SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 35
Baixar para ler offline
Prof.º Enf. Esp. Diógenes Trevizan
Assistência ao Paciente
em Estado Grave
• A enfermagem, enquanto profissão, teve início na Inglaterra, no século XIX, com
o trabalho de Florence Nightingale, recrutando e treinando um grupo de
mulheres para colaborarem nos cuidados e na higiene dos soldados feridos
durante a Guerra da Criméia (1854-1856). Nessa época, surgiu a ideia de
classificar os doentes de acordo com o grau de dependência, dispondo-os nas
enfermarias de tal maneira que os mais graves ficassem próximos à área de
trabalho dos enfermeiros, para maior vigilância e melhor atendimento.
HISTÓRICO DA ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA
• As unidades de terapia intensiva evoluíram com a criação das salas de
recuperação, na década de 1920, para assistência a pacientes de
neurocirurgia, no Hospital Johns Hopkins e, na década de 1930, em
Tubingen, na Alemanha, com a assistência intensiva pós-operatória.
Na década de 1940 surgiram as salas de recuperação cirúrgica em
Nova Iorque e em Nova Orléans.
• No final da década de 1950, em Los Angeles, foi desenvolvida a
primeira unidade de choque, com a introdução de monitorização
cardiovascular invasiva dos pacientes em estado crítico e com
traumatismo.
• No Brasil, a implantação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIS) teve
inicio na década de 1970. Atualmente, é uma unidade presente no
contexto hospitalar.
• O surgimento da pratica em UTI representou um marco dentro dos
progressos obtidos pelos hospitais em nosso século, visto que, os
pacientes graves eram tratados nas próprias enfermarias, faltando,
área física adequada, além de recursos materiais e humanos para
uma melhor qualidade desse cuidado.
DEFINIÇÃO DE UTI
• Conceituamos Unidade de Terapia Intensiva como combinação de cuidados intensivos de
enfermagem com a constante atenção médica, no atendimento dispensado ao paciente
crítico.
• Todo método de trabalho na UTI é criado a partir de sua organização, visando ao
desenvolvimento das atividades que proporcionam a concretização de seus objetivos.
• O planejamento da unidade é tarefa da equipe multiprofissional com visão ampla e
coletiva, dotada de coerência de propósitos, estritamente unida e motivada para um
objetivo comum. A equipe multiprofissional da UTI é formada por:
• Médico;
• Enfermeiro;
• Técnicos de enfermagem;
• Nutricionista;
• Fisioterapeuta;
• Farmacêutico;
• Família;
• Líder espiritual.
• É condição indispensável na organização que toda a equipe esteja apta a
cooperar no desenvolvimento das atividades, dentro de uma filosofia de
trabalho já delineada com o espírito de terapia intensiva. Estabelece-se que
as atuações de todos os membros da equipe têm a mesma importância,
isto é, toda atividade se reveste do caráter de indispensabilidade.
• O sucesso do tratamento na unidade está condicionado a um bom
atendimento ao paciente pela equipe de saúde. O pessoal de enfermagem
desempenha um papel significativo nesse atendimento e a consciência
profissional.
• Para que o sucesso seja alcançado é necessário que a equipe de
enfermagem preencha os requisitos (capacidade de trabalho,
discernimento, prioridade, responsabilidade e iniciativa), que receba
treinamentos, reciclagens e orientações regulares.
PLANTA FÍSICA E FLUXOGRAMA
• A planta física da Unidade de Terapia Intensiva deve proporcionar:
• Observação individual e de conjunto dos pacientes, devem ficar
visíveis à enfermagem na mesa central de controle;
• Espaço suficiente para mobilização do paciente e locomoção do
pessoal (área por leito: 5m2 em media);
• Tranquilidade e ambiente agradável (sem ruídos ou poluições);
• Atendimento a paciente de ambos os sexos, sem discriminação de
grupos etários;
• Meios para intercomunicação;
• Fácil acesso e controlado, sem ter trânsito para outros
departamentos;
• Boa iluminação e boa aeração;
• Rápido atendimento, facilitando os cuidados de enfermagem e
manejo da aparelhagem.
• A UTI deve localizar-se próxima ao serviço de emergência (pronto
socorro), ao centro cirúrgico e ao centro de recuperação pós-
anestésica com facilidade de acesso aos serviços auxiliares de
radiologia e laboratórios. É importante que esteja bem afastada das
áreas de intensa movimentação, mas tendo acesso direto aos
elevadores.
NÚMERO DE LEITOS
• Número de leito: em relação a um hospital geral, deveria destinar
10% da capacidade de leitos para UTI. Uma UTI deve contar com, no
mínimo 05 leitos em hospitais com capacidade para 100 ou mais
leitos. Os leitos devem ficar o possível isolado um dos outros,
contendo canalização de vácuo, ar comprimido e oxigênio.
• O ideal é 8 a 12 leitos por unidade. Caso se indique maior número de
leitos, deve ser dividida em subunidades. Proporcionando maior
eficiência de atendimento da equipe de trabalho.
FORMA DA UNIDADE
• A unidade deve ter amplas aberturas de vidros ou janelas (teladas), o revestimento feito
com materiais que deixem o mínimo de junções e sejam laváveis, lisos e não -
absorventes.
• A disposição dos leitos de UTI pode ser em área comum (tipo vigilância – aberta),
quartos fechados ou mista.
• A área comum proporciona observação contínua do paciente. É indicada a separação dos
leitos por divisórias laváveis, o que proporciona privacidade aos pacientes.
• Unidades com leitos com quartos fechados devem ser dotados de painéis de vidro, para
facilitar a observação, proporcionam maior privacidade, redução do nível de ruído e
isolamento dos infectados e imunossuprimidos. (Onde é necessária uma central de
monitorização no posto de enfermagem, com transmissão de onda eletrocardiográfica e
frequência cardíaca).
• A unidade mista combina os dois tipos de disposição e tem sido adotada com bons
resultados.
ELEMENTOS DA UNIDADE
a) Área para recepção do paciente;
b) Área de pacientes, (devem ficar localizados de modo que a visualização,
direta ou indireta, seja possível durante todo o tempo);
c) Área de cada leito: suficiente para conter todos os equipamentos
necessários para o cuidado intensivo, além de permitir livre movimentação
da equipe;
d) Posto de enfermagem (centralizado, pequeno, 01 para cada 12 leitos),
deve haver iluminação adequada de teto para tarefas específicas, energia de
