SlideShare uma empresa Scribd logo
Clínica Cirúrgica
Enfermagem Cirúrgica
Prof. João Henrique
Esteves
AULA
01
2 0 X X
2
ORGANIZAÇÃO CENTRO CIRÚRGICO
O centro cirúrgico (CC), unidade cirúrgica (UC), ou bloco cirúrgico (BC), é um espaço dentro
da unidade hospitalar voltado para cirurgia de baixa, média ou alta complexidade.
Todo CC deve estar sempre preparado para a cirurgia. É necessário que todos os materiais e
equipamentos estejam em seus devidos lugares, evitando-se atropelos ou risco para o
cliente.
É considerado o lugar mais complexo de um
Estabelecimento Assistencial de Saúde pela sua especificidade, pois a presença de
estresse e o risco à saúde
dos pacientes submetidos a procedimentos médicos são constantes.
2 0 X X
3
LOCALIZAÇÃO
A unidade de Centro Cirúrgico é conceituada como sendo o conjunto de elementos
destinados às atividades cirúrgicas, bem como a Sala de Recuperação Pós-
Anestésica (SRPA) e Central de Material e Esterilização (CME).
Quanto à localização, deve ocupar área independente da circulação geral; Deve
possibilitar acesso livre e fácil de pacientes provenientes das Unidades de
Internação, Cirúrgica, Pronto Socorro e Terapia Intensiva, bem como o
encaminhamento dos mesmos às unidades de origem.
2 0 X X
4
ESTRUTURA FÍSICA
Recepção do paciente Escovação
2 0 X X
5
ESTRUTURA FÍSICA
Lavagem Correta das Mãos
2 0 X X
6
ESTRUTURA FÍSICA
Lavagem Correta das Mãos
2 0 X X
7
ESTRUTURA FÍSICA
Salas de Cirúrgias
2 0 X X
8
ESTRUTURA FÍSICA
Para controle microbiológico, o centro cirúrgico, é
dividido em áreas:
Restritas: Incluem os corredores internos, os lava
bos e a sala de operação
Onde se utiliza roupa cirúrgica, sapatilhas, gorro e máscara.
2 0 X X
9
ESTRUTURA FÍSICA
Semi-
restritas: Sala de guarda de material administrativ
o, sala de estar, copa e expurgo.
Onde se deve utilizar roupa cirúrgica e gorro
2 0 X X
1 0
ESTRUTURA FÍSICA
Não restritas: circulação livre como vestiários, cor
redores de entrada e sala de espera dos acompa
nhantes.
Onde se pode utilizar roupa comuns
2 0 X X
1 1
ESTRUTURA FÍSICA
Do ponto de vista do planejamento, o centro
cirúrgico caracteriza-se por um conjunto de elementos,
que são:
Vestiários (masculino e feminino)
Área de conforto/Copa
Sala dos cirurgiões e anestesistas
Sala de Enfermagem
Expurgo
Apoio técnico e administrativo do Centro-cirúrgico
Lavabo
Sala de Operação (SO), entre outros
2 0 X X
1 2
Recursos humanos
Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com:
• Anestesista: profissional médico que avalia o paciente
antes da cirurgia, seleciona e administra a anestesia,
controla qualquer problema relacionado ao anestésico,
acompanha as condições do paciente durante e após a
cirurgia.
2 0 X X
1 3
Recursos humanos
Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com:
• Médico cirurgião: realiza o procedimento cirúrgico e lidera a
equipe médica que está na sala de cirúrgia.
2 0 X X
1 4
Recursos humanos
Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com:
• Instrumentador cirurgico: profissional que prepara as
mesas estéreis e instrumenta as cirurgias. Antes de a
inscisão cirúrgicas ser fechada, o instrumentador e a
circulante contam todas as agulhas, compressas e
instrumentos para se certificarem de que nada será retido
como corpo estranho no paciente.
2 0 X X
1 5
Recursos humanos
Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com:
• Enfermeira Circulante: gerencia a sala de cirurgia e
protege a segurança e saúde do paciente ao monitorar as
atividades da equipe cirúrgica, verificar as condições da sala
e dos equipamentos e avaliar o paciente continuamente. É
responsável pelo atendimento pelo atendimento ás
solicitações diretas do cirugião e documentação das
atividades.
2 0 X X
1 6
Recursos humanos
Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com:
• Técnico de Enfermagem: auxilia a enfermeira circulante
diretamente em suas atividades.
2 0 X X
1 7
mAteriais utilizados
O planejamento do material a ser utilizado é fundamental para
o bom andamento de uma cirurgia.
CUBA RIM
LARINGOSCOPIO
2 0 X X
1 8
Equipamentos de uma Sala de Cirurgia
São classificados em fixos e móveis:
Fixos - Foco central; Negatoscópio; Sistemas
de canalização de ar e gases; Prateleiras.
Móveis - Mesa cirúrgica e acessórios; Aparelhos
de anestesia; Mesas auxiliares para instrumental cirúrgi
co; Bisturi elétrico; Aspirador de
secreções; Equipamentos utilizados para posicionar o
paciente; Aparelhos monitores, microscópios máquina para
circulação extracorpórea, dentre outros
2 0 X X
1 9
Equipamentos de uma Sala de Cirurgia
2 0 X X
2 0
Equipamentos de uma Sala de Cirurgia
O planejamento de materiais para uso na sala de cirurgia deve
incluir aqueles considerados básicos ao atendimento de uma
cirurgia geral, e os específicos, de acordo com o tipo de cirurgia.
Material esterilizado: Ex. Pacote de campos duplos ou simples;
Caixa de instrumentais
Soluções antissépticas: Ex. PVPI, Clorohexidina Impressos:
Ex. Sistematização de enfermagem; Gráfico de anestesia;
Relação de gastos
Medicamentos: Ex. Soluções glicosadas, Fisiológica,
Ringer; Medicamentos anestésicos, analgésicos,
