matéria vivia, ou seja,  Função Estrutural . Assim como, enzimática, hormônios polipeptídeos, proteínas contráteis do músculo, colágeno, hemoglobina, imunoglobulinas (anticorpos). A diferença entre proteínas é produzida pela seqüência dos aminoácidos.
Aminoácidos Unidades fundamentais das proteínas. Existem 20 formas de aminoácidos que são utilizados pelos seres vivos. Apresentam pelo menos um  grupo carboxílico  e um  grupo amino. Aminoácidos têm como fórmula geral:  H 3 N  - C - H COO  - R
Assimetria do carbono   - C - Carbono    H COO - Grupo carboxila  H 3 N Grupo amino R Radical ou cadeia lateral
Em pH fisiológico (   7,4), o grupo carboxila é dissociado, formando o íon carboxilato (-COO - ), carregado negativamente, e o grupo amino é protonado (-NH 3 + ).  Em proteínas, quase todos estes grupos carboxila e amino combinam-se por ligação peptídica. É a natureza das cadeias laterais que determina o papel que um aminoácido determina em uma proteína.
Abreviaturas dos aminoácidos
Com base na forma de obtenção podemos classificar os aminoácidos em  Naturais  e  Essenciais . Os aminoácidos  Naturais  são metabolizados (produzidos) em nosso organismo. Os aminoácidos  Essenciais  são obtidos apenas pela alimentação.
Naturais alanina (sintetizada a partir do ácido pirúvico)  arginina (sintetizada a partir do ácido glutâmico)  asparagina (sintetizada a partir do ácido aspártico)  ácido aspártico (sintetizado a partir do ácido oxaloacético)  cisteina  ácido glutâmico (sintetizado a partir do ácido oxoglutárico)  glutamina (sintetizada a partir do ácido glutâmico)  glicina (sintetizada a partir da serina e treonina)  prolina (sintetizada a partir do ácido glutâmico)  serina (sintetizada a partir da glicose)  tirosina (sintetizada a partir da fenilalanina)
Essenciais   histidina  isoleucina  leucina  lisina  metionina  fenilalanina  treonina  triptofano  valina
O papel que  os aminoácidos desempenham nas proteínas está relacionado às  propriedades químicas dos radicais laterais.    H 3 N - C - H COO - R
Classificação dos aminoácidos Baseia-se nas propriedades das cadeia laterais dos aminoácidos, pois eles se diferenciam entre si nesta região da molécula.
Apolares - radicais hidrofóbicos (9) Cadeias laterais apolares Polares- radicais não ionizáveis (6) Cadeias laterais polares sem carga Polares - radicais ionizados negativamente (2) Cadeias laterais ácidas Polares- radicais ionizados positivamente (3) Cadeias laterais básicas Classificação dos aminoácidos
Alanina/Ala Glicina/Gli Valina/Val Leucina/Leu Isoleucina/Ile Aminoácidos com radicais hidrofóbicos Prolina/Pro Fenilalanina/Phe Metionina/Met Triptofano/Trp
Alanina H - C - COO - NH 3 +   CH 3
Glicina H   - C - COO - H NH 3 +
Valina H - C -  COO - NH 3 +   CH 3 CH 3 CH
Leucina H - C - COO - NH 3 + CH 3 CH 3 CH 2  -  CH
Isoleucina H - C - COO - NH 3 + CH 2  - CH 3 CH 3 CH
Fenilalanina H  C - COO - NH 3 + CH 2  -
Triptofano H  -  C  - COO - NH 3 + N H CH 2  -
Metionina (CH 2 ) 2  - S - CH 3 COO - NH 3 + H-C -
Prolina CH -  COO - H H 2 C N CH 2 H 2 C
Serina/Ser Treonina/Thr Tirosina/Tyr Cisteína/Cys Glutamina Asparagina Aminoácidos com radicais polares não ionizáveis
Serina H - C -  NH 3 + COO - CH 2  - OH
Treonina H - C -  NH 3 + COO - CH  -  OH CH 3
Tirosina H-C - COO - NH 3 + OH CH 2  -
Cisteína H - C -  NH 3 + COO - CH 2  - SH
Glutamina H- C - COO - NH 3 + (CH 2 ) 2  - C - O NH 2
Asparagina H - C - COO - NH 3 + CH 2  - C - O NH 2
Aminoácidos com radicais ionizados carregados negativamente Glutamato/Glu Aspartato/Asp
Glutamato H- C - COO - NH 3 + (CH 2 ) 2  - COOH
Aspartato H - C - CH 2  - COOH COO - NH 3 +
Aminoácidos com radicais ionizados carregados positivamente Lisina/Lys Histidina/His Arginina/Arg
Lisina (CH 2 ) 4  - NH 2 H - C - COO - NH 3 +
Histidina H - C- COO - NH 3 + N NH CH 2  -
Arginina COO - NH 3 + H - C -  (CH 2 ) 3  - NH - C - NH 2 NH
2 aminoácidos.....................dipeptídios 3 aminoácidos.....................tripeptídios 4 aminoácidos................tetrapeptídios + de 10 aminoácidos........polipeptídios Peptídios Formados pela união de aminoácidos:
