SlideShare uma empresa Scribd logo
MSc José Vitor Ferreira Alves
PROCEDIMENTOS DE
BIOSSEGURANÇA EM SAÚDE
Contexto Histórico
 1970 – Origem do conceito de Biossegurança durante a reunião
“Asilomar” (California).
 1995 a Lei 8.974 Criada no Brasil ; Lei de Biossegurança
 1995 o Decreto n° 1.752 criou a Comissão Técnica Nacional de
Biossegurança (CTNBio)
Etiologia
 O significado de Bio (do grego Bios) = Vida e
segurança se refere à qualidade de ser ou
estar seguro, protegido, preservado, livre de
risco ou perigo.
 Processo progressivo, que não inclui
conclusão em sua terminologia.
O que é Biossegurança?
“É a condição de segurança alcançada por um conjunto de
ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar
riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde
humana, animal, vegetal e o ambiente.”
(CBS, 2010)
Objetivos. Instituir normas e medidas que reduzam ao máximo a
exposição a riscos que afetam a saúde de todos os
trabalhadores,professores e estudantes nos laboratórios da área
básica que estão em contato com equipamentos, substâncias
químicas e espécimes biológicos.
Importância
 Abordar medidas de Controle de infecção para
proteção da equipe em serviços de saúde.
 Promoção da consciência sanitária na comunidade
onde atua.
 Preservação do meio ambiente na manipulação e no
descarte de resíduos quimicos, toxicos e infectantes.
 Redução geral de Risco à saúde e acidentes
ocupacionais.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 AGENTES AMBIENTAIS: são elementos ou substâncias
presentes nos diversos ambientes humanos que, quando
encontrados acima dos limites de tolerância, podem causar
danos à saúde das pessoas.
 AGENTES BIOLÓGICOS: São introduzidos nos processos de
trabalho pela utilização de seres vivos ( em geral
microorganismos) como parte integrante do processo
produtivo, tais como vírus, bacílos, bactérias, etc,
potencialmente nocivos ao ser humano.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 AGENTES ERGONÔMICOS: são riscos introduzidos no
processo de trabalho por agentes (máquinas, métodos, etc)
inadequados às limitações dos seus usuários.
 AGENTES FÍSICOS: são os riscos gerados pelos agentes que
têm capacidade de modificar as características físicas do
meio ambiente.
 AGENTES MECÂNICOS (Acidentes): São os riscos gerados
pelos agentes que derrancam o contato físico direto com a
vítima para manifestar a sua nocividade.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 AGENTES QUIMICOS: são as substâncias,
compostos ou produtos que possam penetrar no
organismo pela via respiratória, nas formas de
poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores,
ou que, pela natureza da atividade de exposição,
possam ter contato ou ser absorvidos pelo
organismo através da pele ou por ingestão. São os
riscos gerados por agentes que modificam a
composição química do meio ambiente.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 ÁGUA ESTÉRIL: é aquela que sofreu tratamento
físico com a finalidade de eliminar qualquer tipo de
vida microbiana ali presente (Água destilada, Água
deionizada, Água MileQ)
 ÁGUA TRATADA: é aquela que sofreu tratamento
físico e/ou químico com a finalidade de remover
impurezas e germes patogênicos.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 ARTIGO CRÍTICO: é todo o instrumental pérfuro-
cortante que penetra em tecidos e entra em contato
com sangue e secreções
 ARTIGO DESCARTÁVEL: é o produto que após o uso
perde as suas características originais e não deve ser
reutilizado e nem reprocessado.
 ARTIGO NÃO-CRÍTICO: é todo artigo destinado apenas
ao contato com a pele íntegra do paciente/trabalhador.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 ANTI-SEPSIA: é a eliminação de formas vegetativas
de bactérias patogênicas de um tecido vivo.
 ASSEPSIA: é o conjunto de medidas adotadas para
impedir que determinado meio seja contaminado.
 DESCONTAMINAÇÃO: é o processo de eliminação
total ou parcial da carga microbiana de artigos ou
superfícies, tornando-os aptos para o manuseio
seguro. Este processo pode ser aplicado através de
limpeza, desinfecção e esterilização.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 LIMPEZA OU HIGIENE: é o asseio ou retirada da
sujidade de qualquer superfície. E pode ser feito
por:
 Fricção mecânica com água e sabão;
 Máquinas de limpeza com jatos de água quente ou
detergentes;
 Máquinas de ultra-som com
detergente/desencronstantes.
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 DESINFECÇÃO: é o processo de eliminação de vírus,
fungos e formas vegetativas de bactérias, porém não
seus esporos, mediante a aplicação de agentes
físicos ou químicos, sendo principalmente utilizados:
 Hipoclorito de Sódio a 0,5% (meio químico líquido)
 Álcool Etílico a 70% (meio qúimico Líquido)
 Formaldeído a 4% (Meio químico líquido)
 Glutaraldéido a 2% (meio químico líquido)
 Pasteurização de 60 a 90ºC por 30 min (meio físico líquido)
Definições BásicasAplicadas a
Biossegurança
 ESTERILIZAÇÃO: é o processo de eliminação de
todos os microorganismos presentes no
instrumental, tais como vírus, fungos e bactérias,
inclusive seus esporos.
 Autoclavagem- 121ºC por 30 min (meio físico);
 Estufa ou forno de Pasteur – 170ºC por 120min (meio
físico);
 Glutaraldeído a 2% por 10 h (meio químico líquido);
 Fomaldeído a 4% por 18 h (meio químico líquido);
 ET – Óxido de Etileno – tempo de aeração 6 a 24 h (meio
químico gasoso).
VOLTANDO...
 “Biossegurança é um conjunto de medidas
voltadas para a prevenção de riscos....”
O que é Risco?
Biossegurança
 PERIGO: Fonte ou situação com potencial
para provocar danos em termos de lesão,
doença, dano à propriedade, meio ambiente,
local de trabalho ou a combinação destes.
 RISCO: Combinação da probabilidade de
ocorrência e da consequência de um
determinado evento perigoso.
Biossegurança
 Resumindo:
 Perigo é a fonte geradora e o Risco é a
exposição a esta fonte.
Biossegurança
De onde vêm o Risco
 Instrução inadequada;
 Supervisão ineficiente;
 Práticas inadequadas;
 Mau uso de EPI;
 Trabalho falho;
 Não observação de normas.
O que é Risco?
 Entende-se por agente de risco qualquer
componente de natureza Física, Química ou
Biológica que possa “Comprometer a saúde
do homem, dos animais, do meio ambiente
ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos”
 Para que tenhamos AÇÃO em Biossegurança,
é imprescindível realizar uma AVALIAÇÃO DE
RISCO!
Mapa de Risco
ALGUNS EXEMPLOS
DE ACIDENTES DE
TRABALHO EM
POTENCIAL
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
Barreiras de contenção
EPCs
EPIs
Barreiras de contenção primária
Barreiras de contenção secundária
