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BIOSSEGURANÇA
Conceito
conjunto de ações voltadas para a
prevenção, minimização ou eliminação
de riscos inerentes às atividades de
pesquisa, produção, ensino,
desenvolvimento tecnológico e
prestação de serviços, visando à saúde
do homem, dos animais, a preservação
do meio ambiente e a qualidade dos
resultados. Teixeira & Valle (1996)

 O que é Risco?
 O que é Perigo?
RISCO e PERIGO
RISCO – é o perigo mediado pelo
conhecimento que se tem da situação.
É o que temos como prevenir.
PERIGO – existe enquanto não se
reconhece
a
situação.
É
o
desconhecido ou mal conhecido.
REBELLO 2003
É IMPORTANTE IDENTIFICARMOS A
SITUAÇÃO NA QUAL ESTAMOS
INSERIDOS
AGENTES FÍSICOS- ruídos, vibrações, calor, frio,
pressões anormais, radiações ionizantes, radiações
não ionizantes, iluminação, umidade,etc.
AGENTES QUÍMICOS- névoas, poeiras, fumos,gases
e vapores presentes no ambiente.
AGENTES BIOLÓGICOS- bactérias, fungos, parasitas
e vírus.
Rebello 2003
ACIDENTE COM MATERIAL
BIOLÓGICO
Manual de Recomendações para Atendimento
e Acompanhamento de Exposição Ocupacional
a Material Biológico (MS 2004)


Desde o início da epidemia da AIDS
(1981) até 2004:
103 casos comprovados e 219 casos
prováveis de profissionais de saúde
contaminados pelo HIV por acidente de
trabalho foram publicados em todo o
mundo.
EPIDEMIOLOGIA


O CDC estima que anualmente
aconteçam aproximadamente cerca de
385.000 acidentes com
pérfurocortantes em profissionais de saúde
com uma média de 1000 acidentes/dia.
Rio de Janeiro
No período entre os anos de 1997 e
2004
estão
registrados
15.035
acidentes, oriundos de unidades
públicas e privadas (SMS 2005).
 A SMS estima que entre 50 e 90% dos
acidentes não chegam a ser notificados
pelos profissionais envolvidos.

Legislação Internacional


EUA 2000 - Lei H. R. 5178 Needlestick
Safety and prevention Act
Proteção dos profissionais de saúde.
As instituições americanas subordinadas a
OSHA (Occupational Safety e Health
Administration) adotassem a utilização de
equipamentos mais seguros.
Dispositivos de segurança contra acidentes
com pérfuro-cortante (sistemas sem agulhas
e com dispositivos de proteção das mesmas).
Legislação Nacional


DOU em 16/11/2005 publicou a Portaria do
Ministério de Trabalho e Emprego nº 485 de
11/11/2005
aprovando
a
Norma
Regulamentadora nº 32 (Segurança e Saúde
no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde) .



Considera risco biológico a probabilidade da
exposição ocupacional a agentes biológicos
sejam eles microrganismos, geneticamente
modificados ou não, as culturas de células,
os parasitas, as toxinas e os príons.
Portaria do Ministério de Trabalho e
Emprego nº 485 – NR 32


Importância
da
elaboração
do
Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais (PPRA) com a identificação
dos riscos biológicos mais prováveis,
em função da localização geográfica e
da característica do serviço de saúde e
seus setores.
Considerar
a) fontes de exposição e reservatórios.
 b) vias de transmissão e de entrada.
 c) transmissibilidade, patogenicidade e
virulência do agente.
 d) persistência do agente biológico no
ambiente.
 e) estudos epidemiológicos ou dados
estatísticos.
 f) outras informações científicas.

Avaliação do Local de Trabalho






a) a finalidade e descrição do local de
trabalho.
b) a organização e procedimentos de
trabalho.
c) a possibilidade de exposição.
d) a descrição das atividades e funções de
cada local de trabalho.
e) as medidas preventivas aplicáveis e seu
acompanhamento.
Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional (PCMSO)







a) o reconhecimento e a avaliação dos riscos
biológicos.
b) a localização das áreas de risco.
c) a relação contendo a identificação nominal
dos trabalhadores, sua função, o local em
que desempenham suas atividades e o risco
a que estão expostos.
d) a vigilância médica dos trabalhadores
potencialmente expostos.
e) o programa de vacinação.
Deve Constar do PCMSO
a) os procedimentos a serem adotados
para diagnóstico, acompanhamento e
prevenção da soroconversão e das
doenças.
 b) as medidas para descontaminação
do local de trabalho.
 c) o tratamento médico de emergência
para os trabalhadores.