2 aminoácidos livres Interação para formação da ligação peptídica Formação da ligação peptídica com liberação de H 2 O
Ligação peptídica
Componentes dos peptídios Espinha dorsal  - formada pela união dos aminoácidos - presença da ligação peptídica  Grupamento N-terminal  (NH 3 +   livre) C- terminal  (COO -  livre) Res ídu os   de  amino ácidos Radicais dos aminoácidos  - ligados a espinha dorsal - radicais são responsáveis pelas  propriedades dos peptídios O
Extremidades do peptídeo Extremidade N-terminal (amino-terminal). Extremidade C-terminal (carboxiterminal). Por convenção a extremidade N-terminal é escrita à esquerda e a extremidade C-terminal à direita.  A seqüência é lida do N- para o C-terminal.
Aspartame (aspartato + fenilalanina)
Fenilcetonúria (PKU)  A fenilalanina é um dos nove  aminoácidos  essenciais encontrados nos alimentos que contêm proteínas.  Na PKU, a fenilalanina não pode ser utilizada da maneira normal devido a anormalidade genética que gera ausência da enzima  fenilalanina  hidroxilase. Assim, a fenilalanina não pode ser utilizada da maneira normal devido à ausência da enzima e desenvolvem-se altos níveis deste aminoácido e dois de seus derivados próximos. Esses compostos são tóxicos para o  sistema nervoso central  e podem causar danos cerebrais.
Estrutura das Proteínas A organização tridimensional das proteínas desde a seqüência de aminoácidos, passando pelo  enovelamento da cadeia polipeptídica até a associação de várias cadeias, pode ser descrita em níveis estruturais de complexidade crescente: Primário Secundário   Terciário  Quaternário
É a seqüência de aminoácidos existentes na molécula de uma proteína.  É o nível de estrutura mais simples a partir do qual todos os outros derivam. Estrutura Primária
É a disposição espacial que adquire a espinha dorsal da cadeia polipeptídica. Estrutura Secundária
Estrutura Secundária A   -hélice  é mantida pelas  pontes de H  que se formam entre átomos de duas ligações peptídicas próximas.
 -Hélice  mostrando o esqueleto do peptídio
Exemplos de proteínas contendo diferentes proporções e arranjos  de elementos estruturais secundários Hemoglobina Lisozima Triose Fosfato  Isomerase
Exemplos de proteínas contendo diferentes proporções e arranjos  de elementos estruturais secundários
Proteínas em solução
Estrutura Terciária Refere-se tanto ao dobramento dos DOMÍNIOS, quanto ao arranjo final dos domínios no polipeptídio. Domínios – são as unidades fundamentais funcionais e de estrutura tridimensional de um polipeptídeo.  Cada domínio tem as características de uma proteína globular pequena e compactada que é estruturalmente independente de outros domínios na cadeia polipeptídica.
Resulta de dobras na estrutura da proteína estabilizadas por interações entre os radicais dos aminoácidos. Estrutura Terciária
Ligações iônicas ou salinas Ligações hidrofóbicas Pontes de hidrogênio Ligações covalentes Forças de Van der Waals Ligações que mantém a Estrutura Terciária
Ocorre entre grupos eletricamente carregados Atração eletrostática entre grupamentos  com cargas opostas Ligações Iônicas
São estabelecidas entre radicais de aminoácidos apolares. Estes radicais se aproximam e repelem água.   Ligações Hidrofóbicas
Ocorrem pela atração um átomo de hidrogênio e outro elemento mais eletronegativo geralmente oxigênio ou nitrogênio .  H com F, ou O ou N. Pontes de Hidrogênio
Ligações Covalentes Unem átomos formando moléculas duráveis e resistentes Ocorre quando átomos compartilham elétrons
Exemplo de ligação covalente presente na estrutura terciária
Pontes dissulfeto presentes no cabelo Agente redutor Agente oxidante
Forças de Van der Waals Forças de atração inespecíficas entre moléculas de baixa polaridade. Estas forças são muito fracas e atuam apenas quando as moléculas estão bem próximas umas das outras (distância entre os centros atômicos deve ser inferior a 0,5nm).