- Equipamentos de proteção individual (EPI)
-Equipamentos de proteção coletiva (EPC)
-Cabines de segurança biológica (CSB)
- Desenho e estrutura física dos laboratórios
-Portaria 3214-NR6 (08/06/78)
“Todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou
estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física
do trabalhador”.
Equipamentos de Proteção Individual
(EPI)
 Luvas
 Máscara
 Jaleco
 Viseiras de proteção
 Óculos
 Gorro
Equipamentos de proteção coletiva (EPC)
 Chuveiro de emergência
 Lava-olhos
 Equipamentos complementares
 Cabines de segurança
 Fluxo laminar de ar
 Capela química NB
 Manta ou cobertor
 Vaso de areia
 Mangueira de incêndio
 Extintores de incêndio
Aula 4   biossegurança ii
Classificação de Risco Biológico
Classificação de Risco Biológico
 Os riscos biológicos podem ser classificados
em “Classes de Risco 1, 2, 3 e 4” segundo a
OMS.
 Esses riscos são classificados segundo:
 Patogenicidade para o homem
 Virulência
 Modos de transmissão
 Disponibilidade de medidas profiláticas eficazes
 Disponibilidade de tratamento eficaz
 Endemicidade
Normas e condutas no ambiente laboratorial
As instalações laboratoriais designam-se por: (NR-32)
 Laboratório de base 1 (lab. escola) – Nível 1 de segurança
biológica;
 Laboratório de base 2 (Hospitais e lab. clínicos) – Nível 2 de
segurança biológica,
 Laboratório de confinamento – Nível 3 de segurança
biológica.(grandes quantidades e [ ] de microrganismos Cl.2)
 Laboratório de confinamento máximo – Nível 4 de segurança
biológica
Níveis de Biossegurança (Agente Biológico)
 RISCO 1: NB1: baixo risco individual e coletivo
 Ex: bascillus subtilis
 RISCO 2: NB2: moderado risco individual e risco coletivo
limitado
 Ex: HBV, HIV
 RISCO 3: NB3: elevado risco individual e risco coletivo baixo
 Mycrobacterium tuberculosis
 RISCO 4: NB4: Agentes que causam doenças graves para o
homem e representa sério risco para os profissionais
(individual) e para a coletividade.
 Ex:Vírus Ebola
Níveis de Biossegurança
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) normatizou
os níveis de Biossegurança crescentes no maior grau de contenção e
complexidade do nível de proteção
NB AGENTES PRÁTICAS INSTALAÇÕES (Barreiras
Secundárias)
1
Que não são conhecidos por
causarem doenças em adultos
sadios.
Práticas Padrões de microbiologia Bancadas abertas com pias
próximas.
2
Associados com doenças
humanas, risco = lesão
percutânea, ingestão, exposição
da membrana mucosa.
Prática de NB-1 mais:
- Acesso limitado
- Aviso de Risco Biológico
- Precauções com objetos
perfurocor-tantes.
- Manual de Biossegurança que
defina qualquer descontaminação de
dejetos ou normas de vigilância
médica.
NB-1 mais: Autoclave disponível.
3
Agentes exóticos com potencial
para transmissão via aerossol; a
doença pode ter conseqüências
sérias ou até fatais.
Práticas de NB-2 mais:
- Acesso controlado
- Descontaminação de todo o lixo
- Descontaminação da roupa usada
no laboratório antes de ser lavada.
- Amostra sorológica
NB-2 mais:
- Separação física dos corredores de
acesso.
- Portas de acesso dupla com
fechamen-to automático.
- Ar de exaustão não recirculante.
- Fluxo de ar negativo dentro do
laborató-rio.
4
Agentes exóticos ou perigosos
que impõem um alto riso de
doenças que ameaçam a vida,
infecções laboratoriais
transmitidas via aerossol; ou
relacionadas a agentes com
risco desconhecido de
transmissão
NB-3 mais:
-Mudança de roupa antes de entrar.
-Banho de ducha na saída.
-Todo o material descontaminado na
saída das instalações.
NB-3 mais:
- Edifício separado ou área isolada.
- Sistemas de abastecimento e
escape, a vácuo, e de
descontaminação.
-Outros requisitos sublinhados no
texto.
Classificação dos resíduos de serviços de saúde
 Grupo A1: Culturas e estoques de microrganismos; descarte de vacinas,
amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos.
 Grupo A2 :Carcaças, peças anatômicas
vísceras e outros resíduos submetidos a
processos de experimentação com ino-
culação de microorganismos.
 Grupo A3 :Peças anatômicas (membros)
do ser humano
 Grupo A4 :resíduos que não necessitam de tratamento. Sobras de
amostras de laboratório e seus recipientes etc.
Grupo B
 Resíduos contendo substâncias químicas que podem
apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente.
Grupo C
 Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que
contenham radionuclídeos e para os quais a reutilização é imprópria
ou não prevista.
Grupo D
 Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou
radiológico à saúde ou ao meio ambiente. Suas características são
similares às dos resíduos domiciliares.
Grupo E
 Materiais perfuro cortantes ou escarificantes: objetos instrumentos
contendo cantos, bordas, pontas ou protuberâncias rígidas e agudas,
capazes de cortar ou perfurar.
“As agulhas descartáveis devem ser desprezadas juntamente com as
seringas, quando descartáveis, sendo proibido reencapá-las ou
proceder a sua retirada manualmente” (ANVISA, 2004)”
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Simbologia em Biossegurança
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Aula 4   biossegurança ii
Condutas mediante a um acidente com
material biológico em Lab.Escola
 Comunicar imediatamente ao professor
Cuidados com o ferimento:
-Exposição percutânea ou cutânea: Lavagem com água corrente e
sabão
-Exposição em mucosas:lavagem com soro fisiológico ou água
destilada.
 Identificaçao da fonte
 Determinaçao do material biologico envolvido
 Classificaçao da gravidade da lesao
 Exames solicitados
 Acompanhamento do acidentado e notificaçao CIPA
Biossegurança em saúde
 Para que as ações de biossegurança sejam efetivas é necessário
que todos os envolvidos em atividades de risco estejam
devidamente informados acerca das diretrizes atuais, bem como
aptos a colocá-las em prática de maneira correta.
Para que as ações de biossegurança sejam efetivas é necessário
que todos os envolvidos em atividades de risco estejam
devidamente informados acerca das diretrizes atuais, bem como
aptos a colocá-las em prática de maneira correta.
Aula 4   biossegurança ii
Referencias Bibliograficas
 P.M.M. Penna et al. BIOSSEGURANÇA: UMA REVISÃO: Arq. Inst. Biol.,
São Paulo, v.77, n.3, p.555-465, jul./set., 2010
 PALOS M , Acidentes com material biológico ocorridos com profissionais
de laboratórios de Análises Clínicas- DST – J bras Doenças Sex Transm
18(4): 231-234, 2006
 UNESP, Manual de Biossegurança – Laboratorio de Hemoglobina e
Genetica das doenças Hematologicas.
 PUC-GOIAS, Manual de Biossegurança Laboratorios da Area Basica-
LAB,Departamento de Biomedicina,2008
 Ministerio da saude-Manual de biossegurança,2 ediçao,SP 2003

