SlideShare uma empresa Scribd logo
BARROCO
“A ARTE A SERVIÇO
DE DEUS”
AULA 10
PROF° BIM
Origens do Barroco
 O Barroco foi uma tendência artística que se desenvolveu
primeiramente nas artes plásticas e depois se manifestou
na literatura, no teatro e na música.
 O berço do Barroco é a Itália do século XVII, porém se
espalhou por outros países europeus como, a Holanda,
Bélgica, França e Espanha. O Barroco permaneceu vivo no
mundo das artes até o século XVIII.
 É possível que o termo Barroco tenha vindo do português
arcaico usado pelos joalheiros que seria um tipo de pérola
irregular.
Introdução
 Ainda apresenta algumas conecções com a cultura clássica.
 Busca caminhos próprios para as necessidades de expressão daquela
época.
 Ligação direta com a Contrarreforma.
 (Que ficou também conhecida por Reforma Católica, é o nome dado
ao movimento que surgiu no seio da Igreja Católica a partir de 1545,
teria sido uma resposta à Reforma Protestante (de 1517) iniciada por
Lutero).
 Está inserido no conflito religioso da Reforma protestante e da
Contrarreforma católica, sendo utilizado para frear os avanços do
protestantismo, principalmente através da arte como meio de
reafirmação dos valores católicos.
 As imagens pretendiam causar impacto emotivo, estimulando a
reafirmação do sentimento cristão.
Reforma Protestante
 Movimento reformista cristão do
início do século XVI por Martinho
Lutero.
 Através da publicação de suas 95
teses, em 31 de outubro de 1517 na
porta da Igreja do Castelo de
Wittenberg, protestou contra
diversos pontos da doutrina da
Igreja Católica Romana, propondo
uma reforma
 Lutero (líder protestante) era
contra todo tipo de imagem ou
quadros religiosos (Idolatria).
Contexto histórico XVI.
 Desenvolveu-se após o processo de reformas religiosas, ocorrido no século
XVI.
 A Igreja Católica havia perdido muito espaço e poder.
 Mesmo assim, os católicos continuavam influenciando muito o cenário
político, econômico e religioso na Europa.
 A arte Barroca surge neste contexto e expressa todo o contraste deste
período:
A espiritualidade e teocentrismo da Idade Média
, com o racionalismo e antropocentrismo do
Renascimento.
 Os artistas foram patrocinados pelos monarcas, burgueses e pelo clero.
 As obras de pintura e escultura deste período são rebuscadas, detalhistas e
expressam as emoções da vida e do ser humano.
O Concíliode Trento e sua influência na Arte
 Realizado de 1545 a 1563 , foi
considerado um dos
três concílios fundamentais
da igreja Católica, foi
convocado pelo Papa Paulo
III para assegurar a unidade
da fé e a disciplina
eclesiástica,no contexto
da Reforma da Igreja
Católica e a reação à divisão
então vivida na Europa devido
à Reforma Protestante.
 O Concílio foi realizado na
cidade de Trento na Itália.
 É denominado também de
Concílio
da Contrarreforma.
O que eles resolveram?
 A Arte deveria atender às
finalidades da Igreja;
 Os pintores deveriam seguir as
orientações de religiosos;
 Proibição do nu, cenas
sugestivas, indecentes e
profanas nos lugares santos
(Igrejas,etc);
 Panejamento;
Esse período do Concílio de
Trento é chamado de
“O Nascimento do Pudor”
Quais os Objetivos ?
 Era preciso reconquistar os fiéis;
 O culto deveria ser um momento sublime e a
beleza deveria incentivar a devoção;
 A necessidade de comover, de deslumbrar,
orientou as obras do período, dotando-as de
um caráter de espetáculo;
 A arte deveria ser grandiosa, porém mais
próxima dos sentidos, a fim de atingir todas as
camadas do povo;
 Visava “glorificar o Senhor e exaltar o Seu
nome”
Características
 Emocional sobre o racional: seu propósito é impressionar os sentidos do
observador, baseando-se no princípio segundo o qual a fé deveria ser
atingida através dos sentidos e da emoção e não apenas pelo raciocínio;
 Composição assimétrica, em diagonal - que se revela num estilo grandioso,
monumental, retorcido, substituindo a unidade geométrica e o equilíbrio da arte
renascentista.
 Acentuado contraste de claro - escuro (expressão dos sentimentos) - era um
recurso que visava a intensificar a sensação de profundidade.
 Realista, abrangendo todas as camadas sociais.
 Escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática.
 A luz não aparece por um meio natural, mas sim projetada para guiar o olhar do
observador até o acontecimento principal da obra.
Os temas principais são:
 Mitologia, passagens da Bíblia e a
história da humanidade.
 As pintura de grupos também eram
comuns. Rembrandt.
 Muitos artistas barrocos
dedicaram-se a decorar igrejas
com esculturas e pinturas,
utilizando a técnica da perspectiva.
 Podemos citar como principais
artistas do barroco: o espanhol
Velásquez, o italiano Caravaggio,
os belgas Van Dyck e Frans Hals,
os holandeses Rembrandt e
Vermeer e o flamengo Rubens.
Annibale Carracci (1560-1609)
 Artista pouco
conhecido ,mas muito
importante.
 Ele vai fazer a
transição do
Maneirismo para o
Barroco.
 Ele não pode ser
classificado como
Barroco.
 Criou a Caricatura.
 Ele vai dar a
paisagem um lugar
especial. (antes pano
Domine, quo vadis? 1602 Senhor, para onde vai?
 Pedro fugindo, (perseguição).
 Jesus voltando a Roma.
 A reação exagerada de
Pedro.
 Drama,contraste de luz e
sombra,naturalismo da cena,
Caravaggio (1573-1610)
CABEÇA DE MEDUSA
1598
 Não se encantou pela beleza
clássica que tanto gostava no
Renascimento, ao contrário,
procurava seus modelos entre o
povo.
 Características principais:
Revolucionou a luz, que não
aparece como luz solar, mas
criada intencionalmente para
dirigir a atenção do observador.
 Isso foi tão fundamental na sua
obra que, que ele é conhecido
como fundador do estilo
luminista.
Capela Contarelli
 Igreja dos franceses em
Roma em (San Luigi dei
Francesi.)
 Todos os artistas queriam
decorar e pintar essa capela.