Resumo das ligações que mantêm o enovelamento das proteínas
Refere-se ao modo pelo qual duas ou mais cadeias polipeptídicas interagem. Cada uma das cadeias apresenta os três níveis estruturais citados. É mantida  principalmente  por ligações iônicas, pontes de hidrogênio e por  interações  do tipo hidrofóbico. Estrutura Quaternária Proteína dimérica subunidades
Desnaturação Protéica Proteína nativa Proteína desnaturada É a alteração da estrutura da proteína sem  ruptura das ligações peptídicas
Físicos Agentes Desnaturantes Químicos Alterações de temperatura Raio X Ultra-som Ácidos e bases fortes Detergentes Uréia Mercaptoetanol  HS-CH 2 -CH 2 -OH
 
Desnaturação de proteínas por alteração do pH do meio
Redução da solubilidade Aumento da digestibilidade Perda da atividade biológica (enzimas, hormônios, anticorpos, etc...) Alterações das propriedades de uma proteína desnaturada
Em casos raros a desnaturação é reversível. Nesta situação a proteína se dobra novamente em sua estrutura original quando o agente desnaturante é removido.  A maioria das proteínas, uma vez desnaturadas, ficam permantemente alteradas . Isto pode ser atribuído a vários fatores, incluindo o conceito de que o dobramento protéico inicia logo após a síntese da proteína, isto é, antes de existir uma longa seqüência de aminoácidos par complicar o processo de enovelamento.
De acordo com a conformação da molécula: Classificação das proteínas  Fibrosas Globulares
Proteínas  Globulares Forma de esfera Relativamente solúveis em água Vários papéis funcionais: -  catalisadores (enzimas) -   proteínas de transporte - reguladores da expressão gênica Hemoglobina
Proteínas Fibrosas Forma de fibra (cilíndrica)  Baixa solubilidade em água Funções principalmente estruturais   colágeno - queratinas - miosina
Classificação das proteínas De acordo com os produtos de hidrólise: Simples  – possuem apenas aminoácidos. Conjugadas  – possuem grupamento prostético (não proteico).
Albumina sérica  (níveis normais 3,5-5 g/dL) secretada pelo fígado maior proteína do plasma humano corresponde  a 60 % da proteína plasmática função transportar compostos hidrofóbicos no sangue como ácidos graxos, esteróides Proteínas Simples (exemplo)
Proteínas Simples Queratinas  Proteínas insolúveis Principal componente da epiderme,   do cabelo e das unhas Agente redutor
Proteínas Simples  (exemplo) Histonas Proteínas ricas em aminoácidos básicos Carregadas positivamente Formam ligações iônicas com o DNA  negativamente carregado
Proteínas Conjugadas Porção protéica APOPROTEÍNA Composto não protéico Grupamento  prostético
Proteínas Conjugadas Glicoproteínas Fosfoproteínas Lipoproteínas Metaloproteínas Cromoproteínas
ÁCIDO NUCLÉICO
São moléculas orgânicas formadas por um conjunto de nucleotídeos. Os ácidos nucléicos são polímeros biológicos. Cada nucleotídeo é formado pela união de um fosfato, um glicídio (carboidrato) de cinco carbonos (pentose) e uma base nitrogenada. Os ácidos nucléicos são: DNA (ADN) - ácido   desoxirribonucléico RNA (ARN) - ácido ribonucléico .
 
 
 
O Ácido Ribonucléico difere do DNA por possuir um açúcar diferente (ribose) e por uma base diferente. A base denominada uracil (U) substitui a timina (T) no RNA.