anticoagulantes; Xilocaína gel
2 0 X X
2 1
Equipamentos de uma Sala de Cirurgia
2 0 X X
2 2
É a área responsável pela limpeza e processamento de artigos e
instrumentais médico-hospitalares. É na CME que se realiza o
controle, o preparo, a esterilização e a distribuição dos materiais
hospitalares.
A CME pode ser de três tipos, de acordo com sua dinâmica
de funcionamento:
Descentralizada – quando cada unidade é responsável por
preparar e esterilizar os materiais que utiliza
Semi-centralizada – prepara seus materiais, mas os
encaminha para serem esterilizados em um único local
Centralizada – quando os materiais do hospital são
processados no mesmo local
Central de Material e Esterilização (CME)
2 0 X X
2 3
Central de Material e Esterilização (CME)
2 0 X X
2 4
• CAMPOS CIRÚRGICOS;
• COMPRESSAS CIRÚRGICAS;
• GAZES;
• DRENOS;
• SERINGAS E AGULHAS
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
Instrumentos gerais
2 0 X X
2 5
• CAMPOS CIRÚRGICOS: Usado para proteger o enfermo
durante os procedimentos realizados no hospital ou clínica, o campo
cirúrgico descartável serve para evitar contaminações causadas por
respingos de sangue e fluidos, além de ajudar a manter a temperatura
corporal do paciente.
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
2 0 X X
2 6
• COMPRESSAS CIRÚRGICAS: A Compressa Cirúrgica
Campo Operatório Medi House é utilizada em cirurgias de
maneira geral, com o objetivo de absorver sangue, fluídos e
secreções.
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
2 0 X X
2 7
• GAZES: Uma gaze é um tipo de tecido fino e leve,
geralmente feito de algodão,
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
2 0 X X
2 8
• DRENOS: O dreno é um pequeno tubo fino que pode ser inserido
na pele após algumas cirurgias, para ajudar a retirar o excesso de
líquidos, como sangue e pus, que podem acabar se acumulando no
local operado.
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
2 0 X X
2 9
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
BISTURIS
TESOURA DE METZEMBAUM
TESOURA MAYO
2 0 X X
3 0
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
PINÇA KOCHER PINÇA DE HALSTEAD MOSQUITO
2 0 X X
3 1
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
PINÇA BABCOCK PINÇA DE DUVAL
2 0 X X
3 2
INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
AFASTADOR DE FARABEUF PINÇA KELLY
2 0 X X
3 3
Os principais objetivos da terminologia cirúrgica são fornecer por meio da forma verbal
ou escrita uma definição (padrão) do termo cirúrgico ou descrever o tipo de cirurgia.
Na terminologia cirúrgica, os termos são formados por um prefixo, que designa a parte
do corpo relacionada com a cirurgia, e por um sufixo, que indica o ato cirúrgico
realizado
OBS: Trazer 15 terminologias com seus respectivos significados.
Feito a punho.
TERMINOLOGIA CIRÚRGICA
2 0 X X
3 4
TERMINOLOGIA CIRÚRGICA
2 0 X X
3 5
• Pré-operatória: inicia-se após a tomada de decisão da intervenção
cirúrgica e termina com a transferência do paciente para a mesa de
operação.
• Transoperatório: inicia-se quando o paciente é admitido ou transferido
para o bloco cirúrgico e termina quando ele é admitido na sala de
recuperação.
• Pós-operatória: inicia-se com a admissão do paciente na sala de
recuperação e termina com a avaliação de acompanhamento, na
unidade de internação ou no lar.
CLASSIFICAÇÃO DOS PERÍODOS
2 0 X X
3 6
• Diagnóstica: para exames diagnósticos e ou confirmação. Exemplo:
laparotomia exploradora, biópsias.
• Ablativa: para remoção da lesão. Exemplo: amputação.
• Paliativa: para alívio de sintomas, não produz a cura. Exemplo:
colostomia.
• Reconstrutora: para restaurar a função ou aparência do indivíduo.
Exemplo: retirada de cicatriz, fixação de fraturas.
• Construtiva: tem a finalidade de restaurar funções decorrentes de
anomalias congênitas. Exemplo: fenda palatina.
•Estética: para melhorar a aparência. Exemplo: rinoplastia.
CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS
QUANTO A FINALIDADE:
2 0 X X
3 7
•Emergência: o paciente requer atenção imediata, corre risco de
vida. A indicação da cirurgia é sem demora. Exemplos:
hemorragias, obstruções, fratura de crânio, ferimento por arma de
fogo e branca.
CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO
GRAU DE EMERGENCIA:
2 0 X X
3 8
• Urgência: o paciente requer pronta atenção. A indicação da
cirurgia é de 24 a 30 horas.
Exemplos: litíase renal ou uretral, infecção aguda da vesícula
biliar, queimaduras extensas, apendicectomia.
CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO
GRAU DE EMERGENCIA:
2 0 X X
3 9
•Necessária: o paciente deve ser operado. A indicação é
realizada com planejamento de algumas semanas ou meses.
Exemplo: hiperphasia da próstata sem obstrução, distúrbios da
tireóide, catarata.
CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO
GRAU DE EMERGENCIA:
2 0 X X
4 0
•Eletiva: tratamento cirúrgico proposto, mas cuja realização pode
aguardar ocasião mais propícia, ou seja, pode ser programada.
Exemplo: mamoplastia.
CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO
GRAU DE EMERGENCIA:

