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ENFERMAGEM EM CLÍNICA
CIRÚRGICA
Enfermeira Vanessa
Ribeiro
EQUIPE DE TRABALHO NO CC
As atividades da Unidade de Cirurgia, RPA & CME são desenvolvidas
por uma equipe composta por Cirurgiões, Anestesiologistas,
Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem, Auxiliares de Enfermagem,
Técnico administrativo, Acadêmicos-Internos, Residentes e Serviço de
Higienização.
Compõe-se de um grupo de profissionais que tem como finalidade
assistir o paciente em todas as suas necessidades durante os
períodos TRANSOPERATÓRIO e PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO (SRPA/
RA)
EQUIPE DE TRABALHO NO CC
São 4 as equipes que trabalham no CC. A integração entre elas é essencial.
São elas:
Equipe de anestesia: é composta de médicos anestesistas, sendo
responsável por prescrever a medicação pré-anestésica, planejar e
executar a anestesia;
Equipe cirúrgica: é a equipe responsável pelo ato cirúrgico em si.
Nesta equipe fazem parte o médico cirurgião, um ou mais médicos
auxiliares e o instrumentador;
Equipe de limpeza: É formada por auxiliares de limpeza pertencentes
ao quadro hospitalar ou uma empresa prestadora de serviços ao
hospital.
Equipe de enfermagem: É composta pelo enfermeiro, técnico de
enfermagem e o auxiliar de enfermagem. Os téc. e auxiliares de
PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
A atuação do profissional de
enfermagem no dentro do
centro cirúrgico é designada as
funções de circulante e
instrumentar cirúrgico.
Tais funções são fundamentais
no procedimento cirúrgico.
CIRCULANTE
A circulação na sala de operação é
uma atividade desenvolvida durante
todo o processo anestésico cirúrgico
para garantir condições funcionais e
técnicas para um bom
desenvolvimento do procedimento
oferecendo assim mais segurança
para o paciente.
É função exclusiva do técnico de
enfermagem, podendo o enfermeiro
também ter essa função.
FUNÇÕES DO CIRCULANTE
Montagem da sala de operação;
Atentar-se quanto ao quadro do mapa cirúrgico para
organização da S.O.;
Solicitar o instrumental a ser utilizado para as
respectivas cirurgias a CME;
Verificar o adequado processamento dos instrumentais
a serem utilizados;
Testar luzes e aparelhos a serem utilizados;
Assegurar a temperatura adequada da SO;
Realizar limpeza concorrente com pano embebido
álcool 70%
Revisar os materiais disponíveis para o procedimento e
para as suas possíveis intercorrências;
Posicionar materiais e pacotes para o procedimento
cirúrgico;
Auxiliar a equipe cirúrgica incluindo o instrumentador.
FUNÇÕES DO CIRCULANTE
Receber o paciente na recepção e se apresentar;
Direcionar o mesmo a SO;
Realizar a primeira parte do Check list da cirurgia segura;
Monitorizar o paciente;
Posicionar o paciente conforme procedimento a ser realizado;
Realizar degermação e antissepsia do sítio cirúrgico;
Posicionar campos cirúrgicos;
Posicionar placa neutra;
Auxiliar anestesista na indução anestésica;
Auxiliar a equipe cirúrgica a se paramentar;
FUNÇÕES DO CIRCULANTE
Ajustar o foco de luz sempre que solicitado, de forma a
proporcionar iluminação adequada ao campo cirúrgico,
sem projeção de sombras e reflexos;
Aproximar os hampers da equipe para desprezar
compressas, gazes, embalagens descartáveis, aproximar
bancos e pedais dos equipamentos;
Observar o gotejamento de soros e hemoderivados,
líquidos drenados e sinais de intercorrências (sinais e
sintomas no pós-operatório); controlar a quantidade do
fornecimento de gazes e compressas, para que não
ocorra esquecimento acidental destes materiais no
campo operatório;
Manter a sala em ordem durante todo o procedimento
cirúrgico e evitar saídas frequentes da sala e aberturas
desnecessárias da porta;
Encaminhar, de acordo com o protocolo da instituição,
o mais rápido possível as peças para análise laboratorial,
identificando e acondicionando em recipiente especifico;
FUNÇÕES DO CIRCULANTE
Realizar os registros em impressos próprios, anotando
os medicamentos, soluções, hemoderivados,
equipamentos usados, intercorrências com o paciente,
nome do procedimento e da equipe cirúrgica, bem
como início e término da cirurgia;
Realizar a contagem das compressas e gazes
cirúrgicas junto a equipe;
Realizar novamente Check List de Cirurgia Segura.
