Centro cirurgico

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Centro cirurgico

  1. 1. CENTROCENTRO CIRÚRGICOCIRÚRGICO Prof. MarceloProf. Marcelo BorgesBorges
  2. 2. CENTROCENTRO CIRÚRGICOCIRÚRGICO
  3. 3. DEFINIÇÃO DE CENTRO CIRÚRGICODEFINIÇÃO DE CENTRO CIRÚRGICO ►É a unidade do hospital constituídaÉ a unidade do hospital constituída de várias salas cirúrgicas destinada àde várias salas cirúrgicas destinada à realização de procedimentosrealização de procedimentos (partos,drenagens,cirurgias).(partos,drenagens,cirurgias). ►Deve estar situado em localDeve estar situado em local estratégico de maneira a facilitar oestratégico de maneira a facilitar o acesso a UTI e setores deacesso a UTI e setores de emergências.emergências. ►Local privativo,não existe visitasLocal privativo,não existe visitas..
  4. 4. Estrutura da unidadeEstrutura da unidade ► Composto de vestiáriosComposto de vestiários masculinos e femininosmasculinos e femininos ► Salas de enfermagem,Salas de enfermagem, posto, medicação.posto, medicação. ► Arsenal, materiais.Arsenal, materiais. ► Equipamentos.Equipamentos. ► Expurgo,copa,sala deExpurgo,copa,sala de estudo,repouso médico.estudo,repouso médico. ► Recuperação pósRecuperação pós anestésicaanestésica ► Porta de entrada doPorta de entrada do pacientepaciente
  5. 5. PORTA DE ENTRADA/ ÚNICA EPORTA DE ENTRADA/ ÚNICA E EXCLUSIVA DO PACIENTEEXCLUSIVA DO PACIENTE
  6. 6. ► CorredorCorredor ► PortasPortas ► MateriaisMateriais ► MóveisMóveis
  7. 7. A equipeA equipe ► Os profissionais queOs profissionais que atuam no Centroatuam no Centro Cirúrgico são: asCirúrgico são: as equipes médicasequipes médicas (cirúrgica e(cirúrgica e anestesiologia), deanestesiologia), de enfermagem,enfermagem, administrativa e deadministrativa e de higiene, que têm comohigiene, que têm como objetivo assistirobjetivo assistir adequadamente àsadequadamente às necessidades donecessidades do paciente.paciente.
  8. 8. ► Em uma equipe, todosEm uma equipe, todos os seus membros têmos seus membros têm suas responsabilidadessuas responsabilidades e funções definidas,e funções definidas, assim como devem serassim como devem ser habilitados para ashabilitados para as atividades queatividades que desempenham. Asdesempenham. As funções do enfermeirofunções do enfermeiro coordenador, docoordenador, do enfermeiro assistencial,enfermeiro assistencial, dos técnicos emdos técnicos em enfermagem, dosenfermagem, dos auxiliares deauxiliares de enfermagem e dosenfermagem e dos auxiliaresauxiliares administrativosadministrativos
  9. 9. Trabalhando no centroTrabalhando no centro cirúrgico.cirúrgico. ► Importância da roupaImportância da roupa privativa .privativa . ► Uso de equipamentosUso de equipamentos de proteçãode proteção individual.individual. ► ComprometimentoComprometimento da equipe.da equipe. ► Uso de anéis,Uso de anéis, brincos.brincos. ► Roupa de frio.Roupa de frio.
  10. 10. O PREPARO,O PREPARO, VESTIMENTA,DEGERMAÇÃOVESTIMENTA,DEGERMAÇÃO
  11. 11. LOCAL PRIVATIVO(vestimenta)LOCAL PRIVATIVO(vestimenta)
  12. 12. Trabalhando em centro cirúrgicoTrabalhando em centro cirúrgico vestiário femininovestiário feminino
  13. 13. ► Degermação das mãosDegermação das mãos ► Lavagem básicaLavagem básica ► Uso de anti-sépticosUso de anti-sépticos ► Atenção no pré operatórioAtenção no pré operatório no centro cirúrgico.no centro cirúrgico. ► Sala de enfermagem.Sala de enfermagem.