d) a identificação dos responsáveis pela
aplicação das medidas pertinentes.
e) a relação dos estabelecimentos de saúde
que podem prestar assistência aos
trabalhadores.
f) as formas de remoção para atendimento
dos trabalhadores.
g) a relação dos estabelecimentos de
assistência à saúde depositários de
imunoglobulinas, vacinas, medicamentos
necessários, materiais e insumos especiais.
NR 32




32.2.4.3 Todo local onde exista possibilidade de
exposição ao agente biológico deve ter lavatório
exclusivo para higiene das mãos provido de água
corrente, sabonete líquido, toalha descartável e
lixeira provida de sistema de abertura sem contato
manual.
32.2.4.3.1 Os quartos ou enfermarias destinados
ao isolamento de pacientes portadores de doenças
infecto-contagiosas devem conter lavatório em seu
interior.
NR 32




32.2.4.3.2 O uso de luvas não substitui o processo
de lavagem das mãos, o que deve ocorrer, no
mínimo, antes e depois do uso das mesmas.
32.2.4.4 Os trabalhadores com feridas ou lesões
nos membros superiores só podem iniciar suas
atividades após avaliação médica obrigatória com
emissão de documento de liberação para o
trabalho.
NR 32





32.2.4.6 Todos trabalhadores com possibilidade de
exposição a agentes biológicos devem utilizar
vestimenta de trabalho adequada e em condições
de conforto.
32.2.4.6.1 A vestimenta deve ser fornecida sem
ônus para o empregado.
32.2.4.6.2 Os trabalhadores não devem deixar o
local de trabalho com os equipamentos de
proteção individual e as vestimentas utilizadas em
suas atividades laborais.
NR 32




32.2.4.6.3 O empregador deve providenciar locais
apropriados para fornecimento de vestimentas
limpas e para deposição das usadas.
32.2.4.6.4 A higienização das vestimentas
utilizadas nos centros cirúrgicos e obstétricos,
serviços de tratamento intensivo, unidades de
pacientes com doenças infecto-contagiosa e
quando houver contato direto da vestimenta com
material orgânico, deve ser de responsabilidade do
empregador.
Da Vacinação dos Trabalhadores


32.2.4.17.1 A todo trabalhador dos serviços
de saúde deve ser fornecido, gratuitamente,
programa de imunização ativa contra tétano,
difteria, hepatite B e os estabelecidos no
PCMSO.
O Empregador Deverá Vedar
NR 32








a) A utilização de pias de trabalho para fins
diversos dos previstos.
b) O ato de fumar, o uso de adornos e o
manuseio de lentes de contato nos postos de
trabalho.
c) o consumo de alimentos e bebidas nos
postos de trabalho.
d) A guarda de alimentos em locais não
destinados para este fim.
e) O uso de calçados abertos.
Atenção !!!
A norma ressalta que os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI),
descartáveis ou não, deverão estar à
disposição em número suficiente nos
postos de trabalho, de forma que seja
garantido o imediato fornecimento ou
reposição.
FORMAS DE EXPOSIÇÃO
As exposições que podem trazer riscos de
transmissão ocupacional do HIV e dos vírus das
hepatites B (HBV) e C (HCV) são definidas como:




Exposições percutâneas – lesões provocadas por
instrumentos perfurantes e cortantes (p.ex.
agulhas, bisturi, vidrarias);
Exposições em mucosas – p.ex. quando há
respingos na face envolvendo olho, nariz, boca ou
genitália;
FORMAS DE EXPOSIÇÃO


Exposições cutâneas (pele não-íntegra) – p.ex.
contato com pele com dermatite ou feridas abertas;



Mordeduras humanas – consideradas como
exposição de risco quando envolverem a
presença de sangue, devendo ser avaliadas
tanto para o indivíduo que provocou a lesão
quanto àquele que tenha sido exposto.
ACIDENTE COM MATERIAL
BIOLÓGICO
TRANSMISSÃO

Percutânea
SANGUE
Mucosa
TECIDO
Pele
LÍQUIDOS
Mordida
TRANSMISSÃO
“STATUS” INFECCIOSO DO
PACIENTE FONTE
SUSCEPTIBILIDADE DO
ACIDENTADO
LÍQUIDOS
Céfalo-raquidiano - LCR
Pleural
Pericárdico
Peritoneal
Amniótico
Ascítico
Sinovial
TRANSMISSÃO
SECREÇÕES ?
•
•
•
•
•

Fezes
Urina
Escarro
Lágrimas
Suor

•
•
•
•

Vômitos
Saliva
Vaginal
Sêmen
CARACTERIZAÇÃO DO
ACIDENTE


Acidente leve: contato com secreções,
urina ou sangue em pele íntegra.



Acidente moderado: contato com
secreções ou urina em mucosas; sem
sangue visível.