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx

4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
LaianeNunesdeSousa1
 
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-104ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
mary brito
 
AULA 4A (1).pptx
AULA 4A (1).pptxAULA 4A (1).pptx
AULA 4A (1).pptx
FabianaRomoGuimares
 
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptxInstrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptx
MilkaPassos1
 
Aula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdf
Aula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdfAula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdf
Aula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdf
Giza Carla Nitz
 
Aula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdf
Aula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdfAula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdf
Aula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdf
Giza Carla Nitz
 
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdfROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ssuser80ae40
 
CLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdf
CLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdfCLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdf
CLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdf
Inara Lima
 
aula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).ppt
aula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).pptaula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).ppt
aula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).ppt
Marcelo Ocampos
 
aula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdf
aula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdfaula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdf
aula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdf
lullu20139
 
aula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptx
aula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptxaula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptx
aula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptx
vanessa270433
 
Centro cirrgico-2012 (1)
Centro cirrgico-2012 (1)Centro cirrgico-2012 (1)
Centro cirrgico-2012 (1)
GeaneSilva33
 
Aula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgicoAula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgico
4523ppp
 
APRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptx
APRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptxAPRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptx
APRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptx
vitorsn0908
 
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdfAula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Giza Carla Nitz
 
AULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptx
AULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptxAULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptx
AULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptx
vaniceandrade1
 