  14. 14. Degermação mãos atéDegermação mãos até cotoveloscotovelos
  15. 15. ► USO DEUSO DE ANTISSÉPTICOSANTISSÉPTICOS ► ESCOVA EXCLUSIVAESCOVA EXCLUSIVA ► TORNEIRAS COMTORNEIRAS COM SENSORSENSOR
  16. 16. DEGERMAÇÃDEGERMAÇÃ O,O, ►APÓS SECARAPÓS SECAR BEMBEM ►CALÇAR LUVASCALÇAR LUVAS
  17. 17. NOMENCLATURNOMENCLATUR A EM CIRURGIAA EM CIRURGIA
  18. 18. PREFIXOSPREFIXOS SUFIXOSSUFIXOS ORGÃO OUORGÃO OU TECIDOTECIDO FINALIDADE EFINALIDADE E PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO
  19. 19. SUFIXOSSUFIXOS TOMIATOMIA PLASTIAPLASTIA CENTESECENTESE DESEDESE ECTOMIAECTOMIA PEXIAPEXIA STASIASTASIA SINTESESINTESE ANASTOMOSANASTOMOS EE RAFIARAFIA STOMIASTOMIA TRIPSIATRIPSIA
  20. 20. EXEMPLOS:EXEMPLOS: ►TOMIA = LAPAROTOMIATOMIA = LAPAROTOMIA ►CENTESE= TORACOCENTESECENTESE= TORACOCENTESE ►ECTOMIA= HEMORROIDECTOMIAECTOMIA= HEMORROIDECTOMIA ►STASIA= HEMOSTASIASTASIA= HEMOSTASIA ►RAFIA =HERNIORRAFIARAFIA =HERNIORRAFIA ►PLASTIA =COLPOPERINEOPLASTIAPLASTIA =COLPOPERINEOPLASTIA ►STOMIA = COLOSTOMIASTOMIA = COLOSTOMIA
  21. 21. ATO CIRÚRGICOATO CIRÚRGICO ►INTERVENÇÃO SANGRENTAINTERVENÇÃO SANGRENTA ►ORGANISMO VIVOORGANISMO VIVO ►VIA DE ACESSOVIA DE ACESSO CONCEITOCONCEITO
  22. 22. ►PREVENTIVAPREVENTIVA ►TERAPÊUTICATERAPÊUTICA ►ESTÉTICAESTÉTICA ► EXPERIMENTALEXPERIMENTAL FINALIDADEFINALIDADE
  23. 23. TEMPOSTEMPOS FUNDAMENTAISFUNDAMENTAIS ►DIERÉSEDIERÉSE ►HEMOSTASIAHEMOSTASIA ►OPERAÇÃO PROPOSTAOPERAÇÃO PROPOSTA ►SÍNTESESÍNTESE
  24. 24. Definições.Definições. ► Cirurgia: método utilizado para remoção,Cirurgia: método utilizado para remoção, reparo,ou substituição de uma partereparo,ou substituição de uma parte ► ClassificaçãoClassificação:Emergência:Emergência-- risco de morte.-- risco de morte. ► UrgênciaUrgência--,precisa ser feita dentro de 24 horas .--,precisa ser feita dentro de 24 horas . ► EletivaEletiva-- programada.-- programada. ► PaliativaPaliativa– qualidade de vida– qualidade de vida ► PlásticaPlástica—finalidade estética,corretiva.—finalidade estética,corretiva. ► RadicalRadical—retirada parcial ou total.—retirada parcial ou total. ► DiagnósticaDiagnóstica—finalidade de exames.—finalidade de exames.
  25. 25. Cirurgia, comCirurgia, com finalidade diagnósticafinalidade diagnóstica ► PunçãoPunção ► IncisãoIncisão
  26. 26. BIÓPSIAS ===POR PUNÇÃOBIÓPSIAS ===POR PUNÇÃO
  27. 27. PLÁSTICA PARA AUMENTO DEPLÁSTICA PARA AUMENTO DE VOLUME DE MAMAVOLUME DE MAMA
  28. 28. ►FINALIDADFINALIDAD EE ESTÉTICAESTÉTICA
  29. 29. Cirurgia radical ou parcialCirurgia radical ou parcial
  30. 30. TOTAL OU PARCIALTOTAL OU PARCIAL
  31. 31. OS MILAGRES DA CIRURGIAOS MILAGRES DA CIRURGIA PLÁSTICAPLÁSTICA
  32. 32. A cirurgia de remoção da pele durouA cirurgia de remoção da pele durou várias horas e os cirurgiõesvárias horas e os cirurgiões retiraram cerca de 57 kg.retiraram cerca de 57 kg. ► Natalya tornou-se obesaNatalya tornou-se obesa por causa de problemaspor causa de problemas hormonais. Desde os 13hormonais. Desde os 13 anos ela sofre com oanos ela sofre com o aumento de peso. Elaaumento de peso. Ela tentou todas as dietastentou todas as dietas existentes, visitouexistentes, visitou centenas de médicos,centenas de médicos, mas sem nenhummas sem nenhum resultado. Enquanto isso,resultado. Enquanto isso, sua barriga continuavasua barriga continuava crescendo.crescendo.