Acidente grave: contato de líquido
orgânico contendo sangue visível com
mucosas ou exposição percutânea com
material pérfurocortante.
Materiais Biológicos e Risco de
Transmissão do HIV


Sangue, outros materiais contendo sangue, sêmen
e secreções vaginais são considerados materiais
biológicos envolvidos na transmissão do HIV.



Apesar do sêmen e das secreções vaginais estarem
freqüentemente relacionados à transmissão sexual
desses vírus, esses materiais não estarão
envolvidos habitualmente nas situações de risco
ocupacional para profissionais de saúde.


Líquidos de serosas (peritoneal, pleural,
pericárdico), líquido amniótico, líquor e
líquido articular são fluidos e secreções
corporais potencialmente infectantes.



Não existem, no entanto, estudos epidemiológicos
que permitam quantificar os riscos associados a
estes materiais biológicos.



Estas exposições devem ser avaliadas de
forma individual, já que, em geral, estes
materiais são considerados como de baixo
risco para transmissão viral ocupacional.




Suor, lágrima, fezes, urina, vômitos,
secreções nasais e saliva (exceto em
ambientes odontológicos) são líquidos
biológicos sem risco de transmissão
ocupacional.



Nestes
casos,
as
profilaxias
e
o
acompanhamento clínico-laboratorial não são
necessários. A presença de sangue nestes
líquidos torna-os materiais infectantes.


Qualquer contato sem barreira de
proteção com material concentrado de
vírus (laboratórios de pesquisa, com
cultura de vírus e vírus em grandes
quantidades) deve ser considerado
uma exposição ocupacional que requer
avaliação e acompanhamento.
Risco de Transmissão do HBV




O risco de contaminação pelo vírus da
Hepatite B (HBV) está relacionado,
principalmente, ao grau de exposição ao
sangue no ambiente de trabalho e também à
presença ou não do antígeno HBeAg no
paciente-fonte.
Com a presença de HBeAg (que reflete uma
alta taxa de replicação viral) há, portanto, uma
maior quantidade de vírus circulante elevando o
risco da contaminação.


Apesar das exposições percutâneas serem
um dos mais eficientes modos de
transmissão do HBV, elas são responsáveis
por uma minoria dos casos ocupacionais de
hepatite B entre profissionais de saúde.



Em investigações de surtos nosocomiais, a
maioria dos profissionais infectados não
relata exposições percutâneas.



Quase 1/3 dos profissionais se lembram de
terem atendido pacientes HBsAg positivo.


Já foi demonstrado que, em temperatura
ambiente, o HBV pode sobreviver em
superfícies por períodos de até 1 semana.



Portanto,
infecções
pelo
HBV
em
profissionais de saúde, sem história de
exposição não-ocupacional ou acidente
percutâneo ocupacional, podem ser resultado
de contato, direto ou indireto, com sangue ou
outros materiais biológicos em áreas de pele
não-íntegra, queimaduras ou em mucosas.


A possibilidade de transmissão do HBV
a partir do contato com superfícies
contaminadas
também
já
foi
demonstrada em investigações de
surtos de hepatite B, entre pacientes e
profissionais
de
unidades
de
hemodiálise.


O sangue é o material biológico que tem os
maiores títulos de HBV e é o principal
responsável pela transmissão do vírus nos
serviços de saúde.



O HBV também é encontrado em vários
outros materiais biológicos, incluindo leite
materno, líquido biliar, líquor, fezes,
secreções nasofaríngeas, saliva, suor e
líquido articular.



A maior parte desses materiais biológicos
não é um bom veiculo para a transmissão do
HBV. As concentrações de partículas
infectantes do HBV são 100 a 1.000 vezes
Risco de Transmissão do HCV


O vírus da hepatite C (HCV) só é
transmitido de forma eficiente através
do sangue. A incidência média de
soroconversão,
após
exposição
percutânea com sangue sabidamente
infectado pelo HCV é de 1.8%
(variando de 0 a 7%). Um estudo
demonstrou
que
os
casos
de
contaminações só ocorreram em
acidentes envolvendo agulhas com
lúmen.


Ao contrário do HBV,
sugerem que o risco de
partir de superfícies
significativo.

dados epidemiológicos
transmissão do HCV, a
contaminadas não é



Exceto em serviços de hemodiálise, onde já foram
descritos casos nos quais houve contaminação
ambiental e níveis precários de práticas de
controle de infecção.
TRANSMISSÃO

SANGUE
H IV H B V H C V
Risco
HIV – 0,3% para exposição percutânea.
0,09% para exposição de mucosa.
 HBV – 6% a 30% se nenhuma medida
profilática for adotada.
 HCV – 3% a 10% para exposição
percutânea.