 Mateus Contarelli, que
mesmo depois de morto
deixou um dinheiro para
terminar a capela.
 Cenas da vida de São Mateus
(apóstolo) .
 Caravaggio tinha apenas 27
anos quando pegou essa
encomenda.
 Em 1599 ele assinou um
contrato para fazer apenas 2
obras, mas , foi tanto sucesso
que o convidaram pra pintar
São Mateus e o anjo,
Vocação de São Mateus 1599 1600
 O sobre natural acontece
na normalidade do dia a
dia;
 Entra Jesus e aponta para
Levi, que era um
arrecadador de impostos, e
ele diz , EU?
 Ele sem converte no
apóstolo Mateus,
 Composição: Jesus e Pedro;
 As pessoas vestem trajes da
época de Caravaggio e não
da época de Jesus;
(atemporal)
 A mão de Jesus é uma
homenagem a Michelangelo
(capela Sistina)
 A luz: ela é um outro
personagem do Barroco,
pois traz mistério,
teatralidade,
São Mateus e o anjo Martírio de São Mateus
CARAVAGGIO : OS MÚSICOS 1595-1596
CARAVAGGIO: AS DÚVIDAS DE SÃO TOMÉ 1602
Tocador de Alaúde - Caravaggio, 1596
Narciso
Peter Paul Rubens
1577-1640
A descida da cruz
(1611-1614)
 Fã de Caravaggio;
 Claro e escuro,
 Figuras com muito
volume: Michelangelo;
 Naturalismo, a cor do
corpo de Jesus (sem
vida);
 Linhas em diagonal;
 Teve muito sucesso em
vida;
 Seu ateliê vivia cheio;
A escultura de Laocoonte e seus filhos sendo
devorados por serpentes marinhas.
A subida da cruz, Tríptico, Categral de Antuérpia,
Bélgica.
Rubens (1577-1640) Sansão e Dalila (1577-1640)
Andrea Pozzo (1642-1709)Teto da igreja de
Santo Inácio
,em Roma
 A pintura
barroca
também se
desenvolveu
nos tetos de
igrejas e
palácios com
efeito
decorativo com
bons
desenhos de
perspectivas.
O Barroco na Espanha e
nos países Baixos.
 A Itália foi o centro do estilo
barroco.
 Expandiu-se por toda a
Europa e foi ganhando nos
diferentes países, uma feição
nacional.
 Um traço do Barroco
espanhol encontra-se na
arquitetura, principalmente
nas portadas decoradas em
relevo dos edifícios civis e
religiosos.
 Quanto a pintura , apesar de
receber influências mais
diretas do barroco italiano no
uso da luz e sombra,
Velázquez (1599-1660):
 Além de retratar as
pessoas da corte
espanhola do
século XVII,
registrou também
os tipos populares
do seu
país,documentando
o dia-a-dia do seu
povo.
Conde-Duque de Olivares 1625
"Velha fritando ovos",
Diego Velázquez, 1618
As Meninas (1656)
 Retrato de família real, da Corte de Filipe IV.
 Uma novidade introduzida por Velázquez foi incluir-se na cena retratada .
 Está, centralizada, a infanta Margarida, personagem principal do quadro.
 Em seu redor estão as suas damas de companhia, jovens e adultas.
 Surgem ainda Mari Bárbola, uma anã alemã ricamente vestida e Nicolasito Pertusato,
também ele anão, de família nobre italiana, divertindo-se com o cão deitado.
 Logo atrás surgem no meio da obscuridade, uma governanta de serviço Dona Marcela
de Ulloa com vestes de monja, a conversar com um cavalheiro não identificado,
possivelmente o guarda-damas, Diego Ruiz de Azcona.
 Mais ao fundo um homem entra em cena e movimenta uma cortina, trazendo mais
luminosidade à tela - o camareiro da rainha, D. José Nieto, fidalgo ao serviço da
câmara-real .
 Os dois quadros visíveis nas paredes representam cópias de telas mitológicas de
Rubens e Jordaens.
 Ao fundo, numa moldura, está um espelho, onde surgem refletidos os reis de
Espanha, Filipe IV e a sua segunda esposa e sobrinha, Mariana de Áustria.
 Essa visão altera a ideia de que Velázquez se preparava para pintar a Infanta.
 O uso do espelho, embora não exclusivo de Diego Velázquez, aumenta a subjetividade,
e as controvérsias sobre quem seria, de fato, retratado.
 (1) A Infanta Margarida
 (2) Dona Isabel de
Velasco
 (3) Dona María Agustina
Sarmiento de Sotomayor
 (4) A anã Mari arbola )
 (5) Nicolas Pertusato
 (6) Dona Marcela de Ulloa
 (7) guarda-damas, Diego
Ruiz de Azcona (?)
 (8) Dom José Nieto
Velázquez
 (9) Velázquez
 (10) Rei Filipe IV refletido
no espelho
 (11) Mariana de
Áustria, esposa de Filipe
Frans Hals (1581-1666) 1582,Antuérpia , Bélgica
foi um retratista.
O Cavaleiro Sorridente,, 1624. Palhaço com o alaúde, 1623-1624,
Franz Hals - a compañía del capitán Reael, 1637
Rembrandt van Rijn (1606-1669)
Fachada do
Rijksmuseum, em
Amsterdã Nasceu nos países
baixos bem na época
da reforma
Protestante;
 Os artistas perderam
um dos grandes
mecenas que era a
igreja (imagens geram
idolatria);
 Foram atrás da classe
burguesa,
“arcabuzeiros” de
Amsterdã;
Rembrandt (1606-1669)
A Ronda da noite (Arcabuzeiros)
Rijksmuseum e o visitante número 10,000,000
 Esta obra já foi atacada
por dois malucos
diferentes. Um rasgou a
tela com uma faca, em
zigue zague, o outro
atirou ácido para corroer
tudo.
 Os restauradores ninjas
conseguiram fazer a
coisa voltar a sua forma
original, mas quem tem a
oportunidade de ver ao
vivo, consegue perceber
as “cicatrizes” da facada,
visíveis até hoje.
REMBRANDT
A LIÇÃO DE ANATOMIA DO DOUTOR TULP, 1632.
Johannes Vermeer (1632-1675), em Delft na Holanda.
 Garota com brinco de pérola
1665,
 conhecida como "a Mona
Lisa do Norte" ou "a Mona
Lisa holandesa“
 A
pintura está no Mauritshuis d
e Haia.
A leitora na janela
1657-1659
Dresden Alemanha
 O artista faz nossos olhos
correrem pela tela;
 Trabalha com grandes
espaços vazios;
 Realismo;
 Reflexo na janela; gera a
sensação de profundidade;
 Objetos entre o espectador e
a personagem retratada;
 A natureza morta;
 Teatralidade barroco; como se
estivéssemos espiando a
intimidade da mulher lendo a
carta;
 É recorrente deste pintor,
pintar mulheres lendo, janelas
= sair para o mundo;
Artemisia
Gentileschi
(1593-1652)
 1612 quando um processo foi aberto
por seu pai, contra o pintor Agostino
Tassi acusado de violentá-la no ano
anterior.
 Tassi e Orazio (pai de Artemisia)
realizavam juntos a pintura do Casino
delle Muse no Palazzo Rospigliosi.