  33. 33. Cirurgia eletivaCirurgia eletiva
  34. 34. FERIMENTOS ABERTOS/ emergênciaFERIMENTOS ABERTOS/ emergência PROVOCADO POR VIDRO COLOCADO SOBRE MURO DE RESIDÊNCIA
  35. 35. Atendimento de emergênciaAtendimento de emergência
  36. 36. Potencial dePotencial de contaminação:contaminação: ► Cirurgia limpaCirurgia limpa ► Cirurgia contaminadaCirurgia contaminada ► CirurgiaCirurgia potencialmentepotencialmente contaminada.contaminada. ► Cirurgia infectada.Cirurgia infectada.
  37. 37. CIRURGIA INFECTADA OCIRURGIA INFECTADA O CUIDADO COM A SALACUIDADO COM A SALA
  38. 38. CIRURGIA INFECTADACIRURGIA INFECTADA
  39. 39. POTENCIALMENTEPOTENCIALMENTE CONTAMINADACONTAMINADA ► CISTOCISTO PILONIDALPILONIDAL
  40. 40. ► CIRURGIACIRURGIA BÁRIATRICABÁRIATRICA ► COMPLICAÇÃOCOMPLICAÇÃO ► APÓS MESES DAPÓS MESES D TRATAMENTOTRATAMENTO ► CIRURGIACIRURGIA CONTAMINADACONTAMINADA
  41. 41. ►CIRURGIACIRURGIA LIMPALIMPA ►CURATIVOCURATIVO ►ALTAALTA BREVEBREVE
  42. 42. CIRURGIA LIMPACIRURGIA LIMPA
  43. 43. ACESSO AO BANCO DEACESSO AO BANCO DE SANGUESANGUE ► ESTOQUE PRÉVIOESTOQUE PRÉVIO ► SOLICITAÇÃOSOLICITAÇÃO PRÉVIAPRÉVIA ► PROCESSOPROCESSO RELIGIOSORELIGIOSO
  44. 44. SALA CIRÚRGICASALA CIRÚRGICA
  45. 45. POSIÇÕESPOSIÇÕES CIRÚRGICASCIRÚRGICAS
  46. 46. SALAS CIRÚRGICASSALAS CIRÚRGICAS ► AmplasAmplas ► Pelo menos 36m2Pelo menos 36m2 ► Exceções: ORL, oftalmo, cardíaca, neuroExceções: ORL, oftalmo, cardíaca, neuro ► JanelasJanelas ► Vidro duploVidro duplo ► Proteção de telaProteção de tela ► PortasPortas ► Portas de correr, trilho, postigo de vidroPortas de correr, trilho, postigo de vidro ► Revestimento liso, não poroso, sem relevosRevestimento liso, não poroso, sem relevos
  47. 47. MATERIAIS FIXOS EMATERIAIS FIXOS E MÓVEISMÓVEIS ► MobiliárioMobiliário ► Mínimo necessárioMínimo necessário ► Peça central: mesa dePeça central: mesa de operaçõesoperações  BaseBase  Segmentos articuladosSegmentos articulados ► Mesas auxiliaresMesas auxiliares  Colocação do instrumentalColocação do instrumental cirúrgicocirúrgico  50 x 90 x 85 cm50 x 90 x 85 cm  RodíziosRodízios  Cabides na borda distalCabides na borda distal
  48. 48. ►MobiliárioMobiliário ►Carrinho de anestesiaCarrinho de anestesia + monitores+ monitores ►Cestos (Cestos (HampersHampers)) ►Bacias + SuportesBacias + Suportes ►Bisturi elétricoBisturi elétrico ►Armários (embutidos)Armários (embutidos)
  49. 49. ILUMINAÇÃOILUMINAÇÃO ► FocosFocos  TetoTeto ►Cúpula com revestimento de espelhosCúpula com revestimento de espelhos refletores x múltiplas lâmpadasrefletores x múltiplas lâmpadas conjugadasconjugadas ►Filtro atérmicoFiltro atérmico ►Vareta externa e braços articulados paraVareta externa e braços articulados para mobilidademobilidade ►FocalizaçãoFocalização ►Preferência atualPreferência atual  Focos auxiliaresFocos auxiliares ►Bases sobre rodízios + bateriasBases sobre rodízios + baterias
