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Ambiente Cirúrgico –
Centro Cirúrgico
Guilherme Sêneca Sicuto
“Servir ao paciente”
TÓPICOS ABORDADOS
 AMBIENTE CIRÚRGICO;
 BIOENGENHARIA;
 SISTEMA DE SEGURANÇA.
AMBIENTE CIRÚRGICO
É a unidade hospitalar onde se realizam as intervenções
cirúrgicas. Área onde estão concentrados recursos representados por
equipamentos e materiais que possam ser utilizados com eficiência e
segurança pela equipe cirúrgica, bem como pelo pessoal responsável
pelos serviços auxiliares, em benefícios do paciente que está sendo
operado.
 Sala Cirúrgica: é um dos componentes do ambiente cirúrgico e
onde efetivamente se consuma o ato operatório.
 Centro de material é a unidade hospitalar incumbida do preparo,
esterilização e distribuição de todo o material, bem como dos
aparelhos destinados a tratamentos nas salas cirúrgicas, nas
unidades de internação, nos ambulatórios, no pronto-socorro, e
demais serviços paramédicos.
AMBIENTE CIRÚRGICO
 Planejamento físico: planejamento, desenvolvimento, segurança e
centralização;
 Dimensionamento: critérios prévios e fixos devem ser adotados
para estabelecer a dimensão do ambiente cirúrgico;
 Localização: próximo às unidades que recebam casos cirúrgicos,
devem apresentar luminosidade sem insolação direta, seja pela
orientação adequada, seja pela proteção por meios artificias;
 Componentes do ambiente cirúrgico (3 áreas distintas):
 Zona de proteção;
 Zona limpa;
 Zona asséptica ou estéril.
AMBIENTE CIRÚRGICO
 Planejamento físico: planejamento, desenvolvimento, segurança e
centralização;
 Dimensionamento: critérios prévios e fixos devem ser adotados
para estabelecer a dimensão do ambiente cirúrgico;
 Localização: próximo às unidades que recebam casos cirúrgicos,
devem apresentar luminosidade sem insolação direta, seja pela
orientação adequada, seja pela proteção por meios artificias;
 Componentes do ambiente cirúrgico (3 áreas distintas):
 Zona de proteção: representada pelos vestiários;
 Zona asséptica ou estéril: salas de operação e salas de
subesterilização.
 Zona limpa: composta por todos os demais componentes do
agrupamento cirúrgico;
AMBIENTE CIRÚRGICO
 Componentes do ambiente cirúrgico:
 Vestiários: deverá estar à disposição uniforme próprio do
ambiente cirúrgico, de cor diferente dos usados nas demais
áreas do hospital. Qualquer elemento que entrar no centro
operatório deverá colocar o uniforme adequado , bem como
gorro e máscara.
 Sala de Recepção dos Pacientes: aquela na qual os que serão
operados são recebidos e permanecem na mesma até o
momento em que serão conduzidos para sala de operação.
 Corredores: constituem um local de grande disseminação de
infecção. Pode haver dois tipos: “Limpo” e o “Periférico ou
contaminado”.
 Lavabos: são pias onde os integrantes da equipe cirúrgica
escovam as mãos e antebraços antes de entrar na sala de
operação. Devem situar-se fora da sala de operação e anexos à
mesma.
AMBIENTE CIRÚRGICO
 Sala de Operação: é um dos componentes da chamada zona
“estéril” ou “asséptica”. Deve dispor de mesa de operação, mesas
de instrumental (no mínimos 2 unidades), mesa para o anestesista,
aparelhos de anestesia e respiração, prateleiras, foco principal de
luz, mesa auxiliar para enfermeira circulante, necessita de espaço
para todos estes móveis e outros acessórios adicionais.
 Sala de Subesterilização: é outro componente da “zona estéril” ou
“asséptica”. Anexo à sala de operação, é dotada de uma autoclave
de alta pressão e alta velocidade, destinada a rápida e segura
esterilização de instrumentos metálicos.
 Sala auxiliar: a existência não é obrigatória. É uma sala anexa à sala
de operação e não apresenta característica especial ou definida.
 Sala de equipamentos: é um dos integrantes da “zona limpa”, e é o
local onde todos os aparelhos ficam guardados quando estiverem
limpos, testados e estéreis, ou seja, prontos para serem utilizados.