 Com a conivência de Tutia –
encarregada dos serviços da casa, e
aproveitando-se da ausência do pai,
Tassi abusa sexualmente de Artemisia.
 Essa situação continuou acontecendo
por praticamente um ano e foi este um
dos elementos que culminou na
acusação de Artemisia como amante e
não vítima de Tassi.
 Se Tassi não foi devidamente punido no
tribunal, será através das
representações das pinturas de
Artemisia.
 Cartas de Artemisia enviadas para don
Antonio Ruffo, entre os anos de 1649 e
Giuditta che decapita Oloferne (1612-1613)
 Cena bíblica do
Antigo testamento,
na qual a judia Judite
decapita o inimigo de
seu povo e general
assírio Holoferne,
arrancando lhe a
cabeça e
entregando-a para
sua serva.
Giuditta e la fantesca, 1613-1614.
 A cena segue na pintura
Giuditta e la fantesca.
A escultura Barroca
 Como vimos nas esculturas renascentistas em
equilíbrio entre os aspectos intelectuais e
emocionais, já nas obras barrocas esse equilíbrio
desaparece, dando lugar a exaltação dos
sentimentos.
 Formas expressam o movimento ,sempre cheios de
efeitos decorativos, linhas curvas, os drapeados das
vestes e o uso do dourado.
 Os gestos e os rostos das personagens revelam
emoções violentas e dramaticidade.
 As esculturas barrocas mostram faces humanas
marcadas pelas emoções, principalmente o
sofrimento.
Gian Lorenzo Bernini (1598-1680)
 Além de grande arquiteto foi o
maior escultor do barroco
italiano.
 Pop Star da época.
 Procurou unir a arquitetura e a
escultura nas tumbas dos
papas Urbano VIII e Alexandre
VII.
 Sua obra prima é o Êxtase de
Santa Teresa .
"Anima dannata", Gian Lorenzo Bernini.
Mármol, 54 x 25 x 31 cm, 1619. Roma
O Rapto de Perséfone
Gian lorenzo Bernini.
1621
Galeria Borghese em Roma.
 É o mais completo escultor
Barroco:
 As linhas curvas;
 O movimento;
 A teatralidade;
 A capitação de um momento,
um instante;
 Ele coloca em 3D o mito das
estações do ano;
 Zeus/Demeter (fertilidade e
do trigo) - Plutão (Deus do
inframundo)
 Plutão (Deus do infra mundo)
e seu cachorro Cérbero;
 Escultura de vulto redondo.
Davi (1623-24) Apólo e Dafne( 1621-22).
O EXTASE DE SANTA TERESA (1645-1652).
A escultura foi feita
por Bernini entre 1645-52 foi
exposta para a capela cardeal
Federico Cormaro em Roma.
A obra representa o êxtase místico
de Santa Teresa, que mostra a
santa sendo flechada por uma seta
de amor divino disparada por um
anjo ( o que nos lembra ao
Arquitetura Barroca
 Durante o século XVII são concluídas
as grandes obras iniciadas no século
anterior, ao mesmo tempo que foram
erguidos os melhores exemplos de
arquitetura barroca.
 Os grandes nomes são Bernini e
Borromini.
 Realizou-se nos palácios e igrejas.
“No barroco todo muro se ondula e
 A arquitetura barroca foi praticado durante o período , que,
precedido pelo Renascimento e Maneirismo , inicia-se a
partir do século XVII , durante o período do absolutismo .
 Na arquitetura barroca, a expressão típica são as igrejas,
construídas em grande quantidade durante o movimento
de Contrarreforma .
 Rejeitando a simetria do renascimento, destacam o
dinamismo e a imponência, reforçados pela emotividade
conseguida através de elementos contorcidos e espirais,
produzindo diferentes efeitos visuais, tanto nas fachadas
quanto no desenho dos interiores.
 O teto elevado e elaborado com elementos de escultura dá
uma dimensão do infinito; as janelas permitem a penetração
da luz de modo a destacar as principais esculturas; as colunas
transmitem uma impressão de poder e de movimento.
 A arquitetura barroca e seus enfeites demonstravam as
Versailles
 O estilo barroco foi o mais
suntuoso e ornamentado
na história da arte e teve o
papel de trazer a arte para
a vida cotidiana.
 Os palácios de Roma se
tornaram ambientes de
encantamento, projetados
para impressionar os
visitantes com o poder e a
glória do rei.
 A riqueza proveniente das
colônias sustentava o luxo
do mobiliário, dos jardins.
 É a arte ostentada nos
palácios como o de
Versailles, de Luis XIV.
 fez uso da grandeza
excessiva, do
Fontana di Trevi de Nicola Salvi
Palácio de Versalhes
Praça de São Pedro(1657-1666) Bernini
Borromini (1599-1667)
Igreja de Santo Ivo Della Sapienza
(1642-1650)
 É um grande destaque
do barroco, sua marca
registrada foi o uso de
recursos criativos e
uma forte de carga de
fantasia e elementos
simbólicos.
Igreja de Sant' Agnes (1653-1657) Borromini
Projeto das torres para a fachada principal da
Basílica de São Pedro no Vaticano, 1637-1646.
A RIVALIDADE ENTRE BERNINI E BORROMINI
 Em Roma o ícone da discórdia
entre os dois arquitetos pode
ser visto na Piazza Navona ,
exemplo maior de praça
barroca italiana no mundo.
 A majestosa fonte central da
praça, a Fonte dos Quatro
Rios (Fontana dei Quattro
Fiumi) é de autoria de
Bernini.
 Já a igreja que fica bem em
frente, a de Santa Agnese in
Agone foi confiada ao
engenho de Borromini.
 Uma das estátuas de Bernini,
aquela colocada bem de frente
para a igreja, levanta a mão
quase como se quisesse de
proteger de alguma coisa!
Muitos interpretam esse gesto
como se a estátua (Berniniana)
estivesse com medo que a
cúpula da igreja (borrominiana)
Maior expressão são as Igrejas
Igreja de São Carlos das Quatro
Fontes
Igreja Barroca
 O teto é uma mistura de arquitetura e
escultura, para causar a impressão de
infinito;
 Estátuas em expressões dramáticas são
iluminadas por uma luz “sobrenatural”;
 As colunas retorcidas transmitem a
sensação de poder, movimento e
inquietude;
 Resplendor dourado;
 Tudo combinado, causa um efeito de
intensa emoção e inacreditável grandeza.
Igreja de Santo Antônio dos Portugueses. Ali veremos algo mais
parecido com o barroco das igrejas que conhecemos no Brasil,
como, por exemplo, aquela da Candelária no centro do Rio de
Janeiro.
Igreja Menino de Deus , Portugal