  50. 50. ► Ar como via de transmissão deAr como via de transmissão de bactérias e fonte debactérias e fonte de contaminaçãocontaminação ► Lister, 1867Lister, 1867 ► Wells, 1936Wells, 1936 ► Fonte de microrganismos:Fonte de microrganismos: pessoas na sala cirúrgicapessoas na sala cirúrgica  Gotículas de ar expiradoGotículas de ar expirado  Descamação de cels. da peleDescamação de cels. da pele  Partículas transportadas nosPartículas transportadas nos sapatossapatos ► 30000-60000 microrganismos 30000-60000 microrganismos  podem depositar-se no podem depositar-se no  campo operatório por horacampo operatório por hora
  51. 51. VENTILAÇÃOVENTILAÇÃO ► Função de exaustão: remoção deFunção de exaustão: remoção de odores, calor e gases anestésicosodores, calor e gases anestésicos voláteisvoláteis ► Controle bacteriológicoControle bacteriológico ► Filtragem do ar:Filtragem do ar:  Retirar e impedir entrada deRetirar e impedir entrada de partículas contaminantespartículas contaminantes  Partículas > 5µPartículas > 5µ  Troca de ar a cada 10-20 x /Troca de ar a cada 10-20 x / horahora  Pressão positiva no interior daPressão positiva no interior da salasala ► Fluxos laminares – alto custoFluxos laminares – alto custo
  52. 52. Rede gasesRede gases
  53. 53. EQUIPAMENTOS ESPECIAISEQUIPAMENTOS ESPECIAIS
  54. 54. VESTUÁRIOVESTUÁRIO ►PropésPropés  Diminuir contaminação vinda  Diminuir contaminação vinda   dos sapatosdos sapatos  Tecido, papel ou plásticoTecido, papel ou plástico  Uso restrito aoUso restrito ao centrocentro cirúrgicocirúrgico  Abolido em alguns lugaresAbolido em alguns lugares ►Troca de gorro, máscara e propés a cadaTroca de gorro, máscara e propés a cada operaçãooperação ►Cirurgias infectadasCirurgias infectadas
  55. 55. ETIQUETA NO CENTROETIQUETA NO CENTRO CIRÚRGICOCIRÚRGICO ►Hierarquia na equipeHierarquia na equipe ►SilêncioSilêncio ►Falar baixo, somente o necessárioFalar baixo, somente o necessário ►Música somente se adequadaMúsica somente se adequada ►Respeito aos pacientesRespeito aos pacientes ►Respeito ao pudor do pacienteRespeito ao pudor do paciente ►Respeito àRespeito à psiquepsique do pacientedo paciente ►Nunca deixá-lo só na sala de operaçõesNunca deixá-lo só na sala de operações
  56. 56. AtribuiçõesAtribuições MédicasMédicas ► DEFINIÇÕES DEDEFINIÇÕES DE TRATAMENTOTRATAMENTO ► OPÇÃOOPÇÃO ► TRATAMENTOTRATAMENTO CIRÚRGICOCIRÚRGICO ► ORIENTAÇÕESORIENTAÇÕES ► PLANEJAMENTOPLANEJAMENTO ► SOLICITAÇÃO DESOLICITAÇÃO DE EXAMESEXAMES ► RISCOSRISCOS OPERATÓRIOSOPERATÓRIOS
  57. 57. ORIENTAÇÕESORIENTAÇÕES ► PERGUNTAS ?PERGUNTAS ? ► JEJUM?JEJUM? ► TRICOTOMIA?TRICOTOMIA? ► USO DE PROTESESUSO DE PROTESES ► ALERGIAS?ALERGIAS? ► SANGRAMENTO?SANGRAMENTO? ► EXAMESEXAMES SOLICITADOS ?SOLICITADOS ? ► ANSIEDADES,MEDOANSIEDADES,MEDO ► TERMO DETERMO DE RESPOSABILIDADERESPOSABILIDADE
  58. 58. Preparada para entrar no C.C.Preparada para entrar no C.C. ►TudoTudo começa nacomeça na enfermaria,enfermaria, o controle deo controle de sinais vitais,sinais vitais, o uso dao uso da camisola, ecamisola, e o transporteo transporte até o centroaté o centro cirúrgico.cirúrgico.