Cirurgica romulo passos
Cirurgica romulo passosCirurgica romulo passos
Cirurgica romulo passos
Eliane Pereira
 
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1
RAILANELIMAGOMES
 
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
Jackeline Moraes
 
Apostila enfermagem em centro cirúrgico (1)
Apostila   enfermagem em centro cirúrgico (1)Apostila   enfermagem em centro cirúrgico (1)
Apostila enfermagem em centro cirúrgico (1)
Francisco da silva Torres
 

Semelhante a RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx (20)

4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
4ºp_regina_enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10.pdf
 
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-104ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
4ºp regina enf_cirúrgica_texto_centro_cirúrgico_14-10
 
AULA 4A (1).pptx
AULA 4A (1).pptxAULA 4A (1).pptx
AULA 4A (1).pptx
 
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptxInstrumentação cirúrgica aula completa.pptx
Instrumentação cirúrgica aula completa.pptx
 
Aula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdf
Aula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdfAula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdf
Aula 1 - Clínica Cirurgica -organização, estrutura, funcionamento.pdf
 
Aula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdf
Aula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdfAula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdf
Aula 4 - Centro Cirúrgico -Materiais.pdf
 
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdfROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
ROTINAS E SALAS DE OPERAÇÃO PDF.pdf
 
CLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdf
CLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdfCLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdf
CLASSIFICAÇÃO CIRURGICA.pdf
 
aula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).ppt
aula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).pptaula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).ppt
aula-2-Cuidados-no-Pre-trans-pos (2).ppt
 
aula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdf
aula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdfaula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdf
aula de centro cirúrgico - aux. de enf. pdf
 
aula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptx
aula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptxaula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptx
aula 04 - assistencia cirúrgica vmv.pptx
 
Centro cirrgico-2012 (1)
Centro cirrgico-2012 (1)Centro cirrgico-2012 (1)
Centro cirrgico-2012 (1)
 
Aula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgicoAula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgico
 
APRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptx
APRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptxAPRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptx
APRESENTAÇÃO CENTRO CIRÚRGicoICO (1).pptx
 
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdfAula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
 
AULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptx
AULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptxAULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptx
AULA INTRODUAÇÃO CENTRO CIRURGICO.pptx
 
Cirurgica romulo passos
Cirurgica romulo passosCirurgica romulo passos
Cirurgica romulo passos
 
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA tec enfermagem1
 
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
4-aula-centrocirurgico_estruturafisica.ppt
 
Apostila enfermagem em centro cirúrgico (1)
Apostila   enfermagem em centro cirúrgico (1)Apostila   enfermagem em centro cirúrgico (1)
Apostila enfermagem em centro cirúrgico (1)
 

Mais de JooHenriqueCarvallho

SLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptx
SLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptxSLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptx
SLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
RegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptx
RegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptxRegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptx
RegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
utieacon201swwd7parte2-170130105529.pptx
utieacon201swwd7parte2-170130105529.pptxutieacon201swwd7parte2-170130105529.pptx
utieacon201swwd7parte2-170130105529.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
trabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscss
trabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscsstrabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscss
trabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscss
JooHenriqueCarvallho
 
Farmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdf
Farmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdfFarmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdf
Farmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdf
JooHenriqueCarvallho
 
3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf
3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf
3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf
JooHenriqueCarvallho
 
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptxevolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
Modelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptx
Modelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptxModelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptx
Modelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptx
JooHenriqueCarvallho
 
AULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdf
AULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdfAULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdf
AULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdf
JooHenriqueCarvallho
 
CHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptx
CHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptxCHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptx
CHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
apresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptx
apresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptxapresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptx
apresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptx
JooHenriqueCarvallho
 
HIGIENE E PROFffrILÁXIA - aula 2 -.pptx
HIGIENE E PROFffrILÁXIA  - aula 2 -.pptxHIGIENE E PROFffrILÁXIA  - aula 2 -.pptx
HIGIENE E PROFffrILÁXIA - aula 2 -.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT
186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT
186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT
JooHenriqueCarvallho
 
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptxIntrodução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
JooHenriqueCarvallho
 
Palestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.ppt
Palestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.pptPalestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.ppt
Palestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.ppt
JooHenriqueCarvallho
 