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Renascimento Artístico e Cultural
Renascimento Artístico e CulturalRenascimento Artístico e Cultural
Renascimento Artístico e Cultural
Zé Knust
 
O Renascimento - 8ºano
O Renascimento - 8ºanoO Renascimento - 8ºano
O Renascimento - 8ºano
Vasco Pires
 
A Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio IA Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio I
luisant
 
Pré renascimento
 Pré renascimento Pré renascimento
Pré renascimento
greghouse48
 
O renascimento
O renascimentoO renascimento
O renascimento
Marco Antunes
 
Pré-renascimento - 1201-1399
Pré-renascimento - 1201-1399Pré-renascimento - 1201-1399
Pré-renascimento - 1201-1399
Professor Gilson Nunes
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
Edenilson Morais
 
Renascimento (2)
Renascimento (2)Renascimento (2)
Renascimento (2)
cattonia
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
Edenilson Morais
 
arte
artearte
Arte no Renascimento
Arte no RenascimentoArte no Renascimento
Arte no Renascimento
pacobr
 
Renascimento cultural e cientifico
Renascimento cultural e cientificoRenascimento cultural e cientifico
Renascimento cultural e cientifico
Marcelo Ferreira Boia
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
catlencunha
 
arterenascentista1
arterenascentista1arterenascentista1
arterenascentista1
Ana Lara Lessa
 
Aula de renascimento
Aula de renascimentoAula de renascimento
Aula de renascimento
Márcio Barcellos Pereira
 
A Cultura do Palácio: Renascimento
A Cultura do Palácio: RenascimentoA Cultura do Palácio: Renascimento
A Cultura do Palácio: Renascimento
Dylan Bonnet
 
Capítulo 15 renascimento
Capítulo 15 renascimentoCapítulo 15 renascimento
Capítulo 15 renascimento
Auxiliadora
 
3.3 a produção cultural humanismo e renascimento
3.3 a produção cultural  humanismo e renascimento3.3 a produção cultural  humanismo e renascimento
3.3 a produção cultural humanismo e renascimento
Maria Cristina Ribeiro
 
Cap06 classicismo
Cap06 classicismoCap06 classicismo
Cap06 classicismo
whybells
 
Renascimento 2018
Renascimento 2018Renascimento 2018
Renascimento 2018
CLEBER LUIS DAMACENO
 

Mais procurados (20)

Renascimento Artístico e Cultural
Renascimento Artístico e CulturalRenascimento Artístico e Cultural
Renascimento Artístico e Cultural
 
O Renascimento - 8ºano
O Renascimento - 8ºanoO Renascimento - 8ºano
O Renascimento - 8ºano
 
A Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio IA Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio I
 
Pré renascimento
 Pré renascimento Pré renascimento
Pré renascimento
 
O renascimento
O renascimentoO renascimento
O renascimento
 
Pré-renascimento - 1201-1399
Pré-renascimento - 1201-1399Pré-renascimento - 1201-1399
Pré-renascimento - 1201-1399
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
 
Renascimento (2)
Renascimento (2)Renascimento (2)
Renascimento (2)
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
 
arte
artearte
arte
 
Arte no Renascimento
Arte no RenascimentoArte no Renascimento
Arte no Renascimento
 
Renascimento cultural e cientifico
Renascimento cultural e cientificoRenascimento cultural e cientifico
Renascimento cultural e cientifico
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
 
arterenascentista1
arterenascentista1arterenascentista1
arterenascentista1
 
Aula de renascimento
Aula de renascimentoAula de renascimento
Aula de renascimento
 
A Cultura do Palácio: Renascimento
A Cultura do Palácio: RenascimentoA Cultura do Palácio: Renascimento
A Cultura do Palácio: Renascimento
 
Capítulo 15 renascimento
Capítulo 15 renascimentoCapítulo 15 renascimento
Capítulo 15 renascimento
 
3.3 a produção cultural humanismo e renascimento
3.3 a produção cultural  humanismo e renascimento3.3 a produção cultural  humanismo e renascimento
3.3 a produção cultural humanismo e renascimento
 
Cap06 classicismo
Cap06 classicismoCap06 classicismo
Cap06 classicismo
 
Renascimento 2018
Renascimento 2018Renascimento 2018
Renascimento 2018
 

Semelhante a Barroco 2019ok

Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
mirandakika
 
Aula barroco
Aula barrocoAula barroco
Aula barroco
Artedoiscmb Cmb
 
B Arroco E Maneirismo
B Arroco E ManeirismoB Arroco E Maneirismo
B Arroco E Maneirismo
Isidro Santos
 
A Arte Barroca
A Arte BarrocaA Arte Barroca
A Arte Barroca
ggmota93
 
A arte barroca na europa
A arte barroca na europaA arte barroca na europa
A arte barroca na europa
CEF16
 
Seminários história da arte 02
Seminários história da arte   02Seminários história da arte   02
Seminários história da arte 02
Gabriela Lemos
 
A arte barroca na europa
A arte barroca na europaA arte barroca na europa
A arte barroca na europa
CEF16
 
A Arte Barroca
A Arte BarrocaA Arte Barroca
A Arte Barroca
ggmota93
 
Resumo renascimento-rococó
Resumo renascimento-rococóResumo renascimento-rococó
Resumo renascimento-rococó
Gliciane S. Aragão
 
Aula 09 barroco
Aula 09 barrocoAula 09 barroco
Aula 09 barroco
Elizeu Nascimento Silva
 