HEPATITE B
Prevalência - hemodiálise
•
•
•
•

Transmissão por via percutânea, sexual e perinatal.
Incubação de 45 a 180 dias. Média de 2 a 3 meses.
Inativado por autoclave 121ºC por 15 minutos; estufa 170º por 2
horas.
Glutaraldeído 2% ou hipoclorito de 0,5 a 5%.

Cura - 90% Cirrose - 20% CA hepático - 6%
Vacina – 0, 30 e 180 dias
HEPATITE C
Hepatite não A não B
Exposição percutânea a sangue ou plasma contaminados.
Transmissão sexual ainda estudada.
Incubação de 2 semanas a 6 meses. Mais freqüente de 6 a 9
semanas.
Acompanhamento por no mínimo 6 meses.

Clínica - 10%
Cura - 12m
Infecção crônica - 85%
Acompanhamento por no mínimo 6 meses.

Tratamento
INFECÇÃO PELO HIV
AIDS
O vírus é inativado por germicidas
como o álcool 70% e hipoclorito 0,5%
em 1 minuto de exposição.
Epidemiologia / Clínica
Eficácia - ARV
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO

HIV
AVALIANDO O RISCO
•

VOLUME DE SANGUE

•

PRESENÇA

VISÍVEL

DE

SANGUE

NO

DISPOSITIVO INVASIVO
•

TIPO DE LESÃO (PROFUNDA / SUPERFICIAL)

•

CALIBRE DA AGULHA

•

ESTÁGIO DA DOENÇA NO PACIENTE FONTE
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO
HIV
• Teste rápido
Uso de antiretrovirais :
Quimioprofilaxia básica – AZT + 3TC
Quimioprofilaxia expandida- AZT + 3TC
+ Inibidor de Protease (indinavir ou nelfinavir)
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO
FALHAS NA PROFILAXIA
Atraso no início
Tempo de tratamento reduzido
Resistência do vírus
Cepas - Sincício
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO
HBV
Vacina - 10 a 20mcg/ml, doses maiores são
recomendadas em caso de imunodeficiência e
profissionais que trabalham em programas de
hemodiálise ;
Títulos pós vacinação:
100mUI/ml bom respondedor.
100 – 10mUI/ml regular respondedor.
< 10mUI/ml mau respondedor.

IGVB – 0,06mg/kg de peso. Maior eficácia até 48 h
após acidente. Após uma semana não há benefício
HCV
Dosar TGP, sorologia, biologia molecular(PCR).
A MELHOR PREVENÇÃO

É NÃO SE ACIDENTAR
CUIDADOS NA MANIPULAÇÃO DE
PÉRFURO-CORTANTE
 TER ATENÇÃO DURANTE A REALIZAÇÃO DOS
PROCEDIMENTOS
 NUNCA

UTILIZAR

ANTEPARO

OS

DEDOS

COMO

DURANTE A REALIZAÇÃO DE

PROCEDIMENTO QUE ENVOLVAM MATERIAIS
PÉRFURO-CORTANTES
 NUNCA REENCAPAR AGULHAS, ENTORTÁLAS OU QUEBRÁ-LAS
CUIDADOS NA MANIPULAÇÃO DE
PÉRFURO-CORTANTE
 NÃO UTILIZAR AGULHAS PARA FIXAR PAPÉIS.
 DESCARTAR
CORTANTES

OS
EM

MATERIAIS
RECIPIENTE

PÉRFUROESPECÍFICO

(RESISTENTES A PERFURAÇÃO E COM TAMPA).
 MANTER

OS

RECIPIENTES

PRÓXIMOS

AO

LOCAL DE REALIZAÇÃO DO PROCEDIMENTO.
 DESCARTAR O RECIPIENTE QUANDO 2/3 DE
SUA CAPACIDADE FOR ATINGIDO.
CUIDADOS COM O LOCAL APÓS
ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO
NA PELE:
 LAVAR EXAUSTIVAMENTE COM ÁGUA E SABÃO, O
SABÃO ANTI-SÉPTICO PODE SER USADO
EM MUCOSA:
 LAVAR EXAUSTIVAMENTE COM ÁGUA OU COM
SOLUÇÃO FISIOLÓGICA
Fonte: www.riscobiologico.org.br
Fonte: www.riscobiologico.org.br
Fonte: www.riscobiologico.org.br
Fonte: www.riscobiologico.org.br
Orientações Para os Dispositivos
de Segurança (OSHA)
Promover uma barreira entre as mãos e a
agulha após o uso.
 Permitir ou exigir que as mãos dos
profissionais permanecem atrás da agulha
por todo o tempo.
 Ser um artigo único e não um acessório.
 Ser simples e de fácil operação exigindo
curtos treinamentos.
 Ter efetividade quando comparado ao seu
custo.