POLIOMIELITE Cujjjjjjjjjjjjrso (1).pptx
POLIOMIELITE  Cujjjjjjjjjjjjrso  (1).pptxPOLIOMIELITE  Cujjjjjjjjjjjjrso  (1).pptx
POLIOMIELITE Cujjjjjjjjjjjjrso (1).pptx
JooHenriqueCarvallho
 
POTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdf
POTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdfPOTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdf
POTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdf
JooHenriqueCarvallho
 
slideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptx
slideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptxslideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptx
slideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
SEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdf
SEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdfSEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdf
SEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdf
JooHenriqueCarvallho
 
SEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdf
SEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdfSEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdf
SEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdf
JooHenriqueCarvallho
 

Mais de JooHenriqueCarvallho (20)

SLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptx
SLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptxSLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptx
SLIDE TCCsssssssssssssssss ITALO ok.pptx
 
RegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptx
RegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptxRegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptx
RegulameAXAntação dos fitoterápicos.pptx
 
utieacon201swwd7parte2-170130105529.pptx
utieacon201swwd7parte2-170130105529.pptxutieacon201swwd7parte2-170130105529.pptx
utieacon201swwd7parte2-170130105529.pptx
 
trabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscss
trabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscsstrabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscss
trabalho slide.pptxssssssssssssscscscscsscss
 
Farmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdf
Farmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdfFarmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdf
Farmacossssssssssssssssslogia_na_UTI.pdf
 
3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf
3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf
3MONITORIZAÇÃO EsssssssssssssM UTI.pdf
 
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptxevolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
 
Modelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptx
Modelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptxModelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptx
Modelo de apresentação (sistema muscular 1) (6).pptx
 
AULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdf
AULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdfAULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdf
AULA 03 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA (2).pdf
 
CHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptx
CHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptxCHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptx
CHE AULEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEA 5.pptx
 
apresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptx
apresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptxapresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptx
apresentaçãoHHH tecido Muscular (1).pptx
 
HIGIENE E PROFffrILÁXIA - aula 2 -.pptx
HIGIENE E PROFffrILÁXIA  - aula 2 -.pptxHIGIENE E PROFffrILÁXIA  - aula 2 -.pptx
HIGIENE E PROFffrILÁXIA - aula 2 -.pptx
 
186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT
186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT
186dftgbgbthtbtbtbgbgbbgtybtht27 (1).PPT
 
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptxIntrodução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
Introdução Enfermageyjhjttym na UTI .pptx
 
Palestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.ppt
Palestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.pptPalestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.ppt
Palestra-Capacitar-ParJJJJJJa-Salvar.ppt
 
POLIOMIELITE Cujjjjjjjjjjjjrso (1).pptx
POLIOMIELITE  Cujjjjjjjjjjjjrso  (1).pptxPOLIOMIELITE  Cujjjjjjjjjjjjrso  (1).pptx
POLIOMIELITE Cujjjjjjjjjjjjrso (1).pptx
 
POTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdf
POTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdfPOTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdf
POTENCIAL AGROPECUÁRIO DA REGIÃO DO MATOPIBA.pdf
 
slideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptx
slideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptxslideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptx
slideaula1-noesbsicasdenutrioediettica-230227212531-aae90641.pptx
 
SEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdf
SEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdfSEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdf
SEMIOLOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGIA AULA 01.pdf
 
SEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdf
SEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdfSEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdf
SEMIOLOGIA AULA 0iiiiiiiiiiiiiiiiii1.pdf
 

Último

Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagemHistoria de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
sidneyjmg
 
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
SusanaMatos22
 
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptxdoenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
ccursog
 
Cartilha Digital exercícios para OMBRO.pdf
Cartilha Digital exercícios para OMBRO.pdfCartilha Digital exercícios para OMBRO.pdf
Cartilha Digital exercícios para OMBRO.pdf
Camila Lorranna
 
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdfTeoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
jhordana1
 
Pompoarismo - uma abordagem para a saúde
Pompoarismo - uma abordagem para a saúdePompoarismo - uma abordagem para a saúde
Pompoarismo - uma abordagem para a saúde
FernandaCastro768379
 
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed FísicaPrincipios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
AllanNovais4
 