emergência, instalação da água fria, balcão, lavabo, um sistema funcional de
estocagem de medicamentos, materiais e soluções, e um relógio de parede;
e) Área de preparo de medicação, (centralizada e de ampla visão);
ELEMENTOS DA UNIDADE
f) Área para estocagem de material e equipamento;
g) Sala de utilidades. (limpeza, esterilização e estocagem), devem ser separados: -
sala de utensílios limpos é utilizada para armazenar materiais limpos e
esterilizados, - sala de materiais sujos (expurgo) deve ser fora da área de circulação
da unidade, pode ter uma pia e um tanque, para desinfecção e preparo de
materiais;
h) Sanitário para pacientes, localizados na unidade (geral) ou anexo ao quarto
(isolamento), devem conter duchas higiênicas e chuveiro;
i) Vestiário;
j) Copa para funcionários;
k) Copa de pacientes, destinado ao serviço de nutrição e dietética (recebe e
distribui as dietas);
l) Conforto médico, quarto para plantonista;
ELEMENTOS DA UNIDADE
m) Área de descanso dos funcionários, (deve contar com sanitários
masculinos e femininos, dotados de chuveiro e armários);
n) Sala de reuniões, sala de estudos, sala para aulas;
o) Sala de espera de visitas, (antessala, contendo sanitários: feminino e
masculino);
p) Laboratório;
q) Secretária;
r) Sala de arquivo;
s) Área para higienização de leitos (lavagem dos leitos pós-alta).
EQUIPAMENTOS
• Estes devem ser de fácil operacionalidade, eficiente e de utilidade
comprovada, que tenha assistência técnica contínua e eficaz, que
atinja as finalidades das unidades, oferecendo segurança na
assistência ao paciente.
• Os equipamentos da UTI devem ser de uso exclusivo da mesma, não
podendo ser utilizado e deslocado para outras áreas do hospital.
• Os equipamentos dividem-se em grupos:
• a) Equipamentos especializados para o atendimento de algumas
patologias: monitores, central de monitorização, eletroencefalógrafo,
eletrocardiógrafo, carro de emergência, desfibrilador e cardioversor,
ventilômetro (serve para medir a quantidade de ar inspirado e expirado [já
tem em alguns respiradores/TAKAOKA], marca-passo cardíaco (externo),
balão intra-aórtico, oxímetros, respiradores ciclados a pressão e volume,
holter, aparelho para medida do debito cardíaco (PVC).
• b) Equipamentos de apoio: instrumental para pequena cirurgia, punção
lombar, dissecção de veia, traqueotomia, pacotes de curativo e cateterismo
vesical, trocater, cama-balança, aparelho para dosagem de gases
sanguíneos (gasometria), glicosímetro, bombas de infusão, negatoscópio,
oftalmoscópio, otoscópio, aparelho portátil de RX.
• c) Equipamento geral: todo material para atendimento, (carro de
banho, foco portátil, umidificador, fluxômetro, suporte de soro,
cadeira de rodas, hamper, mesa de cabeceira, bolsa de água quente,
etc...).
• d) Equipamento ou material de consumo: algodão, agulhas,
equipos, almotolias, almofariz (“pilão para dilacerar comprimidos”),
sondas, seringas, esparadrapos, etc.
• e) Suprimentos: todo material extra (avental para isolamento,
bacias inoxidável, cadarço de algodão, etc...).
• f) Roupa: paciente/rotina; funcionário/privativa ou não.
LIMPEZA, MONTAGEM E TESTE DO PAINEL
• Finalidade da técnica:
• Proporcionar ao paciente, condições adequadas para a realização de oxigenação,
ventilação, nebulização e aspiração de secreções.
• Composição do painel por paciente:
• Fontes de gases (seis pontos).
• Oxigênio :1ª saída = fluxômetro + umidificador+ extensão de látex estéril.
• 2ª saída = livre (para o respirador mecânico).
• Vácuo :1ª saída = aspirador+ extensão de látex estéril.
• 2ª saída = aspirador+ extensão de látex estéril.
• Ar comprimido :1ª saída = aspirador + extensão de látex estéril.
• 2ª saída = livre (para o respirador mecânico).
Oito tomadas para rede elétrica:
1ª Monitor cardíaco.
2ª, 3ª e 4ª Bomba de infusão (droga vasoativa).
5ª Respirador mecânico.
6ª Aspirador elétrico (se necessário) ou Eletrocardiógrafo.
7ª Foco de luz.
8ª Monitorização invasiva.
Ambú + Mascara.
Gabinete de aço - para guarda de frascos coletores de secreção, sondas de
aspiração, luvas, seringa, AD estéril para instilação no tubo endotraqueal, frasco de
500ml com AD para lavagem do látex de aspiração etc.
Duas prateleiras - fixas, de aço para apoio do monitor cardíaco e da bomba de
infusão.
Suportes de soro (de parede) ou suporte de soro de chão para instalação da PVC
(pressão venosa central) e/ou monitorização invasiva.
Campainha de comunicação paciente/enfermagem.
ADMISSÃO, ALTA, TRANSFERÊNCIA, E ÓBITO.
• ADMISSÃO
• Um paciente é admitido na UTI quando apresenta insuficiência de um ou
mais sistemas fundamentais, como o respiratório e/ou cardiovascular, caso
seja grave e/ou recuperável.
• Serão admitidos pacientes que inspiram cuidados intensivos, tais como: em
estados graves (comprometimento de função vital, ex.: IRA, PCR, pacientes
em estado de coma, politraumatizado, intoxicações graves), paciente de
alto risco, (que apresentam possibilidade iminente de sério
comprometimento de função vital, ex.: insuficiência coronariana aguda,
enfartados, arritmias cardíacas, pacientes pós – operatório especiais).
• Estes pacientes podem vir diretamente internados ou transferidos de uma
unidade de internação. A internação é solicitada pelo médico assistente e
efetuada após concordância da equipe da UTI, condicionada à existência da vaga.
Este, após concorda, notifica o enfermeiro(a) responsável pela unidade,
esclarecendo o diagnostico e a gravidade do caso.
• O leito e o material são preparados de acordo com a patologia e a técnica:
• Bandeja para aspiração, entubação;
• Vacuômetro, fluxômetro de oxigênio e respirador (testado);
• Monitor e cabo;
• Impressos;
• Esfigmomanômetro e estetoscópio;
• Carro de emergência e desfibrilador.
• Ao receber o paciente na unidade, o enfermeiro(a) deve sempre prepará-lo
psicologicamente – quando o mesmo não está em coma, está sempre estressado.
ALTA
• A alta deve ser dada logo que desapareçam os sintomas presentes na
admissão, por decisão da equipe da unidade. Após receber alta,
retorna para clinica, aos cuidados de seu médico assistente, o qual na
admissão deixou seu leito bloqueado na clinica de origem, em casos
de pronto - socorro, o setor de internação providencia o bloqueio do
leito na clinica adequada.