Introcan® Safety™
http://www.bbraun.com.br
MONOJECT MAGELLAN™ Safety Needles
www.kendallhealthcare.com
BD Saf-T-Intima®
http://www.bd.com
BD Insyte AutoGuard®
http://www.bd.com
Tubos e agulhas BD
Vacutainer
Proposta


 

PROPOSTA 1
Um profissional de sua equipe se acidenta
ao puncionar um aceso venoso periférico.
Quais as informações você entende
relevantes
investigar
com
este
trabalhador? Quais as orientações você
daria para o momento imediato após o
acidente?
Proposta


PROPOSTA 2
Você é a gerente de uma UTI e é convidada
para participar de um grupo de estudos
sobre a prevenção de acidentes com
material
biológico
na
instituição.
Sistematize a sua participação, listando os
itens que levaria como suas sugestões.
Proposta


 




PROPOSTA 3
Um profissional da equipe de enfermagem
se acidenta por via percutânea durante o
manuseio de material perfurocortante.
Você é no dia de hoje responsável pelo
atendimento a este profissional.
Discuta
as
investigações
e
os
procedimentos a serem adotados.

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biossegurança

  • 2. Conceito conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, visando à saúde do homem, dos animais, a preservação do meio ambiente e a qualidade dos resultados. Teixeira & Valle (1996) 
  • 3.  O que é Risco?  O que é Perigo?
  • 4. RISCO e PERIGO RISCO – é o perigo mediado pelo conhecimento que se tem da situação. É o que temos como prevenir. PERIGO – existe enquanto não se reconhece a situação. É o desconhecido ou mal conhecido. REBELLO 2003
  • 5. É IMPORTANTE IDENTIFICARMOS A SITUAÇÃO NA QUAL ESTAMOS INSERIDOS AGENTES FÍSICOS- ruídos, vibrações, calor, frio, pressões anormais, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, iluminação, umidade,etc. AGENTES QUÍMICOS- névoas, poeiras, fumos,gases e vapores presentes no ambiente. AGENTES BIOLÓGICOS- bactérias, fungos, parasitas e vírus. Rebello 2003
  • 7. Manual de Recomendações para Atendimento e Acompanhamento de Exposição Ocupacional a Material Biológico (MS 2004)  Desde o início da epidemia da AIDS (1981) até 2004: 103 casos comprovados e 219 casos prováveis de profissionais de saúde contaminados pelo HIV por acidente de trabalho foram publicados em todo o mundo.
  • 8. EPIDEMIOLOGIA  O CDC estima que anualmente aconteçam aproximadamente cerca de 385.000 acidentes com pérfurocortantes em profissionais de saúde com uma média de 1000 acidentes/dia.
  • 9. Rio de Janeiro No período entre os anos de 1997 e 2004 estão registrados 15.035 acidentes, oriundos de unidades públicas e privadas (SMS 2005).  A SMS estima que entre 50 e 90% dos acidentes não chegam a ser notificados pelos profissionais envolvidos. 
  • 10. Legislação Internacional  EUA 2000 - Lei H. R. 5178 Needlestick Safety and prevention Act Proteção dos profissionais de saúde. As instituições americanas subordinadas a OSHA (Occupational Safety e Health Administration) adotassem a utilização de equipamentos mais seguros. Dispositivos de segurança contra acidentes com pérfuro-cortante (sistemas sem agulhas e com dispositivos de proteção das mesmas).
  • 11. Legislação Nacional  DOU em 16/11/2005 publicou a Portaria do Ministério de Trabalho e Emprego nº 485 de 11/11/2005 aprovando a Norma Regulamentadora nº 32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde) .  Considera risco biológico a probabilidade da exposição ocupacional a agentes biológicos sejam eles microrganismos, geneticamente modificados ou não, as culturas de células, os parasitas, as toxinas e os príons.
  • 12. Portaria do Ministério de Trabalho e Emprego nº 485 – NR 32  Importância da elaboração do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) com a identificação dos riscos biológicos mais prováveis, em função da localização geográfica e da característica do serviço de saúde e seus setores.
  • 13. Considerar a) fontes de exposição e reservatórios.  b) vias de transmissão e de entrada.  c) transmissibilidade, patogenicidade e virulência do agente.  d) persistência do agente biológico no ambiente.  e) estudos epidemiológicos ou dados estatísticos.  f) outras informações científicas. 
  • 14. Avaliação do Local de Trabalho      a) a finalidade e descrição do local de trabalho. b) a organização e procedimentos de trabalho. c) a possibilidade de exposição. d) a descrição das atividades e funções de cada local de trabalho. e) as medidas preventivas aplicáveis e seu acompanhamento.