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptxAULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
DiegoFernandes857616
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
jhordana1
 
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptxBioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
BeatrizLittig1
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
Manuel Pacheco Vieira
 
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na EnfermagemMICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
sidneyjmg
 

Último (12)

Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagemHistoria de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
 
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
 
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptxdoenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
 
Cartilha Digital exercícios para OMBRO.pdf
Cartilha Digital exercícios para OMBRO.pdfCartilha Digital exercícios para OMBRO.pdf
Cartilha Digital exercícios para OMBRO.pdf
 
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdfTeoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
 
Pompoarismo - uma abordagem para a saúde
Pompoarismo - uma abordagem para a saúdePompoarismo - uma abordagem para a saúde
Pompoarismo - uma abordagem para a saúde
 
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed FísicaPrincipios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
 
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptxAULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
 
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptxBioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
 
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na EnfermagemMICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
 

RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx

  • 1. Clínica Cirúrgica Enfermagem Cirúrgica Prof. João Henrique Esteves AULA 01
  • 2. 2 0 X X 2 ORGANIZAÇÃO CENTRO CIRÚRGICO O centro cirúrgico (CC), unidade cirúrgica (UC), ou bloco cirúrgico (BC), é um espaço dentro da unidade hospitalar voltado para cirurgia de baixa, média ou alta complexidade. Todo CC deve estar sempre preparado para a cirurgia. É necessário que todos os materiais e equipamentos estejam em seus devidos lugares, evitando-se atropelos ou risco para o cliente. É considerado o lugar mais complexo de um Estabelecimento Assistencial de Saúde pela sua especificidade, pois a presença de estresse e o risco à saúde dos pacientes submetidos a procedimentos médicos são constantes.
  • 3. 2 0 X X 3 LOCALIZAÇÃO A unidade de Centro Cirúrgico é conceituada como sendo o conjunto de elementos destinados às atividades cirúrgicas, bem como a Sala de Recuperação Pós- Anestésica (SRPA) e Central de Material e Esterilização (CME). Quanto à localização, deve ocupar área independente da circulação geral; Deve possibilitar acesso livre e fácil de pacientes provenientes das Unidades de Internação, Cirúrgica, Pronto Socorro e Terapia Intensiva, bem como o encaminhamento dos mesmos às unidades de origem.
  • 4. 2 0 X X 4 ESTRUTURA FÍSICA Recepção do paciente Escovação
  • 5. 2 0 X X 5 ESTRUTURA FÍSICA Lavagem Correta das Mãos
  • 6. 2 0 X X 6 ESTRUTURA FÍSICA Lavagem Correta das Mãos
  • 7. 2 0 X X 7 ESTRUTURA FÍSICA Salas de Cirúrgias
  • 8. 2 0 X X 8 ESTRUTURA FÍSICA Para controle microbiológico, o centro cirúrgico, é dividido em áreas: Restritas: Incluem os corredores internos, os lava bos e a sala de operação Onde se utiliza roupa cirúrgica, sapatilhas, gorro e máscara.
  • 9. 2 0 X X 9 ESTRUTURA FÍSICA Semi- restritas: Sala de guarda de material administrativ o, sala de estar, copa e expurgo. Onde se deve utilizar roupa cirúrgica e gorro
  • 10. 2 0 X X 1 0 ESTRUTURA FÍSICA Não restritas: circulação livre como vestiários, cor redores de entrada e sala de espera dos acompa nhantes. Onde se pode utilizar roupa comuns