AMBIENTE CIRÚRGICO
 Depósito de material: área componente da “zona limpa”, na qual fica
armazenado todo o material esterilizado proveniente do centro de
materiais esterilizados. Área de grande rotatividade devido a grande
utilização.
 Sala de Recuperação Pós-Anestésica: a maioria dos pacientes
operados recupera a consciência e os reflexos ainda na própria sala
de operação.
 Salas de conforto: salas destinadas para o conforto ou descanso para
as equipes que atuam no interior do mesmo.
 Serviços Auxiliares: todo ambiente cirúrgico necessita de área para a
instalação, em separado, de três serviços auxiliares, a saber:
radiologia, anatomia patológica e laboratório clínico.
 Administração.
 Central de Gasoterapia: Área onde se situam os registros e
manômetros de entrada das tubulações destinadas a oxigênio, gases
anestésicos e ar comprimido.
BIOENGENHARIA
Parte da engenharia que aplica os seus conhecimentos no campo da
medicina e em especial da biologia .
Aspectos a serem focalizados referente ao ambiente cirúrgico:
 Iluminação: é o problema mais difícil e provavelmente o mais
importante do sistema de iluminação de um hospital. Utilização da
luz artificial. O campo operatório é iluminado através de um foco
multidirecional a fim de eliminar a presença de sombras.
 Ventilação: importância no fornecimento de ar em condições
adequadas, remoção do acúmulo de gases anestésicos, controle de
temperatura e umidade do ambiente, e principalmente a prevenção
da contaminação aérea da ferida operatória. Deve abranger três
aspectos fundamentais: 1) prover o ambiente de aeração com
condições adequadas; 2) remover as partículas potencialmente
contaminantes liberadas no interior das salas de operações; 3)
impedir a entrada no ambiente cirúrgico de partículas
potencialmente concomitantes, oriundas de áreas adjacentes ao
BIOENGENHARIA
 Temperatura e Umidade: são aspectos importantes que devem ser
controlados com o auxílio da bioengenharia. Temperatura média de
24-26 º C. A umidade relativa de um ambiente cirúrgico deve situar-
se entre 45% e 55%.
 Sistema de monitorização: pode-se controlar diversas variáveis
biológicas através do sistema de monitores. Essas variáveis medidas
continuamente podem fornecer informações para um computador
que, dispondo de programada adequado, pode mostrar dados que
seja determinantes para a continuidade da cirurgia.
 Sistema de Comunicação: possibilita adoção de condutas precisas e
imediatas, muitas vezes fundamentais para manutenção da
segurança e rigidez dos pacientes que estão sendo operados. Podem
ser sinais luminosos, campainhas, telefones, interfones, etc.
 Eletricidade: é fundamental para o bom funcionamento de um
ambiente cirúrgico que o mesmo disponha de uma fonte geradora
própria, permanente e independente de energia elétrica.
BIOENGENHARIA
 Acabamento: é o somatório de detalhes e pormenores que
conjuntamente irão influir na eficiência e segurança das atividades
desenvolvidas no interior do mesmo.
 Piso: Material resistente, não poroso, de fácil visualização de sujeiras,
de fácil limpeza, livre de ralos e frestas, pouco sonoro e
fundamentalmente bom condutor de eletricidade estática para evitar
faíscas.
 Paredes: devem ser de superfície lisa, uniforme, com cantos
arredondados para facilitar limpeza e evitar o acúmulo de poeira.
Devem contribuir para a diminuição da poluição sonora, facilitar o
controle da temperatura ambiente, aumentar a capacidade de
iluminação, sem criar áreas de reflexos.
 Forros: deve ser de material não poroso para impedir a retenção de
bactérias. Deve ser de fácil limpeza e dotado de pequena
condutibilidade.
BIOENGENHARIA Janelas: vidro duplo e dotadas de um eixo, em torno do qual possam
“bascular” e permitir a limpeza de ambas as faces vitrificadas. Entre
os dois vidros deverão existir vácuo, para reter os raios
infravermelhos e permitir uma melhor ação bactericida de eventuais
raios solares. Deverão ser dotadas de telas, para impedir a entrada de
insetos.