História da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao Romantismo
História da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao RomantismoHistória da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao Romantismo
História da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao Romantismo
Raphael Lanzillotte
 
Barroco atualizado
Barroco atualizadoBarroco atualizado
Barroco atualizado
Isabella Silva
 
O Barroco na Europa, Parte 2 - 1563-1750
O Barroco na Europa,   Parte 2 - 1563-1750O Barroco na Europa,   Parte 2 - 1563-1750
O Barroco na Europa, Parte 2 - 1563-1750
Professor Gilson Nunes
 
A arte barroca na Europa
A arte barroca na EuropaA arte barroca na Europa
A arte barroca na Europa
Lúcia Marta de Lira
 
Sociedade De Ordens
Sociedade De OrdensSociedade De Ordens
Sociedade De Ordens
restauracao
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
ISJ
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
guest1652ff
 
9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ
André Figundio
 
Capítulo 1 - Renascimento e Reformas Religiosas
Capítulo 1 -  Renascimento e Reformas ReligiosasCapítulo 1 -  Renascimento e Reformas Religiosas
Capítulo 1 - Renascimento e Reformas Religiosas
Marcos Antonio Grigorio de Figueiredo
 
Arte barroca
Arte barrocaArte barroca
Arte barroca
Eugenia silva
 

Semelhante a Barroco 2019ok (20)

Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
Aula barroco
Aula barrocoAula barroco
Aula barroco
 
B Arroco E Maneirismo
B Arroco E ManeirismoB Arroco E Maneirismo
B Arroco E Maneirismo
 
A Arte Barroca
A Arte BarrocaA Arte Barroca
A Arte Barroca
 
A arte barroca na europa
A arte barroca na europaA arte barroca na europa
A arte barroca na europa
 
Seminários história da arte 02
Seminários história da arte   02Seminários história da arte   02
Seminários história da arte 02
 
A arte barroca na europa
A arte barroca na europaA arte barroca na europa
A arte barroca na europa
 
A Arte Barroca
A Arte BarrocaA Arte Barroca
A Arte Barroca
 
Resumo renascimento-rococó
Resumo renascimento-rococóResumo renascimento-rococó
Resumo renascimento-rococó
 
Aula 09 barroco
Aula 09 barrocoAula 09 barroco
Aula 09 barroco
 
História da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao Romantismo
História da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao RomantismoHistória da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao Romantismo
História da Arte: Linha do tempo - Renascimento ao Romantismo
 
Barroco atualizado
Barroco atualizadoBarroco atualizado
Barroco atualizado
 
O Barroco na Europa, Parte 2 - 1563-1750
O Barroco na Europa,   Parte 2 - 1563-1750O Barroco na Europa,   Parte 2 - 1563-1750
O Barroco na Europa, Parte 2 - 1563-1750
 
A arte barroca na Europa
A arte barroca na EuropaA arte barroca na Europa
A arte barroca na Europa
 
Sociedade De Ordens
Sociedade De OrdensSociedade De Ordens
Sociedade De Ordens
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ
 
Capítulo 1 - Renascimento e Reformas Religiosas
Capítulo 1 -  Renascimento e Reformas ReligiosasCapítulo 1 -  Renascimento e Reformas Religiosas
Capítulo 1 - Renascimento e Reformas Religiosas
 
Arte barroca
Arte barrocaArte barroca
Arte barroca
 

Mais de CLEBER LUIS DAMACENO

5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Modernismo 8ºano
Modernismo 8ºanoModernismo 8ºano
Modernismo 8ºano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Missao artística francesa
Missao artística  francesaMissao artística  francesa
Missao artística francesa
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Barroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 anoBarroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 ano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Tropicalia 8 ano
Tropicalia 8 anoTropicalia 8 ano
Tropicalia 8 ano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Vanguardas europeias 2020
Vanguardas  europeias 2020Vanguardas  europeias 2020
Vanguardas europeias 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Renascimento 2020
Renascimento 2020Renascimento 2020
Renascimento 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
5 arte crista 2020
5 arte crista 20205 arte crista 2020
5 arte crista 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Patrimonio cultural
Patrimonio culturalPatrimonio cultural
Patrimonio cultural
CLEBER LUIS DAMACENO
 
26 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 202026 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
25 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 202025 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 

Mais de CLEBER LUIS DAMACENO (20)

5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx
 
4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx
 
3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx
 
2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx
 
1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx
 
Modernismo 8ºano
Modernismo 8ºanoModernismo 8ºano
Modernismo 8ºano
 
Missao artística francesa
Missao artística  francesaMissao artística  francesa
Missao artística francesa
 
Barroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 anoBarroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 ano
 
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
 
Tropicalia 8 ano
Tropicalia 8 anoTropicalia 8 ano
Tropicalia 8 ano
 
Vanguardas europeias 2020
Vanguardas  europeias 2020Vanguardas  europeias 2020
Vanguardas europeias 2020
 
Renascimento 2020
Renascimento 2020Renascimento 2020
Renascimento 2020
 
1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz
 
Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020
 
Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020
 
5 arte crista 2020
5 arte crista 20205 arte crista 2020
5 arte crista 2020
 
Patrimonio cultural
Patrimonio culturalPatrimonio cultural
Patrimonio cultural
 
26 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 202026 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 2020
 
25 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 202025 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 2020
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
 

Último

A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Mary Alvarenga
 
Acróstico - Reciclar é preciso
Acróstico   -  Reciclar é preciso Acróstico   -  Reciclar é preciso
Acróstico - Reciclar é preciso
Mary Alvarenga
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Luana Neres
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
CarinaSoto12
 
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdflivro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
MatildeBrites
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdfBiologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
Ana Da Silva Ponce
 
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptxAula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
kdn15710
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
Escola Municipal Jesus Cristo
 

Último (20)

A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
 
Acróstico - Reciclar é preciso
Acróstico   -  Reciclar é preciso Acróstico   -  Reciclar é preciso
Acróstico - Reciclar é preciso
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
 
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdflivro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdfBiologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
 
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptxAula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
Aula01 - ensino médio - (Filosofia).pptx
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
 