  • 15. Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)      a) o reconhecimento e a avaliação dos riscos biológicos. b) a localização das áreas de risco. c) a relação contendo a identificação nominal dos trabalhadores, sua função, o local em que desempenham suas atividades e o risco a que estão expostos. d) a vigilância médica dos trabalhadores potencialmente expostos. e) o programa de vacinação.
  • 16. Deve Constar do PCMSO a) os procedimentos a serem adotados para diagnóstico, acompanhamento e prevenção da soroconversão e das doenças.  b) as medidas para descontaminação do local de trabalho.  c) o tratamento médico de emergência para os trabalhadores. 
  • 17.     d) a identificação dos responsáveis pela aplicação das medidas pertinentes. e) a relação dos estabelecimentos de saúde que podem prestar assistência aos trabalhadores. f) as formas de remoção para atendimento dos trabalhadores. g) a relação dos estabelecimentos de assistência à saúde depositários de imunoglobulinas, vacinas, medicamentos necessários, materiais e insumos especiais.
  • 18. NR 32   32.2.4.3 Todo local onde exista possibilidade de exposição ao agente biológico deve ter lavatório exclusivo para higiene das mãos provido de água corrente, sabonete líquido, toalha descartável e lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual. 32.2.4.3.1 Os quartos ou enfermarias destinados ao isolamento de pacientes portadores de doenças infecto-contagiosas devem conter lavatório em seu interior.
  • 19. NR 32   32.2.4.3.2 O uso de luvas não substitui o processo de lavagem das mãos, o que deve ocorrer, no mínimo, antes e depois do uso das mesmas. 32.2.4.4 Os trabalhadores com feridas ou lesões nos membros superiores só podem iniciar suas atividades após avaliação médica obrigatória com emissão de documento de liberação para o trabalho.
  • 20. NR 32    32.2.4.6 Todos trabalhadores com possibilidade de exposição a agentes biológicos devem utilizar vestimenta de trabalho adequada e em condições de conforto. 32.2.4.6.1 A vestimenta deve ser fornecida sem ônus para o empregado. 32.2.4.6.2 Os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais.
  • 21. NR 32   32.2.4.6.3 O empregador deve providenciar locais apropriados para fornecimento de vestimentas limpas e para deposição das usadas. 32.2.4.6.4 A higienização das vestimentas utilizadas nos centros cirúrgicos e obstétricos, serviços de tratamento intensivo, unidades de pacientes com doenças infecto-contagiosa e quando houver contato direto da vestimenta com material orgânico, deve ser de responsabilidade do empregador.
  • 22. Da Vacinação dos Trabalhadores  32.2.4.17.1 A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no PCMSO.
  • 23. O Empregador Deverá Vedar NR 32      a) A utilização de pias de trabalho para fins diversos dos previstos. b) O ato de fumar, o uso de adornos e o manuseio de lentes de contato nos postos de trabalho. c) o consumo de alimentos e bebidas nos postos de trabalho. d) A guarda de alimentos em locais não destinados para este fim. e) O uso de calçados abertos.
  • 24. Atenção !!! A norma ressalta que os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), descartáveis ou não, deverão estar à disposição em número suficiente nos postos de trabalho, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou reposição.
  • 25. FORMAS DE EXPOSIÇÃO As exposições que podem trazer riscos de transmissão ocupacional do HIV e dos vírus das hepatites B (HBV) e C (HCV) são definidas como:   Exposições percutâneas – lesões provocadas por instrumentos perfurantes e cortantes (p.ex. agulhas, bisturi, vidrarias); Exposições em mucosas – p.ex. quando há respingos na face envolvendo olho, nariz, boca ou genitália;
  • 26. FORMAS DE EXPOSIÇÃO  Exposições cutâneas (pele não-íntegra) – p.ex. contato com pele com dermatite ou feridas abertas;  Mordeduras humanas – consideradas como exposição de risco quando envolverem a presença de sangue, devendo ser avaliadas tanto para o indivíduo que provocou a lesão quanto àquele que tenha sido exposto.
  • 28. TRANSMISSÃO “STATUS” INFECCIOSO DO PACIENTE FONTE SUSCEPTIBILIDADE DO ACIDENTADO
  • 31. CARACTERIZAÇÃO DO ACIDENTE  Acidente leve: contato com secreções, urina ou sangue em pele íntegra.  Acidente moderado: contato com secreções ou urina em mucosas; sem sangue visível.  Acidente grave: contato de líquido orgânico contendo sangue visível com mucosas ou exposição percutânea com material pérfurocortante.