 Portas: deverão ser todas de correr, dotadas de visores de vidro para
facilitar a visão entre os dois ambientes e diminuir o número de
aberturas desnecessárias das portas.
 Cor do ambiente cirúrgico: deve ser pintado com uma cor que
combate a fadiga visual, que diminua os reflexos luminosos, e que
reduza a excitação nervosa e consequentemente o cansaço físico.
 Fluxos: deverá ser criteriosamente planejado, desenvolvido,
implantado e rigidamente obedecido. Fator essencial para a
diminuição da incidência de infecção da ferida operatória. 4 tipos de
fluxos: de pacientes, pessoal profissional, de materiais e
equipamentos.
SISTEMA DE SEGURANÇAO ambiente cirúrgico, sendo uma unidade hospitalar onde, são
executadas tarefas de grande importância para a assistência médico-
hospitalar, envolve um conjunto de problemas relativos à segurança dos
pacientes, bem como de todo o elenco profissional que trabalha no
interior do mesmo.
Pode-se destacar os seguintes problemas ligados à segurança:
 Infecção: encontrar meios que contribuam para a diminuição da
incidência de infecção. Inúmeras são as tentativas adotadas nesse
sentido: sistemas de ventilação, implantação de tráfego unidirecional,
controles periódicos da eficácia os processos de esterilização,
métodos especiais de assepsia etc.
 Eletricidade: há um crescente uso de inúmeros instrumentos e
aparelhos elétricos conectados a pacientes na sala de operações e
assim aumentando a morbidade e a mortalidade. Deve-se
desenvolver uma educação programada para utilização de
instrumentos elétricos para médicos, enfermeiras e técnicos em
geral.
SISTEMA DE SEGURANÇA Incêndio: no ambiente cirúrgico, a possibilidade de incêndios é
relativamente grande devido a um elevado número de materiais de
fácil combustão. Assim, todo centro operatório como qualquer
unidade hospitalar, deverá dispor de um esquema e instalações para
combate a incêndios.
 Explosões: a possibilidade de ocorrer explosões no centro cirúrgico é
um fato. Esta possibilidade aumenta consideravelmente se as salas de
cirurgias não tiverem renovação periódica de ar circulante, bem como
se o teor de umidade relativa cair para níveis críticos. O sistema de
ventilação é fundamental na prevenção da poluição da sala cirúrgica
por gases anestésicos.
 Falta de energia: relativamente frequente, que pode ocorrer em um
hospital é a interrupção temporária do fornecimento de energia
elétrica. O centro cirúrgico é uma das unidades hospitalares que têm
necessidade vital de receber continuadamente suprimento de
eletricidade. Por isso, todo hospital deverá dispor de um gerador
próprio de energia elétrica.
SISTEMA DE SEGURANÇA Manutenção geral: influi de maneira decisiva, no aumento da vida
média de instalações e equipamentos, além de garantir o pronto
funcionamento de aparelhos no momento exato. Com isso estamos
aumentando a segurança no atendimento dos pacientes.
 Porque do nome AMBIENTE CIRÚRGICO?
O conceito de ambiente cirúrgico envolve não só uma área dotada de
instalações e equipamentos especiais destinados à consecução das
operações, mas engloba também um estado de espírito que deve estar
sempre presente na mente de todo profissional que atua no interior do
mesmo. Todos devem desenvolver sua atividades conscientizados de
que o importante é “SERVIR AO PACIENTE”.
Portanto, as instalações, os equipamentos, o pessoal e, principalmente,
a vontade do mesmo em servir o paciente da melhor possível é que
definem a qualidade do AMBIENTE CIRÚRGICO.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 GOFFI, Fabio Schmidt. Técnica cirúrgica: Bases anatômicas,
fisiopatológicas e técnica da cirurgia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
2001 (páginas 12- 27)

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  • 1. Ambiente Cirúrgico – Centro Cirúrgico Guilherme Sêneca Sicuto “Servir ao paciente”
  • 2. TÓPICOS ABORDADOS  AMBIENTE CIRÚRGICO;  BIOENGENHARIA;  SISTEMA DE SEGURANÇA.