  59. 59. MACAS TRANSFERMACAS TRANSFER
  60. 60. TransporteTransporte do pacientedo paciente operado.operado. ► Cuidados com drenos, cateteresCuidados com drenos, cateteres sondas,soros,sanguesondas,soros,sangue ► PadrãoPadrão respiratório,temperatura,anestesiarespiratório,temperatura,anestesia ► Obs: A cama de operado.Obs: A cama de operado.
  61. 61. DENTRO DA SALADENTRO DA SALA ► POSIÇÃOPOSIÇÃO CIRÚRGICACIRÚRGICA ► CONTROLESCONTROLES ► MATERIAIS FIXOS EMATERIAIS FIXOS E MÓVEISMÓVEIS ► INSTRUMENTOSINSTRUMENTOS ► PRONTRUÁRIOPRONTRUÁRIO ► ACESSO VENOSOACESSO VENOSO
  62. 62. Uso de materiais e perfuroUso de materiais e perfuro cortante.cortante.
  63. 63. A Sistematização deA Sistematização de EnfermagemEnfermagem PerioperatóriaPerioperatória ► A (SAEP) deve ser realizada para todoA (SAEP) deve ser realizada para todo paciente que for submetido a umpaciente que for submetido a um procedimento anestésico-cirúrgico seráprocedimento anestésico-cirúrgico será avaliado pelo enfermeiro de Centro Cirúrgicoavaliado pelo enfermeiro de Centro Cirúrgico com a aplicação da SAEP, que deverá sercom a aplicação da SAEP, que deverá ser desenvolvida dentro das regras do SAE,desenvolvida dentro das regras do SAE, porém com um enfoque específico aoporém com um enfoque específico ao paciente cirúrgico.paciente cirúrgico.
  64. 64. OBJETIVOS DA SAEPOBJETIVOS DA SAEP ► Implantar a assistência de enfermagem integral,Implantar a assistência de enfermagem integral, individualizada e documentada nas fases pré, trans e pós-individualizada e documentada nas fases pré, trans e pós- operatórias;operatórias; ► • •  Levantar e analisar as necessidades individuais doLevantar e analisar as necessidades individuais do paciente a ser submetido ao procedimento anestésico-paciente a ser submetido ao procedimento anestésico- cirúrgico;cirúrgico; ► • •  Ajudar o paciente e sua família a compreender seuAjudar o paciente e sua família a compreender seu problema de saúde, preparando-os para o procedimentoproblema de saúde, preparando-os para o procedimento cirúrgico;cirúrgico; ► • •  Diminuir ao máximo os riscos inerentes ao ambienteDiminuir ao máximo os riscos inerentes ao ambiente cirúrgico;cirúrgico; ► • •  Diminuir a inquietação e a ansiedade do paciente,Diminuir a inquietação e a ansiedade do paciente, contribuindo para sua recuperação.contribuindo para sua recuperação.
  65. 65. ASSISTÊNCIA DEASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEMENFERMAGEM► • •  Manter o paciente aquecido, com cobertor ou mantaManter o paciente aquecido, com cobertor ou manta térmica (a manta térmica propicia um aquecimentotérmica (a manta térmica propicia um aquecimento controlado e mais eficaz);controlado e mais eficaz); ► • •  Colocar o massageador e/ou meia elástica nos membrosColocar o massageador e/ou meia elástica nos membros inferiores, como profilático para Trombose venosainferiores, como profilático para Trombose venosa profunda (TVP);profunda (TVP); ► • •  Realizar o cateterismo vesical, quando necessário;Realizar o cateterismo vesical, quando necessário; ► • •  Registrar todos os cuidados de enfermagem prestadosRegistrar todos os cuidados de enfermagem prestados diretamente ao paciente e a evolução;diretamente ao paciente e a evolução; ► • •  Preservar a segurança física e emocional do paciente;Preservar a segurança física e emocional do paciente; ► • •  Rever prescrição de enfermagem e alterando-a, seRever prescrição de enfermagem e alterando-a, se necessário;necessário; ► • •  Realizar prescrição de enfermagem para o pósRealizar prescrição de enfermagem para o pós operatório no final do procedimento.operatório no final do procedimento. ► • •  Manter a família informada sobre o andamento daManter a família informada sobre o andamento da cirurgia.cirurgia.