FUNÇÕES DO CIRCULANTE
Ao termino da cirurgia, auxiliar a
equipe no curativo cirúrgico, na
retirada de aventais cirúrgicos, desligar
foco de luz, remover campos e lençóis
úmidos, remover excesso de
antisséptico, sangue e secreções da
pele do paciente, vestir o paciente e
cobri-lo com lençóis ou cobertores,
retirar a monitoração do paciente após
avaliação do anestesiologista e
enfermeiro, organizar o prontuário e
auxiliar o transporte do paciente para a
sala de recuperação pós-anestésica.
INSTRUMENTADO CIRÚRGICO
O instrumentador cirúrgico faz parte tanto da equipe de
enfermagem como da equipe de cirúrgica.
Em hospitais públicos o instrumentador faz parte do quadro dos
profissionais do hospital;
Já em hospitais particulares o instrumentador pode ser um
profissional externo à equipe de trabalho.
Atualmente para realizar o trabalho de instrumentador o profissional
necessariamente
FUNÇÕES E TÉCNICAS DO
INSTRUMENTADOR
 Funções técnicas do
instrumentador:
• Se paramentar adequadamente com o
uniforme apropriado e Utilização dos
Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs);
Verificar a confirmação
da cirurgia e a sala de
operação;
Escolher e verificar o
material específico para
o procedimento
cirúrgico, e se informar
com o cirurgião os fios
que serão utilizados;
Funções e Técnicas do Instrumentador
• Colocar na mesa o campo cirúrgico duplo;
• Colocar o material que será utilizado, na
mesa sem contaminar e verificar se todos
os materiais solicitados estão presentes;
• Manter as mãos acima da cintura tomando
o cuidado de não colocá-las em qualquer
lugar que não esteja esterilizado, evitando
assim a contaminação;
FUNÇÕES E TÉCNICAS DO
INSTRUMENTADOR
• Tomar o cuidado para não encostar com a
parte não estéril do avental nas mesas
auxiliares e de instrumentais; na falta de
avental com opa (proteção nas costas).
• Auxiliar na colocação dos campos
cirúrgicos que delimitam a área operatória;
• Passar os instrumentos, sempre tendo
cuidado que seja do lado correto, para
evitar quedas, e que o cirurgião tenha que
virá-lo antes de usar, evitando acidentar-
se.
FUNÇÕES E TÉCNICAS DO
INSTRUMENTADOR
Auxiliar na colocação dos
campos cirúrgicos que
delimitam a área operatória;
FUNÇÕES E TÉCNICAS DO
INSTRUMENTADOR
Passar os instrumentos,
sempre tendo cuidado que
seja do lado correto, para
evitar quedas, e que o
cirurgião tenha que virá-lo
antes de usar, evitando
acidentar-se.
FUNÇÕES E TÉCNICAS DO
INSTRUMENTADOR
 Funções técnicas do instrumentador:
• Manter o campo operatório sempre limpo e em ordem;
• Manter os instrumentais cirúrgicos no lugar próprio deixando a mesa
sempre arrumada;
• Ter o controle do material e instrumental durante toda a cirurgia,
prestando atenção em toda e qualquer manobra do cirurgião (contar
compressas grandes, pequenas e gazes antes e ao término de cada
procedimento cirúrgico);
Funções e Técnicas do Instrumentador
VAMOS RELEMBRAR?