• A permanência de um doente na UTI deve-se limitar ao necessário
para superar a situação crítica que determinou a sua admissão. Pode
ocorrer complicação durante a permanência na UTI, sendo então a
sua alta após restabelecer seu equilíbrio funcional básico. Uma
porcentagem mínima de doentes de UTI recebem alta hospitalar.
TRANSFERÊNCIA
• Ocorre quando o paciente necessita de cuidados de enfermagem
ainda intenso, mas de assistência médica periódica, estes devem ser
transferidos para uma unidade de cuidados intermediários.
• Outro tipo seria a transferência do paciente para uma UTI
especializada em sua patologia (ex: cardíaca).
ÓBITO
• Uma alta mortalidade, usualmente entre 10 e 20%, é inerente à
natureza do trabalho em UTI, mas uma seleção inadequada de
pacientes eleva esse índice a nível indesejado.
ENFERMAGEM NA UTI
• A EQUIPE DE ENFERMAGEM NA UTI
• O sucesso ou fracasso da UTI é totalmente dependente da qualidade e da
motivação de seu corpo médico e de enfermagem. A equipe de enfermagem da
UTI tem uma responsabilidade muito maior do que a de qualquer outra unidade,
precisa ser apta a manter constante observação e estar pronta para reconhecer e
notificar alteração significativa nas condições do paciente.
• Deve haver na unidade uma enfermeira-chefe em tempo integral, que deve ter
um preparo especial, pois cuidar de pacientes em UTI, demanda uma bagagem
de conhecimentos e aplicação não exigidos do enfermeiro de outras áreas. Um
enfermeiro qualificado por experiência e educação formal, designado como
responsável pela enfermagem na unidade, além de apresentar um julgamento
maduro, estabilidade emocional, qualidade de liderança e habilidade de ensino,
deve ter experiência de enfermagem geral, para adquirir uma ampla visão dos
problemas relativos ao cuidado do paciente e dos procedimentos e métodos de
tratamento, deve possuir a habilidade de trabalhar eficientemente com sua
equipe e com o corpo clinico.
• Técnicos de enfermagem bem treinados e motivados contribuem para
a manutenção de um bom padrão de atendimento. É altamente
desejável que a equipe de enfermagem se dedique inteiramente aos
pacientes.
• Outros profissionais, além da enfermagem, participam do
atendimento e as responsabilidades são então divididas e procura-se
uma pratica terapêutica na unidade. Os grupos precisam trabalhar em
cooperação e dirigir suas ações para as necessidades, compartilhando
objetivos e programas que propiciem uma abordagem unificada. As
atividades desenvolvidas na UTI exigem um espírito de equipe,
comunicações claras, respeito mútuo, confiança e compreensão entre
os grupos de trabalho.
RESPONSABILIDADES DA ENFERMAGEM
• São responsabilidades da enfermagem da UTI:
• Obter os dados, preliminares do paciente e estabelecer prioridades;
• Relacionar os pertences (paciente);
• Prover o paciente (roupas adequadas);
• Prestar os primeiros cuidados: verificar SSVV, monitorização,
oxigenoterapia, cateterismo vesical, eletrocardiograma (ECG), administrar a
medicação prescrita, colher material para exames de laboratório, etc.;
• Orientar o paciente, (finalidade da UTI);
• Orientar a família, (sobre a rotina da UTI: horário de visita, duração da
visita e sobre obtenção de informações sobre o estado do paciente);
• Fazer o exame físico do paciente e elaborar o plano de cuidados baseados
em suas necessidades físicas e psicológicas, patologia e prescrição médica,
a qual sofrerá alterações de acordo com a evolução. ( Enfermeiro)
DEVERES DO PESSOAL DE ENFERMAGEM
• Receber o plantão;
• Verificar condições de uso de material e equipamento;
• Estabelecer prioridades para atendimento ao paciente;
• Prestar cuidados de enfermagem;
• Controlar SSVV, entradas de soro, alimentação, diurese, drenos, e outros. Anotar
em impresso apropriado;
• Fazer anotações no que se refere aos cuidados e observações feitas ao paciente;
• Assistir o médico no tratamento e exames do paciente;
• Cumprir e fazer cumprir normas, regulamentos e ordens de serviço;
• Manter a Unidade em ordem;
• Encaminhar pedidos RX, exames laboratoriais, etc.
CUIDADOS DIÁRIOS (DEPENDENDO DA PATOLOGIA)
• Verificar sinais vitais e o balanço hídrico, (de 2/2 horas);
• Desobstruir as vias aéreas, (através da aspiração oro e nasotraqueal e
estimulá-lo a tossir);
• Trocar o curativo, (diariamente e sempre que necessário);
• Manter constantemente a nebulização, (com água destilada, no caso de
intubados ou traqueostomizados);
• Mobilizar o paciente no leito, (prevenindo posições viciosas e lesão por
pressão);
• Controlar rigorosamente, o gotejamento dos soros;
• Observar constantemente o ritmo e a frequência cardíaca no monitor;
• O paciente em coma mantê-lo com os olhos fechados e cobertos com gaze
umedecida em soro fisiológico;
• Fazer higiene oral conforme prescrição do enfermeiro;
ÉTICA DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM EM UTI
• São as seguintes as regras éticas a serem observadas pelo profissional de
enfermagem:
• Não se ausentar do leito sem substituto, (presença imprescindível para uma
vida);
• A vigilância ao paciente é contínua, (qualquer descuido ou atraso, pode ser
FATAL);
• Receber o paciente, com respeito e atenção, (é um ser humano intensamente
abalado);
• Não discutir, nem comentar fatos junto aos doentes;
• Cumprir as determinações, com precisão e pontualidade, (a enfermagem é
preciso membro da equipe da UTI);
• Não levar problemas da UTI, para outros setores, (as ocorrências da
unidade poderão ser mal interpretadas);
• Respeitar a hierarquia funcional;
• Cultivar eficiência e disciplina;
• Criar e manter o elevado espírito de equipe;
• Participar ativamente de cursos e treinamentos
NECESSIDADES ADICIONAIS DE UMA UTI
• Uma UTI não pode funcionar sem a assistência da maioria dos outros
departamentos no hospital. Os serviços de: laboratórios (bioquímico,
hematológico, etc.) e os radiológicos precisam estar disponíveis a
qualquer hora e a curto prazo, deve ter seu próprio fisioterapeuta.
• São necessários, um técnico habilitado em ventiladores e outros
equipamentos, uma secretária, pessoal administrativo, faxineiros e
pessoal de serviços domésticos.
Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Paciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.pptPaciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.pptgizaraposo
 
Paciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.pptPaciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.ppttuttitutti1
 
Aula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergênciaAula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergênciaRicardo Augusto
 
Sistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemSistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemDanilo Nunes Anunciação
 
Aula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto SocorroAula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto Socorrozoeadas
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergênciaresenfe2013
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Will Nunes
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Rafaela Amanso
 
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia IntensivaCritérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia IntensivaAroldo Gavioli
 
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptxUrgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptxEnfermeiraLuciana1
 
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.pptImportância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.pptValdemilsonVieira
 
Enfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatricaEnfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatricaJose Roberto
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentosJanaína Lassala
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemJardiel7
 
Pacientes críticos - enf 19 pdf.pdf
Pacientes críticos - enf 19 pdf.pdfPacientes críticos - enf 19 pdf.pdf
Pacientes críticos - enf 19 pdf.pdfThiagosilvaDeoliveir6
 
Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1Heraldo Maia
 

Mais procurados (20)

Paciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.pptPaciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.ppt
 
Paciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.pptPaciente Critico 1.ppt
Paciente Critico 1.ppt
 
Enfermagem em Urgência Emergência
Enfermagem em Urgência EmergênciaEnfermagem em Urgência Emergência
Enfermagem em Urgência Emergência
 
Aula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergênciaAula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergência
 
Sistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemSistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagem
 
Aula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto SocorroAula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto Socorro
 
Transporte de pacientes
Transporte de pacientesTransporte de pacientes
Transporte de pacientes
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergência
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
 
História da enfermagem
História da enfermagemHistória da enfermagem
História da enfermagem
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
 
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia IntensivaCritérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
 
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptxUrgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
 
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.pptImportância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
 
Enfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatricaEnfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatrica
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentos
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagem
 
Pacientes críticos - enf 19 pdf.pdf
Pacientes críticos - enf 19 pdf.pdfPacientes críticos - enf 19 pdf.pdf
Pacientes críticos - enf 19 pdf.pdf
 
Sae
SaeSae
Sae
 
Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1
 

Semelhante a Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf

Introdução Enfermagem na UTI (1jj).pptx
Introdução Enfermagem na UTI  (1jj).pptxIntrodução Enfermagem na UTI  (1jj).pptx
Introdução Enfermagem na UTI (1jj).pptxPedroRobertoCostaLob
 
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptxIntrodução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptxJooHenriqueCarvallho
 
Aula slide centro cirurgico 2
Aula slide centro cirurgico 2Aula slide centro cirurgico 2
Aula slide centro cirurgico 2Rosimeyre Lira
 
PLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptx
PLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptxPLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptx
PLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptxProfEnfoLeonidasMour
 
Aula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdf
Aula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdfAula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdf
Aula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdfJorgeFlix14
 
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341voceduardomscsousa
 
4preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-211212193741
4preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-2112121937414preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-211212193741
4preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-211212193741mary brito
 
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-104ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10mary brito
 
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdfLaianeNunesdeSousa1
 
AULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigj
AULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigjAULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigj
AULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigjElainneChrisFerreira
 
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptxInstrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptxMilkaPassos1
 
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptxRRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptxJooHenriqueCarvallho
 
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.pptJackeline Moraes
 
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docxO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docxMellissa Castanho
 
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdfROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdfssuser80ae40
 

Semelhante a Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf (20)