Barroco 2019ok

  • 1. BARROCO “A ARTE A SERVIÇO DE DEUS” AULA 10 PROF° BIM
  • 2. Origens do Barroco  O Barroco foi uma tendência artística que se desenvolveu primeiramente nas artes plásticas e depois se manifestou na literatura, no teatro e na música.  O berço do Barroco é a Itália do século XVII, porém se espalhou por outros países europeus como, a Holanda, Bélgica, França e Espanha. O Barroco permaneceu vivo no mundo das artes até o século XVIII.  É possível que o termo Barroco tenha vindo do português arcaico usado pelos joalheiros que seria um tipo de pérola irregular.
  • 3. Introdução  Ainda apresenta algumas conecções com a cultura clássica.  Busca caminhos próprios para as necessidades de expressão daquela época.  Ligação direta com a Contrarreforma.  (Que ficou também conhecida por Reforma Católica, é o nome dado ao movimento que surgiu no seio da Igreja Católica a partir de 1545, teria sido uma resposta à Reforma Protestante (de 1517) iniciada por Lutero).  Está inserido no conflito religioso da Reforma protestante e da Contrarreforma católica, sendo utilizado para frear os avanços do protestantismo, principalmente através da arte como meio de reafirmação dos valores católicos.  As imagens pretendiam causar impacto emotivo, estimulando a reafirmação do sentimento cristão.
  • 4. Reforma Protestante  Movimento reformista cristão do início do século XVI por Martinho Lutero.  Através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma  Lutero (líder protestante) era contra todo tipo de imagem ou quadros religiosos (Idolatria).
  • 5. Contexto histórico XVI.  Desenvolveu-se após o processo de reformas religiosas, ocorrido no século XVI.  A Igreja Católica havia perdido muito espaço e poder.  Mesmo assim, os católicos continuavam influenciando muito o cenário político, econômico e religioso na Europa.  A arte Barroca surge neste contexto e expressa todo o contraste deste período: A espiritualidade e teocentrismo da Idade Média , com o racionalismo e antropocentrismo do Renascimento.  Os artistas foram patrocinados pelos monarcas, burgueses e pelo clero.  As obras de pintura e escultura deste período são rebuscadas, detalhistas e expressam as emoções da vida e do ser humano.
  • 6. O Concíliode Trento e sua influência na Arte  Realizado de 1545 a 1563 , foi considerado um dos três concílios fundamentais da igreja Católica, foi convocado pelo Papa Paulo III para assegurar a unidade da fé e a disciplina eclesiástica,no contexto da Reforma da Igreja Católica e a reação à divisão então vivida na Europa devido à Reforma Protestante.  O Concílio foi realizado na cidade de Trento na Itália.  É denominado também de Concílio da Contrarreforma.
  • 7. O que eles resolveram?  A Arte deveria atender às finalidades da Igreja;  Os pintores deveriam seguir as orientações de religiosos;  Proibição do nu, cenas sugestivas, indecentes e profanas nos lugares santos (Igrejas,etc);  Panejamento; Esse período do Concílio de Trento é chamado de “O Nascimento do Pudor”
  • 8. Quais os Objetivos ?  Era preciso reconquistar os fiéis;  O culto deveria ser um momento sublime e a beleza deveria incentivar a devoção;  A necessidade de comover, de deslumbrar, orientou as obras do período, dotando-as de um caráter de espetáculo;  A arte deveria ser grandiosa, porém mais próxima dos sentidos, a fim de atingir todas as camadas do povo;  Visava “glorificar o Senhor e exaltar o Seu nome”
  • 9. Características  Emocional sobre o racional: seu propósito é impressionar os sentidos do observador, baseando-se no princípio segundo o qual a fé deveria ser atingida através dos sentidos e da emoção e não apenas pelo raciocínio;  Composição assimétrica, em diagonal - que se revela num estilo grandioso, monumental, retorcido, substituindo a unidade geométrica e o equilíbrio da arte renascentista.  Acentuado contraste de claro - escuro (expressão dos sentimentos) - era um recurso que visava a intensificar a sensação de profundidade.  Realista, abrangendo todas as camadas sociais.  Escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática.  A luz não aparece por um meio natural, mas sim projetada para guiar o olhar do observador até o acontecimento principal da obra.
  • 10. Os temas principais são:  Mitologia, passagens da Bíblia e a história da humanidade.  As pintura de grupos também eram comuns. Rembrandt.  Muitos artistas barrocos dedicaram-se a decorar igrejas com esculturas e pinturas, utilizando a técnica da perspectiva.  Podemos citar como principais artistas do barroco: o espanhol Velásquez, o italiano Caravaggio, os belgas Van Dyck e Frans Hals, os holandeses Rembrandt e Vermeer e o flamengo Rubens.
  • 11. Annibale Carracci (1560-1609)  Artista pouco conhecido ,mas muito importante.  Ele vai fazer a transição do Maneirismo para o Barroco.  Ele não pode ser classificado como Barroco.  Criou a Caricatura.  Ele vai dar a paisagem um lugar especial. (antes pano
  • 12. Domine, quo vadis? 1602 Senhor, para onde vai?  Pedro fugindo, (perseguição).  Jesus voltando a Roma.  A reação exagerada de Pedro.  Drama,contraste de luz e sombra,naturalismo da cena,
  • 13. Caravaggio (1573-1610) CABEÇA DE MEDUSA 1598  Não se encantou pela beleza clássica que tanto gostava no Renascimento, ao contrário, procurava seus modelos entre o povo.  Características principais: Revolucionou a luz, que não aparece como luz solar, mas criada intencionalmente para dirigir a atenção do observador.  Isso foi tão fundamental na sua obra que, que ele é conhecido como fundador do estilo luminista.
  • 14. Capela Contarelli  Igreja dos franceses em Roma em (San Luigi dei Francesi.)  Todos os artistas queriam decorar e pintar essa capela.  Mateus Contarelli, que mesmo depois de morto deixou um dinheiro para terminar a capela.  Cenas da vida de São Mateus (apóstolo) .  Caravaggio tinha apenas 27 anos quando pegou essa encomenda.  Em 1599 ele assinou um contrato para fazer apenas 2 obras, mas , foi tanto sucesso que o convidaram pra pintar São Mateus e o anjo,