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Centro Universitário Ages
 
Biossegurança na enfermagem
Biossegurança na enfermagemBiossegurança na enfermagem
Biossegurança na enfermagem
Juliana Maciel
 
Introdução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do TrabalhoIntrodução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do Trabalho
Instituto Consciência GO
 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
ivanaferraz
 
Biosseguranca
Biosseguranca  Biosseguranca
Biosseguranca
UERGS
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
Patrícia Tuneli
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
sergio oliveira
 
Aula Central de material Esterilizado
Aula Central de material EsterilizadoAula Central de material Esterilizado
Aula Central de material Esterilizado
Conceição Quirino
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
Rafaela Carvalho
 
Biosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagemBiosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagem
Gabriela Montargil
 
Vigilância Sanitária
Vigilância SanitáriaVigilância Sanitária
Vigilância Sanitária
Ghiordanno Bruno
 
Gerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduosGerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduos
Julia Martins Ulhoa
 
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEMBIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
Centro Universitário Ages
 
Higiene e profilaxia
Higiene e profilaxiaHigiene e profilaxia
Higiene e profilaxia
MayaraJoventino1
 
7 biossegurança laboratorial
7 biossegurança laboratorial7 biossegurança laboratorial
7 biossegurança laboratorial
William Dutra
 
Aula 3 doenças ocupacionais
Aula 3   doenças ocupacionaisAula 3   doenças ocupacionais
Aula 3 doenças ocupacionais
Daniel Moura
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
clinicansl
 
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde ColetivaAula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Karynne Alves do Nascimento
 
Aula sinais vitais
Aula sinais vitaisAula sinais vitais
Aula sinais vitais
Viviane da Silva
 
Central de Material e esterelização
 Central de Material e esterelização Central de Material e esterelização
Central de Material e esterelização
Gilson Betta Sevilha
 

Mais procurados (20)

Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagem
 
Biossegurança na enfermagem
Biossegurança na enfermagemBiossegurança na enfermagem
Biossegurança na enfermagem
 
Introdução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do TrabalhoIntrodução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do Trabalho
 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 
Biosseguranca
Biosseguranca  Biosseguranca
Biosseguranca
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
 
Aula Central de material Esterilizado
Aula Central de material EsterilizadoAula Central de material Esterilizado
Aula Central de material Esterilizado
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
 
Biosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagemBiosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagem
 
Vigilância Sanitária
Vigilância SanitáriaVigilância Sanitária
Vigilância Sanitária
 
Gerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduosGerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduos
 
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEMBIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
 
Higiene e profilaxia
Higiene e profilaxiaHigiene e profilaxia
Higiene e profilaxia
 
7 biossegurança laboratorial
7 biossegurança laboratorial7 biossegurança laboratorial
7 biossegurança laboratorial
 
Aula 3 doenças ocupacionais
Aula 3   doenças ocupacionaisAula 3   doenças ocupacionais
Aula 3 doenças ocupacionais
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde ColetivaAula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
 
Aula sinais vitais
Aula sinais vitaisAula sinais vitais
Aula sinais vitais
 
Central de Material e esterelização
 Central de Material e esterelização Central de Material e esterelização
Central de Material e esterelização
 

Destaque

Biossegurança 4
Biossegurança 4Biossegurança 4
Biossegurança 4
drjeffersontst
 
Trabalho aps o mapa de risco (1) (1)
Trabalho aps   o mapa de risco (1) (1)Trabalho aps   o mapa de risco (1) (1)
Trabalho aps o mapa de risco (1) (1)
Cris Máximo
 
Normas de Biossegurança
Normas de Biossegurança Normas de Biossegurança
Normas de Biossegurança
Juliermeson Morais
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
drjeffersontst
 
Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014
Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014
Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014
Bárbara Ostrosky de Oliveira
 
Mapa de risco laboratório ifce
Mapa de risco laboratório ifceMapa de risco laboratório ifce
Mapa de risco laboratório ifce
Louhana Rebouças
 
44 biosseguranca - riscos e contencao
44 biosseguranca - riscos e contencao44 biosseguranca - riscos e contencao
44 biosseguranca - riscos e contencao
evandroFREITAS
 
Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúde
Wheverton Teixeira
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
05. niveis de biosseguranca
05. niveis de biosseguranca05. niveis de biosseguranca
05. niveis de biosseguranca
Luiz Gonçalves Mendes Jr
 
2. biossegurança
2. biossegurança2. biossegurança
2. biossegurança
Fredson Serejo
 
Laboratório de biossegurança nb 3
Laboratório de biossegurança nb 3Laboratório de biossegurança nb 3
Laboratório de biossegurança nb 3
Wanderley Teixeira
 
Higiene e profilaxia ii
Higiene e profilaxia iiHigiene e profilaxia ii
Higiene e profilaxia ii
Adriana Silva
 
Higiene e profilaxia
Higiene e profilaxiaHigiene e profilaxia
Higiene e profilaxia
Soraya Lima
 
modelo-de-mapa-de-risco
modelo-de-mapa-de-riscomodelo-de-mapa-de-risco
modelo-de-mapa-de-risco
Patrícia Rodrigues
 
Exemplos De Mapas De Riscos
Exemplos De Mapas De RiscosExemplos De Mapas De Riscos
Exemplos De Mapas De Riscos
Santos de Castro
 
Higiene e profilaxia – técnica de lavagem das
Higiene e profilaxia – técnica de lavagem dasHigiene e profilaxia – técnica de lavagem das
Higiene e profilaxia – técnica de lavagem das
Raquel Waack
 
Aula biossegurança -pós-uff
Aula biossegurança -pós-uffAula biossegurança -pós-uff
Aula biossegurança -pós-uff
Taiana Ramos
 
63 riscos
63 riscos63 riscos
Mapas de riscos cipa 2012
Mapas de riscos cipa 2012Mapas de riscos cipa 2012
Mapas de riscos cipa 2012
Gilberto Takashi Suzuki
 

Destaque (20)

Biossegurança 4
Biossegurança 4Biossegurança 4
Biossegurança 4
 
Trabalho aps o mapa de risco (1) (1)
Trabalho aps   o mapa de risco (1) (1)Trabalho aps   o mapa de risco (1) (1)
Trabalho aps o mapa de risco (1) (1)
 
Normas de Biossegurança
Normas de Biossegurança Normas de Biossegurança
Normas de Biossegurança
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
 
Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014
Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014
Biossegurança em laboratórios de análises clínicas 2014
 
Mapa de risco laboratório ifce
Mapa de risco laboratório ifceMapa de risco laboratório ifce
Mapa de risco laboratório ifce
 
44 biosseguranca - riscos e contencao
44 biosseguranca - riscos e contencao44 biosseguranca - riscos e contencao
44 biosseguranca - riscos e contencao
 
Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúde
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
 
05. niveis de biosseguranca
05. niveis de biosseguranca05. niveis de biosseguranca
05. niveis de biosseguranca
 
2. biossegurança
2. biossegurança2. biossegurança
2. biossegurança
 
Laboratório de biossegurança nb 3
Laboratório de biossegurança nb 3Laboratório de biossegurança nb 3
Laboratório de biossegurança nb 3
 
Higiene e profilaxia ii
Higiene e profilaxia iiHigiene e profilaxia ii
Higiene e profilaxia ii
 
Higiene e profilaxia
Higiene e profilaxiaHigiene e profilaxia
Higiene e profilaxia
 
modelo-de-mapa-de-risco
modelo-de-mapa-de-riscomodelo-de-mapa-de-risco
modelo-de-mapa-de-risco
 
Exemplos De Mapas De Riscos
Exemplos De Mapas De RiscosExemplos De Mapas De Riscos
Exemplos De Mapas De Riscos
 
Higiene e profilaxia – técnica de lavagem das
Higiene e profilaxia – técnica de lavagem dasHigiene e profilaxia – técnica de lavagem das
Higiene e profilaxia – técnica de lavagem das
 
Aula biossegurança -pós-uff
Aula biossegurança -pós-uffAula biossegurança -pós-uff
Aula biossegurança -pós-uff
 
63 riscos
63 riscos63 riscos
63 riscos
 
Mapas de riscos cipa 2012
Mapas de riscos cipa 2012Mapas de riscos cipa 2012
Mapas de riscos cipa 2012
 

Semelhante a Aula 4 biossegurança ii

biossegurança.pptx
biossegurança.pptxbiossegurança.pptx
biossegurança.pptx
MarcoReisBrugnerotto
 
BIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICA
BIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICABIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICA
BIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICA
MARIA ELIZABETE DE LIMA MONTEIRO
 
biossegurança.pdf
biossegurança.pdfbiossegurança.pdf
biossegurança.pdf
KeniaSilvaCosta
 
Biossegurança (2) (1).pptx
Biossegurança (2) (1).pptxBiossegurança (2) (1).pptx
Biossegurança (2) (1).pptx
matheussouza714628
 
aula- sobre- biossegurança- 01 .....pptx
aula- sobre- biossegurança- 01 .....pptxaula- sobre- biossegurança- 01 .....pptx
aula- sobre- biossegurança- 01 .....pptx
keyzsilva
 
AULA 1 BIOSSEG..pdf
AULA 1 BIOSSEG..pdfAULA 1 BIOSSEG..pdf
AULA 1 BIOSSEG..pdf
ssusera9a884
 
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdf
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdfAula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdf
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdf
MayaraSetbal1
 
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptx
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptxAula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptx
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptx
MayaraOliveira228
 
Biorrisco avaliação de risco em biossegurança
Biorrisco  avaliação de risco em biossegurançaBiorrisco  avaliação de risco em biossegurança
Biorrisco avaliação de risco em biossegurança
ElezerLemes
 
Aula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptx
Aula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptxAula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptx
Aula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptx
GuilhermeVieiraBotel
 
biossegurança e Organismos Geneticamente Modificados
biossegurança e Organismos Geneticamente Modificadosbiossegurança e Organismos Geneticamente Modificados
biossegurança e Organismos Geneticamente Modificados
rodrigosett40
 
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptxCURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
Brunoaguiar97
 
biossegurança níveis riscos
biossegurança níveis riscosbiossegurança níveis riscos
biossegurança níveis riscos
Adila Trubat
 