  66. 66. ► Receber o paciente no CC, apresentar-se, verificar aReceber o paciente no CC, apresentar-se, verificar a pulseira de identificação e o prontuário;pulseira de identificação e o prontuário; ► • •  Como condutas de segurança, confirmar informaçõesComo condutas de segurança, confirmar informações sobre o jejum (a partir de que horário), as alergias, assobre o jejum (a partir de que horário), as alergias, as doenças anteriores;doenças anteriores; ► • •  Encaminhar o paciente à sala de cirurgia;Encaminhar o paciente à sala de cirurgia; ► • •  Colocar o paciente na mesa cirúrgica de modoColocar o paciente na mesa cirúrgica de modo confortável e seguro;confortável e seguro; ► • •  Monitorizar o paciente e mantê-lo aquecido;Monitorizar o paciente e mantê-lo aquecido; ► • •  Auxiliar o anestesiologista durante a indução anestésica;Auxiliar o anestesiologista durante a indução anestésica; ► • •  Auxiliar a equipe cirúrgica a posicionar o paciente paraAuxiliar a equipe cirúrgica a posicionar o paciente para cirurgia;cirurgia; ► • •  Proteger a pele do paciente durante a anti-sepsia comProteger a pele do paciente durante a anti-sepsia com produtos químicos,produtos químicos, ► • •  Manter o paciente aquecido, com cobertor ou mantaManter o paciente aquecido, com cobertor ou manta térmica (a manta térmica propicia um aquecimentotérmica (a manta térmica propicia um aquecimento controlado e mais eficaz);controlado e mais eficaz);
  67. 67. Trabalhando em centro cirúrgicoTrabalhando em centro cirúrgico
  68. 68.                  OO OftalmocenterOftalmocenter oferece aos oftalmologistasoferece aos oftalmologistas sócios e não sócios um centro cirúrgico capacitado asócios e não sócios um centro cirúrgico capacitado a realizar cirurgias com anestesia local ou geral dentrorealizar cirurgias com anestesia local ou geral dentro dos mais rigorosos padrões internacionais, possuindodos mais rigorosos padrões internacionais, possuindo os seguintes equipamentos:os seguintes equipamentos:
  69. 69. CIRURGIA DE MAMACIRURGIA DE MAMA
  70. 70. CENTRO CIRÚRGICOCENTRO CIRÚRGICO ► Pequeno portePequeno porte ► Cirurgia plásticaCirurgia plástica
  71. 71. ►AnestesiasAnestesias
  72. 72. Anestesia local.Anestesia local. ► É indicada para operações simples, queÉ indicada para operações simples, que envolvem pequenas áreas, como algumasenvolvem pequenas áreas, como algumas cirurgias plásticas ou para suturar cortescirurgias plásticas ou para suturar cortes (dar pontos).(dar pontos). ► Área de atuaçãoÁrea de atuação ► Torna insensíveis pequenas áreas emTorna insensíveis pequenas áreas em qualquer parte do corpoqualquer parte do corpo
  73. 73. ►(1) A aplicação é feita na região onde a(1) A aplicação é feita na região onde a pequena cirurgia será efetuada.pequena cirurgia será efetuada. (2) A agulha penetra na pele, indo até a(2) A agulha penetra na pele, indo até a camada sub-cutânea.camada sub-cutânea. (3) O anestésico não atinge o nervo(3) O anestésico não atinge o nervo propriamente dito, mas terminaçõespropriamente dito, mas terminações nervosas da pelenervosas da pele
  74. 74. Anestesia regionalAnestesia regional ► Podem ser de três tipos: bloqueioPodem ser de três tipos: bloqueio de plexo (grupo de nervos),de plexo (grupo de nervos), peridural ou raquianestesiaperidural ou raquianestesia ► Bloqueio de plexo (exemplo noBloqueio de plexo (exemplo no plexo braquial)plexo braquial)
  75. 75. Anestesia por bloqueio (Plexo)Anestesia por bloqueio (Plexo)
  76. 76. Anestesia de PLEXO braquialAnestesia de PLEXO braquial ► (1) A pessoa recebe uma anestesia local na(1) A pessoa recebe uma anestesia local na região cervical.região cervical. (2) A agulha penetra na pele, passando pelo(2) A agulha penetra na pele, passando pelo músculo até atingir o grupo de nervosmúsculo até atingir o grupo de nervos (plexo braquial).(plexo braquial). (3) O anestésico é injetado e absorvido por(3) O anestésico é injetado e absorvido por todos os nervos.todos os nervos. ► Área de atuaçãoÁrea de atuação Deprime todas as funções do braço,Deprime todas as funções do braço, eliminando a sensibilidade e movimentos.eliminando a sensibilidade e movimentos. .