  • 15. Vocação de São Mateus 1599 1600  O sobre natural acontece na normalidade do dia a dia;  Entra Jesus e aponta para Levi, que era um arrecadador de impostos, e ele diz , EU?  Ele sem converte no apóstolo Mateus,  Composição: Jesus e Pedro;  As pessoas vestem trajes da época de Caravaggio e não da época de Jesus; (atemporal)  A mão de Jesus é uma homenagem a Michelangelo (capela Sistina)  A luz: ela é um outro personagem do Barroco, pois traz mistério, teatralidade,
  • 16. São Mateus e o anjo Martírio de São Mateus
  • 17. CARAVAGGIO : OS MÚSICOS 1595-1596
  • 18. CARAVAGGIO: AS DÚVIDAS DE SÃO TOMÉ 1602
  • 19. Tocador de Alaúde - Caravaggio, 1596
  • 21. Peter Paul Rubens 1577-1640 A descida da cruz (1611-1614)  Fã de Caravaggio;  Claro e escuro,  Figuras com muito volume: Michelangelo;  Naturalismo, a cor do corpo de Jesus (sem vida);  Linhas em diagonal;  Teve muito sucesso em vida;  Seu ateliê vivia cheio;
  • 22. A escultura de Laocoonte e seus filhos sendo devorados por serpentes marinhas.
  • 23. A subida da cruz, Tríptico, Categral de Antuérpia, Bélgica.
  • 24. Rubens (1577-1640) Sansão e Dalila (1577-1640)
  • 25. Andrea Pozzo (1642-1709)Teto da igreja de Santo Inácio ,em Roma  A pintura barroca também se desenvolveu nos tetos de igrejas e palácios com efeito decorativo com bons desenhos de perspectivas.
  • 26. O Barroco na Espanha e nos países Baixos.  A Itália foi o centro do estilo barroco.  Expandiu-se por toda a Europa e foi ganhando nos diferentes países, uma feição nacional.  Um traço do Barroco espanhol encontra-se na arquitetura, principalmente nas portadas decoradas em relevo dos edifícios civis e religiosos.  Quanto a pintura , apesar de receber influências mais diretas do barroco italiano no uso da luz e sombra,
  • 27. Velázquez (1599-1660):  Além de retratar as pessoas da corte espanhola do século XVII, registrou também os tipos populares do seu país,documentando o dia-a-dia do seu povo.
  • 28. Conde-Duque de Olivares 1625 "Velha fritando ovos", Diego Velázquez, 1618
  • 30.  Retrato de família real, da Corte de Filipe IV.  Uma novidade introduzida por Velázquez foi incluir-se na cena retratada .  Está, centralizada, a infanta Margarida, personagem principal do quadro.  Em seu redor estão as suas damas de companhia, jovens e adultas.  Surgem ainda Mari Bárbola, uma anã alemã ricamente vestida e Nicolasito Pertusato, também ele anão, de família nobre italiana, divertindo-se com o cão deitado.  Logo atrás surgem no meio da obscuridade, uma governanta de serviço Dona Marcela de Ulloa com vestes de monja, a conversar com um cavalheiro não identificado, possivelmente o guarda-damas, Diego Ruiz de Azcona.  Mais ao fundo um homem entra em cena e movimenta uma cortina, trazendo mais luminosidade à tela - o camareiro da rainha, D. José Nieto, fidalgo ao serviço da câmara-real .  Os dois quadros visíveis nas paredes representam cópias de telas mitológicas de Rubens e Jordaens.  Ao fundo, numa moldura, está um espelho, onde surgem refletidos os reis de Espanha, Filipe IV e a sua segunda esposa e sobrinha, Mariana de Áustria.  Essa visão altera a ideia de que Velázquez se preparava para pintar a Infanta.  O uso do espelho, embora não exclusivo de Diego Velázquez, aumenta a subjetividade, e as controvérsias sobre quem seria, de fato, retratado.
  • 31.  (1) A Infanta Margarida  (2) Dona Isabel de Velasco  (3) Dona María Agustina Sarmiento de Sotomayor  (4) A anã Mari arbola )  (5) Nicolas Pertusato  (6) Dona Marcela de Ulloa  (7) guarda-damas, Diego Ruiz de Azcona (?)  (8) Dom José Nieto Velázquez  (9) Velázquez  (10) Rei Filipe IV refletido no espelho  (11) Mariana de Áustria, esposa de Filipe
  • 32. Frans Hals (1581-1666) 1582,Antuérpia , Bélgica foi um retratista. O Cavaleiro Sorridente,, 1624. Palhaço com o alaúde, 1623-1624,
  • 33. Franz Hals - a compañía del capitán Reael, 1637
  • 34. Rembrandt van Rijn (1606-1669) Fachada do Rijksmuseum, em Amsterdã Nasceu nos países baixos bem na época da reforma Protestante;  Os artistas perderam um dos grandes mecenas que era a igreja (imagens geram idolatria);  Foram atrás da classe burguesa, “arcabuzeiros” de Amsterdã;
  • 35. Rembrandt (1606-1669) A Ronda da noite (Arcabuzeiros)
  • 36. Rijksmuseum e o visitante número 10,000,000
  • 37.
  • 38.  Esta obra já foi atacada por dois malucos diferentes. Um rasgou a tela com uma faca, em zigue zague, o outro atirou ácido para corroer tudo.  Os restauradores ninjas conseguiram fazer a coisa voltar a sua forma original, mas quem tem a oportunidade de ver ao vivo, consegue perceber as “cicatrizes” da facada, visíveis até hoje.
  • 39. REMBRANDT A LIÇÃO DE ANATOMIA DO DOUTOR TULP, 1632.
  • 40.
  • 41. Johannes Vermeer (1632-1675), em Delft na Holanda.  Garota com brinco de pérola 1665,  conhecida como "a Mona Lisa do Norte" ou "a Mona Lisa holandesa“  A pintura está no Mauritshuis d e Haia.
  • 42. A leitora na janela 1657-1659 Dresden Alemanha  O artista faz nossos olhos correrem pela tela;  Trabalha com grandes espaços vazios;  Realismo;  Reflexo na janela; gera a sensação de profundidade;  Objetos entre o espectador e a personagem retratada;  A natureza morta;  Teatralidade barroco; como se estivéssemos espiando a intimidade da mulher lendo a carta;  É recorrente deste pintor, pintar mulheres lendo, janelas = sair para o mundo;
  • 43.