Introdução Enfermagem na UTI (1jj).pptx
Introdução Enfermagem na UTI  (1jj).pptxIntrodução Enfermagem na UTI  (1jj).pptx
Introdução Enfermagem na UTI (1jj).pptx
 
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptxIntrodução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
 
Aula slide centro cirurgico 2
Aula slide centro cirurgico 2Aula slide centro cirurgico 2
Aula slide centro cirurgico 2
 
PLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptx
PLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptxPLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptx
PLANEJAMENTO DA _REA DE UMA U.T.I.pptx
 
UNIDADE DO PACIENTE
UNIDADE DO PACIENTEUNIDADE DO PACIENTE
UNIDADE DO PACIENTE
 
enfermagem cirugica
enfermagem cirugicaenfermagem cirugica
enfermagem cirugica
 
Aula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdf
Aula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdfAula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdf
Aula 01 - 08-02 - UTI conceito e história e estrutura (1).pdf
 
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
 
Uti
UtiUti
Uti
 
UTI.pptx
UTI.pptxUTI.pptx
UTI.pptx
 
4preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-211212193741
4preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-2112121937414preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-211212193741
4preginaenfcirrgicatextocentrocirrgico14 10-211212193741
 
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-104ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
 
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
 
AULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigj
AULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigjAULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigj
AULA UTI SEXTA 13.pdf w,dwej,.jgpogipigj
 
AULA UTI.pptx
AULA UTI.pptxAULA UTI.pptx
AULA UTI.pptx
 
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptxInstrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptx
 
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptxRRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
 
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
 
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docxO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
 
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdfROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
 

Mais de ThiagoCunha93

Aula 2 - Saúde do Homem.pptx
Aula 2 - Saúde do Homem.pptxAula 2 - Saúde do Homem.pptx
Aula 2 - Saúde do Homem.pptxThiagoCunha93
 
Traumas específicos - Tórax e Abdômen.pptx
Traumas específicos - Tórax e Abdômen.pptxTraumas específicos - Tórax e Abdômen.pptx
Traumas específicos - Tórax e Abdômen.pptxThiagoCunha93
 
imobilização (1).pptx
imobilização (1).pptximobilização (1).pptx
imobilização (1).pptxThiagoCunha93
 
Choque circulatório.pptx
Choque circulatório.pptxChoque circulatório.pptx
Choque circulatório.pptxThiagoCunha93
 
Traumas específicos - Queimaduras.pptx
Traumas específicos - Queimaduras.pptxTraumas específicos - Queimaduras.pptx
Traumas específicos - Queimaduras.pptxThiagoCunha93
 
EMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptx
EMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptxEMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptx
EMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptxThiagoCunha93
 
AULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptx
AULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptxAULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptx
AULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptxThiagoCunha93
 

Mais de ThiagoCunha93 (7)

Aula 2 - Saúde do Homem.pptx
Aula 2 - Saúde do Homem.pptxAula 2 - Saúde do Homem.pptx
Aula 2 - Saúde do Homem.pptx
 
Traumas específicos - Tórax e Abdômen.pptx
Traumas específicos - Tórax e Abdômen.pptxTraumas específicos - Tórax e Abdômen.pptx
Traumas específicos - Tórax e Abdômen.pptx
 
imobilização (1).pptx
imobilização (1).pptximobilização (1).pptx
imobilização (1).pptx
 
Choque circulatório.pptx
Choque circulatório.pptxChoque circulatório.pptx
Choque circulatório.pptx
 
Traumas específicos - Queimaduras.pptx
Traumas específicos - Queimaduras.pptxTraumas específicos - Queimaduras.pptx
Traumas específicos - Queimaduras.pptx
 
EMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptx
EMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptxEMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptx
EMERG PSIQUIATRICA NO APH JONASSAMPAIO.pptx
 
AULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptx
AULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptxAULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptx
AULA-14- ACIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS - HELANIO.pptx
 

Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf

  • 1. Prof.º Enf. Esp. Diógenes Trevizan Assistência ao Paciente em Estado Grave
  • 2. • A enfermagem, enquanto profissão, teve início na Inglaterra, no século XIX, com o trabalho de Florence Nightingale, recrutando e treinando um grupo de mulheres para colaborarem nos cuidados e na higiene dos soldados feridos durante a Guerra da Criméia (1854-1856). Nessa época, surgiu a ideia de classificar os doentes de acordo com o grau de dependência, dispondo-os nas enfermarias de tal maneira que os mais graves ficassem próximos à área de trabalho dos enfermeiros, para maior vigilância e melhor atendimento. HISTÓRICO DA ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA
  • 3. • As unidades de terapia intensiva evoluíram com a criação das salas de recuperação, na década de 1920, para assistência a pacientes de neurocirurgia, no Hospital Johns Hopkins e, na década de 1930, em Tubingen, na Alemanha, com a assistência intensiva pós-operatória. Na década de 1940 surgiram as salas de recuperação cirúrgica em Nova Iorque e em Nova Orléans. • No final da década de 1950, em Los Angeles, foi desenvolvida a primeira unidade de choque, com a introdução de monitorização cardiovascular invasiva dos pacientes em estado crítico e com traumatismo.
  • 4. • No Brasil, a implantação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIS) teve inicio na década de 1970. Atualmente, é uma unidade presente no contexto hospitalar. • O surgimento da pratica em UTI representou um marco dentro dos progressos obtidos pelos hospitais em nosso século, visto que, os pacientes graves eram tratados nas próprias enfermarias, faltando, área física adequada, além de recursos materiais e humanos para uma melhor qualidade desse cuidado.
  • 5. DEFINIÇÃO DE UTI • Conceituamos Unidade de Terapia Intensiva como combinação de cuidados intensivos de enfermagem com a constante atenção médica, no atendimento dispensado ao paciente crítico. • Todo método de trabalho na UTI é criado a partir de sua organização, visando ao desenvolvimento das atividades que proporcionam a concretização de seus objetivos. • O planejamento da unidade é tarefa da equipe multiprofissional com visão ampla e coletiva, dotada de coerência de propósitos, estritamente unida e motivada para um objetivo comum. A equipe multiprofissional da UTI é formada por: • Médico; • Enfermeiro; • Técnicos de enfermagem; • Nutricionista; • Fisioterapeuta; • Farmacêutico; • Família; • Líder espiritual.
  • 6. • É condição indispensável na organização que toda a equipe esteja apta a cooperar no desenvolvimento das atividades, dentro de uma filosofia de trabalho já delineada com o espírito de terapia intensiva. Estabelece-se que as atuações de todos os membros da equipe têm a mesma importância, isto é, toda atividade se reveste do caráter de indispensabilidade. • O sucesso do tratamento na unidade está condicionado a um bom atendimento ao paciente pela equipe de saúde. O pessoal de enfermagem desempenha um papel significativo nesse atendimento e a consciência profissional. • Para que o sucesso seja alcançado é necessário que a equipe de enfermagem preencha os requisitos (capacidade de trabalho, discernimento, prioridade, responsabilidade e iniciativa), que receba treinamentos, reciclagens e orientações regulares.
  • 7. PLANTA FÍSICA E FLUXOGRAMA • A planta física da Unidade de Terapia Intensiva deve proporcionar: • Observação individual e de conjunto dos pacientes, devem ficar visíveis à enfermagem na mesa central de controle; • Espaço suficiente para mobilização do paciente e locomoção do pessoal (área por leito: 5m2 em media); • Tranquilidade e ambiente agradável (sem ruídos ou poluições); • Atendimento a paciente de ambos os sexos, sem discriminação de grupos etários; • Meios para intercomunicação;
  • 8. • Fácil acesso e controlado, sem ter trânsito para outros departamentos; • Boa iluminação e boa aeração; • Rápido atendimento, facilitando os cuidados de enfermagem e manejo da aparelhagem. • A UTI deve localizar-se próxima ao serviço de emergência (pronto socorro), ao centro cirúrgico e ao centro de recuperação pós- anestésica com facilidade de acesso aos serviços auxiliares de radiologia e laboratórios. É importante que esteja bem afastada das áreas de intensa movimentação, mas tendo acesso direto aos elevadores.
  • 9.
  • 10.
  • 11. NÚMERO DE LEITOS • Número de leito: em relação a um hospital geral, deveria destinar 10% da capacidade de leitos para UTI. Uma UTI deve contar com, no mínimo 05 leitos em hospitais com capacidade para 100 ou mais leitos. Os leitos devem ficar o possível isolado um dos outros, contendo canalização de vácuo, ar comprimido e oxigênio. • O ideal é 8 a 12 leitos por unidade. Caso se indique maior número de leitos, deve ser dividida em subunidades. Proporcionando maior eficiência de atendimento da equipe de trabalho.
  • 12. FORMA DA UNIDADE • A unidade deve ter amplas aberturas de vidros ou janelas (teladas), o revestimento feito com materiais que deixem o mínimo de junções e sejam laváveis, lisos e não - absorventes. • A disposição dos leitos de UTI pode ser em área comum (tipo vigilância – aberta), quartos fechados ou mista. • A área comum proporciona observação contínua do paciente. É indicada a separação dos leitos por divisórias laváveis, o que proporciona privacidade aos pacientes. • Unidades com leitos com quartos fechados devem ser dotados de painéis de vidro, para facilitar a observação, proporcionam maior privacidade, redução do nível de ruído e isolamento dos infectados e imunossuprimidos. (Onde é necessária uma central de monitorização no posto de enfermagem, com transmissão de onda eletrocardiográfica e frequência cardíaca). • A unidade mista combina os dois tipos de disposição e tem sido adotada com bons resultados.
  • 13. ELEMENTOS DA UNIDADE a) Área para recepção do paciente; b) Área de pacientes, (devem ficar localizados de modo que a visualização, direta ou indireta, seja possível durante todo o tempo); c) Área de cada leito: suficiente para conter todos os equipamentos necessários para o cuidado intensivo, além de permitir livre movimentação da equipe; d) Posto de enfermagem (centralizado, pequeno, 01 para cada 12 leitos), deve haver iluminação adequada de teto para tarefas específicas, energia de emergência, instalação da água fria, balcão, lavabo, um sistema funcional de estocagem de medicamentos, materiais e soluções, e um relógio de parede; e) Área de preparo de medicação, (centralizada e de ampla visão);
