O Renascimento   A Arte e a Ciência Módulo 3 10.º Ano – História C
Renascimento: A Arte.
Renascimento: A Arte e os Movimentos Artísticos A Arte dos séculos XV e XVI foi marcada por uma nova estética e uma nova sensibilidade, que irradiaram de Itália e se estenderam aos Países Baixos, à França, à Alemanha, à Inglaterra, à Península Ibérica, entre outros. Como suas características fundamentais podemos citar o classicismo e o naturalismo e capacidade técnica.
Renascimento: O Classicismo Classicismo  – inspiração nos artistas da Antiguidade Clássica. Para os artistas do Renascimento, só a arte dos Antigos era harmoniosa, proporcionada e bela. Foi acompanhado de um elevado interesse arqueológico pelos vestígios da Roma Antiga, preservados em colecções privadas ou em museus.
Renascimento: Características do Classicismo Como manifestações do classicismo na arte do Renascimento, devemos citar: - a recuperação e utilização dos elementos arquitectónicos greco-romanos (colunas, pilastras, capitéis, cornijas, frontões, arcos de volta perfeita, abóbadas de berço, cúpulas…); - a adopção de temáticas e figuras da mitologia e da história clássica.  - o gosto pela representação do corpo humano, glorificando-o; - a valorização da harmonia, da simetria e da ordem.
Renascimento: O Naturalismo Naturalismo  – admiração pela natureza, a qual se tenta transpor para a arte. Um vivo sentido de captação do real animou os artistas, surgindo um interesse novo e ousado pela fisionomia, pelo pormenor anatómico, pelo gesto, pelo movimento, pela diversidade geológica e botânica das paisagens.
Renascimento: Características do Naturalismo O naturalismo na arte foi responsável pela descoberta de duas importantes e revolucionárias técnicas: - a perspectiva, conjunto de regras geométricas que permitem reproduzir, numa superfície plana, objectos e pessoas com aspecto tridimensional; - a pintura a óleo, invenção flamenga que favorece a visualização do detalhe e a obtenção de uma gama de cores rica em tonalidades.
Renascimento: A Pintura A perspectiva: consiste na criação de um espaço tridimensional, que pode ser obtido através da perspectiva linear (criação de um espaço geométrico em que as linhas convergem para o ponto de fuga e as figuras mais afastadas são representadas com menor dimensão) ou através da perspectiva aérea, muito utilizada por Leonardo da Vinci (gradação da luz ou  sfumato , que transmite a sensação de afastamento).
Renascimento: A Pintura – Miguel Ângelo
Renascimento: Arquitectura A arquitectura renascentista rompeu com a tradição gótica medieval, elegendo como modelo a arquitectura clássica. Valorizou-se, então, a planta centrada, a horizontalidade das linhas dos edifícios, bem como o uso de cúpulas, do arco de volta perfeita e das abóbadas de berço. Também na decoração dos edifícios foi seguida a inspiração clássica pela aplicação das ordens arquitectónicas, dos frontões e dos grotescos.
Renascimento: As Obras de Arquitectura
Renascimento: A «Ciência».
Renascimento: A «Ciência» e os novos Mundos… Os séculos XV e XVI foram, para os europeus, um tempo de crescimento demográfico e de expansão económica. Muitas novidades surgiram: a abertura ao mundo, o intercâmbio cultural, a intensificação das viagens… Todas estas novidades marcaram significativamente as mentalidades da época e trouxeram indubitáveis progressos culturais.  O Homem apercebeu-se da verdadeira dimensão, forma e riqueza do seu planeta, bem como, da sua capacidade para o abarcar e entender. É esse sentimento que podemos depreender da exclamação de Colombo ao constatar os progressos do seu tempo na descoberta do Globo  “Il mondo é poco!”
Renascimento: A «Ciência» Experimentalismo:  Processo de conhecimento que valoriza as experiências vividas (conhecimento empírico) e as regras do bom-senso, sobre a reflexão e teorização científica. Mentalidade quantitativa:  Forma de pensar e de agir influenciada pela ideia da quantidade e do número. Aparece ligada ao desenvolvimento comercial e científico de finais da Idade Média europeia.
Renascimento: A Revolução Coperniciana. Pensamento de Copernico:  Alteração das concepções cosmológicas dos Europeus a partir das teses de Copernico. Estas defenciam a concepção comológica heliocentrica, e não geocentrica, como afirmava a cosmografia de Ptolomeu, tradicionalmente aceite.