Manual de biosseguranca
Manual de biossegurancaManual de biosseguranca
Manual de biosseguranca
Simone EGeovanne
 
Manual de biossegurança immes ok
Manual de biossegurança immes okManual de biossegurança immes ok
Manual de biossegurança immes ok
Simony Marques Gandine
 
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptxCURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
DayanneNoronha4
 
Manual de formação riscos biológicos
Manual de formação riscos biológicosManual de formação riscos biológicos
Manual de formação riscos biológicos
Filipa Andrade
 
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
EvertonMonteiro19
 
Guia tecnico risco biologico nr-32
Guia tecnico risco biologico nr-32Guia tecnico risco biologico nr-32
Guia tecnico risco biologico nr-32
Renatbar
 
Guia técnico de riscos biológicos nr-32 (ano 2008)
Guia técnico de riscos biológicos   nr-32 (ano 2008)Guia técnico de riscos biológicos   nr-32 (ano 2008)
Guia técnico de riscos biológicos nr-32 (ano 2008)
coliveira1408
 

Semelhante a Aula 4 biossegurança ii (20)

biossegurança.pptx
biossegurança.pptxbiossegurança.pptx
biossegurança.pptx
 
BIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICA
BIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICABIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICA
BIOSSEGURANÇA NA ESTÉTICA
 
biossegurança.pdf
biossegurança.pdfbiossegurança.pdf
biossegurança.pdf
 
Biossegurança (2) (1).pptx
Biossegurança (2) (1).pptxBiossegurança (2) (1).pptx
Biossegurança (2) (1).pptx
 
aula- sobre- biossegurança- 01 .....pptx
aula- sobre- biossegurança- 01 .....pptxaula- sobre- biossegurança- 01 .....pptx
aula- sobre- biossegurança- 01 .....pptx
 
AULA 1 BIOSSEG..pdf
AULA 1 BIOSSEG..pdfAULA 1 BIOSSEG..pdf
AULA 1 BIOSSEG..pdf
 
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdf
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdfAula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdf
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança^.pdf
 
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptx
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptxAula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptx
Aula 01 - Conceitos de Biossegurança..pptx
 
Biorrisco avaliação de risco em biossegurança
Biorrisco  avaliação de risco em biossegurançaBiorrisco  avaliação de risco em biossegurança
Biorrisco avaliação de risco em biossegurança
 
Aula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptx
Aula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptxAula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptx
Aula 1_Biosseg_2020_Nelma.pptx
 
biossegurança e Organismos Geneticamente Modificados
biossegurança e Organismos Geneticamente Modificadosbiossegurança e Organismos Geneticamente Modificados
biossegurança e Organismos Geneticamente Modificados
 
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptxCURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
 
biossegurança níveis riscos
biossegurança níveis riscosbiossegurança níveis riscos
biossegurança níveis riscos
 
Manual de biosseguranca
Manual de biossegurancaManual de biosseguranca
Manual de biosseguranca
 
Manual de biossegurança immes ok
Manual de biossegurança immes okManual de biossegurança immes ok
Manual de biossegurança immes ok
 
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptxCURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
 
Manual de formação riscos biológicos
Manual de formação riscos biológicosManual de formação riscos biológicos
Manual de formação riscos biológicos
 
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
 
Guia tecnico risco biologico nr-32
Guia tecnico risco biologico nr-32Guia tecnico risco biologico nr-32
Guia tecnico risco biologico nr-32
 
Guia técnico de riscos biológicos nr-32 (ano 2008)
Guia técnico de riscos biológicos   nr-32 (ano 2008)Guia técnico de riscos biológicos   nr-32 (ano 2008)
Guia técnico de riscos biológicos nr-32 (ano 2008)
 

Mais de José Vitor Alves

Sistema muscular parte 3
Sistema muscular parte 3Sistema muscular parte 3
Sistema muscular parte 3
José Vitor Alves
 
Sistema articular
Sistema articularSistema articular
Sistema articular
José Vitor Alves
 
Sistema muscular parte 2
Sistema muscular parte 2Sistema muscular parte 2
Sistema muscular parte 2
José Vitor Alves
 
Sistema muscular Parte 1
Sistema muscular Parte 1Sistema muscular Parte 1
Sistema muscular Parte 1
José Vitor Alves
 
Ossos do esqueleto axial e apendicular
Ossos do esqueleto axial e apendicularOssos do esqueleto axial e apendicular
Ossos do esqueleto axial e apendicular
José Vitor Alves
 
Aula 2 Tabela periodica
Aula 2   Tabela periodicaAula 2   Tabela periodica
Aula 2 Tabela periodica
José Vitor Alves
 
Aula 5 Ligações Quimicas
Aula 5   Ligações QuimicasAula 5   Ligações Quimicas
Aula 5 Ligações Quimicas
José Vitor Alves
 
Aula 8 sais e oxidos
Aula 8   sais e oxidosAula 8   sais e oxidos
Aula 8 sais e oxidos
José Vitor Alves
 
Aula 7 acidos e bases
Aula 7   acidos e basesAula 7   acidos e bases
Aula 7 acidos e bases
José Vitor Alves
 
Aula 2 O Atomo
Aula 2   O AtomoAula 2   O Atomo
Aula 2 O Atomo
José Vitor Alves
 
Apostila de Química Aplicada
Apostila de Química AplicadaApostila de Química Aplicada
Apostila de Química Aplicada
José Vitor Alves
 
Apostila textos - Tecnicas de Coleta
Apostila   textos - Tecnicas de ColetaApostila   textos - Tecnicas de Coleta
Apostila textos - Tecnicas de Coleta
José Vitor Alves
 
Porque os jovens profissionais da geração y estão infelizes
Porque os jovens profissionais da geração y estão infelizesPorque os jovens profissionais da geração y estão infelizes
Porque os jovens profissionais da geração y estão infelizes
José Vitor Alves
 
Atendimento ao cliente apostila
Atendimento ao cliente   apostilaAtendimento ao cliente   apostila
Atendimento ao cliente apostila
José Vitor Alves
 