BIOSSEGURANÇA
Biossegurança, é um conjunto de procedimentos, ações, técnicas,
metodologias, equipamentos e dispositivos capazes de eliminar ou
minimizar riscos inerentes as atividades de pesquisa, produção,
ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, que
podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio
ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
BIOSSEGURANÇA
RISCOS PROFISSIONAIS
(Portaria do Ministério do Trabalho, MT nº. 3214, de 08/06/78)
• 1. Riscos de Acidentes
• 2. Riscos Ergonômicos
• 3. Riscos Físicos
• 4. Riscos Químicos
• 5. Riscos Biológicos
LIXO HOSPITALAR
De acordo com a RDC ANVISA nº 306/04 e Resolução
CONAMA no 358/05, os RSS são classificados em cinco grupos:
A, B, C, D e E.
Grupo A - engloba os componentes com possível presença de
agentes biológicos que, por suas características de maior
virulência ou concentração, podem apresentar risco de
infecção. Exemplos: placas e lâminas de laboratório, carcaças,
peças anatômicas (membros), tecidos, bolsas transfusionais
contendo sangue, dentre outras.
Grupo B - contém substâncias químicas que podem
apresentar risco à saúde pública ou ao meio
ambiente, dependendo de suas
inflamabilidade, corrosividade,
características de
reatividade e
toxicidade. Ex: medicamentos apreendidos, reagentes
de laboratório, resíduos contendo metais pesados,
dentre outros.
Grupo C - quaisquer materiais resultantes de
atividades humanas que contenham radionuclídeos
em quantidades superiores aos limites de eliminação
especificados nas normas da Comissão Nacional de
Energia Nuclear - CNEN, como, por exemplo, serviços
de medicina nuclear e radioterapia etc.
Grupo D - não apresentam risco biológico, químico
ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente,
podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
Ex: sobras de alimentos e do preparo de alimentos,
resíduos das áreas
administrativas etc.
Grupo E - materiais perfuro-cortantes ou
escarificantes, tais como lâminas de barbear,
agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas,
lâminas de bisturi,lancetas, espátulas e outros
similares.
ORIENTAÇÕES QUANTO AO
DESCARTE DO MATERIAL
UTILIZADO
Descarte no Descartex ou pote rígido:
• Todo o material perfurocortante.
EPI
S
IMUNIZAÇÃO
TRATAMENTO DOS
ARTIGOS
• Artigos críticos: aqueles que penetram, através
da pele e mucosas, nos tecidos subepiteliais e no
sistema vascular (bisturis, agulhas etc.);
• Artigos semi-críticos: os que têm contato com a
pele não-íntegra ou com mucosas íntegras
(endoscópios, laringoscópios, entre outros);
•
• Artigos não críticos: que têm contato com a pele
íntegra (termômetro axilar, estetoscópios etc).
• Descontaminação é o processo de eliminação
total ou parcial da carga microbiana de artigos e
superfícies para um manuseio seguro.
• Limpeza é o procedimento pelo qual se processa
a remoção da sujidade; pode ser feita por:
- fricção mecânica com água e sabão;
- máquinas de limpeza com jatos de água quente ou
detergentes;
-máquinas de ultra-som com
detergentes/desencrostantes.
• Desinfecção é o processo de destruição de
microorganismos em forma vegetativa, mediante
a aplicação de agentes físicos ou químicos, sendo
principalmente utilizados:
• Hipoclorito de Sódio a 0,5% (meio químico
líquido);
• Álcool Etílico a 70% (meio químico líquido);
• Formaldeído a 4% (meio químico líquido);
• Glutaraldeído a 2% (meio químico líquido);
• Pasteurização de 60 a 90°C por 30 min (meio
físico líquido).
ESTERILIZAÇÃO É O PROCESSO DE DESTRUIÇÃO DE
TODAS AS FORMAS DE VIDA MICROBIANA
(BACTÉRIAS, ESPOROS, FUNGOS E VÍRUS) MEDIANTE A
APLICAÇÃO DE AGENTES QUÍMICOS E FÍSICOS.