O Ácido Desoxirribonucléico é uma dupla hélice, dois "cordões" moleculares enrolados um no outro, ligados covalentemente por ligações entre as bases adjacentes. Pode ser visto como sendo uma escada torcida, onde que os lados da escada são formados por uma seqüência alternada de açúcar e fosfatos.  Ligado a cada açúcar está uma base:  adenina (A), guanina (G), citosina (C) ou timina (T). Existe apenas uma maneira de se conectar as bases (A-T e G-C).Assim, ao se saber a seqüência de bases em uma das hélices, sabe-se também a seqüência das bases na molécula adjacente.
 
VITAMINAS
As vitaminas são nutrientes orgânicos essenciais nas várias reações do metabolismo, regulando-as. Em sua deficiência surgem as chamadas doenças da carência (avitaminose). As vitaminas podem ser agrupadas em:  Hidrossolúveis  e  Lipossolúveis .
Hidrossolúveis - que se dissolvem em água: Vitamina B:  Vitamina B1: tiamina  Vitamina B2: riboflavina  Vitamina B3: niacina  Vitamina B6: piridoxina  Vitamina B12: cianocobalamina  Ácido fólico  Vitamina C (ácido ascórbico)  Ácido pantotênico  Biotina
Lipossolúveis - que dissolvem em gorduras: Vitamina A (retinol) presente em plantas como   -caroteno. Vitamina D (calciferol)  Vitamina E (tocoferol)  Vitamina K (menaquinona)

Compostos org. (amido e proteína)

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    T ambém sãochamados de sacarídeos, glicídios, oses, hidratos de carbono ou açúcares. São definidos, quimicamente, como poli-hidróxi-cetonas (cetoses) ou poli-hidróxi-aldeídos (aldoses), ou seja, compostos orgânicos com, pelo menos três carbonos onde todos os carbonos possuem uma hidroxila, com exceção de um, que possui a carbonila primária (grupamento aldeídico) ou a carbonila secundária (grupamento cetônico).
  • 4.
  • 5.
    São as maisabundantes moléculas orgânicas na natureza e são primariamente moléculas que reservam energia nos organismos vivos. Sua estrutura básica é formada pelos monossacarídeos . A ligação entre os monossacarídeos produz os diversos tipos de carboidratos.
  • 6.
  • 7.
    Dissacarídeos - Os dissacarídeos são formados por dois monossacarídeos unidos por ligação covalente. Existem vários dissacarídeos presentes na alimentação, como, por exemplo: Maltose duas moléculas de glicose: está presente no malte e é subproduto da digestão do amido e glicogênio; Sacarose: glicose + frutose: a forma mais comum de açúcar, obtida da cana-de-açúcar; Lactose glicose + galactose b: é o principal carboidrato do leite.
  • 8.
    Polissacarídeos -Formados pela união de milhares de unidades de monossacarídeos. Podem ter função de reserva energética ou estrutural.
  • 9.
    FUNÇÕES ENERGÉTICA: É a principal função dos carboidratos, com todos os seres vivos (com exceção dos vírus) possuindo metabolismo adaptado ao consumo de glicose como substrato energético. Algumas bactérias consumem dissacarídeos (p.ex.: a lactose) na ausência de glicose, porém a maioria dos seres vivos a utiliza como principal fonte energética.
  • 10.
    ESTRUTURAL: Aparede celular dos vegetais é constituída por um carboidrato polimerizado - a celulose; a carapaça dos insetos contém quitina, um polímero que dá resistência extrema ao exoesqueleto; as células animais possuem uma série de carboidratos circundando a membrana plasmática que dão especificidade celular, estimulando a permanência agregada das células de um tecido - o glicocálix.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    RESERVA ENERGÉTICA: nos vegetais, há o amido, polímero de glicose; nos animais, há o glicogênio, também polímero de glicose porém com uma estrutura mais compacta e ramificada.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
    São substâncias muitoabundantes em animais e vegetais. Compreendem os óleos, as gorduras, as ceras, os lipídios compostos (fosfolipídios, por exemplo) e finalmente os esterídeos. Possuem função primária de Reserva Energética . Podem atuar também como Isolante Térmico e como Hormônio . Não possuem estrutura de polímero e, em sua maioria, são formados pela ligação entre um Ácido Graxo e um grupo Álcool .
  • 18.
  • 19.
    Os Lipídios comÁcidos Graxos são saponificáveis, pois reagem com bases formando sabões. Os Lipídios sem Ácidos Graxos não são saponificáveis.