Renascimento: O Sol…
Renascimento: Figuras da Ciência Versálio Pedro Nunes Pacioli Nicolau de Cusa

Renascimento: A arte e a ciência

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    O Renascimento A Arte e a Ciência Módulo 3 10.º Ano – História C
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    Renascimento: A Artee os Movimentos Artísticos A Arte dos séculos XV e XVI foi marcada por uma nova estética e uma nova sensibilidade, que irradiaram de Itália e se estenderam aos Países Baixos, à França, à Alemanha, à Inglaterra, à Península Ibérica, entre outros. Como suas características fundamentais podemos citar o classicismo e o naturalismo e capacidade técnica.
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    Renascimento: O ClassicismoClassicismo – inspiração nos artistas da Antiguidade Clássica. Para os artistas do Renascimento, só a arte dos Antigos era harmoniosa, proporcionada e bela. Foi acompanhado de um elevado interesse arqueológico pelos vestígios da Roma Antiga, preservados em colecções privadas ou em museus.
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    Renascimento: Características doClassicismo Como manifestações do classicismo na arte do Renascimento, devemos citar: - a recuperação e utilização dos elementos arquitectónicos greco-romanos (colunas, pilastras, capitéis, cornijas, frontões, arcos de volta perfeita, abóbadas de berço, cúpulas…); - a adopção de temáticas e figuras da mitologia e da história clássica. - o gosto pela representação do corpo humano, glorificando-o; - a valorização da harmonia, da simetria e da ordem.
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    Renascimento: O NaturalismoNaturalismo – admiração pela natureza, a qual se tenta transpor para a arte. Um vivo sentido de captação do real animou os artistas, surgindo um interesse novo e ousado pela fisionomia, pelo pormenor anatómico, pelo gesto, pelo movimento, pela diversidade geológica e botânica das paisagens.
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    Renascimento: Características doNaturalismo O naturalismo na arte foi responsável pela descoberta de duas importantes e revolucionárias técnicas: - a perspectiva, conjunto de regras geométricas que permitem reproduzir, numa superfície plana, objectos e pessoas com aspecto tridimensional; - a pintura a óleo, invenção flamenga que favorece a visualização do detalhe e a obtenção de uma gama de cores rica em tonalidades.
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    Renascimento: A PinturaA perspectiva: consiste na criação de um espaço tridimensional, que pode ser obtido através da perspectiva linear (criação de um espaço geométrico em que as linhas convergem para o ponto de fuga e as figuras mais afastadas são representadas com menor dimensão) ou através da perspectiva aérea, muito utilizada por Leonardo da Vinci (gradação da luz ou sfumato , que transmite a sensação de afastamento).
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    Renascimento: A Pintura– Miguel Ângelo
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    Renascimento: Arquitectura Aarquitectura renascentista rompeu com a tradição gótica medieval, elegendo como modelo a arquitectura clássica. Valorizou-se, então, a planta centrada, a horizontalidade das linhas dos edifícios, bem como o uso de cúpulas, do arco de volta perfeita e das abóbadas de berço. Também na decoração dos edifícios foi seguida a inspiração clássica pela aplicação das ordens arquitectónicas, dos frontões e dos grotescos.
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    Renascimento: As Obrasde Arquitectura
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    Renascimento: A «Ciência»e os novos Mundos… Os séculos XV e XVI foram, para os europeus, um tempo de crescimento demográfico e de expansão económica. Muitas novidades surgiram: a abertura ao mundo, o intercâmbio cultural, a intensificação das viagens… Todas estas novidades marcaram significativamente as mentalidades da época e trouxeram indubitáveis progressos culturais. O Homem apercebeu-se da verdadeira dimensão, forma e riqueza do seu planeta, bem como, da sua capacidade para o abarcar e entender. É esse sentimento que podemos depreender da exclamação de Colombo ao constatar os progressos do seu tempo na descoberta do Globo “Il mondo é poco!”
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    Renascimento: A «Ciência»Experimentalismo: Processo de conhecimento que valoriza as experiências vividas (conhecimento empírico) e as regras do bom-senso, sobre a reflexão e teorização científica. Mentalidade quantitativa: Forma de pensar e de agir influenciada pela ideia da quantidade e do número. Aparece ligada ao desenvolvimento comercial e científico de finais da Idade Média europeia.
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    Renascimento: A RevoluçãoCoperniciana. Pensamento de Copernico: Alteração das concepções cosmológicas dos Europeus a partir das teses de Copernico. Estas defenciam a concepção comológica heliocentrica, e não geocentrica, como afirmava a cosmografia de Ptolomeu, tradicionalmente aceite.
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    Renascimento: Figuras daCiência Versálio Pedro Nunes Pacioli Nicolau de Cusa