• Autoclavagem – 127°C por 30 min (meio físico);
• Estufa ou forno de Pasteur – 170°C por 120 min (meio
físico);
• Glutaraldeído a 2% por 10 h (meio químico líquido);
• Formaldeído a 4% por 18 h (meio químico líquido);
• ET – Óxido de Etileno – tempo de aeração 6 a 24h (meio
químico gasoso).
DUVIDAS ?
RESPONDA
Por quem é composto o CC?
Qual a Função do Circulante?
Qual a função do instrumentador?
O que é biossegurança?
Qual a classificação dos tipos de lixos hospitalares?
Quais os tipos de precauções?
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  • 2. EQUIPE DE TRABALHO NO CC As atividades da Unidade de Cirurgia, RPA & CME são desenvolvidas por uma equipe composta por Cirurgiões, Anestesiologistas, Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem, Auxiliares de Enfermagem, Técnico administrativo, Acadêmicos-Internos, Residentes e Serviço de Higienização. Compõe-se de um grupo de profissionais que tem como finalidade assistir o paciente em todas as suas necessidades durante os períodos TRANSOPERATÓRIO e PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO (SRPA/ RA)
  • 3. EQUIPE DE TRABALHO NO CC São 4 as equipes que trabalham no CC. A integração entre elas é essencial. São elas: Equipe de anestesia: é composta de médicos anestesistas, sendo responsável por prescrever a medicação pré-anestésica, planejar e executar a anestesia; Equipe cirúrgica: é a equipe responsável pelo ato cirúrgico em si. Nesta equipe fazem parte o médico cirurgião, um ou mais médicos auxiliares e o instrumentador; Equipe de limpeza: É formada por auxiliares de limpeza pertencentes ao quadro hospitalar ou uma empresa prestadora de serviços ao hospital. Equipe de enfermagem: É composta pelo enfermeiro, técnico de enfermagem e o auxiliar de enfermagem. Os téc. e auxiliares de
  • 4.
  • 5. PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM A atuação do profissional de enfermagem no dentro do centro cirúrgico é designada as funções de circulante e instrumentar cirúrgico. Tais funções são fundamentais no procedimento cirúrgico.
  • 6. CIRCULANTE A circulação na sala de operação é uma atividade desenvolvida durante todo o processo anestésico cirúrgico para garantir condições funcionais e técnicas para um bom desenvolvimento do procedimento oferecendo assim mais segurança para o paciente. É função exclusiva do técnico de enfermagem, podendo o enfermeiro também ter essa função.
  • 7. FUNÇÕES DO CIRCULANTE Montagem da sala de operação; Atentar-se quanto ao quadro do mapa cirúrgico para organização da S.O.; Solicitar o instrumental a ser utilizado para as respectivas cirurgias a CME; Verificar o adequado processamento dos instrumentais a serem utilizados; Testar luzes e aparelhos a serem utilizados; Assegurar a temperatura adequada da SO; Realizar limpeza concorrente com pano embebido álcool 70% Revisar os materiais disponíveis para o procedimento e para as suas possíveis intercorrências; Posicionar materiais e pacotes para o procedimento cirúrgico; Auxiliar a equipe cirúrgica incluindo o instrumentador.
  • 8. FUNÇÕES DO CIRCULANTE Receber o paciente na recepção e se apresentar; Direcionar o mesmo a SO; Realizar a primeira parte do Check list da cirurgia segura; Monitorizar o paciente; Posicionar o paciente conforme procedimento a ser realizado; Realizar degermação e antissepsia do sítio cirúrgico; Posicionar campos cirúrgicos; Posicionar placa neutra; Auxiliar anestesista na indução anestésica; Auxiliar a equipe cirúrgica a se paramentar;
  • 9. FUNÇÕES DO CIRCULANTE Ajustar o foco de luz sempre que solicitado, de forma a proporcionar iluminação adequada ao campo cirúrgico, sem projeção de sombras e reflexos; Aproximar os hampers da equipe para desprezar compressas, gazes, embalagens descartáveis, aproximar bancos e pedais dos equipamentos; Observar o gotejamento de soros e hemoderivados, líquidos drenados e sinais de intercorrências (sinais e sintomas no pós-operatório); controlar a quantidade do fornecimento de gazes e compressas, para que não ocorra esquecimento acidental destes materiais no campo operatório; Manter a sala em ordem durante todo o procedimento cirúrgico e evitar saídas frequentes da sala e aberturas desnecessárias da porta; Encaminhar, de acordo com o protocolo da instituição, o mais rápido possível as peças para análise laboratorial, identificando e acondicionando em recipiente especifico;
  • 10. FUNÇÕES DO CIRCULANTE Realizar os registros em impressos próprios, anotando os medicamentos, soluções, hemoderivados, equipamentos usados, intercorrências com o paciente, nome do procedimento e da equipe cirúrgica, bem como início e término da cirurgia; Realizar a contagem das compressas e gazes cirúrgicas junto a equipe; Realizar novamente Check List de Cirurgia Segura.