  • 14. ELEMENTOS DA UNIDADE f) Área para estocagem de material e equipamento; g) Sala de utilidades. (limpeza, esterilização e estocagem), devem ser separados: - sala de utensílios limpos é utilizada para armazenar materiais limpos e esterilizados, - sala de materiais sujos (expurgo) deve ser fora da área de circulação da unidade, pode ter uma pia e um tanque, para desinfecção e preparo de materiais; h) Sanitário para pacientes, localizados na unidade (geral) ou anexo ao quarto (isolamento), devem conter duchas higiênicas e chuveiro; i) Vestiário; j) Copa para funcionários; k) Copa de pacientes, destinado ao serviço de nutrição e dietética (recebe e distribui as dietas); l) Conforto médico, quarto para plantonista;
  • 15. ELEMENTOS DA UNIDADE m) Área de descanso dos funcionários, (deve contar com sanitários masculinos e femininos, dotados de chuveiro e armários); n) Sala de reuniões, sala de estudos, sala para aulas; o) Sala de espera de visitas, (antessala, contendo sanitários: feminino e masculino); p) Laboratório; q) Secretária; r) Sala de arquivo; s) Área para higienização de leitos (lavagem dos leitos pós-alta).
  • 16. EQUIPAMENTOS • Estes devem ser de fácil operacionalidade, eficiente e de utilidade comprovada, que tenha assistência técnica contínua e eficaz, que atinja as finalidades das unidades, oferecendo segurança na assistência ao paciente. • Os equipamentos da UTI devem ser de uso exclusivo da mesma, não podendo ser utilizado e deslocado para outras áreas do hospital. • Os equipamentos dividem-se em grupos:
  • 17. • a) Equipamentos especializados para o atendimento de algumas patologias: monitores, central de monitorização, eletroencefalógrafo, eletrocardiógrafo, carro de emergência, desfibrilador e cardioversor, ventilômetro (serve para medir a quantidade de ar inspirado e expirado [já tem em alguns respiradores/TAKAOKA], marca-passo cardíaco (externo), balão intra-aórtico, oxímetros, respiradores ciclados a pressão e volume, holter, aparelho para medida do debito cardíaco (PVC). • b) Equipamentos de apoio: instrumental para pequena cirurgia, punção lombar, dissecção de veia, traqueotomia, pacotes de curativo e cateterismo vesical, trocater, cama-balança, aparelho para dosagem de gases sanguíneos (gasometria), glicosímetro, bombas de infusão, negatoscópio, oftalmoscópio, otoscópio, aparelho portátil de RX.
  • 18. • c) Equipamento geral: todo material para atendimento, (carro de banho, foco portátil, umidificador, fluxômetro, suporte de soro, cadeira de rodas, hamper, mesa de cabeceira, bolsa de água quente, etc...). • d) Equipamento ou material de consumo: algodão, agulhas, equipos, almotolias, almofariz (“pilão para dilacerar comprimidos”), sondas, seringas, esparadrapos, etc. • e) Suprimentos: todo material extra (avental para isolamento, bacias inoxidável, cadarço de algodão, etc...). • f) Roupa: paciente/rotina; funcionário/privativa ou não.
  • 19. LIMPEZA, MONTAGEM E TESTE DO PAINEL • Finalidade da técnica: • Proporcionar ao paciente, condições adequadas para a realização de oxigenação, ventilação, nebulização e aspiração de secreções. • Composição do painel por paciente: • Fontes de gases (seis pontos). • Oxigênio :1ª saída = fluxômetro + umidificador+ extensão de látex estéril. • 2ª saída = livre (para o respirador mecânico). • Vácuo :1ª saída = aspirador+ extensão de látex estéril. • 2ª saída = aspirador+ extensão de látex estéril. • Ar comprimido :1ª saída = aspirador + extensão de látex estéril. • 2ª saída = livre (para o respirador mecânico).
  • 20. Oito tomadas para rede elétrica: 1ª Monitor cardíaco. 2ª, 3ª e 4ª Bomba de infusão (droga vasoativa). 5ª Respirador mecânico. 6ª Aspirador elétrico (se necessário) ou Eletrocardiógrafo. 7ª Foco de luz. 8ª Monitorização invasiva. Ambú + Mascara. Gabinete de aço - para guarda de frascos coletores de secreção, sondas de aspiração, luvas, seringa, AD estéril para instilação no tubo endotraqueal, frasco de 500ml com AD para lavagem do látex de aspiração etc. Duas prateleiras - fixas, de aço para apoio do monitor cardíaco e da bomba de infusão. Suportes de soro (de parede) ou suporte de soro de chão para instalação da PVC (pressão venosa central) e/ou monitorização invasiva. Campainha de comunicação paciente/enfermagem.
  • 21.
  • 22. ADMISSÃO, ALTA, TRANSFERÊNCIA, E ÓBITO. • ADMISSÃO • Um paciente é admitido na UTI quando apresenta insuficiência de um ou mais sistemas fundamentais, como o respiratório e/ou cardiovascular, caso seja grave e/ou recuperável. • Serão admitidos pacientes que inspiram cuidados intensivos, tais como: em estados graves (comprometimento de função vital, ex.: IRA, PCR, pacientes em estado de coma, politraumatizado, intoxicações graves), paciente de alto risco, (que apresentam possibilidade iminente de sério comprometimento de função vital, ex.: insuficiência coronariana aguda, enfartados, arritmias cardíacas, pacientes pós – operatório especiais).
  • 23. • Estes pacientes podem vir diretamente internados ou transferidos de uma unidade de internação. A internação é solicitada pelo médico assistente e efetuada após concordância da equipe da UTI, condicionada à existência da vaga. Este, após concorda, notifica o enfermeiro(a) responsável pela unidade, esclarecendo o diagnostico e a gravidade do caso. • O leito e o material são preparados de acordo com a patologia e a técnica: • Bandeja para aspiração, entubação; • Vacuômetro, fluxômetro de oxigênio e respirador (testado); • Monitor e cabo; • Impressos; • Esfigmomanômetro e estetoscópio; • Carro de emergência e desfibrilador. • Ao receber o paciente na unidade, o enfermeiro(a) deve sempre prepará-lo psicologicamente – quando o mesmo não está em coma, está sempre estressado.