  • 3. AMBIENTE CIRÚRGICO É a unidade hospitalar onde se realizam as intervenções cirúrgicas. Área onde estão concentrados recursos representados por equipamentos e materiais que possam ser utilizados com eficiência e segurança pela equipe cirúrgica, bem como pelo pessoal responsável pelos serviços auxiliares, em benefícios do paciente que está sendo operado.  Sala Cirúrgica: é um dos componentes do ambiente cirúrgico e onde efetivamente se consuma o ato operatório.  Centro de material é a unidade hospitalar incumbida do preparo, esterilização e distribuição de todo o material, bem como dos aparelhos destinados a tratamentos nas salas cirúrgicas, nas unidades de internação, nos ambulatórios, no pronto-socorro, e demais serviços paramédicos.
  • 4. AMBIENTE CIRÚRGICO  Planejamento físico: planejamento, desenvolvimento, segurança e centralização;  Dimensionamento: critérios prévios e fixos devem ser adotados para estabelecer a dimensão do ambiente cirúrgico;  Localização: próximo às unidades que recebam casos cirúrgicos, devem apresentar luminosidade sem insolação direta, seja pela orientação adequada, seja pela proteção por meios artificias;  Componentes do ambiente cirúrgico (3 áreas distintas):  Zona de proteção;  Zona limpa;  Zona asséptica ou estéril.
  • 5. AMBIENTE CIRÚRGICO  Planejamento físico: planejamento, desenvolvimento, segurança e centralização;  Dimensionamento: critérios prévios e fixos devem ser adotados para estabelecer a dimensão do ambiente cirúrgico;  Localização: próximo às unidades que recebam casos cirúrgicos, devem apresentar luminosidade sem insolação direta, seja pela orientação adequada, seja pela proteção por meios artificias;  Componentes do ambiente cirúrgico (3 áreas distintas):  Zona de proteção: representada pelos vestiários;  Zona asséptica ou estéril: salas de operação e salas de subesterilização.  Zona limpa: composta por todos os demais componentes do agrupamento cirúrgico;
  • 6. AMBIENTE CIRÚRGICO  Componentes do ambiente cirúrgico:  Vestiários: deverá estar à disposição uniforme próprio do ambiente cirúrgico, de cor diferente dos usados nas demais áreas do hospital. Qualquer elemento que entrar no centro operatório deverá colocar o uniforme adequado , bem como gorro e máscara.  Sala de Recepção dos Pacientes: aquela na qual os que serão operados são recebidos e permanecem na mesma até o momento em que serão conduzidos para sala de operação.  Corredores: constituem um local de grande disseminação de infecção. Pode haver dois tipos: “Limpo” e o “Periférico ou contaminado”.  Lavabos: são pias onde os integrantes da equipe cirúrgica escovam as mãos e antebraços antes de entrar na sala de operação. Devem situar-se fora da sala de operação e anexos à mesma.
  • 7. AMBIENTE CIRÚRGICO  Sala de Operação: é um dos componentes da chamada zona “estéril” ou “asséptica”. Deve dispor de mesa de operação, mesas de instrumental (no mínimos 2 unidades), mesa para o anestesista, aparelhos de anestesia e respiração, prateleiras, foco principal de luz, mesa auxiliar para enfermeira circulante, necessita de espaço para todos estes móveis e outros acessórios adicionais.  Sala de Subesterilização: é outro componente da “zona estéril” ou “asséptica”. Anexo à sala de operação, é dotada de uma autoclave de alta pressão e alta velocidade, destinada a rápida e segura esterilização de instrumentos metálicos.  Sala auxiliar: a existência não é obrigatória. É uma sala anexa à sala de operação e não apresenta característica especial ou definida.  Sala de equipamentos: é um dos integrantes da “zona limpa”, e é o local onde todos os aparelhos ficam guardados quando estiverem limpos, testados e estéreis, ou seja, prontos para serem utilizados.
  • 8. AMBIENTE CIRÚRGICO  Depósito de material: área componente da “zona limpa”, na qual fica armazenado todo o material esterilizado proveniente do centro de materiais esterilizados. Área de grande rotatividade devido a grande utilização.  Sala de Recuperação Pós-Anestésica: a maioria dos pacientes operados recupera a consciência e os reflexos ainda na própria sala de operação.  Salas de conforto: salas destinadas para o conforto ou descanso para as equipes que atuam no interior do mesmo.  Serviços Auxiliares: todo ambiente cirúrgico necessita de área para a instalação, em separado, de três serviços auxiliares, a saber: radiologia, anatomia patológica e laboratório clínico.  Administração.  Central de Gasoterapia: Área onde se situam os registros e manômetros de entrada das tubulações destinadas a oxigênio, gases anestésicos e ar comprimido.