  • 11. FUNÇÕES DO CIRCULANTE Ao termino da cirurgia, auxiliar a equipe no curativo cirúrgico, na retirada de aventais cirúrgicos, desligar foco de luz, remover campos e lençóis úmidos, remover excesso de antisséptico, sangue e secreções da pele do paciente, vestir o paciente e cobri-lo com lençóis ou cobertores, retirar a monitoração do paciente após avaliação do anestesiologista e enfermeiro, organizar o prontuário e auxiliar o transporte do paciente para a sala de recuperação pós-anestésica.
  • 12. INSTRUMENTADO CIRÚRGICO O instrumentador cirúrgico faz parte tanto da equipe de enfermagem como da equipe de cirúrgica. Em hospitais públicos o instrumentador faz parte do quadro dos profissionais do hospital; Já em hospitais particulares o instrumentador pode ser um profissional externo à equipe de trabalho. Atualmente para realizar o trabalho de instrumentador o profissional necessariamente
  • 13. FUNÇÕES E TÉCNICAS DO INSTRUMENTADOR  Funções técnicas do instrumentador: • Se paramentar adequadamente com o uniforme apropriado e Utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs);
  • 14. Verificar a confirmação da cirurgia e a sala de operação; Escolher e verificar o material específico para o procedimento cirúrgico, e se informar com o cirurgião os fios que serão utilizados; Funções e Técnicas do Instrumentador
  • 15. • Colocar na mesa o campo cirúrgico duplo; • Colocar o material que será utilizado, na mesa sem contaminar e verificar se todos os materiais solicitados estão presentes; • Manter as mãos acima da cintura tomando o cuidado de não colocá-las em qualquer lugar que não esteja esterilizado, evitando assim a contaminação; FUNÇÕES E TÉCNICAS DO INSTRUMENTADOR
  • 16. • Tomar o cuidado para não encostar com a parte não estéril do avental nas mesas auxiliares e de instrumentais; na falta de avental com opa (proteção nas costas). • Auxiliar na colocação dos campos cirúrgicos que delimitam a área operatória; • Passar os instrumentos, sempre tendo cuidado que seja do lado correto, para evitar quedas, e que o cirurgião tenha que virá-lo antes de usar, evitando acidentar- se. FUNÇÕES E TÉCNICAS DO INSTRUMENTADOR
  • 17. Auxiliar na colocação dos campos cirúrgicos que delimitam a área operatória; FUNÇÕES E TÉCNICAS DO INSTRUMENTADOR
  • 18. Passar os instrumentos, sempre tendo cuidado que seja do lado correto, para evitar quedas, e que o cirurgião tenha que virá-lo antes de usar, evitando acidentar-se. FUNÇÕES E TÉCNICAS DO INSTRUMENTADOR
  • 19.  Funções técnicas do instrumentador: • Manter o campo operatório sempre limpo e em ordem; • Manter os instrumentais cirúrgicos no lugar próprio deixando a mesa sempre arrumada; • Ter o controle do material e instrumental durante toda a cirurgia, prestando atenção em toda e qualquer manobra do cirurgião (contar compressas grandes, pequenas e gazes antes e ao término de cada procedimento cirúrgico); Funções e Técnicas do Instrumentador
  • 20.