  • 20.
    LIPIDIOS SIMPLES Apresentamapenas átomos de C e H , apresentando caráter apolar. 1) Glicerídeos: compostos por 1 a 3 moléculas de ácidos graxos estereficado ao glicerol, formando mono, di ou tri-acil-gliceróis (mono, di ou triglicerídeos). 2) Ceras: ácidos graxos de 16 a 30C e álcool mono-hidroxilíco de 18 a 30C. 3) Esterídeos: não possuem ácido graxo em sua estrutura, são compostos por cadeias carbônicas fechadas. É o caso do colesterol e das vitaminas lipossolúveis.
  • 21.
  • 22.
    LIPIDIOS COMPLEXOS Apresentamoutros átomos além do C e H , possuindo polaridade. Fosfolipídios: ácidos graxos + fosfato Esfingolipídios: ácido graxo + esfingosina Glicolipídios: ácido graxo + glicerol + açúcar
  • 23.
    FUNÇÕES Os lipídiospossuem funções importantíssimas para o metabolismo celular tanto de eucariotos como procariotos, podendo-se relacionar como principais as seguintes: Componentes das membranas celulares, juntamente com as proteínas (fosfolipídios e colesterol); Composto bioquímico mais calórico em animais e sementes oleaginosas sendo a principal forma de armazenamento (tri-acil-gliceróis) e geração de energia metabólica através da ß-oxidação de ácidos graxos;
  • 24.
    Componentes de sistemade transporte de elétrons no interior da membrana mitocondrial; Formam uma película impermeável sobre estruturas vegetais (folhas, caules, frutos e sementes); Formam uma película protetora (isolante térmico) sobre a epiderme de muitos animais (tecido adiposo); Funções especializadas como hormônios e vitaminas lipossolúveis.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
    São macromoléculas resultantesda condensação de moléculas de aminoácidos , através da ligação peptídica. São polímeros complexos. Um dos seus papéis fundamentais está relacionado à construção da matéria vivia, ou seja, Função Estrutural . Assim como, enzimática, hormônios polipeptídeos, proteínas contráteis do músculo, colágeno, hemoglobina, imunoglobulinas (anticorpos). A diferença entre proteínas é produzida pela seqüência dos aminoácidos.
  • 28.
    Aminoácidos Unidades fundamentaisdas proteínas. Existem 20 formas de aminoácidos que são utilizados pelos seres vivos. Apresentam pelo menos um grupo carboxílico e um grupo amino. Aminoácidos têm como fórmula geral:  H 3 N - C - H COO - R
  • 29.
    Assimetria do carbono  - C - Carbono  H COO - Grupo carboxila  H 3 N Grupo amino R Radical ou cadeia lateral
  • 30.
    Em pH fisiológico(  7,4), o grupo carboxila é dissociado, formando o íon carboxilato (-COO - ), carregado negativamente, e o grupo amino é protonado (-NH 3 + ). Em proteínas, quase todos estes grupos carboxila e amino combinam-se por ligação peptídica. É a natureza das cadeias laterais que determina o papel que um aminoácido determina em uma proteína.
  • 31.
  • 32.
    Com base naforma de obtenção podemos classificar os aminoácidos em Naturais e Essenciais . Os aminoácidos Naturais são metabolizados (produzidos) em nosso organismo. Os aminoácidos Essenciais são obtidos apenas pela alimentação.
  • 33.
    Naturais alanina (sintetizadaa partir do ácido pirúvico) arginina (sintetizada a partir do ácido glutâmico) asparagina (sintetizada a partir do ácido aspártico) ácido aspártico (sintetizado a partir do ácido oxaloacético) cisteina ácido glutâmico (sintetizado a partir do ácido oxoglutárico) glutamina (sintetizada a partir do ácido glutâmico) glicina (sintetizada a partir da serina e treonina) prolina (sintetizada a partir do ácido glutâmico) serina (sintetizada a partir da glicose) tirosina (sintetizada a partir da fenilalanina)
  • 34.
    Essenciais histidina isoleucina leucina lisina metionina fenilalanina treonina triptofano valina
  • 35.
    O papel que os aminoácidos desempenham nas proteínas está relacionado às propriedades químicas dos radicais laterais.  H 3 N - C - H COO - R
  • 36.