Rdc nº 302/05
Rdc nº 302/05Rdc nº 302/05
Rdc nº 302/05
José Vitor Alves
 
Aula 1 código de ética do analista clínico
Aula 1   código de ética do analista clínicoAula 1   código de ética do analista clínico
Aula 1 código de ética do analista clínico
José Vitor Alves
 
Rdc nº 306 07-12-2004
Rdc nº 306   07-12-2004Rdc nº 306   07-12-2004
Rdc nº 306 07-12-2004
José Vitor Alves
 
Etica e Bioética
Etica e BioéticaEtica e Bioética
Etica e Bioética
José Vitor Alves
 
Pop microscopia
Pop   microscopiaPop   microscopia
Pop microscopia
José Vitor Alves
 
O Microscópio Óptico
O Microscópio ÓpticoO Microscópio Óptico
O Microscópio Óptico
José Vitor Alves
 

Mais de José Vitor Alves (20)

Sistema muscular parte 3
Sistema muscular parte 3Sistema muscular parte 3
Sistema muscular parte 3
 
Sistema articular
Sistema articularSistema articular
Sistema articular
 
Sistema muscular parte 2
Sistema muscular parte 2Sistema muscular parte 2
Sistema muscular parte 2
 
Sistema muscular Parte 1
Sistema muscular Parte 1Sistema muscular Parte 1
Sistema muscular Parte 1
 
Ossos do esqueleto axial e apendicular
Ossos do esqueleto axial e apendicularOssos do esqueleto axial e apendicular
Ossos do esqueleto axial e apendicular
 
Aula 2 Tabela periodica
Aula 2   Tabela periodicaAula 2   Tabela periodica
Aula 2 Tabela periodica
 
Aula 5 Ligações Quimicas
Aula 5   Ligações QuimicasAula 5   Ligações Quimicas
Aula 5 Ligações Quimicas
 
Aula 8 sais e oxidos
Aula 8   sais e oxidosAula 8   sais e oxidos
Aula 8 sais e oxidos
 
Aula 7 acidos e bases
Aula 7   acidos e basesAula 7   acidos e bases
Aula 7 acidos e bases
 
Aula 2 O Atomo
Aula 2   O AtomoAula 2   O Atomo
Aula 2 O Atomo
 
Apostila de Química Aplicada
Apostila de Química AplicadaApostila de Química Aplicada
Apostila de Química Aplicada
 
Apostila textos - Tecnicas de Coleta
Apostila   textos - Tecnicas de ColetaApostila   textos - Tecnicas de Coleta
Apostila textos - Tecnicas de Coleta
 
Porque os jovens profissionais da geração y estão infelizes
Porque os jovens profissionais da geração y estão infelizesPorque os jovens profissionais da geração y estão infelizes
Porque os jovens profissionais da geração y estão infelizes
 
Atendimento ao cliente apostila
Atendimento ao cliente   apostilaAtendimento ao cliente   apostila
Atendimento ao cliente apostila
 
Rdc nº 302/05
Rdc nº 302/05Rdc nº 302/05
Rdc nº 302/05
 
Aula 1 código de ética do analista clínico
Aula 1   código de ética do analista clínicoAula 1   código de ética do analista clínico
Aula 1 código de ética do analista clínico
 
Rdc nº 306 07-12-2004
Rdc nº 306   07-12-2004Rdc nº 306   07-12-2004
Rdc nº 306 07-12-2004
 
Etica e Bioética
Etica e BioéticaEtica e Bioética
Etica e Bioética
 
Pop microscopia
Pop   microscopiaPop   microscopia
Pop microscopia
 
O Microscópio Óptico
O Microscópio ÓpticoO Microscópio Óptico
O Microscópio Óptico
 

Último

Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdfCirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
BrunaNeves80
 
Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...
Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...
Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...
Senior Consultoria em Gestão e Marketing
 
Mini curso Análise de LCR Liquorologia.pptx
Mini curso Análise de LCR Liquorologia.pptxMini curso Análise de LCR Liquorologia.pptx
Mini curso Análise de LCR Liquorologia.pptx
GleenseCartonilho
 
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RXPosicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
paathizinhya
 
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
KauFelipo
 
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdfNR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
guilhermefontenele8
 
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdfRelação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
maripinkmarianne
 
Electrocardiografia - Manual AMIR - ENARM
Electrocardiografia - Manual AMIR - ENARMElectrocardiografia - Manual AMIR - ENARM
Electrocardiografia - Manual AMIR - ENARM
dantemalca
 
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
OttomGonalvesDaSilva
 

Último (9)

Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdfCirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
 
Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...
Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...
Procedimento Operacional Padrão Para Recebimento e Atendimento de Pacientes P...
 
Mini curso Análise de LCR Liquorologia.pptx
Mini curso Análise de LCR Liquorologia.pptxMini curso Análise de LCR Liquorologia.pptx
Mini curso Análise de LCR Liquorologia.pptx
 
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RXPosicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
 
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
 
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdfNR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
 
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdfRelação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
 
Electrocardiografia - Manual AMIR - ENARM
Electrocardiografia - Manual AMIR - ENARMElectrocardiografia - Manual AMIR - ENARM
Electrocardiografia - Manual AMIR - ENARM
 