  • 9. BIOENGENHARIA Parte da engenharia que aplica os seus conhecimentos no campo da medicina e em especial da biologia . Aspectos a serem focalizados referente ao ambiente cirúrgico:  Iluminação: é o problema mais difícil e provavelmente o mais importante do sistema de iluminação de um hospital. Utilização da luz artificial. O campo operatório é iluminado através de um foco multidirecional a fim de eliminar a presença de sombras.  Ventilação: importância no fornecimento de ar em condições adequadas, remoção do acúmulo de gases anestésicos, controle de temperatura e umidade do ambiente, e principalmente a prevenção da contaminação aérea da ferida operatória. Deve abranger três aspectos fundamentais: 1) prover o ambiente de aeração com condições adequadas; 2) remover as partículas potencialmente contaminantes liberadas no interior das salas de operações; 3) impedir a entrada no ambiente cirúrgico de partículas potencialmente concomitantes, oriundas de áreas adjacentes ao
  • 10. BIOENGENHARIA  Temperatura e Umidade: são aspectos importantes que devem ser controlados com o auxílio da bioengenharia. Temperatura média de 24-26 º C. A umidade relativa de um ambiente cirúrgico deve situar- se entre 45% e 55%.  Sistema de monitorização: pode-se controlar diversas variáveis biológicas através do sistema de monitores. Essas variáveis medidas continuamente podem fornecer informações para um computador que, dispondo de programada adequado, pode mostrar dados que seja determinantes para a continuidade da cirurgia.  Sistema de Comunicação: possibilita adoção de condutas precisas e imediatas, muitas vezes fundamentais para manutenção da segurança e rigidez dos pacientes que estão sendo operados. Podem ser sinais luminosos, campainhas, telefones, interfones, etc.  Eletricidade: é fundamental para o bom funcionamento de um ambiente cirúrgico que o mesmo disponha de uma fonte geradora própria, permanente e independente de energia elétrica.
  • 11. BIOENGENHARIA  Acabamento: é o somatório de detalhes e pormenores que conjuntamente irão influir na eficiência e segurança das atividades desenvolvidas no interior do mesmo.  Piso: Material resistente, não poroso, de fácil visualização de sujeiras, de fácil limpeza, livre de ralos e frestas, pouco sonoro e fundamentalmente bom condutor de eletricidade estática para evitar faíscas.  Paredes: devem ser de superfície lisa, uniforme, com cantos arredondados para facilitar limpeza e evitar o acúmulo de poeira. Devem contribuir para a diminuição da poluição sonora, facilitar o controle da temperatura ambiente, aumentar a capacidade de iluminação, sem criar áreas de reflexos.  Forros: deve ser de material não poroso para impedir a retenção de bactérias. Deve ser de fácil limpeza e dotado de pequena condutibilidade.
  • 12. BIOENGENHARIA Janelas: vidro duplo e dotadas de um eixo, em torno do qual possam “bascular” e permitir a limpeza de ambas as faces vitrificadas. Entre os dois vidros deverão existir vácuo, para reter os raios infravermelhos e permitir uma melhor ação bactericida de eventuais raios solares. Deverão ser dotadas de telas, para impedir a entrada de insetos.  Portas: deverão ser todas de correr, dotadas de visores de vidro para facilitar a visão entre os dois ambientes e diminuir o número de aberturas desnecessárias das portas.  Cor do ambiente cirúrgico: deve ser pintado com uma cor que combate a fadiga visual, que diminua os reflexos luminosos, e que reduza a excitação nervosa e consequentemente o cansaço físico.  Fluxos: deverá ser criteriosamente planejado, desenvolvido, implantado e rigidamente obedecido. Fator essencial para a diminuição da incidência de infecção da ferida operatória. 4 tipos de fluxos: de pacientes, pessoal profissional, de materiais e equipamentos.
  • 13.