    Classificação dos aminoácidosBaseia-se nas propriedades das cadeia laterais dos aminoácidos, pois eles se diferenciam entre si nesta região da molécula.
  • 37.
    Apolares - radicaishidrofóbicos (9) Cadeias laterais apolares Polares- radicais não ionizáveis (6) Cadeias laterais polares sem carga Polares - radicais ionizados negativamente (2) Cadeias laterais ácidas Polares- radicais ionizados positivamente (3) Cadeias laterais básicas Classificação dos aminoácidos
  • 38.
    Alanina/Ala Glicina/Gli Valina/ValLeucina/Leu Isoleucina/Ile Aminoácidos com radicais hidrofóbicos Prolina/Pro Fenilalanina/Phe Metionina/Met Triptofano/Trp
  • 39.
    Alanina H -C - COO - NH 3 + CH 3
  • 40.
    Glicina H - C - COO - H NH 3 +
  • 41.
    Valina H -C - COO - NH 3 + CH 3 CH 3 CH
  • 42.
    Leucina H -C - COO - NH 3 + CH 3 CH 3 CH 2 - CH
  • 43.
    Isoleucina H -C - COO - NH 3 + CH 2 - CH 3 CH 3 CH
  • 44.
    Fenilalanina H C - COO - NH 3 + CH 2 -
  • 45.
    Triptofano H - C - COO - NH 3 + N H CH 2 -
  • 46.
    Metionina (CH 2) 2 - S - CH 3 COO - NH 3 + H-C -
  • 47.
    Prolina CH - COO - H H 2 C N CH 2 H 2 C
  • 48.
    Serina/Ser Treonina/Thr Tirosina/TyrCisteína/Cys Glutamina Asparagina Aminoácidos com radicais polares não ionizáveis
  • 49.
    Serina H -C - NH 3 + COO - CH 2 - OH
  • 50.
    Treonina H -C - NH 3 + COO - CH - OH CH 3
  • 51.
    Tirosina H-C -COO - NH 3 + OH CH 2 -
  • 52.
    Cisteína H -C - NH 3 + COO - CH 2 - SH
  • 53.
    Glutamina H- C- COO - NH 3 + (CH 2 ) 2 - C - O NH 2
  • 54.
    Asparagina H -C - COO - NH 3 + CH 2 - C - O NH 2
  • 55.
    Aminoácidos com radicaisionizados carregados negativamente Glutamato/Glu Aspartato/Asp
  • 56.
    Glutamato H- C- COO - NH 3 + (CH 2 ) 2 - COOH
  • 57.
    Aspartato H -C - CH 2 - COOH COO - NH 3 +
  • 58.
    Aminoácidos com radicaisionizados carregados positivamente Lisina/Lys Histidina/His Arginina/Arg
  • 59.
    Lisina (CH 2) 4 - NH 2 H - C - COO - NH 3 +
  • 60.
    Histidina H -C- COO - NH 3 + N NH CH 2 -
  • 61.
    Arginina COO -NH 3 + H - C - (CH 2 ) 3 - NH - C - NH 2 NH
  • 62.
    2 aminoácidos.....................dipeptídios 3aminoácidos.....................tripeptídios 4 aminoácidos................tetrapeptídios + de 10 aminoácidos........polipeptídios Peptídios Formados pela união de aminoácidos:
  • 63.
    2 aminoácidos livresInteração para formação da ligação peptídica Formação da ligação peptídica com liberação de H 2 O
  • 64.
  • 65.
    Componentes dos peptídiosEspinha dorsal - formada pela união dos aminoácidos - presença da ligação peptídica Grupamento N-terminal (NH 3 + livre) C- terminal (COO - livre) Res ídu os de amino ácidos Radicais dos aminoácidos - ligados a espinha dorsal - radicais são responsáveis pelas propriedades dos peptídios O
  • 66.
    Extremidades do peptídeoExtremidade N-terminal (amino-terminal). Extremidade C-terminal (carboxiterminal). Por convenção a extremidade N-terminal é escrita à esquerda e a extremidade C-terminal à direita. A seqüência é lida do N- para o C-terminal.
  • 67.
  • 68.