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
 

Aula 4 biossegurança ii

  • 1. MSc José Vitor Ferreira Alves PROCEDIMENTOS DE BIOSSEGURANÇA EM SAÚDE
  • 2. Contexto Histórico  1970 – Origem do conceito de Biossegurança durante a reunião “Asilomar” (California).  1995 a Lei 8.974 Criada no Brasil ; Lei de Biossegurança  1995 o Decreto n° 1.752 criou a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio)
  • 3. Etiologia  O significado de Bio (do grego Bios) = Vida e segurança se refere à qualidade de ser ou estar seguro, protegido, preservado, livre de risco ou perigo.  Processo progressivo, que não inclui conclusão em sua terminologia.
  • 4. O que é Biossegurança? “É a condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal, vegetal e o ambiente.” (CBS, 2010)
  • 5. Objetivos. Instituir normas e medidas que reduzam ao máximo a exposição a riscos que afetam a saúde de todos os trabalhadores,professores e estudantes nos laboratórios da área básica que estão em contato com equipamentos, substâncias químicas e espécimes biológicos.
  • 6. Importância  Abordar medidas de Controle de infecção para proteção da equipe em serviços de saúde.  Promoção da consciência sanitária na comunidade onde atua.  Preservação do meio ambiente na manipulação e no descarte de resíduos quimicos, toxicos e infectantes.  Redução geral de Risco à saúde e acidentes ocupacionais.
  • 7. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  AGENTES AMBIENTAIS: são elementos ou substâncias presentes nos diversos ambientes humanos que, quando encontrados acima dos limites de tolerância, podem causar danos à saúde das pessoas.  AGENTES BIOLÓGICOS: São introduzidos nos processos de trabalho pela utilização de seres vivos ( em geral microorganismos) como parte integrante do processo produtivo, tais como vírus, bacílos, bactérias, etc, potencialmente nocivos ao ser humano.
  • 8. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  AGENTES ERGONÔMICOS: são riscos introduzidos no processo de trabalho por agentes (máquinas, métodos, etc) inadequados às limitações dos seus usuários.  AGENTES FÍSICOS: são os riscos gerados pelos agentes que têm capacidade de modificar as características físicas do meio ambiente.  AGENTES MECÂNICOS (Acidentes): São os riscos gerados pelos agentes que derrancam o contato físico direto com a vítima para manifestar a sua nocividade.
  • 9. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  AGENTES QUIMICOS: são as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão. São os riscos gerados por agentes que modificam a composição química do meio ambiente.
  • 11. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  ÁGUA ESTÉRIL: é aquela que sofreu tratamento físico com a finalidade de eliminar qualquer tipo de vida microbiana ali presente (Água destilada, Água deionizada, Água MileQ)  ÁGUA TRATADA: é aquela que sofreu tratamento físico e/ou químico com a finalidade de remover impurezas e germes patogênicos.
  • 12. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  ARTIGO CRÍTICO: é todo o instrumental pérfuro- cortante que penetra em tecidos e entra em contato com sangue e secreções  ARTIGO DESCARTÁVEL: é o produto que após o uso perde as suas características originais e não deve ser reutilizado e nem reprocessado.  ARTIGO NÃO-CRÍTICO: é todo artigo destinado apenas ao contato com a pele íntegra do paciente/trabalhador.
  • 13. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  ANTI-SEPSIA: é a eliminação de formas vegetativas de bactérias patogênicas de um tecido vivo.  ASSEPSIA: é o conjunto de medidas adotadas para impedir que determinado meio seja contaminado.  DESCONTAMINAÇÃO: é o processo de eliminação total ou parcial da carga microbiana de artigos ou superfícies, tornando-os aptos para o manuseio seguro. Este processo pode ser aplicado através de limpeza, desinfecção e esterilização.
  • 14. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  LIMPEZA OU HIGIENE: é o asseio ou retirada da sujidade de qualquer superfície. E pode ser feito por:  Fricção mecânica com água e sabão;  Máquinas de limpeza com jatos de água quente ou detergentes;  Máquinas de ultra-som com detergente/desencronstantes.
  • 15. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  DESINFECÇÃO: é o processo de eliminação de vírus, fungos e formas vegetativas de bactérias, porém não seus esporos, mediante a aplicação de agentes físicos ou químicos, sendo principalmente utilizados:  Hipoclorito de Sódio a 0,5% (meio químico líquido)  Álcool Etílico a 70% (meio qúimico Líquido)  Formaldeído a 4% (Meio químico líquido)  Glutaraldéido a 2% (meio químico líquido)  Pasteurização de 60 a 90ºC por 30 min (meio físico líquido)
  • 16. Definições BásicasAplicadas a Biossegurança  ESTERILIZAÇÃO: é o processo de eliminação de todos os microorganismos presentes no instrumental, tais como vírus, fungos e bactérias, inclusive seus esporos.  Autoclavagem- 121ºC por 30 min (meio físico);  Estufa ou forno de Pasteur – 170ºC por 120min (meio físico);  Glutaraldeído a 2% por 10 h (meio químico líquido);  Fomaldeído a 4% por 18 h (meio químico líquido);  ET – Óxido de Etileno – tempo de aeração 6 a 24 h (meio químico gasoso).
  • 17. VOLTANDO...  “Biossegurança é um conjunto de medidas voltadas para a prevenção de riscos....” O que é Risco?
  • 18. Biossegurança  PERIGO: Fonte ou situação com potencial para provocar danos em termos de lesão, doença, dano à propriedade, meio ambiente, local de trabalho ou a combinação destes.  RISCO: Combinação da probabilidade de ocorrência e da consequência de um determinado evento perigoso.
  • 19. Biossegurança  Resumindo:  Perigo é a fonte geradora e o Risco é a exposição a esta fonte.
  • 21. De onde vêm o Risco  Instrução inadequada;  Supervisão ineficiente;  Práticas inadequadas;  Mau uso de EPI;  Trabalho falho;  Não observação de normas.
  • 22. O que é Risco?  Entende-se por agente de risco qualquer componente de natureza Física, Química ou Biológica que possa “Comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos”  Para que tenhamos AÇÃO em Biossegurança, é imprescindível realizar uma AVALIAÇÃO DE RISCO!
  • 24. ALGUNS EXEMPLOS DE ACIDENTES DE TRABALHO EM POTENCIAL
  • 33. Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
  • 34. Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
  • 35. Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