  • 14. SISTEMA DE SEGURANÇAO ambiente cirúrgico, sendo uma unidade hospitalar onde, são executadas tarefas de grande importância para a assistência médico- hospitalar, envolve um conjunto de problemas relativos à segurança dos pacientes, bem como de todo o elenco profissional que trabalha no interior do mesmo. Pode-se destacar os seguintes problemas ligados à segurança:  Infecção: encontrar meios que contribuam para a diminuição da incidência de infecção. Inúmeras são as tentativas adotadas nesse sentido: sistemas de ventilação, implantação de tráfego unidirecional, controles periódicos da eficácia os processos de esterilização, métodos especiais de assepsia etc.  Eletricidade: há um crescente uso de inúmeros instrumentos e aparelhos elétricos conectados a pacientes na sala de operações e assim aumentando a morbidade e a mortalidade. Deve-se desenvolver uma educação programada para utilização de instrumentos elétricos para médicos, enfermeiras e técnicos em geral.
  • 15. SISTEMA DE SEGURANÇA Incêndio: no ambiente cirúrgico, a possibilidade de incêndios é relativamente grande devido a um elevado número de materiais de fácil combustão. Assim, todo centro operatório como qualquer unidade hospitalar, deverá dispor de um esquema e instalações para combate a incêndios.  Explosões: a possibilidade de ocorrer explosões no centro cirúrgico é um fato. Esta possibilidade aumenta consideravelmente se as salas de cirurgias não tiverem renovação periódica de ar circulante, bem como se o teor de umidade relativa cair para níveis críticos. O sistema de ventilação é fundamental na prevenção da poluição da sala cirúrgica por gases anestésicos.  Falta de energia: relativamente frequente, que pode ocorrer em um hospital é a interrupção temporária do fornecimento de energia elétrica. O centro cirúrgico é uma das unidades hospitalares que têm necessidade vital de receber continuadamente suprimento de eletricidade. Por isso, todo hospital deverá dispor de um gerador próprio de energia elétrica.
  • 16. SISTEMA DE SEGURANÇA Manutenção geral: influi de maneira decisiva, no aumento da vida média de instalações e equipamentos, além de garantir o pronto funcionamento de aparelhos no momento exato. Com isso estamos aumentando a segurança no atendimento dos pacientes.  Porque do nome AMBIENTE CIRÚRGICO? O conceito de ambiente cirúrgico envolve não só uma área dotada de instalações e equipamentos especiais destinados à consecução das operações, mas engloba também um estado de espírito que deve estar sempre presente na mente de todo profissional que atua no interior do mesmo. Todos devem desenvolver sua atividades conscientizados de que o importante é “SERVIR AO PACIENTE”. Portanto, as instalações, os equipamentos, o pessoal e, principalmente, a vontade do mesmo em servir o paciente da melhor possível é que definem a qualidade do AMBIENTE CIRÚRGICO.
  • 17. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  GOFFI, Fabio Schmidt. Técnica cirúrgica: Bases anatômicas, fisiopatológicas e técnica da cirurgia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2001 (páginas 12- 27)

Notas do Editor

  1. Serviços auxiliares: preparo pré-operatório do paciente, a administração da anestesia, o controle monitorizado de variáveis fisiológicas, o desempenho da enfermagem especializada em centro cirúrgico, a colaboração do laboratório clínico e banco de sangue, e finalmente a recuperação pós-operatória imediata do paciente. Centro de material: alguns autores consideram como parte do ambiente cirúrgico, outros não.
  2. Centralização: = ser único e ter capacidade para atender aos diversos setores hospitalares: unidade de internação, pronto-socorro e ambulatório;
  3. Centralização: = ser único e ter capacidade para atender aos diversos setores hospitalares: unidade de internação, pronto-socorro e ambulatório; Área de transferência de pacientes: são aquelas que os pacientes são passados das macas das suas respectivas unidades de internação para macas que só trafegam no ambiente cirúrgico. A criação destas áreas visa impedir a contaminação do ambiente cirúrgico através das rodas das macas das unidades de internação.
  4. Corredor limpo: as equipes de trabalho, o paciente e os instrumentos , campos, aventais e aparelhos estéreis ganham a sala de operação. Corredor periférico: saem todos os elementos que entraram na sala de operação, o paciente e todos os instrumentos, campos, aventais, e aparelhos utilizados na operação.