    Fenilcetonúria (PKU) A fenilalanina é um dos nove aminoácidos essenciais encontrados nos alimentos que contêm proteínas. Na PKU, a fenilalanina não pode ser utilizada da maneira normal devido a anormalidade genética que gera ausência da enzima fenilalanina hidroxilase. Assim, a fenilalanina não pode ser utilizada da maneira normal devido à ausência da enzima e desenvolvem-se altos níveis deste aminoácido e dois de seus derivados próximos. Esses compostos são tóxicos para o sistema nervoso central e podem causar danos cerebrais.
  • 69.
    Estrutura das ProteínasA organização tridimensional das proteínas desde a seqüência de aminoácidos, passando pelo enovelamento da cadeia polipeptídica até a associação de várias cadeias, pode ser descrita em níveis estruturais de complexidade crescente: Primário Secundário Terciário Quaternário
  • 70.
    É a seqüênciade aminoácidos existentes na molécula de uma proteína. É o nível de estrutura mais simples a partir do qual todos os outros derivam. Estrutura Primária
  • 71.
    É a disposiçãoespacial que adquire a espinha dorsal da cadeia polipeptídica. Estrutura Secundária
  • 72.
    Estrutura Secundária A  -hélice é mantida pelas pontes de H que se formam entre átomos de duas ligações peptídicas próximas.
  • 73.
     -Hélice mostrando o esqueleto do peptídio
  • 74.
    Exemplos de proteínascontendo diferentes proporções e arranjos de elementos estruturais secundários Hemoglobina Lisozima Triose Fosfato Isomerase
  • 75.
    Exemplos de proteínascontendo diferentes proporções e arranjos de elementos estruturais secundários
  • 76.
  • 77.
    Estrutura Terciária Refere-setanto ao dobramento dos DOMÍNIOS, quanto ao arranjo final dos domínios no polipeptídio. Domínios – são as unidades fundamentais funcionais e de estrutura tridimensional de um polipeptídeo. Cada domínio tem as características de uma proteína globular pequena e compactada que é estruturalmente independente de outros domínios na cadeia polipeptídica.
  • 78.
    Resulta de dobrasna estrutura da proteína estabilizadas por interações entre os radicais dos aminoácidos. Estrutura Terciária
  • 79.
    Ligações iônicas ousalinas Ligações hidrofóbicas Pontes de hidrogênio Ligações covalentes Forças de Van der Waals Ligações que mantém a Estrutura Terciária
  • 80.
    Ocorre entre gruposeletricamente carregados Atração eletrostática entre grupamentos com cargas opostas Ligações Iônicas
  • 81.
    São estabelecidas entreradicais de aminoácidos apolares. Estes radicais se aproximam e repelem água. Ligações Hidrofóbicas
  • 82.
    Ocorrem pela atraçãoum átomo de hidrogênio e outro elemento mais eletronegativo geralmente oxigênio ou nitrogênio . H com F, ou O ou N. Pontes de Hidrogênio
  • 83.
    Ligações Covalentes Unemátomos formando moléculas duráveis e resistentes Ocorre quando átomos compartilham elétrons
  • 84.
    Exemplo de ligaçãocovalente presente na estrutura terciária
  • 85.
    Pontes dissulfeto presentesno cabelo Agente redutor Agente oxidante
  • 86.
    Forças de Vander Waals Forças de atração inespecíficas entre moléculas de baixa polaridade. Estas forças são muito fracas e atuam apenas quando as moléculas estão bem próximas umas das outras (distância entre os centros atômicos deve ser inferior a 0,5nm).
  • 87.
    Resumo das ligaçõesque mantêm o enovelamento das proteínas
  • 88.
    Refere-se ao modopelo qual duas ou mais cadeias polipeptídicas interagem. Cada uma das cadeias apresenta os três níveis estruturais citados. É mantida principalmente por ligações iônicas, pontes de hidrogênio e por interações do tipo hidrofóbico. Estrutura Quaternária Proteína dimérica subunidades
  • 89.
    Desnaturação Protéica Proteínanativa Proteína desnaturada É a alteração da estrutura da proteína sem ruptura das ligações peptídicas
  • 90.
    Físicos Agentes DesnaturantesQuímicos Alterações de temperatura Raio X Ultra-som Ácidos e bases fortes Detergentes Uréia Mercaptoetanol HS-CH 2 -CH 2 -OH
  • 91.
  • 92.
    Desnaturação de proteínaspor alteração do pH do meio
  • 93.
