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ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
UBS BELENZINHO
ENFERMEIRO – GERSON DE SOUZA
ANATOMIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO
Punção venosa.
Punção venosa.
ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
O acesso venoso periférico constitui-se em uma
alternativa rápida e segura, indispensável nas situações de
urgências. Através de dispositivos endovenosos, permite à
equipe uma via de acesso capaz de prover a infusão de
grandes volumes ao paciente, sendo também utilizada
para a infusão de drogas de efeitos diversos e de rápida
resposta.
ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
As vias de acesso mais indicadas em casos de urgência são
as que respeitam os critérios de calibre e acessibilidade
dando-se, porém, preferência aos vasos distais, para
então, se necessário progredir nas tentativas proximais do
membro, sendo indicados as veias do dorso da mão e
antebraço, sendo as mais utilizadas as veias basílica,
cefálica e radial.
Punção venosa.
ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
As veias da fossa antecubital tornam-se menos recomendadas pela
proximidade da articulação. A parte distal da veia safena pode ser
utilizada em pacientes pediátricos e neonatais, assim como as veias
da região cefálica, no casos dos neonatos.
A técnica para a realização do acesso venoso periférico pode ser
realizada, principalmente, com a utilização de dois tipos de
dispositivos endovenosos. O primeiro deles, o scalp ou “butterfly” é
indicado para a infusão de baixos volumes e realização de
medicações.
.
Possui calibres variados que vão do 19 (maior calibre) ao 27
G (menor calibre). Indica-se a utilização deste quando não
há a necessidade de manter-se o paciente com infusão
contínua, já que este tipo de dispositivo favorece a
transfixação da veia pelo cateter, bem como apresenta
maior risco de infiltração no espaço extra-vascular.
Comercialmente conhecidos como “abocath” ou
“Jelco” possuem um tempo de permanência maior,
permitindo também a infusão de grandes volumes
de forma rápida.
Outra vantagem destes dispositivos é a
possibilidade de retirada do mandril metálico,
permanecendo no espaço intra-lumial apenas o
dispositivo maleável, o que impede a perda do
cateter por transfixação e também favorece a
movimentação do membro. Existem no mercado
diversos tamanhos deste tipo de cateter, podendo
variar do 14 ao 24G, sendo que quanto maior a
numeração, menor será o calibre do cateter.
Punção venosa.
Punção venosa.
INDICAÇÕES DO ACESSO VENOSO
O acesso venoso periférico é indicado em situações que se
necessita de um acesso direto ao sistema circulatório para
administração de fluidos e drogas, sobretudo a pacientes
com intolerâncias ou contra-indicações a medicações orais,
além dos casos onde a ação imediata das drogas se faz
necessária.
As vantagens da infusão intravenosa sobre os acessos
orais, intramusculares e subcutâneos se dão, sobretudo,
diante da ação instantânea da droga ou fluidos em
situações de emergência, na suspensão imediata da
administração da droga frente a reações adversas e no
controle sobre a velocidade e a diluição em que as drogas
são administradas.
TÉCNICA
Punção venosa.
Punção venosa.
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
Todo medicamento deve ser prescrito pelo médico e a sua
administração não é um ato simples, tanto no que diz
respeito a preparar, quanto no que se refere a dar a
medicação ao cliente. Exigem-se responsabilidade,
conhecimentos básicos em farmacologia e de cuidados de
enfermagem específicos. Antes da administração deve-se
observar a regra dos sete certos: prescrição certa, leito
certo, cliente certo, medicamento certo, via certa, dose
certa e hora certa.
Punção venosa.
Punção venosa.
Punção venosa.
Punção venosa.
Punção venosa.
Punção venosa.
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Punção venosa.
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“SIMPLESMENTE
NÃO SOMOS
SUPERHERÓIS!!”
OBRIGADO!!!
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  • 1. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO UBS BELENZINHO ENFERMEIRO – GERSON DE SOUZA
  • 2. ANATOMIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO
  • 5. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO O acesso venoso periférico constitui-se em uma alternativa rápida e segura, indispensável nas situações de urgências. Através de dispositivos endovenosos, permite à equipe uma via de acesso capaz de prover a infusão de grandes volumes ao paciente, sendo também utilizada para a infusão de drogas de efeitos diversos e de rápida resposta.
  • 6. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO As vias de acesso mais indicadas em casos de urgência são as que respeitam os critérios de calibre e acessibilidade dando-se, porém, preferência aos vasos distais, para então, se necessário progredir nas tentativas proximais do membro, sendo indicados as veias do dorso da mão e antebraço, sendo as mais utilizadas as veias basílica, cefálica e radial.
  • 8. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO As veias da fossa antecubital tornam-se menos recomendadas pela proximidade da articulação. A parte distal da veia safena pode ser utilizada em pacientes pediátricos e neonatais, assim como as veias da região cefálica, no casos dos neonatos.
  • 9. A técnica para a realização do acesso venoso periférico pode ser realizada, principalmente, com a utilização de dois tipos de dispositivos endovenosos. O primeiro deles, o scalp ou “butterfly” é indicado para a infusão de baixos volumes e realização de medicações. .
  • 10. Possui calibres variados que vão do 19 (maior calibre) ao 27 G (menor calibre). Indica-se a utilização deste quando não há a necessidade de manter-se o paciente com infusão contínua, já que este tipo de dispositivo favorece a transfixação da veia pelo cateter, bem como apresenta maior risco de infiltração no espaço extra-vascular.
  • 11. Comercialmente conhecidos como “abocath” ou “Jelco” possuem um tempo de permanência maior, permitindo também a infusão de grandes volumes de forma rápida. Outra vantagem destes dispositivos é a possibilidade de retirada do mandril metálico, permanecendo no espaço intra-lumial apenas o dispositivo maleável, o que impede a perda do cateter por transfixação e também favorece a movimentação do membro. Existem no mercado diversos tamanhos deste tipo de cateter, podendo variar do 14 ao 24G, sendo que quanto maior a numeração, menor será o calibre do cateter.
  • 14. INDICAÇÕES DO ACESSO VENOSO O acesso venoso periférico é indicado em situações que se necessita de um acesso direto ao sistema circulatório para administração de fluidos e drogas, sobretudo a pacientes com intolerâncias ou contra-indicações a medicações orais, além dos casos onde a ação imediata das drogas se faz necessária.
  • 15. As vantagens da infusão intravenosa sobre os acessos orais, intramusculares e subcutâneos se dão, sobretudo, diante da ação instantânea da droga ou fluidos em situações de emergência, na suspensão imediata da administração da droga frente a reações adversas e no controle sobre a velocidade e a diluição em que as drogas são administradas.
  • 19. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS Todo medicamento deve ser prescrito pelo médico e a sua administração não é um ato simples, tanto no que diz respeito a preparar, quanto no que se refere a dar a medicação ao cliente. Exigem-se responsabilidade, conhecimentos básicos em farmacologia e de cuidados de enfermagem específicos. Antes da administração deve-se observar a regra dos sete certos: prescrição certa, leito certo, cliente certo, medicamento certo, via certa, dose certa e hora certa.