  77. 77. ANESTESIA /RaquianestesiaANESTESIA /Raquianestesia ► De origem grega, a palavra quer dizerDe origem grega, a palavra quer dizer "sem sensibilidade". É o estado de total"sem sensibilidade". É o estado de total ausência de dor durante uma operação,ausência de dor durante uma operação, exame ou curativo.exame ou curativo. ► São indicadas para operações nasSão indicadas para operações nas pernas, abdômen inferior (apendicite,pernas, abdômen inferior (apendicite, útero, ovário, bexiga) e cesarianas. Nosútero, ovário, bexiga) e cesarianas. Nos dois procedimentos, o paciente podedois procedimentos, o paciente pode receber a aplicação deitado, de lado oureceber a aplicação deitado, de lado ou sentado.sentado.
  78. 78. ► 3) O anestésico é3) O anestésico é injetado no espaçoinjetado no espaço periduralperidural (camada de(camada de gordura anterior àgordura anterior à duramáter-membranaduramáter-membrana que envolve a medulaque envolve a medula vertebral).vertebral).
  79. 79. ► Cuidados com aCuidados com a punçãopunção ► AgulhaAgulha ► CefaléiaCefaléia ► segurançasegurança
  80. 80. Anestesia periduralAnestesia peridural ►consiste na injeção de anestésico local aoconsiste na injeção de anestésico local ao redor de uma membrana chamadaredor de uma membrana chamada duramáter que envolve o sistema nervosoduramáter que envolve o sistema nervoso central, através de uma punção ao nívelcentral, através de uma punção ao nível da região lombar mais freqüentemente.da região lombar mais freqüentemente. Este tipo de anestesia bloqueiaEste tipo de anestesia bloqueia completamente a sensibilidade dolorosa,completamente a sensibilidade dolorosa, porém apenas parcialmente o tato e osporém apenas parcialmente o tato e os movimentos de uma determinada região.movimentos de uma determinada região. O paciente permanece lúcidoO paciente permanece lúcido
  81. 81. Anestesia periduralAnestesia peridural ►Obtém-se a anestesia peridural injetandoObtém-se a anestesia peridural injetando uma solução de anestésico local no espaçouma solução de anestésico local no espaço epidural. São indicadas para cirurgiasepidural. São indicadas para cirurgias abdominais, parto vaginal, cesáreas,abdominais, parto vaginal, cesáreas, cirurgias ginecológicas, urológicas, plásticacirurgias ginecológicas, urológicas, plástica de abdômen e outras da extremidadede abdômen e outras da extremidade inferior. Também podem ser indicadas eminferior. Também podem ser indicadas em associação com anestesia geral para aassociação com anestesia geral para a realização de cirurgias torácicas.realização de cirurgias torácicas.
  82. 82. ► Preparando aPreparando a medicaçãomedicação anestésicaanestésica ► MédicoMédico anestesistaanestesista ► Controles deControles de sinais vitaissinais vitais ► Atuação tempoAtuação tempo integralintegral
  83. 83. ANESTESIA RAQUIANESTESIA RAQUI
  84. 84. ► Com a introdução deCom a introdução de agulhas mais finas,agulhas mais finas, descartáveis e menosdescartáveis e menos traumáticas, estatraumáticas, esta técnica novamentetécnica novamente ganhou grandeganhou grande impulso. Porquê aimpulso. Porquê a incidência de cefaléiaincidência de cefaléia diminuiu tanto comdiminuiu tanto com este novoeste novo material ??? Amaterial ??? A resposta é simples:resposta é simples: agulhas melhoresagulhas melhores fazem "furinhos"fazem "furinhos" menores nasmenores nas meninges,meninges, ocasionando menorocasionando menor escape de líquor eescape de líquor e menor probablidademenor probablidade de cefaléia.de cefaléia.
  85. 85. Anestesias:geralAnestesias:geral Área de atuação Atua no corpo inteiro, deprimindo todas as funções da pessoa (consciência, dor e reflexos).
  86. 86. Anestesia geralAnestesia geral
  87. 87. ► Carro deCarro de anestesiaanestesia
  88. 88. RECUPERAÇÃO PÓS-RECUPERAÇÃO PÓS- ANESTÉSICAANESTÉSICA ► Destina-se àsDestina-se às pacientes que sepacientes que se submeteram asubmeteram a procedimentosprocedimentos cirúrgicos comcirúrgicos com anestesia tipoanestesia tipo Raque, PeriduralRaque, Peridural e ou Anestesiae ou Anestesia Geral.Geral.