  • 32. Materiais Biológicos e Risco de Transmissão do HIV  Sangue, outros materiais contendo sangue, sêmen e secreções vaginais são considerados materiais biológicos envolvidos na transmissão do HIV.  Apesar do sêmen e das secreções vaginais estarem freqüentemente relacionados à transmissão sexual desses vírus, esses materiais não estarão envolvidos habitualmente nas situações de risco ocupacional para profissionais de saúde.
  • 33.  Líquidos de serosas (peritoneal, pleural, pericárdico), líquido amniótico, líquor e líquido articular são fluidos e secreções corporais potencialmente infectantes.  Não existem, no entanto, estudos epidemiológicos que permitam quantificar os riscos associados a estes materiais biológicos.  Estas exposições devem ser avaliadas de forma individual, já que, em geral, estes materiais são considerados como de baixo risco para transmissão viral ocupacional. 
  • 34.  Suor, lágrima, fezes, urina, vômitos, secreções nasais e saliva (exceto em ambientes odontológicos) são líquidos biológicos sem risco de transmissão ocupacional.  Nestes casos, as profilaxias e o acompanhamento clínico-laboratorial não são necessários. A presença de sangue nestes líquidos torna-os materiais infectantes.
  • 35.  Qualquer contato sem barreira de proteção com material concentrado de vírus (laboratórios de pesquisa, com cultura de vírus e vírus em grandes quantidades) deve ser considerado uma exposição ocupacional que requer avaliação e acompanhamento.
  • 36. Risco de Transmissão do HBV   O risco de contaminação pelo vírus da Hepatite B (HBV) está relacionado, principalmente, ao grau de exposição ao sangue no ambiente de trabalho e também à presença ou não do antígeno HBeAg no paciente-fonte. Com a presença de HBeAg (que reflete uma alta taxa de replicação viral) há, portanto, uma maior quantidade de vírus circulante elevando o risco da contaminação.
  • 37.  Apesar das exposições percutâneas serem um dos mais eficientes modos de transmissão do HBV, elas são responsáveis por uma minoria dos casos ocupacionais de hepatite B entre profissionais de saúde.  Em investigações de surtos nosocomiais, a maioria dos profissionais infectados não relata exposições percutâneas.  Quase 1/3 dos profissionais se lembram de terem atendido pacientes HBsAg positivo.
  • 38.  Já foi demonstrado que, em temperatura ambiente, o HBV pode sobreviver em superfícies por períodos de até 1 semana.  Portanto, infecções pelo HBV em profissionais de saúde, sem história de exposição não-ocupacional ou acidente percutâneo ocupacional, podem ser resultado de contato, direto ou indireto, com sangue ou outros materiais biológicos em áreas de pele não-íntegra, queimaduras ou em mucosas.
  • 39.  A possibilidade de transmissão do HBV a partir do contato com superfícies contaminadas também já foi demonstrada em investigações de surtos de hepatite B, entre pacientes e profissionais de unidades de hemodiálise.
  • 40.  O sangue é o material biológico que tem os maiores títulos de HBV e é o principal responsável pela transmissão do vírus nos serviços de saúde.  O HBV também é encontrado em vários outros materiais biológicos, incluindo leite materno, líquido biliar, líquor, fezes, secreções nasofaríngeas, saliva, suor e líquido articular.  A maior parte desses materiais biológicos não é um bom veiculo para a transmissão do HBV. As concentrações de partículas infectantes do HBV são 100 a 1.000 vezes
  • 41. Risco de Transmissão do HCV  O vírus da hepatite C (HCV) só é transmitido de forma eficiente através do sangue. A incidência média de soroconversão, após exposição percutânea com sangue sabidamente infectado pelo HCV é de 1.8% (variando de 0 a 7%). Um estudo demonstrou que os casos de contaminações só ocorreram em acidentes envolvendo agulhas com lúmen.
  • 42.  Ao contrário do HBV, sugerem que o risco de partir de superfícies significativo. dados epidemiológicos transmissão do HCV, a contaminadas não é  Exceto em serviços de hemodiálise, onde já foram descritos casos nos quais houve contaminação ambiental e níveis precários de práticas de controle de infecção.
  • 44. Risco HIV – 0,3% para exposição percutânea. 0,09% para exposição de mucosa.  HBV – 6% a 30% se nenhuma medida profilática for adotada.  HCV – 3% a 10% para exposição percutânea. 