  • 36. Boas Práticas em Laboratório Clínico (BPLC)
  • 38. Barreiras de contenção primária Barreiras de contenção secundária - Equipamentos de proteção individual (EPI) -Equipamentos de proteção coletiva (EPC) -Cabines de segurança biológica (CSB) - Desenho e estrutura física dos laboratórios -Portaria 3214-NR6 (08/06/78) “Todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador”.
  • 39. Equipamentos de Proteção Individual (EPI)  Luvas  Máscara  Jaleco  Viseiras de proteção  Óculos  Gorro
  • 40. Equipamentos de proteção coletiva (EPC)  Chuveiro de emergência  Lava-olhos  Equipamentos complementares  Cabines de segurança  Fluxo laminar de ar  Capela química NB  Manta ou cobertor  Vaso de areia  Mangueira de incêndio  Extintores de incêndio
  • 43. Classificação de Risco Biológico  Os riscos biológicos podem ser classificados em “Classes de Risco 1, 2, 3 e 4” segundo a OMS.  Esses riscos são classificados segundo:  Patogenicidade para o homem  Virulência  Modos de transmissão  Disponibilidade de medidas profiláticas eficazes  Disponibilidade de tratamento eficaz  Endemicidade
  • 44. Normas e condutas no ambiente laboratorial As instalações laboratoriais designam-se por: (NR-32)  Laboratório de base 1 (lab. escola) – Nível 1 de segurança biológica;  Laboratório de base 2 (Hospitais e lab. clínicos) – Nível 2 de segurança biológica,  Laboratório de confinamento – Nível 3 de segurança biológica.(grandes quantidades e [ ] de microrganismos Cl.2)  Laboratório de confinamento máximo – Nível 4 de segurança biológica
  • 45. Níveis de Biossegurança (Agente Biológico)  RISCO 1: NB1: baixo risco individual e coletivo  Ex: bascillus subtilis  RISCO 2: NB2: moderado risco individual e risco coletivo limitado  Ex: HBV, HIV  RISCO 3: NB3: elevado risco individual e risco coletivo baixo  Mycrobacterium tuberculosis  RISCO 4: NB4: Agentes que causam doenças graves para o homem e representa sério risco para os profissionais (individual) e para a coletividade.  Ex:Vírus Ebola
  • 46. Níveis de Biossegurança A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) normatizou os níveis de Biossegurança crescentes no maior grau de contenção e complexidade do nível de proteção NB AGENTES PRÁTICAS INSTALAÇÕES (Barreiras Secundárias) 1 Que não são conhecidos por causarem doenças em adultos sadios. Práticas Padrões de microbiologia Bancadas abertas com pias próximas. 2 Associados com doenças humanas, risco = lesão percutânea, ingestão, exposição da membrana mucosa. Prática de NB-1 mais: - Acesso limitado - Aviso de Risco Biológico - Precauções com objetos perfurocor-tantes. - Manual de Biossegurança que defina qualquer descontaminação de dejetos ou normas de vigilância médica. NB-1 mais: Autoclave disponível. 3 Agentes exóticos com potencial para transmissão via aerossol; a doença pode ter conseqüências sérias ou até fatais. Práticas de NB-2 mais: - Acesso controlado - Descontaminação de todo o lixo - Descontaminação da roupa usada no laboratório antes de ser lavada. - Amostra sorológica NB-2 mais: - Separação física dos corredores de acesso. - Portas de acesso dupla com fechamen-to automático. - Ar de exaustão não recirculante. - Fluxo de ar negativo dentro do laborató-rio. 4 Agentes exóticos ou perigosos que impõem um alto riso de doenças que ameaçam a vida, infecções laboratoriais transmitidas via aerossol; ou relacionadas a agentes com risco desconhecido de transmissão NB-3 mais: -Mudança de roupa antes de entrar. -Banho de ducha na saída. -Todo o material descontaminado na saída das instalações. NB-3 mais: - Edifício separado ou área isolada. - Sistemas de abastecimento e escape, a vácuo, e de descontaminação. -Outros requisitos sublinhados no texto.
  • 47. Classificação dos resíduos de serviços de saúde  Grupo A1: Culturas e estoques de microrganismos; descarte de vacinas, amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos.  Grupo A2 :Carcaças, peças anatômicas vísceras e outros resíduos submetidos a processos de experimentação com ino- culação de microorganismos.  Grupo A3 :Peças anatômicas (membros) do ser humano  Grupo A4 :resíduos que não necessitam de tratamento. Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes etc.
  • 48. Grupo B  Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente.
  • 49. Grupo C  Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista.
  • 50. Grupo D  Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente. Suas características são similares às dos resíduos domiciliares.
  • 51. Grupo E  Materiais perfuro cortantes ou escarificantes: objetos instrumentos contendo cantos, bordas, pontas ou protuberâncias rígidas e agudas, capazes de cortar ou perfurar. “As agulhas descartáveis devem ser desprezadas juntamente com as seringas, quando descartáveis, sendo proibido reencapá-las ou proceder a sua retirada manualmente” (ANVISA, 2004)”
  • 72. Condutas mediante a um acidente com material biológico em Lab.Escola  Comunicar imediatamente ao professor Cuidados com o ferimento: -Exposição percutânea ou cutânea: Lavagem com água corrente e sabão -Exposição em mucosas:lavagem com soro fisiológico ou água destilada.  Identificaçao da fonte  Determinaçao do material biologico envolvido  Classificaçao da gravidade da lesao  Exames solicitados  Acompanhamento do acidentado e notificaçao CIPA
  • 73. Biossegurança em saúde  Para que as ações de biossegurança sejam efetivas é necessário que todos os envolvidos em atividades de risco estejam devidamente informados acerca das diretrizes atuais, bem como aptos a colocá-las em prática de maneira correta. Para que as ações de biossegurança sejam efetivas é necessário que todos os envolvidos em atividades de risco estejam devidamente informados acerca das diretrizes atuais, bem como aptos a colocá-las em prática de maneira correta.
  • 75. Referencias Bibliograficas  P.M.M. Penna et al. BIOSSEGURANÇA: UMA REVISÃO: Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.77, n.3, p.555-465, jul./set., 2010  PALOS M , Acidentes com material biológico ocorridos com profissionais de laboratórios de Análises Clínicas- DST – J bras Doenças Sex Transm 18(4): 231-234, 2006  UNESP, Manual de Biossegurança – Laboratorio de Hemoglobina e Genetica das doenças Hematologicas.  PUC-GOIAS, Manual de Biossegurança Laboratorios da Area Basica- LAB,Departamento de Biomedicina,2008  Ministerio da saude-Manual de biossegurança,2 ediçao,SP 2003