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49. Artemisia Gentileschi (1593-1652)  1612 quando um processo foi aberto por seu pai, contra o pintor Agostino Tassi acusado de violentá-la no ano anterior.  Tassi e Orazio (pai de Artemisia) realizavam juntos a pintura do Casino delle Muse no Palazzo Rospigliosi.  Com a conivência de Tutia – encarregada dos serviços da casa, e aproveitando-se da ausência do pai, Tassi abusa sexualmente de Artemisia.  Essa situação continuou acontecendo por praticamente um ano e foi este um dos elementos que culminou na acusação de Artemisia como amante e não vítima de Tassi.  Se Tassi não foi devidamente punido no tribunal, será através das representações das pinturas de Artemisia.  Cartas de Artemisia enviadas para don Antonio Ruffo, entre os anos de 1649 e
  • 50. Giuditta che decapita Oloferne (1612-1613)  Cena bíblica do Antigo testamento, na qual a judia Judite decapita o inimigo de seu povo e general assírio Holoferne, arrancando lhe a cabeça e entregando-a para sua serva.
  • 51. Giuditta e la fantesca, 1613-1614.  A cena segue na pintura Giuditta e la fantesca.
  • 52. A escultura Barroca  Como vimos nas esculturas renascentistas em equilíbrio entre os aspectos intelectuais e emocionais, já nas obras barrocas esse equilíbrio desaparece, dando lugar a exaltação dos sentimentos.  Formas expressam o movimento ,sempre cheios de efeitos decorativos, linhas curvas, os drapeados das vestes e o uso do dourado.  Os gestos e os rostos das personagens revelam emoções violentas e dramaticidade.  As esculturas barrocas mostram faces humanas marcadas pelas emoções, principalmente o sofrimento.
  • 53. Gian Lorenzo Bernini (1598-1680)  Além de grande arquiteto foi o maior escultor do barroco italiano.  Pop Star da época.  Procurou unir a arquitetura e a escultura nas tumbas dos papas Urbano VIII e Alexandre VII.  Sua obra prima é o Êxtase de Santa Teresa . "Anima dannata", Gian Lorenzo Bernini. Mármol, 54 x 25 x 31 cm, 1619. Roma
  • 54. O Rapto de Perséfone Gian lorenzo Bernini. 1621 Galeria Borghese em Roma.  É o mais completo escultor Barroco:  As linhas curvas;  O movimento;  A teatralidade;  A capitação de um momento, um instante;  Ele coloca em 3D o mito das estações do ano;  Zeus/Demeter (fertilidade e do trigo) - Plutão (Deus do inframundo)  Plutão (Deus do infra mundo) e seu cachorro Cérbero;  Escultura de vulto redondo.
  • 55.
  • 56. Davi (1623-24) Apólo e Dafne( 1621-22).
  • 57. O EXTASE DE SANTA TERESA (1645-1652).
  • 58. A escultura foi feita por Bernini entre 1645-52 foi exposta para a capela cardeal Federico Cormaro em Roma. A obra representa o êxtase místico de Santa Teresa, que mostra a santa sendo flechada por uma seta de amor divino disparada por um anjo ( o que nos lembra ao
  • 59. Arquitetura Barroca  Durante o século XVII são concluídas as grandes obras iniciadas no século anterior, ao mesmo tempo que foram erguidos os melhores exemplos de arquitetura barroca.  Os grandes nomes são Bernini e Borromini.  Realizou-se nos palácios e igrejas. “No barroco todo muro se ondula e
  • 60.  A arquitetura barroca foi praticado durante o período , que, precedido pelo Renascimento e Maneirismo , inicia-se a partir do século XVII , durante o período do absolutismo .  Na arquitetura barroca, a expressão típica são as igrejas, construídas em grande quantidade durante o movimento de Contrarreforma .  Rejeitando a simetria do renascimento, destacam o dinamismo e a imponência, reforçados pela emotividade conseguida através de elementos contorcidos e espirais, produzindo diferentes efeitos visuais, tanto nas fachadas quanto no desenho dos interiores.  O teto elevado e elaborado com elementos de escultura dá uma dimensão do infinito; as janelas permitem a penetração da luz de modo a destacar as principais esculturas; as colunas transmitem uma impressão de poder e de movimento.  A arquitetura barroca e seus enfeites demonstravam as
  • 61. Versailles  O estilo barroco foi o mais suntuoso e ornamentado na história da arte e teve o papel de trazer a arte para a vida cotidiana.  Os palácios de Roma se tornaram ambientes de encantamento, projetados para impressionar os visitantes com o poder e a glória do rei.  A riqueza proveniente das colônias sustentava o luxo do mobiliário, dos jardins.  É a arte ostentada nos palácios como o de Versailles, de Luis XIV.  fez uso da grandeza excessiva, do
  • 62. Fontana di Trevi de Nicola Salvi
  • 63.
  • 65. Praça de São Pedro(1657-1666) Bernini
  • 66.
  • 67.
  • 68. Borromini (1599-1667) Igreja de Santo Ivo Della Sapienza (1642-1650)  É um grande destaque do barroco, sua marca registrada foi o uso de recursos criativos e uma forte de carga de fantasia e elementos simbólicos.
  • 69. Igreja de Sant' Agnes (1653-1657) Borromini
  • 70. Projeto das torres para a fachada principal da Basílica de São Pedro no Vaticano, 1637-1646.
  • 71. A RIVALIDADE ENTRE BERNINI E BORROMINI  Em Roma o ícone da discórdia entre os dois arquitetos pode ser visto na Piazza Navona , exemplo maior de praça barroca italiana no mundo.  A majestosa fonte central da praça, a Fonte dos Quatro Rios (Fontana dei Quattro Fiumi) é de autoria de Bernini.  Já a igreja que fica bem em frente, a de Santa Agnese in Agone foi confiada ao engenho de Borromini.  Uma das estátuas de Bernini, aquela colocada bem de frente para a igreja, levanta a mão quase como se quisesse de proteger de alguma coisa! Muitos interpretam esse gesto como se a estátua (Berniniana) estivesse com medo que a cúpula da igreja (borrominiana)
  • 72.
  • 73.
  • 74. Maior expressão são as Igrejas Igreja de São Carlos das Quatro Fontes
  • 75. Igreja Barroca  O teto é uma mistura de arquitetura e escultura, para causar a impressão de infinito;  Estátuas em expressões dramáticas são iluminadas por uma luz “sobrenatural”;  As colunas retorcidas transmitem a sensação de poder, movimento e inquietude;  Resplendor dourado;  Tudo combinado, causa um efeito de intensa emoção e inacreditável grandeza.
  • 76. Igreja de Santo Antônio dos Portugueses. Ali veremos algo mais parecido com o barroco das igrejas que conhecemos no Brasil, como, por exemplo, aquela da Candelária no centro do Rio de Janeiro.
  • 77. Igreja Menino de Deus , Portugal