  • 11. 2 0 X X 1 1 ESTRUTURA FÍSICA Do ponto de vista do planejamento, o centro cirúrgico caracteriza-se por um conjunto de elementos, que são: Vestiários (masculino e feminino) Área de conforto/Copa Sala dos cirurgiões e anestesistas Sala de Enfermagem Expurgo Apoio técnico e administrativo do Centro-cirúrgico Lavabo Sala de Operação (SO), entre outros
  • 12. 2 0 X X 1 2 Recursos humanos Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com: • Anestesista: profissional médico que avalia o paciente antes da cirurgia, seleciona e administra a anestesia, controla qualquer problema relacionado ao anestésico, acompanha as condições do paciente durante e após a cirurgia.
  • 13. 2 0 X X 1 3 Recursos humanos Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com: • Médico cirurgião: realiza o procedimento cirúrgico e lidera a equipe médica que está na sala de cirúrgia.
  • 14. 2 0 X X 1 4 Recursos humanos Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com: • Instrumentador cirurgico: profissional que prepara as mesas estéreis e instrumenta as cirurgias. Antes de a inscisão cirúrgicas ser fechada, o instrumentador e a circulante contam todas as agulhas, compressas e instrumentos para se certificarem de que nada será retido como corpo estranho no paciente.
  • 15. 2 0 X X 1 5 Recursos humanos Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com: • Enfermeira Circulante: gerencia a sala de cirurgia e protege a segurança e saúde do paciente ao monitorar as atividades da equipe cirúrgica, verificar as condições da sala e dos equipamentos e avaliar o paciente continuamente. É responsável pelo atendimento pelo atendimento ás solicitações diretas do cirugião e documentação das atividades.
  • 16. 2 0 X X 1 6 Recursos humanos Os recursos humanos de um centro cirúrgico contam com: • Técnico de Enfermagem: auxilia a enfermeira circulante diretamente em suas atividades.
  • 17. 2 0 X X 1 7 mAteriais utilizados O planejamento do material a ser utilizado é fundamental para o bom andamento de uma cirurgia. CUBA RIM LARINGOSCOPIO
  • 18. 2 0 X X 1 8 Equipamentos de uma Sala de Cirurgia São classificados em fixos e móveis: Fixos - Foco central; Negatoscópio; Sistemas de canalização de ar e gases; Prateleiras. Móveis - Mesa cirúrgica e acessórios; Aparelhos de anestesia; Mesas auxiliares para instrumental cirúrgi co; Bisturi elétrico; Aspirador de secreções; Equipamentos utilizados para posicionar o paciente; Aparelhos monitores, microscópios máquina para circulação extracorpórea, dentre outros
  • 19. 2 0 X X 1 9 Equipamentos de uma Sala de Cirurgia
  • 20. 2 0 X X 2 0 Equipamentos de uma Sala de Cirurgia O planejamento de materiais para uso na sala de cirurgia deve incluir aqueles considerados básicos ao atendimento de uma cirurgia geral, e os específicos, de acordo com o tipo de cirurgia. Material esterilizado: Ex. Pacote de campos duplos ou simples; Caixa de instrumentais Soluções antissépticas: Ex. PVPI, Clorohexidina Impressos: Ex. Sistematização de enfermagem; Gráfico de anestesia; Relação de gastos Medicamentos: Ex. Soluções glicosadas, Fisiológica, Ringer; Medicamentos anestésicos, analgésicos, anticoagulantes; Xilocaína gel
  • 21. 2 0 X X 2 1 Equipamentos de uma Sala de Cirurgia
  • 22. 2 0 X X 2 2 É a área responsável pela limpeza e processamento de artigos e instrumentais médico-hospitalares. É na CME que se realiza o controle, o preparo, a esterilização e a distribuição dos materiais hospitalares. A CME pode ser de três tipos, de acordo com sua dinâmica de funcionamento: Descentralizada – quando cada unidade é responsável por preparar e esterilizar os materiais que utiliza Semi-centralizada – prepara seus materiais, mas os encaminha para serem esterilizados em um único local Centralizada – quando os materiais do hospital são processados no mesmo local Central de Material e Esterilização (CME)
  • 23. 2 0 X X 2 3 Central de Material e Esterilização (CME)
  • 24. 2 0 X X 2 4 • CAMPOS CIRÚRGICOS; • COMPRESSAS CIRÚRGICAS; • GAZES; • DRENOS; • SERINGAS E AGULHAS INSTRUMENTAL CIRÚRGICO Instrumentos gerais
