Por que devo
avaliar?
Quando devo
avaliar?
A proposta de currículo inclusivo defende que todas as
crianças têm direito de aprender. Consequentemente, pelo
viés desse currículo, é dever da escola garantir condições
favoráveis de aprendizagem, considerando as diferentes
trajetórias de vida dos estudantes. Nessa perspectiva, a
avaliação é vista como instrinsicamente ligada às ações de
ensino, servindo como ponto de partida para o planejamento
didático, rompendo com a concepção excludente de avaliação
para reprovação.
Uma avaliação com ênfase em seu aspecto processual,
contínuo, que tem como finalidade compreender o que os
alunos já sabem e o que precisam aprender. Sendo assim,
serve para que os professores programem intervenções
que atendam à diversidade de necessidades pedagógicas
de sua turma, considerando que a turma sempre será
heterogênea, independente da presença ou não de
crianças com necessidades educacionais especiais.
O Programa amplia e recomenda que o processo avaliativo
perpasse pelos processos educacionais e pelos sujeitos
envolvidos na alfabetização, o professor e as próprias
práticas de avaliação.
Em relação ao currículo, destaca a necessidade, em primeiro
lugar, de discutir o que está presente nos documentos
oficiais, ou seja, a lacuna que há entre o currículo pretendido
e o vivenciado nas escolas.
É importante que a escola seja também avaliada. E, nesse
sentido, são enfatizados dois aspectos: primeiro, a
organização interna da unidade educacional; segundo, o
monitoramento das ações.
Outro ponto essencial é a avaliação do docente, de sua
didática e de seu relacionamento com os alunos.
E, finalmente, há a avaliação da aprendizagem dos alunos,
que perpassa todas as essas outras avaliações. Para tanto, é
essencial que sejam bem planejadas boas estratégias para
avaliar os alunos, como também boas intervenções, para que
eles avancem em seu processo de aprendizagem.
Nessa perspectiva, a avaliação é considerada como um
processo inclusivo e fundamental para a lógica do ciclo, que
apresenta uma proposta de maior flexibilidade com o tempo e
mais continuidade do processo de ensino e aprendizagem na
alfabetização.
“Integrar” é diferente de “incluir”, na medida em que na
integração há a inserção parcial do sujeito aprendiz, e na
inclusão a inserção deve ser total.
Para Staimback e Staimback (1999), o educador
pode desempenhar um importante papel na
percepção de que os alunos têm potencialidades
e necessidades diferentes.
Vimos que a escola é, dentre outras coisas. O
espaço onde a norma se torna institucional. É
sobre isto que estamos falando: institucionalizar a
prática de aprender a ver as diferenças como
contribuição.
Mais uma vez ressaltamos que a escola
é feita por todos nós. Serão nossas
práticas avaliativas que imprimirão um
novo parâmetro de garantia de
aprendizagem. Serão nossas relações
humanas que darão vida a uma nova
escola
A avaliação escolar ,hoje, só
faz sentido se tiver o intuito
de buscar caminhos para a
aprendizagem.
Jussara Hoffmann

Apresentação pnaic1

  • 3.
  • 5.
    A proposta decurrículo inclusivo defende que todas as crianças têm direito de aprender. Consequentemente, pelo viés desse currículo, é dever da escola garantir condições favoráveis de aprendizagem, considerando as diferentes trajetórias de vida dos estudantes. Nessa perspectiva, a avaliação é vista como instrinsicamente ligada às ações de ensino, servindo como ponto de partida para o planejamento didático, rompendo com a concepção excludente de avaliação para reprovação.
  • 6.
    Uma avaliação comênfase em seu aspecto processual, contínuo, que tem como finalidade compreender o que os alunos já sabem e o que precisam aprender. Sendo assim, serve para que os professores programem intervenções que atendam à diversidade de necessidades pedagógicas de sua turma, considerando que a turma sempre será heterogênea, independente da presença ou não de crianças com necessidades educacionais especiais.
  • 8.
    O Programa ampliae recomenda que o processo avaliativo perpasse pelos processos educacionais e pelos sujeitos envolvidos na alfabetização, o professor e as próprias práticas de avaliação. Em relação ao currículo, destaca a necessidade, em primeiro lugar, de discutir o que está presente nos documentos oficiais, ou seja, a lacuna que há entre o currículo pretendido e o vivenciado nas escolas. É importante que a escola seja também avaliada. E, nesse sentido, são enfatizados dois aspectos: primeiro, a organização interna da unidade educacional; segundo, o monitoramento das ações.
  • 9.
    Outro ponto essencialé a avaliação do docente, de sua didática e de seu relacionamento com os alunos. E, finalmente, há a avaliação da aprendizagem dos alunos, que perpassa todas as essas outras avaliações. Para tanto, é essencial que sejam bem planejadas boas estratégias para avaliar os alunos, como também boas intervenções, para que eles avancem em seu processo de aprendizagem. Nessa perspectiva, a avaliação é considerada como um processo inclusivo e fundamental para a lógica do ciclo, que apresenta uma proposta de maior flexibilidade com o tempo e mais continuidade do processo de ensino e aprendizagem na alfabetização.
  • 10.
    “Integrar” é diferentede “incluir”, na medida em que na integração há a inserção parcial do sujeito aprendiz, e na inclusão a inserção deve ser total.
  • 11.
    Para Staimback eStaimback (1999), o educador pode desempenhar um importante papel na percepção de que os alunos têm potencialidades e necessidades diferentes. Vimos que a escola é, dentre outras coisas. O espaço onde a norma se torna institucional. É sobre isto que estamos falando: institucionalizar a prática de aprender a ver as diferenças como contribuição.
  • 12.
    Mais uma vezressaltamos que a escola é feita por todos nós. Serão nossas práticas avaliativas que imprimirão um novo parâmetro de garantia de aprendizagem. Serão nossas relações humanas que darão vida a uma nova escola
  • 13.
    A avaliação escolar,hoje, só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para a aprendizagem. Jussara Hoffmann