  89. 89. Posto enfermagem de recuperaçãoPosto enfermagem de recuperação pós anestésicapós anestésica
  90. 90. SRPASRPA
  91. 91. FUNÇÕES DO TÉCNICO NAFUNÇÕES DO TÉCNICO NA RPARPA► Receber as informações de como transcorreu o ato anestésico-Receber as informações de como transcorreu o ato anestésico- cirurgico do técnico ou auxiliar de enfermagem e do Conjunto com ocirurgico do técnico ou auxiliar de enfermagem e do Conjunto com o anestesiologista;anestesiologista; ► • •  Fazer exame físico dos pacientes na admissão e na alta daFazer exame físico dos pacientes na admissão e na alta da recuperação anestésica;recuperação anestésica; ► • •  Elaborar o plano de cuidados, supervisionar sua execução e realizarElaborar o plano de cuidados, supervisionar sua execução e realizar os cuidados complexos de Enfermagem com a utilização daos cuidados complexos de Enfermagem com a utilização da Sistematização da Assistência Perioperatória de Enfermagem, desdeSistematização da Assistência Perioperatória de Enfermagem, desde admissão até a alta do paciente na RA;admissão até a alta do paciente na RA; ► • •  Prestar o cuidado de Enfermagem ao paciente, conformePrestar o cuidado de Enfermagem ao paciente, conforme planejamento;planejamento; ► • •  Aplicar o índice de Aldrete e Kroulik, para a avaliar as condições doAplicar o índice de Aldrete e Kroulik, para a avaliar as condições do paciente ao longo de sua permanência;paciente ao longo de sua permanência; ► • •  Avaliar e registrar a evolução clínica do paciente em recuperaçãoAvaliar e registrar a evolução clínica do paciente em recuperação anestésicaanestésica;;
  92. 92. ►    Colaborar com o enfermeiro-coordenador na elaboraçãoColaborar com o enfermeiro-coordenador na elaboração de escalas de folgas e férias;de escalas de folgas e férias; ► • •  Elaborar e supervisionar a confecção de escalasElaborar e supervisionar a confecção de escalas mensais, semanais e diárias de trabalho;mensais, semanais e diárias de trabalho; ► • •  Controlar os entorpecentes quanto ao uso nos pacientesControlar os entorpecentes quanto ao uso nos pacientes da unidade e solicitação de reposição;da unidade e solicitação de reposição; ► • •  Participar da educação de pacientes e familiares;Participar da educação de pacientes e familiares; ► • •  Informar e orientar os familiares sobre as condiçõesInformar e orientar os familiares sobre as condições clínicas dos pacientes sob sua responsabilidade;clínicas dos pacientes sob sua responsabilidade; ► • •  Realizar a educação continuada e a capacitação doRealizar a educação continuada e a capacitação do pessoal auxiliar;pessoal auxiliar; ► • •  Ser responsável pelo dimensionamento do seu grupo deSer responsável pelo dimensionamento do seu grupo de trabalho, conforme as necessidades da unidade e o grautrabalho, conforme as necessidades da unidade e o grau de dependência dos pacientes (crianças, idosos, etc);de dependência dos pacientes (crianças, idosos, etc);
  93. 93. ► • •  Avaliar e registrar a evolução clínica do paciente emAvaliar e registrar a evolução clínica do paciente em recuperação anestésica;recuperação anestésica; ► • •  Avaliar e registrar as condições clínicas de alta doAvaliar e registrar as condições clínicas de alta do paciente e encaminhar à unidade de origem compaciente e encaminhar à unidade de origem com segurança;segurança; ► • •  Realizar e registrar a avaliação pós-operatória daRealizar e registrar a avaliação pós-operatória da assistência prestada;assistência prestada; ► • •  Participar de estudos e pesquisas como colaborador ouParticipar de estudos e pesquisas como colaborador ou como pesquisador responsável;como pesquisador responsável; ► • •  Identificar, quantitativa e qualitativamente, aIdentificar, quantitativa e qualitativamente, a necessidade de materiais e equipamentos, observando enecessidade de materiais e equipamentos, observando e fazendo observar seus princípios de conservaçãofazendo observar seus princípios de conservação
  94. 94. OBRIGADO E SUCESSO!!!OBRIGADO E SUCESSO!!! PROF: MARCELOPROF: MARCELO BORGESBORGES

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