  • 45. HEPATITE B Prevalência - hemodiálise • • • • Transmissão por via percutânea, sexual e perinatal. Incubação de 45 a 180 dias. Média de 2 a 3 meses. Inativado por autoclave 121ºC por 15 minutos; estufa 170º por 2 horas. Glutaraldeído 2% ou hipoclorito de 0,5 a 5%. Cura - 90% Cirrose - 20% CA hepático - 6% Vacina – 0, 30 e 180 dias
  • 46. HEPATITE C Hepatite não A não B Exposição percutânea a sangue ou plasma contaminados. Transmissão sexual ainda estudada. Incubação de 2 semanas a 6 meses. Mais freqüente de 6 a 9 semanas. Acompanhamento por no mínimo 6 meses. Clínica - 10% Cura - 12m Infecção crônica - 85% Acompanhamento por no mínimo 6 meses. Tratamento
  • 47. INFECÇÃO PELO HIV AIDS O vírus é inativado por germicidas como o álcool 70% e hipoclorito 0,5% em 1 minuto de exposição. Epidemiologia / Clínica Eficácia - ARV
  • 48. PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO HIV AVALIANDO O RISCO • VOLUME DE SANGUE • PRESENÇA VISÍVEL DE SANGUE NO DISPOSITIVO INVASIVO • TIPO DE LESÃO (PROFUNDA / SUPERFICIAL) • CALIBRE DA AGULHA • ESTÁGIO DA DOENÇA NO PACIENTE FONTE
  • 49. PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO HIV • Teste rápido Uso de antiretrovirais : Quimioprofilaxia básica – AZT + 3TC Quimioprofilaxia expandida- AZT + 3TC + Inibidor de Protease (indinavir ou nelfinavir)
  • 50. PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO FALHAS NA PROFILAXIA Atraso no início Tempo de tratamento reduzido Resistência do vírus Cepas - Sincício
  • 51. PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO HBV Vacina - 10 a 20mcg/ml, doses maiores são recomendadas em caso de imunodeficiência e profissionais que trabalham em programas de hemodiálise ; Títulos pós vacinação: 100mUI/ml bom respondedor. 100 – 10mUI/ml regular respondedor. < 10mUI/ml mau respondedor. IGVB – 0,06mg/kg de peso. Maior eficácia até 48 h após acidente. Após uma semana não há benefício HCV Dosar TGP, sorologia, biologia molecular(PCR).
  • 52. A MELHOR PREVENÇÃO É NÃO SE ACIDENTAR
  • 53. CUIDADOS NA MANIPULAÇÃO DE PÉRFURO-CORTANTE  TER ATENÇÃO DURANTE A REALIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS  NUNCA UTILIZAR ANTEPARO OS DEDOS COMO DURANTE A REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTO QUE ENVOLVAM MATERIAIS PÉRFURO-CORTANTES  NUNCA REENCAPAR AGULHAS, ENTORTÁLAS OU QUEBRÁ-LAS
  • 54. CUIDADOS NA MANIPULAÇÃO DE PÉRFURO-CORTANTE  NÃO UTILIZAR AGULHAS PARA FIXAR PAPÉIS.  DESCARTAR CORTANTES OS EM MATERIAIS RECIPIENTE PÉRFUROESPECÍFICO (RESISTENTES A PERFURAÇÃO E COM TAMPA).  MANTER OS RECIPIENTES PRÓXIMOS AO LOCAL DE REALIZAÇÃO DO PROCEDIMENTO.  DESCARTAR O RECIPIENTE QUANDO 2/3 DE SUA CAPACIDADE FOR ATINGIDO.
  • 55. CUIDADOS COM O LOCAL APÓS ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO NA PELE:  LAVAR EXAUSTIVAMENTE COM ÁGUA E SABÃO, O SABÃO ANTI-SÉPTICO PODE SER USADO EM MUCOSA:  LAVAR EXAUSTIVAMENTE COM ÁGUA OU COM SOLUÇÃO FISIOLÓGICA
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
  • 64.
  • 65. Orientações Para os Dispositivos de Segurança (OSHA) Promover uma barreira entre as mãos e a agulha após o uso.  Permitir ou exigir que as mãos dos profissionais permanecem atrás da agulha por todo o tempo.  Ser um artigo único e não um acessório.  Ser simples e de fácil operação exigindo curtos treinamentos.  Ter efetividade quando comparado ao seu custo. 
  • 67. MONOJECT MAGELLAN™ Safety Needles www.kendallhealthcare.com
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 74. Tubos e agulhas BD Vacutainer
  • 75. Proposta    PROPOSTA 1 Um profissional de sua equipe se acidenta ao puncionar um aceso venoso periférico. Quais as informações você entende relevantes investigar com este trabalhador? Quais as orientações você daria para o momento imediato após o acidente?
  • 76. Proposta  PROPOSTA 2 Você é a gerente de uma UTI e é convidada para participar de um grupo de estudos sobre a prevenção de acidentes com material biológico na instituição. Sistematize a sua participação, listando os itens que levaria como suas sugestões.
  • 77. Proposta      PROPOSTA 3 Um profissional da equipe de enfermagem se acidenta por via percutânea durante o manuseio de material perfurocortante. Você é no dia de hoje responsável pelo atendimento a este profissional. Discuta as investigações e os procedimentos a serem adotados.