    Redução da solubilidadeAumento da digestibilidade Perda da atividade biológica (enzimas, hormônios, anticorpos, etc...) Alterações das propriedades de uma proteína desnaturada
  • 94.
    Em casos rarosa desnaturação é reversível. Nesta situação a proteína se dobra novamente em sua estrutura original quando o agente desnaturante é removido. A maioria das proteínas, uma vez desnaturadas, ficam permantemente alteradas . Isto pode ser atribuído a vários fatores, incluindo o conceito de que o dobramento protéico inicia logo após a síntese da proteína, isto é, antes de existir uma longa seqüência de aminoácidos par complicar o processo de enovelamento.
  • 95.
    De acordo coma conformação da molécula: Classificação das proteínas Fibrosas Globulares
  • 96.
    Proteínas GlobularesForma de esfera Relativamente solúveis em água Vários papéis funcionais: - catalisadores (enzimas) - proteínas de transporte - reguladores da expressão gênica Hemoglobina
  • 97.
    Proteínas Fibrosas Formade fibra (cilíndrica) Baixa solubilidade em água Funções principalmente estruturais colágeno - queratinas - miosina
  • 98.
    Classificação das proteínasDe acordo com os produtos de hidrólise: Simples – possuem apenas aminoácidos. Conjugadas – possuem grupamento prostético (não proteico).
  • 99.
    Albumina sérica (níveis normais 3,5-5 g/dL) secretada pelo fígado maior proteína do plasma humano corresponde a 60 % da proteína plasmática função transportar compostos hidrofóbicos no sangue como ácidos graxos, esteróides Proteínas Simples (exemplo)
  • 100.
    Proteínas Simples Queratinas Proteínas insolúveis Principal componente da epiderme, do cabelo e das unhas Agente redutor
  • 101.
    Proteínas Simples (exemplo) Histonas Proteínas ricas em aminoácidos básicos Carregadas positivamente Formam ligações iônicas com o DNA negativamente carregado
  • 102.
    Proteínas Conjugadas Porçãoprotéica APOPROTEÍNA Composto não protéico Grupamento prostético
  • 103.
    Proteínas Conjugadas GlicoproteínasFosfoproteínas Lipoproteínas Metaloproteínas Cromoproteínas
  • 104.
  • 105.
    São moléculas orgânicasformadas por um conjunto de nucleotídeos. Os ácidos nucléicos são polímeros biológicos. Cada nucleotídeo é formado pela união de um fosfato, um glicídio (carboidrato) de cinco carbonos (pentose) e uma base nitrogenada. Os ácidos nucléicos são: DNA (ADN) - ácido desoxirribonucléico RNA (ARN) - ácido ribonucléico .
  • 106.
  • 107.
  • 108.
  • 109.
    O Ácido Ribonucléicodifere do DNA por possuir um açúcar diferente (ribose) e por uma base diferente. A base denominada uracil (U) substitui a timina (T) no RNA.
  • 110.
    O Ácido Desoxirribonucléicoé uma dupla hélice, dois "cordões" moleculares enrolados um no outro, ligados covalentemente por ligações entre as bases adjacentes. Pode ser visto como sendo uma escada torcida, onde que os lados da escada são formados por uma seqüência alternada de açúcar e fosfatos. Ligado a cada açúcar está uma base: adenina (A), guanina (G), citosina (C) ou timina (T). Existe apenas uma maneira de se conectar as bases (A-T e G-C).Assim, ao se saber a seqüência de bases em uma das hélices, sabe-se também a seqüência das bases na molécula adjacente.
  • 111.
  • 112.
  • 113.
    As vitaminas sãonutrientes orgânicos essenciais nas várias reações do metabolismo, regulando-as. Em sua deficiência surgem as chamadas doenças da carência (avitaminose). As vitaminas podem ser agrupadas em: Hidrossolúveis e Lipossolúveis .
  • 114.
    Hidrossolúveis - quese dissolvem em água: Vitamina B: Vitamina B1: tiamina Vitamina B2: riboflavina Vitamina B3: niacina Vitamina B6: piridoxina Vitamina B12: cianocobalamina Ácido fólico Vitamina C (ácido ascórbico) Ácido pantotênico Biotina
  • 115.
    Lipossolúveis - quedissolvem em gorduras: Vitamina A (retinol) presente em plantas como  -caroteno. Vitamina D (calciferol) Vitamina E (tocoferol) Vitamina K (menaquinona)