  • 24. ALTA • A alta deve ser dada logo que desapareçam os sintomas presentes na admissão, por decisão da equipe da unidade. Após receber alta, retorna para clinica, aos cuidados de seu médico assistente, o qual na admissão deixou seu leito bloqueado na clinica de origem, em casos de pronto - socorro, o setor de internação providencia o bloqueio do leito na clinica adequada. • A permanência de um doente na UTI deve-se limitar ao necessário para superar a situação crítica que determinou a sua admissão. Pode ocorrer complicação durante a permanência na UTI, sendo então a sua alta após restabelecer seu equilíbrio funcional básico. Uma porcentagem mínima de doentes de UTI recebem alta hospitalar.
  • 25. TRANSFERÊNCIA • Ocorre quando o paciente necessita de cuidados de enfermagem ainda intenso, mas de assistência médica periódica, estes devem ser transferidos para uma unidade de cuidados intermediários. • Outro tipo seria a transferência do paciente para uma UTI especializada em sua patologia (ex: cardíaca).
  • 26. ÓBITO • Uma alta mortalidade, usualmente entre 10 e 20%, é inerente à natureza do trabalho em UTI, mas uma seleção inadequada de pacientes eleva esse índice a nível indesejado.
  • 27. ENFERMAGEM NA UTI • A EQUIPE DE ENFERMAGEM NA UTI • O sucesso ou fracasso da UTI é totalmente dependente da qualidade e da motivação de seu corpo médico e de enfermagem. A equipe de enfermagem da UTI tem uma responsabilidade muito maior do que a de qualquer outra unidade, precisa ser apta a manter constante observação e estar pronta para reconhecer e notificar alteração significativa nas condições do paciente. • Deve haver na unidade uma enfermeira-chefe em tempo integral, que deve ter um preparo especial, pois cuidar de pacientes em UTI, demanda uma bagagem de conhecimentos e aplicação não exigidos do enfermeiro de outras áreas. Um enfermeiro qualificado por experiência e educação formal, designado como responsável pela enfermagem na unidade, além de apresentar um julgamento maduro, estabilidade emocional, qualidade de liderança e habilidade de ensino, deve ter experiência de enfermagem geral, para adquirir uma ampla visão dos problemas relativos ao cuidado do paciente e dos procedimentos e métodos de tratamento, deve possuir a habilidade de trabalhar eficientemente com sua equipe e com o corpo clinico.
  • 28. • Técnicos de enfermagem bem treinados e motivados contribuem para a manutenção de um bom padrão de atendimento. É altamente desejável que a equipe de enfermagem se dedique inteiramente aos pacientes. • Outros profissionais, além da enfermagem, participam do atendimento e as responsabilidades são então divididas e procura-se uma pratica terapêutica na unidade. Os grupos precisam trabalhar em cooperação e dirigir suas ações para as necessidades, compartilhando objetivos e programas que propiciem uma abordagem unificada. As atividades desenvolvidas na UTI exigem um espírito de equipe, comunicações claras, respeito mútuo, confiança e compreensão entre os grupos de trabalho.
  • 29. RESPONSABILIDADES DA ENFERMAGEM • São responsabilidades da enfermagem da UTI: • Obter os dados, preliminares do paciente e estabelecer prioridades; • Relacionar os pertences (paciente); • Prover o paciente (roupas adequadas); • Prestar os primeiros cuidados: verificar SSVV, monitorização, oxigenoterapia, cateterismo vesical, eletrocardiograma (ECG), administrar a medicação prescrita, colher material para exames de laboratório, etc.; • Orientar o paciente, (finalidade da UTI); • Orientar a família, (sobre a rotina da UTI: horário de visita, duração da visita e sobre obtenção de informações sobre o estado do paciente); • Fazer o exame físico do paciente e elaborar o plano de cuidados baseados em suas necessidades físicas e psicológicas, patologia e prescrição médica, a qual sofrerá alterações de acordo com a evolução. ( Enfermeiro)
  • 30. DEVERES DO PESSOAL DE ENFERMAGEM • Receber o plantão; • Verificar condições de uso de material e equipamento; • Estabelecer prioridades para atendimento ao paciente; • Prestar cuidados de enfermagem; • Controlar SSVV, entradas de soro, alimentação, diurese, drenos, e outros. Anotar em impresso apropriado; • Fazer anotações no que se refere aos cuidados e observações feitas ao paciente; • Assistir o médico no tratamento e exames do paciente; • Cumprir e fazer cumprir normas, regulamentos e ordens de serviço; • Manter a Unidade em ordem; • Encaminhar pedidos RX, exames laboratoriais, etc.
  • 31. CUIDADOS DIÁRIOS (DEPENDENDO DA PATOLOGIA) • Verificar sinais vitais e o balanço hídrico, (de 2/2 horas); • Desobstruir as vias aéreas, (através da aspiração oro e nasotraqueal e estimulá-lo a tossir); • Trocar o curativo, (diariamente e sempre que necessário); • Manter constantemente a nebulização, (com água destilada, no caso de intubados ou traqueostomizados); • Mobilizar o paciente no leito, (prevenindo posições viciosas e lesão por pressão); • Controlar rigorosamente, o gotejamento dos soros; • Observar constantemente o ritmo e a frequência cardíaca no monitor; • O paciente em coma mantê-lo com os olhos fechados e cobertos com gaze umedecida em soro fisiológico; • Fazer higiene oral conforme prescrição do enfermeiro;
  • 32. ÉTICA DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM EM UTI • São as seguintes as regras éticas a serem observadas pelo profissional de enfermagem: • Não se ausentar do leito sem substituto, (presença imprescindível para uma vida); • A vigilância ao paciente é contínua, (qualquer descuido ou atraso, pode ser FATAL); • Receber o paciente, com respeito e atenção, (é um ser humano intensamente abalado); • Não discutir, nem comentar fatos junto aos doentes; • Cumprir as determinações, com precisão e pontualidade, (a enfermagem é preciso membro da equipe da UTI);
  • 33. • Não levar problemas da UTI, para outros setores, (as ocorrências da unidade poderão ser mal interpretadas); • Respeitar a hierarquia funcional; • Cultivar eficiência e disciplina; • Criar e manter o elevado espírito de equipe; • Participar ativamente de cursos e treinamentos
  • 34. NECESSIDADES ADICIONAIS DE UMA UTI • Uma UTI não pode funcionar sem a assistência da maioria dos outros departamentos no hospital. Os serviços de: laboratórios (bioquímico, hematológico, etc.) e os radiológicos precisam estar disponíveis a qualquer hora e a curto prazo, deve ter seu próprio fisioterapeuta. • São necessários, um técnico habilitado em ventiladores e outros equipamentos, uma secretária, pessoal administrativo, faxineiros e pessoal de serviços domésticos.