  • 22. BIOSSEGURANÇA Biossegurança, é um conjunto de procedimentos, ações, técnicas, metodologias, equipamentos e dispositivos capazes de eliminar ou minimizar riscos inerentes as atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
  • 23. BIOSSEGURANÇA RISCOS PROFISSIONAIS (Portaria do Ministério do Trabalho, MT nº. 3214, de 08/06/78) • 1. Riscos de Acidentes • 2. Riscos Ergonômicos • 3. Riscos Físicos • 4. Riscos Químicos • 5. Riscos Biológicos
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29. LIXO HOSPITALAR De acordo com a RDC ANVISA nº 306/04 e Resolução CONAMA no 358/05, os RSS são classificados em cinco grupos: A, B, C, D e E. Grupo A - engloba os componentes com possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção. Exemplos: placas e lâminas de laboratório, carcaças, peças anatômicas (membros), tecidos, bolsas transfusionais contendo sangue, dentre outras.
  • 30. Grupo B - contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas inflamabilidade, corrosividade, características de reatividade e toxicidade. Ex: medicamentos apreendidos, reagentes de laboratório, resíduos contendo metais pesados, dentre outros. Grupo C - quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN, como, por exemplo, serviços de medicina nuclear e radioterapia etc.
  • 31. Grupo D - não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Ex: sobras de alimentos e do preparo de alimentos, resíduos das áreas administrativas etc. Grupo E - materiais perfuro-cortantes ou escarificantes, tais como lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas, lâminas de bisturi,lancetas, espátulas e outros similares.
  • 32.
  • 33.
  • 34. ORIENTAÇÕES QUANTO AO DESCARTE DO MATERIAL UTILIZADO Descarte no Descartex ou pote rígido: • Todo o material perfurocortante.
  • 35. EPI S
  • 36.
  • 38. TRATAMENTO DOS ARTIGOS • Artigos críticos: aqueles que penetram, através da pele e mucosas, nos tecidos subepiteliais e no sistema vascular (bisturis, agulhas etc.); • Artigos semi-críticos: os que têm contato com a pele não-íntegra ou com mucosas íntegras (endoscópios, laringoscópios, entre outros); • • Artigos não críticos: que têm contato com a pele íntegra (termômetro axilar, estetoscópios etc).
  • 39. • Descontaminação é o processo de eliminação total ou parcial da carga microbiana de artigos e superfícies para um manuseio seguro. • Limpeza é o procedimento pelo qual se processa a remoção da sujidade; pode ser feita por: - fricção mecânica com água e sabão; - máquinas de limpeza com jatos de água quente ou detergentes; -máquinas de ultra-som com detergentes/desencrostantes.
  • 40. • Desinfecção é o processo de destruição de microorganismos em forma vegetativa, mediante a aplicação de agentes físicos ou químicos, sendo principalmente utilizados: • Hipoclorito de Sódio a 0,5% (meio químico líquido); • Álcool Etílico a 70% (meio químico líquido); • Formaldeído a 4% (meio químico líquido); • Glutaraldeído a 2% (meio químico líquido); • Pasteurização de 60 a 90°C por 30 min (meio físico líquido).
  • 41. ESTERILIZAÇÃO É O PROCESSO DE DESTRUIÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE VIDA MICROBIANA (BACTÉRIAS, ESPOROS, FUNGOS E VÍRUS) MEDIANTE A APLICAÇÃO DE AGENTES QUÍMICOS E FÍSICOS. • Autoclavagem – 127°C por 30 min (meio físico); • Estufa ou forno de Pasteur – 170°C por 120 min (meio físico); • Glutaraldeído a 2% por 10 h (meio químico líquido); • Formaldeído a 4% por 18 h (meio químico líquido); • ET – Óxido de Etileno – tempo de aeração 6 a 24h (meio químico gasoso).
  • 43. RESPONDA Por quem é composto o CC? Qual a Função do Circulante? Qual a função do instrumentador? O que é biossegurança? Qual a classificação dos tipos de lixos hospitalares? Quais os tipos de precauções? Quais os riscos de trabalho?