  • 25. 2 0 X X 2 5 • CAMPOS CIRÚRGICOS: Usado para proteger o enfermo durante os procedimentos realizados no hospital ou clínica, o campo cirúrgico descartável serve para evitar contaminações causadas por respingos de sangue e fluidos, além de ajudar a manter a temperatura corporal do paciente. INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
  • 26. 2 0 X X 2 6 • COMPRESSAS CIRÚRGICAS: A Compressa Cirúrgica Campo Operatório Medi House é utilizada em cirurgias de maneira geral, com o objetivo de absorver sangue, fluídos e secreções. INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
  • 27. 2 0 X X 2 7 • GAZES: Uma gaze é um tipo de tecido fino e leve, geralmente feito de algodão, INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
  • 28. 2 0 X X 2 8 • DRENOS: O dreno é um pequeno tubo fino que pode ser inserido na pele após algumas cirurgias, para ajudar a retirar o excesso de líquidos, como sangue e pus, que podem acabar se acumulando no local operado. INSTRUMENTAL CIRÚRGICO
  • 29. 2 0 X X 2 9 INSTRUMENTAL CIRÚRGICO BISTURIS TESOURA DE METZEMBAUM TESOURA MAYO
  • 30. 2 0 X X 3 0 INSTRUMENTAL CIRÚRGICO PINÇA KOCHER PINÇA DE HALSTEAD MOSQUITO
  • 31. 2 0 X X 3 1 INSTRUMENTAL CIRÚRGICO PINÇA BABCOCK PINÇA DE DUVAL
  • 32. 2 0 X X 3 2 INSTRUMENTAL CIRÚRGICO AFASTADOR DE FARABEUF PINÇA KELLY
  • 33. 2 0 X X 3 3 Os principais objetivos da terminologia cirúrgica são fornecer por meio da forma verbal ou escrita uma definição (padrão) do termo cirúrgico ou descrever o tipo de cirurgia. Na terminologia cirúrgica, os termos são formados por um prefixo, que designa a parte do corpo relacionada com a cirurgia, e por um sufixo, que indica o ato cirúrgico realizado OBS: Trazer 15 terminologias com seus respectivos significados. Feito a punho. TERMINOLOGIA CIRÚRGICA
  • 34. 2 0 X X 3 4 TERMINOLOGIA CIRÚRGICA
  • 35. 2 0 X X 3 5 • Pré-operatória: inicia-se após a tomada de decisão da intervenção cirúrgica e termina com a transferência do paciente para a mesa de operação. • Transoperatório: inicia-se quando o paciente é admitido ou transferido para o bloco cirúrgico e termina quando ele é admitido na sala de recuperação. • Pós-operatória: inicia-se com a admissão do paciente na sala de recuperação e termina com a avaliação de acompanhamento, na unidade de internação ou no lar. CLASSIFICAÇÃO DOS PERÍODOS
  • 36. 2 0 X X 3 6 • Diagnóstica: para exames diagnósticos e ou confirmação. Exemplo: laparotomia exploradora, biópsias. • Ablativa: para remoção da lesão. Exemplo: amputação. • Paliativa: para alívio de sintomas, não produz a cura. Exemplo: colostomia. • Reconstrutora: para restaurar a função ou aparência do indivíduo. Exemplo: retirada de cicatriz, fixação de fraturas. • Construtiva: tem a finalidade de restaurar funções decorrentes de anomalias congênitas. Exemplo: fenda palatina. •Estética: para melhorar a aparência. Exemplo: rinoplastia. CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS QUANTO A FINALIDADE:
  • 37. 2 0 X X 3 7 •Emergência: o paciente requer atenção imediata, corre risco de vida. A indicação da cirurgia é sem demora. Exemplos: hemorragias, obstruções, fratura de crânio, ferimento por arma de fogo e branca. CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO GRAU DE EMERGENCIA:
  • 38. 2 0 X X 3 8 • Urgência: o paciente requer pronta atenção. A indicação da cirurgia é de 24 a 30 horas. Exemplos: litíase renal ou uretral, infecção aguda da vesícula biliar, queimaduras extensas, apendicectomia. CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO GRAU DE EMERGENCIA:
  • 39. 2 0 X X 3 9 •Necessária: o paciente deve ser operado. A indicação é realizada com planejamento de algumas semanas ou meses. Exemplo: hiperphasia da próstata sem obstrução, distúrbios da tireóide, catarata. CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO GRAU DE EMERGENCIA:
  • 40. 2 0 X X 4 0 •Eletiva: tratamento cirúrgico proposto, mas cuja realização pode aguardar ocasião mais propícia, ou seja, pode ser programada. Exemplo: mamoplastia. CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS PELO GRAU DE EMERGENCIA: