O entrevistado A.M.S., de 66 anos, relatou que sofreu uma explosão em 1994 enquanto vendia fogos de artifício, resultando em uma amputação transtibial da perna esquerda após várias cirurgias. Ele inicialmente não utilizou prótese por dois anos, mas após receber ajuda de um órgão público, começou a usar uma prótese exoesquelética com a qual teve dificuldades, preferindo uma prótese endoesquelética que é mais funcional e confortável. O caso destaca a importância da reabilitação e do suporte adequado após amputações.